"Orgulhoso dono de um fusca bege 1972 que usava para buscar na escola os 7 netos."
Edgard Farah, 81 anos, vítima do coronavírus em Sao Paulo.

Não é um número.

Abadia de Fátima Alves, 63 anos

Era a doçura no olhar, no coração e na vida de todos.

Abdias Martins de Moura, 84 anos

Um homem apaixonado pela vida. Filósofo da paz, do amor e da resiliência.

Abdon Albuquerque Cavalcante, 82 anos

Colocava apelido em todos, era o imitador e o contador de histórias mais engraçado da família.

Abel Augusto Teixeira, 65 anos

Não gostava que se preocupassem com ele. Sempre dizia que estava tudo bem.

Abel da Cruz Neto, 61 anos

Criava chavões a cada oportunidade, cuidando do bem-estar alheio, que era sua especialidade.

Abel Jorge Cassimiro, 76 anos

Foi um pai e avô que, mesmo distante, se fez presente na vida e nas lembranças da família.

Aberal Ribeiro, 55 anos

O que a vida lhe dava de oportunidades, ele agarrava. A luta não o intimidava.

Abigail Pinto Magalhães, 88 anos

Viciada em novela, interagia com a trama: “Ih, já sei no que isso vai dar!”

Acacio Cardoso Duarte, 68 anos

Ele tinha o engraçado costume de dormir na mesa durante o almoço da família.

Acassia Silva Santos, 59 anos

Generosa com todos, paparicava cada um dos filhos e netos.

Ada de Almeida Laurenti, 90 anos

Era uma mulher forte, com muita fé em Deus, vontade de viver e um amor imensurável pela família.

Adailton Caetano, 70 anos

Sem perder de vista a sua filha, a essa altura está fazendo o que mais gostava: andando por aí...

Adalberto Álvares Almeida, 53 anos

O carnaval em pessoa.

Adalberto Alves da Silva, 50 anos

"Minha família é meu porto seguro", dizia ele.

Adalberto da Silva Clímaco, 55 anos

Professor e recordista em atletismo, orgulhava-se de ter corrido ao lado de Joaquim Cruz, campeão olímpico.

Adalgisa Ferreira de Abreu Rodrigues, 85 anos

Para estimular a leitura dos filhos, estipulava a mesada conforme a apresentação oral de algum dos livros da biblioteca.

Adalgisa Maria de Aguiar, 86 anos

No tecido da vida, ela bordava amor, luz e força.

Adão Correia Caldeira, 73 anos

O militar de carreira que se desmanchava pelos netos.

Adão da Silva Borba, 74 anos

Grande contador de histórias e dono de um incrível bom humor!

Adão Leandro de Carvalho, 65 anos

Paciência, sabedoria e carinho pelo próximo. Gostava de jogar palavras cruzadas, ler e ir à igreja.

Adeildo José da Silva, 72 anos

De picolé a chocolate, nada era tão doce quanto o sentimento de Seu Adeildo pelos netos.

Adeilton de Sousa Cavalcante, 39 anos

Amava viajar e adorava aventuras. Viveu intensamente, como se cada dia fosse o último.

Adelaide Mendes Paula, 82 anos

Um verdadeiro coração de mãe para seus doze filhos, netos e todos a quem sempre esteve disposta a ajudar.

Adélia Maria Araújo de Almeida Oliveira, 62 anos

Profissional dedicada, generosa em compartilhar seus conhecimentos.

Adelina Vidotti de Souza, 91 anos

Uma nonna italiana, generosa e inesquecível.

Adélio Electo, 84 anos

"No escurema do cininho...”, dizia ele, o trocador de sílabas.

Adelita Ribeiro da Silva, 37 anos

Uma heroína que perdeu a vida para salvar vidas.

Adelmo Azevedo da Cruz, 52 anos

Uma alma boa, que viveu por amor e só foi amor por onde passou.

Adelmo Luís de Araújo, 52 anos

Marido amoroso e dedicado, compartilhou sorrisos e ensinamentos com a família.

Adeltino José dos Santos, 91 anos

Comunicativo e bem-humorado, passava horas contando aventuras de quando foi vaqueiro na terra natal.

Ademar Bispo de Araújo, 64 anos

Viveu 47 anos felizes ao lado da esposa. Onde um estava, o outro estava.

Ademar Mariano da Cunha, 80 anos

Trabalhador, honesto e pontual em tudo o que fazia.

Ademar Moura de Jesus, 62 anos

Um caminhoneiro otimista, apaixonado pela família, pelos amigos e pelo bom almoço de domingo.

Ademar Rodrigues, 68 anos

Tocador de gaita e contador de piadas, espalhava riso e alegria por onde passava.

Ademar Rodrigues Soares Filho, 62 anos

Tinha um cuidado muito especial com os sobrinhos e compartilhou com eles o amor pelas coisas simples da vida.

Ademar Tavares, 95 anos

Um homem trabalhador, honesto e que sempre procurava fazer o bem.

Ademildo Santana Passos, 56 anos

Até mesmo falando sério, ele brincava...

Ademir Abrantes Junior, 43 anos

O líder do grupo “A Família Trololós”.

Ademir Castro Pinto, 69 anos

Entre peixes e pequenos presentes, suas demonstrações de afeto que jamais serão esquecidas.

Ademir de Oliveira Lira, 90 anos

Colecionava elogios dos familiares, dos amigos e de quem mais o conheceu.

Ademir Donizete de Paula, 56 anos

Ensinava matemática com música e sorrisos.

Ademir Mendonça da Silva, 59 anos

Vencedor, achava que a escola não era o único caminho para vencer na vida, pois de lá não gostava não.

Ademir Veríssimo Lopes, 66 anos

Determinado e corajoso. Amante da natureza.

Adenil Severino Silva, 76 anos

O padrinho de mais de vinte crianças, que sorria por bobagens e era uma pessoa alegre e cheia de vida.

Adhemar Lourenço, 83 anos

Um poeta que se vai como uma flor.

Adilson Eleonísio Silva Lopes, 62 anos

Um ser que transbordava alegria.

Adilson Lopes, 62 anos

O abastecimento de frutas e legumes em Nhamundá era feito por ele, o bom amigo Corocoró, como era conhecido.

Adilson Torquato Guimarães, 77 anos

Adilson deixou saudades na família, nos cachorros, nos funcionários de supermercado e nos moradores de rua.

Adilson Vicente Martins, 44 anos

Um paradoxo vivo: por fora, pura timidez; por dentro, pura força, coragem, carinho e amor pelos seus.

Adipe Miguel Júnior, 69 anos

Envolveu as pessoas ao seu redor com o abraço mais acolhedor do mundo e dedicou sua vida ao amor.

Adirce Lima Nobre, 85 anos

Ela era puro amor! Tinha o sorriso largo e o abraço mais acolhedor do mundo.

Adleuza Maria da Silva Alves, 66 anos

Tia Neneca, sempre sorridente, não recusava um convite para dançar forró.

Admário Lucena da Silva, 69 anos

Tricolor, emotivo e folião arretado. Como ele mesmo dizia: "uma pessoa de alma jovem".

Admilson Ayres Pereira, 53 anos

Um dançarino de gafieira

Adolfo Machado Batista, 92 anos

Seu Badú foi um homem de valor.

Adolfo Rogélio Nunes, 68 anos

De bem com a vida, sempre sorrindo. Amava a natureza, os dias ensolarados de verão, os filhos e os netos.

Adonias Antunes Zebral, 82 anos

Era de poucas palavras, mas de muitos sorrisos.

Adoralice da Silva Paula, 81 anos

"Viva com liberdade e respeito. Podemos ir aonde os sonhos nos levarem", costumava dizer.

Adrian Priscilla Sampaio Vieira, 28 anos

Sinceridade e dedicação em tudo que fazia. A sua risada era sua grande característica: uma marca registrada.

Adriana Ferreira Cardoso, 61 anos

Ser humano ímpar, dona de um astral contagiante.

Adriana Marques de Almeida Luz, 57 anos

Não era só dentista, era criadora de sorrisos.

Adriana Silva de Moraes, 44 anos

Alimentou um amor eterno e incondicional por seus filhos e netos. Era lindo de se ver.

Adriano de Barros Silva, 42 anos

Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.

Adriano Sales, 48 anos

"Viva a vida com a sensibilidade que ela te dá." dizia ele.

Aflodísia Pereira Gasparini, 91 anos

Matriarca de uma grande família. Será lembrada como exemplo de amor incondicional, força e humildade.

Afonso Augusto de Andrade, 66 anos

Sua casa era ponto de encontro para ver o Corinthians, jogar dominó e tomar a melhor vitamina de abacate.

Afonso de Paiva Neri, 79 anos

Um grande contador de histórias e piadas, amado por seus filhos e amigos.

Afonso Seide, 85 anos

Na família, no trabalho e no dominó, foi um grande vencedor e exemplo de vida.

Agatha Lima, 25 anos

Viveu intensamente os seus 25 anos.

Agatha Loureiro, 36 anos

Risonha, feliz e animada, adorava carnaval. Sempre disposta a ajudar de todo seu coração.

Agenor Costa Cavalcante, 61 anos

Alegre e abnegado. Dedicou-se à família como poucos e viveu, na prática, o amor ao próximo, todos os dias.

Agenor Lopes de Oliveira, 56 anos

Sua marca foi a bondade. Sempre fez de tudo para ajudar as pessoas, não importando as circunstâncias.

Agenor Monteiro da Silva, 78 anos

Pescador e contador de histórias.

Agenor Vicente do Nascimento, 49 anos

Tinha um frase típica ao se despedir: "um beijo do tamanho do mar."

Agostinho Hermes de Miranda Neto, 70 anos

Conhecido pela alegria e pelo sorriso constantes, tratava a todos com amizade e empenhava-se em fazer o bem.

Agostinho Mendes da Cunha, 58 anos

Vida, assim era chamado em casa. A sua maior preocupação era o bem-estar de todos.

Agostinho Rodrigues Samias, 84 anos

Guardião da língua do seu povo, tinha o sonho de fazer um dicionário indígena Kokama.

Aguilar Lázaro, 79 anos

Com um pé na Itália e outro no Brasil, ele era da mesa farta, da conversa boa e do sorriso largo.

Aguinaldo Eulálio Gonçalves, 71 anos

Incansável, acordava cedo assobiando e procurava interessado o que fazer.

Aguinaldo Gomes Marinho, 62 anos

Diante das dificuldades de sua filha, ele dizia: "Vai ficar tudo bem. Painho te ama."

Aguinaldo Otonio de Miranda, 49 anos

Ele foi um homem muito alegre e que gostava de estar sempre com a família.

Aida Malaquias de Almeida Miranda, 58 anos

Exemplo de superação na vida e carinho pelos netos: Rafael e Beatriz .

Aida Rodrigues Bragança, 71 anos

De tanta felicidade e amor que tinha em si, compartilhava isso com o mundo ao seu redor.

Ailce Costa Belfort Silva, 50 anos

Foi mãe, esposa, filha, irmã e tia. Acima de tudo, Ailce foi sorriso.

Ailton Atto de Souza, 50 anos

Um mestre confeiteiro, pai, esposo e amigo, cuja doçura se via em sua fé, lealdade e devoção.

Ailton Onete da Silva, 50 anos

Viúvo desde jovem, era amigo de todos e um superfã de Raul Seixas. “Carpinteiro do Universo inteiro eu sou.”

Airton Cruz, 60 anos

O sorriso mais contagiante do serviço público municipal.

Alaíde Gomes do Nascimento, 68 anos

A queridona dos sobrinhos, amante do samba e da Imperatriz.

Alaíde Gonzaga de Sousa, 93 anos

Vó Lalá, linda e cheirosa, os cabelos branquinhos, sentava no quintal com todos ao redor para distribuir amor.

Alaídes Pereira Barbosa, 68 anos

Amante de rodeios, não deixava de participar de uma prova de laços.

Alair Antonio da Silva, 94 anos

Não foi um homem de poucas palavras.

Alan Carvalho Martins, 41 anos

Pai de família admirável, foi também exemplo de militar.

Alan Herszenhaut, 53 anos

Um eterno brincalhão, sempre pronto para ajudar.

Alan Luiz Vianna Rosas, 38 anos

Alan vestia seu melhor sorriso e curtia a vida e a família.

Alan Patrick do Espírito Santo, 38 anos

Um romântico inveterado, que apreciava flores, perfumes e chocolates.

Alayde Antônia Rossignolli Abate, 73 anos

Fã de Roberto Carlos, não desgrudava de seu amado companheiro: o Paçoca, seu cachorro.

Albanisia Vieira Tavares, 44 anos

Tinha o dom de cativar as pessoas e era muito amorosa.

Albanita Santana, 85 anos

Mamãe Velha, bons eram os seus bolinhos de chuva.

Alberto Bandeira Peret, 92 anos

A falta que ele faz é a prova de todo o bem que ele fez.

Alberto Barbosa Ferreira, 71 anos

O cameraman que eternizava todas as melhores memórias da família.

Alberto Carlos Gamboggi Calastretti, 80 anos

Acordava cedo para exercer sua profissão. Um médico que sempre trabalhou para que o mundo fosse melhor.

Alberto Edson Rebouças Holanda, 65 anos

Ele tirava de si para os seus sem pensar duas vezes.

Alberto Pereira Guedes, 82 anos

Orgulhava-se de ser o mais velho entre os seus. Gostava de cuidar de todos e era o orador oficial da família.

Alberto Vainzof, 72 anos

Um verdadeiro bon vivant, levava a alegria por onde passava.

Albino Gonçalves da Cruz, 90 anos

A mesa farta, a família reunida e a certeza de que todos estavam bem eram sua maior alegria.

Alcebíades dos Santos, 70 anos

Quando garoto, craque de bola que saiu até no jornal. Adulto, viveu pela e para a família.

Alcemir Urubatan Machado da Silva, 74 anos

Dedicou a vida em prol de outras pessoas ao conduzir sorrisos e ambulâncias do SAMU.

Alcides Alves Costa, 82 anos

Oração e organização eram as marcas de sua história, mas se tivesse bolo de milho e um aluá, ele não resistia.

Alcides Gaspar Branco, 76 anos

Para Cido, nunca faltou disposição para fazer o bem.

Alcir Celestino Noronha, 56 anos

Ele sabia que "há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu" e regava sua vida com amor.

Aldair da Costa de Matos, 80 anos

Uma senhorinha que conhecia chás, remédios naturais e tudo sobre o amor.

Aldemário de Jesus do Couto Abreu, 68 anos

Tocar música era a maior expressão do "Aldemário das Aparelhagens". Agora, está tocando seus vinis no céu.

Aldemir José de Sousa, 63 anos

O turrão de coração mais mole e riso mais fácil que já existiu.

Aldeneir Antônio Pinheiro de Freitas, 71 anos

Flamenguista de coração, tinha sempre um sorriso no rosto e amava reunir a família para viagens e churrascos.

Aldenice Quaresma Uchoa, 45 anos

Aluna com garra, que sabia lutar pelo que acreditava ser certo.

Aldenora dos Santos de Jesus, 77 anos

Matriarca incansável, colecionadora de amigos e a alegria em pessoa.

Aldevan Baniwa, 46 anos

Sabia enxergar os cogumelos luminescentes da floresta.

Aldevan Brazao Elias, 46 anos

Um bravo doce...

Aldevino Francisco Gomes, 90 anos

Um homem que amava a vida e aproveitou cada momento.

Aldi Costa Araújo, 48 anos

Dono de um sorriso iluminado, era exemplo de profissional.

Aldinar Maria D’Oliveira, 55 anos

Uma muralha de afeto que apoiava incondicionalmente filhos e netos.

Aldir Blanc Mendes, 73 anos

A esperança equilibrista sabe que o show de todo artista tem que continuar.

Aldo di Cillo Pagotto, 70 anos

Ser Fiel a Deus foi um prazer, e não um sacrifício.

Aldo Pertussatti, 85 anos

Andava pela vida trajando a bombacha, as botas e o contentamento com a vida.

Aldo Vieira, 74 anos

Ele ensinava o que é ser honesto, o valor da verdadeira amizade e sobre a espiritualidade.

Alencar José Ruz, 74 anos

Fez questão de ensinar a toda família o valor da honestidade.

Alessandra Costa da Silva, 47 anos

Mulher guerreira e religiosa, ela era a alegria em forma de sorriso. Estava sempre tentando ajudar a todos.

Alessandra Lima, 43 anos

Vivia sorrindo e adorava a casa cheia, seja em festa ou só pra uma resenha.

Alessandro da Rosa Rocha, 29 anos

Um trabalhador incansável e um companheiro de sua esposa. Ele estava sempre com ela.

Alessandro José, 43 anos

O membro mais amoroso e carinhoso da família Ramos.

Alessandro Moitinho Pacheco, 48 anos

Amava crianças e enxergava o mundo como elas.

Alessandro Páscoal de Souza, 40 anos

Enfermeiro apaixonado pela profissão e pelo Flamengo, amava também o feijão bem temperadinho de sua mãe.

Alessandro Ricardo Corrêa, 44 anos

Motociclista, com cara de bad boy, que tinha um coração doce como mel.

Alessandro Souza Pereira, 39 anos

Sempre chegava em casa gritando: hello, family!

Alex Nunes Vieira, 58 anos

Comprometimento e paixão conduziram toda sua vida.

Alex Pedro Pinheiro de Souza, 41 anos

Era um homem alegre e de um humor diferenciado, que sempre fazia piada de tudo.

Alex Pereira de Jesus, 53 anos

Um grande amigo: valorizava os encontros e estava sempre disposto a ajudar.

Alex Ribeiro Bello, 53 anos

Alex era médico e amava salvar vidas.

Alexandra Popoff Nogueira, 91 anos

A imigrante russa que fazia a melhor bacalhoada do mundo.

Alexandre Batista de Assis, 39 anos

Uma criança arteira e esperta; um homem calmo e sossegado. Na tela da vida, pintou suas emoções e sua humanidade.

Alexandre Belarmino Soares, 82 anos

Realizava-se com coisas simples e deliciosas: cervejinha, carne de porco e família reunida.

Alexandre de Oliveira Calado, 70 anos

Do jeito que soube, não foi coadjuvante. E fez tudo que pôde com dedicação e alegria.

Alexandre dos Santos, 45 anos

O sorriso fácil, a simpatia em pessoa!

Alexandre Graziano Ginez, 50 anos

De tão intenso, sonhador e cheio de alegria, tinha a capacidade de encher uma casa toda, mesmo estando sozinho.

Alexandre Jorge Lira Paraíso, 59 anos

Superpai e tocador de alfaia, Xando não tolerava injustiça.

Alexandre Milfont Rodrigues, 36 anos

Efervescente, espalhava sorrisos e música aonde quer que fosse.

Alexandre Oliveira Pinto, 36 anos

Toda segunda-feira, tinha um ritual: bater uma bola com os amigos.

Alexandre Orleans Suarez, 28 anos

Abriu mão de tudo o que tinha para espalhar amor pelo mundo.

Alexandre Paraiso, 59 anos

Alegria de viver e disposição em ajudar sempre.

Alexandre Rangel de Andrade, 58 anos

Um jornalista que deixa um legado de profissionalismo e respeito.

Alexandre Rocha dos Santos, 39 anos

Flamenguista doente, sambista e o ranzinza mais tranquilo que já existiu.

Alexandrina da Paixão Monteiro, 86 anos

Seu sorriso, irresistível e contagiante, era um convite para colo ou abraço.

Alexandrina Diniz da Silva, 79 anos

Dona Xande, originária da etnia indígena Piratapuia, mulher sábia, que amava a família sem medidas.

Alexandrina Izabel Ferreira, 88 anos

Doca tinha vontade de viver e de estar presente nos preciosos momentos familiares.

Alexandrino da Silva Neto, 86 anos

O elo que unia a família e os amigos.

Alexsandro Santos do Nascimento, 45 anos

Um homem que sonhava, mas realizava os sonhos também. Era intenso e alegre.

Alfeu Custódio Ferreira, 69 anos

Alguém que amasse tanto os seus parentes não pisou nesta terra.

Alfredo Batista Neto, 66 anos

Caminhoneiro brincalhão, seu caminho predileto era o de casa.

Alfredo Horácio Costa Filho, 52 anos

Dinha da Glória, de alegria contagiante!

Alfredo José de Oliveira, 78 anos

Dono de uma personalidade forte e um coração enorme.

Alfredo Teles dos Santos Neto, 39 anos

De pé no chão, em cima de uma moto, de farda ou à paisana, Alfredo era presença.

Alfried Karl Plöger, 80 anos

Amou a vida em plenitude, lutou por ideais e teve um estilo de liderança marcante.

Alice Cardoso Alves, 97 anos

A matriarca da família Nascimento.

Alice de Freitas Donini, 58 anos

O amor que transbordava dela era único e infinito.

Alice Kikue Ishimine, 72 anos

A portadora oficial das palavras de conforto da família.

Alice Lourenço Cavalcante, 84 anos

"Graças a Deus, mais um dia de vida Ele me deu!", dizia toda manhã ao acordar.

Alice Maria Goulart de Morais, 70 anos

Eterna educadora, amante da vida e do samba.

Alice Mendonça Câmara, 85 anos

Enquanto ela estiver viva no coração de alguém, nunca morrerá.

Aline Camargo, 39 anos

Um trio elétrico em forma de mulher com rosto de menina. "Tenho três netos!", surpreendia todos ao dizer.

Aline Cintia Dias do Nascimento, 34 anos

Inspirada na mãe, sonhava com a maternidade.

Allan Robert de Moraes, 27 anos

Forte, bonito e trabalhador, tinha um coração de menino.

Allison Diego Nascimento dos Santos, 34 anos

De apelido Limão, era o melhor amigo para fazer loucuras junto.

Almerinda Felipe dos Santos, 83 anos

Abram alas, pois Almerinda vai passar com sua alegria irradiante.

Almir Adolpho de Oliveira Reys Neto, 33 anos

Conquistava todos com sua alma de menino e sorriso fácil.

Almir José Vieira, 63 anos

Brincalhão, adorava fazer amidades e aproveitar a vida.

Almir Raimundo de Souza, 55 anos

Um coração nordestino e generoso, a alegrar as ruas da Grande São Paulo.

Almira Santana dos Santos, 80 anos

Ela ligava todas manhãs e noites para abençoar cada um dos seus sete filhos.

Aloisia Maria de Andrade Gonçalves, 58 anos

Sempre alegre e amorosa, era mediadora de conflitos, defendia a bandeira de paz e prezava muito por isso.

Altaíde de Fátima Fontenele Ataíde Lima, 66 anos

Sua vontade de viver era imensa. Agora, ela diria: "O medo de escuro passou! Não fiquem tristes, eu fui feliz!"

Altair Silva, 57 anos

Fazia amizades com um sorriso.

Altamiro Zimerfogel, 80 anos

Ativista da comunidade judaica, guardião de Copacabana e exemplo de solidariedade

Altina Ferreira Rodrigues, 57 anos

Conquistava todo mundo por onde passava com sua risada escandalosa e contagiante.

Aluísio Ferreira Terto, 75 anos

Marcou presença em cinco gerações de sobrinhos. De tão amoroso, era chamado de tio Pão Doce.

Aluízio José de Lima, 68 anos

“A vida continua”, dizia ele, com alegria e resiliência.

Aluizio Malta de Azevedo, 65 anos

Um contador de histórias. Daquelas que prendem a atenção do início ao fim.

Aluízio Miguel dos Santos, 77 anos

Fã de Luiz Gonzaga, adorava dar conselhos a seus netos.

Álvaro André Alves Martins, 49 anos

Ele era a alegria da casa, da família.

Alvaro Barboza Brites, 59 anos

Alegre igual a quando cantava com os passarinhos, positivo como quando o sol nasce depois da tempestade.

Álvaro Carvalhal Franco, 57 anos

Todos os dias visitava a mãe com quitutes gostosos e muito amor para dar.

Álvaro Jardim Fernandes, 26 anos

Aquele que estava sempre rindo e fazendo rir.

Alvino Carlos de Alvarenga, 101 anos

O centenário festeiro que fazia questão de comemorar seus aniversários com a numerosa família.

Alzira da Silva Novaes, 59 anos

Depois de algumas grandes tristezas, que a vida não lhe poupou, estampou um sorriso no rosto e viveu!

Alzira de Carvalho Santos, 60 anos

Ela transformava os momentos em família em uma festa, só com a sua risada.

Alzira de Freitas Bentes, 88 anos

Gostava de música alta, alegre e dançante, porque era divertida e adorava aproveitar a vida.

Alzira de Oliveira Ribeiro, 92 anos

De linha em linha, foi costurando que Zirinha esteve presente nos momentos especiais da vida de muitos.

Alzira Delgado Montenegro, 96 anos

Sobre histórias de fortaleza.

Alzira Francisca Barra da Silva, 82 anos

Rigorosa quando necessário. Amorosa sempre.

Alzira Gonçalves Valviesse, 61 anos

"Hoje vou ouvir o pai das crianças cantar. Quem registrou foi outro", e colocava as músicas do Fábio Júnior.

Alzira Maria Teixeira Ferreira, 84 anos

Cristã, conselheira, Flavita ensinou os filhos e netos a ser feliz e amar a Deus sobre todas as coisas.

Alzira Mattos Garroux de Oliveira, 87 anos

Uma amorosa praticante da jardinagem e da organização de gavetas e armários.

Alziro Lobato da Silva, 79 anos

Sua marca registrada foi a satisfação que proporcionou aos que o ouviam tocar “As Andorinhas” com a fiel guitarra.

Alziro Viana de Souza, 49 anos

Vascaíno de coração, colecionava carrinhos e histórias divertidas para contar para a família.

Amadeu Marques Caldeira, 78 anos

Solidário e solícito, seu Amadeu era o faz-tudo na vizinhança, o típico sujeito gente boa.

Amadeu Pinho Prestes, 91 anos

A fé não foi em vão. Seguiu feliz e fiel ao encontro do Pai.

Amália Brandão Ribeiro, 53 anos

Uma mulher amazonense que sonhava em estudar gastronomia e era conhecida por todos pelo seu delicioso vatapá.

Amália Francisca Neta Silva, 59 anos

Amava cozinhar para a família. Tinha um tempero só dela.

Amália Maria de Jesus, 89 anos

Frágil apenas na aparência, essa mulher cheia de força, amor e sorrisos viveu em função dos que amava.

Amâncio Ikõ Munduruku, 60 anos

Amigo de fé, irmão camarada e líderança de tantas jornadas.

Amanda Marfree, 35 anos

Deu sua vida para ajudar o próximo.

Amândio Antônio Ramalho de Oliveira, 73 anos

Foi o protagonista de uma família feliz.

Amara Rosa Gomes, 95 anos

Amara tinha no nome a síntese do que fez na vida: amar.

Amarildo Fogaça de Almeida, 47 anos

Homem honesto, alegre e pleno. Ensinou a fazer o bem e a seguir em frente sem nunca desistir.

Amarina Ferreira, 84 anos

Sentia prazer em ver como as pessoas gostavam da sua comida.

Amaro Ferreira Muniz, 81 anos

Um homem dedicado que deu o seu melhor no futebol e fez tudo o que pode pelos filhos e netos.

Amaro Ribeiro dos Santos, 67 anos

Andava sempre bem-vestido e perfumado. Tratava as filhas por "princesas" e se derretia pelos netos.

Amauri Amora Câmara, 95 anos

Ele ensinou a todos com amor. Professor Amora, "AMOR + A"

Amaury de Souza, 86 anos

Uma de suas frases mais marcantes: “Eu já falei pra Santa que não é desse jeito!”

Amazonilda de Freitas Gama, 81 anos

Nildinha levou seu João Batista para juntinho dela, lá no céu; ele pediu, ela veio buscar.

Ambrósio Pereira dos Santos, 57 anos

Ensinava: vamos orar, pois para Deus nada é impossível.

Amélia da Silva Manthay, 87 anos

Seu amor, sua fé, seus ensinamentos e sua doce voz ecoarão para sempre em nossos corações.

Amelia Guariglia Salzano, 91 anos

A Nona era capaz de sucumbir até os corações mais duros com sua doçura e amor.

Amélia Maria Fernandes de Macedo, 86 anos

Uma mulher que espalhava amor e nunca deixava ninguém passar necessidade.

Amélia Oliveira Martins, 50 anos

Era uma mulher cheia de vida, sempre pronta a recomeçar.

Amim Abiguenem, 86 anos

Desembargador aposentado, lutou bravamente por justiça.

Ammanda Christina Moreira Lima Miranda dos Santos, 41 anos

Fazia questão de preparar as sobremesas dos almoços em família e adorava tomar um cafezinho no final da tarde.

Ana Alho de Souza, 75 anos

Uma mulher de poucas palavras e que fazia um vatapá delicioso.

Ana Arimatea, 65 anos

Ela amou a vida.

Ana Carolina Guimarães dos Santos, 38 anos

A alegria dos encontros, mãe em primeira pessoa. Por amar estar viva, era uma promotora de sorrisos.

Ana Caroline Barbosa Mesquita, 31 anos

O dia melhorava só de ela falar contigo.

Ana Cláudia de Souza Ferreira, 53 anos

Apaixonada pelos pais e sobrinhos, seu coração batia forte quando o Flamengo entrava em campo.

Ana Cláudia José Luiz, 43 anos

Amava seus alunos, fez da sala de aula a sua vida.

Ana Cláudia Monteiro de Oliveira Araújo, 46 anos

Seu maior desejo era ver seus filhos crescerem, serem felizes e se realizarem.

Ana Cristina Ferreira de França, 52 anos

Fazia a alegria das filhas ao chamá-las de "filhotas".

Ana Cristina Mesquita, 43 anos

Era contagiante, pura luz. Viveu para servir a Deus e ao próximo.

Ana de Souza Conceição, 67 anos

Mãe e esposa, considerava o marido um presente de Deus, mas era ela que era um presente aos filhos.

Ana Florência do Carmo, 84 anos

Mulher de fé e de flores.

Ana Glória Ribeiro Correia, 76 anos

Amou a vida, as flores, Deus, a família e os amigos. A imagem da felicidade e da fé.

Ana Graziella Prodan Campos, 82 anos

Menina linda que curiosa olha para as estrelas.

Ana Inácia Gonçalves, 77 anos

Seu coração era do tamanho do mundo. Fazia sua neta se sentir especial, bonita e amada.

Ana Lessa Afonso Ferreira e Silva, 95 anos

A simplicidade era a chave da sua alegria.

Ana Lúcia Calixto da Silva, 40 anos

Nunca desistiu das batalhas da vida.

Ana Lucia de Oliveira, 67 anos

Lia a bíblia todos os dias e suas orações intercediam por familiares, amigos e vizinhos.

Ana Lucia Ferreira, 58 anos

Dona de um coração gigante, generosidade era a palavra que mais a descrevia.

Ana Lúcia Freire Cantalice, 56 anos

Mulher guerreira, determinada, dona de um brilho e espontaneidade únicos.

Ana Lúcia Lopes Carneiro, 77 anos

Amava viajar e bater perna pelo mundo, fazia dele sua própria passarela.

Ana Lúcia Ribeiro Dantas, 70 anos

Estava realizando o sonho de ser avó... Seria uma vovó maravilhosa!

Ana Lúcia Veloso, 65 anos

Para Ana não havia destino, só havia o que fazemos.

Ana Lúcia Vieira de Jesus, 52 anos

Presenteava pessoas e vivia procurando motivos para celebrar. “A vida é uma festa” era a sua filosofia.

Ana Maria Barros Miranda, 65 anos

Mulher, trabalhadora e mãe de 14 filhos. Solidária. Cuidava dos cachorros de rua.

Ana Maria Caldonceli Vidal Sartori, 76 anos

Deixou ensinamentos: não reclame da vida, seja sua melhor versão. Não guarde mágoas, perdoe e faça o bem.

Ana Maria Carvalho, 62 anos

Ela era a alegria que chegava para mandar toda tristeza embora.

Ana Maria Cavalcante de Albuquerque, 62 anos

Ajudar aos outros, era um prazer. Generosidade era sua marca registrada.

Ana Maria de Andrade Ferreira, 69 anos

As pessoas chamavam-na de tia Aninha. Eu, de mãe.

Ana Maria Dias, 64 anos

Boa de dar conselhos, tinha um coração muito generoso.

Ana Maria dos Santos Silva, 82 anos

Sua casa era o ponto de encontro da família. Ela recebia todos com um sorriso no rosto e panelas no fogão.

Ana Maria Gama, 68 anos

Adorava karaokês e cantava com a mesma maestria com que cozinhava.

Ana Maria Hilário Muler, 61 anos

Dona de uma alegria contagiante, inspiração em pessoa.

Ana Michelli Pereira Ferreira, 36 anos

Aquariana pra lá de arretada. Sempre risonha e divertida, falava alto e não era de levar desaforo pra casa.

Ana Midori Yonezawa, 72 anos

Só era preciso chegar em sua casa, que seu sorriso iluminado já se abria e se tornava a melhor companhia.

Ana Oliveira Sena, 85 anos

Carregava consigo um pedacinho do céu e tinha o dom de tornar tudo mais leve.

Ana Paula Batista de Albuquerque, 37 anos

Vivia com simplicidade em busca dos seus sonhos.

Ana Paula Milharance da Silva, 44 anos

Não constituiu família: dedicou sua vida à igreja evangélica.

Ana Paula Vieira Nascimento, 39 anos

Dona de um sorriso contagiante, jeito doce e coração acolhedor. Parecia que ela não era desse mundo.

Ana Raquel Oliveira da Costa Possas, 70 anos

Cativava a todos com seu sorriso e sua elegência.

Ana Rita da Silva, 58 anos

Era tranquilíssima e super na dela, mas adorava ver a casa cheia para seus almoços de domingo.

Ana Romão Gomes, 71 anos

Na profissão, era enfermeira. Na vida, mãe de todos.

Ana Teixeira Lemos dos Santos, 80 anos

Mãe lutadora que criou sua filha com honestidade e exemplo.

Ana Valéria da Costa Matos, 51 anos

Ela amava viajar e viver o doce sentimento de conhecer novos lugares.

Ana Viana de Matos, 78 anos

Nos fins de semana, aguardava as visitas com o café, o pão e o bolo.

Ana Viana Moreira, 95 anos

Profissão que exerceu sendo amorosa, linda e sábia: avó.

Ana Victor de Andrade, 96 anos

Matriarca da 5ª geração da família Andrade. Quando não tinha telefone, ia ao trabalho dos filhos visitá-los.

Anália Figueiredo Maia Mendes, 92 anos

Fazia o melhor doce de leite do mundo, sabia desenhar, pintava e bordava. Adorava sapatos com salto.

Anália Pereira Salgado, 71 anos

Alfabetizada aos 27 anos, reescreveu a própria história.

Analice de Rossi, 58 anos

Médica, sonhadora e cheia de planos. Cuidou de todos ao seu redor.

Anamir de Castro Azevedo, 88 anos

Uma baiana que sonhava em viver na Argentina.

Ananias Assis da Silva, 76 anos

Amava a singeleza de uma planta, sua referência à vida de menino no interior, na roça, como ele dizia.

Ananias Manoel dos Santos, 74 anos

Bom vaqueiro e rastreador, fez fama nos sertões de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, sempre montado em sua égua Belina.

Anastácio Carneiro Aguiar, 69 anos

Costumava andar e apreciar a cidade, sempre distribuindo sorrisos e boas conversas por onde passava.

Anderson Aparecido Belem, 48 anos

Era puro amor. Amava a esposa, os filhos, os amigos e os animais.

Anderson Magalhães Serpa, 40 anos

Do teatro à fazenda: um líder iluminado com projetos ousados que veio à terra para construir.

Anderson Oliveira Estevão, 54 anos

"Gatinha, eu te amo muito", declarava-se para sua amada esposa.

Anderson Rodrigues de Jesus, 37 anos

"Tamo junto? Sempre!" era a marca registrada de “Mussum.

André Cardamone Junior, 57 anos

Acreditava que era preciso ser forte e lutar, mas sempre com um sorriso.

André Cardoso Dias, 50 anos

Foi muitos em um só.

Andre Cavalcante de Carvalho, 45 anos

Sorridente, paciente, prestativo, amigo e adorado por seus alunos.

André Danilo Zanfolin, 49 anos

Quando era criança tinha um ganso de estimação, ele o vestia com suspensórios e passeavam juntos rua afora.

André Góes de Albuquerque, 39 anos

Um gigante beijoqueiro de abraço acolhedor. Seu sorriso marcante, chegava antes dele nos lugares.

André Luiz Nogueira dos Santos, 44 anos

Um cara que vai fazer falta a todos que conviveram com ele.

André Souza Nascimento, 32 anos

Cultivava alegria e otimismo em meio aos maiores desafios da vida e a seus nove gatos.

Andrea Chinem, 49 anos

Ninguém mais era o mesmo, depois de sua grata amizade.

Andréia dos Santos Cometa, 39 anos

Tinha o sorriso tão radiante, que parecia ter ganhado na loteria.

Andréia Limas Pereira, 39 anos

A pessoa mais sorridente que já existiu!

Aneir Carvalho Pinto, 67 anos

Arroz e gargalhada... suas especialidades. Difícil saber qual o mais gostoso!

Angela Domingos de Souza, 69 anos

Pode apostar que ela agora deve estar dizendo: "que horror" e, em seguida, dando um largo sorriso! Clássico seu.

Ângela Maria de Oliveira, 61 anos

Sua marcante gargalhada lembrava: só vale a pena o que se faz com alegria.

Ângela Maria de Oliveira Silva, 57 anos

Convicta, sempre dizia: “Se eu partir, estou preparada, pois Deus sabe de todas as coisas”.

Ângela Maria Pereira, 61 anos

Mulher simples, que encontrou na dança a alegria que espalhava ao seu redor. Ela amava dançar...

Angela Ro’O’Tsitsimrõ Tsuptó, 60 anos

Parecia a Madre Teresa de Calcutá e adotava os pacientes como filhos.

Angela Silva de Oliveira, 51 anos

“Mãe igual a ela, dificilmente você acha”, diz Bruno, filho de Angela.

Angélica Castanhote, 31 anos

Amava criar relacionamentos entre as pessoas.

Angelila Oliveira de Medeiros, 53 anos

Uma apaixonada por pessoas, conversas e café.

Angelina Teresa da Silva, 44 anos

Dentro daquela mulher introspectiva pulsava um coração de portas escancaradas para o amor. Ainda pulsa.

Ângelo Montano Neto, 76 anos

Estar com ele era como sentir a alegria tomando conta do espaço.

Ângelo Morales Gonsales, 89 anos

Passou 40 dias em um barco pesqueiro, fugindo da ditadura de Franco. No Brasil, formou sua família.

Ângelo Vervloet Gaiba, 56 anos

Aficionado por Game of Thrones, lia os livros e assistia à série ao lado de Tê. Hábito frequente, que jamais dispensava.

Anica Paes, 86 anos

Adorava colocar colchões na sala para assistir aos desfiles das escolas de samba com os netos madrugada afora.

Anilson José Alves dos Santos, 53 anos

Pastor e sindicalista, lutava pelos homens enquanto seguia os ensinamentos de Deus.

Anisio Antonio Lemes Medeiros, 71 anos

Amante de pesca, de truco, do rock and roll e do São Paulo.

Anita Mazoca de Camargo, 71 anos

Um coração gigante que se mostrava no largo sorriso!

Anita Watanabe Saito, 99 anos

Deixava até de viajar para cuidar das suas samambaias.

Anna Maria Bacchi Neves, 86 anos

DonAnna era a mãe que as amigas das filhas gostavam de estar junto.

Anna Maria Todeschini de Andrade, 80 anos

Mulher da fé, família e bondade, trazia para cuca italiana que fazia a doçura que levava no jeito e na voz.

Anna Norina Konzen, 88 anos

Mulher sincera e direta, tanto para mostrar carinho, quanto para expor suas dores.

Anselmo Dominguez Perez, 91 anos

Espanhol no RG e brasileiro no coração. Homem bonachão, simples, amigo, religioso e com um astral muito alto.

Anselmo Rodrigues Samias, 57 anos

Vivia para semear a língua kokama.

Antenor Lobato Nunes, 76 anos

Com alegria e maestria, construiu embarcações que transportavam gente e esperança pelos rios do Norte do país.

Antonia Alves da Costa, 87 anos

Adorava sua boneca, a Sophia.

Antonia Bezerra Gomes, 71 anos

Sempre dizia para a neta Jova que um dia compraria uma máquina pra fazerem roupas juntas.

Antônia Chaves dos Santos Henrique, 83 anos

Guerreira, ela ia à luta!

Antônia Dias de Moura, 94 anos

Gostava bastante de viajar. Apaixonada pelo Rio de Janeiro, dizia que era a “cidade maravilhosa mesmo”.

Antônia Eli Oliveira Borges, 40 anos

Mãe aos dezessete, ela via horizontes onde parecia haver só obstáculos.

Antonia Maria Camargo, 72 anos

Mulher forte, dona do coração mais doce e do sorriso mais lindo que já existiu. Uma verdadeira joia rara.

Antonia Maria Lobo Cardoso, 71 anos

"Nem precisa ter o sangue, basta ser amor, porque o amor já pulsa no sangue", dizia ela.

