"Orgulhoso dono de um fusca bege 1972 que usava para buscar na escola os 7 netos."
Edgard Farah, 81 anos, vítima do coronavírus em Sao Paulo.

Não é um número.

Abadia de Fátima Alves, 63 anos

Era a doçura no olhar, no coração e na vida de todos.

Abdias Martins de Moura, 84 anos

Um homem apaixonado pela vida. Filósofo da paz, do amor e da resiliência.

Abdon Albuquerque Cavalcante, 82 anos

Colocava apelido em todos, era o imitador e o contador de histórias mais engraçado da família.

Abel Augusto Teixeira, 65 anos

Não gostava que se preocupassem com ele. Sempre dizia que estava tudo bem.

Abel da Cruz Neto, 61 anos

Criava chavões a cada oportunidade, cuidando do bem-estar alheio, que era sua especialidade.

Abel Jorge Cassimiro, 76 anos

Foi um pai e avô que, mesmo distante, se fez presente na vida e nas lembranças da família.

Abelin Maria Pereira Cardoso, 64 anos

Sua alegria de viver se traduzia num gostoso pão de mel.

Aberal Ribeiro, 55 anos

O que a vida lhe dava de oportunidades, ele agarrava. A luta não o intimidava.

Abigail Pinto Magalhães, 88 anos

Viciada em novela, interagia com a trama: “Ih, já sei no que isso vai dar!”

Abila Silveira Bueno, 55 anos

De sorriso largo e afetuoso, era divertida e alegre, mas não descuidava dos seus.

Acacio Cardoso Duarte, 68 anos

Ele tinha o engraçado costume de dormir na mesa durante o almoço da família.

Acassia Silva Santos, 59 anos

Generosa com todos, paparicava cada um dos filhos e netos.

Ada de Almeida Laurenti, 90 anos

Era uma mulher forte, com muita fé em Deus, vontade de viver e um amor imensurável pela família.

Adailton Caetano, 70 anos

Sem perder de vista a sua filha, a essa altura está fazendo o que mais gostava: andando por aí...

Adair Benedita da Silva, 61 anos

Espalhava suas mudinhas de plantas com muito cuidado e amor ao próximo.

Adair Ferreira de Oliveira, 84 anos

Gostava de apreciar as coisas boas da vida, olhar o mar e tomar uma caipirinha.

Adalberto Álvares Almeida, 53 anos

O carnaval em pessoa.

Adalberto Alves da Silva, 50 anos

"Minha família é meu porto seguro", dizia ele.

Adalberto da Silva Clímaco, 55 anos

Professor e recordista em atletismo, orgulhava-se de ter corrido ao lado de Joaquim Cruz, campeão olímpico.

Adalgisa Ferreira de Abreu Rodrigues, 85 anos

Para estimular a leitura dos filhos, estipulava a mesada conforme a apresentação oral de algum dos livros da biblioteca.

Adalgisa Maria de Aguiar, 86 anos

No tecido da vida, ela bordava amor, luz e força.

Adalid Roger Chávez Zeballos, 61 anos

Um filho de Pachamama, de muitas religiões, vários deuses e uma fé inabalável.

Adalto Sena de Araújo, 62 anos

Um gênio das letras. Amante da vida e da poesia.

Adão Correia Caldeira, 73 anos

O militar de carreira que se desmanchava pelos netos.

Adão da Silva Borba, 74 anos

Grande contador de histórias e dono de um incrível bom humor!

Adão Leandro de Carvalho, 65 anos

Paciência, sabedoria e carinho pelo próximo. Gostava de jogar palavras cruzadas, ler e ir à igreja.

Adauto Nunes de Castro, 90 anos

O marinheiro que, partindo de Sena Madureira, desbravou o mundo levando a família no coração.

Adeildo José da Silva, 72 anos

De picolé a chocolate, nada era tão doce quanto o sentimento de Seu Adeildo pelos netos.

Adeilson José Marinho da Silva, 39 anos

Alegre e trabalhador. Adorava um churrasquinho e não perdia a oportunidade de dançar.

Adeilton de Sousa Cavalcante, 39 anos

Amava viajar e adorava aventuras. Viveu intensamente, como se cada dia fosse o último.

Adelaide de Souza Martins, 50 anos

Amiga e solidária, tinha sempre um sorriso no rosto.

Adelaide Mendes Paula, 82 anos

Um verdadeiro coração de mãe para seus doze filhos, netos e todos a quem sempre esteve disposta a ajudar.

Adélia Maria Araújo de Almeida Oliveira, 62 anos

Profissional dedicada, generosa em compartilhar seus conhecimentos.

Adelina Vidotti de Souza, 91 anos

Uma nonna italiana, generosa e inesquecível.

Adelino Moreira da Silva, 77 anos

Nada era obstáculo para que ele atendesse aos caprichos das filhas. Onde chegava, era acalento e paz.

Adélio Electo, 84 anos

"No escurema do cininho...”, dizia ele, o trocador de sílabas.

Adelita Ribeiro da Silva, 37 anos

Uma heroína que perdeu a vida para salvar vidas.

Adelmo Azevedo da Cruz, 52 anos

Uma alma boa, que viveu por amor e só foi amor por onde passou.

Adelmo Luís de Araújo, 52 anos

Marido amoroso e dedicado, compartilhou sorrisos e ensinamentos com a família.

Adelson Santana Dias, 74 anos

Migrante da Bahia para São Paulo, esforçou-se e se orgulhou de ter conseguido formar o filho como enfermeiro.

Adeltino José dos Santos, 91 anos

Comunicativo e bem-humorado, passava horas contando aventuras de quando foi vaqueiro na terra natal.

Ademar Bispo de Araújo, 64 anos

Viveu 47 anos felizes ao lado da esposa. Onde um estava, o outro estava.

Ademar Lopes Pessoa, 83 anos

Na carreira militar ou em meio aos seus livros e desenhos, uma genialidade que deixa exemplos a serem seguidos.

Ademar Mariano da Cunha, 80 anos

Trabalhador, honesto e pontual em tudo o que fazia.

Ademar Minoru Osugi, 69 anos

Ficou marcado pelo amor que dedicou à família.

Ademar Moura de Jesus, 62 anos

Um caminhoneiro otimista, apaixonado pela família, pelos amigos e pelo bom almoço de domingo.

Ademar Rodrigues, 68 anos

Tocador de gaita e contador de piadas, espalhava riso e alegria por onde passava.

Ademar Rodrigues Soares Filho, 62 anos

Tinha um cuidado muito especial com os sobrinhos e compartilhou com eles o amor pelas coisas simples da vida.

Ademar Tavares, 95 anos

Um homem trabalhador, honesto e que sempre procurava fazer o bem.

Ademildo Santana Passos, 56 anos

Até mesmo falando sério, ele brincava...

Ademir Abrantes Junior, 43 anos

O líder do grupo “A Família Trololós”.

Ademir Castro Pinto, 69 anos

Entre peixes e pequenos presentes, suas demonstrações de afeto que jamais serão esquecidas.

Ademir Cunha dos Santos, 73 anos

Pescaria e o time do coração completavam a felicidade de quem nasceu para ser o grande Capitão Gancho.

Ademir de Oliveira Lira, 90 anos

Colecionava elogios dos familiares, dos amigos e de quem mais o conheceu.

Ademir Donizete de Paula, 56 anos

Ensinava matemática com música e sorrisos.

Ademir Mendonça da Silva, 59 anos

Vencedor, achava que a escola não era o único caminho para vencer na vida, pois de lá não gostava não.

Ademir Serafim da Silva, 62 anos

Dono de uma risada inesquecível, não deixava de visitar seus familiares.

Ademir Veríssimo Lopes, 66 anos

Determinado e corajoso. Amante da natureza.

Adenil Severino Silva, 76 anos

O padrinho de mais de vinte crianças, que sorria por bobagens e era uma pessoa alegre e cheia de vida.

Adenilton da Silva Loiola, 31 anos

Viveu sorrindo e fazendo rir com suas brincadeiras e piadas, revelando sua essência ao espalhar alegria por aí.

Adevaldo Rodrigues de Oliveira, 58 anos

Era o mais brincalhão. Tudo era motivo para fazer festa com a família.

Adhemar Lourenço, 83 anos

Um poeta que se vai como uma flor.

Adílio de Aguiar Cordeiro, 33 anos

Um tio inspirador, que sonhava ser motorista, amava Tainha e, como um irmão, foi parceiro de vida e pescaria.

Adilson Cardoso Cunha, 51 anos

“Põe no 12, que a vida deve ser vivida com amor e intensidade”.

Adilson Eleonísio Silva Lopes, 62 anos

Um ser que transbordava alegria.

Adilson Gomes da Silva, 59 anos

Simpático, alto-astral e atencioso, sabia conversar com todos e preparar a melhor carne de forno para o Natal.

Adilson Lopes, 62 anos

O abastecimento de frutas e legumes em Nhamundá era feito por ele, o bom amigo Corocoró, como era conhecido.

Adilson Pereira da Silva, 54 anos

Um pai e avô trabalhador de coração enorme.

Adilson Torquato Guimarães, 77 anos

Adilson deixou saudades na família, nos cachorros, nos funcionários de supermercado e nos moradores de rua.

Adilson Vicente Martins, 44 anos

Um paradoxo vivo: por fora, pura timidez; por dentro, pura força, coragem, carinho e amor pelos seus.

Adimar Missfeld, 74 anos

Não havia uma pessoa que não gostasse dele. E, se existe alguém assim, o problema era a pessoa.

Adipe Miguel Júnior, 69 anos

Envolveu as pessoas ao seu redor com o abraço mais acolhedor do mundo e dedicou sua vida ao amor.

Adirce Lima Nobre, 85 anos

Ela era puro amor! Tinha o sorriso largo e o abraço mais acolhedor do mundo.

Adjair Escobar da Costa, 64 anos

Homem honesto e pai presente, tinha sempre histórias da vida para contar.

Adleuza Maria da Silva Alves, 66 anos

Tia Neneca, sempre sorridente, não recusava um convite para dançar forró.

Admário Lucena da Silva, 69 anos

Tricolor, emotivo e folião arretado. Como ele mesmo dizia: "uma pessoa de alma jovem".

Admilson Ayres Pereira, 53 anos

Um dançarino de gafieira

Adolfo Machado Batista, 92 anos

Seu Badú foi um homem de valor.

Adolfo Pedro Cipriano, 58 anos

Sábio nas palavras e altruísta nas atitudes, amparava todos a quem podia ajudar de alguma forma.

Adolfo Rogélio Nunes, 68 anos

De bem com a vida, sempre sorrindo. Amava a natureza, os dias ensolarados de verão, os filhos e os netos.

Adonias Antunes Zebral, 82 anos

Era de poucas palavras, mas de muitos sorrisos.

Adônis Carmo Arouck Ferreira, 67 anos

Foi um criador de sorrisos.

Adoralice da Silva Paula, 81 anos

"Viva com liberdade e respeito. Podemos ir aonde os sonhos nos levarem", costumava dizer.

Adrian Priscilla Sampaio Vieira, 28 anos

Sinceridade e dedicação em tudo que fazia. A sua risada era sua grande característica: uma marca registrada.

Adriana Ferreira Cardoso, 61 anos

Ser humano ímpar, dona de um astral contagiante.

Adriana Lessa de Faria, 47 anos

A "rimã" caçula que cuidou da família e enfrentou suas batalhas sem perder o sorriso.

Adriana Marques de Almeida Luz, 57 anos

Não era só dentista, era criadora de sorrisos.

Adriana Silva de Moraes, 44 anos

Alimentou um amor eterno e incondicional por seus filhos e netos. Era lindo de se ver.

Adriano de Barros Silva, 42 anos

Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.

Adriano Ferreira Dias, 35 anos

Adriano foi amor, e nesse amor gigante ele deixará seu legado.

Adriano Sales, 48 anos

"Viva a vida com a sensibilidade que ela te dá." dizia ele.

Aflodísia Pereira Gasparini, 91 anos

Matriarca de uma grande família. Será lembrada como exemplo de amor incondicional, força e humildade.

Afonso Augusto de Andrade, 66 anos

Sua casa era ponto de encontro para ver o Corinthians, jogar dominó e tomar a melhor vitamina de abacate.

Afonso de Paiva Neri, 79 anos

Um grande contador de histórias e piadas, amado por seus filhos e amigos.

Afonso Seide, 85 anos

Na família, no trabalho e no dominó, foi um grande vencedor e exemplo de vida.

Agatha Lima, 25 anos

Viveu intensamente os seus 25 anos.

Agatha Loureiro, 36 anos

Risonha, feliz e animada, adorava carnaval. Sempre disposta a ajudar de todo seu coração.

Agenor Costa Cavalcante, 61 anos

Alegre e abnegado. Dedicou-se à família como poucos e viveu, na prática, o amor ao próximo, todos os dias.

Agenor Lopes de Oliveira, 56 anos

Sua marca foi a bondade. Sempre fez de tudo para ajudar as pessoas, não importando as circunstâncias.

Agenor Monteiro da Silva, 78 anos

Pescador e contador de histórias.

Agenor Vicente do Nascimento, 49 anos

Tinha um frase típica ao se despedir: "um beijo do tamanho do mar."

Agnaldo Evangelista de Lima, 58 anos

Um homem de vida leve que soube amar e deixou sua marca no coração das pessoas.

Agostinho Hermes de Miranda Neto, 70 anos

Conhecido pela alegria e pelo sorriso constantes, tratava a todos com amizade e empenhava-se em fazer o bem.

Agostinho Mendes da Cunha, 58 anos

Vida, assim era chamado em casa. A sua maior preocupação era o bem-estar de todos.

Agostinho Rodrigues Samias, 84 anos

Guardião da língua do seu povo, tinha o sonho de fazer um dicionário indígena Kokama.

Aguilar Lázaro, 79 anos

Com um pé na Itália e outro no Brasil, ele era da mesa farta, da conversa boa e do sorriso largo.

Aguinaldo Eulálio Gonçalves, 71 anos

Incansável, acordava cedo assobiando e procurava interessado o que fazer.

Aguinaldo Gomes Marinho, 62 anos

Diante das dificuldades de sua filha, ele dizia: "Vai ficar tudo bem. Painho te ama."

Aguinaldo Otonio de Miranda, 49 anos

Ele foi um homem muito alegre e que gostava de estar sempre com a família.

Aida Malaquias de Almeida Miranda, 58 anos

Exemplo de superação na vida e carinho pelos netos: Rafael e Beatriz .

Aida Rodrigues Bragança, 71 anos

De tanta felicidade e amor que tinha em si, compartilhava isso com o mundo ao seu redor.

Ailce Costa Belfort Silva, 50 anos

Foi mãe, esposa, filha, irmã e tia. Acima de tudo, Ailce foi sorriso.

Ailton Atto de Souza, 50 anos

Um mestre confeiteiro, pai, esposo e amigo, cuja doçura se via em sua fé, lealdade e devoção.

Ailton Onete da Silva, 50 anos

Viúvo desde jovem, era amigo de todos e um superfã de Raul Seixas. “Carpinteiro do Universo inteiro eu sou.”

Ailton Pereira da Silva, 66 anos

Excelente maquinista, habilidosamente conduziu a mais importante rota de viagem: a da vida.

Airton Cruz, 60 anos

O sorriso mais contagiante do serviço público municipal.

Alai Dias Pereira, 45 anos

Pilotando sua moto pelo coração do oeste baiano, transportou pessoas e alegria.

Alaide Barreto, 48 anos

Seu sorriso e alegria eram cativantes.

Alaíde Gomes do Nascimento, 68 anos

A queridona dos sobrinhos, amante do samba e da Imperatriz.

Alaíde Gonzaga de Sousa, 93 anos

Vó Lalá, linda e cheirosa, os cabelos branquinhos, sentava no quintal com todos ao redor para distribuir amor.

Alaide Polary Santana Oliveira, 58 anos

Mulher altruísta e doce. Apegada aos filhos, excelente profissional, amiga de todos e temente a Deus.

Alaídes Pereira Barbosa, 68 anos

Amante de rodeios, não deixava de participar de uma prova de laços.

Alair Antonio da Silva, 94 anos

Não foi um homem de poucas palavras.

Alan Carvalho Martins, 41 anos

Pai de família admirável, foi também exemplo de militar.

Alan Herszenhaut, 53 anos

Um eterno brincalhão, sempre pronto para ajudar.

Alan Luiz Vianna Rosas, 38 anos

Alan vestia seu melhor sorriso e curtia a vida e a família.

Alan Patrick do Espírito Santo, 38 anos

Um romântico inveterado, que apreciava flores, perfumes e chocolates.

Alana Maria Aguiar da Silva, 34 anos

Nutria um amor gigantesco e desmedido pela família e pelo tão desejado filho.

Alayde Antônia Rossignolli Abate, 73 anos

Fã de Roberto Carlos, não desgrudava de seu amado companheiro: o Paçoca, seu cachorro.

Alba Cantón Milan, 83 anos

Exemplo de vida, não é possível dizer força e perspicácia sem citar a vovó Lola.

Albanisia Vieira Tavares, 44 anos

Tinha o dom de cativar as pessoas e era muito amorosa.

Albanita Santana, 85 anos

Mamãe Velha, bons eram os seus bolinhos de chuva.

Albany Beltrão dos Santos, 74 anos

Sabia consertar qualquer coisa na máquina de costura; a cada linha, tecia uma memória.

Alberto Bandeira Peret, 92 anos

A falta que ele faz é a prova de todo o bem que ele fez.

Alberto Barbosa Ferreira, 71 anos

O cameraman que eternizava todas as melhores memórias da família.

Alberto Carlos Gamboggi Calastretti, 80 anos

Acordava cedo para exercer sua profissão. Um médico que sempre trabalhou para que o mundo fosse melhor.

Alberto Edson Rebouças Holanda, 65 anos

Ele tirava de si para os seus sem pensar duas vezes.

Alberto Flávio do Nascimento Rosa, 52 anos

Flutuava entre piadas nada óbvias e uma dose de mau humor. Tudo pano de fundo para uma sabedoria ímpar.

Alberto Pereira Guedes, 82 anos

Orgulhava-se de ser o mais velho entre os seus. Gostava de cuidar de todos e era o orador oficial da família.

Alberto Vainzof, 72 anos

Um verdadeiro bon vivant, levava a alegria por onde passava.

Albino Gonçalves da Cruz, 90 anos

A mesa farta, a família reunida e a certeza de que todos estavam bem eram sua maior alegria.

Alcebíades dos Santos, 70 anos

Quando garoto, craque de bola que saiu até no jornal. Adulto, viveu pela e para a família.

Alcemir Urubatan Machado da Silva, 74 anos

Dedicou a vida em prol de outras pessoas ao conduzir sorrisos e ambulâncias do SAMU.

Alcides Alves Costa, 82 anos

Oração e organização eram as marcas de sua história, mas se tivesse bolo de milho e um aluá, ele não resistia.

Alcides da Silva, 65 anos

Cidão soube viver e demonstrar a importância da união da família. Para ele, não tinha coisa melhor que isso.

Alcides Gaspar Branco, 76 anos

Para Cido, nunca faltou disposição para fazer o bem.

Alcides Pinheiro de Araújo Neto, 64 anos

As histórias eram sua forma de cuidar.

Alcione Bagetti, 43 anos

Um violão na mão, um sorriso no rosto; pai e marido amoroso que era fã da Banda Blitz.

Alcione do Socorro Souza Gomes, 55 anos

Ser avó foi sua melhor versão. Deixou boas lembranças nos filhos do ventre e do coração.

Alcir Celestino Noronha, 56 anos

Ele sabia que "há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu" e regava sua vida com amor.

Alcirene Aires Moura, 59 anos

Construiu sua vida profissional no ambiente hospitalar e encontrou o amor em um baile, dançando ao som de Lionel Richie.

Aldair da Costa de Matos, 80 anos

Uma senhorinha que conhecia chás, remédios naturais e tudo sobre o amor.

Aldemário de Jesus do Couto Abreu, 68 anos

Tocar música era a maior expressão do "Aldemário das Aparelhagens". Agora, está tocando seus vinis no céu.

Aldemir José de Sousa, 63 anos

O turrão de coração mais mole e riso mais fácil que já existiu.

Aldeneir Antônio Pinheiro de Freitas, 71 anos

Flamenguista de coração, tinha sempre um sorriso no rosto e amava reunir a família para viagens e churrascos.

Aldenice Quaresma Uchoa, 45 anos

Aluna com garra, que sabia lutar pelo que acreditava ser certo.

Aldenora dos Santos de Jesus, 77 anos

Matriarca incansável, colecionadora de amigos e a alegria em pessoa.

Aldevan Brazão Elias, 46 anos

Aldevan Baniwa sabia enxergar os cogumelos luminescentes da floresta.

Aldevino Francisco Gomes, 90 anos

Um homem que amava a vida e aproveitou cada momento.

Aldi Costa Araújo, 48 anos

Dono de um sorriso iluminado, era exemplo de profissional.

Aldinar Maria D’Oliveira, 55 anos

Uma muralha de afeto que apoiava incondicionalmente filhos e netos.

Aldir Blanc Mendes, 73 anos

A esperança equilibrista sabe que o show de todo artista tem que continuar.

Aldo Apolônio Pereira, 49 anos

Um pescador incrível e generoso. Saiu de perto das águas para viver como "estrelinha no céu".

Aldo di Cillo Pagotto, 70 anos

Ser Fiel a Deus foi um prazer, e não um sacrifício.

Aldo Pertussatti, 85 anos

Andava pela vida trajando a bombacha, as botas e o contentamento com a vida.

Aldo Vieira, 74 anos

Ele ensinava o que é ser honesto, o valor da verdadeira amizade e sobre a espiritualidade.

Alecia da Silva Oliveira, 94 anos

Com a voz de contralto que refletia sua força, cantava a plenos pulmões seus louvores favoritos.

Alencar José Ruz, 74 anos

Fez questão de ensinar a toda família o valor da honestidade.

Alessandra Costa da Silva, 47 anos

Mulher guerreira e religiosa, ela era a alegria em forma de sorriso. Estava sempre tentando ajudar a todos.

Alessandra Lima, 43 anos

Vivia sorrindo e adorava a casa cheia, seja em festa ou só pra uma resenha.

Alessandro da Rosa Rocha, 29 anos

Um trabalhador incansável e um companheiro de sua esposa. Ele estava sempre com ela.

Alessandro José, 43 anos

O membro mais amoroso e carinhoso da família Ramos.

Alessandro Moitinho Pacheco, 48 anos

Amava crianças e enxergava o mundo como elas.

Alessandro Páscoal de Souza, 40 anos

Enfermeiro apaixonado pela profissão e pelo Flamengo, amava também o feijão bem temperadinho de sua mãe.

Alessandro Ricardo Corrêa, 44 anos

Motociclista, com cara de bad boy, que tinha um coração doce como mel.

Alessandro Souza Pereira, 39 anos

Sempre chegava em casa gritando: hello, family!

Alex Cícero Pinheiro de Oliveira, 46 anos

Não permitiu que a ataxia crônica limitasse seus sonhos. Construiu o próprio império: uma rede de restaurantes.

Alex Nunes Vieira, 58 anos

Comprometimento e paixão conduziram toda sua vida.

Alex Pedro Pinheiro de Souza, 41 anos

Era um homem alegre e de um humor diferenciado, que sempre fazia piada de tudo.

Alex Pereira de Jesus, 53 anos

Um grande amigo: valorizava os encontros e estava sempre disposto a ajudar.

Alex Ribeiro Bello, 53 anos

Alex era médico e amava salvar vidas.

Alexandra Popoff Nogueira, 91 anos

A imigrante russa que fazia a melhor bacalhoada do mundo.

Alexandre Augusto de Paula Sobrinho, 53 anos

Fazia aniversário um dia depois da filha. Um foi o melhor presente do outro.

Alexandre Batista de Assis, 39 anos

Uma criança arteira e esperta; um homem calmo e sossegado. Na tela da vida, pintou suas emoções e sua humanidade.

Alexandre Belarmino Soares, 82 anos

Realizava-se com coisas simples e deliciosas: cervejinha, carne de porco e família reunida.

Alexandre de Oliveira Calado, 70 anos

Do jeito que soube, não foi coadjuvante. E fez tudo que pôde com dedicação e alegria.

Alexandre dos Santos, 45 anos

O sorriso fácil, a simpatia em pessoa!

Alexandre dos Santos, 71 anos

Apelidado pelos que amava de Seu Bigode, era doido por futebol e louco pela família.

Alexandre Ferreira de Souza, 92 anos

Figura famosa em Augusto de Lima. Tinha um violão inseparável e amor imenso pela vida e pela família.

Alexandre Graziano Ginez, 50 anos

De tão intenso, sonhador e cheio de alegria, tinha a capacidade de encher uma casa toda, mesmo estando sozinho.

Alexandre Jorge Lira Paraíso, 59 anos

Superpai e tocador de alfaia, Xando não tolerava injustiça.

Alexandre Milfont Rodrigues, 36 anos

Efervescente, espalhava sorrisos e música aonde quer que fosse.

Alexandre Oliveira Pinto, 36 anos

Toda segunda-feira, tinha um ritual: bater uma bola com os amigos.

Alexandre Orleans Suarez, 28 anos

Abriu mão de tudo o que tinha para espalhar amor pelo mundo.

Alexandre Rangel de Andrade, 58 anos

Um jornalista que deixa um legado de profissionalismo e respeito.

Alexandre Rocha dos Santos, 39 anos

Flamenguista doente, sambista e o ranzinza mais tranquilo que já existiu.

Alexandrina da Paixão Monteiro, 86 anos

Seu sorriso, irresistível e contagiante, era um convite para colo ou abraço.

Alexandrina Diniz da Silva, 79 anos

Dona Xande, originária da etnia indígena Piratapuia, mulher sábia, que amava a família sem medidas.

Alexandrina Izabel Ferreira, 88 anos

Doca tinha vontade de viver e de estar presente nos preciosos momentos familiares.

Alexandrino da Silva Neto, 86 anos

O elo que unia a família e os amigos.

Alexsandro Santos do Nascimento, 45 anos

Um homem que sonhava, mas realizava os sonhos também. Era intenso e alegre.

Alfeu Custódio Ferreira, 69 anos

Alguém que amasse tanto os seus parentes não pisou nesta terra.

Alfredo Batista Neto, 66 anos

Caminhoneiro brincalhão, seu caminho predileto era o de casa.

Alfredo Bosi, 84 anos

Um humanista democrático e de formação totalizante, como os tempos não produzem mais.

Alfredo Corrêa, 83 anos

Nele, a fé e a esperança foram vividas até o último dia de sua vida.

Alfredo Horácio Costa Filho, 52 anos

Dinha da Glória, de alegria contagiante!

Alfredo José de Oliveira, 78 anos

Dono de uma personalidade forte e um coração enorme.

Alfredo José Rosendo, 99 anos

Poeta sertanejo e exímio contador de histórias, sua arte exaltava a riqueza e a tenacidade do homem do campo.

Alfredo Marques Carvalho, 60 anos

Com os braços estendidos, o coração aberto e um sorriso no rosto, sempre tinha um conselho para dar.

Alfredo Teles dos Santos Neto, 39 anos

De pé no chão, em cima de uma moto, de farda ou à paisana, Alfredo era presença.

Alfried Karl Plöger, 80 anos

Amou a vida em plenitude, lutou por ideais e teve um estilo de liderança marcante.

Alice Cardoso Alves, 97 anos

A matriarca da família Nascimento.

Alice de Freitas Donini, 58 anos

O amor que transbordava dela era único e infinito.

Alice Kikue Ishimine, 72 anos

A portadora oficial das palavras de conforto da família.

Alice Lourenço Cavalcante, 84 anos

"Graças a Deus, mais um dia de vida Ele me deu!", dizia toda manhã ao acordar.

Alice Maria Goulart de Morais, 70 anos

Eterna educadora, amante da vida e do samba.

Alice Mendonça Câmara, 85 anos

Enquanto ela estiver viva no coração de alguém, nunca morrerá.

Aline Camargo, 39 anos

Um trio elétrico em forma de mulher com rosto de menina. "Tenho três netos!", surpreendia todos ao dizer.

Aline Cintia Dias do Nascimento, 34 anos

Inspirada na mãe, sonhava com a maternidade.

Allan Robert de Moraes, 27 anos

Forte, bonito e trabalhador, tinha um coração de menino.

Allison Diego Nascimento dos Santos, 34 anos

De apelido Limão, era o melhor amigo para fazer loucuras junto.

Almerinda Felipe dos Santos, 83 anos

Abram alas, pois Almerinda vai passar com sua alegria irradiante.

Almir Adolpho de Oliveira Reys Neto, 33 anos

Conquistava todos com sua alma de menino e sorriso fácil.

Almir Costa Lima, 78 anos

Educado, amoroso, solidário, paciente e bondoso.

Almir Francisco da Silva, 75 anos

Como um andarilho que nunca para, segue o rumo das estrelas, deixando que elas o levem para qualquer lugar.

Almir José Vieira, 63 anos

Brincalhão, adorava fazer amidades e aproveitar a vida.

Almir Raimundo de Souza, 55 anos

Um coração nordestino e generoso, a alegrar as ruas da Grande São Paulo.

Almira Santana dos Santos, 80 anos

Ela ligava todas manhãs e noites para abençoar cada um dos seus sete filhos.

Almira Sarmento Aranha, 71 anos

Fã da Jovem Guarda, ouvia rádio todos os dias. Deixa um legado de luz e boas lembranças.

Aloisia Maria de Andrade Gonçalves, 58 anos

Sempre alegre e amorosa, era mediadora de conflitos, defendia a bandeira de paz e prezava muito por isso.

Altaíde de Fátima Fontenele Ataíde Lima, 66 anos

Sua vontade de viver era imensa. Agora, ela diria: "O medo de escuro passou! Não fiquem tristes, eu fui feliz!"

Altair Badaró Dias, 87 anos

A baiana capixaba mais animada de Vila Velha. Quando não estava batendo pernas com as amigas, fazia um feijão inigualável.

Altair Silva, 57 anos

Fazia amizades com um sorriso.

Altamiro Zimerfogel, 80 anos

Ativista da comunidade judaica, guardião de Copacabana e exemplo de solidariedade

Altina Ferreira Rodrigues, 57 anos

Conquistava todo mundo por onde passava com sua risada escandalosa e contagiante.

Altina Ribeiro Vitória, 66 anos

Daquelas mães que dariam a vida pelos filhos. Sempre sorrindo, pedia: “Maria passa à frente!”

Aluísio Ferreira Terto, 75 anos

Marcou presença em cinco gerações de sobrinhos. De tão amoroso, era chamado de tio Pão Doce.

Aluízio José de Lima, 68 anos

“A vida continua”, dizia ele, com alegria e resiliência.

Aluízio Lopes de Brito, 53 anos

Era um verdadeiro educador, cheio de sentido e potência, que amava o ofício e viveu ardentemente a vida.

Aluizio Malta de Azevedo, 65 anos

Um contador de histórias. Daquelas que prendem a atenção do início ao fim.

Aluízio Miguel dos Santos, 77 anos

Fã de Luiz Gonzaga, adorava dar conselhos a seus netos.

Álvaro André Alves Martins, 49 anos

Ele era a alegria da casa, da família.

Alvaro Barboza Brites, 59 anos

Alegre igual a quando cantava com os passarinhos, positivo como quando o sol nasce depois da tempestade.

Álvaro Carvalhal Franco, 57 anos

Todos os dias visitava a mãe com quitutes gostosos e muito amor para dar.

Álvaro Gomes Canto, 58 anos

Peão que se deixou laçar pelo amor de Nadia, o vovô dançarino que vai deixar saudades.

Álvaro Jardim Fernandes, 26 anos

Aquele que estava sempre rindo e fazendo rir.

Alvino Carlos de Alvarenga, 101 anos

O centenário festeiro que fazia questão de comemorar seus aniversários com a numerosa família.

Alzilene Conceição Valverde, 56 anos

Lene representou alegria e resiliência desde o seu nascimento.

Alzira da Silva Novaes, 59 anos

Depois de algumas grandes tristezas, que a vida não lhe poupou, estampou um sorriso no rosto e viveu!

Alzira de Carvalho Santos, 60 anos

Ela transformava os momentos em família em uma festa, só com a sua risada.

Alzira de Freitas Bentes, 88 anos

Gostava de música alta, alegre e dançante, porque era divertida e adorava aproveitar a vida.

Alzira de Oliveira Ribeiro, 92 anos

De linha em linha, foi costurando que Zirinha esteve presente nos momentos especiais da vida de muitos.

Alzira Delgado Montenegro, 96 anos

Sobre histórias de fortaleza.

Alzira dos Santos Marreiros, 73 anos

Foi uma mulher de fibra, de princípios e atitudes que a faziam gigante, principalmente no coração.

Alzira Francisca Barra da Silva, 82 anos

Rigorosa quando necessário. Amorosa sempre.

Alzira Gonçalves Valviesse, 61 anos

"Hoje vou ouvir o pai das crianças cantar. Quem registrou foi outro", e colocava as músicas do Fábio Júnior.

Alzira Maria Teixeira Ferreira, 84 anos

Cristã, conselheira, Flavita ensinou os filhos e netos a ser feliz e amar a Deus sobre todas as coisas.

Alzira Mattos Garroux de Oliveira, 87 anos

Uma amorosa praticante da jardinagem e da organização de gavetas e armários.

Alzira Paulino da Silva, 78 anos

Precisa ser muito Alzira pra vencer e criar os filhos sozinha em meio à fome e à pobreza.

Alziro Lobato da Silva, 79 anos

Sua marca registrada foi a satisfação que proporcionou aos que o ouviam tocar “As Andorinhas” com a fiel guitarra.

Alziro Viana de Souza, 49 anos

Vascaíno de coração, colecionava carrinhos e histórias divertidas para contar para a família.

Amadeu Marques Caldeira, 78 anos

Solidário e solícito, era o faz-tudo na vizinhança, o típico sujeito gente boa.

Amadeu Pacheco Pinto de Castro, 74 anos

Suas maiores riquezas foram a alegria de viver e ajudar as pessoas.

Amadeu Pinho Prestes, 91 anos

A fé não foi em vão. Seguiu feliz e fiel ao encontro do Pai.

Amália Brandão Ribeiro, 53 anos

Uma mulher amazonense que sonhava em estudar gastronomia e era conhecida por todos pelo seu delicioso vatapá.

Amália Francisca Neta Silva, 59 anos

Amava cozinhar para a família. Tinha um tempero só dela.

Amália Maria de Jesus, 89 anos

Frágil apenas na aparência, essa mulher cheia de força, amor e sorrisos viveu em função dos que amava.

Amâncio Ikõ Munduruku, 60 anos

Amigo de fé, irmão camarada e líderança de tantas jornadas.

Amanda Marfree, 35 anos

Deu sua vida para ajudar o próximo.

Amândio Antônio Ramalho de Oliveira, 73 anos

Foi o protagonista de uma família feliz.

Amara Rosa Gomes, 95 anos

Amara tinha no nome a síntese do que fez na vida: amar.

Amarildo Fogaça de Almeida, 47 anos

Homem honesto, alegre e pleno. Ensinou a fazer o bem e a seguir em frente sem nunca desistir.

Amarina Ferreira, 84 anos

Sentia prazer em ver como as pessoas gostavam da sua comida.

Amaro Ferreira Muniz, 81 anos

Um homem dedicado que deu o seu melhor no futebol e fez tudo o que pode pelos filhos e netos.

Amaro José Cavalcante de Lima, 77 anos

Era um patriota nato com um coração gigante.

Amaro Ribeiro dos Santos, 67 anos

Andava sempre bem-vestido e perfumado. Tratava as filhas por "princesas" e se derretia pelos netos.

Amauri Amora Câmara, 95 anos

Ele ensinou a todos com amor. Professor Amora, "AMOR + A"

Amaury Correa da Silva, 63 anos

Era a alma da festa, o par de dança das sobrinhas, padrinho oficial e não oficial de primas e primos. Sua alegria era viver em família.

Amaury de Souza, 86 anos

Uma de suas frases mais marcantes: “Eu já falei pra Santa que não é desse jeito!”

Amazonilda de Freitas Gama, 81 anos

Nildinha levou seu João Batista para juntinho dela, lá no céu; ele pediu, ela veio buscar.

Ambrósio Pereira dos Santos, 57 anos

Ensinava: vamos orar, pois para Deus nada é impossível.

Amélia da Silva Manthay, 87 anos

Seu amor, sua fé, seus ensinamentos e sua doce voz ecoarão para sempre em nossos corações.

Amelia Guariglia Salzano, 91 anos

A Nona era capaz de sucumbir até os corações mais duros com sua doçura e amor.

Amélia Maria Fernandes de Macedo, 86 anos

Uma mulher que espalhava amor e nunca deixava ninguém passar necessidade.

Amélia Oliveira Martins, 50 anos

Era uma mulher cheia de vida, sempre pronta a recomeçar.

Amim Abiguenem, 86 anos

Desembargador aposentado, lutou bravamente por justiça.

Amisterdam Magalhães Ferreira Filho, 32 anos

Artista que tirava belos sons até de latas vazias, usava o dom musical para louvar ao Senhor.

Ammanda Christina Moreira Lima Miranda dos Santos, 41 anos

Fazia questão de preparar as sobremesas dos almoços em família e adorava tomar um cafezinho no final da tarde.

Ana Aila Rodrigues de Sousa, 62 anos

Verdadeira amante de pastéis, era guerreira quando se tratava do filho caçula.

Ana Alho de Souza, 75 anos

Uma mulher de poucas palavras e que fazia um vatapá delicioso.

Ana Alves de Jesus, 84 anos

Uma guerreira preciosa e de sorriso lindo. Semeava amor e carinho.

Ana Arimatea, 65 anos

Ela amou a vida.

Ana Carolina Guimarães dos Santos, 38 anos

A alegria dos encontros, mãe em primeira pessoa. Por amar estar viva, era uma promotora de sorrisos.

Ana Caroline Barbosa Mesquita, 31 anos

O dia melhorava só de ela falar contigo.

Ana Cláudia de Souza Ferreira, 53 anos

Apaixonada pelos pais e sobrinhos, seu coração batia forte quando o Flamengo entrava em campo.

Ana Cláudia José Luiz, 43 anos

Amava seus alunos, fez da sala de aula a sua vida.

Ana Cláudia Monteiro de Oliveira Araújo, 46 anos

Seu maior desejo era ver seus filhos crescerem, serem felizes e se realizarem.

Ana Cristina Ferreira de França, 52 anos

Fazia a alegria das filhas ao chamá-las de "filhotas".

Ana Cristina Mesquita, 43 anos

Era contagiante, pura luz. Viveu para servir a Deus e ao próximo.

Ana de Souza Conceição, 67 anos

Mãe e esposa, considerava o marido um presente de Deus, mas era ela que era um presente aos filhos.

Ana Duarte Nunes, 98 anos

Enquanto fazia crochê, contava piadas e histórias do passado.

Ana Eliza Rodrigues Lopes Lima, 29 anos

Fez da gastronomia seu sonho e da vida a alquimia entre ser brava e leal, mantendo um sorriso lindo.

Ana Evangelista de Souza, 53 anos

Sua grande paixão: o Palmeiras. Seu grande amor: a família. Sua grande vocação: ajudar quem amava.

Ana Florência do Carmo, 84 anos

Mulher de fé e de flores.

Ana Glória Ribeiro Correia, 76 anos

Amou a vida, as flores, Deus, a família e os amigos. A imagem da felicidade e da fé.

Ana Graziella Prodan Campos, 82 anos

Menina linda que curiosa olha para as estrelas.

Ana Inácia Gonçalves, 77 anos

Seu coração era do tamanho do mundo. Fazia sua neta se sentir especial, bonita e amada.

Ana Izabel Barros Rocha, 81 anos

Dizia que o que Deus deu a ela foi para compartilhar com os que estavam ao seu redor.

Ana Lessa Afonso Ferreira e Silva, 95 anos

A simplicidade era a chave da sua alegria.

Ana Lopes do Prado Turato, 90 anos

Ria até sentir dores na barriga. Amava banhos de mar e sonhava em comprar uma casa na praia.

Ana Lucia Barros de Oliveira, 66 anos

Mãe de todos, suas datas preferidas eram as de festas em que repartia todo cuidado e carinho entre os seus.

Ana Lúcia Calixto da Silva, 40 anos

Nunca desistiu das batalhas da vida.

Ana Lucia de Camargo Pereira Pantozzi, 75 anos

Plantou sementes de amor e conhecimento em todos que passaram por seu caminho.

Ana Lucia de Oliveira, 67 anos

Lia a bíblia todos os dias e suas orações intercediam por familiares, amigos e vizinhos.

Ana Lucia Ferreira, 58 anos

Dona de um coração gigante, generosidade era a palavra que mais a descrevia.

Ana Lúcia Freire Cantalice, 56 anos

Mulher guerreira, determinada, dona de um brilho e espontaneidade únicos.

Ana Lúcia Lopes Carneiro, 77 anos

Amava viajar e bater perna pelo mundo, fazia dele sua própria passarela.

Ana Lúcia Ribeiro Dantas, 70 anos

Estava realizando o sonho de ser avó... Seria uma vovó maravilhosa!

Ana Lúcia Soares da Costa, 57 anos

Viveu com fé e generosidade, uma mulher que nunca deixou de dobrar os joelhos em oração por toda a humanidade.

Ana Lúcia Veloso, 65 anos

Para Ana não havia destino, só havia o que fazemos.

Ana Lúcia Vieira de Jesus, 52 anos

Presenteava pessoas e vivia procurando motivos para celebrar. “A vida é uma festa” era a sua filosofia.

