Sobre o Inumeráveis

INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Abadia de Fátima Alves, 63 anos

Era a doçura no olhar, no coração e na vida de todos.

Abdias Martins de Moura, 84 anos

Um homem apaixonado pela vida. Filósofo da paz, do amor e da resiliência.

Abdon Albuquerque Cavalcante, 82 anos

Colocava apelido em todos, era o imitador e o contador de histórias mais engraçado da família.

Abel Augusto Teixeira, 65 anos

Não gostava que se preocupassem com ele. Sempre dizia que estava tudo bem.

Abel da Cruz Neto, 61 anos

Criava chavões a cada oportunidade, cuidando do bem-estar alheio, que era sua especialidade.

Abel Jorge Cassimiro, 76 anos

Foi um pai e avô que, mesmo distante, se fez presente na vida e nas lembranças da família.

Aberal Ribeiro, 55 anos

O que a vida lhe dava de oportunidades, ele agarrava. A luta não o intimidava.

Abigail Pinto Magalhães, 88 anos

Viciada em novela, interagia com a trama: “Ih, já sei no que isso vai dar!”

Acacio Cardoso Duarte, 68 anos

Ele tinha o engraçado costume de dormir na mesa durante o almoço da família.

Acassia Silva Santos, 59 anos

Generosa com todos, paparicava cada um dos filhos e netos.

Adalberto Álvares Almeida, 53 anos

O carnaval em pessoa.

Adalberto Alves da Silva, 50 anos

"Minha família é meu porto seguro", dizia ele.

Adalberto da Silva Clímaco, 55 anos

Professor e recordista em atletismo, orgulhava-se de ter corrido ao lado de Joaquim Cruz, campeão olímpico.

Adalgisa Maria de Aguiar, 86 anos

No tecido da vida, ela bordava amor, luz e força.

Adão Correia Caldeira, 73 anos

O militar de carreira que se desmanchava pelos netos.

Adão da Silva Borba, 74 anos

Grande contador de histórias e dono de um incrível bom humor!

Adão Leandro de Carvalho, 65 anos

Paciência, sabedoria e carinho pelo próximo. Gostava de jogar palavras cruzadas, ler e ir à igreja.

Adeildo José da Silva, 72 anos

De picolé a chocolate, nada era tão doce quanto o sentimento de Seu Adeildo pelos netos.

Adeilton de Sousa Cavalcante, 39 anos

Amava viajar e adorava aventuras. Viveu intensamente, como se cada dia fosse o último.

Adelaide Mendes Paula, 82 anos

Um verdadeiro coração de mãe para seus doze filhos, netos e todos a quem sempre esteve disposta a ajudar.

Adélia Maria Araújo de Almeida Oliveira, 62 anos

Profissional dedicada, generosa em compartilhar seus conhecimentos.

Adélio Electo, 84 anos

"No escurema do cininho...”, dizia ele, o trocador de sílabas.

Adelita Ribeiro da Silva, 37 anos

Uma heroína que perdeu a vida para salvar vidas.

Adelmo Azevedo da Cruz, 52 anos

Uma alma boa, que viveu por amor e só foi amor por onde passou.

Adelmo Luís de Araújo, 52 anos

Marido amoroso e dedicado, compartilhou sorrisos e ensinamentos com a família.

Adeltino José dos Santos, 91 anos

Comunicativo e bem-humorado, passava horas contando aventuras de quando foi vaqueiro na terra natal.

Ademar Bispo de Araújo, 64 anos

Viveu 47 anos felizes ao lado da esposa. Onde um estava, o outro estava.

Ademar Mariano da Cunha, 80 anos

Trabalhador, honesto e pontual em tudo o que fazia.

Ademar Moura de Jesus, 62 anos

Um caminhoneiro otimista, apaixonado pela família, pelos amigos e pelo bom almoço de domingo.

Ademar Rodrigues, 68 anos

Tocador de gaita e contador de piadas, espalhava riso e alegria por onde passava.

Ademar Tavares, 95 anos

Um homem trabalhador, honesto e que sempre procurava fazer o bem.

Ademildo Santana Passos, 56 anos

Até mesmo falando sério, ele brincava...