Antônia Oliveira Neves, 83 anos

Uma nordestina que gostava mesmo era de roça. Viu o mar apenas uma vez.

Antônia Pereira da Silva, 74 anos

Com muita luta, conseguiu comprar sua palafita em uma das periferias de Duque de Caxias.

Antonia Pereira Gomes, 81 anos

Alagoana arretada, Antonia criou cinco filhos praticamente sozinha. Com seu amor e fé, acolhia a todos.

Antônia Tereza Carriel Gomes, 81 anos

Amava carnaval e viajar. Lutou para alcançar seus objetivos e conseguiu.

Antonietta Migliaccio Bonfá, 92 anos

Dançava, cantava e não tinha a menor vergonha de aparecer nos vídeos feitos pelos seus netos.

Antônio Carlos Silva Rosa, 65 anos

"Eu amo minha família!", dizia o Sargento. Seu caráter e sua dignidade eram motivos de orgulho.

Antonio Adelino Sobrinho, 81 anos

Honestidade era a maior qualidade, sempre trazendo no rosto um sorriso marcante.

Antonio Ailton Carvalho de Barros, 58 anos

Vivia sempre a cantar: "Oi amor, eu estou aqui, amor...". E tinha uma gargalhada única, que deixa saudade.

Antônio Airton Martins Cavalcante, 82 anos

Carismático e bonito, ele adorava narrar suas histórias de vida. Também era generoso e bom conselheiro.

Antônio Alberto Viana, 65 anos

Apreciava uma boa prosa e um bom vinho, para poder falar da vida e sonhar.

Antonio Almeida, 71 anos

Espírita, era a inteligência em pessoa e vai deixar saudades.

Antonio Alves da Silva, 64 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que pensar no futuro.

Antônio Alves Filho, 56 anos

Soube viver bem: cada tijolo e cimento suados, foram compensados com cerveja gelada, muita conversa e amigos!

Antônio Amaral Cavalcante, 73 anos

Poeta, jornalista e, sobretudo, uma pessoa à frente do seu tempo.

Antônio Amaro de Oliveira, 93 anos

Praticava ao pé da letra o significado da palavra caridade.

Antonio Aparecido Alves, 87 anos

Corinthiano roxo, que adorava pescar, dançar, viajar e passear.

Antônio Assinair Ribeiro da Silva, 58 anos

Dono da churrascaria e daquela maminha que só ele sabia fazer.

Antônio Barbosa de Albuquerque Júnior, 49 anos

Foram 49 anos bem vividos de um herói da educação com 27 anos de magistério.

Antônio Batista Vieira, 70 anos

Analista político nato, odiava injustiças e amava os pássaros, as filhas, os netos e a música brega romântica.

Antônio Belarmino Bezerra, 48 anos

Professor querido, contagiou a todos com ensinamentos e risadas.

Antônio Bono Medina, 68 anos

Nico ensinou o que é ser feliz. Ensinou a viver e não ter vergonha de ser feliz!

Antonio Carlos Azevedo, 42 anos

Alegre e brincalhão, era apaixonado por carros, que trocava num piscar de olhos.

Antonio Carlos da Costa, 61 anos

Fã dos netos, dos filhos e da esposa. Fazia questão de contar suas histórias por onde passava.

Antônio Carlos da Silva, 81 anos

Homem rígido e sistemático, mas com muita doçura no coração.

Antonio Carlos da Silva, 76 anos

Pai de quatro filhos, esperava pelo quinto na fila de adoção.

Antônio Carlos de Mello, 61 anos

Pai atencioso, brincalhão, palhaço. Ciumento e, às vezes, medroso, mas sem perder a pose.

Antônio Carlos de Oliveira, 65 anos

Adorava uma bagunça. Todos os dias de manhã ligava o rádio para ouvir músicas dos anos 80.

Antonio Carlos Durans Diniz, 36 anos

Acordava às 4h da manhã para conversar com suas plantas e esperava a esposa acordar para tomarem café juntos.

Antonio Carlos Gomes Tavares, 64 anos

Pai, companheiro, amigo. Seguiu viagem no céu de pipas e aviões da sua infância.

Antonio Carlos Maia Santana, 62 anos

Foi amigo de todos, generoso e com um coração de ouro.

Antônio Carlos Mendes, 63 anos

Honesto e leal com as pessoas que ele amava. Marido, pai e avô apaixonado. O herói da família.

Antônio Carlos Mescouto, 60 anos

Amante da liberdade, do rei Roberto Carlos e do Paysandu Sport Club.

Antonio Carlos Nascimento Pivatto, 83 anos

Comunicativo, marcou a vida de muitos com suas piadas e brincadeiras.

Antônio Carlos Peixoto, 70 anos

O Doutor Antônio tinha o dom da medicina e exerceu, com maestria, a profissão.

Antonio Carlos Rapette, 59 anos

Pegou um trem rumo ao céu com paradas nas estações família, amor, coração e bondade.

António Carlos Rodrigues, 63 anos

De hábitos simples e coração enorme, tinha uma risada incomparável e a voz marcante de um locutor de rádio.

Antônio Carlos Souza Gomes, 66 anos

Ele carregava no peito suas maiores paixões: a família, o T10 e o escudo do tricolor.

Antonio Celso de Lima, 53 anos

Nas fotos, aparecia sempre com fisionomia séria. Mas era só aparência.

Antônio Cizino Pimenta, 87 anos

A fartura era sua marca. Recebia os amigos e familiares com muita comida, bebida e também com piadas.

Antonio Cleantes Rodrigues, 82 anos

O simpático libriano que percorreu sua trajetória fazendo muitos amigos.

Antônio Cleobaldo Amorim Barra, 70 anos

Um grande humanista que tinha por meta ajudar os outros.

Antônio Clóvis Ferreira, 84 anos

Adorava bailes de terceira idade e amava a dança. Sempre fazia uma fezinha na loteria.

Antonio Costa de Almeida, 87 anos

Olhos sempre a brilhar, a cada cantar do sabiá, cada vez que estava de sua roça a lembrar.

António Crisóstomo Freire de Morais, 56 anos

Um homem carinhoso, honesto e muito inteligente. Conversava sobre qualquer coisa, com qualquer pessoa.

Antônio da Costa Neves, 69 anos

Enxergava com olhos que refletiam vivências e fornecia os abraços mais aconchegantes de todo o norte do país.

Antônio da Silva, 66 anos

Tinha o beijo mais carinhoso que você poderia receber.

Antonio da Silva Mendes, 74 anos

Seu Pela tinha como principal virtude a paciência.

Antonio Dantas Bastos, 75 anos

Um homem movido por paixões: era assim com sua família, com seu time de coração e com o seu sertão.

Antônio das Graças Lopes, 70 anos

Com dedicação e simplicidade, reivindicou todos os dias a coroa de rei do açaí.

Antonio de Jesus Couto, 70 anos

Ser o porto seguro de sua família era o que lhe dava alegria; era tudo para ele.

Antônio de Macedo Andrade, 70 anos

Amava trabalhar, viajar e comer bem. Era do tipo que prestava ajuda financeira e mantinha a discrição.

Antonio de Oliveira Luna, 71 anos

Esse era o Pai Véio que não queria ir se embora.

Antônio de Pádua Silva, 69 anos

Fazia-se de forte, mas era tão sensível que tinha medo de tomar uma simples injeção.

Antônio Durval Barros Barreto, 39 anos

Um homem feliz que tinha uma gargalhada sem igual e jeito simples de ver as coisas.

Antonio Eduardo Martins Guerra, 88 anos

Seu prazer era distribuir frutas do pomar para os amigos.

Antônio Elias Vianna Mokarzel, 63 anos

De tudo o que poderia ter sido, escolheu ser bom. E, por isso, foi tão amado.

Antônio Estolano Andrade, 70 anos

Tinha inesquecíveis fraseados musicais, causos e um irrepreensível bom humor, cheio de cacoetes criativos.

Antônio Everaldo Pinho de Lima Júnior, 39 anos

Com seu jeito galanteador, entrou solteiro no hospital para fazer uma cirurgia e saiu de lá casado.

Antônio Everton Chaves de Lima, 49 anos

Urêa, torcedor apaixonado pelo Fortaleza, gostava de fazer todo mundo rir.

Antônio Feitosa dos Santos, 72 anos

Singelo, revezava os ouvidos entre o som dos passarinhos e as canções do Rei Roberto Carlos.

Antonio Fernandes de Barros, 52 anos

Foi o melhor marido e pescador de todos.

Antônio Ferreira de Amorim, 86 anos

Reservado com seus sentimentos e sonhos, era muito família e acolhia a todos que precisassem.

Antônio Ferreira dos Santos, 54 anos

"Minha história dá um livro, um livro de superação e fé", dizia ele.

Antônio Ferreira Rodrigues, 79 anos

A cada história contada, uma emoção vivida por quem ouvia.

Antônio Francisco Braga, 43 anos

Ensinou muito mais que cálculos, transmitiu amor.

Antônio Gernaldo Pinto, 44 anos

Um homem que transbordava amor pela família, pela música e por sua cidade natal, Orós.

Antônio Gilvan Alves dos Santos, 40 anos

Brincalhão, amigo, de carisma enorme e sorriso fácil.

Antônio Gois de Figueiredo, 90 anos

Passava o dia em sua cadeira de fio, apreciando a sombra do abacateiro que cultivava com tanto carinho.

Antônio Gomes da Silva, 73 anos

Deixa um legado de determinação, coragem e amor ao próximo. Foi um verdadeiro pai-mãe.

Antônio Gomes da Silva, 80 anos

Amoroso com os sete filhos, superavô com os netos, um amigo e tanto.

Antonio Gomes de Moura, 71 anos

Um corintiano fanático que gostava de ler biografias para conhecer a vida de pessoas que fizeram a diferença.

Antônio Gomes Filho, 87 anos

Ele sempre agradeceu a Deus pela vida e por tudo que tinha.

Antônio Gonçalves Barros, 73 anos

Português, conhecido como Maria, era o melhor e o mais bem-humorado comerciante do ramo de alimentação.

Antonio Gonçalves Junior, 55 anos

Na adolescência, fugiu com seu grande amor.

Antonio Guido de Morais, 72 anos

Seu coração botafoguense não cabia em seu peito. Sempre amoroso, bondoso, divertido, gostava de ajudar as pessoas e amava a vida.

Antonio Inaldo Barbosa, 81 anos

Vovô Naldinho: a alegria em pessoa.

Antônio Ivoní Oliveira Melo, 80 anos

Dono de passos firmes e um coração gigante, foi escritor de lembranças marcantes durante os seus 80 anos.

Antônio Jerônimo de Melo, 80 anos

O eterno marinheiro, brincava que foi nadando até o Rio de Janeiro.

Antônio João Rocha de Almeida, 66 anos

Um homem guerreiro, um homem muito sonhador...

Antônio Joaquim Dias, 84 anos

Um homem de coração grandioso e com fé inabalável em Deus.

Antônio José da Silva, 64 anos

Um incansável cuidador, sempre pronto pra ajudar quem precisasse.

Antônio José da Silva Filho, 77 anos

Com um sorriso, soltava logo um de seus bordões: "Vai trabalhar, abestalhado!", "E aí, vamos acordar?"

Antonio José de Almeida, 84 anos

Pai preocupado e acolhedor que foi, ao mesmo tempo, fortaleza e amor.

Antônio José de Sousa, 67 anos

Memorizava endereços com maestria e criava passeios só para estar na presença dos seus afetos.

Antonio José dos Santos, 74 anos

Seu Tonho amava forró, sorrisos e os apelidos que colocava em seus amados.

Antônio José Ferreira de Vasconcelos, 66 anos

Ao contrário do seu apelido, Ferrugem, foi o pioneiro no Amazonas a fabricar biojoias.

Antônio José Galdino, 65 anos

Os amigos o apelidaram de Garrafinha, mas a esposa o chamava de Amor.

Antonio José Pereira, 61 anos

Homem de alma revolucionária e dono de um coração maior do que lhe cabia no peito, deu a vida pela mãe.

Antônio Lopes da Silva, 60 anos

Ao lado da família, vivia cada dia como se fosse o último.

Antônio Lucas, 81 anos

Os flashes de sua história sempre mostraram que Antônio foi ensinado pela existência a ser forte.

Antônio Lucivaldo Vital, 60 anos

Um construtor de lares apaixonado pela sua terra.

Antônio Luis da Silva, 53 anos

O sambista dono do sorriso mais carinhoso.

Antônio Luiz, 90 anos

Unia a família em torno da sua deliciosa feijoada, que preparava com todo amor.

Antônio Luiz de Campos, 79 anos

Por onde passava, deixava nem que fosse uma pequena ajuda.

Antônio Luiz de Carvalho, 96 anos

Homem de fé, devoto de Maria. Seu Tunico adorava tocar nas missas.

Antônio Luiz Gonçalves Guimarães, 73 anos

Seu Antônio era quieto, mas no seu silêncio, exalava muita sabedoria.

Antônio Macena de Moraes, 64 anos

Alegria era sua marca, adorava dançar e conseguia contagiar todas as pessoas que estavam a sua volta.

Antônio Manoel Pavão, 63 anos

Vendedor ambulante, conhecido como por ser o tio da bala e do coração doce.

Antonio Marco Barbosa Miranda, 47 anos

Um meninão vestido em corpo de homem.

Antônio Marcos, 66 anos

Sonhava morar no rancho da família ao aposentar-se e amava deitar na rede para curtir os netos aos domingos.

Antonio Mariano Franco, 74 anos

Via o lado bom de tudo e estava sempre disponível para dar seus bons conselhos.

Antonio Mendes, 77 anos

De manhã, gritava pela casa: Cafééé!!! Era amoroso, brincalhão e um grande contador de histórias.

Antonio Miguel Barbosa da Silva, 62 anos

“Mesmo que você esteja muito bravo, não deixe de ajudar quem precisa”, dizia ele.

Antônio Miranda de Oliveira, 85 anos

Um homem de vestes elegantes e gestos simples.

Antônio Moreira Neto, 64 anos

Estava sempre pronto para ajudar o próximo, mesmo que fosse com palavras e carinho.

Antonio Nicacio Mescouto, 68 anos

Um ótimo marido e um superpai.

Antonio Nilson dos Santos Lima, 37 anos

Muito sorridente e alegre, todos os dias fazia uma visitinha rápida para a mãe.

Antonio Nunes Viana, 97 anos

Alegria de menino, carisma de adulto, experiência de senhor. Seus cabelos brancos esbanjavam vida.

Antônio Orfanelli, 78 anos

"Trabaia não pra vê", dizia ele.

Antônio Orlando Lins de Oliveira, 72 anos

Risonho e feliz, fazia comédia com tudo.

Antonio Pereira de Brito, 85 anos

Um sanfoneiro arretado que amava dirigir e... tirar um cochilo durante o sermão das missas de domingo.

Antônio Pinheiro Martiniano, 76 anos

O passarinho vascaíno mais alegre que existiu.

Antonio Pinto de Andrade, 68 anos

Encantador, bondoso e generoso. Antonio foi amor em vida e agora é luz, lá no céu.

Antônio Pozzani, 77 anos

Adorava tocar violão e, apesar de não tocar muito bem, o fazia com seu grande coração!

Antonio Praxedes, 76 anos

O fato de não ter sido alfabetizado não o impediu de ensinar, com todas letras, o que era honestidade.

Antonio Raimundo Lemos Pereira, 62 anos

Com seu sorriso e suas músicas, esse menino regueiro tocava corações.

Antônio Ribeiro de Brito, 45 anos

Sorridente e brincalhão, fez do seu ofício na rádio uma forma de ajudar a todos.

Antonio Ribeiro de Meireles, 36 anos

Adson era o "homem-gentileza". Um funcionário público adorado que sonhava em ser vereador.

Antonio Ribeiro Garcia, 74 anos

Poeta, ele gostava de improvisar versos. Tocava saxofone e contava boas histórias.

Antonio Rodrigues Cardoso, 56 anos

Uma pessoa querida, iluminada e musical.

Antônio Santos da Silva, 70 anos

Tratava os amigos como irmãos. Amava os filhos e a eles ensinou os princípios da honestidade e da justiça.

Antonio Santos Souza Filho, 80 anos

Ele era a própria festa. Todo domingo vestia sua roupa mais alinhada, branca, e um chapéu de sua coleção.

Antônio Saraiva da Silva, 50 anos

Amava desfrutar a liberdade de sua vida, em especial, quando ouvia Dance Music.

Antônio Sérgio de Sousa, 61 anos

Pessoa simples, trabalhadora e amigo dos humildes. Gostava de ajudar. Todos gostavam dele.

Antônio Sérgio Silva, 58 anos

O palmeirense que olhava para o céu todas as manhãs, antes de qualquer atividade.

Antônio Sérgio Sobreira Cordeiro, 63 anos

Gostava de ser chamado de ‘Serjão’. Um apelido que lhe caía muito bem: um ser humano grande de coração e fé.

Antonio Silva Macêdo, 87 anos

Saudável e ativo, era dessas pessoas que contam piadas e histórias. Não dispensava um bom “capitão de feijão”.

Antonio Soares Alves, 52 anos

Gostava de dançar forró e tomar cerveja com a família. Viveu de mãos dadas com a simplicidade.

Antonio Tadeu Pinto da Fonseca, 66 anos

Médico dedicado, atendia gratuitamente e tornava-se amigo dos pacientes.

Antônio Telles Gama, 66 anos

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”

Antônio Tirezo Pacheco, 71 anos

Alimentava planos para quando ganhasse na Mega-Sena.

Antônio Torres de Souza, 90 anos

Gostava de contemplar os barcos vindos do interior do Amazonas, quando ancoravam nos portos.

Antonio Vagner de Sá, 36 anos

Fiel a Deus e um irmão cheio de sorrisos.

Antônio Valdir Quilles, 68 anos

Sempre dizia que Deus é Pai! Com certeza está ao lado Dele.

Antônio Vaz, 67 anos

Um pai amoroso, trabalhador honesto e grande torcedor do Vasco da Gama.

Antonio Velas Santos, 70 anos

Para navegar nas águas do Amazonas, fazia sua própria canoa.

Antônio Velloso Macedo, 75 anos

Ele se transformava em alegria para que ninguém ficasse triste.

Antônio Victor Vieira de Benedito, 60 anos

Transformava folhas de plantas em instrumentos musicais. Como num passe de mágica, viravam gaitas e flautas.

Antonio Viegas, 79 anos

Mesmo sem estudos, tinha um conhecimento absurdo sobre tudo nessa vida.

Antônio Vieira da Almeida, 75 anos

Contar piada era a marca registrada de Gaguinho.

Antônio Wilson Bezerra Cruz, 69 anos

Teve orgulho dos filhos.

Antonio Zumpichiatti, 71 anos

O que mais o deixava feliz era ver as pessoas felizes ao seu redor.

Aparecida Carvalho Romano, 65 anos

Viveu a sorte de encontrar o amor verdadeiro, que persistiu para além da vida.

Aparecida Costalongo da Silva, 72 anos

“De todo amor que eu tenho, metade foi ela quem me deu”, diz a neta.

Aparecida de Fátima Fernandes Marinho, 64 anos

Se a verdadeira riqueza de uma pessoa é o bem que ela faz no mundo, Aparecida tinha uma fortuna.

Aparecida de Oliveira Garcia, 83 anos

Vaidosa, nunca saía sem os brincos e para os eventos a roupa era escolhida com muita antecedência.

Aparecida Ribaben de Mira, 86 anos

Amorosa, foi mãe, tia, avó, bisavó e tataravó. No hospital de campanha, era "a bisa da UTI".

Aparecido Bittonti, 92 anos

Trabalho era o que o movia nesta vida e a família um sonho conquistado.

Aparecido Cabrioti, 64 anos

Sonhava viajar com todos juntos para um praia linda.

Aparecido Cardoso, 69 anos

Com um estilo próprio, estava sempre de óculos de sol no rosto. Por vezes, uns óculos de soldador mesmo!

Aparecido Dias da Silva, 73 anos

Adorava contar suas histórias de pescador.

Aparecido Pondian, 77 anos

Em todos os lugares era reconhecido por seus bordões.

Aparecido Vieira, 57 anos

Sua melhor marca era o sorriso no rosto.

Aparecido Vieira Machado, 71 anos

Adoçava a vida de quem encontrava quando oferecia as balinhas que carregava em seu bolso.

Aparício Carlos do Nascimento, 79 anos

São paulino e fã de Paulinho da Viola. Grande ex-jogador de futebol que amava dar suas aulas de matemática.

Aquilino de Oliveira Brito, 83 anos

Se doava para a igreja e para a família e gostava de dizer: "É isso aí!"

Aquilino Tito Brito, 51 anos

Festa sem ele era uma festa sem graça.

Arcangelo Ravanelli Pedrosa, 50 anos

Viveu o amor intensamente, dedicando-se e protegendo todos.

Arcelino Dace, 77 anos

Grande sábio Munduruku, dominava técnicas e conhecimentos tradicionais, a história e a língua do nosso povo.

Arcênia Ferreira de Sousa, 89 anos

Humilde e muito amorosa, assim era a prendada fazedora de pudins e de petas.

Arcenio Ferreira Porto, 89 anos

Bom pai e excelente avô, adorava uma festa.

Arcenio Severiano de Souza, 81 anos

Torcedor do Flamengo, amava assistir aos jogos com o neto João Pedro.

Archibaldo Pereira da Silva, 79 anos

Em ritmo de “deixa a vida me levar”, Quiba era um carioca da gema com muita história para contar.

Arcilino Luizon, 73 anos

Quem o conheceu sabe que viver foi sinônimo de luta para alcançar os sonhos.

Ardisson Mauro Vaz, 46 anos

Viveu o amor incondicionalmente e foi feliz, muito feliz.

Ari Flademir Ferreira, 56 anos

Prego foi caminhoneiro e conheceu muito bem os caminhos da felicidade: família, amigos e churrasco.

Ari Kawaguchi, 75 anos

Amava pescar e, na sua simplicidade, nunca deixou faltar nada em casa.

Arícia Paola Campêlo Gomes, 28 anos

Adorava organizar uma festinha. Queria ser, e foi, uma mãe dedicada e amorosa.

Arilson Silva, 50 anos

Tinha um coração de ouro. A família, seu maior tesouro.

Arimatea Alves de Oliveira, 66 anos

Amava a vida, a família e o carnaval. Seu passatempo favorito era fazer reparos em casa.

Ariquerne de Souza Ferraz, 60 anos

Independente de qualquer coisa, encarava a vida com alegria, principalmente se havia comida feita de milho.

Aristides Tavares dos Santos, 59 anos

Bondoso e espiritualista, queria ajudar o planeta e as pessoas.

Aristóteles Atheniense, 84 anos

Era um ser humano do mundo. Aproveitava cada minuto intensamente.

Aritana Carneiro de Assis, 41 anos

Mulher de alma solidária, dedicou a vida para ajudar os animais e semear amor em sua família.

Aritana Carreiro de Assis, 42 anos

Conhecida como o 'anjo dos cães', fazia o bem sem olhar a quem, dedicando seu amor às pessoas e aos animais.

Arlene do Nascimento Cardoso da Cunha, 59 anos

Para Arlene, Deus é uma mulher preta.

Arlete Barbosa da Silva, 59 anos

Andava com fé e um dos netos a tiracolo. Mantinha a família perto dos olhos e o amor no coração.

Arlete Barbosa, 57 anos

Uma serva do Senhor.

Arlete Lourdes Souza, 47 anos

A alegria dela era ver a felicidade do neto brincando. Orgulhosa, dizia: “Ah, é o meu netinho!”

Arlindo Bárbara, 75 anos

O lugar vazio à mesa, o silêncio que espera na varanda, o espectador que falta para assistir aos jogos.

Arlindo Cândido Limão, 89 anos

Homem de honra, lutador e vencedor.

Arlindo de Jesus Sá, 72 anos

Quando ações valem realmente mais que palavras. Com dedicação e amor, deixou lembranças gravadas na família.

Arlindo Francelino, 76 anos

Não trocava seu feijão-verde com maxixe e quiabo por nenhum prato de luxo.

Arlindo José de Argolo, 66 anos

Sempre presente, em seu coração, em primeiro lugar, estava a família.

Arlindo Simões, 83 anos

Era conhecido como "Vô do Futebol" e "Arlindão Zagalo", pois parecia um treinador nos campeonatos e treinos dos netos.

Arline Araújo Ribeiro, 37 anos

Vivia para alegrar os espíritos. Se fosse preciso, escondia sua dores para proporcionar uma boa gargalhada.

Armando de Brito Machado, 85 anos

Um líder nato e bondoso, que foi ao mesmo tempo guia e porto para os familiares.

Armando do Rosario de Oliveira, 57 anos

Foi um ser humano normal, um pai, um avô e um amigo.

Armando dos Santos Rego, 85 anos

Era um português comprometido em tudo que fazia. Registrava suas memórias ao contar e repetir histórias.

Armando Fernandes Branco, 77 anos

Sempre alegre e elegante, jamais deixou de levar consigo uma piada pronta na ponta da língua.

Armando Souza Sena, 88 anos

Criou a tradição de comemorar o Natal com jogos de bingo e dominó

Arminda Aucea de Oliveira Tavares, 64 anos

“Eu vou fazer, eu não desisto”, era o mantra de Dona Arminda.

Armindo de Jesus do Nascimento, 75 anos

Um vascaíno doente, de alto-astral permanente e um otimista de nascença, que deixará seu sorriso largo eternizado.

Arnaldo Barbosa Lima, 71 anos

A paciência era sua maior qualidade. O excesso de calma, seu único defeito.

Arnaldo Bentes Brasil, 89 anos

Alegria para sorrir, disposição para dançar e muitas histórias para contar.

Arnaldo de Oliveira Santos, 78 anos

Gostava de contar anedotas, era feliz da vida.

Arnaldo Faustino, 66 anos

Sob a batuta de Deus, foi um servo alegre que amava música e sentia gratidão pela vida.

Arnaldo Rodrigues Filho, 74 anos

O corintiano que fazia caridade na igreja de Santa Teresinha da Saúde.

Arthur Marins de Barros, 75 anos

Eternizou seu jeito de tocar violão nas canções de Gonzaga; semeou amor e tinha orgulho da família unida que construiu.

Arthur Martins Fraga Filho, 71 anos

O humor e as histórias que contava, amenizavam o sofrimento da vida. Toblerone, seu amado cão, voltou a ser sua companhia.

Arthur Pereira de Paula, 67 anos

Gostava de ouvir Fagner, Benito di Paula; de conversar em barzinhos e de ver o Flamengo jogar.

Artur Francisco Gomes, 61 anos

Honesto e visionário, partiu com um adeus silencioso, feito da gratidão daqueles a quem dedicou sua luta.

Arturo Vazquez Estevez, 83 anos

O espanhol que registrou o coração em cartório brasileiro.

Assis Nóbrega, 60 anos

Com ele não importava religião, política ou futebol. O que importava era o amor ao próximo.

Assussena Audi Kalaf Eu, 92 anos

Deixou um legado de alegria a todas as pessoas próximas.

Astrogildo de Melo Farias, 64 anos

Adorava seu nome e era torcedor de coração do São Paulo e do CSA.

Ataide Hermenegildo dos Santos, 95 anos

Um encantador de pessoas que andava com fé e alegria a tiracolo.

Atanildo Alves de Jesus Costa, 83 anos

Um sábio pelas estradas da vida, que deixa um rastro de seriedade, integridade e missão cumprida.

Athos Silva Miranda, 77 anos

Apesar das dificuldades, recebeu o maior salário de um artista: aplausos.

Átila Pires Soares, 57 anos

Era animado, brincalhão e de bem com a vida.

Attílio Finazzi Junior, 79 anos

Com uma grande vontade de ajudar, foi missionário e evangelizou pessoas em mais de 65 países.

Audir Alcântara Lopes, 62 anos

Alguém que ensinou muita gente a ler, escrever e amar.

Augusta Nascimento da Silva, 68 anos

Augusta é sinônimo de luta e resistência.

Augusto César Cunha de Magalhães, 48 anos

Menino do interior que virou homem na cidade grande. Construiu família e amizades que se lembrarão dele para sempre.

Augusto José Pinheiro, 59 anos

O tio-amigo e amado.

Augusto Nazareno Lopes, 65 anos

Nunca deixava de fazer uma fezinha na loteria, mas sorte teve quem o conheceu.

Augusto Octávio de Mello Marinho, 64 anos

Era o palhaço da família.

Augusto Soares, 76 anos

Mal aprendeu a escrever o nome, mas lutou bravamente para que os filhos fizessem curso superior.

Áurea das Graças Gomes, 72 anos

Dona de um sorriso encantador e de uma saborosa receita de bolo de cenoura. Era a alegria das netas.

Aurelina Bernardes de Almeida, 88 anos

Transmitia paz a quem estivesse ao seu lado.

Aurelina Félix Cândido, 82 anos

Era quase uma popstar na feira que frequentava todos os sábados com o filho.

Aurelina Gomes da Silva, 85 anos

Com uma fé inabalável, todo ano fazia uma festa beneficente na data de Nossa Senhora Aparecida.

Aurelina Micheles, 75 anos

A mãe mais extraordinária que os filhos poderiam ter.

Aurelina Teodozia da Silva, 83 anos

Contava histórias de príncipes e princesas através de lindas cantigas que maravilhavam seus amados netos.

Aurelina Valença dos Santos, 68 anos

Mulher iluminada, sempre soube sacudir a poeira e dar a volta por cima.

Aurélio Teixeira da Silva, 67 anos

Contador de piadas com um sorriso fofo de vô.

Aurelito de Souza Bomfim, 70 anos

O guerreiro que morreu no dia de Tiradentes e foi sepultado no dia de São Jorge.

Aureo de Souza Costa, 67 anos

Foi caminhoneiro e tinha muitas histórias. Deixou gratas recordações para os seus.

Auri João dos Santos Ortiz, 51 anos

Empresário de alegria contagiante, fez, da sua empresa, lar de cães e gatos que adotou das ruas.

Auro Asterio Azevedo Pereira, 52 anos

Um excelente filho, marido, pai e profissional. Comprometido com a profissão, mesmo na pandemia.

Aurora Elena Zapata Villalobos, 80 anos

Uma chilena linda em todas as vertentes. Transbordou amor para todos os seus.

Auta Lopes Fernandez, 85 anos

Um amor de cinema e uma história de vida de arrancar muitos suspiros.

Avani Ferreira da Silva, 59 anos

Dedicada aos seus alunos, empenhava-se para que todos aprendessem a ler e escrever perfeitamente.

Avani Matos Rodrigues, 71 anos

A Dona Benta da Bahia era a única pessoa que sabia coçar as costas do neto.

Avany Ferreira Nunes, 87 anos

Guerreira, baiana arretada da gema. Mãe, avó, bisavó e tataravó. Deixa saudade dolorida.

Ayude Ribeiro dos Santos, 54 anos

Um homem de muitos amigos: os de uma vida inteira e, aqueles, que fazia facilmente em qualquer lugar onde chegava.

Badih Salim Chedraoui, 83 anos

Badih virou palavra, que mora nos cedros sagrados do Líbano.

Barbara Gleise de Oliveira, 42 anos

Viveu com satisfação suas maiores conquistas: o próprio negócio e a filha tão desejada. Não era de desistir.

Bárbara Ribeiro Weilard Reis, 25 anos

Sua risada tirava todo mundo para dançar; parecia uma festa! Na verdade, era.

Bartolomeu José Araújo Martins, 64 anos

A felicidade estampada no seu rosto será lembrada para sempre.

Bazilia Ferreira Brito, 85 anos

Mulher guerreira e cristã que, com sua firmeza, dizia o que pensava.

Bazilio de Paula Rodrigues, 75 anos

Amava contar uma história. Cheias de floreios e lições valiosas, elas sempre traziam uma reflexão.

Beatriz Maria da Silva Mendonça, 89 anos

Aos sábados, deitava-se e dizia: "Vou descansar as pernas, porque mais tarde vou para o meu forró".

Beijamir Sarat Pereira, 53 anos

Ele acreditava que pessoas felizes deviam se cercar de pessoas que as fazem felizes.

Benedita Aparecida de Jesus Oliveira, 61 anos

Sincera e chorona, amava tomar coca-cola e comer pizza.

Benedita Pereira dos Santos, 74 anos

Dona de um grande coração e de uma alma acolhedora, costumava dizer: "Tá bestando, uai".

Benedito Alves de Campos Filho, 57 anos

Um artista em absolutamente tudo que se propunha a fazer.

Benedito da Silva, 107 anos

Foram 107 anos de pescaria, de luz, de sorrisos e de fé em Deus! Mais de um século de uma vida abençoada.

Benedito de Paula Silva, 75 anos

Um corintiano devoto de Nossa Senhora Aparecida que não passava desapercebido.

Benedito dos Santos, 76 anos

De personalidade florescente, seu jeitinho decidido sempre vinha acompanhado de amor e carinho.

Benedito Estevão Lopes, 74 anos

A família era seu mais precioso bem e o que ele mais valorizava.

Benedito Galavote, 71 anos

Um homem com tantas histórias, que podiam virar um livro.

Benedito Herculino de Oliveira, 85 anos

A criança que habitava dentro dele o fez aproveitar a vida intensamente.

Benedito José Gomes de Lima, 70 anos

Concretizou os ensinamentos mais honrados que um homem pode deixar em terra: amor, respeito e serenidade!

Benedito Marcondes Filho, 74 anos

Cada animal resgatado servia como um novo impulso para seguir lutando pela causa.

Benedito Marques de Oliveira Filho, 72 anos

Quando alguém perguntava se algo estava bom, ouvia dele: “Tá bom demais". Tudo sempre estava.

Benedito Melgarejo Saldanha, 52 anos

Imortal e fundador da Academia Porto Alegrense de Letras, era apaixonado por literatura e entusiasta de novos talentos.

Benedito Pires Barbosa, 68 anos

A felicidade dele era ver família e amigos sempre juntos. Festeiro, alegre, cumprimentava mesmo os estranhos com um beijo e um “eu te amo”.

Benedito Raymundo, 74 anos

Um homem de fé e de força que deixava tudo mais alegre com sua risada.

Benedito Ruy Simões, 61 anos

Bené: o marceneiro apaixonado que transformava matéria-prima em poesia.

Benedito Trindade da Silva, 60 anos

Viveu intensamente, tomou todas as cervejinhas possíveis, distribuiu amor e, então, voou.

Benilton Ferreira Paes, 72 anos

Um homem que deixa como legado sua alegria de viver e seu amor incondicional pela família e pelo próximo.

Benjamim Gonçalves Santos, 0 anos

Benjamim, o mais jovem de uma família. A estrela do lado direito que vai brilhar.

Bento Izidoro Pereira Serrão, 67 anos

Assobiava e fazia muito dengo para se comunicar com a neta.

Beraldina José Pedro, 75 anos

Tomava banho, cantava e rezava de madrugada, como um ritual de gratidão.

Berenice Felix de Assis, 79 anos

Agricultora com cheirinho de bebê, cultivou o amor e a fé.

Berkson Oliveira Júnior, 32 anos

A resposta para qualquer problema que lhe contassem: "Calma, fica tranquilo... vai passar!"

Bernadete de Souza Araújo, 100 anos

Que amorosa e especial foi Tia Bebé!

Bernadeth Santana do Carmo, 47 anos

Uma mulher que só pensava em ajudar. Doava-se por completo à família e ao trabalho.

Bernardo Cardoso Júnior, 70 anos

Um homem que amava a vida e o que ela proporcionava: música, festa, forró, família e amigos.

Bernardo dos Reis Rodrigues, 84 anos

As peças de dominó deram leveza à vida desse grande guerreiro que tanto amou sua família.

Bianca Galvão de Oliveira, 18 anos

Uma menina que ousou sonhar ilimitadamente.

Bianca Luciana Santos Dutra Vieira, 42 anos

Deixou uma família linda e muitas amizades.

Bianor de Brito Reis, 85 anos

Aquele que decidiu levar a vida ao ritmo das águas de Ganhoão: natural, constante e sereno.

Bonifácio Mario da Silva Júnior, 36 anos

Começou a trabalhar muito cedo, mas nunca se esqueceu de brincar.

Brasilino Brunel Alves, 68 anos

Pessoa do bem, sempre com um sorriso no rosto.

Brasílio Gonçalves, 74 anos

Plantava orquídeas pelas árvores de Mogi e passeava com seu Passat 1982.

Braulino de Oliveira Gomes, 88 anos

Com suor e tijolos, deixou um belo legado histórico. Mas foi com histórias e amor, que se eternizou.

Brazil Montalvao Marques, 64 anos

Um guia de turismo apaixonado por viagens e que fazia jus ao nome.

Breno de Castro, 41 anos

Homem íntegro, irmão amoroso, foi bom marido, pai e avô.

Breno Rosa Pereira, 67 anos

Família, trabalho, música e viagens eram suas grandes paixões.

Bruno Alves Queiroz da Silva, 32 anos

Ele foi um grande exemplo do que é amar ao próximo.

Bruno Amaro, 38 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que ter leveza na vida. Sermos leves!

Bruno Benedito Ribeiro, 30 anos

Dava força para os outros, uma força que nem ele possuía.

Bruno Campelo, 34 anos

Apaixonado pai de duas meninas. Realizou o sonho de se tornar enfermeiro e amava ajudar a salvar vidas.

Bruno Cunha Soares, 31 anos

Um inventor de nomes.

Bruno Leonardo Costa Barbosa, 41 anos

Sua inesquecível presença era sua forma de expressar um caloroso e ímpar “eu te amo”.

Bruno Perugino Carneiro, 31 anos

Um cara cheio de vida, superdivertido; que se importava com o próximo e não dispensava um bom churrasco.

Cacilda de Oliveira Morgado, 76 anos

Dona de uma fortaleza sem par, lutou e venceu muitas batalhas.

Caetana Maria Pereira da Silva, 68 anos

Uma avó babona que amava colocar apelido nos outros.

Cairo José Ferreira Gama, 41 anos

Sob seu chapéu viviam as almas e as mentes dos jovens de Manaus.

Candida Maria de Lima, 69 anos

Altruísmo tem nome e sobrenome, e tem sempre um pedaço de bolo pra adoçar a vida da gente...

Carla Collela Rolim, 42 anos

Tinha sempre as palavras de incentivo perfeitas e que vinham a calhar, em qualquer situação.

Carla Fabiana Rodrigues de Oliveira Macedo, 44 anos

Filha, irmã, tia e esposa sempre presente.

Carlilo Floriano Rodrigues, 80 anos

Seu sonho era voltar a andar. Conseguiu, mesmo que por pouco tempo.

Carlindo Cardoso, 71 anos

Fã de uma praia e de uma cervejinha, era cego de um olho mas enxergava com a alma.

Carlito Ferreira da Silva, 65 anos

Ele encarou a vida com sorriso largo.

Carlos Alberto Brasil, 75 anos

“E nos seus olhos era tanto brilho, que mais que seu filho, eu fiquei seu fã!”

Carlos Alberto Castelo Branco, 73 anos

De alma intensa, ele foi um Papai Noel que torceu pelo Ceará, Flamengo e Beija-Flor. Transbordava amor.

Carlos Alberto Cobé do Nascimento, 65 anos

Com Deus, ele estava sempre pronto para enfrentar qualquer coisa.

Carlos Alberto Cuccavia, 60 anos

Sempre estava tudo bem para o inocente Carlão, afinal: "Deus é bom!", dizia ele.

Carlos Alberto da Cruz, 70 anos

Sua marca registrada era o jogo de damas, que praticava todos os dias na frente de sua casa.

Carlos Alberto da Silva, 72 anos

Sabia contar histórias como ninguém.

Carlos Alberto de Araújo e Silva, 65 anos

Dono do melhor sorriso do bairro, ele coloria as ruas com alegria e irreverência.

Carlos Alberto de Vasconcelos, 66 anos

Corintiano alegre, de personalidade forte e amoroso. Dedicado à família e uma pessoa com muitos amigos.

Carlos Alberto dos Santos, 58 anos

Era bom de garfo e, para ele, não podia faltar alface no almoço.

Carlos Alberto Figueiredo Ribeiro, 47 anos

Amava a profissão de músico e cantor. Carisma e alegria eram seus sobrenomes.

Carlos Alberto Fiusa de Castro Filho, 74 anos

Foi brilhante em todos os caminhos que trilhou.

Carlos Alberto Grotti, 60 anos

Dono de um senso de justiça inabalável e amante do futebol, não tinha quem não o amasse.

Carlos Alberto Natalino F. Bandeira, 76 anos

Uma vida que serviu a Deus e amou a família com alegria.

Carlos Alberto Nunes dos Santos, 62 anos

Um homem leal às suas paixões.

Carlos Alberto Pereira da Silva, 68 anos

Daqueles que no dia do jogo, já acordava vestido com a camisa do seu time.

Carlos Alberto Rodrigues de Medeiros, 25 anos

Sorriso fácil, piada pronta, apaixonado pela profissão, pronto para ajudar quem quer que fosse e feliz.

Carlos Alberto Silva de Oliveira, 69 anos

Com sua fé e fervor foi um canal de luz a iluminar a vida de sua família e amigos.

Carlos Alberto Sona, 61 anos

Alguém que viveu intensamente a sua vida.