Ana Luiza Sales Bernardino, 30 anos

Lutava bravamente pela igualdade e pelo fim do preconceito.

Ana Maria Alves Galvão, 75 anos

A humildade e o amor. Servir era o que lhe trazia felicidade.

Ana Maria Barros Miranda, 65 anos

Mulher, trabalhadora e mãe de 14 filhos. Solidária. Cuidava dos cachorros de rua.

Ana Maria Caldonceli Vidal Sartori, 76 anos

Deixou ensinamentos: não reclame da vida, seja sua melhor versão. Não guarde mágoas, perdoe e faça o bem.

Ana Maria Carvalho, 62 anos

Ela era a alegria que chegava para mandar toda tristeza embora.

Ana Maria Cavalcante de Albuquerque, 62 anos

Ajudar aos outros, era um prazer. Generosidade era sua marca registrada.

Ana Maria de Andrade Ferreira, 69 anos

As pessoas chamavam-na de tia Aninha. Eu, de mãe.

Ana Maria Dias, 64 anos

Boa de dar conselhos, tinha um coração muito generoso.

Ana Maria do Prado Valdivieso, 71 anos

Uma sagitariana mandona que organizava todos os eventos e a vida da família. E o melhor de tudo: eles adoravam isso.

Ana Maria dos Santos Silva, 82 anos

Sua casa era o ponto de encontro da família. Ela recebia todos com um sorriso no rosto e panelas no fogão.

Ana Maria Gama, 68 anos

Adorava karaokês e cantava com a mesma maestria com que cozinhava.

Ana Maria Hilário Muler, 61 anos

Dona de uma alegria contagiante, inspiração em pessoa.

Ana Maria Portão de Souza, 79 anos

Uma mãezona para as crianças do colégio onde, como merendeira, servia alimentos e repartia amor.

Ana Michelli Pereira Ferreira, 36 anos

Aquariana pra lá de arretada. Sempre risonha e divertida, falava alto e não era de levar desaforo pra casa.

Ana Midori Yonezawa, 72 anos

Só era preciso chegar em sua casa, que seu sorriso iluminado já se abria e se tornava a melhor companhia.

Ana Oliveira Sena, 85 anos

Carregava consigo um pedacinho do céu e tinha o dom de tornar tudo mais leve.

Ana Paula Batista de Albuquerque, 37 anos

Vivia com simplicidade em busca dos seus sonhos.

Ana Paula Milharance da Silva, 44 anos

Não constituiu família: dedicou sua vida à igreja evangélica.

Ana Paula Vieira Nascimento, 39 anos

Dona de um sorriso contagiante, jeito doce e coração acolhedor. Parecia que ela não era desse mundo.

Ana Raquel Oliveira da Costa Possas, 70 anos

Cativava a todos com seu sorriso e sua elegência.

Ana Rita da Silva, 58 anos

Era tranquilíssima e super na dela, mas adorava ver a casa cheia para seus almoços de domingo.

Ana Romão Gomes, 71 anos

Na profissão, era enfermeira. Na vida, mãe de todos.

Ana Teixeira Lemos dos Santos, 80 anos

Mãe lutadora que criou sua filha com honestidade e exemplo.

Ana Teresa dos Santos Gonzaga, 84 anos

Mulher extremamente ativa e amável. Sonhava em conhecer o Cristo Redentor e ver a cidade maravilhosa do alto.

Ana Valéria da Costa Matos, 51 anos

Ela amava viajar e viver o doce sentimento de conhecer novos lugares.

Ana Viana de Matos, 78 anos

Nos fins de semana, aguardava as visitas com o café, o pão e o bolo.

Ana Viana Moreira, 95 anos

Profissão que exerceu sendo amorosa, linda e sábia: avó.

Ana Victor de Andrade, 96 anos

Matriarca da 5ª geração da família Andrade. Quando não tinha telefone, ia ao trabalho dos filhos visitá-los.

Anaiza Silva de Castro, 43 anos

A princesa da família.

Anália Ferreira Barbosa, 91 anos

Uma bisavó guerreira e de sorriso aberto, autêntica filha do interior da Bahia.

Anália Figueiredo Maia Mendes, 92 anos

Fazia o melhor doce de leite do mundo, sabia desenhar, pintava e bordava. Adorava sapatos com salto.

Anália Pereira Salgado, 71 anos

Alfabetizada aos 27 anos, reescreveu a própria história.

Analice de Rossi, 58 anos

Médica, sonhadora e cheia de planos. Cuidou de todos ao seu redor.

Anamir de Castro Azevedo, 88 anos

Uma baiana que sonhava em viver na Argentina.

Ananias Assis da Silva, 76 anos

Amava a singeleza de uma planta, sua referência à vida de menino no interior, na roça, como ele dizia.

Ananias Manoel dos Santos, 74 anos

Bom vaqueiro e rastreador, fez fama nos sertões de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, sempre montado em sua égua Belina.

Anastácio Carneiro Aguiar, 69 anos

Costumava andar e apreciar a cidade, sempre distribuindo sorrisos e boas conversas por onde passava.

Anderson Aparecido Belem, 48 anos

Era puro amor. Amava a esposa, os filhos, os amigos e os animais.

Anderson da Silva Lopes, 34 anos

Queria viver intensamente com a família e tocar o coração das pessoas. Missão cumprida!

Anderson Magalhães Serpa, 40 anos

Do teatro à fazenda: um líder iluminado com projetos ousados que veio à terra para construir.

Anderson Oliveira Estevão, 54 anos

"Gatinha, eu te amo muito", declarava-se para sua amada esposa.

Anderson Rodrigues de Jesus, 37 anos

"Tamo junto? Sempre!" era a marca registrada de “Mussum.

André Cardamone Junior, 57 anos

Acreditava que era preciso ser forte e lutar, mas sempre com um sorriso.

André Cardoso Dias, 50 anos

Foi muitos em um só.

Andre Cavalcante de Carvalho, 45 anos

Sorridente, paciente, prestativo, amigo e adorado por seus alunos.

André Danilo Zanfolin, 49 anos

Quando era criança tinha um ganso de estimação, ele o vestia com suspensórios e passeavam juntos rua afora.

André Góes de Albuquerque, 39 anos

Um gigante beijoqueiro de abraço acolhedor. Seu sorriso marcante, chegava antes dele nos lugares.

André Luiz de Souza, 47 anos

Divertido e simpático, estava sempre disposto a ajudar. Era fã da black music e adorava carros, especialmente os antigos.

André Luiz Nogueira dos Santos, 44 anos

Um cara que vai fazer falta a todos que conviveram com ele.

André Luiz Segadilha Neves, 46 anos

Economista reconhecido, apaixonado pela Disney, por Rock e pelos filhos.

André Souza Nascimento, 32 anos

Cultivava alegria e otimismo em meio aos maiores desafios da vida e a seus nove gatos.

André Wendel Benincasa de Sousa, 47 anos

Sua maior alegria era voltar do trabalho para junto da família.

Andrea Chinem, 49 anos

Ninguém mais era o mesmo, depois de sua grata amizade.

Andréia dos Santos Cometa, 39 anos

Tinha o sorriso tão radiante, que parecia ter ganhado na loteria.

Andréia Limas Pereira, 39 anos

A pessoa mais sorridente que já existiu!

Andréia Oliveira Garcia, 42 anos

Deixou órfãos diversas pessoas que se sentiam cuidadas por ela.

Aneir Carvalho Pinto, 67 anos

Arroz e gargalhada... suas especialidades. Difícil saber qual o mais gostoso!

Angela Domingos de Souza, 69 anos

Pode apostar que ela agora deve estar dizendo: "que horror" e, em seguida, dando um largo sorriso! Clássico seu.

Ângela Maria de Oliveira, 61 anos

Sua marcante gargalhada lembrava: só vale a pena o que se faz com alegria.

Ângela Maria de Oliveira Silva, 57 anos

Convicta, sempre dizia: “Se eu partir, estou preparada, pois Deus sabe de todas as coisas”.

Ângela Maria dos Santos, 65 anos

Dona de um colo onde uma infinidade de bebês foi acalentada e onde todos os sobrinhos se aninhavam.

Ângela Maria Ferreira da Silva, 62 anos

Batalhadora e de bem com a vida, amava festas e passear. Cozinheira de mão cheia e boa de garfo.

Ângela Maria Pereira, 61 anos

Mulher simples, que encontrou na dança a alegria que espalhava ao seu redor. Ela amava dançar...

Angela Ro’O’Tsitsimrõ Tsuptó, 60 anos

Parecia a Madre Teresa de Calcutá e adotava os pacientes como filhos.

Angela Silva de Oliveira, 51 anos

“Mãe igual a ela, dificilmente você acha”, diz Bruno, filho de Angela.

Angélica Castanhote, 31 anos

Amava criar relacionamentos entre as pessoas.

Angelila Oliveira de Medeiros, 53 anos

Uma apaixonada por pessoas, conversas e café.

Angelina Alves Pereira, 81 anos

Mãe e avó excepcional, era uma mulher forte e iluminada que gostava de viajar com as amigas e se divertir.

Angelina Teresa da Silva, 44 anos

Dentro daquela mulher introspectiva pulsava um coração de portas escancaradas para o amor. Ainda pulsa.

Angelo Fagiolo, 81 anos

Uma vida plena de doçura e delicadeza.

Ângelo Montano Neto, 76 anos

Estar com ele era como sentir a alegria tomando conta do espaço.

Ângelo Morales Gonsales, 89 anos

Passou 40 dias em um barco pesqueiro, fugindo da ditadura de Franco. No Brasil, formou sua família.

Ângelo Vervloet Gaiba, 56 anos

Aficionado por Game of Thrones, lia os livros e assistia à série ao lado de Tê. Hábito frequente, que jamais dispensava.

Anica Paes, 86 anos

Adorava colocar colchões na sala para assistir aos desfiles das escolas de samba com os netos madrugada afora.

Anilson José Alves dos Santos, 53 anos

Pastor e sindicalista, lutava pelos homens enquanto seguia os ensinamentos de Deus.

Anisio Antonio Lemes Medeiros, 71 anos

Amante de pesca, de truco, do rock and roll e do São Paulo.

Anita Mazoca de Camargo, 71 anos

Um coração gigante que se mostrava no largo sorriso!

Anita Watanabe Saito, 99 anos

Deixava até de viajar para cuidar das suas samambaias.

Anna Maria Bacchi Neves, 86 anos

DonAnna era a mãe que as amigas das filhas gostavam de estar junto.

Anna Maria Leomil Shaw, 83 anos

Professora de inglês. Uma pessoa íntegra, justa e dedicada à família.

Anna Maria Todeschini de Andrade, 80 anos

Mulher da fé, família e bondade, trazia para cuca italiana que fazia a doçura que levava no jeito e na voz.

Anna Norina Konzen, 88 anos

Mulher sincera e direta, tanto para mostrar carinho, quanto para expor suas dores.

Annunciata Romano Gonçalves, 84 anos

Mulher negra que juntou em sua alma destemor e amor, sem reservas e sem medida, desconhecia o significado do verbo "desistir".

Anselmo Dominguez Perez, 91 anos

Espanhol no RG e brasileiro no coração. Homem bonachão, simples, amigo, religioso e com um astral muito alto.

Anselmo Rodrigues Samias, 57 anos

Vivia para semear a língua kokama.

Antenor Lobato Nunes, 76 anos

Com alegria e maestria, construiu embarcações que transportavam gente e esperança pelos rios do Norte do país.

Antonia Alves da Costa, 87 anos

Adorava sua boneca, a Sophia.

Antonia Ana da Conceição, 67 anos

Corajosa, doce e forte. Dona Antonia foi a definição da palavra resiliência.

Antonia Bezerra Gomes, 71 anos

Sempre dizia para a neta Jova que um dia compraria uma máquina pra fazerem roupas juntas.

Antônia Chaves dos Santos Henrique, 83 anos

Guerreira, ela ia à luta!

Antônia Cossalter Todesco, 87 anos

O sotaque e a nacionalidade podiam até ser italianos, mas o coração era brasileiro, não havia como negar.

Antônia Dias de Moura, 94 anos

Gostava bastante de viajar. Apaixonada pelo Rio de Janeiro, dizia que era a “cidade maravilhosa mesmo”.

Antônia Eli Oliveira Borges, 40 anos

Mãe aos dezessete, ela via horizontes onde parecia haver só obstáculos.

Antonia Hing da Fonseca, 78 anos

Guerreira e flamenguista de coração, viveu com a garra e as emoções de todo bom jogo de futebol.

Antonia Maria Camargo, 72 anos

Mulher forte, dona do coração mais doce e do sorriso mais lindo que já existiu. Uma verdadeira joia rara.

Antonia Maria de Lima Alves, 83 anos

Para ela, cumprimentar alguém sem dar um abraço carinhoso não fazia sentido.

Antonia Maria Lobo Cardoso, 71 anos

"Nem precisa ter o sangue, basta ser amor, porque o amor já pulsa no sangue", dizia ela.

Antônia Nascimento Santos, 82 anos

Grande contadora de causos, adoçou a vida dos seus com sorrisos e doces, deliciosos e inesquecíveis.

Antônia Oliveira Neves, 83 anos

Uma nordestina que gostava mesmo era de roça. Viu o mar apenas uma vez.

Antônia Pereira da Silva, 74 anos

Com muita luta, conseguiu comprar sua palafita em uma das periferias de Duque de Caxias.

Antonia Pereira Gomes, 81 anos

Alagoana arretada, Antonia criou cinco filhos praticamente sozinha. Com seu amor e fé, acolhia a todos.

Antônia Tereza Carriel Gomes, 81 anos

Amava carnaval e viajar. Lutou para alcançar seus objetivos e conseguiu.

Antonieta Félix da Silva, 63 anos

Exemplo de força e determinação, dominava com maestria os saberes e sabores ancestrais.

Antonieta Santos Moraes, 88 anos

Mulher de muitas paixões, descobriu outros dons na felicidade. Escreveu um livro e viveu tudo o que imaginou.

Antonietta Migliaccio Bonfá, 92 anos

Dançava, cantava e não tinha a menor vergonha de aparecer nos vídeos feitos pelos seus netos.

Antônio Carlos Silva Rosa, 65 anos

"Eu amo minha família!", dizia o Sargento. Seu caráter e sua dignidade eram motivos de orgulho.

Antonio Adelino Sobrinho, 81 anos

Honestidade era a maior qualidade, sempre trazendo no rosto um sorriso marcante.

Antonio Ailton Carvalho de Barros, 58 anos

Vivia sempre a cantar: "Oi amor, eu estou aqui, amor...". E tinha uma gargalhada única, que deixa saudade.

Antônio Airton Martins Cavalcante, 82 anos

Carismático e bonito, ele adorava narrar suas histórias de vida. Também era generoso e bom conselheiro.

Antônio Alberto Viana, 65 anos

Apreciava uma boa prosa e um bom vinho, para poder falar da vida e sonhar.

Antonio Almeida, 71 anos

Espírita, era a inteligência em pessoa e vai deixar saudades.

Antonio Alves da Silva, 64 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que pensar no futuro.

Antônio Alves Filho, 56 anos

Soube viver bem: cada tijolo e cimento suados, foram compensados com cerveja gelada, muita conversa e amigos!

Antônio Amaral Cavalcante, 73 anos

Poeta, jornalista e, sobretudo, uma pessoa à frente do seu tempo.

Antônio Amaro de Oliveira, 93 anos

Praticava ao pé da letra o significado da palavra caridade.

Antonio Aparecido Alves, 87 anos

Corinthiano roxo, que adorava pescar, dançar, viajar e passear.

Antônio Assinair Ribeiro da Silva, 58 anos

Dono da churrascaria e daquela maminha que só ele sabia fazer.

Antônio Augusto Neves da Fontoura, 66 anos

Seu amor pela cozinha era a tradução de seu amor pela família.

Antônio Barbosa de Albuquerque Júnior, 49 anos

Foram 49 anos bem vividos de um herói da educação com 27 anos de magistério.

Antônio Barbosa De Mendonça, 58 anos

Sonhava em curar a mãe. Como era impossível, mudou o sonho: fazer o melhor por ela todos o dias.

Antônio Batista Vieira, 70 anos

Analista político nato, odiava injustiças e amava os pássaros, as filhas, os netos e a música brega romântica.

Antônio Belarmino Bezerra, 48 anos

Professor querido, contagiou a todos com ensinamentos e risadas.

Antônio Bezerra da Silva, 70 anos

Fazia piada até consigo mesmo, tudo para fazer os outros rirem.

Antônio Bono Medina, 68 anos

Nico ensinou o que é ser feliz. Ensinou a viver e não ter vergonha de ser feliz!

Antonio Carlos Azevedo, 42 anos

Alegre e brincalhão, era apaixonado por carros, que trocava num piscar de olhos.

Antonio Carlos da Costa, 61 anos

Fã dos netos, dos filhos e da esposa. Fazia questão de contar suas histórias por onde passava.

Antônio Carlos da Silva, 81 anos

Homem rígido e sistemático, mas com muita doçura no coração.

Antonio Carlos da Silva, 76 anos

Pai de quatro filhos, esperava pelo quinto na fila de adoção.

Antônio Carlos de Mello, 61 anos

Pai atencioso, brincalhão, palhaço. Ciumento e, às vezes, medroso, mas sem perder a pose.

Antônio Carlos de Oliveira, 65 anos

Adorava uma bagunça. Todos os dias de manhã ligava o rádio para ouvir músicas dos anos 80.

Antonio Carlos Durans Diniz, 36 anos

Acordava às 4h da manhã para conversar com suas plantas e esperava a esposa acordar para tomarem café juntos.

Antonio Carlos Gomes Tavares, 64 anos

Pai, companheiro, amigo. Seguiu viagem no céu de pipas e aviões da sua infância.

Antônio Carlos Gouvêa, 54 anos

O carinho de Antônio morava no seu bom-humor diário, na suas doses de empatia e amor, e nos discos do Raul.

Antonio Carlos Maia Santana, 62 anos

Foi amigo de todos, generoso e com um coração de ouro.

Antônio Carlos Mendes, 63 anos

Honesto e leal com as pessoas que ele amava. Marido, pai e avô apaixonado. O herói da família.

Antônio Carlos Mescouto, 60 anos

Amante da liberdade, do rei Roberto Carlos e do Paysandu Sport Club.

Antônio Carlos Mielle Finocchio, 66 anos

Com seu sorriso engraçado e abraço apertado, eternizou-se pelo amor à família.

Antonio Carlos Nascimento Pivatto, 83 anos

Comunicativo, marcou a vida de muitos com suas piadas e brincadeiras.

Antônio Carlos Peixoto, 70 anos

O Doutor Antônio tinha o dom da medicina e exerceu, com maestria, a profissão.

Antonio Carlos Rapette, 59 anos

Pegou um trem rumo ao céu com paradas nas estações família, amor, coração e bondade.

António Carlos Rodrigues, 63 anos

De hábitos simples e coração enorme, tinha uma risada incomparável e a voz marcante de um locutor de rádio.

Antônio Carlos Souza Gomes, 66 anos

Ele carregava no peito suas maiores paixões: a família, o T10 e o escudo do tricolor.

Antonio Carlos Teixeira Bravo, 50 anos

A bravura não era mero acaso, mas a marca do mecânico que, com orgulho e após os 40, terminou os estudos.

Antonio Celso de Lima, 53 anos

Nas fotos, aparecia sempre com fisionomia séria. Mas era só aparência.

Antônio Cipriano da Silva, 85 anos

Apelidava quem passava pelo Elevador Lacerda. Em casa, conversava com a plantas e pássaros.

Antônio Cizino Pimenta, 87 anos

A fartura era sua marca. Recebia os amigos e familiares com muita comida, bebida e também com piadas.

Antonio Cleantes Rodrigues, 82 anos

O simpático libriano que percorreu sua trajetória fazendo muitos amigos.

Antônio Cleobaldo Amorim Barra, 70 anos

Um grande humanista que tinha por meta ajudar os outros.

Antônio Clóvis Ferreira, 84 anos

Adorava bailes de terceira idade e amava a dança. Sempre fazia uma fezinha na loteria.

Antônio Corrêa Fernandes, 57 anos

Um pai amoroso e trabalhador que pensava além do seu tempo.

Antonio Costa de Almeida, 87 anos

Olhos sempre a brilhar, a cada cantar do sabiá, cada vez que estava de sua roça a lembrar.

António Crisóstomo Freire de Morais, 56 anos

Um homem carinhoso, honesto e muito inteligente. Conversava sobre qualquer coisa, com qualquer pessoa.

Antônio da Costa Neves, 69 anos

Enxergava com olhos que refletiam vivências e fornecia os abraços mais aconchegantes de todo o norte do país.

Antônio da Silva, 66 anos

Tinha o beijo mais carinhoso que você poderia receber.

Antônio da Silva Ferreira, 81 anos

Dono de um bom papo e amor infinito, cumprimentava as pessoas pedindo: “Me abraça, amigão!”

Antonio da Silva Mendes, 74 anos

Seu Pela tinha como principal virtude a paciência.

Antonio Dantas Bastos, 75 anos

Um homem movido por paixões: era assim com sua família, com seu time de coração e com o seu sertão.

Antônio das Graças Lopes, 70 anos

Com dedicação e simplicidade, reivindicou todos os dias a coroa de rei do açaí.

Antonio de Jesus Couto, 70 anos

Ser o porto seguro de sua família era o que lhe dava alegria; era tudo para ele.

Antônio de Macedo Andrade, 70 anos

Amava trabalhar, viajar e comer bem. Era do tipo que prestava ajuda financeira e mantinha a discrição.

Antonio de Oliveira Luna, 71 anos

Esse era o Pai Véio que não queria ir se embora.

Antônio de Oliveira Targino, 67 anos

Pacificador e generoso, com seu carro de boi ajudou muitas pessoas pelo agreste alagoano.

Antônio de Pádua Silva, 69 anos

Fazia-se de forte, mas era tão sensível que tinha medo de tomar uma simples injeção.

Antonio de Souza, 62 anos

A sanfona era sua alegria, a família seu maior bem e a Deus agradecia sempre.

Antonio de Souza Costa, 64 anos

Um taxista que cantava marchinhas para ninar a filha e não tirava o boné, a não ser na hora de dar a benção.

Antônio Delano Pereira Ramos, 72 anos

Um ser humano único, médico competente que amava a vida.

Antônio dos Santos Reis, 76 anos

Um guerreiro que educou seus filhos com amor e honestidade. Partiu deixando sua comunidade órfã.

Antônio Durval Barros Barreto, 39 anos

Um homem feliz que tinha uma gargalhada sem igual e jeito simples de ver as coisas.

Antonio Eduardo Martins Guerra, 88 anos

Seu prazer era distribuir frutas do pomar para os amigos.

Antônio Eduardo Rocha Santos, 59 anos

Motorista de ambulância querido por todos os pacientes. Torcedor do Bahia, e o maior pulador de carnaval do Bloco Zé Pereira.

Antônio Elias Vianna Mokarzel, 63 anos

De tudo o que poderia ter sido, escolheu ser bom. E, por isso, foi tão amado.

Antônio Estolano Andrade, 70 anos

Tinha inesquecíveis fraseados musicais, causos e um irrepreensível bom humor, cheio de cacoetes criativos.

Antônio Everaldo Pinho de Lima Júnior, 39 anos

Com seu jeito galanteador, entrou solteiro no hospital para fazer uma cirurgia e saiu de lá casado.

Antônio Everton Chaves de Lima, 49 anos

Urêa, torcedor apaixonado pelo Fortaleza, gostava de fazer todo mundo rir.

Antônio Feitosa dos Santos, 72 anos

Singelo, revezava os ouvidos entre o som dos passarinhos e as canções do Rei Roberto Carlos.

Antônio Félix Flor Filho, 41 anos

Uma pessoa especial que conservou a vida toda o sorriso doce de criança.

Antonio Fernandes de Barros, 52 anos

Foi o melhor marido e pescador de todos.

Antônio Ferreira da Silva, 75 anos

O pouco com Deus é muito, dizia a sabedoria com que orientou a vida.

Antônio Ferreira de Amorim, 86 anos

Reservado com seus sentimentos e sonhos, era muito família e acolhia a todos que precisassem.

Antônio Ferreira dos Santos, 54 anos

"Minha história dá um livro, um livro de superação e fé", dizia ele.

Antônio Ferreira Rodrigues, 79 anos

A cada história contada, uma emoção vivida por quem ouvia.

Antônio Francisco Braga, 43 anos

Ensinou muito mais que cálculos, transmitiu amor.

Antônio Furtuoso do Nascimento, 78 anos

Era o amor em forma de pessoa e estava sempre na primeira fila aplaudindo as conquistas de sua família.

Antônio Garcia de Souza, 63 anos

Desapegado das riquezas, tornou a vida mais leve e o voo mais alto.

Antônio Gernaldo Pinto, 44 anos

Um homem que transbordava amor pela família, pela música e por sua cidade natal, Orós.

Antônio Gilvan Alves dos Santos, 40 anos

Brincalhão, amigo, de carisma enorme e sorriso fácil.

Antônio Gois de Figueiredo, 90 anos

Passava o dia em sua cadeira de fio, apreciando a sombra do abacateiro que cultivava com tanto carinho.

Antônio Gomes da Silva, 73 anos

Deixa um legado de determinação, coragem e amor ao próximo. Foi um verdadeiro pai-mãe.

Antônio Gomes da Silva, 80 anos

Amoroso com os sete filhos, superavô com os netos, um amigo e tanto.

Antônio Gomes de Alencar, 86 anos

Cuidava do jardim da igreja com amor, acolhia os amigos da neta como avô e os seus próprios amigos como um pai.

Antônio Gomes de Araujo, 60 anos

Viveu a vida com intensidade. Realizou o grande sonho de formar uma família e conhecer os netos.

Antonio Gomes de Moura, 71 anos

Um corintiano fanático que gostava de ler biografias para conhecer a vida de pessoas que fizeram a diferença.

Antônio Gomes Filho, 87 anos

Ele sempre agradeceu a Deus pela vida e por tudo que tinha.

Antônio Gonçalves Barros, 73 anos

Português, conhecido como Maria, era o melhor e o mais bem-humorado comerciante do ramo de alimentação.

Antonio Gonçalves Junior, 55 anos

Na adolescência, fugiu com seu grande amor.

Antonio Guido de Morais, 72 anos

Seu coração botafoguense não cabia em seu peito. Sempre amoroso, bondoso, divertido, gostava de ajudar as pessoas e amava a vida.

Antonio Henrique Pereira, 62 anos

O mais brincalhão da família; era também quem sonhava um diploma na mão de cada um que vivia na favela.

Antonio Inaldo Barbosa, 81 anos

Vovô Naldinho: a alegria em pessoa.

Antônio Ivoní Oliveira Melo, 80 anos

Dono de passos firmes e um coração gigante, foi escritor de lembranças marcantes durante os seus 80 anos.

Antônio Jerônimo de Melo, 80 anos

O eterno marinheiro, brincava que foi nadando até o Rio de Janeiro.

Antônio João Rocha de Almeida, 66 anos

Um homem guerreiro, um homem muito sonhador...

Antônio Joaquim Dias, 84 anos

Um homem de coração grandioso e com fé inabalável em Deus.

Antônio José da Silva, 64 anos

Um incansável cuidador, sempre pronto pra ajudar quem precisasse.

Antônio José da Silva, 96 anos

As notas do trombone de Norato embalaram muitos casais mundo afora.

Antônio José da Silva Filho, 77 anos

Com um sorriso, soltava logo um de seus bordões: "Vai trabalhar, abestalhado!", "E aí, vamos acordar?"

Antonio José de Almeida, 84 anos

Pai preocupado e acolhedor que foi, ao mesmo tempo, fortaleza e amor.

Antônio José de Carvalho, 58 anos

Colecionador de chapéus e máquinas de escrever, dizia que não gostava de presentes, mas sim da presença.

Antônio José de Sousa, 67 anos

Memorizava endereços com maestria e criava passeios só para estar na presença dos seus afetos.

Antonio José dos Santos, 74 anos

Seu Tonho amava forró, sorrisos e os apelidos que colocava em seus amados.

Antônio José Ferreira de Vasconcelos, 66 anos

Ao contrário do seu apelido, Ferrugem, foi o pioneiro no Amazonas a fabricar biojoias.

Antônio José Galdino, 65 anos

Os amigos o apelidaram de Garrafinha, mas a esposa o chamava de Amor.

Antonio José Pereira, 61 anos

Homem de alma revolucionária e dono de um coração maior do que lhe cabia no peito, deu a vida pela mãe.

Antonio José Pereira Francisco dos Santos, 73 anos

O “Guardião dos Anjos”, médico pediatra que protegia até com as palavras.

Antônio José Prado Anchieta, 43 anos

Para ele, que era divertido e nunca tirava o sorriso do rosto, a família era mais que especial; e a filha, o maior bem.

Antônio Lemes, 84 anos

Viveram com amor. E no amor, juntos, encontraram repouso.

Antônio Lopes da Silva, 60 anos

Ao lado da família, vivia cada dia como se fosse o último.

Antonio Lopes do Nascimento, 78 anos

Carismático e encantador, nunca fez mal a ninguém e nunca reclamou da vida.

Antônio Lucas, 81 anos

Os flashes de sua história sempre mostraram que Antônio foi ensinado pela existência a ser forte.

Antônio Lucivaldo Vital, 60 anos

Um construtor de lares apaixonado pela sua terra.

Antônio Luis da Silva, 53 anos

O sambista dono do sorriso mais carinhoso.

Antônio Luiz, 90 anos

Unia a família em torno da sua deliciosa feijoada, que preparava com todo amor.

Antônio Luiz de Campos, 79 anos

Por onde passava, deixava nem que fosse uma pequena ajuda.

Antônio Luiz de Carvalho, 96 anos

Homem de fé, devoto de Maria. Seu Tunico adorava tocar nas missas.

Antônio Luiz Gonçalves Guimarães, 73 anos

Seu Antônio era quieto, mas no seu silêncio, exalava muita sabedoria.

Antônio Macena de Moraes, 64 anos

Alegria era sua marca, adorava dançar e conseguia contagiar todas as pessoas que estavam a sua volta.

Antonio Maia Braz, 75 anos

Uma pessoa reservada, mas a quem todos recorriam para pedir conselhos. Amava a natureza e os passarinhos.

Antônio Manoel Pavão, 63 anos

Vendedor ambulante, conhecido por ser o tio da bala e do coração doce.

Antônio Marcelino da Silva, 69 anos

Com a chegada dos netos, soube demonstrar todo o amor que guardava no peito.

Antonio Marco Barbosa Miranda, 47 anos

Um meninão vestido em corpo de homem.

Antônio Marcos, 66 anos

Sonhava morar no rancho da família ao aposentar-se e amava deitar na rede para curtir os netos aos domingos.

Antonio Mariano Franco, 74 anos

Via o lado bom de tudo e estava sempre disponível para dar seus bons conselhos.

Antonio Martins da Silva, 72 anos

Tudo na casa era do jeito dele, até “embirrava” se fosse diferente. Tinha mania de ter vários cadeados no portão.

Antonio Mendes, 77 anos

De manhã, gritava pela casa: Cafééé!!! Era amoroso, brincalhão e um grande contador de histórias.

Antonio Miguel Barbosa da Silva, 62 anos

“Mesmo que você esteja muito bravo, não deixe de ajudar quem precisa”, dizia ele.

Antônio Miranda de Oliveira, 85 anos

Um homem de vestes elegantes e gestos simples.

Antonio Moreira Bispo Neto, 74 anos

Uma eterna criança arteira com sabedoria para olhar nos olhos do outro ao ouvir e aconselhar.

Antônio Moreira Neto, 64 anos

Estava sempre pronto para ajudar o próximo, mesmo que fosse com palavras e carinho.

Antônio Neves Marques, 64 anos

Sempre de bom humor, tinha uma risada do tipo Dick Vigarista.

Antonio Nicacio Mescouto, 68 anos

Um ótimo marido e um superpai.

Antonio Nilson dos Santos Lima, 37 anos

Muito sorridente e alegre, todos os dias fazia uma visitinha rápida para a mãe.

Antonio Nunes Viana, 97 anos

Alegria de menino, carisma de adulto, experiência de senhor. Seus cabelos brancos esbanjavam vida.

Antônio Orfanelli, 78 anos

"Trabaia não pra vê", dizia ele.

Antônio Orlando Lins de Oliveira, 72 anos

Risonho e feliz, fazia comédia com tudo.

Antônio Pantoja Castelo, 37 anos

Levava irmãos e filhos para um passeio na praia, onde reforçava a união familiar numa boia gigante.

Antonio Pedro Arlatti, 85 anos

Prudentino com orgulho, foi exemplo de caráter e o melhor avô do mundo. Honestidade era a sua marca.

Antonio Pereira de Brito, 85 anos

Um sanfoneiro arretado que amava dirigir e... tirar um cochilo durante o sermão das missas de domingo.

Antônio Pinheiro Martiniano, 76 anos

O passarinho vascaíno mais alegre que existiu.

Antonio Pinto de Andrade, 68 anos

Encantador, bondoso e generoso. Antonio foi amor em vida e agora é luz, lá no céu.

Antônio Pozzani, 77 anos

Adorava tocar violão e, apesar de não tocar muito bem, o fazia com seu grande coração!

Antonio Praxedes, 76 anos

O fato de não ter sido alfabetizado não o impediu de ensinar, com todas letras, o que era honestidade.

Antônio Raimundo do Nascimento, 86 anos

Todos os dias sentava em sua cadeira, na calçada de sua casa, que hoje é chamada de "Calçada do seu Antônio".

Antonio Raimundo Lemos Pereira, 62 anos

Com seu sorriso e suas músicas, esse menino regueiro tocava corações.

Antônio Ribeiro de Brito, 45 anos

Sorridente e brincalhão, fez do seu ofício na rádio uma forma de ajudar a todos.

Antonio Ribeiro de Meireles, 36 anos

Adson era o "homem-gentileza". Um funcionário público adorado que sonhava em ser vereador.

Antonio Ribeiro Garcia, 74 anos

Poeta, ele gostava de improvisar versos. Tocava saxofone e contava boas histórias.

Antonio Ribeiro Neto, 72 anos

Desbravador do mundo e da vida, amou e foi amado intensamente.

Antonio Rodrigues Cardoso, 56 anos

Uma pessoa querida, iluminada e musical.

Antonio Salustiano Barbosa, 85 anos

Um nordestino adorável. Deixou muitos ensinamentos e saudades por toda Caiçara.

Antônio Santos da Silva, 70 anos

Tratava os amigos como irmãos. Amava os filhos e a eles ensinou os princípios da honestidade e da justiça.

Antonio Santos Souza Filho, 80 anos

Ele era a própria festa. Todo domingo, vestia sua roupa mais alinhada, branca, e um chapéu de sua coleção.

Antônio Saraiva da Silva, 50 anos

Amava desfrutar a liberdade de sua vida, em especial, quando ouvia Dance Music.

Antônio Sérgio de Sousa, 61 anos

Pessoa simples, trabalhadora e amigo dos humildes. Gostava de ajudar. Todos gostavam dele.

Antônio Sérgio Silva, 58 anos

O palmeirense que olhava para o céu todas as manhãs, antes de qualquer atividade.

Antônio Sérgio Sobreira Cordeiro, 63 anos

Gostava de ser chamado de ‘Serjão’. Um apelido que lhe caía muito bem: um ser humano grande de coração e fé.

Antônio Severino Silva, 62 anos

Com humildade e simplicidade trilhou seu caminho de vida e trabalho.

Antonio Silva Macêdo, 87 anos

Saudável e ativo, era dessas pessoas que contam piadas e histórias. Não dispensava um bom “capitão de feijão”.

Antonio Soares Alves, 52 anos

Gostava de dançar forró e tomar cerveja com a família. Viveu de mãos dadas com a simplicidade.

Antonio Soares de Oliveira, 69 anos

Um homem admirado por sua calma e paciência. Gostava de conversar e de ajudar as pessoas.

Antonio Tadeu Pinto da Fonseca, 66 anos

Médico dedicado, atendia gratuitamente e tornava-se amigo dos pacientes.

Antônio Tadeu Sátiro de Oliveira, 64 anos

Simplesmente um homem bom e que nunca esqueceu suas origens.

Antonio Teles Sipriano, 79 anos

Semeador de amor, firmeza e alegria.

Antônio Telles Gama, 66 anos

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”

Antônio Tirezo Pacheco, 71 anos

Alimentava planos para quando ganhasse na Mega-Sena.

Antônio Torres de Souza, 90 anos

Gostava de contemplar os barcos vindos do interior do Amazonas, quando ancoravam nos portos.

Antonio Vagner de Sá, 36 anos

Fiel a Deus e um irmão cheio de sorrisos.

Antônio Valdir Quilles, 68 anos

Sempre dizia que Deus é Pai! Com certeza está ao lado Dele.

Antônio Vaz, 67 anos

Um pai amoroso, trabalhador honesto e grande torcedor do Vasco da Gama.

Antonio Velas Santos, 70 anos

Para navegar nas águas do Amazonas, fazia sua própria canoa.

Antônio Velloso Macedo, 75 anos

Ele se transformava em alegria para que ninguém ficasse triste.

Antonio Vicente da Silva, 80 anos

Um aventureiro que teve muitas paixões e poucos amores: a mulher com quem foi casado e os filhos.

Antônio Victor Vieira de Benedito, 60 anos

Transformava folhas de plantas em instrumentos musicais. Como num passe de mágica, viravam gaitas e flautas.

Antonio Viegas, 79 anos

Mesmo sem estudos, tinha um conhecimento absurdo sobre tudo nessa vida.

Antônio Vieira da Almeida, 75 anos

Contar piada era a marca registrada de Gaguinho.

Antônio Vito de Oliveira, 67 anos

Nunca pegou uma agulha que não fosse sua e fez questão de ensinar o valor da honestidade.

Antonio Walter Ribeiro, 65 anos

Torcedor fanático do Cruzeiro e detalhista ao extremo. Marcante era a forma que ele ajeitava os óculos.

Antônio Wilson Bezerra Cruz, 69 anos

Teve orgulho dos filhos.

Antonio Zumpichiatti, 71 anos

O que mais o deixava feliz era ver as pessoas felizes ao seu redor.

Aparecida Cardoso Ribeiro, 66 anos

Entre seus prazeres estavam os passeios e os almoços de domingo que preparava com esmero para os filhos e netos.

Aparecida Carvalho Romano, 65 anos

Viveu a sorte de encontrar o amor verdadeiro, que persistiu para além da vida.

Aparecida Costalongo da Silva, 72 anos

“De todo amor que eu tenho, metade foi ela quem me deu”, diz a neta.

Aparecida da Silva, 64 anos

Vaidosa, sonhadora e dona de um lindo sorriso. Adorava um binguinho; onde tinha bingo, ia com as amigas.

Aparecida de Fátima Fernandes Marinho, 64 anos

Se a verdadeira riqueza de uma pessoa é o bem que ela faz no mundo, Aparecida tinha uma fortuna.

Aparecida de Lourdes Firmino, 69 anos

Dona de um sorriso lindo e contagiante que revelava a pessoa de coração enorme e generoso que era.

Aparecida de Oliveira Garcia, 83 anos

Vaidosa, nunca saía sem os brincos e para os eventos a roupa era escolhida com muita antecedência.

Aparecida Dinardi Sanchez, 84 anos

Religiosa e trabalhadeira, dedicou-se ao cuidado do filho especial e celebrou a vida.

Aparecida Gonçalves Domingues, 62 anos

Ela possuía o dom de acolher e cuidar. Alegre que era, adorava conversar e estar com os netos.

Aparecida Lucia Corinto, 58 anos

Cada pessoa é um universo, e ela foi o universo inteiro.

Aparecida Odete Pin Pereira, 70 anos

Uma guerreira que viveu intensamente a vida.

Aparecida Ribaben de Mira, 86 anos

Amorosa, foi mãe, tia, avó, bisavó e tataravó. No hospital de campanha, era "a bisa da UTI".

Aparecida Rodrigues da Cruz, 67 anos

Com seu famoso café e seu largo sorriso, acalentava o coração de todos a sua volta.

Aparecido Batista Ferreira, 74 anos

Além de esposo amoroso, pai presente e avô coruja, era um colecionador de histórias de pescador.

Aparecido Bittonti, 92 anos

Trabalho era o que o movia nesta vida e a família um sonho conquistado.

Aparecido Cabrioti, 64 anos

Sonhava viajar com todos juntos para um praia linda.

Aparecido Cardoso, 69 anos

Com um estilo próprio, estava sempre de óculos de sol no rosto. Por vezes, uns óculos de soldador mesmo!

Aparecido Dias da Silva, 73 anos

Adorava contar suas histórias de pescador.

Aparecido Pondian, 77 anos

Em todos os lugares era reconhecido por seus bordões.

Aparecido Vieira, 57 anos

Sua melhor marca era o sorriso no rosto.

Aparecido Vieira Machado, 71 anos

Adoçava a vida de quem encontrava quando oferecia as balinhas que carregava em seu bolso.

Aparício Carlos do Nascimento, 79 anos

São paulino e fã de Paulinho da Viola. Grande ex-jogador de futebol que amava dar suas aulas de matemática.

Aquilino de Oliveira Brito, 83 anos

Se doava para a igreja e para a família e gostava de dizer: "É isso aí!"

Aquilino Tito Brito, 51 anos

Festa sem ele era uma festa sem graça.

Arcangelo Ravanelli Pedrosa, 50 anos

Viveu o amor intensamente, dedicando-se e protegendo todos.

Arcelino Dace, 77 anos

Grande sábio Munduruku, dominava técnicas e conhecimentos tradicionais, a história e a língua do nosso povo.

