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Rosalina Southier Maraschin

1951 - 2020

Adorava cozinhar e recepcionar as pessoas com a mesa cheia. Era muito atenciosa com a família.

Uma mulher batalhadora e sempre pronta para enfrentar qualquer desafio. Nas palavras do sobrinho, Luiz Fernando, ela era também aquela pessoa que, “sempre vinha de maneira sorridente, plena, sincera e com olhar amoroso”. Características doces, assim como o significado do nome Rosalina em germânico: bela flor.

Ela nasceu em Campos Novos e mais tarde mudou-se para Vilhena, onde trabalhou como professora na rede estadual. Casou-se com Genoário, com quem teve dois filhos, Silvio e Silvia, além de dois netinhos.

O bem-estar dos parentes era uma de suas prioridades, tanto que fazia questão de reunir-se com eles em datas comemorativas. “Sempre faceira, se importava muito com a vida de sua família e queria a mesa cheia para recepcionar as pessoas”, lembra o sobrinho.

Rosalina tinha um grande afeto pela mãe, Maria Joana, de 97 anos, que sofre muito com a perda da filha, mas, assim como o restante da família, lembra-se dela com carinho.

Possuía também muitos dotes culinários, segundo Luiz Fernando, ela gostava de fazer “bolachas e lasanhas, mas o pão dela era marcante, porque tinha um gostinho que só ela sabia fazer”.

Rosalina deixa saudades e continua sendo muito amada, resultado do afeto que espalhou, e a memória de seus pratos saborosos vivem no coração de todos que a conheceram.

Rosalina nasceu em Campos Novos (SC) e faleceu em Vilhena (RO), aos 69 anos, vítima do novo coronavírus.

Testemunho enviado pelo sobrinho de Rosalina, Luiz Fernando Puttow Southier. Este tributo foi apurado por Andressa Vieira, editado por Isabela Andrade, revisado por Lígia Franzin e moderado por Rayane Urani em 28 de julho de 2020.