Carlos Alberto Wanderley da Silva, 74 anos

Pai de verdade, com aulas de culinária e exemplos de honestidade.

Carlos Alberto Xavier Braga, 54 anos

Tinha uma facilidade incrível de fazer paródias, principalmente com músicas do Roberto Carlos.

Carlos André Ferreira de Souza, 44 anos

Coisinhas básicas para ele ser feliz: Ver o neto sempre, colocar apelidos em amigos e comer bolinhos de frigideira.

Carlos Antônio Belarmino Alves, 63 anos

Pesquisador de OVNIs, geógrafo e agrônomo. Amava fotografia. Para ele, o futuro estava na educação.

Carlos Antonio do Nascimento, 57 anos

Um homem de vários apelidos e amizades e de um coração cheio de vida.

Carlos Antônio Pires, 55 anos

Estava ansioso para se aposentar, falava muito nisso. Não deu tempo.

Carlos Antônio Rego Albuquerque, 48 anos

Alegre, bem-humorado e com uma ingenuidade quase pueril, foi um tio inesquecível e muito amado.

Carlos Augusto de Souza Costa, 58 anos

Discreto, pois, para ele, quem deveria aparecer, brilhar e arrebatar corações eram a Geografia e a Natureza.

Carlos Augusto Rodrigues Vale, 60 anos

Torcedor e administrador do time Shangrilá, contava história até no escuro.

Carlos Bernabe Mardones Muñoz, 68 anos

O prazer da sua vida foi ensinar seus filhos e não mediu esforços pra isso.

Carlos Caetano Valduga, 74 anos

Apaixonado pela família e pelos animais, tinha a emoção nos olhos.

Carlos Cardoso Paes, 58 anos

"Deixa Deus agir na sua vida, assim como eu o deixei agir na minha", dizia ele.

Carlos Dadas Júnior, 74 anos

Um herói anônimo que deixou grandes exemplos.

Carlos David de Oliveira, 57 anos

Fã número 1 de Reginaldo Rossi, era conhecido entre seus amigos policiais como David Rossi.

Carlos Diogo Morito, 59 anos

Um homem bom. Apesar das dificuldades financeiras, nunca deixou faltar nada para a família.

Carlos Eduardo Baptista, 55 anos

Aos 45 anos, formou-se dentista. Queria ficar rico para levar os sobrinhos e netos para a Disney.

Carlos Eduardo Camargo Andreoli, 59 anos

Uma vida dedicada aos sonhos que tinha para a família.

Carlos Eduardo da Silva, 50 anos

Não dispensava uma praia e não deixava nada para o dia seguinte.

Carlos Eduardo de Carvalho Alves, 61 anos

Dudu adorava uma cerveja gelada, assim como adorava estar com os amigos e a família.

Carlos Fernando Conte, 49 anos

Flamenguista e salgueirense, o taxista era só alegria.

Carlos Gonçalves Serra, 83 anos

Professor e um dos idealizadores do SUS, inspirou muitos alunos a lutarem em defesa da saúde pública brasileira.

Carlos Henrique de Moura, 65 anos

Não saía de casa sem perfume e só sabia amar de um jeito: cuidando.

Carlos Henrique Neves de Azeredo, 68 anos

Carlão fazia amigos por onde andava no Rio e orgulhava-se da família grande que construiu.

Carlos José Nascimento, 64 anos

Era um entusiasta do amor. Amava a família, o Botafogo-RJ e o Confiança-SE.

Carlos Laureado Rosa da Luz, 44 anos

Onde tinha Carlos tinha sorrisos. Era regra.

Carlos Lopes, 85 anos

Era o rei da piada singela, cuja falta de graça, era exatamente o que provocava o riso de todos.

Carlos Mangueira Barreto Junior, 33 anos

Mãos mágicas que faziam bolos deliciosos. Os sabores? Amor, paz, afeto, abraços apertados e fé!

Carlos Marcos Buarque de Gusmão, 57 anos

Dr. Gusmão teve como especialidade médica realizar sonhos e fazer as pessoas felizes.

Carlos Pereira de Almeida, 59 anos

Um pescador de peixes e de pessoas. O melhor amigo da sua família. A borboleta azul do seu netinho.

Carlos Reis, 55 anos

Técnico de enfermagem dedicado, sempre feliz e muito prestativo.

Carlos Roberto Corrêa, 58 anos

Como ele dizia, era um "camaleão". Tão apaixonado pela vida que se reinventava sempre para continuar a viver.

Carlos Roberto Ianelli, 59 anos

Tinha um assobio só dele, como se fosse um código, um registro.

Carlos Roberto Monfardini, 67 anos

Ele tanto chamou a todos de Jacaré, que acabou ganhando esse apelido. E distribuiu muitos outros, sempre sorrindo!

Carlos Roberto Pinto, 73 anos

Dono de um sorriso marcante, adorava as festas em família e fazia tudo pelos netos.

Carlos Roberto Pires de Souza, 59 anos

O orgulho da família, que veio ao mundo servir e deixar bons exemplos.

Carlos Rodrigues dos Santos, 64 anos

"Eu não sou velho pra ficar tomando mingau", dizia ele, em tom de brincadeira, quando queria outra refeição.

Carlos Rogério de Carvalho, 38 anos

Amou a família com tanto cuidado e intensidade, que jamais será esquecido.

Carlos Simões Louro Junior, 69 anos

Craque de bola, sinuca e dança. Amou sem limites a esposa, pais, irmã, filhos e netos.

Carlos Teixeira, 57 anos

As portas de sua casa e de seu coração estavam sempre abertas.

Carlos Toshio Hirata, 54 anos

Vivia para trabalhar em seu açougue. Via-se bondade em seu coração, em sua fala e em seus olhos.

Carlos Viana, 76 anos

Um sábio na sua simplicidade, era apaixonado pela família e pelo carro.

Carlos Viana Rodrigues, 67 anos

Havia sempre um bom vinho para brindar o amor à vida! Tim tim!

Carlos Vidal, 83 anos

Vaqueiro destemido de histórias em cordel.

Carmelio Francisco, 66 anos

Tatá Guaçu honrava sua família e orgulhava-se de pertencer ao povo Tupiniquim.

Carmelita Louretti da Fonseca, 80 anos

Muito extrovertida, brincava com todo mundo.

Carmelita Medeiros Francelino, anos

Nordestina faceira e perfumada, sorridente e de unhas sempre feitas que fazia o melhor "din-din" da Paraíba.

Carmen do Rego Barros de Vasconcellos Dias, 83 anos

Com carinho, alegria e amor, sempre pedia um beijo.

Carmen Josefina Medeiros Guimarães, 70 anos

Voinha dos netos, dos amigos dos netos e de quem mais ousasse lhe sorrir.

Carmen Lucia Teixeira Mendes, 71 anos

Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas, nas mãos que sabem ser generosas.

Carmen Santos Sant Ana, 85 anos

Tinha um sorriso que irradiava como o sol quente.

Carmencita de Albuquerque Ugiette, 81 anos

Uma pessoa que viveu para acolher e ajudar.

Carmerinda Pereira Saldanha, 94 anos

Era uma guerreira doce. Matriarca de uma família de 11 filhos, muitos netos, bisnetos e alguns tataranetos.

Carmine Antônio de Chiara Filho, 67 anos

Com ele, os relógios do céu não ficarão mais atrasados.

Carminho Oliveira Fernandes, 68 anos

Não ia a lugar nenhum sem seu boné do Botafogo e era da Família Boi Garantido na testa.

Carol Tavares Monteiro, 34 anos

Carol era e sempre será sinônimo de amor.

Carolina Barros Patrocínio, 29 anos

Brilha onde estiver, meu anjo mais velho.

Carolina Botechia, 36 anos

Doce. Era incrivelmente doce.

Caroline Fátima Nascimento Pacheco, 27 anos

Falava pouco. O coração dizia tudo.

Carolino Mendes da Silva, 75 anos

Precisando de transporte, era só chamar o mais antigo taxista de Muriaé.

Cassilda Costa da Matta, 84 anos

Reservava os domingos para reunir a família e festejar ao redor da mesa farta. Era a mãe de todos.

Catarina Chaves dos Santos, 46 anos

Carinhosa e doce, contagiava todos ao seu redor.

Ceci de Lima da Costa, 59 anos

A família foi sua paixão. Era mãe com açúcar para os netos e tinha mãos de fada para plantar e cozinhar.

Cecília Cardoso Woodtli, 86 anos

Mãe dedicada, avó engraçada. Lutadora, forte e importante.

Cecília da Conceição Souza, 49 anos

Amor ao próximo nunca faltou. Viveu primeiro para os filhos, depois para si.

Cecília Gomes de Lima, 70 anos

Seu maior legado foi o amor. De tão bondosa, deixava de comer para alimentar os necessitados.

Cecília Maria Gonçalves Fortunato, 84 anos

Inventar palavras... um dos traços marcantes de sua personalidade criativa e cheia de gentilezas.

Cecilia Maria Parreiras Maia, 75 anos

“É muito melhor servir do que ser servida”, esse era o seu lema.

Cecília Miranda de Paiva, 77 anos

Lutou pela educação de seus filhos e netos.

Célia Alves da Silva, 71 anos

Uma mulher com um grande coração de mãe, onde sempre cabia mais um.

Célia Aparecida de Almeida Parreira, 64 anos

"Nossa Senhora de Aparecida vai nos abençoar e nosso Deus nunca vai deixar de nos amparar", pedia ela.

Célia Bastos Pereira, 71 anos

Amiga sempre presente e amorosa, adorava uma praia.

Célia de Oliveira Baia, 73 anos

Da vida achava que nada se levava, mas levou parte dos que ficaram.

Célia Fátima Coelho Belo, 64 anos

Ela amava pássaros, e se encantava com as cores, por isso enfeitava tudo com adesivos.

Célia Lopes Bezerra, 77 anos

Uma contadora de histórias. Nunca se soube se reais ou inventadas, mas sempre emocionantes e encantadoras.

Célia Regina Soares Lafemina, 59 anos

Mulher resiliente, nunca se deixou abater por dificuldades no caminho.

Celina de Almeida Freire, 88 anos

Bondade e fé serão suas eternas marcas.

Celina Silva Dias, 86 anos

Sempre sorria e abraçava a neta quando esta chegava em sua casa e lhe pedia a "bença".

Celina Xavier Gontijo, 64 anos

"Você não é todo mundo!", "Porque não e pronto!", ela repetia.

Célio Taveira Filho, 79 anos

Célio virou tango, conto e personagem principal em vários recomeços no futebol, dentro e fora de campo.

Celso Azis Antonio, 69 anos

Carinhoso, tinha sempre uma surpresa no bolso para dar à neta.

Celso Dias da Silva, 70 anos

Os 70 anos não eram nada para ele: com toda a sua calma e determinação, ainda ia longe.

Celso Manso Monteiro Vieira, 88 anos

Um homem que transbordava sensatez e mansidão. Ele amou demais - e só sabia amar assim.

Celso Romão Cardoso de Almeida, 75 anos

Um tricolor apaixonado pelo time e pelos momentos em família. Caratinga e sua risada marcante deixam saudade.

Celso Schreiber, 66 anos

Amava os seus, mas não queria ser chamado de avô. Decidiu, pois, que seria "parente" dos netos. E assim foi.

Cely Guimarães Alves, 77 anos

Não se foi só mais um número nessa estatística mórbida, foi-se um sol que brilhava na vida de todos que a conheciam.

Cesar Augusto Martins Medeiros, 59 anos

O beatlemaníaco que era o maior companheiro de seu filho.

César Augusto Visconti, 43 anos

Apaixonado por velocidade, pelas pessoas e pela vida.

Cesar dos Santos, 64 anos

Seus filhos foram a sua razão de viver.

Cesar Magalhães da Silva, 47 anos

Autor das piadas sem graça mais hilárias de todos os tempos.

Cesar Murta de Lima, 83 anos

"Ô, pipoca! Só você sabia disso, né?", dizia ele, sempre que ouvia alguma obviedade.

Cezar Augusto Vítor Ramos, 67 anos

Se tirava sarro, era porque gostava de você.

Charles Luís da Silva, 42 anos

Sempre preocupado com o nosso bem-estar.

Charles Luiz Gouveia Machado, 70 anos

Um cearense colecionador de relógios, embora o tic-tac do seu coração batesse mesmo era por Curitiba.

Charles Santos, 48 anos

As sobrancelhas grossas eram uma contradição com a voz tranquila, com a mão fofinha e amiga.

Christion dos Santos Barbosa, 29 anos

Amor, sorriso, carinho e atenção eram as suas marcas.

Cicera Maria de Moura, 66 anos

Uma mulher forte, que misturou felicidade, muito amor, bondade e deixou de lembrança um rastro de luz aos seus!

Cicera Maria dos Santos, 72 anos

Cicera é arte, que foi ser abraçada sob o manto azul de Nossa Senhora.

Cícero Clemente de Sousa, 58 anos

Apaixonado por pescarias e pimentas em conserva.

Cícero Delfino Silva, 76 anos

Contador de histórias preferido da família que amava reunir.

Cicero Manoel de Arruda, 79 anos

Aos 79 anos, dirigia seu fusquinha com muito orgulho. Esse era seu maior hobby.

Cícero Romão, 51 anos

Enfermeiro, cuidou de todos até seus últimos dias.

Cícero Vianeis Marques, 52 anos

Trabalhava intensamente todos os dias, com prazer, na empresa para sua família.

Cicilia Junqueira de Albuquerque, 88 anos

A natureza era o seu lar. Já a rua, uma eterna descoberta, onde adorava passear e tomar sorvete com as amigas.

Cidemar Aparecido Gomes, 54 anos

Em uma romaria ou em um passeio a cavalo, lá estava o Mazinho.

Cileimar Claussen de Oliveira, 74 anos

A suavidade do sorriso e do olhar transmitiam a beleza de uma vida baseada no amor e na religiosidade.

Cilene Cabral Carvalho Chagas, 58 anos

Na estante a foto dos filhos, o símbolo da enfermagem e uma viola. Seus maiores amores.

Cilene Sant Ana da Costa, 67 anos

Reunir, para somar, para multiplicar, para gerar felicidade.

Cincinato Belarmino Santos, 65 anos

Pernambucano de vocabulário próprio, estava sempre disposto a ajuda quem precisava de sua alegria.

Cineide Teixeira da Silva, 49 anos

Tinha braços abertos para o amor.

Cinira Campos da Cunha, 83 anos

Com seus cabelos claros e lindos olhos azuis, emanava luz por onde passava.

Cirene Guilhermina Pires, 67 anos

"Vou falar que está tudo bem, e vai ficar tudo bem!", dizia Nena.

Cirino Hercílio Soares, 70 anos

Como sustento: tesouras e mãos mágicas. Já para os seus, como marca, ficam a alegria de viver e um amor lindo.

Cirio Merquiades da Silva, 38 anos

O autista que adorava um pagode.

Ciro Ricardo Pires de Castro, 75 anos

Mais que pai, um profissional dedicado que teve a missão não só de salvar, mas de transformar vidas por amor.

Claiton de Azevedo, 53 anos

Um guerreiro cheio de vida que adorava contar histórias e fazer os outros sorrirem.

Clara Alves da Silva, 79 anos

Devota de Padre Cícero, certamente seguiu ao encontro do marido sob os cuidados, a benção e a proteção do sacerdote.

Clara Angélica Souza Lima, 58 anos

Dona de um sorriso encantador e do melhor abraço que uma amiga pode receber. Vendia roupas e doava amor.

Clarice Fuchita Kestring, 63 anos

Exímia e respeitada profissional, mãe e esposa amada! Deixará saudades eternas!

Clarice Terezinha Bastos Cardoso, 64 anos

Apaixonada pelos dois netos e pelos livros espíritas da autora Zíbia Gasparetto.

Clarinda Maria da Conceição, 74 anos

Tinha um sorriso largo e contagiante. Teve cinco filhos, mas foi mãe de muitos outros.

Clarinha Sperandio Bacaro, 77 anos

Dona das joias mais bonitas que um dia sonhou ter: os filhos, os netos e os bisnetos.

Clauber da Silva Cavalcante, 55 anos

Flamenguista de coração e o cantor favorito da família. Aonde ia, levava o microfone e a caixinha de som.

Claudenor de Brito Prazeres, 54 anos

O advogado que adorava praia, cerveja e samba.

Claudete Gonçalves Pereira Chiquiti, 55 anos

Com as selfies que tirava a todo momento, registrava seus melhores sorrisos.

Claudete Maria de Souza, 68 anos

"Que Deus me ajude a ajudar quem precisa", dizia.

Claudete Pereira Cruz, 79 anos

Tinha um abraço que parecia um porto seguro.

Claudia Cassoli Alves, 41 anos

"Eu quero viver!", dizia aquela que deixa um legado imortal de amor.

Claudia Enrietti de Paiva Bonizzi, 62 anos

A mulher feita de ferro e aço, que queria ser astronauta.

Cláudia Márcia Cordeiro da Silva, 50 anos

Cláudia era linda e sabia disso. Sempre prestativa, o dom de cuidar ia além da profissão de assistente social.

Cláudia Maria Ferreira, 54 anos

Bailarina de coração e sonho, borboleta de alma e dor, furacão de mente e amor: Cláudia deve estar dançando.

Claudia Nogueira Cardoso, 56 anos

Uma médica que exerceu seu ofício na cidade do Rio de Janeiro com orgulho e responsabilidade.

Cláudia Stephanie Silva Damata, anos

Ela era a pessoa que recebia com sorriso quem fosse à UPA em busca de cura. Com sua espontaneidade e simpatia fez muitos amigos.

Claudinei Clemente Neto, 50 anos

Um apaixonado pela vida que foi viver na eternidade.

Claudinei da Costa, 55 anos

“Hoje será um novo dia e melhor.” Assim ele encarava os problemas e a solução sempre aparecia.

Claudinei Pereira da Silva, 55 anos

O paizinho que fazia de tudo para manter a família unida.

Cláudio Albanez, 68 anos

Pessoa aguerrida, amava receber os amigos para um café.

Cláudio Antônio de Oliveira, 60 anos

Um sábio professor que adorava uma roda de conversa, lutava pela educação e defendia as minorias.

Cláudio Antônio Figueiredo Reis, 63 anos

A vida dele era trazer vidas ao mundo.

Claudio Antônio Lopes Ferro, 43 anos

Transformou o natal e ano novo da rua em uma tradicional queima de fogos.

Cláudio Araújo Martins dos Santos, 51 anos

Uma pessoa incrível e animada. Fã de rock dos anos 80, era um ótimo dançarino de flashbacks e o rei do passinho.

Cláudio Batista de Carvalho, 67 anos

Muito trabalhador, não media esforços para alcançar seus objetivos, criar seus filhos e ajudar o próximo.

Cláudio Cardoso, 58 anos

Fez da vida uma poesia com rimas e imagens sobre o seu Pará.

Cláudio Cardoso de Almeida e Silva, 59 anos

O presente sempre foi o seu tempo verbal favorito.

Cláudio Corrêa, 72 anos

Ele caía no sono enquanto comia. Estava imerso em seu maior sonho: ''aposentar a vassoura'' de Alice.

Claudio da Costa Silva, 49 anos

Sempre muito engraçado e cheio de histórias para contar.

Claudio de Miranda Pereira, 65 anos

Alguém que trouxe leveza ao peso da rotina.

Claudio Henrique de Sousa Lima, 69 anos

Fortalecia-se na sua fé, contemplando as ondas do mar.

Claudio José da Silva, 56 anos

Pai superparceiro e avô apaixonado. Um homem de bom coração, que não deixou seu irmão sozinho nessa luta.

Cláudio Leal de Almeida, 76 anos

A formatura da sua neta conseguiu lhe tirar um sorriso, discreto, mas seu.

Cláudio Luiz dos Santos Silva, 49 anos

A paixão pelo Flamengo, o churrasco com uma cervejinha e seu prazer em cozinhar, descreviam bem o Formigão.

Claudio Manoel Ricardo, 69 anos

O mineiro que fez história na Pauliceia Desvairada.

Claudio Mauricio Sant’Ana, 59 anos

"Cacá, João, vovô chegou...", assim ele chamava pelos netos pelos corredores da vila.

Cláudio Mourad, 55 anos

Ele dava nos filhos um abraço-casa, carinho que aquecia o coração

Cláudio Nunes dos Santos, 44 anos

"Não desanime, você é capaz de vencer qualquer coisa", dizia ele.

Cláudio Raimundo Soares, 57 anos

Ele nomeou a esposa como sua rainha e, tratou de ser para ela, um rei; por todos os dias de sua vida.

Cláudio Roberto Cabral, 56 anos

Além de pai, era amigo, confidente e parceiro de séries.

Claudio Roberto Roges, 67 anos

Claudio era sinônimo de solidariedade. Tirava de dentro de casa para dar aos mais necessitados.

Claudio Rogério de Sena Barbosa, 46 anos

Para Ciça, amar o irmão foi a coisa mais fácil desse mundo.

Claudio Soares Rabelo, 70 anos

Um mineiro iluminado. Dono de um coração enorme e um sorriso cativante.

Cláudio Spiller, 64 anos

Da cadeira de rodas era só sorrisos para suas meninas. O cara mais carismático da história.

Cláudio Taú, 69 anos

Um homem de coração grande, líder comunitário, que amou seu país e cuidou muito bem de sua família.

Claudionor da Silveira Machado, 76 anos

Apaixonado por seus tratores, abriu caminhos para uma estrada de exemplos fortes, onde deixa amor e alegria.

Claudnéia Tavares, 54 anos

Enfermeira, cuidava com amor e carinho de todos.

Claudomir José Carradore, 62 anos

De apelido Jesus, falava alto e era muito querido. Gostava de cozinhar e cuidou a vida toda do irmão especial.

Claudomiro Rodrigues, 53 anos

Sua alegria era ligar para a Elaine e perguntar: “Como é que tá o tempo aí em São Paulo?”

Claudomiro Velasco Azevedo Junior, 48 anos

O maior sorriso da sala, era o último a deixar as festas porque, de tão querido, ninguém o deixava sair.

Clayton Cavalcante de Lima, 60 anos

“Enquanto eu respirar, vou me lembrar de você”, cantava sempre o pai amoroso e altruísta.

Cleber Amarildo de Oliveira, 43 anos

Sempre sorridente e cuidadoso, foi responsável por organizar o chá de fraldas da prima-irmã.

Clédes Magaly Gomes Rosa, 74 anos

Reverenciada por onde passasse, seu coração era uma casa cheia.

Cleide Cavalcanti da Silva, 70 anos

Com risadas longas, ela ria da vida que tinha, vida que a fazia feliz!

Cleidimar Ferreira Barbosa, 48 anos

Na memória de amigos e alunos, uma professora que ensinou muito mais que sua matéria.

Cleiton Luiz Felix da Cruz, 36 anos

Cheio de amigos e de alegria, estava organizando a vida para ser pai.

Clemência Pereira Rodrigues, 72 anos

Kelé era mãe leoa, bem-humorada e dona de um sorriso marcante.

Clementina Campos de Oliveira, 66 anos

A companheira amada da família, a cantora de louvores que também amava o Roberto Carlos.

Clemilde Santin de Arruda, 80 anos

Dona de um abraço apertado e perfumado e de uma presença que ressaltava a beleza das coisas simples.

Clemilton Isaias Torres, 68 anos

Tinha pressa para tudo, e por isso, viveu intensamente.

Clene Sotero, 53 anos

Aguerrida defensora da educação, foi exemplo de dedicação e amor ao ensino.

Cleonice Antônia da Silva, 68 anos

Um vestido rodado e um sapato vermelho. Assim ela ia, toda linda, ao forró.

Cleonice Rodrigues Correia, 51 anos

Foi morada de luz e amor. Para os seus, era a certeza de ter para onde voltar na alegria e na tristeza.

Cleonildo Mota da Silva, 79 anos

Se ele estava lá, não havia nada a temer.

Cleonio Quirino da Cunha, 51 anos

Radiava alegria e espalhava sorrisos por onde passava.

Cleusa Nair Barbosa de Souza, 65 anos

Cozinheira de mão-cheia e coração gigante.

Cleuza Singue Ruy, 84 anos

Tinha a capacidade de se reinventar, de lutar, de não desistir ou desanimar diante de qualquer dificuldade.

Cleyton Barbosa da Silva Souza, 29 anos

Namorador, não sabia ficar sozinho por muito tempo.

Clice Maria dos Santos, 70 anos

A família era o seu bem mais precioso. E ela, o alicerce de todos, o motivo da sua luta diária era vê-los bem.

Cliciane Ferreira Fochesatto Vieira, 38 anos

Médica que tinha sempre um sorriso no rosto, transparecendo sua paixão e apreço não só pela sua vida, mas pela vida dos outros.

Cliff Conrado Pinheiro, 44 anos

Um ser bondoso, amigo de todos e apaixonado por churrasco.

Clodoaldo Mate, 48 anos

Transformava tristeza e vazio em esperança e alegria.

Clodoaldo Pirani Junior, 47 anos

Médico intensivista, atuou na linha de frente e honrou até o fim a sua missão de cuidar e salvar vidas.

Clodualdo Fernandes de Melo, 59 anos

Era um príncipe como marido e um espetáculo como pai.

Clotilde Felismino Sandovete, 95 anos

Entre doces, preces e tricôs, uma vida cheia de graça.

Cloves Cabral Ferreira, 64 anos

Adorava se refugiar com a esposa na casa de praia ou na chácara, que era o seu paraíso na Terra.

Clóvis Alves de Freitas, 53 anos

-"Seu Clóvis, você está bem?" e ele respondia: "Estou mais do que mereço!"

Clóvis Eduardo dos Reis, 58 anos

A companhia de Clóvis era um privilégio. Ele que preenchia os espaços com alegria e solidariedade.

Clóvis Feitoza da Silva, 42 anos

Era um grande homem que deixa um legado de alegria e amor.

Clovis Luiz Vieira, 62 anos

Apaixonado pela vida, seus olhos marejavam de tanta alegria.

Clóvis Monteiro de Barros, 43 anos

"Que isso, jovem? Abel é o terror da mulherada." brincava ele.

Conceiçāo Aparecida Lopes, 55 anos

A generosidade era a marca registrada de "Gorda".

Conceição Januária de Freitas, 96 anos

Tinha um olhar meigo, um afago gostoso e não deixava ninguém escapar de seu "coadinho" com bolo de laranja.

Concetta Gialuisi Ferri, 86 anos

Dona de si, uma bailarina da terceira idade que amava colocar seus lindos vestidos e ir dançar.

Cor Jesu Dorotea Reis Matos, 72 anos

Companheiro incansável na luta por melhores condições de trabalho, foi generoso com tudo e com todos.

Corinto Xavier da Silva, 82 anos

O relojoeiro que fez do tempo seu aliado. Agora, é tempo de memórias...

Cosma Rosa da Costa Alves, 83 anos

Dona Cosminha não era apenas dona de casa. Era dona do coração da família e dos amigos.

Cosme Oliveira Lima, 67 anos

Amava música e os sons da natureza. Era responsável e contagiava todos com seu sorriso sincero.

Cremilde Santin Arruda, 81 anos

Alegre e vaidosa, ela amava viver.

Cremilson de Almeida Gomes, 46 anos

Amava encontrar a casa cheia e com uma boa festa.

Creuza Costa dos Santos, 64 anos

Uma pessoa que exagerava em todos os sentidos, mas principalmente em ser alegre.

Creuza Nunes Fontes, 80 anos

“Tchau, mais tempo!”, dizia ela sempre rindo, festeira e alegre.

Creuza Pereira da Silva, 88 anos

Tete gostava de jogar sueca com as amigas e de perder os brincos pela casa.

Creuza Vasques Feliciani, 70 anos

Abria sua casa a quem necessitasse, independente de religião ou etnia.

Cristian Bezerra Pereira, 45 anos

Até falando sério ele conseguia ser engraçado.

Cristiane Cortes dos Santos, 32 anos

Mulher batalhadora que esbanjava alegria e tinha um coração cheio de amor pela filha Sophia.

Cristiane Maria Marchesan Camilo, 50 anos

Viveu a melhor vida possível: amando com intensidade e incondicionalmente.

Cristiano Alcântara, 44 anos

Partiu com a certeza de que iria comemorar a cura da filha.

Cristiano Brandão, 36 anos

Seu bordão preferido era: "O que acontece em Vegas, fica em Vegas".

Cristiano Ferreira da Silva, 42 anos

Tinha um amor incondicional por sua esposa.

Cristina Lima Mateus, 57 anos

Pisciana sorridente, dona de uma gargalhada única. Era um facho de luz sincera.

Cristina Oliveira Souza, 39 anos

"Vamos marcar de ir ao cinema?", combinava com a amiga.

Cristovão Modesto da Silva, 51 anos

Mudar destinos foi seu legado. Na última conversa, falou sobre Jesus. Não poderia ser diferente.

Custodia Scultori Tavares da Silva, 87 anos

Foi muito mais que professora alfabetizadora: foi mestre, foi luz, foi exemplo de perseverança e generosidade.

Custodio Saturnino de Freitas, 59 anos

Para esse Papai Noel das crianças carentes que ajudava moradores de rua, o que era dele era dos outros.

Cyll Farney Ferreira da Silva, 35 anos

Um homem honrado, que viveu intensamente.

Dagmar Thomé Gonçalves, 93 anos

Aquela que fazia os sapatinhos de lã mais quentes para o inverno. A família inteira tinha.

Dair Baron Telles, 83 anos

Dona de uma feijoada incomparável e de uma memória inacreditável.

Daisy Lúcidi, 90 anos

Alô, Daisy! “Meu negócio é o rádio, que é a minha paixão”.

Daliane Maiara Lima Sousa, 32 anos

Ninguém passa pela vida sem uma razão. A dela foi amar.

Dalva Carrera Dias, 93 anos

A corinthiana mais guerreira que esse mundo já viu!

Dalva Félix de Mendonça de Paula, 66 anos

Dalva floresce como as plantas que regava, é a cor dos bordados que tecia. Uma sábia mulher.

Dalva Gomes Ferreira, 64 anos

Uma avó que brincava com os netos.

Dalva Machado, 62 anos

Cada sobrinho era um tesouro para ela.

Dalva Maria Portilho da Mata, 59 anos

Todos os dias ia até a casa da sua mãe, Dona Gerogina, tomar sua benção.

Dalva Rodrigues de Oliveira Mölter, 52 anos

Mãe de oito filhos, adorava perguntar para onde todos da família estavam indo.

Dalvadisio Carvalho de Araujo, 76 anos

Em toda a sua vida ele espalhou amor, sabedoria e mansidão. Ajudou muitos sem pensar em recompensas.

Dalvanir Siqueira Ferreira, 71 anos

Dona Dalva foi uma mulher forte, guerreira e prendada, que fez de tudo por seus filhos.

Dalvio Montrezor, 59 anos

Presenteava a família e os amigos com apoio, companheirismo, lealdade e amor sincero.

Damião Bezerra da Silva, 36 anos

Piadista e alto-astral, ele emanava tanta alegria que era impossível não sorrir junto.

Damião Gomes da Silva, 67 anos

Era conhecido como o Rei do Açaí porque fazia o melhor da cidade.

Damião Paes de Melo, 55 anos

Gostava de ler a Bíblia ouvindo música gospel ou caipira. Amava a família e seu inseparável cachorro, Oliveira.

Damião Reinaldo de Oliveira, 73 anos

As estradas da vida o levavam sempre de volta ao lar, mas conseguiu deixar um lindo legado e exemplos eternos.

Daniel Alfredo da Silva, 55 anos

Seus olhos não avistavam maldade, pois seu coração era repleto de amor.

Daniel Azulay, 72 anos

“Aponte com a ponta do dedo onde é que o Pita pinta...”

Daniel Campbell de Andrade, 35 anos

De voz calma, mas com certa malandrice nos trejeitos, cultivava o riso e o hábito de assistir ao pôr do sol.

Daniel da Silva Sousa, 77 anos

Um avô de poucas palavras, cujo coração era inundado de cuidado e afeto.

Daniel Eugênio Ruiz, 71 anos

Multifunções, fazia de tudo com uma peculiaridade: sempre cantarolando alguma música da bossa nova.

Daniel Fernando Lopes, 41 anos

Faria dois meses de casado, "vivia um sonho", diz o irmão.

Daniel Martins Brasil, 65 anos

Um homem bom que ensinou através do seu exemplo de perseverança e generosidade.

Daniel Pereira, 38 anos

Quando o assunto era servir aos outros, fazia sempre com muito amor.

Daniela Aparecida de Souza Costa, 37 anos

Sua garra, dedicação e alegria eram contagiantes.

Daniela Hoffmann, 28 anos

Uma mulher linda, de sorriso fácil. Batalhadora, não se deixava vencer pelas adversidades da vida.

Daniela Teodózio Tabajara, 30 anos

Partiu sem a alegria de ter a sua própria terra.

Danielle Fernanda de Campos Morais, 39 anos

Dona de uma habilidade incrível de ouvir e cuidar das pessoas.

Danielson Castro do Carmo, 32 anos

Uma juventude de sonhos genuínos interrompida.

Danil Dias Klein, 70 anos

Uma palavra que o definiu: amigo. Estava pronto para ajudar quem precisasse.

Danilo David Santos Silva, 33 anos

Primeiro médico da família, foi e sempre será uma estrela.

Danyele Cardoso, 34 anos

"Estou rezando por você", dizia sempre. Ela era luz, alegria e fé. Deixou um lindo legado de amor.

Darci Debastiani, 66 anos

Apaixonado pelos netos, filhos e esposa. Gostava de passar as férias no balneário de Mariluz.

Darcila Maria Pimentel de Oliveira, 63 anos

Dona do sorriso mais lindo, sempre falava um delicioso “eu te amo” para aqueles que amava.

Darcy Gomes Garcia, 78 anos

Que sensacional foi Garcia, o porto-seguro das filhas e netos.

Darcy Moraes, 84 anos

Fazia os outros rirem durante horas com seus segredos ao pé do ouvido que de discretos não tinham nada.

Dário Estevam Theodoro, 66 anos

Ele jurava não ligar pra futebol, mas a verdade é que não perdia um jogo sequer.

Dário Oliveira da Silva, 69 anos

Não abria mão de uma cervejinha nos finais de semana.

Darly Pereira de Souza, 49 anos

Mulher nordestina incrível, que desenhava florezinhas enquanto falava ao telefone.

Davi Severino da Silva, 73 anos

Alvirrubro doente, adorava jogar seu dominó, mas sua paixão mesmo eram os jogos do Náutico.

David Corrêa, 82 anos

Gigante do carnaval brasileiro.

David de Sá Guimarães, 68 anos

Ele era daqueles que não se deixava abater facilmente.

David Gomes de Melo, 37 anos

Chegava causando, era engraçado e barulhento.

David Guizi Marcelino, 36 anos

A personificação da alegria. Amava o Chaves. Dono de uma risada escandalosa que revelava a leveza com que encarava a vida.

David Lima Ramos, 35 anos

Dada cumpriu suas missões muito bem: monitorar o trânsito do bairro e amar a família incondicionalmente.

David Mendes dos Santos, 44 anos

Animador de qualquer festa, sabia cultivar amizades.

David Nahas Neto, 57 anos

O Tio Gordo foi um palmeirense apaixonado e que amava os sobrinhos.

David Wu Tai, 71 anos

O chinês mais brasileiro de que se tem notícias.

Davina Sales Pontes de Carvalho, 85 anos

Mãe, avó, bisavó e, sobretudo, amiga de todos que encontrou.

Déa Vitório Costa, 76 anos

O nome curto não dava conta de tamanha existência. Por isso, os apelidos: Menina, Boneca e Fofura.

Débora Cristina de Araújo Fernandes, 56 anos

Amor, carinho, doçura, competência e responsabilidade.

Deise Acioly Magalhães, 57 anos

Ela experimentava todas as comidas, das mais simples até as mais polêmicas.

Deison Molon Ignácio, 34 anos

A música era a vida dele.

Delano Togni, 71 anos

Falar dele é como sentir a calma, a tranquilidade e a generosidade de um amigo de todas as horas.

Delcenir de Sousa Lima, 73 anos

Amava dirigir seu carro antigo e cuidar de seus sete cachorros, que eram sua paixão.

Delcides Maria de Oliveira, 80 anos

A menina, que enganava a fome com uma colherada de café, tornou-se uma guerreira e sempre tinha amor para dar.

Delson Marques de Queiros, 66 anos

Otimista e divertido, tinha sempre uma piada para alegrar quem estava à sua volta

Denilson da Silva Frade, 54 anos

Em meio ao duro tratamento renal, os jogos do Paysandu lhe devolviam a alegria e a expectativa de cura.

Denilton Irineu dos Santos, 62 anos

Sambava com a felicidade, e não apenas nos carnavais.

Denis Saiter Mageski, 37 anos

Dono do abraço mais apertado e de um sorriso gigante.

Denise Almeida Barreto, 41 anos

A alegria em pessoa! Fazia qualquer um se sentir protegido ao lado dela

Denise Gomes, 42 anos

Se tinha paciente precisando, era lá que ela queria estar.

Dennis Cabrera Pisango, 67 anos

Usava sapatos de bico fino tão bem lustrados, que eram quase um espelho, capaz de refletir seu largo sorriso.

Dennis Rollano Torres, 68 anos

Jaleco e seu violão eram os casacos de guerra do Dr. Dagnou.

Deoclides Gonçalves, 72 anos

Carinho, atenção e afeto com todos que o cercavam e em todos os lugares em que estava...

Deoclides Silva Nascimento Filho, 59 anos

Sorria com os olhos e com a alma. Sorria sempre.

Despina Evangelos Calafatis, 87 anos

Exemplo de coragem para enfrentar a vida e de amor sem medida por sua família.

Deunisio Ferreira Batista, 69 anos

Viveu com simplicidade. Fazia café da manhã todos os dias, nunca faltava ao trabalho, nunca faltava carinho.

Deusdeth Oliveira Ferreira, 86 anos

Aos 86 anos, vivia em movimento com sua motocicleta...

Deuselina Dias Barbosa, 71 anos

Era uma mulher de Deus. Uma mulher que acreditava na força da oração.

Devanir Birello, 77 anos

Deva não era desse mundo. Sua personalidade podia ser traduzida em três palavras: coração, amor e alegria.

Devanir José Parizoto, 45 anos

O cantor da família e a alegria em pessoa.

Devanir Maria de Souza Alvarez, 61 anos

"Lutei tanto pra ter meus filhos e passaria por tudo de novo para tê-los comigo".

Deverson Azevedo, 32 anos

O filho de Afonjá cujo sorriso largo e fácil abraçava todo mundo.

Deyler Vieira Amorim, 39 anos

Filho único; em todos os sentidos.

Deyse Lúcia Costa Salles, 63 anos

Equilibrava poeticamente seu jeito meio doido com a capacidade de ser a melhor amiga que alguém podia ter.

Diana Stela Domingues Bazarin, 69 anos

Acordava dando um bom-dia nas redes sociais.

Diego Borges Ferreira, 37 anos

Um faixa preta apaixonado pela pequena Manu, sua filha.

Diego Carneiro Pereira, 46 anos

Ativo nas favelas, nos projetos sociais e esportivos de São Paulo, Bola era produtor da Família Sabotage.

Dijaneide Ferreira da Silva, 42 anos

“A mulher mais incrível e inspiradora deste mundo”, segundo sua filha Mariana.

Dilceia Alexandre Machado, 49 anos

Fotógrafa brilhante, sempre atrás dos melhores sorrisos. Será lembrada pela simpatia e alegria de viver.

Dilma Nunes de Barros Maya, 60 anos

Era a solidariedade em pessoa. Daquelas que tiravam de si para dar ao outro.

Dilma Queiroz Bello, 83 anos

Uma mulher determinada, generosa e de muita fé.

Dilma Tavares do Nascimento Rios, 60 anos

Mãe carinhosa e observadora, do tipo que reparava no corte do cabelo e nos centímetros que o filho cresceu.

Diná Barbosa Amorim, 48 anos

Diná era festa. Seu humor era contagiante!

Diná Maria Pires Soares, 80 anos

Uma senhorinha de bem com a vida.

Dina Rosaria Ascenção, 63 anos

Professora de matemática, amava a profissão e os alunos. Talvez nem soubesse o quanto era amada por eles.

Dinalva Barreto Moura, 78 anos

Era a melhor anfitriã da família Barreto Moura. Ela tornava os almoços de domingo especiais.

Dinoca Pereira, 65 anos

Uma mulher guerreira, uma mulher de Deus.

Dinorah Lopes Dantas Donini, 43 anos

Ao procurar no dicionário a definição de alegria, o nome Dinorah deveria estar escrito.

Diógenes dos Santos Lima, 31 anos

Alegre e brincalhão, era o mais animado dos amigos, tanto que foi apelidado de "Inimigo do fim".

Diógenes Moreno Escolastico, 43 anos

Policial, pai, exemplo de ser humano.

Diogenes Mussopapo, 60 anos

Pai de um abraço delicioso, eternizado na memória dos filhos. Dizia sempre: "Pitutu e Príncipe, amo vocês!"

Diogo Fabiano Guimarães Andrade, 38 anos

Ajudava todo mundo, mesmo sem conhecer.