Arcênia Ferreira de Sousa, 89 anos

Humilde e muito amorosa, assim era a prendada fazedora de pudins e de petas.

Arcenio Ferreira Porto, 89 anos

Bom pai e excelente avô, adorava uma festa.

Arcenio Severiano de Souza, 81 anos

Torcedor do Flamengo, amava assistir aos jogos com o neto João Pedro.

Archibaldo Pereira da Silva, 79 anos

Em ritmo de “deixa a vida me levar”, Quiba era um carioca da gema com muita história para contar.

Arcilino Luizon, 73 anos

Quem o conheceu sabe que viver foi sinônimo de luta para alcançar os sonhos.

Ardisson Mauro Vaz, 46 anos

Viveu o amor incondicionalmente e foi feliz, muito feliz.

Ari Flademir Ferreira, 56 anos

Prego foi caminhoneiro e conheceu muito bem os caminhos da felicidade: família, amigos e churrasco.

Ari Kawaguchi, 75 anos

Amava pescar e, na sua simplicidade, nunca deixou faltar nada em casa.

Arícia Paola Campêlo Gomes, 28 anos

Adorava organizar uma festinha. Queria ser, e foi, uma mãe dedicada e amorosa.

Ariel Rodrigues, 79 anos

Será lembrado como um anjo, e por seu sorriso e alegria contagiantes.

Arilson Silva, 50 anos

Tinha um coração de ouro. A família, seu maior tesouro.

Arimatea Alves de Oliveira, 66 anos

Amava a vida, a família e o carnaval. Seu passatempo favorito era fazer reparos em casa.

Ariquerne de Souza Ferraz, 60 anos

Independente de qualquer coisa, encarava a vida com alegria, principalmente se havia comida feita de milho.

Aristarco Oliveira da Silva, 38 anos

Com alto-astral e sorriso aberto, pastor Ari sempre oferecia apoio, acolhimento e uma palavra amiga.

Aristides dos Santos Filho, 72 anos

O macacão cheio de graxa não escondia sua grandeza de coração.

Aristides Tavares dos Santos, 59 anos

Bondoso e espiritualista, queria ajudar o planeta e as pessoas.

Aristóteles Atheniense, 84 anos

Era um ser humano do mundo. Aproveitava cada minuto intensamente.

Aritana Carreiro de Assis, 42 anos

Mulher de alma solidária, dedicou a vida para ajudar os animais e semear amor em sua família.

Arlene do Nascimento Cardoso da Cunha, 59 anos

Para Arlene, Deus é uma mulher preta.

Arlete Barbosa da Silva, 59 anos

Andava com fé e um dos netos a tiracolo. Mantinha a família perto dos olhos e o amor no coração.

Arlete Barbosa, 57 anos

Uma serva do Senhor.

Arlete Lourdes Souza, 47 anos

A alegria dela era ver a felicidade do neto brincando. Orgulhosa, dizia: “Ah, é o meu netinho!”

Arlindo Bárbara, 75 anos

O lugar vazio à mesa, o silêncio que espera na varanda, o espectador que falta para assistir aos jogos.

Arlindo Cândido Limão, 89 anos

Homem de honra, lutador e vencedor.

Arlindo de Jesus Sá, 72 anos

Quando ações valem realmente mais que palavras. Com dedicação e amor, deixou lembranças gravadas na família.

Arlindo Francelino, 76 anos

Não trocava seu feijão-verde com maxixe e quiabo por nenhum prato de luxo.

Arlindo José de Argolo, 66 anos

Sempre presente, em seu coração, em primeiro lugar, estava a família.

Arlindo Simões, 83 anos

Era conhecido como "Vô do Futebol" e "Arlindão Zagalo", pois parecia um treinador nos campeonatos e treinos dos netos.

Arline Araújo Ribeiro, 37 anos

Vivia para alegrar os espíritos. Se fosse preciso, escondia sua dores para proporcionar uma boa gargalhada.

Armando Coppola Junior, 44 anos

Maratonista de séries, torcedor do timão e grande amor da esposa.

Armando de Brito Machado, 85 anos

Um líder nato e bondoso, que foi ao mesmo tempo guia e porto para os familiares.

Armando do Rosario de Oliveira, 57 anos

Foi um ser humano normal, um pai, um avô e um amigo.

Armando dos Santos Rego, 85 anos

Era um português comprometido em tudo que fazia. Registrava suas memórias ao contar e repetir histórias.

Armando Fernandes Branco, 77 anos

Sempre alegre e elegante, jamais deixou de levar consigo uma piada pronta na ponta da língua.

Armando Gama de Oliveira, 91 anos

Amava a vida e a vivia de maneira simples e honrosa, com uma energia tão grande, que deixava muitos jovens de queixo caído.

Armando Souza Sena, 88 anos

Criou a tradição de comemorar o Natal com jogos de bingo e dominó

Arminda Aucea de Oliveira Tavares, 64 anos

“Eu vou fazer, eu não desisto”, era o mantra de Dona Arminda.

Arminda Nunes Paulo, 84 anos

Orgulhava-se de ser uma mulher que dava a todos o amor que era abundante em seu coração.

Armindo de Jesus do Nascimento, 75 anos

Um vascaíno doente, de alto-astral permanente e um otimista de nascença, que deixará seu sorriso largo eternizado.

Arnaldo Barbosa Lima, 71 anos

A paciência era sua maior qualidade. O excesso de calma, seu único defeito.

Arnaldo Bentes Brasil, 89 anos

Alegria para sorrir, disposição para dançar e muitas histórias para contar.

Arnaldo de Oliveira Santos, 78 anos

Gostava de contar anedotas, era feliz da vida.

Arnaldo Faustino, 66 anos

Sob a batuta de Deus, foi um servo alegre que amava música e sentia gratidão pela vida.

Arnaldo Rodrigues Filho, 74 anos

O corintiano que fazia caridade na igreja de Santa Teresinha da Saúde.

Arthur Marins de Barros, 75 anos

Eternizou seu jeito de tocar violão nas canções de Gonzaga; semeou amor e tinha orgulho da família unida que construiu.

Arthur Martins Fraga Filho, 71 anos

O humor e as histórias que contava, amenizavam o sofrimento da vida. Toblerone, seu amado cão, voltou a ser sua companhia.

Arthur Pereira de Paula, 67 anos

Gostava de ouvir Fagner, Benito di Paula; de conversar em barzinhos e de ver o Flamengo jogar.

Arthur Rocha Silva, 19 anos

De todas as formas e cores, como um arco-íris, iluminava e ilumina todos.

Artur Francisco Gomes, 61 anos

Honesto e visionário, partiu com um adeus silencioso, feito da gratidão daqueles a quem dedicou sua luta.

Arturo Vazquez Estevez, 83 anos

O espanhol que registrou o coração em cartório brasileiro.

Aruká Juma, 86 anos

Ancião, símbolo da resistência Juma e dos povos originários da Amazônia, do Brasil e do mundo.

Assis Fernandes da Silva Neto, 0 anos

Nos seus 48 dias de vida, o menino grande e forte como um tourinho encheu a casa de alegria.

Assis Nóbrega, 60 anos

Com ele não importava religião, política ou futebol. O que importava era o amor ao próximo.

Assussena Audi Kalaf Eu, 92 anos

Deixou um legado de alegria a todas as pessoas próximas.

Astrogildo de Melo Farias, 64 anos

Adorava seu nome e era torcedor de coração do São Paulo e do CSA.

Ataide Hermenegildo dos Santos, 95 anos

Um encantador de pessoas que andava com fé e alegria a tiracolo.

Atanildo Alves de Jesus Costa, 83 anos

Um sábio pelas estradas da vida, que deixa um rastro de seriedade, integridade e missão cumprida.

Athos Silva Miranda, 77 anos

Apesar das dificuldades, recebeu o maior salário de um artista: aplausos.

Átila Pires Soares, 57 anos

Era animado, brincalhão e de bem com a vida.

Attílio Finazzi Junior, 79 anos

Com uma grande vontade de ajudar, foi missionário e evangelizou pessoas em mais de 65 países.

Audifax de Almeida Seabra, 47 anos

Não se contentou apenas em decorar lugares, teceu sonhos e decorou pessoas.

Audir Alcântara Lopes, 62 anos

Alguém que ensinou muita gente a ler, escrever e amar.

Augusta Machado Dantas, 77 anos

Entre uma balinha e outra, a doce matriarca soube adoçar a vida de todos ao seu redor.

Augusta Nascimento da Silva, 68 anos

Augusta é sinônimo de luta e resistência.

Augusto César Cunha de Magalhães, 48 anos

Menino do interior que virou homem na cidade grande. Construiu família e amizades que se lembrarão dele para sempre.

Augusto José Pinheiro, 59 anos

O tio-amigo e amado.

Augusto Nazareno Lopes, 65 anos

Nunca deixava de fazer uma fezinha na loteria, mas sorte teve quem o conheceu.

Augusto Octávio de Mello Marinho, 64 anos

Era o palhaço da família.

Augusto Paschoal Fernandes, 80 anos

Sua marca registrada sempre foi o bom humor. Com o jeito brincalhão fazia amizade em qualquer lugar que fosse.

Augusto Soares, 76 anos

Mal aprendeu a escrever o nome, mas lutou bravamente para que os filhos fizessem curso superior.

Áurea das Graças Gomes, 72 anos

Dona de um sorriso encantador e de uma saborosa receita de bolo de cenoura. Era a alegria das netas.

Áurea Tavares de Oliveira Uchôa, 69 anos

Era doçura e carinho em pessoa. Na mesa de sua casa, não faltavam bolos e lanches para receber visitas da família.

Aurelina Bernardes de Almeida, 88 anos

Transmitia paz a quem estivesse ao seu lado.

Aurelina Félix Cândido, 82 anos

Era quase uma popstar na feira que frequentava todos os sábados com o filho.

Aurelina Gomes da Silva, 85 anos

Com uma fé inabalável, todo ano fazia uma festa beneficente na data de Nossa Senhora Aparecida.

Aurelina Micheles, 75 anos

A mãe mais extraordinária que os filhos poderiam ter.

Aurelina Teodozia da Silva, 83 anos

Contava histórias de príncipes e princesas através de lindas cantigas que maravilhavam seus amados netos.

Aurelina Valença dos Santos, 68 anos

Mulher iluminada, sempre soube sacudir a poeira e dar a volta por cima.

Aurélio Teixeira da Silva, 67 anos

Contador de piadas com um sorriso fofo de vô.

Aurelito de Souza Bomfim, 70 anos

O guerreiro que morreu no dia de Tiradentes e foi sepultado no dia de São Jorge.

Aureo de Souza Costa, 67 anos

Foi caminhoneiro e tinha muitas histórias. Deixou gratas recordações para os seus.

Auri João dos Santos Ortiz, 51 anos

Empresário de alegria contagiante, fez da sua empresa lar de cães e gatos que adotou das ruas.

Auro Asterio Azevedo Pereira, 52 anos

Um excelente filho, marido, pai e profissional. Comprometido com a profissão, mesmo na pandemia.

Aurora Elena Zapata Villalobos, 80 anos

Uma chilena linda em todas as vertentes. Transbordou amor para todos os seus.

Auta Lopes Fernandez, 85 anos

Um amor de cinema e uma história de vida de arrancar muitos suspiros.

Avani Ferreira da Silva, 59 anos

Dedicada aos seus alunos, empenhava-se para que todos aprendessem a ler e escrever perfeitamente.

Avani Matos Rodrigues, 71 anos

A Dona Benta da Bahia era a única pessoa que sabia coçar as costas do neto.

Avany Ferreira Nunes, 87 anos

Guerreira, baiana arretada da gema. Mãe, avó, bisavó e tataravó. Deixa saudade dolorida.

Ayude Ribeiro dos Santos, 54 anos

Um homem de muitos amigos: os de uma vida inteira e, aqueles, que fazia facilmente em qualquer lugar onde chegava.

Badih Salim Chedraoui, 83 anos

Badih virou palavra, que mora nos cedros sagrados do Líbano.

Barbara Gleise de Oliveira, 42 anos

Viveu com satisfação suas maiores conquistas: o próprio negócio e a filha tão desejada. Não era de desistir.

Bárbara Ribeiro Weilard Reis, 25 anos

Sua risada tirava todo mundo para dançar; parecia uma festa! Na verdade, era.

Bartolomeu José Araújo Martins, 64 anos

A felicidade estampada no seu rosto será lembrada para sempre.

Bazilia Ferreira Brito, 85 anos

Mulher guerreira e cristã que, com sua firmeza, dizia o que pensava.

Bazilio de Paula Rodrigues, 75 anos

Amava contar uma história. Cheias de floreios e lições valiosas, elas sempre traziam uma reflexão.

Beatriz Gomes de Moraes, 85 anos

Uma avó muito atenciosa e cuidadosa, enfermeira aposentada que se dedicou inteiramente a sua profissão.

Beatriz Maria da Silva Mendonça, 89 anos

Aos sábados, deitava-se e dizia: "Vou descansar as pernas, porque mais tarde vou para o meu forró".

Beijamir Sarat Pereira, 53 anos

Ele acreditava que pessoas felizes deviam se cercar de pessoas que as fazem felizes.

Benedita Antonia da Costa, 77 anos

Tinha grande conexão com Deus, dava bons conselhos e fazia um arroz com feijão inigualável.

Benedita Aparecida de Jesus Oliveira, 61 anos

Sincera e chorona, amava tomar coca-cola e comer pizza.

Benedita Aparecida Guicioli, 65 anos

De beleza única, olhar intenso e profundo, o tempo a tornava cada vez mais encantadora.

Benedita Bento Ribeiro, 76 anos

Sinônimo de aconchego e cuidado, tinha sempre uma palavra amorosa a oferecer.

Benedita Junqueira de Souza, 86 anos

Com seus cabelinhos brancos e o olhar doce e meigo, era querida por todos.

Benedita Maria Mariano, 79 anos

Quando se chegava à casa dela, vinha uma paz tão grande. Benedita tinha cheirinho de vó.

Benedita Pereira Batista, 94 anos

Conservou a memória de jovenzinha e viveu para cuidar da família com fé e força, atributos que eram suas marcas.

Benedita Pereira dos Santos, 74 anos

Dona de um grande coração e de uma alma acolhedora, costumava dizer: "Tá bestando, uai".

Benedita Tolentino Novais Lino, 69 anos

Mulher guerreira, nunca desistiu dos sonhos. Conectada, não perdia um bom papo nem com as vizinhas.

Benedito Alves de Campos Filho, 57 anos

Um artista em absolutamente tudo que se propunha a fazer.

Benedito Alves de Oliveira, 66 anos

Um homem feito de alegria, bondade e generosidade, que sentia especial prazer em fazer o bem.

Benedito Antonio de Oliveira, 78 anos

Um querido teimoso que amava a liberdade de poder decidir sobre sua vida.

Benedito Aparecido Bueno, 72 anos

Um pai e avô amoroso que adorava bater papo e ir para igreja.

Benedito Ari Buzato, 79 anos

Cantor e locutor da igreja; quando alguém morria, era ele quem noticiava, logo após a Ave Maria de Gounod.

Benedito da Silva, 107 anos

Foram 107 anos de pescaria, de luz, de sorrisos e de fé em Deus! Mais de um século de uma vida abençoada.

Benedito de Paula Silva, 75 anos

Um corintiano devoto de Nossa Senhora Aparecida que não passava desapercebido.

Benedito dos Santos, 76 anos

De personalidade florescente, seu jeitinho decidido sempre vinha acompanhado de amor e carinho.

Benedito Estevão Lopes, 74 anos

A família era seu mais precioso bem e o que ele mais valorizava.

Benedito Galavote, 71 anos

Um homem com tantas histórias, que podiam virar um livro.

Benedito Herculino de Oliveira, 85 anos

A criança que habitava dentro dele o fez aproveitar a vida intensamente.

Benedito José Gomes de Lima, 70 anos

Concretizou os ensinamentos mais honrados que um homem pode deixar em terra: amor, respeito e serenidade!

Benedito Marcondes Filho, 74 anos

Cada animal resgatado servia como um novo impulso para seguir lutando pela causa.

Benedito Marques de Oliveira Filho, 72 anos

Quando alguém perguntava se algo estava bom, ouvia dele: “Tá bom demais". Tudo sempre estava.

Benedito Marques de Souza, 81 anos

Foi abrir no céu uma filial da loja de amor gratuito que montou na terra.

Benedito Melgarejo Saldanha, 52 anos

Imortal e fundador da Academia Porto Alegrense de Letras, era apaixonado por literatura e entusiasta de novos talentos.

Benedito Orlando Meireles de Melo, 81 anos

Um contador de histórias nato.

Benedito Pires Barbosa, 68 anos

A felicidade dele era ver família e amigos sempre juntos. Festeiro, alegre, cumprimentava mesmo os estranhos com um beijo e um “eu te amo”.

Benedito Raymundo, 74 anos

Um homem de fé e de força que deixava tudo mais alegre com sua risada.

Benedito Rosa da Silva, 65 anos

Eleito o melhor motorista da cidade em 2012, também era campeão em integridade e amor à família.

Benedito Ruy Simões, 61 anos

Bené: o marceneiro apaixonado que transformava matéria-prima em poesia.

Benedito Silvério de Andrade, 73 anos

Ele amava as estradas e sabia que "com fé em Deus, no final tudo dá certo".

Benedito Trindade da Silva, 60 anos

Viveu intensamente, tomou todas as cervejinhas possíveis, distribuiu amor e, então, voou.

Benilton Ferreira Paes, 72 anos

Um homem que deixa como legado sua alegria de viver e seu amor incondicional pela família e pelo próximo.

Benito Allex Gama, 53 anos

Podia ser feliz em um chalé na roça ou numa viagem ao Egito porque era feliz de verdade.

Benjamim Gonçalves Santos, 0 anos

Benjamim, o mais jovem de uma família. A estrela do lado direito que vai brilhar.

Benjamin Franklin Gomes Milhomem, 73 anos

Um homem de inúmeros apelidos e infinitas virtudes.

Bento Izidoro Pereira Serrão, 67 anos

Assobiava e fazia muito dengo para se comunicar com a neta.

Berenice dos Anjos Lima, 74 anos

Como uma boa celebrante da vida, amava aniversários!

Berenice Felix de Assis, 79 anos

Agricultora com cheirinho de bebê, cultivou o amor e a fé.

Berkson Oliveira Júnior, 32 anos

A resposta para qualquer problema que lhe contassem: "Calma, fica tranquilo... vai passar!"

Bernadete Cristiana Marques, 39 anos

A vida difícil, de muito trabalho, não lhe tirou a dignidade.

Bernadete de Souza Araújo, 100 anos

Que amorosa e especial foi Tia Bebé!

Bernadeth Santana do Carmo, 47 anos

Uma mulher que só pensava em ajudar. Doava-se por completo à família e ao trabalho.

Bernaldina José Pedro, 75 anos

Tomava banho, cantava e rezava de madrugada, como um ritual de gratidão.

Bernardo Cardoso Júnior, 70 anos

Um homem que amava a vida e o que ela proporcionava: música, festa, forró, família e amigos.

Bernardo dos Reis Rodrigues, 84 anos

As peças de dominó deram leveza à vida desse grande guerreiro que tanto amou sua família.

Bianca Galvão de Oliveira, 18 anos

Uma menina que ousou sonhar ilimitadamente.

Bianca Luciana Santos Dutra Vieira, 42 anos

Deixou uma família linda e muitas amizades.

Bianor de Brito Reis, 85 anos

Aquele que decidiu levar a vida ao ritmo das águas de Ganhoão: natural, constante e sereno.

Bonifácio Mario da Silva Júnior, 36 anos

Começou a trabalhar muito cedo, mas nunca se esqueceu de brincar.

Bóris Hugo Georgiev Mercaldo, 65 anos

Sinônimo de simpatia. Estava sempre de braços abertos para quem precisasse de afago e calmaria.

Bosco Penna, 70 anos

Um ótimo cantor que alegrava a todos com a sua seresta.

Brasilino Brunel Alves, 68 anos

Pessoa do bem, sempre com um sorriso no rosto.

Brasílio Gonçalves, 74 anos

Plantava orquídeas pelas árvores de Mogi e passeava com seu Passat 1982.

Braulino de Oliveira Gomes, 88 anos

Com suor e tijolos, deixou um belo legado histórico. Mas foi com histórias e amor, que se eternizou.

Braulino de Souza Valadão, 73 anos

Seu perfume anunciava que a alegria chegava para ficar.

Brazil Montalvao Marques, 64 anos

Um guia de turismo apaixonado por viagens e que fazia jus ao nome.

Breno de Castro, 41 anos

Homem íntegro, irmão amoroso, foi bom marido, pai e avô.

Breno Rosa Pereira, 67 anos

Família, trabalho, música e viagens eram suas grandes paixões.

Bruno Alves Queiroz da Silva, 32 anos

Ele foi um grande exemplo do que é amar ao próximo.

Bruno Amaro, 38 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que ter leveza na vida. Sermos leves!

Bruno Benedito Ribeiro, 30 anos

Dava força para os outros, uma força que nem ele possuía.

Bruno Campelo, 34 anos

Apaixonado pai de duas meninas. Realizou o sonho de se tornar enfermeiro e amava ajudar a salvar vidas.

Bruno Cunha Soares, 31 anos

Um inventor de nomes.

Bruno Leonardo Costa Barbosa, 41 anos

Sua inesquecível presença era sua forma de expressar um caloroso e ímpar “eu te amo”.

Bruno Perugino Carneiro, 31 anos

Um cara cheio de vida, superdivertido; que se importava com o próximo e não dispensava um bom churrasco.

Bruno Souza Yanaguita, 33 anos

Sonhador e determinado. Adorava dirigir e estar com seu amor maior: a família.

Cacilda de Oliveira Morgado, 76 anos

Dona de uma fortaleza sem par, lutou e venceu muitas batalhas.

Caetana Maria Pereira da Silva, 68 anos

Uma avó babona que amava colocar apelido nos outros.

Cairo José Ferreira Gama, 41 anos

Sob seu chapéu viviam as almas e as mentes dos jovens de Manaus.

Candida Maria de Lima, 69 anos

Altruísmo tem nome e sobrenome, e tem sempre um pedaço de bolo pra adoçar a vida da gente...

Carivaldina Oliveira Costa, 79 anos

Honrou sua ancestralidade sendo líder da luta quilombola.

Carla Collela Rolim, 42 anos

Tinha sempre as palavras de incentivo perfeitas e que vinham a calhar, em qualquer situação.

Carla Fabiana Rodrigues de Oliveira Macedo, 44 anos

Filha, irmã, tia e esposa sempre presente.

Carlilo Floriano Rodrigues, 80 anos

Seu sonho era voltar a andar. Conseguiu, mesmo que por pouco tempo.

Carlindo Cardoso, 71 anos

Fã de uma praia e de uma cervejinha, era cego de um olho mas enxergava com a alma.

Carlito Ferreira da Silva, 65 anos

Ele encarou a vida com sorriso largo.

Carlito Santos Ferreira, 65 anos

Um homem temente a Deus e que usou a música para abençoar vidas.

Carlos Alberto Brasil, 75 anos

“E nos seus olhos era tanto brilho, que mais que seu filho, eu fiquei seu fã!”

Carlos Alberto Carneiro da Costa, 72 anos

Um homem simples que gostava de fartura. Alcançou tudo o que queria, graças ao seu esforço.

Carlos Alberto Castelo Branco, 73 anos

De alma intensa, ele foi um Papai Noel que torceu pelo Ceará, Flamengo e Beija-Flor. Transbordava amor.

Carlos Alberto Cobé do Nascimento, 65 anos

Com Deus, ele estava sempre pronto para enfrentar qualquer coisa.

Carlos Alberto Costa Dórea, 60 anos

Assim como o apelido, o coração de Carlão também pulsava no ritmo do aumentativo.

Carlos Alberto Cuccavia, 60 anos

Sempre estava tudo bem para o inocente Carlão, afinal: "Deus é bom!", dizia ele.

Carlos Alberto da Cruz, 70 anos

Sua marca registrada era o jogo de damas, que praticava todos os dias na frente de sua casa.

Carlos Alberto da Silva, 72 anos

Sabia contar histórias como ninguém.

Carlos Alberto de Araújo e Silva, 65 anos

Dono do melhor sorriso do bairro, ele coloria as ruas com alegria e irreverência.

Carlos Alberto de Vasconcelos, 66 anos

Corintiano alegre, de personalidade forte e amoroso. Dedicado à família e uma pessoa com muitos amigos.

Carlos Alberto dos Santos, 58 anos

Era bom de garfo e, para ele, não podia faltar alface no almoço.

Carlos Alberto dos Santos Viegas, 70 anos

Dedicado à família, atuou no ensino e na advocacia e faz parte da história de Goiana, em Pernambuco.

Carlos Alberto Figueiredo Ribeiro, 47 anos

Amava a profissão de músico e cantor. Carisma e alegria eram seus sobrenomes.

Carlos Alberto Fiusa de Castro Filho, 74 anos

Foi brilhante em todos os caminhos que trilhou.

Carlos Alberto Grotti, 60 anos

Dono de um senso de justiça inabalável e amante do futebol, não tinha quem não o amasse.

Carlos Alberto Lino, 57 anos

Um eterno apaixonado que amava escutar Roberto Carlos, apreciar vinhos e sair para pescar.

Carlos Alberto Natalino F. Bandeira, 76 anos

Uma vida que serviu a Deus e amou a família com alegria.

Carlos Alberto Nunes dos Santos, 62 anos

Um homem leal às suas paixões.

Carlos Alberto Pereira, 57 anos

Baiano arretado que adorava botar o pé na estrada e também reunir a família em casa, com uma carne no espeto.

Carlos Alberto Pereira da Silva, 68 anos

Daqueles que no dia do jogo, já acordava vestido com a camisa do seu time.

Carlos Alberto Rodrigues de Medeiros, 25 anos

Sorriso fácil, piada pronta, apaixonado pela profissão, pronto para ajudar quem quer que fosse, e feliz.

Carlos Alberto Silva de Oliveira, 69 anos

Com sua fé e fervor foi um canal de luz a iluminar a vida de sua família e amigos.

Carlos Alberto Sona, 61 anos

Alguém que viveu intensamente a sua vida.

Carlos Alberto Wanderley da Silva, 74 anos

Pai de verdade, com aulas de culinária e exemplos de honestidade.

Carlos Alberto Xavier Braga, 54 anos

Tinha uma facilidade incrível de fazer paródias, principalmente com músicas do Roberto Carlos.

Carlos André Ferreira de Souza, 44 anos

Coisinhas básicas para ele ser feliz: Ver o neto sempre, colocar apelidos em amigos e comer bolinhos de frigideira.

Carlos Antônio Belarmino Alves, 63 anos

Pesquisador de OVNIs, geógrafo e agrônomo. Amava fotografia. Para ele, o futuro estava na educação.

Carlos Antonio do Nascimento, 57 anos

Um homem de vários apelidos e amizades e de um coração cheio de vida.

Carlos Antônio Pires, 55 anos

Estava ansioso para se aposentar, falava muito nisso. Não deu tempo.

Carlos Antônio Rego Albuquerque, 48 anos

Alegre, bem-humorado e com uma ingenuidade quase pueril, foi um tio inesquecível e muito amado.

Carlos Antônio Teodósio de Almeida, 52 anos

Seu grande prazer era louvar a Deus.

Carlos Aragão de Castro, 74 anos

Teve imensa dedicação à própria família e colaborou no fortalecimento das demais com sua atuação pastoral.

Carlos Augusto de Souza Costa, 58 anos

Discreto, pois, para ele, quem deveria aparecer, brilhar e arrebatar corações eram a Geografia e a Natureza.

Carlos Augusto Flores da Cunha, 80 anos

Sua maior lição: a vida pode ser simples, honesta e nos proporcionar muitas alegrias.

Carlos Augusto Latorre Soave, 64 anos

Fazia piada e trocadilhos com tudo, costumava dizer que o segredo da vida era fazer uma pessoa rir por dia.

Carlos Augusto Medeiros, 76 anos

Espirituoso e sereno, apreciava reunir a família e os amigos, caminhar por sua cidade e contar histórias.

Carlos Augusto Rodrigues Vale, 60 anos

Torcedor e administrador do time Shangrilá, contava história até no escuro.

Carlos Bernabe Mardones Muñoz, 68 anos

O prazer da sua vida foi ensinar seus filhos e não mediu esforços pra isso.

Carlos Caetano Valduga, 74 anos

Apaixonado pela família e pelos animais, tinha a emoção nos olhos.

Carlos Cardoso Paes, 58 anos

"Deixa Deus agir na sua vida, assim como eu o deixei agir na minha", dizia ele.

Carlos Dadas Júnior, 74 anos

Um herói anônimo que deixou grandes exemplos.

Carlos David de Oliveira, 57 anos

Fã número 1 de Reginaldo Rossi, era conhecido entre seus amigos policiais como David Rossi.

Carlos Diogo Morito, 59 anos

Um homem bom. Apesar das dificuldades financeiras, nunca deixou faltar nada para a família.

Carlos Eduardo Baptista, 55 anos

Aos 45 anos, formou-se dentista. Queria ficar rico para levar os sobrinhos e netos para a Disney.

Carlos Eduardo Camargo Andreoli, 59 anos

Uma vida dedicada aos sonhos que tinha para a família.

Carlos Eduardo da Silva, 50 anos

Não dispensava uma praia e não deixava nada para o dia seguinte.

Carlos Eduardo de Carvalho Alves, 61 anos

Dudu adorava uma cerveja gelada, assim como adorava estar com os amigos e a família.

Carlos Euripedes Vieira de Sousa, 45 anos

Um enófilo que deixava o ambiente sempre mais leve. Ele era a alegria em pessoa.

Carlos Fernando Conte, 49 anos

Flamenguista e salgueirense, o taxista era só alegria.

Carlos Gonçalves Serra, 83 anos

Professor e um dos idealizadores do SUS, inspirou muitos alunos a lutarem em defesa da saúde pública brasileira.

Carlos Henrique de Moura, 65 anos

Não saía de casa sem perfume e só sabia amar de um jeito: cuidando.

Carlos Henrique Marins da Silva, 57 anos

Ele tinha o poder de transformar histórias tristes em comédia. Há quem diga que foi ao Céu para alegrar.

Carlos Henrique Neves de Azeredo, 68 anos

Carlão fazia amigos por onde andava no Rio e orgulhava-se da família grande que construiu.

Carlos Ismael Ferreira, 51 anos

Ganhou o apelido carinhoso de Xororó quando adotou o corte de cabelo da famosa dupla sertaneja.

Carlos José Nascimento, 64 anos

Era um entusiasta do amor. Amava a família, o Botafogo-RJ e o Confiança-SE.

Carlos Laine Ribeiro, 68 anos

Homem simples e trabalhador, que mostrava o seu grande valor por meio de suas atitudes cotidianas.

Carlos Laureado Rosa da Luz, 44 anos

Onde tinha Carlos tinha sorrisos. Era regra.

Carlos Lopes, 85 anos

Era o rei da piada singela, cuja falta de graça, era exatamente o que provocava o riso de todos.

Carlos Mangueira Barreto Junior, 33 anos

Mãos mágicas que faziam bolos deliciosos. Os sabores? Amor, paz, afeto, abraços apertados e fé!

Carlos Marcos Buarque de Gusmão, 57 anos

Dr. Gusmão teve como especialidade médica realizar sonhos e fazer as pessoas felizes.

Carlos Pereira de Almeida, 59 anos

Um pescador de peixes e de pessoas. O melhor amigo da sua família. A borboleta azul do seu netinho.

Carlos Reis, 55 anos

Técnico de enfermagem dedicado, sempre feliz e muito prestativo.

Carlos Roberto Corrêa, 58 anos

Como ele dizia, era um "camaleão". Tão apaixonado pela vida que se reinventava sempre para continuar a viver.

Carlos Roberto Garcia Barros, 66 anos

Tinha empatia sem igual, adorava viajar para a Argentina e fazia o melhor feijão e a melhor maionese do mundo.

Carlos Roberto Ianelli, 59 anos

Tinha um assobio só dele, como se fosse um código, um registro.

Carlos Roberto Monfardini, 67 anos

Ele tanto chamou a todos de Jacaré, que acabou ganhando esse apelido. E distribuiu muitos outros, sempre sorrindo!

Carlos Roberto Pinto, 73 anos

Dono de um sorriso marcante, adorava as festas em família e fazia tudo pelos netos.

Carlos Roberto Pires de Souza, 59 anos

O orgulho da família, que veio ao mundo servir e deixar bons exemplos.

Carlos Rodrigues dos Santos, 64 anos

"Eu não sou velho pra ficar tomando mingau", dizia ele, em tom de brincadeira, quando queria outra refeição.

Carlos Rogério de Carvalho, 38 anos

Amou a família com tanto cuidado e intensidade, que jamais será esquecido.

Carlos Ronald Corrêa, 67 anos

Carioca de Bonsucesso, fixou morada no Ceará e cumpriu seu propósito de resguardar vidas através da medicina.

Carlos Simões Louro Junior, 69 anos

Craque de bola, sinuca e dança. Amou sem limites a esposa, pais, irmã, filhos e netos.

Carlos Teixeira, 57 anos

As portas de sua casa e de seu coração estavam sempre abertas.

Carlos Toshio Hirata, 54 anos

Vivia para trabalhar em seu açougue. Via-se bondade em seu coração, em sua fala e em seus olhos.

Carlos Viana, 76 anos

Um sábio na sua simplicidade, era apaixonado pela família e pelo carro.

Carlos Viana Rodrigues, 67 anos

Havia sempre um bom vinho para brindar o amor à vida! Tim tim!

Carlos Vidal, 83 anos

Vaqueiro destemido de histórias em cordel.

Carmelio Francisco, 66 anos

Tatá Guaçu honrava sua família e orgulhava-se de pertencer ao povo Tupiniquim.

Carmelita Louretti da Fonseca, 80 anos

Muito extrovertida, brincava com todo mundo.

Carmelita Medeiros Francelino, 73 anos

Nordestina faceira e perfumada, sorridente e de unhas sempre feitas, que fazia o melhor "din-din" da Paraíba.

Carmem Silvia Ramos Pinto Correia Tavares da Silva, 64 anos

Todos os dias tinha que ter um docinho para beliscar, era sagrado.

Carmen do Rego Barros de Vasconcellos Dias, 83 anos

Com carinho, alegria e amor, sempre pedia um beijo.

Carmen Josefina Medeiros Guimarães, 70 anos

Voinha dos netos, dos amigos dos netos e de quem mais ousasse lhe sorrir.

Carmen Lucia Teixeira Mendes, 71 anos

Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas, nas mãos que sabem ser generosas.

Carmen Santos Sant Ana, 85 anos

Tinha um sorriso que irradiava como o sol quente.

Carmencita de Albuquerque Ugiette, 81 anos

Uma pessoa que viveu para acolher e ajudar.

Carmerinda Pereira Saldanha, 94 anos

Era uma guerreira doce. Matriarca de uma família de 11 filhos, muitos netos, bisnetos e alguns tataranetos.

Carmine Antônio de Chiara Filho, 67 anos

Com ele, os relógios do céu não ficarão mais atrasados.

Carminho Oliveira Fernandes, 68 anos

Não ia a lugar nenhum sem seu boné do Botafogo e era da Família Boi Garantido na testa.

Carmo Camilo da Silva, 42 anos

Assumia toda a louça da semana quando esposa e filha faziam as unhas. Passava o tempo conversando com idosos.

Carol Tavares Monteiro, 34 anos

Carol era e sempre será sinônimo de amor.

Carolina Barros Patrocínio, 29 anos

Brilha onde estiver, meu anjo mais velho.

Carolina Botechia, 36 anos

Doce. Era incrivelmente doce.

Caroline Fátima Nascimento Pacheco, 27 anos

Falava pouco. O coração dizia tudo.

Carolino Mendes da Silva, 75 anos

Precisando de transporte, era só chamar o mais antigo taxista de Muriaé.

Cassia Maria dos Santos, 67 anos

Um coração cheio de bondade e abnegação em que só cabia a vontade de ajudar.

Cassilda Costa da Matta, 84 anos

Reservava os domingos para reunir a família e festejar ao redor da mesa farta. Era a mãe de todos.

Catarina Chaves dos Santos, 46 anos

Carinhosa e doce, contagiava todos ao seu redor.

Catia Regina Justino de Oliveira Nunes, 52 anos

Com amor, alegria e fé, foi uma presença marcante para todos que a conheceram.

Caudiovina Leite Neves, 90 anos

Cultivou muitas flores e um amor inebriante por sua família. Era uma bordadeira impecável.

Ceci de Lima da Costa, 59 anos

A família foi sua paixão. Era mãe com açúcar para os netos; e tinha mãos de fada para plantar e cozinhar.

Cecília Cardoso Woodtli, 86 anos

Mãe dedicada, avó engraçada. Lutadora, forte e importante.

Cecília da Conceição Souza, 49 anos

Amor ao próximo nunca faltou. Viveu primeiro para os filhos, depois para si.

Cecília Gomes de Lima, 70 anos

Seu maior legado foi o amor. De tão bondosa, deixava de comer para alimentar os necessitados.

Cecília Guimarães Mendes, 93 anos

Um brega na jukebox, uma cervejinha no copo e muita piada de duplo sentido para contar.

Cecília Maria Gonçalves Fortunato, 84 anos

Inventar palavras... um dos traços marcantes de sua personalidade criativa e cheia de gentilezas.

Cecilia Maria Parreiras Maia, 75 anos

“É muito melhor servir do que ser servida”, esse era o seu lema.

Cecília Miranda de Paiva, 77 anos

Lutou pela educação de seus filhos e netos.

Célia Alves da Silva, 71 anos

Uma mulher com um grande coração de mãe, onde sempre cabia mais um.

Célia Aparecida de Almeida Parreira, 64 anos

"Nossa Senhora de Aparecida vai nos abençoar e nosso Deus nunca vai deixar de nos amparar", pedia ela.

Célia Bastos Pereira, 71 anos

Amiga sempre presente e amorosa, adorava uma praia.

Célia de Oliveira Baia, 73 anos

Da vida achava que nada se levava, mas levou parte dos que ficaram.

Célia Elias Gomes, 54 anos

Suas delícias serão lembradas com afeto e saudade por quem teve o prazer de saboreá-las.

Célia Fátima Coelho Belo, 64 anos

Ela amava pássaros, e se encantava com as cores, por isso enfeitava tudo com adesivos.

Célia Gomes, 89 anos

Seu pequeno vocabulário em italiano a fazia viajar às suas origens. Domingo era dia de macarrão.

Célia Kamiya Abdala, 75 anos

Quem sabe não carregava uma samambaia debaixo das mangas morcegas, sorrindo com seu batom vermelho.

Célia Lopes Bezerra, 77 anos

Uma contadora de histórias. Nunca se soube se reais ou inventadas, mas sempre emocionantes e encantadoras.

Célia Regina Soares Lafemina, 59 anos

Mulher resiliente, nunca se deixou abater por dificuldades no caminho.

Celina de Almeida Freire, 88 anos

Bondade e fé serão suas eternas marcas.

Celina Silva Dias, 86 anos

Sempre sorria e abraçava a neta quando esta chegava em sua casa e lhe pedia a "bença".

Celina Xavier Gontijo, 64 anos

"Você não é todo mundo!", "Porque não e pronto!", ela repetia.

Célio Taveira Filho, 79 anos

Célio virou tango, conto e personagem principal em vários recomeços no futebol, dentro e fora de campo.

Celsa Maria dos Santos Ribeiro, 72 anos

Não teve filhos mas, com seu jeito de matriarca, era quem organizava as grandes reuniões familiares.

Celso Antônio Venâncio Lopes, 63 anos

Sua escuta acolhedora e generosa acalmava e seu sorriso gratuito era explosão de alegria.

Celso Azis Antonio, 69 anos

Carinhoso, tinha sempre uma surpresa no bolso para dar à neta.

Celso Dias da Silva, 70 anos

Os 70 anos não eram nada para ele: com toda a sua calma e determinação, ainda ia longe.

Celso Edgard Moré, 68 anos

Amava a vida, o mar e transmitiu sua paixão pela Odontologia aos filhos.

Celso Manso Monteiro Vieira, 88 anos

Um homem que transbordava sensatez e mansidão. Ele amou demais - e só sabia amar assim.

Celso Oliveira, 51 anos

Tinha muita vontade de viver e foi exemplo de figura paterna e de superação.

Celso Pedro da Silva, 84 anos

A felicidade de saber viver, de saber amar e de saber lutar por seus objetivos.

Celso Porfirio da Silva, 59 anos

Esperançoso, otimista e paciente com tudo e com todos, seguia com a sua fé sempre viva.

Celso Rios Neto, 44 anos

Rubro-negro por paixão. Tinha uma alegria contagiante e um amor incondicional pela família.

Celso Romão Cardoso de Almeida, 75 anos

Um tricolor apaixonado pelo time e pelos momentos em família. Caratinga e sua risada marcante deixam saudade.

Celso Schreiber, 66 anos

Amava os seus, mas não queria ser chamado de avô. Decidiu, pois, que seria "parente" dos netos. E assim foi.

Celso Vagner Oliveira Souza, 58 anos

Carinho e disposição para ajudar o próximo nunca faltaram a ele.

Cely Guimarães Alves, 77 anos

Não se foi só mais um número nessa estatística mórbida, foi-se um sol que brilhava na vida de todos que a conheciam.

Cely Siqueira da Rocha, 91 anos

"Quero levar o meu canto amigo a qualquer amigo que precisar", ela era como a música: generosidade e alegria.

Cesar Augusto Martins Medeiros, 59 anos

O beatlemaníaco que era o maior companheiro de seu filho.

