Sobre o Inumeráveis

INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Abadia de Fátima Alves, 63 anos

Era a doçura no olhar, no coração e na vida de todos.

Abdias Martins de Moura, 84 anos

Um homem apaixonado pela vida. Filósofo da paz, do amor e da resiliência.

Abdon Albuquerque Cavalcante, 82 anos

Colocava apelido em todos, era o imitador e o contador de histórias mais engraçado da família.

Abel Augusto Teixeira, 65 anos

Não gostava que se preocupassem com ele. Sempre dizia que estava tudo bem.

Abel da Cruz Neto, 61 anos

Criava chavões a cada oportunidade, cuidando do bem-estar alheio, que era sua especialidade.

Abel Jorge Cassimiro, 76 anos

Foi um pai e avô que, mesmo distante, se fez presente na vida e nas lembranças da família.

Abelin Maria Pereira Cardoso, 64 anos

Sua alegria de viver se traduzia num gostoso pão de mel.

Aberal Ribeiro, 55 anos

O que a vida lhe dava de oportunidades, ele agarrava. A luta não o intimidava.

Abigail Pinto Magalhães, 88 anos

Viciada em novela, interagia com a trama: “Ih, já sei no que isso vai dar!”

Abila Silveira Bueno, 55 anos

De sorriso largo e afetuoso, era divertida e alegre, mas não descuidava dos seus.

Abílio Reigadas de Sá, 92 anos

Um português que se comovia ao relembrar passagens de sua terra de além-mar.

Acacio Cardoso Duarte, 68 anos

Ele tinha o engraçado costume de dormir na mesa durante o almoço da família.

Acácio la Sálvia, 73 anos

Era uma fonte dos saberes da floresta e da História do mundo, um verdadeiro mestre.

Acassia Silva Santos, 59 anos

A lembrança da sua comida atravessa décadas. Nem o tempo apaga o gosto da receita do seu Mocotó.

Acyr Antonio Rodrigues, 64 anos

Um homem valoroso e terno que amava sua família mais que tudo, e voltava a ser criança com o neto.

Ada de Almeida Laurenti, 90 anos

Era uma mulher forte, com muita fé em Deus, vontade de viver e um amor imensurável pela família.

Adailton Caetano, 70 anos

Sem perder de vista a sua filha, a essa altura está fazendo o que mais gostava: andando por aí...

Adair Benedita da Silva, 61 anos

Espalhava suas mudinhas de plantas com muito cuidado e amor ao próximo.

Adair Ferreira de Oliveira, 84 anos

Gostava de apreciar as coisas boas da vida, olhar o mar e tomar uma caipirinha.

Adalberto Álvares Almeida, 53 anos

O carnaval em pessoa.

Adalberto Alves da Silva, 50 anos

"Minha família é meu porto seguro", dizia ele.

Adalberto da Silva Clímaco, 55 anos

Professor e recordista em atletismo, orgulhava-se de ter corrido ao lado de Joaquim Cruz, campeão olímpico.

Adalgisa Ferreira de Abreu Rodrigues, 85 anos

Para estimular a leitura dos filhos, estipulava a mesada conforme a apresentação oral de algum dos livros da biblioteca.

Adalgisa Maria de Aguiar, 86 anos

No tecido da vida, ela bordava amor, luz e força.

Adalid Roger Chávez Zeballos, 61 anos

Um filho de Pachamama, de muitas religiões, vários deuses e uma fé inabalável.

Adalto Sena de Araújo, 62 anos

Um gênio das letras. Amante da vida e da poesia.

Adão Correia Caldeira, 73 anos

O militar de carreira que se desmanchava pelos netos.

Adão da Silva Borba, 74 anos

Grande contador de histórias e dono de um incrível bom humor!

Adão Leandro de Carvalho, 65 anos

Paciência, sabedoria e carinho pelo próximo. Gostava de jogar palavras cruzadas, ler e ir à igreja.

Adão Pagnossin, 55 anos

Os fregueses sempre foram seu maior compromisso, por isso temperou seu trabalho com sabor, honra e excelência.

Adauto Nunes de Castro, 90 anos

O marinheiro que, partindo de Sena Madureira, desbravou o mundo levando a família no coração.

Adeildo José da Silva, 72 anos

De picolé a chocolate, nada era tão doce quanto o sentimento de Seu Adeildo pelos netos.

Adeilson José Marinho da Silva, 39 anos

Alegre e trabalhador, amava um churrasquinho e não perdia a oportunidade de dançar.

Adeilton de Sousa Cavalcante, 39 anos

Amava viajar e adorava aventuras. Viveu intensamente, como se cada dia fosse o último.

Adelaide de Souza Martins, 50 anos

Amiga e solidária, tinha sempre um sorriso no rosto.

Adelaide Mendes Paula, 82 anos

Um verdadeiro coração de mãe para seus doze filhos, netos e todos a quem sempre esteve disposta a ajudar.

Adélia Maria Araújo de Almeida Oliveira, 62 anos

Profissional dedicada, generosa em compartilhar seus conhecimentos.

Adelina Vidotti de Souza, 91 anos

Uma nonna italiana, generosa e inesquecível.

Adelino de Lima Araujo Filho, 77 anos

Do seu viver deixou lealdade, bom humor e legados que ainda continuarão germinando e crescendo entre os seus.

Adelino Moreira da Silva, 77 anos

Nada era obstáculo para que ele atendesse aos caprichos das filhas. Onde chegava, era acalento e paz.

Adélio Electo, 84 anos

"No escurema do cininho...”, dizia ele, o trocador de sílabas.

Adelita Ribeiro da Silva, 37 anos

Uma heroína que perdeu a vida para salvar vidas.

Adelmo Azevedo da Cruz, 52 anos

Uma alma boa, que viveu por amor e só foi amor por onde passou.

Adelmo Luís de Araújo, 52 anos

Marido amoroso e dedicado, compartilhou sorrisos e ensinamentos com a família.

Adelson Santana Dias, 74 anos

Migrante da Bahia para São Paulo, esforçou-se e se orgulhou de ter conseguido formar o filho como enfermeiro.

Adeltino José dos Santos, 91 anos

Comunicativo e bem-humorado, passava horas contando aventuras de quando foi vaqueiro na terra natal.

Ademar Bispo de Araújo, 64 anos

Viveu 47 anos felizes ao lado da esposa. Onde um estava, o outro estava.

Ademar Lopes Pessoa, 83 anos

Na carreira militar ou em meio aos seus livros e desenhos, uma genialidade que deixa exemplos a serem seguidos.

Ademar Mariano da Cunha, 80 anos

Trabalhador, honesto e pontual em tudo o que fazia.

Ademar Minoru Osugi, 69 anos

Ficou marcado pelo amor que dedicou à família.

Ademar Moura de Jesus, 62 anos

Um caminhoneiro otimista, apaixonado pela família, pelos amigos e pelo bom almoço de domingo.

Ademar Rodrigues, 68 anos

Tocador de gaita e contador de piadas, espalhava riso e alegria por onde passava.

Ademar Rodrigues Soares Filho, 62 anos

Tinha um cuidado muito especial com os sobrinhos e compartilhou com eles o amor pelas coisas simples da vida.

Ademar Tavares, 95 anos

Um homem trabalhador, honesto e que sempre procurava fazer o bem.

Ademildo Santana Passos, 56 anos

Até mesmo falando sério, ele brincava...

Ademir Abrantes Junior, 43 anos

O líder do grupo “A Família Trololós”.

Ademir Candido da Silva, 45 anos

Divertido que era, gostava de contar histórias alegrando e encantando quem pudesse ouvir.

Ademir Castro Pinto, 69 anos

Entre peixes e pequenos presentes, suas demonstrações de afeto que jamais serão esquecidas.

Ademir Cunha dos Santos, 73 anos

Pescaria e o time do coração completavam a felicidade de quem nasceu para ser o grande Capitão Gancho.

Ademir de Oliveira Lira, 90 anos

Colecionava elogios dos familiares, dos amigos e de quem mais o conheceu.

Ademir Donizete de Paula, 56 anos

Ensinava matemática com música e sorrisos.

Ademir Mendonça da Silva, 59 anos

Vencedor, achava que a escola não era o único caminho para vencer na vida, pois de lá não gostava não.

Ademir Serafim da Silva, 62 anos

Dono de uma risada inesquecível, não deixava de visitar seus familiares.

Ademir Veríssimo Lopes, 66 anos

Determinado e corajoso. Amante da natureza.

Adenil Severino Silva, 76 anos

O padrinho de mais de vinte crianças, que sorria por bobagens e era uma pessoa alegre e cheia de vida.

Adenilson Veloso, 53 anos

Era tão bom no que fazia e tão querido, que seus clientes viravam amigos.

Adenilton da Silva Loiola, 31 anos

Viveu sorrindo e fazendo rir com suas brincadeiras e piadas, revelando sua essência ao espalhar alegria por aí.

Adevaldo Rodrigues de Oliveira, 58 anos

Era o mais brincalhão. Tudo era motivo para fazer festa com a família.

Adhemar Lourenço, 83 anos

Um poeta que se vai como uma flor.

Adiel Muniz da Silva, 61 anos

A paixão por carros só não era maior do que a paixão pela família, pelos seus ele nunca mediu esforços.

Adílio de Aguiar Cordeiro, 33 anos

Um tio inspirador, que sonhava ser motorista, amava Tainha e, como um irmão, foi parceiro de vida e pescaria.

Adilson Cardoso Cunha, 51 anos

“Põe no 12, que a vida deve ser vivida com amor e intensidade”.

Adilson Carlos Ferreira, 55 anos

Ele se fazia de sério, mas amava uma boa brincadeira; até acampamento na sala ele fez, só para agradar os netos.

Adilson Eleonísio Silva Lopes, 62 anos

Um ser que transbordava alegria.

Adilson Gomes da Silva, 59 anos

Simpático, alto-astral e atencioso, sabia conversar com todos e preparar a melhor carne de forno para o Natal.

Adilson Lopes, 62 anos

O abastecimento de frutas e legumes em Nhamundá era feito por ele, o bom amigo Corocoró, como era conhecido.

Adilson Pereira da Silva, 54 anos

Um pai e avô trabalhador de coração enorme.

Adilson Torquato Guimarães, 77 anos

Adilson deixou saudades na família, nos cachorros, nos funcionários de supermercado e nos moradores de rua.

Adilson Vicente Martins, 44 anos

Um paradoxo vivo: por fora, pura timidez; por dentro, pura força, coragem, carinho e amor pelos seus.

Adimar Missfeld, 74 anos

Não havia uma pessoa que não gostasse dele. E, se existe alguém assim, o problema era a pessoa.

Adipe Miguel Júnior, 69 anos

Envolveu as pessoas ao seu redor com o abraço mais acolhedor do mundo e dedicou sua vida ao amor.

Adirce Lima Nobre, 85 anos

Ela era puro amor! Tinha o sorriso largo e o abraço mais acolhedor do mundo.

Adjair Escobar da Costa, 64 anos

Homem honesto e pai presente, tinha sempre histórias da vida para contar.

Adleuza Maria da Silva Alves, 66 anos

Tia Neneca, sempre sorridente, não recusava um convite para dançar forró.

Admário Lucena da Silva, 69 anos

Tricolor, emotivo e folião arretado. Como ele mesmo dizia: "uma pessoa de alma jovem".

Admilson Araújo Monteiro, 43 anos

O seu brilho vinha do equilíbrio de ser um bom pai de família sem perder a alegria de menino.

Admilson Ayres Pereira, 53 anos

Um dançarino de gafieira

Adolfo Machado Batista, 92 anos

Seu Badú foi um homem de valor.

Adolfo Pedro Cipriano, 58 anos

Sábio nas palavras e altruísta nas atitudes, amparava todos a quem podia ajudar de alguma forma.

Adolfo Rogélio Nunes, 68 anos

De bem com a vida, sempre sorrindo. Amava a natureza, os dias ensolarados de verão, os filhos e os netos.

Adonias Antunes Zebral, 82 anos

Era de poucas palavras, mas de muitos sorrisos.

Adônis Carmo Arouck Ferreira, 67 anos

Foi um criador de sorrisos.

Adoralice da Silva Paula, 81 anos

"Viva com liberdade e respeito. Podemos ir aonde os sonhos nos levarem", costumava dizer.

Adrian Priscilla Sampaio Vieira, 28 anos

Sinceridade e dedicação em tudo que fazia. A sua risada era sua grande característica: uma marca registrada.

Adriana Ferreira Cardoso, 61 anos

Ser humano ímpar, dona de um astral contagiante.

Adriana Lessa de Faria, 47 anos

A "rimã" caçula que cuidou da família e enfrentou suas batalhas sem perder o sorriso.

Adriana Marques de Almeida Luz, 57 anos

Não era só dentista, era criadora de sorrisos.

Adriana Silva de Moraes, 44 anos

Alimentou um amor eterno e incondicional por seus filhos e netos. Era lindo de se ver.

Adriana Teixeira Pinto, 44 anos

Idealizou a Casa de Adriana, uma obra social de acolhimento e cuidado ao próximo.

Adriano de Barros Silva, 42 anos

Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.

Adriano Ferreira Dias, 35 anos

Adriano foi amor, e nesse amor gigante ele deixará seu legado.

Adriano Sales, 48 anos

"Viva a vida com a sensibilidade que ela te dá." dizia ele.

Aflodísia Pereira Gasparini, 91 anos

Matriarca de uma grande família. Será lembrada como exemplo de amor incondicional, força e humildade.

Afonso Augusto de Andrade, 66 anos

Sua casa era ponto de encontro para ver o Corinthians, jogar dominó e tomar a melhor vitamina de abacate.

Afonso de Paiva Neri, 79 anos

Um grande contador de histórias e piadas, amado por seus filhos e amigos.

Afonso Seide, 85 anos

Na família, no trabalho e no dominó, foi um grande vencedor e exemplo de vida.

Agatha Lima, 25 anos

Viveu intensamente os seus 25 anos.

Agatha Loureiro, 36 anos

Risonha, feliz e animada, adorava carnaval. Sempre disposta a ajudar de todo seu coração.

Agenor Costa Cavalcante, 61 anos

Alegre e abnegado. Dedicou-se à família como poucos e viveu, na prática, o amor ao próximo, todos os dias.

Agenor Isidro da Silva Filho, 54 anos

O melhor amigo da esposa e das filhas. Por elas, batalhou por conquistas e nunca deixou de sonhar.

Agenor Lopes de Oliveira, 56 anos

Sua marca foi a bondade. Sempre fez de tudo para ajudar as pessoas, não importando as circunstâncias.

Agenor Monteiro da Silva, 78 anos

Pescador e contador de histórias.

Agenor Vicente do Nascimento, 49 anos

Tinha um frase típica ao se despedir: "um beijo do tamanho do mar."

Agnaldo de Oliveira Gomes Júnior, 44 anos

Jornalista apaixonado pelos Igarapés amazonenses; Gui possuía a energia do sol e a suavidade da espuma do mar.

Agnaldo Evangelista de Lima, 58 anos

Um homem de vida leve que soube amar e deixou sua marca no coração das pessoas.

Agostinho Hermes de Miranda Neto, 70 anos

Conhecido pela alegria e pelo sorriso constantes, tratava a todos com amizade e empenhava-se em fazer o bem.

Agostinho Mendes da Cunha, 58 anos

Vida, assim era chamado em casa. A sua maior preocupação era o bem-estar de todos.

Agostinho Rodrigues Samias, 84 anos

Guardião da língua do seu povo, tinha o sonho de fazer um dicionário indígena Kokama.

Aguilar Lázaro, 79 anos

Com um pé na Itália e outro no Brasil, ele era da mesa farta, da conversa boa e do sorriso largo.

Aguinaldo Eulálio Gonçalves, 71 anos

Incansável, acordava cedo assobiando e procurava interessado o que fazer.

Aguinaldo Gomes Marinho, 62 anos

Diante das dificuldades de sua filha, ele dizia: "Vai ficar tudo bem. Painho te ama."

Aguinaldo Otonio de Miranda, 49 anos

Ele foi um homem muito alegre e que gostava de estar sempre com a família.

Aida Malaquias de Almeida Miranda, 58 anos

Exemplo de superação na vida e carinho pelos netos: Rafael e Beatriz .

Aida Rodrigues Bragança, 71 anos

De tanta felicidade e amor que tinha em si, compartilhava isso com o mundo ao seu redor.

Ailce Costa Belfort Silva, 50 anos

Foi mãe, esposa, filha, irmã e tia. Acima de tudo, Ailce foi sorriso.

Ailton Atto de Souza, 50 anos

De suas mãos generosas saíam os mais caprichosos e apetitosos doces.

Ailton Onete da Silva, 50 anos

Viúvo desde jovem, era amigo de todos e um superfã de Raul Seixas. “Carpinteiro do Universo inteiro eu sou.”

Ailton Pereira da Silva, 66 anos

Excelente maquinista, habilidosamente conduziu a mais importante rota de viagem: a da vida.

Airton Cruz, 60 anos

O sorriso mais contagiante do serviço público municipal.

Alai Dias Pereira, 45 anos

Pilotando sua moto pelo coração do oeste baiano, transportou pessoas e alegria.

Alaide Barreto, 48 anos

Seu sorriso e alegria eram cativantes.

Alaide de Deus Pereira, 67 anos

Alegre e comunicativa, pensava alto enquanto assistia às novelas das quais tanto gostava.

Alaíde Gomes do Nascimento, 68 anos

A queridona dos sobrinhos, amante do samba e da Imperatriz.

Alaíde Gonzaga de Sousa, 93 anos

Vó Lalá, linda e cheirosa, os cabelos branquinhos, sentava no quintal com todos ao redor para distribuir amor.

Alaide Polary Santana Oliveira, 58 anos

Mulher altruísta e doce. Apegada aos filhos, excelente profissional, amiga de todos e temente a Deus.

Alaídes Pereira Barbosa, 68 anos

Amante de rodeios, não deixava de participar de uma prova de laços.

Alair Antonio da Silva, 94 anos

Não foi um homem de poucas palavras.

Alan Carvalho Martins, 41 anos

Pai de família admirável, foi também exemplo de militar.

Alan de Amorim Falcão, 3 anos

Possuía o dom de falar com os olhos, como só as almas puras e grandiosas são capazes de fazer.

Alan Herszenhaut, 53 anos

Um eterno brincalhão, sempre pronto para ajudar.

Alan Luiz Vianna Rosas, 38 anos

Alan vestia seu melhor sorriso e curtia a vida e a família.

Alan Patrick do Espírito Santo, 38 anos

Um romântico inveterado, que apreciava flores, perfumes e chocolates.

Alana Maria Aguiar da Silva, 34 anos

Nutria um amor gigantesco e desmedido pela família e pelo tão desejado filho.

Alayde Antônia Rossignolli Abate, 73 anos

Fã de Roberto Carlos, não desgrudava de seu amado companheiro: o Paçoca, seu cachorro.

Alayde Justina dos Santos, 84 anos

O gosto pelas novidades e pela dança expressava todo seu entusiasmo pela vida.

Alba Cantón Milan, 83 anos

Exemplo de vida, não é possível dizer força e perspicácia sem citar a vovó Lola.

Albanir Flores da Silva, 80 anos

Ficou marcado pela alegria de viver e pelos sorrisos inocentes.

Albanisia Vieira Tavares, 44 anos

Tinha o dom de cativar as pessoas e era muito amorosa.

Albanita Santana, 85 anos

Mamãe Velha, bons eram os seus bolinhos de chuva.

Albany Beltrão dos Santos, 74 anos

Sabia consertar qualquer coisa na máquina de costura; a cada linha, tecia uma memória.

Alberto Bandeira Peret, 92 anos

A falta que ele faz é a prova de todo o bem que ele fez.

Alberto Barbosa Ferreira, 71 anos

O cameraman que eternizava todas as melhores memórias da família.

Alberto Carlos Gamboggi Calastretti, 80 anos

Acordava cedo para exercer sua profissão. Um médico que sempre trabalhou para que o mundo fosse melhor.

Alberto Edson Rebouças Holanda, 65 anos

Ele tirava de si para os seus sem pensar duas vezes.

Alberto Flávio do Nascimento Rosa, 52 anos

Flutuava entre piadas nada óbvias e uma dose de mau humor. Tudo pano de fundo para uma sabedoria ímpar.

Alberto José de Barros, 73 anos

Nordestino arretado que na festa junina laçou um coração.

Alberto Pereira Guedes, 82 anos

Orgulhava-se de ser o mais velho entre os seus. Gostava de cuidar de todos e era o orador oficial da família.

Alberto Vainzof, 72 anos

Um verdadeiro bon vivant, levava a alegria por onde passava.

Albino Gonçalves da Cruz, 90 anos

A mesa farta, a família reunida e a certeza de que todos estavam bem eram sua maior alegria.

Alcebíades dos Santos, 70 anos

Quando garoto, craque de bola que saiu até no jornal. Adulto, viveu pela e para a família.

Alcemir Urubatan Machado da Silva, 74 anos

Dedicou a vida em prol de outras pessoas ao conduzir sorrisos e ambulâncias do SAMU.

Alcides Alves Costa, 82 anos

Oração e organização eram as marcas de sua história, mas se tivesse bolo de milho e um aluá, ele não resistia.

Alcides da Silva, 65 anos

Cidão soube viver e demonstrar a importância da união da família. Para ele, não tinha coisa melhor que isso.

Alcides Gaspar Branco, 76 anos

Para Cido, nunca faltou disposição para fazer o bem.

Alcides Moskoski, 75 anos

Como um gato, dizia que tinha sete vidas. Amou e foi amado em todas elas.

Alcides Pinheiro de Araújo Neto, 64 anos

As histórias eram sua forma de cuidar.

Alcione Bagetti, 43 anos

Um violão na mão, um sorriso no rosto; pai e marido amoroso que era fã da Banda Blitz.

Alcione do Socorro Souza Gomes, 55 anos

Ser avó foi sua melhor versão. Deixou boas lembranças nos filhos do ventre e do coração.

Alcir Celestino Noronha, 56 anos

Ele sabia que "há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu" e regava sua vida com amor.

Alcirene Aires Moura, 59 anos

Construiu sua vida profissional no ambiente hospitalar e encontrou o amor em um baile, dançando ao som de Lionel Richie.

Aldair da Costa de Matos, 80 anos

Uma senhorinha que conhecia chás, remédios naturais e tudo sobre o amor.

Aldemário de Jesus do Couto Abreu, 68 anos

Tocar música era a maior expressão do "Aldemário das Aparelhagens". Agora, está tocando seus vinis no céu.

Aldemir José de Sousa, 63 anos

O turrão de coração mais mole e riso mais fácil que já existiu.

Aldeneir Antônio Pinheiro de Freitas, 71 anos

Flamenguista de coração, tinha sempre um sorriso no rosto e amava reunir a família para viagens e churrascos.

Aldenice Quaresma Uchoa, 45 anos

Aluna com garra, que sabia lutar pelo que acreditava ser certo.

Aldenora dos Santos de Jesus, 77 anos

Matriarca incansável, colecionadora de amigos e a alegria em pessoa.

Aldevan Brazão Elias, 46 anos

Aldevan Baniwa sabia enxergar os cogumelos luminescentes da floresta.

Aldevino Francisco Gomes, 90 anos

Um homem que amava a vida e aproveitou cada momento.

Aldi Costa Araújo, 48 anos

Dono de um sorriso iluminado, era exemplo de profissional.

Aldinar Maria D’Oliveira, 55 anos

Uma muralha de afeto que apoiava incondicionalmente filhos e netos.

Aldir Blanc Mendes, 73 anos

A esperança equilibrista sabe que o show de todo artista tem que continuar.

Aldo Apolônio Pereira, 49 anos

Um pescador incrível e generoso. Saiu de perto das águas para viver como "estrelinha no céu".

Aldo di Cillo Pagotto, 70 anos

Ser Fiel a Deus foi um prazer, e não um sacrifício.

Aldo Pertussatti, 85 anos

Andava pela vida trajando a bombacha, as botas e o contentamento com a vida.

Aldo Vieira, 74 anos

Ele ensinava o que é ser honesto, o valor da verdadeira amizade e sobre a espiritualidade.

Alecia da Silva Oliveira, 94 anos

Com a voz de contralto que refletia sua força, cantava a plenos pulmões seus louvores favoritos.

Alencar José Ruz, 74 anos

Fez questão de ensinar a toda família o valor da honestidade.

Alessandra Costa da Silva, 47 anos

Mulher guerreira e religiosa, ela era a alegria em forma de sorriso. Estava sempre tentando ajudar a todos.

Alessandra Lima, 43 anos

Vivia sorrindo e adorava a casa cheia, seja em festa ou só pra uma resenha.

Alessandro da Rosa Rocha, 29 anos

Um trabalhador incansável e um companheiro de sua esposa. Ele estava sempre com ela.

Alessandro José, 43 anos

O membro mais amoroso e carinhoso da família Ramos.

Alessandro Moitinho Pacheco, 48 anos

Amava crianças e enxergava o mundo como elas.

Alessandro Páscoal de Souza, 40 anos

Enfermeiro apaixonado pela profissão e pelo Flamengo, amava também o feijão bem temperadinho de sua mãe.

Alessandro Ricardo Corrêa, 44 anos

Motociclista, com cara de bad boy, que tinha um coração doce como mel.

Alessandro Souza Pereira, 39 anos

Sempre chegava em casa gritando: hello, family!

Alex Cícero Pinheiro de Oliveira, 46 anos

Não permitiu que a ataxia crônica limitasse seus sonhos. Construiu o próprio império: uma rede de restaurantes.

Alex Nunes Vieira, 58 anos

Comprometimento e paixão conduziram toda sua vida.

Alex Pedro Pinheiro de Souza, 41 anos

Era um homem alegre e de um humor diferenciado, que sempre fazia piada de tudo.

Alex Pereira de Jesus, 53 anos

Um grande amigo: valorizava os encontros e estava sempre disposto a ajudar.

Alex Ribeiro Bello, 53 anos

Alex era médico e amava salvar vidas.

Alex Sandro Pereira dos Santos, 43 anos

Criativo e cheio de energia, surpreendia as enfermeiras desfilando pelos corredores do hospital enrolado no lençol.

Alexander Xavier Garcia, 47 anos

Na infância, aventurou-se com seu avô João pelas margens do rio, entre pescarias e muitas travessuras.

Alexandra Popoff Nogueira, 91 anos

A imigrante russa que fazia a melhor bacalhoada do mundo.

Alexandre Augusto de Paula Sobrinho, 53 anos

Fazia aniversário um dia depois da filha. Um foi o melhor presente do outro.

Alexandre Batista de Assis, 39 anos

Uma criança arteira e esperta; um homem calmo e sossegado. Na tela da vida, pintou suas emoções e sua humanidade.

Alexandre Belarmino Soares, 82 anos

Realizava-se com coisas simples e deliciosas: cervejinha, carne de porco e família reunida.

Alexandre de Oliveira Calado, 70 anos

Do jeito que soube, não foi coadjuvante. E fez tudo que pôde com dedicação e alegria.

Alexandre dos Santos, 45 anos

O sorriso fácil, a simpatia em pessoa!

Alexandre dos Santos, 71 anos

Fã de futebol, gostava de acompanhar todas as partidas que aconteciam, especialmente as do Santos.

Alexandre Ferreira de Souza, 92 anos

Figura famosa em Augusto de Lima. Tinha um violão inseparável e amor imenso pela vida e pela família.

Alexandre Graziano Ginez, 50 anos

De tão intenso, sonhador e cheio de alegria, tinha a capacidade de encher uma casa toda, mesmo estando sozinho.

Alexandre Jorge Lira Paraíso, 59 anos

Superpai e tocador de alfaia, Xando não tolerava injustiça.

Alexandre Milfont Rodrigues, 36 anos

Efervescente, espalhava sorrisos e música aonde quer que fosse.

Alexandre Oliveira Pinto, 36 anos

Toda segunda-feira, tinha um ritual: bater uma bola com os amigos.

Alexandre Orleans Suarez, 28 anos

Abriu mão de tudo o que tinha para espalhar amor pelo mundo.

Alexandre Rangel de Andrade, 58 anos

Um jornalista que deixa um legado de profissionalismo e respeito.

Alexandre Rocha dos Santos, 39 anos

Flamenguista doente, sambista e o ranzinza mais tranquilo que já existiu.

Alexandre Toshio da Conceição Ichida, 43 anos

Tinha a habilidade de fazer as pessoas acreditarem em si mesmas.

Alexandrina da Paixão Monteiro, 86 anos

Seu sorriso, irresistível e contagiante, era um convite para colo ou abraço.

Alexandrina Diniz da Silva, 79 anos

Dona Xande, originária da etnia indígena Piratapuia, mulher sábia, que amava a família sem medidas.

Alexandrina Izabel Ferreira, 88 anos

Nas tardes de sábado, já era tradição: ela preparava um bolo para o café da manhã do dia seguinte, após a sagrada missa.

Alexandrino da Silva Neto, 86 anos

O elo que unia a família e os amigos.

Alexsandro Santos do Nascimento, 45 anos

Um homem que sonhava, mas realizava os sonhos também. Era intenso e alegre.

Alfeu Custódio Ferreira, 69 anos

Alguém que amasse tanto os seus parentes não pisou nesta terra.

Alfredo Batista Neto, 66 anos

Caminhoneiro brincalhão, seu caminho predileto era o de casa.

Alfredo Bernardes Senna Vieira, 57 anos

O prático de farmácia que, além de vender medicamentos de forma responsável, divertia os clientes com histórias de vida.

Alfredo Bosi, 84 anos

Um humanista democrático e de formação totalizante, como os tempos não produzem mais.

Alfredo Corrêa, 83 anos

Nele, a fé e a esperança foram vividas até o último dia de sua vida.

Alfredo Holms, 95 anos

Um homem íntegro e ativo que nunca parou no tempo. A pontualidade britânica e o companheirismo causavam admiração.

Alfredo Horácio Costa Filho, 52 anos

Dinha da Glória, de alegria contagiante!

Alfredo José de Oliveira, 78 anos

Dono de uma personalidade forte e um coração enorme.

Alfredo José Rosendo, 99 anos

Poeta sertanejo e exímio contador de histórias, sua arte exaltava a riqueza e a tenacidade do homem do campo.

Alfredo Marques Carvalho, 60 anos

Com os braços estendidos, o coração aberto e um sorriso no rosto, sempre tinha um conselho para dar.

Alfredo Teles dos Santos Neto, 39 anos

De pé no chão, em cima de uma moto, de farda ou à paisana, Alfredo era presença.

Alfried Karl Plöger, 80 anos

Amou a vida em plenitude, lutou por ideais e teve um estilo de liderança marcante.

Alice Cardoso Alves, 97 anos

A matriarca da família Nascimento.

Alice de Freitas Donini, 58 anos

O amor que transbordava dela era único e infinito.

Alice Kikue Ishimine, 72 anos

A portadora oficial das palavras de conforto da família.

Alice Lourenço Cavalcante, 84 anos

"Graças a Deus, mais um dia de vida Ele me deu!", dizia toda manhã ao acordar.

Alice Maria Goulart de Morais, 70 anos

Eterna educadora, amante da vida e do samba.

Alice Mendonça Câmara, 85 anos

Enquanto ela estiver viva no coração de alguém, nunca morrerá.

Aline Camargo, 39 anos

Um trio elétrico em forma de mulher com rosto de menina. "Tenho três netos!", surpreendia todos ao dizer.

Aline Cintia Dias do Nascimento, 34 anos

Inspirada na mãe, sonhava com a maternidade.

Allan Robert de Moraes, 27 anos

Forte, bonito e trabalhador, tinha um coração de menino.

Allan Vidal Pereira, 36 anos

Com cabelo desgrenhado e botas de motoqueiro, aproveitou o caminho das estradas da vida.

Allison Diego Nascimento dos Santos, 34 anos

De apelido Limão, era o melhor amigo para fazer loucuras junto.

Alma Izabel da Silva, 68 anos

O dia de todos só começava depois da sua animada mensagem de bom dia no grupo da família, personalizada com a sua foto.

Almerinda Felipe dos Santos, 83 anos

Abram alas, pois Almerinda vai passar com sua alegria irradiante.

Almir Adolpho de Oliveira Reys Neto, 33 anos

Conquistava todos com sua alma de menino e sorriso fácil.

Almir Costa Lima, 78 anos

Educado, amoroso, solidário, paciente e bondoso.

Almir Francisco da Silva, 75 anos

Como um andarilho que nunca para, segue o rumo das estrelas, deixando que elas o levem para qualquer lugar.

Almir José Vieira, 63 anos

Brincalhão, adorava fazer amidades e aproveitar a vida.

Almir Raimundo de Souza, 55 anos

Um coração nordestino e generoso, a alegrar as ruas da Grande São Paulo.

Almira Santana dos Santos, 80 anos

Ela ligava todas manhãs e noites para abençoar cada um dos seus sete filhos.

Almira Sarmento Aranha, 71 anos

Fã da Jovem Guarda, ouvia rádio todos os dias. Deixa um legado de luz e boas lembranças.

Aloisia Maria de Andrade Gonçalves, 58 anos

Sempre alegre e amorosa, era mediadora de conflitos, defendia a bandeira de paz e prezava muito por isso.

Altaíde de Fátima Fontenele Ataíde Lima, 66 anos

Sua vontade de viver era imensa. Agora, ela diria: "O medo de escuro passou! Não fiquem tristes, eu fui feliz!"

Altair Aparecido Ducini, 54 anos

Com nome e brilho de estrela, ensinou aos filhos o valor da humildade.

Altair Badaró Dias, 87 anos

A baiana capixaba mais animada de Vila Velha. Quando não estava batendo pernas com as amigas, fazia um feijão inigualável.

Altair Silva, 57 anos

Fazia amizades com um sorriso.

Altamiro Zimerfogel, 80 anos

Ativista da comunidade judaica, guardião de Copacabana e exemplo de solidariedade

Altina Ferreira Rodrigues, 57 anos

Conquistava todo mundo por onde passava com sua risada escandalosa e contagiante.

Altina Ribeiro Vitória, 66 anos

Daquelas mães que dariam a vida pelos filhos. Sempre sorrindo, pedia: “Maria passa à frente!”

Aluísio Ferreira de Sousa, 85 anos

Um contador de anedotas que apreciava a companhia de quase todo mundo, exceto dos bodes.

Aluísio Ferreira Terto, 75 anos

Marcou presença em cinco gerações de sobrinhos. De tão amoroso, era chamado de tio Pão Doce.

Aluízio José de Lima, 68 anos

“A vida continua”, dizia ele, com alegria e resiliência.

Aluízio Lopes de Brito, 53 anos

Era um verdadeiro educador, cheio de sentido e potência, que amava o ofício e viveu ardentemente a vida.

Aluizio Malta de Azevedo, 65 anos

Um contador de histórias. Daquelas que prendem a atenção do início ao fim.

Aluízio Miguel dos Santos, 77 anos

Fã de Luiz Gonzaga, adorava dar conselhos a seus netos.

Álvaro André Alves Martins, 49 anos

Ele era a alegria da casa, da família.

Alvaro Barboza Brites, 59 anos

Alegre igual a quando cantava com os passarinhos, positivo como quando o sol nasce depois da tempestade.

Álvaro Carvalhal Franco, 57 anos

Todos os dias visitava a mãe com quitutes gostosos e muito amor para dar.

Álvaro Gomes Canto, 58 anos

Peão que se deixou laçar pelo amor de Nadia, o vovô dançarino que vai deixar saudades.

Álvaro Jardim Fernandes, 26 anos

Aquele que estava sempre sorrindo e fazendo sorrir.

Alvino Carlos de Alvarenga, 101 anos

O centenário festeiro que fazia questão de comemorar seus aniversários com a numerosa família.

Alzilene Conceição Valverde, 56 anos

Lene representou alegria e resiliência desde o seu nascimento.

Alzira da Conceição dos Santos, 85 anos

Guiada pela fé, honrou todas as missões confiadas a ela por Deus, e foi o alicerce moral de cada um de seus descendentes.

Alzira da Silva Novaes, 59 anos

Depois de algumas grandes tristezas, que a vida não lhe poupou, estampou um sorriso no rosto e viveu!

Alzira de Carvalho Santos, 60 anos

Ela transformava os momentos em família em uma festa, só com a sua risada.

Alzira de Freitas Bentes, 88 anos

Gostava de música alta, alegre e dançante, porque era divertida e adorava aproveitar a vida.

Alzira de Oliveira Ribeiro, 92 anos

De linha em linha, foi costurando que Zirinha esteve presente nos momentos especiais da vida de muitos.

Alzira Delgado Montenegro, 96 anos

Sobre histórias de fortaleza.

Alzira dos Santos Marreiros, 73 anos

Foi uma mulher de fibra, de princípios e atitudes que a faziam gigante, principalmente no coração.

Alzira Francisca Barra da Silva, 82 anos

Rigorosa quando necessário. Amorosa sempre.

Alzira Gonçalves Valviesse, 61 anos

"Hoje vou ouvir o pai das crianças cantar. Quem registrou foi outro", e colocava as músicas do Fábio Júnior.

Alzira Maria Teixeira Ferreira, 84 anos

Cristã, conselheira, Flavita ensinou os filhos e netos a ser feliz e amar a Deus sobre todas as coisas.

Alzira Mattos Garroux de Oliveira, 87 anos

Uma amorosa praticante da jardinagem e da organização de gavetas e armários.

Alzira Paulino da Silva, 78 anos

Precisa ser muito Alzira pra vencer e criar os filhos sozinha em meio à fome e à pobreza.

Alzira Pereira de Figueiredo, 86 anos

Uma mulher de fé, da terra e das artes que criou os filhos com a força do lápis e da enxada.

Alziro Lobato da Silva, 79 anos

Sua marca registrada foi a satisfação que proporcionou aos que o ouviam tocar “As Andorinhas” com a fiel guitarra.

Alziro Viana de Souza, 49 anos

Vascaíno de coração, colecionava carrinhos e histórias divertidas para contar para a família.

Amadeu Marques Caldeira, 78 anos

Solidário e solícito, era o faz-tudo na vizinhança, o típico sujeito gente boa.

Amadeu Pacheco Pinto de Castro, 74 anos

Suas maiores riquezas foram a alegria de viver e ajudar as pessoas.

Amadeu Pinho Prestes, 91 anos

A fé não foi em vão. Seguiu feliz e fiel ao encontro do Pai.

Amália Brandão Ribeiro, 53 anos

Uma mulher amazonense que sonhava em estudar gastronomia e era conhecida por todos pelo seu delicioso vatapá.

Amália Francisca Neta Silva, 59 anos

Amava cozinhar para a família. Tinha um tempero só dela.

Amália Maria de Jesus, 89 anos

Frágil apenas na aparência, essa mulher cheia de força, amor e sorrisos viveu em função dos que amava.

Amâncio Ikõ Munduruku, 60 anos

Amigo de fé, irmão camarada e líderança de tantas jornadas.

Amanda Marfree, 35 anos

Deu sua vida para ajudar o próximo.

Amanda Moraes Santos, 30 anos

Por dom, suas artes mostravam capricho e criatividade.

Amândio Antônio Ramalho de Oliveira, 73 anos

Foi o protagonista de uma família feliz.

Amara Rosa Gomes, 95 anos

Amara tinha no nome a síntese do que fez na vida: amar.

Amarildo Fogaça de Almeida, 47 anos

Homem honesto, alegre e pleno. Ensinou a fazer o bem e a seguir em frente sem nunca desistir.

Amarina Ferreira, 84 anos

Sentia prazer em ver como as pessoas gostavam da sua comida.

Amaro Ferreira Muniz, 81 anos

Um homem dedicado que deu o seu melhor no futebol e fez tudo o que pode pelos filhos e netos.

Amaro José Cavalcante de Lima, 77 anos

Era um patriota nato com um coração gigante.

Amaro Ribeiro dos Santos, 67 anos

Andava sempre bem-vestido e perfumado. Tratava as filhas por "princesas" e se derretia pelos netos.

Amauri Amora Câmara, 95 anos

Ele ensinou a todos com amor. Professor Amora, "AMOR + A"

Amaury Correa da Silva, 63 anos

Era a alma da festa, o par de dança das sobrinhas, padrinho oficial e não oficial de primas e primos. Sua alegria era viver em família.

Amaury de Souza, 86 anos

Uma de suas frases mais marcantes: “Eu já falei pra Santa que não é desse jeito!”

Amazonilda de Freitas Gama, 81 anos

Nildinha levou seu João Batista para juntinho dela, lá no céu; ele pediu, ela veio buscar.

Ambrósio Pereira dos Santos, 57 anos

Ensinava: vamos orar, pois para Deus nada é impossível.

Amélia da Silva Manthay, 87 anos

Seu amor, sua fé, seus ensinamentos e sua doce voz ecoarão para sempre em nossos corações.

Amelia Guariglia Salzano, 91 anos

A Nona era capaz de sucumbir até os corações mais duros com sua doçura e amor.

Amélia Maria Fernandes de Macedo, 86 anos

Uma mulher que espalhava amor e nunca deixava ninguém passar necessidade.

Amélia Oliveira Martins, 50 anos

Era uma mulher cheia de vida, sempre pronta a recomeçar.

Amim Abiguenem, 86 anos

Desembargador aposentado, lutou bravamente por justiça.

Amisterdam Magalhães Ferreira Filho, 32 anos

Artista que tirava belos sons até de latas vazias, usava o dom musical para louvar ao Senhor.

Ammanda Christina Moreira Lima Miranda dos Santos, 41 anos

Fazia questão de preparar as sobremesas dos almoços em família e adorava tomar um cafezinho no final da tarde.

Ana Aila Rodrigues de Sousa, 62 anos

Verdadeira amante de pastéis, era guerreira quando se tratava do filho caçula.

Ana Alho de Souza, 75 anos

Uma mulher de poucas palavras e que fazia um vatapá delicioso.

Ana Alves de Jesus, 84 anos

Uma guerreira preciosa e de sorriso lindo. Semeava amor e carinho.

Ana Arimatea, 65 anos

Ela amou a vida.

Ana Cândida de Oliveira, 88 anos

Sempre buscou ser a mulher cuja força e independência inspiraram marido, filhos e netos.

Ana Cáritas Teixeira de Souza, 80 anos

Suas ideias e ensinamentos transformaram para sempre a vida de seus alunos.

Ana Carla Ferreira da Costa, 41 anos

Exuberante na alegria e na vaidade, nunca saía sem passar um batom, e qualquer ocasião já era motivo para uma roupa nova.

Ana Carolina Guimarães dos Santos, 38 anos

A alegria dos encontros, mãe em primeira pessoa. Por amar estar viva, era uma promotora de sorrisos.

Ana Caroline Barbosa Mesquita, 31 anos

O dia melhorava só de ela falar contigo.

Ana Célia dos Santos, 78 anos

Levantava-se pela manhã, colocava o véu e se punha a orar, pedindo pelos familiares, pelo Brasil e pela humanidade.

Ana Célia Farias Gaspar, 59 anos

Seu coração ficou em festa quando pegou as chaves do apartamento que comprou com as economias de uma vida.

Ana Cláudia de Souza Ferreira, 53 anos

Apaixonada pelos pais e sobrinhos, seu coração batia forte quando o Flamengo entrava em campo.

Ana Cláudia José Luiz, 43 anos

Amava seus alunos, fez da sala de aula a sua vida.

Ana Cláudia Monteiro de Oliveira Araújo, 46 anos

Seu maior desejo era ver seus filhos crescerem, serem felizes e se realizarem.

Ana Cristina Ferreira de França, 52 anos

Fazia a alegria das filhas ao chamá-las de "filhotas".

Ana Cristina Mesquita, 43 anos

Era contagiante, pura luz. Viveu para servir a Deus e ao próximo.

Ana de Souza Conceição, 67 anos

Mãe e esposa, considerava o marido um presente de Deus, mas era ela que era um presente aos filhos.

Ana Duarte Nunes, 98 anos

Enquanto fazia crochê, contava piadas e histórias do passado.

Ana Eliza Rodrigues Lopes Lima, 29 anos

Fez da gastronomia seu sonho e da vida a alquimia entre ser brava e leal, mantendo um sorriso lindo.

Ana Evangelista de Souza, 53 anos

Sua grande paixão: o Palmeiras. Seu grande amor: a família. Sua grande vocação: ajudar quem amava.

Ana Florência do Carmo, 84 anos

Mulher de fé e de flores.

Ana Glória Ribeiro Correia, 76 anos

Amou a vida, as flores, Deus, a família e os amigos. A imagem da felicidade e da fé.

Ana Graziella Prodan Campos, 82 anos

Menina linda que curiosa olha para as estrelas.

Ana Inácia Gonçalves, 77 anos

Seu coração era do tamanho do mundo. Fazia sua neta se sentir especial, bonita e amada.

Ana Izabel Barros Rocha, 81 anos

Dizia que o que Deus deu a ela foi para compartilhar com os que estavam ao seu redor.

Ana Lessa Afonso Ferreira e Silva, 95 anos

A simplicidade era a chave da sua alegria.

Ana Lopes do Prado Turato, 90 anos

Ria até sentir dores na barriga. Amava banhos de mar e sonhava em comprar uma casa na praia.

Ana Lucia Barros de Oliveira, 66 anos

Mãe de todos, suas datas preferidas eram as de festas em que repartia todo cuidado e carinho entre os seus.

Ana Lúcia Calixto da Silva, 40 anos

Nunca desistiu das batalhas da vida.

Ana Lucia de Camargo Pereira Pantozzi, 75 anos

Plantou sementes de amor e conhecimento em todos que passaram por seu caminho.

Ana Lucia de Oliveira, 67 anos

Lia a bíblia todos os dias e suas orações intercediam por familiares, amigos e vizinhos.

Ana Lucia Ferreira, 58 anos

Dona de um coração gigante, generosidade era a palavra que mais a descrevia.

Ana Lúcia Freire Cantalice, 56 anos

Mulher guerreira, determinada, dona de um brilho e espontaneidade únicos.

Ana Lúcia Lopes Carneiro, 77 anos

Amava viajar e bater perna pelo mundo, fazia dele sua própria passarela.

Ana Lúcia Ribeiro Dantas, 70 anos

Estava realizando o sonho de ser avó... Seria uma vovó maravilhosa!

Ana Lúcia Soares da Costa, 57 anos

Viveu com fé e generosidade, uma mulher que nunca deixou de dobrar os joelhos em oração por toda a humanidade.

Ana Lúcia Veloso, 65 anos

Para Ana não havia destino, só havia o que fazemos.

Ana Lúcia Vieira de Jesus, 52 anos

Presenteava pessoas e vivia procurando motivos para celebrar. “A vida é uma festa” era a sua filosofia.

Ana Luiza Sales Bernardino, 30 anos

Lutava bravamente pela igualdade e pelo fim do preconceito.

Ana Maria Alves Galvão, 75 anos

A humildade e o amor. Servir era o que lhe trazia felicidade.

Ana Maria Barros Miranda, 65 anos

Mulher, trabalhadora e mãe de 14 filhos. Solidária. Cuidava dos cachorros de rua.

Ana Maria Caldonceli Vidal Sartori, 76 anos

Deixou ensinamentos: não reclame da vida, seja sua melhor versão. Não guarde mágoas, perdoe e faça o bem.

Ana Maria Carvalho, 62 anos

Ela era a alegria que chegava para mandar toda tristeza embora.

Ana Maria Cavalcante de Albuquerque, 62 anos

Ajudar aos outros, era um prazer. Generosidade era sua marca registrada.

Ana Maria de Andrade Ferreira, 69 anos

As pessoas chamavam-na de tia Aninha. Eu, de mãe.

Ana Maria Dias, 64 anos

Boa de dar conselhos, tinha um coração muito generoso.

Ana Maria do Prado Valdivieso, 71 anos

Uma sagitariana mandona que organizava todos os eventos e a vida da família. E o melhor de tudo: eles adoravam isso.

Ana Maria dos Santos Silva, 82 anos

Sua casa era o ponto de encontro da família. Ela recebia todos com um sorriso no rosto e panelas no fogão.

Ana Maria Gama, 68 anos

Adorava karaokês e cantava com a mesma maestria com que cozinhava.

Ana Maria Hilário Muler, 61 anos

Dona de uma alegria contagiante, inspiração em pessoa.

Ana Maria Portão de Souza, 79 anos

Uma mãezona para as crianças do colégio onde, como merendeira, servia alimentos e repartia amor.

Ana Maria Rodrigues Rêgo, 52 anos

Desde a infância ela já manifestava seu propósito de ser alguém que estaria a serviço do próximo.

Ana Michelli Pereira Ferreira, 36 anos

Aquariana pra lá de arretada. Sempre risonha e divertida, falava alto e não era de levar desaforo pra casa.

Ana Midori Yonezawa, 72 anos

Só era preciso chegar em sua casa, que seu sorriso iluminado já se abria e se tornava a melhor companhia.

Ana Oliveira Sena, 85 anos

Carregava consigo um pedacinho do céu e tinha o dom de tornar tudo mais leve.

Ana Paula Batista de Albuquerque, 37 anos

Vivia com simplicidade em busca dos seus sonhos.

Ana Paula Milharance da Silva, 44 anos

Não constituiu família: dedicou sua vida à igreja evangélica.

Ana Paula Vieira Nascimento, 39 anos

Dona de um sorriso contagiante, jeito doce e coração acolhedor. Parecia que ela não era desse mundo.

Ana Raquel Oliveira da Costa Possas, 70 anos

Cativava a todos com seu sorriso e sua elegência.

Ana Rita da Silva, 58 anos

Era tranquilíssima e super na dela, mas adorava ver a casa cheia para seus almoços de domingo.

Ana Romão Gomes, 71 anos

Na profissão, era enfermeira. Na vida, mãe de todos.

Ana Teixeira Lemos dos Santos, 80 anos

Mãe lutadora que criou sua filha com honestidade e exemplo.

Ana Teresa dos Santos Gonzaga, 84 anos

Mulher extremamente ativa e amável. Sonhava em conhecer o Cristo Redentor e ver a cidade maravilhosa do alto.

Ana Valéria da Costa Matos, 51 anos

Ela amava viajar e viver o doce sentimento de conhecer novos lugares.

Ana Viana de Matos, 78 anos

Nos fins de semana, aguardava as visitas com o café, o pão e o bolo.

Ana Viana Moreira, 95 anos

Profissão que exerceu sendo amorosa, linda e sábia: avó.

Ana Victor de Andrade, 96 anos

Matriarca da 5ª geração da família Andrade. Quando não tinha telefone, ia ao trabalho dos filhos visitá-los.

Anaiza Silva de Castro, 43 anos

A princesa da família.

Anália Ferreira Barbosa, 91 anos

Uma bisavó guerreira e de sorriso aberto, autêntica filha do interior da Bahia.

Anália Figueiredo Maia Mendes, 92 anos

Fazia o melhor doce de leite do mundo, sabia desenhar, pintava e bordava. Adorava sapatos com salto.

Anália Pereira Salgado, 71 anos

Alfabetizada aos 27 anos, reescreveu a própria história.

Analice de Rossi, 58 anos

Médica, sonhadora e cheia de planos. Cuidou de todos ao seu redor.

Anamir de Castro Azevedo, 88 anos

Uma baiana que sonhava em viver na Argentina.

Ananias Assis da Silva, 76 anos

Amava a singeleza de uma planta, sua referência à vida de menino no interior, na roça, como ele dizia.

Ananias Manoel dos Santos, 74 anos

Bom vaqueiro e rastreador, fez fama nos sertões de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, sempre montado em sua égua Belina.

Anastácio Carneiro Aguiar, 69 anos

Costumava andar e apreciar a cidade, sempre distribuindo sorrisos e boas conversas por onde passava.

Anderson Aparecido Belem, 48 anos

Era puro amor. Amava a esposa, os filhos, os amigos e os animais.

Anderson da Silva Lopes, 34 anos

Queria viver intensamente com a família e tocar o coração das pessoas. Missão cumprida!

Anderson Magalhães Serpa, 40 anos

Do teatro à fazenda: um líder iluminado com projetos ousados que veio à terra para construir.

Anderson Oliveira Estevão, 54 anos

"Gatinha, eu te amo muito", declarava-se para sua amada esposa.

Anderson Paulo da Silva, 37 anos

Sua vida foi pautada em ensinar, havia nele grande zelo por sua profissão, era professor com muito orgulho.

Anderson Rodrigues de Jesus, 37 anos

"Tamo junto? Sempre!" era a marca registrada de “Mussum.

André Cardamone Junior, 57 anos

Acreditava que era preciso ser forte e lutar, mas sempre com um sorriso.

André Cardoso Dias, 50 anos

Foi muitos em um só.

Andre Cavalcante de Carvalho, 45 anos

Sorridente, paciente, prestativo, amigo e adorado por seus alunos.

André Danilo Zanfolin, 49 anos

Quando era criança tinha um ganso de estimação, ele o vestia com suspensórios e passeavam juntos rua afora.

André Góes de Albuquerque, 39 anos

Um gigante beijoqueiro de abraço acolhedor. Seu sorriso marcante, chegava antes dele nos lugares.

André Luiz de Souza, 47 anos

Divertido e simpático, estava sempre disposto a ajudar. Era fã da black music e adorava carros, especialmente os antigos.

André Luiz Nogueira dos Santos, 44 anos

Um cara que vai fazer falta a todos que conviveram com ele.

André Luiz Segadilha Neves, 46 anos

Economista reconhecido, apaixonado pela Disney, por Rock e pelos filhos.

André Souza Nascimento, 32 anos

Cultivava alegria e otimismo em meio aos maiores desafios da vida e a seus nove gatos.

André Wendel Benincasa de Sousa, 47 anos

Sua maior alegria era voltar do trabalho para junto da família.

Andrea Chinem, 49 anos

Ninguém mais era o mesmo, depois de sua grata amizade.

Andréia dos Santos Cometa, 39 anos

Tinha o sorriso tão radiante, que parecia ter ganhado na loteria.

Andréia Limas Pereira, 39 anos

A pessoa mais sorridente que já existiu!

Andréia Midori Ishida de Camargo, 43 anos

Nasceu para transformar seu mundo em arte, cuidada de cada detalhe das festividades.

Andréia Oliveira Garcia, 42 anos

Deixou órfãos diversas pessoas que se sentiam cuidadas por ela.

Aneir Carvalho Pinto, 67 anos

Arroz e gargalhada... suas especialidades. Difícil saber qual o mais gostoso!

Angela Domingos de Souza, 69 anos

Pode apostar que ela agora deve estar dizendo: "que horror" e, em seguida, dando um largo sorriso! Clássico seu.

Ângela Maria de Oliveira, 61 anos

Sua marcante gargalhada lembrava: só vale a pena o que se faz com alegria.

Ângela Maria de Oliveira Silva, 57 anos

Convicta, sempre dizia: “Se eu partir, estou preparada, pois Deus sabe de todas as coisas”.

Ângela Maria dos Santos, 65 anos

Dona de um colo onde uma infinidade de bebês foi acalentada e onde todos os sobrinhos se aninhavam.

Ângela Maria Ferreira da Silva, 62 anos

Batalhadora e de bem com a vida, amava festas e passear. Cozinheira de mão cheia e boa de garfo.

Ângela Maria Pereira, 61 anos

Mulher simples, que encontrou na dança a alegria que espalhava ao seu redor. Ela amava dançar...

Angela Ro’O’Tsitsimrõ Tsuptó, 60 anos

Parecia a Madre Teresa de Calcutá e adotava os pacientes como filhos.

Angela Silva de Oliveira, 51 anos

“Mãe igual a ela, dificilmente você acha”, diz Bruno, filho de Angela.

Angélica Castanhote, 31 anos

Amava criar relacionamentos entre as pessoas.

Angelila Oliveira de Medeiros, 53 anos

Uma apaixonada por pessoas, conversas e café.

Angelina Alves Pereira, 81 anos

Mãe e avó excepcional, era uma mulher forte e iluminada que gostava de viajar com as amigas e se divertir.

Angelina Teresa da Silva, 44 anos

Dentro daquela mulher introspectiva pulsava um coração de portas escancaradas para o amor. Ainda pulsa.

Angelo Fagiolo, 81 anos

Uma vida plena de doçura e delicadeza.

Ângelo Montano Neto, 76 anos

Estar com ele era como sentir a alegria tomando conta do espaço.

Ângelo Morales Gonsales, 89 anos

Passou 40 dias em um barco pesqueiro, fugindo da ditadura de Franco. No Brasil, formou sua família.

Ângelo Paes, 53 anos

Ter proporcionado à sua família a incrível viagem ao parque temático de Santa Catarina foi a realização de um sonho.

Ângelo Vervloet Gaiba, 56 anos

Aficionado por Game of Thrones, lia os livros e assistia à série ao lado de Tê. Hábito frequente, que jamais dispensava.

Anica Paes, 86 anos

Adorava colocar colchões na sala para assistir aos desfiles das escolas de samba com os netos madrugada afora.

Anilson José Alves dos Santos, 53 anos

Pastor e sindicalista, lutava pelos homens enquanto seguia os ensinamentos de Deus.

Anisio Antonio Lemes Medeiros, 71 anos

Amante de pesca, de truco, do rock and roll e do São Paulo.

Anísio Pereira Borges, 63 anos

Deixou um legado de amor, responsabilidade e honestidade para sua família.

Anita Mazoca de Camargo, 71 anos

Um coração gigante que se mostrava no largo sorriso!

Anita Watanabe Saito, 99 anos

Deixava até de viajar para cuidar das suas samambaias.

Anna Maria Bacchi Neves, 86 anos

DonAnna era a mãe que as amigas das filhas gostavam de estar junto.

Anna Maria Leomil Shaw, 83 anos

Professora de inglês. Uma pessoa íntegra, justa e dedicada à família.

Anna Maria Todeschini de Andrade, 80 anos

Mulher da fé, família e bondade, trazia para cuca italiana que fazia a doçura que levava no jeito e na voz.

Anna Norina Konzen, 88 anos

Mulher sincera e direta, tanto para mostrar carinho, quanto para expor suas dores.

Annunciata Romano Gonçalves, 84 anos

Mulher negra que juntou em sua alma destemor e amor, sem reservas e sem medida, desconhecia o significado do verbo "desistir".

Anselmo Dominguez Perez, 91 anos

Espanhol no RG e brasileiro no coração. Homem bonachão, simples, amigo, religioso e com um astral muito alto.

Anselmo Rodrigues Samias, 57 anos

Vivia para semear a língua kokama.

Antenor Lobato Nunes, 76 anos

Com alegria e maestria, construiu embarcações que transportavam gente e esperança pelos rios do Norte do país.

Antônia Afra dos Santos, 76 anos

Sabia tudo sobre chás. Sempre tinha, de memória, uma receita para curar dores.

Antonia Alves da Costa, 87 anos

Adorava sua boneca, a Sophia.

Antonia Ana da Conceição, 67 anos

Corajosa, doce e forte. Dona Antonia foi a definição da palavra resiliência.

Antonia Bezerra Gomes, 71 anos

Sempre dizia para a neta Jova que um dia compraria uma máquina pra fazerem roupas juntas.

Antônia Chaves dos Santos Henrique, 83 anos

Guerreira, ela ia à luta!

Antônia Cossalter Todesco, 87 anos

O sotaque e a nacionalidade podiam até ser italianos, mas o coração era brasileiro, não havia como negar.

Antônia Dias de Moura, 94 anos

Gostava bastante de viajar. Apaixonada pelo Rio de Janeiro, dizia que era a “cidade maravilhosa mesmo”.

Antônia Eli Oliveira Borges, 40 anos

Mãe aos dezessete, ela via horizontes onde parecia haver só obstáculos.

Antonia Hing da Fonseca, 78 anos

Guerreira e flamenguista de coração, viveu com a garra e as emoções de todo bom jogo de futebol.

Antonia Maria Camargo, 72 anos

Mulher forte, dona do coração mais doce e do sorriso mais lindo que já existiu. Uma verdadeira joia rara.

Antonia Maria de Lima Alves, 83 anos

Para ela, cumprimentar alguém sem dar um abraço carinhoso não fazia sentido.

Antonia Maria Lobo Cardoso, 71 anos

"Nem precisa ter o sangue, basta ser amor, porque o amor já pulsa no sangue", dizia ela.

Antônia Nascimento Santos, 82 anos

Grande contadora de causos, adoçou a vida dos seus com sorrisos e doces, deliciosos e inesquecíveis.

Antônia Oliveira Neves, 83 anos

Uma nordestina que gostava mesmo era de roça. Viu o mar apenas uma vez.

Antônia Pereira da Silva, 74 anos

Com muita luta, conseguiu comprar sua palafita em uma das periferias de Duque de Caxias.

Antonia Pereira Gomes, 81 anos

Alagoana arretada, Antonia criou cinco filhos praticamente sozinha. Com seu amor e fé, acolhia a todos.

Antônia Tereza Carriel Gomes, 81 anos

Amava carnaval e viajar. Lutou para alcançar seus objetivos e conseguiu.

Antonieta Félix da Silva, 63 anos

Exemplo de força e determinação, dominava com maestria os saberes e sabores ancestrais.

Antonieta Santos Moraes, 88 anos

Mulher de muitas paixões, descobriu outros dons na felicidade. Escreveu um livro e viveu tudo o que imaginou.

Antonietta Migliaccio Bonfá, 92 anos

Dançava, cantava e não tinha a menor vergonha de aparecer nos vídeos feitos pelos seus netos.

Antônio Carlos Silva Rosa, 65 anos

"Eu amo minha família!", dizia o Sargento. Seu caráter e sua dignidade eram motivos de orgulho.

Antonio Adelino Sobrinho, 81 anos

Honestidade era a maior qualidade, sempre trazendo no rosto um sorriso marcante.

Antonio Aguiar Filho, 81 anos

Seu amor pelo evangelho de Cristo era imenso, nas horas livres, lia a Bíblia Sagrada assiduamente.

Antonio Ailton Carvalho de Barros, 58 anos

Vivia sempre a cantar: "Oi amor, eu estou aqui, amor...". E tinha uma gargalhada única, que deixa saudade.

Antônio Airton Martins Cavalcante, 82 anos

Carismático e bonito, ele adorava narrar suas histórias de vida. Também era generoso e bom conselheiro.

Antônio Alberto Viana, 65 anos

Apreciava uma boa prosa e um bom vinho, para poder falar da vida e sonhar.

Antônio Albino José de Mateus, 96 anos

Quando feliz, e para despertar a casa, se transformava em um passarinho assobiador.

Antonio Almeida, 71 anos

Espírita, era a inteligência em pessoa e vai deixar saudades.