Diogo Miguel Parra, 74 anos

"Tô vivo!!!"

Diomedia Oliveira dos Santos, 83 anos

Guerreira, tinha orgulho de sua negritude. Adorava praticar yoga, dançar e fazer artesanato.

Dionatan Fernandes de Jesus, 2 anos

Uma criança que sabia sorrir, mesmo na dor.

Dionis Carlos Bernecule, 41 anos

Na vida e na profissão, tinha um olhar sempre amoroso, generoso e sábio.

Dionísio Batista de Souza, 68 anos

“O que quer de presente?”, perguntava ele, cuja vida foi em si um grande presente.

Dirce de Almeida Pacheco, 78 anos

Uma avó que adorava dar um dinheirinho escondido para os netos.

Dirce dos Santos Kitano, 80 anos

Fazia uma comida maravilhosa e caprichava nas doses de amor com que temperava nossas vidas!

Dirceu Castellucci, 72 anos

Fará falta pelo amor que irradiava na vida da família.

Diva Marques Moreira dos Santos, 80 anos

Fazia uma comidinha simples que sua neta adorava.

Diva Nastari da Fonseca, 91 anos

Resiliência era seu maior atributo e a caridade era sua maior virtude.

Diva Thereza Stolf Simões, 85 anos

Pianista sublime, deixa um legado de amor e arte.

Divane Canuto Andrade Monteiro, 68 anos

Entusiasmo, essa era a palavra capaz de traçar um desenho límpido da sua imagem.

Divanise da Costa Melo, 75 anos

O sorriso mais solto e a tia mais festeira.

Divino Eterno Teixeira, 46 anos

Sonhou e ensinou a sonhar, a acreditar e a manter a fé em Deus.

Divino Pereira de Andrade, 82 anos

Gostava de tomar sol na frente de casa ouvindo seu radinho de pilha.

Djalma Avelino de Souza, 65 anos

Sempre que lhe perguntavam como estavam as coisas, dizia: “Melhor, só no céu”.

Djalma Ramos Damasceno, 39 anos

O "posso ajudar?" mais sincero e disponível de todos.

Djalma Teixeira de Mendonça, 51 anos

Opinioso e sincero, um pai brincalhão; conhecido pela forma única de bradar “Ô, Glória“.

Djanira Magno Silva de Melo, 70 anos

Devota de São Sebastião, foi guerreira incansável, mãe dedicada e avó coruja.

Djanira Silva do Nascimento, 88 anos

A alegria e a determinação fizeram a sua marca registrada.

Dolores Esteves Monteiro, 92 anos

Alegre e amorosa.

Domingos Alves de Oliveira, 52 anos

Um orgulhoso doador de sangue. O principal do hospital que ia.

Domingos Mahoro, 60 anos

Era um diplomata e um homem além do seu tempo.

Domingos Marcelino da Silva, 76 anos

"Ôh, véio bacana!", define a neta.

Domingos Mesquita Pereira, 69 anos

"Filha, vou fazer um Galeão e depois passo para te buscar", dizia antes de encontrar Priscila.

Domingos Pereira da Silva, 89 anos

Para falar de Domingos, que sempre lembrem de Joana e da família que construíram em 72 anos juntos.

Domingos Rocha de Freitas, 75 anos

Com seu jeito engraçado, tocava todos os instrumentos musicais e também tocava o coração dos ouvintes.

Domingos Sávio Brito Fonseca, 58 anos

Era grato, diariamente, por mais um dia de vida.

Domitilia Lima dos Santos, 75 anos

Teve coragem para mudar de vida e viveu para os filhos.

Donizete Luiz Frederico, 65 anos

Cheio de amigos, chegou até a tomar uma cerveja com Alceu Valença na época da Jovem Guarda.

Donizeti Aparecido Martins, 58 anos

Um eterno garotão com seu All Star. Sinônimo de alegria, adorava churrasquear e fazer uma boa cantoria.

Donizeti Aparecido Martins, 64 anos

Festeiro na roda de samba e guerreiro nas batalhas da vida.

Donizeti de Melo Balbino, 51 anos

Teve amores, mas nunca se casou. Ou melhor, casou-se com a música, com seu violão.

Doralice Cordovil Lourenço, 68 anos

Com sua doçura, resolvia qualquer problema por mais difícil com fosse.

Doralice da Silva Pugas, 76 anos

Ela queria continuar distribuindo amor até os 102 anos.

Doris Tavares, 77 anos

Uma mulher otimista que chamava todo mundo de "Meu amooooor!"

Dorival Pizzo, 84 anos

Foi o ser humano mais gentil do mundo, que amava cantar.

Doroti Boulanger Trindade, 66 anos

Vocação para ajudar o próximo.

Droziana Pica, 75 anos

Tinha um coração tão grande, que fazia sombra em qualquer defeito.

Ducileide Maria de Melo, 45 anos

Generosa, costurava tecidos e boas relações com todos à sua volta.

Dulce Araújo de Martino, 91 anos

Considerada uma avó clássica, amava mimar seus netos com guloseimas, presentes e muito carinho.

Dulce Meira Pereira, 91 anos

A "vovozinha" mais doce e forte que o Rio de Janeiro já conheceu. Dulce é luz.

Dulce Rodrigues da Silva, 76 anos

Ela dava um jeito para tudo. Não media esforços para ajudar, e tirava do seu para dar a quem precisava.

Dulcimar Teixeira Leite, 77 anos

Com a mente sempre positiva, ela lutava pela realização de seus projetos.

Dulcinete Perinni de Souza, 64 anos

Dona Fia distribuía não só comida e cuidados, mas também amor ao próximo em cada prato, salgadinho e doce.

Durci Nei Marques Rocha, 69 anos

Para ela, mulher deveria aprender a dirigir por necessidade. Incentivava a liberdade de ir e vir.

Durvalina Balco Maria, 86 anos

Alegre, amorosa, forte e lindamente desbocada.

Ederson Becker, 37 anos

Tratava a família como o bem mais importante da vida.

Edes Batista de Carvalho, 64 anos

Dos semáforos de São Paulo era ele a quarta luz: a da esperança.

Edes Vieira Guimarães Filho, 56 anos

O marceneiro de Cabo Frio que vivia sorrindo.

Edgar Ribeiro, 71 anos

Todas as tardes, sentava no portão para bater papo com os amigos e beber Coca-Cola, que ele tanto amava.

Edgard Ciríaco Moreira Neto, 53 anos

Era um ser de extrema luz. Filho grandioso e irmão amoroso. Enfim, um ser humano digno.

Edgard dos Santos Pereira, 66 anos

Um marido especial na vida de sua esposa.

Edgard Farah, 81 anos

Orgulhoso dono de um fusca bege 1972 que usava para buscar na escola os 7 netos.

Edgard Gonzales Serrano, 71 anos

Apesar das adversidades que a vida lhe impôs, tinha sempre um sorriso, uma brincadeira.

Edgard Viana de Sant’Ana, 95 anos

Amava Turma da Mônica, livros de fantasia e tirar fotos com um sabre de luz nas estreias de Star Wars.

Edil Marques Aguiar, 67 anos

Enfrentou a vida com coragem, venceu a morte muitas vezes. Um homem otimista.

Edilea Oliveira Neves Souza, 57 anos

"Grande é o Senhor!", dizia ela.

Edileusa Gomes da Silva, 71 anos

Fã de um bom papo, gostava de reunir a família para provar seus quitutes.

Edilmar Julião da Costa Monteiro, 54 anos

Dono de um bom coração. Uma pessoa que todos gostavam.

Ediloy Antonio Carlos Ferraro, 62 anos

"Uma caneta que não escreve mais..." Lá se foi o poeta da Barra Funda escrever em outras paragens.

Edilson Coelho de Andrade, 59 anos

Sua gargalhada alegre era a melhor melodia.

Edilson Dias Leão, 55 anos

Sem chamar a atenção, dedicou-se de corpo e alma ao cuidado e à solidariedade.

Edilson do Rosário da Trindade Sampaio, 54 anos

Era daquelas pessoas que Deus coloca em nossas vidas apenas para somar.

Edilson Ferreira da Silva, 55 anos

Capaz de ficar com fome pra dar de comer a quem não tinha. Vivia a dizer que veio ao mundo só para servir.

Edilson José de Amorim, 52 anos

Amorim amava mais as filhas do que a si mesmo.

Edilson Leite Ribeiro, 53 anos

Dono do melhor abraço do mundo.

Edilucia Evaristo, 51 anos

Para a Baixinha, ser feliz não tinha preço.

Edimar Mendes, 73 anos

Era decidido. Ajudar o próximo era o seu forte.

Edimilson Lima de Souza, 56 anos

Um ótimo taxista, dirigia como ninguém.

Edinaldo José dos Santos, 63 anos

Era especialista em brincadeiras e sorrisos.

Edinardo Uchôa Costa, 73 anos

Ele adorava sentar nos corredores do hospital e ouvir as anedotas dos seus colegas e demais funcionários.

Edinéa Avelino Gomes, 58 anos

Negona era superlativo também nos gestos. Generosa, sabia perdoar como ninguém.

Edison Borba Guimarães, 76 anos

Livre como um pássaro e sonhador como uma criança, desejava dias melhores para que todos pudessem sorrir.

Edison Martins Borba, 76 anos

O professor Edison formava alunos e pessoas melhores.

Edite do Nascimento Pereira, 83 anos

Era muito vaidosa, fazia as unhas e os cabelos, e nunca ia para a rua de chinelos: era uma lady.

Edite Mota Dias, 80 anos

Viveu costurando afetos e multiplicando amor.

Edite Vieira Lima, 87 anos

Sempre sentava na frente de casa para conversar com as vizinhas.

Edith Farias de Araújo, 99 anos

Mulher de fibra que enfrentou opiniões adversas pra chegar a sua realização e felicidade, sendo amor e doçura.

Edivaldo Bastos Teixeira, 72 anos

A coisa mais sagrada para ele era a sua sonequinha da tarde.

Edivaldo da Silva Teixeira, 63 anos

Com Dentinho, a risada era garantida.

Edivaldo Lima, 57 anos

Era fácil encontrá-lo na igreja ou com a família, sempre espalhando carisma e amor.

Edivane Brito, 48 anos

Para se livrar do frio, sempre colocava meia nos pés.

Edleusa Pereira da Silva, 53 anos

Um amor de pessoa, deu a vida por sua mãe.

Edmar Castelo da Silva Júnior, 61 anos

Amigo de todas as horas. Calmo e tranquilo, ajudava todo mundo.

Edmar José Dutra, 59 anos

Amava o trabalho com a cafeicultura. Aos domingos, não dispensava a bola, o churrasco e a cerveja em família.

Edmar Maia de Azevedo Santos, 67 anos

Com seu sorriso contagiante e alegre, onde quer que estivesse fazia as pessoas rirem com suas histórias.

Edmar Teixeira de Souza, 75 anos

Em seu tempo livre, deitado na rede, conversava e ria com pessoas queridas no telefone.

Edmilson Aparecido Rinaldini, 54 anos

Em constante sintonia com a natureza, seus elementos preferidos eram o fogo e a terra.

Edmilson Correa, 67 anos

Metido a brabo, mas era só aparência. Um homem lindo e romântico.

Edmilson Ferreira de Castro, 46 anos

O largo sorriso em todas as fotografias é lembrança viva de sua alegria e leveza.

Edmilson Martins de Carvalho, 52 anos

Avô, pai e filho amoroso, tio incrível. Pessoa de luz e bom humor.

Edmilton Dantas Santiago Silva, 42 anos

De criança arteira a homem da palavra de Deus: Dinho viveu uma trajetória de vida surpreendente.

Edmundo Martins de Alencar, 50 anos

Pastor e herói. Uma vida de ensinamentos.

Edna Aparecida Lima de Almeida, 69 anos

Aquela que qualquer um gostaria de convidar para um cafezinho fresco e uma boa prosa.

Edna Caetano de Oliveira, 76 anos

Já olhava pra gente sorrindo.

Edna Camacho de Oliveira, 58 anos

Quando ela se divorciou, a vida recomeçou. Guerreira e incrivelmente forte.

Edna Regina Ramadan, 62 anos

Dona de um carisma e de um sorriso inesquecíveis, partiu agora em sua viagem aos Céus.

Ednaldo de Oliveira Lima, 55 anos

Era agricultor e vivia da terra. Gostava de reunir a família e os amigos no sítio para um bom churrasco.

Ednaldo Guedes, 47 anos

Alegria, transmitia isso com seu sorriso e seu jeito, além de sua voz marcante, ouvida durante anos na rádio.

Ednaldo Guedes da Silva, 47 anos

Um grande sonhador que batalhou para conquistar seus objetivos. Dono da voz que conquistou toda uma cidade.

Ednalva da Cruz Silva, 59 anos

Nalvinha foi uma baiana daquelas que mesmo saindo da Bahia, a carregava no corpo, no gingado e na alma.

Ednardo Uchoa Costa, 73 anos

Médico que servia a população com simplicidade e cuidado.

Edney Coelho Mar, 72 anos

Foi um trabalhador incansável, exemplo de honestidade e generosidade.

Ednilson dos Santos Escobar, 59 anos

Un ragazzo paulistano que multiplicava suas paixões entre a Itália e as filhas.

Edsneider Rocha Pires de Souza, 42 anos

Foi bom amigo e um médico dedicado à sua missão, cumprida com amor, carinho e respeito a todos.

Edsom Freitas da Paixão, 86 anos

"Glória a Deus por tudo!" Ele dizia sempre, até na hora de espirrar.

Edson Bunemer, 85 anos

Seu último afago foi pedir notícias do futebol.

Edson Eduardo Gonzaga, 59 anos

Amante da gastronomia e da vida.

Edson Ferreira, 65 anos

Sempre alegre, estendia a mão a quem precisasse dela.

Edson Francisco da Silva, 45 anos

Mesmo doente, tentava tranquilizar os colegas, enfermeiros como ele. Deixou saudade.

Edson Galdino dos Santos, 56 anos

"Seja forte", era o que ele nos pedia.

Edson José Cavalcante Maranhão, 80 anos

Ele sempre recebia as visitas com quitutes. Depois, mostrava orgulhoso as suas plantas.

Edson Lyrio Ruy, 86 anos

Para ele, a vida era melhor vivida com um belo sorriso e um bom sorvete.

Edson Sá de Alencar, 67 anos

Conhecido por sua generosidade e amor imensurável pela família.

Edson Sousa Branch, 52 anos

Era a própria alegria. Chegava e ninguém ficava triste.

Edson Wander Alves Muniz, 48 anos

Não sabia dizer não para ninguém.

Edu Alves Pires Filho, 63 anos

De poucos sorrisos e de coração enorme, lutou até o fim.

Eduard Adolf Maier, 69 anos

Pai honesto e lutador que conseguiu amenizar suas ausências com amorosidade.

Eduardo Albarella, 80 anos

Corajosa, foi pioneira de uma arte linda, transgressora para sua época.

Eduardo Alfredo Pimentel da Silva, 52 anos

Amante das artes e roqueiro de carteirinha. Um ser notável, que emanava alegria por onde passava.

Eduardo Araújo Cardoso, 70 anos

Tamanho mensurável em altura, porém, imensurável em doçura, gentileza e justiça.

Eduardo Augusto, 47 anos

A felicidade que Dudu emanava era contagiante.

Eduardo Augusto Rodrigues de Sousa, 83 anos

O português que conhecia todas as ruas do Rio de Janeiro e era apaixonado pelo Vasco.

Eduardo Barbosa da Silva, 66 anos

Ele finalmente realizou seu sonho de voltar para Marajó, e foi mais cedo se encontrar com a mãe, dona Maria.

Eduardo de Souza, 70 anos

Trabalhador desde muito cedo, dedicou-se integralmente à família, que adorava ver reunida para almoçar.

Eduardo Dias da Silva, 72 anos

Se a vida é uma arte, a dele foi uma galeria inteira!

Eduardo Fernandes de Macedo, 66 anos

Fã incondicional de Roberto Carlos, sabia o nome de todas as músicas e dizia que era preciso ouvi-las com o coração.

Eduardo Gabriel do Couto, 86 anos

Um avô para ficar na saudade.

Eduardo José Gico Lima, 49 anos

"Vamos em frente que a vida segue com Deus", dizia ele.

Eduardo José Moura do Mar, 32 anos

Torcedor roxo do Paysandu e louco pelo filho.

Eduardo Marcelo Carneiro Araújo, 33 anos

Um verdadeiro craque na arte de driblar os obstáculos da vida, sempre com sorriso largo e peito aberto.

Eduardo Marques de Lima, 41 anos

Com certeza vão se divertir com ele que já chegou "do outro lado" cantando: "Seu pretinho chegou!"

Eduardo Nunes da Silva, 38 anos

Enfermeiro dedicado e engraçado, era dono do sorriso mais iluminado e encantador.

Eduardo Orlando das Neves, 73 anos

Dono do bigode que mudava de cor quando tomava açaí.

Eduardo Ramos Filho, 60 anos

Na cozinha e na alegria ele foi um mestre.

Eduardo Roberto Monteiro, 46 anos

Um pescador de sorrisos que amava rock das antigas.

Eduardo Rodrigues de Mesquita, 79 anos

O inspirado professor cearense que escrevia poemas até em guardanapos.

Eduardo Theodoro Ayala, 84 anos

Um homem extremamente inteligente, que declamava poemas em latim, em meio a lágrimas.

Eduardo Tseremey’wa Örebewe, 90 anos

Cacique Eduardo Xavante - Um líder que sempre defendia os mais fracos.

Eduardo Vicente Bais, 60 anos

Fanático pelo Corinthians, era o tiozão do churrasco!

Eduardo Vieira de Souza, 38 anos

Apaixonado por carros, churrasco e refrigerante, foi o herói do único filho, que herdou as mesmas paixões.

Edvaldo de Lima Rodrigues, 63 anos

O melhor pai do mundo que tinha duas paixões, o Vasco e caminhões.

Edvaldo José da Silva, 56 anos

Todas as manhãs, antes de ir para o trabalho, tinha o costume de ligar a TV para acompanhar as notícias.

Edvaldo Vilas Boas, 56 anos

Como todo baiano, gostava de ouvir samba, o bom e velho samba da Bahia.

Edvan José Sobrinho, 44 anos

Adorava um churrasco e uma coca gelada. Sua alegria era estar com quem amava.

Edvania Marinho da Silva, 50 anos

"Sê como Maria... Um sinal de Deus no mundo!"

Edvar Alírio Pachêco Alcoforado Junior, 37 anos

Um cara de luz própria.

Edward Siqueira da Silva, 88 anos

Orgulhava-se de ter dado aos filhos o que ele não teve: formação universitária.

Edwiges Sozo Marreira, 92 anos

A avó que cozinhava com amor e nutria um carinho incomparável pela família.

Edwilton de Oliveira Leite, 29 anos

Um amado anjo que só queria prestar sua valiosa ajuda e curtir suas paixões. Um sorriso de luz que fará falta.

Edy Fetter Georg, 92 anos

Leitora voraz, cozinheira dedicada e cidadã solidária.

Efigênia Raquel Gonçalves Crispim, 57 anos

Era o "pintassilgo" da família, cheia de exuberância, energia e entusiasmo para viver a vida.

Efraim Ferreira da Silva, 81 anos

Paciente e otimista, queria viver até os 105 anos.

Egídio Baltazar Costa, 71 anos

"Tudo sob controle" e "Vamo que vamo", dizia ele. E assim vivia, um dia de cada vez.

Egilvan Maciel de Oliveira, 46 anos

Adorava forró, dançava e dizia: "É pra acabar!".

Ehud Soldera, 63 anos

Um homem temente a Deus, trabalhador, honesto, humilde, que viveu em prol da família.

Eitor Miguel da Silva, 57 anos

Muito cuidadoso com sua família, um pai amigo e acolhedor.

Ejeciano Cicero Serafim, 65 anos

Aquele que sempre gostou de tudo calculado, fez do grande amor da sua vida o melhor de seus planos

Elaine Aparecida Leite Silva de Jesus, 48 anos

Nela cabiam todos os paradoxos, pois era ela mesma quem criava o seu mundo. Uma guerreira que transmitia paz.

Elaine da Silva Quirino, 50 anos

Uma mulher guerreira, que enfrentou as batalhas da vida sem nunca perder a alegria.

Elba Wanderley Chaves, 70 anos

Era irreverente e adorava uma piada. Acolhia todos com seu amor materno.

Elcio Hayashida, 72 anos

Tinha o poder de transformar qualquer reunião de família em festa.

Elcy da Paixão Ferreira Chagas, 81 anos

Docilidade, serenidade, pureza - algumas das muitas virtudes desta que foi exemplo de matriarcado.

Elenilson Goes Galvão, 64 anos

Em seu peito vibravam duas paixões: a família e o Flamengo.

Elenilson Santos Vianna, 46 anos

Revivia a infância ao lembra os momentos que viveu.

Eleusina Guerreiro Sandes, 87 anos

Viveu alegremente: amou, viajou e soube aproveitar cada momento pelo simples fato de estar viva.

Elíada Monteiro de Albuquerque, 54 anos

Ela deixava de fazer para si mesma, para fazer pelas outras pessoas.

Eliana do Carmo Meira Lima, 63 anos

Mostrou como se deve viver: com leveza e felicidade!

Eliana Reis, 57 anos

Fez da felicidade o seu modo de vida e fez dos amigos a sua família.

Eliana Santiago, 63 anos

Muito amorosa com as pessoas, em especial com a família.

Eliane Alves Barreto, 58 anos

Desfrutava dos pequenos prazeres, tornando-os grandes. Curtia inteiramente a vida, tornando-a plena.

Eliane Cristina Corrêa, 48 anos

Atleta aguerrida, tinha o dom de mostrar às mães de seus alunos o quão fortes e potentes elas também eram.

Eliane de Oliveira Lourenço, 42 anos

A organizadora oficial das festas. Se não houvesse um motivo para comemorar, logo ela inventava um.

Eliane Ferreira de Sá, 62 anos

Generosa, nunca negou ajuda a ninguém. Era muito querida e admirada por todos.

Eliane Maria de Lucena Alves, 50 anos

Mulher de garra e muita fé, será lembrada como heroína por sua dedicação no cuidado do próximo.

Eliane Maria de Oliveira, 66 anos

Apesar das dificuldades que apareciam pelo caminho, ela persistia na busca de sua felicidade.

Eliane Pereira de Moura, 61 anos

Viver para o próximo foi a maneira que ela encontrou de viver para si.

Eliaquim Siqueira Lima, 68 anos

Um amigo que todos gostariam de ter.

Elias Aberto Caldeira, 79 anos

Não precisava muito para rir com a mão na barriga. Apenas uma boa piada, whisky e fatias de picanha.

Elias Alves de Carvalho Filho, 63 anos

Um vascaíno apaixonado que tinha a engraçada mania de colocar apelido nas pessoas especiais.

Elias Barrozo da Silva, 66 anos

Adorava viver e se divertir. Tinha um sorriso maior que si.

Elias Batista Santana, 61 anos

Não faltavam alegria, piadas e sorrisos nos divertidos e saborosos encontros da família Santana.

Elias Farão Neto, 64 anos

O filhão da Mama Ivone! Apaixonado pelo Palmeiras e pela Rosas de Ouro.

Elias Fernandes Jales Neto, 58 anos

Neto da Panelada, inesquecível pela suas comidas e pela simpatia.

Elias Macário, 44 anos

Suas palmas eram ouvidas a quilômetros de distância.

Elias Monte de Lima, 67 anos

Um amigo para todas as horas. "Com a saúde e a vida ninguém pode brincar”, foi tema de um dos seus últimos culto.

Elias Paes de Camargo, 66 anos

Ele era especial em tudo. A pessoa mais generosa deste mundo, com um coração que não cabia dentro dele.

Élida Maria dos Santos Pereira, 66 anos

Conhecida como "nossa enfermeira" no bairro em que morava, sua própria casa tornava-se local de atendimento.

Elienai Júlia da Silva, 64 anos

"Tá ruim agora, mas mês que vem melhora", dizia ela.

Eliezer Araújo Moraes, 55 anos

"Coloca uma música do Fagner pra mim", era o que ele sempre pedia.

Elina Wanderley da Silva, 58 anos

Combateu o bom combate, acabou a carreira e guardou a fé.

Elinaldo Souza da Silva, 48 anos

Ele tinha prazer em fazer a diferença na vida dos outros.

Elionaldo Bezerra de Lima, 46 anos

Teve o amor como guia em sua carreira como enfermeiro.

Elioneide Paulino de Souza, 67 anos

Ela, que amava viagens, está agora na maior jornada da sua existência.

Elis Mara Dantas Lima, 47 anos

Mulher das coloridas festas do Maranhão. Teceu a vida como quem prepara uma fantasia do Bumba meu boi.

Elis Regina Firbida, 50 anos

Tinha muita alegria de viver, era generosa e amava suas gatas.

Elisa Inês da Silva, 73 anos

Na escola em que trabalhava, o cheirinho de sua comida acolhedora guiava as crianças para um delicioso abraço.

Elisabete Araújo da Silva, 62 anos

Sua maior paixão era fazer as pessoas sorrirem.

Elisabete dos Santos da Silva, 49 anos

A professora que amava se expressar com dedos em “V” e fez, da mediação em ambiente escolar, um gesto criador.

Elisangela Duarte dos Santos, 44 anos

Dedicada a salvar vidas, era a única mulher motorista de ambulância na cidade de Tianguá.

Elisangela Rosa Vicente, 41 anos

Conhecia, como poucos, o valor da família e dos amigos. E deixava que eles soubessem disso.

Elisete Cristina Ferreira Catto, 46 anos

Era tão exigente que não gostava de comer fora, pois, se não conhecia a cozinheira, era melhor deixar pra lá.

Eliseu Antonio Fernandes, 72 anos

Dono de uma risada irresistível e uma paixão sem fim pelas netas.

Elismar Almeida Amador, 60 anos

O amigo dos amigos.

Eliude Maria das Chagas, 66 anos

Foi professora em sala de aula e também na vida, compartilhando seus ensinamentos.

Elivaldo Almeida Soares, 58 anos

Elivaldo era a boa notícia que todo mundo queria receber.

Elizabete Apinagés de Souza, 67 anos

Ninguém que dela se aproximasse triste ou com problemas, saía sem ajuda.

Elizabete Duarte Coelho Pereira, 51 anos

Fã do Raça Negra, seu prazer era curtir a vida.

Elizabeth Azevedo da Silva Govinho, 65 anos

Com sua risada alta e seu jeito espontâneo, todos se encantavam com Bebete.

Elizabeth Castro dos Anjos, 56 anos

Um anjo em forma de mulher, que se transformava numa leoa para defender as filhas e a família.

Elizabeth Cintra, 64 anos

Uma médica que nunca fugiu de suas responsabilidades, exerceu sua profissão até seus últimos momentos.

Elizabeth do Rosário Vieira, 66 anos

Sua humildade é algo marcante e profundo na jornada. A artista.

Elizabeth dos Santos Oliveira, 62 anos

Intensa, Beth vivia a vida com todas as cores e tons.

Elizabeth Rocha, 54 anos

Dona de cabelos impecáveis e da risada mais gostosa do mundo.

Elizeu de Oliveira, 75 anos

Talento, dedicação e amor não lhe faltavam. E todos reconheciam isso nele.

Eliziário Benedito de Souza, 70 anos

Sua missão foi espalhar sementes de puro amor por onde passasse.

Eloíde Duarte da Silva, 63 anos

Uma vida dedicada à Educação e ao amor pelo próximo.

Eloy Fiebig, 75 anos

Ativa e participativa, deixa lição de vida comunitária.

Elson Aparecido Soares Rodrigues, 27 anos

Companheiro de vida, marido, amante e pai. Seu amor era sentido através dos mais simples gestos.

Elson Ricardo Barbosa da Silva, 66 anos

Muito dedicado à família e aos amigos, sua maior qualidade era a generosidade.

Elvio Santos Macena, 48 anos

Para muitos, apenas Elvio. Para sua esposa, Mozinho.

Elvira Martucci Alves, 84 anos

Seu sorriso fácil combinava com o aroma dos bolinhos de açúcar e canela que preparava, recheados de carinho.

Ely da Paixão Ferreira de Sousa, 79 anos

Seu conhecimento da vida era tão grande quando sua força, sua alegria e o amor que distribuía em abundância.

Ely de Moraes Loureiro, 88 anos

Era a matriarca da família e queria ter uma vaquinha pra chamar de sua.

Ely Marcelo Costa da Silva, 38 anos

Acordava alegre, transbordando amor. Ele gostava de levar o café da manhã na cama para toda a família.

Elza Aparecida Simões, 70 anos

Uma mulher sonhadora, que via beleza e possibilidade em todos os caminhos da vida.

Elza Chaves Martins, 91 anos

Cuidou das irmãs pequenas, sempre acolheu quem tivesse fome e deve estar, agora, tomando um cafezinho no céu.

Elza Constança dos Santos, 91 anos

Participou ativamente da criação da Comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

Elza Maria Alves Gomes, 66 anos

Tinha a sensibilidade de prever o futuro, mas mirava mesmo era no tempo presente, com os olhos do coração.

Elza Maria Martins dos Reis, 65 anos

Carioca raiz, feliz, com certo ar de loucura saudável, assim era Elzinha, a amante dos animais.

Elza Naldi Magro, 85 anos

Mãe, vó, sogra e bisa. Geniosa, mas de um coração enorme.

Elza Ramalhete, 63 anos

Floresceu por toda a vida com garra e fé, fazendo da sua existência um perfume de amor e sabor para todos.

Elza Souza Santos, 90 anos

Generosidade era seu nome do meio.

Elzevir Ferreira dos Santos, 76 anos

Um aposentado de coração lindo e cheio de histórias pra contar.

Elzo Kerson Ravanelli, 59 anos

Dividia seu coração entre o Londrina Esporte Clube e a doce Luiza.

Emanoel Fernandes Gomes, 71 anos

"Servir e proteger" era seu lema de vida.

Emanuel Ivan Pinto Pereira Junior, 44 anos

Solucionava problemas e dúvidas como ninguém... Era a ferramenta de busca dos amigos.

Emerson Bastos, 47 anos

Um homem de coração gigante e cheio de amor pela filha, pelos amigos, pela família e pelo Flamengo.

Emerson da Costa Santos, 28 anos

Personal trainer da alegria, sabia fazer rir e sorrir como ninguém.

Emerson Gonçalves Ribeiro, 47 anos

Onde ele estava, a alegria e a música entravam junto.

Emerson Henrique Ferreira da Silva, 48 anos

Feirante, Jarrão vivia tranquilo, não gostava de pressa.

Emerson Nascimento, 46 anos

Um eterno viajante e trabalhador incansável.

Emerson Urbano, 48 anos

Fã de futebol e são-paulino, quando ouve-se o nome do time lembra-se dele na hora.

Emery Jussier Costa, 74 anos

Certamente continuará sendo um admirado comunicador no céu.

Emídio Leite de Vasconcelos, 54 anos

De chinelo de couro e bermuda folgada, guerreava à sua moda.

Emília dos Reis, 85 anos

Ativa nas redes sociais, sua missão sempre foi ensinar.

Emivaldo Soares Martins, 63 anos

Carismático, humilde, trabalhador e, acima de tudo, humano. Um médico que exerceu a profissão por amor.

Emma Leite Magalhães, 84 anos

Uma mulher que rodou o mundo colecionando amigos e cumprindo suas missões, sempre com muito amor.

Emma Scatolin Cuccavia, 94 anos

Carinhosa, risonha, alegre e sempre de bem com a vida.

Emmanuel de Azevedo Ribeiro, 90 anos

Um homem forte, justo e vitorioso.

Enedina da Silva Karitiana, 86 anos

Contava histórias para ensinar a cultura de seu povo e cantava para afastar doenças.

Enezia Ferreira da Silva, 80 anos

Era tão querida que sua casa estava sempre cheia. Formou uma grande família e fez amigos por onde passou.

Eni Cardoso Sartarello, 63 anos

Um coração gigante que abraçava todos com um carinho especial.

Eni Sartarello, 63 anos

Amor sem igual pelo filho.

Enival Soares da Silva, 69 anos

Seu princípio era a caridade. E isso significava entregar até as roupas do corpo, se preciso fosse, fato que aconteceu mais de uma vez em sua vida.

Enoc Muniz Duarte, 74 anos

Enoc era mágico! Agradava a gregos e troianos sem perder sua autenticidade.

Eny da Silva Simões, 81 anos

Mãe, mineira, meiga e feliz. Adorava dançar.

Eny Werneck Aguiar, 84 anos

Vovó Nini gostava de jogar cartas e mandar beijos por videochamada.

Epaminondas Augusto Marinho, 80 anos

O pai de 10 filhos que amava reunir a família para um churrasco.

Eraldo Batista de Amorim, 73 anos

Tratava todas as pessoas como colegas, mesmo sem conhecê-las.

Eraldo José Fontes, 61 anos

Gostava de compor poemas e músicas. Adorava presentear e fez da sua vida uma entrega à família.

Erasmo Gomes de Souza, 96 anos

Foi um exemplo de singeleza e humildade.

Eric Barros Martins, 42 anos

Adorava fazer pão para comer com um cafezinho.

Erica Luzia de Carvalho Gomes, 81 anos

No coração de vó, sempre cabe mais um.

Erich Grossert, 78 anos

Funileiro detalhista, ninguém organizava melhor que ele as ferramentas.

Erika Ferreira Elias, 39 anos

O Teatro era sua vida, o palco era sua casa e a arte, sempre foi seu idioma.

Erika Regina Leandro dos Santos, 39 anos

A melhor amiga de infância de qualquer um em cinco minutos.

Erinaldo Santos Carvalho, 30 anos

Com um coração tão grande quanto ele, dedicou a vida para doar amor, generosidade e alegria.

Erivaldo Cantanhede, 62 anos

Uma cara de bravo que escondia um coração imenso.

Erivaldo Henrique de Oliveira, 69 anos

Um herói que tinha o poder de sorrir para a vida em qualquer circunstância.

Erivaldo Lopes dos Santos, 49 anos

"Deus é mais" era o seu lema para enfrentar a rotina diária.

Erivan Pinto Pereira, 41 anos

Conhecido pela sua risada singular e pela vaidade com seus cabelos.

Erlim de Andrade, 68 anos

Família, amigos e futebol: as três paixões do amado Caju.

Erminia Martins da Costa, 83 anos

Bondosa que só ela. Não se esquecia nunca de ajudar o próximo.

Ernando Corrêa Meireles, 72 anos

Sua felicidade era passar bons momentos com os filhos e netos.

Ernane Avelar Fonseca, 65 anos

Falava tudo com um grande sorriso no rosto.

Ernesta Maria Linhares Barbosa, 92 anos

Ernesta, Maria, devota: viveu e viu milagres.

Ernesto Antônio Barbosa, 89 anos

Sinônimo de garra e otimismo, ele era o Super-Homem da família. Sempre pronto para resolver qualquer problema.

Ernesto Biagolini, 92 anos

Até os bichinhos sentiam o amor dele.

Ernesto Carrara Junior, 72 anos

Grande em tudo o que fazia na vida familiar e profissional, gostava de celebrar a vida cercado de amor.

Ernesto Cozer Filho, 68 anos

Um homem alegre, sensível, divertido e... esquecido! Ah, mas nunca esqueceu de amar, e muito, a sua família.

Erondina da Silva Reis, 66 anos

Uma mãe que lutou com amor para criar os filhos.

Eronildo Caetano de Oliveira, 65 anos

"Minhas netas são os orgulhos da minha vida!"

Eros Brancatti Augusto, 79 anos

Cumpriu com todos os compromissos e honrou sua palavra, até o fim.

Eschyle Julia dos Santos Miranda, 18 anos

Uma jovem sonhadora, que tinha "cheiro" de Jesus e encantava todos com sua doçura.

Esdras Cunha Costa, 39 anos

Vivia rodeado de amigos e não dispensava uma festa.

Esmeralda Brandão de Andrade, 64 anos

No seu último aniversário, virou sensação nas redes sociais.

Esmeria Regina Espindola de Freitas, 62 anos

Uma mulher marcante.

Esmilinda Maria Fiorino, 80 anos

Alegre, amorosa e otimista! A eterna Linda.

Estela Rodrigues Correia, 51 anos

Todos os dias acordava sorrindo para seu filho, orgulhosa de tê-lo visto se formar.

Estelino da Silva Moraes, 69 anos

Divertido e imitador, fazia todos rirem na sua lanchonete, onde o Papão reinava. No gol, o grito vinha de lá.

Ester Martins de Almeida, 87 anos

Ela sempre foi uma mulher forte e guerreira.

Esther Godoy Penna, 97 anos

Leitora voraz de biografias, dizia: "somos todos iguais, mesmas dores e alegrias".

Esther Melo da Silva, 67 anos

Estherzinha dançava até onde os joelhos permitiam.

Esvandir Teixeira, 72 anos

Um especialista no corpo humano, assistente na formação daqueles que salvam vidas.

Etelvina Maria da Silva Matos, 68 anos

"Ela foi porque Deus permitiu”.

Etelvino Ernesto Mezzomo, 64 anos

Homem calmo e humilde, preferia perder a ter conflito com os amigos.

Eudes Ludgero da Silva, 67 anos

Apaixonado por sua sorveteria, ele levou doçura pra muita gente.

Eudino Martins dos Santos, 71 anos

Pedreiro, sua principal construção foi a família.

Eugênio Rocha de Andrade, 76 anos

Se você tivesse que escolher alguém para ser o camisa 10 do time, certamente escolheria o Rochinha.

Eulina Nascimento dos Santos, 61 anos

Era doce como seus bolos e trufas.

Eunenice José dos Santos, 61 anos

A melhor vovó que Pablo poderia ter

Eunice Farah, 77 anos

Foliã apaixonada, pulou o último carnaval no Clube do Ipiranga com filhos e netos.

Eunice Ruffini Pitta, 68 anos

Amava a vida, viajar e sair. Era alto-astral e fazia todos a sua volta se sentirem protegidos.

Eunice Teixeira de Andrade, 82 anos

Uma baiana que era uma fortaleza; o pilar e o porto seguro da grande família Andrade.

Eurides Santos Fernandes, 76 anos

Coragem também era seu nome. Exemplo de lisura, jamais baixou a cabeça por sua condição mais simples.

Eurípedes Alves Bezerra, 57 anos

Tinha o dom de ajudar e ensinar sobre a vida.

Euros Bacury de Lucena, 55 anos

Euros já nasceu um guerreiro, com apenas sete meses. Tinha um jeito bruto de amar e uma alegria contagiante.

Euza Maria Louro, 68 anos

Soube amar e ser amiga. Uma luz indo para a luz.

Euzebio Magno Lopes dos Santos, 69 anos

Contornava as dificuldades esbanjando alegria.

Euzebio Napoleão Mendonça, 72 anos

O homem do povo, que tinha como uma de suas maiores paixões cuidar e salvar vidas.

Eva Maria da Silva, 91 anos

Gostava de estar presente em seus grupos, rodeada de pessoas, levando sempre seu amor e seu sorriso.

Eva Silva de Siqueira, 76 anos

A bisavó do sotaque doce e do coração sorridente.

Evaldo de Andrade Costa, 71 anos

Ímpar na generosidade. Seu violão roubava a timidez. Seu amor pela família e amigos mostrava quem ele era.

Evaldo Santos Cavalcanti, 55 anos

O melhor tio, com um coração do tamanho do céu.

Evalmir Frazão Itapirema, 67 anos

Simples e com bom coração, o Bonitão tinha a alegria estampada no rosto.

Evandro Luiz Lohn, 62 anos

Acreditava que devia-se lutar até o fim para quem se deseja ser.

Evandro Pires Domingues Neto, 57 anos

Zeloso em todos os momentos, Evandro espalhava amor desde os gestos mais simples do dia a dia.

Evanice Rodrigues de Lima, 61 anos

Dona de uma personalidade radiante, adorava organizar as festas da família.

Evanyr de Oliveira Costa, 80 anos

Fez tudo para garantir um futuro melhor para família. E conseguiu.

Evardo Rosa, 84 anos

Foi e sempre será um exemplo de resistência e luta por um mundo mais justo e democrático.

Evaristo Batista, 70 anos

Sempre teve gana de conhecimento. Soube viver como poucos.

Everaldo Fernandes Alves, 68 anos

Um coração de ouro. Não existe uma pessoa que o conheceu, que não tenha um mar de coisas boas para falar...

Everaldo Garcia, 69 anos

Tico... o vovô da Helena.

Everton dos Santos Valentim, 38 anos

Pai excepcional, torcedor fanático do São Paulo e o mais apaixonado e atencioso de todos os homens do mundo.

Éverton Miranda do Nascimento, 34 anos

Torcedor do São Paulo, era rabugento só de brincadeira; na verdade, era a bondade em pessoa.

Everton Moreira Martins, 40 anos

Um homem genioso, mas de coração enorme!

Evilainy Estefany de Sá Rodrigues, 21 anos

O seu sorriso no rosto era a sua marca registrada!

Ewerton Barata Lima, 49 anos

O dono do inesquecível “Lima Conveniência”.

