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José Ribamar Jares Pereira

1946 - 2020

Aqueles que amamos não se ausentam, transformam-se em saudade!

Esta é uma carta aberta de Elayne Corrêa para o seu sogro, José Ribamar:

Tio Riba, foi bem difícil expressar por aqui todo o meu agradecimento, por todo o amor de avô que o senhor deu para o Davi.

Que bom que meu filho teve a oportunidade de conviver com um avô tão gentil e amoroso! Nunca mediu esforços para ajudar quando precisei que levasse o Davi para as inúmeras atividades semanais. E as conversas que vocês dois tinham no carro...

Quem agora vai fazer a melhor batata frita e o melhor churrasquinho do mundo para o seu netinho?

Quem vai passar inúmeras vezes na frente do quarto e perguntar: Ehhh...moleque, tudo bem aí?

Como é que vou andar pela Marambaia e não vê-lo mais caminhando com a sacola de pão ou remédios na mão?

Vá, vá com Deus! Sua missão aqui neste planeta foi executada com louvor!

Um exemplo de marido, de pai e principalmente de avô, pois esse papel era o que você tinha mais prazer em exercer.

Até breve. Um dia estaremos todos juntos na nossa verdadeira morada.

José nasceu em Belém (PA) e faleceu no Pará, aos 73 anos, vítima do novo coronavírus.

Testemunho enviado pela irmã de José, Maria de Nazaré Jares Pereira. Este tributo foi apurado por Samara Lopes, editado por Marilza Ribeiro, revisado por Lígia Franzin e moderado por Rayane Urani em 11 de julho de 2020.