Antonio Alves da Silva, 64 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que pensar no futuro.

Antônio Alves Filho, 56 anos

Soube viver bem: cada tijolo e cimento suados, foram compensados com cerveja gelada, muita conversa e amigos!

Antônio Amaral Cavalcante, 73 anos

Poeta, jornalista e, sobretudo, uma pessoa à frente do seu tempo.

Antônio Amaro de Oliveira, 93 anos

Praticava ao pé da letra o significado da palavra caridade.

Antonio Anselmo Evangelista, 75 anos

Impulsionado pela habilidade em empreender, alçou altos voos.

Antonio Aparecido Alves, 87 anos

Corinthiano roxo, que adorava pescar, dançar, viajar e passear.

Antônio Assinair Ribeiro da Silva, 58 anos

Dono da churrascaria e daquela maminha que só ele sabia fazer.

Antônio Augusto Neves da Fontoura, 66 anos

Seu amor pela cozinha era a tradução de seu amor pela família.

Antônio Barbosa de Albuquerque Júnior, 49 anos

Foram 49 anos bem vividos de um herói da educação com 27 anos de magistério.

Antônio Barbosa De Mendonça, 58 anos

Sonhava em curar a mãe. Como era impossível, mudou o sonho: fazer o melhor por ela todos o dias.

Antônio Batista Vieira, 70 anos

Analista político nato, odiava injustiças e amava os pássaros, as filhas, os netos e a música brega romântica.

Antônio Belarmino Bezerra, 48 anos

Professor querido, contagiou a todos com ensinamentos e risadas.

Antônio Bezerra da Silva, 70 anos

Fazia piada até consigo mesmo, tudo para fazer os outros rirem.

Antônio Bono Medina, 68 anos

Nico ensinou o que é ser feliz. Ensinou a viver e não ter vergonha de ser feliz!

Antonio Carlos Azevedo, 42 anos

Alegre e brincalhão, era apaixonado por carros, que trocava num piscar de olhos.

Antonio Carlos da Costa, 61 anos

Fã dos netos, dos filhos e da esposa. Fazia questão de contar suas histórias por onde passava.

Antônio Carlos da Silva, 81 anos

Homem rígido e sistemático, mas com muita doçura no coração.

Antonio Carlos da Silva, 76 anos

Pai de quatro filhos, esperava pelo quinto na fila de adoção.

Antônio Carlos de Mello, 61 anos

Pai atencioso, brincalhão, palhaço. Ciumento e, às vezes, medroso, mas sem perder a pose.

Antônio Carlos de Oliveira, 65 anos

Adorava uma bagunça. Todos os dias de manhã ligava o rádio para ouvir músicas dos anos 80.

Antonio Carlos Durans Diniz, 36 anos

Acordava às 4h da manhã para conversar com suas plantas e esperava a esposa acordar para tomarem café juntos.

Antonio Carlos Gomes Tavares, 64 anos

Pai, companheiro, amigo. Seguiu viagem no céu de pipas e aviões da sua infância.

Antônio Carlos Gouvêa, 54 anos

O carinho de Antônio morava no seu bom-humor diário, na suas doses de empatia e amor, e nos discos do Raul.

Antonio Carlos Maia Santana, 62 anos

Foi amigo de todos, generoso e com um coração de ouro.

Antônio Carlos Mendes, 63 anos

Honesto e leal com as pessoas que ele amava. Marido, pai e avô apaixonado. O herói da família.

Antônio Carlos Mescouto, 60 anos

Amante da liberdade, do rei Roberto Carlos e do Paysandu Sport Club.

Antônio Carlos Mielle Finocchio, 66 anos

Com seu sorriso engraçado e abraço apertado, eternizou-se pelo amor à família.

Antonio Carlos Nascimento Pivatto, 83 anos

Comunicativo, marcou a vida de muitos com suas piadas e brincadeiras.

Antônio Carlos Peixoto, 70 anos

O Doutor Antônio tinha o dom da medicina e exerceu, com maestria, a profissão.

Antônio Carlos Rabelo, 63 anos

Jamais ignorou uma mão estendida em busca de auxílio; esse foi o maior ensinamento que deixou aos filhos.

Antonio Carlos Rapette, 59 anos

Pegou um trem rumo ao céu com paradas nas estações família, amor, coração e bondade.

Antônio Carlos Ribeiro de Araújo, 53 anos

Eleito pelos sobrinhos o tio mais animado da família. Com ele, qualquer coisa era desculpa para aproveitar ainda mais os passeios.

António Carlos Rodrigues, 63 anos

De hábitos simples e coração enorme, tinha uma risada incomparável e a voz marcante de um locutor de rádio.

Antonio Carlos Santos da Costa, 56 anos

Fazia um peixe cozido bem temperado e caldoso, para misturar com farinha d'água e lembrar de sua cidade natal.

Antônio Carlos Souza Gomes, 66 anos

Ele carregava no peito suas maiores paixões: a família, o T10 e o escudo do tricolor.

Antonio Carlos Teixeira Bravo, 50 anos

A bravura não era mero acaso, mas a marca do mecânico que, com orgulho e após os 40, terminou os estudos.

Antonio Celso de Lima, 53 anos

Nas fotos, aparecia sempre com fisionomia séria. Mas era só aparência.

Antônio Cipriano da Silva, 85 anos

Apelidava quem passava pelo Elevador Lacerda. Em casa, conversava com a plantas e pássaros.

Antônio Cizino Pimenta, 87 anos

A fartura era sua marca. Recebia os amigos e familiares com muita comida, bebida e também com piadas.

Antonio Cleantes Rodrigues, 82 anos

O simpático libriano que percorreu sua trajetória fazendo muitos amigos.

Antônio Cleobaldo Amorim Barra, 70 anos

Um grande humanista que tinha por meta ajudar os outros.

Antônio Clóvis Ferreira, 84 anos

Adorava bailes de terceira idade e amava a dança. Sempre fazia uma fezinha na loteria.

Antônio Corrêa Fernandes, 57 anos

Um pai amoroso e trabalhador que pensava além do seu tempo.

Antonio Costa de Almeida, 87 anos

Olhos sempre a brilhar, a cada cantar do sabiá, cada vez que estava de sua roça a lembrar.

António Crisóstomo Freire de Morais, 56 anos

Um homem carinhoso, honesto e muito inteligente. Conversava sobre qualquer coisa, com qualquer pessoa.

Antônio da Costa Neves, 69 anos

Enxergava com olhos que refletiam vivências e fornecia os abraços mais aconchegantes de todo o norte do país.

Antônio da Silva, 66 anos

Tinha o beijo mais carinhoso que você poderia receber.

Antônio da Silva Ferreira, 81 anos

Dono de um bom papo e amor infinito, cumprimentava as pessoas pedindo: “Me abraça, amigão!”

Antonio da Silva Mendes, 74 anos

Seu Pela tinha como principal virtude a paciência.

Antonio Dantas Bastos, 75 anos

Um homem movido por paixões: era assim com sua família, com seu time de coração e com o seu sertão.

Antônio das Graças Lopes, 70 anos

Com dedicação e simplicidade, reivindicou todos os dias a coroa de rei do açaí.

Antonio de Jesus Couto, 70 anos

Ser o porto seguro de sua família era o que lhe dava alegria; era tudo para ele.

Antônio de Macedo Andrade, 70 anos

Amava trabalhar, viajar e comer bem. Era do tipo que prestava ajuda financeira e mantinha a discrição.

Antonio de Oliveira Luna, 71 anos

Esse era o Pai Véio que não queria ir se embora.

Antônio de Oliveira Targino, 67 anos

Pacificador e generoso, com seu carro de boi ajudou muitas pessoas pelo agreste alagoano.

Antônio de Pádua Silva, 69 anos

Fazia-se de forte, mas era tão sensível que tinha medo de tomar uma simples injeção.

Antonio de Souza, 62 anos

A sanfona era sua alegria, a família seu maior bem e a Deus agradecia sempre.

Antonio de Souza Costa, 64 anos

Cantava marchinhas para ninar a filha e nunca tirava o boné, a não ser na hora de dar a benção.

Antônio Delano Pereira Ramos, 72 anos

Um ser humano único, médico competente que amava a vida.

Antonio dos Santos, 77 anos

Com sua alegria contagiante, encarava os problemas da vida assoviando e cantando.

Antônio dos Santos Reis, 76 anos

Um guerreiro que educou seus filhos com amor e honestidade. Partiu deixando sua comunidade órfã.

Antônio Durval Barros Barreto, 39 anos

Um homem feliz que tinha uma gargalhada sem igual e jeito simples de ver as coisas.

Antonio Eduardo Martins Guerra, 88 anos

Seu prazer era distribuir frutas do pomar para os amigos.

Antônio Eduardo Rocha Santos, 59 anos

Motorista de ambulância querido por todos os pacientes. Torcedor do Bahia, e o maior pulador de carnaval do Bloco Zé Pereira.

Antônio Elias Vianna Mokarzel, 63 anos

De tudo o que poderia ter sido, escolheu ser bom. E, por isso, foi tão amado.

Antônio Estolano Andrade, 70 anos

Tinha inesquecíveis fraseados musicais, causos e um irrepreensível bom humor, cheio de cacoetes criativos.

Antônio Everaldo Pinho de Lima Júnior, 39 anos

Com seu jeito galanteador, entrou solteiro no hospital para fazer uma cirurgia e saiu de lá casado.

Antônio Everton Chaves de Lima, 49 anos

Urêa, torcedor apaixonado pelo Fortaleza, gostava de fazer todo mundo rir.

Antônio Feitosa dos Santos, 72 anos

Singelo, revezava os ouvidos entre o som dos passarinhos e as canções do Rei Roberto Carlos.

Antônio Félix Flor Filho, 41 anos

Uma pessoa especial que conservou a vida toda o sorriso doce de criança.

Antonio Fernandes de Barros, 52 anos

Foi o melhor marido e pescador de todos.

Antônio Ferreira da Silva, 75 anos

O pouco com Deus é muito, dizia a sabedoria com que orientou a vida.

Antônio Ferreira de Amorim, 86 anos

Reservado com seus sentimentos e sonhos, era muito família e acolhia a todos que precisassem.

Antônio Ferreira dos Santos, 54 anos

"Minha história dá um livro, um livro de superação e fé", dizia ele.

Antônio Ferreira Rodrigues, 79 anos

A cada história contada, uma emoção vivida por quem ouvia.

Antônio Francisco Braga, 43 anos

Ensinou muito mais que cálculos, transmitiu amor.

Antonio Francisco de Morais Cavalcanti Sobrinho, 60 anos

Seu olhar se perdia e se encontrava na paisagem do engenho, no verde que rompia a terra, brotava e frutificava.

Antônio Furtuoso do Nascimento, 78 anos

Era o amor em forma de pessoa e estava sempre na primeira fila aplaudindo as conquistas de sua família.

Antônio Garcia de Souza, 63 anos

Desapegado das riquezas, tornou a vida mais leve e o voo mais alto.

Antônio Gengo Neto, 67 anos

Apaixonado pela família, fazia questão de capturar os momentos felizes com as lentes da sua filmadora.

Antônio Gernaldo Pinto, 44 anos

Um homem que transbordava amor pela família, pela música e por sua cidade natal, Orós.

Antônio Gilvan Alves dos Santos, 40 anos

Brincalhão, amigo, de carisma enorme e sorriso fácil.

Antônio Gois de Figueiredo, 90 anos

Passava o dia em sua cadeira de fio, apreciando a sombra do abacateiro que cultivava com tanto carinho.

Antônio Gomes da Silva, 73 anos

Deixa um legado de determinação, coragem e amor ao próximo. Foi um verdadeiro pai-mãe.

Antônio Gomes da Silva, 80 anos

Amoroso com os sete filhos, superavô com os netos, um amigo e tanto.

Antônio Gomes de Alencar, 86 anos

Cuidava do jardim da igreja com amor, acolhia os amigos da neta como avô e os seus próprios amigos como um pai.

Antônio Gomes de Araujo, 60 anos

Viveu a vida com intensidade. Realizou o grande sonho de formar uma família e conhecer os netos.

Antonio Gomes de Moura, 71 anos

Um corintiano fanático que gostava de ler biografias para conhecer a vida de pessoas que fizeram a diferença.

Antônio Gomes Filho, 87 anos

Ele sempre agradeceu a Deus pela vida e por tudo que tinha.

Antônio Gonçalves Barros, 73 anos

Português, conhecido como Maria, era o melhor e o mais bem-humorado comerciante do ramo de alimentação.

Antonio Gonçalves Junior, 55 anos

Na adolescência, fugiu com seu grande amor.

Antonio Goulart, 85 anos

Tinha o dom da palavra e seu maior talento foi ensinar sobre amor e caridade.

Antonio Guido de Morais, 72 anos

Seu coração botafoguense não cabia em seu peito. Sempre amoroso, bondoso, divertido, gostava de ajudar as pessoas e amava a vida.

Antonio Henrique Pereira, 62 anos

O mais brincalhão da família; era também quem sonhava um diploma na mão de cada um que vivia na favela.

Antônio Inácio dos Santos, 77 anos

Tinha uma risada gostosa de se ouvir, sempre recebia os seus dizendo: "Deus te abençoe!"

Antonio Inaldo Barbosa, 81 anos

Vovô Naldinho: a alegria em pessoa.

Antônio Ivoní Oliveira Melo, 80 anos

Dono de passos firmes e um coração gigante, foi escritor de lembranças marcantes durante os seus 80 anos.

Antônio Jerônimo de Melo, 80 anos

O eterno marinheiro, brincava que foi nadando até o Rio de Janeiro.

Antônio João Rocha de Almeida, 66 anos

Um homem guerreiro, um homem muito sonhador...

Antônio Joaquim Dias, 84 anos

Um homem de coração grandioso e com fé inabalável em Deus.

Antônio Jorge Bispo dos Santos, 63 anos

Deu aula de como ser um ótimo pai e, nas horas vagas, assumia o pódio de piadista da família.

Antônio José da Silva, 64 anos

Um incansável cuidador, sempre pronto pra ajudar quem precisasse.

Antônio José da Silva, 96 anos

As notas do trombone de Norato embalaram muitos casais mundo afora.

Antônio José da Silva Filho, 77 anos

Com um sorriso, soltava logo um de seus bordões: "Vai trabalhar, abestalhado!", "E aí, vamos acordar?"

Antonio José de Almeida, 84 anos

Pai preocupado e acolhedor que foi, ao mesmo tempo, fortaleza e amor.

Antônio José de Carvalho, 58 anos

Colecionador de chapéus e máquinas de escrever, dizia que não gostava de presentes, mas sim da presença.

Antônio José de Sousa, 67 anos

Memorizava endereços com maestria e criava passeios só para estar na presença dos seus afetos.

Antonio José dos Santos, 74 anos

Seu Tonho amava forró, sorrisos e os apelidos que colocava em seus amados.

Antônio José Ferreira de Vasconcelos, 66 anos

Ao contrário do seu apelido, Ferrugem, foi o pioneiro no Amazonas a fabricar biojoias.

Antônio José Galdino, 65 anos

Os amigos o apelidaram de Garrafinha, mas a esposa o chamava de Amor.

Antonio José Pereira, 61 anos

Homem de alma revolucionária e dono de um coração maior do que lhe cabia no peito, deu a vida pela mãe.

Antonio José Pereira Francisco dos Santos, 73 anos

O “Guardião dos Anjos”, médico pediatra que protegia até com as palavras.

Antônio José Prado Anchieta, 43 anos

Para ele, que era divertido e nunca tirava o sorriso do rosto, a família era mais que especial; e a filha, o maior bem.

Antônio Lemes, 84 anos

Viveram com amor. E no amor, juntos, encontraram repouso.

Antônio Lopes da Silva, 60 anos

Ao lado da família, vivia cada dia como se fosse o último.

Antonio Lopes do Nascimento, 78 anos

Carismático e encantador, nunca fez mal a ninguém e nunca reclamou da vida.

Antônio Lucas, 81 anos

Os flashes de sua história sempre mostraram que Antônio foi ensinado pela existência a ser forte.

Antônio Lúcio da Silva, 59 anos

Só de ouvir o barulho do motor de um ônibus, já conseguia diagnosticar com precisão o problema.

Antônio Lucivaldo Vital, 60 anos

Um construtor de lares apaixonado pela sua terra.

Antonio Luis Alves do Nascimento, 57 anos

Competia com seu ídolo, Amado Batista, na composição de canções, uma mais engraçada que a outra.

Antônio Luis da Silva, 53 anos

O sambista dono do sorriso mais carinhoso.

Antônio Luiz, 90 anos

Unia a família em torno da sua deliciosa feijoada, que preparava com todo amor.

Antônio Luiz de Campos, 79 anos

Por onde passava, deixava nem que fosse uma pequena ajuda.

Antônio Luiz de Carvalho, 96 anos

Homem de fé, devoto de Maria. Seu Tunico adorava tocar nas missas.

Antônio Luiz Gonçalves Guimarães, 73 anos

Seu Antônio era quieto, mas no seu silêncio, exalava muita sabedoria.

Antônio Macena de Moraes, 64 anos

Alegria era sua marca, adorava dançar e conseguia contagiar todas as pessoas que estavam a sua volta.

Antonio Maia Braz, 75 anos

Uma pessoa reservada, mas a quem todos recorriam para pedir conselhos. Amava a natureza e os passarinhos.

Antônio Manoel Pavão, 63 anos

Vendedor ambulante, conhecido por ser o tio da bala e do coração doce.

Antônio Marcelino da Silva, 69 anos

Com a chegada dos netos, soube demonstrar todo o amor que guardava no peito.

Antonio Marco Barbosa Miranda, 47 anos

Um meninão vestido em corpo de homem.

Antônio Marcos, 66 anos

Sonhava morar no rancho da família ao aposentar-se e amava deitar na rede para curtir os netos aos domingos.

Antonio Mariano Franco, 74 anos

Via o lado bom de tudo e estava sempre disponível para dar seus bons conselhos.

Antonio Martins da Silva, 72 anos

Tudo na casa era do jeito dele, até “embirrava” se fosse diferente. Tinha mania de ter vários cadeados no portão.

Antonio Mendes, 77 anos

De manhã, gritava pela casa: Cafééé!!! Era amoroso, brincalhão e um grande contador de histórias.

Antonio Miguel Barbosa da Silva, 62 anos

“Mesmo que você esteja muito bravo, não deixe de ajudar quem precisa”, dizia ele.

Antônio Miranda de Oliveira, 85 anos

Um homem de vestes elegantes e gestos simples.

Antonio Moreira Bispo Neto, 74 anos

Uma eterna criança arteira com sabedoria para olhar nos olhos do outro ao ouvir e aconselhar.

Antônio Moreira Neto, 64 anos

Estava sempre pronto para ajudar o próximo, mesmo que fosse com palavras e carinho.

Antônio Neves Marques, 64 anos

Sempre de bom humor, tinha uma risada do tipo Dick Vigarista.

Antonio Nicacio Mescouto, 68 anos

Um ótimo marido e um superpai.

Antonio Nilson dos Santos Lima, 37 anos

Muito sorridente e alegre, todos os dias fazia uma visitinha rápida para a mãe.

Antonio Nunes Viana, 97 anos

Alegria de menino, carisma de adulto, experiência de senhor. Seus cabelos brancos esbanjavam vida.

Antônio Orfanelli, 78 anos

"Trabaia não pra vê", dizia ele.

Antônio Orlando Lins de Oliveira, 72 anos

Risonho e feliz, fazia comédia com tudo.

Antônio Pantoja Castelo, 37 anos

Levava irmãos e filhos para um passeio na praia, onde reforçava a união familiar numa boia gigante.

Antonio Pedro Arlatti, 85 anos

Prudentino com orgulho, foi exemplo de caráter e o melhor avô do mundo. Honestidade era a sua marca.

Antonio Pereira de Brito, 85 anos

Um sanfoneiro arretado que amava dirigir e... tirar um cochilo durante o sermão das missas de domingo.

Antônio Pinheiro Martiniano, 76 anos

O passarinho vascaíno mais alegre que existiu.

Antonio Pinto de Andrade, 68 anos

Encantador, bondoso e generoso. Antonio foi amor em vida e agora é luz, lá no céu.

Antônio Pozzani, 77 anos

Adorava tocar violão e, apesar de não tocar muito bem, o fazia com seu grande coração!

Antonio Praxedes, 76 anos

O fato de não ter sido alfabetizado não o impediu de ensinar, com todas letras, o que era honestidade.

Antônio Raimundo do Nascimento, 86 anos

Todos os dias sentava em sua cadeira, na calçada de sua casa, que hoje é chamada de "Calçada do seu Antônio".

Antonio Raimundo Lemos Pereira, 62 anos

Com seu sorriso e suas músicas, esse menino regueiro tocava corações.

Antônio Ribeiro de Brito, 45 anos

Sorridente e brincalhão, fez do seu ofício na rádio uma forma de ajudar a todos.

Antonio Ribeiro de Meireles, 36 anos

Adson era o "homem-gentileza". Um funcionário público adorado que sonhava em ser vereador.

Antonio Ribeiro Garcia, 74 anos

Poeta, ele gostava de improvisar versos. Tocava saxofone e contava boas histórias.

Antonio Ribeiro Neto, 72 anos

Desbravador do mundo e da vida, amou e foi amado intensamente.

Antonio Rodrigues Cardoso, 56 anos

Uma pessoa querida, iluminada e musical.

Antonio Salustiano Barbosa, 85 anos

Um nordestino adorável. Deixou muitos ensinamentos e saudades por toda Caiçara.

Antônio Santos da Silva, 70 anos

Tratava os amigos como irmãos. Amava os filhos e a eles ensinou os princípios da honestidade e da justiça.

Antonio Santos Souza Filho, 80 anos

Ele era a própria festa. Todo domingo, vestia sua roupa mais alinhada, branca, e um chapéu de sua coleção.

Antônio Saraiva da Silva, 50 anos

Amava desfrutar a liberdade de sua vida, em especial, quando ouvia Dance Music.

Antônio Sérgio de Sousa, 61 anos

Pessoa simples, trabalhadora e amigo dos humildes. Gostava de ajudar. Todos gostavam dele.

Antônio Sérgio Silva, 58 anos

O palmeirense que olhava para o céu todas as manhãs, antes de qualquer atividade.

Antônio Sérgio Sobreira Cordeiro, 63 anos

Gostava de ser chamado de ‘Serjão’. Um apelido que lhe caía muito bem: um ser humano grande de coração e fé.

Antônio Severino Silva, 62 anos

Com humildade e simplicidade trilhou seu caminho de vida e trabalho.

Antonio Silva Macêdo, 87 anos

Saudável e ativo, era dessas pessoas que contam piadas e histórias. Não dispensava um bom “capitão de feijão”.

Antonio Soares Alves, 52 anos

Gostava de dançar forró e tomar cerveja com a família. Viveu de mãos dadas com a simplicidade.

Antonio Soares de Oliveira, 69 anos

Um homem admirado por sua calma e paciência. Gostava de conversar e de ajudar as pessoas.

Antônio Soares dos Santos, 81 anos

Guardava na carteira um papel com a escrita correta dos números, valioso ensinamento de sua esposa.

Antonio Tadeu Pinto da Fonseca, 66 anos

Médico dedicado, atendia gratuitamente e tornava-se amigo dos pacientes.

Antônio Tadeu Sátiro de Oliveira, 64 anos

Simplesmente um homem bom e que nunca esqueceu suas origens.

Antonio Teles Sipriano, 79 anos

Semeador de amor, firmeza e alegria.

Antônio Telles Gama, 66 anos

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”

Antônio Tirezo Pacheco, 71 anos

Alimentava planos para quando ganhasse na Mega-Sena.

Antônio Torres de Souza, 90 anos

Gostava de contemplar os barcos vindos do interior do Amazonas, quando ancoravam nos portos.

Antonio Vagner de Sá, 36 anos

Fiel a Deus e um irmão cheio de sorrisos.

Antônio Valdir Quilles, 68 anos

Sempre dizia que Deus é Pai! Com certeza está ao lado Dele.

Antônio Vaz, 67 anos

Um pai amoroso, trabalhador honesto e grande torcedor do Vasco da Gama.

Antonio Velas Santos, 70 anos

Para navegar nas águas do Amazonas, fazia sua própria canoa.

Antônio Velloso Macedo, 75 anos

Ele se transformava em alegria para que ninguém ficasse triste.

Antonio Viana de Lima Junior, 39 anos

Deixa como lição a crença de que nada está perdido, e que a mudança está em cada um de nós.

Antonio Vicente da Silva, 80 anos

Um aventureiro que teve muitas paixões e poucos amores: a mulher com quem foi casado e os filhos.

Antônio Victor Vieira de Benedito, 60 anos

Transformava folhas de plantas em instrumentos musicais. Como num passe de mágica, viravam gaitas e flautas.

Antonio Viegas, 79 anos

Mesmo sem estudos, tinha um conhecimento absurdo sobre tudo nessa vida.

Antônio Vieira da Almeida, 75 anos

Contar piada era a marca registrada de Gaguinho.

Antônio Vito de Oliveira, 67 anos

Nunca pegou uma agulha que não fosse sua e fez questão de ensinar o valor da honestidade.

Antonio Walter Ribeiro, 65 anos

Torcedor fanático do Cruzeiro e detalhista ao extremo. Marcante era a forma que ele ajeitava os óculos.

Antônio Wilson Bezerra Cruz, 69 anos

Teve orgulho dos filhos.

Antonio Zumpichiatti, 71 anos

O que mais o deixava feliz era ver as pessoas felizes ao seu redor.

Aparecida Cardoso Ribeiro, 66 anos

Entre seus prazeres estavam os passeios e os almoços de domingo que preparava com esmero para os filhos e netos.

Aparecida Carvalho Romano, 65 anos

Viveu a sorte de encontrar o amor verdadeiro, que persistiu para além da vida.

Aparecida Costalongo da Silva, 72 anos

“De todo amor que eu tenho, metade foi ela quem me deu”, diz a neta.

Aparecida da Silva, 64 anos

Vaidosa, sonhadora e dona de um lindo sorriso. Adorava um binguinho; onde tinha bingo, ia com as amigas.

Aparecida de Fátima Fernandes Marinho, 64 anos

Se a verdadeira riqueza de uma pessoa é o bem que ela faz no mundo, Aparecida tinha uma fortuna.

Aparecida de Lourdes Firmino, 69 anos

Dona de um sorriso lindo e contagiante que revelava a pessoa de coração enorme e generoso que era.

Aparecida de Oliveira Garcia, 83 anos

Vaidosa, nunca saía sem os brincos e para os eventos a roupa era escolhida com muita antecedência.

Aparecida Dinardi Sanchez, 84 anos

Religiosa e trabalhadeira, dedicou-se ao cuidado do filho especial e celebrou a vida.

Aparecida Gonçalves Domingues, 62 anos

Ela possuía o dom de acolher e cuidar. Alegre que era, adorava conversar e estar com os netos.

Aparecida Lucia Corinto, 58 anos

Cada pessoa é um universo, e ela foi o universo inteiro.

Aparecida Marquetti dos Santos, 73 anos

Ensinou aos filhos o valor das coisas, principalmente daquelas que não se pode comprar: as que vêm do coração.

Aparecida Odete Pin Pereira, 70 anos

Uma guerreira que viveu intensamente a vida.

Aparecida Ribaben de Mira, 86 anos

Amorosa, foi mãe, tia, avó, bisavó e tataravó. No hospital de campanha, era "a bisa da UTI".

Aparecida Rodrigues da Cruz, 67 anos

Com seu famoso café e seu largo sorriso, acalentava o coração de todos a sua volta.

Aparecido Batista Ferreira, 74 anos

Além de esposo amoroso, pai presente e avô coruja, era um colecionador de histórias de pescador.

Aparecido Bittonti, 92 anos

Trabalho era o que o movia nesta vida e a família um sonho conquistado.

Aparecido Cabrioti, 64 anos

Sonhava viajar com todos juntos para uma praia linda.

Aparecido Cardoso, 69 anos

Com um estilo próprio, estava sempre de óculos de sol no rosto. Por vezes, uns óculos de soldador mesmo!

Aparecido Dias da Silva, 73 anos

Adorava contar suas histórias de pescador.

Aparecido Pondian, 77 anos

Em todos os lugares era reconhecido por seus bordões.

Aparecido Souza e Silva, 67 anos

Uma casinha na beira da praia e pescar era tudo que ele queria, desde que estivesse ao lado de sua amada Lena.

Aparecido Vieira, 57 anos

Sua melhor marca era o sorriso no rosto.

Aparecido Vieira Machado, 71 anos

Adoçava a vida de quem encontrava quando oferecia as balinhas que carregava em seu bolso.

Aparício Carlos do Nascimento, 79 anos

São paulino e fã de Paulinho da Viola. Grande ex-jogador de futebol que amava dar suas aulas de matemática.

Aquilino de Oliveira Brito, 83 anos

Se doava para a igreja e para a família e gostava de dizer: "É isso aí!"

Aquilino Tito Brito, 51 anos

Festa sem ele era uma festa sem graça.

Arcangelo Ravanelli Pedrosa, 50 anos

Viveu o amor intensamente, dedicando-se e protegendo todos.

Arcelino Dace, 77 anos

Grande sábio Munduruku, dominava técnicas e conhecimentos tradicionais, a história e a língua do nosso povo.

Arcênia Ferreira de Sousa, 89 anos

Humilde e muito amorosa, assim era a prendada fazedora de pudins e de petas.

Arcenio Ferreira Porto, 89 anos

Bom pai e excelente avô, adorava uma festa.

Arcenio Severiano de Souza, 81 anos

Torcedor do Flamengo, amava assistir aos jogos com o neto João Pedro.

Archibaldo Pereira da Silva, 79 anos

Em ritmo de “deixa a vida me levar”, Quiba era um carioca da gema com muita história para contar.

Arcilino Luizon, 73 anos

Quem o conheceu sabe que viver foi sinônimo de luta para alcançar os sonhos.

Ardisson Mauro Vaz, 46 anos

Viveu o amor incondicionalmente e foi feliz, muito feliz.

Argemiro Rodrigues, 85 anos

Pastor, cantor e viajante, atravessou o país todos os meses, durante muitos anos, dirigindo seu carro.

Ari Flademir Ferreira, 56 anos

Prego foi caminhoneiro e conheceu muito bem os caminhos da felicidade: família, amigos e churrasco.

Ari Kawaguchi, 75 anos

Amava pescar e, na sua simplicidade, nunca deixou faltar nada em casa.

Arícia Paola Campêlo Gomes, 28 anos

Adorava organizar uma festinha. Queria ser, e foi, uma mãe dedicada e amorosa.

Ariel Rodrigues, 79 anos

Será lembrado como um anjo, e por seu sorriso e alegria contagiantes.

Arilson Silva, 50 anos

Tinha um coração de ouro. A família, seu maior tesouro.

Arimatea Alves de Oliveira, 66 anos

Amava a vida, a família e o carnaval. Seu passatempo favorito era fazer reparos em casa.

Ariquerne de Souza Ferraz, 60 anos

Independente de qualquer coisa, encarava a vida com alegria, principalmente se havia comida feita de milho.

Arismar Fonseca dos Santos, 65 anos

A arte da vidraçaria era a identidade dele. Dela tirou o sustento e educou os filhos, sem jamais perder a leveza.

Aristarco Oliveira da Silva, 38 anos

Com alto-astral e sorriso aberto, pastor Ari sempre oferecia apoio, acolhimento e uma palavra amiga.

Aristides Alvim Drumond Lage, 75 anos

Era a alegria da rua em que morava, pois sempre trazia doces, verduras e frutas da roça para toda a vizinhança.

Aristides dos Santos Filho, 72 anos

O macacão cheio de graxa não escondia sua grandeza de coração.

Aristides Tavares dos Santos, 59 anos

Bondoso e espiritualista, queria ajudar o planeta e as pessoas.

Aristóteles Atheniense, 84 anos

Era um ser humano do mundo. Aproveitava cada minuto intensamente.

Aristrogildo Fernandes Duarte, 40 anos

Para ele tudo estava sempre bom. Não reivindicava para si nenhuma mordomia, bastava ter onde armar sua rede.

Aritana Carreiro de Assis, 42 anos

Mulher de alma solidária, dedicou a vida para ajudar os animais e semear amor em sua família.

Arlene do Nascimento Cardoso da Cunha, 59 anos

Para Arlene, Deus é uma mulher preta.

Arlete Barbosa da Silva, 59 anos

Andava com fé e um dos netos a tiracolo. Mantinha a família perto dos olhos e o amor no coração.

Arlete Barbosa, 57 anos

Uma serva do Senhor.

Arlete Lourdes Souza, 47 anos

A alegria dela era ver a felicidade do neto brincando. Orgulhosa, dizia: “Ah, é o meu netinho!”

Arlindo Alves de Oliveira, 77 anos

Gostava de exercitar a memória com a leitura diária dos periódicos de notícias, jogos de palavras e com dominó.

Arlindo Bárbara, 75 anos

O lugar vazio à mesa, o silêncio que espera na varanda, o espectador que falta para assistir aos jogos.

Arlindo Cândido Limão, 89 anos

Homem de honra, lutador e vencedor.

Arlindo de Jesus Sá, 72 anos

Quando ações valem realmente mais que palavras. Com dedicação e amor, deixou lembranças gravadas na família.

Arlindo Francelino, 76 anos

Não trocava seu feijão-verde com maxixe e quiabo por nenhum prato de luxo.

Arlindo José de Argolo, 66 anos

Sempre presente, em seu coração, em primeiro lugar, estava a família.

Arlindo Simões, 83 anos

Era conhecido como "Vô do Futebol" e "Arlindão Zagalo", pois parecia um treinador nos campeonatos e treinos dos netos.

Arline Araújo Ribeiro, 37 anos

Vivia para alegrar os espíritos. Se fosse preciso, escondia sua dores para proporcionar uma boa gargalhada.

Armando Coppola Junior, 44 anos

Maratonista de séries, torcedor do timão e grande amor da esposa.

Armando de Brito Machado, 85 anos

Um líder nato e bondoso, que foi ao mesmo tempo guia e porto para os familiares.

Armando do Rosario de Oliveira, 57 anos

Foi um ser humano normal, um pai, um avô e um amigo.

Armando dos Santos Rego, 85 anos

Era um português comprometido em tudo que fazia. Registrava suas memórias ao contar e repetir histórias.

Armando Fernandes Branco, 77 anos

Sempre alegre e elegante, jamais deixou de levar consigo uma piada pronta na ponta da língua.

Armando Gama de Oliveira, 91 anos

Amava a vida e a vivia de maneira simples e honrosa, com uma energia tão grande, que deixava muitos jovens de queixo caído.

Armando Souza Sena, 88 anos

Criou a tradição de comemorar o Natal com jogos de bingo e dominó

Arminda Aucea de Oliveira Tavares, 64 anos

“Eu vou fazer, eu não desisto”, era o mantra de Dona Arminda.

Arminda Nunes Paulo, 84 anos

Orgulhava-se de ser uma mulher que dava a todos o amor que era abundante em seu coração.

Armindo de Jesus do Nascimento, 75 anos

Um vascaíno doente, de alto-astral permanente e um otimista de nascença, que deixará seu sorriso largo eternizado.

Arnaldo Anselmo de Oliveira, 50 anos

Um dos líderes pelos direitos sociais mais atuantes de Salvador, sua ousadia e força inspirou e cativou.

Arnaldo Araujo Souza, 53 anos

Homem de poucas palavras, acalentava e dizia muito com o olhar.

Arnaldo Barbosa Lima, 71 anos

A paciência era sua maior qualidade. O excesso de calma, seu único defeito.

Arnaldo Bentes Brasil, 89 anos

Alegria para sorrir, disposição para dançar e muitas histórias para contar.

Arnaldo de Oliveira Santos, 78 anos

Gostava de contar anedotas, era feliz da vida.

Arnaldo Faustino, 66 anos

Sob a batuta de Deus, foi um servo alegre que amava música e sentia gratidão pela vida.

Arnaldo Rodrigues Filho, 74 anos

O corintiano que fazia caridade na igreja de Santa Teresinha da Saúde.

Arthur Marins de Barros, 75 anos

Eternizou seu jeito de tocar violão nas canções de Gonzaga; semeou amor e tinha orgulho da família unida que construiu.

Arthur Martins Fraga Filho, 71 anos

O humor e as histórias que contava, amenizavam o sofrimento da vida. Toblerone, seu amado cão, voltou a ser sua companhia.

Arthur Pereira de Paula, 67 anos

Gostava de ouvir Fagner, Benito di Paula; de conversar em barzinhos e de ver o Flamengo jogar.

Arthur Rocha Silva, 19 anos

De todas as formas e cores, como um arco-íris, iluminava e ilumina todos.

Artur Francisco Gomes, 61 anos

Honesto e visionário, partiu com um adeus silencioso, feito da gratidão daqueles a quem dedicou sua luta.

Arturo Vazquez Estevez, 83 anos

O espanhol que registrou o coração em cartório brasileiro.

Aruká Juma, 86 anos

Ancião, símbolo da resistência Juma e dos povos originários da Amazônia, do Brasil e do mundo.

Assis Fernandes da Silva Neto, 0 anos

Nos seus 48 dias de vida, o menino grande e forte como um tourinho encheu a casa de alegria.

Assis Nóbrega, 60 anos

Com ele não importava religião, política ou futebol. O que importava era o amor ao próximo.

Assussena Audi Kalaf Eu, 92 anos

Deixou um legado de alegria a todas as pessoas próximas.

Astrogildo de Melo Farias, 64 anos

Adorava seu nome e era torcedor de coração do São Paulo e do CSA.

Ataide Hermenegildo dos Santos, 95 anos

Um encantador de pessoas que andava com fé e alegria a tiracolo.

Atanildo Alves de Jesus Costa, 83 anos

Um sábio pelas estradas da vida, que deixa um rastro de seriedade, integridade e missão cumprida.

Athos Silva Miranda, 77 anos

Apesar das dificuldades, recebeu o maior salário de um artista: aplausos.

Átila Pires Soares, 57 anos

Era animado, brincalhão e de bem com a vida.

Átila Vieira Correia, 44 anos

Não aceitava que o medo o levasse para longe do que acreditava. Lutava.

Attílio Finazzi Junior, 79 anos

Com uma grande vontade de ajudar, foi missionário e evangelizou pessoas em mais de 65 países.

Audifax de Almeida Seabra, 47 anos

Não se contentou apenas em decorar lugares, teceu sonhos e decorou pessoas.

Audir Alcântara Lopes, 62 anos

Alguém que ensinou muita gente a ler, escrever e amar.

Augusta Machado Dantas, 77 anos

Entre uma balinha e outra, a doce matriarca soube adoçar a vida de todos ao seu redor.

Augusta Nascimento da Silva, 68 anos

Augusta é sinônimo de luta e resistência.

Augusto César Cunha de Magalhães, 48 anos

Menino do interior que virou homem na cidade grande. Construiu família e amizades que se lembrarão dele para sempre.

Augusto Cesar Ferreira de Sousa, 41 anos

Ele se dedicava a ser feliz pelo tempo que podia, e acreditava que o sorriso tinha o poder de transformar.

Augusto José Pinheiro, 59 anos

O tio-amigo e amado.

Augusto Nazareno Lopes, 65 anos

Nunca deixava de fazer uma fezinha na loteria, mas sorte teve quem o conheceu.

Augusto Octávio de Mello Marinho, 64 anos

Era o palhaço da família.

Augusto Paschoal Fernandes, 80 anos

Sua marca registrada sempre foi o bom humor. Com o jeito brincalhão fazia amizade em qualquer lugar que fosse.

Augusto Soares, 76 anos

Mal aprendeu a escrever o nome, mas lutou bravamente para que os filhos fizessem curso superior.

Aura Doraci Pinto Duarte, 53 anos

Com a luminosidade de seu olhar e a doçura de seu coração, tinha o dom de ser amorosa e assertiva ao mesmo tempo.

Áurea das Graças Gomes, 72 anos

Dona de um sorriso encantador e de uma saborosa receita de bolo de cenoura. Era a alegria das netas.

Áurea Tavares de Oliveira Uchôa, 69 anos

Era doçura e carinho em pessoa. Na mesa de sua casa, não faltavam bolos e lanches para receber visitas da família.

Aurelina Bernardes de Almeida, 88 anos

Transmitia paz a quem estivesse ao seu lado.

Aurelina Félix Cândido, 82 anos

Era quase uma popstar na feira que frequentava todos os sábados com o filho.

Aurelina Gomes da Silva, 85 anos

Com uma fé inabalável, todo ano fazia uma festa beneficente na data de Nossa Senhora Aparecida.

Aurelina Micheles, 75 anos

A mãe mais extraordinária que os filhos poderiam ter.

Aurelina Teodozia da Silva, 83 anos

Contava histórias de príncipes e princesas através de lindas cantigas que maravilhavam seus amados netos.

Aurelina Valença dos Santos, 68 anos

Mulher iluminada, sempre soube sacudir a poeira e dar a volta por cima.

Aurélio Teixeira da Silva, 67 anos

Contador de piadas com um sorriso fofo de vô.

Aurelito de Souza Bomfim, 70 anos

O guerreiro que morreu no dia de Tiradentes e foi sepultado no dia de São Jorge.

Aureo de Souza Costa, 67 anos

Foi caminhoneiro e tinha muitas histórias. Deixou gratas recordações para os seus.

Áureo de Souza Ferreira Filho, 44 anos

Com seu sorriso contagiante fazia até a tristeza pular de alegria.

Auri João dos Santos Ortiz, 51 anos

Empresário de alegria contagiante, fez da sua empresa lar de cães e gatos que adotou das ruas.

Auro Asterio Azevedo Pereira, 52 anos

Um excelente filho, marido, pai e profissional. Comprometido com a profissão, mesmo na pandemia.

Aurora Castilho Berto, 84 anos

Concluiu os estudos já adulta, e coroou a conquista sendo a primeira com carteira de motorista da vizinhança.

Aurora Elena Zapata Villalobos, 80 anos

Uma chilena linda em todas as vertentes. Transbordou amor para todos os seus.

Auta Lopes Fernandez, 85 anos

Um amor de cinema e uma história de vida de arrancar muitos suspiros.

Avani Ferreira da Silva, 59 anos

Dedicada aos seus alunos, empenhava-se para que todos aprendessem a ler e escrever perfeitamente.

Avani Matos Rodrigues, 71 anos

A Dona Benta da Bahia era a única pessoa que sabia coçar as costas do neto.

Avany Ferreira Nunes, 87 anos

Guerreira, baiana arretada da gema. Mãe, avó, bisavó e tataravó. Deixa saudade dolorida.

Ayude Ribeiro dos Santos, 54 anos

Um homem de muitos amigos: os de uma vida inteira e, aqueles, que fazia facilmente em qualquer lugar onde chegava.

Badih Salim Chedraoui, 83 anos

Badih virou palavra, que mora nos cedros sagrados do Líbano.

Bárbara Correia Nepomuceno, 26 anos

Expansiva e com pressa de viver, fazia amizades com facilidade e alegria.

Barbara Gleise de Oliveira, 42 anos

Viveu com satisfação suas maiores conquistas: o próprio negócio e a filha tão desejada. Não era de desistir.

Bárbara Ribeiro Weilard Reis, 25 anos

Sua risada tirava todo mundo para dançar; parecia uma festa! Na verdade, era.

Bartolomeu José Araújo Martins, 64 anos

A felicidade estampada no seu rosto será lembrada para sempre.

Bazilia Ferreira Brito, 85 anos

Mulher guerreira e cristã que, com sua firmeza, dizia o que pensava.

Bazilio de Paula Rodrigues, 75 anos

Amava contar uma história. Cheias de floreios e lições valiosas, elas sempre traziam uma reflexão.

Beatriz Gomes de Moraes, 85 anos

Uma avó muito atenciosa e cuidadosa, enfermeira aposentada que se dedicou inteiramente a sua profissão.

Beatriz Janaína Nunes Ribeiro, 22 anos

Estivesse estudando ou numa festa, tinha a habilidade de fazer as pessoas sorrirem, e esse era seu maior prazer.

Beatriz Maria da Silva Mendonça, 89 anos

Aos sábados, deitava-se e dizia: "Vou descansar as pernas, porque mais tarde vou para o meu forró".

Beijamir Sarat Pereira, 53 anos

Ele acreditava que pessoas felizes deviam se cercar de pessoas que as fazem felizes.

Benedita Antonia da Costa, 77 anos

Tinha grande conexão com Deus, dava bons conselhos e fazia um arroz com feijão inigualável.

Benedita Aparecida de Jesus Oliveira, 61 anos

Sincera e chorona, amava tomar coca-cola e comer pizza.

Benedita Aparecida Guicioli, 65 anos

De beleza única, olhar intenso e profundo, o tempo a tornava cada vez mais encantadora.

Benedita Bento Ribeiro, 76 anos

Sinônimo de aconchego e cuidado, tinha sempre uma palavra amorosa a oferecer.

Benedita Junqueira de Souza, 86 anos

Com seus cabelinhos brancos e o olhar doce e meigo, era querida por todos.

Benedita Maria Mariano, 79 anos

Quando se chegava à casa dela, vinha uma paz tão grande. Benedita tinha cheirinho de vó.

Benedita Pereira Batista, 94 anos

Conservou a memória de jovenzinha e viveu para cuidar da família com fé e força, atributos que eram suas marcas.

Benedita Pereira dos Santos, 74 anos

Dona de um grande coração e de uma alma acolhedora, costumava dizer: "Tá bestando, uai".

Benedita Tolentino Novais Lino, 69 anos

Mulher guerreira, nunca desistiu dos sonhos. Conectada, não perdia um bom papo nem com as vizinhas.

Benedito Alves de Campos Filho, 57 anos

Um artista em absolutamente tudo que se propunha a fazer.

Benedito Alves de Oliveira, 66 anos

Um homem feito de alegria, bondade e generosidade, que sentia especial prazer em fazer o bem.

Benedito Antonio de Oliveira, 78 anos

Um querido teimoso que amava a liberdade de poder decidir sobre sua vida.

Benedito Aparecido Bueno, 72 anos

Um pai e avô amoroso que adorava bater papo e ir para igreja.

Benedito Ari Buzato, 79 anos

Cantor e locutor da igreja; quando alguém morria, era ele quem noticiava, logo após a Ave Maria de Gounod.

Benedito da Silva, 107 anos

Foram 107 anos de pescaria, de luz, de sorrisos e de fé em Deus! Mais de um século de uma vida abençoada.

Benedito de Paula Silva, 75 anos

Um corintiano devoto de Nossa Senhora Aparecida que não passava desapercebido.

Benedito dos Santos, 76 anos

De personalidade florescente, seu jeitinho decidido sempre vinha acompanhado de amor e carinho.

Benedito Estevão Lopes, 74 anos

A família era seu mais precioso bem e o que ele mais valorizava.

Benedito Galavote, 71 anos

Um homem com tantas histórias, que podiam virar um livro.

Benedito Herculino de Oliveira, 85 anos

A criança que habitava dentro dele o fez aproveitar a vida intensamente.

Benedito Jorge Borges, 64 anos

De alma jovial, estava sempre atualizando seu vocabulário para fazer parte do mundo dos netos.

Benedito José Gomes de Lima, 70 anos

Concretizou os ensinamentos mais honrados que um homem pode deixar em terra: amor, respeito e serenidade!

Benedito Marcondes Filho, 74 anos

Cada animal resgatado servia como um novo impulso para seguir lutando pela causa.

Benedito Marques de Oliveira Filho, 72 anos

Quando alguém perguntava se algo estava bom, ouvia dele: “Tá bom demais". Tudo sempre estava.

Benedito Marques de Souza, 81 anos

Foi abrir no céu uma filial da loja de amor gratuito que montou na terra.

Benedito Melgarejo Saldanha, 52 anos

Imortal e fundador da Academia Porto Alegrense de Letras, era apaixonado por literatura e entusiasta de novos talentos.

Benedito Orlando Meireles de Melo, 81 anos

Um contador de histórias nato.

Benedito Pires Barbosa, 68 anos

A felicidade dele era ver família e amigos sempre juntos. Festeiro, alegre, cumprimentava mesmo os estranhos com um beijo e um “eu te amo”.

Benedito Raymundo, 74 anos

Um homem de fé e de força que deixava tudo mais alegre com sua risada.

Benedito Rosa da Silva, 65 anos

Eleito o melhor motorista da cidade em 2012, também era campeão em integridade e amor à família.

Benedito Ruy Simões, 61 anos

Bené: o marceneiro apaixonado que transformava matéria-prima em poesia.

Benedito Silvério de Andrade, 73 anos

Ele amava as estradas e sabia que "com fé em Deus, no final tudo dá certo".

Benedito Tadeu Cordeiro dos Santos, 64 anos

Mostrou as obras de sua fé ao cuidar de si e de quem carecia.

Benedito Trindade da Silva, 60 anos

Viveu intensamente, tomou todas as cervejinhas possíveis, distribuiu amor e, então, voou.

Benilton Ferreira Paes, 72 anos

Um homem que deixa como legado sua alegria de viver e seu amor incondicional pela família e pelo próximo.

Benito Allex Gama, 53 anos

Podia ser feliz em um chalé na roça ou numa viagem ao Egito porque era feliz de verdade.

Benjamim Gonçalves Santos, 0 anos

Benjamim, o mais jovem de uma família. A estrela do lado direito que vai brilhar.

Benjamin Franklin Gomes Milhomem, 73 anos

Um homem de inúmeros apelidos e infinitas virtudes.

Bento Izidoro Pereira Serrão, 67 anos

Assobiava e fazia muito dengo para se comunicar com a neta.

Berenice dos Anjos Lima, 74 anos

Como uma boa celebrante da vida, amava aniversários!

Berenice Felix de Assis, 79 anos

Agricultora com cheirinho de bebê, cultivou o amor e a fé.

Berkson Oliveira Júnior, 32 anos

A resposta para qualquer problema que lhe contassem: "Calma, fica tranquilo... vai passar!"

Bernadete Cristiana Marques, 39 anos

A vida difícil, de muito trabalho, não lhe tirou a dignidade.

Bernadete de Souza Araújo, 100 anos

Que amorosa e especial foi Tia Bebé!

Bernadeth Santana do Carmo, 47 anos

Uma mulher que só pensava em ajudar. Doava-se por completo à família e ao trabalho.

Bernaldina José Pedro, 75 anos

Tomava banho, cantava e rezava de madrugada, como um ritual de gratidão.

Bernardo Cardoso Júnior, 70 anos

Um homem que amava a vida e o que ela proporcionava: música, festa, forró, família e amigos.

Bernardo dos Reis Rodrigues, 84 anos

As peças de dominó deram leveza à vida desse grande guerreiro que tanto amou sua família.

Bianca Galvão de Oliveira, 18 anos

Uma menina que ousou sonhar ilimitadamente.

Bianca Luciana Santos Dutra Vieira, 42 anos

Deixou uma família linda e muitas amizades.

Bianor de Brito Reis, 85 anos

Aquele que decidiu levar a vida ao ritmo das águas de Ganhoão: natural, constante e sereno.

Bonifácio Mario da Silva Júnior, 36 anos

Começou a trabalhar muito cedo, mas nunca se esqueceu de brincar.

Bóris Hugo Georgiev Mercaldo, 65 anos

Sinônimo de simpatia. Estava sempre de braços abertos para quem precisasse de afago e calmaria.

Bosco Penna, 70 anos

Um ótimo cantor que alegrava a todos com a sua seresta.

Brandali Goreti de Oliveira, 61 anos

Tinha nome de artista e embora não o fosse, por ofício, Brandali era pura sensibilidade.

Brasilino Brunel Alves, 68 anos

Pessoa do bem, sempre com um sorriso no rosto.

Brasílio Gonçalves, 74 anos

Plantava orquídeas pelas árvores de Mogi e passeava com seu Passat 1982.

Braulino de Oliveira Gomes, 88 anos

Com suor e tijolos, deixou um belo legado histórico. Mas foi com histórias e amor, que se eternizou.

Braulino de Souza Valadão, 73 anos

Seu perfume anunciava que a alegria chegava para ficar.

Brazil Montalvao Marques, 64 anos

Um guia de turismo apaixonado por viagens e que fazia jus ao nome.

Breno de Castro, 41 anos

Homem íntegro, irmão amoroso, foi bom marido, pai e avô.

Breno Rosa Pereira, 67 anos

Família, trabalho, música e viagens eram suas grandes paixões.

Bruno Alves Queiroz da Silva, 32 anos

Ele foi um grande exemplo do que é amar ao próximo.

Bruno Amaro, 38 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que ter leveza na vida. Sermos leves!

Bruno Benedito Ribeiro, 30 anos

Dava força para os outros, uma força que nem ele possuía.

Bruno Campelo, 34 anos

Apaixonado pai de duas meninas. Realizou o sonho de se tornar enfermeiro e amava ajudar a salvar vidas.

Bruno Cunha Soares, 31 anos

Um inventor de nomes.

Bruno Leonardo Costa Barbosa, 41 anos

Sua inesquecível presença era sua forma de expressar um caloroso e ímpar “eu te amo”.

Bruno Perugino Carneiro, 31 anos

Um cara cheio de vida, superdivertido; que se importava com o próximo e não dispensava um bom churrasco.

Bruno Souza Yanaguita, 33 anos

Sonhador e determinado. Adorava dirigir e estar com seu amor maior: a família.

Cacilda de Oliveira Morgado, 76 anos

Dona de uma fortaleza sem par, lutou e venceu muitas batalhas.

Caetana Maria Pereira da Silva, 68 anos

Uma avó babona que amava colocar apelido nos outros.

Cairo José Ferreira Gama, 41 anos

Sob seu chapéu viviam as almas e as mentes dos jovens de Manaus.

Candida Maria de Lima, 69 anos

Altruísmo tem nome e sobrenome, e tem sempre um pedaço de bolo pra adoçar a vida da gente...

Candida Maria Furtado, 80 anos

Sempre perfumada e caprichosamente arrumada, organizava os bingos de 25 centavos da família Furtado.

Carivaldina Oliveira Costa, 79 anos

Honrou sua ancestralidade sendo líder da luta quilombola.

Carivaldo Silva Arantes, 70 anos

“E tem gente que não acredita, mas já aconteceu!” dizia ele ao contar as histórias mirabolantes que amava.

Carla Collela Rolim, 42 anos

Tinha sempre as palavras de incentivo perfeitas e que vinham a calhar, em qualquer situação.

Carla Fabiana Rodrigues de Oliveira Macedo, 44 anos

Filha, irmã, tia e esposa sempre presente.

Carlilo Floriano Rodrigues, 80 anos

Seu sonho era voltar a andar. Conseguiu, mesmo que por pouco tempo.

Carlindo Cardoso, 71 anos

Fã de uma praia e de uma cervejinha, era cego de um olho mas enxergava com a alma.

Carlito Ferreira da Silva, 65 anos

Ele encarou a vida com sorriso largo.

Carlito Santos Ferreira, 65 anos

Um homem temente a Deus e que usou a música para abençoar vidas.

Carlos Alberto Alves Bezerra, 64 anos

Torcedor apaixonado do Fortaleza Esporte Clube, tinha a força e a garra do leão.

Carlos Alberto Brasil, 75 anos

Nenhum filho ou filha saía de casa para uma nova vida sem ganhar um fogão de presente.

Carlos Alberto Carneiro da Costa, 72 anos

Um homem simples que gostava de fartura. Alcançou tudo o que queria, graças ao seu esforço.

Carlos Alberto Castelo Branco, 73 anos

De alma intensa, ele foi um Papai Noel que torceu pelo Ceará, Flamengo e Beija-Flor. Transbordava amor.

Carlos Alberto Cobé do Nascimento, 65 anos

Com Deus, ele estava sempre pronto para enfrentar qualquer coisa.

Carlos Alberto Costa Dórea, 60 anos

Assim como o apelido, o coração de Carlão também pulsava no ritmo do aumentativo.

Carlos Alberto Cuccavia, 60 anos

Sempre estava tudo bem para o inocente Carlão, afinal: "Deus é bom!", dizia ele.

Carlos Alberto da Cruz, 70 anos

Sua marca registrada era o jogo de damas, que praticava todos os dias na frente de sua casa.

Carlos Alberto da Silva, 72 anos

Sabia contar histórias como ninguém.

Carlos Alberto de Araújo e Silva, 65 anos

Dono do melhor sorriso do bairro, ele coloria as ruas com alegria e irreverência.

Carlos Alberto de Oliveira, 72 anos

Sempre que podia, levava a vizinhança na caminhonete para fazer piquenique nas praias pernambucanas.

Carlos Alberto de Oliveira, 67 anos

Foi o Carlinhos Cabeleireiro de Quixeramobim, amado e respeitado por toda a cidade.

Carlos Alberto de Vasconcelos, 66 anos

Corintiano alegre, de personalidade forte e amoroso. Dedicado à família e uma pessoa com muitos amigos.

Carlos Alberto dos Santos, 58 anos

Era bom de garfo e, para ele, não podia faltar alface no almoço.

Carlos Alberto dos Santos Viegas, 70 anos

Dedicado à família, atuou no ensino e na advocacia e faz parte da história de Goiana, em Pernambuco.

Carlos Alberto Figueiredo Ribeiro, 47 anos

Amava a profissão de músico e cantor. Carisma e alegria eram seus sobrenomes.

Carlos Alberto Fiusa de Castro Filho, 74 anos

Foi brilhante em todos os caminhos que trilhou.

Carlos Alberto Grotti, 60 anos

Dono de um senso de justiça inabalável e amante do futebol, não tinha quem não o amasse.

Carlos Alberto Lino, 57 anos

Um eterno apaixonado que amava escutar Roberto Carlos, apreciar vinhos e sair para pescar.

Carlos Alberto Natalino F. Bandeira, 76 anos

Uma vida que serviu a Deus e amou a família com alegria.

Carlos Alberto Nunes dos Santos, 62 anos

Um homem leal às suas paixões.

Carlos Alberto Pereira, 57 anos

Baiano arretado que adorava botar o pé na estrada e também reunir a família em casa, com uma carne no espeto.

Carlos Alberto Pereira da Silva, 68 anos

Daqueles que no dia do jogo, já acordava vestido com a camisa do seu time.

Carlos Alberto Rodrigues de Medeiros, 25 anos

Sorriso fácil, piada pronta, apaixonado pela profissão, pronto para ajudar quem quer que fosse, e feliz.

Carlos Alberto Silva de Oliveira, 69 anos

Com sua fé e fervor foi um canal de luz a iluminar a vida de sua família e amigos.

Carlos Alberto Sona, 61 anos

Alguém que viveu intensamente a sua vida.

Carlos Alberto Vantulac, 61 anos

Seus planos eram coletivos, desejava que todos fossem felizes e alcançassem sucesso na vida.

Carlos Alberto Wanderley da Silva, 74 anos

Pai de verdade, com aulas de culinária e exemplos de honestidade.

Carlos Alberto Xavier Braga, 54 anos

Tinha uma facilidade incrível de fazer paródias, principalmente com músicas do Roberto Carlos.

Carlos André Ferreira de Souza, 44 anos

Coisinhas básicas para ele ser feliz: Ver o neto sempre, colocar apelidos em amigos e comer bolinhos de frigideira.

Carlos Antônio Belarmino Alves, 63 anos

Pesquisador de OVNIs, geógrafo e agrônomo. Amava fotografia. Para ele, o futuro estava na educação.

Carlos Antonio do Nascimento, 57 anos

Um homem de vários apelidos e amizades e de um coração cheio de vida.

Carlos Antônio Pires, 55 anos

Estava ansioso para se aposentar, falava muito nisso. Não deu tempo.

Carlos Antônio Rego Albuquerque, 48 anos

Alegre, bem-humorado e com uma ingenuidade quase pueril, foi um tio inesquecível e muito amado.

Carlos Antônio Teodósio de Almeida, 52 anos

Seu grande prazer era louvar a Deus.

Carlos Aragão de Castro, 74 anos

Teve imensa dedicação à própria família e colaborou no fortalecimento das demais com sua atuação pastoral.

Carlos Augusto de Souza Costa, 58 anos

Discreto, pois, para ele, quem deveria aparecer, brilhar e arrebatar corações eram a Geografia e a Natureza.

Carlos Augusto Flores da Cunha, 80 anos

Sua maior lição: a vida pode ser simples, honesta e nos proporcionar muitas alegrias.

Carlos Augusto Latorre Soave, 64 anos

Fazia piada e trocadilhos com tudo, costumava dizer que o segredo da vida era fazer uma pessoa rir por dia.

Carlos Augusto Medeiros, 76 anos

Espirituoso e sereno, apreciava reunir a família e os amigos, caminhar por sua cidade e contar histórias.

Carlos Augusto Rodrigues Vale, 60 anos

Torcedor e administrador do time Shangrilá, contava história até no escuro.

Carlos Bernabe Mardones Muñoz, 68 anos

O prazer da sua vida foi ensinar seus filhos e não mediu esforços pra isso.

Carlos Caetano Valduga, 74 anos

Apaixonado pela família e pelos animais, tinha a emoção nos olhos.

Carlos Cardoso Paes, 58 anos

"Deixa Deus agir na sua vida, assim como eu o deixei agir na minha", dizia ele.

Carlos Dadas Júnior, 74 anos

Um herói anônimo que deixou grandes exemplos.

Carlos David de Oliveira, 57 anos

Fã número 1 de Reginaldo Rossi, era conhecido entre seus amigos policiais como David Rossi.

Carlos Diogo Morito, 59 anos

Um homem bom. Apesar das dificuldades financeiras, nunca deixou faltar nada para a família.

Carlos Eduardo Alves Silveira, 62 anos

Também conhecido como Kaká do Coco, conquistava rapidamente seus clientes com alegria e carisma.

Carlos Eduardo Baptista, 55 anos

Aos 45 anos, formou-se dentista. Queria ficar rico para levar os sobrinhos e netos para a Disney.

Carlos Eduardo Camargo Andreoli, 59 anos

Uma vida dedicada aos sonhos que tinha para a família.

Carlos Eduardo da Silva, 50 anos

Não dispensava uma praia e não deixava nada para o dia seguinte.

Carlos Eduardo de Carvalho Alves, 61 anos

Dudu adorava uma cerveja gelada, assim como adorava estar com os amigos e a família.

Carlos Euripedes Vieira de Sousa, 45 anos

Um enófilo que deixava o ambiente sempre mais leve. Ele era a alegria em pessoa.

Carlos Fernando Conte, 49 anos

Flamenguista e salgueirense, o taxista era só alegria.