Expedita Alves Melo Ripardo, 78 anos

Foi amor e foi lição. Se era pra dar carinho, dava. Se era pra castigar, sabia dar uns cocorotes.

Ezequias Albino da Silva, 64 anos

Um pernambucano apaixonado pelo Corinthians.

Ezequiel de Menezes Salgado, 41 anos

Sua paixão era ver o boi-bumbá Garantido levar o prêmio em Parintins.

Ézio Dário Batista, 81 anos

Um encantador de pessoas. Amor ao próximo, trabalho árduo e dedicação à família: eram seus lemas de vida.

Fabiana Alcoforado Wanderley, 46 anos

Uma mulher forte, guerreira, alegre, sempre com um sorriso no rosto: única.

Fabiana Anastácio Nascimento, 45 anos

Sua voz era um bálsamo que curava a tristeza, fortalecia a alegria, tocava profundamente almas e corações, enquanto louvava a Deus.

Fabiana Clara, 40 anos

Em tudo ela via amor. Quando chegava, trazia consigo luz e alegria.

Fabiana Conceição Santos Cruz, 39 anos

Cantora de quadrilha e nordestina genuína, viveu a vida como quis.

Fabiana de Azevedo, 40 anos

A caçula de cinco irmãos, que fazia dos sorrisos seu ofício.

Fabiano Honório da Rosa, 38 anos

Deixou saudade e a lembrança da pessoa alegre que sempre foi.

Fabiano Paes Barreto, 44 anos

A sua espiritualidade e generosidade estavam sempre em evidência.

Fábio Brito, 37 anos

Não perdia uma boa ocasião para fazer piada e a melhor caipirinha.

Fábio da Conceição Araújo, 42 anos

Mais que um torcedor. Fábio, foi o maior prazer vê-lo brilhar.

Fábio Dias Menezes, 39 anos

Seu sorriso alegrava as vidas das pessoas que conviviam com ele.

Fabio dos Santos Pimenta, 35 anos

Fabio era grande, tinha quase dois metros de altura. Mas imensa mesmo, era sua paixão pelo tricolor paulista.

Fábio Ferreira da Costa, 40 anos

Todos os dias ele se ocupava de ser alegre.

Fábio Janotta Dias, 57 anos

Carismático, inteligente e sonhador. Entregava amor junto das refeições que vendia.

Fábio José Pessanha Leandro, 44 anos

Generoso e cuidadoso, era o dindo amado das crianças, o master chef dos irmãos e o companheiro de Renata.

Fabio Luiz Almeida Souza, 41 anos

A alma e a essência de uma família unida, alegre e marcada pela devoção à Nossa Senhora de Nazaré.

Fabio Mesquita Machado, 85 anos

Aquele que sempre cuidou das crianças e sabia que o melhor remédio era um bom sorriso.

Fábio Tadeu de Alcântara Guimarães, 47 anos

Jogava videogame com os filhos e idealizou o aplicativo Monitora Covid-19. Fazia piadas e salvava vidas.

Fabrício Manoel Torres Silva, 39 anos

Um nerd antenado que adorava um churrasco.

Fabrício Sobral, 29 anos

Apaixonado pela profissão, pela esposa e pelo filhinho Arthur, que estava prestes a chegar.

Faes Barreiros Mustafa, 69 anos

Alguém incapaz de julgar.

Fagner Castro, 38 anos

Um amante do samba. Não se desgrudava do cavaquinho.

Farley de Oliveira Curcio, 39 anos

Filho dedicado e amoroso, de uma alegria incomparável. Deixou muita saudade.

Fátima Aparecida de Oliveira Costa, 60 anos

Apaixonada por festas e reuniões de família, ser mãe e ser avó eram suas principais ocupações.

Fátima Batista Barbosa Gomes, 67 anos

Destemida, criou os filhos praticamente sozinha. Avó, gostava de brincar com os netos e bisnetos feito criança.

Fátima da Silva Carneiro, 62 anos

"Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe", dizia ela.

Fátima do Rosário dos Santos Vieira, 64 anos

Mulher de coração extremamente bom, exemplo de fortaleza e coragem para a família.

Fátima Gregório, 58 anos

Devemos cultivar flores em nosso caminho. A colheita é certa.

Fátima Maria de Mello Affonso, 63 anos

Sempre sorridente, conseguia ver o lado bom de tudo e nunca reclamava.

Fátima Martins Moreira Cacau, 43 anos

Mulher de luta e fé, dedicou-se à missão de exercer amor ao coletivo.

Fátima Meloni, 66 anos

Fátima alto-astral.

Fausta Sordi Battistella, 80 anos

Aquela que transformava tudo em arte.

Fausto Alvez Lucena Júnior, 42 anos

Churrasqueiro da família, era feliz por estar cercado dos amigos.

Felícia Albino de Sousa, 60 anos

A tia-mãe, a dona do abraço mais quentinho. A que não sabia, e nem queria, aprender a dizer não.

Feliciano Evangelista dos Santos, 72 anos

"Isso é um barato!", dizia ele. Tico Bahia jamais perdeu a admiração pelas coisas e pessoas ao seu redor.

Feliciano Parente, 60 anos

Um mestre nas aulas e na vida.

Feliciano Pires Barbosa, 68 anos

Nino era um português que se transformou num carioca.

Felicidad Salazar de Patino, 61 anos

Mulher forte, lutadora e incansável. Protegia a quem amava com muita garra.

Felipe Pedrosa Filho, 52 anos

Foi amor, responsabilidade, paz, carinho.

Fernanda Caiuby Novaes Salata, 64 anos

Pintava na aquarela a imaginação dos seus filhos.

Fernanda Capelin Besla, 25 anos

Viveu muito em tão pouco tempo, pois sabia como aproveitar os momentos: com gargalhadas, jantares e viagens.

Fernanda de Brito e Silva, 60 anos

Sua alegria brilhou nos carnavais e nas vidas de quem ela amou.

Fernanda Rodrigues, 37 anos

Um furacão, com brilho no olhar e uma alegria contagiante por onde passava.

Fernanda Thaís Ferreira Araujo, 30 anos

Cheia de vida e dona de uma risada incomparável e contagiante, adorava ler e aprender.

Fernanda Torres, 37 anos

Pessoa doce, dona de um coração gigante e de um lindo sorriso, amava os animais e sonhava em ter uma menina.

Fernando Antônio Queiroz Gomes, 59 anos

Era mais que um ótimo primo. Era um ser humano maravilhoso!

Fernando Augusto Moreno Gurginski, 26 anos

Jovem médico que amava a profissão e a namorada. Ele vivia sua melhor fase — até pai de pet tinha se tornado.

Fernando Cesar Pereira, 62 anos

A vida continua em outra dimensão, siga em paz!

Fernando Cezar Costa Mendonça, 61 anos

Se tem uma coisa que ele nunca desperdiçou, foi a chance de contar uma piada!

Fernando Claudio Antunes Rezende, 77 anos

Aposentado, culto, leitor voraz, dedicado aos netos. Ligava diariamente para os três filhos.

Fernando da Paixão Botelho, 67 anos

Ele era uma viagem.

Fernando da Rocha Pantoja, 68 anos

Além de ser amigo de muitos, era poeta.

Fernando de Freitas, 69 anos

Seu "bom dia", no planeta da Família Freitas, era um Sol que marcava recomeços.

Fernando de Lima Pereira, 39 anos

Seu dia perfeito era: por a cerveja para gelar, a carne na grelha, uma batucada boa e chamar: "Bora família!"

Fernando dos Santos Virgilio, 36 anos

O primo dos primos. O que dizia: "Olá, família! Tem feijão aí? Traz um chocolatinho pra mim."

Fernando José Silva Freire, 69 anos

Como o "bon vivant" que era, vivia e não tinha vergonha de ser feliz, assim como ensina a música de Gonzaguinha.

Fernando Lima Pereira, 38 anos

O Flamenguista mais feliz do mundo.

Fernando Lindermayer, 74 anos

Tinha um sorriso de paz.

Fernando Miyake, 56 anos

Fotógrafo, músico e corintiano roxo que teve a medicina como propósito de vida.

Fernando Nascimento, 78 anos

Amigo, gozador e um grande contador de histórias hilárias.

Fernando Sampietro, 82 anos

Tem quem escreva sua vida como uma linda narrativa, na qual até o fim, sempre coube um novo conto.

Fernando Segtowick Gomes Cardoso, 78 anos

Tudo era motivo de festa para “Seu Fernando”, o segundo pai para os conhecidos.

Fernando Soares da Costa, 62 anos

Através da família sempre unida, deixou os melhores ensinamentos para seus filhos.

Fernando Yutaka Sato, 52 anos

Fernando não temia a morte, entendia sua inevitabilidade e dizia estar pronto para quando chegasse a sua hora.

Fidel Souza dos Santos, 23 anos

Estava sempre com um sorriso enorme no rosto.

Fidelcino Alves de Santana, 85 anos

Um baiano arretado, teimoso e incrível.

Filipe Roberto Conde, 40 anos

O menino que não queria crescer.

Fiorentino Di Bello, 87 anos

Juntava a família e ensinava a fazer o macarrão que ele gostava - brincando, rindo e tomando vinho.

Firmina Marques de Sousa, 97 anos

Entre partos, rezas e doces, a matriarca ensinava a valorizar o que importava.

Firmino Guimarães, 95 anos

Alegria, alto astral e simpatia em pessoa. Um coração enorme que fazia todos se apaixonarem por ele.

Flávia Almeida Santana Souza, 44 anos

Por onde passava, deixava uma coisinha de si.

Flávia Aparecida Francisco Negri, 41 anos

Tinha no ensino uma vocação. De voz doce e suave, dava as melhores palavras de consolo e incentivo.

Flávia Lira Fonseca, 45 anos

Tudo pra ela era motivo pra comemorar. Fazer festa era a sua alegria.

Flávia Rosane Castro de Carvalho, 46 anos

Dividia-se entre crises de riso e a preocupação com os outros.

Flaviana Silva Antunes, 61 anos

“Se assim Deus permitir “ era sua frase.

Flaviano Henrique Mendes Lima, 52 anos

"E as novidades?" Se você alguma vez você ouviu isso dele, significa que ele realmente se importava com você.

Flávio Cavalcante Brasil, 54 anos

Ao encontrá-lo, não tinha quem resistisse ao seu sorriso e ao clássico: “E aí, Brasiiiiil?”

Flávio Freitas, 31 anos

Pintava a saudade de sua terra. Era feliz.

Flávio José Barreto Belo, 70 anos

Foi um pai maravilhoso, que nunca usou de violência e educou pelo diálogo; acabou virando amigo.

Flavio Montenegro Cordeiro, 73 anos

Defensor devotado da coragem.

Flavio Neves Lima, 66 anos

Ele cultivava um grande amor pela família e transformou a vida num jardim de afetos.

Flávio Prestes Loronha, 67 anos

Generoso e carinhoso, colocava a amizade na frente de tudo.

Flávio Rouvier Filho, 73 anos

Era o Flamengo em pessoa e transbordava amor, com seus gestos incondicionais.

Floraci Gonçalves da Silva, 64 anos

Talento na cozinha e na arte de amar.

Florencio Nunes Neto, 52 anos

Despertava em todos o amor, a fé e a confiança em Deus.

Florentina Abreu Barros, 55 anos

Era apelidada de Bitinha, mas poderia ser Flor. Tinha cheiro de flor. Era alegre e bonita como uma.

Florentino Anzolin, 76 anos

Um homem alegre e gentil, com habilidade para cativar corações por onde passasse.

Florentino Peterli, 70 anos

Depois de quatro cirurgias cardíacas, dizia: “Cada dia é um presente”.

Florindo Elias de França, 84 anos

Um contador de histórias que acabou virando o personagem principal das histórias da neta.

Floripes Bueno de Camargo, 65 anos

Mulher independente e destemida, construiu uma linda família.

Florisano Xavier Pereira, 68 anos

Pedreiro talentoso e detalhista, era também muito fã de Roberto Carlos, que gostava de ouvir aos domingos.

Francelina Ferreira, 77 anos

A avó cujo superpoder era fazer a melhor polenta frita do mundo.

Franciele Hidalgo Costa, 39 anos

Era a espevitada da família. Aonde ela chegava, virava festa.

Francimar Francisco da Silva, 36 anos

Presença registrada nos encontros da família e dos amigos, "Balada" era sinônimo de alegria.

Francis Lawrence Morais de Veiga, 37 anos

Um legítimo sanfoneiro nordestino, que dava seu recado ao mundo e deixa saudade, pelas notas de sua sanfona.

Francisca Alcântara da Silva, 58 anos

Com voz e risada contagiantes, conquistava todos ao seu redor.

Francisca Barbosa de Souza, 72 anos

Uma mulher de fé. Dizia que se há 1% de chance, agarre-se à oportunidade.

Francisca Braga do Nascimento, 72 anos

Proporcionou aos seus a educação que não lhe foi possível.

Francisca Cionilde Andrade Carneiro, 71 anos

Para além da profissão que amava, o amor maior de Francisca era mesmo por sua família.

Francisca Cleomar dos Santos Menezes, 72 anos

Era uma mulher do povo.

Francisca das Chagas Correa, 84 anos

Orgulhosa por ser a única que sabia a receita de como fazer o melhor café do mundo.

Francisca Dutra de Souza, 66 anos

Só havia uma coisa maior que sua alegria ao ver a casa cheia de familiares e amigos: o seu coração.

Francisca Eloísa Pinheiro Marques, 83 anos

Eloísa era o sol que iluminava a vida de seus filhos e netos, hoje brilha no céu como a estrela que os protege.

Francisca Fátima Dias dos Santos, 66 anos

Transformava até seu arroz queimado em alegria.

Francisca Ferreira Coelho, 71 anos

Alegre, noveleira e batalhadora incansável, estava sempre a postos para ajudar e era a faz-tudo da família.

Francisca Gomes de Oliveira, 70 anos

Uma avó brincalhona e tão dedicada, que ensinou a lição de se dar valor à família.

Francisca Jarina Farias, 80 anos

Ininha, como era chamada, ensinou à família o que era o amor incondicional.

Francisca Leda Paula Lima, 52 anos

Leda era sinônimo da alegria e da paz.

Francisca Luzanira Moreira, 71 anos

Vovó dos cabelos de ouro, a embalar os netos com histórias de amor e união.

Francisca Maria da Conceição Vieira, 92 anos

Contava e recontava aos netos como conheceu o amor que fez seu coração palpitar na primeira troca de olhares.

Francisca Maria Dantas Barbosa, 57 anos

Uma pessoa boa que gostava de reunir a família e preparar comidinhas diferentes.

Francisca Maria dos Santos, 73 anos

Uma mulher de luz e muita garra, que não desistiu de ser feliz.

Francisca Moreira do Nascimento Santos, 63 anos

"Hoje ela é uma flor no jardim de Deus", homenageia a filha Vanete.

Francisca Olga Nucci de Moraes, 87 anos

"O bem se paga com o bem, e o mal também se paga com o bem". Esse foi o seu legado de amor e empatia.

Francisca Pereira da Silva, 79 anos

Tirava os netos para dançar e amava jogar sueca. Orgulhava-se de ter criado a prole praticamente sozinha.

Francisca Rodrigues de Brito, 73 anos

O pilar de sua família, dona do melhor abraço e de uma felicidade só dela. Ica era querida por todos.

Francisca Rodrigues Duarte, 74 anos

Extrovertida e dona de uma gargalhada única, Tia Neném adorava dançar forró, cozinhar, cuidar de sua família e de suas plantas.

Francisca Romana Souza Chaves, 47 anos

Determinada, corajosa, guerreira e amiga.

Francisca Ventura do Nascimento, 39 anos

Gostava de estar rodeada de jovens, com quem conversava como se tivessem a mesma idade.

Francisco Agamenon Maceda Oliveira, 44 anos

Carinhosamente chamado Menon. Com ele sempre tava tudo bem.

Francisco Airton da Silva Lima, 56 anos

Do Céu, torce pela vitória de seu time ao lado de outra devoção: a Virgem Maria.

Francisco Alves, 78 anos

Após sua partida, a calçada da Avenida Chanceler Edson Queiroz jamais será a mesma.

Francisco Antonio Lioi, 49 anos

"Somos uma força só", repetia convicto de que uma família unida vence qualquer obstáculo e vive mais feliz.

Francisco Araújo, 67 anos

Era difícil ver este querido vascaíno parado. O Chico era raro.

Francisco Araújo de Souza, 84 anos

Com certeza deve estar construindo um cantinho bonito lá no céu.

Francisco Azevedo, 72 anos

Alguém que trabalhou e amou todos "até o tucupi."

Francisco Barbosa de Sousa, 78 anos

Levou água para muita gente por esse Ceará todo.

Francisco Caetano da Costa, 85 anos

Como todo bom cristão, sua preocupação maior era o bem-estar do próximo.

Francisco Calicchio Netto, 91 anos

Um homem que contava os dias para o seu aniversário.

Francisco Carlos Rangel Pereira, 67 anos

Era uma pessoa feliz que gostava muito de fazer festa com os amigos.

Francisco Carlos Soares Gomes, 45 anos

Adorava presentear a todos, mal sabia que o melhor presente era ele mesmo.

Francisco Cavalcante Filho, 82 anos

Balançava-se na cadeira em seu lugar preferido: o canto da varanda de casa.

Francisco Cláudio Nascimento da Silva, 63 anos

Uma vida repleta de amor. O jeito brincalhão, que fez o sentimento ser recíproco, por onde ele passou.

Francisco Cleytom da Silva Amora, 45 anos

Gostava de passear e fazer a alegria da família.

Francisco Daci Campelo Feitosa, 74 anos

A Sagrada Escritura era sua vida. Através dela, construiu um legado para a família e para o mundo.

Francisco das Chagas, 54 anos

Adorava o Clube do Brega, era o mais animado dançarino, com seu radinho de pilha na orelha.

Francisco das Chagas Santos, 66 anos

Aproveitou ao máximo todos os momentos com a sua família.

Francisco das Chagas Oliveira, 74 anos

Com nome de santo, um homem de fé e do interior. Guardava com carinho as memórias de sua distante terra natal.

Francisco das Chagas Pereira e Silva, 72 anos

Começou a trabalhar, ainda menino, para ajudar os pais a criar seus dez irmãos.

Francisco das Chagas Silva, 74 anos

Pai, padrinho e amigo. Deixou um rastro de lembranças boas e saudades em quem o conheceu.

Francisco das Chagas Sousa, 67 anos

Sua presença era um sopro de pura gentileza.

Francisco de Almeida Viegas, 77 anos

Um amigo que muitas vezes também foi pai.

Francisco de Assis da Silva, 58 anos

Amante da tecnologia, toda semana tinha uma novidade para mostrar.

Francisco de Assis Saldanha Siqueira, 58 anos

Ele tinha o tom sereno, perfeito para contar histórias especiais.

Francisco de Assis Vieira, 61 anos

Seu Barone, o eterno chefe da estação Pirituba.

Francisco de Faria Torres, 76 anos

Amigos, filhos e cachorros foram os amores de sua vida. Com ele tudo merecia ser celebrado em torno da mesa!

Francisco de Holanda Lopes, 69 anos

Um ser humano incrível, de grande coração e com o dom de ajudar o próximo.

Francisco de Oliveira, 78 anos

Guerreiro, subia as rampas do Maracanã com muita felicidade para ver o Fluminense jogar.

Francisco de Paulo Teixeira Braga, 70 anos

Carioca da gema, botafoguense de coração gigante.

Francisco de Souza Rego, 58 anos

"Doce de leite" era sua resposta de quase sempre para quando lhe perguntavam o que estava fazendo.

Francisco do Espírito Santo, 92 anos

Um eterno espírito jovem, que amava passear e que sempre dizia que "viver é bom demais".

Francisco Edno da Silva, 50 anos

Homem trabalhador, sábio e temente a Deus. Deixa seu exemplo de fé para sua família e amigos.

Francisco Edvane Matias Vieira, 55 anos

De office boy a grande empresário, foi exemplo de perseverança e vanguarda.

Francisco Elinal Borges Quaresma, 52 anos

Disponível para ajudar o próximo, a alegria era uma de suas marcas. Tinha sempre uma história engraçada pra contar.

Francisco Epifânio, 59 anos

Um potiguar de muita coragem. Foi pescador, ferreiro e pedreiro.

Francisco Fernandes Caminha, 86 anos

Quando a sua esposa estava triste, ele dançava bolero para animá-la.

Francisco Fernandes dos Santos, 78 anos

Tinha mania de dar comida para os cães da rua. Alguns tinham a sorte de ir morar em sua casa.

Francisco Ferreira de Menezes, 55 anos

Francisco tinha força e vida para mais de uma pessoa.

Francisco Ferreira do Monte, 54 anos

Um herói. Sua maior virtude era a bondade.

Francisco França Machado, 80 anos

O “Vô Francisco” só via o lado bom da vida. Achava sempre que tudo era do bem e alegre.

Francisco Fredson da Silva Pinto, 41 anos

O melhor “pegador” de veias do hospital onde trabalhava. Cuidado, atenção e carinho eram suas marcas.

Francisco Galdino Filho, 73 anos

Mais conhecido que farinha, como diz o ditado, Seu Chico Galdino liderava a família e um time de futebol.

Francisco Gama Da Silva, 62 anos

Suas festas de aniversário eram um evento para muitos.

Francisco Gelli, 74 anos

Felicidade, para ele, era um almoço de domingo cercado pela família.

Francisco Gomes de Lima Filho, 55 anos

Mestre Tim chamava os amigos, filhos e colegas de trabalho de “campeão”. Era a sua marca.

Francisco Gonçalves Costa, 65 anos

Falava alto e todos pensavam que ele era bravo, mas chorava até mesmo com propagandas que via na TV.

Francisco Hildo Esteves, 63 anos

Para os sobrinhos, era Major James Styves. Para os netos, era o Coxinha. Para a família, foi um grande amor.

Francisco Iran Alves Magalhães, 80 anos

Ensinava que nas coisas simples se encontrava o valor da vida.

Francisco Ivã Ribeiro Maquiné, 47 anos

Tagarela que só, falava pelos cotovelos e animava qualquer lugar.

Francisco Joaquim do Nascimento, 70 anos

Duas palavras o definem: felicidade e otimismo.

Francisco Joaquim Irineu, 98 anos

Era muito querido por sua alegria e histórias contagiantes, que agora invadiram o céu.

Francisco José Ferreira Sousa, 55 anos

Gostava tanto de brincar que até mesmo quando a mãe lhe perguntava como ele estava, Franzé respondia: "Estou bom e gordo".

Francisco Lázaro Barbosa, 82 anos

Deixou exemplos de honestidade e amor para a família.

Francisco Lázaro Pinheiro, 69 anos

Coração bom, o mundo teve a honra de tê-lo por aqui.

Francisco Leandro Carvalho de Jesus, 48 anos

Gostava de cerveja e pagode. Um homem afetuoso, que cuidou de suas filhas com muito zelo.

Francisco Lima Duarte, 48 anos

Tinha um grande dom: o de unir pessoas. Pra ele todos eram amigos e tudo era sobre amizade e amor.

Francisco Luciglaucio Rodrigues de Almeida, 43 anos

Um homem de muitos apelidos, mas a resposta mais imediata vinha quando era chamado de pai.

Francisco Luiz Telles de Castro, 76 anos

Nunca fechou sua porta e nem o coração.

Francisco Maia Nascimento, 61 anos

Excelente pai e esposo; humano, possuía um coração enorme.

Francisco Marcelino Souza da Silva, 58 anos

Fanático pelo Paysandu, seu coração enorme também vibrava com alegria a cada vitória de seus familiares.

Francisco Marcelo Souza Rosas, 55 anos

O boné escondia a carequinha de um pai amoroso, devoto do Chico, o cachorro.

Francisco Medeiros Barbosa, 63 anos

Um bom vinho na mão e entre mil livros, contar histórias era um prazer para quem se alimentava de vida.

Francisco Meireles Pinto, 72 anos

Não chamava ninguém pelo nome, inventava sempre um apelido engraçado para cada um.

Francisco Melo Soares, 57 anos

Ensinou que a melhor maneira de conquistar seus sonhos é não desistindo deles.

Francisco Miromar de Oliveira, 80 anos

Perseverante, nunca se deixou abater pelas dificuldades.

Francisco Moacir Castelo Branco Carvalho, 60 anos

"Onde houver tristeza, que eu leve alegria". Francisco materializou essa oração durante toda sua vida.

Francisco Moacir de Assis Farias, 73 anos

Pai de três filhas. Entrava tocando seu violão no quarto das meninas para acordá-las.

Francisco Mota Ribeiro, 62 anos

Sonhava em ver seus filhos encaminhados e assim foi feito.

Francisco Mourão Filho, 71 anos

Até suas amadas plantas e quintal sentirão saudade da pessoa honesta e serena que ele era.

Francisco Nascimento da Silva, 71 anos

Um guerreiro, que do céu segue contemplando os papagaios e cuidando das anjinhas.

Francisco Nogueira, 58 anos

Sempre alegre, Chico não recusava um bom papo. Foi um exemplo de dedicação.

Francisco Nogueira da Cruz, 82 anos

De chapéu na careca e navalha na mão, realizou seu sonho como barbeiro. Mais que isso, fez feliz sua família.

Francisco Nogueira da Silva, 72 anos

Construía casas para realizar os sonhos de sua família.

Francisco Océlio Alves Farias, 57 anos

A boa amizade do Capacete foi o que valeu a pena.

Francisco Pantoja de Melo, 67 anos

Amava sua família e zelava pelo seu lar, sem jamais se descuidar dos amigos e de quem precisasse dele.

Francisco Pereira da Silva, 78 anos

Amigo de todos, fazia questão de espalhar alegria por onde quer que fosse.

Francisco Pinheiro da Rocha Júnior, 33 anos

Chicão era sorriso, forró, cerveja gelada e muito papo.

Francisco Rafael Agostinho Araujo, 36 anos

Carregava dentro de si a força de um grande defensor dos direitos humanos.

Francisco Ramalho Palitot, 61 anos

O paizão que era amor e presença. Sonhava até com um prédio: para morar um filho em cada andar.

Francisco Raza Filho, 67 anos

"Bora pra praia?", dizia. Era torcedor do Santos. Um amigo para todas as horas, adorava pescar.

Francisco Roberto de Sousa, 47 anos

Cantava e dançava sem vergonha de nada. Humilde, brincalhão, exemplo de bondade.

Francisco Rodrigues Camargo Júnior, 65 anos

O violão de Camargo seguirá embalando as pessoas a viverem em harmonia e a se preservarem.

Francisco Rodrigues de Oliveira, 79 anos

Marido, pai e avô amoroso. Gentileza e humildade definiam como lidava com a vida e tratava as pessoas.

Francisco Romeu da Silva, 56 anos

Uma pessoa muito querida, humilde, batalhadora e com um sorriso sempre estampado no rosto.

Francisco Rudson Rocha Aquino, 52 anos

Na busca pelo amor ideal, amou bastante; os filhos, principalmente, e a vida sempre, em cada detalhe.

Francisco Silvério de Carvalho, 50 anos

Combateu o bom combate, encerrou a carreira, guardou a fé.

Francisco Tomaz de Aquino, 91 anos

Um agricultor que escutava o cântico dos pássaros e conhecia os poderes da Lua.

Francisco Valdeci de Oliveira Vieira, 42 anos

Costumava dizer: "Pra que esquentar a cabeça? Vamos viver o momento!"

Francisco Valmar Oliveira da Silva, 46 anos

Para ele, fazer confusão não valia a pena.

Francisco Victor de Holanda, 67 anos

Com seu bordão: “Jesus mandou te convidar”, não havia quem se recusasse a qualquer missão demandada por ele.

Francisco Wellington Rodrigues Lima, 45 anos

Viveu para o teatro e abraçava as pessoas com o sorriso tão grande e tão cheio de vida.

Francisco Wilson da Silva, 81 anos

Todo domingo ele ia visitar alguns filhos e levar chocolate aos netos. Espalhava alegria por onde ia.

Francisco Xavier de Campos, 74 anos

Quanto tempo dura uma amizade? Para ele, durou a vida inteira.

Francy Jane Silva Carvalho, 41 anos

Dona de uma alegria que irradiava como a luz do Sol.

Frank Félix Merhi, 34 anos

Sonhador que deixou ao mundo suas maiores realizações.

Franklin de Araújo Ponchet, 69 anos

Um homem que transbordava luz, e fez disso seu ofício: iluminar todos os lugares por onde passava.

Frederic Jota Silva Lima, 32 anos

Um jovem médico, que atuou na linha de frente contra a Covid-19.

Frederico Cesar Simões Dias, 44 anos

Dr. Fred ficou conhecido por sua humanidade, o amor pelo seu belo trabalho e carinho com seus pacientes.

Fredy Callanaupa Huarhua, 40 anos

"Naci un dia de much sol y no pretendo morir sino hasta realizar algo por esta humanidad"

Frutuoso Dias Gonçalves, 82 anos

Português vaidoso, gostava de um bom vinho e transbordava simpatia.

Gabriel Araújo de Lacerda, 81 anos

Um homem incrível, que soube respeitar diferenças e fazer canções bobas sobre o cotidiano.

Gabriel de Lima Palmeira, 33 anos

Cheio de alegria, ria por tudo e qualquer coisa. Seu sorriso nunca será esquecido.

Gabriel Gondim Hermes, 74 anos

Médico empático, cuja principal preocupação era salvar vidas. "Mais vale dar do que receber", dizia sempre.

Gabriel Martinez de Andrade, 26 anos

Seu amor pela música transbordava quando estava junto de seus instrumentos

Gabriel Martins, 1 anos

Passou a maior parte da vida na barriga da mãe. E ali dentro foi muito amado.

Galdino Nogueira da Silva, 55 anos

Suas maiores alegrias sempre foram os momentos em família.

Galia Bespaloff, 80 anos

Escolheu outro país como lar, não tinha medo de batalhas.

Gasparino Damião de Oliveira, 96 anos

"Mas que barbaridade!", dizia o homem tão complacente.

Gastão Dias Júnior, 51 anos

Um homem inspirador que colecionava tartarugas de decoração. Reservado, sorria com os olhos.

Gecival Matias da Silva, 76 anos

Com seu vozeirão carregado de alegria e orgulho, adorava mostrar cada filho e neto. E a família é grande!

Gelson Lima Reis, 77 anos

A generosidade nele fez morada.

Geluter Maria Alves Garcia, 62 anos

Lulute era caprichosa em tudo que fazia. Seus doces eram sem igual...

Genário da Silva Paiva, 79 anos

Buscar o jornal bem cedo era como um ritual sagrado. Pai, marido e vovô exemplar.

Genésio Caetano de Oliveira, 95 anos

Viveu a vida toda tendo como base três princípios: amar a Deus, amar a sua família e ser honesto.

Geni da Silva Valeriano, 78 anos

Seu companheirismo e dedicação à família deixaram saudades.

Geni de Macedo Arimura, 72 anos

Defendia seus filhos e netos com unhas e dentes.

Genira Silva Santos, 83 anos

Mulher forte e resiliente, vestia-se bem e era sempre positiva.

Genita Costa, 78 anos

As notas de sua cantoria alegre continuarão sempre entre nós.

Genival Belizário da Silva, 79 anos

O retrato perfeito de um pai, avô e bisavô muito amado: seus cabelos branquinhos deixaram enormes saudades.

Genival de Andrade Frazão, 72 anos

Cabelos brancos, um baita sorriso e os olhos grudados no céu para ver os aviões que passavam.

Genival de Mendes Aiden, 70 anos

Amava sua nega Aristeia e gostava da casa cheia, rodeada de amor e muita música.

Genival Salustiano Bezerra, 89 anos

De corpo e alma muito jovens, era um contador de boas histórias que vivia sorrindo e fazendo sorrir.

Genivaldo Batista de Sousa, 65 anos

Tinha um companheiro muito especial, seu pequeno cachorrinho Boby. Dizia até que era o herdeiro dele!

Genivaldo Galindo da Silva, 73 anos

Para ele não tinha tempo ruim, era só alegria e muita história para contar.

Genizarete Justino dos Santos, 68 anos

A gentileza, a doçura, a doação e o amor ali. Com agulha e linha na mão, Genizarete vestia rainhas.

Genny de Caires Máximo, 84 anos

As ruas da Pavuna, no subúrbio do Rio de Janeiro, já sentem falta dela tomando café com as amigas na calçada.

George Anthony Ferreira Menezes, 39 anos

Fazia de tudo para que o mundo fosse um lugar melhor.

George Berkeley Patiño, 78 anos

Dentista e cantor de boleros, George foi um embaixador informal e difusor da música latina no Rio nos anos 80 e 90.

George Laurence Kuplich Moraes, 68 anos

Caladão e com alma de artista. Um "fora da curva", que pintava com tinta a óleo e esculpia em argila e madeira.

Geovane Reis Corrêa Rocha, 54 anos

Dizia aos netos: "Vocês são terríveis!" e os enchia de beijos .

Geovani Rodrigues, 62 anos

Fanático pelo Mengão, seus gritos de gol são inesquecíveis.

Geraldina Teodoro, 75 anos

Era capaz de entender todos, com o coração, mesmo sem escutar.

Geraldo Almeida, 81 anos

Amante da medicina e dos grandes desafios da humanidade

Geraldo Arnaud de Assis Junior, 62 anos

Médico dedicado a cuidar da saúde e do bem-estar de sua gente.

Geraldo Barateli Alves, 81 anos

Valorizava a família e se orgulhava da educação que deu às três filhas.

Geraldo Camilo Gomes, 85 anos

Orgulhoso em falar da família, “Fá da Motinha” era morador e uma grande personalidade de Acaiaca.

Geraldo Cândido de Figueiredo, 86 anos

O fusca azul era seu melhor amigo nas aventuras que renderam muitas histórias.

Geraldo Florenço de Oliveira, 54 anos

Apesar das adversidades, foi forte, resiliente, alegre e protetor.

Geraldo Francisco da Silva, 73 anos

Vivia a vida intensamente, fazendo amigos, conversando, brindando, dançando...

Geraldo Francisco dos Santos, 58 anos

Tinha a sabedoria de quem não se leva muito a sério.

Geraldo Jacinto, 68 anos

Presente nas melhores lembranças da filha, tinha um Fusca azul 1977 como xodó e era fã de Roberto Carlos.

Geraldo Magela da Silva Folgosa, 69 anos

"Deixa que eu resolvo", dizia. E partiu, deixando saudades...

Geraldo Marques Pimenta, 54 anos

Fez da sala de aula o palco principal de sua vida.

Geraldo Martins de Paula, 70 anos

"Não fique triste, senão fico triste também", dizia ele para sua neta.

Geraldo Nogueira Lira, 67 anos

Vivia a vida como a coleção de momentos únicos que ela é.

Geraldo Oliveira Soares, 92 anos

Trabalhou em sua mercearia por 60 anos. Aposentado, ia frequentemente até lá conversar com os amigos.

Geraldo Paulino de Souza, 95 anos

Adorava fazer fogueira e reunir a meninada para contar histórias.

Geraldo Pereira Mariano, 63 anos

Se fosse possível defini-lo em uma só palavra, seria "extraordinário". O que, no dicionário, quer dizer "fora do comum".

Geraldo Pinto Almeida, 81 anos

Amante da medicina e dos desafios da humanidade, questionava o mundo real, mas tinha seu mundo particular.

Geraldo Sávio, 50 anos

Era o astro das dancinhas nas pescarias, o rei dos memes e grande protetor dos tucunarés.

Geraldo Vieira Lima, 87 anos

Sempre pegava os netos para passear pela cidade e dizia, orgulhoso: “Antigamente isso aqui era tudo mato!”

Gercina Pereira Dias, 82 anos

Era puro amor. Um coração em que cabiam todos. Otimista e corajosa, viveu sua vida dedicada à família.

Gerino José dos Santos, 92 anos

As filhas ainda se lembram das moedas que ele trazia quando voltava do trabalho.

Germana Maria Patrício da Costa, 58 anos

Seu amor transbordava em sorrisos lindos, que aqueciam a alma e dariam lindos cartões postais.

Germano Bastos da Silveira Filho, 66 anos

Adorava ir à praia e tomar uma cerveja. Vivia agarrado no celular e dizia que o trabalho era seu lazer.

Gerson André da Silva, 53 anos

Criador das piores playlists de churrasco.

Gerson Carvalho, 43 anos

DJ Gerson City era só alegria e humildade.

Gerson da Silva, 51 anos

Cachorrão, como era carinhosamente chamado, sempre tinha uma palavra de apoio e um sorriso para oferecer.

Gerson da Silva Sampaio, 73 anos

Agora ele impressiona os anjos com sua risada.

Gérson Lacerda de Souza, 52 anos

Ele distribuía doses de alegria, que alimentavam sorrisos e corações.

Gerson Luiz da Silva, 82 anos

Para Gerson, sempre era tempo de ver o sol se pôr dentro do oceano

Gertrudes Maciel Melo, 90 anos

Mulher forte, criou muitos filhos. Adorava contar causos, cozinhar e costurar. Seus laços são de aço.

Gerudes Martins Garcia, 83 anos

Brincalhão e conversador, só se irritava se o Corinthians perdia. Fazia o melhor arroz e sabia ser solidário.

Gerusa Machado Pagliaro, 88 anos

Uma força da natureza. Uma mulher à frente do seu tempo.

Gesival Silva dos Santos, 61 anos

Engraçado, teimoso e muito amigo.

Gesmar Serafim, 65 anos

Tinha ciúmes quando outra pessoa dirigia ‘sua’ ambulância. Dizia brincando que era dele.

Getúlio Mezine, 86 anos

Um homem de fé e coragem. Suas risadas ficarão para sempre na lembrança.

Getúlio Omito, 83 anos

Cheio de brincadeiras e manias, chamava a neta de Meu Ouro e sempre pediu à família que se mantivesse unida.

Gicele Veloso de Lima, 36 anos

Uma jovem muito especial e doce. Não via maldade no mundo e estava sempre disposta a ajudar.

Giduvaldo de Souto Lima, 85 anos

Adorava tomar cerveja assistindo televisão. Ao abrir a latinha, brincava: “Quer uma água mineral com gás?”

Gil Soares de Araújo, 76 anos

A morte não consegue nos roubar a memória nem o amor.

Gilberto Alca, 92 anos

Um gigante que contemplava todos os dias, mesmo que o dia não fosse tão bonito assim.

Gilberto de Souza Aleixo, 56 anos

Era o samba em pessoa, amava a vida e tudo que ela pode oferecer.

Gilberto Henrique Monteiro, 64 anos

Amante da música, da poesia, da fotografia e da natureza. Sempre enxergava o lado bom da vida.

Gilberto Olímpio Filho, 40 anos

Defensor dos direitos dos trabalhadores, nunca desistiu de suas batalhas.

Gilberto Palesi, 79 anos

Gostava de contar suas histórias com riqueza de detalhes, principalmente, as que viveu com sua esposa.

Gilberto Rodrigues Serra, 76 anos

Funcionário padrão, mas, mais do que isso, um pai amoroso e homem correto.

Gilcimar Gonçalves, 40 anos

O enfermeiro dedicado que contagiava, com a sua alegria, colegas de trabalho e pacientes.

Gilda Helena Vianna Orfanelli, 72 anos

Jeito e coração alegre.

Gilda Speridião Barreiro, 89 anos

Sempre alegre, apesar de tudo.

Gildália Macedo Souza, 89 anos

"Ela era a nossa flor, Dália, símbolo de harmonia e gentileza."

Gilma Pereira da Silva, 55 anos

Mãe amada e querida. Uma vovó que jamais será esquecida.

Gilmar Araújo, 61 anos

Criança feliz, jovem trabalhador e adulto guerreiro.

Gilmar do Carmo Carvalho, 52 anos

Construtor de sonhos, seu ofício era transformar vidas através da educação.

Gilmar dos Santos, 53 anos

Não tinha só mania de limpeza, tinha era mania de ser feliz.

Gilmar Machado, 47 anos

O professor de feição brava que arrancava sorrisos de todos e que adorava doces.

Gilmar Machado de Avila, 40 anos

Apaixonado pela cozinha e dono de um bom humor incrível.

Gilmar Ribeiro Munhos, 58 anos

Detalhista com a arte, divertido ao lado da família, bondoso na rua e na vida.

Gilmar Soares da Silva, 61 anos

Como um amazonense de fé, amava um peixe assado. Matrinxã e tambaqui eram seus preferidos.

Gilmara Loiola Vasconcelos, 31 anos

De sorriso largo e coração generoso, iluminava os dias dos irmãos com seu amor desmedido.

Gilson Arruda do Nascimento, 49 anos

Ele nunca perdeu a alegria de viver.

Gilson Marinho de Oliveira, 62 anos

A vida terrena é passageira, mas Gilson mostrou que ela pode ser repleta de amor.

Gilson Rodrigues, 61 anos

Confeiteiro. Tinha o costume de levar comidinhas na cama para sua esposa e sua filha.

Gilson Souza de Jesus, 62 anos

Pense no sol de Salvador. Pensou? Ainda mais pontual, quentinho e radiante era o “bom dia” de seu Gilson.

Gilvan Bezerra Nascimento, 60 anos

Alegre, de bem com a vida e extrovertido.