César Augusto Severo, 46 anos

Referência no ensino da Física, também era nota 10 nas matérias empatia e bom humor.

César Augusto Visconti, 43 anos

Apaixonado por velocidade, pelas pessoas e pela vida.

Cesar dos Santos, 64 anos

Seus filhos foram a sua razão de viver.

Cesar Magalhães da Silva, 47 anos

Autor das piadas sem graça mais hilárias de todos os tempos.

Cesar Murta de Lima, 83 anos

"Ô, pipoca! Só você sabia disso, né?", dizia ele, sempre que ouvia alguma obviedade.

Cezar Augusto Vítor Ramos, 67 anos

Se tirava sarro, era porque gostava de você.

Charles Baiense de Araújo, 46 anos

Honrou o lema da corporação, mimou a cachorra, cuidou da moto, mas o amor pela esposa foi a força de sua vida.

Charles Douglas Justino de Araújo, 50 anos

Ajudar o próximo era seu lema.

Charles Luís da Silva, 42 anos

Sempre preocupado com o nosso bem-estar.

Charles Luiz Gouveia Machado, 70 anos

Um cearense colecionador de relógios, embora o tic-tac do seu coração batesse mesmo era por Curitiba.

Charles Santos, 48 anos

As sobrancelhas grossas eram uma contradição com a voz tranquila, com a mão fofinha e amiga.

Charles Santos de Souza, 38 anos

Adorava uma traquinagem. Por trinta e oito anos espalhou alegria, risos e amor.

Chigueo Kamada, 73 anos

Amante da comida saborosa e da boa pescaria, carregava em si amor e sabedoria.

Christion dos Santos Barbosa, 29 anos

Amor, sorriso, carinho e atenção eram as suas marcas.

Cicera Maria de Moura, 66 anos

Uma mulher forte, que misturou felicidade, muito amor, bondade e deixou de lembrança um rastro de luz aos seus!

Cicera Maria dos Santos, 72 anos

Cicera é arte, que foi ser abraçada sob o manto azul de Nossa Senhora.

Cícero Clemente de Sousa, 58 anos

Apaixonado por pescarias e pimentas em conserva.

Cícero Delfino Silva, 76 anos

Contador de histórias preferido da família que amava reunir.

Cícero José Rodrigues dos Santos, 62 anos

Transformava a sala em uma pista de dança para curtir com sua Lindalva, e se esbaldava na piscininha com os netos.

Cicero Manoel de Arruda, 79 anos

Aos 79 anos, dirigia seu fusquinha com muito orgulho. Esse era seu maior hobby.

Cícero Romão, 51 anos

Enfermeiro, cuidou de todos até seus últimos dias.

Cícero Romão Batista, 78 anos

Gostava de comer cuscuz, balançar na rede e ouvir um modão. Fez desses momentos oportunidade para ser feliz.

Cícero Vianeis Marques, 52 anos

Trabalhava intensamente todos os dias, com prazer, na empresa para sua família.

Cicilia Junqueira de Albuquerque, 88 anos

A natureza era o seu lar. Já a rua, uma eterna descoberta, onde adorava passear e tomar sorvete com as amigas.

Cid de Araújo Moura Fé, 80 anos

De uma bondade indizível, coração nobre e simples, Véi Cid amava a natureza e as coisas simples da vida.

Cidemar Aparecido Gomes, 54 anos

Em uma romaria ou em um passeio a cavalo, lá estava o Mazinho.

Cileimar Claussen de Oliveira, 74 anos

A suavidade do sorriso e do olhar transmitiam a beleza de uma vida baseada no amor e na religiosidade.

Cilene Cabral Carvalho Chagas, 58 anos

Na estante a foto dos filhos, o símbolo da enfermagem e uma viola. Seus maiores amores.

Cilene Sant Ana da Costa, 67 anos

Reunir, para somar, para multiplicar, para gerar felicidade.

Cincinato Belarmino Santos, 65 anos

Pernambucano de vocabulário próprio, estava sempre disposto a ajuda quem precisava de sua alegria.

Cineide Teixeira da Silva, 49 anos

Tinha braços abertos para o amor.

Cinira Campos da Cunha, 83 anos

Com seus cabelos claros e lindos olhos azuis, emanava luz por onde passava.

Cirene Guilhermina Pires, 67 anos

"Vou falar que está tudo bem, e vai ficar tudo bem!", dizia Nena.

Cirino Hercílio Soares, 70 anos

Como sustento: tesouras e mãos mágicas. Já para os seus, como marca, ficam a alegria de viver e um amor lindo.

Cirio Merquiades da Silva, 38 anos

O autista que adorava um pagode.

Ciro Ricardo Pires de Castro, 75 anos

Mais que pai, um profissional dedicado que teve a missão não só de salvar, mas de transformar vidas por amor.

Cisley de Santana Bandeira, 58 anos

Dono das "lives" mais animadas e ecléticas dos sábados à noite.

Claiton de Azevedo, 53 anos

Um guerreiro cheio de vida que adorava contar histórias e fazer os outros sorrirem.

Clara Alves da Silva, 79 anos

Devota de Padre Cícero, certamente seguiu ao encontro do marido sob os cuidados, a benção e a proteção do sacerdote.

Clara Angélica Souza Lima, 58 anos

Dona de um sorriso encantador e do melhor abraço que uma amiga pode receber. Vendia roupas e doava amor.

Clarice Fuchita Kestring, 63 anos

Exímia e respeitada profissional, mãe e esposa amada! Deixará saudades eternas!

Clarice Pereira dos Santos, 58 anos

Arretada como uma boa baiana, foi forte e determinada. Sempre lutou pelas coisas que acreditava.

Clarice Terezinha Bastos Cardoso, 64 anos

Apaixonada pelos dois netos e pelos livros espíritas da autora Zíbia Gasparetto.

Clarinda Maria da Conceição, 74 anos

Tinha um sorriso largo e contagiante. Teve cinco filhos, mas foi mãe de muitos outros.

Clarinha Sperandio Bacaro, 77 anos

Dona das joias mais bonitas que um dia sonhou ter: os filhos, os netos e os bisnetos.

Clauber da Silva Cavalcante, 55 anos

Flamenguista de coração e o cantor favorito da família. Aonde ia, levava o microfone e a caixinha de som.

Claudenor de Brito Prazeres, 54 anos

O advogado que adorava praia, cerveja e samba.

Claudete Gonçalves Pereira Chiquiti, 55 anos

Com as selfies que tirava a todo momento, registrava seus melhores sorrisos.

Claudete Maria de Souza, 68 anos

"Que Deus me ajude a ajudar quem precisa", dizia.

Claudete Pereira Cruz, 79 anos

Tinha um abraço que parecia um porto seguro.

Cláudia Câmara de Goes, 52 anos

Amou a vida com sua personalidade livre. Fez e falou de tudo, que o diga seus longos áudios parcelados.

Claudia Cassoli Alves, 41 anos

"Eu quero viver!", dizia aquela que deixa um legado imortal de amor.

Claudia Enrietti de Paiva Bonizzi, 62 anos

A mulher feita de ferro e aço, que queria ser astronauta.

Claudia Lima Haag, 48 anos

Sua simpatia era irresistível.

Cláudia Márcia Cordeiro da Silva, 50 anos

Cláudia era linda e sabia disso. Sempre prestativa, o dom de cuidar ia além da profissão de assistente social.

Cláudia Maria Ferreira, 54 anos

Bailarina de coração e sonho, borboleta de alma e dor, furacão de mente e amor: Cláudia deve estar dançando.

Claudia Nogueira Cardoso, 56 anos

Uma médica que exerceu seu ofício na cidade do Rio de Janeiro com orgulho e responsabilidade.

Cláudia Stephanie Silva Damata, anos

Ela era a pessoa que recebia com sorriso quem fosse à UPA em busca de cura. Com sua espontaneidade e simpatia fez muitos amigos.

Claudijane Lima França Araújo, 36 anos

Tinha lindos cachinhos e um sorriso largo, e era, acima de tudo, uma mulher de fé.

Claudinei Clemente Neto, 50 anos

Um apaixonado pela vida que foi viver na eternidade.

Claudinei da Costa, 55 anos

“Hoje será um novo dia e melhor.” Assim ele encarava os problemas e a solução sempre aparecia.

Claudinei Gouveia, 63 anos

Um ser alado, cujo voo deixa poesia, simplicidade, gentileza e amorosidade nas lembranças dos seus.

Claudinei Pereira da Silva, 55 anos

O paizinho que fazia de tudo para manter a família unida.

Cláudio Albanez, 68 anos

Pessoa aguerrida, amava receber os amigos para um café.

Cláudio Alves Paula, 47 anos

Tinha um coração único e especial. Era chamado carinhosamente de "Amor" pelas irmãs.

Cláudio Antônio de Oliveira, 60 anos

Um sábio professor que adorava uma roda de conversa, lutava pela educação e defendia as minorias.

Cláudio Antônio Figueiredo Reis, 63 anos

A vida dele era trazer vidas ao mundo.

Claudio Antônio Lopes Ferro, 43 anos

Transformou o Natal e o Ano-Novo da rua em uma tradicional queima de fogos.

Cláudio Araújo Martins dos Santos, 51 anos

Uma pessoa incrível e animada. Fã de rock dos anos 80, era um ótimo dançarino de flashbacks e o rei do passinho.

Cláudio Batista de Carvalho, 67 anos

Muito trabalhador, não media esforços para alcançar seus objetivos, criar seus filhos e ajudar o próximo.

Cláudio Cardoso, 58 anos

Fez da vida uma poesia com rimas e imagens sobre o seu Pará.

Cláudio Cardoso de Almeida e Silva, 59 anos

O presente sempre foi o seu tempo verbal favorito.

Cláudio Corrêa, 72 anos

Ele caía no sono enquanto comia. Estava imerso em seu maior sonho: ''aposentar a vassoura'' de Alice.

Claudio da Costa Silva, 49 anos

Sempre muito engraçado e cheio de histórias para contar.

Cláudio da Silva, 57 anos

Transbordava amor e era extremamente generoso com a família.

Cláudio da Silva Monteiro, 75 anos

Médico cuidadoso e competente que amou e foi amado pela família. Dizia que havia ganho na loteria da vida.

Claudio de Miranda Pereira, 65 anos

Alguém que trouxe leveza ao peso da rotina.

Claudio Henrique de Sousa Lima, 69 anos

Fortalecia-se na sua fé, contemplando as ondas do mar.

Claudio José da Silva, 56 anos

Pai superparceiro e avô apaixonado. Um homem de bom coração, que não deixou seu irmão sozinho nessa luta.

Cláudio Leal de Almeida, 76 anos

A formatura da sua neta conseguiu lhe tirar um sorriso; discreto, mas seu.

Cláudio Luiz dos Santos Silva, 49 anos

A paixão pelo Flamengo, o churrasco com uma cervejinha e seu prazer em cozinhar, descreviam bem o Formigão.

Claudio Manoel Ricardo, 69 anos

O mineiro que fez história na Pauliceia Desvairada.

Claudio Mauricio Sant’Ana, 59 anos

"Cacá, João, vovô chegou...", assim ele chamava os netos pelos corredores da vila.

Cláudio Mourad, 55 anos

Ele dava nos filhos um abraço-casa, carinho que aquecia o coração

Cláudio Nunes dos Santos, 44 anos

"Não desanime, você é capaz de vencer qualquer coisa", dizia ele.

Cláudio Raimundo Soares, 57 anos

Ele nomeou a esposa como sua rainha e, tratou de ser para ela, um rei; por todos os dias de sua vida.

Cláudio Roberto Cabral, 56 anos

Além de pai, era amigo, confidente e parceiro de séries.

Claudio Roberto Roges, 67 anos

Claudio era sinônimo de solidariedade. Tirava de dentro de casa para dar aos mais necessitados.

Claudio Rocha Santos, 41 anos

Trabalhava cantando e ria a cada vez que assistia, repetidamente, aos filmes de comédia.

Claudio Rogério de Sena Barbosa, 46 anos

Para Ciça, amar o irmão foi a coisa mais fácil desse mundo.

Claudio Soares Rabelo, 70 anos

Um mineiro iluminado. Dono de um coração enorme e um sorriso cativante.

Cláudio Spiller, 64 anos

Da cadeira de rodas era só sorrisos para suas meninas. O cara mais carismático da história.

Cláudio Taú, 69 anos

Um homem de coração grande, líder comunitário, que amou seu país e cuidou muito bem de sua família.

Cláudio Valadares Ramos, 52 anos

Flamenguista fanático, nunca reclamou da vida, encarando-a sempre de forma positiva.

Claudiomiro Silveira Rattis, 44 anos

Brincalhão, conseguia arrancar sorrisos de qualquer pessoa e espantar a tristeza para longe.

Claudionor da Silveira Machado, 76 anos

Apaixonado por seus tratores, abriu caminhos para uma estrada de exemplos fortes, onde deixa amor e alegria.

Claudionor Oliveira Santos, 65 anos

Gostava de desenhar, fazer colagens com papéis de revista picados e reformar quadros que ficavam sempre lindos.

Claudionor Santos Andrade, 69 anos

A alegria, afeto e determinação em pessoa.

Claudnéia Tavares, 54 anos

Enfermeira, cuidava com amor e carinho de todos.

Claudomir José Carradore, 62 anos

De apelido Jesus, falava alto e era muito querido. Gostava de cozinhar e cuidou a vida toda do irmão especial.

Claudomiro Rodrigues, 53 anos

Sua alegria era ligar para a Elaine e perguntar: “Como é que tá o tempo aí em São Paulo?”

Claudomiro Velasco Azevedo Junior, 48 anos

O maior sorriso da sala, era o último a deixar as festas porque, de tão querido, ninguém o deixava sair.

Clayton Cavalcante de Lima, 60 anos

“Enquanto eu respirar, vou me lembrar de você”, cantava sempre o pai amoroso e altruísta.

Clayton Dias Pignata Cruz de Macêdo, 50 anos

Sua voz mansa era o timbre de ação do serviço ao próximo.

Cleber Amarildo de Oliveira, 43 anos

Sempre sorridente e cuidadoso, foi responsável por organizar o chá de fraldas da prima-irmã.

Cleber Murici Alves, 44 anos

Não era professor, mas dava aulas de tolerância, generosidade e bom humor.

Clédes Magaly Gomes Rosa, 74 anos

Reverenciada por onde passasse, seu coração era uma casa cheia.

Cleide Cavalcanti da Silva, 70 anos

Com risadas longas, ela ria da vida que tinha, vida que a fazia feliz!

Cleide Heleni Neves, 68 anos

Apressada e com urgência de viver, tinha vontade de estar sempre viajando.

Cleide Sobral da Silva, 56 anos

Dodô era a rainha do feijão e fazia a maçã do amor e o pão de mel mais gostosos do mundo.

Cleidimar Ferreira Barbosa, 48 anos

Na memória de amigos e alunos, uma professora que ensinou muito mais que sua matéria.

Cleiton Luiz Felix da Cruz, 36 anos

Cheio de amigos e de alegria, estava organizando a vida para ser pai.

Cleiton Rodrigues Camargo, 45 anos

Aos domingos, almoçava com a esposa e a filha, sempre no restaurante que tanto gostava.

Clemência Pereira Rodrigues, 72 anos

Kelé era mãe leoa, bem-humorada e dona de um sorriso marcante.

Clementina Campos de Oliveira, 66 anos

A companheira amada da família, a cantora de louvores que também amava o Roberto Carlos.

Clementina Veneranda dos Santos, 67 anos

Além das habituais palavras sábias, os que partilhavam sua mesa conheciam seu talento na cozinha e nas piadas.

Clemilde Santin de Arruda, 80 anos

Dona de um abraço apertado e perfumado e de uma presença que ressaltava a beleza das coisas simples.

Clemilton Isaias Torres, 68 anos

Tinha pressa para tudo, e por isso, viveu intensamente.

Clene Sotero, 53 anos

Aguerrida defensora da educação, foi exemplo de dedicação e amor ao ensino.

Cleonice Antônia da Silva, 68 anos

Um vestido rodado e um sapato vermelho. Assim ela ia, toda linda, ao forró.

Cleonice Bonfim Corrêa Rocha, 58 anos

Com fé, caráter íntegro e trabalho, conquistou sonhos e amou sua família e amigos.

Cleonice Rodrigues Correia, 51 anos

Foi morada de luz e amor. Para os seus, era a certeza de ter para onde voltar na alegria e na tristeza.

Cleonildo Mota da Silva, 79 anos

Se ele estava lá, não havia nada a temer.

Cleonio Quirino da Cunha, 51 anos

Radiava alegria e espalhava sorrisos por onde passava.

Cleusa Nair Barbosa de Souza, 65 anos

Cozinheira de mão-cheia e coração gigante.

Cleuza Carlos, 73 anos

Dizia ''sim'' para tudo, menos para largar o copo de leite com café.

Cleuza Singue Ruy, 84 anos

Tinha a capacidade de se reinventar, de lutar, de não desistir ou desanimar diante de qualquer dificuldade.

Cleverson Cavalcanti, 40 anos

Pai e marido preocupado com o bem-estar da família, com quem gostava de estar nas horas de lazer.

Cleyton Barbosa da Silva Souza, 29 anos

Sempre muito alegre, adorava a vida e viveu intensamente seus 29 anos.

Clice Maria dos Santos, 70 anos

A família era o seu bem mais precioso. E ela, o alicerce de todos, o motivo da sua luta diária era vê-los bem.

Cliciane Ferreira Fochesatto Vieira, 38 anos

Médica que tinha sempre um sorriso no rosto, transparecendo sua paixão e apreço não só pela sua vida, mas pela vida dos outros.

Cliff Conrado Pinheiro, 44 anos

Um ser bondoso, amigo de todos e apaixonado por churrasco.

Clodoaldo Mate, 48 anos

Transformava tristeza e vazio em esperança e alegria.

Clodoaldo Pirani Junior, 47 anos

Médico intensivista, atuou na linha de frente e honrou até o fim a sua missão de cuidar e salvar vidas.

Clodualdo Fernandes de Melo, 59 anos

Era um príncipe como marido e um espetáculo como pai.

Clotilde Felismino Sandovete, 95 anos

Entre doces, preces e tricôs, uma vida cheia de graça.

Cloves Cabral Ferreira, 64 anos

Adorava se refugiar com a esposa na casa de praia ou na chácara, que era o seu paraíso na Terra.

Clóvis Alves de Freitas, 53 anos

-"Seu Clóvis, você está bem?" e ele respondia: "Estou mais do que mereço!"

Clóvis Eduardo dos Reis, 58 anos

A companhia de Clóvis era um privilégio. Ele que preenchia os espaços com alegria e solidariedade.

Clóvis Feitoza da Silva, 42 anos

Era um grande homem que deixa um legado de alegria e amor.

Clovis Luiz Vieira, 62 anos

Apaixonado pela vida, seus olhos marejavam de tanta alegria.

Clóvis Monteiro de Barros, 43 anos

"Que isso, jovem? Abel é o terror da mulherada." brincava ele.

Clóvis Privato, 91 anos

Tinha um humor impecável e era responsável pelas compras de supermercado e pela macarronada de domingo.

Conceição Aparecida de Souza Lima, 59 anos

Tinha luz própria e a habilidade de rir e fazer sorrir.

Conceiçāo Aparecida Lopes, 55 anos

A generosidade era a marca registrada de "Gorda".

Conceição Januária de Freitas, 96 anos

Tinha um olhar meigo, um afago gostoso e não deixava ninguém escapar de seu "coadinho" com bolo de laranja.

Concetta Gialuisi Ferri, 86 anos

Dona de si, uma bailarina da terceira idade que amava colocar seus lindos vestidos e ir dançar.

Cor Jesu Dorotea Reis Matos, 72 anos

Companheiro incansável na luta por melhores condições de trabalho, foi generoso com tudo e com todos.

Corinto Xavier da Silva, 82 anos

O relojoeiro que fez do tempo seu aliado. Agora, é tempo de memórias...

Cosma Rosa da Costa Alves, 83 anos

Dona Cosminha não era apenas dona de casa. Era dona do coração da família e dos amigos.

Cosme Oliveira Lima, 67 anos

Amava música e os sons da natureza. Era responsável e contagiava todos com seu sorriso sincero.

Cremilde Santin Arruda, 81 anos

Alegre e vaidosa, ela amava viver.

Cremilson de Almeida Gomes, 46 anos

Amava encontrar a casa cheia e com uma boa festa.

Creusa Paulina Miguel de Oliveira, 53 anos

Uma mulher linda de coração, tinha mãos de fada e fazia tudo com muito amor para todos.

Creuza Costa dos Santos, 64 anos

Uma pessoa que exagerava em todos os sentidos, mas principalmente em ser alegre.

Creuza de Souza Costa, 68 anos

A hospitalidade foi um dos grandes gestos dessa mulher que existiu para agregar.

Creuza Nunes Fontes, 80 anos

“Tchau, mais tempo!”, dizia ela sempre rindo, festeira e alegre.

Creuza Pereira da Silva, 88 anos

Tete gostava de jogar sueca com as amigas e de perder os brincos pela casa.

Creuza Vasques Feliciani, 70 anos

Abria sua casa a quem necessitasse, independente de religião ou etnia.

Cristian Bezerra Pereira, 45 anos

Até falando sério ele conseguia ser engraçado.

Cristiane Cortes dos Santos, 32 anos

Mulher batalhadora que esbanjava alegria e tinha um coração cheio de amor pela filha Sophia.

Cristiane Maria Marchesan Camilo, 50 anos

Viveu a melhor vida possível: amando com intensidade e incondicionalmente.

Cristiano Alcântara, 44 anos

Partiu com a certeza de que iria comemorar a cura da filha.

Cristiano Brandão, 36 anos

Seu bordão preferido era: "O que acontece em Vegas, fica em Vegas".

Cristiano Ferreira da Silva, 42 anos

Tinha um amor incondicional por sua esposa.

Cristiano Gonçalves da Silva, 35 anos

O caminhoneiro de jeito pacato foi um filho amoroso e demonstrou todo o amor de pai à filha ainda em gestação.

Cristiano Pereira de Lemos, 41 anos

O amor que cultivou com Carolina floresceu e gerou Maria Luiza e Giovana, cumprindo a missão de ser pai.

Cristina Lima Mateus, 57 anos

Pisciana sorridente, dona de uma gargalhada única. Era um facho de luz sincera.

Cristina Oliveira Souza, 39 anos

"Vamos marcar de ir ao cinema?", combinava com a amiga.

Cristovão Modesto da Silva, 51 anos

Mudar destinos foi seu legado. Na última conversa, falou sobre Jesus. Não poderia ser diferente.

Cristovão Pessoa de Oliveira, 67 anos

Emotivo, ainda mais com filmes bíblicos, amou a felicidade em todas as variações: família, música e cinema.

Custodia Scultori Tavares da Silva, 87 anos

Foi muito mais que professora alfabetizadora: foi mestre, foi luz, foi exemplo de perseverança e generosidade.

Custodio Saturnino de Freitas, 59 anos

Para esse Papai Noel das crianças carentes que ajudava moradores de rua, o que era dele era dos outros.

Cycero Moreira Coelho, 80 anos

Ele tinha o dom da música e o de ser feliz. Para ele, tudo era motivo pra tirar a viola da capa e tocar.

Cyll Farney Ferreira da Silva, 35 anos

Um homem honrado, que viveu intensamente.

Dagma Fachini, 60 anos

Mãe exemplar e presente nos seus diversos papéis, sua voz forte e personalidade de destaque foram suas marcas.

Dagmar Thomé Gonçalves, 93 anos

Aquela que fazia os sapatinhos de lã mais quentes para o inverno. A família inteira tinha.

Daiana Sthefanne Costa da Silva, 33 anos

Um verdadeiro girassol que foi graça, força e luz por onde passou.

Dair Baron Telles, 83 anos

Dona de uma feijoada incomparável e de uma memória inacreditável.

Daisy Lúcidi, 90 anos

Alô, Daisy! “Meu negócio é o rádio, que é a minha paixão”.

Daízes de Souza Pantoja Oliveira, 79 anos

Uma mulher única. Fez do seu abraço um lar e, na mesa, multiplicava o bolo para que não faltasse a ninguém.

Daliane Maiara Lima Sousa, 32 anos

Ninguém passa pela vida sem uma razão. A dela foi amar.

Dalva Carrera Dias, 93 anos

A corinthiana mais guerreira que esse mundo já viu!

Dalva Félix de Mendonça de Paula, 66 anos

Dalva floresce como as plantas que regava, é a cor dos bordados que tecia. Uma sábia mulher.

Dalva Gomes Ferreira, 64 anos

Uma avó que brincava com os netos.

Dalva Machado, 62 anos

Cada sobrinho era um tesouro para ela.

Dalva Maria Portilho da Mata, 59 anos

Todos os dias ia até a casa da sua mãe, Dona Gerogina, tomar sua benção.

Dalva Rodrigues de Oliveira Mölter, 72 anos

Mãe de oito filhos, adorava perguntar para onde todos da família estavam indo.

Dalvadisio Carvalho de Araujo, 76 anos

Em toda a sua vida ele espalhou amor, sabedoria e mansidão. Ajudou muitos sem pensar em recompensas.

Dalvair Adilon Silveira, 47 anos

Um herói para sua filha; um homem sempre disposto a ajudar quem precisasse.

Dalvanir Siqueira Ferreira, 71 anos

Dona Dalva foi uma mulher forte, guerreira e prendada, que fez de tudo por seus filhos.

Dalvio Montrezor, 59 anos

Presenteava a família e os amigos com apoio, companheirismo, lealdade e amor sincero.

Damiana Olindina Nunes, 76 anos

Dona de um coração puro e amoroso, era apaixonada por celebrar a vida junto aos filhos e netos.

Damião Bezerra da Silva, 36 anos

Piadista e alto-astral, ele emanava tanta alegria que era impossível não sorrir junto.

Damião Gomes da Silva, 67 anos

Era conhecido como o Rei do Açaí porque fazia o melhor da cidade.

Damião Gonçalves da Silva, 72 anos

Seus almoços de domingo tinham a mesa farta, assim como eram fartos o amor e o cuidado que dedicava à família.

Damião Leite Pereira, 77 anos

Um boêmio sonhador que conduziu sua vida com música e poesia.

Damião Paes de Melo, 55 anos

Gostava de ler a Bíblia ouvindo música gospel ou caipira. Amava a família e seu inseparável cachorro, Oliveira.

Damião Reinaldo de Oliveira, 73 anos

As estradas da vida o levavam sempre de volta ao lar, mas conseguiu deixar um lindo legado e exemplos eternos.

Daniel Alfredo da Silva, 55 anos

Seus olhos não avistavam maldade, pois seu coração era repleto de amor.

Daniel Azulay, 72 anos

“Aponte com a ponta do dedo onde é que o Pita pinta...”

Daniel Campbell de Andrade, 35 anos

De voz calma, mas com certa malandrice nos trejeitos, cultivava o riso e o hábito de assistir ao pôr do sol.

Daniel Cardoso de Oliveira, 88 anos

O maestro preferido da família.

Daniel da Silva Sousa, 77 anos

Um avô de poucas palavras, cujo coração era inundado de cuidado e afeto.

Daniel Eugênio Ruiz, 71 anos

Multifunções, fazia de tudo com uma peculiaridade: sempre cantarolando alguma música da bossa nova.

Daniel Fernando Lopes, 41 anos

Faria dois meses de casado, "vivia um sonho", diz o irmão.

Daniel Martins Brasil, 65 anos

Um homem bom que ensinou através do seu exemplo de perseverança e generosidade.

Daniel Pereira, 38 anos

Quando o assunto era servir aos outros, fazia sempre com muito amor.

Daniel Pereira da Silva, 59 anos

Mesmo que fizesse pose de durão, entregava seu imenso coração através de seu olhar cheio de amor.

Daniel Resende Carvalho, 69 anos

Íntegro e honesto como poucos. Amava a família, o Fluminense, e se divertia com uma boa trama de novela.

Daniela Aparecida de Souza Costa, 37 anos

Sua garra, dedicação e alegria eram contagiantes.

Daniela Hoffmann, 28 anos

Uma mulher linda, de sorriso fácil. Batalhadora, não se deixava vencer pelas adversidades da vida.

Daniela Teodózio Tabajara, 30 anos

Partiu sem a alegria de ter a sua própria terra.

Danielle Fernanda de Campos Morais, 39 anos

Dona de uma habilidade incrível de ouvir e cuidar das pessoas.

Danielson Castro do Carmo, 32 anos

Uma juventude de sonhos genuínos interrompida.

Danil Dias Klein, 70 anos

Uma palavra que o definiu: amigo. Estava pronto para ajudar quem precisasse.

Danilo Alves Rocha, 34 anos

Companheiro de todos, ganhou o concurso de "amigo mais legal" no bairro em que morava.

Danilo David Santos Silva, 33 anos

Primeiro médico da família, foi e sempre será uma estrela.

Danilo Lazzarotto, 87 anos

Um professor que deixa o exemplo de uma vida plena e cheia de propósito.

Danilo Moura de Oliveira, 41 anos

Dono de um coração imenso e de um sorriso generoso, era apaixonado pela vida e dedicou a sua a ajudar os outros.

Dante Nicola La Rocca, 78 anos

Eternizou risadas, boas recordações e histórias que sempre farão a família e os amigos sorrirem.

Danyele Cardoso, 34 anos

"Estou rezando por você", dizia sempre. Ela era luz, alegria e fé. Deixou um lindo legado de amor.

Darci Debastiani, 66 anos

Apaixonado pelos netos, filhos e esposa. Gostava de passar as férias no balneário de Mariluz.

Darcila Maria Pimentel de Oliveira, 63 anos

Dona do sorriso mais lindo, sempre falava um delicioso “eu te amo” para aqueles que amava.

Darcy Gomes Garcia, 78 anos

Que sensacional foi Garcia, o porto-seguro das filhas e netos.

Darcy Moraes, 84 anos

Fazia os outros rirem durante horas com seus segredos ao pé do ouvido que de discretos não tinham nada.

Dário Estevam Theodoro, 66 anos

Ele jurava não ligar pra futebol, mas a verdade é que não perdia um jogo sequer.

Dário Oliveira da Silva, 69 anos

Não abria mão de uma cervejinha nos finais de semana.

Darlene Schmitti, 63 anos

A mulher-maravilha tinha o gênio forte e o coração do tamanho da sua bravura.

Darly Pereira de Souza, 49 anos

Mulher nordestina incrível, que desenhava florezinhas enquanto falava ao telefone.

Daut Fambrino Scapin, 61 anos

Riso fácil era sua mais clara demonstração de amor e bondade.

Davey Sin Hong Tjio, 64 anos

Um imigrante que valorizava suas raízes. Em seus altos e baixos foi amor, honestidade, força e perseverança.

Davi Camargo Silva, 57 anos

Exemplo de simpatia e empatia. Escondia sua doçura atrás da cara de bravo.

Davi Severino da Silva, 73 anos

Alvirrubro doente, adorava jogar seu dominó, mas sua paixão mesmo eram os jogos do Náutico.

David Alcazar, 67 anos

Era conhecido pelos amigos como um “grande homem” por ter um coração generoso.

David Corrêa, 82 anos

Gigante do carnaval brasileiro.

David de Sá Guimarães, 68 anos

Ele era daqueles que não se deixava abater facilmente.

David Ferreira dos Santos, 43 anos

Era muito prestativo, sempre ajudou as pessoas. Amava os animais e era um mecânico de mão-cheia.

David Gilmour Alves Bezerra, 20 anos

Queria que seu filho gostasse de açaí tanto quanto ele.

David Gomes de Melo, 37 anos

Chegava causando, era engraçado e barulhento.

David Guizi Marcelino, 36 anos

A personificação da alegria. Amava o Chaves. Dono de uma risada escandalosa que revelava a leveza com que encarava a vida.

David Lima Ramos, 35 anos

Dada cumpriu suas missões muito bem: monitorar o trânsito do bairro e amar a família incondicionalmente.

David Mendes dos Santos, 44 anos

Animador de qualquer festa, sabia cultivar amizades.

David Nahas Neto, 57 anos

O Tio Gordo foi um palmeirense apaixonado e que amava os sobrinhos.

David Wu Tai, 71 anos

O chinês mais brasileiro de que se tem notícias.

Davina Sales Pontes de Carvalho, 85 anos

Mãe, avó, bisavó e, sobretudo, amiga de todos que encontrou.

Déa Vitório Costa, 76 anos

O nome curto não dava conta de tamanha existência. Por isso, os apelidos: Menina, Boneca e Fofura.

Débora Cássia Teixeira dos Santos, 55 anos

Adorava seriados mas, como uma perfeita "mãe leoa", era nos filhos que estava a verdadeira paixão de sua vida.

Débora Cristina Araújo Fernandes, 56 anos

Amor, carinho, doçura, competência e responsabilidade.

Deise Acioly Magalhães, 57 anos

Ela experimentava todas as comidas, das mais simples até as mais polêmicas.

Deison Molon Ignácio, 34 anos

A música era a vida dele.

Dejanira Sarti dos Santos, 63 anos

Foi um porto seguro para aqueles que precisavam.

Delano Togni, 71 anos

Falar dele é como sentir a calma, a tranquilidade e a generosidade de um amigo de todas as horas.

Delcenir de Sousa Lima, 73 anos

Amava dirigir seu carro antigo e cuidar de seus sete cachorros, que eram sua paixão.

Delcides Maria de Oliveira, 80 anos

A menina, que enganava a fome com uma colherada de café, tornou-se uma guerreira e sempre tinha amor para dar.

Delmar Vargas de Quadros, 75 anos

Homem íntegro e justo, com um coração bondoso, estava sempre disposto a ajudar o próximo.

Delson Marques de Queiros, 66 anos

Otimista e divertido, tinha sempre uma piada para alegrar quem estava à sua volta

Denerson Maia de Moraes, 57 anos

O que nunca lhe faltou foi amor.

Denilson da Silva Frade, 54 anos

Em meio ao duro tratamento renal, os jogos do Paysandu lhe devolviam a alegria e a expectativa de cura.

Denilton Irineu dos Santos, 62 anos

Sambava com a felicidade, e não apenas nos carnavais.

Denis Saiter Mageski, 37 anos

Dono do abraço mais apertado e de um sorriso gigante.

Denise Almeida Barreto, 41 anos

A alegria em pessoa! Fazia qualquer um se sentir protegido ao lado dela

Denise Calisto, 46 anos

Distribuiu amor ao mundo, sem economizar; teimou em viver, ser feliz e trazer alegria àqueles que amou.

Denise Gomes, 42 anos

Se tinha paciente precisando, era lá que ela queria estar.

Dennis Cabrera Pisango, 67 anos

Usava sapatos de bico fino tão bem lustrados, que eram quase um espelho, capaz de refletir seu largo sorriso.

Dennis Rollano Torres, 68 anos

Jaleco e seu violão eram os casacos de guerra do Dr. Dagnou.

Deoclides Gonçalves, 72 anos

Carinho, atenção e afeto com todos que o cercavam e em todos os lugares em que estava...

Deoclides Silva Nascimento Filho, 59 anos

Sorria com os olhos e com a alma. Sorria sempre.

Despina Evangelos Calafatis, 87 anos

Exemplo de coragem para enfrentar a vida e de amor sem medida por sua família.

Deunisio Ferreira Batista, 69 anos

Viveu com simplicidade. Fazia café da manhã todos os dias, nunca faltava ao trabalho, nunca faltava carinho.

Deusdete Maria de Melo, 91 anos

Uma avó carinhosa, de coração puro, e que fazia o melhor bolinho de arroz do mundo.

Deusdeth Oliveira Ferreira, 86 anos

Aos 86 anos, vivia em movimento com sua motocicleta...

Deuselina Dias Barbosa, 71 anos

Era uma mulher de Deus. Uma mulher que acreditava na força da oração.

Devanir Birello, 77 anos

Deva não era desse mundo. Sua personalidade podia ser traduzida em três palavras: coração, amor e alegria.

Devanir José Parizoto, 45 anos

O cantor da família e a alegria em pessoa.

Devanir Maria de Souza Alvarez, 61 anos

"Lutei tanto pra ter meus filhos e passaria por tudo de novo para tê-los comigo".

Deverson Azevedo, 32 anos

O filho de Afonjá cujo sorriso largo e fácil abraçava todo mundo.

Deyler Vieira Amorim, 39 anos

Filho único; em todos os sentidos.

Deyse Lúcia Costa Salles, 63 anos

Equilibrava poeticamente seu jeito meio doido com a capacidade de ser a melhor amiga que alguém podia ter.

Diana Stela Domingues Bazarin, 69 anos

Acordava dando um bom-dia nas redes sociais.

Diego Borges Ferreira, 37 anos

Um faixa preta apaixonado pela pequena Manu, sua filha.

Diego Carneiro Pereira, 46 anos

Ativo nas favelas, nos projetos sociais e esportivos de São Paulo, Bola era produtor da Família Sabotage.

Diego Henrique de Oliveira, 34 anos

Diego era sinônimo de alegria, alto-astral e companheirismo. Um apaixonado pela vida.

Dijaneide Ferreira da Silva, 42 anos

“A mulher mais incrível e inspiradora deste mundo”, segundo sua filha Mariana.

Dilceia Alexandre Machado, 49 anos

Fotógrafa brilhante, sempre atrás dos melhores sorrisos. Será lembrada pela simpatia e alegria de viver.

Dilma Batista dos Santos, 60 anos

Nunca deixou a fome vencer ou a tristeza fazer parte. Rebatia as dificuldades da vida com um sorriso no rosto.

Dilma Nunes de Barros Maya, 60 anos

Era a solidariedade em pessoa. Daquelas que tiravam de si para dar ao outro.

Dilma Queiroz Bello, 83 anos

Uma mulher determinada, generosa e de muita fé.

Dilma Tavares do Nascimento Rios, 60 anos

Mãe carinhosa e observadora, do tipo que reparava no corte do cabelo e nos centímetros que o filho cresceu.

Dilson de Sousa Oliveira, 61 anos

Provocava risadas e com isso produzia e fotografava momentos felizes, pois a grande arte é o prazer de viver.

Dimitrios Marcos Hatzimarkou, 67 anos

Amava sua família no seu jeito, literalmente, grego de ser.

Diná Barbosa Amorim, 48 anos

Diná era festa. Seu humor era contagiante!

Dina Márcia dos Santos Silva, 86 anos

Tinha mãos e talento para os pães que cheiravam pela casa e os doces maravilhosos que traziam seus filhos e netos para perto dela.

Diná Maria Pires Soares, 80 anos

Uma senhorinha de bem com a vida.

Dina Rosaria Ascenção, 63 anos

Professora de matemática, amava a profissão e os alunos. Talvez nem soubesse o quanto era amada por eles.

Dinalva Barreto Moura, 78 anos

Era a melhor anfitriã da família Barreto Moura. Ela tornava os almoços de domingo especiais.

Dinoca Pereira, 65 anos

Uma mulher guerreira, uma mulher de Deus.

Dinorah Lopes Dantas Donini, 43 anos

Ao procurar no dicionário a definição de alegria, o nome Dinorah deveria estar escrito.

Diógenes dos Santos Lima, 31 anos

Alegre e brincalhão, era o mais animado dos amigos, tanto que foi apelidado de "Inimigo do fim".

Diógenes Moreno Escolastico, 43 anos

Policial, pai, exemplo de ser humano.

Diogenes Mussopapo, 60 anos

Pai de um abraço delicioso, eternizado na memória dos filhos. Dizia sempre: "Pitutu e Príncipe, amo vocês!"

Diogo da Silva Pinheiro, 37 anos

Deixou doçura, alegria e simplicidade em viver a vida.

Diogo Fabiano Guimarães Andrade, 38 anos

Ajudava todo mundo, mesmo sem conhecer.

Diogo Miguel Parra, 74 anos

"Tô vivo!!!"

Diomedia Oliveira dos Santos, 83 anos

Guerreira, tinha orgulho de sua negritude. Adorava praticar yoga, dançar e fazer artesanato.

Dionatan Fernandes de Jesus, 2 anos

Uma criança que sabia sorrir, mesmo na dor.

Dione Cardoso Rodrigues dos Santos, 68 anos

A cada adversidade, um aprendizado. Em sua despedida queria gaita, pandeiro, milongas e samba.

Dionis Carlos Bernecule, 41 anos

Na vida e na profissão, tinha um olhar sempre amoroso, generoso e sábio.

Dionísio Batista de Souza, 68 anos

“O que quer de presente?”, perguntava ele, cuja vida foi em si um grande presente.

Dionisio Bristot, 83 anos

Alegre e vaidoso, Bonitão estava sempre arrumado, com banho tomado, creme no cabelo e barba feita.

Dionita Maria Diogo, 88 anos

Benzedeira negra de olhos de esmeralda, enfrentou com coragem e doçura a insensibilidade de uma sociedade racista.

Dirce Caracho, 86 anos

Poetisa apaixonada por passarinhos, amava arrumar seus cachos e se perfumava todas as manhãs.

Dirce de Almeida Pacheco, 78 anos

Uma avó que adorava dar um dinheirinho escondido para os netos.

Dirce dos Santos Kitano, 80 anos

Fazia uma comida maravilhosa e caprichava nas doses de amor com que temperava nossas vidas!

Dirce Jorge, 67 anos

Contava as histórias em detalhes e sempre lembrava quando alguém não devolvia um de seus potinhos.

Dirce Ponce Leones, 86 anos

A moça da janela mais conhecida de Uruaçu, que virou lenda pelo alto-astral contagiante.

Dirceu Castellucci, 72 anos

Fará falta pelo amor que irradiava na vida da família.