Carlos Gonçalves Serra, 83 anos

Professor e um dos idealizadores do SUS, inspirou muitos alunos a lutarem em defesa da saúde pública brasileira.

Carlos Henrique de Moura, 65 anos

Não saía de casa sem perfume e só sabia amar de um jeito: cuidando.

Carlos Henrique Marins da Silva, 57 anos

Ele tinha o poder de transformar histórias tristes em comédia. Há quem diga que foi ao Céu para alegrar.

Carlos Henrique Neves de Azeredo, 68 anos

Carlão fazia amigos por onde andava no Rio e orgulhava-se da família grande que construiu.

Carlos Ismael Ferreira, 51 anos

Ganhou o apelido carinhoso de Xororó quando adotou o corte de cabelo da famosa dupla sertaneja.

Carlos José Nascimento, 64 anos

Era um entusiasta do amor. Amava a família, o Botafogo-RJ e o Confiança-SE.

Carlos Laine Ribeiro, 68 anos

Homem simples e trabalhador, que mostrava o seu grande valor por meio de suas atitudes cotidianas.

Carlos Laureado Rosa da Luz, 44 anos

Onde tinha Carlos tinha sorrisos. Era regra.

Carlos Lopes, 85 anos

Era o rei da piada singela, cuja falta de graça, era exatamente o que provocava o riso de todos.

Carlos Mangueira Barreto Junior, 33 anos

Mãos mágicas que faziam bolos deliciosos. Os sabores? Amor, paz, afeto, abraços apertados e fé!

Carlos Marcos Buarque de Gusmão, 57 anos

Dr. Gusmão teve como especialidade médica realizar sonhos e fazer as pessoas felizes.

Carlos Nunes, 81 anos

Homem honesto e amigo, características que o tornaram único.

Carlos Pereira de Almeida, 59 anos

Um pescador de peixes e de pessoas. O melhor amigo da sua família. A borboleta azul do seu netinho.

Carlos Reis, 55 anos

Técnico de enfermagem dedicado, sempre feliz e muito prestativo.

Carlos Roberto Corrêa, 58 anos

Como ele dizia, era um "camaleão". Tão apaixonado pela vida que se reinventava sempre para continuar a viver.

Carlos Roberto da Silva Amorim, 59 anos

Construiu muitos edifícios em vinte anos de vivência no Amapá.

Carlos Roberto de Almeida, 56 anos

Era o brincante, cuja alegria e positividade contagiava família e amigos.

Carlos Roberto Garcia Barros, 66 anos

Tinha empatia sem igual, adorava viajar para a Argentina e fazia o melhor feijão e a melhor maionese do mundo.

Carlos Roberto Ianelli, 59 anos

Tinha um assobio só dele, como se fosse um código, um registro.

Carlos Roberto Monfardini, 67 anos

Ele tanto chamou a todos de Jacaré, que acabou ganhando esse apelido. E distribuiu muitos outros, sempre sorrindo!

Carlos Roberto Pinto, 73 anos

Dono de um sorriso marcante, adorava as festas em família e fazia tudo pelos netos.

Carlos Roberto Pires de Souza, 59 anos

O orgulho da família, que veio ao mundo servir e deixar bons exemplos.

Carlos Rodrigues dos Santos, 64 anos

"Eu não sou velho pra ficar tomando mingau", dizia ele, em tom de brincadeira, quando queria outra refeição.

Carlos Rogério de Carvalho, 38 anos

Amou a família com tanto cuidado e intensidade, que jamais será esquecido.

Carlos Ronald Corrêa, 67 anos

Carioca de Bonsucesso, fixou morada no Ceará e cumpriu seu propósito de resguardar vidas através da medicina.

Carlos Simões Louro Junior, 69 anos

Craque de bola, sinuca e dança. Amou sem limites a esposa, pais, irmã, filhos e netos.

Carlos Teixeira, 57 anos

As portas de sua casa e de seu coração estavam sempre abertas.

Carlos Toshio Hirata, 54 anos

Vivia para trabalhar em seu açougue. Via-se bondade em seu coração, em sua fala e em seus olhos.

Carlos Viana, 76 anos

Um sábio na sua simplicidade, era apaixonado pela família e pelo carro.

Carlos Viana Rodrigues, 67 anos

Havia sempre um bom vinho para brindar o amor à vida! Tim tim!

Carlos Vidal, 83 anos

Vaqueiro destemido de histórias em cordel.

Carmela Lustri Queiroz, 90 anos

Vó Carmen falava "poxa la vida", e ria alto e gostoso com as trapalhadas dos bisnetos.

Carmelio Francisco, 66 anos

Tatá Guaçu honrava sua família e orgulhava-se de pertencer ao povo Tupiniquim.

Carmelita Louretti da Fonseca, 80 anos

Muito extrovertida, brincava com todo mundo.

Carmelita Medeiros Francelino, 73 anos

Nordestina faceira e perfumada, sorridente e de unhas sempre feitas, que fazia o melhor "din-din" da Paraíba.

Carmem Silvia Ramos Pinto Correia Tavares da Silva, 64 anos

Todos os dias tinha que ter um docinho para beliscar, era sagrado.

Carmen do Rego Barros de Vasconcellos Dias, 83 anos

Com carinho, alegria e amor, sempre pedia um beijo.

Carmen Josefina Medeiros Guimarães, 70 anos

Voinha dos netos, dos amigos dos netos e de quem mais ousasse lhe sorrir.

Carmen Lucia Teixeira Mendes, 71 anos

Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas, nas mãos que sabem ser generosas.

Carmen Santos Sant Ana, 85 anos

Tinha um sorriso que irradiava como o sol quente.

Carmen Soares Portella, 82 anos

Para todas as ocasiões tinha um chá milagroso. De mãos dadas com seu marido, cuidou da família com amor.

Carmencita de Albuquerque Ugiette, 81 anos

Uma pessoa que viveu para acolher e ajudar.

Carmerinda Pereira Saldanha, 94 anos

Era uma guerreira doce. Matriarca de uma família de 11 filhos, muitos netos, bisnetos e alguns tataranetos.

Carmine Antônio de Chiara Filho, 67 anos

Com ele, os relógios do céu não ficarão mais atrasados.

Carminho Oliveira Fernandes, 68 anos

Não ia a lugar nenhum sem seu boné do Botafogo e era da Família Boi Garantido na testa.

Carmo Camilo da Silva, 42 anos

Assumia toda a louça da semana quando esposa e filha faziam as unhas. Passava o tempo conversando com idosos.

Carol Tavares Monteiro, 34 anos

Carol era e sempre será sinônimo de amor.

Carolina Barros Patrocínio, 29 anos

Brilha onde estiver, meu anjo mais velho.

Carolina Botechia, 36 anos

Doce. Era incrivelmente doce.

Caroline Fátima Nascimento Pacheco, 27 anos

Falava pouco. O coração dizia tudo.

Carolino Mendes da Silva, 75 anos

Precisando de transporte, era só chamar o mais antigo taxista de Muriaé.

Cassia Maria dos Santos, 67 anos

Um coração cheio de bondade e abnegação em que só cabia a vontade de ajudar.

Cassilda Costa da Matta, 84 anos

Reservava os domingos para reunir a família e festejar ao redor da mesa farta. Era a mãe de todos.

Catarina Chaves dos Santos, 46 anos

Carinhosa e doce, contagiava todos ao seu redor.

Catarina Lopes Pereira, 76 anos

A comida na mesa, nas tão frequentes e animadas festas da família, era sua forma de amar.

Catia Regina Justino de Oliveira Nunes, 52 anos

Com amor, alegria e fé, foi uma presença marcante para todos que a conheceram.

Caudiovina Leite Neves, 90 anos

Cultivou muitas flores e um amor inebriante por sua família. Era uma bordadeira impecável.

Ceci de Lima da Costa, 59 anos

A família foi sua paixão. Era mãe com açúcar para os netos; e tinha mãos de fada para plantar e cozinhar.

Cecília Cardoso Woodtli, 86 anos

Mãe dedicada, avó engraçada. Lutadora, forte e importante.

Cecília da Conceição Souza, 49 anos

Amor ao próximo nunca faltou. Viveu primeiro para os filhos, depois para si.

Cecília Gomes de Lima, 70 anos

Seu maior legado foi o amor. De tão bondosa, deixava de comer para alimentar os necessitados.

Cecília Guimarães Mendes, 93 anos

Um brega na jukebox, uma cervejinha no copo e muita piada de duplo sentido para contar.

Cecília Maria Gonçalves Fortunato, 84 anos

Inventar palavras... um dos traços marcantes de sua personalidade criativa e cheia de gentilezas.

Cecilia Maria Parreiras Maia, 75 anos

“É muito melhor servir do que ser servida”, esse era o seu lema.

Cecília Miranda de Paiva, 77 anos

Lutou pela educação de seus filhos e netos.

Cecília Noeli Knapp, 52 anos

Bondosa e disposta a ajudar o próximo, carregava sempre consigo a cuia para o tradicional chimarrão que tanto amava.

Celeste Henriques Silva, 92 anos

Congelava o nome dos jogadores de futebol do time adversário para que eles perdessem a partida.

Célia Alves da Silva, 71 anos

Uma mulher com um grande coração de mãe, onde sempre cabia mais um.

Célia Aparecida de Almeida Parreira, 64 anos

"Nossa Senhora de Aparecida vai nos abençoar e nosso Deus nunca vai deixar de nos amparar", pedia ela.

Célia Bastos Pereira, 71 anos

Amiga sempre presente e amorosa, adorava uma praia.

Célia de Oliveira Baia, 73 anos

Da vida achava que nada se levava, mas levou parte dos que ficaram.

Célia do Socorro Santos, 53 anos

Cozinheira de mão cheia! Deixa lembranças em sabores, conselhos, alegria e amores na vida dos que tocou.

Célia Elias Gomes, 54 anos

Suas delícias serão lembradas com afeto e saudade por quem teve o prazer de saboreá-las.

Célia Fátima Coelho Belo, 64 anos

Ela amava pássaros, e se encantava com as cores, por isso enfeitava tudo com adesivos.

Célia Gomes, 89 anos

Seu pequeno vocabulário em italiano a fazia viajar às suas origens. Domingo era dia de macarrão.

Célia Kamiya Abdala, 75 anos

Quem sabe não carregava uma samambaia debaixo das mangas morcegas, sorrindo com seu batom vermelho.

Célia Lopes Bezerra, 77 anos

Uma contadora de histórias. Nunca se soube se reais ou inventadas, mas sempre emocionantes e encantadoras.

Célia Maria de Oliveira, 53 anos

Tinha o maior orgulho do brilho de suas panelas e do aroma de seus pães e roscas assando no forno.

Célia Regina Soares Lafemina, 59 anos

Mulher resiliente, nunca se deixou abater por dificuldades no caminho.

Célia Rodrigues Oliveira, 61 anos

Na doçura de suas mãos qualquer semente vicejava, até mesmo a natureza a amava.

Celina de Almeida Freire, 88 anos

Bondade e fé serão suas eternas marcas.

Celina Silva Dias, 86 anos

Sempre sorria e abraçava a neta quando esta chegava em sua casa e lhe pedia a "bença".

Celina Xavier Gontijo, 64 anos

"Você não é todo mundo!", "Porque não e pronto!", ela repetia.

Célio Taveira Filho, 79 anos

Célio virou tango, conto e personagem principal em vários recomeços no futebol, dentro e fora de campo.

Celsa Maria dos Santos Ribeiro, 72 anos

Não teve filhos mas, com seu jeito de matriarca, era quem organizava as grandes reuniões familiares.

Celso Antônio Venâncio Lopes, 63 anos

Sua escuta acolhedora e generosa acalmava e seu sorriso gratuito era explosão de alegria.

Celso Aparecido Bizerra, 57 anos

Cuidou da amada com sorrisos e carinhos; deixava a escova de dente dela já com o creme dental, na pia, antes de se deitar.

Celso Azis Antonio, 69 anos

Carinhoso, tinha sempre uma surpresa no bolso para dar à neta.

Celso Dias da Silva, 70 anos

Os 70 anos não eram nada para ele: com toda a sua calma e determinação, ainda ia longe.

Celso Edgard Moré, 68 anos

Amava a vida, o mar e transmitiu sua paixão pela Odontologia aos filhos.

Celso Manso Monteiro Vieira, 88 anos

Um homem que transbordava sensatez e mansidão. Ele amou demais - e só sabia amar assim.

Celso Oliveira, 51 anos

Tinha muita vontade de viver e foi exemplo de figura paterna e de superação.

Celso Pedro da Silva, 84 anos

A felicidade de saber viver, de saber amar e de saber lutar por seus objetivos.

Celso Porfirio da Silva, 59 anos

Esperançoso, otimista e paciente com tudo e com todos, seguia com a sua fé sempre viva.

Celso Rios Neto, 44 anos

Rubro-negro por paixão. Tinha uma alegria contagiante e um amor incondicional pela família.

Celso Romão Cardoso de Almeida, 75 anos

Um tricolor apaixonado pelo time e pelos momentos em família. Caratinga e sua risada marcante deixam saudade.

Celso Schreiber, 66 anos

Amava os seus, mas não queria ser chamado de avô. Decidiu, pois, que seria "parente" dos netos. E assim foi.

Celso Vagner Oliveira Souza, 58 anos

Carinho e disposição para ajudar o próximo nunca faltaram a ele.

Cely Guimarães Alves, 77 anos

Não se foi só mais um número nessa estatística mórbida, foi-se um sol que brilhava na vida de todos que a conheciam.

Cely Siqueira da Rocha, 91 anos

"Quero levar o meu canto amigo a qualquer amigo que precisar", ela era como a música: generosidade e alegria.

Cesar Augusto Martins Medeiros, 59 anos

O beatlemaníaco que era o maior companheiro de seu filho.

César Augusto Severo, 46 anos

Referência no ensino da Física, também era nota 10 nas matérias empatia e bom humor.

César Augusto Visconti, 43 anos

Apaixonado por velocidade, pelas pessoas e pela vida.

Cesar dos Santos, 64 anos

Seus filhos foram a sua razão de viver.

Cesar Magalhães da Silva, 47 anos

Autor das piadas sem graça mais hilárias de todos os tempos.

Cesar Murta de Lima, 83 anos

"Ô, pipoca! Só você sabia disso, né?", dizia ele, sempre que ouvia alguma obviedade.

Cezar Augusto Vítor Ramos, 67 anos

Se tirava sarro, era porque gostava de você.

Chaiane Tainara Pes Blass Woiciechowski, 33 anos

Pedagoga, técnica de enfermagem e sonhadora: queria ainda ser maquiadora profissional e ter o próprio estúdio.

Charles Baiense de Araújo, 46 anos

Honrou o lema da corporação, mimou a cachorra, cuidou da moto, mas o amor pela esposa foi a força de sua vida.

Charles Douglas Justino de Araújo, 50 anos

Ajudar o próximo era seu lema.

Charles Luís da Silva, 42 anos

Sempre preocupado com o nosso bem-estar.

Charles Luiz Gouveia Machado, 70 anos

Um cearense colecionador de relógios, embora o tic-tac do seu coração batesse mesmo era por Curitiba.

Charles Santos, 48 anos

As sobrancelhas grossas eram uma contradição com a voz tranquila, com a mão fofinha e amiga.

Charles Santos de Souza, 38 anos

Adorava uma traquinagem. Por trinta e oito anos espalhou alegria, risos e amor.

Chigueo Kamada, 73 anos

Amante da comida saborosa e da boa pescaria, carregava em si amor e sabedoria.

Christion dos Santos Barbosa, 29 anos

Amor, sorriso, carinho e atenção eram as suas marcas.

Cicera Maria de Moura, 66 anos

Uma mulher forte, que misturou felicidade, muito amor, bondade e deixou de lembrança um rastro de luz aos seus!

Cicera Maria dos Santos, 72 anos

Cicera é arte, que foi ser abraçada sob o manto azul de Nossa Senhora.

Cícero Alves de Freitas, 43 anos

A saudade da sua terra cearense era tamanha que, de São Paulo, ele sentia o cheiro das frutas do seu sertão.

Cícero Clemente de Sousa, 58 anos

Apaixonado por pescarias e pimentas em conserva.

Cícero Delfino Silva, 76 anos

Contador de histórias preferido da família que amava reunir.

Cícero José Rodrigues dos Santos, 62 anos

Transformava a sala em uma pista de dança para curtir com sua Lindalva, e se esbaldava na piscininha com os netos.

Cicero Manoel de Arruda, 79 anos

Aos 79 anos, dirigia seu fusquinha com muito orgulho. Esse era seu maior hobby.

Cícero Rodrigues da Costa, 65 anos

Nordestino, abraçou o Rio como morada e fez dela lugar de festa e acolhimento aos parentes que precisassem.

Cícero Romão, 51 anos

Enfermeiro, cuidou de todos até seus últimos dias.

Cícero Romão Batista, 78 anos

Gostava de comer cuscuz, balançar na rede e ouvir um modão. Fez desses momentos oportunidade para ser feliz.

Cícero Vianeis Marques, 52 anos

Trabalhava intensamente todos os dias, com prazer, na empresa para sua família.

Cicilia Junqueira de Albuquerque, 88 anos

A natureza era o seu lar. Já a rua, uma eterna descoberta, onde adorava passear e tomar sorvete com as amigas.

Cid de Araújo Moura Fé, 80 anos

De uma bondade indizível, coração nobre e simples, Véi Cid amava a natureza e as coisas simples da vida.

Cidemar Aparecido Gomes, 54 anos

Em uma romaria ou em um passeio a cavalo, lá estava o Mazinho.

Cileimar Claussen de Oliveira, 74 anos

A suavidade do sorriso e do olhar transmitiam a beleza de uma vida baseada no amor e na religiosidade.

Cilene Cabral Carvalho Chagas, 58 anos

Na estante a foto dos filhos, o símbolo da enfermagem e uma viola. Seus maiores amores.

Cilene Sant Ana da Costa, 67 anos

Reunir, para somar, para multiplicar, para gerar felicidade.

Cincinato Belarmino Santos, 65 anos

Pernambucano de vocabulário próprio, estava sempre disposto a ajuda quem precisava de sua alegria.

Cineide Oliveira da Silva, 82 anos

Tinha a bondade em ajudar e ouvir quem precisasse de conselho.

Cineide Teixeira da Silva, 49 anos

Tinha braços abertos para o amor.

Cinira Campos da Cunha, 83 anos

Com seus cabelos claros e lindos olhos azuis, emanava luz por onde passava.

Cinira Conceição do Nascimento, 94 anos

Teceu belos momentos com as linhas de seus crochês, ponto a ponto criou sua própria felicidade.

Cirene Guilhermina Pires, 67 anos

"Vou falar que está tudo bem, e vai ficar tudo bem!", dizia Nena.

Cirino Hercílio Soares, 70 anos

Como sustento: tesouras e mãos mágicas. Já para os seus, como marca, ficam a alegria de viver e um amor lindo.

Cirio Merquiades da Silva, 38 anos

O autista que adorava um pagode.

Ciro Ricardo Pires de Castro, 75 anos

Mais que pai, um profissional dedicado que teve a missão não só de salvar, mas de transformar vidas por amor.

Cisley de Santana Bandeira, 58 anos

Dono das "lives" mais animadas e ecléticas dos sábados à noite.

Claiton de Azevedo, 53 anos

Um guerreiro cheio de vida que adorava contar histórias e fazer os outros sorrirem.

Clara Alves da Silva, 79 anos

Devota de Padre Cícero, certamente seguiu ao encontro do marido sob os cuidados, a benção e a proteção do sacerdote.

Clara Angélica Souza Lima, 58 anos

Dona de um sorriso encantador e do melhor abraço que uma amiga pode receber. Vendia roupas e doava amor.

Clarice Fuchita Kestring, 63 anos

Exímia e respeitada profissional, mãe e esposa amada! Deixará saudades eternas!

Clarice Pereira dos Santos, 58 anos

Arretada como uma boa baiana, foi forte e determinada. Sempre lutou pelas coisas que acreditava.

Clarice Terezinha Bastos Cardoso, 64 anos

Apaixonada pelos dois netos e pelos livros espíritas da autora Zíbia Gasparetto.

Clarinda Maria da Conceição, 74 anos

Tinha um sorriso largo e contagiante. Teve cinco filhos, mas foi mãe de muitos outros.

Clarinha Sperandio Bacaro, 77 anos

Dona das joias mais bonitas que um dia sonhou ter: os filhos, os netos e os bisnetos.

Clauber da Silva Cavalcante, 55 anos

Flamenguista de coração e o cantor favorito da família. Aonde ia, levava o microfone e a caixinha de som.

Claudenor de Brito Prazeres, 54 anos

O advogado que adorava praia, cerveja e samba.

Claudete Gonçalves Pereira Chiquiti, 55 anos

Com as selfies que tirava a todo momento, registrava seus melhores sorrisos.

Claudete Maria de Souza, 68 anos

"Que Deus me ajude a ajudar quem precisa", dizia.

Claudete Pereira Cruz, 79 anos

Tinha um abraço que parecia um porto seguro.

Cláudia Câmara de Goes, 52 anos

Amou a vida com sua personalidade livre. Fez e falou de tudo, que o diga seus longos áudios parcelados.

Claudia Cassoli Alves, 41 anos

"Eu quero viver!", dizia aquela que deixa um legado imortal de amor.

Claudia Cristina Sanches Mainardi, 49 anos

Tinha paixão por samba e churrasco. Aliás, amava tudo que envolvesse comida.

Claudia Enrietti de Paiva Bonizzi, 62 anos

A mulher feita de ferro e aço, que queria ser astronauta.

Claudia Lima Haag, 48 anos

Sua simpatia era irresistível.

Cláudia Márcia Cordeiro da Silva, 50 anos

Cláudia era linda e sabia disso. Sempre prestativa, o dom de cuidar ia além da profissão de assistente social.

Cláudia Maria Ferreira, 54 anos

Bailarina de coração e sonho, borboleta de alma e dor, furacão de mente e amor: Cláudia deve estar dançando.

Claudia Nogueira Cardoso, 56 anos

Uma médica que exerceu seu ofício na cidade do Rio de Janeiro com orgulho e responsabilidade.

Cláudia Stephanie Silva Damata, anos

Ela era a pessoa que recebia com sorriso quem fosse à UPA em busca de cura. Com sua espontaneidade e simpatia fez muitos amigos.

Claudijane Lima França Araújo, 36 anos

Tinha lindos cachinhos e um sorriso largo, e era, acima de tudo, uma mulher de fé.

Claudinei Clemente Neto, 50 anos

Um apaixonado pela vida que foi viver na eternidade.

Claudinei da Costa, 55 anos

“Hoje será um novo dia e melhor.” Assim ele encarava os problemas e a solução sempre aparecia.

Claudinei Gouveia, 63 anos

Um ser alado, cujo voo deixa poesia, simplicidade, gentileza e amorosidade nas lembranças dos seus.

Claudinei Pereira da Silva, 55 anos

O paizinho que fazia de tudo para manter a família unida.

Cláudio Albanez, 68 anos

Pessoa aguerrida, amava receber os amigos para um café.

Cláudio Alves Paula, 47 anos

Tinha um coração único e especial. Era chamado carinhosamente de "Amor" pelas irmãs.

Cláudio Antônio de Oliveira, 60 anos

Um sábio professor que adorava uma roda de conversa, lutava pela educação e defendia as minorias.

Cláudio Antônio Figueiredo Reis, 63 anos

A vida dele era trazer vidas ao mundo.

Claudio Antônio Lopes Ferro, 43 anos

Transformou o Natal e o Ano-Novo da rua em uma tradicional queima de fogos.

Cláudio Araújo Martins dos Santos, 51 anos

Uma pessoa incrível e animada. Fã de rock dos anos 80, era um ótimo dançarino de flashbacks e o rei do passinho.

Cláudio Batista de Carvalho, 67 anos

Muito trabalhador, não media esforços para alcançar seus objetivos, criar seus filhos e ajudar o próximo.

Cláudio Cardoso, 58 anos

Fez da vida uma poesia com rimas e imagens sobre o seu Pará.

Cláudio Cardoso de Almeida e Silva, 59 anos

O presente sempre foi o seu tempo verbal favorito.

Cláudio Corrêa, 72 anos

Ele caía no sono enquanto comia. Estava imerso em seu maior sonho: ''aposentar a vassoura'' de Alice.

Claudio da Costa Silva, 49 anos

Sempre muito engraçado e cheio de histórias para contar.

Cláudio da Silva, 57 anos

Transbordava amor e era extremamente generoso com a família.

Cláudio da Silva Monteiro, 75 anos

Médico cuidadoso e competente que amou e foi amado pela família. Dizia que havia ganho na loteria da vida.

Claudio de Miranda Pereira, 65 anos

Alguém que trouxe leveza ao peso da rotina.

Claudio Henrique de Sousa Lima, 69 anos

Fortalecia-se na sua fé, contemplando as ondas do mar.

Claudio José da Silva, 56 anos

Pai superparceiro e avô apaixonado. Um homem de bom coração, que não deixou seu irmão sozinho nessa luta.

Cláudio Leal de Almeida, 76 anos

A formatura da sua neta conseguiu lhe tirar um sorriso; discreto, mas seu.

Cláudio Luiz dos Santos Silva, 49 anos

A paixão pelo Flamengo, o churrasco com uma cervejinha e seu prazer em cozinhar, descreviam bem o Formigão.

Claudio Manoel Ricardo, 69 anos

O mineiro que fez história na Pauliceia Desvairada.

Claudio Mauricio Sant’Ana, 59 anos

"Cacá, João, vovô chegou...", assim ele chamava os netos pelos corredores da vila.

Cláudio Mourad, 55 anos

Ele dava nos filhos um abraço-casa, carinho que aquecia o coração

Cláudio Nunes dos Santos, 44 anos

"Não desanime, você é capaz de vencer qualquer coisa", dizia ele.

Cláudio Raimundo Soares, 57 anos

Ele nomeou a esposa como sua rainha e, tratou de ser para ela, um rei; por todos os dias de sua vida.

Cláudio Roberto Cabral, 56 anos

Além de pai, era amigo, confidente e parceiro de séries.

Claudio Roberto Roges, 67 anos

Claudio era sinônimo de solidariedade. Tirava de dentro de casa para dar aos mais necessitados.

Claudio Rocha Santos, 41 anos

Trabalhava cantando e ria a cada vez que assistia, repetidamente, aos filmes de comédia.

Claudio Rogério de Sena Barbosa, 46 anos

Para Ciça, amar o irmão foi a coisa mais fácil desse mundo.

Claudio Soares Rabelo, 70 anos

Um mineiro iluminado. Dono de um coração enorme e um sorriso cativante.

Cláudio Spiller, 64 anos

Da cadeira de rodas era só sorrisos para suas meninas. O cara mais carismático da história.

Cláudio Taú, 69 anos

Um homem de coração grande, líder comunitário, que amou seu país e cuidou muito bem de sua família.

Cláudio Valadares Ramos, 52 anos

Flamenguista fanático, nunca reclamou da vida, encarando-a sempre de forma positiva.

Claudiomiro Silveira Rattis, 44 anos

Brincalhão, conseguia arrancar sorrisos de qualquer pessoa e espantar a tristeza para longe.

Claudionor da Silveira Machado, 76 anos

Apaixonado por seus tratores, abriu caminhos para uma estrada de exemplos fortes, onde deixa amor e alegria.

Claudionor Oliveira Santos, 65 anos

Gostava de desenhar, fazer colagens com papéis de revista picados e reformar quadros que ficavam sempre lindos.

Claudionor Santos Andrade, 69 anos

A alegria, afeto e determinação em pessoa.

Claudionor Silvino da Cruz, 87 anos

Era um realizador de projetos, que construiu o sonho de muitas pessoas

Claudnéia Tavares, 54 anos

Enfermeira, cuidava com amor e carinho de todos.

Claudomir José Carradore, 62 anos

De apelido Jesus, falava alto e era muito querido. Gostava de cozinhar e cuidou a vida toda do irmão especial.

Claudomiro Rodrigues, 53 anos

Sua alegria era ligar para a Elaine e perguntar: “Como é que tá o tempo aí em São Paulo?”

Claudomiro Velasco Azevedo Junior, 48 anos

O maior sorriso da sala, era o último a deixar as festas porque, de tão querido, ninguém o deixava sair.

Clayton Cavalcante de Lima, 60 anos

“Enquanto eu respirar, vou me lembrar de você”, cantava sempre o pai amoroso e altruísta.

Clayton Dias Pignata Cruz de Macêdo, 50 anos

Sua voz mansa era o timbre de ação do serviço ao próximo.

Clayton Dizioli Zamboni, 39 anos

Dono de uma alma hospitaleira, escolheu como profissão a missão de cuidar do próximo.

Cléa Bernadete Silveira Netto Nunes, 68 anos

Abriu caminhos para que outras mulheres de sua família pudessem se construir por meio deles.

Cleber Amarildo de Oliveira, 43 anos

Sempre sorridente e cuidadoso, foi responsável por organizar o chá de fraldas da prima-irmã.

Cleber Murici Alves, 44 anos

Não era professor, mas dava aulas de tolerância, generosidade e bom humor.

Clédes Magaly Gomes Rosa, 74 anos

Reverenciada por onde passasse, seu coração era uma casa cheia.

Cleide Cavalcanti da Silva, 70 anos

Com risadas longas, ela ria da vida que tinha, vida que a fazia feliz!

Cleide Ferreira Costa, 52 anos

Ao seu lado, por meio de seu sorriso iluminado, podia-se experimentar um pedacinho do céu.

Cleide Heleni Neves, 68 anos

Apressada e com urgência de viver, tinha vontade de estar sempre viajando.

Cleide Sobral da Silva, 56 anos

Dodô era a rainha do feijão e fazia a maçã do amor e o pão de mel mais gostosos do mundo.

Cleidimar Ferreira Barbosa, 48 anos

Na memória de amigos e alunos, uma professora que ensinou muito mais que sua matéria.

Cleiton Luiz Felix da Cruz, 36 anos

Cheio de amigos e de alegria, estava organizando a vida para ser pai.

Cleiton Rodrigues Camargo, 45 anos

Aos domingos, almoçava com a esposa e a filha, sempre no restaurante que tanto gostava.

Clemência Pereira Rodrigues, 72 anos

Kelé era mãe leoa, bem-humorada e dona de um sorriso marcante.

Clementina Campos de Oliveira, 66 anos

A companheira amada da família, a cantora de louvores que também amava o Roberto Carlos.

Clementina Veneranda dos Santos, 67 anos

Além das habituais palavras sábias, os que partilhavam sua mesa conheciam seu talento na cozinha e nas piadas.

Clemilde Santin de Arruda, 80 anos

Dona de um abraço apertado e perfumado e de uma presença que ressaltava a beleza das coisas simples.

Clemilton Isaias Torres, 68 anos

Tinha pressa para tudo, e por isso, viveu intensamente.

Clene Sotero, 53 anos

Aguerrida defensora da educação, foi exemplo de dedicação e amor ao ensino.

Cleonice Antônia da Silva, 68 anos

Um vestido rodado e um sapato vermelho. Assim ela ia, toda linda, ao forró.

Cleonice Bonfim Corrêa Rocha, 58 anos

Com fé, caráter íntegro e trabalho, conquistou sonhos e amou sua família e amigos.

Cleonice Rodrigues Correia, 51 anos

Foi morada de luz e amor. Para os seus, era a certeza de ter para onde voltar na alegria e na tristeza.

Cleonildo Mota da Silva, 79 anos

Se ele estava lá, não havia nada a temer.

Cleonio Quirino da Cunha, 51 anos

Radiava alegria e espalhava sorrisos por onde passava.

Cleusa da Conceição Ferreira de Souza, 68 anos

Falava com saudade do seu tempo de meninice, de quando brincava nas águas e matas do lugar onde nasceu.

Cleusa Nair Barbosa de Souza, 65 anos

Cozinheira de mão-cheia e coração gigante.

Cleuza Carlos, 73 anos

Dizia ''sim'' para tudo, menos para largar o copo de leite com café.

Cleuza Singue Ruy, 84 anos

Tinha a capacidade de se reinventar, de lutar, de não desistir ou desanimar diante de qualquer dificuldade.

Cleverson Cavalcanti, 40 anos

Pai e marido preocupado com o bem-estar da família, com quem gostava de estar nas horas de lazer.

Cleyton Barbosa da Silva Souza, 29 anos

Sempre muito alegre, adorava a vida e viveu intensamente seus 29 anos.

Cleyton da Silva Dutra, 35 anos

Entendia de tudo. Sábio como era, seu legado foi amar sem distinção de cor, credo ou religião.

Clice Maria dos Santos, 70 anos

A família era o seu bem mais precioso. E ela, o alicerce de todos, o motivo da sua luta diária era vê-los bem.

Cliciane Ferreira Fochesatto Vieira, 38 anos

Médica que tinha sempre um sorriso no rosto, transparecendo sua paixão e apreço não só pela sua vida, mas pela vida dos outros.

Cliff Conrado Pinheiro, 44 anos

Um ser bondoso, amigo de todos e apaixonado por churrasco.

Clodoaldo de Sousa e Silva, 49 anos

Como Guarda Civil Municipal protegeu cidadãos e foi o super-herói dos filhos.

Clodoaldo Mate, 48 anos

Transformava tristeza e vazio em esperança e alegria.

Clodoaldo Pirani Junior, 47 anos

Médico intensivista, atuou na linha de frente e honrou até o fim a sua missão de cuidar e salvar vidas.

Clodualdo Fernandes de Melo, 59 anos

Era um príncipe como marido e um espetáculo como pai.

Clotilde Felismino Sandovete, 95 anos

Entre doces, preces e tricôs, uma vida cheia de graça.

Cloves Cabral Ferreira, 64 anos

Adorava se refugiar com a esposa na casa de praia ou na chácara, que era o seu paraíso na Terra.

Clóvis Alves de Freitas, 53 anos

-"Seu Clóvis, você está bem?" e ele respondia: "Estou mais do que mereço!"

Clóvis Eduardo dos Reis, 58 anos

A companhia de Clóvis era um privilégio. Ele que preenchia os espaços com alegria e solidariedade.

Clóvis Feitoza da Silva, 42 anos

Era um grande homem que deixa um legado de alegria e amor.

Clovis Luiz Vieira, 62 anos

Apaixonado pela vida, seus olhos marejavam de tanta alegria.

Clóvis Monteiro de Barros, 43 anos

"Que isso, jovem? Abel é o terror da mulherada." brincava ele.

Clóvis Privato, 91 anos

Tinha um humor impecável e era responsável pelas compras de supermercado e pela macarronada de domingo.

Conceição Aparecida de Souza Lima, 59 anos

Tinha luz própria e a habilidade de rir e fazer sorrir.

Conceiçāo Aparecida Lopes, 55 anos

A generosidade era a marca registrada de "Gorda".

Conceição Januária de Freitas, 96 anos

Tinha um olhar meigo, um afago gostoso e não deixava ninguém escapar de seu "coadinho" com bolo de laranja.

Concetta Gialuisi Ferri, 86 anos

Dona de si, uma bailarina da terceira idade que amava colocar seus lindos vestidos e ir dançar.

Cor Jesu Dorotea Reis Matos, 72 anos

Companheiro incansável na luta por melhores condições de trabalho, foi generoso com tudo e com todos.

Corinto Xavier da Silva, 82 anos

O relojoeiro que fez do tempo seu aliado. Agora, é tempo de memórias...

Cosma Rosa da Costa Alves, 83 anos

Dona Cosminha não era apenas dona de casa. Era dona do coração da família e dos amigos.

Cosme Oliveira Lima, 67 anos

Amava música e os sons da natureza. Era responsável e contagiava todos com seu sorriso sincero.

Cremilde Santin Arruda, 81 anos

Alegre e vaidosa, ela amava viver.

Cremilson de Almeida Gomes, 46 anos

Amava encontrar a casa cheia e com uma boa festa.

Creusa Paulina Miguel de Oliveira, 53 anos

Uma mulher linda de coração, tinha mãos de fada e fazia tudo com muito amor para todos.

Creuza Costa dos Santos, 64 anos

Uma pessoa que exagerava em todos os sentidos, mas principalmente em ser alegre.

Creuza de Souza Costa, 68 anos

A hospitalidade foi um dos grandes gestos dessa mulher que existiu para agregar.

Creuza Nunes Fontes, 80 anos

“Tchau, mais tempo!”, dizia ela sempre rindo, festeira e alegre.

Creuza Pereira da Silva, 88 anos

Tete gostava de jogar sueca com as amigas e de perder os brincos pela casa.

Creuza Vasques Feliciani, 70 anos

Abria sua casa a quem necessitasse, independente de religião ou etnia.

Cristian Bezerra Pereira, 45 anos

Até falando sério ele conseguia ser engraçado.

Cristiane Cortes dos Santos, 32 anos

Mulher batalhadora que esbanjava alegria e tinha um coração cheio de amor pela filha Sophia.

Cristiane Maria Marchesan Camilo, 50 anos

Viveu a melhor vida possível: amando com intensidade e incondicionalmente.

Cristiane Pacheco Rodrigues, 48 anos

Foi uma avó cheia de amor e carinho.

Cristiano Alcântara, 44 anos

Partiu com a certeza de que iria comemorar a cura da filha.

Cristiano Brandão, 36 anos

Seu bordão preferido era: "O que acontece em Vegas, fica em Vegas".

Cristiano Ferreira da Silva, 42 anos

Tinha um amor incondicional por sua esposa.

Cristiano Gonçalves da Silva, 35 anos

O caminhoneiro de jeito pacato foi um filho amoroso e demonstrou todo o amor de pai à filha ainda em gestação.

Cristiano Madureira Vidal, 45 anos

Tininin era vascaíno devoto, fez até promessa para o time do coração não ser rebaixado.

Cristiano Muniz Ximenes, 34 anos

Era a companhia perfeita para uma viagem ao litoral ou para um café em Petrópolis.

Cristiano Pereira de Lemos, 41 anos

O amor que cultivou com Carolina floresceu e gerou Maria Luiza e Giovana, cumprindo a missão de ser pai.

Cristina Duque de Magalhães Santana, 86 anos

Reconhecida por sua resiliência, foi uma grande incentivadora dos filhos, especialmente em relação aos estudos.

Cristina Lima Mateus, 57 anos

Pisciana sorridente, dona de uma gargalhada única. Era um facho de luz sincera.

Cristina Oliveira Souza, 39 anos

"Vamos marcar de ir ao cinema?", combinava com a amiga.

Cristovão Modesto da Silva, 51 anos

Mudar destinos foi seu legado. Na última conversa, falou sobre Jesus. Não poderia ser diferente.

Cristovão Pessoa de Oliveira, 67 anos

Emotivo, ainda mais com filmes bíblicos, amou a felicidade em todas as variações: família, música e cinema.

Custodia Scultori Tavares da Silva, 87 anos

Foi muito mais que professora alfabetizadora: foi mestre, foi luz, foi exemplo de perseverança e generosidade.

Custódio Luiz de Paula, 69 anos

Sua aparência séria se desmanchava em lágrimas sempre que assistia filmes com a família.

Custodio Saturnino de Freitas, 59 anos

Para esse Papai Noel das crianças carentes que ajudava moradores de rua, o que era dele era dos outros.

Cycero Moreira Coelho, 80 anos

Ele tinha o dom da música e o de ser feliz. Para ele, tudo era motivo pra tirar a viola da capa e tocar.

Cyll Farney Ferreira da Silva, 35 anos

Um homem honrado, que viveu intensamente.

Dagma Fachini, 60 anos

Mãe exemplar e presente nos seus diversos papéis, sua voz forte e personalidade de destaque foram suas marcas.

Dagmar Thomé Gonçalves, 93 anos

Aquela que fazia os sapatinhos de lã mais quentes para o inverno. A família inteira tinha.

Daiana Sthefanne Costa da Silva, 33 anos

Um verdadeiro girassol que foi graça, força e luz por onde passou.

Dair Baron Telles, 83 anos

Dona de uma feijoada incomparável e de uma memória inacreditável.

Daisy Lúcidi, 90 anos

Alô, Daisy! “Meu negócio é o rádio, que é a minha paixão”.

Daízes de Souza Pantoja Oliveira, 79 anos

Uma mulher única. Fez do seu abraço um lar e, na mesa, multiplicava o bolo para que não faltasse a ninguém.

Daliane Maiara Lima Sousa, 32 anos

Ninguém passa pela vida sem uma razão. A dela foi amar.

Dalila Martins de Jesus, 68 anos

De vez em quando guardava objetos em lugares secretos, onde ninguém era capaz de encontrar.

Dalva Carrera Dias, 93 anos

A corinthiana mais guerreira que esse mundo já viu!

Dalva Félix de Mendonça de Paula, 66 anos

Dalva floresce como as plantas que regava, é a cor dos bordados que tecia. Uma sábia mulher.

Dalva Gomes Ferreira, 64 anos

Uma avó que brincava com os netos.

Dalva Machado, 62 anos

Cada sobrinho era um tesouro para ela.

Dalva Maria Portilho da Mata, 59 anos

Todos os dias ia até a casa da sua mãe, Dona Gerogina, tomar sua benção.

Dalva Rodrigues de Oliveira Mölter, 72 anos

Mãe de oito filhos, adorava perguntar para onde todos da família estavam indo.

Dalvadisio Carvalho de Araujo, 76 anos

Em toda a sua vida ele espalhou amor, sabedoria e mansidão. Ajudou muitos sem pensar em recompensas.

Dalvair Adilon Silveira, 47 anos

Um herói para sua filha; um homem sempre disposto a ajudar quem precisasse.

Dalvanir Siqueira Ferreira, 71 anos

Dona Dalva foi uma mulher forte, guerreira e prendada, que fez de tudo por seus filhos.

Dalvio Montrezor, 59 anos

Presenteava a família e os amigos com apoio, companheirismo, lealdade e amor sincero.

Damiana Maria Maurício, 66 anos

Era a mais alegre da família e tinha uma legião de amigos.

Damiana Olindina Nunes, 76 anos

Dona de um coração puro e amoroso, era apaixonada por celebrar a vida junto aos filhos e netos.

Damião Bezerra da Silva, 36 anos

Piadista e alto-astral, ele emanava tanta alegria que era impossível não sorrir junto.

Damião Gomes da Silva, 67 anos

Era conhecido como o Rei do Açaí porque fazia o melhor da cidade.

Damião Gonçalves da Silva, 72 anos

Seus almoços de domingo tinham a mesa farta, assim como eram fartos o amor e o cuidado que dedicava à família.

Damião Leite Pereira, 77 anos

Um boêmio sonhador que conduziu sua vida com música e poesia.

Damião Paes de Melo, 55 anos

Gostava de ler a Bíblia ouvindo música gospel ou caipira. Amava a família e seu inseparável cachorro, Oliveira.

Damião Reinaldo de Oliveira, 73 anos

As estradas da vida o levavam sempre de volta ao lar, mas conseguiu deixar um lindo legado e exemplos eternos.

Daniel Afonso do Nascimento Reis, 53 anos

Ele tinha um olhar compreensivo sobre tudo. Ponderava e pensava sobre as coisas que aconteciam, sem se precipitar.

Daniel Alfredo da Silva, 55 anos

Seus olhos não avistavam maldade, pois seu coração era repleto de amor.

Daniel Azulay, 72 anos

“Aponte com a ponta do dedo onde é que o Pita pinta...”

Daniel Barbosa Rezende, 38 anos

Amoroso, sempre mandava mensagens de afeto à família.

Daniel Campbell de Andrade, 35 anos

De voz calma, mas com certa malandrice nos trejeitos, cultivava o riso e o hábito de assistir ao pôr do sol.

Daniel Cardoso de Oliveira, 88 anos

O maestro preferido da família.

Daniel da Silva Sousa, 77 anos

Um avô de poucas palavras, cujo coração era inundado de cuidado e afeto.

Daniel Eugênio Ruiz, 71 anos

Multifunções, fazia de tudo com uma peculiaridade: sempre cantarolando alguma música da bossa nova.

Daniel Fernando Lopes, 41 anos

Faria dois meses de casado, "vivia um sonho", diz o irmão.

Daniel Martins Brasil, 65 anos

Um homem bom que ensinou através do seu exemplo de perseverança e generosidade.

Daniel Pereira, 38 anos

Quando o assunto era servir aos outros, fazia sempre com muito amor.

Daniel Pereira da Silva, 59 anos

Mesmo que fizesse pose de durão, entregava seu imenso coração através de seu olhar cheio de amor.

Daniel Resende Carvalho, 69 anos

Íntegro e honesto como poucos. Amava a família, o Fluminense, e se divertia com uma boa trama de novela.

Daniela Aparecida de Souza Costa, 37 anos

Sua garra, dedicação e alegria eram contagiantes.

Daniela Hoffmann, 28 anos

Uma mulher linda, de sorriso fácil. Batalhadora, não se deixava vencer pelas adversidades da vida.

Daniela Teodózio Tabajara, 30 anos

Partiu sem a alegria de ter a sua própria terra.

Daniella Mendonça, 45 anos

Dedicada a fazer o bem, fabricava tijolos com material reciclável e presenteava meninas com um dia de princesa.

Danielle Fernanda de Campos Morais, 39 anos

Dona de uma habilidade incrível de ouvir e cuidar das pessoas.

Danielson Castro do Carmo, 32 anos

Uma juventude de sonhos genuínos interrompida.

Danil Dias Klein, 70 anos

Uma palavra que o definiu: amigo. Estava pronto para ajudar quem precisasse.

Danilo Alves Rocha, 34 anos

Companheiro de todos, ganhou o concurso de "amigo mais legal" no bairro em que morava.

Danilo David Santos Silva, 33 anos

Primeiro médico da família, foi e sempre será uma estrela.

Danilo Lazzarotto, 87 anos

Um professor que deixa o exemplo de uma vida plena e cheia de propósito.

Danilo Moura de Oliveira, 41 anos

Dono de um coração imenso e de um sorriso generoso, era apaixonado pela vida e dedicou a sua a ajudar os outros.

Dante Nicola La Rocca, 78 anos

Eternizou risadas, boas recordações e histórias que sempre farão a família e os amigos sorrirem.

Danubia Pereira Venâncio, 36 anos

Com sua pressa em ser feliz, fazia da vida uma festa, vivendo com intensidade cada momento.

Danyele Cardoso, 34 anos

"Estou rezando por você", dizia sempre. Ela era luz, alegria e fé. Deixou um lindo legado de amor.

Darci Debastiani, 66 anos

Apaixonado pelos netos, filhos e esposa. Gostava de passar as férias no balneário de Mariluz.

Darci Paim, 87 anos

Amante do futebol, possuía um caderno onde registrava a estatística de seu time.

Darcila Maria Pimentel de Oliveira, 63 anos

Dona do sorriso mais lindo, sempre falava um delicioso “eu te amo” para aqueles que amava.

Darcy Gomes Garcia, 78 anos

Que sensacional foi Garcia, o porto-seguro das filhas e netos.

Darcy Moraes, 84 anos

Fazia os outros rirem durante horas com seus segredos ao pé do ouvido que de discretos não tinham nada.

Dário Estevam Theodoro, 66 anos

Ele jurava não ligar pra futebol, mas a verdade é que não perdia um jogo sequer.

Dário Oliveira da Silva, 69 anos

Não abria mão de uma cervejinha nos finais de semana.

Darlan Mendes da Costa, 40 anos

Conciliador, não gostava de ver ninguém brigando que logo tentava promover as pazes.

Darlene Schmitti, 63 anos

A mulher-maravilha tinha o gênio forte e o coração do tamanho da sua bravura.

Darly Pereira de Souza, 49 anos

Mulher nordestina incrível, que desenhava florezinhas enquanto falava ao telefone.

Daut Fambrino Scapin, 61 anos

Riso fácil era sua mais clara demonstração de amor e bondade.

Davey Sin Hong Tjio, 64 anos

Um imigrante que valorizava suas raízes. Em seus altos e baixos foi amor, honestidade, força e perseverança.

Davi Bellozupko, 75 anos

Nininho era um amante da natureza. Sempre ativo e presente, plantava flores e ajudava os vizinhos.

Davi Camargo Silva, 57 anos

Exemplo de simpatia e empatia. Escondia sua doçura atrás da cara de bravo.

Davi Severino da Silva, 73 anos

Alvirrubro doente, adorava jogar seu dominó, mas sua paixão mesmo eram os jogos do Náutico.

David Alcazar, 67 anos

Era conhecido pelos amigos como um “grande homem” por ter um coração generoso.

David Corrêa, 82 anos

Gigante do carnaval brasileiro.

David de Sá Guimarães, 68 anos

Ele era daqueles que não se deixava abater facilmente.

David Ferreira dos Santos, 43 anos

Era muito prestativo, sempre ajudou as pessoas. Amava os animais e era um mecânico de mão-cheia.

David Gilmour Alves Bezerra, 20 anos

Queria que seu filho gostasse de açaí tanto quanto ele.

David Gomes de Melo, 37 anos

Chegava causando, era engraçado e barulhento.

David Guizi Marcelino, 36 anos

A personificação da alegria. Amava o Chaves. Dono de uma risada escandalosa que revelava a leveza com que encarava a vida.

David Lima Ramos, 35 anos

Dada cumpriu suas missões muito bem: monitorar o trânsito do bairro e amar a família incondicionalmente.

David Mendes dos Santos, 44 anos

Animador de qualquer festa, sabia cultivar amizades.

David Nahas Neto, 57 anos

O Tio Gordo foi um palmeirense apaixonado e que amava os sobrinhos.

David Wu Tai, 71 anos

O chinês mais brasileiro de que se tem notícias.

Davina Sales Pontes de Carvalho, 85 anos

Mãe, avó, bisavó e, sobretudo, amiga de todos que encontrou.

Déa Vitório Costa, 76 anos

O nome curto não dava conta de tamanha existência. Por isso, os apelidos: Menina, Boneca e Fofura.

Débora Cássia Teixeira dos Santos, 55 anos

Adorava seriados mas, como uma perfeita "mãe leoa", era nos filhos que estava a verdadeira paixão de sua vida.

Débora Cristina Araújo Fernandes, 56 anos

Amor, carinho, doçura, competência e responsabilidade.

Decio dos Santos Beserra, 52 anos

Policial gente boa com coração de menino e alma leve, andava pela cidade de bicicleta, espalhando sorrisos.

Deise Acioly Magalhães, 57 anos

Ela experimentava todas as comidas, das mais simples até as mais polêmicas.

Deison Molon Ignácio, 34 anos

A música era a vida dele.

Dejanira Sarti dos Santos, 63 anos

Foi um porto seguro para aqueles que precisavam.

Delano Rosevelt Alves Ramos, 75 anos

Amava tanto os animais, que deu a piscina de casa para os patos nadarem. Nem se importou com a bagunça.

Delano Togni, 71 anos

Falar dele é como sentir a calma, a tranquilidade e a generosidade de um amigo de todas as horas.

Delcenir de Sousa Lima, 73 anos

Amava dirigir seu carro antigo e cuidar de seus sete cachorros, que eram sua paixão.

Delcide de Oliveira Tripolli, 65 anos

A misteriosa Coelhinha que encantou o aniversário da filha.

Delcides Maria de Oliveira, 80 anos

A menina, que enganava a fome com uma colherada de café, tornou-se uma guerreira e sempre tinha amor para dar.

Deli Rodrigues Pereira, 71 anos

Fazia um bolo salgado de atum tão especial, que o servia como presente nas comemorações em família.

Delmar Vargas de Quadros, 75 anos

Homem íntegro e justo, com um coração bondoso, estava sempre disposto a ajudar o próximo.

Delson Marques de Queiros, 66 anos

Otimista e divertido, tinha sempre uma piada para alegrar quem estava à sua volta

Denerson Maia de Moraes, 57 anos

O que nunca lhe faltou foi amor.

Denilson da Silva Frade, 54 anos

Em meio ao duro tratamento renal, os jogos do Paysandu lhe devolviam a alegria e a expectativa de cura.

Denilton Irineu dos Santos, 62 anos

Sambava com a felicidade, e não apenas nos carnavais.

Denilza dos Santos, 52 anos

Tinha uma sabedoria que trazia aconchego, estava sempre vestida com o mais belo dos enfeites: seu sorriso.

Denis Saiter Mageski, 37 anos

Dono do abraço mais apertado e de um sorriso gigante.

Denise Almeida Barreto, 41 anos

A alegria em pessoa! Fazia qualquer um se sentir protegido ao lado dela

Denise Calisto, 46 anos

Distribuiu amor ao mundo, sem economizar; teimou em viver, ser feliz e trazer alegria àqueles que amou.

Denise Gomes, 42 anos

Se tinha paciente precisando, era lá que ela queria estar.

Denize da Rosa Pinheiro Rosa, 59 anos

Gaúcha de coração taurino que venceu com propósito cada uma das missões que a vida lhe apresentou.

Dennis Cabrera Pisango, 67 anos

Usava sapatos de bico fino tão bem lustrados, que eram quase um espelho, capaz de refletir seu largo sorriso.

Dennis Rollano Torres, 68 anos

Jaleco e seu violão eram os casacos de guerra do Dr. Dagnou.

Deoclides Gonçalves, 72 anos

Carinho, atenção e afeto com todos que o cercavam e em todos os lugares em que estava...

Deoclides Silva Nascimento Filho, 59 anos

Sorria com os olhos e com a alma. Sorria sempre.

Deraldo Sales dos Santos, 72 anos

A sua alegria era o farol de luz da família.

Derly Fátima Lopes de Souza, 62 anos

Com engajamento social e político, além de muita fé, protegeu a comunidade de Campo do Tenente.

Despina Evangelos Calafatis, 87 anos

Exemplo de coragem para enfrentar a vida e de amor sem medida por sua família.

Deunisio Ferreira Batista, 69 anos

Viveu com simplicidade. Fazia café da manhã todos os dias, nunca faltava ao trabalho, nunca faltava carinho.

Deusdete Maria de Melo, 91 anos

Uma avó carinhosa, de coração puro, e que fazia o melhor bolinho de arroz do mundo.

Deusdeth Oliveira Ferreira, 86 anos

Aos 86 anos, vivia em movimento com sua motocicleta...

Deuselina Dias Barbosa, 71 anos

Era uma mulher de Deus. Uma mulher que acreditava na força da oração.

Deuzarina Nunes Pinho, 81 anos

Amava comprar sapatos, só que às vezes, ao chegar em casa, acabava não gostando do par e o doava para alguém.

Devanir Birello, 77 anos

Deva não era desse mundo. Sua personalidade podia ser traduzida em três palavras: coração, amor e alegria.

Devanir José Parizoto, 45 anos

O cantor da família e a alegria em pessoa.

Devanir Maria de Souza Alvarez, 61 anos

"Lutei tanto pra ter meus filhos e passaria por tudo de novo para tê-los comigo".

Deverson Azevedo, 32 anos

O filho de Afonjá cujo sorriso largo e fácil abraçava todo mundo.

Deyler Vieira Amorim, 39 anos

Filho único; em todos os sentidos.

Deyse Lúcia Costa Salles, 63 anos

Equilibrava poeticamente seu jeito meio doido com a capacidade de ser a melhor amiga que alguém podia ter.

Dezolina Verônica Diogo Gonring, 78 anos

Todos os dias conversava com suas plantas e seus cachorros, sem falta.

Diana Stela Domingues Bazarin, 69 anos

Acordava dando um bom-dia nas redes sociais.

Diego Borges Ferreira, 37 anos

Um faixa preta apaixonado pela pequena Manu, sua filha.

Diego Carneiro Pereira, 46 anos

Ativo nas favelas, nos projetos sociais e esportivos de São Paulo, Bola era produtor da Família Sabotage.

Diego Henrique de Oliveira, 34 anos

Diego era sinônimo de alegria, alto-astral e companheirismo. Um apaixonado pela vida.

Diego Xavier Nunes, 37 anos

Lançava um novo olhar sobre tudo o que fazia. Um ser humano como poucos.

Dijaneide Ferreira da Silva, 42 anos

“A mulher mais incrível e inspiradora deste mundo”, segundo sua filha Mariana.

Dilceia Alexandre Machado, 49 anos

Fotógrafa brilhante, sempre atrás dos melhores sorrisos. Será lembrada pela simpatia e alegria de viver.

Dilma Batista dos Santos, 60 anos

Nunca deixou a fome vencer ou a tristeza fazer parte. Rebatia as dificuldades da vida com um sorriso no rosto.

Dilma Nunes de Barros Maya, 60 anos

Era a solidariedade em pessoa. Daquelas que tiravam de si para dar ao outro.

Dilma Queiroz Bello, 83 anos

Uma mulher determinada, generosa e de muita fé.

Dilma Tavares do Nascimento Rios, 60 anos

Mãe carinhosa e observadora, do tipo que reparava no corte do cabelo e nos centímetros que o filho cresceu.

Dilson de Sousa Oliveira, 61 anos

Provocava risadas e com isso produzia e fotografava momentos felizes, pois a grande arte é o prazer de viver.

Dimas José Raimundo de Almeida, 57 anos

Agregador de afetos e filho dedicado, caminhou pela vida sempre em alto astral.

Dimitrios Marcos Hatzimarkou, 67 anos

Amava sua família no seu jeito, literalmente, grego de ser.

Diná Barbosa Amorim, 48 anos

Diná era festa. Seu humor era contagiante!

Dina Márcia dos Santos Silva, 86 anos

Tinha mãos e talento para os pães que cheiravam pela casa e os doces maravilhosos que traziam seus filhos e netos para perto dela.

Diná Maria Pires Soares, 80 anos

Uma senhorinha de bem com a vida.

Dina Rosaria Ascenção, 63 anos

Professora de matemática, amava a profissão e os alunos. Talvez nem soubesse o quanto era amada por eles.

Dinalva Barreto Moura, 78 anos

Era a melhor anfitriã da família Barreto Moura. Ela tornava os almoços de domingo especiais.

Dinoca Pereira, 65 anos

Uma mulher guerreira, uma mulher de Deus.

Dinorá Aparecida dos Santos, 56 anos

Dedicada e amorosa, desafiava os limites do impossível na busca pelo bem estar de suas filhas.

Dinorah Lopes Dantas Donini, 43 anos

Ao procurar no dicionário a definição de alegria, o nome Dinorah deveria estar escrito.

Diógenes dos Santos Lima, 31 anos

Alegre e brincalhão, era o mais animado dos amigos, tanto que foi apelidado de "Inimigo do fim".

Diógenes Moreno Escolastico, 43 anos

Policial, pai, exemplo de ser humano.

Diogenes Mussopapo, 60 anos

Pai de um abraço delicioso, eternizado na memória dos filhos. Dizia sempre: "Pitutu e Príncipe, amo vocês!"

Diogo da Silva Pinheiro, 37 anos

Deixou doçura, alegria e simplicidade em viver a vida.

Diogo Fabiano Guimarães Andrade, 38 anos

Ajudava todo mundo, mesmo sem conhecer.

Diogo Miguel Parra, 74 anos

"Tô vivo!!!"

Diomedia Oliveira dos Santos, 83 anos

Guerreira, tinha orgulho de sua negritude. Adorava praticar yoga, dançar e fazer artesanato.

Dionatan Fernandes de Jesus, 2 anos

Uma criança que sabia sorrir, mesmo na dor.

Dione Cardoso Rodrigues dos Santos, 68 anos

A cada adversidade, um aprendizado. Em sua despedida queria gaita, pandeiro, milongas e samba.

Dionis Carlos Bernecule, 41 anos

Na vida e na profissão, tinha um olhar sempre amoroso, generoso e sábio.

Dionísio Batista de Souza, 68 anos

“O que quer de presente?”, perguntava ele, cuja vida foi em si um grande presente.

Dionisio Bristot, 83 anos

Alegre e vaidoso, Bonitão estava sempre arrumado, com banho tomado, creme no cabelo e barba feita.

Dionita Maria Diogo, 88 anos

Benzedeira negra de olhos de esmeralda, enfrentou com coragem e doçura a insensibilidade de uma sociedade racista.

Dirce Caracho, 86 anos

Poetisa apaixonada por passarinhos, amava arrumar seus cachos e se perfumava todas as manhãs.

Dirce de Almeida Pacheco, 78 anos

Uma avó que adorava dar um dinheirinho escondido para os netos.

Dirce dos Santos Kitano, 80 anos

Fazia uma comida maravilhosa e caprichava nas doses de amor com que temperava nossas vidas!

Dirce Jorge, 67 anos

Contava as histórias em detalhes e sempre lembrava quando alguém não devolvia um de seus potinhos.

Dirce Martins de Maio, 68 anos

Até mesmo a mais simples refeição se transformava em um banquete com as surpresas saborosas preparadas por ela.

Dirce Ponce Leones, 86 anos

A moça da janela mais conhecida de Uruaçu, que virou lenda pelo alto-astral contagiante.

Dirceu Castellucci, 72 anos

Fará falta pelo amor que irradiava na vida da família.

Diva Marques Moreira dos Santos, 80 anos

Fazia uma comidinha simples que sua neta adorava.

Diva Nastari da Fonseca, 91 anos

Resiliência era seu maior atributo e a caridade era sua maior virtude.

Diva Thereza Stolf Simões, 85 anos

Pianista sublime, deixa um legado de amor e arte.

Divair Santos Almeida, 77 anos

Criado no interior da Amazônia, conhecia os mistérios da floresta e contava histórias que encantavam os netos.

Divane Canuto Andrade Monteiro, 68 anos

Entusiasmo, essa era a palavra capaz de traçar um desenho límpido da sua imagem.

Divanise da Costa Melo, 75 anos

O sorriso mais solto e a tia mais festeira.

Divina Clarinda da Silva, 66 anos

Frequentadora de serestas e quermesses, seu maior prazer era se arrumar e sair para dançar.

Divino Eterno Teixeira, 46 anos

Sonhou e ensinou a sonhar, a acreditar e a manter a fé em Deus.

Divino Euripedes da Silva, 57 anos

Quem via aquele homem baixinho na estatura, não imaginava quão grandes eram seu coração e sua generosidade.

Divino Pereira de Andrade, 82 anos

Gostava de tomar sol na frente de casa ouvindo seu radinho de pilha.

Djalma Avelino de Souza, 65 anos

Sempre que lhe perguntavam como estavam as coisas, dizia: “Melhor, só no céu”.

Djalma Conceição Alves, 88 anos

Gostava de cuidar do seu jardim e de cultivar as amizades que floresciam ao seu redor.

Djalma Gonçales, 60 anos

Agora ele deve estar numa linda praia, como amava, sorrindo e fazendo outros rirem alto de suas piadas.

Djalma Oliveira da Silva, 53 anos

Cantando enquanto cozinhava, sabia como temperar a vida.