Gilvan Luiz da Silva, 62 anos

Pernambucano que se colocava no lugar de todos aqueles que sentiam dor e amor em estado bruto.

Giovanni Paolucci, 81 anos

Gigio, como era conhecido, tinha o dom da comunicação. E era muito cativante.

Giselda Gusman de Lima, 90 anos

Carinhosa, generosa e de uma memória impecável. Das tantas aventuras, viajou até no tempo.

Gisele Bringuel, 42 anos

Nada foi capaz de abalar a doçura de seu olhar.

Giselle Nascimento Santos, 36 anos

Feita de amor, empatia e vontade de viver da cabeça aos pés.

Giucelina Ferreira Carneiro, 72 anos

“Tudo que eu faço é por amor a você”, dizia.

Givaldo da Silva, 65 anos

Um homem bom de coração que não media esforços para ajudar as pessoas.

Givanildo Edson de Lima, 43 anos

Conhecido por Bodinho do Maracujá, amado por todos em sua cidade. Caminhoneiro, batalhador e feliz.

Glaucia Hortencio Miranda, 39 anos

"Tinha um coraçao que não era seu" e por ele transbordava a alegria que contagiava todos.

Gláucio Adriano Antônio de Souza, 44 anos

Viver bons momentos com a família foi o seu programa preferido.

Glaucio Manoel de Oliveira Bueno, 48 anos

Aquele que fazia todos rirem, o amigo pra qualquer hora e a alegria da família.

Glauco Moreira Beraldo, 26 anos

Advogava por um mundo melhor enquanto era embalado pelas melodias de Taylor Swift.

Glaudio Heber Faria Madeira, 85 anos

Amava estar com a família, principalmente com a netinha Valentina, com quem voltava a ser criança.

Gleci Eleni Baum Dias, 58 anos

Zelava os netos como o seu bem mais precioso.

Gledson Cesar de Oliveira, 45 anos

Era fácil encontrá-lo: estava sempre sentado à mesa, com a esposa e amigos.

Gledson Cristiano Reis Barauna, 44 anos

Dizia que tentava fazer o melhor que podia pelo meu semelhante.

Gleidson Cardoso Correa, 36 anos

Com sua alegria, admirava as coisas simples da vida.

Gleycyely Costa Barros, 28 anos

Sempre carinhosa e criativa, dedicou sua vida à família e à educação infantil.

Glória Ferreira Mezes da Silva, 54 anos

Plantou boas sementes neste mundo.

Gonçala Nicolau Fernandes, 86 anos

Não deixava ninguém passar fome e, enquanto cozinhava, tinha mania de assobiar cantos de louvor a Deus.

Gonçalo Silvério de Carvalho, 79 anos

Resumia a vida em quatro palavras: "Viver é muito bom!"

Graça Maria Fernandes dos Santos, 42 anos

Uma mulher em estado de graça: temente a Deus, de coração acolhedor e alegria inestimável.

Gracinda de Castro Neves, 94 anos

Religiosa, só dormia depois do sussurro do Pai Nosso e da Ave Maria. Gostava tanto de fazer, como de comer um docinho de abóbora.

Gracinda dos Santos, 109 anos

"Bora dançar? Coloca uma música alegre!" era o convite que sempre se ouvia de dona Gracinda.

Grecelio Gurgel Garcia, 47 anos

Amava mostrar seus dotes culinários. Era sempre elogiado.

Gregório Amoras Alves, 83 anos

Era lúcido, sábio... Passava horas lendo livros.

Greiciane da Silva, 28 anos

Realizou seu maior sonho: ser mãe.

Guido Nelson Coelho Leal, 86 anos

Seus olhos azuis sorriam ao falar das belezas da vida, enquanto tocava seu piano.

Guido Olegário das Neves, 80 anos

Adorava comer, foi satisfeito com a vida e sempre pedia: "Tenha fé em Deus e em Nossa Senhora".

Guilherme Coelho, 73 anos

Fã do cochilo após o almoço, tinha como lema: “Nunca desistir”.

Guilherme Gonçalves Landin, 57 anos

O Urso que ria e chorava ao mesmo tempo. Até para dar bronca era gentil.

Guilherme Henrique Ferreira Barbosa, 39 anos

Sorrir era a mania deste homem que esperava pelo primeiro filho, com planos de levá-lo aos jogos do Sport.

Guilherme Queiroz, 73 anos

Seu anúncio de cuecas Zorba deixou de cabelo em pé a família tradicional.

Guiomar Azevedo de Oliveira, 84 anos

De fio em fio, teceu a vida, como um novelo. Empreendedora, mãe, amiga e uma mulher à frente do seu tempo.

Guiomar Bizarro, 63 anos

Depois de tomar seu café da manhã ela ia cuidar do papagaio e das plantinhas: era o seu ritual diário.

Guiomar Guerreiro Alvares Spedo, 86 anos

Fazia hidroginástica com seu marido, três vezes por semana, há 28 anos, na mesma academia.

Gutemberg da Silva Barbosa, 48 anos

Construiu uma bela história e deixou suas marcas nas alegrias que imprimiu pelas ruas por onde dirigiu.

Hailton de Andrade, 67 anos

Sempre solidário, dizia: "O que você precisar é só pedir."

Hamilton dos Santos Noya, 33 anos

A frase clássica que usava sempre que alguém pedia algum favor era: "Não esquenta!"

Hamilton Menezes Neves, 51 anos

A gentileza em pessoa, distribuía bom humor com seriedade e disciplina.

Haroldo Barbosa Moraes, 66 anos

Adorava mergulhar no mar e ouvir "Losing my Religion", do R.E.M.

Haroldo Horta, 85 anos

Foi um cronista apaixonado e grande defensor da sua muito amada Barra Mansa.

Haroldo Macedo Fontoura, 64 anos

Sede de conhecimento. Eterno pesquisador. Dizia sempre: "Faça o que digo, não o que faço."

Heitor Ramos de Carvalho Filho, 74 anos

Sua maior alegria era ver os vinte e um netos reunidos à mesa, todo domingo.

Heládio Ferreira de Sousa, 91 anos

Nas horas vagas, ele lia. Nunca ia dormir sem rezar. Honestidade e generosidade eram seus princípios.

Helcio José da Motta, 77 anos

Professor, guerrilheiro, optometrista e até "guru" de alguns, lutava por seus ideias e inspirou toda uma geração.

Helen Dias, 38 anos

Enfermeira devotada, foi uma estrela que salvou a vida de muitas pessoas.

Helena Alves Feitosa, 93 anos

Sempre fazia as pessoas rirem com suas brincadeiras. Era apaixonada pela vida.

Helena Conti Guimarães, 79 anos

A vovuxa mais jovem, aventureira, cinéfila e colorida que já existiu.

Helena do Nascimento Carvalho, 80 anos

Transbordava generosidade aos necessitados. Ah, Dona Helena, que mulher especial!

Helena Evanildes Alves Costa, 77 anos

Costurava muito além das roupas. Em vez de clientes, fazia amizades e laços duradouros.

Helena Maria da Silva, 66 anos

Enfermeira, cuidava do corpo e da alma de quem quer que fosse, numa entrega amorosa e dedicada.

Helena Nunes Castilho, 90 anos

Mulher de pulso que lutava pela união da família.

Helena Plastino Azevedo, 87 anos

Sua generosidade a tornava revolucionária como as narrativas que estudou em seus livros filosóficos.

Helena Souza Soares, 86 anos

Em sua casa, todos sentiam segurança e amor. Antes de dormir, rezava, conversava longamente com Deus.

Hélia Rodrigues Martins, 63 anos

Trabalhou desde bem cedo, foi mãe-avó-madrinha de muitos e adorava uma festa, fosse Copa do Mundo ou Carnaval.

Hélio da Motta Veneno, 80 anos

Aos 80 anos, ainda esperava cada filho chegar do trabalho para abrir o portão e desejar boa noite.

Hélio de Assis Barreto, 72 anos

Notório torcedor da Lusa, fazia a melhor bacalhoada do mundo e, adorava arrancar boas risadas da família.

Hélio de Souza Furtado, 64 anos

Picota sempre sorrindo, quieto, viveu em paz.

Hélio de Souza Soares, 55 anos

Dizia que, como um disco de vinil, a vida tem o lado A e o lado B.

Helio Jugurta Silva Lima Cabral, 84 anos

Transformou o futebol de botão em uma tradição familiar, passada de uma geração a outra.

Hélio Rosa, 64 anos

Águias, somos sempre águias... e ele, o comandante, voou.

Hélio Sampaio Pereira, 84 anos

Perto dele, nada ficava fora do lugar. Sempre brincalhão, inventou apelidos pra todos que trabalharam em seu buffet.

Hélio Satomi, 68 anos

Quem vai à Colônia deve passar no Seu Hélio, guardião da história, homem de muito critério.

Hélio Vieira de Freitas, 72 anos

Cativava todos pelas estradas da vida, sempre muito amável e com uma alegria contagiante.

Heliomar Matos de Araújo, 67 anos

De pouca conversa ou brincadeiras, mas de muito amor.

Hellen Cássia Sanches Póvoa, 25 anos

Amava um batom vermelho; era sempre a mais charmosa e a do sorriso mais belo.

Helvécio Corrêa Reis, 80 anos

Demonstrava seu amor com simples gestos, como quando fazia uma comidinha e levava um pratinho para os netos.

Hely Gomes da Costa, 88 anos

Ganhou o título do homem mais cheiroso de Fortaleza.

Henrique Celso Avelar de Jesus, 51 anos

Homem de coração gigante, nasceu para ser pai.

Henrique Cordeiro da Cruz, 63 anos

Um cara ranzinza e teimoso que possuía no peito um enorme coração. Ajudava todos que pediam sua ajuda.

Henrique de Vasconcelos Cabral, 47 anos

Ser de luz que iluminava a todos com seu lindo e enorme sorriso, sua marca registrada.

Henrique Marques de Sousa, 72 anos

Na lembrança da sobrinha, ele foi o tio que a embalou ao som de canções.

Henrique Paulino Mota, 40 anos

Sempre focado e otimista, lutava com obstinação por aquilo que queria. E alcançava.

Henrique Soares da Costa, 57 anos

Com seu jeito simples doou sua vida a serviço da igreja e do povo.

Heraldo Tadeu Trivelato, 57 anos

Dedicou sua vida a ajudar o próximo com bom humor, otimismo e um sorriso no rosto.

Herany de Lima Corrêa, 96 anos

Falante, um tanto desbocada, apaixonada pelo marido e preocupada com os filhos.

Herbert Pereira Bruzaca, 91 anos

Existir não lhe bastava, queria povoar o mundo com gestos de carinho e gratidão.

Herculano Wanderlin da Silva Gibson, 72 anos

Um avô muito especial para os seus netos.

Hermano Mariano da Silva, 69 anos

Assobiava o dia todo e não deixava de jogar na loteria e assistir aos telejornais.

Hermes Ribeiro de Oliveira, 59 anos

Quem teve o privilégio de comer os peixes que ele preparava, sentiu o seu amor em forma de sabor.

Hermínio Escobar, 86 anos

Um homem apaixonado pela esposa e dedicado à família.

Hernan Enrique Ruedlinger Vega, 64 anos

Ensinou à filha, entre tantas coisas, o amor pela cozinha.

Hilário Ab Reta Awe Predzawe, 43 anos

Sonho não envelhece. Aos 41 anos, o xavante deixou a aldeia para se formar professor.

Hilda da Conceição Silva, 82 anos

Aniversário e casa cheia eram as suas alegrias.

Hilda de Carvalho Rangel, 85 anos

Suas habilidades culinárias perfumavam toda a casa de amor e cuidado.

Hilda Machado Bozza, 81 anos

Era como um caule forte sustentando e nutrindo muitos galhos; sua vida foi exemplo de caridade e doação.

Hilda Maria Cordeiro, 78 anos

Fez questão de viver intensamente todos os momentos de sua vida.

Hilda Maria de Oliveira, 76 anos

Era como uma árvore forte e generosa que oferecia sombra e abrigo a quem dela precisasse.

Hildebrando Brito da Silva, 56 anos

Amava Deus, sua família e a Igreja. Era engraçado, "Ih, Deu Branco!", brincava com o próprio nome.

Hilderson Michel Baia Nunes, 33 anos

"Tenho que ser exemplo", dizia. E assim ele foi, no trabalho e na vida.

Hildo da Silva, 54 anos

O enfermeiro da linha de frente de combate à Covid-19 que nunca esquecia o bom humor em casa.

Hisazy Shikasho, 75 anos

Pedalava toda manhã, distribuindo seu melhor sorriso!

Homero Rodrigues Silva Neto, 49 anos

Com 1,92, conseguia ter um coração maior que sua estatura.

Horacia Coutinho Caliri, 69 anos

Uma vida dedicada à família.

Horacina de Ornellas Pedrosa da Silva, 83 anos

Levou a luz do conhecimento onde reinava a desesperança.

Horácio José Silva, 75 anos

Peão de trecho, cortou o Brasil de fora a fora. Trabalhou nas grandes obras do país, e se orgulhava disso.

Hosana Paula Gil, 42 anos

Com seu coração enorme, estava sempre pronta para ouvir o outro.

Hubert Spadano, 82 anos

Homem alegre que vai fazer novas amizades no céu!

Hueber Pereira Santiago, 41 anos

Um excelente enfermeiro e muito brincalhão; o amor pela enfermagem o fez lutar até o último minuto.

Hugo Antonio Konart, 65 anos

A alma de criança e o espírito jovial faziam dele um menino.

Hugo Dutra do Nascimento Silva, 25 anos

Sorria com o rosto e com o corpo através da dança.

Hugo Emanoel Vieira, 58 anos

A luz que ilumina o caminho de sua família e os ajuda a seguir.

Hugo Grazzini, 85 anos

Um doce de pessoa, são-paulino de coração e rei das macarronadas dominicais.

Hugo Ricardo Conceição Eloy, 46 anos

Um educador apaixonado pela sobrinha, cujo coração só pulsava amor e generosidade.

Humberto Campero Frias, 78 anos

Boliviano de nascença e brasileiro de coração. Apaixonado pelo futebol, pelo mar e pelos filhos.

Humberto Castelo Branco, 71 anos

Para ele, o amor é a coisa mais importante desse mundo.

Humberto Ferreira da Silva, 90 anos

Para onde fosse, tinha um chocolate para oferecer em gentileza.

Humberto Leite Medeiros, 50 anos

Tinha como lema viver a cada dia como não houvesse amanhã.

Humberto Luiz da Silva, 74 anos

Ensinava o amor incondicional e a perdoar sem julgamentos.

Humberto Marinho, 73 anos

Tinha no grande amor de sua vida um colírio para os olhos.

Humberto Vitach Gambaro, 86 anos

Um avô amoroso, que se emocionava ao ponto das lágrimas vendo seu neto no palco.

Iara Pinho Medeiros, 72 anos

Querida demais, ela é quem marcava todas as reuniões de família.

Iarione de Souza Amorim da Silva, 54 anos

Atenciosa e boa em tudo o que fazia.

Iasmin de Albuquerque Cavalcante Duarte, 62 anos

“Fiquem firmes e se esforcem para serem felizes", dizia nas formaturas, com todo orgulho de formar médicos.

Idacy Ribeiro da Silva, 82 anos

Cuidava das plantas e dos cachorros com todo o amor do mundo. Sabia fazer o “cheirinho do melhor café”.

Idalgo Moura do Santos, 45 anos

Provavelmente será um apaixonado pelo céu e agora, pelo infinito.

Idalice Cordeiro dos Santos, 93 anos

Rezadeira e amorosa, essa avó fez questão de dar o primeiro banho em cada um dos seus dezesseis netos.

Idê Figueira Ferraz Rocha, 82 anos

Uma pessoa generosa, que não negou ajuda a quem percebesse estar com dificuldade.

Ideilton Bezerra dos Santos, 77 anos

"Sábado a gente faz. Deixa pra sábado!", ele dizia.

Ieda Garcia Salgado, 92 anos

Sua missão foi distribuir amor e acolher com palavras. Adorava tomar café com leite, todas as tardes.

Iêda Ludovina Castro Barbosa, 66 anos

Amava os amigos e a família. Organizava viagens como ninguém.

Ignez Branco Baptista, 91 anos

Dizia que viveria até os cem anos.

Ignez Rossato, 94 anos

Sempre gostou de cuidar de todos. Entre pincéis e números, encantava e surpreendia.

Ilaide Souza Pereira, 90 anos

Passarinha livre e independente, mas que não descuidava dos filhotes no ninho.

Ilda Nocetti Macias, 74 anos

A voz doce que perpassava as salas de aula e alcançava os corações.

Ilda Ribeiro da Silva, 68 anos

Religiosa, Madre Lúcia de Fátima dedicou sua vida à caridade e ao trabalho voluntário com idosos.

Ildiko Êmese Holfinger Farias, 40 anos

Passear com a Turquinha, como gostava de ser chamada, era uma aventura só!

Ildivan Damasceno Pereira, 43 anos

Uma vida marcada por bondade e generosidade.

Ilézio Almeida Oliveira, 74 anos

“A César o que é de César, a Deus o que é de Deus”, dizia aos filhos, ao educá-los.

Ilma de Oliveira da Silva, 79 anos

Um legado de amor, cuidado e proteção à família.

Iloivaldo Araújo Rodrigues Junior, 44 anos

Honrou pai e mãe, amou minha família, fez as pazes com Deus.

Ilson de Figueiredo, 83 anos

Alegre, carismático, generoso, apaixonado pela família e pela vida. De espírito jovem, nunca deixou de sonhar.

Ilza Garcia, 98 anos

Ela foi uma pessoa federal.

Ilza Teixeira dos Santos, 77 anos

Um ser de luz, que guiará os seus sempre.

Ilzelina Sá Pereira, 72 anos

Chamava a própria casa de pousada, indicando com isso que tinha espaço pra receber todo mundo.

Iná Corrêa de Meireles, 55 anos

Deixou um pouquinho de vida, amor e sorriso por onde passou.

Inácio Konmarson Pessoa Sousa, 46 anos

Amava a profissão e as estradas. Vai deixar um caminho de saudades.

Inês Petrecca de Carvalho, 70 anos

Uma guerreira, desde sempre!

Inês Rabelo da Silva, 73 anos

Dedicou mais de três décadas à educação. Foi tão querida que escolheram nomear uma escola em sua homenagem.

Inêz Batista Toledo, 75 anos

Seu sonho de estudar foi tão grande quanto a sua paixão por alfabetizar.

Inge Steinforth Nascimento, 67 anos

Dizia sempre que nunca devemos abaixar a cabeça, e sim continuar firmes e fortes.

Ione das Graças Silva Medeiros, 67 anos

Além de abrilhantar as serestas com sua dança, a empatia foi uma das grandes marcas deixadas por Lola.

Iracema Amorim, 76 anos

Os cantos do seu povo Guajajara eram sua paixão e ela orgulhava-se em os representar.

Iracema de Mattos Pereira, 86 anos

Sempre prezou a união e a harmonia coroando uma vida de cuidado e doação.

Iracema Diniz da Conceição, 83 anos

"Ei, mas aqui pra nós" era sua maneira de dividir alguma confidência.

Iracema Pauli, 76 anos

Levava amor até nos temperos.

Iracema Pereira da Silva, 54 anos

Dedicação e amor ao som do romantismo de Amado Batista.

Iracema Rissatto, 90 anos

Trabalhadora, conquistou sua independência como costureira.

Iracema Rizzardi de Oliveira, 91 anos

Vaidosa, apaixonada pelo marido, pelos churrascos em família e pela caipirinha com os genros.

Iracema Silva de Sá, 62 anos

Iracema viu sonhos se tornarem realidade: viu seus três filhos criados e formados e se tornou avó.

Iracema Tuan Sterzza, 88 anos

Matriarca excepcional, de uma índole e de um caráter incontestável.

Iraci Braga da Silva, 82 anos

"Nunca é tarde para amar, estudar e ser feliz", dizia sempre.

Iraci Vendramim Delecrodio, 62 anos

Sorriso estampado, generosidade e luz espalhadas ao seu redor, sempre.

Iracial Mendes da Conceição, 85 anos

Cici viveu para cuidar das pessoas que amava.

Iracy Ferraz Herrmann, 99 anos

Baby, uma mulher sensível.

Iracymar Corrêa Ferreira, 85 anos

Sempre acolheu a todos. Dizia que sua casa era da família e que sempre cabia mais um.

Irailde Urbano da Silva, 77 anos

Sua casa era o espaço do encontro. Seu sorriso, o espaço da alegria.

Iramar Carneiro de Oliveira, 43 anos

Para ele, dava pra ser oito e oitenta ao mesmo tempo.

Iramária Ramos Ataide, 72 anos

Vó Ira era dona de uma casa com um detalhe peculiar: estava sempre de portão aberto e de mesa cheia.

Irani de Lima Dias, 71 anos

Este verso é um pouquinho de uma vida inteira, de quem cumpriu sua missão dignamente.

Irani dos Santos Silva, 75 anos

Filha de Maria, onde a alegria e a fé fizeram morada.

Irapuan Salles, 57 anos

Ele tinha um carinho latente pelo bem-estar de toda gente. A honestidade o acompanhava por todo canto.

Iremar Severino de Souza, 71 anos

Nas horas livres, gostava de ouvir música e de uma cerveja bem gelada.

Irene Alves de Viveros, 84 anos

Mãezona amorosa, queria todos os filhos, netos e bisnetos debaixo das suas asas.

Irene Angela de Macedo, 89 anos

O seu maior legado são seus valores. Através deles, ela vai ser o canarinho que nunca vai embora.

Irene Antônia de Melo da Silva, 78 anos

A bela família que construiu era sua vida e sua essência.

Irene Azevedo de Jesus, 93 anos

Sua risada, força e dizeres permanecerão para sempre entre os seus.

Irene Barbosa da Silva Souza, 66 anos

Tinha um abraço que mais parecia um lar.

Irene Bertholdi Fernandez, 86 anos

Costumava lembrar dos que já se foram, agora será eternizada nas histórias contadas pela família.

Irene Lopes de Carvalho, 96 anos

Mulher guerreira... Irene era apaixonada por viver e aproveitou muito a vida.

Irene Negreiros de Albuquerque, 88 anos

Zelava pelo jardim e pela horta com o mesmo amor imensurável que dedicou à família.

Irineu Bertevello, 78 anos

Via beleza na simplicidade da vida, era o melhor pai que um filho poderia ter.

Irineu Fidelis, 63 anos

Um homem cujo coração não cabia no peito.

Irma Miranda Maia, 82 anos

Sempre preocupada com o próximo, tinha a mania de conseguir emprego para as pessoas.

Isaac Souza Rocha, 38 anos

Momentos difíceis tornavam-se mais leves com ele. Além de ajudar, ele transformava tudo em histórias engraçadas.

Isabel Cristina Dangelo Sianga, 52 anos

Em Indaiatuba, ninguém fazia bolos como a Bel.

Isabel Delfina Ferreira, 92 anos

Era realmente o amor da vida de seus filhos e netos. Eram todos loucos por ela.

Isabel Lendengue da Silveira, 85 anos

“Que nossa mãezinha, Nossa Senhora, te proteja!”, abençoava ela.

Isabelle Soares Feitosa, 27 anos

Torcedora fanática do Fortaleza Esporte Clube, amava cachorros como se fossem pessoas.

Isaías Bezerra Cavalcante, 54 anos

Ele era lar. A cada tijolo empilhado, suspirava-lhe o coração.

Isaías Lira da Cunha, 80 anos

Temente a Deus, viveu pela família e colecionou boas histórias. Deixou o seu melhor legado: o amor ao próximo.

Isaías Perfeito Favatto, 58 anos

Inteiramente feito de alegrias. A vida encontrou a rima perfeita para Isaías.

Isaías Polinario, 64 anos

Ele se emocionava com histórias tristes que assistia na TV.

Isaura Maria Ramos Nascimento, 83 anos

Forte, ativa e cheia de vida; era o amor em pessoa e a palavra de Deus na prática.

Isavan Wolgrand Barros Lira, 81 anos

Um ser de muita fé, devoto de São Luís Gonzaga.

Ismael Afonso Costa, 71 anos

Adorava falar em público, não podia ver um microfone.

Ismael de Almeida, 66 anos

O multiplicador de sorrisos e abraços, sabia como ninguém escolher boas melancias para os encontros.

Ismael Lino do Nascimento, 77 anos

Homem feliz, trabalhador, sonhador e, acima de tudo, pai.

Ismael Pereira de Oliveira, 41 anos anos

Apaixonado por motos, o motoboy adorava reggae e levava na garupa o desejo de estar perto da família.

Ismael Pires Costa Filho, 57 anos

Alma gêmea de sua esposa, se uniu a ela no céu. Ambos lutaram contra o coronavírus.

Ismael Raimundo, 61 anos

Um homem que acreditava no poder de um "bom dia" e que superou um câncer de intestino.

Ismana Altina Teixeira de Azevedo, 46 anos

Adorava visitas e preparava a comida típica mineira preferida de cada um. É como demonstrava seu amor.

Isnaldo Pessoa Cavalcante, 58 anos

Seu trabalho era iluminar a vida das pessoas.

Israel do Amaral Vieira, 72 anos

Acreditava que o importante era ser autêntico, ser único.

Itália Zaccaro Faraco, 103 anos

Iluminada feito o Renascimento, ela era quase o país homônimo. Mas era brasileira e não tinha fronteiras.

Ítalo Renato Lopes de Lima, 61 anos

Não mediu esforços para dar o melhor aos filhos.

Itamar Cruz Braga, 89 anos

Cozinheiro do melhor feijão do mundo, se divertia encobrindo as peraltices dos bisnetos.

Iva Lino dos Santos Ferreira, 78 anos

Cozinhava bem, torcia pelo Corinthians e amou muito na vida.

Ivaldo Rodrigues Lima, 42 anos

Por onde passava deixava um pouquinho da sua essência.

Ivan Antônio Arbex, 69 anos

Era dono de um coração generoso. Foi médico e, por amor ao próximo, lutou até o fim para salvar vidas.

Ivan Dimitrova, 63 anos

Do Pantanal ao México, o que mais gostava de fazer era sair em viagens de pescaria com a família e os amigos.

Ivan Raimundo da Silva, 52 anos

"Bibi, cheguei Bibi!", dizia sempre para a filha ao chegar em casa.

Ivan Reis Bezerra de Souza, 79 anos

Acordava cedo para coar café e dedicava seu tempo em compartilhar afeto, amar a família e torcer pelo Vasco.

Ivan Willians Lisboa, 42 anos

Se dependesse dele, a vida seria para sempre uma festa.

Ivana Alves da Silva, 46 anos

De voz mansa e sorriso amável.

Ivana Maria Martins Fernandes, 58 anos

Cabelos ondulados e iluminados, olhos expressivos e um coração que transbordava amor.

Ivaneide Silva Pereira Santa Barbara, 61 anos

As calçadas de São Luís do Maranhão vão sentir saudades da Nega. Do bate-papo, das histórias e de seus conselhos.

Ivanete Teixeira Balestrero, 67 anos

Uma mulher apaixonada por rosas e por cozinhar.

Ivanildes Marinho Batista Gomes, 79 anos

Nunca deixava um "eu te amo" para depois.

Ivanildo Nogueira da Silva, 57 anos

Aquela voz inspiradora que nos despertava todas as manhãs dizendo "É só alegria!"

Ivens Rodrigues da Costa, 68 anos

Virou encantado da Floresta Amazônica, vive agora eternamente no segredo das plantas e dos pássaros.

Iverson dos Santos Correia, 41 anos

Eterno sonhador, cultivava o lado bom da vida e ofertava sempre o melhor de si.

Ivini Ribeiro de Castro Rodrigues, 40 anos

Na música da vida, dançou sem medo de ser feliz. A dança era um de seus maiores amores e seus passos reluziam.

Ivo Maciel Diniz, 71 anos

Não tinha quem não gostasse do seu modo humilde e simples de viver a vida.

Ivo Tavares Ferreira, 71 anos

"Não sou 10, sou 11. Pois 10 tem furo e eu não!", dizia ele.

Ivone Alves Ribeiro de Jesus, 55 anos

Ela adorava estar com as irmãs e relembrar os bons momentos da infância.

Ivone Melo, 49 anos

Certa vez ela disse: "filha, lá no céu é sem explicação, é maravilhoso... e um dia eu sei que vou chegar lá."

Ivonete Alves, 59 anos

Luz que iluminou todos que conviveram com ela, agora deixa um rastro de saudade.

Ivonete Conceição da Silva, 93 anos

Coroada princesa aos 90 anos, Nete foi senhora sábia e companheira.

Ivonne Hunter Silva, 90 anos

A uruguaia mais brasileira que alguém já conheceu.

Ivor Demétrio Fossatti, 56 anos

Apaixonado por futebol; era companheiro inseparável da esposa e amigo dos filhos.

Ivson Carlos Vieira, 46 anos

Adorava ouvir músicas nas horas livres e principalmente tocar guitarra nos trios elétricos que passavam pela cidade.

Iza Eleuza de Castro Silva, 37 anos

"Vamos sair, que o tempo é curto", dizia depois de longos plantões no hospital.

Izaac de Souza Tavares, 67 anos

Adorava “dar alicate” nos netos, aquele beliscãozinho com os dedos dos pés.

Izabella Cortesini, 15 anos

Amável e divertida, estava no Ensino Médio e já sonhava ser advogada.

Izadora Luiz, 25 anos

Causava reflexões que espelhavam sua sabedoria.

Izaias Lopes Cabral, 74 anos

Cortando cabelos, saiu da pobreza e criou três doutores.

Izaias Wariss de Aguiar, 61 anos

Calmo como ninguém. Ele dizia: "Hoje é tempestade, amanhã é sol".

Izidio Jose Campina Neto, 37 anos

Netinho adorava comer e gostava que as amigas soubessem, assim, nunca lhe faltava um lanchinho de presente.

Izolina Gonçalves dos Santos, 90 anos

Zó, a bisa dos melhores cafunés.

Jabes Leonardo da Silva, 85 anos

Um ex-policial cujo lema era ajudar o próximo e nunca negar comida a alguém.

Jaci da Silva Belarmino, 65 anos

O samba, o mar e a cozinha foram as paixões deste produtor cultural.

Jacimara Reges Farias, 49 anos

Amava as crianças. Deixou saudade e muitos ensinamentos.

Jacinto Vicente da Silva, 85 anos

Era um andante do mundo, com ânimo constante para a vida. Um católico fiel e devoto de Nossa Senhora.

Jacir José Ferrarezi, 60 anos

Tio Nego era batalhador e guerreiro. Sorria bastante. Amava Salete, sua companheira de todos os dias.

Jacira de Jesus Milani, 73 anos

Para onde foi, com certeza, será sempre amiga, defensora e guerreira, como foi aqui na Terra.

Jacira Rodrigues da Silva, 74 anos

Rodeada pela família, adorava cantarolar animadamente, enquanto apontava os dedinhos indicadores para o alto.

Jack Fernandes dos Santos, 89 anos

Todos os domingos ele comia arroz à piamontese e medalhão ao molho madeira. Essa era sua marca registrada.

Jackson Carlos Barbosa, 65 anos

Ele ouvia com o coração.

Jackson da Silva Araújo, 36 anos

Tinha uma paixão por comida e outra maior ainda pela chegada da neta Aylla.

Jacob Batista dos Santos, 75 anos

Ele gostava mesmo era de bater papo.

Jacob Borenstein, 84 anos

Um homem bom, grande contador de histórias e jornalista talentoso.

Jácome Eduardo Perrucho Brito, 54 anos

Deixou uma lição para todos: nunca é tarde para fazer o que te faz feliz.

Jacqueline Hernandes, 49 anos

“Vamos comer o que tivermos vontade, porque não sabemos o dia de amanhã. Miséria comigo, jamais!”, brincava ela.

Jacy Muniz de Souza, 80 anos

Adorava ver a neta dançando e a ensinou, entre outras coisas, a amar o próximo.

Jacyr Simão, 80 anos

O dentista Jacyr amava o belo: pintava, esculpia e cultivava bonsais.

Jacyra Pereira da Costa Goes, 83 anos

Lutar na vida era o que ela fazia bem; além de cantar, dançar e acreditar no amor.

Jadiel Reis e Silva Filho, 46 anos

Era padrinho de tudo quanto é sobrinho e primo. Passou a vida tentando ajeitar o mundo.

Jadyr Araújo, 84 anos

Todo mês de agosto, em um ônibus chamado Jerônimo, fazia uma viagem para pescar.

Jaiel Gieze Reversi, 29 anos

Era a metade que completava sua irmã.

Jaime Antunes, 92 anos

O eclético engenheiro que amava música erudita e gostava dos programas de humor do Chaves.

Jaime Chen Tsong Miin, 73 anos

Trabalhador incansável e sempre bem humorado, confortava a todos dizendo: “A vida é assim mesmo!”

Jaime David Winiawer, 74 anos

Aos 74 anos, vivia a vida intensamente. Bailando, contando histórias, fazendo amizades.

Jaime Machado, 81 anos

Com sorriso largo, positividade e generosidade, viveu a vida na cadência bonita do samba.

Jaime Natalício da Silva, 63 anos

A bondade foi o seu maior ensinamento e o seu grande legado.

Jaime Pereira de Brito, 77 anos

Hábil com a bola nos pés na juventude e com a palavra de Deus na vida adulta, nunca aceitou discriminação.

Jaime Sousa da Silva, 66 anos

Homem de caráter e fé inabaláveis, mesmo nos momentos difíceis não se entristeceu.

Jaime Takeo Matsumoto, 62 anos

Deixava seu jornal toda quinta-feira na mesa do consultório.

Jair Amaral, 69 anos

Um homem de muitos amigos que sempre prezou pelo bem-estar de cada um.

Jair Batista da Silva, 58 anos

Boêmio e fã de Zeca Pagodinho, foi um pai alegre, que sempre dizia: "Eita, vida boa!"

Jair Oliveira dos Santos, 49 anos

Tinha uma risada inconfundível. E era quem mais aproveitava os almoços e aniversários de família.

Jair Reis, 48 anos

Representou, com amor, os rodoviários de Brasília e cantava uma moda de viola aonde chegava.

Jair Sebastião de Souza, 74 anos

Vai, Jair... tocar sua viola no Céu!

Jair Silva Ribeiro, 61 anos

O técnico de enfermagem cuja missão era ajudar o próximo.

Jair Táparo, 61 anos

Tinha a mania de ficar puxando os cabelos antes de dormir.

Jairo César Bezerra, 79 anos

Ninguém, além dele, assobiava lindas canções tão bem.

Jairo Dornelles da Silva Sales, 34 anos

Guardava momentos, não dinheiro.

Jalbas Vitorio Cavalcante, 76 anos

Enquanto estudava direito, trabalhou como cobrador de ônibus, até tornar-se advogado.

Jamile Silva Leite dos Reis, 44 anos

Uma mulher forte que amava a família, o mar da Barra e o carnaval de Salvador.

Janaina Andrade Navajas Alencar, 44 anos

Adorava batom vermelho e roxo. Estava sempre com roupas coloridas e vibrantes.

Janaína Santana Andrade Silva, 38 anos

Uma verdadeira "inventora de eventos" para reunir a família.

Janaína Silva do Nascimento Nicacio, 37 anos

Amiga para todas as horas. "Oi, fofo!" era sua marca registrada.

Janaína Thaísa Campos de Albuquerque, 46 anos

Amava a Disney e era uma mãezona para todo mundo.

Jandyr Gomes Moreira, 84 anos

Dira era tão festeira que suas lembranças estão sendo comemoradas no céu.

Jane da Silva Mattos, 54 anos

Se tem uma palavra que a descrevia, é dedicação.

Jane Maria de Oliveira Alcântara, 66 anos

Sempre atenta aos números, contas, aniversários e telefones, sabia tudo!

Janete Bráulio de Souza, 66 anos

Não podia ver alguém distraído que soltava: "Tá pensando na morte da bezerra?"

Janete da Silva Passos, 58 anos

Contadora de sorrisos e das piadas mais engraçadas. Seu humor deixou recordações nos corações de quem a conheceu.

Janete Eugênio da Silva, 73 anos

Doce como o bolo de laranja que pedia com carinho para a sobrinha fazer.

Janete Oliveira Pessoa, 72 anos

Mulher guerreira, apaixonada por tudo e por todos.

Janethe Alves de Amorim, 81 anos

Uma abelha-rainha que reunia família e amigos para servir boa comida ao som de modão sertanejo.

Janieire Pires Felipe, 50 anos

Uma mulher amazonense que amou ser enfermeira.

Jânio Gomes da Rocha, 59 anos

Muito orgulhoso dos filhos, era capaz de mover céus e terra por eles ou por quem necessitasse.

Jaqueline Cordeiro Prado, 39 anos

Mãe, esposa e amiga. Determinada, batalhadora e guerreira.

Jaqueline dos Santos, 38 anos

Seu passatempo favorito, sem dúvidas, era descobrir coisas novas e se redescobrir.

Jason da Silva Barros Filho, 56 anos

Adorava receber amigos e família para tomar uma cerveja e assar carnes nas churrasqueiras que ele mesmo fabricava.

Javier Guzman Heredia, 68 anos

Ficava todo orgulhoso quando via as notas do boletim da neta, ou quando ouvia o neto aprender uma nova palavra.

Jávier Martins de Oliveira, 57 anos

Alegre e bondoso. Sua risada era gostosa e seu olhar, gentil.

Jayme de Fátima Leite, 64 anos

Pelas palavras ou pelos gestos, ele esbanjava afeto.

Jean Carlos da Cruz Silva, 53 anos

Um turrão que dava o braço a torcer... Um lindo amigo, companheiro, confidente pra sempre lembrado.

Jean Carlos dos Santos, 44 anos

Não gostava da desigualdade social: para ele, todos somos iguais.

Jean Lombard, 81 anos

Bom pai, bom avô, pessoa extremamente íntegra, de um coração enorme.

Jedir Caterinque, 69 anos

Ele era muito calado, mas seus olhos diziam tudo.

Jeferson da Silva Rezende, 38 anos

Trabalho, trabalho, trabalho... não tinha preguiça e corria atrás.

Jefferson Alves, 37 anos

Foi um grande menino, que cresceu e tornou-se um grande homem!

Jefferson Braulio Moncherino da Silva, 32 anos

Um homem de mais de dois metros de altura e cheio de amor.

Jefferson Porto dos Santos, 42 anos

Um caminhoneiro que gostava de cozinhar, pescar e sorrir.

Jeni Aparecida de Jesus Vagli, 86 anos

Mãezona, fazia marcação cerrada e estava sempre presente. Se preciso fosse, brigaria pelas filhas.

Jeová Carmo da Silva, 48 anos

Um herói da saúde que cumpriu seu juramento e deu a vida em prol da sociedade.

Jeová Xavier Rodrigues Palheta, 63 anos

Sempre combateu o bom combate, com um coração amoroso que foi uma verdadeira mansão.

Jeovane Elias da Costa, 75 anos

Um homem reservado, mas que sabia se divertir quando o programa era jogar dominó.

Jerlan Santos, 37 anos

Dona de um sorriso contagiante, que transbordava alegria, luz e serenidade.

Jeruza Valença Barros, 89 anos

Sabia inúmeros versículos da Bíblia, mesmo com a perda de memória que lhe acometeu.

Jéssica Ingrid Pereira dos Santos, 27 anos

Nos dias de folga, gostava de tomar banho de mar e tocar as músicas da Marília Mendonça no violão.

Jesuíno Andrade de Brito, 89 anos

Duzinho, painho, vovô... Seus apelidos representavam todo o amor que recebia.

Jeu Chin Shing, 67 anos

Um doce de pessoa. De origem chinesa, nasceu em Moçambique, naturalizado português e brasileiro de coração.

Jhonatan Carlos Ramos Tota, 28 anos

Apaixonado por motos e Coca-Cola, viveu para os pais e a irmã, a quem dizia amar "do tamanho do universo".

Joana Baia de Brito, 92 anos

Querida e cuidadora, aprendeu que viver com qualidade significa manter a calma e amar inesquecivelmente.

Joana Batista Lopes Jamar, 74 anos

Levou a vida tricotando a união da família e temperando amor.

Joana Constância de Oliveira, 73 anos

Filha de índios, mãe, avó e bisavó, um amor do tamanho do mundo.

Joana D’Arc Guimarães de Oliveira, 85 anos

Mulher, negra, mãe de sangue e de coração de muitos.

Joana de Oliveira Miléo, 80 anos

Mulher revestida de fé, humildade e amor.

Joana de Sousa Reis, 88 anos

Para falar de Joana, que sempre lembrem de Domingos e da família que construíram em 72 anos juntos.

Joana Lemos da Silva, 100 anos

Vovó me ensinou a fazer meu primeiro laço, a pular corda, a rezar, a dizer obrigada, e principalmente a respei

Joana Maria Silveira, 61 anos

“Velho é o mundo, eu sou nova e cheia de vida“, brincava sempre Joana, com um sorriso enorme.

Joana Maria Sousa Coelho, 80 anos

Mãe, avó e bisavó maravilhosa.

Joanisse Cerqueira da Silva, 78 anos

De riso fácil, tinha a receita perfeita de pães, bolos e para buscar a felicidade dos familiares.