Diva Marques Moreira dos Santos, 80 anos

Fazia uma comidinha simples que sua neta adorava.

Diva Nastari da Fonseca, 91 anos

Resiliência era seu maior atributo e a caridade era sua maior virtude.

Diva Thereza Stolf Simões, 85 anos

Pianista sublime, deixa um legado de amor e arte.

Divane Canuto Andrade Monteiro, 68 anos

Entusiasmo, essa era a palavra capaz de traçar um desenho límpido da sua imagem.

Divanise da Costa Melo, 75 anos

O sorriso mais solto e a tia mais festeira.

Divino Eterno Teixeira, 46 anos

Sonhou e ensinou a sonhar, a acreditar e a manter a fé em Deus.

Divino Euripedes da Silva, 57 anos

Quem via aquele homem baixinho na estatura, não imaginava quão grandes eram seu coração e sua generosidade.

Divino Pereira de Andrade, 82 anos

Gostava de tomar sol na frente de casa ouvindo seu radinho de pilha.

Djalma Avelino de Souza, 65 anos

Sempre que lhe perguntavam como estavam as coisas, dizia: “Melhor, só no céu”.

Djalma Conceição Alves, 88 anos

Gostava de cuidar do seu jardim e de cultivar as amizades que floresciam ao seu redor.

Djalma Gonçales, 60 anos

Agora ele deve estar numa linda praia, como amava, sorrindo e fazendo outros rirem alto de suas piadas.

Djalma Oliveira da Silva, 53 anos

Cantando enquanto cozinhava, sabia como temperar a vida.

Djalma Ramos Damasceno, 39 anos

O "posso ajudar?" mais sincero e disponível de todos.

Djalma Teixeira de Mendonça, 51 anos

Opinioso e sincero, um pai brincalhão; conhecido pela forma única de bradar “Ô, Glória“.

Djanira Magno Silva de Melo, 70 anos

Devota de São Sebastião, foi guerreira incansável, mãe dedicada e avó coruja.

Djanira Silva do Nascimento, 88 anos

A alegria e a determinação fizeram a sua marca registrada.

Dolores Esteves Monteiro, 92 anos

Sonhava em conhecer a Espanha, a terra de seus pais.

Domingos Alves de Oliveira, 52 anos

Um orgulhoso doador de sangue. O principal do hospital a que ia.

Domingos Carvalho de Amorim, 56 anos

Uma pessoa que levava alegria por onde passava com seu coração bondoso e humilde.

Domingos da Vitória, 77 anos

Dominguinhos era a mansidão, a meiguice e a fidelidade.

Domingos Mahoro, 60 anos

Era um diplomata e um homem além do seu tempo.

Domingos Marcelino da Silva, 76 anos

"Ôh, véio bacana!", define a neta.

Domingos Mesquita Pereira, 69 anos

"Filha, vou fazer um Galeão e depois passo para te buscar", dizia antes de encontrar Priscila.

Domingos Pereira da Silva, 89 anos

Para falar de Domingos, que sempre lembrem de Joana e da família que construíram em 72 anos juntos.

Domingos Rocha de Freitas, 75 anos

Com seu jeito engraçado, tocava todos os instrumentos musicais e também tocava o coração dos ouvintes.

Domingos Sávio Brito Fonseca, 58 anos

Era grato, diariamente, por mais um dia de vida.

Domiro Neves dos Santos, 84 anos

Homem de poucas palavras, mas de pensamentos rápidos e precisos.

Donatila Lima dos Santos, 75 anos

Teve coragem para mudar de vida e viveu para os filhos.

Donizete Luiz Frederico, 65 anos

Cheio de amigos, chegou até a tomar uma cerveja com Alceu Valença na época da Jovem Guarda.

Donizeti Aparecido Martins, 58 anos

Um eterno garotão com seu All Star. Sinônimo de alegria, adorava churrasquear e fazer uma boa cantoria.

Donizeti Aparecido Martins, 64 anos

Festeiro na roda de samba e guerreiro nas batalhas da vida.

Donizeti de Melo Balbino, 51 anos

Teve amores, mas nunca se casou. Ou melhor, casou-se com a música, com seu violão.

Dora Ramos dos Santos, 70 anos

Animada e festeira, curtia a vida como um presente que era renovado a cada dia.

Doralice Cordovil Lourenço, 68 anos

Com sua doçura, resolvia qualquer problema por mais difícil com fosse.

Doralice da Silva Pugas, 76 anos

Ela queria continuar distribuindo amor até os 102 anos.

Doris Tavares, 77 anos

Uma mulher otimista que chamava todo mundo de "Meu amooooor!"

Dorival Pizzo, 84 anos

Foi o ser humano mais gentil do mundo, que amava cantar.

Dorizon Pascoal de Oliveira, 61 anos

Seu brilho encantava as pessoas ao redor e sua grandeza se refletia no cuidado com o próximo.

Doroti Boulanger Trindade, 66 anos

Vocação para ajudar o próximo.

Douglas Aparecido dos Santos, 31 anos

O único palmeirense da casa, sempre campeão no quesito paternidade e brincadeiras.

Douglas Pereira de Araújo, 27 anos

Seu sorriso e sua alegria contagiavam! Sorrir, cantar e dançar eram suas marcas.

Droziana Pica, 75 anos

Tinha um coração tão grande, que fazia sombra em qualquer defeito.

Ducileide Maria de Melo, 45 anos

Generosa, costurava tecidos e boas relações com todos à sua volta.

Dulce Araújo de Martino, 91 anos

Considerada uma avó clássica, amava mimar seus netos com guloseimas, presentes e muito carinho.

Dulce Meira Pereira, 91 anos

A "vovozinha" mais doce e forte que o Rio de Janeiro já conheceu. Dulce é luz.

Dulce Rodrigues da Silva, 76 anos

Ela dava um jeito para tudo. Não media esforços para ajudar, e tirava do seu para dar a quem precisava.

Dulcimar Teixeira Leite, 77 anos

Com a mente sempre positiva, ela lutava pela realização de seus projetos.

Dulcinete Perinni de Souza, 64 anos

Dona Fia distribuía não só comida e cuidados, mas também amor ao próximo em cada prato, salgadinho e doce.

Durci Nei Marques Rocha, 69 anos

Para ela, mulher deveria aprender a dirigir por necessidade. Incentivava a liberdade de ir e vir.

Durval de Assis, 86 anos

Amava os animais, as plantas e a natureza. Ficou conhecido na cidade por vender leite de cabra e peixes.

Durvalina Balco Maria, 86 anos

Alegre, amorosa, forte e lindamente desbocada.

Durvalino dos Santos, 68 anos

"Sempre que possível, seja útil. E não se esqueça de se divertir; se não for assim, não tem graça", dizia.

Edeleusa Maria Santos de Araujo, 55 anos

Com sorriso recatado e rosto sereno, era tão doce quanto os doces que amava comer.

Edenilson do Socorro Ramos Tavares, 50 anos

Servir às pessoas foi o grande propósito de sua vida.

Ederson Becker, 37 anos

Tratava a família como o bem mais importante da vida.

Edes Batista de Carvalho, 64 anos

Dos semáforos de São Paulo, era ele a quarta luz: a da esperança.

Edes Vieira Guimarães Filho, 56 anos

O marceneiro de Cabo Frio que vivia sorrindo.

Edgar Cunha Júnior, 67 anos

Chegavam com um problema para Edgar e saíam com uma solução, sempre. Um de seus dons era ajudar.

Edgar de Queiroz Bezerra Cavalcanti, 65 anos

O pernambucano mais sabe-tudo que existiu, apaixonado pela vida e dono do melhor bolo de chocolate do mundo.

Edgar Ribeiro, 71 anos

Todas as tardes, sentava no portão para bater papo com os amigos e beber Coca-Cola, que ele tanto amava.

Edgard Ciríaco Moreira Neto, 53 anos

Era um ser de extrema luz. Filho grandioso e irmão amoroso. Enfim, um ser humano digno.

Edgard dos Santos Pereira, 66 anos

Um marido especial na vida de sua esposa.

Edgard Farah, 81 anos

Orgulhoso dono de um fusca bege 1972 que usava para buscar na escola os 7 netos.

Edgard Gonzales Serrano, 71 anos

Apesar das adversidades que a vida lhe impôs, tinha sempre um sorriso, uma brincadeira.

Edgard Viana de Sant’Ana, 95 anos

Amava Turma da Mônica, livros de fantasia e tirar fotos com um sabre de luz nas estreias de Star Wars.

Edigar Alves dos Santos, 61 anos

Tinha a mania de pedir para caçar caspa na cabeça, só que na verdade ele queria mesmo um cafuné.

Edigar Lopes do Nascimento, anos

Soube somar pontos na vida como reconhecido professor de Matemática e como homem de bem.

Edil Marques Aguiar, 67 anos

Enfrentou a vida com coragem, venceu a morte muitas vezes. Um homem otimista.

Édila Adolfina Mascarenhas de Araújo, 76 anos

Estava constantemente com um sorriso estampado no rosto e adorava distribuir beijos e abraços.

Edilea Oliveira Neves Souza, 57 anos

"Grande é o Senhor!", dizia ela.

Edileusa Alves Viana, 75 anos

Com alegria e otimismo, seguiu apaziguando e conciliando vida afora.

Edileusa Gomes da Silva, 71 anos

Fã de um bom papo, gostava de reunir a família para provar seus quitutes.

Edilmar Julião da Costa Monteiro, 54 anos

Dono de um bom coração. Uma pessoa que todos gostavam.

Ediloy Antonio Carlos Ferraro, 62 anos

"Uma caneta que não escreve mais..." Lá se foi o poeta da Barra Funda escrever em outras paragens.

Edilson Coelho de Andrade, 59 anos

Sua gargalhada alegre era a melhor melodia.

Edilson de Jesus, 42 anos

Foi amado por toda a família, que gostava do seu jeito engraçado e dos cuidados que ele dispensava a cada um.

Edilson Dias Leão, 55 anos

Sem chamar a atenção, dedicou-se de corpo e alma ao cuidado e à solidariedade.

Edilson do Rosário da Trindade Sampaio, 54 anos

Era daquelas pessoas que Deus coloca em nossas vidas apenas para somar.

Edilson Ferreira da Silva, 55 anos

Capaz de ficar com fome pra dar de comer a quem não tinha. Vivia a dizer que veio ao mundo só para servir.

Edilson Filgueira da Silva, 60 anos

De engraxate a prefeito eleito, a trajetória de um caçador de nuvens.

Edilson José de Amorim, 52 anos

Amorim amava mais as filhas do que a si mesmo.

Edilson Leite Ribeiro, 53 anos

Dono do melhor abraço do mundo.

Edilucia Evaristo, 51 anos

Para a Baixinha, ser feliz não tinha preço.

Edimar Ferreira Mendes, 49 anos

Serralheiro animado, era fã do Amado Batista e devoto de Nossa Senhora d’Abadia.

Edimar Mendes, 73 anos

Era decidido. Ajudar o próximo era o seu forte.

Edimilson Lima de Souza, 56 anos

Um ótimo taxista, dirigia como ninguém.

Edinaldo José dos Santos, 63 anos

Era especialista em brincadeiras e sorrisos.

Edinardo Uchôa Costa, 73 anos

Ele adorava sentar nos corredores do hospital e ouvir as anedotas dos seus colegas e demais funcionários.

Edinéa Avelino Gomes, 58 anos

Negona era superlativo também nos gestos. Generosa, sabia perdoar como ninguém.

Edinei Alves Domingues, 44 anos

Amou o próximo com o mesmo amor que recebeu de Jesus Cristo, seu Salvador.

Edir Franco de Azevedo, 69 anos

Certamente está contagiando os anjos do Céu com sua alegria, enquanto suas lembranças rebrotam aqui na Terra.

Edison Borba Guimarães, 76 anos

Livre como um pássaro e sonhador como uma criança, desejava dias melhores para que todos pudessem sorrir.

Edison Martins Borba, 76 anos

O professor Edison formava alunos e pessoas melhores.

Edite de Carvalho Andrade, 78 anos

Colecionava tudo o que podia. Era singela e, por isso mesmo, muito amada.

Edite do Nascimento Pereira, 83 anos

Era muito vaidosa, fazia as unhas e os cabelos, e nunca ia para a rua de chinelos: era uma lady.

Edite Mota Dias, 80 anos

Viveu costurando afetos e multiplicando amor.

Edite Terezinha Junglaus Acordi, 73 anos

A matriarca era uma avó maravilhosa e nutria um amor incondicional pela família.

Edite Vieira Lima, 87 anos

Sempre sentava na frente de casa para conversar com as vizinhas.

Edith Farias de Araújo, 99 anos

Mulher de fibra que enfrentou opiniões adversas pra chegar a sua realização e felicidade, sendo amor e doçura.

Edivaldo Bastos Teixeira, 72 anos

A coisa mais sagrada para ele era a sua sonequinha da tarde.

Edivaldo da Silva Teixeira, 63 anos

Com Dentinho, a risada era garantida.

Edivaldo Lima, 57 anos

Era fácil encontrá-lo na igreja ou com a família, sempre espalhando carisma e amor.

Edivane Brito, 48 anos

Para se livrar do frio, sempre colocava meia nos pés.

Edjane Santos Julião, 41 anos

“Amava cuidar, viajar, tomar uma cervejinha e era viciada em coca-cola”

Edleusa Pereira da Silva, 53 anos

Um amor de pessoa, deu a vida por sua mãe.

Edmar Caldeira Rodrigues, 59 anos

De perfil protetor e caráter ímpar, era companheiro e um grande amigo para todos.

Edmar Castelo da Silva Júnior, 61 anos

Amigo de todas as horas. Calmo e tranquilo, ajudava todo mundo.

Edmar José Dutra, 59 anos

Amava o trabalho com a cafeicultura. Aos domingos, não dispensava a bola, o churrasco e a cerveja em família.

Edmar Maia de Azevedo Santos, 67 anos

Com seu sorriso contagiante e alegre, onde quer que estivesse fazia as pessoas rirem com suas histórias.

Edmar Teixeira de Souza, 75 anos

Em seu tempo livre, deitado na rede, conversava e ria com pessoas queridas no telefone.

Edmilson Aparecido Rinaldini, 54 anos

Em constante sintonia com a natureza, seus elementos preferidos eram o fogo e a terra.

Edmilson Correa, 67 anos

Metido a brabo, mas era só aparência. Um homem lindo e romântico.

Edmilson Ferreira de Castro, 46 anos

O largo sorriso em todas as fotografias é lembrança viva de sua alegria e leveza.

Edmilson Martins de Carvalho, 52 anos

Avô, pai e filho amoroso, tio incrível. Pessoa de luz e bom humor.

Edmilson Miguel da Silva, 47 anos

Fã de política e ex-Moço de Convés, fez morada nos portos da solidariedade, da bondade e da justiça.

Edmilton Dantas Santiago Silva, 42 anos

De criança arteira a homem da palavra de Deus: Dinho viveu uma trajetória de vida surpreendente.

Edmundo Aparecido Marques dos Santos, 53 anos

Fazia amizades com um piscar de olhos.

Edmundo Martins de Alencar, 50 anos

Pastor e herói. Uma vida de ensinamentos.

Edna Antônia de Moura Freitas, 77 anos

Vovó Nininha de pequena não tinha nada: era uma grande mulher cujo olhar transmitia amor e serenidade.

Edna Aparecida Lima de Almeida, 69 anos

Aquela que qualquer um gostaria de convidar para um cafezinho fresco e uma boa prosa.

Edna Caetano de Oliveira, 76 anos

Já olhava pra gente sorrindo.

Edna Camacho de Oliveira, 58 anos

Quando ela se divorciou, a vida recomeçou. Guerreira e incrivelmente forte.

Edna Ferreira Maciel, 45 anos

Hoje ela dorme na Lua, como sempre sonhou e certamente já deve ter feito amizade com toda a legião de anjos do céu.

Edna Regina Ramadan, 62 anos

Dona de um carisma e de um sorriso inesquecíveis, partiu agora em sua viagem aos Céus.

Ednaldo de Oliveira Lima, 55 anos

Era agricultor e vivia da terra. Gostava de reunir a família e os amigos no sítio para um bom churrasco.

Ednaldo Guedes da Silva, 47 anos

Um grande sonhador que batalhou para conquistar seus objetivos. Dono da voz que conquistou toda uma cidade.

Ednalva da Cruz Silva, 59 anos

Nalvinha foi uma baiana daquelas que mesmo saindo da Bahia, a carregava no corpo, no gingado e na alma.

Ednalva Moreira Bezerra, 55 anos

Amou grandemente a neta Alice, seu "doce mel".

Ednardo Uchoa Costa, 73 anos

Médico que servia a população com simplicidade e cuidado.

Edney Coelho Mar, 72 anos

Foi um trabalhador incansável, exemplo de honestidade e generosidade.

Ednilson dos Santos Escobar, 59 anos

Un ragazzo paulistano que multiplicava suas paixões entre a Itália e as filhas.

Edny de Fátima Espínola Leal, 63 anos

Amava a arte, o mar, as flores e enxergava a vida como uma grande celebração.

Edsneider Rocha Pires de Souza, 42 anos

Foi bom amigo e um médico dedicado à sua missão, cumprida com amor, carinho e respeito a todos.

Edsom Freitas da Paixão, 86 anos

"Glória a Deus por tudo!" Ele dizia sempre, até na hora de espirrar.

Edson Agostinho Cassemiro, 64 anos

Sempre falava para andar no caminho do bem.

Edson Bunemer, 85 anos

Seu último afago foi pedir notícias do futebol.

Edson Eduardo Gonzaga, 59 anos

Amante da gastronomia e da vida.

Edson Ferreira, 65 anos

Sempre alegre, estendia a mão a quem precisasse dela.

Edson Francisco da Silva, 45 anos

Mesmo doente, tentava tranquilizar os colegas, enfermeiros como ele. Deixou saudade.

Edson Galdino dos Santos, 56 anos

"Seja forte", era o que ele nos pedia.

Edson Gonçalves de Araújo, 78 anos

Um homem iluminado e de caráter irreparável. Avô que amava a família e era louco pelos almoços de domingo.

Edson José Cavalcante Maranhão, 80 anos

Ele sempre recebia as visitas com quitutes. Depois, mostrava orgulhoso as suas plantas.

Edson Lyrio Ruy, 86 anos

Para ele, a vida era melhor vivida com um belo sorriso e um bom sorvete.

Edson Sá de Alencar, 67 anos

Conhecido por sua generosidade e amor imensurável pela família.

Edson Sousa Branch, 52 anos

Era a própria alegria. Chegava e ninguém ficava triste.

Edson Viana dos Santos, 46 anos

Grande companheiro, militante de causas sociais e de enorme coração.

Edson Wander Alves Muniz, 48 anos

Não sabia dizer não para ninguém.

Edu Alves Pires Filho, 63 anos

De poucos sorrisos e de coração enorme, lutou até o fim.

Eduard Adolf Maier, 69 anos

Pai honesto e lutador que conseguiu amenizar suas ausências com amorosidade.

Eduardo Albarella, 80 anos

Corajosa, foi pioneira de uma arte linda, transgressora para sua época.

Eduardo Alfredo Pimentel da Silva, 52 anos

Amante das artes e roqueiro de carteirinha. Um ser notável, que emanava alegria por onde passava.

Eduardo Araújo Cardoso, 70 anos

Tamanho mensurável em altura, porém, imensurável em doçura, gentileza e justiça.

Eduardo Arroyo Puga, 75 anos

Homem com alma de menino, Nino se tornou um forte elo de união em sua família.

Eduardo Augusto, 47 anos

A felicidade que Dudu emanava era contagiante.

Eduardo Augusto Rodrigues de Sousa, 83 anos

O português que conhecia todas as ruas do Rio de Janeiro e era apaixonado pelo Vasco.

Eduardo Barbosa da Silva, 66 anos

Ele finalmente realizou seu sonho de voltar para Marajó, e foi mais cedo se encontrar com a mãe, dona Maria.

Eduardo Caminada Junior, 49 anos

Fez da conscientização da epilepsia sua grande luta, com amor, alegria e um desprendimento admirável.

Eduardo da Silva Porto, 57 anos

Um homem correto, calado e muito trabalhador.

Eduardo de Ferraz, 58 anos

Uma pessoa alegre e extrovertida que animava todas as pessoas ao seu redor.

Eduardo de Souza, 70 anos

Trabalhador desde muito cedo, dedicou-se integralmente à família, que adorava ver reunida para almoçar.

Eduardo Dias da Silva, 72 anos

Se a vida é uma arte, a dele foi uma galeria inteira!

Eduardo Ermida Filho, 73 anos

Os natais não serão mais os mesmos sem o primoroso trabalho de Dadinho do Presépio.

Eduardo Fakiani Macatti, 45 anos

Era pura bondade, humildade e dedicação à família, aos pacientes e à Medicina.

Eduardo Fernandes de Macedo, 66 anos

Fã incondicional de Roberto Carlos, sabia o nome de todas as músicas e dizia que era preciso ouvi-las com o coração.

Eduardo Gabriel do Couto, 86 anos

Um avô para ficar na saudade. Era a força que levantava a família nos momentos de incerteza e de vulnerabilidade.

Eduardo Gonzales Filho, 64 anos

Esteve presente em todos os melhores momentos da vida do filho: eram melhores amigos.

Eduardo José Gico Lima, 49 anos

"Vamos em frente que a vida segue com Deus", dizia ele.

Eduardo José Moura do Mar, 32 anos

Torcedor roxo do Paysandu e louco pelo filho.

Eduardo Luciano Novato, 36 anos

Dudu Show encantava todos com sua linda voz, irreverência e sorriso fácil.

Eduardo Marcelo Carneiro Araújo, 33 anos

Um verdadeiro craque na arte de driblar os obstáculos da vida, sempre com sorriso largo e peito aberto.

Eduardo Marques de Lima, 41 anos

Com certeza vão se divertir com ele que já chegou "do outro lado" cantando: "Seu pretinho chegou!"

Eduardo Nunes da Silva, 38 anos

Enfermeiro dedicado e engraçado, era dono do sorriso mais iluminado e encantador.

Eduardo Orlando das Neves, 73 anos

Dono do bigode que mudava de cor quando tomava açaí.

Eduardo Ramos Filho, 60 anos

Na cozinha e na alegria ele foi um mestre.

Eduardo Roberto Monteiro, 46 anos

Um pescador de sorrisos que amava rock das antigas.

Eduardo Rodrigues de Mesquita, 79 anos

O inspirado professor cearense que escrevia poemas até em guardanapos.

Eduardo Theodoro Ayala, 84 anos

Um homem extremamente inteligente, que declamava poemas em latim, em meio a lágrimas.

Eduardo Tseremey’wa Örebewe, 90 anos

Cacique Eduardo Xavante - Um líder que sempre defendia os mais fracos.

Eduardo Vicente Bais, 60 anos

Fanático pelo Corinthians, era o tiozão do churrasco!

Eduardo Vieira de Souza, 38 anos

Apaixonado por carros, churrasco e refrigerante, foi o herói do único filho, que herdou as mesmas paixões.

Edvaldo Barbosa da Fonseca, 67 anos

Sua marca registrada era a alegria, quando chegava em algum lugar era impossível que não o notassem.

Edvaldo Cardoso Costa, 68 anos

Alegre e de coração bondoso, sempre ajudava quem precisava.

Edvaldo Correia Ferro, 66 anos

Gostava de apelidar os mais próximos; ensinou os netos a contar e tinha uma relação especial com Alazão, seu cavalo.

Edvaldo de Lima Rodrigues, 63 anos

O melhor pai do mundo que tinha duas paixões, o Vasco e caminhões.

Edvaldo Dodorico, 50 anos

Um homem alegre e bondoso que amava ouvir músicas antigas e experimentar novos sabores.

Edvaldo José da Silva, 56 anos

Todas as manhãs, antes de ir para o trabalho, tinha o costume de ligar a TV para acompanhar as notícias.

Edvaldo Pereira da Silva, 70 anos

Taxista e dono de uma risada marota, conhecia cada canto da cidade como se fosse seu bairro.

Edvaldo Vilas Boas, 56 anos

Como todo baiano, gostava de ouvir samba, o bom e velho samba da Bahia.

Edvan José Sobrinho, 44 anos

Adorava um churrasco e uma coca gelada. Sua alegria era estar com quem amava.

Edvania Marinho da Silva, 50 anos

"Sê como Maria... Um sinal de Deus no mundo!"

Edvanilton Ramos de Oliveira, 42 anos

O melhor feirante, o filho que nunca deixou faltar pão de queijo a sua mãe, espalhava alegria em alto e bom som.

Edvanio Lima Moreira, 52 anos

Um chefe de segurança incansável, admirado por todos os colegas de trabalho.

Edvar Alírio Pachêco Alcoforado Junior, 37 anos

Um cara de luz própria.

Edward Siqueira da Silva, 88 anos

Orgulhava-se de ter dado aos filhos o que ele não teve: formação universitária.

Edwiges Sozo Marreira, 92 anos

A avó que cozinhava com amor e nutria um carinho incomparável pela família.

Edwilton de Oliveira Leite, 29 anos

Um amado anjo que só queria prestar sua valiosa ajuda e curtir suas paixões. Um sorriso de luz que fará falta.

Edy Fetter Georg, 92 anos

Leitora voraz, cozinheira dedicada e cidadã solidária.

Efigênia de Paula Mariano, 63 anos

Amava demais e era uma mãe para todos que estivessem ao seu redor.

Efigênia Ferreira de Souza, 81 anos

Mãe protetora e dedicada, optou por uma família numerosa para distribuir todo o amor que guardava no peito.

Efigênia Quintino dos Santos, 71 anos

Uma mulher forte, generosa e caridosa. Habilidosa na arte do crochê, da pintura e do amor.

Efigênia Raquel Gonçalves Crispim, 57 anos

Era o "pintassilgo" da família, cheia de exuberância, energia e entusiasmo para viver a vida.

Efraim Ferreira da Silva, 81 anos

Paciente e otimista, queria viver até os 105 anos.

Efraim José Sant’Anna, 66 anos

Adorava sentar-se na sua cadeira para tomar um solzinho de manhã ou reparar nas "modas".

Egídio Baltazar Costa, 71 anos

"Tudo sob controle" e "Vamo que vamo", dizia ele. E assim vivia, um dia de cada vez.

Egilvan Maciel de Oliveira, 46 anos

Adorava forró, dançava e dizia: "É pra acabar!".

Ehud Soldera, 63 anos

Um homem temente a Deus, trabalhador, honesto, humilde, que viveu em prol da família.

Eitor Miguel da Silva, 57 anos

Muito cuidadoso com sua família, um pai amigo e acolhedor.

Ejeciano Cicero Serafim, 65 anos

Aquele que sempre gostou de tudo calculado, fez do grande amor da sua vida o melhor de seus planos

Eladio Pérez-Gonzáles, 94 anos

Notável barítono, professor de técnica vocal e interpretação. Um paraguaio que se dedicou à música brasileira.

Elaine Aparecida Leite Silva de Jesus, 48 anos

Nela cabiam todos os paradoxos, pois era ela mesma quem criava o seu mundo. Uma guerreira que transmitia paz.

Elaine da Silva Quirino, 50 anos

Uma mulher guerreira, que enfrentou as batalhas da vida sem nunca perder a alegria.

Elba Wanderley Chaves, 70 anos

Era irreverente e adorava uma piada. Acolhia todos com seu amor materno.

Elcio Candido Moreira, 61 anos

O melhor e mais sorridente mestre de obras, que amava operar uma empilhadeira.

Elcio Hayashida, 72 anos

Tinha o poder de transformar qualquer reunião de família em festa.

Elcy da Paixão Ferreira Chagas, 81 anos

Docilidade, serenidade, pureza - algumas das muitas virtudes desta que foi exemplo de matriarcado.

Elenilson Goes Galvão, 64 anos

Em seu peito vibravam duas paixões: a família e o Flamengo.

Elenilson Santos Vianna, 46 anos

Revivia a infância ao lembra os momentos que viveu.

Elenita Maria Pinheiro Fonseca, 76 anos

Seu mantra era a palavra "servir"; sabia o segredo do mundo quando sorria felicidade, bem-viver e perfeição.

Eleusina Guerreiro Sandes, 87 anos

Viveu alegremente: amou, viajou e soube aproveitar cada momento pelo simples fato de estar viva.

Eli Ferreira Rocha, 50 anos

O sorriso, os olhos e o abraço que eram um porto seguro para a filha.

Elíada Monteiro de Albuquerque, 54 anos

Ela deixava de fazer para si mesma, para fazer pelas outras pessoas.

Eliana do Carmo Meira Lima, 63 anos

Mostrou como se deve viver: com leveza e felicidade!

Eliana do Rocio Barbosa Lima, 63 anos

Sonhadora, tinha dentro de si uma energia maravilhosa e retribuía com gentilezas o carinho que recebia.

Eliana Marques Santos da Silva, 63 anos

Sempre alegre, chegava no terreiro pedindo a bênção de Exu.

Eliana Regina Campos de Souza Pereira, 73 anos

Costurou a vida com agulha, açúcar, palavras e muito afeto.

Eliana Reis, 57 anos

Fez da felicidade o seu modo de vida e fez dos amigos a sua família.

Eliana Santiago, 63 anos

Muito amorosa com as pessoas, em especial com a família.

Eliane Alves Barreto, 58 anos

Desfrutava dos pequenos prazeres, tornando-os grandes. Curtia inteiramente a vida, tornando-a plena.

Eliane Cristina Corrêa, 48 anos

Atleta aguerrida, tinha o dom de mostrar às mães de seus alunos o quão fortes e potentes elas também eram.

Eliane de Oliveira Lourenço, 42 anos

A organizadora oficial das festas. Se não houvesse um motivo para comemorar, logo ela inventava um.

Eliane Ferreira de Sá, 62 anos

Generosa, nunca negou ajuda a ninguém. Era muito querida e admirada por todos.

Eliane Maria de Lucena Alves, 50 anos

Mulher de garra e muita fé, será lembrada como heroína por sua dedicação no cuidado do próximo.

Eliane Maria de Oliveira, 66 anos

Apesar das dificuldades que apareciam pelo caminho, ela persistia na busca de sua felicidade.

Eliane Pereira de Moura, 61 anos

Viver para o próximo foi a maneira que ela encontrou de viver para si.

Eliaquim Siqueira Lima, 68 anos

Um amigo que todos gostariam de ter.

Elias Aberto Caldeira, 79 anos

Não precisava muito para rir com a mão na barriga. Apenas uma boa piada, whisky e fatias de picanha.

Elias Alves de Carvalho Filho, 63 anos

Um vascaíno apaixonado que tinha a engraçada mania de colocar apelido nas pessoas especiais.

Elias Barrozo da Silva, 66 anos

Adorava viver e se divertir. Tinha um sorriso maior que si.

Elias Batista Santana, 61 anos

Não faltavam alegria, piadas e sorrisos nos divertidos e saborosos encontros da família Santana.

Elias Camara, 70 anos

Paciente e um excelente conselheiro. Adorava comer um docinho e estar com a sua família.

Elias Farão Neto, 64 anos

O filhão da Mama Ivone! Apaixonado pelo Palmeiras e pela Rosas de Ouro.

Elias Fernandes Jales Neto, 58 anos

Neto da Panelada, inesquecível pela suas comidas e pela simpatia.

Elias José da Silva, 69 anos

Uma pessoa alegre e sempre disposta a estender as mãos para o próximo.

Elias Macário, 44 anos

Suas palmas eram ouvidas a quilômetros de distância.

Elias Monte de Lima, 67 anos

Um amigo para todas as horas. "Com a saúde e a vida ninguém pode brincar”, foi tema de um dos seus últimos culto.

Elias Neres dos Santos, 69 anos

Espalhava alegria e amor, principalmente aos amados netos.

Elias Paes de Camargo, 66 anos

Ele era especial em tudo. A pessoa mais generosa deste mundo, com um coração que não cabia dentro dele.

Elias Salomão da Silva, 51 anos

Com seu coração enorme e seu ombro amigo, soube cativar todos ao redor.

Elias Santos Sales, 88 anos

Sentado na cadeira de balanço verde, Vô Biu tomava café, ouvia rádio e se divertia vendo novelas infantis.

Élida Maria dos Santos Pereira, 66 anos

Conhecida como "nossa enfermeira" no bairro em que morava, sua própria casa tornava-se local de atendimento.

Elienai Júlia da Silva, 64 anos

"Tá ruim agora, mas mês que vem melhora", dizia ela.

Eliezer Araújo Moraes, 55 anos

"Coloca uma música do Fagner pra mim", era o que ele sempre pedia.

Elina Wanderley da Silva, 58 anos

Combateu o bom combate, acabou a carreira e guardou a fé.

Elinaldo Bispo dos Santos, 47 anos

“Comigo não perde nada”, dizia ele quando tudo estava bem.

Elinaldo Souza da Silva, 48 anos

Ele tinha prazer em fazer a diferença na vida dos outros.

Elio da Silva Lima, 68 anos

Conhecido por seu sorrisão pela força de viver.

Élio Guedes Dias, 53 anos

Não podia ver uma bola que na mesma hora saía mostrando seu talento no futebol.

Elionaldo Bezerra de Lima, 46 anos

Teve o amor como guia em sua carreira como enfermeiro.

Elionaldo Guedes, 68 anos

Conhecia o Rio de Janeiro como ninguém, e era a alegria em pessoa.

Elioneide Paulino de Souza, 67 anos

Ela, que amava viagens, está agora na maior jornada da sua existência.

Elis Mara Dantas Lima, 47 anos

Mulher das coloridas festas do Maranhão. Teceu a vida como quem prepara uma fantasia do Bumba meu boi.

Elis Regina Firbida, 50 anos

Tinha muita alegria de viver, era generosa e amava suas gatas.

Elisa da Silva Coimbra, 65 anos

Sempre de bem com a vida, ajudava a quem podia e nunca guardava mágoas. Era um anjo disfarçado entre nós.

Elisa Inês da Silva, 73 anos

Na escola em que trabalhava, o cheirinho de sua comida acolhedora guiava as crianças para um delicioso abraço.

Elisabete Araújo da Silva, 62 anos

Sua maior paixão era fazer as pessoas sorrirem.

Elisabete Barbosa Lopes, 50 anos

O sol na vida da família, que tinha o grande sonho de ter uma casa amarela em Guararema.

Elisabete da Costa Silva, 65 anos

Amava pintar e reunir todos ao redor da mesa num sábado à tarde, com cafezinho e muito amor.

Elisabete dos Santos da Silva, 49 anos

A professora que amava se expressar com dedos em “V” e fez, da mediação em ambiente escolar, um gesto criador.

Elisabete Marques Sanches, 70 anos

Coração imenso de mãe, alma inquieta que amou todas as artes. Anjo que, em vez de asas, tinha pés dançarinos.

Elisabeth Catarina Minetto Schwingel, 62 anos

Repleta de amor ao próximo, entregou ao mundo o seu melhor, tendo como alicerce a fé em Deus.

Elisabeth da Silva Colonese, 76 anos

Exemplo de cuidado e de entrega para com a família, carregava consigo a coragem como escudo e a determinação como argumento.

Elisangela Duarte dos Santos, 44 anos

Dedicada a salvar vidas, era a única mulher motorista de ambulância na cidade de Tianguá.

Elisângela Pereira Soares Pacher, 43 anos

Batalhadora e bem humorada, estava sempre arrancando algum sorriso por aí.

Elisangela Rosa Vicente, 41 anos

Conhecia, como poucos, o valor da família e dos amigos. E deixava que eles soubessem disso.

Elisete Cristina Ferreira Catto, 46 anos

Era tão exigente que não gostava de comer fora, pois, se não conhecia a cozinheira, era melhor deixar pra lá.

Eliseu Antonio Fernandes, 72 anos

Dono de uma risada irresistível e uma paixão sem fim pelas netas.

Elisio Cláudio Bispo, 92 anos

Um homem simples e espetacular de um coração puro de amor com todos.

Elisio Silva Costa, 59 anos

Era um homem extraordinário, marcado por muitas virtudes. Íntegro e honesto, estava sempre disposto a ajudar o próximo.

Elismar Almeida Amador, 60 anos

O amigo dos amigos.

Elismar dos Santos Soares, 59 anos

“Tem que agir para vida!”, dizia sempre. Para ela, era uma obrigação estar sempre a postos.

Eliude Maria das Chagas, 66 anos

Foi professora em sala de aula e também na vida, compartilhando seus ensinamentos.

Elivaldo Almeida Soares, 58 anos

Elivaldo era a boa notícia que todo mundo queria receber.

Elizabete Apinagés de Souza, 67 anos

Ninguém que dela se aproximasse triste ou com problemas, saía sem ajuda.

Elizabete Duarte Coelho Pereira, 51 anos

Fã do Raça Negra, seu prazer era curtir a vida.

Elizabeth Azevedo da Silva Govinho, 65 anos

Com sua risada alta e seu jeito espontâneo, todos se encantavam com Bebete.

Elizabeth Barbosa, 56 anos

Cozinheira de mão cheia, preparava tudo com muito amor. Gostava de cerveja sem álcool e amava o mar.

Elizabeth Castro dos Anjos, 56 anos

Um anjo em forma de mulher, que se transformava numa leoa para defender as filhas e a família.

Elizabeth Cintra, 64 anos

Uma médica que nunca fugiu de suas responsabilidades, exerceu sua profissão até seus últimos momentos.

Elizabeth de Oliveira Mercês Pineres, 72 anos

Devota dos netos, fazia todas as suas vontades.

Elizabeth do Rosário Vieira, 66 anos

Sua humildade é algo marcante e profundo na jornada. A artista.

Elizabeth dos Santos Oliveira, 62 anos

Intensa, Beth vivia a vida com todas as cores e tons.

Elizabeth Maria Loureiro Gil, 75 anos

Querida por tantos, Bebeth gostava de lembrar e contar histórias de família. Mãe e avó amorosa e sempre presente.

Elizabeth Rocha, 54 anos

Dona de cabelos impecáveis e da risada mais gostosa do mundo.

Elizaldo Ferreira Pimenta, 75 anos

Com sua alegria, fazia piada de si próprio e dos outros.

Elizete Coelho Pereira, 54 anos

Em seu sorriso encantador era possível ver a personificação da alegria.

Elizeu Corrêa Bueno, 66 anos

Sempre sorridente, dava bons conselhos e tinha fé em Deus.

Elizeu de Oliveira, 75 anos

Talento, dedicação e amor não lhe faltavam. E todos reconheciam isso nele.

Eliziário Benedito de Souza, 70 anos

Sua missão foi espalhar sementes de puro amor por onde passasse.

Elma Dias, 67 anos

Dona de um coração imenso, era como uma leoa para a família inteira.

Elói Borges de Lima, 59 anos

Mestre na arte da simpatia e do bom humor, ensinou mais do que português, inglês e informática. Ensinou sobre a vida.

Eloi de Lima Alves, 81 anos

Usava muitos anéis e pulseiras; há até uma foto dela ostentando um dente de ouro emoldurando seu sorriso.

Eloíde Duarte da Silva, 63 anos

Uma vida dedicada à Educação e ao amor pelo próximo.

Eloy Fiebig, 75 anos

Ativa e participativa, deixa lição de vida comunitária.

Elson Aparecido Soares Rodrigues, 27 anos

Companheiro de vida, marido, amante e pai. Seu amor era sentido através dos mais simples gestos.

Elson do Prado, 73 anos

Fez com que os domingos fossem sinônimos de união, paz e aconchego.

Elson Ricardo Barbosa da Silva, 66 anos

Muito dedicado à família e aos amigos, sua maior qualidade era a generosidade.

Elvio Santos Macena, 48 anos

Para muitos, apenas Elvio. Para sua esposa, Mozinho.

Elvira Martucci Alves, 84 anos

Seu sorriso fácil combinava com o aroma dos bolinhos de açúcar e canela que preparava, recheados de carinho.

Ely da Paixão Ferreira de Sousa, 79 anos

Seu conhecimento da vida era tão grande quando sua força, sua alegria e o amor que distribuía em abundância.

Ely de Moraes Loureiro, 88 anos

Era a matriarca da família e queria ter uma vaquinha pra chamar de sua.

Ely Marcelo Costa da Silva, 38 anos

Acordava alegre, transbordando amor. Ele gostava de levar o café da manhã na cama para toda a família.

Elza Aparecida Simões, 70 anos

Uma mulher sonhadora, que via beleza e possibilidade em todos os caminhos da vida.

Elza Chaves Martins, 91 anos

Cuidou das irmãs pequenas, sempre acolheu quem tivesse fome e deve estar, agora, tomando um cafezinho no céu.

Elza Constança dos Santos, 91 anos

Participou ativamente da criação da Comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

Elza Maria Alves Gomes, 66 anos

Tinha a sensibilidade de prever o futuro, mas mirava mesmo era no tempo presente, com os olhos do coração.

Elza Maria Martins dos Reis, 65 anos

Carioca raiz, feliz, com certo ar de loucura saudável, assim era Elzinha, a amante dos animais.

Elza Maria Torres da Silva, 61 anos

Apelidada de "florzinha do cafezinho", era feito semente forte, dona de uma felicidade enorme diante da vida.

Elza Naldi Magro, 85 anos

Mãe, vó, sogra e bisa. Geniosa, mas de um coração enorme.

Elza Raimunda da Silva, 78 anos

Guerreira, mulher de fé que orava por todos e amava uma mesa farta com toda a família reunida.

Elza Ramalhete, 63 anos

Floresceu por toda a vida com garra e fé, fazendo da sua existência um perfume de amor e sabor para todos.

Elza Santana Caitano, 62 anos

Sempre disposta a ajudar, tinha mãos de fada e era uma grande empreiteira em sua casa.