Ademir Abrantes Junior, 43 anos

O líder do grupo “A Família Trololós”.

Ademir Castro Pinto, 69 anos

Entre peixes e pequenos presentes, suas demonstrações de afeto que jamais serão esquecidas.

Ademir de Oliveira Lira, 90 anos

Colecionava elogios dos familiares, dos amigos e de quem mais o conheceu.

Ademir Donizete de Paula, 56 anos

Ensinava matemática com música e sorrisos.

Ademir Veríssimo Lopes, 66 anos

Determinado e corajoso. Amante da natureza.

Adenil Severino Silva, 76 anos

O padrinho de mais de 20 crianças, que sorria por bobagens e era uma pessoa alegre e cheia de vida.

Adilson Lopes, 62 anos

O abastecimento de frutas e legumes em Nhamundá era feito por ele, o bom amigo Corocoró, como era conhecido.

Adilson Torquato Guimarães, 77 anos

Adilson deixou saudades na família, nos cachorros, nos funcionários de supermercado e nos moradores de rua.

Adilson Vicente Martins, 44 anos

Um paradoxo vivo: por fora, pura timidez; por dentro, pura força, coragem, carinho e amor pelos seus.

Adipe Miguel Júnior, 69 anos

Envolveu as pessoas ao seu redor com o abraço mais acolhedor do mundo e dedicou sua vida ao amor.

Adirce Lima Nobre, 85 anos

Ela era puro amor! Tinha o sorriso largo e o abraço mais acolhedor do mundo.

Admário Lucena da Silva, 69 anos

Tricolor, emotivo e folião arretado. Como ele mesmo dizia: "uma pessoa de alma jovem".

Admilson Ayres Pereira, 53 anos

Um dançarino de gafieira

Adonias Antunes Zebral, 82 anos

Era de poucas palavras, mas de muitos sorrisos.

Adoralice da Silva Paula, 81 anos

"Viva com liberdade e respeito. Podemos ir aonde os sonhos nos levarem", costumava dizer.

Adrian Priscilla Sampaio Vieira, 28 anos

Sinceridade e dedicação em tudo que fazia. A sua risada era sua grande característica: uma marca registrada.

Adriana Ferreira Cardoso, 61 anos

Ser humano ímpar, dona de um astral contagiante.

Adriana Marques de Almeida Luz, 57 anos

Não era só dentista, era criadora de sorrisos.

Adriana Silva de Moraes, 44 anos

Alimentou um amor eterno e incondicional por seus filhos e netos. Era lindo de se ver.

Adriano de Barros Silva, 42 anos

Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.

Adriano Sales, 48 anos

"Viva a vida com a sensibilidade que ela te dá." dizia ele.

Aflodísia Pereira Gasparini, 91 anos

Matriarca de uma grande família. Será lembrada como exemplo de amor incondicional, força e humildade.

Afonso Augusto de Andrade, 66 anos

Sua casa era ponto de encontro para ver o Corinthians, para jogar dominó e tomar a melhor vitamina de abacate.

Afonso de Paiva Neri, 79 anos

Um grande contador de histórias e piadas, amado por seus filhos e amigos.

Afonso Seide, 85 anos

Na família, no trabalho e no dominó, foi um grande vencedor e exemplo de vida.

Agatha Lima, 25 anos

Viveu intensamente os seus 25 anos.

Agenor Costa Cavalcante, 61 anos

Alegre e abnegado. Dedicou-se à família como poucos e viveu, na prática, o amor ao próximo, todos os dias.

Agenor Lopes de Oliveira, 56 anos

Sua marca foi a bondade. Sempre fez de tudo para ajudar as pessoas, não importando as circunstâncias.

Agenor Monteiro da Silva, 78 anos

Pescador e contador de histórias.

Agenor Vicente do Nascimento, 49 anos

Tinha um frase típica ao se despedir: "um beijo do tamanho do mar."

Agostinho Hermes de Miranda Neto, 70 anos

Conhecido pela alegria e pelo sorriso constantes, tratava a todos com amizade e empenhava-se em fazer o bem.

Agostinho Mendes da Cunha, 58 anos

Vida, assim era chamado em casa. A sua maior preocupação era o bem-estar de todos.

