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Rui Augusto Bimbatti

1944 - 2020

Homem habilidoso e carinhoso em todas as funções, de marido a aeroviário, de pai a avô.

Seu Rui, como era chamado por muitos, era um ser humano cativante, encantando a todos com quem convivia. Era grande estudioso do espiritismo, tendo como um de seus nortes a caridade.

Trabalhou muitos anos na antiga Varig, como analista de sistemas. Contava ter resolvido problemas de sistemas à noite, em sonhos. Antenado, adorava estar ligado às novas tecnologias — agitava o grupo da família com notícias e avisos sobre a previsão do tempo num aplicativo de mensagens, curtia nossas postagens e comentava em nossas fotos nas redes sociais.

Vaidoso, cuidava-se como ninguém. Paciente, interessava-se por todas as histórias que tínhamos para lhe contar. Eclético, ouvia de Pitty e Anitta a Raul Seixas e música clássica. Era apreciador de longas caminhadas à beira-mar, na companhia de sua esposa e netas.

Casou-se com Elisa Machado Bimbatti em 19 de setembro de 1969 e, desde então, tornou-se marido, aeroviário, pai e avô. Era habilidoso e carinhoso em todas as funções.

Foi o homem mais amado de uma família de duas filhas, Mônica e Christiane, e três netas, Bruna, Luísa e Giovana.

Rui nasceu em Tatuí (SP) e faleceu em São Paulo (SP), aos 75 anos, vítima do novo coronavírus.

Testemunho enviado pela neta de Rui, Bruna Bimbatti Nogueira Cesar. Este tributo foi apurado por Malu Marinho, editado por Letícia Fortes, revisado por Lígia Franzin e moderado por Rayane Urani em 4 de julho de 2020.