Elza Souza Santos, 90 anos

Generosidade era seu nome do meio.

Elzevir Ferreira dos Santos, 76 anos

Um aposentado de coração lindo e cheio de histórias pra contar.

Elzo Kerson Ravanelli, 59 anos

Dividia seu coração entre o Londrina Esporte Clube e a doce Luiza.

Emanoel Fernandes Gomes, 71 anos

"Servir e proteger" era seu lema de vida.

Emanuel dos Santos Nascimento, 67 anos

Tinha o engraçado costume de cochilar enquanto as pessoas conversavam.

Emanuel Ivan Pinto Pereira Junior, 44 anos

Solucionava problemas e dúvidas como ninguém... Era a ferramenta de busca dos amigos.

Emerson Bastos, 47 anos

Um homem de coração gigante e cheio de amor pela filha, pelos amigos, pela família e pelo Flamengo.

Emerson da Costa Coelho, 76 anos

O moto-contínuo.

Emerson da Costa Santos, 28 anos

Personal trainer da alegria, sabia fazer rir e sorrir como ninguém.

Emerson dos Santos Machado, 45 anos

Os sentimentos que não conseguia expressar em palavras, demonstrava com sua generosidade, alegria e união.

Emerson Gonçalves Ribeiro, 47 anos

Onde ele estava, a alegria e a música entravam junto.

Emerson Henrique Ferreira da Silva, 48 anos

Feirante, Jarrão vivia tranquilo, não gostava de pressa.

Emerson Nascimento, 46 anos

Um eterno viajante e trabalhador incansável.

Emerson Urbano, 48 anos

Fã de futebol e são-paulino, quando ouve-se o nome do time lembra-se dele na hora.

Emery Jussier Costa, 74 anos

Certamente continuará sendo um admirado comunicador no céu.

Emídio Fideles da Rocha, 47 anos

Um homem que foi menino até seu último dia: um filósofo, um matemático, um cozinheiro, um guerreiro...

Emídio Leite de Vasconcelos, 54 anos

De chinelo de couro e bermuda folgada, guerreava à sua moda.

Emília dos Reis, 85 anos

Ativa nas redes sociais, sua missão sempre foi ensinar.

Emivaldo Soares Martins, 63 anos

Carismático, humilde, trabalhador e, acima de tudo, humano. Um médico que exerceu a profissão por amor.

Emma Leite Magalhães, 84 anos

Uma mulher que rodou o mundo colecionando amigos e cumprindo suas missões, sempre com muito amor.

Emma Scatolin Cuccavia, 94 anos

Carinhosa, risonha, alegre e sempre de bem com a vida.

Emmanuel de Azevedo Ribeiro, 90 anos

Um homem forte, justo e vitorioso.

Enedina da Silva Karitiana, 86 anos

Contava histórias para ensinar a cultura de seu povo e cantava para afastar doenças.

Enezia Ferreira da Silva, 80 anos

Era tão querida que sua casa estava sempre cheia. Formou uma grande família e fez amigos por onde passou.

Eni Cardoso Sartarello, 63 anos

Um coração gigante que abraçava todos com um carinho especial.

Eni de Oliveira Carvalho, 84 anos

Uma mineira de fé, cheia de vida e com mãos de amor.

Eni Sartarello, 63 anos

Amor sem igual pelo filho.

Enio José Pereira, 75 anos

Não era apenas o "vô do banco da praça". Era também um genuíno gaiteiro dos pampas gaúchos.

Enio Mendes Junior, 59 anos

Um cavalheiro que vivia rindo e amava cafuné. Era a pessoa mais amorosa do mundo.

Enival Soares da Silva, 69 anos

Seu princípio era a caridade. E isso significava entregar até as roupas do corpo, se preciso fosse, fato que aconteceu mais de uma vez em sua vida.

Ennio Lamoglia Possebon, 73 anos

Homem das cores e das formas. A arte estava presente em tudo que fazia.

Enoc Muniz Duarte, 74 anos

Enoc era mágico! Agradava a gregos e troianos sem perder sua autenticidade.

Eny da Silva Simões, 81 anos

Mãe, mineira, meiga e feliz. Adorava dançar.

Eny Werneck Aguiar, 84 anos

Vovó Nini gostava de jogar cartas e mandar beijos por videochamada.

Epaminondas Augusto Marinho, 80 anos

O pai de 10 filhos que amava reunir a família para um churrasco.

Eraldo Batista de Amorim, 73 anos

Tratava todas as pessoas como colegas, mesmo sem conhecê-las.

Eraldo José Fontes, 61 anos

Gostava de compor poemas e músicas. Adorava presentear e fez da sua vida uma entrega à família.

Erasmo Gomes de Souza, 96 anos

Foi um exemplo de singeleza e humildade.

Erastotenes Barbosa de Souza, 95 anos

O dono de bar mais cativante de Valparaíso que fazia contas "de cabeça" sem errar e não vivia sem um bom forró.

Ercílio Pereira dos Santos, 65 anos

O colecionador de amigos, que estava sempre à disposição para ajudar, dividia tudo o que tinha nas mãos.

Eric Barros Martins, 42 anos

Adorava fazer pão para comer com um cafezinho.

Érica Feijó da Silva, 35 anos

Dona de um coração imenso, era a própria alegria de viver e amava a família incondicionalmente.

Erica Luzia de Carvalho Gomes, 81 anos

No coração de vó, sempre cabe mais um.

Erich Grossert, 78 anos

Funileiro detalhista, ninguém organizava melhor que ele as ferramentas.

Erieldo de Albuquerque Autran, 83 anos

Era a força que todos querem ter, o amor que preenche o coração e a fé que transborda os sentidos.

Erika Ferreira Elias, 39 anos

O Teatro era sua vida, o palco era sua casa e a arte, sempre foi seu idioma.

Erika Regina Leandro dos Santos, 39 anos

A melhor amiga de infância de qualquer um em cinco minutos.

Erinaldo Santos Carvalho, 30 anos

Com um coração tão grande quanto ele, dedicou a vida para doar amor, generosidade e alegria.

Erivaldo Braz, 51 anos

Conhecido pela bondade, Ceará sempre perguntava aos filhos: "Tá precisando de alguma coisa?"

Erivaldo Cantanhede, 62 anos

Uma cara de bravo que escondia um coração imenso.

Erivaldo Henrique de Oliveira, 69 anos

Um herói que tinha o poder de sorrir para a vida em qualquer circunstância.

Erivaldo Lopes dos Santos, 49 anos

"Deus é mais" era o seu lema para enfrentar a rotina diária.

Erivan Pinto Pereira, 41 anos

Conhecido pela sua risada singular e pela vaidade com seus cabelos.

Erlim de Andrade, 68 anos

Família, amigos e futebol: as três paixões do amado Caju.

Erminia Martins da Costa, 83 anos

Bondosa que só ela. Não se esquecia nunca de ajudar o próximo.

Ernando Corrêa Meireles, 72 anos

Sua felicidade era passar bons momentos com os filhos e netos.

Ernane Avelar Fonseca, 65 anos

Falava tudo com um grande sorriso no rosto.

Ernesta Maria Linhares Barbosa, 92 anos

Ernesta, Maria, devota: viveu e viu milagres.

Ernesto Antônio Barbosa, 89 anos

Sinônimo de garra e otimismo, ele era o Super-Homem da família. Sempre pronto para resolver qualquer problema.

Ernesto Biagolini, 92 anos

Até os bichinhos sentiam o amor dele.

Ernesto Carrara Junior, 72 anos

Grande em tudo o que fazia na vida familiar e profissional, gostava de celebrar a vida cercado de amor.

Ernesto Cozer Filho, 68 anos

Um homem alegre, sensível, divertido e... esquecido! Ah, mas nunca esqueceu de amar, e muito, a sua família.

Ernesto Rodrigues, 82 anos

Um vovô grato a Deus, amoroso, metódico e brincalhão, que amava jogar videogame.

Erondina da Silva Reis, 66 anos

Uma mãe que lutou com amor para criar os filhos.

Eroni Ferreira Boeira, 81 anos

Equilibrava firmeza com doçura, guardava no coração a certeza de que todas as pessoas podem evoluir por meio do amor.

Eronides Ferreira da Cunha, 66 anos

Escolheu a profissão que forma todas as outras profissões, e era muito feliz fazendo o que amava.

Eronides Ferreira de Matos Melo, 64 anos

Homem humilde e trabalhador. Era fã de Roberto Carlos e torcedor da Lusa.

Eronildo Caetano de Oliveira, 65 anos

"Minhas netas são os orgulhos da minha vida!"

Eronildo José dos Reis, 67 anos

Levava café com leite na cama para os filhos, aventurava-se como gato no telhado e divertia-se gritando “buh”.

Eros Brancatti Augusto, 79 anos

Cumpriu com todos os compromissos e honrou sua palavra, até o fim.

Eschyle Julia dos Santos Miranda, 18 anos

Uma jovem sonhadora, que tinha "cheiro" de Jesus e encantava todos com sua doçura.

Esdras Cunha Costa, 39 anos

Vivia rodeado de amigos e não dispensava uma festa.

Esmeralda Brandão de Andrade, 64 anos

No seu último aniversário, virou sensação nas redes sociais.

Esmeralda de Oliveira Lima, 67 anos

Esmeralda realizou o seu maior sonho: ser mãe. Teve uma vida feliz e completa, regada de muito amor.

Esmeria Regina Espindola de Freitas, 62 anos

Uma mulher marcante.

Esmilinda Maria Fiorino, 80 anos

Alegre, amorosa e otimista! A eterna Linda.

Estela Rodrigues Correia, 51 anos

Todos os dias acordava sorrindo para seu filho, orgulhosa de tê-lo visto se formar.

Estelino da Silva Moraes, 69 anos

Divertido e imitador, fazia todos rirem na sua lanchonete, onde o Papão reinava. No gol, o grito vinha de lá.

Ester Lemos Santos, 64 anos

Apaixonada por ensinar e cuidar, ela representa todas as professoras, esposas, mães, irmãs, avós e servas de Deus.

Ester Martins de Almeida, 87 anos

Ela sempre foi uma mulher forte e guerreira.

Ester Palacio de Melo Figueirêdo, 80 anos

Os sobrinhos a consideravam como uma segunda mãe, mãe escolhida, mãe de coração.

Estevão Araújo Sousa, 82 anos

Era o 'Ceará' no Sul e o 'Gaúcho' no Nordeste, por onde passava levava a família e sua alegria.

Esther Godoy Penna, 97 anos

Leitora voraz de biografias, dizia: "somos todos iguais, mesmas dores e alegrias".

Esther Melo da Silva, 67 anos

Estherzinha dançava até onde os joelhos permitiam.

Esvandir Teixeira, 72 anos

Um especialista no corpo humano, assistente na formação daqueles que salvam vidas.

Etelvina Aparecida Neves dos Santos de Melo, 57 anos

Dona Tetel foi uma mulher firme na criação dos filhos e fazia questão de espalhar o bem pela Terra.

Etelvina Maria da Silva Matos, 68 anos

"Ela foi porque Deus permitiu”.

Etelvino Ernesto Mezzomo, 64 anos

Homem calmo e humilde, preferia perder a ter conflito com os amigos.

Euci de Araújo Claro, 77 anos

Teve uma vida difícil, mas com sua fé e força inabaláveis nunca deixou de lutar por um futuro melhor.

Euclidia Maria da Silva, 75 anos

Uma mãe sábia, companheira e amorosa, que lutou a vida toda.

Eudes Ludgero da Silva, 67 anos

Apaixonado por sua sorveteria, ele levou doçura pra muita gente.

Eudino Martins dos Santos, 71 anos

Pedreiro, sua principal construção foi a família.

Eugenia Souza, 71 anos

Atravessava a cidade de bicicleta saudando suas pessoas favoritas.

Eugênio Rocha de Andrade, 76 anos

Se você tivesse que escolher alguém para ser o camisa 10 do time, certamente escolheria o Rochinha.

Eulina Nascimento dos Santos, 61 anos

Era doce como seus bolos e trufas.

Eunenice José dos Santos, 61 anos

A melhor vovó que Pablo poderia ter

Eunice de Paula Souza, 78 anos

Era solidária e queria sempre ajudar, dando muitas vezes o pouco que possuía.

Eunice Farah, 77 anos

Foliã apaixonada, pulou o último carnaval no Clube do Ipiranga com filhos e netos.

Eunice Meire do Nascimento, 56 anos

Foi uma guardiã do axé dos orixás. Acolhia, como mãe, quem precisasse de colo.

Eunice Ruffini Pitta, 68 anos

Amava a vida, viajar e sair. Era alto-astral e fazia todos a sua volta se sentirem protegidos.

Eunice Silvestre, 73 anos

Sabiamente dizia que precisamos de muito pouco para viver, quem sabe um pouco de verde para olhar e só.

Eunice Teixeira de Andrade, 82 anos

Uma baiana que era uma fortaleza; o pilar e o porto seguro da grande família Andrade.

Eurides Santos Fernandes, 76 anos

Coragem também era seu nome. Exemplo de lisura, jamais baixou a cabeça por sua condição mais simples.

Eurípedes Alves Bezerra, 57 anos

Tinha o dom de ajudar e ensinar sobre a vida.

Eurípedes Ribeiro, 69 anos

Fazia piada de tudo. Onde quer que estivesse, era uma festa sempre.

Euros Bacury de Lucena, 55 anos

Euros já nasceu um guerreiro, com apenas sete meses. Tinha um jeito bruto de amar e uma alegria contagiante.

Eustáquio de Deus Ferreira, 58 anos

Colecionava apelidos e 'causos' de pescaria. Espalhava afeto. Dizia sempre: “a gente nunca perde por ser bom”.

Euza Maria Louro, 68 anos

Soube amar e ser amiga. Uma luz indo para a luz.

Euzebio Magno Lopes dos Santos, 69 anos

Contornava as dificuldades esbanjando alegria.

Euzebio Napoleão Mendonça, 72 anos

O homem do povo, que tinha como uma de suas maiores paixões cuidar e salvar vidas.

Eva Maria da Silva, 91 anos

Gostava de estar presente em seus grupos, rodeada de pessoas, levando sempre seu amor e seu sorriso.

Eva Silva de Siqueira, 76 anos

A bisavó do sotaque doce e do coração sorridente.

Evaldo de Andrade Costa, 71 anos

Ímpar na generosidade. Seu violão roubava a timidez. Seu amor pela família e amigos mostrava quem ele era.

Evaldo Santos Cavalcanti, 55 anos

O melhor tio, com um coração do tamanho do céu.

Evalmir Frazão Itapirema, 67 anos

Simples e com bom coração, o Bonitão tinha a alegria estampada no rosto.

Evandrina Rodrigues, 78 anos

Dona Nenca só gostava de tomar café se fosse coado no pano.

Evandro Birello de Lima, 42 anos

O melhor amigo de todos os amigos. Era sempre o mais alegre das festas.

Evandro Luiz Lohn, 62 anos

Acreditava que devia-se lutar até o fim para quem se deseja ser.

Evandro Pires Domingues Neto, 57 anos

Zeloso em todos os momentos, Evandro espalhava amor desde os gestos mais simples do dia a dia.

Evanice Rodrigues de Lima, 61 anos

Dona de uma personalidade radiante, adorava organizar as festas da família.

Evanyr de Oliveira Costa, 80 anos

Fez tudo para garantir um futuro melhor para família. E conseguiu.

Evardo Rosa, 84 anos

Foi e sempre será um exemplo de resistência e luta por um mundo mais justo e democrático.

Evaristo Batista, 70 anos

Sempre teve gana de conhecimento. Soube viver como poucos.

Everaldo Fernandes Alves, 68 anos

Um coração de ouro. Não existe uma pessoa que o conheceu, que não tenha um mar de coisas boas para falar...

Everaldo Garcia, 69 anos

Tico... o vovô da Helena.

Everton dos Santos Valentim, 38 anos

Pai excepcional, torcedor fanático do São Paulo e o mais apaixonado e atencioso de todos os homens do mundo.

Éverton Miranda do Nascimento, 34 anos

Torcedor do São Paulo, era rabugento só de brincadeira; na verdade, era a bondade em pessoa.

Everton Moreira Martins, 40 anos

Um homem genioso, mas de coração enorme!

Evilainy Estefany de Sá Rodrigues, 21 anos

O seu sorriso no rosto era a sua marca registrada!

Ewerton Barata Lima, 49 anos

O dono do inesquecível “Lima Conveniência”.

Expedita Alves Melo Ripardo, 78 anos

Foi amor e foi lição. Se era pra dar carinho, dava. Se era pra castigar, sabia dar uns cocorotes.

Expedito Gomes de Lima, 87 anos

Nunca desistiu ou se deixou parar pelas dificuldades, era sonhador demais para não mais tentar.

Ezequias Albino da Silva, 64 anos

Um pernambucano apaixonado pelo Corinthians.

Ezequiel de Menezes Salgado, 41 anos

Sua paixão era ver o boi-bumbá Garantido levar o prêmio em Parintins.

Ézio Dário Batista, 81 anos

Um encantador de pessoas. Amor ao próximo, trabalho árduo e dedicação à família: eram seus lemas de vida.

Fabiana Alcoforado Wanderley, 46 anos

Uma mulher forte, guerreira, alegre, sempre com um sorriso no rosto: única.

Fabiana Anastácio Nascimento, 45 anos

Sua voz era um bálsamo que curava a tristeza, fortalecia a alegria, tocava profundamente almas e corações, enquanto louvava a Deus.

Fabiana Clara, 40 anos

Em tudo ela via amor. Quando chegava, trazia consigo luz e alegria.

Fabiana Conceição Santos Cruz, 39 anos

Cantora de quadrilha e nordestina genuína, viveu a vida como quis.

Fabiana de Azevedo, 40 anos

A caçula de cinco irmãos, que fazia dos sorrisos seu ofício.

Fabiana Viel Carvalho, 37 anos

Além do sorriso no rosto, nunca lhe faltaram humildade, sonhos e coragem para as batalhas.

Fabiano Honório da Rosa, 38 anos

Deixou saudade e a lembrança da pessoa alegre que sempre foi.

Fabiano Paes Barreto, 44 anos

A sua espiritualidade e generosidade estavam sempre em evidência.

Fábio Batista Nogueira, 36 anos

Sua alegria e força de vontade para lutar pelos sonhos eram imensas. Queria estar sempre com a família.

Fábio da Conceição Araújo, 42 anos

Mais que um torcedor. Fábio, foi o maior prazer vê-lo brilhar.

Fábio de Faria, 55 anos

Bolinha era dotado de carisma e empatia, iluminava tudo ao seu redor.

Fábio Dias Menezes, 39 anos

Seu sorriso alegrava as vidas das pessoas que conviviam com ele.

Fabio dos Santos Pimenta, 35 anos

Fabio era grande, tinha quase dois metros de altura. Mas imensa mesmo, era sua paixão pelo tricolor paulista.

Fábio Ferreira da Costa, 40 anos

Todos os dias ele se ocupava de ser alegre.

Fábio Janotta Dias, 57 anos

Carismático, inteligente e sonhador. Entregava amor junto das refeições que vendia.

Fábio José Pessanha Leandro, 44 anos

Generoso e cuidadoso, foi o dindo amado das crianças e o master chef dos irmãos.

Fabio Luiz Almeida Souza, 41 anos

A alma e a essência de uma família unida, alegre e marcada pela devoção à Nossa Senhora de Nazaré.

Fabio Mesquita Machado, 85 anos

Aquele que sempre cuidou das crianças e sabia que o melhor remédio era um bom sorriso.

Fabio Moraes Brito, 37 anos

Não perdia uma boa ocasião para fazer piada e a melhor caipirinha.

Fábio Penha Guerra, 60 anos

Fã de esportes e companheiro de viagens e aventuras em família. Felicidade completa? Um mimo do Corinthians.

Fábio Porciúncula da Costa, 61 anos

Com os filhos, apreciava os bons momentos da vida; era a alegria em pessoa.

Fábio Tadeu de Alcântara Guimarães, 47 anos

Jogava videogame com os filhos e idealizou o aplicativo Monitora Covid-19. Fazia piadas e salvava vidas.

Fabrício Manoel Torres Silva, 39 anos

Um nerd antenado que adorava um churrasco.

Fabrício Ribeiro Rodrigues, 33 anos

Homem de Deus que amava estar na roça, tomar banho de rio e comer um bom frango caipira.

Fabrício Sobral Cavadas de Albuquerque, 29 anos

Apaixonado pela profissão, pela esposa e pelo filhinho Arthur, que estava prestes a chegar.

Faes Barreiros Mustafa, 69 anos

Alguém incapaz de julgar.

Fagner Castro, 38 anos

Um amante do samba. Não se desgrudava do cavaquinho.

Farley de Oliveira Curcio, 39 anos

Filho dedicado e amoroso, de uma alegria incomparável. Deixou muita saudade.

Fátima Aparecida de Oliveira Costa, 60 anos

Apaixonada por festas e reuniões de família, ser mãe e ser avó eram suas principais ocupações.

Fátima Aparecida Faria de Morais, 56 anos

Avó amorosa, religiosa e engajada. Realizou o sonho de conhecer pessoalmente o Padre Fábio de Melo.

Fátima Batista Barbosa Gomes, 67 anos

Destemida, criou os filhos praticamente sozinha. Avó, gostava de brincar com os netos e bisnetos feito criança.

Fátima da Silva Carneiro, 62 anos

"Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe", dizia ela.

Fátima do Rosário dos Santos Vieira, 64 anos

Mulher de coração extremamente bom, exemplo de fortaleza e coragem para a família.

Fátima Gregório, 58 anos

Devemos cultivar flores em nosso caminho. A colheita é certa.

Fátima Maria de Mello Affonso, 63 anos

Sempre sorridente, conseguia ver o lado bom de tudo e nunca reclamava.

Fátima Martins Moreira Cacau, 43 anos

Mulher de luta e fé, dedicou-se à missão de exercer amor ao coletivo.

Fátima Meloni, 66 anos

Fátima alto-astral.

Fátima Regina Fernandes, 66 anos

Deixou toucas e botas para doar a um asilo, foi o último gesto solidário em uma vida marcada pela bondade.

Fausta Sordi Battistella, 80 anos

Aquela que transformava tudo em arte.

Fausto Alvez Lucena Júnior, 42 anos

Churrasqueiro da família, era feliz por estar cercado dos amigos.

Felícia Albino de Sousa, 60 anos

A tia-mãe, a dona do abraço mais quentinho. A que não sabia, e nem queria, aprender a dizer não.

Feliciano Evangelista dos Santos, 72 anos

"Isso é um barato!", dizia ele. Tico Bahia jamais perdeu a admiração pelas coisas e pessoas ao seu redor.

Feliciano Parente, 60 anos

Um mestre nas aulas e na vida.

Feliciano Pires Barbosa, 68 anos

Nino era um português que se transformou num carioca.

Felicidad Salazar de Patino, 61 anos

Mulher forte, lutadora e incansável. Protegia a quem amava com muita garra.

Felicio Anfora, 86 anos

Suas maiores paixões eram a esposa e seu fusca verde.

Felipe Coutinho, 34 anos

O amigo do abraço apertado e forte, aquele que sempre arrancava sorrisos e gargalhadas de todos ao seu redor.

Felipe Marques, 39 anos

Neste universo em multiversos, a bondade reluzia no castanho de seus olhos e a alegria no riso fácil e sincero.

Felipe Pedrosa Filho, 52 anos

Foi amor, responsabilidade, paz, carinho.

Felipe Sogas, 39 anos

O Céu ganha o mais apaixonado flamenguista do clã dos Sogas.

Fernanda Caiuby Novaes Salata, 64 anos

Pintava na aquarela a imaginação dos seus filhos.

Fernanda Capelin Besla, 25 anos

Viveu muito em tão pouco tempo, pois sabia como aproveitar os momentos: com gargalhadas, jantares e viagens.

Fernanda de Brito e Silva, 60 anos

Sua alegria brilhou nos carnavais e nas vidas de quem ela amou.

Fernanda Rodrigues, 37 anos

Um furacão, com brilho no olhar e uma alegria contagiante por onde passava.

Fernanda Thaís Ferreira Araujo, 30 anos

Cheia de vida e dona de uma risada incomparável e contagiante, adorava ler e aprender.

Fernanda Torres, 37 anos

Pessoa doce, dona de um coração gigante e de um lindo sorriso, amava os animais e sonhava em ter uma menina.

Fernando Almeida da Rocha, 69 anos

Viveu sem ter a vergonha de ser feliz e enfrentou como um guerreiro as dificuldades da vida.

Fernando Antônio Queiroz Gomes, 59 anos

Era mais que um ótimo primo. Era um ser humano maravilhoso!

Fernando Antônio Rodrigues dos Santos, 69 anos

Bondoso e muito habilidoso na profissão, gostava de compartilhar seus conhecimentos.

Fernando Augusto Moreno Gurginski, 26 anos

Jovem médico que amava a profissão e a namorada. Ele vivia sua melhor fase — até pai de pet tinha se tornado.

Fernando Cesar Pereira, 62 anos

A vida continua em outra dimensão, siga em paz!

Fernando Cezar Costa Mendonça, 61 anos

Se tem uma coisa que ele nunca desperdiçou, foi a chance de contar uma piada!

Fernando Claudio Antunes Rezende, 77 anos

Aposentado, culto, leitor voraz, dedicado aos netos. Ligava diariamente para os três filhos.

Fernando da Paixão Botelho, 67 anos

Ele era uma viagem.

Fernando da Rocha Pantoja, 68 anos

Além de ser amigo de muitos, era poeta.

Fernando de Freitas, 69 anos

Seu "bom dia", no planeta da Família Freitas, era um Sol que marcava recomeços.

Fernando de Lima Pereira, 39 anos

Seu dia perfeito era: por a cerveja para gelar, a carne na grelha, uma batucada boa e chamar: "Bora família!"

Fernando dos Santos Virgilio, 36 anos

O primo dos primos. O que dizia: "Olá, família! Tem feijão aí? Traz um chocolatinho pra mim."

Fernando José de Souza Serpa, 71 anos

Do samba, da literatura, do Salgueiro, do Fluminense, da poesia... Um poeta que espalhou amor por onde passou.

Fernando José Silva Freire, 69 anos

Como o "bon vivant" que era, vivia e não tinha vergonha de ser feliz, assim como ensina a música de Gonzaguinha.

Fernando Lima Pereira, 38 anos

O Flamenguista mais feliz do mundo.

Fernando Lindermayer, 74 anos

Tinha um sorriso de paz.

Fernando Miyake, 56 anos

Fotógrafo, músico e corintiano roxo que teve a medicina como propósito de vida.

Fernando Morais de Melo, 64 anos

Amava voar. Fã do Santos FC, de leitura e de café com leite; construiu, além da casa, um legado de amor.

Fernando Nascimento, 78 anos

Amigo, gozador e um grande contador de histórias hilárias.

Fernando Rodrigues Pedreira, 76 anos

Muito amável, sabia da brevidade da vida e cuidava da alma terrena para que pudesse partir em paz.

Fernando Sampietro, 82 anos

Tem quem escreva sua vida como uma linda narrativa, na qual até o fim, sempre coube um novo conto.

Fernando Segtowick Gomes Cardoso, 78 anos

Tudo era motivo de festa para “Seu Fernando”, o segundo pai para os conhecidos.

Fernando Soares da Costa, 62 anos

Através da família sempre unida, deixou os melhores ensinamentos para seus filhos.

Fernando Yutaka Sato, 52 anos

Fernando não temia a morte, entendia sua inevitabilidade e dizia estar pronto para quando chegasse a sua hora.

Fidel Souza dos Santos, 23 anos

Estava sempre com um sorriso enorme no rosto.

Fidelcino Alves de Santana, 85 anos

Um baiano arretado, teimoso e incrível.

Filipe Roberto Conde, 40 anos

O menino que não queria crescer.

Fiorentino Di Bello, 87 anos

Juntava a família e ensinava a fazer o macarrão que ele gostava - brincando, rindo e tomando vinho.

Firmina Marques de Sousa, 97 anos

Entre partos, rezas e doces, a matriarca ensinava a valorizar o que importava.

Firmino Guimarães, 95 anos

Alegria, alto astral e simpatia em pessoa. Um coração enorme que fazia todos se apaixonarem por ele.

Firmino Rodrigues Ferreira, 51 anos

Menino brincalhão e risonho que vivia caçoando dos outros; tudo no melhor bom humor, tudo com muito amor.

Flammarion Luiz Tavares, 71 anos

Vivia para o trabalho e para a família; amava cuidar de pessoas como ninguém.

Flávia Almeida Santana Souza, 44 anos

Por onde passava, deixava uma coisinha de si.

Flávia Aparecida Francisco Negri, 41 anos

Tinha no ensino uma vocação. De voz doce e suave, dava as melhores palavras de consolo e incentivo.

Flávia Lira Fonseca, 45 anos

Tudo pra ela era motivo pra comemorar. Fazer festa era a sua alegria.

Flávia Rosane Castro de Carvalho, 46 anos

Dividia-se entre crises de riso e a preocupação com os outros.

Flávia Sirlei Ramos, 68 anos

Mulher forte e otimista. Tinha uma receita única de galinhada e um sorriso que não se apagará.

Flaviana Silva Antunes, 61 anos

“Se assim Deus permitir “ era sua frase.

Flaviano Henrique Mendes Lima, 52 anos

"E as novidades?" Se você alguma vez você ouviu isso dele, significa que ele realmente se importava com você.

Flávio Cavalcante Brasil, 54 anos

Ao encontrá-lo, não tinha quem resistisse ao seu sorriso e ao clássico: “E aí, Brasiiiiil?”

Flávio Freitas, 31 anos

Pintava a saudade de sua terra. Era feliz.

Flávio José Barreto Belo, 70 anos

Foi um pai maravilhoso, que nunca usou de violência e educou pelo diálogo; acabou virando amigo.

Flavio Montenegro Cordeiro, 73 anos

Defensor devotado da coragem.

Flavio Neves Lima, 66 anos

Ele cultivava um grande amor pela família e transformou a vida num jardim de afetos.

Flávio Prestes Loronha, 67 anos

Generoso e carinhoso, colocava a amizade na frente de tudo.

Flávio Reginaldo da Rocha, 49 anos

Pleno de luz, dono de um sorriso envolvente e de gargalhadas inesquecíveis, sempre dizia: "Sol é vida!"

Flávio Rouvier Filho, 73 anos

Era o Flamengo em pessoa e transbordava amor, com seus gestos incondicionais.

Flávio Santos Ferreira, 45 anos

Um amigo e companheiro de todas as horas. Dos churrascos em família aos jogos do Corinthians.

Flora Damião Souza, 65 anos

Costureira de mão-cheia, criou três filhas no pedal de sua máquina e era muito conhecida em sua cidade por se destacar no que fazia.

Floraci Gonçalves da Silva, 64 anos

Talento na cozinha e na arte de amar.

Florencio Nunes Neto, 52 anos

Despertava em todos o amor, a fé e a confiança em Deus.

Florentina Abreu Barros, 55 anos

Era apelidada de Bitinha, mas poderia ser Flor. Tinha cheiro de flor. Era alegre e bonita como uma.

Florentino Anzolin, 76 anos

Um homem alegre e gentil, com habilidade para cativar corações por onde passasse.

Florentino Peterli, 70 anos

Depois de quatro cirurgias cardíacas, dizia: “Cada dia é um presente”.

Florindo Elias de França, 84 anos

Um contador de histórias que acabou virando o personagem principal das histórias da neta.

Floripes Bueno de Camargo, 65 anos

Mulher independente e destemida, construiu uma linda família.

Florisano Xavier Pereira, 68 anos

Pedreiro talentoso e detalhista, era também muito fã de Roberto Carlos, que gostava de ouvir aos domingos.

Florisvaldo dos Santos Oliveira, 67 anos

A cada situação, uma palavra de encorajamento. Pois para ele tudo é possível, basta acreditar em Deus e em si mesmo.

Francelina Ferreira, 77 anos

A avó cujo superpoder era fazer a melhor polenta frita do mundo.

Franciele Hidalgo Costa, 39 anos

Era a espevitada da família. Aonde ela chegava, virava festa.

Francimar Francisco da Silva, 36 anos

Presença registrada nos encontros da família e dos amigos, "Balada" era sinônimo de alegria.

Francis Lawrence Morais de Veiga, 37 anos

Um legítimo sanfoneiro nordestino, que dava seu recado ao mundo e deixa saudade, pelas notas de sua sanfona.

Francis Nunes, 84 anos

Um apaixonado por paçoca que carregou no peito valores igualitários; sua religião era a vida e o amor por sua família.

Francisca Alcântara da Silva, 58 anos

Com voz e risada contagiantes, conquistava todos ao seu redor.

Francisca Ângelo Silva, 64 anos

Com humildade, se fez grande. Rezava para aliviar dores, angústias e desespero.

Francisca Barbosa de Souza, 72 anos

Uma mulher de fé. Dizia que se há 1% de chance, agarre-se à oportunidade.

Francisca Braga do Nascimento, 72 anos

Proporcionou aos seus a educação que não lhe foi possível.

Francisca Carneiro Vilar, 79 anos

Nenhuma dificuldade fez arrefecer o caráter da professora Quinha, nem silenciar sua boca para professar o bem.

Francisca Cionilde Andrade Carneiro, 71 anos

Para além da profissão que amava, o amor maior de Francisca era mesmo por sua família.

Francisca Cleomar dos Santos Menezes, 72 anos

Era uma mulher do povo.

Francisca das Chagas Correa, 84 anos

Orgulhosa por ser a única que sabia a receita de como fazer o melhor café do mundo.

Francisca de Assis Menezes de Farias, 70 anos

Era pura animação! Uma de suas paixões era reunir as amigas para festejar a vida.

Francisca Dutra de Souza, 66 anos

Só havia uma coisa maior que sua alegria ao ver a casa cheia de familiares e amigos: o seu coração.

Francisca Eloísa Pinheiro Marques, 83 anos

Eloísa era o sol que iluminava a vida de seus filhos e netos, hoje brilha no céu como a estrela que os protege.

Francisca Fátima Dias dos Santos, 66 anos

Transformava até seu arroz queimado em alegria.

Francisca Feitosa Lira Rodrigues, 63 anos

Sentia-se muito bem ao fazer compras. Era aquela pessoa com poder de cativar com carisma, alegria e fé.

Francisca Félix de Oliveira, 74 anos

Uma vida de rara intensidade e ousadia.

Francisca Ferreira Coelho, 71 anos

Alegre, noveleira e batalhadora incansável, estava sempre a postos para ajudar e era a faz-tudo da família.

Francisca Gomes de Oliveira, 70 anos

Uma avó brincalhona e tão dedicada, que ensinou a lição de se dar valor à família.

Francisca Iranilda Barbosa, 63 anos

Uma bióloga mineira que viveu em Goiás e manteve suas raízes na fé, no amor aos seus e no preparo de pães de queijo.

Francisca Jarina Farias, 80 anos

Ininha, como era chamada, ensinou à família o que era o amor incondicional.

Francisca Leda Paula Lima, 52 anos

Leda era sinônimo da alegria e da paz.

Francisca Luzanira Moreira, 71 anos

Vovó dos cabelos de ouro, a embalar os netos com histórias de amor e união.

Francisca Maria da Conceição Vieira, 92 anos

Contava e recontava aos netos como conheceu o amor que fez seu coração palpitar na primeira troca de olhares.

Francisca Maria Dantas Barbosa, 57 anos

Uma pessoa boa que gostava de reunir a família e preparar comidinhas diferentes.

Francisca Maria dos Santos, 73 anos

Uma mulher de luz e muita garra, que não desistiu de ser feliz.

Francisca Marilza de Lima Vasconcelos, 85 anos

No carnaval, não perdia o desfile da Beija-Flor, sua escola de samba do coração.

Francisca Moreira do Nascimento Santos, 63 anos

"Hoje ela é uma flor no jardim de Deus", homenageia a filha Vanete.

Francisca Olga Nucci de Moraes, 87 anos

"O bem se paga com o bem, e o mal também se paga com o bem". Esse foi o seu legado de amor e empatia.

Francisca Pereira da Silva, 79 anos

Tirava os netos para dançar e amava jogar sueca. Orgulhava-se de ter criado a prole praticamente sozinha.

Francisca Rodrigues de Brito, 73 anos

O pilar de sua família, dona do melhor abraço e de uma felicidade só dela. Ica era querida por todos.

Francisca Rodrigues Duarte, 74 anos

Extrovertida e dona de uma gargalhada única, Tia Neném adorava dançar forró, cozinhar, cuidar de sua família e de suas plantas.

Francisca Romana Souza Chaves, 47 anos

Determinada, corajosa, guerreira e amiga.

Francisca Rosa de Oliveira, 89 anos

Uma mulher mais que especial, uma fortaleza espiritual que trouxe à luz muitos meninos e meninas do Manaquiri.

Francisca Simone Alves, 34 anos

Amava flores e sorria com o olhar. Dona de uma alegria contagiante.

Francisca Ventura do Nascimento, 39 anos

Gostava de estar rodeada de jovens, com quem conversava como se tivessem a mesma idade.

Francisco Agamenon Maceda Oliveira, 44 anos

Carinhosamente chamado Menon. Com ele sempre tava tudo bem.

Francisco Airton da Silva Lima, 56 anos

Do Céu, torce pela vitória de seu time ao lado de outra devoção: a Virgem Maria.

Francisco Alexandre Nunes, 64 anos

Um jornalista de estilo poético, cujos maiores legados foram a bondade e a fraternidade.

Francisco Alves, 78 anos

Após sua partida, a calçada da Avenida Chanceler Edson Queiroz jamais será a mesma.

Francisco Antonio de Morais, 62 anos

Apaixonado por caminhão, fazia de tudo um pouco e levava uma vida tranquila.

Francisco Antonio Lioi, 49 anos

"Somos uma força só", repetia convicto de que uma família unida vence qualquer obstáculo e vive mais feliz.

Francisco Araújo, 67 anos

Era difícil ver este querido vascaíno parado. O Chico era raro.

Francisco Araújo de Souza, 84 anos

Com certeza deve estar construindo um cantinho bonito lá no céu.

Francisco Azevedo, 72 anos

Alguém que trabalhou e amou todos "até o tucupi."

Francisco Barbosa de Sousa, 78 anos

Levou água para muita gente por esse Ceará todo.

Francisco Bernardes, 70 anos

Um estudioso da vida que tinha por suas filhas a verdadeira paixão.

Francisco Caetano da Costa, 85 anos

Como todo bom cristão, sua preocupação maior era o bem-estar do próximo.

Francisco Calicchio Netto, 91 anos

Um homem que contava os dias para o seu aniversário.

Francisco Carlos Rangel Pereira, 67 anos

Era uma pessoa feliz que gostava muito de fazer festa com os amigos.

Francisco Carlos Soares Gomes, 45 anos

Adorava presentear a todos, mal sabia que o melhor presente era ele mesmo.

Francisco Carlos Teixeira de Assunção, 60 anos

Levava alimentos para cidades do interior do Ceará e no peito os nomes de seus filhos tatuado.

Francisco Cavalcante Filho, 82 anos

Balançava-se na cadeira em seu lugar preferido: o canto da varanda de casa.

Francisco Chagas Evaristo, 89 anos

Muito trabalhador, esse cearense torcedor do Fluminense adorava ver jogos de futebol na companhia de amigos.

Francisco Cichoski, 77 anos

Homem simples que viveu buscando transformar o mundo em um lugar melhor.

Francisco Cláudio Nascimento da Silva, 63 anos

Uma vida repleta de amor. O jeito brincalhão, que fez o sentimento ser recíproco, por onde ele passou.

Francisco Cleytom da Silva Amora, 45 anos

Gostava de passear e fazer a alegria da família.

Francisco Daci Campelo Feitosa, 74 anos

A Sagrada Escritura era sua vida. Através dela, construiu um legado para a família e para o mundo.

Francisco das Chagas, 54 anos

Adorava o Clube do Brega, era o mais animado dançarino, com seu radinho de pilha na orelha.

Francisco das Chagas, 67 anos

Disposição, iniciativa e bom humor: Trocadilhos e piadas eram suas marcas registradas.

Francisco das Chagas Santos, 66 anos

Aproveitou ao máximo todos os momentos com a sua família.

Francisco das Chagas Oliveira, 74 anos

Com nome de santo, um homem de fé e do interior. Guardava com carinho as memórias de sua distante terra natal.

Francisco das Chagas Pereira e Silva, 72 anos

Começou a trabalhar, ainda menino, para ajudar os pais a criar seus dez irmãos.

Francisco das Chagas Silva, 74 anos

Pai, padrinho e amigo. Deixou um rastro de lembranças boas e saudades em quem o conheceu.

Francisco das Chagas Sousa, 67 anos

Sua presença era um sopro de pura gentileza.

Francisco de Almeida Viegas, 77 anos

Um amigo que muitas vezes também foi pai.

Francisco de Assis da Silva, 58 anos

Amante da tecnologia, toda semana tinha uma novidade para mostrar.

Francisco de Assis Rocha do Nascimento, 58 anos

Comerciante nato e trezeano de coração, tinha uma alegria contagiante.

Francisco de Assis Saldanha Siqueira, 58 anos

Ele tinha o tom sereno, perfeito para contar histórias especiais.

Francisco de Assis Vieira, 61 anos

Seu Barone, o eterno chefe da estação Pirituba.

Francisco de Faria Torres, 76 anos

Amigos, filhos e cachorros foram os amores de sua vida. Com ele tudo merecia ser celebrado em torno da mesa!

Francisco de Holanda Lopes, 69 anos

Um ser humano incrível, de grande coração e com o dom de ajudar o próximo.