Agostinho Rodrigues Samias, 84 anos

Guardião da língua do seu povo, tinha o sonho de fazer um dicionário indígena Kokama.

Aguilar Lázaro, 79 anos

Com um pé na Itália e outro no Brasil, ele era da mesa farta, da conversa boa e do sorriso largo.

Aguinaldo Gomes Marinho, 62 anos

Diante das dificuldades de sua filha, ele dizia: "Vai ficar tudo bem. Painho te ama."

Aguinaldo Otonio de Miranda, 49 anos

Ele foi um homem muito alegre e que gostava de estar sempre com a família.

Aida Malaquias de Almeida Miranda, 58 anos

Exemplo de superação na vida e carinho pelos netos: Rafael e Beatriz .

Aida Rodrigues Bragança, 71 anos

De tanta felicidade e amor que tinha em si, compartilhava isso com o mundo ao seu redor.

Ailce Costa Belfort Silva, 50 anos

Foi mãe, esposa, filha, irmã e tia. Acima de tudo, Ailce foi sorriso.

Ailton Atto de Souza, 50 anos

Um mestre confeiteiro, pai, esposo e amigo, cuja doçura se via em sua fé, lealdade e devoção.

Ailton Onete da Silva, 50 anos

Viúvo desde jovem, era amigo de todos e um superfã de Raul Seixas. “Carpinteiro do Universo inteiro eu sou.”

Airton Cruz, 60 anos

O sorriso mais contagiante do serviço público municipal.

Alaíde Gomes do Nascimento, 68 anos

A queridona dos sobrinhos, amante do samba e da Imperatriz.

Alaíde Gonzaga de Sousa, 93 anos

Vó Lalá, linda e cheirosa, os cabelos branquinhos, sentava no quintal com todos ao redor para distribuir amor.

Alaídes Pereira Barbosa, 68 anos

Amante de rodeios, não deixava de participar de uma prova de laços.

Alair Antonio da Silva, 94 anos

Não foi um homem de poucas palavras.

Alan Carvalho Martins, 41 anos

Pai de família admirável, foi também exemplo de militar.

Alan Herszenhaut, 53 anos

Um eterno brincalhão, sempre pronto para ajudar.

Alan Luiz Vianna Rosas, 38 anos

Alan vestia seu melhor sorriso e curtia a vida e a família.

Alan Patrick do Espírito Santo, 38 anos

Um romântico inveterado, que apreciava flores, perfumes e chocolates.

Alayde Antônia Rossignolli Abate, 73 anos

Fã de Roberto Carlos, não desgrudava de seu amado companheiro: o Paçoca, seu cachorro.

Albanita Santana, 85 anos

Mamãe Velha, bons eram os seus bolinhos de chuva.

Alberto Bandeira Peret, 92 anos

A falta que ele faz é a prova de todo o bem que ele fez.

Alberto Barbosa Ferreira, 71 anos

O cameraman que eternizava todas as melhores memórias da família.

Alberto Carlos Gamboggi Calastretti, 80 anos

Acordava cedo para exercer sua profissão. Um médico que sempre trabalhou para que o mundo fosse melhor.

Alberto Edson Rebouças Holanda, 65 anos

Ele tirava de si para os seus sem pensar duas vezes.

Alberto Pereira Guedes, 82 anos

Orgulhava-se de ser o mais velho entre os seus. Gostava de cuidar de todos e era o orador oficial da família.

Alberto Vainzof, 72 anos

Um verdadeiro bon vivant, levava a alegria por onde passava.

Alcebíades dos Santos, 70 anos

Quando garoto, craque de bola que saiu até no jornal. Adulto, viveu pela e para a família.

Alcemir Urubatan Machado da Silva, 74 anos

Dedicou a vida em prol de outras pessoas ao conduzir sorrisos e ambulâncias do SAMU.

Alcides Alves Costa, 82 anos

Oração e organização eram as marcas de sua história, mas se tivesse bolo de milho e um aluá, ele não resistia.

Alcides Gaspar Branco, 76 anos

Para Cido, nunca faltou disposição para fazer o bem.

Aldair da Costa de Matos, 80 anos

Uma senhorinha que conhecia chás, remédios naturais e tudo sobre o amor.