Djalma Ramos Damasceno, 39 anos

O "posso ajudar?" mais sincero e disponível de todos.

Djalma Teixeira de Mendonça, 51 anos

Conhecido por muitos pela sua forma única de bradar: Ô Glória!

Djanira Magno Silva de Melo, 70 anos

Devota de São Sebastião, foi guerreira incansável, mãe dedicada e avó coruja.

Djanira Silva do Nascimento, 88 anos

A alegria e a determinação fizeram a sua marca registrada.

Dolores Esteves Monteiro, 92 anos

Sonhava em conhecer a Espanha, a terra de seus pais.

Domingos Alves de Oliveira, 52 anos

Um orgulhoso doador de sangue. O principal do hospital a que ia.

Domingos Carvalho de Amorim, 56 anos

Uma pessoa que levava alegria por onde passava com seu coração bondoso e humilde.

Domingos da Vitória, 77 anos

Dominguinhos era a mansidão, a meiguice e a fidelidade.

Domingos Mahoro, 60 anos

Era um diplomata e um homem além do seu tempo.

Domingos Marcelino da Silva, 76 anos

"Ôh, véio bacana!", define a neta.

Domingos Mesquita Pereira, 69 anos

"Filha, vou fazer um Galeão e depois passo para te buscar", dizia antes de encontrar Priscila.

Domingos Pereira da Silva, 89 anos

Para falar de Domingos, que sempre lembrem de Joana e da família que construíram em 72 anos juntos.

Domingos Rocha de Freitas, 75 anos

Com seu jeito engraçado, tocava todos os instrumentos musicais e também tocava o coração dos ouvintes.

Domingos Sávio Brito Fonseca, 58 anos

Era grato, diariamente, por mais um dia de vida.

Domiro Neves dos Santos, 84 anos

Homem de poucas palavras, mas de pensamentos rápidos e precisos.

Donata Neres de Lima, 87 anos

Carinhosa, dona Nate tinha um abraço acolhedor.

Donatila Lima dos Santos, 75 anos

Teve coragem para mudar de vida e viveu para os filhos.

Donizete Luiz Frederico, 65 anos

Cheio de amigos, chegou até a tomar uma cerveja com Alceu Valença na época da Jovem Guarda.

Donizeti Aparecido Martins, 58 anos

Um eterno garotão com seu All Star. Sinônimo de alegria, adorava churrasquear e fazer uma boa cantoria.

Donizeti Aparecido Martins, 64 anos

Festeiro na roda de samba e guerreiro nas batalhas da vida.

Donizeti de Melo Balbino, 51 anos

Teve amores, mas nunca se casou. Ou melhor, casou-se com a música, com seu violão.

Dora Ramos dos Santos, 70 anos

Animada e festeira, curtia a vida como um presente que era renovado a cada dia.

Doralice Cordovil Lourenço, 68 anos

Com sua doçura, resolvia qualquer problema por mais difícil com fosse.

Doralice da Silva Pugas, 76 anos

Ela queria continuar distribuindo amor até os 102 anos.

Doris Tavares, 77 anos

Uma mulher otimista que chamava todo mundo de "Meu amooooor!"

Dorival Pizzo, 84 anos

Foi o ser humano mais gentil do mundo, que amava cantar.

Dorival Sanchez, 84 anos

Rodava o salão inteiro ao som de boleros, valsas e tangos.

Dorizon Pascoal de Oliveira, 61 anos

Seu brilho encantava as pessoas ao redor e sua grandeza se refletia no cuidado com o próximo.

Doroti Boulanger Trindade, 66 anos

Vocação para ajudar o próximo.

Douglas Aparecido dos Santos, 31 anos

O único palmeirense da casa, sempre campeão no quesito paternidade e brincadeiras.

Douglas Pereira de Araújo, 27 anos

Seu sorriso e sua alegria contagiavam! Sorrir, cantar e dançar eram suas marcas.

Droziana Pica, 75 anos

Tinha um coração tão grande, que fazia sombra em qualquer defeito.

Ducileide Maria de Melo, 45 anos

Generosa, costurava tecidos e boas relações com todos à sua volta.

Dulce Araújo de Martino, 91 anos

Considerada uma avó clássica, amava mimar seus netos com guloseimas, presentes e muito carinho.

Dulce Meira Pereira, 91 anos

A "vovozinha" mais doce e forte que o Rio de Janeiro já conheceu. Dulce é luz.

Dulce Rodrigues da Silva, 76 anos

Ela dava um jeito para tudo. Não media esforços para ajudar, e tirava do seu para dar a quem precisava.

Dulcimar Teixeira Leite, 77 anos

Com a mente sempre positiva, ela lutava pela realização de seus projetos.

Dulcinete Perinni de Souza, 64 anos

Dona Fia distribuía não só comida e cuidados, mas também amor ao próximo em cada prato, salgadinho e doce.

Durci Nei Marques Rocha, 69 anos

Para ela, mulher deveria aprender a dirigir por necessidade. Incentivava a liberdade de ir e vir.

Durval de Assis, 86 anos

Amava os animais, as plantas e a natureza. Ficou conhecido na cidade por vender leite de cabra e peixes.

Durvalina Balco Maria, 86 anos

Alegre, amorosa, forte e lindamente desbocada.

Durvalino dos Santos, 68 anos

"Sempre que possível, seja útil. E não se esqueça de se divertir; se não for assim, não tem graça", dizia.

Edcleyson de Souza Santana, 42 anos

Se algo era impossível de fazer, ele ia e fazia do jeito dele.

Edeleusa Maria Santos de Araujo, 55 anos

Com sorriso recatado e rosto sereno, era tão doce quanto os doces que amava comer.

Edenilson do Socorro Ramos Tavares, 50 anos

Servir às pessoas foi o grande propósito de sua vida.

Ederson Becker, 37 anos

Tratava a família como o bem mais importante da vida.

Edes Batista de Carvalho, 64 anos

Dos semáforos de São Paulo, era ele a quarta luz: a da esperança.

Edes Vieira Guimarães Filho, 56 anos

O marceneiro de Cabo Frio que vivia sorrindo.

Edevando Silva Santos, 61 anos

Mesmo com a distância entre Bahia e São Paulo, cuidava da sua família como se estivessem no mesmo lugar.

Edgar Cunha Júnior, 67 anos

Chegavam com um problema para Edgar e saíam com uma solução, sempre. Um de seus dons era ajudar.

Edgar de Queiroz Bezerra Cavalcanti, 65 anos

O pernambucano mais sabe-tudo que existiu, apaixonado pela vida e dono do melhor bolo de chocolate do mundo.

Edgar Ribeiro, 71 anos

Todas as tardes, sentava no portão para bater papo com os amigos e beber Coca-Cola, que ele tanto amava.

Edgard Ciríaco Moreira Neto, 53 anos

Era um ser de extrema luz. Filho grandioso e irmão amoroso. Enfim, um ser humano digno.

Edgard dos Santos Pereira, 66 anos

Um marido especial na vida de sua esposa.

Edgard Farah, 81 anos

Orgulhoso dono de um fusca bege 1972 que usava para buscar na escola os 7 netos.

Edgard Gonzales Serrano, 71 anos

Apesar das adversidades que a vida lhe impôs, tinha sempre um sorriso, uma brincadeira.

Edgard Viana de Sant’Ana, 95 anos

Amava Turma da Mônica, livros de fantasia e tirar fotos com um sabre de luz nas estreias de Star Wars.

Edigar Alves dos Santos, 61 anos

Tinha a mania de pedir para caçar caspa na cabeça, só que na verdade ele queria mesmo um cafuné.

Edigar Lopes do Nascimento, anos

Soube somar pontos na vida como reconhecido professor de Matemática e como homem de bem.

Edil Marques Aguiar, 67 anos

Enfrentou a vida com coragem, venceu a morte muitas vezes. Um homem otimista.

Édila Adolfina Mascarenhas de Araújo, 76 anos

Estava constantemente com um sorriso estampado no rosto e adorava distribuir beijos e abraços.

Edilea Oliveira Neves Souza, 57 anos

"Grande é o Senhor!", dizia ela.

Edileusa Alves Viana, 75 anos

Com alegria e otimismo, seguiu apaziguando e conciliando vida afora.

Edileusa Gomes da Silva, 71 anos

Fã de um bom papo, gostava de reunir a família para provar seus quitutes.

Edilma Mizael Teixeira, 46 anos

Aos domingos, presenteava a família com os bolos de chocolate mais saborosos do mundo.

Edilmar Julião da Costa Monteiro, 54 anos

Dono de um bom coração. Uma pessoa que todos gostavam.

Ediloy Antonio Carlos Ferraro, 62 anos

"Uma caneta que não escreve mais..." Lá se foi o poeta da Barra Funda escrever em outras paragens.

Edilson Coelho de Andrade, 59 anos

Sua gargalhada alegre era a melhor melodia.

Edilson de Jesus, 42 anos

Foi amado por toda a família, que gostava do seu jeito engraçado e dos cuidados que ele dispensava a cada um.

Edilson Dias Leão, 55 anos

Sem chamar a atenção, dedicou-se de corpo e alma ao cuidado e à solidariedade.

Edilson do Rosário da Trindade Sampaio, 54 anos

Era daquelas pessoas que Deus coloca em nossas vidas apenas para somar.

Edilson Ferreira da Silva, 55 anos

Capaz de ficar com fome pra dar de comer a quem não tinha. Vivia a dizer que veio ao mundo só para servir.

Edilson Filgueira da Silva, 60 anos

De engraxate a prefeito eleito, a trajetória de um caçador de nuvens.

Edilson José de Amorim, 52 anos

Amorim amava mais as filhas do que a si mesmo.

Edilson Leite Ribeiro, 53 anos

Dono do melhor abraço do mundo.

Edilson Mendes da Silva, 54 anos

Não media esforços para atender alguém que precisasse viajar, sempre dizia: "meu nome é pronto!"

Edilucia Evaristo, 51 anos

Para a Baixinha, ser feliz não tinha preço.

Edimar Ferreira Mendes, 49 anos

Serralheiro animado, era fã do Amado Batista e devoto de Nossa Senhora d’Abadia.

Edimar Mendes, 73 anos

Era decidido. Ajudar o próximo era o seu forte.

Edimilson Lima de Souza, 56 anos

Um ótimo taxista, dirigia como ninguém.

Edina Barbaresco Angarola, 69 anos

Com esmero e habilidade, pespontava os cortes de couro na máquina de costura, dando-lhes forma e acabamento.

Edinaldo Alves Duarte, 49 anos

Edinaldo era gigante em virtudes e deixa, em cada pequena ação do dia a dia, um testemunho da sua fé em Deus.

Edinaldo José dos Santos, 63 anos

Era especialista em brincadeiras e sorrisos.

Edinardo Uchôa Costa, 73 anos

Ele adorava sentar nos corredores do hospital e ouvir as anedotas dos seus colegas e demais funcionários.

Edinéa Avelino Gomes, 58 anos

Negona era superlativo também nos gestos. Generosa, sabia perdoar como ninguém.

Edinei Alves Domingues, 44 anos

Amou o próximo com o mesmo amor que recebeu de Jesus Cristo, seu Salvador.

Edinolia Bispo de Oliveira Ildefonso, 69 anos

O seu jeito de demonstrar amor e carinho, faziam de Edinolia uma mulher única e muito especial.

Edir Franco de Azevedo, 69 anos

Certamente está contagiando os anjos do Céu com sua alegria, enquanto suas lembranças rebrotam aqui na Terra.

Édison Armando de Franco Nunes, 73 anos

Mudou a vida de muita gente em Passo Fundo, como médico veterinário, professor e político.

Edison Borba Guimarães, 76 anos

Livre como um pássaro e sonhador como uma criança, desejava dias melhores para que todos pudessem sorrir.

Edison Martins Borba, 76 anos

O professor Edison formava alunos e pessoas melhores.

Edite de Carvalho Andrade, 78 anos

Colecionava tudo o que podia. Era singela e, por isso mesmo, muito amada.

Edite do Nascimento Pereira, 83 anos

Era muito vaidosa, fazia as unhas e os cabelos, e nunca ia para a rua de chinelos: era uma lady.

Edite Mota Dias, 80 anos

Viveu costurando afetos e multiplicando amor.

Edite Terezinha Junglaus Acordi, 73 anos

A matriarca era uma avó maravilhosa e nutria um amor incondicional pela família.

Edite Vieira Lima, 87 anos

Sempre sentava na frente de casa para conversar com as vizinhas.

Edith Farias de Araújo, 99 anos

Mulher de fibra que enfrentou opiniões adversas pra chegar a sua realização e felicidade, sendo amor e doçura.

Edivaldo Bastos Teixeira, 72 anos

A coisa mais sagrada para ele era a sua sonequinha da tarde.

Edivaldo da Silva Teixeira, 63 anos

Com Dentinho, a risada era garantida.

Edivaldo Lima, 57 anos

Era fácil encontrá-lo na igreja ou com a família, sempre espalhando carisma e amor.

Edivane Brito, 48 anos

Para se livrar do frio, sempre colocava meia nos pés.

Edjane Santos Julião, 41 anos

“Amava cuidar, viajar, tomar uma cervejinha e era viciada em coca-cola”

Edleusa Pereira da Silva, 53 anos

Um amor de pessoa, deu a vida por sua mãe.

Edmar Antônio Zanetti de Ávila, 83 anos

Entre muito sorrisos, uma partida de canastra e a eterna saideira.

Edmar Caldeira Rodrigues, 59 anos

De perfil protetor e caráter ímpar, era companheiro e um grande amigo para todos.

Edmar Castelo da Silva Júnior, 61 anos

Amigo de todas as horas. Calmo e tranquilo, ajudava todo mundo.

Edmar da Silva Oliveira, 61 anos

Era o rei do suco, habilidade cultivada como arte para mimar os filhos.

Edmar José Dutra, 59 anos

Amava o trabalho com a cafeicultura. Aos domingos, não dispensava a bola, o churrasco e a cerveja em família.

Edmar Maia de Azevedo Santos, 67 anos

Com seu sorriso contagiante e alegre, onde quer que estivesse fazia as pessoas rirem com suas histórias.

Edmar Teixeira de Souza, 75 anos

Em seu tempo livre, deitado na rede, conversava e ria com pessoas queridas no telefone.

Edmilson Aparecido Rinaldini, 54 anos

Em constante sintonia com a natureza, seus elementos preferidos eram o fogo e a terra.

Edmilson Correa, 67 anos

Metido a brabo, mas era só aparência. Um homem lindo e romântico.

Edmilson Ferreira de Castro, 46 anos

O largo sorriso em todas as fotografias é lembrança viva de sua alegria e leveza.

Edmilson Martins de Carvalho, 52 anos

Avô, pai e filho amoroso, tio incrível. Pessoa de luz e bom humor.

Edmilson Miguel da Silva, 47 anos

Fã de política e ex-Moço de Convés, fez morada nos portos da solidariedade, da bondade e da justiça.

Edmilton Dantas Santiago Silva, 42 anos

De criança arteira a homem da palavra de Deus: Dinho viveu uma trajetória de vida surpreendente.

Edmundo Aparecido Marques dos Santos, 53 anos

Fazia amizades com um piscar de olhos.

Edmundo Martins de Alencar, 50 anos

Pastor e herói. Uma vida de ensinamentos.

Edna Antônia de Moura Freitas, 77 anos

Vovó Nininha de pequena não tinha nada: era uma grande mulher cujo olhar transmitia amor e serenidade.

Edna Aparecida Lima de Almeida, 69 anos

Aquela que qualquer um gostaria de convidar para um cafezinho fresco e uma boa prosa.

Edna Caetano de Oliveira, 76 anos

Já olhava pra gente sorrindo.

Edna Camacho de Oliveira, 58 anos

Quando ela se divorciou, a vida recomeçou. Guerreira e incrivelmente forte.

Edna Ferreira Maciel, 45 anos

Hoje ela dorme na Lua, como sempre sonhou e certamente já deve ter feito amizade com toda a legião de anjos do céu.

Edna Regina Ramadan, 62 anos

Dona de um carisma e de um sorriso inesquecíveis, partiu agora em sua viagem aos Céus.

Ednaldo de Oliveira Lima, 55 anos

Era agricultor e vivia da terra. Gostava de reunir a família e os amigos no sítio para um bom churrasco.

Ednaldo Guedes da Silva, 47 anos

Um grande sonhador que batalhou para conquistar seus objetivos. Dono da voz que conquistou toda uma cidade.

Ednalva da Cruz Silva, 59 anos

Nalvinha foi uma baiana daquelas que mesmo saindo da Bahia, a carregava no corpo, no gingado e na alma.

Ednalva Moreira Bezerra, 55 anos

Amou grandemente a neta Alice, seu "doce mel".

Ednardo Uchoa Costa, 73 anos

Médico que servia a população com simplicidade e cuidado.

Edney Coelho Mar, 72 anos

Foi um trabalhador incansável, exemplo de honestidade e generosidade.

Ednilson dos Santos Escobar, 59 anos

Un ragazzo paulistano que multiplicava suas paixões entre a Itália e as filhas.

Edny de Fátima Espínola Leal, 63 anos

Amava a arte, o mar, as flores e enxergava a vida como uma grande celebração.

Edsneider Rocha Pires de Souza, 42 anos

Foi bom amigo e um médico dedicado à sua missão, cumprida com amor, carinho e respeito a todos.

Edsom Freitas da Paixão, 86 anos

"Glória a Deus por tudo!" Ele dizia sempre, até na hora de espirrar.

Edson Agostinho Cassemiro, 64 anos

Sempre falava para andar no caminho do bem.

Edson Brás Moreira, 71 anos

Em sua simplicidade, orgulhava-se em proporcionar à família grandes viagens.

Edson Bunemer, 85 anos

Seu último afago foi pedir notícias do futebol.

Edson de Melo, 66 anos

O pastor de cabelos brancos que deixou aos seus um legado de fé e solidariedade; Edinho realizou.

Edson Eduardo Gonzaga, 59 anos

Amante da gastronomia e da vida.

Edson Ferreira, 65 anos

Sempre alegre, estendia a mão a quem precisasse dela.

Edson Francisco da Silva, 45 anos

Mesmo doente, tentava tranquilizar os colegas, enfermeiros como ele. Deixou saudade.

Edson Galdino dos Santos, 56 anos

"Seja forte", era o que ele nos pedia.

Edson Gonçalves de Araújo, 78 anos

Um homem iluminado e de caráter irreparável. Avô que amava a família e era louco pelos almoços de domingo.

Edson José Cavalcante Maranhão, 80 anos

Ele sempre recebia as visitas com quitutes. Depois, mostrava orgulhoso as suas plantas.

Edson Lyrio Ruy, 86 anos

Para ele, a vida era melhor vivida com um belo sorriso e um bom sorvete.

Edson Sá de Alencar, 67 anos

Conhecido por sua generosidade e amor imensurável pela família.

Edson Sousa Branch, 52 anos

Era a própria alegria. Chegava e ninguém ficava triste.

Edson Viana dos Santos, 46 anos

Grande companheiro, militante de causas sociais e de enorme coração.

Edson Wander Alves Muniz, 48 anos

Não sabia dizer não para ninguém.

Edu Alves Pires Filho, 63 anos

De poucos sorrisos e de coração enorme, lutou até o fim.

Eduard Adolf Maier, 69 anos

Pai honesto e lutador que conseguiu amenizar suas ausências com amorosidade.

Eduardo Albarella, 80 anos

Corajosa, foi pioneira de uma arte linda, transgressora para sua época.

Eduardo Alfredo Pimentel da Silva, 52 anos

Amante das artes e roqueiro de carteirinha. Um ser notável, que emanava alegria por onde passava.

Eduardo Aparecido Eredia, 71 anos

Todo final de tarde, caminhava pela fazenda com a esposa para contemplar a beleza da natureza.

Eduardo Araújo Cardoso, 70 anos

Tamanho mensurável em altura, porém, imensurável em doçura, gentileza e justiça.

Eduardo Arroyo Puga, 75 anos

Homem com alma de menino, Nino se tornou um forte elo de união em sua família.

Eduardo Augusto, 47 anos

A felicidade que Dudu emanava era contagiante.

Eduardo Augusto Rodrigues de Sousa, 83 anos

O português que conhecia todas as ruas do Rio de Janeiro e era apaixonado pelo Vasco.

Eduardo Barbosa da Silva, 66 anos

Ele finalmente realizou seu sonho de voltar para Marajó, e foi mais cedo se encontrar com a mãe, dona Maria.

Eduardo Caminada Junior, 49 anos

Fez da conscientização da epilepsia sua grande luta, com amor, alegria e um desprendimento admirável.

Eduardo Campero Garcia, 64 anos

Uniu dom, ciência e muita alegria para trazer vidas ao mundo.

Eduardo Costa do Mar, 64 anos

Ao longo das décadas, ele fez de tudo pela sua esposa, só para vê-la alegre e sorrindo.

Eduardo da Silva Porto, 57 anos

Um homem correto, calado e muito trabalhador.

Eduardo de Ferraz, 58 anos

Uma pessoa alegre e extrovertida que animava todas as pessoas ao seu redor.

Eduardo de Souza, 70 anos

Trabalhador desde muito cedo, dedicou-se integralmente à família, que adorava ver reunida para almoçar.

Eduardo Delgado Coelho, 51 anos

Eduardo era um sonhador, acreditava em um mundo só dele, e nunca desistiu de sonhar.

Eduardo Dias da Silva, 72 anos

Se a vida é uma arte, a dele foi uma galeria inteira!

Eduardo Ermida Filho, 73 anos

Os natais não serão mais os mesmos sem o primoroso trabalho de Dadinho do Presépio.

Eduardo Fakiani Macatti, 45 anos

Era pura bondade, humildade e dedicação à família, aos pacientes e à Medicina.

Eduardo Fernandes de Macedo, 66 anos

Fã incondicional de Roberto Carlos, sabia o nome de todas as músicas e dizia que era preciso ouvi-las com o coração.

Eduardo Gabriel do Couto, 86 anos

Um avô para ficar na saudade. Era a força que levantava a família nos momentos de incerteza e de vulnerabilidade.

Eduardo Gonzales Filho, 64 anos

Esteve presente em todos os melhores momentos da vida do filho: eram melhores amigos.

Eduardo José Gico Lima, 49 anos

"Vamos em frente que a vida segue com Deus", dizia ele.

Eduardo José Moura do Mar, 32 anos

Torcedor roxo do Paysandu e louco pelo filho.

Eduardo Luciano Novato, 36 anos

Dudu Show encantava todos com sua linda voz, irreverência e sorriso fácil.

Eduardo Marcelo Carneiro Araújo, 33 anos

Um verdadeiro craque na arte de driblar os obstáculos da vida, sempre com sorriso largo e peito aberto.

Eduardo Marques de Lima, 41 anos

Com certeza vão se divertir com ele que já chegou "do outro lado" cantando: "Seu pretinho chegou!"

Eduardo Menezes de Oliveira, 48 anos

Um violeiro apaixonado, quase todo dia estava com seu instrumento, sentado na calçada, tocando e cantarolando.

Eduardo Nunes da Silva, 38 anos

Enfermeiro dedicado e engraçado, era dono do sorriso mais iluminado e encantador.

Eduardo Orlando das Neves, 73 anos

Dono do bigode que mudava de cor quando tomava açaí.

Eduardo Ramos Filho, 60 anos

Na cozinha e na alegria ele foi um mestre.

Eduardo Roberto Monteiro, 46 anos

Um pescador de sorrisos que amava rock das antigas.

Eduardo Rodrigues de Mesquita, 79 anos

O inspirado professor cearense que escrevia poemas até em guardanapos.

Eduardo Theodoro Ayala, 84 anos

Um homem extremamente inteligente, que declamava poemas em latim, em meio a lágrimas.

Eduardo Tseremey’wa Örebewe, 90 anos

Cacique Eduardo Xavante - Um líder que sempre defendia os mais fracos.

Eduardo Vicente Bais, 60 anos

Fanático pelo Corinthians, era o tiozão do churrasco!

Eduardo Vieira de Souza, 38 anos

Apaixonado por carros, churrasco e refrigerante, foi o herói do único filho, que herdou as mesmas paixões.

Edvaldo Barbosa da Fonseca, 67 anos

Sua marca registrada era a alegria, quando chegava em algum lugar era impossível que não o notassem.

Edvaldo Cardoso Costa, 68 anos

Alegre e de coração bondoso, sempre ajudava quem precisava.

Edvaldo Correia Ferro, 66 anos

Gostava de apelidar os mais próximos; ensinou os netos a contar e tinha uma relação especial com Alazão, seu cavalo.

Edvaldo de Lima Rodrigues, 63 anos

O melhor pai do mundo que tinha duas paixões, o Vasco e caminhões.

Edvaldo Dodorico, 50 anos

Um homem alegre e bondoso que amava ouvir músicas antigas e experimentar novos sabores.

Edvaldo José da Silva, 56 anos

Todas as manhãs, antes de ir para o trabalho, tinha o costume de ligar a TV para acompanhar as notícias.

Edvaldo Oliveira Lima, 53 anos

Realizou o sonho de abrir seu comércio, trabalhador incansável que era.

Edvaldo Pereira da Silva, 70 anos

Taxista e dono de uma risada marota, conhecia cada canto da cidade como se fosse seu bairro.

Edvaldo Vilas Boas, 56 anos

Como todo baiano, gostava de ouvir samba, o bom e velho samba da Bahia.

Edvan José Sobrinho, 44 anos

Adorava um churrasco e uma coca gelada. Sua alegria era estar com quem amava.

Edvania Marinho da Silva, 50 anos

"Sê como Maria... Um sinal de Deus no mundo!"

Edvanilton Ramos de Oliveira, 42 anos

O melhor feirante, o filho que nunca deixou faltar pão de queijo a sua mãe, espalhava alegria em alto e bom som.

Edvanio Lima Moreira, 52 anos

Um chefe de segurança incansável, admirado por todos os colegas de trabalho.

Edvar Alírio Pachêco Alcoforado Junior, 37 anos

Um cara de luz própria.

Edward Siqueira da Silva, 88 anos

Orgulhava-se de ter dado aos filhos o que ele não teve: formação universitária.

Edwiges Sozo Marreira, 92 anos

A avó que cozinhava com amor e nutria um carinho incomparável pela família.

Edwilton de Oliveira Leite, 29 anos

Um amado anjo que só queria prestar sua valiosa ajuda e curtir suas paixões. Um sorriso de luz que fará falta.

Edy Fetter Georg, 92 anos

Leitora voraz, cozinheira dedicada e cidadã solidária.

Efigênia de Paula Mariano, 63 anos

Amava demais e era uma mãe para todos que estivessem ao seu redor.

Efigênia Ferreira de Souza, 81 anos

Mãe protetora e dedicada, optou por uma família numerosa para distribuir todo o amor que guardava no peito.

Efigênia Quintino dos Santos, 71 anos

Uma mulher forte, generosa e caridosa. Habilidosa na arte do crochê, da pintura e do amor.

Efigênia Raquel Gonçalves Crispim, 57 anos

Era o "pintassilgo" da família, cheia de exuberância, energia e entusiasmo para viver a vida.

Efraim Ferreira da Silva, 81 anos

Paciente e otimista, queria viver até os 105 anos.

Efraim José Sant’Anna, 66 anos

Adorava sentar-se na sua cadeira para tomar um solzinho de manhã ou reparar nas "modas".

Egídio Baltazar Costa, 71 anos

"Tudo sob controle" e "Vamo que vamo", dizia ele. E assim vivia, um dia de cada vez.

Egilvan Maciel de Oliveira, 46 anos

Adorava forró, dançava e dizia: "É pra acabar!".

Ehud Soldera, 63 anos

Um homem temente a Deus, trabalhador, honesto, humilde, que viveu em prol da família.

Eitor Miguel da Silva, 57 anos

Muito cuidadoso com sua família, um pai amigo e acolhedor.

Ejeciano Cicero Serafim, 65 anos

Aquele que sempre gostou de tudo calculado, fez do grande amor da sua vida o melhor de seus planos

Eladio Pérez-Gonzáles, 94 anos

Notável barítono, professor de técnica vocal e interpretação. Um paraguaio que se dedicou à música brasileira.

Elaide Maria dos Santos Fernandes, 71 anos

Uma paraense encantada pelos saberes, voltou aos bancos da escola, tendo o terceiro filho como colega de turma.

Elaine Aparecida Leite Silva de Jesus, 48 anos

Nela cabiam todos os paradoxos, pois era ela mesma quem criava o seu mundo. Uma guerreira que transmitia paz.

Elaine da Silva Quirino, 50 anos

Uma mulher guerreira, que enfrentou as batalhas da vida sem nunca perder a alegria.

Elazir Gonçalves, 92 anos

Seus discursos nas festas de fim de ano inspiravam os sobrinhos, para quem também foi mãe.

Elba Wanderley Chaves, 70 anos

Era irreverente e adorava uma piada. Acolhia todos com seu amor materno.

Elcio Candido Moreira, 61 anos

O melhor e mais sorridente mestre de obras, que amava operar uma empilhadeira.

Elcio Hayashida, 72 anos

Tinha o poder de transformar qualquer reunião de família em festa.

Elcy da Paixão Ferreira Chagas, 81 anos

Docilidade, serenidade, pureza - algumas das muitas virtudes desta que foi exemplo de matriarcado.

Elenilson Goes Galvão, 64 anos

Em seu peito vibravam duas paixões: a família e o Flamengo.

Elenilson Santos Vianna, 46 anos

Revivia a infância ao lembra os momentos que viveu.

Elenita Maria Pinheiro Fonseca, 76 anos

Seu mantra era a palavra "servir"; sabia o segredo do mundo quando sorria felicidade, bem-viver e perfeição.

Eleusina Guerreiro Sandes, 87 anos

Viveu alegremente: amou, viajou e soube aproveitar cada momento pelo simples fato de estar viva.

Eli Ferreira Rocha, 50 anos

O sorriso, os olhos e o abraço que eram um porto seguro para a filha.

Eli Malcon Soares de Oliveira, 72 anos

Campeão nos ringues e na vida, deixou exemplos de coragem e perseverança.

Elíada Monteiro de Albuquerque, 54 anos

Ela deixava de fazer para si mesma, para fazer pelas outras pessoas.

Eliana do Carmo Meira Lima, 63 anos

Mostrou como se deve viver: com leveza e felicidade!

Eliana do Rocio Barbosa Lima, 63 anos

Sonhadora, tinha dentro de si uma energia maravilhosa e retribuía com gentilezas o carinho que recebia.

Eliana Marques Santos da Silva, 63 anos

Sempre alegre, chegava no terreiro pedindo a bênção de Exu.

Eliana Moura dos Santos Peregrino, 61 anos

Primeiro lugar nas corridas de rua de sua cidade e da vida.

Eliana Regina Campos de Souza Pereira, 73 anos

Costurou a vida com agulha, açúcar, palavras e muito afeto.

Eliana Reis, 57 anos

Fez da felicidade o seu modo de vida e fez dos amigos a sua família.

Eliana Santiago, 63 anos

Muito amorosa com as pessoas, em especial com a família.

Eliane Alves Barreto, 58 anos

Desfrutava dos pequenos prazeres, tornando-os grandes. Curtia inteiramente a vida, tornando-a plena.

Eliane Cristina Corrêa, 48 anos

Atleta aguerrida, tinha o dom de mostrar às mães de seus alunos o quão fortes e potentes elas também eram.

Eliane de Oliveira Lourenço, 42 anos

A organizadora oficial das festas. Se não houvesse um motivo para comemorar, logo ela inventava um.

Eliane Ferreira de Sá, 62 anos

Generosa, nunca negou ajuda a ninguém. Era muito querida e admirada por todos.

Eliane Maria de Lucena Alves, 50 anos

Mulher de garra e muita fé, será lembrada como heroína por sua dedicação no cuidado do próximo.

Eliane Maria de Oliveira, 66 anos

Apesar das dificuldades que apareciam pelo caminho, ela persistia na busca de sua felicidade.

Eliane Pereira de Moura, 61 anos

Viver para o próximo foi a maneira que ela encontrou de viver para si.

Eliaquim Siqueira Lima, 68 anos

Um amigo que todos gostariam de ter.

Elias Aberto Caldeira, 79 anos

Não precisava muito para rir com a mão na barriga. Apenas uma boa piada, whisky e fatias de picanha.

Elias Alves de Carvalho Filho, 63 anos

Um vascaíno apaixonado que tinha a engraçada mania de colocar apelido nas pessoas especiais.

Elias Barrozo da Silva, 66 anos

Adorava viver e se divertir. Tinha um sorriso maior que si.

Elias Batista Santana, 61 anos

Não faltavam alegria, piadas e sorrisos nos divertidos e saborosos encontros da família Santana.

Elias Camara, 70 anos

Paciente e um excelente conselheiro. Adorava comer um docinho e estar com a sua família.

Elias Farão Neto, 64 anos

O filhão da Mama Ivone! Apaixonado pelo Palmeiras e pela Rosas de Ouro.

Elias Fernandes Jales Neto, 58 anos

Neto da Panelada, inesquecível pela suas comidas e pela simpatia.

Elias Gonçalves Rodrigues, 63 anos

Expressava por meio da música e do canto, seus sentimentos e emoções. E quanta emoção cabia naquele coração!

Elias José da Silva, 69 anos

Uma pessoa alegre e sempre disposta a estender as mãos para o próximo.

Elias Macário, 44 anos

Suas palmas eram ouvidas a quilômetros de distância.

Elias Monte de Lima, 67 anos

Um amigo para todas as horas. "Com a saúde e a vida ninguém pode brincar”, foi tema de um dos seus últimos culto.

Elias Neres dos Santos, 69 anos

Espalhava alegria e amor, principalmente aos amados netos.

Elias Paes de Camargo, 66 anos

Ele era especial em tudo. A pessoa mais generosa deste mundo, com um coração que não cabia dentro dele.

Elias Salomão da Silva, 51 anos

Com seu coração enorme e seu ombro amigo, soube cativar todos ao redor.

Elias Santos Sales, 88 anos

Sentado na cadeira de balanço verde, Vô Biu tomava café, ouvia rádio e se divertia vendo novelas infantis.

Élida Maria dos Santos Pereira, 66 anos

Conhecida como "nossa enfermeira" no bairro em que morava, sua própria casa tornava-se local de atendimento.

Elidéa Maria Juliano de Albuquerque, 74 anos

Deinha era arteira, com suas traquinagens cativava as pessoas e aprontava surpresas.

Elienai Júlia da Silva, 64 anos

"Tá ruim agora, mas mês que vem melhora", dizia ela.

Eliete da Costa, 72 anos

A menina arteira que se tornou uma mulher batalhadora, dedicada e amorosa com a família.

Eliete Venceslau da Silva, 50 anos

As orquídeas enfeitavam sua casa e, junto à família, davam o colorido que alegrava sua vida.

Eliezer Araújo Moraes, 55 anos

"Coloca uma música do Fagner pra mim", era o que ele sempre pedia.

Elina Wanderley da Silva, 58 anos

Combateu o bom combate, acabou a carreira e guardou a fé.

Elinaldo Bispo dos Santos, 47 anos

“Comigo não perde nada”, dizia ele quando tudo estava bem.

Elinaldo Souza da Silva, 48 anos

Ele tinha prazer em fazer a diferença na vida dos outros.

Elineuza Carmo Santos, aos 63 anos

Mulher de fibra, religiosa e animada, sempre arrumava um jeito de manter os filhos por perto.

Elio da Silva Lima, 68 anos

Conhecido por seu sorrisão pela força de viver.

Élio Guedes Dias, 53 anos

Não podia ver uma bola que na mesma hora saía mostrando seu talento no futebol.

Elionaldo Bezerra de Lima, 46 anos

Teve o amor como guia em sua carreira como enfermeiro.

Elionaldo Guedes, 68 anos

Conhecia o Rio de Janeiro como ninguém, e era a alegria em pessoa.

Elioneide Paulino de Souza, 67 anos

Ela, que amava viagens, está agora na maior jornada da sua existência.

Elis Mara Dantas Lima, 47 anos

Mulher das coloridas festas do Maranhão. Teceu a vida como quem prepara uma fantasia do Bumba meu boi.

Elis Regina Firbida, 50 anos

Tinha muita alegria de viver, era generosa e amava suas gatas.

Elisa da Silva Coimbra, 65 anos

Sempre de bem com a vida, ajudava a quem podia e nunca guardava mágoas. Era um anjo disfarçado entre nós.

Elisa de Faria Moraes, 69 anos

A frente do seu tempo, sempre privilegiou os afetos.

Elisa Fátima de Queiroz André, 66 anos

Com sua alegria contagiante, foi a melhor companheira de viagem.

Elisa Inês da Silva, 73 anos

Na escola em que trabalhava, o cheirinho de sua comida acolhedora guiava as crianças para um delicioso abraço.

Elisabete Araújo da Silva, 62 anos

Sua maior paixão era fazer as pessoas sorrirem.

Elisabete Barbosa Lopes, 50 anos

O sol na vida da família, que tinha o grande sonho de ter uma casa amarela em Guararema.

Elisabete da Costa Silva, 65 anos

Amava pintar e reunir todos ao redor da mesa num sábado à tarde, com cafezinho e muito amor.

Elisabete dos Santos da Silva, 49 anos

A professora que amava se expressar com dedos em “V” e fez, da mediação em ambiente escolar, um gesto criador.

Elisabete Maria Calgarotto Sanches, 53 anos

Enfrentava a vida com alegria. Seu imenso sorriso iluminava e aquecia o coração de todos.

Elisabete Marques Sanches, 70 anos

Coração imenso de mãe, alma inquieta que amou todas as artes. Anjo que, em vez de asas, tinha pés dançarinos.

Elisabeth Catarina Minetto Schwingel, 62 anos

Repleta de amor ao próximo, entregou ao mundo o seu melhor, tendo como alicerce a fé em Deus.

Elisabeth da Silva Colonese, 76 anos

Exemplo de cuidado e de entrega para com a família, carregava consigo a coragem como escudo e a determinação como argumento.

Elisangela Duarte dos Santos, 44 anos

Dedicada a salvar vidas, era a única mulher motorista de ambulância na cidade de Tianguá.

Elisangela Francisca Duarte, 40 anos

Tinha um coração tão bonito e receptivo que mesmo se alguém lhe fizesse mal, ela mesma ia tentar fazer as pazes.

Elisângela Pereira Soares Pacher, 43 anos

Batalhadora e bem humorada, estava sempre arrancando algum sorriso por aí.

Elisangela Rosa Vicente, 41 anos

Conhecia, como poucos, o valor da família e dos amigos. E deixava que eles soubessem disso.

Elisete Cristina Ferreira Catto, 46 anos

Era tão exigente que não gostava de comer fora, pois, se não conhecia a cozinheira, era melhor deixar pra lá.

Eliseu Antonio Fernandes, 72 anos

Dono de uma risada irresistível e uma paixão sem fim pelas netas.

Elisio Cláudio Bispo, 92 anos

Um homem simples e espetacular de um coração puro de amor com todos.

Elisio Silva Costa, 59 anos

Era um homem extraordinário, marcado por muitas virtudes. Íntegro e honesto, estava sempre disposto a ajudar o próximo.

Elismar Almeida Amador, 60 anos

O amigo dos amigos.

Elismar dos Santos Soares, 59 anos

“Tem que agir para vida!”, dizia sempre. Para ela, era uma obrigação estar sempre a postos.

Eliude Maria das Chagas, 66 anos

Foi professora em sala de aula e também na vida, compartilhando seus ensinamentos.

Elivaldo Almeida Soares, 58 anos

Elivaldo era a boa notícia que todo mundo queria receber.

Elizabete Apinagés de Souza, 67 anos

Ninguém que dela se aproximasse triste ou com problemas, saía sem ajuda.

Elizabete Duarte Coelho Pereira, 51 anos

Fã do Raça Negra, seu prazer era curtir a vida.

Elizabeth Azevedo da Silva Govinho, 65 anos

Com sua risada alta e seu jeito espontâneo, todos se encantavam com Bebete.

Elizabeth Barbosa, 56 anos

Cozinheira de mão cheia, preparava tudo com muito amor. Gostava de cerveja sem álcool e amava o mar.

Elizabeth Castro dos Anjos, 56 anos

Um anjo em forma de mulher, que se transformava numa leoa para defender as filhas e a família.

Elizabeth Cintra, 64 anos

Uma médica que nunca fugiu de suas responsabilidades, exerceu sua profissão até seus últimos momentos.

Elizabeth de Oliveira Mercês Pineres, 72 anos

Devota dos netos, fazia todas as suas vontades.

Elizabeth do Rosário Vieira, 66 anos

Sua humildade é algo marcante e profundo na jornada. A artista.

Elizabeth dos Santos Oliveira, 62 anos

Intensa, Beth vivia a vida com todas as cores e tons.

Elizabeth Maria Loureiro Gil, 75 anos

Querida por tantos, Bebeth gostava de lembrar e contar histórias de família. Mãe e avó amorosa e sempre presente.

Elizabeth Rocha, 54 anos

Dona de cabelos impecáveis e da risada mais gostosa do mundo.

Elizabeth Rose de Melo, 65 anos

Uma exímia solucionadora de problemas, matemáticos ou da vida; no aperto, “chama a Beth”, era palavra de ordem.

Elizaldo Ferreira Pimenta, 75 anos

Com sua alegria, fazia piada de si próprio e dos outros.

Elizete Coelho Pereira, 54 anos

Em seu sorriso encantador era possível ver a personificação da alegria.

Elizeu Corrêa Bueno, 66 anos

Sempre sorridente, dava bons conselhos e tinha fé em Deus.

Elizeu de Oliveira, 75 anos

Talento, dedicação e amor não lhe faltavam. E todos reconheciam isso nele.

Elizeu Franz Sampaio Machado, 39 anos

Falava com todas as pessoas com o mesmo amor e respeito. Era carinhoso e emotivo.

Eliziário Benedito de Souza, 70 anos

Sua missão foi espalhar sementes de puro amor por onde passasse.

Elloah Nemoto Piccoli, 92 anos

Só assinava documentos importantes com as unhas feitas, e jamais saía de casa sem brincos e batom.

Elma Dias, 67 anos

Dona de um coração imenso, era como uma leoa para a família inteira.

Elói Borges de Lima, 59 anos

Mestre na arte da simpatia e do bom humor, ensinou mais do que português, inglês e informática. Ensinou sobre a vida.

Eloi de Lima Alves, 81 anos

Usava muitos anéis e pulseiras; há até uma foto dela ostentando um dente de ouro emoldurando seu sorriso.

Eloíde Duarte da Silva, 63 anos

Uma vida dedicada à Educação e ao amor pelo próximo.

Eloy Fiebig, 75 anos

Ativa e participativa, deixa lição de vida comunitária.

Elson Aparecido Soares Rodrigues, 27 anos

Companheiro de vida, marido, amante e pai. Seu amor era sentido através dos mais simples gestos.

Elson do Prado, 73 anos

Fez com que os domingos fossem sinônimos de união, paz e aconchego.

Elson Ricardo Barbosa da Silva, 66 anos

Muito dedicado à família e aos amigos, sua maior qualidade era a generosidade.

Elvio Santos Macena, 48 anos

Para muitos, apenas Elvio. Para sua esposa, Mozinho.

Elvira Martucci Alves, 84 anos

Seu sorriso fácil combinava com o aroma dos bolinhos de açúcar e canela que preparava, recheados de carinho.

Ely da Paixão Ferreira de Sousa, 79 anos

Seu conhecimento da vida era tão grande quando sua força, sua alegria e o amor que distribuía em abundância.

Ely de Moraes Loureiro, 88 anos

Era a matriarca da família e queria ter uma vaquinha pra chamar de sua.

Ely Marcelo Costa da Silva, 38 anos

Acordava alegre, transbordando amor. Ele gostava de levar o café da manhã na cama para toda a família.

Elza Aparecida Simões, 70 anos

Uma mulher sonhadora, que via beleza e possibilidade em todos os caminhos da vida.

Elza Chaves Martins, 91 anos

Cuidou das irmãs pequenas, sempre acolheu quem tivesse fome e deve estar, agora, tomando um cafezinho no céu.

Elza Constança dos Santos, 91 anos

Participou ativamente da criação da Comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

Elza de Abreu Souza, 79 anos

Vaidosa que só ela, toda semana fazia as próprias unhas. Gostava muito da cor rosa pink.

Elza de Souza, 81 anos

Seus olhos brilhavam ao ver a família unida, como que dizendo "valeu a pena".

Elza Gadelha Pinheiro, 88 anos

Aos domingos reunia a família sob o pé de manga para se deliciarem com a galinha a cabidela que preparava.

Elza Maria Alves Gomes, 66 anos

Tinha a sensibilidade de prever o futuro, mas mirava mesmo era no tempo presente, com os olhos do coração.

Elza Maria Martins dos Reis, 65 anos

Carioca raiz, feliz, com certo ar de loucura saudável, assim era Elzinha, a amante dos animais.

Elza Maria Torres da Silva, 61 anos

Apelidada de "florzinha do cafezinho", era feito semente forte, dona de uma felicidade enorme diante da vida.

Elza Naldi Magro, 85 anos

Mãe, vó, sogra e bisa. Geniosa, mas de um coração enorme.

Elza Raimunda da Silva, 78 anos

Guerreira, mulher de fé que orava por todos e amava uma mesa farta com toda a família reunida.

Elza Ramalhete, 63 anos

Floresceu por toda a vida com garra e fé, fazendo da sua existência um perfume de amor e sabor para todos.

Elza Santana Caitano, 62 anos

Sempre disposta a ajudar, tinha mãos de fada e era uma grande empreiteira em sua casa.

Elza Souza Santos, 90 anos

Generosidade era seu nome do meio.

Elzevir Ferreira dos Santos, 76 anos

Um aposentado de coração lindo e cheio de histórias pra contar.

Elzo Kerson Ravanelli, 59 anos

Dividia seu coração entre o Londrina Esporte Clube e a doce Luiza.

Emanoel Fernandes Gomes, 71 anos

"Servir e proteger" era seu lema de vida.

Emanuel dos Santos Nascimento, 67 anos

Tinha o engraçado costume de cochilar enquanto as pessoas conversavam.

Emanuel Ivan Pinto Pereira Junior, 44 anos

Solucionava problemas e dúvidas como ninguém... Era a ferramenta de busca dos amigos.

Emerson Bastos, 47 anos

Um homem de coração gigante e cheio de amor pela filha, pelos amigos, pela família e pelo Flamengo.

Emerson da Costa Coelho, 76 anos

O moto-contínuo.

Emerson da Costa Santos, 28 anos

Personal trainer da alegria, sabia fazer rir e sorrir como ninguém.

Emerson dos Santos Machado, 45 anos

Os sentimentos que não conseguia expressar em palavras, demonstrava com sua generosidade, alegria e união.

Emerson Gonçalves Ribeiro, 47 anos

Onde ele estava, a alegria e a música entravam junto.

Emerson Henrique Ferreira da Silva, 48 anos

Feirante, Jarrão vivia tranquilo, não gostava de pressa.

Emerson Nascimento, 46 anos

Um eterno viajante e trabalhador incansável.

Emerson Urbano, 48 anos

Fã de futebol e são-paulino, quando ouve-se o nome do time lembra-se dele na hora.

Emery Jussier Costa, 74 anos

Certamente continuará sendo um admirado comunicador no céu.

Emídio Fideles da Rocha, 47 anos

Um homem que foi menino até seu último dia: um filósofo, um matemático, um cozinheiro, um guerreiro...

Emídio Leite de Vasconcelos, 54 anos

De chinelo de couro e bermuda folgada, guerreava à sua moda.

Emília dos Reis, 85 anos

Ativa nas redes sociais, sua missão sempre foi ensinar.

Emivaldo Soares Martins, 63 anos

Carismático, humilde, trabalhador e, acima de tudo, humano. Um médico que exerceu a profissão por amor.

Emma Leite Magalhães, 84 anos

Uma mulher que rodou o mundo colecionando amigos e cumprindo suas missões, sempre com muito amor.

Emma Scatolin Cuccavia, 94 anos

Carinhosa, risonha, alegre e sempre de bem com a vida.

Emmanuel de Azevedo Ribeiro, 90 anos

Um homem forte, justo e vitorioso.

Enedina da Silva Karitiana, 86 anos

Contava histórias para ensinar a cultura de seu povo e cantava para afastar doenças.

Enezia Ferreira da Silva, 80 anos

Era tão querida que sua casa estava sempre cheia. Formou uma grande família e fez amigos por onde passou.

Eni Cardoso Sartarello, 63 anos

Um coração gigante que abraçava todos com um carinho especial.

Eni de Oliveira Carvalho, 84 anos

Uma mineira de fé, cheia de vida e com mãos de amor.

Eni Sartarello, 63 anos

Amor sem igual pelo filho.

Enilson de Carvalho Vidal, 65 anos

Caminhava ao lado da mãe de braços entrelaçados. Mudou de vida para estar mais perto dos bichos e plantas.

Enio José Pereira, 75 anos

Não era apenas o "vô do banco da praça". Era também um genuíno gaiteiro dos pampas gaúchos.

Enio Mendes Junior, 59 anos

Vivia rindo e amava cafuné. Era a pessoa mais amorosa do mundo.

Enival Soares da Silva, 69 anos

Seu princípio era a caridade. E isso significava entregar até as roupas do corpo, se preciso fosse, fato que aconteceu mais de uma vez em sua vida.

Ennio Lamoglia Possebon, 73 anos

Homem das cores e das formas. A arte estava presente em tudo que fazia.

Enoc Muniz Duarte, 74 anos

Enoc era mágico! Agradava a gregos e troianos sem perder sua autenticidade.

Eny da Silva Simões, 81 anos

Mãe, mineira, meiga e feliz. Adorava dançar.

Eny Werneck Aguiar, 84 anos

Vovó Nini gostava de jogar cartas e mandar beijos por videochamada.

Epaminondas Augusto Marinho, 80 anos

O pai de 10 filhos que amava reunir a família para um churrasco.

Eraldo Batista de Amorim, 73 anos

Tratava todas as pessoas como colegas, mesmo sem conhecê-las.

Eraldo José Fontes, 61 anos

Gostava de compor poemas e músicas. Adorava presentear e fez da sua vida uma entrega à família.

Erasmo Gomes de Souza, 96 anos

Foi um exemplo de singeleza e humildade.

Erasmo Lopes de Lima, 81 anos

De ouvido, era capaz de tocar qualquer instrumento, do acordeão ao violão

Erastotenes Barbosa de Souza, 95 anos

O dono de bar mais cativante de Valparaíso que fazia contas "de cabeça" sem errar e não vivia sem um bom forró.

Ercílio Pereira dos Santos, 65 anos

O colecionador de amigos, que estava sempre à disposição para ajudar, dividia tudo o que tinha nas mãos.

Eric Barros Martins, 42 anos

Adorava fazer pão para comer com um cafezinho.

Érica Feijó da Silva, 35 anos

Dona de um coração imenso, era a própria alegria de viver e amava a família incondicionalmente.

Erica Luzia de Carvalho Gomes, 81 anos

No coração de vó, sempre cabe mais um.

Erich Grossert, 78 anos

Funileiro detalhista, ninguém organizava melhor que ele as ferramentas.

Érico Veríssimo Oliveira, 60 anos

Hábil em atiçar a brasa da churrasqueira e dos afetos, homem que foi personagem real de sua própria história.

Erieldo de Albuquerque Autran, 83 anos

Era a força que todos querem ter, o amor que preenche o coração e a fé que transborda os sentidos.

Erika Ferreira Elias, 39 anos

O Teatro era sua vida, o palco era sua casa e a arte, sempre foi seu idioma.

Erika Regina Leandro dos Santos, 39 anos

A melhor amiga de infância de qualquer um em cinco minutos.

Erinaldo Santos Carvalho, 30 anos

Com um coração tão grande quanto ele, dedicou a vida para doar amor, generosidade e alegria.

Erismar de Souza Medeiros, 52 anos

Amava as viagens em família onde servia de guia, de tão organizado que era.

Erivaldo Braz, 51 anos

Conhecido pela bondade, Ceará sempre perguntava aos filhos: "Tá precisando de alguma coisa?"

Erivaldo Cantanhede, 62 anos

Uma cara de bravo que escondia um coração imenso.

Erivaldo Henrique de Oliveira, 69 anos

Um herói que tinha o poder de sorrir para a vida em qualquer circunstância.

Erivaldo Lopes dos Santos, 49 anos

"Deus é mais" era o seu lema para enfrentar a rotina diária.

Erivan Pinto Pereira, 41 anos

Conhecido pela sua risada singular e pela vaidade com seus cabelos.

Erli Dias Moraes, 76 anos

Sabia cozinhar muito bem e seu prato mais famoso era o arroz com batatinhas.

Erlim de Andrade, 68 anos

Família, amigos e futebol: as três paixões do amado Caju.

Ermano Carlos de Oliveira Codato, 41 anos

Amava a família acima de tudo. Gostava de andar de kart, e sentir a adrenalina tocar a sua alma livre.

Erminia Martins da Costa, 83 anos

Bondosa que só ela. Não se esquecia nunca de ajudar o próximo.

Ernando Corrêa Meireles, 72 anos

Sua felicidade era passar bons momentos com os filhos e netos.

Ernane Avelar Fonseca, 65 anos

Falava tudo com um grande sorriso no rosto.

Ernesta Maria Linhares Barbosa, 92 anos

Ernesta, Maria, devota: viveu e viu milagres.

Ernesto Antônio Barbosa, 89 anos

Sinônimo de garra e otimismo, ele era o Super-Homem da família. Sempre pronto para resolver qualquer problema.

Ernesto Biagolini, 92 anos

Até os bichinhos sentiam o amor dele.

Ernesto Carrara Junior, 72 anos

Grande em tudo o que fazia na vida familiar e profissional, gostava de celebrar a vida cercado de amor.

Ernesto Cozer Filho, 68 anos

Um homem alegre, sensível, divertido e... esquecido! Ah, mas nunca esqueceu de amar, e muito, a sua família.

Ernesto Rodrigues, 82 anos

Um vovô grato a Deus, amoroso, metódico e brincalhão, que amava jogar videogame.

Erni Fernando de Lima Rodrigues, 66 anos

Sempre presente no cotidiano da família, esperava os netos chegarem da escola para tomar café com eles.

Erondina da Silva Reis, 66 anos

Uma mãe que lutou com amor para criar os filhos.

Eroni Ferreira Boeira, 81 anos

Equilibrava firmeza com doçura, guardava no coração a certeza de que todas as pessoas podem evoluir por meio do amor.

Eronides Ferreira da Cunha, 66 anos

Escolheu a profissão que forma todas as outras profissões, e era muito feliz fazendo o que amava.

Eronides Ferreira de Matos Melo, 64 anos

Homem humilde e trabalhador. Era fã de Roberto Carlos e torcedor da Lusa.

Eronildo Caetano de Oliveira, 65 anos

"Minhas netas são os orgulhos da minha vida!"

Eronildo José dos Reis, 67 anos

Levava café com leite na cama para os filhos, aventurava-se como gato no telhado e divertia-se gritando “buh”.

Eros Brancatti Augusto, 79 anos

Cumpriu com todos os compromissos e honrou sua palavra, até o fim.

Erotides de Freitas Cavalcante, 80 anos

Sempre amparada por sua fé em Jesus Cristo, tinha para todos uma palavra de amor e esperança.

Eschyle Julia dos Santos Miranda, 18 anos

Uma jovem sonhadora, que tinha "cheiro" de Jesus e encantava todos com sua doçura.

Esdras Cunha Costa, 39 anos

Vivia rodeado de amigos e não dispensava uma festa.

Esmeralda Brandão de Andrade, 64 anos

No seu último aniversário, virou sensação nas redes sociais.

Esmeralda de Oliveira Lima, 67 anos

Esmeralda realizou o seu maior sonho: ser mãe. Teve uma vida feliz e completa, regada de muito amor.

Esmeria Regina Espindola de Freitas, 62 anos

Uma mulher marcante.

Esmilinda Maria Fiorino, 80 anos

Alegre, amorosa e otimista! A eterna Linda.

Estela Rodrigues Correia, 51 anos

Todos os dias acordava sorrindo para seu filho, orgulhosa de tê-lo visto se formar.

Estelino da Silva Moraes, 69 anos

Divertido e imitador, fazia todos rirem na sua lanchonete, onde o Papão reinava. No gol, o grito vinha de lá.

Ester Albuquerque de Lima, 81 anos

Do terraço de sua casa, no alto da escadaria, Teté via o tempo e as pessoas passarem..

Ester Lemos Santos, 64 anos

Apaixonada por ensinar e cuidar, ela representa todas as professoras, esposas, mães, irmãs, avós e servas de Deus.

Ester Martins de Almeida, 87 anos

Ela sempre foi uma mulher forte e guerreira.

Ester Palacio de Melo Figueirêdo, 80 anos

Os sobrinhos a consideravam como uma segunda mãe, mãe escolhida, mãe de coração.

Estevão Araújo Sousa, 82 anos

Era o Ceará no Sul e o Gaúcho no Nordeste, por onde passava levava a família e sua alegria.

Esther Godoy Penna, 97 anos

Leitora voraz de biografias, dizia: "somos todos iguais, mesmas dores e alegrias".

Esther Melo da Silva, 67 anos

Estherzinha dançava até onde os joelhos permitiam.

Esvandir Teixeira, 72 anos

Um especialista no corpo humano, assistente na formação daqueles que salvam vidas.

Etel Marieta Batista da Fonseca, 79 anos

O presente mais valioso que Etel Marieta ofereceu aos seus foi o seu amor, infinito e incondicional.

Etelvina Aparecida Neves dos Santos de Melo, 57 anos

Dona Tetel foi uma mulher firme na criação dos filhos e fazia questão de espalhar o bem pela Terra.

Etelvina Maria da Silva Matos, 68 anos

"Ela foi porque Deus permitiu”.

Etelvino Ernesto Mezzomo, 64 anos

Homem calmo e humilde, preferia perder a ter conflito com os amigos.

Euci de Araújo Claro, 77 anos

Teve uma vida difícil, mas com sua fé e força inabaláveis nunca deixou de lutar por um futuro melhor.

Euclidia Maria da Silva, 75 anos

Uma mãe sábia, companheira e amorosa, que lutou a vida toda.

Eudes Ludgero da Silva, 67 anos

Apaixonado por sua sorveteria, ele levou doçura pra muita gente.

Eudino Martins dos Santos, 71 anos

Pedreiro, sua principal construção foi a família.

Eugenia Souza, 71 anos

Atravessava a cidade de bicicleta saudando suas pessoas favoritas.

Eugênio Kinceski, 79 anos

Padre, polaco de raça e de coração, acolhedor, amável, humilde e devoto da Virgem do Monte Serrat.

Eugênio Rocha de Andrade, 76 anos

Se você tivesse que escolher alguém para ser o camisa 10 do time, certamente escolheria o Rochinha.

Eulina Nascimento dos Santos, 61 anos

Era doce como seus bolos e trufas.

Eunenice José dos Santos, 61 anos

A melhor vovó que Pablo poderia ter

Eunice de Paula Souza, 78 anos

Era solidária e queria sempre ajudar, dando muitas vezes o pouco que possuía.

Eunice Farah, 77 anos

Foliã apaixonada, pulou o último carnaval no Clube do Ipiranga com filhos e netos.

Eunice Meire do Nascimento, 56 anos

Foi uma guardiã do axé dos orixás. Acolhia, como mãe, quem precisasse de colo.

Eunice Ruffini Pitta, 68 anos

Amava a vida, viajar e sair. Era alto-astral e fazia todos a sua volta se sentirem protegidos.

Eunice Silvestre, 73 anos

Sabiamente dizia que precisamos de muito pouco para viver, quem sabe um pouco de verde para olhar e só.

Eunice Teixeira de Andrade, 82 anos

Uma baiana que era uma fortaleza; o pilar e o porto seguro da grande família Andrade.

Eurides Santos Fernandes, 76 anos

Coragem também era seu nome. Exemplo de lisura, jamais baixou a cabeça por sua condição mais simples.

Eurípedes Alves Bezerra, 57 anos

Tinha o dom de ajudar e ensinar sobre a vida.

Eurípedes Ribeiro, 69 anos

Fazia piada de tudo. Onde quer que estivesse, era uma festa sempre.

Euros Bacury de Lucena, 55 anos

Euros já nasceu um guerreiro, com apenas sete meses. Tinha um jeito bruto de amar e uma alegria contagiante.

Eustáquio de Deus Ferreira, 58 anos

Colecionava apelidos e causos de pescaria. Espalhava afeto, dizendo que ninguém perde por ser bom.

Euza Maria Louro, 68 anos

Soube amar e ser amiga. Uma luz indo para a luz.

Euzebio Magno Lopes dos Santos, 69 anos

Contornava as dificuldades esbanjando alegria.

Euzebio Napoleão Mendonça, 72 anos

O homem do povo, que tinha como uma de suas maiores paixões cuidar e salvar vidas.

Eva Maria da Silva, 91 anos

Gostava de estar presente em seus grupos, rodeada de pessoas, levando sempre seu amor e seu sorriso.

Eva Silva de Siqueira, 76 anos

A bisavó do sotaque doce e do coração sorridente.

Evaldo de Andrade Costa, 71 anos

Ímpar na generosidade. Seu violão roubava a timidez. Seu amor pela família e amigos mostrava quem ele era.

Evaldo Santos Cavalcanti, 55 anos

O melhor tio, com um coração do tamanho do céu.

Evalmir Frazão Itapirema, 67 anos

Simples e com bom coração, o Bonitão tinha a alegria estampada no rosto.

Evandrina Rodrigues, 78 anos

Dona Nenca só gostava de tomar café se fosse coado no pano.

Evandro Birello de Lima, 42 anos

O melhor amigo de todos os amigos. Era sempre o mais alegre das festas.

Evandro Luiz Lohn, 62 anos

Acreditava que devia-se lutar até o fim para quem se deseja ser.

Evandro Pires Domingues Neto, 57 anos

Zeloso em todos os momentos, Evandro espalhava amor desde os gestos mais simples do dia a dia.

Evanice Rodrigues de Lima, 61 anos

Dona de uma personalidade radiante, adorava organizar as festas da família.

Evanyr de Oliveira Costa, 80 anos

Fez tudo para garantir um futuro melhor para família. E conseguiu.

Evardo Rosa, 84 anos

Foi e sempre será um exemplo de resistência e luta por um mundo mais justo e democrático.

Evaristo Batista, 70 anos

Sempre teve gana de conhecimento. Soube viver como poucos.