Francisco de Oliveira, 78 anos

Guerreiro, subia as rampas do Maracanã com muita felicidade para ver o Fluminense jogar.

Francisco de Paulo Teixeira Braga, 70 anos

Carioca da gema, botafoguense de coração gigante.

Francisco de Sales Silva, 81 anos

Honesto, trabalhador e sempre pontual. Foi ótimo pai e marido: um exemplo de ser humano.

Francisco de Souza Rego, 58 anos

"Doce de leite" era sua resposta de quase sempre para quando lhe perguntavam o que estava fazendo.

Francisco do Espírito Santo, 92 anos

Um eterno espírito jovem, que amava passear e que sempre dizia que "viver é bom demais".

Francisco Edno da Silva, 50 anos

Homem trabalhador, sábio e temente a Deus. Deixa seu exemplo de fé para sua família e amigos.

Francisco Edvane Matias Vieira, 55 anos

De office boy a grande empresário, foi exemplo de perseverança e vanguarda.

Francisco Elinal Borges Quaresma, 52 anos

Disponível para ajudar o próximo, a alegria era uma de suas marcas. Tinha sempre uma história engraçada pra contar.

Francisco Epifânio, 59 anos

Um potiguar de muita coragem. Foi pescador, ferreiro e pedreiro.

Francisco Fernandes Caminha, 86 anos

Quando a sua esposa estava triste, ele dançava bolero para animá-la.

Francisco Fernandes dos Santos, 78 anos

Tinha mania de dar comida para os cães da rua. Alguns tinham a sorte de ir morar em sua casa.

Francisco Ferreira de Menezes, 55 anos

Francisco tinha força e vida para mais de uma pessoa.

Francisco Ferreira do Monte, 54 anos

Um herói. Sua maior virtude era a bondade.

Francisco França Machado, 80 anos

O “Vô Francisco” só via o lado bom da vida. Achava sempre que tudo era do bem e alegre.

Francisco Fredson da Silva Pinto, 41 anos

O melhor “pegador” de veias do hospital onde trabalhava. Cuidado, atenção e carinho eram suas marcas.

Francisco Furtado Leite, 83 anos

Desprendimento e mansidão. Leveza e generosidade. Dono do "Kantinho" no centro de Fortaleza.

Francisco Galdino Filho, 73 anos

Mais conhecido que farinha, como diz o ditado, Seu Chico Galdino liderava a família e um time de futebol.

Francisco Gama Da Silva, 62 anos

Suas festas de aniversário eram um evento para muitos.

Francisco Gelli, 74 anos

Felicidade, para ele, era um almoço de domingo cercado pela família.

Francisco Geraldo Pereira, 60 anos

Era o assador de churrasco oficial dos encontros da família e dos amigos. Um grande contador de causos.

Francisco Gomes de Lima Filho, 55 anos

Mestre Tim chamava os amigos, filhos e colegas de trabalho de “campeão”. Era a sua marca.

Francisco Gonçalves Costa, 65 anos

Falava alto e todos pensavam que ele era bravo, mas chorava até mesmo com propagandas que via na TV.

Francisco Hildo Esteves, 63 anos

Para os sobrinhos, era Major James Styves. Para os netos, era o Coxinha. Para a família, foi um grande amor.

Francisco Iran Alves Magalhães, 80 anos

Ensinava que nas coisas simples se encontrava o valor da vida.

Francisco Ivã Ribeiro Maquiné, 47 anos

Tagarela que só, falava pelos cotovelos e animava qualquer lugar.

Francisco Javier Agut Sanchez, 72 anos

Espanhol apaixonado pelo Brasil, encontrou um novo amor no país, que se tornou seu lar.

Francisco Joaquim do Nascimento, 70 anos

Duas palavras o definem: felicidade e otimismo.

Francisco Joaquim Irineu, 98 anos

Era muito querido por sua alegria e histórias contagiantes, que agora invadiram o céu.

Francisco José Ferreira Sousa, 55 anos

Gostava tanto de brincar que até mesmo quando a mãe lhe perguntava como ele estava, Franzé respondia: "Estou bom e gordo".

Francisco Lázaro Barbosa, 82 anos

Deixou exemplos de honestidade e amor para a família.

Francisco Lázaro Pinheiro, 69 anos

Coração bom, o mundo teve a honra de tê-lo por aqui.

Francisco Leandro Carvalho de Jesus, 48 anos

Gostava de cerveja e pagode. Um homem afetuoso, que cuidou de suas filhas com muito zelo.

Francisco Lima Duarte, 48 anos

Tinha um grande dom: o de unir pessoas. Pra ele todos eram amigos e tudo era sobre amizade e amor.

Francisco Luciglaucio Rodrigues de Almeida, 43 anos

Um homem de muitos apelidos, mas a resposta mais imediata vinha quando era chamado de pai.

Francisco Luiz Telles de Castro, 76 anos

Nunca fechou sua porta e nem o coração.

Francisco Maia Nascimento, 61 anos

Excelente pai e esposo; humano, possuía um coração enorme.

Francisco Marcelino Souza da Silva, 58 anos

Fanático pelo Paysandu, seu coração enorme também vibrava com alegria a cada vitória de seus familiares.

Francisco Marcelo Souza Rosas, 55 anos

O boné escondia a carequinha de um pai amoroso, devoto do Chico, o cachorro.

Francisco Marciano da Silva, 74 anos

Um mineiro apaixonado pela vida, pela família e por futebol.

Francisco Medeiros Barbosa, 63 anos

Um bom vinho na mão e entre mil livros, contar histórias era um prazer para quem se alimentava de vida.

Francisco Meireles Pinto, 72 anos

Não chamava ninguém pelo nome, inventava sempre um apelido engraçado para cada um.

Francisco Melo Soares, 57 anos

Ensinou que a melhor maneira de conquistar seus sonhos é não desistindo deles.

Francisco Miromar de Oliveira, 80 anos

Perseverante, nunca se deixou abater pelas dificuldades.

Francisco Moacir Castelo Branco Carvalho, 60 anos

"Onde houver tristeza, que eu leve alegria". Francisco materializou essa oração durante toda sua vida.

Francisco Moacir de Assis Farias, 73 anos

Pai de três filhas. Entrava tocando seu violão no quarto das meninas para acordá-las.

Francisco Mota Ribeiro, 62 anos

Sonhava em ver seus filhos encaminhados e assim foi feito.

Francisco Mourão Filho, 71 anos

Até suas amadas plantas e o quintal sentirão saudade da pessoa honesta e serena que ele era.

Francisco Nascimento da Silva, 71 anos

Um guerreiro, que do céu segue contemplando os papagaios e cuidando das anjinhas.

Francisco Nogueira, 58 anos

Sempre alegre, Chico não recusava um bom papo. Foi um exemplo de dedicação.

Francisco Nogueira da Cruz, 82 anos

De chapéu na careca e navalha na mão, realizou seu sonho como barbeiro. Mais que isso, fez feliz sua família.

Francisco Nogueira da Silva, 72 anos

Construía casas para realizar os sonhos de sua família.

Francisco Norberto Cordeiro, 98 anos

Um sertanejo apaixonado por futebol, bem-humorado e conhecido por sua gentileza e sabedoria.

Francisco Océlio Alves Farias, 57 anos

A boa amizade do Capacete foi o que valeu a pena.

Francisco Pantoja de Melo, 67 anos

Amava sua família e zelava pelo seu lar, sem jamais se descuidar dos amigos e de quem precisasse dele.

Francisco Pedro de Carvalho, 73 anos

Os churrascos na casa deles reuniam a família toda e nesses momentos ele adorava brincar com os filhos e netos.

Francisco Pereira da Silva, 78 anos

Amigo de todos, fazia questão de espalhar alegria por onde quer que fosse.

Francisco Pinheiro da Rocha Júnior, 33 anos

Chicão era sorriso, forró, cerveja gelada e muito papo.

Francisco Rafael Agostinho Araujo, 36 anos

Carregava dentro de si a força de um grande defensor dos direitos humanos.

Francisco Ramalho Palitot, 61 anos

O paizão que era amor e presença. Sonhava até com um prédio: para morar um filho em cada andar.

Francisco Ramos de Lima, 78 anos

Campeão no jogo das cruzadinhas! Adorava o pastel com caldo de cana da Rodoviária.

Francisco Raza Filho, 67 anos

"Bora pra praia?", dizia. Era torcedor do Santos. Um amigo para todas as horas, adorava pescar.

Francisco Rizzo Netto, 83 anos

Era o olhar protetor da família. Na praia, enquanto os filhos construíam castelos de areia, ele os protegia com o guarda-sol.

Francisco Roberto de Sousa, 47 anos

Cantava e dançava sem vergonha de nada. Humilde, brincalhão, exemplo de bondade.

Francisco Rodrigues Camargo Júnior, 65 anos

O violão de Camargo seguirá embalando as pessoas a viverem em harmonia e a se preservarem.

Francisco Rodrigues de Oliveira, 79 anos

Marido, pai e avô amoroso. Gentileza e humildade definiam como lidava com a vida e tratava as pessoas.

Francisco Romeu da Silva, 56 anos

Uma pessoa muito querida, humilde, batalhadora e com um sorriso sempre estampado no rosto.

Francisco Rômulo Barreto Ramos, 61 anos

Torcedor do Leão, era a melhor conversa nos intervalos da universidade.

Francisco Rudson Rocha Aquino, 52 anos

Na busca pelo amor ideal, amou bastante; os filhos, principalmente, e a vida sempre, em cada detalhe.

Francisco Senra Neto, 73 anos

Além de criativo e visionário, Chico Senra era um colecionador de amigos.

Francisco Silvério de Carvalho, 50 anos

Combateu o bom combate, encerrou a carreira, guardou a fé.

Francisco Tomaz de Aquino, 91 anos

Um agricultor que escutava o cântico dos pássaros e conhecia os poderes da Lua.

Francisco Torres do Ó, 72 anos

Um coração nordestino que atravessou a secura do semi-árido transbordando amor.

Francisco Valdeci de Oliveira Vieira, 42 anos

Costumava dizer: "Pra que esquentar a cabeça? Vamos viver o momento!"

Francisco Valmar Oliveira da Silva, 46 anos

Para ele, fazer confusão não valia a pena.

Francisco Veríssimo Rodrigues, 66 anos

Seu abraço era pura proteção. Preocupava-se com todos.

Francisco Victor de Holanda, 67 anos

Com seu bordão: “Jesus mandou te convidar”, não havia quem se recusasse a qualquer missão demandada por ele.

Francisco Vieira dos Santos, 72 anos

Gentileza em forma de pessoa, assim era o motorista que alegrava todos com sua cantoria.

Francisco Wellington Rodrigues Lima, 45 anos

Viveu para o teatro e abraçava as pessoas com o sorriso tão grande e tão cheio de vida.

Francisco Wilson da Silva, 81 anos

Todo domingo ele ia visitar alguns filhos e levar chocolate aos netos. Espalhava alegria por onde ia.

Francisco Wilson de Oliveira Araújo, 52 anos

Aprendeu com a vida. Excelente cozinheiro e extrovertido, aproveitava os bons momentos com os amigos e a família.

Francisco Xavier de Campos, 74 anos

Quanto tempo dura uma amizade? Para ele, durou a vida inteira.

Francy Jane Silva Carvalho, 41 anos

Dona de uma alegria que irradiava como a luz do Sol.

Frank Félix Merhi, 34 anos

Sonhador que deixou ao mundo suas maiores realizações.

Franklin de Araújo Ponchet, 69 anos

Um homem que transbordava luz, e fez disso seu ofício: iluminar todos os lugares por onde passava.

Frederic Jota Silva Lima, 32 anos

Um jovem médico, que atuou na linha de frente contra a Covid-19.

Frederico Cesar Simões Dias, 44 anos

Dr. Fred ficou conhecido por sua humanidade, o amor pelo seu belo trabalho e carinho com seus pacientes.

Fredy Callanaupa Huarhua, 40 anos

"Naci un dia de much sol y no pretendo morir sino hasta realizar algo por esta humanidad"

Frutuoso Dias Gonçalves, 82 anos

Português vaidoso, gostava de um bom vinho e transbordava simpatia.

Gabriel Araújo de Lacerda, 81 anos

Um homem incrível, que soube respeitar diferenças e fazer canções bobas sobre o cotidiano.

Gabriel de Lima Palmeira, 33 anos

Cheio de alegria, ria por tudo e qualquer coisa. Seu sorriso nunca será esquecido.

Gabriel Gondim Hermes, 74 anos

Médico empático, cuja principal preocupação era salvar vidas. "Mais vale dar do que receber", dizia sempre.

Gabriel Martinez de Andrade, 26 anos

Seu amor pela música transbordava quando estava junto de seus instrumentos

Gabriel Martins, 0 anos

Passou a maior parte da vida na barriga da mãe. E ali dentro foi muito amado.

Galdino Nogueira da Silva, 55 anos

Suas maiores alegrias sempre foram os momentos em família.

Galia Bespaloff, 80 anos

Escolheu outro país como lar, não tinha medo de batalhas.

Gasparino Damião de Oliveira, 96 anos

"Mas que barbaridade!", dizia o homem tão complacente.

Gastão Dias Júnior, 51 anos

Um homem inspirador que colecionava tartarugas de decoração. Reservado, sorria com os olhos.

Gecival Matias da Silva, 76 anos

Com seu vozeirão carregado de alegria e orgulho, adorava mostrar cada filho e neto. E a família é grande!

Geiso Dias Gonçalves, 68 anos

Um mineiro alegre e muito sorridente que gostava de ouvir o canto dos pássaros na tranquilidade do sítio.

Gelson Lima Reis, 77 anos

A generosidade nele fez morada.

Geluter Maria Alves Garcia, 62 anos

Lulute era caprichosa em tudo que fazia. Seus doces eram sem igual...

Genário da Silva Paiva, 79 anos

Buscar o jornal bem cedo era como um ritual sagrado. Pai, marido e vovô exemplar.

Generi Faria de Carvalho, 66 anos

Foi líder na vida, vivendo e ensinando o sentido das palavras: resiliência, fé e acolhimento.

Generva Batista Alves, 75 anos

Matriarca que com seu otimismo, alegria e fé, tinha o poder de juntar toda a família.

Genésio Caetano de Oliveira, 95 anos

Viveu a vida toda tendo como base três princípios: amar a Deus, amar a sua família e ser honesto.

Genésio de Souza, 89 anos

Homem de sábios conselhos que tocava o berrante para celebrar a chegada dos entes queridos.

Genesio dos Santos, 78 anos

Um contador de histórias e cantor de rimas apaixonado pela profissão: motorista.

Genésio Rodrigues, 64 anos

Genésio do INSS; era também o Genésio da família, dos amigos, dos doces, das viagens, das fotos e dos menos favorecidos.

Geni da Silva Valeriano, 78 anos

Seu companheirismo e dedicação à família deixaram saudades.

Geni de Macedo Arimura, 72 anos

Defendia seus filhos e netos com unhas e dentes.

Genira Silva Santos, 83 anos

Mulher forte e resiliente, vestia-se bem e era sempre positiva.

Genita Costa, 78 anos

As notas de sua cantoria alegre continuarão sempre entre nós.

Genival Belizário da Silva, 79 anos

O retrato perfeito de um pai, avô e bisavô muito amado: seus cabelos branquinhos deixaram enormes saudades.

Genival Cavalcante Monteiro, 44 anos

Servidor do Exército Brasileiro, tinha prazer em contar histórias sobre suas missões. Honrou sua família e seu país.

Genival de Andrade Frazão, 72 anos

Cabelos brancos, um baita sorriso e os olhos grudados no céu para ver os aviões que passavam.

Genival de Mendes Aiden, 70 anos

Amava sua nega Aristeia e gostava da casa cheia, rodeada de amor e muita música.

Genival Salustiano Bezerra, 89 anos

De corpo e alma muito jovens, era um contador de boas histórias que vivia sorrindo e fazendo sorrir.

Genivaldo Batista de Sousa, 65 anos

Tinha um companheiro muito especial, seu pequeno cachorrinho Boby. Dizia até que era o herdeiro dele!

Genivaldo Galindo da Silva, 73 anos

Para ele não tinha tempo ruim, era só alegria e muita história para contar.

Genizarete Justino dos Santos, 68 anos

A gentileza, a doçura, a doação e o amor ali. Com agulha e linha na mão, Genizarete vestia rainhas.

Genny de Caires Máximo, 84 anos

As ruas da Pavuna, no subúrbio do Rio de Janeiro, já sentem falta dela tomando café com as amigas na calçada.

George Anthony Ferreira Menezes, 39 anos

Fazia de tudo para que o mundo fosse um lugar melhor.

George Berkeley Patiño, 78 anos

Dentista e cantor de boleros, George foi um embaixador informal e difusor da música latina no Rio nos anos 80 e 90.

George Laurence Kuplich Moraes, 68 anos

Caladão e com alma de artista. Um "fora da curva", que pintava com tinta a óleo e esculpia em argila e madeira.

Georgete Estefano Carantino, 81 anos

Carinhosa e receptiva, orava diariamente por todos da família.

Georgina dos Santos Conceição, 79 anos

Uma heroína da vida real e uma mãe que dedicava um amor lindo e grandioso às filhas.

Geovane Reis Corrêa Rocha, 54 anos

Dizia aos netos: "Vocês são terríveis!" e os enchia de beijos .

Geovani Rodrigues, 62 anos

Fanático pelo Mengão, seus gritos de gol são inesquecíveis.

Geralda Bruno da Silva, 92 anos

Uma sábia mineira nonagenária que foi agricultora, parteira, dona de casa, costureira e tocadora de gaita.

Geraldina Teodoro, 75 anos

Era capaz de entender todos, com o coração, mesmo sem escutar.

Geraldo Almeida, 81 anos

Amante da medicina e dos grandes desafios da humanidade

Geraldo Alves Teixeira, 82 anos

Apesar da insistente aridez no coração de tantos seres humanos, sempre achou um jeito de fazer chover alegria.

Geraldo Arnaud de Assis Junior, 62 anos

Médico dedicado a cuidar da saúde e do bem-estar de sua gente.

Geraldo Barateli Alves, 81 anos

Valorizava a família e se orgulhava da educação que deu às três filhas.

Geraldo Camilo Gomes, 85 anos

Orgulhoso em falar da família, “Fá da Motinha” era morador e uma grande personalidade de Acaiaca.

Geraldo Cândido de Figueiredo, 86 anos

O fusca azul era seu melhor amigo nas aventuras que renderam muitas histórias.

Geraldo Correia Lopes, 80 anos

Pai de pulso firme e colo acolhedor; ensinou o real valor da família.

Geraldo de Souza, 85 anos

Apesar das dificuldades da vida, jamais deixou de amá-la intensamente.

Geraldo Florenço de Oliveira, 54 anos

Apesar das adversidades, foi forte, resiliente, alegre e protetor.

Geraldo Francisco da Silva, 73 anos

Vivia a vida intensamente, fazendo amigos, conversando, brindando, dançando...

Geraldo Francisco dos Santos, 58 anos

Tinha a sabedoria de quem não se leva muito a sério.

Geraldo Jacinto, 68 anos

Presente nas melhores lembranças da filha, tinha um Fusca azul 1977 como xodó e era fã de Roberto Carlos.

Geraldo Magela da Silva Folgosa, 69 anos

"Deixa que eu resolvo", dizia. E partiu, deixando saudades...

Geraldo Marques Pimenta, 54 anos

Fez da sala de aula o palco principal de sua vida.

Geraldo Martins de Paula, 70 anos

"Não fique triste, senão fico triste também", dizia ele para sua neta.

Geraldo Nogueira Lira, 67 anos

Vivia a vida como a coleção de momentos únicos que ela é.

Geraldo Oliveira Soares, 92 anos

Trabalhou em sua mercearia por 60 anos. Aposentado, ia frequentemente até lá conversar com os amigos.

Geraldo Paulino de Souza, 95 anos

Adorava fazer fogueira e reunir a meninada para contar histórias.

Geraldo Pereira Mariano, 63 anos

Se fosse possível defini-lo em uma só palavra, seria "extraordinário". O que, no dicionário, quer dizer "fora do comum".

Geraldo Pinto Almeida, 81 anos

Amante da medicina e dos desafios da humanidade, questionava o mundo real, mas tinha seu mundo particular.

Geraldo Sávio, 50 anos

Era o astro das dancinhas nas pescarias, o rei dos memes e grande protetor dos tucunarés.

Geraldo Vieira Lima, 87 anos

Sempre pegava os netos para passear pela cidade e dizia, orgulhoso: “Antigamente isso aqui era tudo mato!”

Gerci Oliveira Godoy, 81 anos

Amante da poesia, adorava escrever e ler em voz alta seus poemas.

Gercina Pereira Dias, 82 anos

Era puro amor. Um coração em que cabiam todos. Otimista e corajosa, viveu sua vida dedicada à família.

Gerhardt Arthur Krüger, 94 anos

Amante da música clássica e torcedor do Grêmio e do Ypiranga, seu espírito livre tinha ainda muita gana de viver.

Gerino José dos Santos, 92 anos

As filhas ainda se lembram das moedas que ele trazia quando voltava do trabalho.

Germana Maria Patrício da Costa, 58 anos

Seu amor transbordava em sorrisos lindos, que aqueciam a alma e dariam lindos cartões postais.

Germano Bastos da Silveira Filho, 66 anos

Adorava ir à praia e tomar uma cerveja. Vivia agarrado no celular e dizia que o trabalho era seu lazer.

Gerson André da Silva, 53 anos

Criador das piores playlists de churrasco.

Gerson Carvalho, 43 anos

DJ Gerson City era só alegria e humildade.

Gerson Cesar Prado, 52 anos

Era colorado, fã do UFC e um colecionador de pen drives lotados de músicas: o legítimo gente boa.

Gerson da Silva, 51 anos

Cachorrão, como era carinhosamente chamado, sempre tinha uma palavra de apoio e um sorriso para oferecer.

Gerson da Silva Sampaio, 73 anos

Agora ele impressiona os anjos com sua risada.

Gerson Dias de Oliveira, 72 anos

Poeta, marido, pai, avô, tio e, acima de tudo, amigo.

Gérson Lacerda de Souza, 52 anos

Ele distribuía doses de alegria, que alimentavam sorrisos e corações.

Gerson Luiz da Silva, 82 anos

Para Gerson, sempre era tempo de ver o sol se pôr dentro do oceano

Gertrudes Maciel Melo, 90 anos

Mulher forte, criou muitos filhos. Adorava contar causos, cozinhar e costurar. Seus laços são de aço.

Gerudes Martins Garcia, 83 anos

Brincalhão e conversador, só se irritava se o Corinthians perdia. Fazia o melhor arroz e sabia ser solidário.

Gerusa Machado Pagliaro, 88 anos

Uma força da natureza. Uma mulher à frente do seu tempo.

Gesival Silva dos Santos, 61 anos

Engraçado, teimoso e muito amigo.

Gesmar Serafim, 65 anos

Tinha ciúmes quando outra pessoa dirigia ‘sua’ ambulância. Dizia brincando que era dele.

Geso de Paulo Silva, 79 anos

Guerreiro, flamenguista e amante da boa música. Um sonhador que com suas conquistas ajudou toda a família.

Getúlio Aquiles da Rocha, 76 anos

Brincalhão e contador de histórias. Não perdia um jogo do Flamengo e nem os capítulos das novelas.

Getúlio Mendes de Souza, 77 anos

O homem de mil e um empregos era batalhador e amável, sempre teve fé na vida e nunca se rendeu às dificuldades.

Getúlio Mezine, 86 anos

Um homem de fé e coragem. Suas risadas ficarão para sempre na lembrança.

Getúlio Omito, 83 anos

Cheio de brincadeiras e manias, chamava a neta de Meu Ouro e sempre pediu à família que se mantivesse unida.

Gicele Veloso de Lima, 36 anos

Uma jovem muito especial e doce. Não via maldade no mundo e estava sempre disposta a ajudar.

Giduvaldo de Souto Lima, 85 anos

Adorava tomar cerveja assistindo televisão. Ao abrir a latinha, brincava: “Quer uma água mineral com gás?”

Gil Soares de Araújo, 76 anos

A morte não consegue nos roubar a memória nem o amor.

Gil Vicente de Melo Veloso, 68 anos

Agora, a bossa nova de seu Gil foi ressoar em outro recanto.

Gilberto Alca, 92 anos

Um gigante que contemplava todos os dias, mesmo que o dia não fosse tão bonito assim.

Gilberto de Souza Aleixo, 56 anos

Era o samba em pessoa, amava a vida e tudo que ela pode oferecer.

Gilberto Henrique Monteiro, 64 anos

Amante da música, da poesia, da fotografia e da natureza. Sempre enxergava o lado bom da vida.

Gilberto José da Costa, 55 anos

Para ele, todo dia era dia de sorrir.

Gilberto Olímpio Filho, 40 anos

Defensor dos direitos dos trabalhadores, nunca desistiu de suas batalhas.

Gilberto Palesi, 79 anos

Gostava de contar suas histórias com riqueza de detalhes, principalmente, as que viveu com sua esposa.

Gilberto Rodrigues Serra, 76 anos

Funcionário padrão, mas, mais do que isso, um pai amoroso e homem correto.

Gilcimar Gonçalves, 40 anos

O enfermeiro dedicado que contagiava, com a sua alegria, colegas de trabalho e pacientes.

Gilda Helena Vianna Orfanelli, 72 anos

Jeito e coração alegre.

Gilda Speridião Barreiro, 89 anos

Sempre alegre, apesar de tudo.

Gildália Macedo Souza, 89 anos

"Ela era a nossa flor, Dália, símbolo de harmonia e gentileza."

Gildásio Ângelo da Silva, 59 anos

Tinha aquela risada marcante, quase sempre seguida de um ‘Marrapaiz’!

Gildo Batista dos Santos, 66 anos

Sem disfarces, sua transparência no jeito de ser cativou respeito, carinho e admiração em muitos corações.

Gildo Vitorino da Silva, 59 anos

Tinha sempre uma boa história para contar. Era umbandista e chamava todos de "irmão de fé".

Gileno José Dias, 74 anos

Ser humano fantástico que, fazendo de tudo pela família, deixou grande exemplo de humildade.

Gilma Pereira da Silva, 55 anos

Mãe amada e querida. Uma vovó que jamais será esquecida.

Gilmar Araújo, 61 anos

Criança feliz, jovem trabalhador e adulto guerreiro.

Gilmar do Carmo Carvalho, 52 anos

Construtor de sonhos, seu ofício era transformar vidas através da educação.

Gilmar dos Santos, 53 anos

Não tinha só mania de limpeza, tinha era mania de ser feliz.

Gilmar Machado, 47 anos

O professor de feição brava que arrancava sorrisos de todos e que adorava doces.

Gilmar Machado de Avila, 40 anos

Apaixonado pela cozinha e dono de um bom humor incrível.

Gilmar Ribeiro Munhos, 58 anos

Detalhista com a arte, divertido ao lado da família, bondoso na rua e na vida.

Gilmar Soares da Silva, 61 anos

Como um amazonense de fé, amava um peixe assado. Matrinxã e tambaqui eram seus preferidos.

Gilmara Loiola Vasconcelos, 31 anos

De sorriso largo e coração generoso, iluminava os dias dos irmãos com seu amor desmedido.

Gilson Arruda do Nascimento, 49 anos

Ele nunca perdeu a alegria de viver.

Gilson Bastos dos Santos, 77 anos

Era único, marcante e um sarrista nato. Andava sempre com seu chapéu e, nos bolsos, histórias e piadas pra contar.

Gilson Marinho de Oliveira, 62 anos

A vida terrena é passageira, mas Gilson mostrou que ela pode ser repleta de amor.

Gilson Rodrigues, 61 anos

Confeiteiro. Tinha o costume de levar comidinhas na cama para sua esposa e sua filha.

Gilson Souza de Jesus, 62 anos

Pense no sol de Salvador. Pensou? Ainda mais pontual, quentinho e radiante era o “bom dia” de seu Gilson.

Gilvan Bezerra Nascimento, 60 anos

Alegre, de bem com a vida e extrovertido.

Gilvan Luiz da Silva, 62 anos

Pernambucano que se colocava no lugar de todos aqueles que sentiam dor e amor em estado bruto.

Ginalva Marinho dos Santos, 56 anos

De muitas gírias, era pura alegria e risadas.

Giovani de Jesus Pesuscki, 52 anos

Vestido de Papai Noel, tornava o Natal em família mais divertido e cheio de vida.

Giovanni Lioi, 78 anos

O jardineiro italiano que plantou amor e flores no Brasil.

Giovanni Paolucci, 81 anos

Gigio, como era conhecido, tinha o dom da comunicação. E era muito cativante.

Giselda Gusman de Lima, 90 anos

Carinhosa, generosa e de uma memória impecável. Das tantas aventuras, viajou até no tempo.

Gisele Bringuel, 42 anos

Nada foi capaz de abalar a doçura de seu olhar.

Gisele dos Santos Worell Borges, 35 anos

Cheia de vida, dona dos melhores conselhos e da melhor companhia, foi a flor mais linda do nosso jardim.

Giselle Nascimento Santos, 36 anos

Feita de amor, empatia e vontade de viver da cabeça aos pés.

Giucelina Ferreira Carneiro, 72 anos

“Tudo que eu faço é por amor a você”, dizia.

Givaldo da Silva, 65 anos

Um homem bom de coração que não media esforços para ajudar as pessoas.

Givanildo Edson de Lima, 43 anos

Conhecido por Bodinho do Maracujá, amado por todos em sua cidade. Caminhoneiro, batalhador e feliz.

Givanildo Lopes Machado, 70 anos

Gil Lopes deixou os carnavalescos de Maceió cheios de saudade, mas levou sua arte para colorir o carnaval dos anjos.

Givanildo Viana de Meneses, 46 anos

Marceneiro, hipnólogo, bacharel em Direito, era inquieto ante as possibilidades que a vida lhe reservava.

Glaucia Hortencio Miranda, 39 anos

"Tinha um coraçao que não era seu" e por ele transbordava a alegria que contagiava todos.

Gláucio Adriano Antônio de Souza, 44 anos

Viver bons momentos com a família foi o seu programa preferido.

Glaucio Manoel de Oliveira Bueno, 48 anos

Aquele que fazia todos rirem, o amigo pra qualquer hora e a alegria da família.

Glauco Moreira Beraldo, 26 anos

Advogava por um mundo melhor enquanto era embalado pelas melodias de Taylor Swift.

Glaudio Heber Faria Madeira, 85 anos

Amava estar com a família, principalmente com a netinha Valentina, com quem voltava a ser criança.

Gleci Eleni Baum Dias, 58 anos

Zelava os netos como o seu bem mais precioso.

Gledson Cesar de Oliveira, 45 anos

Era fácil encontrá-lo: estava sempre sentado à mesa, com a esposa e amigos.

Gledson Cristiano Reis Barauna, 44 anos

Dizia que tentava fazer o melhor que podia pelo meu semelhante.

Gleidson Cardoso Correa, 36 anos

Com sua alegria, admirava as coisas simples da vida.

Gleycyely Costa Barros, 28 anos

Sempre carinhosa e criativa, dedicou sua vida à família e à educação infantil.

Glória Ferreira Mezes da Silva, 54 anos

Plantou boas sementes neste mundo.

Glorinha Zidan, 85 anos

"Se milagres desejais, recorrei a Santo Antônio"! E assim Glorinha levava a vida com amor e felicidade nos detalhes.

Goberto João da Silva, 74 anos

Foi avô e pai para os netos, que receberam dele o maior amor do mundo.

Gonçala Nicolau Fernandes, 86 anos

Não deixava ninguém passar fome e, enquanto cozinhava, tinha mania de assobiar cantos de louvor a Deus.

Gonçalo Silvério de Carvalho, 79 anos

Resumia a vida em quatro palavras: "Viver é muito bom!"

Graça Maria Fernandes dos Santos, 42 anos

Uma mulher em estado de graça: temente a Deus, de coração acolhedor e alegria inestimável.

Gracilene Pinheiro de Assis, 45 anos

A empatia em pessoa. Tinha o dom de compreender as pessoas, mesmo em suas situações mais difíceis.

Gracinda de Castro Neves, 94 anos

Religiosa, só dormia depois do sussurro do Pai Nosso e da Ave Maria. Gostava tanto de fazer, como de comer um docinho de abóbora.

Gracinda dos Santos, 109 anos

"Bora dançar? Coloca uma música alegre!" era o convite que sempre se ouvia de dona Gracinda.

Grecelio Gurgel Garcia, 47 anos

Amava mostrar seus dotes culinários. Era sempre elogiado.

Gregório Amoras Alves, 83 anos

Era lúcido, sábio... Passava horas lendo livros.

Greiciane da Silva, 28 anos

Realizou seu maior sonho: ser mãe.

Guido Nelson Coelho Leal, 86 anos

Seus olhos azuis sorriam ao falar das belezas da vida, enquanto tocava seu piano.

Guido Olegário das Neves, 80 anos

Adorava comer, foi satisfeito com a vida e sempre pedia: "Tenha fé em Deus e em Nossa Senhora".

Guilherme Campos Moura Guimarães, 25 anos

Exemplo de filho, marido, amigo e irmão. Um soldado que deu a vida na luta contra a Covid-19.

Guilherme Coelho, 73 anos

Fã do cochilo após o almoço, tinha como lema: “Nunca desistir”.

Guilherme de Paula Oliveira, 76 anos

Um mineiro que irradiava a alegria de viver. Apaixonado pela família e botafoguense de coração.

Guilherme Gonçalves Landin, 57 anos

O Urso que ria e chorava ao mesmo tempo. Até para dar bronca era gentil.

Guilherme Henrique Ferreira Barbosa, 39 anos

Sorrir era a mania deste homem que esperava pelo primeiro filho, com planos de levá-lo aos jogos do Sport.

Guilherme Queiroz, 73 anos

Seu anúncio de cuecas Zorba deixou de cabelo em pé a família tradicional.

Guiomar Azevedo de Oliveira, 84 anos

De fio em fio, teceu a vida, como um novelo. Empreendedora, mãe, amiga e uma mulher à frente do seu tempo.

Guiomar Bizarro, 63 anos

Depois de tomar seu café da manhã ela ia cuidar do papagaio e das plantinhas: era o seu ritual diário.

Guiomar Guerreiro Alvares Spedo, 86 anos

Fazia hidroginástica com seu marido, três vezes por semana, há 28 anos, na mesma academia.

Gumercindo Lopes de Souza, 94 anos

Com seu carisma e amor pelo simples, conquistava o coração das pessoas.

Günter Bif Stechert, 41 anos

Amava a vida, e não por acaso ela o amou de volta; era fã do Criciúma e o melhor churrasqueiro da turma de amigos.

Gustavo Barreto Alcântara, 11 anos

Estudioso e um grande amigo, gostava de jogar bola nos intervalos das aulas.

Gutemberg da Silva Barbosa, 48 anos

Construiu uma bela história e deixou suas marcas nas alegrias que imprimiu pelas ruas por onde dirigiu.

Hailton de Andrade, 67 anos

Sempre solidário, dizia: "O que você precisar é só pedir."

Hamilton dos Santos Noya, 33 anos

A frase clássica que usava sempre que alguém pedia algum favor era: "Não esquenta!"

Hamilton Menezes Neves, 51 anos

A gentileza em pessoa, distribuía bom humor com seriedade e disciplina.

Haroldo Barbosa Moraes, 66 anos

Adorava mergulhar no mar e ouvir "Losing my Religion", do R.E.M.

Haroldo Carneiro Leão, 90 anos

Um homem dedicado e amoroso que possuía uma admirável vontade de viver.

Haroldo Cordeiro Filho, 75 anos

Gostava de passar o tempo de um jeito peculiar: pintando a sua casa e a dos amigos.

Haroldo Horta, 85 anos

Foi um cronista apaixonado e grande defensor da sua muito amada Barra Mansa.

Haroldo Macedo Fontoura, 64 anos

Sede de conhecimento. Eterno pesquisador. Dizia sempre: "Faça o que digo, não o que faço."

Heitor Ramos de Carvalho Filho, 74 anos

Sua maior alegria era ver os vinte e um netos reunidos à mesa, todo domingo.

Heládio Ferreira de Sousa, 91 anos

Nas horas vagas, ele lia. Nunca ia dormir sem rezar. Honestidade e generosidade eram seus princípios.

Helcio José da Motta, 77 anos

Professor, guerrilheiro, optometrista e até "guru" de alguns; lutava por seus ideais e inspirou toda uma geração.

Helen Dias, 38 anos

Enfermeira devotada, foi uma estrela que salvou a vida de muitas pessoas.

Helena Alves Feitosa, 93 anos

Sempre fazia as pessoas rirem com suas brincadeiras. Era apaixonada pela vida.

Helena Conti Guimarães, 79 anos

A vovuxa mais jovem, aventureira, cinéfila e colorida que já existiu.

Helena do Nascimento Carvalho, 80 anos

Transbordava generosidade aos necessitados. Ah, Dona Helena, que mulher especial!

Helena Evanildes Alves Costa, 77 anos

Costurava muito além das roupas. Em vez de clientes, fazia amizades e laços duradouros.

Helena Maria da Silva, 66 anos

Enfermeira, cuidava do corpo e da alma de quem quer que fosse, numa entrega amorosa e dedicada.

Helena Nunes Castilho, 90 anos

Mulher de pulso que lutava pela união da família.

Helena Plastino Azevedo, 87 anos

Sua generosidade a tornava revolucionária como as narrativas que estudou em seus livros filosóficos.

Helena Souza Soares, 86 anos

Em sua casa, todos sentiam segurança e amor. Antes de dormir, rezava, conversava longamente com Deus.

Heleno Vieira, 69 anos

Gostava de jogar dominó em uma feira, junto com seu inseparável irmão Jovenil.

Hélia Rodrigues Martins, 63 anos

Trabalhou desde bem cedo, foi mãe-avó-madrinha de muitos e adorava uma festa, fosse Copa do Mundo ou Carnaval.

Hélio Alexandre Pereira Francisco, 49 anos

Se houvesse um concurso para eleger o filho de ouro, ele ficaria com o título.

Hélio Barros de Andrade, 61 anos

Como pediatra, orgulhava-se de estar sempre disponível e de não deixar nenhuma mãe aflita.

Helio Bento de Oliveira, 53 anos

Trocava qualquer passeio pelo prazer de ficar em casa.

Helio Cuperman, 81 anos

Um economista com alma de artista e um profundo amor pela família.

Hélio da Motta Veneno, 80 anos

Aos 80 anos, ainda esperava cada filho chegar do trabalho para abrir o portão e desejar boa noite.

Hélio de Assis Barreto, 72 anos

Notório torcedor da Lusa, fazia a melhor bacalhoada do mundo e, adorava arrancar boas risadas da família.

Hélio de Oliveira, 63 anos

Foi um ser admirável e iluminado que colhia felicidade e sorrisos bobos das pessoas amadas.

Hélio de Souza Furtado, 64 anos

Picota sempre sorrindo, quieto, viveu em paz.

Hélio de Souza Soares, 55 anos

Dizia que, como um disco de vinil, a vida tem o lado A e o lado B.

Hélio Francisco da Silva, 83 anos

Apaixonado por futebol, ouvia os jogos pelo rádio. Viveu a sabedoria da vida simples e dedicada à família.

Hélio Gumercino de Oliveira, 49 anos

Flamenguista roxo, com uma risada escandalosamente marcante e um bom humor nato.

Hélio Hideyoshi Hachiba, 57 anos

Gostava de cozinhar e de viajar, mas sua grande paixão era o Fusca amarelo.

Hélio José Garcia, 67 anos

Exemplo de generosidade e com seu bom humor característico, adorava mimar os netos e os amigos de quatro patas.

Helio Jugurta Silva Lima Cabral, 84 anos

Transformou o futebol de botão em uma tradição familiar, passada de uma geração a outra.

Hélio Rosa, 64 anos

Águias, somos sempre águias... e ele, o comandante, voou.

Hélio Sampaio Pereira, 84 anos

Perto dele, nada ficava fora do lugar. Sempre brincalhão, inventou apelidos pra todos que trabalharam em seu buffet.

Hélio Satomi, 68 anos

Quem vai à Colônia deve passar no Seu Hélio, guardião da história, homem de muito critério.

Helio Sebastião Pires, 78 anos

Observava as estrelas, admirava a imensidão do mar e gostava de ouvir um bom pagode.

Hélio Vieira de Freitas, 72 anos

Cativava todos pelas estradas da vida, sempre muito amável e com uma alegria contagiante.

Heliomar Matos de Araújo, 67 anos

De pouca conversa ou brincadeiras, mas de muito amor.

Hellen Cássia Sanches Póvoa, 25 anos

Amava um batom vermelho; era sempre a mais charmosa e a do sorriso mais belo.

Heloisa Helena Soares de Oliveira, 62 anos

Trazia em si a expressão da alegria de viver e seus atos demonstravam que a vida é para ser curtida hoje.

Helvécio Corrêa Reis, 80 anos

Demonstrava seu amor com simples gestos, como quando fazia uma comidinha e levava um pratinho para os netos.

Hely Gomes da Costa, 88 anos

Ganhou o título do homem mais cheiroso de Fortaleza.

Henrique Celso Avelar de Jesus, 51 anos

Homem de coração gigante, nasceu para ser pai.

Henrique Cordeiro da Cruz, 63 anos

Um cara ranzinza e teimoso que possuía no peito um enorme coração. Ajudava todos que pediam sua ajuda.

Henrique de Vasconcelos Cabral, 47 anos

Ser de luz que iluminava a todos com seu lindo e enorme sorriso, sua marca registrada.

Henrique Marques de Sousa, 72 anos

Na lembrança da sobrinha, ele foi o tio que a embalou ao som de canções.