Aldemário de Jesus do Couto Abreu, 68 anos

Tocar música era a maior expressão do "Aldemário das Aparelhagens". Agora, está tocando seus vinis no céu.

Aldeneir Antônio Pinheiro de Freitas, 71 anos

Flamenguista de coração, tinha sempre um sorriso no rosto e amava reunir a família para viagens e churrascos.

Aldenice Quaresma Uchoa, 45 anos

Aluna com garra, que sabia lutar pelo que acreditava ser certo.

Aldenora dos Santos de Jesus, 77 anos

Matriarca incansável, colecionadora de amigos e a alegria em pessoa.

Aldevan Baniwa, 46 anos

Sabia enxergar os cogumelos luminescentes da floresta.

Aldevan Brazao Elias, 46 anos

Um bravo doce...

Aldinar Maria D’Oliveira, 55 anos

Uma muralha de afeto que apoiava incondicionalmente filhos e netos.

Aldir Blanc Mendes, 73 anos

A esperança equilibrista sabe que o show de todo artista tem que continuar.

Aldo di Cillo Pagotto, 70 anos

Ser Fiel a Deus foi um prazer, e não um sacrifício.

Aldo Pertussatti, 85 anos

Andava pela vida trajando a bombacha, as botas e o contentamento com a vida.

Aldo Vieira, 74 anos

Ele ensinava o que é ser honesto, o valor da verdadeira amizade e sobre a espiritualidade.

Alencar José Ruz, 74 anos

Fez questão de ensinar a toda família o valor da honestidade.

Alessandra Costa da Silva, 47 anos

Mulher guerreira e religiosa, ela era a alegria em forma de sorriso. Estava sempre tentando ajudar a todos.

Alessandra Lima, 43 anos

Vivia sorrindo e adorava a casa cheia, seja em festa ou só pra uma resenha.

Alessandro da Rosa Rocha, 29 anos

Um trabalhador incansável e um companheiro de sua esposa. Ele estava sempre com ela.

Alessandro José, 43 anos

O membro mais amoroso e carinhoso da família Ramos.

Alessandro Moitinho Pacheco, 48 anos

Amava crianças e enxergava o mundo como elas.

Alessandro Páscoal de Souza, 40 anos

Enfermeiro apaixonado pela profissão e pelo Flamengo, amava também o feijão bem temperadinho de sua mãe.

Alessandro Ricardo Corrêa, 44 anos

Motociclista, com cara de bad boy, que tinha um coração doce como mel.

Alessandro Souza Pereira, 39 anos

Sempre chegava em casa gritando: hello, family!

Alex Nunes Vieira, 58 anos

Comprometimento e paixão conduziram toda sua vida.

Alex Pedro Pinheiro de Souza, 41 anos

Era um homem alegre e de um humor diferenciado, que sempre fazia piada de tudo.

Alex Ribeiro Bello, 53 anos

Alex era médico e amava salvar vidas.

Alexandra Popoff Nogueira, 91 anos

A imigrante russa que fazia a melhor bacalhoada do mundo.

Alexandre Batista de Assis, 39 anos

Uma criança arteira e esperta; um homem calmo e sossegado. Na tela da vida, pintou suas emoções e sua humanidade.

Alexandre de Oliveira Calado, 70 anos

Do jeito que soube, não foi coadjuvante. E fez tudo que pôde com dedicação e alegria.

Alexandre dos Santos, 45 anos

O sorriso fácil, a simpatia em pessoa!

Alexandre Jorge Lira Paraíso, 59 anos

Superpai e tocador de alfaia, Xando não tolerava injustiça.

Alexandre Milfont Rodrigues, 36 anos

Efervescente, espalhava sorrisos e música aonde quer que fosse.

Alexandre Oliveira Pinto, 36 anos

Toda segunda-feira, tinha um ritual: bater uma bola com os amigos.

Alexandre Orleans Suarez, 28 anos

Abriu mão de tudo o que tinha para espalhar amor pelo mundo.

Alexandre Paraiso, 59 anos

Alegria de viver e disposição em ajudar sempre.