Everaldo Fernandes Alves, 68 anos

Um coração de ouro. Não existe uma pessoa que o conheceu, que não tenha um mar de coisas boas para falar...

Everaldo Garcia, 69 anos

Tico... o vovô da Helena.

Everton dos Santos Valentim, 38 anos

Pai excepcional, torcedor fanático do São Paulo e o mais apaixonado e atencioso de todos os homens do mundo.

Éverton Miranda do Nascimento, 34 anos

Torcedor do São Paulo, era rabugento só de brincadeira; na verdade, era a bondade em pessoa.

Everton Moreira Martins, 40 anos

Um homem genioso, mas de coração enorme!

Evilainy Estefany de Sá Rodrigues, 21 anos

O seu sorriso no rosto era a sua marca registrada!

Ewerton Barata Lima, 49 anos

O dono do inesquecível “Lima Conveniência”.

Expedita Alves Melo Ripardo, 78 anos

Foi amor e foi lição. Se era pra dar carinho, dava. Se era pra castigar, sabia dar uns cocorotes.

Expedito Gomes de Lima, 87 anos

Nunca desistiu ou se deixou parar pelas dificuldades, era sonhador demais para não mais tentar.

Ezequias Albino da Silva, 64 anos

Um pernambucano apaixonado pelo Corinthians.

Ezequiel de Menezes Salgado, 41 anos

Sua paixão era ver o boi-bumbá Garantido levar o prêmio em Parintins.

Ézio Dário Batista, 81 anos

Um encantador de pessoas. Amor ao próximo, trabalho árduo e dedicação à família: eram seus lemas de vida.

Fabiana Alcoforado Wanderley, 46 anos

Uma mulher forte, guerreira, alegre, sempre com um sorriso no rosto: única.

Fabiana Alves da Silva, 48 anos

Era a responsável por cada detalhe caprichado das festas em família, inclusive por fazer um biscoito frito inigualável.

Fabiana Anastácio Nascimento, 45 anos

Sua voz era um bálsamo que curava a tristeza, fortalecia a alegria, tocava profundamente almas e corações, enquanto louvava a Deus.

Fabiana Clara, 40 anos

Em tudo ela via amor. Quando chegava, trazia consigo luz e alegria.

Fabiana Conceição Santos Cruz, 39 anos

Cantora de quadrilha e nordestina genuína, viveu a vida como quis.

Fabiana de Azevedo, 40 anos

A caçula de cinco irmãos, que fazia dos sorrisos seu ofício.

Fabiana Viel Carvalho, 37 anos

Além do sorriso no rosto, nunca lhe faltaram humildade, sonhos e coragem para as batalhas.

Fabiano Honório da Rosa, 38 anos

Deixou saudade e a lembrança da pessoa alegre que sempre foi.

Fabiano Paes Barreto, 44 anos

A sua espiritualidade e generosidade estavam sempre em evidência.

Fábio Andreoti de Jesus, 40 anos

Tatuador, deixou marcada a sua arte na pele de milhares de pessoas. E seu amor no coração de muitas outras.

Fábio Batista Nogueira, 36 anos

Sua alegria e força de vontade para lutar pelos sonhos eram imensas. Queria estar sempre com a família.

Fabio Carlos Parisati, 45 anos

Motorista apaixonado pelo seu ofício, dizia que o trabalho era lazer. Não perdia uma exposição de carros antigos.

Fábio da Conceição Araújo, 42 anos

Mais que um torcedor. Fábio, foi o maior prazer vê-lo brilhar.

Fábio de Faria, 55 anos

Bolinha era dotado de carisma e empatia, iluminava tudo ao seu redor.

Fábio Dias Menezes, 39 anos

Seu sorriso alegrava as vidas das pessoas que conviviam com ele.

Fabio dos Santos Pimenta, 35 anos

Fabio era grande, tinha quase dois metros de altura. Mas imensa mesmo, era sua paixão pelo tricolor paulista.

Fábio Ferreira da Costa, 40 anos

Todos os dias ele se ocupava de ser alegre.

Fábio Janotta Dias, 57 anos

Carismático, inteligente e sonhador. Entregava amor junto das refeições que vendia.

Fábio José Pessanha Leandro, 44 anos

Generoso e cuidadoso, foi o dindo amado das crianças e o master chef dos irmãos.

Fabio Luiz Almeida Souza, 41 anos

A alma e a essência de uma família unida, alegre e marcada pela devoção à Nossa Senhora de Nazaré.

Fabio Mesquita Machado, 85 anos

Aquele que sempre cuidou das crianças e sabia que o melhor remédio era um bom sorriso.

Fabio Moraes Brito, 37 anos

Não perdia uma boa ocasião para fazer piada e a melhor caipirinha.

Fábio Penha Guerra, 60 anos

Fã de esportes e companheiro de viagens e aventuras em família. Felicidade completa? Um mimo do Corinthians.

Fábio Porciúncula da Costa, 61 anos

Com os filhos, apreciava os bons momentos da vida; era a alegria em pessoa.

Fábio Tadeu de Alcântara Guimarães, 47 anos

Jogava videogame com os filhos e idealizou o aplicativo Monitora Covid-19. Fazia piadas e salvava vidas.

Fabrício José da Silva Barros, 39 anos

Como professor de matemática soube, como poucos, transmitir todo seu conhecimento aos alunos.

Fabrício Manoel Torres Silva, 39 anos

Um nerd antenado que adorava um churrasco.

Fabrício Ribeiro Rodrigues, 33 anos

Homem de Deus que amava estar na roça, tomar banho de rio e comer um bom frango caipira.

Fabrício Sobral Cavadas de Albuquerque, 29 anos

Apaixonado pela profissão, pela esposa e pelo filhinho Arthur, que estava prestes a chegar.

Fabrício Torres Sampaio, 73 anos

Sua busca pelo conhecimento o movia. Viajava para aprender sobre outros povos, culturas e modos de vida.

Faes Barreiros Mustafa, 69 anos

Alguém incapaz de julgar.

Fagner Castro, 38 anos

Um amante do samba. Não se desgrudava do cavaquinho.

Farley de Oliveira Curcio, 39 anos

Filho dedicado e amoroso, de uma alegria incomparável. Deixou muita saudade.

Fátima Aparecida de Oliveira Costa, 60 anos

Apaixonada por festas e reuniões de família, ser mãe e ser avó eram suas principais ocupações.

Fátima Aparecida Faria de Morais, 56 anos

Avó amorosa, religiosa e engajada. Realizou o sonho de conhecer pessoalmente o Padre Fábio de Melo.

Fátima Batista Barbosa Gomes, 67 anos

Destemida, criou os filhos praticamente sozinha. Avó, gostava de brincar com os netos e bisnetos feito criança.

Fátima da Silva Carneiro, 62 anos

"Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe", dizia ela.

Fátima do Rosário dos Santos Vieira, 64 anos

Mulher de coração extremamente bom, exemplo de fortaleza e coragem para a família.

Fátima Gregório, 58 anos

Devemos cultivar flores em nosso caminho. A colheita é certa.

Fátima Maria de Mello Affonso, 63 anos

Sempre sorridente, conseguia ver o lado bom de tudo e nunca reclamava.

Fátima Martins Moreira Cacau, 43 anos

Mulher de luta e fé, dedicou-se à missão de exercer amor ao coletivo.

Fátima Meloni, 66 anos

Fátima alto-astral.

Fátima Regina Fernandes, 66 anos

Deixou toucas e botas para doar a um asilo, foi o último gesto solidário em uma vida marcada pela bondade.

Fausta Sordi Battistella, 80 anos

Aquela que transformava tudo em arte.

Fausto Alvez Lucena Júnior, 42 anos

Churrasqueiro da família, era feliz por estar cercado dos amigos.

Felícia Albino de Sousa, 60 anos

A tia-mãe, a dona do abraço mais quentinho. A que não sabia, e nem queria, aprender a dizer não.

Feliciano Evangelista dos Santos, 72 anos

"Isso é um barato!", dizia ele. Tico Bahia jamais perdeu a admiração pelas coisas e pessoas ao seu redor.

Feliciano Parente, 60 anos

Um mestre nas aulas e na vida.

Feliciano Pires Barbosa, 68 anos

Nino era um português que se transformou num carioca.

Felicidad Salazar de Patino, 61 anos

Mulher forte, lutadora e incansável. Protegia a quem amava com muita garra.

Felicio Anfora, 86 anos

Suas maiores paixões eram a esposa e seu fusca verde.

Felipe Coutinho, 34 anos

O amigo do abraço apertado e forte, aquele que sempre arrancava sorrisos e gargalhadas de todos ao seu redor.

Felipe Marques, 39 anos

Neste universo em multiversos, a bondade reluzia no castanho de seus olhos e a alegria no riso fácil e sincero.

Felipe Pedrosa Filho, 52 anos

Foi amor, responsabilidade, paz, carinho.

Felipe Silva de Castro, 33 anos

Vivia como se houvesse uma festa dentro de seu peito. Para ele, sorrir era como respirar, uma necessidade existencial.

Felipe Sogas, 39 anos

O Céu ganha o mais apaixonado flamenguista do clã dos Sogas.

Fernanda Caiuby Novaes Salata, 64 anos

Pintava na aquarela a imaginação dos seus filhos.

Fernanda Capelin Besla, 25 anos

Viveu muito em tão pouco tempo, pois sabia como aproveitar os momentos: com gargalhadas, jantares e viagens.

Fernanda de Brito e Silva, 60 anos

Sua alegria brilhou nos carnavais e nas vidas de quem ela amou.

Fernanda Matias Pereira Rodrigues Freitas, 43 anos

Uma mãe que conseguiu realizar os sonhos com amor, dedicação e um sorriso no rosto.

Fernanda Rodrigues, 37 anos

Um furacão, com brilho no olhar e uma alegria contagiante por onde passava.

Fernanda Thaís Ferreira Araujo, 30 anos

Cheia de vida e dona de uma risada incomparável e contagiante, adorava ler e aprender.

Fernanda Torres, 37 anos

Pessoa doce, dona de um coração gigante e de um lindo sorriso, amava os animais e sonhava em ter uma menina.

Fernando Almeida da Rocha, 69 anos

Viveu sem ter a vergonha de ser feliz e enfrentou como um guerreiro as dificuldades da vida.

Fernando Antônio Queiroz Gomes, 59 anos

Era mais que um ótimo primo. Era um ser humano maravilhoso!

Fernando Antônio Rodrigues dos Santos, 69 anos

Bondoso e muito habilidoso na profissão, gostava de compartilhar seus conhecimentos.

Fernando Augusto Moreno Gurginski, 26 anos

Jovem médico que amava a profissão e a namorada. Ele vivia sua melhor fase — até pai de pet tinha se tornado.

Fernando Cesar Pereira, 62 anos

A vida continua em outra dimensão, siga em paz!

Fernando Cezar Costa Mendonça, 61 anos

Se tem uma coisa que ele nunca desperdiçou, foi a chance de contar uma piada!

Fernando Claudio Antunes Rezende, 77 anos

Aposentado, culto, leitor voraz, dedicado aos netos. Ligava diariamente para os três filhos.

Fernando da Paixão Botelho, 67 anos

Ele era uma viagem.

Fernando da Rocha Pantoja, 68 anos

Além de ser amigo de muitos, era poeta.

Fernando de Freitas, 69 anos

Seu "bom dia", no planeta da Família Freitas, era um Sol que marcava recomeços.

Fernando de Lima Pereira, 39 anos

Seu dia perfeito era: por a cerveja para gelar, a carne na grelha, uma batucada boa e chamar: "Bora família!"

Fernando dos Santos Virgilio, 36 anos

O primo dos primos. O que dizia: "Olá, família! Tem feijão aí? Traz um chocolatinho pra mim."

Fernando Estevam Pereira, 49 anos

Não suportava ver crianças em situação de risco. Lutava contra o preconceito e a desigualdade.

Fernando Henrique Montresor, 48 anos

Introvertido e sério, não economizava na alegria e nos sorrisos quando estava inspirado.

Fernando José de Souza Serpa, 71 anos

Do samba, da literatura, do Salgueiro, do Fluminense, da poesia... Um poeta que espalhou amor por onde passou.

Fernando José Silva Freire, 69 anos

Como o "bon vivant" que era, vivia e não tinha vergonha de ser feliz, assim como ensina a música de Gonzaguinha.

Fernando Lana, 72 anos

Após se aposentar, esse jornalista continuou a fazer sucesso no blog criado por uma de suas maiores fãs, a filha.

Fernando Lima Pereira, 38 anos

O Flamenguista mais feliz do mundo.

Fernando Lindermayer, 74 anos

Tinha um sorriso de paz.

Fernando Miyake, 56 anos

Fotógrafo, músico e corintiano roxo que teve a medicina como propósito de vida.

Fernando Morais de Melo, 64 anos

Amava voar. Fã do Santos FC, de leitura e de café com leite; construiu, além da casa, um legado de amor.

Fernando Nascimento, 78 anos

Amigo, gozador e um grande contador de histórias hilárias.

Fernando Rodrigues Pedreira, 76 anos

Muito amável, sabia da brevidade da vida e cuidava da alma terrena para que pudesse partir em paz.

Fernando Sampietro, 82 anos

Tem quem escreva sua vida como uma linda narrativa, na qual até o fim, sempre coube um novo conto.

Fernando Segtowick Gomes Cardoso, 78 anos

Tudo era motivo de festa para “Seu Fernando”, o segundo pai para os conhecidos.

Fernando Soares da Costa, 62 anos

Através da família sempre unida, deixou os melhores ensinamentos para seus filhos.

Fernando Yutaka Sato, 52 anos

Fernando não temia a morte, entendia sua inevitabilidade e dizia estar pronto para quando chegasse a sua hora.

Fidel Souza dos Santos, 23 anos

Estava sempre com um sorriso enorme no rosto.

Fidelcino Alves de Santana, 85 anos

Um baiano arretado, teimoso e incrível.

Filipe Roberto Conde, 40 anos

O menino que não queria crescer.

Fiorentino Di Bello, 87 anos

Juntava a família e ensinava a fazer o macarrão que ele gostava - brincando, rindo e tomando vinho.

Firmina Marques de Sousa, 97 anos

Entre partos, rezas e doces, a matriarca ensinava a valorizar o que importava.

Firmino Guimarães, 95 anos

Alegria, alto astral e simpatia em pessoa. Um coração enorme que fazia todos se apaixonarem por ele.

Firmino Rodrigues Ferreira, 51 anos

Menino brincalhão e risonho que vivia caçoando dos outros; tudo no melhor bom humor, tudo com muito amor.

Flammarion Luiz Tavares, 71 anos

Vivia para o trabalho e para a família; amava cuidar de pessoas como ninguém.

Flávia Almeida Santana Souza, 44 anos

Por onde passava, deixava uma coisinha de si.

Flávia Aparecida Francisco Negri, 41 anos

Tinha no ensino uma vocação. De voz doce e suave, dava as melhores palavras de consolo e incentivo.

Flávia Lira Fonseca, 45 anos

Tudo pra ela era motivo pra comemorar. Fazer festa era a sua alegria.

Flávia Rosane Castro de Carvalho, 46 anos

Dividia-se entre crises de riso e a preocupação com os outros.

Flávia Sirlei Ramos, 68 anos

Mulher forte e otimista. Tinha uma receita única de galinhada e um sorriso que não se apagará.

Flaviana Silva Antunes, 61 anos

“Se assim Deus permitir “ era sua frase.

Flaviano Henrique Mendes Lima, 52 anos

"E as novidades?" Se você alguma vez você ouviu isso dele, significa que ele realmente se importava com você.

Flávio Augusto de Sousa, 51 anos

Seu grande sonho era dar a volta ao mundo em sua Kombi Quimera com a família.

Flávio Cavalcante Brasil, 54 anos

Ao encontrá-lo, não tinha quem resistisse ao seu sorriso e ao clássico: “E aí, Brasiiiiil?”

Flávio Freitas, 31 anos

Pintava a saudade de sua terra. Era feliz.

Flávio José Barreto Belo, 70 anos

Foi um pai maravilhoso, que nunca usou de violência e educou pelo diálogo; acabou virando amigo.

Flavio Miranda Reis, 85 anos

A doçura de seu olhar transmitia a simplicidade e a nobreza de quem viveu inteiramente para a família.

Flavio Montenegro Cordeiro, 73 anos

Defensor devotado da coragem.

Flavio Neves Lima, 66 anos

Ele cultivava um grande amor pela família e transformou a vida num jardim de afetos.

Flávio Prestes Loronha, 67 anos

Generoso e carinhoso, colocava a amizade na frente de tudo.

Flávio Reginaldo da Rocha, 49 anos

Pleno de luz, dono de um sorriso envolvente e de gargalhadas inesquecíveis, sempre dizia: "Sol é vida!"

Flávio Rouvier Filho, 73 anos

Era o Flamengo em pessoa e transbordava amor, com seus gestos incondicionais.

Flávio Santos Ferreira, 45 anos

Um amigo e companheiro de todas as horas. Dos churrascos em família aos jogos do Corinthians.

Flora Damião Souza, 65 anos

Costureira de mão-cheia, criou três filhas no pedal de sua máquina e era muito conhecida em sua cidade por se destacar no que fazia.

Floraci Gonçalves da Silva, 64 anos

Talento na cozinha e na arte de amar.

Florêncio Faustino Antunes, 75 anos

Suas histórias de vida tornaram-se contos e prosas para quem o acompanhou e teve a sorte se ouvi-lo.

Florencio Nunes Neto, 52 anos

Despertava em todos o amor, a fé e a confiança em Deus.

Florentina Abreu Barros, 55 anos

Era apelidada de Bitinha, mas poderia ser Flor. Tinha cheiro de flor. Era alegre e bonita como uma.

Florentino Anzolin, 76 anos

Um homem alegre e gentil, com habilidade para cativar corações por onde passasse.

Florentino Peterli, 70 anos

Depois de quatro cirurgias cardíacas, dizia: “Cada dia é um presente”.

Florindo Elias de França, 84 anos

Um contador de histórias que acabou virando o personagem principal das histórias da neta.

Floripes Bueno de Camargo, 65 anos

Mulher independente e destemida, construiu uma linda família.

Florisano Xavier Pereira, 68 anos

Pedreiro talentoso e detalhista, era também muito fã de Roberto Carlos, que gostava de ouvir aos domingos.

Florisvaldo dos Santos Oliveira, 67 anos

A cada situação, uma palavra de encorajamento. Pois para ele tudo é possível, basta acreditar em Deus e em si mesmo.

Floriza Mathias Candido, 78 anos

Ela amava o som do canto, fosse do bem-te-vi ou do "Rei" Roberto Carlos.

Francelina Ferreira, 77 anos

A avó cujo superpoder era fazer a melhor polenta frita do mundo.

Franciele Hidalgo Costa, 39 anos

Era a espevitada da família. Aonde ela chegava, virava festa.

Francimar Francisco da Silva, 36 anos

Presença registrada nos encontros da família e dos amigos, "Balada" era sinônimo de alegria.

Francis Lawrence Morais de Veiga, 37 anos

Um legítimo sanfoneiro nordestino, que dava seu recado ao mundo e deixa saudade, pelas notas de sua sanfona.

Francis Nunes, 84 anos

Um apaixonado por paçoca que carregou no peito valores igualitários; sua religião era a vida e o amor por sua família.

Francisca Alcântara da Silva, 58 anos

Com voz e risada contagiantes, conquistava todos ao seu redor.

Francisca Ângelo Silva, 64 anos

Com humildade, se fez grande. Rezava para aliviar dores, angústias e desespero.

Francisca Barbosa de Souza, 72 anos

Uma mulher de fé. Dizia que se há 1% de chance, agarre-se à oportunidade.

Francisca Braga do Nascimento, 72 anos

Proporcionou aos seus a educação que não lhe foi possível.

Francisca Carneiro Vilar, 79 anos

Nenhuma dificuldade fez arrefecer o caráter da professora Quinha, nem silenciar sua boca para professar o bem.

Francisca Cionilde Andrade Carneiro, 71 anos

Para além da profissão que amava, o amor maior de Francisca era mesmo por sua família.

Francisca Cleomar dos Santos Menezes, 72 anos

Era uma mulher do povo.

Francisca das Chagas Correa, 84 anos

Orgulhosa por ser a única que sabia a receita de como fazer o melhor café do mundo.

Francisca de Assis Menezes de Farias, 70 anos

Era pura animação! Uma de suas paixões era reunir as amigas para festejar a vida.

Francisca Dutra de Souza, 66 anos

Só havia uma coisa maior que sua alegria ao ver a casa cheia de familiares e amigos: o seu coração.

Francisca Eloísa Pinheiro Marques, 83 anos

Eloísa era o sol que iluminava a vida de seus filhos e netos, hoje brilha no céu como a estrela que os protege.

Francisca Fátima Dias dos Santos, 66 anos

Transformava até seu arroz queimado em alegria.

Francisca Feitosa Lira Rodrigues, 63 anos

Sentia-se muito bem ao fazer compras. Era aquela pessoa com poder de cativar com carisma, alegria e fé.

Francisca Félix de Oliveira, 74 anos

Uma vida de rara intensidade e ousadia.

Francisca Ferreira Coelho, 71 anos

Alegre, noveleira e batalhadora incansável, estava sempre a postos para ajudar e era a faz-tudo da família.

Francisca Gomes de Oliveira, 70 anos

Uma avó brincalhona e tão dedicada, que ensinou a lição de se dar valor à família.

Francisca Iranilda Barbosa, 63 anos

Uma bióloga mineira que viveu em Goiás e manteve suas raízes na fé, no amor aos seus e no preparo de pães de queijo.

Francisca Jarina Farias, 80 anos

Ininha, como era chamada, ensinou à família o que era o amor incondicional.

Francisca Jesuíno de Lacerda, 80 anos

No sopé da Chapada do Araripe, costurou uma vida com amor, saboreando o cafezinho que amava fazer.

Francisca Leda Paula Lima, 52 anos

Leda era sinônimo da alegria e da paz.

Francisca Luzanira Moreira, 71 anos

Vovó dos cabelos de ouro, a embalar os netos com histórias de amor e união.

Francisca Maria da Conceição Vieira, 92 anos

Contava e recontava aos netos como conheceu o amor que fez seu coração palpitar na primeira troca de olhares.

Francisca Maria Dantas Barbosa, 57 anos

Uma pessoa boa que gostava de reunir a família e preparar comidinhas diferentes.

Francisca Maria dos Santos, 73 anos

Uma mulher de luz e muita garra, que não desistiu de ser feliz.

Francisca Maria Pinto da Silva, 73 anos

Amava dançar ao som das músicas de seu "namorado Roberto", enquanto preparava um vatapá inesquecível.

Francisca Marilza de Lima Vasconcelos, 85 anos

No carnaval, não perdia o desfile da Beija-Flor, sua escola de samba do coração.

Francisca Moreira do Nascimento Santos, 63 anos

"Hoje ela é uma flor no jardim de Deus", homenageia a filha Vanete.

Francisca Olga Nucci de Moraes, 87 anos

"O bem se paga com o bem, e o mal também se paga com o bem". Esse foi o seu legado de amor e empatia.

Francisca Pereira da Silva, 79 anos

Tirava os netos para dançar e amava jogar sueca. Orgulhava-se de ter criado a prole praticamente sozinha.

Francisca Rodrigues de Brito, 73 anos

O pilar de sua família, dona do melhor abraço e de uma felicidade só dela. Ica era querida por todos.

Francisca Rodrigues Duarte, 74 anos

Extrovertida e dona de uma gargalhada única, Tia Neném adorava dançar forró, cozinhar, cuidar de sua família e de suas plantas.

Francisca Romana Souza Chaves, 47 anos

Determinada, corajosa, guerreira e amiga.

Francisca Rosa de Oliveira, 89 anos

Uma mulher mais que especial, uma fortaleza espiritual que trouxe à luz muitos meninos e meninas do Manaquiri.

Francisca Simone Alves, 34 anos

Amava flores e sorria com o olhar. Dona de uma alegria contagiante.

Francisca Therezinha Nascimento Pacheco, 86 anos

Sempre impecavelmente arrumada fisgou o coração do escultor, com um singelo passeio na praça.

Francisca Tomé dos Santos, 81 anos

Acreditava que os anjos têm o poder de realizar sonhos, quando revelados em voz alta.

Francisca Ventura do Nascimento, 39 anos

Gostava de estar rodeada de jovens, com quem conversava como se tivessem a mesma idade.

Francisco Agamenon Maceda Oliveira, 44 anos

Carinhosamente chamado Menon. Com ele sempre tava tudo bem.

Francisco Airton da Silva Lima, 56 anos

Do Céu, torce pela vitória de seu time ao lado de outra devoção: a Virgem Maria.

Francisco Airton de Souza, 93 anos

Alegre e piadista, amava tomar sua água frappé, ouvir forró e contar histórias.

Francisco Alexandre Nunes, 64 anos

Um jornalista de estilo poético, cujos maiores legados foram a bondade e a fraternidade.

Francisco Alves, 78 anos

Após sua partida, a calçada da Avenida Chanceler Edson Queiroz jamais será a mesma.

Francisco Antonio de Morais, 62 anos

Apaixonado por caminhão, fazia de tudo um pouco e levava uma vida tranquila.

Francisco Antonio Lioi, 49 anos

"Somos uma força só", repetia convicto de que uma família unida vence qualquer obstáculo e vive mais feliz.

Francisco Araújo, 67 anos

Era difícil ver este querido vascaíno parado. O Chico era raro.

Francisco Araújo de Souza, 84 anos

Com certeza deve estar construindo um cantinho bonito lá no céu.

Francisco Azevedo, 72 anos

Alguém que trabalhou e amou todos "até o tucupi."

Francisco Barbosa de Sousa, 78 anos

Levou água para muita gente por esse Ceará todo.

Francisco Bernardes, 70 anos

Um estudioso da vida que tinha por suas filhas a verdadeira paixão.

Francisco Caetano da Costa, 85 anos

Como todo bom cristão, sua preocupação maior era o bem-estar do próximo.

Francisco Calicchio Netto, 91 anos

Um homem que contava os dias para o seu aniversário.

Francisco Carlos Rangel Pereira, 67 anos

Era uma pessoa feliz que gostava muito de fazer festa com os amigos.

Francisco Carlos Soares Gomes, 45 anos

Adorava presentear a todos, mal sabia que o melhor presente era ele mesmo.

Francisco Carlos Teixeira de Assunção, 60 anos

Levava alimentos para cidades do interior do Ceará e, no peito, os nomes de seus filhos tatuado.

Francisco Cavalcante Filho, 82 anos

Balançava-se na cadeira em seu lugar preferido: o canto da varanda de casa.

Francisco Chagas Evaristo, 89 anos

Muito trabalhador, esse cearense torcedor do Fluminense adorava ver jogos de futebol na companhia de amigos.

Francisco Chagas Filho, 73 anos

Um contador de histórias que tinha hora certa para almoçar e dia marcado para abrir uma boa garrafa de vinho.

Francisco Cichoski, 77 anos

Homem simples que viveu buscando transformar o mundo em um lugar melhor.

Francisco Cláudio Nascimento da Silva, 63 anos

Uma vida repleta de amor. O jeito brincalhão, que fez o sentimento ser recíproco, por onde ele passou.

Francisco Cleytom da Silva Amora, 45 anos

Gostava de passear e fazer a alegria da família.

Francisco Daci Campelo Feitosa, 74 anos

A Sagrada Escritura era sua vida. Através dela, construiu um legado para a família e para o mundo.

Francisco das Chagas, 54 anos

Adorava o Clube do Brega, era o mais animado dançarino, com seu radinho de pilha na orelha.

Francisco das Chagas, 67 anos

Disposição, iniciativa e bom humor: Trocadilhos e piadas eram suas marcas registradas.

Francisco das Chagas Santos, 66 anos

Aproveitou ao máximo todos os momentos com a sua família.

Francisco das Chagas Oliveira, 74 anos

Com nome de santo, um homem de fé e do interior. Guardava com carinho as memórias de sua distante terra natal.

Francisco das Chagas Pereira e Silva, 72 anos

Começou a trabalhar, ainda menino, para ajudar os pais a criar seus dez irmãos.

Francisco das Chagas Silva, 74 anos

Pai, padrinho e amigo. Deixou um rastro de lembranças boas e saudades em quem o conheceu.

Francisco das Chagas Sousa, 67 anos

Sua presença era um sopro de pura gentileza.

Francisco de Almeida Viegas, 77 anos

Um amigo que muitas vezes também foi pai.

Francisco de Assis da Silva, 58 anos

Amante da tecnologia, toda semana tinha uma novidade para mostrar.

Francisco de Assis Rocha do Nascimento, 58 anos

Comerciante nato e trezeano de coração, tinha uma alegria contagiante.

Francisco de Assis Saldanha Siqueira, 58 anos

Ele tinha o tom sereno, perfeito para contar histórias especiais.

Francisco de Assis Vieira, 61 anos

Seu Barone, o eterno chefe da estação Pirituba.

Francisco de Faria Torres, 76 anos

Amigos, filhos e cachorros foram os amores de sua vida. Com ele tudo merecia ser celebrado em torno da mesa!

Francisco de Holanda Lopes, 69 anos

Um ser humano incrível, de grande coração e com o dom de ajudar o próximo.

Francisco de Oliveira, 78 anos

Guerreiro, subia as rampas do Maracanã com muita felicidade para ver o Fluminense jogar.

Francisco de Paulo Teixeira Braga, 70 anos

Carioca da gema, botafoguense de coração gigante.

Francisco de Sales Silva, 81 anos

Honesto, trabalhador e sempre pontual. Foi ótimo pai e marido: um exemplo de ser humano.

Francisco de Souza Rego, 58 anos

"Doce de leite" era sua resposta de quase sempre para quando lhe perguntavam o que estava fazendo.

Francisco do Espírito Santo, 92 anos

Um eterno espírito jovem, que amava passear e que sempre dizia que "viver é bom demais".

Francisco Donato Netto, 89 anos

Sentava-se do lado direito do sofá e segurava a mão da esposa, que apesar do Alzheimer, dele nunca se esqueceu.

Francisco Edno da Silva, 50 anos

Homem trabalhador, sábio e temente a Deus. Deixa seu exemplo de fé para sua família e amigos.

Francisco Edvane Matias Vieira, 55 anos

De office boy a grande empresário, foi exemplo de perseverança e vanguarda.

Francisco Elinal Borges Quaresma, 52 anos

Disponível para ajudar o próximo, a alegria era uma de suas marcas. Tinha sempre uma história engraçada pra contar.

Francisco Epifânio, 59 anos

Um potiguar de muita coragem. Foi pescador, ferreiro e pedreiro.

Francisco Fernandes Caminha, 86 anos

Quando a sua esposa estava triste, ele dançava bolero para animá-la.

Francisco Fernandes dos Santos, 78 anos

Tinha mania de dar comida para os cães da rua. Alguns tinham a sorte de ir morar em sua casa.

Francisco Ferreira de Menezes, 55 anos

Francisco tinha força e vida para mais de uma pessoa.

Francisco Ferreira do Monte, 54 anos

Um herói. Sua maior virtude era a bondade.

Francisco França Machado, 80 anos

O “Vô Francisco” só via o lado bom da vida. Achava sempre que tudo era do bem e alegre.

Francisco Fredson da Silva Pinto, 41 anos

O melhor “pegador” de veias do hospital onde trabalhava. Cuidado, atenção e carinho eram suas marcas.

Francisco Furtado Leite, 83 anos

Desprendimento e mansidão. Leveza e generosidade. Dono do "Kantinho" no centro de Fortaleza.

Francisco Galdino Filho, 73 anos

Mais conhecido que farinha, como diz o ditado, Seu Chico Galdino liderava a família e um time de futebol.

Francisco Gama Da Silva, 62 anos

Suas festas de aniversário eram um evento para muitos.

Francisco Gelli, 74 anos

Felicidade, para ele, era um almoço de domingo cercado pela família.

Francisco Geraldo Pereira, 60 anos

Era o assador de churrasco oficial dos encontros da família e dos amigos. Um grande contador de causos.

Francisco Gilvan de Oliveira Ferreira, 41 anos

Para este seresteiro, domingo era dia de tocar teclado pra família e ensinar essa paixão musical para a filha.

Francisco Gomes de Lima Filho, 55 anos

Mestre Tim chamava os amigos, filhos e colegas de trabalho de “campeão”. Era a sua marca.

Francisco Gonçalves Costa, 65 anos

Falava alto e todos pensavam que ele era bravo, mas chorava até mesmo com propagandas que via na TV.

Francisco Henrique Rodrigues da Silva, 27 anos

Fazia a trilha sonora das viagens a trabalho com a própria voz, cantando músicas católicas.

Francisco Hildo Esteves, 63 anos

Para os sobrinhos, era Major James Styves. Para os netos, era o Coxinha. Para a família, foi um grande amor.

Francisco Iran Alves Magalhães, 80 anos

Ensinava que nas coisas simples se encontrava o valor da vida.

Francisco Ivã Ribeiro Maquiné, 47 anos

Tagarela que só, falava pelos cotovelos e animava qualquer lugar.

Francisco Javier Agut Sanchez, 72 anos

Espanhol apaixonado pelo Brasil, encontrou um novo amor no país, que se tornou seu lar.

Francisco Joaquim do Nascimento, 70 anos

Duas palavras o definem: felicidade e otimismo.

Francisco Joaquim Irineu, 98 anos

Era muito querido por sua alegria e histórias contagiantes, que agora invadiram o céu.

Francisco José da Silva, 46 anos

Do trabalho com o vidro nasciam os sonhos: casa própria, viagem em família e aposentadoria na roça.

Francisco José Ferreira Sousa, 55 anos

Gostava tanto de brincar que até mesmo quando a mãe lhe perguntava como ele estava, Franzé respondia: "Estou bom e gordo".

Francisco Lázaro Barbosa, 82 anos

Deixou exemplos de honestidade e amor para a família.

Francisco Lázaro Pinheiro, 69 anos

Coração bom, o mundo teve a honra de tê-lo por aqui.

Francisco Leandro Carvalho de Jesus, 48 anos

Gostava de cerveja e pagode. Um homem afetuoso, que cuidou de suas filhas com muito zelo.

Francisco Lima Duarte, 48 anos

Tinha um grande dom: o de unir pessoas. Pra ele todos eram amigos e tudo era sobre amizade e amor.

Francisco Luciglaucio Rodrigues de Almeida, 43 anos

Um homem de muitos apelidos, mas a resposta mais imediata vinha quando era chamado de pai.

Francisco Luiz Telles de Castro, 76 anos

Nunca fechou sua porta e nem o coração.

Francisco Maia Nascimento, 61 anos

Excelente pai e esposo; humano, possuía um coração enorme.

Francisco Marcelino Souza da Silva, 58 anos

Fanático pelo Paysandu, seu coração enorme também vibrava com alegria a cada vitória de seus familiares.

Francisco Marcelo Souza Rosas, 55 anos

O boné escondia a carequinha de um pai amoroso, devoto do Chico, o cachorro.

Francisco Marciano da Silva, 74 anos

Um mineiro apaixonado pela vida, pela família e por futebol.

Francisco Marconi Gonçalves, 79 anos

Simples, sereno e sorridente, ele gostava de organizar as fotos para ter sempre à mão as melhores lembranças.

Francisco Medeiros Barbosa, 63 anos

Um bom vinho na mão e entre mil livros, contar histórias era um prazer para quem se alimentava de vida.

Francisco Meireles Pinto, 72 anos

Não chamava ninguém pelo nome, inventava sempre um apelido engraçado para cada um.

Francisco Melo Soares, 57 anos

Ensinou que a melhor maneira de conquistar seus sonhos é não desistindo deles.

Francisco Miromar de Oliveira, 80 anos

Perseverante, nunca se deixou abater pelas dificuldades.

Francisco Moacir Castelo Branco Carvalho, 60 anos

"Onde houver tristeza, que eu leve alegria". Francisco materializou essa oração durante toda sua vida.

Francisco Moacir de Assis Farias, 73 anos

Pai de três filhas. Entrava tocando seu violão no quarto das meninas para acordá-las.

Francisco Mota Ribeiro, 62 anos

Sonhava em ver seus filhos encaminhados e assim foi feito.

Francisco Mourão Filho, 71 anos

Até suas amadas plantas e o quintal sentirão saudade da pessoa honesta e serena que ele era.

Francisco Nascimento da Silva, 71 anos

Um guerreiro, que do céu segue contemplando os papagaios e cuidando das anjinhas.

Francisco Nogueira, 58 anos

Sempre alegre, Chico não recusava um bom papo. Foi um exemplo de dedicação.

Francisco Nogueira da Cruz, 82 anos

De chapéu na careca e navalha na mão, realizou seu sonho como barbeiro. Mais que isso, fez feliz sua família.

Francisco Nogueira da Silva, 72 anos

Construía casas para realizar os sonhos de sua família.

Francisco Norberto Cordeiro, 98 anos

Um sertanejo apaixonado por futebol, bem-humorado e conhecido por sua gentileza e sabedoria.

Francisco Océlio Alves Farias, 57 anos

A boa amizade do Capacete foi o que valeu a pena.

Francisco Pantoja de Melo, 67 anos

Amava sua família e zelava pelo seu lar, sem jamais se descuidar dos amigos e de quem precisasse dele.

Francisco Pedro de Carvalho, 73 anos

Os churrascos na casa deles reuniam a família toda e nesses momentos ele adorava brincar com os filhos e netos.

Francisco Pereira da Silva, 78 anos

Amigo de todos, fazia questão de espalhar alegria por onde quer que fosse.

Francisco Pinheiro da Rocha Júnior, 33 anos

Chicão era sorriso, forró, cerveja gelada e muito papo.

Francisco Rafael Agostinho Araujo, 36 anos

Carregava dentro de si a força de um grande defensor dos direitos humanos.

Francisco Ramalho Palitot, 61 anos

O paizão que era amor e presença. Sonhava até com um prédio: para morar um filho em cada andar.

Francisco Ramos de Lima, 78 anos

Campeão no jogo das cruzadinhas! Adorava o pastel com caldo de cana da Rodoviária.

Francisco Raza Filho, 67 anos

"Bora pra praia?", dizia. Era torcedor do Santos. Um amigo para todas as horas, adorava pescar.

Francisco Rizzo Netto, 83 anos

Era o olhar protetor da família. Na praia, enquanto os filhos construíam castelos de areia, ele os protegia com o guarda-sol.

Francisco Roberto de Sousa, 47 anos

Cantava e dançava sem vergonha de nada. Humilde, brincalhão, exemplo de bondade.

Francisco Rodrigues Camargo Júnior, 65 anos

O violão de Camargo seguirá embalando as pessoas a viverem em harmonia e a se preservarem.

Francisco Rodrigues de Oliveira, 79 anos

Marido, pai e avô amoroso. Gentileza e humildade definiam como lidava com a vida e tratava as pessoas.

Francisco Romeu da Silva, 56 anos

Uma pessoa muito querida, humilde, batalhadora e com um sorriso sempre estampado no rosto.

Francisco Rômulo Barreto Ramos, 61 anos

Torcedor do Leão, era a melhor conversa nos intervalos da universidade.

Francisco Rudson Rocha Aquino, 52 anos

Na busca pelo amor ideal, amou bastante; os filhos, principalmente, e a vida sempre, em cada detalhe.

Francisco Senra Neto, 73 anos

Além de criativo e visionário, Chico Senra era um colecionador de amigos.

Francisco Silvério de Carvalho, 50 anos

Combateu o bom combate, encerrou a carreira, guardou a fé.

Francisco Tomaz de Aquino, 91 anos

Um agricultor que escutava o cântico dos pássaros e conhecia os poderes da Lua.

Francisco Torres do Ó, 72 anos

Um coração nordestino que atravessou a secura do semi-árido transbordando amor.

Francisco Valdeci de Oliveira Vieira, 42 anos

Costumava dizer: "Pra que esquentar a cabeça? Vamos viver o momento!"

Francisco Valmar Oliveira da Silva, 46 anos

Para ele, fazer confusão não valia a pena.

Francisco Veríssimo Rodrigues, 66 anos

Seu abraço era pura proteção. Preocupava-se com todos.

Francisco Victor de Holanda, 67 anos

Com seu bordão: “Jesus mandou te convidar”, não havia quem se recusasse a qualquer missão demandada por ele.

Francisco Vieira de Araújo, 91 anos

Era comum ele colocar sua cadeira na frente de casa e cumprimentar as pessoas que passavam pela rua.

Francisco Vieira dos Santos, 72 anos

Gentileza em forma de pessoa, assim era o motorista que alegrava todos com sua cantoria.

Francisco Wellington Rodrigues Lima, 45 anos

Viveu para o teatro e abraçava as pessoas com o sorriso tão grande e tão cheio de vida.

Francisco Wilson da Silva, 81 anos

Todo domingo ele ia visitar alguns filhos e levar chocolate aos netos. Espalhava alegria por onde ia.

Francisco Wilson de Oliveira Araújo, 52 anos

Aprendeu com a vida. Excelente cozinheiro e extrovertido, aproveitava os bons momentos com os amigos e a família.

Francisco Xavier de Campos, 74 anos

Quanto tempo dura uma amizade? Para ele, durou a vida inteira.

Francy Jane Silva Carvalho, 41 anos

Dona de uma alegria que irradiava como a luz do Sol.

Frank Félix Merhi, 34 anos

Sonhador que deixou ao mundo suas maiores realizações.

Franklin de Araújo Ponchet, 69 anos

Um homem que transbordava luz, e fez disso seu ofício: iluminar todos os lugares por onde passava.

Frederic Jota Silva Lima, 32 anos

Um jovem médico, que atuou na linha de frente contra a Covid-19.

Frederico Cesar Simões Dias, 44 anos

Dr. Fred ficou conhecido por sua humanidade, o amor pelo seu belo trabalho e carinho com seus pacientes.

Fredy Callanaupa Huarhua, 40 anos

"Naci un dia de much sol y no pretendo morir sino hasta realizar algo por esta humanidad"

Frutuoso Dias Gonçalves, 82 anos

Português vaidoso, gostava de um bom vinho e transbordava simpatia.

Gabriel Araújo de Lacerda, 81 anos

Um homem incrível, que soube respeitar diferenças e fazer canções bobas sobre o cotidiano.

Gabriel de Lima Palmeira, 33 anos

Cheio de alegria, ria por tudo e qualquer coisa. Seu sorriso nunca será esquecido.

Gabriel Gondim Hermes, 74 anos

Médico empático, cuja principal preocupação era salvar vidas. "Mais vale dar do que receber", dizia sempre.

Gabriel Martinez de Andrade, 26 anos

Seu amor pela música transbordava quando estava junto de seus instrumentos

Gabriel Martins, 0 anos

Passou a maior parte da vida na barriga da mãe. E ali dentro foi muito amado.

Galdino Nogueira da Silva, 55 anos

Suas maiores alegrias sempre foram os momentos em família.

Galia Bespaloff, 80 anos

Escolheu outro país como lar, não tinha medo de batalhas.

Gasparino Damião de Oliveira, 96 anos

"Mas que barbaridade!", dizia o homem tão complacente.

Gastão Dias Júnior, 51 anos

Um homem inspirador que colecionava tartarugas de decoração. Reservado, sorria com os olhos.

Gecival Matias da Silva, 76 anos

Com seu vozeirão carregado de alegria e orgulho, adorava mostrar cada filho e neto. E a família é grande!

Geiso Dias Gonçalves, 68 anos

Um mineiro alegre e muito sorridente que gostava de ouvir o canto dos pássaros na tranquilidade do sítio.

Gelson Lima Reis, 77 anos

A generosidade nele fez morada.

Geluter Maria Alves Garcia, 62 anos

Lulute era caprichosa em tudo que fazia. Seus doces eram sem igual...

Genário da Silva Paiva, 79 anos

Buscar o jornal bem cedo era como um ritual sagrado. Pai, marido e vovô exemplar.

Geneci Givigi Cordeiro, 79 anos

Assim era tia Geneci: pouco queria e muito oferecia a toda gente. Seu colo era o lugar mais seguro no mundo.

Generi Faria de Carvalho, 66 anos

Foi líder na vida, vivendo e ensinando o sentido das palavras: resiliência, fé e acolhimento.

Generva Batista Alves, 75 anos

Matriarca que com seu otimismo, alegria e fé, tinha o poder de juntar toda a família.

Genésio Caetano de Oliveira, 95 anos

Viveu a vida toda tendo como base três princípios: amar a Deus, amar a sua família e ser honesto.

Genésio de Souza, 89 anos

Homem de sábios conselhos que tocava o berrante para celebrar a chegada dos entes queridos.

Genesio dos Santos, 78 anos

Um contador de histórias e cantor de rimas apaixonado pela profissão: motorista.

Genésio Rodrigues, 64 anos

Genésio do INSS; era também o Genésio da família, dos amigos, dos doces, das viagens, das fotos e dos menos favorecidos.

Genezia Rita da Silva, 86 anos

Aprendeu a nadar em açude, na infância sertaneja. Adulta, se encantou com o mar na Praia do Muro Alto.

Geni da Silva Valeriano, 78 anos

Seu companheirismo e dedicação à família deixaram saudades.

Geni de Macedo Arimura, 72 anos

Defendia seus filhos e netos com unhas e dentes.

Genilda Corrêa, 56 anos

Estar com ela era diversão na certa. Era a tia que fazia a noite do pijama e cachorro-quente para a criançada.

Genira Silva Santos, 83 anos

Mulher forte e resiliente, vestia-se bem e era sempre positiva.

Genita Costa, 78 anos

As notas de sua cantoria alegre continuarão sempre entre nós.

Genival Belizário da Silva, 79 anos

O retrato perfeito de um pai, avô e bisavô muito amado: seus cabelos branquinhos deixaram enormes saudades.

Genival Cavalcante Monteiro, 44 anos

Servidor do Exército Brasileiro, tinha prazer em contar histórias sobre suas missões. Honrou sua família e seu país.

Genival de Andrade Frazão, 72 anos

Cabelos brancos, um baita sorriso e os olhos grudados no céu para ver os aviões que passavam.

Genival de Mendes Aiden, 70 anos

Amava sua nega Aristeia e gostava da casa cheia, rodeada de amor e muita música.

Genival Salustiano Bezerra, 89 anos

De corpo e alma muito jovens, era um contador de boas histórias que vivia sorrindo e fazendo sorrir.

Genivaldo Batista de Sousa, 65 anos

Tinha um companheiro muito especial, seu pequeno cachorrinho Boby. Dizia até que era o herdeiro dele!

Genivaldo Galindo da Silva, 73 anos

Para ele não tinha tempo ruim, era só alegria e muita história para contar.

Genizarete Justino dos Santos, 68 anos

A gentileza, a doçura, a doação e o amor ali. Com agulha e linha na mão, Genizarete vestia rainhas.

Genny de Caires Máximo, 84 anos

As ruas da Pavuna, no subúrbio do Rio de Janeiro, já sentem falta dela tomando café com as amigas na calçada.

George Anthony Ferreira Menezes, 39 anos

Fazia de tudo para que o mundo fosse um lugar melhor.

George Berkeley Patiño, 78 anos

Dentista e cantor de boleros, George foi um embaixador informal e difusor da música latina no Rio nos anos 80 e 90.

George Laurence Kuplich Moraes, 68 anos

Caladão e com alma de artista. Um "fora da curva", que pintava com tinta a óleo e esculpia em argila e madeira.

Georgete Estefano Carantino, 81 anos

Carinhosa e receptiva, orava diariamente por todos da família.

Georgete Moreira dos Santos, 64 anos

Vó Jó foi tão parceira, que fez questão de prestigiar toda uma saga de super-heróis no cinema, só para agradar os netos.

Georgina dos Santos Conceição, 79 anos

Uma heroína da vida real e uma mãe que dedicava um amor lindo e grandioso às filhas.

Geovane Reis Corrêa Rocha, 54 anos

Dizia aos netos: "Vocês são terríveis!" e os enchia de beijos .

Geovani Rodrigues, 62 anos

Fanático pelo Mengão, seus gritos de gol são inesquecíveis.

Geralda Bruno da Silva, 92 anos

Uma sábia mineira nonagenária que foi agricultora, parteira, dona de casa, costureira e tocadora de gaita.

Geraldina Teodoro, 75 anos

Era capaz de entender todos, com o coração, mesmo sem escutar.

Geraldo Almeida, 81 anos

Amante da medicina e dos grandes desafios da humanidade

Geraldo Alves Teixeira, 82 anos

Apesar da insistente aridez no coração de tantos seres humanos, sempre achou um jeito de fazer chover alegria.

Geraldo Arnaud de Assis Junior, 62 anos

Médico dedicado a cuidar da saúde e do bem-estar de sua gente.

Geraldo Barateli Alves, 81 anos

Valorizava a família e se orgulhava da educação que deu às três filhas.

Geraldo Camilo Gomes, 85 anos

Orgulhoso em falar da família, “Fá da Motinha” era morador e uma grande personalidade de Acaiaca.

Geraldo Cândido de Figueiredo, 86 anos

O fusca azul era seu melhor amigo nas aventuras que renderam muitas histórias.

Geraldo Correia Lopes, 80 anos

Pai de pulso firme e colo acolhedor; ensinou o real valor da família.

Geraldo de Souza, 85 anos

Apesar das dificuldades da vida, jamais deixou de amá-la intensamente.

Geraldo Ferreira da Costa, 61 anos

Fazia graça com tudo, sempre levava alegria a todos que conviviam com ele.

Geraldo Florenço de Oliveira, 54 anos

Apesar das adversidades, foi forte, resiliente, alegre e protetor.

Geraldo Francisco da Silva, 73 anos

Vivia a vida intensamente, fazendo amigos, conversando, brindando, dançando...

Geraldo Francisco dos Santos, 58 anos

Tinha a sabedoria de quem não se leva muito a sério.

Geraldo Jacinto, 68 anos

Presente nas melhores lembranças da filha, tinha um Fusca azul 1977 como xodó e era fã de Roberto Carlos.

Geraldo Magela da Silva Folgosa, 69 anos

"Deixa que eu resolvo", dizia. E partiu, deixando saudades...

Geraldo Magela Pereira Gomes, 57 anos

Com o olhar por cima dos óculos, estava sempre desconfiado e pronto para fazer uma piada.

Geraldo Marques Pimenta, 54 anos

Fez da sala de aula o palco principal de sua vida.

Geraldo Martins de Paula, 70 anos

"Não fique triste, senão fico triste também", dizia ele para sua neta.

Geraldo Nogueira Lira, 67 anos

Vivia a vida como a coleção de momentos únicos que ela é.

Geraldo Oliveira Soares, 92 anos

Trabalhou em sua mercearia por 60 anos. Aposentado, ia frequentemente até lá conversar com os amigos.

Geraldo Paulino de Souza, 95 anos

Adorava fazer fogueira e reunir a meninada para contar histórias.

Geraldo Pereira Mariano, 63 anos

Se fosse possível defini-lo em uma só palavra, seria "extraordinário". O que, no dicionário, quer dizer "fora do comum".

Geraldo Pinto Almeida, 81 anos

Amante da medicina e dos desafios da humanidade, questionava o mundo real, mas tinha seu mundo particular.

Geraldo Rodrigues da Costa, 76 anos

Autodidata, desenhava plantas que impressionavam qualquer engenheiro.

Geraldo Sávio, 50 anos

Era o astro das dancinhas nas pescarias, o rei dos memes e grande protetor dos tucunarés.

Geraldo Vieira Lima, 87 anos

Sempre pegava os netos para passear pela cidade e dizia, orgulhoso: “Antigamente isso aqui era tudo mato!”

Gerci Oliveira Godoy, 81 anos

Amante da poesia, adorava escrever e ler em voz alta seus poemas.

Gercina Maria Moura dos Santos, 65 anos

Na luta diária, achava tempo e força para apoiar a todos que amava.

Gercina Pereira Dias, 82 anos

Era puro amor. Um coração em que cabiam todos. Otimista e corajosa, viveu sua vida dedicada à família.

Gerhardt Arthur Krüger, 94 anos

Amante da música clássica e torcedor do Grêmio e do Ypiranga, seu espírito livre tinha ainda muita gana de viver.

Gerino José dos Santos, 92 anos

As filhas ainda se lembram das moedas que ele trazia quando voltava do trabalho.

Germana Maria Patrício da Costa, 58 anos

Seu amor transbordava em sorrisos lindos, que aqueciam a alma e dariam lindos cartões postais.

Germano Bastos da Silveira Filho, 66 anos

Adorava ir à praia e tomar uma cerveja. Vivia agarrado no celular e dizia que o trabalho era seu lazer.

Gerson André da Silva, 53 anos

Criador das piores playlists de churrasco.

Gerson Carvalho, 43 anos

DJ Gerson City era só alegria e humildade.

Gerson Cesar Prado, 52 anos

Era colorado, fã do UFC e um colecionador de pen drives lotados de músicas: o legítimo gente boa.

Gerson da Silva, 51 anos

Cachorrão, como era carinhosamente chamado, sempre tinha uma palavra de apoio e um sorriso para oferecer.

Gerson da Silva Sampaio, 73 anos

Agora ele impressiona os anjos com sua risada.

Gerson Dias de Oliveira, 72 anos

Poeta, marido, pai, avô, tio e, acima de tudo, amigo.

Gerson do Carmo Bruno, 68 anos

Compartilhava seus dotes culinários com a família aos domingos, fosse churrasco ou um prato especial que aprendera.

Gérson Lacerda de Souza, 52 anos

Ele distribuía doses de alegria, que alimentavam sorrisos e corações.

Gerson Luis Santos Diel, 61 anos

Nos pés o samba; no coração a alegria de participar do futebol e da solidariedade do grupo Matuzalem.

Gerson Luiz da Silva, 82 anos

Para Gerson, sempre era tempo de ver o sol se pôr dentro do oceano

Gerson Paulo de Melo, 52 anos

Era possível sentir seu perfume de longe, não havia pessoa mais elegante que ele.

Gerson Pereira de Oliveira, 65 anos

Sua maior alegria era ir a praia com as filhas, aproveitar o sol, a brisa do mar e os momentos de alegria.

Gerson Rodrigues Sicsú, 73 anos

Como artesão honrou a cultura de Parintins e carregou no peito o orgulho de ser manauara.

Gertrudes Maciel Melo, 90 anos

Mulher forte, criou muitos filhos. Adorava contar causos, cozinhar e costurar. Seus laços são de aço.

Gerudes Martins Garcia, 83 anos

Brincalhão e conversador, só se irritava se o Corinthians perdia. Fazia o melhor arroz e sabia ser solidário.

Gerusa Machado Pagliaro, 88 anos

Uma força da natureza. Uma mulher à frente do seu tempo.

Gesival Silva dos Santos, 61 anos

Engraçado, teimoso e muito amigo.

Gesmar Serafim, 65 anos

Tinha ciúmes quando outra pessoa dirigia ‘sua’ ambulância. Dizia brincando que era dele.

Geso de Paulo Silva, 79 anos

Guerreiro, flamenguista e amante da boa música. Um sonhador que com suas conquistas ajudou toda a família.

Getúlio Aquiles da Rocha, 76 anos

Brincalhão e contador de histórias. Não perdia um jogo do Flamengo e nem os capítulos das novelas.

Getúlio Mendes de Souza, 77 anos

O homem de mil e um empregos era batalhador e amável, sempre teve fé na vida e nunca se rendeu às dificuldades.

Getúlio Mezine, 86 anos

Um homem de fé e coragem. Suas risadas ficarão para sempre na lembrança.

Getúlio Omito, 83 anos

Cheio de brincadeiras e manias, chamava a neta de Meu Ouro e sempre pediu à família que se mantivesse unida.

Gicele Veloso de Lima, 36 anos

Uma jovem muito especial e doce. Não via maldade no mundo e estava sempre disposta a ajudar.

Giduvaldo de Souto Lima, 85 anos

Adorava tomar cerveja assistindo televisão. Ao abrir a latinha, brincava: “Quer uma água mineral com gás?”

Gil Soares de Araújo, 76 anos

A morte não consegue nos roubar a memória nem o amor.

Gil Vicente de Melo Veloso, 68 anos

Agora, a bossa nova de seu Gil foi ressoar em outro recanto.

Gilberto Alca, 92 anos

Um gigante que contemplava todos os dias, mesmo que o dia não fosse tão bonito assim.

Gilberto de Souza Aleixo, 56 anos

Era o samba em pessoa, amava a vida e tudo que ela pode oferecer.

Gilberto Henrique Monteiro, 64 anos

Amante da música, da poesia, da fotografia e da natureza. Sempre enxergava o lado bom da vida.

Gilberto José da Costa, 55 anos

Para ele, todo dia era dia de sorrir.

Gilberto José dos Santos, 61 anos

Pessoa simples e do bem, daquelas que trazem junto com o sorriso um coração tranquilo e orgulhoso de ser santo-antoniense.

Gilberto Olímpio Filho, 40 anos

Defensor dos direitos dos trabalhadores, nunca desistiu de suas batalhas.

Gilberto Palesi, 79 anos

Gostava de contar suas histórias com riqueza de detalhes, principalmente, as que viveu com sua esposa.

Gilberto Rodrigues Serra, 76 anos

Funcionário padrão, mas, mais do que isso, um pai amoroso e homem correto.

Gilcimar Gonçalves, 40 anos

O enfermeiro dedicado que contagiava, com a sua alegria, colegas de trabalho e pacientes.

Gilda Helena Vianna Orfanelli, 72 anos

Jeito e coração alegre.

Gilda Speridião Barreiro, 89 anos

Sempre alegre, apesar de tudo.

Gilda Teresinha Otanha Gonçalves, 59 anos

Cozinhava suas mágicas receitas para toda a família.

Gildália Macedo Souza, 89 anos

"Ela era a nossa flor, Dália, símbolo de harmonia e gentileza."

Gildásio Ângelo da Silva, 59 anos

Tinha aquela risada marcante, quase sempre seguida de um ‘Marrapaiz’!

Gildo Batista dos Santos, 66 anos

Sem disfarces, sua transparência no jeito de ser cativou respeito, carinho e admiração em muitos corações.

Gildo Vitorino da Silva, 59 anos

Tinha sempre uma boa história para contar. Era umbandista e chamava todos de "irmão de fé".

Gileno José Dias, 74 anos

Ser humano fantástico que, fazendo de tudo pela família, deixou grande exemplo de humildade.

Gilka Susana Moreira Sales, 50 anos

Ao som de Roberto Carlos ou de músicas bregas, dançava embalada com seu grande amor, o esposo Ruy.

Gilma Pereira da Silva, 55 anos

Mãe amada e querida. Uma vovó que jamais será esquecida.

Gilmar Araújo, 61 anos

Criança feliz, jovem trabalhador e adulto guerreiro.

Gilmar do Carmo Carvalho, 52 anos

Construtor de sonhos, seu ofício era transformar vidas através da educação.

Gilmar dos Santos, 53 anos

Não tinha só mania de limpeza, tinha era mania de ser feliz.

Gilmar Gomes de Andrade, 62 anos

“Boa, boa, boa!”, era seu jeito de expressar o quanto celebrava a vida e suas alegrias.

Gilmar José de Freitas Guimarães, 55 anos

Administrou Caçu com sabedoria e fé, deixando uma cidade melhor para as futuras gerações.

Gilmar Machado, 47 anos

O professor de feição brava que arrancava sorrisos de todos e que adorava doces.

Gilmar Machado de Avila, 40 anos

Apaixonado pela cozinha e dono de um bom humor incrível.

Gilmar Ribeiro Munhos, 58 anos

Detalhista com a arte, divertido ao lado da família, bondoso na rua e na vida.

Gilmar Soares da Silva, 61 anos

Como um amazonense de fé, amava um peixe assado. Matrinxã e tambaqui eram seus preferidos.

Gilmara Loiola Vasconcelos, 31 anos

De sorriso largo e coração generoso, iluminava os dias dos irmãos com seu amor desmedido.

Gilson Arruda do Nascimento, 49 anos

Ele nunca perdeu a alegria de viver.

Gilson Bastos dos Santos, 77 anos

Era único, marcante e um sarrista nato. Andava sempre com seu chapéu e, nos bolsos, histórias e piadas pra contar.

Gilson Ferreira, 72 anos

Tinha orgulho em ser chaveiro. Solidário e prestativo, fazia serviços de graça para quem não podia pagar.

Gilson Marinho de Oliveira, 62 anos

A vida terrena é passageira, mas Gilson mostrou que ela pode ser repleta de amor.

Gilson Onório da Silva, 57 anos

O jeito alegre e engraçado entregava seu bom humor peculiar. Divertia-se ao dar susto nas pessoas.

Gilson Rodrigues, 61 anos

Confeiteiro. Tinha o costume de levar comidinhas na cama para sua esposa e sua filha.

Gilson Souza de Jesus, 62 anos

Pense no sol de Salvador. Pensou? Ainda mais pontual, quentinho e radiante era o “bom dia” de seu Gilson.

Gilvan Bezerra Nascimento, 60 anos

Alegre, de bem com a vida e extrovertido.

Gilvan Luiz da Silva, 62 anos

Pernambucano que se colocava no lugar de todos aqueles que sentiam dor e amor em estado bruto.

Ginalva Marinho dos Santos, 56 anos

De muitas gírias, era pura alegria e risadas.

Giovani de Jesus Pesuscki, 52 anos

Vestido de Papai Noel, tornava o Natal em família mais divertido e cheio de vida.

Giovanni Lioi, 78 anos

O jardineiro italiano que plantou amor e flores no Brasil.

Giovanni Paolucci, 81 anos

Gigio, como era conhecido, tinha o dom da comunicação. E era muito cativante.

Giselda Gusman de Lima, 90 anos

Carinhosa, generosa e de uma memória impecável. Das tantas aventuras, viajou até no tempo.

Gisele Bringuel, 42 anos

Nada foi capaz de abalar a doçura de seu olhar.

Gisele dos Santos Worell Borges, 35 anos

Cheia de vida, dona dos melhores conselhos e da melhor companhia, foi a flor mais linda do nosso jardim.

Giselle Nascimento Santos, 36 anos

Feita de amor, empatia e vontade de viver da cabeça aos pés.

Giucelina Ferreira Carneiro, 72 anos

“Tudo que eu faço é por amor a você”, dizia.

Giulia Gimenez Dohoczki, 30 anos

A felicidade para Giulia era fazer "cosplay" e mergulhar no mundo da cultura pop.

Givaldo da Silva, 65 anos

Um homem bom de coração que não media esforços para ajudar as pessoas.