João Aires de Vasconcelos, 68 anos

Seu Churrasco, como era conhecido na aviação, era apaixonado e dedicado ao seu trabalho. Amava um livro.

João Alfredo de Amorim, 81 anos

Um homem que vivia na roça e que cultivou o amor de todos a sua volta.

João Alves da Rocha, 77 anos

Recebia todos em sua casa com amor e carinho.

João Alves de Almeida, 80 anos

Era o mestre cuca dos almoços de domingo e estava sempre de malas prontas para qualquer viagem.

João Alves dos Santos, 86 anos

Um João da Guarda.

João Antônio de Moraes, 72 anos

Uma comida gostosa era um dos seus maiores prazeres.

João Avelino Tampelini, 49 anos

Baixinho e extrovertido, conjugou o verbo amar com o rock nacional e a Pastoral Familiar.

João Barbosa Neto, 77 anos

Pirunga, Índia Morena do Pantanal, Garça Branca, Bem: para tudo o senhor João tinha um apelido.

João Barreto Bentes, 49 anos

O sub-tenente, ex-saxofonista, torcedor fanático do Clube do Remo e que adorava colocar apelidos nos outros.

João Batista Alves dos Reis, 60 anos

Colecionador de apelidos e presença marcante na fanfarra e bailes abrilhantados pelo Conjunto Extremunsom.

João Batista Bueno Filho, 72 anos

A união da família e a comunhão com os amigos eram fundamentais para ele.

João Batista da Silva, 60 anos

Seu sorriso falava mais que mil palavras. Seu carisma e sua gentileza conectavam-no com todos ao seu redor.

João Batista da Silva, 68 anos

Meticuloso, pagava adiantado suas contas e nunca comprava a prazo. Espirituoso, não tinha nenhum medo da morte.

João Batista de Carvalho, 85 anos

Caridade, luta, perseverança e amor aos pais e filhos.

João Batista de Morais, 83 anos

Homem negro, teve pouca oportunidade de estudar. Batalhou com honestidade, inclusive sendo engraxate.

João Batista de Oliveira Filho, 71 anos

Joca era paraibano, botafoguense arretado e completamente apaixonado pela família.

João Batista Fabrício Gonçalves, 41 anos

Sua maior alegria era cozinhar para as pessoas que amava.

João Batista Gama, 78 anos

O amor era tão genuíno que persistiu para além da vida, João e Nildinha viajaram juntos rumo às estrelas.

João Batista Pacheco, 55 anos

Uma alegria que contagiava o mundo.

João Batista Ramos de Freitas, 63 anos

Pai e avô amoroso, tinha um banco cativo na praça para conversar com o neto.

João Batista Rocha, 84 anos

Com tudo ele fazia piada, criava peixes ornamentais e a todos ele ajudava.

João Batista Sales Sampaio Neto, 75 anos

"Para quem não nasceu em berço de ouro, o estudo é a melhor forma de se rebelar contra o sistema", ele dizia.

João Bosco Gaião de Queiroz, 68 anos

“Trabalhar é a melhor coisa da vida” ele sempre dizia, transbordando felicidade.

João Bosco Maia, 75 anos

Jornalista e radialista da Rádio Marajoara e da TV Cultura, um homem das comunicações.

João Brazão da Silva Neto, 76 anos

Amapaense e ribeirinho do Aporema, sempre ensinou que os estudos são as portas para o mundo.

João Bueno da Silva, 79 anos

Um pai espetacular, um marido sem igual.

João Carlos Santos, 65 anos

Quem vive em bondade, jamais se vai por inteiro.

João Celso Zilio, 63 anos

Teve filhos, plantou uma árvore e escreveu o livro na memória de cada um que o conheceu.

João Coelho Santana, 62 anos

Dono de um coração tão grande quanto o repertório de respostas afiadas.

João Correia Vilella, 84 anos

Tecelão cerziu para si aquilo que de mais importante há no mundo: humildade e amor.

João da Silva, 52 anos

Assim na Terra como no Céu: Padre João era a alegria em pessoa, o sinônimo de fé e amor.

João da Silva Barros, 86 anos

Tio João era tudo o de mais bonito que a gente quer ser, em uma só pessoa.

João de Lima, 74 anos

Um padeiro apaixonado e pilar de uma grande família. Nas horas livres, fazia palavras cruzadas e costurava.

João Diogo de Sales Moreira, 84 anos

Profissional Memorável. Avô inesquecível.

João dos Santos, 88 anos

"Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá...", cantava ele.

João Eduardo Vasconcelos Azevedo, 69 anos

Um amor eterno traduzido em seu olhar zeloso.

João Elisio Fonseca, 67 anos

De uma generosidade absoluta, estava sempre de braços abertos para acolher os que mais precisavam de ajuda.

João Ernando Pinheiro Maia, 88 anos

Possuía um bar, ponto de encontro de gerações.

João Ernesto Mufalo, 69 anos

Joãozinho, por onde passava, deixava um rastro de admiração e carinho.

João Evangelista Maia, 85 anos

Ajudava até quem ele não conhecia, tirava a roupa do próprio corpo e doava até o seu salário, se necessário.

João Evangelista Ribeiro Filho, 65 anos

O sorriso daquele homem lindo por dentro e por fora lembrava a todos que o amanhã sempre pode ser melhor.

João Fantinatti, 72 anos

Um contador de histórias. Em todas as pescarias tinha um grande peixe...

João Fausto Bartolette, 67 anos

Seu maior prazer foi estar com os netos, bisnetos e viajar com a família.

João Fernandes Conceição, 89 anos

Pai e esposo, considerava a mulher uma rainha, mas era ele que era um rei para seus filhos.

João Ferreira Lima, 79 anos

Pacato, seu João da Bodega pouco usava a voz mansa; adornado pelo cigarro de palha, o sorriso era seu forte.

João Florentino da Silva, 69 anos

João, o herói de coração imenso, que amava o mar; foi a luz de sua família e ainda sabia andar de bicicleta.

João Francisco Arruda Silveira, 74 anos

"O peixe morre pela boca", dizia ele.

João Francisco de Melo, 72 anos

Gostava de contar piadas que não tinham a menor graça. E essa era a parte boa.

João Gadelha da Costa Neto, 49 anos

Era o "boa-noite" do fim do expediente, acompanhado de um sorriso.

João Gandra, 77 anos

Um mineiro iluminado, que telefonava só pra dizer "eu te amo".

João Gerson Monteiro Alves, 66 anos

Circulava por Belém com seu "batmóvel": uma belina cheia de antenas, de onde se comunicava com os amigos.

João Gilberto dos Santos, 39 anos

Festeiro e de uma alegria única, adorava um baile e espalhava sorrisos por todos os lugares.

João Gomes Cardoso, 86 anos

Gostava de contar causos engraçados da roça e fábulas antigas de bicho.

João Gomes Filho, 77 anos

Sempre preocupado se estávamos trabalhando e muito carinhoso com seus netos.

João Gonzaga de Figueiredo, 74 anos

Partiu na manhã de um dia branco, tal como a música que carregava em seu coração.

Joao Henrique Hoshter Nascimento, 53 anos

Para ele tudo se explicava, mas nada se justificava.

João Hilario Valgas de Oliveira, 49 anos

Colecionou bons amigos, esse aprendeu a viver e soube ser feliz.

João Jacob Nahum, 75 anos

"Vem com o vovô", era o que ele mais falava pra cachorrinha poodle, uma paixão dele.

João José Barroso Viana, 56 anos

Um lorde na elegância e no bom humor.

João José Carneiro, 78 anos

Era médico e seu cuidado já começava na sala de espera. Tratava de corações, mas também da alma dos pacientes.

João José da Silva, 76 anos

Levava café na cama todos dias para a esposa desde que se aposentou.

João José da Silva, 71 anos

Um verdadeiro artista, mestre em acertos e desacertos, em amar e ser amado.

João José Gomes de Barros, 61 anos

Único, transmitia unicidade ao inventar apelidos para todas as pessoas que conhecia.

João José Hespanhol, 78 anos

"Ando devagar, porque já tive pressa!", dizia às netas quando falavam de seu vagaroso andar.

João Lucio Duarte, 53 anos

Brincalhão e benquisto, estava sempre disposto a ajudar.

João Luis Buarque de Gusmão, 72 anos

Um mundo melhor era o seu maior sonho e, com certeza, fez a sua parte ao ajudar muita gente.

João Luiz Alvarenga de Matos, 80 anos

“No meu aniversário, quero uma banda de música tocando na portaria, para todos saberem do meu aniversário.”

João Luiz Januário, 58 anos

Joãozinho da Vila da Prata era um supertio, sempre preocupado e cuidadoso com seus sobrinhos.

João Luiz Paiva Cabral, 59 anos

Era um carioca de verdade, para quem não havia tempo ruim. Sorrisos e alegria eram sua marca!

João Manoel Serri, 72 anos

Era conhecido como o “Manél da Padaria”, pois amava comer pão. Adorava uma festa e não deixava nada o abalar.

João Maria Alves de Souza, 59 anos

Ser pai foi a maior posição que ocupou na vida e a cumpriu com excelência.

João Maria Bezerra de Sousa, 54 anos

Contagiava todos com as suas brincadeiras. Do seu lado ninguém se lembrava de ser triste.

João Marinho da Silva, 84 anos

Para ele, era sempre primavera. Amigo e amoroso, carregava no rosto um sorriso; nos braços, um abraço.

João Martins Pereira, 77 anos

Foi pondo a mão na massa que ele construiu uma vida melhor para os outros.

João Nogueira de Oliveira, 67 anos

Pai de Douglas e Bruno, avô de Heitor, irmão de vários, tio e amigo de outros tantos. Era, acima de tudo, o amor de muitos.

João Nunes da Silva, 71 anos

Honesto, trabalhador e paciente. Assim resumia-se João. E como gostava de se cuidar!

João Olimpio de Souza, 61 anos

Adorava reunir a família para comemorar aniversários, pois sabia que todos merecem ter seu dia celebrado.

João Pedro Soares de Aguiar, 26 anos

Gostava de combinar gravata, camisa e terno. Gostava de funk e de Anitta. Mas gostava mesmo é de ser alegria.

João Pereira da Silva, 78 anos

Onde ele estivesse, não havia tristeza. Com 79 anos, dava saltos mortais na piscina e irradiava alto astral.

João Pereira da Silva, 71 anos

Casou-se duas vezes, mas com a mesma mulher.

João Ricardo Bianchini, 62 anos

Criava personagens: podia ser o tio 'lokão' procurado pela Interpol ou o surfista da Califórnia.

João Rodrigues Neto, 74 anos

Um avô carinhoso e brincalhão que, ao entrar em casa, fosse de quem fosse, sempre dizia: "Vocês comem, hein?"

João Rodrigues Souza, 79 anos

Suas mãos grandes e grossas, de uma vida de serviço pesado, tocavam com leveza e graça o cavaquinho nas festas.

João Santiago de Oliveira, 77 anos

Ele sabia o lugar em que, na costela de sua neta, a fazia pular de cócegas.

João Saraiva Monteiro, 68 anos

Protetor nato, para proteger sua filha chegou a matar uma lagosta achando que era um escorpião.

João Schmidt, 86 anos

Bon-vivant e de enorme coração, tinha muitos amigos e criava apelidos carinhosos para os mais especiais.

João Soares Pinheiro Neto, 57 anos

Felicidade era sua filosofia de vida!

João Soares Pinto, 93 anos

Que a vida seja uma eterna orquestra, povoada de músicas, alegria e muito amor.

João Tavares, 81 anos

O melhor jogador de baralho de todos os tempos. Mas tem algo que ele fazia melhor: ser marido, pai e avô.

João Teodósio da Cunha, 82 anos

Revelava toda a sua felicidade na simplicidade da vida.

João Thony Fuly, 72 anos

Homem de riso solto, tinha sempre uma piada na ponta da língua.

João Trindade Borges, 65 anos

O homem que calculava tinha um amor imensurável pela mãe.

João Valério da Silva, 62 anos

Um dos pilares da família. Gostava de jogar sua rede ao mar, junto com os problemas, colhendo sardinhas e paz.

João Xavier Ribeiro, 79 anos

Gordinho e barrigudo, a gordura na verdade era amor, que não cabia no peito.

Joaquim Batista de Souza, 93 anos

Cuidou da esposa quando ela teve Alzheimer e fez valer, por 68 anos, o juramento que fez no altar.

Joaquim Brito da Silva, 72 anos

Um contador de histórias nato, que amava a vida e repetia sempre a frase: “É muito bom viver”.

Joaquim Candido Alves, 72 anos

Contava piadas todos os dias.

Joaquim Cardoso, 94 anos

Mesmo com Alzheimer, continuou sendo o senhorzinho feliz que sempre foi.

Joaquim de Almeida Camargo Junior, 38 anos

Palmeirense que amava tanto ir com a família para a Canção Nova, que, quando iam, ele não queria nem voltar.

Joaquim de Oliveira Neto, 49 anos

Cheio de garra e alegria, abraçou a vida com toda força. Amou a igreja, o trabalho, a família e foi feliz.

Joaquim Dutra, 85 anos

Ele fazia das palavras, um espetáculo de dança, com seus importantes e generosos conselhos.

Joaquim Gonçalves Paiva Júnior, 57 anos

Sua paixão era festejar. Do Carnaval ao Natal, se enganou quem pensou que Paiva não tivesse alegria para tanto.

Joaquim Leal de Lima, 79 anos

Na vida simples do interior, cultivou a união da família e as amizades.

Joaquim Lizardo de Souza, 77 anos

Tinha orgulho de ver que os filhos construíram suas próprias famílias.

Joaquim Lopes da Silva, 82 anos

Conversava com Deus, como quem conversa com um grande amigo.

Joaquim Pereira Neto, 74 anos

Nunca perdia a chance de preparar um bom churrasco.

Joaquim Siqueira Neto, 46 anos

Cuidava de quem mais necessitava, especialmente de crianças e menores desassistidos.

Joarlen Silva Nascimento, 22 anos

Fã de uma boa pizza, Jojo viveu seus 22 anos intensamente e foi amado por uma multidão de pessoas.

Joberto Anivanir Martins Coelho, 53 anos

Foi a personificação do bom humor. Promotor de grandes festas, agora está cuidando da área VIP no céu.

Joceli Dias Nunes, 51 anos

Foi uma mulher batalhadora.

Jocelina Silva Santos, 44 anos

Na linha de frente contra a Covid-19, ensinou, sem usar palavras, o significado da palavra “doação”.

Jocival Marchiori, 55 anos

Acreditava que a educação de qualidade mudava vidas.

Joel Andrade da Silva, 66 anos

Gostava de uma boa piada e divertia a todos com o seu bom humor. A família foi a razão de sua vida.

Joel Ferreira dos Santos, 72 anos

Era uma daquelas figuras emblemáticas, que de tão autêntico, deixava histórias e frases marcantes por onde passava.

Joel Pereira Barbosa, 52 anos

A fala mansa ecoava o grande desejo de ver a família unida.

Joel Pereira de Alcântara, 79 anos

Professor, poeta e sempre pronto para uma aventura.

Joel Primo, 60 anos

Como era belo esse sonhador que amava fazer planos.

Joel Queiroz Machado, 79 anos

Gostava de assoviar músicas do tipo sertanejo raiz; e de compartilhar histórias da sua juventude.

Joel Raymundo Gomes Neto, 40 anos

Dizia para todos que amava: "meu coração gordo ama você!"

Joel Rigobello, 59 anos

Amigo para todas as horas, era alegre, bondoso e fanático por doces.

Joel Vieira, 49 anos

Ninguém ficava triste perto dele.

Joelcimar Rodrigues da Silva, 50 anos

Homem temente a Deus. Destemido diante das atribulações. Hombridade foi seu maior legado, que permanecerá.

Joelma Pita Coelho, 51 anos

A mãe amorosa que sempre viajava para encontrar a prima e suas filhas.

Joílson da Encarnação Silva, 52 anos

Em algum lugar, tem um axé bem alto tocando... é Joca, pedalando, com seu grande sorriso!

Joílson Silva de Medeiros, 67 anos

Superpai, fez dos filhos gente de bem.

Jonas Arlindo Neto, 61 anos

Se todos nascem com um propósito na vida, o dele era ser o melhor "papai" do mundo.

Jonas Batista Lima, 79 anos

Motorista apaixonado por caminhões. Era um 'cabra porreta', amoroso e dedicado à família.

Jonas Custódio de Souza, 53 anos

Músico dedicado, agora está com os músicos celestiais.

Jonhston Amâncio Paiva Santos, 55 anos

Apaixonado pelo Esporte Clube Vitória, vivia fazendo hora extra nos trabalhos.

Jony Henrique Garcia, 50 anos

Homem honrado e generoso, dirigia ambulâncias.

Jorge Alexandre da Silva, 53 anos

Fazer amizades era seu maior dom, cativava as pessoas até mesmo em pontos de ônibus.

Jorge Antônio de Araujo, 66 anos

Era capaz de tudo pelos filhos, que foram seu maior orgulho e alegria.

Jorge Conrado Passos, 64 anos

Gostava das pequenas alegrias: o jornal de domingo, as pessoas amadas e o pavê de sobremesa.

Jorge Cravo da Silva, 81 anos

Seu maior sonho era ser médico, e ele viveu este sonho até o último dia de seus 81 anos.

Jorge Edson Castro, 51 anos

O homem de mil filhos.

Jorge Eli Pinto dos Santos, 57 anos

Chegava sempre de sacolinha nas mãos, com uma “coisinha para as crianças” ou um pãozinho quente para o café.

Jorge Ferreira dos Santos, 55 anos

Sonhador e sorridente, tinha coração de criança em corpo de adulto.

Jorge Gomes Gonçalves, 52 anos

O flamenguista mais sonhador.

Jorge Henrique Vale Feitosa, 57 anos

Flamenguista, amoroso e dono de um abraço aconchegante.

Jorge Leão Tiziano, 69 anos

Torcedor do América e devoto de São Jorge, adorava a cultura italiana e sonhava, um dia, conhecer o país.

Jorge Luiz, 47 anos

Ele acreditava na comunicação como meio de transformação.

Jorge Luiz Alves Alencar, 54 anos

Ele não tinha time favorito e nem paciência com os irmãos flamenguistas, mas era sempre generoso com todos.

Jorge Luiz Carneiro Falcão, 55 anos

Era tão doce que ganhou o apelido de Canjica, por viver sorrindo, com as canjicas de fora.

Jorge Luiz Dias de Souza, 54 anos

Sempre alegre e encantador, era um herói, cuja meta foi salvar vidas.

Jorge Luiz Domingos, 68 anos

O marcante sorriso de um avô admirado, que dedicou a vida ao Flamengo.

Jorge Luiz Guérios Curi, 64 anos

Um guerreiro que enfrentou as dificuldades com alegria, força e amor.

Jorge Luíz Logello de Lima, 49 anos

Amava a vida e vivia parafraseando a música "It's my Life" do cantor Bon Jovi.

Jorge Luiz Vieira do Nascimento, 52 anos

Cereja era um gigante com coração de criança.

Jorge Manuel Ferreira Moreno, 54 anos

Errando ou acertando, ele foi a perfeita imagem do que é ser humano de verdade.

Jorge Miguel Rodrigues, 67 anos

Um homem de vida simples. Tinha o dom de escutar.

Jorge Pereira da Silva, 71 anos

Jorge Thiê, professor de arte e artista plástico. O peixe dos dois rios: o Formoso e o de Janeiro.

Jorge Permaguani Valinha, 62 anos

Grande contador de histórias e churrasqueiro oficial da família. Seu hobby era pescar e era sempre perfumado.

Jorge Ramos Pereira, 56 anos

Não tinha vergonha de dizer que amava e oferecia abraços carinhosos.

Jorge Ricardo dos Santos, 52 anos

Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora. Basta acreditar que um novo dia vai raiar.

Jorge Rotondano Sales Filho, 51 anos

Do esporte à gastronomia, fazia tudo com o coração. Era comédia certa e mestre da arte de fazer sorrir.

Jorge Saraiva Cardoso, 53 anos

Um cara bom de bola. Como jogava bonito! Não errava um chute. Será eternamente um grande artilheiro.

Jorge Senhor da Silva, 76 anos

Divertia a família quando se arriscava no repente e se orgulhava de ter aprendido a ler e a escrever sozinho.

Jorge Valdir Aredes, 71 anos

Um homem de postura rígida e coração mole. Sempre disposto a ajudar o próximo.

Jorge Walter Bellini, 70 anos

Sempre terminava uma conversa ou uma ligação com o clássico: “Deus abençoe, fica com Deus”.

Jorléia da Silva Santos, 51 anos

A querida avó dos "pururuquinhas".

Josabeth Lima Assunção Aguiar, 82 anos

Adorava dançar e fazer bolos para adoçar a vida.

José Abdias de Lima, 74 anos

De sorriso largo, mantendo um constante bom humor, estava sempre pronto para conversar.

José Abílio dos Santos, 89 anos

Um baiano exigente que ajudou a erguer São Paulo.

José Adalberto Ribeiro Soares, 72 anos

Betinho, o caminhoneiro que amava conhecer as estradas deste mundão.

José Adamastor Morgado Britto, 73 anos

Militar e cozinheiro de mão-cheia, nunca revelou a receita da batatinha com calabresa.

José Adilson Torres, 59 anos

Quem nunca foi à sua casa e experimentou seus pratos, não sabe o que perdeu...

José Adolfo Lins Neto, 71 anos

Sonhava em conhecer o Rio de Janeiro e, se o chamasse para viajar, já estava com as malas nas mãos.

José Airton Carvalho Filho, 53 anos

Era aquele que todos querem por perto, sempre. Sabe aquele com quem você sabe que pode contar? Era ele.

José Airton Teobaldo Firmino, 61 anos

Sonhava em deixar a vida agitada da cidade e viver sossegado no seu sítio, com sua companheira de vida.

José Alberto Ferreira, 75 anos

Herói do gatinho Pixote, dos filhos e netos.

José Aldo Tavares de Jesus, 64 anos

Caminhoneiro na juventude, sentia com frequência a nostalgia das estradas.

José Alfredo Barros Vogas, 67 anos

Um antiquário que colecionou joias raras em forma de familiares.

José Alfredo dos Santos, 70 anos

Fez mais de mil amigos por conta de sua gentileza.

José Altamiro Almeida de Souza, 71 anos

Na nova viagem, com certeza terá muita história pra contar e novos amigos pra fazer. Tomara que tenha açaí!

José Alvandes Gomes Mendes, 69 anos

Um avô querido que transmitia paz, alegria e amor em suas palavras.

José Alves Coelho, 76 anos

"Beeem... cadê meu café?" Sempre cobrava, pontualmente, o café com pão, de nossa mãe.

José Alves da Silva Filho, 66 anos

Paizão e amigo preocupado em ajudar, sentia-se feliz em ver todos bem.

José Alves da Silva Filho, 79 anos

Sem dizer "eu te amo", demonstrava o amor em silêncio.

José Alves Filho, 89 anos

Reunidos na calçada, não entendiam as letras estrangeiras, mas todos amavam ouvi-lo cantar.

José Alves Neto, 79 anos

Em todo Natal, vestia-se de Papai Noel para distribuir presentes aos netos.

José Alves Neto, 77 anos

Todo mundo conhecia o Seu Zezinho da bodeguinha verde.

José Alves Sampaio, 68 anos

Sereno e humilde em todas as suas palavras, Zequinha da Cagece amava trabalhar.

José Alves Torres, 78 anos

Sempre bem-arrumado e perfumado, esse santista expressava sua alegria com samba.

José Anacleto da Silva, 84 anos

Brincalhão, prestativo e cuidadoso, era notado por onde passava.

José Angelo Ribeiro Figueiredo, 85 anos

Não gostava de falar sobre coisas negativas.

José Antelian Ferreira Xavier, 69 anos

Foi um pai amado de longe, que legou traços físicos e de personalidade, além da saudade, à sua única filha.

José Antônio de Oliveira, 76 anos

Era o melhor amigo dos bichinhos de casa.

José Antônio Duarte Baptista, 66 anos

De sangue, tinha 4 filhos. Mas com o coração conquistou inúmeros

José Antônio Rabelo, 67 anos

Um homem de palavras sábias, festas e cervejinha.

José Antônio Ribeiro, 77 anos

Aparentemente sério, mas dono de uma alegria contagiante. Pai de nove filhos, cinco deles do coração.

José Antunes de Carvalho, 89 anos

Foi uma fonte inesgotável de água com sabor de amor de pai.

José Aparecido Amorim, 61 anos

Um taxista fã de Roberto Carlos, que convocava a família para festas em que a diversão era ele mesmo.

José Aparecido de Lima, 62 anos

"Muito justo!" era o seu bordão alto e grave, acompanhado de uma risada solta e rouca.

José Aparecido Linhares, 56 anos

"Não tem vida melhor do que essa."

José Aparecido Pavão, 59 anos

Sempre levava café na cama para a esposa. Dessa união, nasceram Leandro e Lucas, suas reticências no mundo.

José Armando Louzada Leite, 85 anos

Homem simples da roça, trabalhador e grande pai.

José Arteiro Soares Rodrigues, 80 anos

Um homem que soube ser pacificador ao longo de toda a sua vida.

José Ataíde da Silva, 72 anos

Zé Ataíde, aquele que plantou as sementes da civilidade para a formação de cidadãos.

José Augusto de Souza, 58 anos

O funcionário mais prestativo da livraria Independência.

José Augusto Nascimento Silva, 57 anos

Prezou sua liberdade até o último suspiro, amou e foi amado.

José Barboza da Silva, 82 anos

A felicidade dele era ter uma família grande.

José Bazílio de Oliveira, 73 anos

Conduziu a vida através dos remos, em direção à mais pura felicidade. ​

José Bearari, 76 anos

Alegre e honesto, tinha gana e pressa de viver.

José Bonifácio Costa Silva, 76 anos

Uma fonte inesgotável de solidariedade, amor, sorrisos e cultura.

José Braga Azevedo, 54 anos

Carro, pra ele, era de vidro aberto. Nada de ar condicionado! Gostava de sentir o vento - e a vida - no rosto.

José Bráulio Sousa Ayres, 66 anos

Como um enviado de Deus, colocou-se à disposição dos seus semelhantes. Deixa uma multidão de órfãos.

José Candido Ferreira Filho, 75 anos

Nunca teve vergonha de chorar, mas preferia sorrir.

José Cardoso dos Santos, 60 anos

A alegria estava onde ele ia e no que fazia: no trabalho, na torcida pelo Bahia e na convivência com a família.

José Carlos da Silva, 68 anos

Era marrudo e tinha cara de bravo. Mas bastava pensar ou falar dos netos que se derretia inteiro... de amor.

José Carlos da Silva, 54 anos

Era um homem de Deus. Ajudou a construir a igreja na qual congregou por mais de 20 anos.

José Carlos de Carvalho Teles, 65 anos

Tinha os olhos cor de violeta que brilhavam mais do que os cristais que amava colecionar.

José Carlos de Jesus, 51 anos

Tio Zé Carlos tinha o Corinthians como uma de suas grandes paixões e sempre dizia "Vai Corinthians!"

José Carlos de Souza Andrade, 61 anos

"Calma, temos que ter paciência, pois tudo vai dar certo. Já fiz minhas orações!", dizia ele.

José Carlos de Vasconcelos, 64 anos

Suas últimas palavras foram para dizer que amava muito os filhos.

José Carlos Leite Magalhães Osório, 78 anos

Português alto e forte, quando ficava brabo, ninguém entendia o que falava por causa do sotaque carregado.

José Carlos Marcos dos Santos, 58 anos

Zé da Feira, sempre presente nos espetáculos de balé da neta e nas missas de segunda-feira, com a mãe idosa.

José Carlos Pereira Novis, 68 anos

Dedicado à família, ao trabalho e ao seu amado Vasco. Do céu, agora, vigia e guarda pelos seus.

Jose Carlos Pires da Silva, 61 anos

Apaixonado por sua “branca linda”, a quem mimava com massagens nos pés e um vestido novo, a cada filho que nascia.

José Carlos Silveira, 73 anos

De grande coração, alternava entre ser sério e piadista, mas sempre muito amoroso.

José Carlos Vargas de Oliveira, 67 anos

Adorava um churrasco em família.

José Castanha, 71 anos

Um palmeirense roxo, e fã da variante mais tradicional de moda e pagode de viola. Tião Carreiro era seu ídolo.

José Casturino Ferreira da Silva, 71 anos

Voltou a ser criança para acompanhar o amado neto.

José Cavalcanti de Barros, 92 anos

Pai, avô e bisavô. Amante da vida, contador de histórias e "fazedor" dos poemas mais lindos que alguém já leu.

José Caxias, 68 anos

Seu Zé dedicou sua vida a cuidar do outro.

José Cícero da Silva, 66 anos

Sua alegria contagiante agora iluminará o céu

José Cícero da Silva, 55 anos

Prestativo, tinha prazer em tentar reparar até o que, muitas vezes, não tinha conserto.

José Cícero Nogueira, 87 anos

Plantar era seu hobby preferido e, durante a vida, cultivou as melhores sementes: sua família.

José Cirilo dos Santos, 88 anos

Pai de 14 filhos e muitos netos, todos herdeiros de seu ótimo caráter.

José Claudiano Santos, 86 anos

Nordestino fiel à cultura, fã de Luiz Gonzaga e de amar sem limites.

José Claudino da Silva Filho, 57 anos

Carlos Carioca foi um ser humano inigualável. Sua vida daria um livro.

José Cláudio Ribeiro de Lima, 54 anos

Doava-se tão naturalmente aos outros que jamais se deu conta do bem que fazia.

José Claudio Rodrigues Ferreira, 45 anos

Acreditava muito nas pessoas. Sua política era brincar com todos e sorrir sempre!

José Clenildo de Sousa Lopes, 56 anos

A alegria das festas e o sorriso dos amigos, família e pessoas queridas.

José Coelho, 89 anos

Tinha um jeito manso e carinhoso de falar, nunca levantava a voz, mesmo quando estava bravo.

José Cordeiro de Farias, 107 anos

Gostava de deixar o rádio no volume mais alto e ouvir as notícias com o jornal aberto, no “quartinho de Vovô”.

José Coriolando Beraldo, 82 anos

Muito inteligente, rápido e um excelente orador, foi um "influencer analógico" da família, amigos e colegas de trabalho.

José Cosme dos Santos Costa, 60 anos

Devoto de Santa Dulce dos Pobres e de coração acolhedor, era fã de Chiclete com Banana e não perdia um carnaval.

José da Conceição Góes, 80 anos

O mundo podia estar se acabando que o Sr. Góes não sairia da cadeira de balanço

José da Cruz Magalhães, 69 anos

Muito brincalhão e generoso, ajudava os vizinhos, socorria doentes e mulheres grávidas.

José Dantas de Lima Filho, 89 anos

Melhor padrinho do mundo, encantava crianças contando e cantando histórias e, em dezembro, virava "Papai Noel".

José Darci de Figueiredo, 86 anos

Se você o conhecia, já era amigo dele.

José das Graças Lino, 71 anos

Carinhoso, era sempre recebido com um belo sorriso.

José de Assis Agra Alves, 93 anos

Inventor de inúmeras expressões.

José de Castro Palheta, 69 anos

Para ele tudo estava bom, mesmo que o mundo estivesse desabando.

José de Morais Rosas, 66 anos

Amava se perfumar e sempre andava bem-arrumado.

Jose de Oliveira Marques, 63 anos

Torcedor do Remo e doador de bombons para a criançada da rua.

José de Ribamar Guedes dos Santos, 54 anos

Seu fusca, que sempre quebrava, era o melhor carro do mundo; o conduzia a uma persistência exemplar.

José de Sena, 82 anos

Zé fazia da própria voz a alegria da casa.

José de Sena Batista, 78 anos

Saía ainda na madrugada para pescar e sustentar os nove filhos.

José de Souza Lucena, 50 anos

Bem-humorado, de bem com a vida e ótimo dançarino. Era a alegria de qualquer festa e reunião da família.

José Dejair de Carvalho, 67 anos

"Tenho orgulho de ser igual a minha mãe."

José Dias Ferreira, 81 anos

Um homem forjado entre bois, tijolos, pedras preciosas, notas musicais e muitas palavras para rimar.

José Dias Palitot Junior, 44 anos

Um homem que viveu a vida intensamente.

José Djalma Vieira Amazonas, 76 anos

Ele dizia e acreditava que Deus sempre proverá.

José do Carmo Moraes Cardozo, 67 anos

Pra ele, a felicidade só era real quando compartilhada.

José Domingos da Silva Júnior, 59 anos

Diante da alegria se fez maestro.

José Domingos dos Santos Filho, 56 anos

Amou intensamente a família, as pessoas e a vida. E queria ser chique como as vilãs de novela.

José Donisete Xavier, 60 anos

Ele enviava "bom dia" para todos da sua agenda de contatos.

José dos Passos Souza, 83 anos

Andava quase um quilômetro só para assistir às novelas na casa do vizinho e era doido por um caramelo.

José Duarte da Costa, 66 anos

"Sabia disso? ", era o que ele dizia quando estava prestes a dar sua opinião.

José Duque Sobrinho, 75 anos

Inventava palavras para dizer no lugar de "palavrões" e adorava preparar o café da tarde todos os dias.

José Edgar da Silva, 73 anos

Mais do que um consagrado artista da música junina, trazia a paz que é própria das pessoas de grande alma.

José Edivaldo da Costa, 65 anos

Tomava café da manhã todos os finais de semana com seu melhor amigo: o neto Mateus.

José Edson da Silva Junior, 32 anos

Enfrentou obstáculos sem nunca tirar o sorriso do rosto.

José Eduardo Jesus e Oliveira, 74 anos

Um pai que fez tudo pelas filhas.

José Edvaldo da Silva, 65 anos

– "Eu não sou seu pariceiro! Cadê a bênção?", costumava dizer.

José Epitácio do Amaral, 60 anos

O melhor pai e avô do mundo, amado eternamente por seus familiares.

José Eronildo Alves Xavier, 50 anos

Seus melhores temperos eram a simplicidade e o amor.

José Estelito de Assunção Pires, 83 anos

Tão querido que virou verso.

José Eufrazio Cardoso, 72 anos

Pai orgulhoso, comemorava cada conquista e gritava aos quatros cantos da cidade: "Foi minha filha que fez!"

José Eugênio Vitor Filho, 65 anos

Um homem forte e feliz que se derretia diante de qualquer sinal de felicidade dos filhos, dos netos e das irmãs.

José Evandro Carneiro Gondim, 90 anos

Um avô com alma de garoto e coração doce, cujos olhos viviam encantados pelas novidades tecnológicas.

José Felix Filho, 46 anos

Pequeno na estatura, mas de um coração imenso.

José Fernandes Cândido de Souza, 32 anos

Um homem de inúmeras qualidades, querido por todos e especial em vários aspectos, que hoje faz falta no mundo.

José Fernando Pamplona Gomes, 47 anos

Ele adorava servir o café da manhã de todos os filhos.

José Fernando Pequeno de Paiva, 47 anos

Se sonho era comprar uma piscina para fazer churrascos com a netinha Manu.

José Ferreira Cambraia, 70 anos

O anfitrião dos almoços de domingo.

José Ferreira da Piedade, 66 anos

Tinha orgulho de ter servido ao Exército e, como vigia da escola, era como se fosse guardião da educação.

José Ferreira de Sousa, 68 anos

Dedé, que era habilidoso no dominó, também jogava no bicho e apostava na quina.

José Ferreira de Souza, 82 anos

Era no sertão que ele se sentia em casa.

José Figueira de Freitas Filho, 87 anos

Em suas longas caminhadas, ele dizia "Alegria, alegria!" aos passantes do semblante entristecido.

José Flávio de Bessa, 63 anos

Brilho no olhar; jeito simples e coração enorme; um amor dividido entre o sítio e a política: marcas só suas.

José Francisco de Britto, 65 anos

Um homem de riso fácil, por quem as pessoas logo se encantavam e de quem nunca mais se esqueciam.

José Francisco de Paula, 57 anos

Conseguiu realizar seu último sonho, ter seu próprio pedaço de terra, e foi ali que passou seus últimos meses de vida.

José Francisco dos Santos, 77 anos

Amou a Deus sobre todas as coisas e, em qualquer situação: agradeceu.

José Francisco dos Santos, 60 anos

Um aventureiro solitário, defensor da cultura indígena e das tradições do nordeste.

José Francisco dos Santos, 74 anos

Homem íntegro, nordestino arretado, com um enorme coração e amante da liberdade.

José Francisco Marques Neto, 87 anos

Uma vida de muitas histórias.

José Germano Pereira, 69 anos

Se você quisesse sorrir, era só se juntar a ele.

José Gilbenê Barbosa, 83 anos

Sempre tinha uma história para contar, com direito a trilha sonora.

José Gomes de Moura, 69 anos

Palavras de fé e amor.

José Gonçalo de Araújo, 70 anos

"Deus te dê felicidade", dizia sempre que lhe pediam a benção. E assim, além de abençoados seriam felizes.

José Gonçalves da Silva, 79 anos

Adorava jaca! Acordava cedo e desejava um bom-dia contagiante, que animava qualquer um.

José Gonzaga Bezerra, 82 anos

Quase todo domingo cochilava no banco da igreja, mas acordava na hora certa pra não marcar bobeira com o padre.

José Guilherme da Silva Machado, 57 anos

Gostava de uma boa zoeira, principalmente com a sogra, a quem tanto amava. O sorriso foi sua marca registrada.

José Guilherme Henriques dos Santos, 60 anos

Médico, piadista, apaixonado por futebol e pela família. O melhor pai do mundo.

José Hailton de Oliveira Brito, 61 anos

Torcedor do Fluminense, contagiava a todos com sua alegria.

José Haroldo da Silva Pereira, 49 anos

Não teve filhos, mas foi pai com um coração do tamanho do mundo para os enteados.

José Hélder Melo Lima, 63 anos

Dedicado à família e solidário à comunidade. Onde ele estava, sua alegria e carisma atraíam a atenção.

José Henrique da Silva, 62 anos

O carioca de personalidade forte que pilotou sua própria vida, contagiando a todos com uma sabedoria ímpar.

José Herculano da Silva, 73 anos

Devoto de São José, sonhava em voltar para a terra natal.

José Hugo de Oliveira Alvim, 47 anos

Pai dedicado e camarada, será sempre lembrado pela sua personalidade vibrante.

José Inaldo da Silva Marinho, 53 anos

Esposo, pai e avô incrível e presente, gostava de ajudar as pessoas.

José Irandir Alves da Silva, 71 anos

Entre todas as coisas que gostava de fazer, dormir com uma toalha na cabeça era a mais curiosa.

José Isaías Ferreira Caxias, 68 anos

Amava viver a vida com alegria e um sorriso no rosto.

José Ivan Barbosa da Silva, 71 anos

A gargalhada mais gostosa e inesquecível do mundo.

José Ivan de Sousa Lima, 58 anos

Sua última missão foi ajudar a salvar vidas. Amigo de todos, sempre sereno e alegre.

José Ivan Martins Guedes, 61 anos

Mesmo em meio a tantos nomes pelos quais era conhecido, é difícil encontrar uma só palavra para defini-lo.

José Ivan Rodrigues de Lima, 63 anos

O "cabecinha branca" que deixou as melhores lembranças.

José Izidio da Silva, 60 anos

Bolinha cantava muito mal e dançava todo atrapalhado, mas sem ele as festas perderam a cor.

José Jorge Silva, 70 anos

Carrega nome de guerreiro: Jorge. Exatamente como ele era.

Jose Josafá Rodrigues, 83 anos

O Bom Pastor da família Vieira Rodrigues.

José Ladislau Filho, 74 anos

Era conhecido como SAMU do bairro, sempre pronto para socorrer alguém.

José Leonardo Francez, 73 anos

"Quando eu morrer, quero ser enterrado no cemitério Campo Grande, para dar tchau aos ônibus que passarem.”

José Lima Cunha, 58 anos

Genioso e de opinião forte, preferia muitas vezes a paz de permanecer em silêncio.

José Lino Pereira Filho, 79 anos

Ele foi o melhor exemplo da frase “fazer o bem sem olhar a quem.”

José Lionor Pereira, 69 anos

O tio que era como pai para os sobrinhos; tinha um coração gigante, um coração que abrigava toda gente.

José Lopes da Silva, 80 anos

Tinha uma imaginação única sobre ET's e dizia já ter visto alguns com os próprios olhos.

José Lopes de Oliveira, 60 anos

Um homem guerreiro.

José Lúcio dos Santos Bernardino, 64 anos

Uma pessoa adorável, bem-humorada, carinhosa. Flamenguista "roxo". Amou sua família e amigos intensamente.

José Luis Mota, 53 anos

Festeiro, ocupava a função de organizador geral. Na cantoria, comia a letra e exibia a pança.

José Luiz da Silva, 66 anos

Homem admirável por sua dedicação com os outros e pela persistência diante das situações.

José Luiz da Costa, 70 anos

Sempre que podia, próximo ao meio-dia, seu Dedé ia tomar banho na Lagoa da Foveira.

José Luiz de Andrade Armigliato, 78 anos

Um colecionador de relógios que viveu intensamente cada minuto de sua vida.