Henrique Paulino Mota, 40 anos

Sempre focado e otimista, lutava com obstinação por aquilo que queria. E alcançava.

Henrique Soares da Costa, 57 anos

Com seu jeito simples doou sua vida a serviço da igreja e do povo.

Heraldo Tadeu Trivelato, 57 anos

Dedicou sua vida a ajudar o próximo com bom humor, otimismo e um sorriso no rosto.

Herany de Lima Corrêa, 96 anos

Falante, um tanto desbocada, apaixonada pelo marido e preocupada com os filhos.

Herbert Pereira Bruzaca, 91 anos

Existir não lhe bastava, queria povoar o mundo com gestos de carinho e gratidão.

Herculano Wanderlin da Silva Gibson, 72 anos

Um avô muito especial para os seus netos.

Hérica Castilho Polizel Willon, 44 anos

Anjo que transformava a vida das pessoas à sua volta com sua linda risada.

Hermano Mariano da Silva, 69 anos

Assobiava o dia todo; e não deixava de jogar na loteria e de assistir aos telejornais.

Hermes Pereira Cezar, 59 anos

Não passou pela vida simplesmente, ele a viveu intensamente. Foi feliz a cada dia.

Hermes Ribeiro de Oliveira, 59 anos

Quem teve o privilégio de comer os peixes que ele preparava, sentiu o seu amor em forma de sabor.

Hermínio Escobar, 86 anos

Um homem apaixonado pela esposa e dedicado à família.

Hernan Enrique Ruedlinger Vega, 64 anos

Ensinou à filha, entre tantas coisas, o amor pela cozinha.

Heverton Marcelo Araújo dos Santos, 50 anos

Amigo de todas as horas, de tudo fazia uma festa. Deixou uma cidade órfã de sua atuação como vereador.

Hilário Ab Reta Awe Predzawe, 43 anos

Sonho não envelhece. Aos 41 anos, o xavante deixou a aldeia para se formar professor.

Hilda da Conceição Silva, 82 anos

Aniversário e casa cheia eram as suas alegrias.

Hilda de Abreu Barbosa, 96 anos

Costureira, bordou no tecido da vida cores alegres e vivas.

Hilda de Carvalho Rangel, 85 anos

Suas habilidades culinárias perfumavam toda a casa de amor e cuidado.

Hilda Machado Bozza, 81 anos

Era como um caule forte sustentando e nutrindo muitos galhos; sua vida foi exemplo de caridade e doação.

Hilda Maria Cordeiro, 78 anos

Fez questão de viver intensamente todos os momentos de sua vida.

Hilda Maria de Oliveira, 76 anos

Era como uma árvore forte e generosa que oferecia sombra e abrigo a quem dela precisasse.

Hilda Oliveira Custódio, 64 anos

Era vaidosa, adorava dançar e nunca deixou de celebrar a vida.

Hildebrando Brito da Silva, 56 anos

Amava Deus, sua família e a Igreja. Era engraçado, "Ih, Deu Branco!", brincava com o próprio nome.

Hilderson Michel Baia Nunes, 33 anos

"Tenho que ser exemplo", dizia. E assim ele foi, no trabalho e na vida.

Hildo da Silva, 54 anos

O enfermeiro da linha de frente de combate à Covid-19 que nunca esquecia o bom humor em casa.

Hilma Cristina da Silva Cardoso, 71 anos

Amava o Natal e não cansava de afirmar que Natal sem tâmaras, não era Natal.

Hisazy Shikasho, 75 anos

Pedalava toda manhã, distribuindo seu melhor sorriso!

Homero Rodrigues Silva Neto, 49 anos

Com 1,92, conseguia ter um coração maior que sua estatura.

Horacia Coutinho Caliri, 69 anos

Uma vida dedicada à família.

Horacina de Ornellas Pedrosa da Silva, 83 anos

Levou a luz do conhecimento onde reinava a desesperança.

Horácio José Silva, 75 anos

Peão de trecho, cortou o Brasil de fora a fora. Trabalhou nas grandes obras do país, e se orgulhava disso.

Hosana Paula Gil, 42 anos

Com seu coração enorme, estava sempre pronta para ouvir o outro.

Hubert Spadano, 82 anos

Homem alegre que vai fazer novas amizades no céu!

Hueber Pereira Santiago, 41 anos

Um excelente enfermeiro e muito brincalhão; o amor pela enfermagem o fez lutar até o último minuto.

Hugo Antonio Konart, 65 anos

A alma de criança e o espírito jovial faziam dele um menino.

Hugo Dutra do Nascimento Silva, 25 anos

Sorria com o rosto e com o corpo através da dança.

Hugo Emanoel Vieira, 58 anos

A luz que ilumina o caminho de sua família e os ajuda a seguir.

Hugo Grazzini, 85 anos

Um doce de pessoa, são-paulino de coração e rei das macarronadas dominicais.

Hugo Ricardo Conceição Eloy, 46 anos

Um educador apaixonado pela sobrinha, cujo coração só pulsava amor e generosidade.

Humberto Campero Frias, 78 anos

Boliviano de nascença e brasileiro de coração. Apaixonado pelo futebol, pelo mar e pelos filhos.

Humberto Castelo Branco, 71 anos

Para ele, o amor é a coisa mais importante desse mundo.

Humberto Ferreira da Silva, 90 anos

Para onde fosse, tinha um chocolate para oferecer em gentileza.

Humberto Leite Medeiros, 50 anos

Tinha como lema viver a cada dia como não houvesse amanhã.

Humberto Luiz da Silva, 74 anos

Ensinava o amor incondicional e a perdoar sem julgamentos.

Humberto Marinho, 73 anos

Tinha no grande amor de sua vida um colírio para os olhos.

Humberto Vitach Gambaro, 86 anos

Um avô amoroso, que se emocionava ao ponto das lágrimas vendo seu neto no palco.

Iara Pinho Medeiros, 72 anos

Querida demais, ela é quem marcava todas as reuniões de família.

Iarione de Souza Amorim da Silva, 54 anos

Atenciosa e boa em tudo o que fazia.

Iasmin de Albuquerque Cavalcante Duarte, 62 anos

“Fiquem firmes e se esforcem para serem felizes", dizia nas formaturas, com todo orgulho de formar médicos.

Idacy Ribeiro da Silva, 82 anos

Cuidava das plantas e dos cachorros com todo o amor do mundo. Sabia fazer o “cheirinho do melhor café”.

Idalgo Moura do Santos, 45 anos

Provavelmente será um apaixonado pelo céu e agora, pelo infinito.

Idalice Cordeiro dos Santos, 93 anos

Rezadeira e amorosa, essa avó fez questão de dar o primeiro banho em cada um dos seus dezesseis netos.

Idalina Fernandes Cunha Capucci, 72 anos

Fina e sempre elegante. Uma mulher incrível: linda por dentro e por fora.

Idê Figueira Ferraz Rocha, 82 anos

Uma pessoa generosa, que não negou ajuda a quem percebesse estar com dificuldade.

Ideilton Bezerra dos Santos, 77 anos

"Sábado a gente faz. Deixa pra sábado!", ele dizia.

Idelma Potel, 68 anos

Uma mulher intensa, carismática, dedicada e que nunca passava despercebida.

Idelson Costa Cordeiro, 74 anos

O abraço forte, o sorriso cativante e o enorme coração são marcas que nunca serão apagadas das memórias dos seus.

Idivina Campos Roque, 95 anos

Viveu intensamente sua vida e cumpriu a missão na terra.

Ieda Garcia Salgado, 92 anos

Sua missão foi distribuir amor e acolher com palavras. Adorava tomar café com leite, todas as tardes.

Iêda Ludovina Castro Barbosa, 66 anos

Amava os amigos e a família. Organizava viagens como ninguém.

Ignez Branco Baptista, 91 anos

Dizia que viveria até os cem anos.

Ignez Pereira Duarte, 74 anos

Com seu lindo sorriso e alto-astral inabalável, sabia como agregar família e amigos.

Ignez Rossato, 94 anos

Sempre gostou de cuidar de todos. Entre pincéis e números, encantava e surpreendia.

Igor Cesar Lima Sassui, 36 anos

Médico que amava celebrar a vida e ajudar incondicionalmente.

Ilaide Souza Pereira, 90 anos

Passarinha livre e independente, mas que não descuidava dos filhotes no ninho.

Ilda de Oliveira Guedes, 78 anos

Cuidava deixando um pouco de si em cada pessoa, tornou o mundo um lugar melhor.

Ilda Nocetti Macias, 74 anos

A voz doce que perpassava as salas de aula e alcançava os corações.

Ilda Ribeiro da Silva, 68 anos

Religiosa, Madre Lúcia de Fátima dedicou sua vida à caridade e ao trabalho voluntário com idosos.

Ildemar Cavalcante Guedes, 68 anos

Era um médico que se doava totalmente para o povo.

Ildeu de Oliveira Barbosa, 80 anos

Um avô que ensinou que o amor está estampado nas pequenas coisas da vida, basta você olhar com calma e ternura.

Ildiko Êmese Holfinger Farias, 40 anos

Passear com a Turquinha, como gostava de ser chamada, era uma aventura só!

Ildivan Damasceno Pereira, 43 anos

Uma vida marcada por bondade e generosidade.

Ilézio Almeida Oliveira, 74 anos

“A César o que é de César, a Deus o que é de Deus”, dizia aos filhos, ao educá-los.

Ilídio José Ferreira, 63 anos

No campo do coração, o time eram os filhos, a esposa e o seu Corinthians, todos jogando do mesmo lado.

Ilma de Oliveira da Silva, 79 anos

Um legado de amor, cuidado e proteção à família.

Ilma Ferreira Mendes Vieira, 78 anos

Definitivamente ela não era deste mundo. Sua bondade simplesmente não combinava com o resto da humanidade.

Ilma Lemos de Oliveira Reis, 60 anos

O seu coração era como a imensidão azul do mar, que lá no horizonte parece tocar o céu.

Ilma Maria Pires de Jesus, 84 anos

Avó batalhadora, muito amada por todos, tão calorosa que esquentava até corações.

Ilmar Ries Gomes, 53 anos

Um líder que viveu pelo seu filho.

Iloivaldo Araújo Rodrigues Junior, 44 anos

Honrou pai e mãe, amou minha família, fez as pazes com Deus.

Ilson de Figueiredo, 83 anos

Alegre, carismático, generoso, apaixonado pela família e pela vida. De espírito jovem, nunca deixou de sonhar.

Ilza Garcia, 98 anos

Ela foi uma pessoa federal.

Ilza Teixeira dos Santos, 77 anos

Um ser de luz, que guiará os seus sempre.

Ilzelina Sá Pereira, 72 anos

Chamava a própria casa de pousada, indicando com isso que tinha espaço pra receber todo mundo.

Iná Corrêa de Meireles, 55 anos

Deixou um pouquinho de vida, amor e sorriso por onde passou.

Inácio José de Moura, 73 anos

Brincalhão, a marca registrada de Santo era apelidar e assustar amigos e familiares.

Inácio Konmarson Pessoa Sousa, 46 anos

Amava a profissão e as estradas. Vai deixar um caminho de saudades.

Inês Petrecca de Carvalho, 70 anos

Uma guerreira, desde sempre!

Inês Rabelo da Silva, 73 anos

Dedicou mais de três décadas à educação. Foi tão querida que escolheram nomear uma escola em sua homenagem.

Inêz Batista Toledo, 75 anos

Seu sonho de estudar foi tão grande quanto a sua paixão por alfabetizar.

Inêz Fernandes Corrêa de Oliveira, 78 anos

Tia Inêz era a pessoa mais vaidosa e festeira da família. Gostava de celebrar a vida!

Inge Steinforth Nascimento, 67 anos

Dizia sempre que nunca devemos abaixar a cabeça, e sim continuar firmes e fortes.

Ione Cândida Costa Azevedo, 56 anos

Presenteava a todos de coração e sabia, com sua alegria, provocar festa onde chegava.

Ione das Graças Silva Medeiros, 67 anos

Além de abrilhantar as serestas com sua dança, a empatia foi uma das grandes marcas deixadas por Lola.

Iracema Amorim, 76 anos

Os cantos do seu povo Guajajara eram sua paixão e ela orgulhava-se em os representar.

Iracema de Mattos Pereira, 86 anos

Sempre prezou a união e a harmonia coroando uma vida de cuidado e doação.

Iracema Diniz da Conceição, 83 anos

"Ei, mas aqui pra nós" era sua maneira de dividir alguma confidência.

Iracema Libania da Silva de Oliveira, 82 anos

Uma senhora que exalava vida e que realizou muitos dos seus sonhos.

Iracema Pauli, 76 anos

Levava amor até nos temperos.

Iracema Pereira da Silva, 54 anos

Dedicação e amor ao som do romantismo de Amado Batista.

Iracema Rissatto, 90 anos

Trabalhadora, conquistou sua independência como costureira.

Iracema Rizzardi de Oliveira, 91 anos

Vaidosa, apaixonada pelo marido, pelos churrascos em família e pela caipirinha com os genros.

Iracema Silva de Sá, 62 anos

Iracema viu sonhos se tornarem realidade: viu seus três filhos criados e formados e se tornou avó.

Iracema Tuan Sterzza, 88 anos

Matriarca excepcional, de uma índole e de um caráter incontestável.

Iraci Braga da Silva, 82 anos

"Nunca é tarde para amar, estudar e ser feliz", dizia sempre.

Iraci Vendramim Delecrodio, 62 anos

Sorriso estampado, generosidade e luz espalhadas ao seu redor, sempre.

Iracial Mendes da Conceição, 85 anos

Cici viveu para cuidar das pessoas que amava.

Iracy Ferraz Herrmann, 99 anos

Baby, uma mulher sensível.

Iracymar Corrêa Ferreira, 85 anos

Sempre acolheu a todos. Dizia que sua casa era da família e que sempre cabia mais um.

Iraídes Serrão Neves, 52 anos

Viveu para Cristo e para sua família que tanto amava.

Irailde Urbano da Silva, 77 anos

Sua casa era o espaço do encontro. Seu sorriso, o espaço da alegria.

Iramar Carneiro de Oliveira, 43 anos

Para ele, dava pra ser oito e oitenta ao mesmo tempo.

Iramária Ramos Ataide, 72 anos

Vó Ira era dona de uma casa com um detalhe peculiar: estava sempre de portão aberto e de mesa cheia.

Irani de Lima Dias, 71 anos

Este verso é um pouquinho de uma vida inteira, de quem cumpriu sua missão dignamente.

Irani dos Santos Silva, 75 anos

Filha de Maria, onde a alegria e a fé fizeram morada.

Irani Rosa Cândido, 73 anos

Tinha uma luz, uma alegria e uma sabedoria que, assim como seus bolinhos de final de tarde, eram incríveis.

Iranildo Luiz da Silva, 37 anos

Ele ainda é e sempre será a trilha sonora da felicidade e do amor.

Irapuan Salles, 57 anos

Ele tinha um carinho latente pelo bem-estar de toda gente. A honestidade o acompanhava por todo canto.

Iremar Severino de Souza, 71 anos

Nas horas livres, gostava de ouvir música e de uma cerveja bem gelada.

Irene Alves de Viveros, 84 anos

Mãezona amorosa, queria todos os filhos, netos e bisnetos debaixo das suas asas.

Irene Angela de Macedo, 89 anos

O seu maior legado são seus valores. Através deles, ela vai ser o canarinho que nunca vai embora.

Irene Antônia de Melo da Silva, 78 anos

A bela família que construiu era sua vida e sua essência.

Irene Azevedo de Jesus, 93 anos

Sua risada, força e dizeres permanecerão para sempre entre os seus.

Irene Barbosa da Silva Souza, 66 anos

Tinha um abraço que mais parecia um lar.

Irene Bertholdi Fernandez, 86 anos

Costumava lembrar dos que já se foram, agora será eternizada nas histórias contadas pela família.

Irene Boaventura da Silva, 79 anos

A tia mais querida que contagiava todos com sua alegria e seu jogo de bingo.

Irene Lopes de Carvalho, 96 anos

Mulher guerreira... Irene era apaixonada por viver e aproveitou muito a vida.

Irene Negreiros de Albuquerque, 88 anos

Zelava pelo jardim e pela horta com o mesmo amor imensurável que dedicou à família.

Irineo Schirmer, 83 anos

Teve a capacidade de se reinventar várias vezes, inclusive após sua aposentadoria.

Irineu Bertevello, 78 anos

Via beleza na simplicidade da vida, era o melhor pai que um filho poderia ter.

Irineu Ferreira Santiago, 94 anos

Era de poucas palavras quanto aos sentimentos, seus gestos falavam por ele.

Irineu Fidelis, 63 anos

Um homem cujo coração não cabia no peito.

Irlanda Maria Gamba Rudolf, 76 anos

Generosa e sempre disposta a ajudar. Havia sempre café quentinho e um bolo fresco sobre sua mesa.

Irma Miranda Maia, 82 anos

Sempre preocupada com o próximo, tinha a mania de conseguir emprego para as pessoas.

Isaac Benjamin Alves de Melo, 5 meses anos

Um pequeno grande homem que se fez gigante diante da vida e encantou a todos com seu sorriso de anjo.

Isaac Souza Rocha, 38 anos

Momentos difíceis tornavam-se mais leves com ele. Além de ajudar, ele transformava tudo em histórias engraçadas.

Isabel Cristina Dangelo Sianga, 52 anos

Em Indaiatuba, ninguém fazia bolos como a Bel.

Isabel de Sousa, 61 anos

Com um coração maior que ela mesma, ensinou que o cuidado é o gesto de amor mais verdadeiro.

Isabel Delfina Ferreira, 92 anos

Era realmente o amor da vida de seus filhos e netos. Eram todos loucos por ela.

Isabel Lendengue da Silveira, 85 anos

“Que nossa mãezinha, Nossa Senhora, te proteja!”, abençoava ela.

Isabel Martins Prates, 61 anos

Em sua casa todos era recebidos com café, biscoito e bolinho de chuva.

Isabelle Soares Feitosa, 27 anos

Torcedora fanática do Fortaleza Esporte Clube, amava cachorros como se fossem pessoas.

Isac Lopes Ferreira Dias, 65 anos

Com humildade e dedicação plantou boas sementes na terra e no coração dos filhos.

Isael da Luz de Brito, 64 anos

Nordestino que realizou o sonho de ir para São Paulo em busca de uma vida diferente.

Isaías Bezerra Cavalcante, 54 anos

Ele era lar. A cada tijolo empilhado, suspirava-lhe o coração.

Isaías Leite de Oliveira, 79 anos

Possuiu uma imensa coragem e desejo de viver: amou, se aventurou, e apreciou as delícias da vida.

Isaías Lira da Cunha, 80 anos

Temente a Deus, viveu pela família e colecionou boas histórias. Deixou o seu melhor legado: o amor ao próximo.

Isaías Perfeito Favatto, 58 anos

Inteiramente feito de alegrias. A vida encontrou a rima perfeita para Isaías.

Isaías Polinario, 64 anos

Ele se emocionava com histórias tristes que assistia na TV.

Isalém Nogueira de Camargos, 80 anos

Tinha educação ao tratar as pessoas com sua serenidade e calma.

Isaura de Jesus Campos, 49 anos

Com suavidade na voz e um sorriso iluminado no rosto, era como uma doce e amável criança.

Isaura Maria Ramos Nascimento, 83 anos

Forte, ativa e cheia de vida; era o amor em pessoa e a palavra de Deus na prática.

Isavan Wolgrand Barros Lira, 81 anos

Um ser de muita fé, devoto de São Luís Gonzaga.

Isilda de Freitas Rodrigues Lopes, 69 anos

Conheceu a guerra em seu país de origem e encontrou a paz profunda contemplando o mar no Brasil.

Ismael Afonso Costa, 71 anos

Adorava falar em público, não podia ver um microfone.

Ismael de Almeida, 63 anos

Dono de um coração gigante, foi o melhor pai do mundo em bondade e felicidade.

Ismael de Almeida, 66 anos

O multiplicador de sorrisos e abraços, sabia como ninguém escolher boas melancias para os encontros.

Ismael Lino do Nascimento, 77 anos

Homem feliz, trabalhador, sonhador e, acima de tudo, pai.

Ismael Pereira de Oliveira, 41 anos anos

Apaixonado por motos, o motoboy adorava reggae e levava na garupa o desejo de estar perto da família.

Ismael Pires Costa Filho, 57 anos

Alma gêmea de sua esposa, se uniu a ela no céu. Ambos lutaram contra o coronavírus.

Ismael Raimundo, 61 anos

Um homem que acreditava no poder de um "bom dia" e que superou um câncer de intestino.

Ismana Altina Teixeira de Azevedo, 46 anos

Adorava visitas e preparava a comida típica mineira preferida de cada um. É como demonstrava seu amor.

Isnaldo Pessoa Cavalcante, 58 anos

Seu trabalho era iluminar a vida das pessoas.

Israel do Amaral Vieira, 72 anos

Acreditava que o importante era ser autêntico, ser único.

Itália Zaccaro Faraco, 103 anos

Iluminada feito o Renascimento, ela era quase o país homônimo. Mas era brasileira e não tinha fronteiras.

Ítalo Renato Lopes de Lima, 61 anos

Não mediu esforços para dar o melhor aos filhos.

Itamar Cruz Braga, 89 anos

Cozinheiro do melhor feijão do mundo, se divertia encobrindo as peraltices dos bisnetos.

Iva Lino dos Santos Ferreira, 78 anos

Cozinhava bem, torcia pelo Corinthians e amou muito na vida.

Ivair José Cristovão, 54 anos

Soldado da Polícia Militar de Santa Catarina, sempre lutou pela igualdade do negro.

Ivaldo Rodrigues Lima, 42 anos

Por onde passava deixava um pouquinho da sua essência.

Ivan Antônio Arbex, 69 anos

Era dono de um coração generoso. Foi médico e, por amor ao próximo, lutou até o fim para salvar vidas.

Ivan Basilio, 56 anos

Tinha o coração mais lindo que já existiu, e seu sorriso era capaz de refletir toda essa beleza.

Ivan Dimitrova, 63 anos

Do Pantanal ao México, o que mais gostava de fazer era sair em viagens de pescaria com a família e os amigos.

Ivan Raimundo da Silva, 52 anos

"Bibi, cheguei Bibi!", dizia sempre para a filha ao chegar em casa.

Ivan Reis Bezerra de Souza, 79 anos

Acordava cedo para coar café; e dedicava seu tempo em compartilhar afeto, amar a família e torcer pelo Vasco.

Ivan Willians Lisboa, 42 anos

Se dependesse dele, a vida seria para sempre uma festa.

Ivana Alves da Silva, 46 anos

De voz mansa e sorriso amável.

Ivana Maria Martins Fernandes, 58 anos

Cabelos ondulados e iluminados, olhos expressivos e um coração que transbordava amor.

Ivanda de Jesus Batista dos Santos, 45 anos

Mulher obstinada, não se abateu ante os desafios. Com o trabalho, família e amigos alcançou a alegria na vida.

Ivaneide Silva Pereira Santa Barbara, 61 anos

As calçadas de São Luís do Maranhão vão sentir saudades da Nega. Do bate-papo, das histórias e de seus conselhos.

Ivanete Lustosa Silveira da Silva, 68 anos

Amou a família com toda a força de seu coração e foi, com certeza, a melhor mãe que seus filhos poderiam ter.

Ivanete Teixeira Balestrero, 67 anos

Uma mulher apaixonada por rosas e por cozinhar.

Ivanildes Marinho Batista Gomes, 79 anos

Nunca deixava um "eu te amo" para depois.

Ivanildo Nogueira da Silva, 57 anos

Aquela voz inspiradora que nos despertava todas as manhãs dizendo "É só alegria!"

Ivens Rodrigues da Costa, 68 anos

Virou encantado da Floresta Amazônica, vive agora eternamente no segredo das plantas e dos pássaros.

Iverson dos Santos Correia, 41 anos

Eterno sonhador, cultivava o lado bom da vida e ofertava sempre o melhor de si.

Ivete Flávia de Moraes Menezes, 66 anos

A mulher paciente, alegre e forte, onde a arte pública de São Paulo começava.

Ivini Ribeiro de Castro Rodrigues, 40 anos

Na música da vida, dançou sem medo de ser feliz. A dança era um de seus maiores amores e seus passos reluziam.

Ivo Bonzanini, 80 anos

Um gremista de coração. Amava um carteado e um churrasquinho em família.

Ivo Maciel Diniz, 71 anos

Não tinha quem não gostasse do seu modo humilde e simples de viver a vida.

Ivo Tavares Ferreira, 71 anos

"Não sou 10, sou 11. Pois 10 tem furo e eu não!", dizia ele.

Ivone Alves Ribeiro de Jesus, 55 anos

Ela adorava estar com as irmãs e relembrar os bons momentos da infância.

Ivone Maria de Souza Pires Bueno, 66 anos

Uma vovozinha que amava zumba. Dona de uma risada inconfundível!

Ivone Melo, 49 anos

Certa vez ela disse: "filha, lá no céu é sem explicação, é maravilhoso... e um dia eu sei que vou chegar lá."

Ivonei Jacinto da Silva, 54 anos

Homem de fé, coração brando e uma generosidade imensurável.

Ivonete Alves, 59 anos

Luz que iluminou todos que conviveram com ela, agora deixa um rastro de saudade.

Ivonete Conceição da Silva, 93 anos

Coroada princesa aos 90 anos, Nete foi senhora sábia e companheira.

Ivonete dos Santos, 76 anos

Seu maior atributo era a fé, e assim educou os filhos. Até enquanto pedalava, ela rezava o terço.

Ivonne Hunter Silva, 90 anos

A uruguaia mais brasileira que alguém já conheceu.

Ivor Demétrio Fossatti, 56 anos

Apaixonado por futebol; era companheiro inseparável da esposa e amigo dos filhos.

Ivson Carlos Vieira, 46 anos

Adorava ouvir músicas nas horas livres e principalmente tocar guitarra nos trios elétricos que passavam pela cidade.

Iza Eleuza de Castro Silva, 37 anos

"Vamos sair, que o tempo é curto", dizia depois de longos plantões no hospital.

Iza Lucy Ferreira, 81 anos

Um gatinho a visitava nas tardes de quarentena. "Ele gosta das histórias que eu conto, por isso vem", dizia ela.

Izaac de Souza Tavares, 67 anos

Adorava “dar alicate” nos netos, aquele beliscãozinho com os dedos dos pés.

Izabella Cortesini, 15 anos

Amável e divertida, estava no Ensino Médio e já sonhava ser advogada.

Izadora Luiz, 25 anos

Causava reflexões que espelhavam sua sabedoria.

Izaias Lopes Cabral, 74 anos

Cortando cabelos, saiu da pobreza e criou três doutores.

Izaias Wariss de Aguiar, 61 anos

Calmo como ninguém. Ele dizia: "Hoje é tempestade, amanhã é sol".

Izeth Pereira Silva, 73 anos

Adorava fazer umas comprinhas e manter as unhas e os cabelos sempre impecáveis!

Izidio Jose Campina Neto, 37 anos

Netinho adorava comer e gostava que as amigas soubessem, assim, nunca lhe faltava um lanchinho de presente.

Izolina Gonçalves dos Santos, 90 anos

Zó, a bisa dos melhores cafunés.

Jabes Leonardo da Silva, 85 anos

Um ex-policial cujo lema era ajudar o próximo e nunca negar comida a alguém.

Jaci da Silva Belarmino, 65 anos

O samba, o mar e a cozinha foram as paixões deste produtor cultural.

Jacilene Aparecida de Souza, 44 anos

Dona de um sorriso fascinante e de um amor incalculável.

Jacimara Reges Farias, 49 anos

Amava as crianças. Deixou saudade e muitos ensinamentos.

Jacineide Azevedo da Costa, 42 anos

Uma fortaleza bondosa que viveu para seguir os ensinamentos de Cristo.

Jacinta dos Santos Costa, 75 anos

Cozinheira de mão cheia. Mulher de fé, uma grande devota de Nossa Senhora das Graças.

Jacinto Vicente da Silva, 85 anos

Era um andante do mundo, com ânimo constante para a vida. Um católico fiel e devoto de Nossa Senhora.

Jacir José Ferrarezi, 60 anos

Tio Nego era batalhador e guerreiro. Sorria bastante. Amava Salete, sua companheira de todos os dias.

Jacir Ludtke, 73 anos

Plantava árvores e bondade. Sua principal colheita foi o amor.

Jacira de Jesus Milani, 73 anos

Para onde foi, com certeza, será sempre amiga, defensora e guerreira, como foi aqui na Terra.

Jacira Rodrigues da Silva, 74 anos

Rodeada pela família, adorava cantarolar animadamente, enquanto apontava os dedinhos indicadores para o alto.

Jaciro Barbosa de Souza, 54 anos

Tio generoso e amado como pai pelos 19 sobrinhos aos quais amou de forma incondicional e especial.

Jack Fernandes dos Santos, 89 anos

Todos os domingos ele comia arroz à piamontese e medalhão ao molho madeira. Essa era sua marca registrada.

Jackson Carlos Barbosa, 65 anos

Ele ouvia com o coração.

Jackson da Silva Araújo, 36 anos

Tinha uma paixão por comida e outra maior ainda pela chegada da neta Aylla.

Jacob Batista dos Santos, 75 anos

Ele gostava mesmo era de bater papo.

Jacob Borenstein, 84 anos

Um homem bom, grande contador de histórias e jornalista talentoso.

Jácome Eduardo Perrucho Brito, 54 anos

Deixou uma lição para todos: nunca é tarde para fazer o que te faz feliz.

Jacqueline Hernandes, 49 anos

“Vamos comer o que tivermos vontade, porque não sabemos o dia de amanhã. Miséria comigo, jamais!”, brincava ela.

Jacy Muniz de Souza, 80 anos

Adorava ver a neta dançando e a ensinou, entre outras coisas, a amar o próximo.

Jacyr Simão, 80 anos

O dentista Jacyr amava o belo: pintava, esculpia e cultivava bonsais.

Jacyra Pereira da Costa Goes, 83 anos

Lutar na vida era o que ela fazia bem; além de cantar, dançar e acreditar no amor.

Jadiel Reis e Silva Filho, 46 anos

Era padrinho de tudo quanto é sobrinho e primo. Passou a vida tentando ajeitar o mundo.

Jadyr Araújo, 84 anos

Todo mês de agosto, em um ônibus chamado Jerônimo, fazia uma viagem para pescar.

Jaiel Gieze Reversi, 29 anos

Era a metade que completava sua irmã.

Jaime Alves de Oliveira, 91 anos

Sempre com um sorriso no olhar, amava comemorar o aniversário em família.

Jaime Antunes, 92 anos

O eclético engenheiro que amava música erudita e gostava dos programas de humor do Chaves.

Jaime Chen Tsong Miin, 73 anos

Trabalhador incansável e sempre bem humorado, confortava a todos dizendo: “A vida é assim mesmo!”

Jaime David Winiawer, 74 anos

Aos 74 anos, vivia a vida intensamente. Bailando, contando histórias, fazendo amizades.

Jaime Machado, 81 anos

Com sorriso largo, positividade e generosidade, viveu a vida na cadência bonita do samba.

Jaime Natalício da Silva, 63 anos

A bondade foi o seu maior ensinamento e o seu grande legado.

Jaime Pereira de Brito, 77 anos

Hábil com a bola nos pés na juventude e com a palavra de Deus na vida adulta, nunca aceitou discriminação.

Jaime Sousa da Silva, 66 anos

Homem de caráter e fé inabaláveis, mesmo nos momentos difíceis não se entristeceu.

Jaime Takeo Matsumoto, 62 anos

Deixava seu jornal toda quinta-feira na mesa do consultório.

Jair Amaral, 69 anos

Um homem de muitos amigos que sempre prezou pelo bem-estar de cada um.

Jair Batista da Silva, 58 anos

Boêmio e fã de Zeca Pagodinho, foi um pai alegre, que sempre dizia: "Eita, vida boa!"

Jair Neves da Silva, 65 anos

Sua via foi um testemunho vivo de que a verdadeira bondade reside na essência, jamais na aparência.

Jair Oliveira dos Santos, 49 anos

Tinha uma risada inconfundível. E era quem mais aproveitava os almoços e aniversários de família.

Jair Reis, 48 anos

Representou, com amor, os rodoviários de Brasília e cantava uma moda de viola aonde chegava.

Jair Rocha Mendes, 57 anos

Era o faz-tudo, não media esforços, sempre achava uma solução.

Jair Saboia Dantas, 80 anos

Mesmo em dias nublados, através do seu sorriso ele brilhava como o sol.

Jair Sebastião de Souza, 74 anos

Vai, Jair... tocar sua viola no Céu!

Jair Silva Ribeiro, 61 anos

O técnico de enfermagem cuja missão era ajudar o próximo.

Jair Táparo, 61 anos

Tinha a mania de ficar puxando os cabelos antes de dormir.

Jairo César Bezerra, 79 anos

Ninguém, além dele, assobiava lindas canções tão bem.

Jairo Dornelles da Silva Sales, 34 anos

Guardava momentos, não dinheiro.

Jairo Rafael Trindade, 31 anos

Um jovem cuidador de seres humanos, sonhador, apaixonado por filmes, futebol e pagode.

Jalbas Vitorio Cavalcante, 76 anos

Enquanto estudava direito, trabalhou como cobrador de ônibus, até tornar-se advogado.

Jamil Santoro Moreira, 75 anos

Um grande contador de "causos", generoso e amável.

Jamile Silva Leite dos Reis, 44 anos

Uma mulher forte que amava a família, o mar da Barra e o carnaval de Salvador.

Janaina Andrade Navajas Alencar, 44 anos

Adorava batom vermelho e roxo. Estava sempre com roupas coloridas e vibrantes.

Janaína Santana Andrade Silva, 38 anos

Uma verdadeira "inventora de eventos" para reunir a família.

Janaína Silva do Nascimento Nicacio, 37 anos

Amiga para todas as horas. "Oi, fofo!" era sua marca registrada.

Janaína Thaísa Campos de Albuquerque, 46 anos

Amava a Disney e era uma mãezona para todo mundo.

Jandira Santos Viana, 69 anos

Alegria e confiança foram marca forte em JanJan, a menina que realizou sonhos.

Jandyr Gomes Moreira, 84 anos

Dira era tão festeira que suas lembranças estão sendo comemoradas no céu.

Jane da Silva Mattos, 54 anos

Se tem uma palavra que a descrevia, é dedicação.

Jane Maria de Oliveira Alcântara, 66 anos

Sempre atenta aos números, contas, aniversários e telefones, sabia tudo!

Jane Marina Rosa, 62 anos

Foi fiel às pessoas que amava.

Janet Siman Pinto, 89 anos

Uma mulher genial, que mantinha a família unida e uma cerveja na mão enquanto preparava suas delícias.

Janete Bráulio de Souza, 66 anos

Não podia ver alguém distraído que soltava: "Tá pensando na morte da bezerra?"

Janete da Silva Passos, 58 anos

Contadora de sorrisos e das piadas mais engraçadas. Seu humor deixou recordações nos corações de quem a conheceu.

Janete Eugênio da Silva, 73 anos

Doce como o bolo de laranja que pedia com carinho para a sobrinha fazer.

Janete Oliveira Pessoa, 72 anos

Mulher guerreira, apaixonada por tudo e por todos.

Janethe Alves de Amorim, 81 anos

Uma abelha-rainha que reunia família e amigos para servir boa comida ao som de modão sertanejo.

Janieire Pires Felipe, 50 anos

Uma mulher amazonense que amou ser enfermeira.

Jânio Gomes da Rocha, 59 anos

Muito orgulhoso dos filhos, era capaz de mover céus e terra por eles ou por quem necessitasse.

Jaqueline Cordeiro Prado, 39 anos

Mãe, esposa e amiga. Determinada, batalhadora e guerreira.

Jaqueline dos Santos, 38 anos

Seu passatempo favorito, sem dúvidas, era descobrir coisas novas e se redescobrir.

Jarbas Martins Barreto, 46 anos

Deixava sua marca por onde passava: sempre tinha uma brincadeira pra fazer ou uma história para alegrar o dia de alguém.

Jason da Silva Barros Filho, 56 anos

Adorava receber amigos e família para tomar uma cerveja e assar carnes nas churrasqueiras que ele mesmo fabricava.

Javier Guzman Heredia, 68 anos

Ficava todo orgulhoso quando via as notas do boletim da neta, ou quando ouvia o neto aprender uma nova palavra.

Jávier Martins de Oliveira, 57 anos

Alegre e bondoso. Sua risada era gostosa e seu olhar, gentil.

Jayme de Fátima Leite, 64 anos

Pelas palavras ou pelos gestos, ele esbanjava afeto.

Jean Carlos da Cruz Silva, 53 anos

Um turrão que dava o braço a torcer... Um lindo amigo, companheiro, confidente pra sempre lembrado.

Jean Carlos dos Santos, 44 anos

Não gostava da desigualdade social: para ele, todos somos iguais.

Jean Lombard, 81 anos

Bom pai, bom avô, pessoa extremamente íntegra, de um coração enorme.

Jean Pierre Carvalho de Souza e Silva, 44 anos

Era colado com o irmão e dizia tê-lo superado como mecânico de carros.

Jeanete de Jesus Gomes Carneiro, 44 anos

Andou com a fé moldada em sorrisos.

Jeannette Penha Guerra, 83 anos

Um olhar que transmitia paixão pela vida. Vózona aventureira e doida pelo Corinthians.

Jedir Caterinque, 69 anos

Ele era muito calado, mas seus olhos diziam tudo.

Jeferson da Silva Rezende, 38 anos

Trabalho, trabalho, trabalho... não tinha preguiça e corria atrás.

Jefferson Alves, 37 anos

Foi um grande menino, que cresceu e tornou-se um grande homem!

Jefferson Braulio Moncherino da Silva, 32 anos

Um homem de mais de dois metros de altura e cheio de amor.

Jefferson Porto dos Santos, 42 anos

Um caminhoneiro que gostava de cozinhar, pescar e sorrir.

Jeni Aparecida de Jesus Vagli, 86 anos

Mãezona, fazia marcação cerrada e estava sempre presente. Se preciso fosse, brigaria pelas filhas.

Jennifer Ribeiro Magalhães, 28 anos

Um dia este anjo desceu à Terra, mas retornou aos Céus, tamanha sua bondade e doçura.

Jeová Carmo da Silva, 48 anos

Um herói da saúde que cumpriu seu juramento e deu a vida em prol da sociedade.

Jeová Hermes Cardoso, 52 anos

Era bom de churrasco e de carteado e nunca negou apoio a quem recorreu a ele.

Jeová Miranda da Silva, 36 anos

Alegre, brincalhão e cheio de vida, gostava de dançar e cantarolar assobiando.

Jeová Xavier Rodrigues Palheta, 63 anos

Sempre combateu o bom combate, com um coração amoroso que foi uma verdadeira mansão.

Jeovane Elias da Costa, 75 anos

Um homem reservado, mas que sabia se divertir quando o programa era jogar dominó.

Jerlan Santos, 37 anos

Dona de um sorriso contagiante, que transbordava alegria, luz e serenidade.

Jerônimo Fortunato da Conceição, 59 anos

Muito carismático e de coração generoso, gostava de cumprimentar com um abraço.

Jeruza Valença Barros, 89 anos

Sabia inúmeros versículos da Bíblia, mesmo com a perda de memória que lhe acometeu.

Jéssica Ingrid Pereira dos Santos, 27 anos

Nos dias de folga, gostava de tomar banho de mar e tocar as músicas da Marília Mendonça no violão.

Jesuíno Andrade de Brito, 89 anos

Duzinho, painho, vovô... Seus apelidos representavam todo o amor que recebia.

Jeu Chin Shing, 67 anos

Um doce de pessoa. De origem chinesa, nasceu em Moçambique, naturalizado português e brasileiro de coração.

Jhonatan Carlos Ramos Tota, 28 anos

Apaixonado por motos e Coca-Cola, viveu para os pais e a irmã, a quem dizia amar "do tamanho do universo".

Joana Baia de Brito, 92 anos

Querida e cuidadora, aprendeu que viver com qualidade significa manter a calma e amar inesquecivelmente.

Joana Batista Lopes Jamar, 74 anos

Levou a vida tricotando a união da família e temperando amor.

Joana Constância de Oliveira, 73 anos

Filha de índios, mãe, avó e bisavó, um amor do tamanho do mundo.

Joana D’Arc Guimarães de Oliveira, 85 anos

Mulher, negra, mãe de sangue e de coração de muitos.

Joana de Oliveira Miléo, 80 anos

Mulher revestida de fé, humildade e amor.

Joana de Sousa Rabelo, 73 anos

Exigente com o corte de cabelo curtinho, unhas impecáveis e sempre com muito brilho, sobretudo no sorriso e no olhar.

Joana de Sousa Reis, 88 anos

Para falar de Joana, que sempre lembrem de Domingos e da família que construíram em 72 anos juntos.

Joana de Souza Azevedo, 92 anos

Avó incomparável que era puro amor e carinho.

Joana dos Santos de Souza, 88 anos

Como uma joaninha que traz sorte, Joana emanava coisas boas a todos ao seu redor.

Joana Lemos da Silva, 100 anos

Vovó me ensinou a fazer meu primeiro laço, a pular corda, a rezar, a dizer obrigada, e principalmente a respei

Joana Maria de Jesus, 79 anos

Bondosa, fazia uma cocada de licuri e o melhor bolo de leite da região. Dona de uma bondade incalculável.

Joana Maria Silveira, 61 anos

“Velho é o mundo, eu sou nova e cheia de vida“, brincava sempre Joana, com um sorriso enorme.