Givanildo Edson de Lima, 43 anos

Conhecido por Bodinho do Maracujá, amado por todos em sua cidade. Caminhoneiro, batalhador e feliz.

Givanildo Lopes Machado, 70 anos

Gil Lopes deixou os carnavalescos de Maceió cheios de saudade, mas levou sua arte para colorir o carnaval dos anjos.

Givanildo Viana de Meneses, 46 anos

Marceneiro, hipnólogo, bacharel em Direito, era inquieto ante as possibilidades que a vida lhe reservava.

Glaucia Hortencio Miranda, 39 anos

"Tinha um coraçao que não era seu" e por ele transbordava a alegria que contagiava todos.

Gláucio Adriano Antônio de Souza, 44 anos

Viver bons momentos com a família foi o seu programa preferido.

Glaucio Manoel de Oliveira Bueno, 48 anos

Aquele que fazia todos rirem, o amigo pra qualquer hora e a alegria da família.

Glauco Moreira Beraldo, 26 anos

Advogava por um mundo melhor enquanto era embalado pelas melodias de Taylor Swift.

Glaudio Heber Faria Madeira, 85 anos

Amava estar com a família, principalmente com a netinha Valentina, com quem voltava a ser criança.

Gleci Eleni Baum Dias, 58 anos

Zelava os netos como o seu bem mais precioso.

Glédson Antônio de Proença, 38 anos

Tinha a capacidade de unir as pessoas com sua alegria, o que lhe conferiu o lugar de bom amigo.

Gledson Cesar de Oliveira, 45 anos

Era fácil encontrá-lo: estava sempre sentado à mesa, com a esposa e amigos.

Gledson Cristiano Reis Barauna, 44 anos

Dizia que tentava fazer o melhor que podia pelo meu semelhante.

Gleidson Cardoso Correa, 36 anos

Com sua alegria, admirava as coisas simples da vida.

Gleycyely Costa Barros, 28 anos

Sempre carinhosa e criativa, dedicou sua vida à família e à educação infantil.

Glória Ferreira Mezes da Silva, 54 anos

Plantou boas sementes neste mundo.

Glória Tereza Lima Barreto Lopes, 62 anos

Nascida no dia do Pediatra, sonhava em exercer a profissão. Realizou este e muitos outros sonhos.

Glorinha Zidan, 85 anos

"Se milagres desejais, recorrei a Santo Antônio"! E assim Glorinha levava a vida com amor e felicidade nos detalhes.

Goberto João da Silva, 74 anos

Foi avô e pai para os netos, que receberam dele o maior amor do mundo.

Gonçala Nicolau Fernandes, 86 anos

Não deixava ninguém passar fome e, enquanto cozinhava, tinha mania de assobiar cantos de louvor a Deus.

Gonçalo Silvério de Carvalho, 79 anos

Resumia a vida em quatro palavras: "Viver é muito bom!"

Graça Maria Fernandes dos Santos, 42 anos

Uma mulher em estado de graça: temente a Deus, de coração acolhedor e alegria inestimável.

Gracilene Pinheiro de Assis, 45 anos

A empatia em pessoa. Tinha o dom de compreender as pessoas, mesmo em suas situações mais difíceis.

Gracinda de Castro Neves, 94 anos

Religiosa, só dormia depois do sussurro do Pai Nosso e da Ave Maria. Gostava tanto de fazer, como de comer um docinho de abóbora.

Gracinda dos Santos, 109 anos

"Bora dançar? Coloca uma música alegre!" era o convite que sempre se ouvia de dona Gracinda.

Grecelio Gurgel Garcia, 47 anos

Amava mostrar seus dotes culinários. Era sempre elogiado.

Gregório Amoras Alves, 83 anos

Era lúcido, sábio... Passava horas lendo livros.

Greiciane da Silva, 28 anos

Realizou seu maior sonho: ser mãe.

Guido Nelson Coelho Leal, 86 anos

Seus olhos azuis sorriam ao falar das belezas da vida, enquanto tocava seu piano.

Guido Olegário das Neves, 80 anos

Adorava comer, foi satisfeito com a vida e sempre pedia: "Tenha fé em Deus e em Nossa Senhora".

Guilherme Campos Moura Guimarães, 25 anos

Exemplo de filho, marido, amigo e irmão. Um soldado que deu a vida na luta contra a Covid-19.

Guilherme Coelho, 73 anos

Fã do cochilo após o almoço, tinha como lema: “Nunca desistir”.

Guilherme de Paula Oliveira, 76 anos

Um mineiro que irradiava a alegria de viver. Apaixonado pela família e botafoguense de coração.

Guilherme Gonçalves Landin, 57 anos

O Urso que ria e chorava ao mesmo tempo. Até para dar bronca era gentil.

Guilherme Henrique Ferreira Barbosa, 39 anos

Sorrir era a mania deste homem que esperava pelo primeiro filho, com planos de levá-lo aos jogos do Sport.

Guilherme Machado Martins, 29 anos

Quando queriam dividir com ele algum segredo, aflição ou simplesmente um sonho, ele era todo ouvidos.

Guilherme Queiroz, 73 anos

Seu anúncio de cuecas Zorba deixou de cabelo em pé a família tradicional.

Guilhermina Conrado Alexandre, 89 anos

Amava pescar. Todo final de semana estavam na beira da represa com os filhos, ou com Zino, seu grande amor.

Guiomar Azevedo de Oliveira, 84 anos

De fio em fio, teceu a vida, como um novelo. Empreendedora, mãe, amiga e uma mulher à frente do seu tempo.

Guiomar Bizarro, 63 anos

Depois de tomar seu café da manhã ela ia cuidar do papagaio e das plantinhas: era o seu ritual diário.

Guiomar Guerreiro Alvares Spedo, 86 anos

Fazia hidroginástica com seu marido, três vezes por semana, há 28 anos, na mesma academia.

Gumercindo Lopes de Souza, 94 anos

Com seu carisma e amor pelo simples, conquistava o coração das pessoas.

Günter Bif Stechert, 41 anos

Amava a vida, e não por acaso ela o amou de volta; era fã do Criciúma e o melhor churrasqueiro da turma de amigos.

Gustavo Barreto Alcântara, 11 anos

Estudioso e um grande amigo, gostava de jogar bola nos intervalos das aulas.

Gutemberg da Silva Barbosa, 48 anos

Construiu uma bela história e deixou suas marcas nas alegrias que imprimiu pelas ruas por onde dirigiu.

Hailton de Andrade, 67 anos

Sempre solidário, dizia: "O que você precisar é só pedir."

Hamilton dos Santos Noya, 33 anos

A frase clássica que usava sempre que alguém pedia algum favor era: "Não esquenta!"

Hamilton Menezes Neves, 51 anos

A gentileza em pessoa, distribuía bom humor com seriedade e disciplina.

Haroldo Barbosa Moraes, 66 anos

Adorava mergulhar no mar e ouvir "Losing my Religion", do R.E.M.

Haroldo Carneiro Leão, 90 anos

Um homem dedicado e amoroso que possuía uma admirável vontade de viver.

Haroldo Cordeiro Filho, 75 anos

Gostava de passar o tempo de um jeito peculiar: pintando a sua casa e a dos amigos.

Haroldo Horta, 85 anos

Foi um cronista apaixonado e grande defensor da sua muito amada Barra Mansa.

Haroldo Macedo Fontoura, 64 anos

Sede de conhecimento. Eterno pesquisador. Dizia sempre: "Faça o que digo, não o que faço."

Heberton da Silva Lopes, 32 anos

Amava a família, a estrada e o mar, especialmente se acompanhado de um peixinho à tira-gosto e música sertaneja.

Heitor Ramos de Carvalho Filho, 74 anos

Sua maior alegria era ver os vinte e um netos reunidos à mesa, todo domingo.

Heládio Ferreira de Sousa, 91 anos

Nas horas vagas, ele lia. Nunca ia dormir sem rezar. Honestidade e generosidade eram seus princípios.

Helcio José da Motta, 77 anos

Professor, guerrilheiro, optometrista e até "guru" de alguns; lutava por seus ideais e inspirou toda uma geração.

Helen Dias, 38 anos

Enfermeira devotada, foi uma estrela que salvou a vida de muitas pessoas.

Helena Alves Feitosa, 93 anos

Sempre fazia as pessoas rirem com suas brincadeiras. Era apaixonada pela vida.

Helena Conti Guimarães, 79 anos

A vovuxa mais jovem, aventureira, cinéfila e colorida que já existiu.

Helena do Nascimento Carvalho, 80 anos

Transbordava generosidade aos necessitados. Ah, Dona Helena, que mulher especial!

Helena dos Santos Silva, 60 anos

Sua vida era uma dança constante com a felicidade.

Helena Evanildes Alves Costa, 77 anos

Costurava muito além das roupas. Em vez de clientes, fazia amizades e laços duradouros.

Helena Hissacko Iwauchi, 79 anos

Escrevia cartas para seus parentes do outro lado do oceano. Cartas em japonês.

Helena Maria da Silva, 66 anos

Enfermeira, cuidava do corpo e da alma de quem quer que fosse, numa entrega amorosa e dedicada.

Helena Nunes Castilho, 90 anos

Mulher de pulso que lutava pela união da família.

Helena Olenik Felicetti, 58 anos

Generosa, em seu coração cabia o mundo, a família, os amigos, as pessoas em situação de rua, as plantas e os animais.

Helena Plastino Azevedo, 87 anos

Sua generosidade a tornava revolucionária como as narrativas que estudou em seus livros filosóficos.

Helena Souza Soares, 86 anos

Em sua casa, todos sentiam segurança e amor. Antes de dormir, rezava, conversava longamente com Deus.

Heleno Vieira, 69 anos

Gostava de jogar dominó em uma feira, junto com seu inseparável irmão Jovenil.

Hélia Rodrigues Martins, 63 anos

Trabalhou desde bem cedo, foi mãe-avó-madrinha de muitos e adorava uma festa, fosse Copa do Mundo ou Carnaval.

Hélio Alexandre Pereira Francisco, 49 anos

Se houvesse um concurso para eleger o filho de ouro, ele ficaria com o título.

Hélio Barros de Andrade, 61 anos

Como pediatra, orgulhava-se de estar sempre disponível e de não deixar nenhuma mãe aflita.

Helio Bento de Oliveira, 53 anos

Trocava qualquer passeio pelo prazer de ficar em casa.

Helio Cuperman, 81 anos

Um economista com alma de artista e um profundo amor pela família.

Hélio da Motta Veneno, 80 anos

Aos 80 anos, ainda esperava cada filho chegar do trabalho para abrir o portão e desejar boa noite.

Hélio de Assis Barreto, 72 anos

Notório torcedor da Lusa, fazia a melhor bacalhoada do mundo e, adorava arrancar boas risadas da família.

Hélio de Oliveira, 63 anos

Foi um ser admirável e iluminado que colhia felicidade e sorrisos bobos das pessoas amadas.

Hélio de Souza Furtado, 64 anos

Picota sempre sorrindo, quieto, viveu em paz.

Hélio de Souza Soares, 55 anos

Dizia que, como um disco de vinil, a vida tem o lado A e o lado B.

Hélio Francisco da Silva, 83 anos

Apaixonado por futebol, ouvia os jogos pelo rádio. Viveu a sabedoria da vida simples e dedicada à família.

Hélio Gumercino de Oliveira, 49 anos

Flamenguista roxo, com uma risada escandalosamente marcante e um bom humor nato.

Hélio Hideyoshi Hachiba, 57 anos

Gostava de cozinhar e de viajar, mas sua grande paixão era o Fusca amarelo.

Hélio José Garcia, 67 anos

Exemplo de generosidade e com seu bom humor característico, adorava mimar os netos e os amigos de quatro patas.

Helio Jugurta Silva Lima Cabral, 84 anos

Transformou o futebol de botão em uma tradição familiar, passada de uma geração a outra.

Hélio Rosa, 64 anos

Águias, somos sempre águias... e ele, o comandante, voou.

Hélio Sampaio Pereira, 84 anos

Perto dele, nada ficava fora do lugar. Sempre brincalhão, inventou apelidos pra todos que trabalharam em seu buffet.

Hélio Satomi, 68 anos

Quem vai à Colônia deve passar no Seu Hélio, guardião da história, homem de muito critério.

Helio Sebastião Pires, 78 anos

Observava as estrelas, admirava a imensidão do mar e gostava de ouvir um bom pagode.

Hélio Vieira de Freitas, 72 anos

Cativava todos pelas estradas da vida, sempre muito amável e com uma alegria contagiante.

Heliomar Matos de Araújo, 67 anos

De pouca conversa ou brincadeiras, mas de muito amor.

Hellen Cássia Sanches Póvoa, 25 anos

Amava um batom vermelho; era sempre a mais charmosa e a do sorriso mais belo.

Heloisa Helena Soares de Oliveira, 62 anos

Trazia em si a expressão da alegria de viver e seus atos demonstravam que a vida é para ser curtida hoje.

Helvécio Corrêa Reis, 80 anos

Demonstrava seu amor com simples gestos, como quando fazia uma comidinha e levava um pratinho para os netos.

Hely Gomes da Costa, 88 anos

Ganhou o título do homem mais cheiroso de Fortaleza.

Henrique Celso Avelar de Jesus, 51 anos

Homem de coração gigante, nasceu para ser pai.

Henrique Cordeiro da Cruz, 63 anos

Um cara ranzinza e teimoso que possuía no peito um enorme coração. Ajudava todos que pediam sua ajuda.

Henrique de Vasconcelos Cabral, 47 anos

Ser de luz que iluminava a todos com seu lindo e enorme sorriso, sua marca registrada.

Henrique Marques de Sousa, 72 anos

Na lembrança da sobrinha, ele foi o tio que a embalou ao som de canções.

Henrique Paulino Mota, 40 anos

Sempre focado e otimista, lutava com obstinação por aquilo que queria. E alcançava.

Henrique Soares da Costa, 57 anos

Com seu jeito simples doou sua vida a serviço da igreja e do povo.

Heraldo Tadeu Trivelato, 57 anos

Dedicou sua vida a ajudar o próximo com bom humor, otimismo e um sorriso no rosto.

Herany de Lima Corrêa, 96 anos

Falante, um tanto desbocada, apaixonada pelo marido e preocupada com os filhos.

Herbert Pereira Bruzaca, 91 anos

Existir não lhe bastava, queria povoar o mundo com gestos de carinho e gratidão.

Herculano Wanderlin da Silva Gibson, 72 anos

Um avô muito especial para os seus netos.

Hérica Castilho Polizel Willon, 44 anos

Anjo que transformava a vida das pessoas à sua volta com sua linda risada.

Hermano Mariano da Silva, 69 anos

Assobiava o dia todo; e não deixava de jogar na loteria e de assistir aos telejornais.

Hermes Pereira Cezar, 59 anos

Não passou pela vida simplesmente, ele a viveu intensamente. Foi feliz a cada dia.

Hermes Ribeiro de Oliveira, 59 anos

Quem teve o privilégio de comer os peixes que ele preparava, sentiu o seu amor em forma de sabor.

Hermínio Escobar, 86 anos

Um homem apaixonado pela esposa e dedicado à família.

Hernan Enrique Ruedlinger Vega, 64 anos

Ensinou à filha, entre tantas coisas, o amor pela cozinha.

Heverton Marcelo Araújo dos Santos, 50 anos

Amigo de todas as horas, de tudo fazia uma festa. Deixou uma cidade órfã de sua atuação como vereador.

Hilário Ab Reta Awe Predzawe, 43 anos

Sonho não envelhece. Aos 41 anos, o xavante deixou a aldeia para se formar professor.

Hilda da Conceição Silva, 82 anos

Aniversário e casa cheia eram as suas alegrias.

Hilda de Abreu Barbosa, 96 anos

Costureira, bordou no tecido da vida cores alegres e vivas.

Hilda de Carvalho Rangel, 85 anos

Suas habilidades culinárias perfumavam toda a casa de amor e cuidado.

Hilda de Medeiros Costa, 103 anos

Curiosa e apaixonada, Hilda foi excelente professora porque trazia para a sala de aula o que aprendia no mundo.

Hilda Machado Bozza, 81 anos

Era como um caule forte sustentando e nutrindo muitos galhos; sua vida foi exemplo de caridade e doação.

Hilda Maria Cordeiro, 78 anos

Fez questão de viver intensamente todos os momentos de sua vida.

Hilda Maria de Oliveira, 76 anos

Era como uma árvore forte e generosa que oferecia sombra e abrigo a quem dela precisasse.

Hilda Menna Barreto Copello, 97 anos

Não importa qual fosse a refeição, nas mãos da doce Hilda, o prato mais simples virava um banquete.

Hilda Oliveira Custódio, 64 anos

Era vaidosa, adorava dançar e nunca deixou de celebrar a vida.

Hildebrando Brito da Silva, 56 anos

Amava Deus, sua família e a Igreja. Era engraçado, "Ih, Deu Branco!", brincava com o próprio nome.

Hilderson Michel Baia Nunes, 33 anos

"Tenho que ser exemplo", dizia. E assim ele foi, no trabalho e na vida.

Hildo da Silva, 54 anos

O enfermeiro da linha de frente de combate à Covid-19 que nunca esquecia o bom humor em casa.

Hilma Cristina da Silva Cardoso, 71 anos

Amava o Natal e não cansava de afirmar que Natal sem tâmaras, não era Natal.

Hilson Moreira da Silva, 62 anos

Jamais chegava na casa dos filhos de mãos vazias, fazia questão de levar a comida preferida de cada um.

Hisazy Shikasho, 75 anos

Pedalava toda manhã, distribuindo seu melhor sorriso!

Homero Rodrigues Silva Neto, 49 anos

Com 1,92, conseguia ter um coração maior que sua estatura.

Horacia Coutinho Caliri, 69 anos

Uma vida dedicada à família.

Horacina de Ornellas Pedrosa da Silva, 83 anos

Levou a luz do conhecimento onde reinava a desesperança.

Horácio José Silva, 75 anos

Peão de trecho, cortou o Brasil de fora a fora. Trabalhou nas grandes obras do país, e se orgulhava disso.

Hosana Paula Gil, 42 anos

Com seu coração enorme, estava sempre pronta para ouvir o outro.

Hubert Spadano, 82 anos

Homem alegre que vai fazer novas amizades no céu!

Hueber Pereira Santiago, 41 anos

Um excelente enfermeiro e muito brincalhão; o amor pela enfermagem o fez lutar até o último minuto.

Hugo Antonio Konart, 65 anos

A alma de criança e o espírito jovial faziam dele um menino.

Hugo Dutra do Nascimento Silva, 25 anos

Sorria com o rosto e com o corpo através da dança.

Hugo Emanoel Vieira, 58 anos

A luz que ilumina o caminho de sua família e os ajuda a seguir.

Hugo Grazzini, 85 anos

Um doce de pessoa, são-paulino de coração e rei das macarronadas dominicais.

Hugo Ricardo Conceição Eloy, 46 anos

Recebeu nome de personagem de novela e, com luz de estrela, iluminou a vida de toda a família.

Humberto Campero Frias, 78 anos

Boliviano de nascença e brasileiro de coração. Apaixonado pelo futebol, pelo mar e pelos filhos.

Humberto Castelo Branco, 71 anos

Para ele, o amor é a coisa mais importante desse mundo.

Humberto Ferreira da Silva, 90 anos

Para onde fosse, tinha um chocolate para oferecer em gentileza.

Humberto Leite Medeiros, 50 anos

Tinha como lema viver a cada dia como não houvesse amanhã.

Humberto Luiz da Silva, 74 anos

Ensinava o amor incondicional e a perdoar sem julgamentos.

Humberto Marinho, 73 anos

Tinha no grande amor de sua vida um colírio para os olhos.

Humberto Vitach Gambaro, 86 anos

Um avô amoroso, que se emocionava ao ponto das lágrimas vendo seu neto no palco.

Ian Iago de Aguiar Gramacho Matos, 28 anos

Seus aniversários eram todos comemorados com festas temáticas, da decoração ao aniversariante fantasiado.

Iara Pinho Medeiros, 72 anos

Querida demais, ela é quem marcava todas as reuniões de família.

Iarione de Souza Amorim da Silva, 54 anos

Atenciosa e boa em tudo o que fazia.

Iasmin de Albuquerque Cavalcante Duarte, 62 anos

“Fiquem firmes e se esforcem para serem felizes", dizia nas formaturas, com todo orgulho de formar médicos.

Iclea Nazareth Leal Pinto, 88 anos

Em sua casa, a alegria e a bagunça eram componentes certos em um dia de domingo, quando toda a família se reunia.

Idacy Ribeiro da Silva, 82 anos

Cuidava das plantas e dos cachorros com todo o amor do mundo. Sabia fazer o “cheirinho do melhor café”.

Idalgo Moura do Santos, 45 anos

Provavelmente será um apaixonado pelo céu e agora, pelo infinito.

Idalice Cordeiro dos Santos, 93 anos

Rezadeira e amorosa, essa avó fez questão de dar o primeiro banho em cada um dos seus dezesseis netos.

Idalina Fernandes Cunha Capucci, 72 anos

Fina e sempre elegante. Uma mulher incrível: linda por dentro e por fora.

Idê Figueira Ferraz Rocha, 82 anos

Uma pessoa generosa, que não negou ajuda a quem percebesse estar com dificuldade.

Ideilton Bezerra dos Santos, 77 anos

"Sábado a gente faz. Deixa pra sábado!", ele dizia.

Idelma Potel, 68 anos

Uma mulher intensa, carismática, dedicada e que nunca passava despercebida.

Idelson Costa Cordeiro, 74 anos

O abraço forte, o sorriso cativante e o enorme coração são marcas que nunca serão apagadas das memórias dos seus.

Idivina Campos Roque, 95 anos

Viveu intensamente sua vida e cumpriu a missão na terra.

Idvaldo José Lopes de Abreu, 43 anos

Anfitrião dedicado, gostava de mesa farta, com um bom churrasco e alegria transbordante.

Ieda Garcia Salgado, 92 anos

Sua missão foi distribuir amor e acolher com palavras. Adorava tomar café com leite, todas as tardes.

Iêda Ludovina Castro Barbosa, 66 anos

Amava os amigos e a família. Organizava viagens como ninguém.

Ignes Brusa Bordin, 79 anos

Dona Flor era puro amor. Na dança da vida sempre foi destemida e espirituosa.

Ignez Branco Baptista, 91 anos

Dizia que viveria até os cem anos.

Ignez Pereira Duarte, 74 anos

Com seu lindo sorriso e alto-astral inabalável, sabia como agregar família e amigos.

Ignez Rossato, 94 anos

Sempre gostou de cuidar de todos. Entre pincéis e números, encantava e surpreendia.

Igor Cesar Lima Sassui, 36 anos

Médico que amava celebrar a vida e ajudar incondicionalmente.

Ilaide Souza Pereira, 90 anos

Passarinha livre e independente, mas que não descuidava dos filhotes no ninho.

Ilda de Oliveira Guedes, 78 anos

Cuidava deixando um pouco de si em cada pessoa, tornou o mundo um lugar melhor.

Ilda Nocetti Macias, 74 anos

A voz doce que perpassava as salas de aula e alcançava os corações.

Ilda Ribeiro da Silva, 68 anos

Religiosa, Madre Lúcia de Fátima dedicou sua vida à caridade e ao trabalho voluntário com idosos.

Ildemar Cavalcante Guedes, 68 anos

Era um médico que se doava totalmente para o povo.

Ildeu de Oliveira Barbosa, 80 anos

Um avô que ensinou que o amor está estampado nas pequenas coisas da vida, basta você olhar com calma e ternura.

Ildiko Êmese Holfinger Farias, 40 anos

Passear com a Turquinha, como gostava de ser chamada, era uma aventura só!

Ildivan Damasceno Pereira, 43 anos

Uma vida marcada por bondade e generosidade.

Ilézio Almeida Oliveira, 74 anos

“A César o que é de César, a Deus o que é de Deus”, dizia aos filhos, ao educá-los.

Ilídio José Ferreira, 63 anos

No campo do coração, o time eram os filhos, a esposa e o seu Corinthians, todos jogando do mesmo lado.

Ilma de Oliveira da Silva, 79 anos

Ensinou, pelo exemplo, que na vida as conquistas somente seriam possíveis através de muito trabalho e dedicação.

Ilma Ferreira Mendes Vieira, 78 anos

Definitivamente ela não era deste mundo. Sua bondade simplesmente não combinava com o resto da humanidade.

Ilma Lemos de Oliveira Reis, 60 anos

O seu coração era como a imensidão azul do mar, que lá no horizonte parece tocar o céu.

Ilma Maria Pires de Jesus, 84 anos

Avó batalhadora, muito amada por todos, tão calorosa que esquentava até corações.

Ilmar Ries Gomes, 53 anos

Um líder que viveu pelo seu filho.

Iloivaldo Araújo Rodrigues Junior, 44 anos

Honrou pai e mãe, amou minha família, fez as pazes com Deus.

Ilson de Figueiredo, 83 anos

Alegre, carismático, generoso, apaixonado pela família e pela vida. De espírito jovem, nunca deixou de sonhar.

Ilza Garcia, 98 anos

Ela foi uma pessoa federal.

Ilza Teixeira dos Santos, 77 anos

Um ser de luz, que guiará os seus sempre.

Ilzelina Sá Pereira, 72 anos

Chamava a própria casa de pousada, indicando com isso que tinha espaço pra receber todo mundo.

Iná Corrêa de Meireles, 55 anos

Deixou um pouquinho de vida, amor e sorriso por onde passou.

Inácio José de Moura, 73 anos

Brincalhão, a marca registrada de Santo era apelidar e assustar amigos e familiares.

Inácio Konmarson Pessoa Sousa, 46 anos

Amava a profissão e as estradas. Vai deixar um caminho de saudades.

Inar Mosciaro Gomes, 69 anos

Seus famosos pastéis tinham gostinho de quero mais. O segredo? Ela contava apenas aos filhos.

Inês Petrecca de Carvalho, 70 anos

Uma guerreira, desde sempre!

Inês Rabelo da Silva, 73 anos

Dedicou mais de três décadas à educação. Foi tão querida que escolheram nomear uma escola em sua homenagem.

Inêz Batista Toledo, 75 anos

Seu sonho de estudar foi tão grande quanto a sua paixão por alfabetizar.

Inêz Fernandes Corrêa de Oliveira, 78 anos

Tia Inêz era a pessoa mais vaidosa e festeira da família. Gostava de celebrar a vida!

Inge Steinforth Nascimento, 67 anos

Dizia sempre que nunca devemos abaixar a cabeça, e sim continuar firmes e fortes.

Iolanda de Abreu, 60 anos

Dizia que tudo que fazemos aos outros, estamos fazendo à nós mesmos.

Ione Cândida Costa Azevedo, 56 anos

Presenteava a todos de coração e sabia, com sua alegria, provocar festa onde chegava.

Ione das Graças Silva Medeiros, 67 anos

Além de abrilhantar as serestas com sua dança, a empatia foi uma das grandes marcas deixadas por Lola.

Iracema Amorim, 76 anos

Os cantos do seu povo Guajajara eram sua paixão e ela orgulhava-se em os representar.

Iracema de Mattos Pereira, 86 anos

Sempre prezou a união e a harmonia coroando uma vida de cuidado e doação.

Iracema Diniz da Conceição, 83 anos

"Ei, mas aqui pra nós" era sua maneira de dividir alguma confidência.

Iracema Libania da Silva de Oliveira, 82 anos

Uma senhora que exalava vida e que realizou muitos dos seus sonhos.

Iracema Pauli, 76 anos

Levava amor até nos temperos.

Iracema Pereira da Silva, 54 anos

Dedicação e amor ao som do romantismo de Amado Batista.

Iracema Rissatto, 90 anos

Trabalhadora, conquistou sua independência como costureira.

Iracema Rizzardi de Oliveira, 91 anos

Vaidosa, apaixonada pelo marido, pelos churrascos em família e pela caipirinha com os genros.

Iracema Silva de Sá, 62 anos

Iracema viu sonhos se tornarem realidade: viu seus três filhos criados e formados e se tornou avó.

Iracema Tuan Sterzza, 88 anos

Matriarca excepcional, de uma índole e de um caráter incontestável.

Iraci Braga da Silva, 82 anos

"Nunca é tarde para amar, estudar e ser feliz", dizia sempre.

Iraci Vendramim Delecrodio, 62 anos

Sorriso estampado, generosidade e luz espalhadas ao seu redor, sempre.

Iracial Mendes da Conceição, 85 anos

Cici viveu para cuidar das pessoas que amava.

Iracildes Moreira Andrade, 73 anos

Dona Cida gostava da vida no campo, de fazer crochê e de saber tudo que se passava ao redor.

Iracy de Souza, 86 anos

Descrevia o tempo toda manhã em inesquecíveis áudios, iniciados com um vibrante bom dia, no grupo da família.

Iracy Ferraz Herrmann, 99 anos

Baby, uma mulher sensível.

Iracymar Corrêa Ferreira, 85 anos

Sempre acolheu a todos. Dizia que sua casa era da família e que sempre cabia mais um.

Iraídes Serrão Neves, 52 anos

Viveu para Cristo e para sua família que tanto amava.

Irailde Urbano da Silva, 77 anos

Sua casa era o espaço do encontro. Seu sorriso, o espaço da alegria.

Iramar Carneiro de Oliveira, 43 anos

Para ele, dava pra ser oito e oitenta ao mesmo tempo.

Iramária Ramos Ataide, 72 anos

Vó Ira era dona de uma casa com um detalhe peculiar: estava sempre de portão aberto e de mesa cheia.

Irani de Lima Dias, 71 anos

Este verso é um pouquinho de uma vida inteira, de quem cumpriu sua missão dignamente.

Irani dos Santos Silva, 75 anos

Filha de Maria, onde a alegria e a fé fizeram morada.

Irani Rosa Cândido, 73 anos

Tinha uma luz, uma alegria e uma sabedoria que, assim como seus bolinhos de final de tarde, eram incríveis.

Iranildo Luiz da Silva, 37 anos

Ele ainda é e sempre será a trilha sonora da felicidade e do amor.

Irapuan Salles, 57 anos

Ele tinha um carinho latente pelo bem-estar de toda gente. A honestidade o acompanhava por todo canto.

Iremar Severino de Souza, 71 anos

Nas horas livres, gostava de ouvir música e de uma cerveja bem gelada.

Irene Alves de Viveros, 84 anos

Mãezona amorosa, queria todos os filhos, netos e bisnetos debaixo das suas asas.

Irene Angela de Macedo, 89 anos

O seu maior legado são seus valores. Através deles, ela vai ser o canarinho que nunca vai embora.

Irene Antônia de Melo da Silva, 78 anos

A bela família que construiu era sua vida e sua essência.

Irene Armanda do Nascimento, 85 anos

Preparava uma deliciosa buchada de bode para recepcionar o amado filho.

Irene Azevedo de Jesus, 93 anos

Sua risada, força e dizeres permanecerão para sempre entre os seus.

Irene Barbosa da Silva Souza, 66 anos

Tinha um abraço que mais parecia um lar.

Irene Bertholdi Fernandez, 86 anos

Costumava lembrar dos que já se foram, agora será eternizada nas histórias contadas pela família.

Irene Boaventura da Silva, 79 anos

A tia mais querida que contagiava todos com sua alegria e seu jogo de bingo.

Irene Lopes de Carvalho, 96 anos

Mulher guerreira... Irene era apaixonada por viver e aproveitou muito a vida.

Irene Negreiros de Albuquerque, 88 anos

Zelava pelo jardim e pela horta com o mesmo amor imensurável que dedicou à família.

Irineo Schirmer, 83 anos

Teve a capacidade de se reinventar várias vezes, inclusive após sua aposentadoria.

Irineu Alves de Goss, 64 anos

Registrou o crescimento das filhas com suas máquinas fotográficas.

Irineu Bertevello, 78 anos

Via beleza na simplicidade da vida, era o melhor pai que um filho poderia ter.

Irineu Ferreira Santiago, 94 anos

Era de poucas palavras quanto aos sentimentos, seus gestos falavam por ele.

Irineu Fidelis, 63 anos

Um homem cujo coração não cabia no peito.

Íris Fialho Abdala, 90 anos

Sempre atuou na defesa dos mais vulneráveis, sobretudo após sua formação em Direito. Acolhia sem julgar.

Irlanda Maria Gamba Rudolf, 76 anos

Generosa e sempre disposta a ajudar. Havia sempre café quentinho e um bolo fresco sobre sua mesa.

Irma Miranda Maia, 82 anos

Sempre preocupada com o próximo, tinha a mania de conseguir emprego para as pessoas.

Irma Rodrigues da Silva, 85 anos

Com sua alegria de viver, sempre dançando e cantando, afirmava que queria chegar aos cem anos.

Isaac Benjamin Alves de Melo, 5 meses anos

Um pequeno grande homem que se fez gigante diante da vida e encantou a todos com seu sorriso de anjo.

Isaac Souza Rocha, 38 anos

Momentos difíceis tornavam-se mais leves com ele. Além de ajudar, ele transformava tudo em histórias engraçadas.

Isabel Cristina Dangelo Sianga, 52 anos

Em Indaiatuba, ninguém fazia bolos como a Bel.

Isabel de Sousa, 61 anos

Com um coração maior que ela mesma, ensinou que o cuidado é o gesto de amor mais verdadeiro.

Isabel Delfina Ferreira, 92 anos

Era realmente o amor da vida de seus filhos e netos. Eram todos loucos por ela.

Isabel Lendengue da Silveira, 85 anos

“Que nossa mãezinha, Nossa Senhora, te proteja!”, abençoava ela.

Isabel Martins Prates, 61 anos

Em sua casa todos eram recebidos com café, biscoito e bolinho de chuva.

Isabelle Soares Feitosa, 27 anos

Torcedora fanática do Fortaleza Esporte Clube, amava cachorros como se fossem pessoas.

Isac Lopes Ferreira Dias, 65 anos

Com humildade e dedicação plantou boas sementes na terra e no coração dos filhos.

Isael da Luz de Brito, 64 anos

Nordestino que realizou o sonho de ir para São Paulo em busca de uma vida diferente.

Isaías Bezerra Cavalcante, 54 anos

Ele era lar. A cada tijolo empilhado, suspirava-lhe o coração.

Isaías Leite de Oliveira, 79 anos

Possuiu uma imensa coragem e desejo de viver: amou, se aventurou, e apreciou as delícias da vida.

Isaías Lira da Cunha, 80 anos

Temente a Deus, viveu pela família e colecionou boas histórias. Deixou o seu melhor legado: o amor ao próximo.

Isaías Perfeito Favatto, 58 anos

Inteiramente feito de alegrias. A vida encontrou a rima perfeita para Isaías.

Isaías Polinario, 64 anos

Ele se emocionava com histórias tristes que assistia na TV.

Isalém Nogueira de Camargos, 80 anos

Tinha educação ao tratar as pessoas com sua serenidade e calma.

Isaura de Jesus Campos, 49 anos

Com suavidade na voz e um sorriso iluminado no rosto, era como uma doce e amável criança.

Isaura Maria Ramos Nascimento, 83 anos

Forte, ativa e cheia de vida; era o amor em pessoa e a palavra de Deus na prática.

Isavan Wolgrand Barros Lira, 81 anos

Um ser de muita fé, devoto de São Luís Gonzaga.

Isilda de Freitas Rodrigues Lopes, 69 anos

Conheceu a guerra em seu país de origem e encontrou a paz profunda contemplando o mar no Brasil.

Ismael Afonso Costa, 71 anos

Adorava falar em público, não podia ver um microfone.

Ismael de Almeida, 63 anos

Dono de um coração gigante, foi o melhor pai do mundo em bondade e felicidade.

Ismael de Almeida, 66 anos

O multiplicador de sorrisos e abraços, sabia como ninguém escolher boas melancias para os encontros.

Ismael Lino do Nascimento, 77 anos

Homem feliz, trabalhador, sonhador e, acima de tudo, pai.

Ismael Pereira de Oliveira, 41 anos anos

Apaixonado por motos, o motoboy adorava reggae e levava na garupa o desejo de estar perto da família.

Ismael Pires Costa Filho, 57 anos

Alma gêmea de sua esposa, se uniu a ela no céu. Ambos lutaram contra o coronavírus.

Ismael Raimundo, 61 anos

Um homem que acreditava no poder de um "bom dia" e que superou um câncer de intestino.

Ismana Altina Teixeira de Azevedo, 46 anos

Adorava visitas e preparava a comida típica mineira preferida de cada um. É como demonstrava seu amor.

Isnaldo Pessoa Cavalcante, 58 anos

Seu trabalho era iluminar a vida das pessoas.

Israel do Amaral Vieira, 72 anos

Acreditava que o importante era ser autêntico, ser único.

Israel Pereira de Souza Filho, 66 anos

Tinha orgulho em torcer e patrocinar o São Paulo Futebol Clube, do São João do Cariri, seu time coração .

Itália Zaccaro Faraco, 103 anos

Iluminada feito o Renascimento, ela era quase o país homônimo. Mas era brasileira e não tinha fronteiras.

Ítalo Renato Lopes de Lima, 61 anos

Não mediu esforços para dar o melhor aos filhos.

Itamar Cruz Braga, 89 anos

Cozinheiro do melhor feijão do mundo, se divertia encobrindo as peraltices dos bisnetos.

Iva Lino dos Santos Ferreira, 78 anos

Cozinhava bem, torcia pelo Corinthians e amou muito na vida.

Ivair Ângelo de Lima, 53 anos

Gostava de estar rodeado de sorrisos: nas fotos que deixou, sempre há uma turma diferente dividindo a imagem.

Ivair José Cristovão, 54 anos

Soldado da Polícia Militar de Santa Catarina, sempre lutou pela igualdade do negro.

Ivaldo Pedro Nogueira, 55 anos

Sua sabedoria para realizar sonhos sem ferir ninguém, tornou-se um legado para a filha.

Ivaldo Rodrigues Lima, 42 anos

Por onde passava deixava um pouquinho da sua essência.

Ivan Antônio Arbex, 69 anos

Era dono de um coração generoso. Foi médico e, por amor ao próximo, lutou até o fim para salvar vidas.

Ivan Basilio, 56 anos

Tinha o coração mais lindo que já existiu, e seu sorriso era capaz de refletir toda essa beleza.

Ivan Dimitrova, 63 anos

Do Pantanal ao México, o que mais gostava de fazer era sair em viagens de pescaria com a família e os amigos.

Ivan Mendes, 70 anos

Percorreu o Brasil trabalhando e juntando dinheiro para pagar seu curso de pré-vestibular. Formou-se engenheiro!

Ivan Raimundo da Silva, 52 anos

"Bibi, cheguei Bibi!", dizia sempre para a filha ao chegar em casa.

Ivan Reis Bezerra de Souza, 79 anos

Acordava cedo para coar café; e dedicava seu tempo em compartilhar afeto, amar a família e torcer pelo Vasco.

Ivan Willians Lisboa, 42 anos

Se dependesse dele, a vida seria para sempre uma festa.

Ivana Alves da Silva, 46 anos

De voz mansa e sorriso amável.

Ivana Maria Martins Fernandes, 58 anos

Cabelos ondulados e iluminados, olhos expressivos e um coração que transbordava amor.

Ivanda de Jesus Batista dos Santos, 45 anos

Mulher obstinada, não se abateu ante os desafios. Com o trabalho, família e amigos alcançou a alegria na vida.

Ivaneide Silva Pereira Santa Barbara, 61 anos

As calçadas de São Luís do Maranhão vão sentir saudades da Nega. Do bate-papo, das histórias e de seus conselhos.

Ivanete Lustosa Silveira da Silva, 68 anos

Sempre procurou ser boa cristã. Fez de sua vida exemplo de amor e perseverança.

Ivanete Teixeira Balestrero, 67 anos

Uma mulher apaixonada por rosas e por cozinhar.

Ivanildes Marinho Batista Gomes, 79 anos

Nunca deixava um "eu te amo" para depois.

Ivanildo Nogueira da Silva, 57 anos

Aquela voz inspiradora que nos despertava todas as manhãs dizendo "É só alegria!"

Ivens Rodrigues da Costa, 68 anos

Virou encantado da Floresta Amazônica, vive agora eternamente no segredo das plantas e dos pássaros.

Iverson dos Santos Correia, 41 anos

Eterno sonhador, cultivava o lado bom da vida e ofertava sempre o melhor de si.

Ivete Flávia de Moraes Menezes, 66 anos

A mulher paciente, alegre e forte, onde a arte pública de São Paulo começava.

Ivini Ribeiro de Castro Rodrigues, 40 anos

Na música da vida, dançou sem medo de ser feliz. A dança era um de seus maiores amores e seus passos reluziam.

Ivo Bonzanini, 80 anos

Um gremista de coração. Amava um carteado e um churrasquinho em família.

Ivo de Barros, 82 anos

Nunca se esqueceu de sua querência e descansa agora, em pampas míticos, junto dos seus.

Ivo Maciel Diniz, 71 anos

Não tinha quem não gostasse do seu modo humilde e simples de viver a vida.

Ivo Tavares Ferreira, 71 anos

"Não sou 10, sou 11. Pois 10 tem furo e eu não!", dizia ele.

Ivone Alves Ribeiro de Jesus, 55 anos

Ela adorava estar com as irmãs e relembrar os bons momentos da infância.

Ivone Maria de Souza Pires Bueno, 66 anos

Uma vovozinha que amava zumba. Dona de uma risada inconfundível!

Ivone Melo, 49 anos

Certa vez ela disse: "filha, lá no céu é sem explicação, é maravilhoso... e um dia eu sei que vou chegar lá."

Ivonei Jacinto da Silva, 54 anos

Homem de fé, coração brando e uma generosidade imensurável.

Ivonete Alves, 59 anos

Luz que iluminou todos que conviveram com ela, agora deixa um rastro de saudade.

Ivonete Conceição da Silva, 93 anos

Coroada princesa aos 90 anos, Nete foi senhora sábia e companheira.

Ivonete dos Santos, 76 anos

Seu maior atributo era a fé, e assim educou os filhos. Até enquanto pedalava, ela rezava o terço.

Ivonne Hunter Silva, 90 anos

A uruguaia mais brasileira que alguém já conheceu.

Ivor Demétrio Fossatti, 56 anos

Apaixonado por futebol; era companheiro inseparável da esposa e amigo dos filhos.

Ivson Carlos Vieira, 46 anos

Adorava ouvir músicas nas horas livres e principalmente tocar guitarra nos trios elétricos que passavam pela cidade.

Iza Eleuza de Castro Silva, 37 anos

"Vamos sair, que o tempo é curto", dizia depois de longos plantões no hospital.

Iza Lucy Ferreira, 81 anos

Um gatinho a visitava nas tardes de quarentena. "Ele gosta das histórias que eu conto, por isso vem", dizia ela.

Izaac de Souza Tavares, 67 anos

Adorava “dar alicate” nos netos, aquele beliscãozinho com os dedos dos pés.

Izabel Maria de Jesus Gonçalves, 69 anos

Seu lugar favorito no mundo era Caldas Novas, embora fosse para qualquer lugar onde sua família estivesse.

Izabel Mendonça Machado, 91 anos

Donazabé foi alfabetizada aos 70, mas sua admirável sabedoria ia além das letras: pressentia de longe uma gravidez.

Izabella Cortesini, 15 anos

Amável e divertida, estava no Ensino Médio e já sonhava ser advogada.

Izadora Luiz, 25 anos

Causava reflexões que espelhavam sua sabedoria.

Izaias Lopes Cabral, 74 anos

Cortando cabelos, saiu da pobreza e criou três doutores.

Izaias Wariss de Aguiar, 61 anos

Calmo como ninguém. Ele dizia: "Hoje é tempestade, amanhã é sol".

Izaura Maria Teixeira Bueno, 53 anos

Apaixonada por seus filhos, era com histórias e boas risadas que nutria essa paixão.

Izeth Pereira Silva, 73 anos

Adorava fazer umas comprinhas e manter as unhas e os cabelos sempre impecáveis!

Izidio Jose Campina Neto, 37 anos

Netinho adorava comer e gostava que as amigas soubessem, assim, nunca lhe faltava um lanchinho de presente.

Izolina Gonçalves dos Santos, 90 anos

Zó, a bisa dos melhores cafunés.

Jabes Leonardo da Silva, 85 anos

Um ex-policial cujo lema era ajudar o próximo e nunca negar comida a alguém.

Jaci da Silva Belarmino, 65 anos

O samba, o mar e a cozinha foram as paixões deste produtor cultural.

Jaci Xavier de Barros, 60 anos

A fala alta e os comentários inusitados arrancava gargalhadas de todos.

Jacilene Aparecida de Souza, 44 anos

Dona de um sorriso fascinante e de um amor incalculável.

Jacimara Reges Farias, 49 anos

Amava as crianças. Deixou saudade e muitos ensinamentos.

Jacineide Azevedo da Costa, 42 anos

Uma fortaleza bondosa que viveu para seguir os ensinamentos de Cristo.

Jacinta dos Santos Costa, 75 anos

Cozinheira de mão cheia. Mulher de fé, uma grande devota de Nossa Senhora das Graças.

Jacinto Vicente da Silva, 85 anos

Era um andante do mundo, com ânimo constante para a vida. Um católico fiel e devoto de Nossa Senhora.

Jacir José Ferrarezi, 60 anos

Tio Nego era batalhador e guerreiro. Sorria bastante. Amava Salete, sua companheira de todos os dias.

Jacir Ludtke, 73 anos

Plantava árvores e bondade. Sua principal colheita foi o amor.

Jacira de Jesus Milani, 73 anos

Para onde foi, com certeza, será sempre amiga, defensora e guerreira, como foi aqui na Terra.

Jacira Rodrigues da Silva, 74 anos

Rodeada pela família, adorava cantarolar animadamente, enquanto apontava os dedinhos indicadores para o alto.

Jaciro Barbosa de Souza, 54 anos

Tio generoso e amado como pai pelos 19 sobrinhos aos quais amou de forma incondicional e especial.

Jack Fernandes dos Santos, 89 anos

Todos os domingos ele comia arroz à piamontese e medalhão ao molho madeira. Essa era sua marca registrada.

Jackson Carlos Barbosa, 65 anos

Ele ouvia com o coração.

Jackson da Silva Araújo, 36 anos

Tinha uma paixão por comida e outra maior ainda pela chegada da neta Aylla.

Jacob Batista dos Santos, 75 anos

Ele gostava mesmo era de bater papo.

Jacob Borenstein, 84 anos

Um homem bom, grande contador de histórias e jornalista talentoso.

Jácome Eduardo Perrucho Brito, 54 anos

Deixou uma lição para todos: nunca é tarde para fazer o que te faz feliz.

Jacqueline Hernandes, 49 anos

“Vamos comer o que tivermos vontade, porque não sabemos o dia de amanhã. Miséria comigo, jamais!”, brincava ela.

Jacy de Oliveira Montalvão, 89 anos

Jajá enchia de cor a vida dos amigos com suas travessuras de eterno menino.

Jacy Muniz de Souza, 80 anos

Adorava ver a neta dançando e a ensinou, entre outras coisas, a amar o próximo.

Jacyr Simão, 80 anos

O dentista Jacyr amava o belo: pintava, esculpia e cultivava bonsais.

Jacyra Pereira da Costa Goes, 83 anos

Lutar na vida era o que ela fazia bem; além de cantar, dançar e acreditar no amor.

Jadiel Reis e Silva Filho, 46 anos

Era padrinho de tudo quanto é sobrinho e primo. Passou a vida tentando ajeitar o mundo.

Jadyr Araújo, 84 anos

Todo mês de agosto, em um ônibus chamado Jerônimo, fazia uma viagem para pescar.

Jaiel Gieze Reversi, 29 anos

Era a metade que completava sua irmã.

Jaime Alves de Oliveira, 91 anos

Sempre com um sorriso no olhar, amava comemorar o aniversário em família.

Jaime Antunes, 92 anos

O eclético engenheiro que amava música erudita e gostava dos programas de humor do Chaves.

Jaime Chen Tsong Miin, 73 anos

Trabalhador incansável e sempre bem humorado, confortava a todos dizendo: “A vida é assim mesmo!”

Jaime David Winiawer, 74 anos

Aos 74 anos, vivia a vida intensamente. Bailando, contando histórias, fazendo amizades.

Jaime Luís Cottens Ghisleni, 61 anos

Suas lágrimas sempre foram de alegria.

Jaime Machado, 81 anos

Com sorriso largo, positividade e generosidade, viveu a vida na cadência bonita do samba.

Jaime Natalício da Silva, 63 anos

A bondade foi o seu maior ensinamento e o seu grande legado.

Jaime Paiva Mafra, 69 anos

Bega amava uma roda de samba e, em seu coração, assim como em seu quintal, sempre havia lugar para mais um.

Jaime Pereira de Brito, 77 anos

Hábil com a bola nos pés na juventude e com a palavra de Deus na vida adulta, nunca aceitou discriminação.

Jaime Sousa da Silva, 66 anos

Homem de caráter e fé inabaláveis, mesmo nos momentos difíceis não se entristeceu.

Jaime Takeo Matsumoto, 62 anos

Deixava seu jornal toda quinta-feira na mesa do consultório.

Jair Amaral, 69 anos

Um homem de muitos amigos que sempre prezou pelo bem-estar de cada um.

Jair Batista da Silva, 58 anos

Boêmio e fã de Zeca Pagodinho, foi um pai alegre, que sempre dizia: "Eita, vida boa!"

Jair Brandão Sá Teles, 69 anos

Ele tinha mania de ser bom: o que era dele, era de todos.

Jair Neves da Silva, 65 anos

Sua via foi um testemunho vivo de que a verdadeira bondade reside na essência, jamais na aparência.

Jair Oliveira dos Santos, 49 anos

Tinha uma risada inconfundível. E era quem mais aproveitava os almoços e aniversários de família.

Jair Reis, 48 anos

Representou, com amor, os rodoviários de Brasília e cantava uma moda de viola aonde chegava.

Jair Rocha Mendes, 57 anos

Era o faz-tudo, não media esforços, sempre achava uma solução.

Jair Saboia Dantas, 80 anos

Mesmo em dias nublados, através do seu sorriso ele brilhava como o sol.

Jair Sebastião de Souza, 74 anos

Vai, Jair... tocar sua viola no Céu!

Jair Silva Ribeiro, 61 anos

O técnico de enfermagem cuja missão era ajudar o próximo.

Jair Táparo, 61 anos

Tinha a mania de ficar puxando os cabelos antes de dormir.

Jairo César Bezerra, 79 anos

Ninguém, além dele, assobiava lindas canções tão bem.

Jairo Dornelles da Silva Sales, 34 anos

Guardava momentos, não dinheiro.

Jairo Rafael Trindade, 31 anos

Um jovem cuidador de seres humanos, sonhador, apaixonado por filmes, futebol e pagode.

Jalbas Vitorio Cavalcante, 76 anos

Enquanto estudava direito, trabalhou como cobrador de ônibus, até tornar-se advogado.

Jamil Santoro Moreira, 75 anos

Um grande contador de "causos", generoso e amável.

Jamile Silva Leite dos Reis, 44 anos

Uma mulher forte que amava a família, o mar da Barra e o carnaval de Salvador.

Jamilton Antonio Sampaio da Silva, 63 anos

Persistente na arte da conquista, registrava seu amor em cartões.

Janaina Andrade Navajas Alencar, 44 anos

Adorava batom vermelho e roxo. Estava sempre com roupas coloridas e vibrantes.

Janaína Santana Andrade Silva, 38 anos

Uma verdadeira "inventora de eventos" para reunir a família.

Janaína Silva do Nascimento Nicacio, 37 anos

Amiga para todas as horas. "Oi, fofo!" era sua marca registrada.

Janaína Thaísa Campos de Albuquerque, 46 anos

Amava a Disney e era uma mãezona para todo mundo.

Jandaira das Neves de Oliveira Santos, 57 anos

Amava as plantas e tinha um cuidado especial com o minijardim de folhagens e flores que mantinha no apartamento.

Jandira Barbosa de Brito, 90 anos

Neta de curandeiro, aprendeu com ele como curar certos males, com simpatias e receitas naturais.

Jandira Santos Viana, 69 anos

Alegria e confiança foram marca forte em JanJan, a menina que realizou sonhos.

Jandyr Gomes Moreira, 84 anos

Dira era tão festeira que suas lembranças estão sendo comemoradas no céu.

Jane da Silva Mattos, 54 anos

Se tem uma palavra que a descrevia, é dedicação.

Jane Maria de Oliveira Alcântara, 66 anos

Sempre atenta aos números, contas, aniversários e telefones, sabia tudo!

Jane Marina Rosa, 62 anos

Foi fiel às pessoas que amava.

Janet Siman Pinto, 89 anos

Uma mulher genial, que mantinha a família unida e uma cerveja na mão enquanto preparava suas delícias.

Janete Bráulio de Souza, 66 anos

Não podia ver alguém distraído que soltava: "Tá pensando na morte da bezerra?"

Janete da Silva Passos, 58 anos

Contadora de sorrisos e das piadas mais engraçadas. Seu humor deixou recordações nos corações de quem a conheceu.

Janete Eugênio da Silva, 73 anos

Doce como o bolo de laranja que pedia com carinho para a sobrinha fazer.

Janete Oliveira Pessoa, 72 anos

Mulher guerreira, apaixonada por tudo e por todos.

Janethe Alves de Amorim, 81 anos

Uma abelha-rainha que reunia família e amigos para servir boa comida ao som de modão sertanejo.

Janieire Pires Felipe, 50 anos

Uma mulher amazonense que amou ser enfermeira.

Jânio Gomes da Rocha, 59 anos

Muito orgulhoso dos filhos, era capaz de mover céus e terra por eles ou por quem necessitasse.

Jaqueline Cordeiro Prado, 39 anos

Mãe, esposa e amiga. Determinada, batalhadora e guerreira.

Jaqueline dos Santos, 38 anos

Seu passatempo favorito, sem dúvidas, era descobrir coisas novas e se redescobrir.

Jarbas Martins Barreto, 46 anos

Deixava sua marca por onde passava: sempre tinha uma brincadeira pra fazer ou uma história para alegrar o dia de alguém.

Jason da Silva Barros Filho, 56 anos

Adorava receber amigos e família para tomar uma cerveja e assar carnes nas churrasqueiras que ele mesmo fabricava.

Javier Guzman Heredia, 68 anos

Ficava todo orgulhoso quando via as notas do boletim da neta, ou quando ouvia o neto aprender uma nova palavra.

Jávier Martins de Oliveira, 57 anos

Alegre e bondoso. Sua risada era gostosa e seu olhar, gentil.

Jayme de Fátima Leite, 64 anos

Pelas palavras ou pelos gestos, ele esbanjava afeto.

Jean Carlos da Cruz Silva, 53 anos

Um turrão que dava o braço a torcer... Um lindo amigo, companheiro, confidente pra sempre lembrado.

Jean Carlos dos Santos, 44 anos

Não gostava da desigualdade social: para ele, todos somos iguais.

Jean Lombard, 81 anos

Bom pai, bom avô, pessoa extremamente íntegra, de um coração enorme.

Jean Pierre Carvalho de Souza e Silva, 44 anos

Era colado com o irmão e dizia tê-lo superado como mecânico de carros.

Jeanete de Jesus Gomes Carneiro, 44 anos

Andou com a fé moldada em sorrisos.

Jeannette Penha Guerra, 83 anos

Um olhar que transmitia paixão pela vida. Vózona aventureira e doida pelo Corinthians.

Jedir Caterinque, 69 anos

Ele era muito calado, mas seus olhos diziam tudo.

Jeferson Araujo Pereira, 33 anos

Amava organizar brincadeiras divertidas com familiares e amigos.

Jeferson da Silva Rezende, 38 anos

Trabalho, trabalho, trabalho... não tinha preguiça e corria atrás.

Jefferson Alves, 37 anos

Foi um grande menino, que cresceu e tornou-se um grande homem!

Jefferson Braulio Moncherino da Silva, 32 anos

Um homem de mais de dois metros de altura e cheio de amor.

Jefferson Ferreira da Silva, 42 anos

Inspirava todos com sua alegria, exemplo de amor ao próximo e dedicação à família.

Jefferson Porto dos Santos, 42 anos

Um caminhoneiro que gostava de cozinhar, pescar e sorrir.

Jeni Aparecida de Jesus Vagli, 86 anos

Mãezona, fazia marcação cerrada e estava sempre presente. Se preciso fosse, brigaria pelas filhas.

Jennifer Ribeiro Magalhães, 28 anos

Um dia este anjo desceu à Terra, mas retornou aos Céus, tamanha sua bondade e doçura.

Jeová Carmo da Silva, 48 anos

Um herói da saúde que cumpriu seu juramento e deu a vida em prol da sociedade.

Jeová de Paiva Mafra, 72 anos

Em muitos Natais, o Carinha presentou a família com uma mala de chocolates.; e esse nem era seu lado mais doce.

Jeová Hermes Cardoso, 52 anos

Era bom de churrasco e de carteado e nunca negou apoio a quem recorreu a ele.

Jeová Miranda da Silva, 36 anos

Alegre, brincalhão e cheio de vida, gostava de dançar e cantarolar assobiando.

Jeová Xavier Rodrigues Palheta, 63 anos

Sempre combateu o bom combate, com um coração amoroso que foi uma verdadeira mansão.

Jeovane Elias da Costa, 75 anos

Um homem reservado, mas que sabia se divertir quando o programa era jogar dominó.

Jerlan Santos, 37 anos

Dona de um sorriso contagiante, que transbordava alegria, luz e serenidade.

Jerônimo Fortunato da Conceição, 59 anos

Muito carismático e de coração generoso, gostava de cumprimentar com um abraço.

Jerônimo Luis Alvarenga da Fonseca, 63 anos

Jerônimo ria e fazia rir, amava contar piadas e espalhar palavras de amor e sabedoria.

Jeruza Valença Barros, 89 anos

Sabia inúmeros versículos da Bíblia, mesmo com a perda de memória que lhe acometeu.

Jessica Duarte de Morais Pontes, 25 anos

Uma bailarina angelical que iluminava os palcos com sua alegria e seu sorriso.

Jéssica Ingrid Pereira dos Santos, 27 anos

Nos dias de folga, gostava de tomar banho de mar e tocar as músicas da Marília Mendonça no violão.

Jesuíno Andrade de Brito, 89 anos

Duzinho, painho, vovô... Seus apelidos representavam todo o amor que recebia.

Jeu Chin Shing, 67 anos

Um doce de pessoa. De origem chinesa, nasceu em Moçambique, naturalizado português e brasileiro de coração.

Jhonatan Carlos Ramos Tota, 28 anos

Apaixonado por motos e Coca-Cola, viveu para os pais e a irmã, a quem dizia amar "do tamanho do universo".

Jhow Lebre, 32 anos

Com os companheiros, encontrou apoio para levantar a bandeira LGBTQIA+ e ser uma pessoa de amor e luta.

Joana Baia de Brito, 92 anos

Querida e cuidadora, aprendeu que viver com qualidade significa manter a calma e amar inesquecivelmente.

Joana Batista Lopes Jamar, 74 anos

Levou a vida tricotando a união da família e temperando amor.

Joana Constância de Oliveira, 73 anos

Filha de índios, mãe, avó e bisavó, um amor do tamanho do mundo.

Joana D’Arc Guimarães de Oliveira, 85 anos

Mulher, negra, mãe de sangue e de coração de muitos.

Joana de Oliveira Miléo, 80 anos

Mulher revestida de fé, humildade e amor.

Joana de Sousa Rabelo, 73 anos

Exigente com o corte de cabelo curtinho, unhas impecáveis e sempre com muito brilho, sobretudo no sorriso e no olhar.

Joana de Sousa Reis, 88 anos

Para falar de Joana, que sempre lembrem de Domingos e da família que construíram em 72 anos juntos.

Joana de Souza Azevedo, 92 anos

Avó incomparável que era puro amor e carinho.

Joana dos Santos de Souza, 88 anos

Como uma joaninha que traz sorte, Joana emanava coisas boas a todos ao seu redor.

Joana Lemos da Silva, 100 anos

Vovó me ensinou a fazer meu primeiro laço, a pular corda, a rezar, a dizer obrigada, e principalmente a respei

Joana Maria de Jesus, 79 anos

Bondosa, fazia uma cocada de licuri e o melhor bolo de leite da região. Dona de uma bondade incalculável.

Joana Maria Silveira, 61 anos

“Velho é o mundo, eu sou nova e cheia de vida“, brincava sempre Joana, com um sorriso enorme.

Joana Maria Sousa Coelho, 80 anos

Mãe, avó e bisavó maravilhosa.

Joana Salustiana da Silva, 77 anos

Muito amiga, estava sempre disponível para quem dela precisasse.

Joanisse Cerqueira da Silva, 78 anos

De riso fácil, tinha a receita perfeita de pães, bolos e para buscar a felicidade dos familiares.

Joanna Carnielo Miguel, 92 anos

No cuidado com os seus, com a casa e as miudezas que sustentam a vida, criava um cotidiano feito à mão.

João Aires de Vasconcelos, 68 anos

Seu Churrasco, como era conhecido na aviação, era apaixonado e dedicado ao seu trabalho. Amava um livro.

João Alberto Amancio, 64 anos

Inteligente e brincalhão, Beto, gostava de festas e reuniões familiares. Adorava receber as pessoas em casa.

João Alcino da Costa, 81 anos

Entre o nascimento e a morte temos um curto espaço que é o presente. Para ele, foi uma dádiva.

João Alexandre da Silva Neto, 42 anos

Era a própria alegria. Dono de um sorriso contagiante, alma boa e coração gigante.

João Alfredo de Amorim, 81 anos

Um homem que vivia na roça e que cultivou o amor de todos a sua volta.

João Alfredo Ferreira, 89 anos

Um marinheiro que retornava à terra firme com uma bagagem de histórias sobre suas viagens pelas Américas.

João Alves da Rocha, 77 anos

Recebia todos em sua casa com amor e carinho.

João Alves de Almeida, 80 anos

Era o mestre cuca dos almoços de domingo e estava sempre de malas prontas para qualquer viagem.

João Alves dos Santos, 86 anos

Um João da Guarda.

João Antônio de Moraes, 72 anos

Uma comida gostosa era um dos seus maiores prazeres.

João Antônio Pessoa, 89 anos

Guiado pela honestidade, sempre se preocupou com o próximo.

João Avelino Ferreira, 74 anos

A família significava tudo para ele. Cada modão sertanejo narrava parte da sua incrível jornada.

João Avelino Tampelini, 49 anos

Baixinho e extrovertido, conjugou o verbo amar com o rock nacional e a Pastoral Familiar.