José Luiz Souza, 66 anos

Ele era da arte. Como gesseiro, carregava talento nas mãos. Um exímio artista plástico.

José Luiz Terra Cunha, 75 anos

De professor a showman da família, sempre se fez presente na vida de todos que conviveram com ele.

José Marcelino Nunes da Silva Júnior, 51 anos

Uma alma muito boa. Na Santa Casa, era o “paizão” dos médicos e enfermeiros.

José Marcos de Araújo Manasfi, 59 anos

Pontualidade e violonista de samba eram suas características.

José Maria Brito, 62 anos

Generoso, corintiano, amante de música e dedicado à família, levava alegria aonde fosse.

José Maria de Melo, 77 anos

Zeca cuidava de suas plantas com todo o zelo. Adorava contar histórias e eternizou a vida com poemas.

José Maria Dutra, 72 anos

Ganhou o mundo e retornou para o seu Ceará. À família, legou a educação, algo que "ninguém pode tirar".

José Maria Martins, 76 anos

Forte como o aço com o qual trabalhou, tinha a resistência nordestina.

José Maria Pinheiro do Rosario, 64 anos

Tinha confiança que tudo iria dar certo. Sempre alegre e extrovertido.

José Maria Santos Gonçalves, 70 anos

Apaixonado pelo Pará e torcedor entusiasmado do Paysandu

José Mariano Pereira Filho, 57 anos

Torcedor ardoroso do Sport Club do Recife.

José Marinho de Queiroz, 76 anos

Apaixonado por sua profissão e sua família, sempre batalhou por eles, pelos seus sonhos e pela sua vida.

José Mario Costa Rocha Filho, 42 anos

Por onde passava, deixava um rastro de alegria e felicidade.

José Mário Ferreira da Silva, 60 anos

Um caminhoneiro de sorriso largo e energia contagiante, que marcou muitos corações pela estrada da vida.

José Martins de Souza, 52 anos

Gostava de viver uma vida tranquila, beber aos finais de semana e ficar em seu comércio.

José Mauri Freire, 51 anos

Ele expressava o seu amor nos pequenos gestos.

José Mauro Brochado, 70 anos

"Fala, vascaíno!", era sempre sua maneira de cumprimentar quem quer que fosse.

José Maximiano Duarte Neto, 35 anos

Um professor que nunca se calava diante de injustiças.

José Menache Neistein, 85 anos

Foi uma dessas pessoas cuja passagem pelo mundo deixa um legado inestimável e uma enorme saudade.

José Mendes da Silva, 68 anos

Apaixonado por peixe assado com açaí; o verdadeiro açaí com farinha, que preparava para o almoço todos os dias.

José Mesquita Melo, 78 anos

Gostava mais de ficar em casa, em frente à televisão, do que de sair.

José Miguel da Silva, 84 anos

Pela sanfona ou pela gargalhada, ele era reconhecido de longe.

José Miguel de Oliveira, 84 anos

Profissional inteligente e comprometido com o serviço público. Foi também um fervoroso defensor da educação.

Jose Nazareno do Nascimento Lima, 45 anos

Com um humor ímpar, quando via que alguém estava capiongo, dizia: “Homi, deixe de muído!”

José Nelson Marsola, 80 anos

Devia ter sido pastor ou padre pela sua bondade...

José Nemem Jereissati Netto, 57 anos

Na vida, seu bem essencial era uma boa companhia.

José Neris de Oliveira, 63 anos

Um contador de histórias sobre as aventuras da vida.

José Oliveira de Sousa, 69 anos

O melhor contador de histórias, a risada era garantida quando Zé Bernardo estava por perto.

José Onofre Reis do Nascimento, 69 anos

Queria ser lembrado como um ótimo filho e um ótimo pai. Assim é!

José Orlando Gomes, 59 anos

Uma herança incalculável; valores que o dinheiro não paga.

José Otávio Pacheco Teobaldo, 74 anos

Um pernambucano que adorava ouvir música deitado em sua rede.

José Paula de Oliveira, 74 anos

Foi "super" em tudo que se propôs a fazer na vida.

José Paulo Gomes, 66 anos

Todos procuravam nele, um conselho para lidar com problemas. Amigo e querido por todos!

José Paulo Gomes Ribeiro, 62 anos

Sempre elogiava as pessoas que amava.

José Pedro dos Santos, 59 anos

Tinha a mania de sorrir e de perdoar com facilidade.

José Pedro Rossetti, 65 anos

Era um homem de amores, especialmente à família, à pesca, aos animais e ao bigode.

José Peinhopf, 76 anos

Ele conheceu muitos lugares, mas dizia que "viver no Brasil é ótimo, aqui temos os melhores amigos".

José Pereira da Silva, 88 anos

Gostava de ficar em casa. Tinha habilidade para tecer redes de pesca.

José Pereira Filho, 78 anos

Ele foi uma estrela no céu de sua neta, Maria Eduarda.

José Pereira Marinho, 80 anos

A doçura materializada. Gostava de cozinhar pratos coloridos e era amado pelos gatos.

José Pereira Mendes, 99 anos

Acreditava no sentido da família: ser unida e feliz.

José Pereira Sales, 69 anos

Ele se encontrou no Rio de Janeiro e adorava receber visitas de parentes e amigos.

José Péricles Gomes Lopes, 71 anos

Pai dedicado e avô bobo, ostentava um bigode de respeito com muito bom humor.

José Pinheiro da Silva, 77 anos

Numa bela sinfonia, forrozeou com sua luz e sorriso.

José Pinheiro dos Santos, 80 anos

Seu legado está posto para todos, construído ao longo dos seus 80 anos de existência.

José Pinho Pereira, 93 anos

O oficial da marinha que cantava serestas e devorava jornais.

José Pinto de Miranda, 83 anos

Seu Miranda, católico fervoroso, coordenava o terço na praça da Paróquia São João Bosco, no Rio de Janeiro.

José Plácido, 77 anos

Era só chegar... e já tinha um cafezinho esperando e um boa história pra contar.

José Prentes dos Santos, 84 anos

Com uma risada marcante, ria até de si mesmo.

José Quelho de Souza, 65 anos

Sua realização era ver a felicidade de seus entes queridos.

José Quirino dos Santos, 73 anos

Símbolo de honestidade, amor e bom humor.

José Raimundo Barauna Cardoso, 52 anos

Demonstrar amor sem diferenças e defeitos: essa era sua missão.

José Raimundo de Jesus dos Santos, 53 anos

Um homem forte de coração mole.

José Raimundo Nunes Lima, 66 anos

Ele virava criança só para ver a neta feliz.

José Raimundo Vieira Magalhães, 76 anos

O abraço e a voz forte, a firmeza e a alegria serão sempre seus legados entre nós.

José Renato Pires do Nascimento, 65 anos

Uma pessoa incrível, excelente filho, marido, pai, avô, tio e amigo. Para quem não havia tempo ruim.

José Ribamar Berredo Urbano, 72 anos

Seu Urbano era a prosa sem hora para acabar.

José Ribamar Gomes Carneiro, 63 anos

O eterno cozinheiro dos Faria Carneiro, Zeca não hesitava em atender um pedido da família.

José Ribamar Jares Pereira, 73 anos

Aqueles que amamos não se ausentam, transformam-se em saudade!

José Ribamar Oliveira Silva, 79 anos

Exemplo de força, persistência, dedicação e superação.

José Ribamar Paixão Santos, 72 anos

Para ele, tudo estava sempre bom. E nunca deixava de fazer uma “fezinha” semanal.

José Ribamar Pinto, 90 anos

Um profundo conhecedor da palavra de Deus.

José Ribamar Pontes, 78 anos

Zecão da Praça 14, símbolo de resistência negra, uma vida que merece virar samba.

José Ribamar Ribeiro dos Santos, 82 anos

Aos 82 anos, ainda gostava muito de jogar futebol.

José Ribeiro da Silva, 74 anos

Gostava de um forró bem animado e de uma boa buchada. Amava dona Cícera e era fervoroso na fé.

José Ricardo Barbosa Rodrigues, 55 anos

Cozinhar era sua forma de dizer "eu te amo".

José Ricardo de Jesus Aguiar, 55 anos

Morador do Piscinão de Ramos, foi um ícone na comunidade onde viveu por ajudar a todos, dando o seu melhor sempre.

José Ricardo Magela Vilela, 45 anos

Apaixonado por música, família e amigos. Mas com ele por perto, não se falava em política.

José Rinaldo Coelho Pereira, 58 anos

"Essa vida de rico me cansa", frase sempre dita por ele.

José Roberto C. Iglesias, 64 anos

Um homem a ser lembrado por suas conversas intermináveis e risadas descontroladas.

José Roberto Corrêa, 55 anos

Tinha um coração lindo e muito brilho no olhar.

José Roberto de Castro, 77 anos

Roberto amava chocolatinhos e queria guardar todas as fotos da família para si. Fingia ser durão.

Jose Roberto de Lima, 46 anos

Aproveitava a vida como se não houvesse amanhã.

José Roberto de Souza, 69 anos

Felicidade em alta voz.

José Roberto Ruz Requena, 58 anos

Impossível não lembrar do som de sua risada e do timbre de sua voz grossa.

José Roberto Salvett, 53 anos

Sempre amou a família, procurou ajudar todos e fazia a melhor esfiha da cidade.

José Roberto Sousa de Oliveira, 71 anos

Acreditava tanto no poder da educação que, sem saber, educou todos na arte de ser generoso, dedicado e correto.

José Rodrigues da Silva, 76 anos

Carregou a paixão pelo Náutico pelas estradas do Brasil. De seu baú de memórias, sacava muito amor.

José Rodrigues de Pina, 72 anos

Mais de vinte anos após se aposentar, ainda recebia ligações dos amigos de trabalho.

José Rodrigues Lima, 68 anos

Renovava a alegria de viver em banhos no mar.

José Rodrigues Soares de Oliveira, 60 anos

Pedreiro de profissão, especialista em bondade no coração.

José Romélio Brasil Ribeiro, 65 anos

Visionário, brincalhão e pai amoroso, irradiava alegria contagiante, positividade e fé.

José Romildo Nogueira da Silva, 55 anos

Militar do coração enorme e um vovô maravilhoso.

José Romildo Pereira da Silva, 50 anos

Uma fonte inesgotável de superação, amor e cuidado com o próximo.

José Ronaldo Lima de Barros, 62 anos

Dizia “eu te amo” com a mesma intensidade em que vivia seus dias.

José Ronaldo Menezes, 60 anos

Sua principal virtude era servir o próximo.

José Ronaldo Xavier Costa, 68 anos

Cantor nas horas vagas, interpretava Reginaldo Rossi com toda sua alma, animando as festas de família.

José Rubem Benvenuti, 80 anos

Saudade é ser, depois de ter.

José Sales Lima Verde, 69 anos

Muito feliz e boêmio, deixou uma dose de amor aos que ficaram.

José Salu Neto, 85 anos

Ele amava em detalhes, era amor da cabeça aos pés.

José Santos da Silva, 70 anos

Mesmo sendo analfabeto do Cerrado, aprendeu a decifrar com inteligência todas as coisas.

José Severino Luiz, 63 anos

A voz alta e o pavio um tanto curto compunham seu jeito único e alegre de ser.

José Sévio Meneses Oliveira, 70 anos

Amava filmes, mas muito mais seus filhos e netos! Deles foi: exemplo, proteção, alegria, amparo e calmaria.

José Simas, 56 anos

À frente da Câmara, Zeca Simas discursava com paixão. A mesma que o movia na vida familiar e na ajuda ao próximo.

José Simplício de Melo, 88 anos

Um homem apaixonado pelo campo. Viveu para o trabalho, mas sem abdicar do tempo para a esposa e os filhos.

José Sinval de Carvalho Lima, 75 anos

No declínio da vida até a morte se declina, pois no legado deixado a vida nunca termina.

José Soares da Silva, 64 anos

Gostava de se descrever como a música de Raul Seixas, um "maluco beleza".

José Tadeu Tardochi, 68 anos

Brincava como se fosse uma criança.

José Tarcísio Rodrigues Mendonça, 63 anos

"Vamos à luta!", dizia ele. E não apenas dizia, como também apoiava a luta dos seus.

José Tavares, 73 anos

Um homem incansável e lutador, que tratava todos com atenção e respeito em seu pequeno comércio.

José Teixeira, 83 anos

Pai e avô carinhoso, repetia sempre as mesmas histórias, mas cada vez com mais amor.

José Telles Pinheiro, 77 anos

Devoto de Santo Antônio, adorava presentear com flores. Era um Romeu do século XXI.

José Thadeu da Fonseca Gomes, 61 anos

Ele era como um farol de fé nas madrugadas, iluminando quem buscasse seus conselhos.

José Valdir da Silva, 71 anos

Viveu, amou e demonstrou com suas ações.

José Valdivino do Nascimento, 65 anos

Tratar os outros como você se trata, esse era o lema do seu José.

José Valiente, 74 anos

Soberano no coração da família.

José Vanderlei Bonanho, 68 anos

Sonhava em ser Papai Noel. As crianças iam ao mercado apenas para ver a alegria que José era.

José Vicente Dantas, 84 anos

Amante da simplicidade, sempre dizia: “Bonito é o natural, nada de luxo”.

José Vicente de Oliveira, 61 anos

E... naquele domingo bonito de outono, o Curió bateu asas e voou. Voou e nunca mais voltou.

José Vicente Ferreira da Silva, 73 anos

Seus maiores amores foram seus filhos e netos, que herdaram dele sua maior paixão: o Corinthians.

José Vieira, 87 anos

Quem quer garapa, melado e rapadura do seu Zé Alagoano?

José Vieira dos Santos, 68 anos

"Se eu não voltar mais, fica todo mundo com Deus!", dizia sempre que saía em viagem à terra natal.

José Vieira Primo, 63 anos

Um apaixonado por pescaria, que raramente pegava um peixe, mas que fisgou o coração de Sandra para sempre!

José Vilmar Souza França, 61 anos

Um cara com um coração enorme, que fazia o que podia para ajudar os outros.

José Virgílio de Ornelas Freitas, 74 anos

Não gostava de ir ao mar, mas amar para ele foi verbo fácil de se conjugar.

José Vitor Ferreira Góes, 37 anos

Um apaixonado torcedor do Bahia que era pura alegria, bondade e amor.

José Welington Barroso Carneiro, 36 anos

José era um otimista, sempre dizia que tudo daria certo.

José Wilson dos Santos, 57 anos

Fez da vida uma grande festa, espalhando seu bordão "Oh, céus!".

Joseci Pereira de Andrade, 43 anos

Otimista, sempre via o copo cheio. E se fosse de cerveja, já tomava.

Josefa Bezerra Cordeiro, 65 anos

Não ficava nem um único dia sem telefonar para ter notícias da neta e dos netos do coração.

Josefa Dantas de Souza, 72 anos

Mãe e filha foram-se juntas, seguindo a lógica que as guiou em vida: "onde uma vai, a outra vai atrás".

Josefa Darci de Assis, 80 anos

Nasceu em dia de feira, amava o carnaval, passava roupas ouvindo música e jamais saía sem perfume.

Josefa de Sousa Silva, 80 anos

De coração enorme, sempre soube ver alegria nas coisas simples da vida.

Josefa Etelvina Santos da Silva, 73 anos

Adorava assistir televisão e era apaixonada pelo programa da Ana Maria Braga.

Josefa Maria de Jesus, 72 anos

Acordava cedo, fazia um delicioso cafezinho e ligava o rádio para ouvir o Padre Marcelo Rossi.

Josefa Maria de Jesus Mendes, 88 anos

Nada era capaz de desmotivá-la, nem a sua cadeira de rodas. Adorava um forrozinho.

Josefa Santana Andrade, 80 anos

Na casa da grande "Pequena" podia tudo, menos não comer...

Josefa São Pedro Pinto, 67 anos

Reinventava as palavras; em seu dicionário, família significa amor.

Joselene de Fátima Carneiro Pereira, 60 anos

Era tão apaixonada pelo Flamengo que, se tivesse jogo quarta-feira, ela é que não ia fazer o jantar.

Joselice Guimarães dos Santos, 63 anos

A taxista mais simpática de Salvador.

Joselita Barbosa Morais, 70 anos

Buscava desfrutar das alegrias do caminho e deixa eternizada a sua determinação.

Joselita de Araujo Lima, 60 anos

Só descansou quando soube que seus sete cachorros estavam com quem ama os animais.

Joselito Bomfim de Lima, 55 anos

Levantou-se de todas as rasteiras que a vida lhe deu, sorriu e cozinhou como ninguém!

Joselito Nascimento dos Santos, 53 anos

Um flamenguista que não dispensava um bom churrasco e uma cerveja gelada, com a família.

Josemar José de Lima, 62 anos

Um dentista com mania de limpeza e organização, que também dava expediente como bancário.

Josenildo Joaquim da Silva, 55 anos

Biliu, um vovô sorridente que gostava de cantar e dançar forró.

Josenildo Medeiros da Silva, 74 anos

Negro, de cabelos e bigode brancos, um homem de periferia, que lutou muito na vida.

Josenildo Mendes de Sousa, 64 anos

Um aprendiz incansável da arte de viver.

Josenilton Machado da Silva, 52 anos

Era o despertador da família e um profissional tão dedicado que está em um porta-retratos na casa dos patrões.

Joseny da Silva Mariano, 63 anos

Gostava de contar histórias, colecionar coisas e torcer para o Santos.

Josete Joaquim dos Santos, 56 anos

O corredor.

Josias Batista, 71 anos

A teimosia era seu único defeito, o resto era só alegria.

Josias Luiz Pinto Moreira, 67 anos

Faculdade? "Com licença, por favor e obrigado", eram as formações essenciais que o Chico ensinava aos filhos.

Josil Araujo Costa, 52 anos

Com ele era só alegria, não tinha tempo ruim. Pacientemente encarava as dificuldades da vida.

Josimar Arêas Barbosa, 65 anos

Sinônimo de bondade e doçura.

Josimeire Alves Façanha, 46 anos

Seu doce sorriso e seu amor ao próximo marcaram gerações.

Josina Matias Pereira, 57 anos

Zizi era nosso girassol, que emanava amor, esperança e felicidade.

Josinaldo Mendonça, 53 anos

O arengueiro amigo de todos.

Josival Ferreira dos Santos, 59 anos

Por trás do semblante sério, havia um coração enorme e bondoso.

Josué de Ramos, 22 anos

Mesmo jovem, já planejava abrir padaria com seu nome. Aos amigos, distribuía sorrisos e alegria contagiante.

Josué Dias de Alencar, 67 anos

"Um homem grandão", de voz calma e passos largos e que já chegava de braços abertos.

Josué Rosa de Oliveira, 46 anos

Um amante da justiça e da paz.

Josuel Pais de Almeida, 43 anos

Extrovertido, gostava de tocar sax, viajar e comer bem. Mas amava mesmo fazer a família e os outros felizes.

Jovam Mota da Silva, 50 anos

Era nas águas que o homem, que vivia dos céus, se acalmava.

Jovino Martins, 81 anos

Gostava de ir à feira buscar jiló e almeirão para os canarinhos que cuidava todos os dias.

Jovita Rosa dos Santos, 60 anos

Demonstrava amor em muitos abraços e beijos que adorava distribuir.

Jozemar Bezerra Cordeiro, 60 anos

Passou pela vida a brincar e adorava repetir com orgulho que a Família Cordeiro tinha brasão!

Juan Beltran Gonzalez Silva, 68 anos

Um homem amoroso que gostava muito de ajudar aos outros.

Juan Carlos Canamari Salazar, 56 anos

Um boliviano que nunca mediu esforços na busca por uma educação de qualidade para ele e para os filhos.

Juana Naranjo Gallart, 86 anos

Uma espanhola extremamente vaidosa e de coração enorme. Reconhecida por fazer o bem.

Juann Carlos Gonçalves Cardoso, 32 anos

Era o mais cheiroso da rua durante a adolescência.

Juarez Klinger do Areal Souto, 86 anos

Médico e professor, era a própria alegria! Chegava com aquele sorriso, a voz forte, e o ambiente se iluminava.

Juarez Queiroz de Lima, 64 anos

Seu hobby era fazer lives para falar dos problemas de seu bairro.

Juarez Ribeiro de Barros, 93 anos

O velhinho mais elegante da missa de domingo, com lugar cativo no banco da igreja e no coração das pessoas.

Judite Bulhões da Silva, 72 anos

A felicidade estava na sua casa, em volta da mesa, com a família, sua comida e amor.

Julcivan de Araújo Silva, 48 anos

Capotinha era o típico paraense que amava açaí com camarão.

Júlia da Silva Santos, 71 anos

De sorriso fácil, tinha um coração enorme e uma alma doce.

Julia Ferreira Neta da Silva, 62 anos

Nunca se esqueceu de quando foi criança, ao contrário dos que ficam adultos.

Júlia Maria de Medeiros Annes, 76 anos

Pós-graduada em ser mãe, dedicou amor materno por onde passava. Íntima de Deus e de seus anjos da guarda.

Julia Maria Félix Nogueira, 80 anos

Descendente de povos indígenas, a palavra "Guerreira" descrevia Julia.

Julia Nietto Parra, 101 anos

Flexível para adaptar-se ao novo, mas firme para sustentar valores por toda uma vida: uma mulher de fibra.

Julia Silva dos Santos, 71 anos

Foi um anjo que Deus colocou na terra para acalentar o coração de muitas pessoas.

Júlia Viana, 24 anos

Igual ao coração de mãe, no seu, sempre cabia mais um. Levava amor aonde ia.

Juliana Amorim Marques, 34 anos

Uma professora que ensinou a importância de tratar as pessoas sem preconceito e com igualdade e valor.

Juliana Cristina de Souza, 30 anos

O brilho dos seus olhos e o seu largo sorriso expressavam todo amor, fé e força que habitavam em seu coração.

Juliana Musse Chen, 42 anos

Apaixonada pela vida, pelos animais e por viagens.

Juliana Soares, 32 anos

"Ouça uma música que você gosta, você vai se sentir melhor", era o conselho básico da Jubs.

Juliano Élcio Fiori de Oliveira, 39 anos

Alma de criança, não parava quieto. Gostava de irritar sua filha Isabella e fazê-la gargalhar a todo custo.

Juliano Reis Apolinario, 42 anos

Amava ficar em casa e só saia se fosse para agradar sua mãezinha.

Julieta dos Santos, 82 anos

Mãe de dez, avó de vinte e quatro, bisa de seis. "Família" era seu sobrenome.

Julio Antunes Fado, 59 anos

“Nós aprendemos bem o ditado que diz: quem ama, cuida” dizia Julio.

Júlio Cesar Carvalho, 41 anos

Um cara diferente de todos. Tão diferente, que tinha até superpoder: sua curiosidade inesgotável.

Julio Cesar de Oliveira, 57 anos

Um homem de poucas palavras, muitas ações e sorriso fácil.

Júlio Cesar de Oliveira Varella, 48 anos

Entendia de tudo um pouco. Em casa, fazia as vezes de eletricista, pedreiro, técnico em informática, pintor...

Júlio César Mendes Silva, 45 anos

Carioca da gema que dizia: "Vamos viver o hoje, que o amanhã só a Deus pertence."

Julio da Cunha Venâncio, 38 anos

Adorava dizer se gabando: "Sou um cavalo sempre forte!"

Júlio Ferreira da Silva, 90 anos

Com sua bengala na mão, todas as tardes saía para visitar amigos e familiares.

Júlio Marinho da Silva, 65 anos

Dedicou a vida a cuidar com muito afeto de quem amava.

Júlio Newton dos Santos Salgueiro, 76 anos

Competência e dedicação técnica e humana marcaram sua trajetória.

Júlio Pinheiro, 57 anos

Flamenguista fiel, médico e pai dedicado. Amigo certo das horas incertas, piadista de carteirinha.

Junio Eiji Kajihara, 52 anos

Referência de carisma, gentileza e boa conversa em Maringá.

Junior Cesar Correia Santos, 40 anos

Chamava atenção por sua alegria constante e contagiante.

Juraci Araujo Pinheiro Júnior, 54 anos

Pai amoroso, alegre, bem-humorado e teimoso, partiu amando Luna, a neta que não conheceu.

Juraci da Silva Braga, 66 anos

Seja nos hospitais ou na vida, “dói, mas passa”.

Juraci de Oliveira Nunes, 81 anos

"Va tutto bene", dizia. E fazia tudo o que podia para que todos realmente estivessem bem.

Juracy de Queiroz Araújo, 78 anos

Chamado de Painha pelas filhas, divertia-se com o apelido. Fã de Nelson Gonçalves, partiu ao som de "Boemia".

Juracy Dolacio Mendes, 88 anos

Salve salve Juracy!

Jurandir Fernandes, 80 anos

A vida longa foi muito breve para um amor tão grande.

Juscelino Costa Sousa, 58 anos

Doutor Juscelino era completamente apaixonado por Bernadete, sua querida esposa.

Jussara Martins de Oliveira Neves, 49 anos

Jussara sempre foi moleca. Brincava, sorria, cozinhava, vendia malas. Era multifunção porque tinha muito amor.

Justino Borges Pinheiro, 80 anos

Amou e seguirá, para sempre, amado.

Juvenal Pinheiro Teixeira, 58 anos

O hábil artista manual que inventava de tudo, mesmo sem todos os dedos.

Juvenal Vicente, 69 anos

Bondoso, humilde, humano, Boinho foi um paizão de generosidade no mundo.

Juvito Batalha Lucas, 87 anos

Homem de muita fé. Com a Bíblia na mão, transmitia seus ensinamentos.

Karollyne Mendes Ramos da Silva Souza, 19 anos

Conquistou o mundo com sua inteligência, suas longas tranças azuis e seu sorriso tímido.

Kátia Almeida dos Santos, 48 anos

Seu ofício e sua alegria era aliviar a dor alheia.

Katia Cileni Maciel da Luz, 51 anos

Por toda a vida, ela doou muito de seu amor.

Kátia de Carvalho Martins, 68 anos

Uma grande acumuladora de viagens históricas, de amizades e do amor por sua gata de estimação.

Kátia Maria Martins de Oliveira Carvalho, 56 anos

Não tinha limites para fazer seus filhos felizes, a alegria deles era sua alegria.

Kazuyoshi Wada, 69 anos

Era o japonês mais brasileiro do Maranhão. Gostava de feijoada, de peixe frito e aprendeu a abraçar.

Kepler Araújo Silva, 44 anos

Seu jeito especial continuará vivo em cada um dos que o conheceram.

Kerson Ferreira Salomão, 58 anos

Chamava todo mundo de vascaíno: "E aí, vascaíno, como você está?" era o jeito dele de cumprimentar.

Khalil Ez Zughayar, 73 anos

Um Khalil em uma família com três Khalil; filho do Ibrahim, de uma família com três Ibrahim...

Kleber Dias Barbosa, 50 anos

Líder comunitário que teve como lema de vida um mundo melhor para todos.

Kleber Marques Paiva, 67 anos

Brincalhão e contador de piadas, gostava de baralho, dominó e matemática. Mas sua paixão mesmo, era Alciléa!

Kleyton Batista Gomes, 35 anos

Ele estava sempre certo e acertou de novo ao dizer que já, já, estaria bem.

Laelia Ednaci Batista, 44 anos

No rosto, sempre um sorriso. No coração, a certeza de que Deus era com ela.

Laércio Antônio de Rosa, 63 anos

Os netos eram sua maior riqueza.

Laércio Cusin, 66 anos

Na vida, ele alimentou pessoas, sorrisos, paixões e um grande amor.

Laerte Aviles, 63 anos

Um compositor nato. Para qualquer situação que fosse engraçada, triste ou alegre, ele rapidamente fazia um samba.

Laerte Nazareno de Oliveira Quemel, 72 anos

Seu sorriso era único. Cheio de alegria, amava fazer piadas com os amigos.

Landir Adriano, 70 anos

O sorriso largo e sereno anunciava o coração forte e gigante.

Larissa Correia, 33 anos

"Vou na sua casa pra você não morrer de saudades de mim", dizia ela antes de visitar a amiga.

Larissa Tarouco Mello, 22 anos

Torcedora do Grêmio, brilhava também em campo, seguindo seu grande sonho.

Lauane Monteiro Gentil, 40 anos

Sua presença era sinônimo de muita alegria e diversão.

Laudeâny Aparecida de Bueno Brandão, 50 anos

Celebrava a vida pela gastronomia e amava estar entre pessoas queridas.

Laudelina Fonseca Dias, 77 anos

Uma mulher de palavras e atitudes fortes, mas com um coração de manteiga derretida.

Laudemila de Sousa Silva, 74 anos

Tinha o sangue quente; Luda nunca levava desaforo para casa.

Laudemir Santana, 64 anos

Seu Super Lau se resumia em alegria.

Laudenir Soares de Mello Pedrosa, 71 anos

Usava, por onde passava, sua melhor ferramenta: o amor.

Laura da Conceição Cepa, 92 anos

Ela veio lá de Portugal para torcer pelo Vasco e ser a alegria dos almoços em família.

Laura da Silva Pinto, 82 anos

Nas festas, jogava bombons para o alto para que seus convidados pegassem; e eram sempre recheados de amor.

Laura Fontani Machado, 89 anos

Confundia os nomes dos filhos com os dos netos. Amor não faltava nos almoços de domingo.

Laura Rodrigues Silva, 22 anos

Apaixonada por fotos, colecionava em sua galeria pores do sol.

Laurentino José de Oliveira, 78 anos

Com fogos de artifício do mundo todo, ele comemorava o aniversário e celebrava a vida.

Laurindo Luiz de Souza Neto, 53 anos

Alegre, gostava de estar perto da família e dos amigos.

Laurita Barbosa, 91 anos

Tia Nita, como todos a chamavam, era a tia e mãe de todo mundo.

Lauro Freitas Filho, 61 anos

Homem alegre e apaixonado por suas conquistas, cujo maior feito foi semear carinho e amor.

Lauro Romano, 71 anos

Distribuía um pouquinho de sua alegria quando tocava violão.

Lázaro Gomes de Moraes Neto, 65 anos

Na música, foi autodidata. Com as sucatas, era artesão. E as piadas, contava como ninguém.

Lázaro Ribeiro, 68 anos

"Data venia", eis aqui o escritor de poesias mais sensível e o pai mais amoroso desse planeta.

Lazinha Targas, 80 anos

Mulher dedicada, consagrada e fiel.

Léa de Castro Oliveira, 98 anos

Abnegada, solidária, engraçada e a eterna Furustreca.

Leandro Jorge Lima Del Aguila, 44 anos

Era um cara grande. E, era um grande cara.

Leandro Oppedisano Avella, 30 anos

Ninguém gostava da banda que Rebeka gostava... ele sim.

Leandro Santana da Silva, 39 anos

Cresceu, mas manteve a alma infantil.

Leandro Santos de Oliveira, 38 anos

Sempre contava alguma mentirinha, do tipo boba, e que já desmentia, na mesma hora.

Leda Annunciata Torloni, 93 anos

Os Natais em sua casa eram maravilhosos, ela sempre elegantérrima e a casa toda decorada. Inesquecível.

Lêda Grafanassi Tranjan, 89 anos

Mulher forte, fazia da sua solidariedade o amor em movimento.

Leida Netto de Albuquerque, 92 anos

Mãe e amiga, sempre foi o conforto para todos os momentos.

Leila Maria da Silva, 72 anos

Amava reunir todos os filhos e comemorar a vida com eles.

Leilane Lima, 30 anos

Nasceu para servir a Deus e ao Seu propósito.

Leine Lelis de Souza Guimarães, 87 anos

Falava as verdades com a leveza de uma pluma e com uma profundidade oceânica.

Lelia Nazaret Xavier, 44 anos

Todos os dias, ela ia à casa da mãe e da irmã, para que pudessem tomar café da manhã juntas.

Lélio da Costa Freitas, 67 anos

Companheiro de viagem, leitor voraz sobre língua portuguesa, gramática e História do Brasil, e ainda amante da dança.

Leni de Paula Cavalcante Silva, 74 anos

Distribuía aos clientes da padaria onde trabalhava o seu lindo sorriso, acompanhado do troco.

Lenilda da Silva Breves, 63 anos

Talento nato para contar piadas. Com vocês, Lenilda.

Lenira Machado Pereira, 82 anos

Ela era toda feita de afeto e seus doces eram os melhores.

Lenira Sales de Azevedo e Silva, 102 anos

Mãe, tia e avó de muitos por laços de sangue e, principalmente, por laços do coração.

Lenita Maria Santhiago do Nascimento, 76 anos

Educadora, baiana de escola de samba e sempre pronta para ajudar.

Leonaldo de Oliveira Lima, 34 anos

O Galeguinho era só alegria e risos. Seu amor desconhecia limites.

Leonarda Pereira de Araújo, 84 anos

De amor e fé inabalável, saiu do sertão do Piauí e constituiu uma linda família em Goiás.

Leonardo Bezerra de Freitas Junior, 59 anos

Mesmo não sendo compositor, dedicava músicas de presente para quem amava.

Leonardo Cunha de Oliveira, 71 anos

Passava horas mexendo em seu fusquinha azul e amava tocar sua sanfona.

Leonardo Farley, 37 anos

"Vamos fazer um churrasco?", perguntava ele em absolutamente qualquer evento.

Leonardo Ferreira de Lima, 44 anos

Aprendeu e ensinou inglês, mas não houve quem o ensinasse a amarrar os cadarços.

Leonardo Montoril Oliveira, 41 anos

Léo, que não imaginava um mundo sem abraços, dedicou-se à construção de leitos de UTI durante a pandemia.

Leonardo Ribeiro de Lima, 49 anos

O sétimo filho dos nove que sua mãe teve.

Leoncio Cardoso, 85 anos

Amava os passarinhos, e as gaiolas que fazia eram só para não deixar escapar sua paixão por eles.

Leoni Barbosa Pereira, 74 anos

Acolhia todos com um grande abraço.

Leonice Calegari Futia, 81 anos

Com o dom de ser uma grande anfitriã e a bondade de uma matriarca, vozinha era sinônimo de amor ao próximo.

Leonidio Souza Tito, 76 anos

Por onde passou, deixou bondade, amor, sorrisos e abraços.

Leonildo Rosa, 77 anos

Para o palhaço Formigão, o espetáculo jamais vai acabar.

Leonilia da Costa Araújo Monte, 84 anos

Tinha a mania de viver e seu carisma era contagiante.

Leonor Alves, 67 anos

Era dela o famoso bolo cremoso de fubá, imbatível. Cuidava dos netos e de todos, e detestava andar de carro.

Leonor da Silva Almeida, 91 anos

A vovó que era sinônimo de força.

Leonor Lamberti Cortes, 83 anos

A rainha dos bailes da terceira idade. Boa de prosa e de coração, ela esbanjava sorriso e simpatia.

Leonor Mota dos Santos, 64 anos

Mulher de oração, ainda havia muitos sonhos a realizar.

Leontina da Conceição Pedro Moia, 63 anos

Seu sorriso era tão grande que a obrigava a espremer os olhinhos...

Letícia Lins de Andrade, 65 anos

Dentro de seu coração sempre cabia mais um.

Letícia Neworal Fava, 28 anos

Menina doce, alegre, de coração gigante e dona da melhor risada do mundo.

Letícia Rodrigues de Andrade, 22 anos

Tinha pressa de viver, como se soubesse que tudo pode ser breve.

Letícia Sousa Costa, 26 anos

Uma mulher doce e amiga, que deixou um legado de determinação e comprometimento.

Levi Jacinto Gomes, 69 anos

Amoroso e dedicado, cuidava com carinho imensurável de sua mãezinha.

Levita Pina Lins, 86 anos

Gostava de estar cercada das três gerações de mulheres que ajudou criar. Para elas, deixou de herança a força.

Lia Campos Perez Pereira, 62 anos

Viveu para amar as netas e ser amada por todos.

Lia Tulmann, 69 anos

Cozinheira de mão-cheia, tudo o que ela fazia era pelas filhas.

Liane Reis de Almeida, 58 anos

Pensar numa música de Barry White e numa mulher feliz em curtir a vida numa linda praia é pensar nela.

Líbero Orsi, 74 anos

Ensinou que era importante deixar sempre acesa a chama da alegria.

Licurgo Alves Ferreira Neto, 64 anos

"Com Cristo no barco, tudo vai muito bem!"

Lídia Lourenço dos Santos, 47 anos

O sorriso no rosto e a cabeça erguida compõem a imagem que representa esta mulher.

Lidia Maria Constâncio Pagadigoria, 85 anos

Foi um ser iluminado, com bondade infinita.

Lidiane Vieira Frazão, 35 anos

Uma menina com sonhos e uma semente recém-trazida a este mundo, que só queria ser feliz e amar sua família.

Lídio José da Silva, 79 anos

Um brasileiro legítimo, que vivia alegre, sorrindo, fazendo sorrir e contando piadas sem graça.

Lígia Tavares da Silva, 54 anos

Quando perdeu a visão, nos ensinou que o caminho certo se enxerga com o coração.

Linaldo Malaquias dos Anjos, 52 anos

A magia da leitura subtraía seus cansaços e tornava concretas as viagens mais fantásticas.

Lincon Luis Teixeira Gonzaga, 44 anos

Chamem-no de Zé do Churrasco e nunca esqueçam dos seus pães de alho queimados.

Lindalva da Silva Pinheiro, 65 anos

Guerreira e batalhadora, uma flor com fibras de aço. Queria transformar o mundo num lugar mais amoroso.

Lindalva de Sousa Moura, 75 anos

Batia papo com toda a aldeia e fazia uma bela tapioca.

Lindaura Costa Dias, 82 anos

Foi mãe e fonte de força para todos.

Lindaura de Oliveira, 91 anos

Nessa idade, tinha muita força, inteligência, amor.

Lindaura Souza de Abreu, 75 anos

A família foi sua filosofia de vida.

Lindinaldo Firmino de Oliveira, 67 anos

Tinha um jeito bem-humorado e objetivo, falava tudo o que vinha na sua cabeça.

Lindinete Ferreira da Silva, 48 anos

Sentia-se jovem por natureza. Sempre dizia aos outros sua idade errada.

Lindomar Lucena Lima, 83 anos

Apaixonado pelos filhos e netos.

Lindomar Marques Viana, 50 anos

Ele e sua churrasqueira eram os responsáveis por manter família e amigos juntos e alegres.

Lino Rodrigues Machado, 61 anos

"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança."

Linus Vidal, 62 anos

Dono da gargalhada mais generosa do mundo.

Lionete Ribeiro da Silva, 68 anos

Fez dos amigos os seus filhos, guardados na sua generosidade.

Liriane Gaffo, 34 anos

Tinha uma alegria contagiante.

Lisângela Kelly Melo Ponte Avelino, 35 anos

Tinha um sorriso contagiante, que transmitia paz e alegria.

Lomelino Gomes Filho, 63 anos

Caladão, o cara mais tranquilo que existia, superfamília e torcedor fanático do Leão Azul.

Lorival Ferreira dos Santos, 70 anos

Apaixonado pela vida, por sorrisos e por pessoas.

Lourenço Dias Monteiro, 71 anos

De bem com a vida, sempre.

Lourival Calazans Torres, 84 anos

Levava a vida de maneira leve: sempre de bem com a vida e um sorriso no rosto.

Lourival de Melo, 70 anos

"Tudo bem? Vai a pé ou de trem?", brincava.

Lourival Goes Santana, 68 anos

Acreditava e dizia: "tudo vai melhorar, só precisamos acreditar e esperar".

Lourival Sales Ramos, 65 anos

Sempre festeiro, onde chegava, roubava a cena.

Luan Djailton da Silva, 26 anos

Amava os gatos por ter, assim como eles, uma alma intensa: ora maré mansa, ora tsunami.

Lucas Cardoso de Almeida, 55 anos

Batalhador e pai incrível, amava "assar uma carninha" no quintal com a família.

Lucas Elias Rodrigues, 79 anos

"Tobias Alexandre". Uma piada interna inventada por ele, que era feito da mais pura alegria.

Lucas Sávio Costa, 43 anos

Guiava a ambulância suavemente pelas estradas do Vale do Jequitinhonha, sempre a cantarolar um hino católico.

Lucas Suzart Barbarino da Costa, 25 anos

Nunca gostou de lamentos... Superava as dificuldades com alegria.

Luce Verônica Franco de Souza, 63 anos

Tinha uma mania engraçada: guardava até talher de plástico de restaurante quando achava bonitinho.

Luci Cléa da Silva, 50 anos

Para ela, enfermeira apaixonada, todas as vidas tinham o mesmo valor.

Luci da Silva Faria, 67 anos

Ela enfeitava a vida, ora com sua arte, ora com seu amor.

Lucia Aparecida Oliani, 63 anos

Lúcia tinha um sorriso capaz de fazer os dias tristes e cinzentos se tornarem coloridos.

Lucia Desideria Pires, 58 anos

Dona de um sorriso fácil e de um coração de lágrimas.

Lucia Maria da Silva, 66 anos

Uma mulher de muita fé, era a alegria em pessoa e adorava estar junto dos amigos.

Lucia Maria de França Cortez, 70 anos

Especialista em ajudar crianças a nascerem, ela sabia que o carinho era o melhor tratamento para qualquer um.