João Baptista Quintarelli, 79 anos

Altruísta, o amor morava no sorriso largo e no bom humor de Quinta.

João Barbosa Filho, 72 anos

Uma eterna criança, só fez o bem, viveu na mais simples humildade, vendendo suco ou catando sua reciclagem.

João Barbosa Neto, 77 anos

Pirunga, Índia Morena do Pantanal, Garça Branca, Bem: para tudo o senhor João tinha um apelido.

João Barreto Bentes, 49 anos

O sub-tenente, ex-saxofonista, torcedor fanático do Clube do Remo e que adorava colocar apelidos nos outros.

João Batista Acaiabe, 76 anos

Viveu várias vidas em uma. Artista dos palcos e das telas será eterno no imaginário cultural brasileiro.

João Batista Alves dos Reis, 60 anos

Colecionador de apelidos e presença marcante na fanfarra e bailes abrilhantados pelo Conjunto Extremunsom.

João Batista Bueno Filho, 72 anos

A união da família e a comunhão com os amigos eram fundamentais para ele.

João Batista da Cunha, 78 anos

Suas maiores qualidades foram a bondade discreta e o orgulho pelos filhos corajosos e destemidos que criou.

João Batista da Silva, 60 anos

Seu sorriso falava mais que mil palavras. Seu carisma e sua gentileza conectavam-no com todos ao seu redor.

João Batista da Silva, 68 anos

Meticuloso, pagava adiantado suas contas e nunca comprava a prazo. Espirituoso, não tinha nenhum medo da morte.

João Batista de Brito, 74 anos

A luta não o intimidava. Agarrava com unhas e dentes as oportunidades da vida. Ah, a vida! Como aproveitou.

João Batista de Carvalho, 85 anos

Caridade, luta, perseverança e amor aos pais e filhos.

João Batista de Morais, 83 anos

Homem negro, teve pouca oportunidade de estudar. Batalhou com honestidade, inclusive sendo engraxate.

João Batista de Oliveira Filho, 71 anos

Joca era paraibano, botafoguense arretado e completamente apaixonado pela família.

João Batista Fabrício Gonçalves, 41 anos

Sua maior alegria era cozinhar para as pessoas que amava.

João Batista Filho, 72 anos

Um homem digno e exuberante em suas infinitas habilidades.

João Batista Finotti, 65 anos

Avô amoroso que deixou a dedicação à família e o amor ao trabalho como exemplos.

João Batista Gama, 78 anos

O amor era tão genuíno que persistiu para além da vida, João e Nildinha viajaram juntos rumo às estrelas.

João Batista Oliveira, 69 anos

Um observador silencioso.

João Batista Pacheco, 55 anos

Uma alegria que contagiava o mundo.

João Batista Ramos de Freitas, 63 anos

Pai e avô amoroso, tinha um banco cativo na praça para conversar com o neto.

João Batista Rocha, 84 anos

Com tudo ele fazia piada, criava peixes ornamentais e a todos ele ajudava.

João Batista Rodrigues do Nascimento, 37 anos

Sensato, tinha respeito ao próximo, amor e cuidado. Apreciava que suas experiências servissem de aprendizado a todos.

João Batista Sales Sampaio Neto, 75 anos

"Para quem não nasceu em berço de ouro, o estudo é a melhor forma de se rebelar contra o sistema", ele dizia.

João Borges de Oliveira, 69 anos

O abraço carinhoso era seu jeito de sentir e demonstrar carinho.

João Bosco da Silva, 69 anos

Nas férias, o parque de diversões e as viagens para a roça eram por conta dele.

João Bosco de Sousa Viana, 32 anos

Era um sonhador! E ainda, o anjo protetor do irmão caçula.

João Bosco Gaião de Queiroz, 68 anos

“Trabalhar é a melhor coisa da vida” ele sempre dizia, transbordando felicidade.

João Bosco Gouvea, 60 anos

Um amigo e parceiro de cantorias que tinha pressa em viver.

João Bosco Maia, 75 anos

Jornalista e radialista da Rádio Marajoara e da TV Cultura, um homem das comunicações.

João Brazão da Silva Neto, 76 anos

Amapaense e ribeirinho do Aporema, sempre ensinou que os estudos são as portas para o mundo.

João Bueno da Silva, 79 anos

Um pai espetacular, um marido sem igual.

João Carlos Santos, 65 anos

Quem vive em bondade, jamais se vai por inteiro.

João Carlos Souza Azevedo, 64 anos

Sempre de bom humor, adorava ajudar o próximo. Era o melhor churrasqueiro de Aracaju.

João Celso Zilio, 63 anos

Teve filhos, plantou uma árvore e escreveu o livro na memória de cada um que o conheceu.

João Coelho Santana, 62 anos

Dono de um coração tão grande quanto o repertório de respostas afiadas.

João Correia Vilella, 84 anos

Tecelão cerziu para si aquilo que de mais importante há no mundo: humildade e amor.

João da Silva, 52 anos

Assim na Terra como no Céu: Padre João era a alegria em pessoa, o sinônimo de fé e amor.

João da Silva Barros, 86 anos

Tio João era tudo o de mais bonito que a gente quer ser, em uma só pessoa.

João da Silva Oliveira, 72 anos

Transbordando alegria, alto-astral e vontade de viver, adorava fazer aniversário e comemorar.

João de Albuquerque Portella, 81 anos

De mãos dadas com a esposa, acolhia pessoas desamparadas em sua própria casa, tão enorme era o seu coração.

João de Lima, 74 anos

Um padeiro apaixonado e pilar de uma grande família. Nas horas livres, fazia palavras cruzadas e costurava.

João de Souza Argolo, 66 anos

Ensinou aos filhos que um nome honrado é o bem mais valioso que se pode ter.

João Diogo de Sales Moreira, 84 anos

Profissional memorável. Avô inesquecível.

João Domingos dos Passos, 83 anos

Sua doçura era traduzida pelas hábeis mãos que, ao trançar a taquara, produziam verdadeiras obras de arte.

João dos Santos, 88 anos

"Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá...", cantava ele.

João dos Santos, 87 anos

Sabia como ninguém fabricar, reconhecer e apreciar um bom pão.

João Draus Pinto, 81 anos

Iluminado: sua genialidade não era apenas quando o assunto era elétrica, possuía uma grande energia vital.

João Eduardo Vasconcelos Azevedo, 69 anos

Um amor eterno traduzido em seu olhar zeloso.

João Elisio Fonseca, 67 anos

De uma generosidade absoluta, estava sempre de braços abertos para acolher os que mais precisavam de ajuda.

João Ernando Pinheiro Maia, 88 anos

Possuía um bar, ponto de encontro de gerações.

João Ernesto Mufalo, 69 anos

Joãozinho, por onde passava, deixava um rastro de admiração e carinho.

João Evangelista Maia, 85 anos

Ajudava até quem ele não conhecia, tirava a roupa do próprio corpo e doava até o seu salário, se necessário.

João Evangelista Ribeiro Filho, 65 anos

O sorriso daquele homem lindo por dentro e por fora lembrava a todos que o amanhã sempre pode ser melhor.

João Fantinatti, 72 anos

Um contador de histórias. Em todas as pescarias tinha um grande peixe...

João Farias Gomes, 90 anos

Era criativo, habilidoso e tinha sempre uma solução pra tudo.

João Fausto Bartolette, 67 anos

Seu maior prazer foi estar com os netos, bisnetos e viajar com a família.

João Fernandes Conceição, 89 anos

Pai e esposo, considerava a mulher uma rainha, mas era ele que era um rei para seus filhos.

João Fernandes Ribeiro dos Santos, 55 anos

Sua devoção o levou a organizar procissões, carreatas e até o Círio de Nazaré em honra à padroeira de Viseu.

João Ferreira Lima, 79 anos

Pacato, seu João da Bodega pouco usava a voz mansa; adornado pelo cigarro de palha, o sorriso era seu forte.

João Florentino da Silva, 69 anos

Todos os dias deixava uma garrafa de café na porta da casa de sua filha Alina, eram amigos inseparáveis.

João Francisco Arruda Silveira, 74 anos

"O peixe morre pela boca", dizia ele.

João Francisco de Melo, 72 anos

Gostava de contar piadas que não tinham a menor graça. E essa era a parte boa.

João Gabriel Oliveira, 64 anos

Seu ano mais feliz foi 1994: o ano do nascimento do primogênito e do tetracampeonato do Brasil na Copa do Mundo.

João Gadelha da Costa Neto, 49 anos

Era o "boa-noite" do fim do expediente, acompanhado de um sorriso.

João Gandra, 77 anos

Um mineiro iluminado, que telefonava só pra dizer "eu te amo".

João Gerson Monteiro Alves, 66 anos

Circulava por Belém com seu "batmóvel": uma belina cheia de antenas, de onde se comunicava com os amigos.

João Gilberto dos Santos, 39 anos

Festeiro e de uma alegria única, adorava um baile e espalhava sorrisos por todos os lugares.

João Gomes Cardoso, 86 anos

Gostava de contar causos engraçados da roça e fábulas antigas de bicho.

João Gomes Filho, 77 anos

Sempre preocupado se estávamos trabalhando e muito carinhoso com seus netos.

João Gonçalves da Rocha, 65 anos

Para demonstrar afeto, costumava trocar as palavras por gestos.

João Gonzaga de Figueiredo, 74 anos

Partiu na manhã de um dia branco, tal como a música que carregava em seu coração.

João Guilherme de Figueiredo Barros, 55 anos

Fez Maria acreditar em amor à primeira, e com ela dividiu vinte e quatro anos de muito companheirismo e amor.

Joao Henrique Hoshter Nascimento, 53 anos

Para ele tudo se explicava, mas nada se justificava.

João Hilario Valgas de Oliveira, 49 anos

Colecionou bons amigos, esse aprendeu a viver e soube ser feliz.

João Inácio Bieger, 60 anos

Seguiu todas as paixões sem plano nenhum, senão vivê-las: fosse como escoteiro ou advogado.

João Jacob Nahum, 75 anos

"Vem com o vovô", era o que ele mais falava pra cachorrinha poodle, uma paixão dele.

João José Andere, 79 anos

Sempre dava um jeitinho de fazer com que os familiares se lembrassem dele, não importava a ocasião.

João José Barroso Viana, 56 anos

Um lorde na elegância e no bom humor.

João José Carneiro, 78 anos

Era médico e seu cuidado já começava na sala de espera. Tratava de corações, mas também da alma dos pacientes.

João José da Fonseca, 67 anos

Trabalhador, honesto e um imensurável coração valente e bondoso.

João José da Silva, 76 anos

Levava café na cama todos dias para a esposa desde que se aposentou.

João José da Silva, 71 anos

Um verdadeiro artista, mestre em acertos e desacertos, em amar e ser amado.

João José do Nascimento, 83 anos

Com sua gargalhada longa e coração de menino, dizia bordões sobre viver bem e aproveitar o agora.

João José Gomes de Barros, 61 anos

Único, transmitia unicidade ao inventar apelidos para todas as pessoas que conhecia.

João José Hespanhol, 78 anos

"Ando devagar, porque já tive pressa!", dizia às netas quando falavam de seu vagaroso andar.

João Lucio Duarte, 53 anos

Brincalhão e benquisto, estava sempre disposto a ajudar.

João Luis Buarque de Gusmão, 72 anos

Um mundo melhor era o seu maior sonho e, com certeza, fez a sua parte ao ajudar muita gente.

João Luiz Alvarenga de Matos, 80 anos

“No meu aniversário, quero uma banda de música tocando na portaria, para todos saberem do meu aniversário.”

João Luiz Januário, 58 anos

Joãozinho da Vila da Prata era um supertio, sempre preocupado e cuidadoso com seus sobrinhos.

João Luiz Paiva Cabral, 59 anos

Era um carioca de verdade, para quem não havia tempo ruim. Sorrisos e alegria eram sua marca!

João Manoel Cardoso, 66 anos

Torcedor do tricolor das Laranjeiras e metalúrgico aposentado, cidadão de boa índole e amante dos animais e da natureza.

João Manoel Serri, 72 anos

Era conhecido como o “Manél da Padaria”, pois amava comer pão. Adorava uma festa e não deixava nada o abalar.

João Maria Alves de Souza, 59 anos

Ser pai foi a maior posição que ocupou na vida e a cumpriu com excelência.

João Maria Bezerra de Sousa, 54 anos

Contagiava todos com as suas brincadeiras. Do seu lado ninguém se lembrava de ser triste.

João Marinho da Silva, 84 anos

Para ele, era sempre primavera. Amigo e amoroso, carregava no rosto um sorriso; nos braços, um abraço.

João Martins Pereira, 77 anos

Foi pondo a mão na massa que ele construiu uma vida melhor para os outros.

João Miguel de Oliveira, 68 anos

Carpinteiro gentil que construiu os brinquedos da infância do filho.

João Nogueira de Oliveira, 67 anos

Pai de Douglas e Bruno, avô de Heitor, irmão de vários, tio e amigo de outros tantos. Era, acima de tudo, o amor de muitos.

João Nunes da Silva, 71 anos

Honesto, trabalhador e paciente. Assim resumia-se João. E como gostava de se cuidar!

João Olimpio de Souza, 61 anos

Adorava reunir a família para comemorar aniversários, pois sabia que todos merecem ter seu dia celebrado.

João Paulino da Silva, 78 anos

Um grande contador de histórias que tocava lindas músicas no violão e amava pescar com a família.

João Paulo Blumer Fanal, 34 anos

Corintiano de coração, o astro das piadas inocentes, do riso frouxo e da maior habilidade humana: unir pessoas.

João Paulo Silva de Lima, 33 anos

Tudo nele era especial. Foi amor, paz, resiliência e tranquilidade.

João Pedro Soares de Aguiar, 26 anos

Gostava de combinar gravata, camisa e terno. Gostava de funk e de Anitta. Mas gostava mesmo é de ser alegria.

João Pereira da Silva, 78 anos

Onde ele estivesse, não havia tristeza. Com 79 anos, dava saltos mortais na piscina e irradiava alto astral.

João Pereira da Silva, 71 anos

Casou-se duas vezes, mas com a mesma mulher.

João Prado do Nascimento, 61 anos

Adorava ver a chuva e ouvir o som dela, e sempre dizia: "Sorria, você está sendo filmado".

João Ricardo Bianchini, 62 anos

Criava personagens: podia ser o tio 'lokão' procurado pela Interpol ou o surfista da Califórnia.

João Roberto Sinibaldi, 61 anos

Um apaixonado pelos animais, ele cantarolava e os passarinhos cantavam de volta.

João Rodrigues Neto, 74 anos

Um avô carinhoso e brincalhão que, ao entrar em casa, fosse de quem fosse, sempre dizia: "Vocês comem, hein?"

João Rodrigues Souza, 79 anos

Suas mãos grandes e grossas, de uma vida de serviço pesado, tocavam com leveza e graça o cavaquinho nas festas.

João Roque da Silva, 96 anos

Era sinônimo de simpatia. Amava bater perna, contar causos e tomar um bom chá de capim-santo.

João Ruas Godoi, 70 anos

Com os netos e bisnetos, parecia até criança. Dava altas gargalhadas com eles.

João Santana, 80 anos

Um homem capaz de chorar com os filhos e netos, por sentir suas dores.

João Santana Sobrinho, 69 anos

Homem forte e apaixonado pela família, tinha o coração maior que as mãos.

João Santiago de Oliveira, 77 anos

Ele sabia o lugar em que, na costela de sua neta, a fazia pular de cócegas.

João Saraiva Monteiro, 68 anos

Protetor nato, para proteger sua filha chegou a matar uma lagosta achando que era um escorpião.

João Schmidt, 86 anos

Bon-vivant e de enorme coração, tinha muitos amigos e criava apelidos carinhosos para os mais especiais.

João Soares Pinheiro Neto, 57 anos

Felicidade era sua filosofia de vida!

João Soares Pinto, 93 anos

Que a vida seja uma eterna orquestra, povoada de músicas, alegria e muito amor.

João Tavares, 81 anos

O melhor jogador de baralho de todos os tempos. Mas tem algo que ele fazia melhor: ser marido, pai e avô.

João Teixeira Madureira, 88 anos

João Desbravador Tié, nome que representa sua coragem diante dos percalços na estrada dos sonhos. Saboreou a vida.

João Teixeira Noronha, 74 anos

Homem de bom coração, foi prefeito da cidade que escolheu para viver.

João Teodósio da Cunha, 82 anos

Revelava toda a sua felicidade na simplicidade da vida.

João Thony Fuly, 72 anos

Homem de riso solto, tinha sempre uma piada na ponta da língua.

João Trindade Borges, 65 anos

O homem que calculava tinha um amor imensurável pela mãe.

João Valdevino Alves Filho, 58 anos

Nos finais de semana levava o delicioso pão recife para o seu lar.

João Valério da Silva, 62 anos

Um dos pilares da família. Gostava de jogar sua rede ao mar, junto com os problemas, colhendo sardinhas e paz.

João Xavier Ribeiro, 79 anos

Gordinho e barrigudo, a gordura na verdade era amor, que não cabia no peito.

Joaquim Batista de Souza, 93 anos

Cuidou da esposa quando ela teve Alzheimer e fez valer, por 68 anos, o juramento que fez no altar.

Joaquim Brito da Silva, 72 anos

Um contador de histórias nato, que amava a vida e repetia sempre a frase: “É muito bom viver”.

Joaquim Candido Alves, 72 anos

Contava piadas todos os dias.

Joaquim Cândido da Silva, 79 anos

Mais que a barba e o cabelo, mudava o dia dos clientes com suas histórias.

Joaquim Cardoso, 94 anos

Mesmo com Alzheimer, continuou sendo o senhorzinho feliz que sempre foi.

Joaquim de Almeida Camargo Junior, 38 anos

Palmeirense que amava tanto ir com a família para a Canção Nova, que, quando iam, ele não queria nem voltar.

Joaquim de Oliveira Neto, 49 anos

Cheio de garra e alegria, abraçou a vida com toda força. Amou a igreja, o trabalho, a família e foi feliz.

Joaquim Dutra, 85 anos

Ele fazia das palavras, um espetáculo de dança, com seus importantes e generosos conselhos.

Joaquim Eudes Farias Mourão, 74 anos

No seu coração, cabia o mundo. Foi um homem do bem.

Joaquim Ferreira Neto, 70 anos

Um homem feliz na discrição de sua grandeza.

Joaquim Francisco de Sousa, 76 anos

Dedicava-se às boas conversas, sempre praticando a empatia, à costura de redes de pesca e à música sertaneja.

Joaquim Gonçalves Paiva Júnior, 57 anos

Sua paixão era festejar. Do Carnaval ao Natal, se enganou quem pensou que Paiva não tivesse alegria para tanto.

Joaquim Leal de Lima, 79 anos

Na vida simples do interior, cultivou a união da família e as amizades.

Joaquim Lizardo de Souza, 77 anos

Tinha orgulho de ver que os filhos construíram suas próprias famílias.

Joaquim Lopes da Silva, 82 anos

Conversava com Deus, como quem conversa com um grande amigo.

Joaquim Pereira Neto, 74 anos

Nunca perdia a chance de preparar um bom churrasco.

Joaquim Rodrigues Neto, 75 anos

Vivia como um pássaro: livre, voando e vivendo intensamente todos os momentos.

Joaquim Sérgio Lopes de Noronha, 73 anos

Na hora de comer, entregava uma colher de café para cada neto e se divertia com a confusão que causava.

Joaquim Siqueira Neto, 46 anos

Cuidava de quem mais necessitava, especialmente de crianças e menores desassistidos.

Joarlen Silva Nascimento, 22 anos

Fã de uma boa pizza, Jojo viveu seus 22 anos intensamente e foi amado por uma multidão de pessoas.

Joberto Anivanir Martins Coelho, 53 anos

Foi a personificação do bom humor. Promotor de grandes festas, agora está cuidando da área VIP no céu.

Joceli Dias Nunes, 51 anos

Foi uma mulher batalhadora.

Jocelina Silva Santos, 44 anos

Na linha de frente contra a Covid-19, ensinou, sem usar palavras, o significado da palavra “doação”.

Jocelino Maranhão da Silva, 65 anos

Dono de um imenso coração, Laminha gostava muito de curtir a vida e confundia uxi com limão.

Joci Paulo dos Santos, 77 anos

Amava se divertir e alegrar o ambiente com os "causos" que contava.

Jocival Marchiori, 55 anos

Acreditava que a educação de qualidade mudava vidas.

Joel Andrade da Silva, 66 anos

Gostava de uma boa piada e divertia a todos com o seu bom humor. A família foi a razão de sua vida.

Joel Cardoso de Oliveira, 71 anos

Um missionário que usou sua voz potente e seu riso contagiante para levar Jesus às vidas de muitas pessoas.

Joel Ferreira dos Santos, 72 anos

Era uma daquelas figuras emblemáticas que, de tão autêntico, deixava histórias e frases marcantes por onde passava.

Joel Nogueira Malaquias, 78 anos

Um homem simples, cristão que soube servir a Deus e viver em prol da sociedade e da família.

Joel Pereira Barbosa, 52 anos

A fala mansa ecoava o grande desejo de ver a família unida.

Joel Pereira de Alcântara, 79 anos

Professor, poeta e sempre pronto para uma aventura.

Joel Primo, 60 anos

Como era belo esse sonhador que amava fazer planos.

Joel Queiroz Machado, 79 anos

Gostava de assoviar músicas do tipo sertanejo raiz; e de compartilhar histórias da sua juventude.

Joel Raymundo Gomes Neto, 40 anos

Dizia para todos que amava: "meu coração gordo ama você!"

Joel Ribeiro Martins, 75 anos

Foi dono da melhor barraca de caipifrutas dos municípios baianos de Prado e Itamaraju.

Joel Rigobello, 59 anos

Amigo para todas as horas, era alegre, bondoso e fanático por doces.

Joel Vieira, 49 anos

Ninguém ficava triste perto dele.

Joelcimar Rodrigues da Silva, 50 anos

Homem temente a Deus. Destemido diante das atribulações. Hombridade foi seu maior legado, que permanecerá.

Joelma Pita Coelho, 51 anos

A mãe amorosa que sempre viajava para encontrar a prima e suas filhas.

Joílson da Encarnação Silva, 52 anos

Em algum lugar, tem um axé bem alto tocando... é Joca, pedalando, com seu grande sorriso!

Joílson Silva de Medeiros, 67 anos

Superpai, fez dos filhos gente de bem.

Jonas Arlindo Neto, 61 anos

Se todos nascem com um propósito na vida, o dele era ser o melhor "papai" do mundo.

Jonas Barbosa do Espírito Santo, 54 anos

"É uma ideia meio louca, mas pode contribuir para um futuro melhor", dizia ele, um ativista visionário.

Jonas Batista Lima, 79 anos

Motorista apaixonado por caminhões. Era um 'cabra porreta', amoroso e dedicado à família.

Jonas Custódio de Souza, 53 anos

Músico dedicado, agora está com os músicos celestiais.

Jonas Gomes da Silva, 76 anos

Não tinha ninguém que não embalasse junto com a gargalhada do Tio Jonas.

Jonas José Rocha, 79 anos

Apesar das muitas quedas, sempre levantou e seguiu em frente. Até o fim, ele escolheu seu caminho.

Jonesmir Mandu da Silva, 51 anos

Transformava tempestades em tardes de sol com sua mania de acreditar que tudo sempre daria certo.

Jonhston Amâncio Paiva Santos, 55 anos

Apaixonado pelo Esporte Clube Vitória, vivia fazendo hora extra nos trabalhos.

Jony Henrique Garcia, 50 anos

Homem honrado e generoso, dirigia ambulâncias.

Jorge Alexandre da Silva, 53 anos

Fazer amizades era seu maior dom, cativava as pessoas até mesmo em pontos de ônibus.

Jorge Antonio de Almeida Lourenço, 52 anos

Cativava a todos com sua simpatia. Ensinar jiu-jitsu foi uma das formas de distribuir amor e praticar o bem.

Jorge Antônio de Araujo, 66 anos

Era capaz de tudo pelos filhos, que foram seu maior orgulho e alegria.

Jorge Conrado Passos, 64 anos

Gostava das pequenas alegrias: o jornal de domingo, as pessoas amadas e o pavê de sobremesa.

Jorge Cravo da Silva, 81 anos

Seu maior sonho era ser médico, e ele viveu este sonho até o último dia de seus 81 anos.

Jorge Duarte Leite, 89 anos

Espinha dorsal da família, não poupava esforços para prestigiá-los.

Jorge Edson Castro, 51 anos

O homem de mil filhos.

Jorge Eli Pinto dos Santos, 57 anos

Chegava sempre de sacolinha nas mãos, com uma “coisinha para as crianças” ou um pãozinho quente para o café.

Jorge Fernando Crossetti, 78 anos

Apaixonado pela família, amável com as pessoas e grato pelo que possuía.

Jorge Ferreira dos Santos, 55 anos

Sonhador e sorridente, tinha coração de criança em corpo de adulto.

Jorge Gomes Gonçalves, 52 anos

O flamenguista mais sonhador.

Jorge Henrique Vale Feitosa, 57 anos

Flamenguista, amoroso e dono de um abraço aconchegante.

Jorge José Alves, 50 anos

O anjo da guarda oficial das filhas, que colecionava talentos e cuja gargalhada gostosa sacudia a casa.

Jorge José de Melo, 62 anos

Tinha como marca registrada a sinceridade ao pronunciar "eu te amo".

Jorge Leão Tiziano, 69 anos

Torcedor do América e devoto de São Jorge, adorava a cultura italiana e sonhava, um dia, conhecer o país.

Jorge Luis de Nazaré Fernandes, 58 anos

Ele não marcou apenas o ritmo dos carnavais de Maricá; com seu bom humor e criatividade, marcou época e pessoas.

Jorge Luis do Nascimento, 41 anos

Teimoso, corajoso e sonhador. Ensinou que é amando ao próximo que nos tornamos grandes.

Jorge Luiz, 47 anos

Ele acreditava na comunicação como meio de transformação.

Jorge Luiz Alves Alencar, 54 anos

Ele não tinha time favorito e nem paciência com os irmãos flamenguistas, mas era sempre generoso com todos.

Jorge Luiz Carneiro Falcão, 55 anos

Era tão doce que ganhou o apelido de Canjica, por viver sorrindo, com as canjicas de fora.

Jorge Luiz Dias de Souza, 54 anos

Sempre alegre e encantador, era um herói, cuja meta foi salvar vidas.

Jorge Luiz Domingos, 68 anos

O marcante sorriso de um avô admirado, que dedicou a vida ao Flamengo.

Jorge Luiz Guérios Curi, 64 anos

Um guerreiro que enfrentou as dificuldades com alegria, força e amor.

Jorge Luíz Logello de Lima, 49 anos

Amava a vida e vivia parafraseando a música "It's my Life" do cantor Bon Jovi.

Jorge Luiz Matumoto, 69 anos

Era o tio mais festeiro de todos e mantinha a família sempre junta com seu jeitão conciliador.

Jorge Luiz Tavares Sucupira, 59 anos

Apaixonado por fotografia, sua motivação era mostrar às pessoas outras formas de olhar para a vida.

Jorge Luiz Vieira do Nascimento, 52 anos

Cereja era um gigante com coração de criança.

Jorge Manuel Ferreira Moreno, 54 anos

Errando ou acertando, ele foi a perfeita imagem do que é ser humano de verdade.

Jorge Mascarenhas dos Santos, 53 anos

Um servo de Deus que amava a família e se destacava pela organização e responsabilidade.

Jorge Miguel Rodrigues, 67 anos

Um homem de vida simples. Tinha o dom de escutar.

Jorge Napoleão Belém da Fonseca, 71 anos

"Calma, vai dar certo", ele sempre dizia essa frase.

Jorge Pedro, 86 anos

Um homem justo, paciente e muito gente boa.

Jorge Pereira da Silva, 71 anos

Jorge Thiê, professor de arte e artista plástico. O peixe dos dois rios: o Formoso e o de Janeiro.

Jorge Pereira de Oliveira, 65 anos

Para o faraó da Bahia a vida era uma grande festa.

Jorge Permaguani Valinha, 62 anos

Grande contador de histórias e churrasqueiro oficial da família. Seu hobby era pescar e era sempre perfumado.

Jorge Ramos Pereira, 56 anos

Não tinha vergonha de dizer que amava e oferecia abraços carinhosos.

Jorge Ricardo dos Santos, 52 anos

Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora. Basta acreditar que um novo dia vai raiar.

Jorge Roberto Barbosa dos Santos, 58 anos

Na curva da vida, uma fulgurante paixão que renovou a existência.

Jorge Roberto de Oliveira, 55 anos

Levava a vida com muito bom humor e riso frouxo, até mesmo quando seu Santana preto o deixava na mão.

Jorge Rosa de Faria, 68 anos

Amoroso, brincalhão e apaixonado por carne seca. Realizou o sonho de ver a filha se formar.

Jorge Rotondano Sales Filho, 51 anos

Do esporte à gastronomia, fazia tudo com o coração. Era comédia certa e mestre da arte de fazer sorrir.

Jorge Santos Paixão, 67 anos

Gentil e solícito, fazia questão de ajudar os vizinhos. Nas mudanças e pequenas reformas, lá estava com sua disposição.

Jorge Saraiva Cardoso, 53 anos

Um cara bom de bola. Como jogava bonito! Não errava um chute. Será eternamente um grande artilheiro.

Jorge Senhor da Silva, 76 anos

Divertia a família quando se arriscava no repente e se orgulhava de ter aprendido a ler e a escrever sozinho.

Jorge Severino da Silva, 63 anos

Começou a reformar a casa do filho antes de mexer na dele. Queria que o rapaz tivesse sempre o melhor.

Jorge Valdir Aredes, 71 anos

Um homem de postura rígida e coração mole. Sempre disposto a ajudar o próximo.

Jorge Walter Bellini, 70 anos

Sempre terminava uma conversa ou uma ligação com o clássico: “Deus abençoe, fica com Deus”.

Jorléia da Silva Santos, 51 anos

A querida avó dos "pururuquinhas".

Josabeth Lima Assunção Aguiar, 82 anos

Adorava dançar e fazer bolos para adoçar a vida.

José Abdias de Lima, 74 anos

De sorriso largo, mantendo um constante bom humor, estava sempre pronto para conversar.

José Abílio dos Santos, 89 anos

Um baiano exigente que ajudou a erguer São Paulo.

José Adalberto Gomes do Nascimento, 74 anos

"Tá no sangue!”, era assim que reafirmava ser paraibano.

José Adalberto Ribeiro Soares, 72 anos

Betinho, o caminhoneiro que amava conhecer as estradas deste mundão.

José Adamastor Morgado Britto, 73 anos

Militar e cozinheiro de mão-cheia, nunca revelou a receita da batatinha com calabresa.

José Adilson Alves da Silva, 51 anos

Uma pessoa que amava viver e que onde chegava surgia também a alegria.

José Adilson Torres, 59 anos

Quem nunca foi à sua casa e experimentou seus pratos, não sabe o que perdeu...

José Adolfo Lins Neto, 71 anos

Sonhava em conhecer o Rio de Janeiro e, se o chamasse para viajar, já estava com as malas nas mãos.

José Adonizete de Lima, 61 anos

Apelidou carinhosamente todos os sobrinhos, era um nome mais divertido que o outro.

José Adriano Honorato da Silva, 42 anos

Jeito de durão, coração de manteiga. Era fã de cerveja e música sertaneja.

José Ailton Fontes, 72 anos

Um homem querido e conhecido pela sua humildade, que não cultivava inimizade com ninguém.

José Airo Lima dos Santos, 67 anos

Viveu com a certeza de que os dias difíceis tornam ainda melhores e mais brilhantes os dias felizes.

José Airton Carvalho Filho, 53 anos

Era aquele que todos querem por perto, sempre. Sabe aquele com quem você sabe que pode contar? Era ele.

José Airton Teobaldo Firmino, 61 anos

Sonhava em deixar a vida agitada da cidade e viver sossegado no seu sítio, com sua companheira de vida.

José Alberto Cavalcanti Ribeiro, 39 anos

Fez da voz instrumento de trabalho e veículo de novas ideias.

José Alberto Ferreira, 75 anos

Herói do gatinho Pixote, dos filhos e netos.

José Alberto Lopes de Azevedo, 60 anos

Preocupava-se com os filhos como se ainda fossem crianças. Amava sua família mais que qualquer coisa no mundo.

José Alberto Mazetto, 59 anos

O Vovô Tuca era a personificação da paz interior.

José Alberto Milano, 67 anos

Contador de números e histórias que apreciava a simplicidade, sendo feliz no lugar onde viveu desde menino.

José Aldo Tavares de Jesus, 64 anos

Caminhoneiro na juventude, sentia com frequência a nostalgia das estradas.

José Alfredo Barros Vogas, 67 anos

Um antiquário que colecionou joias raras em forma de familiares.

José Alfredo dos Santos, 70 anos

Fez mais de mil amigos por conta de sua gentileza.

José Almir Tojal de Araújo, 93 anos

Vovô Almir estava sempre bem disposto. Sua marca pessoal era o abraço apertado e caloroso.

José Almiro dos Santos, 68 anos

Um homem que gargalhava, torcia pro Esporte Clube Bahia e fazia questão de ouvir "A bênção, pai" todo dia.

José Altamiro Almeida de Souza, 71 anos

Na nova viagem, com certeza terá muita história pra contar e novos amigos pra fazer. Tomara que tenha açaí!

José Alvandes Gomes Mendes, 69 anos

Um avô querido que transmitia paz, alegria e amor em suas palavras.

José Alves Coelho, 76 anos

"Beeem... cadê meu café?" Sempre cobrava, pontualmente, o café com pão, de nossa mãe.

José Alves da Silva Filho, 66 anos

Paizão e amigo preocupado em ajudar, sentia-se feliz em ver todos bem.

José Alves da Silva Filho, 79 anos

Sem dizer "eu te amo", demonstrava o amor em silêncio.

José Alves de Oliveira, 63 anos

Acreditava que tudo é possível para quem sonha e tem determinação.

José Alves Filho, 89 anos

Reunidos na calçada, não entendiam as letras estrangeiras, mas todos amavam ouvi-lo cantar.

José Alves Neto, 79 anos

Em todo Natal, vestia-se de Papai Noel para distribuir presentes aos netos.

José Alves Neto, 77 anos

Todo mundo conhecia o Seu Zezinho da bodeguinha verde.

José Alves Sampaio, 68 anos

Sereno e humilde em todas as suas palavras, Zequinha da Cagece amava trabalhar.

José Alves Torres, 78 anos

Sempre bem-arrumado e perfumado, esse santista expressava sua alegria com samba.

José Anacleto da Silva, 84 anos

Brincalhão, prestativo e cuidadoso, era notado por onde passava.

José Anastácio de Melo, 95 anos

Fez da palavra de Deus um alento para os doentes e para o coração dos necessitados.

José Anchieta Ferreira de Lima, 69 anos

Prestava atenção em tudo à sua volta, em silêncio, observando e, de repente, no meio da conversa de alguém, soltava uma piada.

José Angelo Ribeiro Figueiredo, 85 anos

Não gostava de falar sobre coisas negativas.

José Antelian Ferreira Xavier, 69 anos

Foi um pai amado de longe, que legou traços físicos e de personalidade, além da saudade, à sua única filha.

José Antônio Correia Lima, 43 anos

Policial militar apaixonado pela profissão, inspirou seu filho a seguir os mesmos passos.

José Antônio de Oliveira, 76 anos

Era o melhor amigo dos bichinhos de casa.

José Antonio de Pontes, 65 anos

Apaixonado pelo futebol, foi um craque na vida.

José Antônio Duarte Baptista, 66 anos

De sangue, tinha 4 filhos. Mas com o coração conquistou inúmeros

José Antônio Padilha, 72 anos

O céu ainda estava escuro na hora que ele acordava; ele amava a quietude da natureza antes do sol nascer.

José Antônio Rabelo, 67 anos

Um homem de palavras sábias, festas e cervejinha.

José Antônio Ribeiro, 77 anos

Aparentemente sério, mas dono de uma alegria contagiante. Pai de nove filhos, cinco deles do coração.

José Antunes de Carvalho, 89 anos

Foi uma fonte inesgotável de água com sabor de amor de pai.

José Aparecido Amorim, 61 anos

Um taxista fã de Roberto Carlos, que convocava a família para festas em que a diversão era ele mesmo.

José Aparecido da Rosa, 73 anos

Sua humildade, carinho e fé eram tão presentes que contagiava. Sua doação pelo próximo foi linda de ver.

José Aparecido de Lima, 62 anos

"Muito justo!" era o seu bordão alto e grave, acompanhado de uma risada solta e rouca.

José Aparecido Linhares, 56 anos

"Não tem vida melhor do que essa."

José Aparecido Pavão, 59 anos

Sempre levava café na cama para a esposa. Dessa união, nasceram Leandro e Lucas, suas reticências no mundo.

José Armando Louzada Leite, 85 anos

Homem simples da roça, trabalhador e grande pai.

José Arnaldo dos Santos, 70 anos

Arnaldo di Menezes, dono de um sorriso largo e bonito, sinônimo de força para a família.

José Arteiro Soares Rodrigues, 80 anos

Um homem que soube ser pacificador ao longo de toda a sua vida.

José Ataíde da Silva, 72 anos

Zé Ataíde, aquele que plantou as sementes da civilidade para a formação de cidadãos.

José Ataliba Gomes de Souza, 73 anos

No seu silêncio, ele transitava com muita leveza entre as pessoas. Preferia ter paz a ter razão.

José Augusto da Silva Santos, 65 anos

Era ele quem abria a temporada de aniversários da família no mês de abril.

José Augusto de Souza, 58 anos

O funcionário mais prestativo da livraria Independência.

José Augusto Hart Madureira Filho, 65 anos

Médico, pesquisador e pai; para quem a bondade e o amor ao próximo norteavam sua trajetória.

José Augusto Nascimento Silva, 57 anos

Prezou sua liberdade até o último suspiro; amou e foi amado.

José Barbosa Nunes, 70 anos

Fã de músicas antigas, chorava ao ouvir música clássica no teatro.

José Barboza da Silva, 82 anos

A felicidade dele era ter uma família grande.

José Bazílio de Oliveira, 73 anos

Conduziu a vida através dos remos, em direção à mais pura felicidade. ​

José Bearari, 76 anos

Alegre e honesto, tinha gana e pressa de viver.

José Benedito, 78 anos

Vô Tatu, como era chamado, irradiava carisma e estava sempre presente. Uma pessoa única e insubstituível.

José Benedito Pereira, 54 anos

Foi um homem que nunca desistiu dos seus sonhos e ensinou que tudo é possível quando se tem dedicação e amor.

José Benedito Rocha Camargo, 66 anos

Suas sábias palavras revelavam o profundo contato que mantinha com leituras e escritas.

José Berkson Morais Oliveira Junior, 32 anos

Foi um homem grato a tudo o que a vida lhe proporcionou, em seu coração só havia bondade e alegria.

José Bernardo Neto, 78 anos

Com seu jeito contido, soube rimar amor com humor.

José Bezerra de Andrade, 75 anos

Amava assoviar e estava sempre atento às próprias atitudes para não magoar ninguém.

José Bonifácio Costa Silva, 76 anos

Uma fonte inesgotável de solidariedade, amor, sorrisos e cultura.

José Borges da Silva, 55 anos

Quando saía para viajar, passava em casa com o caminhão. Buzinava, dava tchau e então sumia em meio a poeira da estrada.

José Braga Azevedo, 54 anos

Carro, pra ele, era de vidro aberto. Nada de ar condicionado! Gostava de sentir o vento - e a vida - no rosto.

José Bráulio Sousa Ayres, 66 anos

Como um enviado de Deus, colocou-se à disposição dos seus semelhantes. Deixa uma multidão de órfãos.

Jose Calista Rodrigues, 59 anos

Trabalhador incansável na grande cidade, era nas coisas da roça que encontrava a paz.

José Candido da Silva, 83 anos

Apenas a sua alegria conseguia ser maior que a sua barba.

José Candido Ferreira Filho, 75 anos

Nunca teve vergonha de chorar, mas preferia sorrir.

José Cardoso dos Santos, 60 anos

A alegria estava onde ele ia e no que fazia: no trabalho, na torcida pelo Bahia e na convivência com a família.

José Carlos da Silva, 68 anos

Era marrudo e tinha cara de bravo. Mas bastava pensar ou falar dos netos que se derretia inteiro... de amor.

José Carlos da Silva, 54 anos

Era um homem de Deus. Ajudou a construir a igreja na qual congregou por mais de 20 anos.

José Carlos de Carvalho Teles, 65 anos

Tinha os olhos cor de violeta que brilhavam mais do que os cristais que amava colecionar.

José Carlos de Jesus, 51 anos

Tio Zé Carlos tinha o Corinthians como uma de suas grandes paixões e sempre dizia "Vai Corinthians!"

José Carlos de Oliveira, 54 anos

Percorreu as estradas da vida levando alegria e amor.

José Carlos de Souza Andrade, 61 anos

"Calma, temos que ter paciência, pois tudo vai dar certo. Já fiz minhas orações!", dizia ele.

José Carlos de Vasconcelos, 64 anos

Suas últimas palavras foram para dizer que amava muito os filhos.

José Carlos Gorkes Juliari, 63 anos

Pai trabalhador e amoroso; um poço de paciência; pescador; honesto e prestativo, sempre disposto a ajudar.

José Carlos Leite Magalhães Osório, 78 anos

Português alto e forte, quando ficava brabo, ninguém entendia o que falava por causa do sotaque carregado.

José Carlos Marcos dos Santos, 58 anos

Zé da Feira, sempre presente nos espetáculos de balé da neta e nas missas de segunda-feira, com a mãe idosa.

José Carlos Marujeiro de Matos, 71 anos

Fez de sua profissão um ato de heroísmo.

José Carlos Mendes, 70 anos

Ligado às raízes, viveu para a família e para o trabalho. Bom ouvinte e amigo, tinha sempre alguma história para contar.

José Carlos Pereira Novis, 68 anos

Dedicado à família, ao trabalho e ao seu amado Vasco. Do céu, agora, vigia e guarda pelos seus.

Jose Carlos Pires da Silva, 61 anos

Apaixonado por sua “branca linda”, a quem mimava com massagens nos pés e um vestido novo, a cada filho que nascia.

José Carlos Silveira, 73 anos

De grande coração, alternava entre ser sério e piadista, mas sempre muito amoroso.

José Carlos Vargas de Oliveira, 67 anos

Adorava um churrasco em família.

José Carlos Vasques Alves, 54 anos

Preparava uma bela costela e era querido até por desconhecidos.

José Carlos Viana, 62 anos

Professor da vida. Ensinou sobre persistência, competitividade e sobre a coragem de sonhar.

José Carlos Vitorino, 64 anos

Um corintiano apaixonado que era muito bom em fazer todos darem risada.

José Carvalho de Araújo, 71 anos

Desbravador, ajudou a abrir os caminhos da nova capital federal que se erguia.

José Castanha, 71 anos

Um palmeirense roxo, e fã da variante mais tradicional de moda e pagode de viola. Tião Carreiro era seu ídolo.

José Casturino Ferreira da Silva, 71 anos

Voltou a ser criança para acompanhar o amado neto.

José Cavalcante Nogueira, 78 anos

Conhecia o Brasil em detalhes. Se visse erros em um guia de viagem, mandava uma carta para o editor corrigir.

José Cavalcanti de Barros, 92 anos

Pai, avô e bisavô. Amante da vida, contador de histórias e "fazedor" dos poemas mais lindos que alguém já leu.

José Caxias, 68 anos

Seu Zé dedicou sua vida a cuidar do outro.

José Cícero da Silva, 66 anos

Sua alegria contagiante agora iluminará o céu

José Cícero da Silva, 55 anos

Prestativo, tinha prazer em tentar reparar até o que, muitas vezes, não tinha conserto.

José Cícero Nogueira, 87 anos

Plantar era seu hobby preferido e, durante a vida, cultivou as melhores sementes: sua família.

José Cirilo dos Santos, 88 anos

Pai de 14 filhos e muitos netos, todos herdeiros de seu ótimo caráter.

José Claudiano Santos, 86 anos

Nordestino fiel à cultura, fã de Luiz Gonzaga e de amar sem limites.

José Claudino da Silva Filho, 57 anos

Carlos Carioca foi um ser humano inigualável. Sua vida daria um livro.

José Cláudio Araújo, 66 anos

Um homem que soube exercer sua profissão com excelência e por ela tornou-se respeitado por todos.

José Claudio D’Andrea, 72 anos

Filho de imigrantes italianos, cresceu em meio à alegria da música e da tarantella.

José Cláudio Ribeiro de Lima, 54 anos

Doava-se tão naturalmente aos outros que jamais se deu conta do bem que fazia.

José Claudio Rodrigues Ferreira, 45 anos

Acreditava muito nas pessoas. Sua política era brincar com todos e sorrir sempre!

José Cleber Motta Junior, 38 anos

Dotado de um instinto protetor e de um incrível senso de amor ao próximo, tentava fazer deste mundo um lugar melhor.

José Clenildo de Sousa Lopes, 56 anos

A alegria das festas e o sorriso dos amigos, família e pessoas queridas.

José Coelho, 89 anos

Tinha um jeito manso e carinhoso de falar, nunca levantava a voz, mesmo quando estava bravo.

José Cordeiro de Farias, 107 anos

Gostava de deixar o rádio no volume mais alto e ouvir as notícias com o jornal aberto, no “quartinho de Vovô”.

José Coriolando Beraldo, 82 anos

Muito inteligente, rápido e um excelente orador, foi um "influencer analógico" da família, amigos e colegas de trabalho.

José Cosme dos Santos Costa, 60 anos

Devoto de Santa Dulce dos Pobres e de coração acolhedor, era fã de Chiclete com Banana e não perdia um carnaval.

José da Conceição Góes, 80 anos

O mundo podia estar se acabando que o Sr. Góes não sairia da cadeira de balanço

José da Cruz Magalhães, 69 anos

Muito brincalhão e generoso, ajudava os vizinhos, socorria doentes e mulheres grávidas.

José Dantas de Almeida, 77 anos

Costurava roupas com a ajuda dos netos, que colocavam a linha na agulha. Assim, ia entrelaçando gerações com o fio da vida.

José Dantas de Lima Filho, 89 anos

Melhor padrinho do mundo, encantava crianças contando e cantando histórias e, em dezembro, virava "Papai Noel".

José Darci de Figueiredo, 86 anos

Se você o conhecia, já era amigo dele.

José das Graças Lino, 71 anos

Carinhoso, era sempre recebido com um belo sorriso.

José Dásio Santiago, 67 anos

Um professor que, na simplicidade de seus hábitos e gestos, ensinou as maiores lições.

José de Almeida Junior, 77 anos

Fazia questão de acertar cada centavo do troco de doces e verduras que ganhava na rua.

José de Almeida Queluz, 71 anos

Um homem de muitas facetas, trabalhou em diferentes áreas e foi feliz em todas elas, sempre levando família e amigos a sonharem junto com ele.

José de Assis Agra Alves, 93 anos

Inventor de inúmeras expressões.

José de Castro Palheta, 69 anos

Para ele tudo estava bom, mesmo que o mundo estivesse desabando.

José de Morais Rosas, 66 anos

Amava se perfumar e sempre andava bem-arrumado.

Jose de Oliveira Marques, 63 anos

Torcedor do Remo e doador de bombons para a criançada da rua.

José de Ribamar Guedes dos Santos, 54 anos

Seu fusca, que sempre quebrava, era o melhor carro do mundo; o conduzia a uma persistência exemplar.

José de Sena, 82 anos

Zé fazia da própria voz a alegria da casa.

José de Sena Batista, 78 anos

Saía ainda na madrugada para pescar e sustentar os nove filhos.

José de Souza Araújo, 68 anos

Uniu o orgulho da farda e a paixão pela música na mesma carreira.

José de Souza Lucena, 50 anos

Bem-humorado, de bem com a vida e ótimo dançarino. Era a alegria de qualquer festa e reunião da família.

José Dejair de Carvalho, 67 anos

"Tenho orgulho de ser igual a minha mãe."

José Dias Ferreira, 81 anos

Um homem forjado entre bois, tijolos, pedras preciosas, notas musicais e muitas palavras para rimar.

José Dias Palitot Junior, 44 anos

Um homem que viveu a vida intensamente.

José Diniz Moreira, 90 anos

Era a personificação da bondade. Deixou saudade em forma de detalhes perceptíveis no dia a dia de seus amados.

José Djalma Vieira Amazonas, 76 anos

Ele dizia e acreditava que Deus sempre proverá.

José do Carmo Moraes Cardozo, 67 anos

Pra ele, a felicidade só era real quando compartilhada.

José do Nascimento da Silva, 52 anos

Gostava de passar o final de semana com os filhos e genro. Com um bom vinho e "Daniel Ao Vivo em Brotas" ficava perfeito.

José Domingos da Silva Júnior, 59 anos

Diante da alegria se fez maestro.

José Domingos dos Santos Filho, 56 anos

Amou intensamente a família, as pessoas e a vida. E queria ser chique como as vilãs de novela.

José Domingos Lievore, 68 anos

O talento como bom prosador foi conquistado ao longo da vida de comerciante.

José Donisete Xavier, 60 anos

Ele enviava "bom dia" para todos da sua agenda de contatos.

José dos Passos Souza, 83 anos

Andava quase um quilômetro só para assistir às novelas na casa do vizinho e era doido por um caramelo.

José dos Santos, 83 anos

Por onde quer que passasse, destacava-se pela calma, generosidade e paciência.

José Duarte da Costa, 66 anos

"Sabia disso? ", era o que ele dizia quando estava prestes a dar sua opinião.

José Duque Sobrinho, 75 anos

Inventava palavras para dizer no lugar de "palavrões" e adorava preparar o café da tarde todos os dias.

José Edgar da Silva, 73 anos

Mais do que um consagrado artista da música junina, trazia a paz que é própria das pessoas de grande alma.

José Edivaldo da Costa, 65 anos

Tomava café da manhã todos os finais de semana com seu melhor amigo: o neto Mateus.

José Ednaldo Siqueira Costa, 52 anos

Para além da rotina arriscada de policial militar, era pai alegre, amoroso, que fazia o bem sem olhar a quem.

José Edson da Silva Junior, 32 anos

Enfrentou obstáculos sem nunca tirar o sorriso do rosto.

José Edson de Godoi, 52 anos

Para aliviar a tensão do grupo, antes do show do amado coral, valia até uma performance de peruca ruiva.

José Eduardo Jesus e Oliveira, 74 anos

Um pai que fez tudo pelas filhas.

José Edvaldo da Silva, 65 anos

– "Eu não sou seu pariceiro! Cadê a bênção?", costumava dizer.

José Élio de Sá, 61 anos

Criou os filhos com amor e carinho. Como pedreiro, realizou o sonho de muitos erguendo suas casas.

José Elis Vitoriano, 66 anos

Ele sempre sorria e celebrava a vida como se fosse uma festa.

Jose Enaldo da Silva, 70 anos

Para ele não havia barreira intransponível. Mais que um homem gentil, era um encantador de gente.

José Epitácio do Amaral, 60 anos

O melhor pai e avô do mundo, amado eternamente por seus familiares.

José Eronildo Alves Xavier, 50 anos

Seus melhores temperos eram a simplicidade e o amor.

José Estelito de Assunção Pires, 83 anos

Tão querido que virou verso.

José Estevão Ramos, 94 anos

Comerciante apaixonado pelo trabalho e pela família. Viveu cada momento com garra e força.

Jose Eudo Leonardo Bezerra, 66 anos

Estava sempre alegre! Amava uma farra, acompanhada por uma cervejinha.

José Eufrazio Cardoso, 72 anos

Pai orgulhoso, comemorava cada conquista e gritava aos quatros cantos da cidade: "Foi minha filha que fez!"

José Eugênio Vitor Filho, 65 anos

Um homem forte e feliz que se derretia diante de qualquer sinal de felicidade dos filhos, dos netos e das irmãs.

José Eustáquio de Campos, 48 anos

De jornaleiro a fazendeiro, a trajetória fulgurante de um espírito irrequieto.

José Evandro Carneiro Gondim, 90 anos

Um avô com alma de garoto e coração doce, cujos olhos viviam encantados pelas novidades tecnológicas.

José Felinto Furtado, 86 anos

Fã de Nelson Gonçalves, bem poderia ter escrito algumas canções inspirado nas inúmeras histórias que contou.

José Felix da Silva, 69 anos

O amor e a fé foram as bases da educação que deu aos filhos para que seguissem o caminho da honestidade.

José Felix Filho, 46 anos

Pequeno na estatura, mas de um coração imenso.

José Fernandes Cândido de Souza, 32 anos

Um homem de inúmeras qualidades, querido por todos e especial em vários aspectos, que hoje faz falta no mundo.

José Fernandes Nepomuceno, 75 anos

Não mediu esforços para os dois filhos estudarem e os viu concluir o ensino superior.

José Fernando Pamplona Gomes, 47 anos

Ele adorava servir o café da manhã de todos os filhos.

José Fernando Pequeno de Paiva, 47 anos

Se sonho era comprar uma piscina para fazer churrascos com a netinha Manu.

José Ferreira Cambraia, 70 anos

O anfitrião dos almoços de domingo.

José Ferreira da Piedade, 66 anos

Tinha orgulho de ter servido ao Exército e, como vigia da escola, era como se fosse guardião da educação.

José Ferreira de Medeiros, 81 anos

Era lindo vê-lo desmontar um motor, peça por peça. Cada movimento seu parecia parte de uma sinfonia.

José Ferreira de Oliveira, 58 anos

Quanto amor e cuidado ele sempre teve para dar!

José Ferreira de Sousa, 68 anos

Dedé, que era habilidoso no dominó, também jogava no bicho e apostava na quina.

José Ferreira de Souza, 82 anos

Era no sertão que ele se sentia em casa.

José Figueira de Freitas Filho, 87 anos

Em suas longas caminhadas, ele dizia "Alegria, alegria!" aos passantes do semblante entristecido.

José Flávio de Bessa, 63 anos

Brilho no olhar; jeito simples e coração enorme; um amor dividido entre o sítio e a política: marcas só suas.

José Francisco da Silva, 72 anos

Seria possível escrever um livro de muitas páginas sobre suas histórias de generosidade.

José Francisco da Silveira, 85 anos

Homem de fé, sempre se apegava ao Divino Pai Eterno ou a Nossa Senhora Aparecida nas horas difíceis.

José Francisco de Britto, 65 anos

Um homem de riso fácil, por quem as pessoas logo se encantavam e de quem nunca mais se esqueciam.

José Francisco de Paula, 57 anos

Conseguiu realizar seu último sonho, ter seu próprio pedaço de terra, e foi ali que passou seus últimos meses de vida.

José Francisco dos Santos, 77 anos

Amou a Deus sobre todas as coisas e, em qualquer situação: agradeceu.

José Francisco dos Santos, 60 anos

Um aventureiro solitário, defensor da cultura indígena e das tradições do nordeste.

José Francisco dos Santos, 74 anos

Homem íntegro, nordestino arretado, com um enorme coração e amante da liberdade.

José Francisco dos Santos, 62 anos

Sinônimo de simpatia, Francisco era doce assim como Chiclete, seu apelido.

José Francisco Durville, 85 anos

Em meio à gargalhadas e conselhos, vô Zé amou e foi amado intensamente.

José Francisco Marques Neto, 87 anos

Uma vida de muitas histórias.

José Franco de Assis, 67 anos

Tinha o dom da escrita e gostaria de ter sido jornalista. Mantinha cartas e diários na gaveta de ferramentas.

José Garcia, 90 anos

Além de muito conhecido e respeitado, Vovô Caranguejo era um exímio contador de histórias.

José Garcia Borges Carneiro, 48 anos

Chapéu e botinas novos não podiam faltar para ele fazer bonito nas fotos das cavalgadas.

José Geraldo Casalli Cruz de Oliveira, 55 anos

Romântico à moda antiga e o maior incentivador da família.

José Geraldo Guimarães, 71 anos

Sua felicidade era ouvir moda de viola ao lado da esposa, saboreando um pãozinho de queijo.

José Geraldo Trevenzoli, 63 anos

De memória impecável, conversava com todos contando suas histórias e fazia rir com sua risada contagiante.

José Germano Pereira, 69 anos

Se você quisesse sorrir, era só se juntar a ele.

José Gilbenê Barbosa, 83 anos

Sempre tinha uma história para contar, com direito a trilha sonora.

José Gomes Cardoso Filho, 67 anos

Sempre bem-humorado, amava estar no seu bar e receber os clientes para uma boa conversa.

José Gomes de Moura, 69 anos

Palavras de fé e amor.

José Gonçalo de Araújo, 70 anos

"Deus te dê felicidade", dizia sempre que lhe pediam a benção. E assim, além de abençoados seriam felizes.

José Gonçalves da Silva, 79 anos

Adorava jaca! Acordava cedo e desejava um bom-dia contagiante, que animava qualquer um.

José Gonzaga Bezerra, 82 anos

Quase todo domingo cochilava no banco da igreja, mas acordava na hora certa pra não marcar bobeira com o padre.

José Guedes da Silva, 92 anos

Idealizador, tinha muita disposição para trabalhar e colocar em prática tudo o que pensava.

José Guilherme da Silva Machado, 57 anos

Gostava de uma boa zoeira, principalmente com a sogra, a quem tanto amava. O sorriso foi sua marca registrada.

José Guilherme Henriques dos Santos, 60 anos

Médico, piadista, apaixonado por futebol e pela família. O melhor pai do mundo.

José Hailton de Oliveira Brito, 61 anos

Torcedor do Fluminense, contagiava a todos com sua alegria.

José Haroldo da Silva Pereira, 49 anos

Não teve filhos, mas foi pai com um coração do tamanho do mundo para os enteados.

José Hélder Melo Lima, 63 anos

Dedicado à família e solidário à comunidade. Onde ele estava, sua alegria e carisma atraíam a atenção.

José Henn Neto, 60 anos

Apaixonado por carros e corridas, andava de mãos dadas com a alegria e a generosidade.

José Henrique da Silva, 62 anos

O carioca de personalidade forte que pilotou sua própria vida, contagiando a todos com uma sabedoria ímpar.

José Herculano da Silva, 73 anos

Devoto de São José, sonhava em voltar para a terra natal.

Jose Herculano Vilas Boas, 71 anos

Dono de um sorriso lindo, que iluminava todo o rosto.

José Hilton Gonçalves Barbosa, 61 anos

Grande homem de um coração sem tamanho.

José Hugo de Oliveira Alvim, 47 anos

Pai dedicado e camarada, será sempre lembrado pela sua personalidade vibrante.

José Inaldo da Silva Marinho, 53 anos

Esposo, pai e avô incrível e presente, gostava de ajudar as pessoas.

José Inaudo Gomes do Nascimento, 72 anos

“Em Bodocó nasceu, se criou, amou e partiu; que volte agora como luz”

José Irandir Alves da Silva, 71 anos

Entre todas as coisas que gostava de fazer, dormir com uma toalha na cabeça era a mais curiosa.

José Isaías Ferreira Caxias, 68 anos

Amava viver a vida com alegria e um sorriso no rosto.

José Ivan Barbosa da Silva, 71 anos

A gargalhada mais gostosa e inesquecível do mundo.

José Ivan de Sousa Lima, 58 anos

Sua última missão foi ajudar a salvar vidas. Amigo de todos, sempre sereno e alegre.

José Ivan Martins Guedes, 61 anos

Mesmo em meio a tantos nomes pelos quais era conhecido, é difícil encontrar uma só palavra para defini-lo.

José Ivan Rodrigues de Lima, 63 anos

O "cabecinha branca" que deixou as melhores lembranças.

José Izidio da Silva, 60 anos

Bolinha cantava muito mal e dançava todo atrapalhado, mas sem ele as festas perderam a cor.

José Jacob de Carvalho, 60 anos

Solidário e generoso, sua aposta era na palavra e na força de suas relações.

José Jerônimo Dantas de Lima, 47 anos

Simples e com um enorme coração, nunca perdeu a fé em Deus e na humanidade.

José João do Nascimento, 96 anos

Todos os dias ele saía para uma caminhada na praça, mas, para ir e voltar, pegava um ônibus.

José Joci Alves da Costa, 65 anos

Sonhador, generoso e compassivo, doava-se sem reservas às outras pessoas, sempre disposto a ajudar.

José Jorge Cunha Alves, 74 anos

Lembrar dele é lembrar de calmaria, irmandade e amizade.

José Jorge Silva, 70 anos

Carrega nome de guerreiro: Jorge. Exatamente como ele era.

Jose Josafá Rodrigues, 83 anos

O Bom Pastor da família Vieira Rodrigues.

José Ladislau Filho, 74 anos

Era conhecido como SAMU do bairro, sempre pronto para socorrer alguém.

José Leão Ribeiro, 74 anos

Homem valente, colecionador de facas. Um verdadeiro leão com muitas histórias pra contar.

José Leonardo Francez, 73 anos

"Quando eu morrer, quero ser enterrado no cemitério Campo Grande, para dar tchau aos ônibus que passarem.”

José Leôncio da Silva Sobrinho, 78 anos

A vida não lhe sorria facilmente, mas Duda do Ceaga aproveitava as oportunidades e abria ele mesmo seu sorriso.

José Leonel Ferreira, 74 anos

Batalhou incansavelmente em busca de justiça e dos direitos dos menos favorecidos.

José Lima Cunha, 58 anos

Genioso e de opinião forte, preferia muitas vezes a paz de permanecer em silêncio.

José Lino Pereira Filho, 79 anos

Ele foi o melhor exemplo da frase “fazer o bem sem olhar a quem.”

José Lionor Pereira, 69 anos

O tio que era como pai para os sobrinhos; tinha um coração gigante, um coração que abrigava toda gente.

José Lola de Amorim, 91 anos

Da Paraíba para Brasília. De Brasília para BH. Foi aí que conheceu seu amor e fez morada.

José Lopes da Silva, 80 anos

Tinha uma imaginação única sobre ET's e dizia já ter visto alguns com os próprios olhos.

José Lopes de Oliveira, 60 anos

Um homem guerreiro.

José Lourenço dos Santos, 65 anos

Honesto e brincalhão. Um pernambucano de sorriso marcante e muito compreensivo.

José Lúcio dos Santos Bernardino, 64 anos

Uma pessoa adorável, bem-humorada, carinhosa. Flamenguista "roxo". Amou sua família e amigos intensamente.

José Lúcio Mazzo, 76 anos

Fazia de tudo para agradar as filhas, os genros, os netos e a esposa.

José Luis Mota, 53 anos

Festeiro, ocupava a função de organizador geral. Na cantoria, comia a letra e exibia a pança.

José Luiz da Silva, 66 anos

Homem admirável por sua dedicação com os outros e pela persistência diante das situações.

José Luiz da Costa, 70 anos

Sempre que podia, próximo ao meio-dia, seu Dedé ia tomar banho na Lagoa da Foveira.

José Luiz de Andrade Armigliato, 78 anos

Um colecionador de relógios que viveu intensamente cada minuto de sua vida.

José Luiz e Silva, 93 anos

Um eterno aprendiz. Alfabetizado aos nove anos, escreveu livros e cursou duas universidades após ter aposentado.

José Luiz Pozo Raymundo, 70 anos

Dedicado à sua profissão. O médico que conseguiu a proeza de trabalhar nos três clubes de futebol de Pelotas, apesar da forte rivalidade.

José Luiz Soares Teixeira, 57 anos

Esculpia pequenas pétalas em lataria, com muito cuidado, para presentear os familiares.

José Luiz Souza, 66 anos

Ele era da arte. Como gesseiro, carregava talento nas mãos. Um exímio artista plástico.

José Luiz Terra Cunha, 75 anos

De professor a showman da família, sempre se fez presente na vida de todos que conviveram com ele.

José Maia Sobrinho, 76 anos

Amava sentar no banco da pracinha com os amigos e falar de sua paixão pelo time de futebol: o Flamengo.

José Manuel da Silva, 81 anos

Pelo olhar transmitia o quanto era amoroso e acolhedor.

José Marcatto da Silva, 84 anos

Ele levava a vida com otimismo e fé. Era alegre, gostava de cozinhar, cultivar plantas e passar cafezinhos.

José Marcelino Nunes da Silva Júnior, 51 anos

Uma alma muito boa. Na Santa Casa, era o “paizão” dos médicos e enfermeiros.

José Marcos de Araújo Manasfi, 59 anos

Pontualidade e violonista de samba eram suas características.

José Maria Bellato, 69 anos

Não perdia uma corrida de Fórmula 1.

José Maria Bortolazzo, 91 anos

Era de poucas palavras, mas tinha um sorriso cativante e uma sabedoria grandiosa.

José Maria Brito, 62 anos

Generoso, corintiano, amante de música e dedicado à família, levava alegria aonde fosse.

José Maria de Melo, 77 anos

Zeca cuidava de suas plantas com todo o zelo. Adorava contar histórias e eternizou a vida com poemas.

José Maria Dutra, 72 anos

Ganhou o mundo e retornou para o seu Ceará. À família, legou a educação, algo que "ninguém pode tirar".

José Maria Ferreira Rodrigues, 77 anos

Inteligente, irrequieto e às vezes impaciente, porém amoroso e devotado à família.

José Maria Martins, 76 anos

Forte como o aço com o qual trabalhou, tinha a resistência nordestina.

José Maria Nascimento Silva, 81 anos

Homem de muitas qualidades e ofícios, pai amoroso com seu valor reconhecido até o fim de sua vida.

José Maria Pinheiro do Rosario, 64 anos

Tinha confiança que tudo iria dar certo. Sempre alegre e extrovertido.

José Maria Santos Gonçalves, 70 anos

Apaixonado pelo Pará e torcedor entusiasmado do Paysandu

José Mariano Pereira Filho, 57 anos

Torcedor ardoroso do Sport Club do Recife.

José Marinho de Queiroz, 76 anos

Apaixonado por sua profissão e sua família, sempre batalhou por eles, pelos seus sonhos e pela sua vida.

José Marinho dos Santos, 84 anos

Cuidou dos netos como se fossem filhos. Homem simples e amoroso que dedicou a vida à família.

José Mário Barros, 57 anos

Mostrava sua atitude positiva e assertiva diante da vida ao não focar no problema, e sim, na solução.

José Mario Costa Rocha Filho, 42 anos

Por onde passava, deixava um rastro de alegria e felicidade.

José Mário Ferreira da Silva, 60 anos

Um caminhoneiro de sorriso largo e energia contagiante, que marcou muitos corações pela estrada da vida.

José Mário Santana Filho, 44 anos

Psicólogo, falou em lives sobre o luto na pandemia; foi um conselheiro sensível do começo ao fim.

José Martins de Souza, 67 anos

Zé da Picanha tinha pose de durão, mas era doce como um bolo de frutas de "Dia de Reis".

José Martins de Souza, 52 anos

Gostava de viver uma vida tranquila, beber aos finais de semana e ficar em seu comércio.

José Mateus Duarte, 73 anos

Fanático pelo Fortaleza Esporte Clube, tinha o bom humor como marca de vida.

José Mauri Freire, 51 anos

Ele expressava o seu amor nos pequenos gestos.

José Mauro Brochado, 70 anos

"Fala, vascaíno!", era sempre sua maneira de cumprimentar quem quer que fosse.

José Maximiano Duarte Neto, 35 anos

Um professor que nunca se calava diante de injustiças.

José Máximo de Oliveira Irmão, 68 anos

O taxista 297. Um nordestino trabalhador e honesto com muito orgulho.

José Menache Neistein, 85 anos

Foi uma dessas pessoas cuja passagem pelo mundo deixa um legado inestimável e uma enorme saudade.

José Mendes da Silva, 68 anos

Apaixonado por peixe assado com açaí; o verdadeiro açaí com farinha, que preparava para o almoço todos os dias.

José Mesquita Melo, 78 anos

Gostava mais de ficar em casa, em frente à televisão, do que de sair.

José Messias Vieira Lima, 66 anos

Se divertia ao perturbar os outros com seu radinho AM.

José Miguel da Silva, 84 anos

Pela sanfona ou pela gargalhada, ele era reconhecido de longe.

José Miguel de Oliveira, 84 anos

Profissional inteligente e comprometido com o serviço público. Foi também um fervoroso defensor da educação.

José Monteiro da Silva, 66 anos

Procurava todas as formas de não brigar com os filhos, dizia que conselho bem dado valia mais que uma palmada.

José Monteiro Lima, 87 anos

Homem do campo, amava o Piauí. Gostava da lida, do trabalho braçal, da paz que só a terra lhe trazia.

José Moreno da Silva, 72 anos

Sempre acordava cedo e já pegava o jornal. Se não conseguisse ler inteiro, guardava para ler aos sábados.

José Natalino da Silveira, 75 anos

Ler o jornal sentindo a brisa da praia e brincar com os netos no mar estava entre as suas maiores alegrias.

José Naves, 93 anos

Bom de ouvido, aprendeu inglês com os cowboys das matinês de domingo nos cinemas de Uberaba.

Jose Nazareno do Nascimento Lima, 45 anos

Com um humor ímpar, quando via que alguém estava capiongo, dizia: “Homi, deixe de muído!”

José Nelson Marsola, 80 anos

Devia ter sido pastor ou padre pela sua bondade...

José Nemem Jereissati Netto, 57 anos

Na vida, seu bem essencial era uma boa companhia.

José Neris de Oliveira, 63 anos

Um contador de histórias sobre as aventuras da vida.

José Nicésio Arantes Filho, 88 anos

Amante do samba paulista, amava ir a shows com a filha, onde dançava e se divertia muito!

José Noberto Fragoso, 77 anos

Seus causos não começavam com o habitual “era uma vez”, mas com um sonoro “entonces”.

José Nunes Fernandes, 85 anos

Ele contemplava a beleza da vida e desafiava a máxima do "dar sem ter".

José Oliveira Campos, 72 anos

Enfrentou o medo da mula sem cabeça para buscar água pra família, num rio distante, sempre a noite.

José Oliveira de Sousa, 69 anos

O melhor contador de histórias, a risada era garantida quando Zé Bernardo estava por perto.

José Onofre Reis do Nascimento, 69 anos

Queria ser lembrado como um ótimo filho e um ótimo pai. Assim é!

José Orlando Gomes, 59 anos

Deixou uma herança incalculável: valores que o dinheiro não paga.

José Osmar da Costa, 50 anos

De coração puro, era sinônimo de cuidado e alegria. Apaixonado pelo mar, adorava reunir a família e agradecer.

José Otaviano Vieira da Silva, 85 anos

Um cozinheiro que utilizava o amor como principal ingrediente de seus pratos.

José Otávio Pacheco Teobaldo, 74 anos

Um pernambucano que adorava ouvir música deitado em sua rede.

José Otoni Moreira, 72 anos

Guardião do Rio São João, encarava o ser humano como parte da natureza e dedicou a vida a preservá-la.

José Paixão de Souza, 57 anos

Ele era um amante do samba e ajudou a construir carnavais.

José Paula de Oliveira, 74 anos

Foi "super" em tudo que se propôs a fazer na vida.

José Paulino de Araujo, 83 anos

Apaixonado pelo aniversário, e encantado pela vida, sabia comemorar todo recomeço que surgia no caminho.

José Paulo Gomes, 66 anos

Todos procuravam nele, um conselho para lidar com problemas. Amigo e querido por todos!

José Paulo Gomes Ribeiro, 62 anos

Sempre elogiava as pessoas que amava.

José Paulo Silveira Ataíde, 74 anos

Generoso e caridoso, lutava contra o preconceito e a desigualdade. Atleticano de paixão, era doido pelo galo.

José Pedro da Silva, 70 anos

Pescar com os amigos era uma alegria. Voltava com mais histórias do que com peixes.

José Pedro dos Santos, 59 anos

Tinha a mania de sorrir e de perdoar com facilidade.

Jose Pedro Ribeiro, 101 anos

Aprendeu a tocar violão com seu pai quando ainda era menino e não parou mais.

José Pedro Rossetti, 65 anos

Era um homem de amores, especialmente à família, à pesca, aos animais e ao bigode.

José Peinhopf, 76 anos

Ele conheceu muitos lugares, mas dizia que "viver no Brasil é ótimo, aqui temos os melhores amigos".

Jose Pereira, 65 anos

Palmeirense de corpo e alma, pai maravilhoso, generoso e cristão.

José Pereira da Silva, 88 anos

Gostava de ficar em casa. Tinha habilidade para tecer redes de pesca.

José Pereira da Silveira, 57 anos

Dava um jeitinho pra tudo e sempre dizia: "Agora deixa comigo!"

José Pereira Filho, 60 anos

Era elo da família, sempre disposto a unir os pontos e a tecer a boa convivência entre todos.

José Pereira Filho, 78 anos

Ele foi uma estrela no céu de sua neta, Maria Eduarda.

José Pereira Marinho, 80 anos

A doçura materializada. Gostava de cozinhar pratos coloridos e era amado pelos gatos.

José Pereira Mendes, 99 anos

Acreditava no sentido da família: ser unida e feliz.

José Pereira Sales, 69 anos

Ele se encontrou no Rio de Janeiro e adorava receber visitas de parentes e amigos.

José Péricles Gomes Lopes, 71 anos

Pai dedicado e avô bobo, ostentava um bigode de respeito com muito bom humor.

José Pinheiro da Silva, 77 anos

Numa bela sinfonia, forrozeou com sua luz e sorriso.

José Pinheiro dos Santos, 80 anos

Seu legado está posto para todos, construído ao longo dos seus 80 anos de existência.

José Pinho Pereira, 93 anos

O oficial da marinha que cantava serestas e devorava jornais.

José Pinto de Miranda, 83 anos

Seu Miranda, católico fervoroso, coordenava o terço na praça da Paróquia São João Bosco, no Rio de Janeiro.

José Pires Alves, 73 anos

Apesar da timidez, ele sabia demonstrar afeto. Gostava tanto de doces que chegava a comer escondido.

José Plácido, 77 anos

Era só chegar... e já tinha um cafezinho esperando e um boa história pra contar.

José Prentes dos Santos, 84 anos

Com uma risada marcante, ria até de si mesmo.

José Primo Salvador, 72 anos

Tinha o poder de reunir as pessoas e de fazê-las sorrir.

José Procópio Siqueira, 65 anos

Reuniu admiradores com suas histórias sábias e bem contadas.

José Quelho de Souza, 65 anos

Sua realização era ver a felicidade de seus entes queridos.

José Quirino dos Santos, 73 anos

Símbolo de honestidade, amor e bom humor.

José Raimundo, 87 anos

Dono de uma simpatia inigualável e da melhor risada do mundo.

José Raimundo Barauna Cardoso, 52 anos

Demonstrar amor sem diferenças e defeitos: essa era sua missão.

José Raimundo de Jesus dos Santos, 53 anos

Um homem forte de coração mole.

José Raimundo Nunes Lima, 66 anos

Ele virava criança só para ver a neta feliz.

José Raimundo Vieira Magalhães, 76 anos

O abraço e a voz forte, a firmeza e a alegria serão sempre seus legados entre nós.

José Ramiro da Silva, 64 anos

Em suas mãos o dom de construir moradas. Em seu coração o dom de ser morada para quem precisasse de afeto.

José Rangel, 81 anos

Determinado, tinha predileção por morar em sobrados que construía com as próprias mãos e a ajuda da família.

José Rech, 58 anos

Homem justo e exemplo de honestidade, gostava de tirar fotografias e ouvir flashbacks da banda Abba.

José Renato Pires do Nascimento, 65 anos

Uma pessoa incrível, excelente filho, marido, pai, avô, tio e amigo. Para quem não havia tempo ruim.

José Renato Sousa dos Santos, 35 anos

Brincalhão e sempre disposto a ajudar, tinha um coração de menino e não descuidava nunca dos que amava.

José Ribamar Berredo Urbano, 72 anos

Seu Urbano era a prosa sem hora para acabar.

José Ribamar Gomes Carneiro, 63 anos

O eterno cozinheiro dos Faria Carneiro, Zeca não hesitava em atender um pedido da família.

José Ribamar Jares Pereira, 73 anos

Aqueles que amamos não se ausentam, transformam-se em saudade!

José Ribamar Mesquita Pessoa, 74 anos

Com o joelho marcado de tanto orar, trilhou o caminho da fé, confiando no poder da oração.

José Ribamar Oliveira Silva, 79 anos

Exemplo de força, persistência, dedicação e superação.

José Ribamar Paixão Santos, 72 anos

Para ele, tudo estava sempre bom. E nunca deixava de fazer uma “fezinha” semanal.

José Ribamar Pinto, 90 anos

Um profundo conhecedor da palavra de Deus.

José Ribamar Pontes, 78 anos

Zecão da Praça 14, símbolo de resistência negra, uma vida que merece virar samba.

José Ribamar Ribeiro dos Santos, 82 anos

Aos 82 anos, ainda gostava muito de jogar futebol.

José Ribeiro da Silva, 74 anos

Gostava de um forró bem animado e de uma boa buchada. Amava dona Cícera e era fervoroso na fé.

José Ribeiro dos Santos, 62 anos

De engraxate a comerciante, buscava a perfeição em tudo que fazia.

José Ricardo Barbosa Rodrigues, 55 anos

Cozinhar era sua forma de dizer "eu te amo".

José Ricardo de Jesus Aguiar, 55 anos

Um ícone do Piscinão de Ramos, ajudou a todos na comunidade, dando o seu melhor sempre.

José Ricardo Magela Vilela, 45 anos

Apaixonado por música, família e amigos. Mas com ele por perto, não se falava em política.

José Ricardo Souza Cabral, 59 anos

Ser humano puro, um adulto-criança, que gostava de pescar e cuidar de passarinhos.

José Rinaldo Coelho Pereira, 58 anos

"Essa vida de rico me cansa", frase sempre dita por ele.

José Roberto C. Iglesias, 64 anos

Um homem a ser lembrado por suas conversas intermináveis e risadas descontroladas.

José Roberto Corrêa, 55 anos

Tinha um coração lindo e muito brilho no olhar.

José Roberto de Castro, 77 anos

Roberto amava chocolatinhos e queria guardar todas as fotos da família para si. Fingia ser durão.

Jose Roberto de Lima, 46 anos

Aproveitava a vida como se não houvesse amanhã.

José Roberto de Souza, 69 anos

Felicidade em alta voz.

José Roberto dos Santos Rocha, 39 anos

Um cavaleiro incrível de coração imenso que amou demais a vida e a família.

José Roberto Fragoso de Siqueira, 68 anos

Se saísse de casa, podia esquecer de tudo, menos de pentear seus cabelos e de se perfumar.

José Roberto Maluf Traboulsi, 62 anos

Apaixonado por Fórmula 1 e pelo som dos motores, tinha muito orgulho de cada conquista das filhas.

José Roberto Ruz Requena, 58 anos

Impossível não lembrar do som de sua risada e do timbre de sua voz grossa.

José Roberto Salvett, 53 anos

Sempre amou a família, procurou ajudar todos e fazia a melhor esfiha da cidade.

José Roberto Sousa de Oliveira, 71 anos

Acreditava tanto no poder da educação que, sem saber, educou todos na arte de ser generoso, dedicado e correto.

José Rodrigues da Silva, 76 anos

Carregou a paixão pelo Náutico pelas estradas do Brasil. De seu baú de memórias, sacava muito amor.

José Rodrigues de Oliveira, 88 anos

Zezé Metralha era um avô cuidadoso que aguardava com ansiedade a pescaria anual no Araguaia.

José Rodrigues de Pina, 72 anos

Mais de vinte anos após se aposentar, ainda recebia ligações dos amigos de trabalho.

José Rodrigues Lima, 68 anos

Renovava a alegria de viver em banhos no mar.

José Rodrigues Soares de Oliveira, 60 anos

Pedreiro de profissão, especialista em bondade no coração.

José Romário Ferreira, 57 anos

Buscava aprender coisas novas só para poder ajudar ainda mais as outras pessoas.

José Romélio Brasil Ribeiro, 65 anos

Visionário, brincalhão e pai amoroso, irradiava alegria contagiante, positividade e fé.

José Romildo Nogueira da Silva, 55 anos

Militar do coração enorme e um vovô maravilhoso.

José Romildo Pereira da Silva, 50 anos

Uma fonte inesgotável de superação, amor e cuidado com o próximo.

José Ronaldo Alves de Oliveira, 45 anos

Generoso e cheio de empatia, escolheu aproveitar o lado bom da vida com música e festas em família.

José Ronaldo Lima de Barros, 62 anos

Dizia “eu te amo” com a mesma intensidade em que vivia seus dias.

José Ronaldo Menezes, 60 anos

Sua principal virtude era servir o próximo.

José Ronaldo Xavier Costa, 68 anos

Cantor nas horas vagas, interpretava Reginaldo Rossi com toda sua alma, animando as festas de família.

José Rubem Benvenuti, 80 anos

Saudade é ser, depois de ter.

José Sabino, 73 anos

A neta Sofia era a razão de sua vida. Para ela, cantava a "música do dedinho".

José Sabino Gomes, 83 anos

A saudade de seu jeito de preparar o peixe e de se encantar por "Detalhes", crava lindas memórias no coração.

José Sales Lima Verde, 69 anos

Muito feliz e boêmio, deixou uma dose de amor aos que ficaram.

José Salu Neto, 85 anos

Ele amava em detalhes, era amor da cabeça aos pés.

José Santos da Silva, 70 anos

Mesmo sendo analfabeto do Cerrado, aprendeu a decifrar com inteligência todas as coisas.

José Sardinha de Souza, 51 anos

Sua gargalhada ecoava pelas ondas do rádio.

José Sérgio de Oliveira Silva, 49 anos

Construía estantes de livros com lâmpada acoplada para que as crianças pudessem ler à noite.

José Severino Luiz, 63 anos

A voz alta e o pavio um tanto curto compunham seu jeito único e alegre de ser.

José Sévio Meneses Oliveira, 70 anos

Amava filmes, mas muito mais seus filhos e netos! Deles foi: exemplo, proteção, alegria, amparo e calmaria.

José Simas, 56 anos

À frente da Câmara, Zeca Simas discursava com paixão. A mesma que o movia na vida familiar e na ajuda ao próximo.

José Simplício de Melo, 88 anos

Um homem apaixonado pelo campo. Viveu para o trabalho, mas sem abdicar do tempo para a esposa e os filhos.

José Sinval de Carvalho Lima, 75 anos

No declínio da vida até a morte se declina, pois no legado deixado a vida nunca termina.

José Soares da Silva, 64 anos

Gostava de se descrever como a música de Raul Seixas, um "maluco beleza".

José Sotero de Barros, 82 anos

Versátil e cheio de habilidades, José foi operário, vendedor e agente de cantores.

José Tadeu Tardochi, 68 anos

Brincava como se fosse uma criança.

José Tarcísio Rodrigues Mendonça, 63 anos

"Vamos à luta!", dizia ele. E não apenas dizia, como também apoiava a luta dos seus.

José Tavares, 73 anos

Um homem incansável e lutador, que tratava todos com atenção e respeito em seu pequeno comércio.

José Teixeira, 83 anos

Pai e avô carinhoso, repetia sempre as mesmas histórias, mas cada vez com mais amor.

José Teixeira de Souza, 65 anos

Não importavam as dificuldades. Para seu Zé Teixeira, tudo acabava bem em dia de pescaria, sinuca, ou vitória do Flamengo.

José Telles Pinheiro, 77 anos

Devoto de Santo Antônio, adorava presentear com flores. Era um Romeu do século XXI.

José Teodoro Gaspar, 65 anos

Chamava a todos de filho, tamanho o cuidado e generosidade com cada um que conhecia.

José Thadeu da Fonseca Gomes, 61 anos

Ele era como um farol de fé nas madrugadas, iluminando quem buscasse seus conselhos.

José Valdir da Silva, 71 anos

Viveu, amou e demonstrou com suas ações.

José Valdivino do Nascimento, 65 anos

Tratar os outros como você se trata, esse era o lema do seu José.

José Valiente, 74 anos

Soberano no coração da família.

José Vanderlei Bonanho, 68 anos

Sonhava em ser Papai Noel. As crianças iam ao mercado apenas para ver a alegria que José era.

José Vicente Dantas, 84 anos

Amante da simplicidade, sempre dizia: “Bonito é o natural, nada de luxo”.

José Vicente de Oliveira, 61 anos

E... naquele domingo bonito de outono, o Curió bateu asas e voou. Voou e nunca mais voltou.

José Vicente de Oliveira Velo, 87 anos

Um dentista apaixonado pela profissão. Se sumia por um minuto do consultório, já sabiam onde o encontrar: na cafeteria.

José Vicente Ferreira da Silva, 73 anos

Seus maiores amores foram seus filhos e netos, que herdaram dele sua maior paixão: o Corinthians.

José Vicente Sabino, 75 anos

Com seu dom, cantava para homenagear seus amigos.

José Vicente Santiago, 75 anos

Os passarinhos lhe sussurravam amor. Ele amava.

José Victor de Lima, 69 anos

Amoroso, atencioso, alegre e brincalhão, ele nunca mediu esforços para cuidar e apoiar os filhos.

José Vieira, 87 anos

Quem quer garapa, melado e rapadura do seu Zé Alagoano?

José Vieira dos Santos, 68 anos

"Se eu não voltar mais, fica todo mundo com Deus!", dizia sempre que saía em viagem à terra natal.

José Vieira Primo, 63 anos

Um apaixonado por pescaria, que raramente pegava um peixe, mas que fisgou o coração de Sandra para sempre!

José Vilmar Souza França, 61 anos

Um cara com um coração enorme, que fazia o que podia para ajudar os outros.

José Virgílio de Ornelas Freitas, 74 anos

Não gostava de ir ao mar, mas amar para ele foi verbo fácil de se conjugar.

José Vitor de Oliveira, 70 anos

Para ele era muito especial reunir a família na praia, nos churrascos, e aproveitar os bons momentos da vida juntos.

José Vitor Ferreira Góes, 37 anos

Um apaixonado torcedor do Bahia que era pura alegria, bondade e amor.

José Welington Barroso Carneiro, 36 anos

José era um otimista, sempre dizia que tudo daria certo.

José Wilson dos Santos, 57 anos

Fez da vida uma grande festa, espalhando seu bordão "Oh, céus!".

José Yahn Ferreira, 92 anos

Defensor por natureza e da natureza, pegava seu motorhome e caía na estrada.

Joseci Pereira de Andrade, 43 anos

Otimista, sempre via o copo cheio. E se fosse de cerveja, já tomava.

Josefa Batista de Pádua, 52 anos

Amparou muita pessoas, mesmo que fossem pouco conhecidas, cuidava de todos como uma verdadeira mãe.

Josefa Bezerra Cordeiro, 65 anos

Não ficava nem um único dia sem telefonar para ter notícias da neta e dos netos do coração.

Josefa Dantas de Souza, 72 anos

Mãe e filha foram-se juntas, seguindo a lógica que as guiou em vida: "onde uma vai, a outra vai atrás".

Josefa Darci de Assis, 80 anos

Nasceu em dia de feira, amava o carnaval, passava roupas ouvindo música e jamais saía sem perfume.

Josefa de Sousa Silva, 80 anos

De coração enorme, sempre soube ver alegria nas coisas simples da vida.

Josefa Etelvina Santos da Silva, 73 anos

Adorava assistir televisão e era apaixonada pelo programa da Ana Maria Braga.

Josefa Gomes de Brito de Oliveira, 79 anos

Quando ela chegava era como se uma luz se acendesse.

Josefa Maria de Jesus, 72 anos

Acordava cedo, fazia um delicioso cafezinho e ligava o rádio para ouvir o Padre Marcelo Rossi.

Josefa Maria de Jesus Mendes, 88 anos

Nada era capaz de desmotivá-la, nem a sua cadeira de rodas. Adorava um forrozinho.

Josefa Mota, 68 anos

Tinha uma preocupação genuína com os estudos, a saúde e o emprego dos netos.

Josefa Santana Andrade, 80 anos

Na casa da grande "Pequena" podia tudo, menos não comer...

Josefa São Pedro Pinto, 67 anos

Reinventava as palavras; em seu dicionário, família significa amor.

Joselene de Fátima Carneiro Pereira, 60 anos

Era tão apaixonada pelo Flamengo que, se tivesse jogo quarta-feira, ela é que não ia fazer o jantar.

Joseli de Fátima Faria Marques, 57 anos

Uma vida feita de cuidado com o outro.

Joselice Guimarães dos Santos, 63 anos

A taxista mais simpática de Salvador.

Joselita Barbosa Morais, 70 anos

Buscava desfrutar das alegrias do caminho e deixa eternizada a sua determinação.

Joselita de Araujo Lima, 60 anos

Só descansou quando soube que seus sete cachorros estavam com quem ama os animais.

Joselito Bomfim de Lima, 55 anos

Levantou-se de todas as rasteiras que a vida lhe deu, sorriu e cozinhou como ninguém!

Joselito Nascimento dos Santos, 53 anos

Um flamenguista que não dispensava um bom churrasco e uma cerveja gelada, com a família.

Josemar José de Lima, 62 anos

Um dentista com mania de limpeza e organização, que também dava expediente como bancário.

Josemary Lima Santos Vieira, 55 anos

Era a humanidade em locais frios. Conseguia leitos, exames e o que mais fosse possível como assistente social.

Josemi Antônio dos Santos, 46 anos

Amava sua tribo e tinha uma alegria transformadora.

Josenildo Joaquim da Silva, 55 anos

Biliu, um vovô sorridente que gostava de cantar e dançar forró.

Josenildo Medeiros da Silva, 74 anos

Negro, de cabelos e bigode brancos, um homem de periferia, que lutou muito na vida.

Josenildo Mendes de Sousa, 64 anos

Um aprendiz incansável da arte de viver.

Josenilton Machado da Silva, 52 anos

Era o despertador da família e um profissional tão dedicado que está em um porta-retratos na casa dos patrões.

Joseny da Silva Mariano, 63 anos

Gostava de contar histórias, colecionar coisas e torcer para o Santos.

Josete Joaquim dos Santos, 56 anos

O corredor.

Josi Meire Alves Façanha, 46 anos

Tinha como lema de vida trabalhar duro e ser feliz; se possível, ouvindo um som pop e Lulu Santos.

Josias Batista, 71 anos

A teimosia era seu único defeito, o resto era só alegria.

Josias Carlos da Silva, 80 anos

Romântico, gostava de apreciar a lua e ouvir a esposa cantar.

Josias Luiz Pinto Moreira, 67 anos

Faculdade? "Com licença, por favor e obrigado", eram as formações essenciais que o Chico ensinava aos filhos.

Josias Pedro da Silva, 67 anos

O verdadeiro faz-tudo que se realizava prestando pequenos favores. Sonhava em ver o mar.

Josiel Pontes dos Santos, 47 anos

O jeito de "durão" escondia um coração mais doce que o mel.

Josielle Ribeiro, 37 anos

Mulher destemida, dona de um enorme coração. Vivia sorrindo pelos corredores da Santa Casa de BH.

Josil Araujo Costa, 52 anos

Com ele era só alegria, não tinha tempo ruim. Pacientemente encarava as dificuldades da vida.

Josilda Barbosa de Pinho Balestre, 56 anos

Não resistia às orquídeas e suculentas, sempre comprava ou arrumava uma muda.

Josimar Arêas Barbosa, 65 anos

Sinônimo de bondade e doçura.

Josimeire Alves Façanha, 46 anos

Seu doce sorriso e seu amor ao próximo marcaram gerações.

Josina Matias Pereira, 57 anos

Zizi era nosso girassol, que emanava amor, esperança e felicidade.

Josina Oliveira, 80 anos

Era impecável em tudo que se dispunha a fazer e determinada a realizar seus sonhos.

Josinaldo Mendonça, 53 anos

O arengueiro amigo de todos.

Josineide Vila Nova de Souza, 56 anos

Além de luz para muitos, era guia e força para quem dependia dela e de seu amor.

Josival Ferreira dos Santos, 59 anos

Por trás do semblante sério, havia um coração enorme e bondoso.

Josmar Torres do Nascimento, 63 anos

Gostava de estar em meio às pessoas para pregar o Evangelho e guiá-las segundo os ensinamentos de Jesus.

Josué de Almeida Queiroz, 55 anos

Dançarino oficial nas reuniões de família e amigos, andava com uma caixa de som a tiracolo, bailava até sozinho.

Josué de Ramos, 22 anos

Mesmo jovem, já planejava abrir padaria com seu nome. Aos amigos, distribuía sorrisos e alegria contagiante.

Josué Dias de Alencar, 67 anos

"Um homem grandão", de voz calma e passos largos e que já chegava de braços abertos.

Josué Rosa de Oliveira, 46 anos

Um amante da justiça e da paz.

Josuel Pais de Almeida, 43 anos

Extrovertido, gostava de tocar sax, viajar e comer bem. Mas amava mesmo fazer a família e os outros felizes.

Joubert de Oliveira Brizida, 86 anos

O carismático general que conquistava o Exército e a conversa.

Joubert Gonçalves Damaceno, 46 anos

Podia ser sábado ou segunda-feira, para ele sempre era um bom momento para um churrasco com pessoas queridas.

Joubran Mekari, 74 anos

Fiel amante da liberdade, era impossível detê-lo.

Jovam Mota da Silva, 50 anos

Era nas águas que o homem, que vivia dos céus, se acalmava.

Jovelina Maria Campos, 86 anos

Encher a casa com os filhos, netos e bisnetos em torno da mesa farta era o seu ideal de felicidade.

Jovenil Vieira, 70 anos

Gostava de ficar debruçado na sua banca de peixes para olhar as pessoas passando.

Jovenildo Lopes Soares, 66 anos

Incansável em suas batalhas, trazia o sorriso no rosto e buscava uma vida melhor para crianças e adolescentes.

Jovino Martins, 81 anos

Gostava de ir à feira buscar jiló e almeirão para os canarinhos que cuidava todos os dias.

Jovita Rosa dos Santos, 60 anos

Demonstrava amor em muitos abraços e beijos que adorava distribuir.

Jozemar Bezerra Cordeiro, 60 anos

Passou pela vida a brincar e adorava repetir com orgulho que a Família Cordeiro tinha brasão!

Juan Beltran Gonzalez Silva, 68 anos

Um homem amoroso que gostava muito de ajudar aos outros.

Juan Carlos Canamari Salazar, 56 anos

Um boliviano que nunca mediu esforços na busca por uma educação de qualidade para ele e para os filhos.

Juana Naranjo Gallart, 86 anos

Uma espanhola extremamente vaidosa e de coração enorme. Reconhecida por fazer o bem.

Juann Carlos Gonçalves Cardoso, 32 anos

Bom pai, bom marido e bom palmeirense: para Juann não havia amor em meia medida.

Juarez Klinger do Areal Souto, 86 anos

Médico e professor, era a própria alegria! Chegava com aquele sorriso, a voz forte, e o ambiente se iluminava.

Juarez Queiroz de Lima, 64 anos

Seu hobby era fazer lives para falar dos problemas de seu bairro.

Juarez Ribeiro de Barros, 93 anos

O velhinho mais elegante da missa de domingo, com lugar cativo no banco da igreja e no coração das pessoas.

Judá Iuquira Barbosa de Barros, 51 anos

O mar e o sol combinavam com essa mulher que irradiava calor e amor pela vida.

Judite Bulhões da Silva, 72 anos

A felicidade estava na sua casa, em volta da mesa, com a família, sua comida e amor.

Julcivan de Araújo Silva, 48 anos

Capotinha era o típico paraense que amava açaí com camarão.

Juleuza Maria Cavalcante, 73 anos

Vaidosa, gentil e espirituosa, era um orgulho para a família que tanto amava e defendia.

Júlia da Silva Santos, 71 anos

De sorriso fácil, tinha um coração enorme e uma alma doce.

Julia Ferreira Neta da Silva, 62 anos

Nunca se esqueceu de quando foi criança, ao contrário dos que ficam adultos.

Júlia Jacinta de Araújo, 61 anos

Uma super-heroína com a honra, a honestidade e a dignidade de quem salvou vidas com sua humanidade.

Julia Maria de Jesus, 72 anos

Nos lábios sempre um batom vermelho, os cabelos ela enrolava na véspera para amanhecerem impecáveis.

Júlia Maria de Medeiros Annes, 76 anos

Pós-graduada em ser mãe, dedicou amor materno por onde passava. Íntima de Deus e de seus anjos da guarda.

Julia Maria Félix Nogueira, 80 anos

Descendente de povos indígenas, a palavra "Guerreira" descrevia Julia.

Julia Nietto Parra, 101 anos

Flexível para adaptar-se ao novo, mas firme para sustentar valores por toda uma vida: uma mulher de fibra.

Julia Silva dos Santos, 71 anos

Foi um anjo que Deus colocou na terra para acalentar o coração de muitas pessoas.

Júlia Viana, 24 anos

Igual ao coração de mãe, no seu, sempre cabia mais um. Levava amor aonde ia.

Juliana Amorim Marques, 34 anos

Uma professora que ensinou a importância de tratar as pessoas sem preconceito e com igualdade e valor.

Juliana Cristina de Souza, 30 anos

O brilho dos seus olhos e o seu largo sorriso expressavam todo amor, fé e força que habitavam em seu coração.

Juliana Musse Chen, 42 anos

Juliana arrebatou para sempre o coração de Vinicius em um final de ano, na praia; de quebra, ganhou o amor da sogra.

Juliana Soares, 32 anos

"Ouça uma música que você gosta, você vai se sentir melhor", era o conselho básico da Jubs.

Juliano Élcio Fiori de Oliveira, 39 anos

Alma de criança, não parava quieto. Gostava de irritar sua filha Isabella e fazê-la gargalhar a todo custo.

Juliano Reis Apolinario, 42 anos

Amava ficar em casa e só saia se fosse para agradar sua mãezinha.

Julieta dos Santos, 82 anos

Mãe de dez, avó de vinte e quatro, bisa de seis. "Família" era seu sobrenome.

Julio Antunes Fado, 59 anos

“Nós aprendemos bem o ditado que diz: quem ama, cuida” dizia Julio.

Julio Cesar Braune Sarmento Pinheiro, 57 anos

Um "nerd" médico que era pai dedicado, amante de café e flamenguista doente

Júlio Cesar Carvalho, 41 anos

Um cara diferente de todos. Tão diferente, que tinha até superpoder: sua curiosidade inesgotável.

Júlio César de Carvalho, 56 anos

Alegria e harmonia conduziram seus passos em uma trajetória vivida com paixão.

Julio Cesar de Oliveira, 57 anos

Um homem de poucas palavras, muitas ações e sorriso fácil.

Júlio Cesar de Oliveira Varella, 48 anos

Entendia de tudo um pouco. Em casa, fazia as vezes de eletricista, pedreiro, técnico em informática, pintor...

Júlio César Mendes Silva, 45 anos

Carioca da gema que dizia: "Vamos viver o hoje, que o amanhã só a Deus pertence."

Julio da Cunha Venâncio, 38 anos

Adorava dizer se gabando: "Sou um cavalo sempre forte!"

Júlio Ferreira da Silva, 90 anos

Com sua bengala na mão, todas as tardes saía para visitar amigos e familiares.

Júlio Marinho da Silva, 65 anos

Dedicou a vida a cuidar com muito afeto de quem amava.

Júlio Newton dos Santos Salgueiro, 76 anos

Competência e dedicação técnica e humana marcaram sua trajetória.

Junio Eiji Kajihara, 52 anos

Referência de carisma, gentileza e boa conversa em Maringá.

Junior Cesar Correia Santos, 40 anos

Chamava atenção por sua alegria constante e contagiante.

Júnior Pereira, 42 anos

Um pai sem igual, daqueles que fazem de tudo para ver as filhas felizes.

Juraci Araujo Pinheiro Júnior, 54 anos

Pai amoroso, alegre, bem-humorado e teimoso, partiu amando Luna, a neta que não conheceu.

Juraci Borba da Silva, 78 anos

A família era seu refúgio preferido.

Juraci da Silva Braga, 66 anos

Seja nos hospitais ou na vida, “dói, mas passa”.

Juraci de Oliveira Nunes, 81 anos

"Va tutto bene", dizia. E fazia tudo o que podia para que todos realmente estivessem bem.

Juracy de Queiroz Araújo, 78 anos

Chamado de Painha pelas filhas, divertia-se com o apelido. Fã de Nelson Gonçalves, partiu ao som de "Boemia".

Juracy Dolacio Mendes, 88 anos

Salve salve Juracy!

Jurandir Fernandes, 80 anos

A vida longa foi muito breve para um amor tão grande.

Jurandir Furtado de Almeida, 68 anos

Distribuía amor e doçura em forma de balas para criançada da vizinhança e sua netinha.

Jurandir Leite Barbosa, 62 anos

Pai dedicado e avô companheiro, saiu lá de Caruaru, Pernambuco, com os irmãos para fazer história em Rio Verde, Goiás.

Juscelino Costa Sousa, 58 anos

Doutor Juscelino era completamente apaixonado por Bernadete, sua querida esposa.

Juscelino de Jesus Silva Cardoso, 64 anos

A falta de estudos não o impediu de ser um grande mestre na vida.

Jussara Martins de Oliveira Neves, 49 anos

Jussara sempre foi moleca. Brincava, sorria, cozinhava, vendia malas. Era multifunção porque tinha muito amor.

Justiniana Maria da Luz, 87 anos

Sua espiritualidade incluía ação e oração. Diariamente rezava o terço e, sem contar a ninguém, ajudava as pessoas.

Justino Borges Pinheiro, 79 anos

Criou uma empresa de projetos de ar condicionado e ensinou o oficio a muitas pessoas.

Justino Salvador da Silva, 80 anos

Dono de uma risada cativante e belos olhos azuis, era o maior pé de valsa entre os idosos.

Juvenal Manoel de Oliveira, 93 anos

O simples da vida o encantava, sempre.

Juvenal Pinheiro Teixeira, 58 anos

O hábil artista manual que inventava de tudo, mesmo sem todos os dedos.

Juvenal Vicente, 69 anos

Bondoso, humilde, humano, Boinho foi um paizão de generosidade no mundo.

Juvito Batalha Lucas, 87 anos

Homem de muita fé. Com a Bíblia na mão, transmitia seus ensinamentos.

Karollyne Mendes Ramos da Silva Souza, 19 anos

Conquistou o mundo com sua inteligência, suas longas tranças azuis e seu sorriso tímido.

Kátia Almeida dos Santos, 48 anos

Aliviar a dor alheia era seu ofício e sua alegria.

Katia Cileni Maciel da Luz, 51 anos

Por toda a vida, ela doou muito de seu amor.

Kátia de Carvalho Martins, 68 anos

Uma grande acumuladora de viagens históricas, de amizades e do amor por sua gata de estimação.

Katia Maria de Oliveira Kahi, 66 anos

Sinônimo de mansidão, ajudava os outros a vencer as sombras do medo com a luminosidade de sua alma.

Kátia Maria Martins de Oliveira Carvalho, 56 anos

Não tinha limites para fazer seus filhos felizes, a alegria deles era sua alegria.

Kayo Henrique Santos Goncalves, 26 anos

Com alegria e amorosidade viveu intensamente cada dia de sua vida.

Kazuko Sakuda Yamada, 85 anos

Prática e trabalhadeira, dona Rosa era ligada no 220 e não ficava parada por muito tempo em lugar nenhum.

Kazuyoshi Wada, 69 anos

Era o japonês mais brasileiro do Maranhão. Gostava de feijoada, de peixe frito e aprendeu a abraçar.

Keila Barbosa de Jesus, 39 anos

Tal qual mariposas em torno da luz, amigos se reuniam ao seu redor sem risco de se queimarem: ela aquecia corações.

Keliane da Silva Viana, 30 anos

A jovem, que descobriu que "viver não cabe no lattes", colecionava sonhos e não parava de realizá-los.

Keller Regina Constantino Joaquim, 47 anos

Assim como cozinhar, cuidar também era seu dom. Ao mesmo tempo que alimentava, nutria com amor e dedicação.

Kelly Valeria Pereira do Nascimento, 30 anos

Tinha um jeito carismático que contagiava todos.

Kensso Onaka, 69 anos

O caminhoneiro de bondade sem limites que organizava em álbuns de fotos os mais belos momentos da vida.

Kepler Araújo Silva, 44 anos

Seu jeito especial continuará vivo em cada um dos que o conheceram.

Kerson Ferreira Salomão, 58 anos

Chamava todo mundo de vascaíno: "E aí, vascaíno, como você está?" era o jeito dele de cumprimentar.

Khalil Ez Zughayar, 73 anos

Um Khalil em uma família com três Khalil; filho do Ibrahim, de uma família com três Ibrahim...

Kleber Dias Barbosa, 50 anos

Líder comunitário que teve como lema de vida um mundo melhor para todos.

Kleber Marques Paiva, 67 anos

Brincalhão e contador de piadas, gostava de baralho, dominó e matemática. Mas sua paixão mesmo, era Alciléa!

Kleyton Batista Gomes, 35 anos

Ele estava sempre certo e acertou de novo ao dizer que já, já, estaria bem.

Laderson do Souto Moura, 83 anos

Se vestia de palhaço para curtir o frevo e o Galo da Madrugada no Carnaval pernambucano.

Laelia Ednaci Batista, 44 anos

No rosto, sempre um sorriso. No coração, a certeza de que Deus era com ela.

Laércio Antonio de Freitas, 59 anos

Inventava receitas criativas para agradar a família.

Laércio Antônio de Rosa, 63 anos

Os netos eram sua maior riqueza.

Laércio Cusin, 66 anos

Na vida, ele alimentou pessoas, sorrisos, paixões e um grande amor.

Laerte Aviles, 63 anos

Um compositor nato. Para qualquer situação que fosse engraçada, triste ou alegre, ele rapidamente fazia um samba.

Laerte Nazareno de Oliveira Quemel, 72 anos

Seu sorriso era único. Cheio de alegria, amava fazer piadas com os amigos.

Laide Ferruzzi Bomtempo, 74 anos

Protetora da família, religiosa e amável. Além de querida por todos, era talentosa e uma fortaleza.

Landir Adriano, 70 anos

O sorriso largo e sereno anunciava o coração forte e gigante.

Larissa Blanco, 23 anos

Cativante como só ela sabia ser.

Larissa Correia, 33 anos

"Vou na sua casa pra você não morrer de saudades de mim", dizia ela antes de visitar a amiga.

Larissa Queiroz Gluczkowski, 19 anos

O “efeito maravilha” de Lalinha será eternizado em girassóis espalhados por aí.

Larissa Tarouco Mello, 22 anos

Torcedora do Grêmio, brilhava também em campo, seguindo seu grande sonho.

Lauane Monteiro Gentil, 40 anos

Sua presença era sinônimo de muita alegria e diversão.

Laudeâny Aparecida de Bueno Brandão, 50 anos

Celebrava a vida pela gastronomia e amava estar entre pessoas queridas.

Laudeci Maria Ferreira Paes, 67 anos

De sorriso fácil e lágrimas soltas, era feita de delicadeza e amor.

Laudelina Fonseca Dias, 77 anos

Uma mulher de palavras e atitudes fortes, mas com um coração de manteiga derretida.

Laudelina Rasfascki Mazim, 75 anos

Laide, a companheira para todas as horas.

Laudemila de Sousa Silva, 74 anos

Tinha o sangue quente; Luda nunca levava desaforo para casa.

Laudemir Santana, 64 anos

Seu Super Lau se resumia em alegria.

Laudenir Soares de Mello Pedrosa, 71 anos

Usava, por onde passava, sua melhor ferramenta: o amor.

Laura da Conceição Cepa, 92 anos

Ela veio lá de Portugal para torcer pelo Vasco e ser a alegria dos almoços em família.

Laura da Silva Fernandes, 86 anos

Carismática, adorava contar histórias antigas. Não faltavam ouvidinhos atentos às histórias de Laura.

Laura da Silva Pinto, 82 anos

Nas festas, jogava bombons para o alto para que seus convidados pegassem; e eram sempre recheados de amor.

Laura Dias Gonçalves Antunes, 85 anos

Apaixonada por livros e viagens, foi com eles que aprendeu a ler e viver o mundo.

Laura Fontani Machado, 89 anos

Confundia os nomes dos filhos com os dos netos. Amor não faltava nos almoços de domingo.

Laura Pinto Nunes, 65 anos

Adorava um bom bate-papo, dar boas risadas e assistir às novelas. Era uma mulher que amava a simplicidade.

Laura Rodrigues Silva, 22 anos

Apaixonada por fotos, colecionava em sua galeria pores do sol.

Laurentino José de Oliveira, 78 anos

Com fogos de artifício do mundo todo, ele comemorava o aniversário e celebrava a vida.

Lauricio Antonio de Siqueira, 77 anos

Quando contava uma piada, não havia ninguém que conseguisse segurar a risada.

Laurindo Luiz de Souza Neto, 53 anos

Alegre, gostava de estar perto da família e dos amigos.

Laurita Barbosa, 91 anos

Tia Nita, como todos a chamavam, era a tia e mãe de todo mundo.

Lauro Fernandes de Oliveira, 77 anos

Amava a família e o trabalho.

Lauro Freitas Filho, 61 anos

Homem alegre e apaixonado por suas conquistas, cujo maior feito foi semear carinho e amor.

Lauro Romano, 71 anos

Distribuía um pouquinho de sua alegria quando tocava violão.

Lauro Valentim Slussarek, 91 anos

Presenteava a família com as flores e frutas que plantou em homenagem a sua amada esposa.

Lázara Maria da Conceição Cipriano, 77 anos

Sabida da ternura como poucas pessoas, ela foi sempre abraço, acolhimento, generosidade e fé.

Lazara Rosa Fernandes Pereira, 91 anos

Uma avó lúcida e superconectada que amava rir e colocar apelidos.

Lázaro Alberto Chagas de Lima, 53 anos

A alegria em pessoa, um sonhador feito no sol e nas areias brancas de suas duas cidades amadas.

Lázaro Gomes de Moraes Neto, 65 anos

Na música, foi autodidata. Com as sucatas, era artesão. E as piadas, contava como ninguém.

Lázaro Ribeiro, 68 anos

"Data venia", eis aqui o escritor de poesias mais sensível e o pai mais amoroso desse planeta.

Lazinha Targas, 80 anos

Mulher dedicada, consagrada e fiel.

Léa de Castro Oliveira, 98 anos

Abnegada, solidária, engraçada e a eterna Furustreca.

Léa Zanoni Borré, 87 anos

Quando jovem, declamava lindas poesias nas festas e nos cultos da igreja.

Leah Correa Bandeira Sacchi, 108 anos

A pessoa mais especial, foi amor puro. Tinha uma personalidade doce, justa, sábia e generosa.

Leandro Jorge Lima Del Aguila, 44 anos

Era um cara grande. E, era um grande cara.

Leandro Oppedisano Avella, 30 anos

Ninguém gostava da banda que Rebeka gostava... ele sim.

Leandro Santana da Silva, 39 anos

Cresceu, mas manteve a alma infantil.

Leandro Santos de Oliveira, 38 anos

Sempre contava alguma mentirinha, do tipo boba, e que já desmentia, na mesma hora.

Leda Annunciata Torloni, 93 anos

Os Natais em sua casa eram maravilhosos, ela sempre elegantérrima e a casa toda decorada. Inesquecível.

Lêda Grafanassi Tranjan, 89 anos

Mulher forte, fazia da sua solidariedade o amor em movimento.

Leda Maria Perissutti Gomes, 76 anos anos

Sorria com a boca, com os olhos e com a alma que viveu intensamente.

Leida Netto de Albuquerque, 92 anos

Mãe e amiga, sempre foi o conforto para todos os momentos.

Leila Maria da Silva, 72 anos

Amava reunir todos os filhos e comemorar a vida com eles.

Leilah Maria Rodrigues Pentagna, 66 anos

A professora que ensinava a importância do amor.

Leilane Lima, 30 anos

Nasceu para servir a Deus e ao Seu propósito.

Leine Lelis de Souza Guimarães, 87 anos

Falava as verdades com a leveza de uma pluma e com uma profundidade oceânica.

Lélia Guimarães de Castro, 61 anos

Sempre alegre, levou felicidade por onde passou. Acreditava em Deus e nos guias espirituais.

Lelia Nazaret Xavier, 44 anos

Todos os dias, ela ia à casa da mãe e da irmã, para que pudessem tomar café da manhã juntas.

Lélio da Costa Freitas, 67 anos

Companheiro de viagem, leitor voraz sobre língua portuguesa, gramática e História do Brasil, e ainda amante da dança.

Leni de Paula Cavalcante Silva, 74 anos

Distribuía aos clientes da padaria onde trabalhava o seu lindo sorriso, acompanhado do troco.

Lenilda da Silva Breves, 63 anos

Talento nato para contar piadas. Com vocês, Lenilda.

Lenílson da Silva, 49 anos

Fez do pão de cada dia a base do amor em família.

Lenira Machado Pereira, 82 anos

Ela era toda feita de afeto e seus doces eram os melhores.

Lenira Sales de Azevedo e Silva, 102 anos

Mãe, tia e avó de muitos por laços de sangue e, principalmente, por laços do coração.

Lenita Maria Santhiago do Nascimento, 76 anos

Educadora, baiana de escola de samba e sempre pronta para ajudar.

Leocadia da Silva, 59 anos

Uma pessoa sensacional, que realizou seu maior sonho: ser avó.

Leomar José Foscarini, 68 anos

Mesmo sendo o prefeito da cidade, gostava de ser chamado mesmo era de professor, o professor Kiki.

Leonaldo de Oliveira Lima, 34 anos

O Galeguinho era só alegria e risos. Seu amor desconhecia limites.

Leonarda Pereira de Araújo, 84 anos

De amor e fé inabalável, saiu do sertão do Piauí e constituiu uma linda família em Goiás.

Leonardo Bezerra de Freitas Junior, 59 anos

Mesmo não sendo compositor, dedicava músicas de presente para quem amava.

Leonardo Cunha de Oliveira, 71 anos

Passava horas mexendo em seu fusquinha azul e amava tocar sua sanfona.

Leonardo da Silva, 33 anos

Carinhoso e bondoso, divertia a todos com seu bom humor.

Leonardo Farley, 37 anos

"Vamos fazer um churrasco?", perguntava ele em absolutamente qualquer evento.

Leonardo Ferreira de Lima, 44 anos

Aprendeu e ensinou inglês, mas não houve quem o ensinasse a amarrar os cadarços.

Leonardo Montoril Oliveira, 41 anos

Léo, que não imaginava um mundo sem abraços, dedicou-se à construção de leitos de UTI durante a pandemia.

Leonardo Ribeiro de Lima, 49 anos

O sétimo filho dos nove que sua mãe teve.

Leonardo Rodrigues da Cunha, 38 anos

Todos deveriam ter um tio Leo na vida.

Leoncio Cardoso, 85 anos

Amava os passarinhos, e as gaiolas que fazia eram só para não deixar escapar sua paixão por eles.

Leoni Barbosa Pereira, 74 anos

Acolhia todos com um grande abraço.

Leonice Calegari Futia, 81 anos

Com o dom de ser uma grande anfitriã e a bondade de uma matriarca, vozinha era sinônimo de amor ao próximo.

Leonidio Souza Tito, 76 anos

Por onde passou, deixou bondade, amor, sorrisos e abraços.

Leonilda Silva do Nascimento, 52 anos

Seu hobby era ir com a filha e a neta no shopping para tomar sorvete e ver a pequena se divertir nos brinquedos.

Leonildo Rosa, 77 anos

Para o palhaço Formigão, o espetáculo jamais vai acabar.

Leonilia da Costa Araújo Monte, 84 anos

Tinha a mania de viver e seu carisma era contagiante.

Leonor Alves, 67 anos

Era dela o famoso bolo cremoso de fubá, imbatível. Cuidava dos netos e de todos, e detestava andar de carro.

Leonor da Silva Almeida, 91 anos

A vovó que era sinônimo de força.

Leonor Lamberti Cortes, 83 anos

A rainha dos bailes da terceira idade. Boa de prosa e de coração, ela esbanjava sorriso e simpatia.

Leonor Mota dos Santos, 64 anos

Mulher de oração, ainda havia muitos sonhos a realizar.

Leontina da Conceição Pedro Moia, 63 anos

Seu sorriso era tão grande que a obrigava a espremer os olhinhos...

Leontina de Bastos Araújo, 81 anos

A bordo de um ônibus, no barracão dos fundos da casa ou no forró, ela soube viver intensamente.

Leontino Araújo da Silva, 75 anos

Com a caneta atrás da orelha para uma eventual conta, atraía clientes com sua organização, confiança e educação.

Leopoldo Ribeiro e Silva, 62 anos

Tinha uma alegria contagiante, um jeito moleque. Amava a família. Cantava e tocava violão.

Leopoldo Valandro, 57 anos

Filho amoroso, pai presente, esposo dedicado e amigo leal.

Letícia Lins de Andrade, 65 anos

Dentro de seu coração sempre cabia mais um.

Letícia Neworal Fava, 28 anos

Menina doce, alegre, de coração gigante e dona da melhor risada do mundo.

Letícia Rodrigues de Andrade, 22 anos

Tinha pressa de viver, como se soubesse que tudo pode ser breve.

Letícia Sousa Costa, 26 anos

Uma mulher doce e amiga, que deixou um legado de determinação e comprometimento.

Leudetes dos Santos Cavalli, 78 anos

Dete era uma mulher solar, cheia de vida. Seu sorriso era o centro de sua constelação familiar.

Levi Alves Martins, 61 anos

Não havia ninguém como ele para cuidar com tanto amor das plantas.

Levi Jacinto Gomes, 69 anos

Amoroso e dedicado, cuidava com carinho imensurável de sua mãezinha.

Levita Pina Lins, 86 anos

Gostava de estar cercada das três gerações de mulheres que ajudou criar. Para elas, deixou de herança a força.

Leyla Dantas Cavalcante, 69 anos

De gargalhada contagiante, abrigava a todos no lugar conhecido do amor: seu abraço quente.

Lia Campos Perez Pereira, 62 anos

Viveu para amar as netas e ser amada por todos.

Lia Mara de Almeida Nunes, 55 anos

Sua risada gostosa sempre aparecia no meio de toda conversa.

Lia Tulmann, 69 anos

Cozinheira de mão-cheia, tudo o que ela fazia era pelas filhas.

Liane Reis de Almeida, 58 anos

Pensar numa música de Barry White e numa mulher feliz em curtir a vida numa linda praia é pensar nela.

Líbero Orsi, 74 anos

Ensinou que era importante deixar sempre acesa a chama da alegria.

Licia Ferreira dos Anjos, 52 anos

Seu sorriso era marca registrada de quem sabia viver a vida um dia de cada vez.

Licurgo Alves Ferreira Neto, 64 anos

"Com Cristo no barco, tudo vai muito bem!"

Lidia Gonçalves Vieira, 77 anos

De sorriso fácil e contagiante, amava jogar baralho, dominó e bingo. Brincalhona, fazia desses momentos uma festa.

Lídia Izabel Braga, 77 anos

Escritora e poetisa, tinha o dom da palavra, inclusive para aconselhar. Sua fé era inabalável.

Lídia Lourenço dos Santos, 47 anos

O sorriso no rosto e a cabeça erguida compõem a imagem que representa esta mulher.

Lidia Maria Constâncio Pagadigoria, 85 anos

Foi um ser iluminado, com bondade infinita.

Lidiane Vieira Frazão, 35 anos

Uma menina com sonhos e uma semente recém-trazida a este mundo, que só queria ser feliz e amar sua família.

Lídio José da Silva, 79 anos

Um brasileiro legítimo, que vivia alegre, sorrindo, fazendo sorrir e contando piadas sem graça.

Ligia Calixto de Lima, 73 anos

Mineira raiz, forte por si só, enfrentou a vida com garra.

Lígia Tavares da Silva, 54 anos

Quando perdeu a visão, nos ensinou que o caminho certo se enxerga com o coração.

Lilian Maria Cacella de Castro, 63 anos

Com um beijinho na testa dado por Lilian, nada de ruim poderia acontecer.

Lina Marta Leistner, 70 anos

Com seus dedos caprichosos escrevia receitas como se fossem poemas e acolhia em seu colo quem dela precisasse.

Linaldo Alves da Silva, 48 anos

Ele era conhecido como Risadinha. Pudera! Fazia sorrir todos os que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

Linaldo Malaquias dos Anjos, 52 anos

A magia da leitura subtraía seus cansaços e tornava concretas as viagens mais fantásticas.

Lincoln Robson Dezenciol, 46 anos

O motorista que guiou sua vida orientado pelo amor à família e pela paixão ao futebol.

Lincon Luis Teixeira Gonzaga, 44 anos

Chamem-no de Zé do Churrasco e nunca esqueçam dos seus pães de alho queimados.

Lincooln Augusto Amorim, 49 anos

Era um menino grande que acreditava que sua alegria o faria imune a todos os perigos, que viveria para sempre.

Lindalva da Silva Pinheiro, 65 anos

Guerreira e batalhadora, uma flor com fibras de aço. Queria transformar o mundo num lugar mais amoroso.

Lindalva de Sousa Moura, 75 anos

Batia papo com toda a aldeia e fazia uma bela tapioca.

Lindalva Maria Cavalcante do Nascimento, 69 anos

Era reconhecida até pelos funcionários do shopping, não só pela frequência das visitas, mas por sua alegria.

Lindalva Souza de Brito, 69 anos

Sua amorosidade, em conjunto ao lindo sorriso com dentes separados, encantava todos a sua volta.

Lindaura Batista Pereira da Silva, 59 anos

Dona de mãos mágicas, poderia ser considerada uma artista de tão perfeitos que eram seus trabalhos.

Lindaura Costa Dias, 82 anos

Foi mãe e fonte de força para todos.

Lindaura de Oliveira, 91 anos

Nessa idade, tinha muita força, inteligência, amor.

Lindaura Santana Fidelis, 70 anos

Religiosa e tímida se descobriu cantora, jamais participava do coral sem estar com os longos cabelos lindíssimos.

Lindaura Souza de Abreu, 75 anos

A família foi sua filosofia de vida.

Lindinaldo Firmino de Oliveira, 67 anos

Tinha um jeito bem-humorado e objetivo, falava tudo o que vinha na sua cabeça.

Lindinete Ferreira da Silva, 48 anos

Sentia-se jovem por natureza. Sempre dizia aos outros sua idade errada.

Lindomar Lucena Lima, 83 anos

Apaixonado pelos filhos e netos.

Lindomar Marques Viana, 50 anos

Ele e sua churrasqueira eram os responsáveis por manter família e amigos juntos e alegres.

Lindório da Graça de Oliveira, 72 anos

Por anos viajou a trabalho e por anos ganhou novos amigos.

Lino Rodrigues Machado, 61 anos

"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança."

Linus Vidal, 62 anos

Dono da gargalhada mais generosa do mundo.

Lionete Ribeiro da Silva, 68 anos

Fez dos amigos os seus filhos, guardados na sua generosidade.

Liriane Gaffo, 34 anos

Tinha uma alegria contagiante.

Lisângela Kelly Melo Ponte Avelino, 35 anos

Tinha um sorriso contagiante, que transmitia paz e alegria.

Lívia Garçoni Guimarães Machado, 58 anos

Amava curtir praia no verão e era pura alegria: suas gargalhadas e cantorias alegravam as festas em família.

Lizandra Oliveira da Costa, 29 anos

Viveu envolta em puro amor.

Lofriza Felisberto Henrique, 87 anos

Mesmo com a maior ventania, sua fé não se abalava. Dona Nena entendia o que o vento trazia.

Lomelino Gomes Filho, 63 anos

Caladão, o cara mais tranquilo que existia, superfamília e torcedor fanático do Leão Azul.

Loreto Mauro Anflor, 81 anos

Um gremista reservado para quem a retidão de caráter, o trabalho e a honestidade eram primordiais.

Lorival Ferreira dos Santos, 70 anos

Apaixonado pela vida, por sorrisos e por pessoas.

Lourdes da Silva Siqueira, 73 anos

Amava cozinhar. Se alegrava com a casa cheia de familiares e amigos para rir junto e prosear.

Lourdes Terezinha Barros da Conceição, 72 anos

Dona de um sorriso especial, viveu para levar alegria por onde passava.

Lourdes Villattory Willy, 88 anos

Linda como uma "rosa maria," estava sempre com as unhas feitas e o cabelo arrumado.

Lourenço de Sousa Costa, 67 anos

A cara séria era disfarce do coração generoso de quem só veio para plantar o bem e para amar os netos infinitamente.

Lourenço Dias Monteiro, 71 anos

De bem com a vida, sempre.

Lourival Calazans Torres, 84 anos

Levava a vida de maneira leve: sempre de bem com a vida e um sorriso no rosto.

Lourival de Melo, 70 anos

"Tudo bem? Vai a pé ou de trem?", brincava.