Alexandre Rangel de Andrade, 58 anos

Um jornalista que deixa um legado de profissionalismo e respeito.

Alexandre Rocha dos Santos, 39 anos

Flamenguista doente, sambista e o ranzinza mais tranquilo que já existiu.

Alexandrina da Paixão Monteiro, 86 anos

Seu sorriso, irresistível e contagiante, era um convite para colo ou abraço.

Alexandrina Diniz da Silva, 79 anos

Dona Xande, originária da etnia indígena Piratapuia, mulher sábia, que amava a família sem medidas.

Alexsandro Santos do Nascimento, 45 anos

Um homem que sonhava, mas realizava os sonhos também. Era intenso e alegre.

Alfeu Custódio Ferreira, 69 anos

Alguém que amasse tanto os seus parentes não pisou nesta terra.

Alfredo Batista Neto, 66 anos

Caminhoneiro brincalhão, seu caminho predileto era o de casa.

Alfredo Horácio Costa Filho, 52 anos

Dinha da Glória, de alegria contagiante!

Alfredo José de Oliveira, 78 anos

Dono de uma personalidade forte e um coração enorme.

Alfredo Teles dos Santos Neto, 39 anos

De pé no chão, em cima de uma moto, de farda ou à paisana, Alfredo era presença.

Alfried Karl Plöger, 80 anos

Amou a vida em plenitude, lutou por ideais e teve um estilo de liderança marcante.

Alice de Freitas Donini, 58 anos

O amor que transbordava dela era único e infinito.

Alice Kikue Ishimine, 72 anos

A portadora oficial das palavras de conforto da família.

Alice Lourenço Cavalcante, 84 anos

"Graças a Deus, mais um dia de vida Ele me deu!", dizia toda manhã ao acordar.

Alice Maria Goulart de Morais, 70 anos

Eterna educadora, amante da vida e do samba.

Alice Mendonça Câmara, 85 anos

Enquanto ela estiver viva no coração de alguém, nunca morrerá.

Aline Cintia Dias do Nascimento, 34 anos

Inspirada na mãe, sonhava com a maternidade.

Allan Robert de Moraes, 27 anos

Forte, bonito e trabalhador, tinha um coração de menino.

Allison Diego Nascimento dos Santos, 34 anos

De apelido Limão, era o melhor amigo para fazer loucuras junto.

Almerinda Felipe dos Santos, 83 anos

Abram alas, pois Almerinda vai passar com sua alegria irradiante.

Almir José Vieira, 63 anos

Brincalhão, adorava fazer amidades e aproveitar a vida.

Almir Raimundo de Souza, 55 anos

Um coração nordestino e generoso, a alegrar as ruas da Grande São Paulo.

Almira Santana dos Santos, 80 anos

Ela ligava todas manhãs e noites para abençoar cada um dos seus sete filhos.

Altaíde de Fátima Fontenele Ataíde Lima, 66 anos

Sua vontade de viver era imensa. Agora, ela diria: "O medo de escuro passou! Não fiquem tristes, eu fui feliz!"

Altair Silva, 57 anos

Fazia amizades com um sorriso.

Altamiro Zimerfogel, 80 anos

Ativista da comunidade judaica, guardião de Copacabana e exemplo de solidariedade

Altina Ferreira Rodrigues, 57 anos

Conquistava todo mundo por onde passava com sua risada escandalosa e contagiante.

Aluísio Ferreira Terto, 75 anos

Marcou presença em cinco gerações de sobrinhos. De tão amoroso, era chamado de tio Pão Doce.

Aluízio José de Lima, 68 anos

“A vida continua”, dizia ele, com alegria e resiliência.

Álvaro André Alves Martins, 49 anos

Ele era a alegria da casa, da família.

Alvaro Barboza Brites, 59 anos

Alegre igual a quando cantava com os passarinhos, positivo como quando o sol nasce depois da tempestade.

Álvaro Carvalhal Franco, 57 anos

A bondade em pessoa, tinha um coração que não cabia no peito.

Álvaro Jardim Fernandes, 26 anos

Aquele que estava sempre rindo e fazendo rir.

Alvino Carlos de Alvarenga, 101 anos

O centenário festeiro que fazia questão de comemorar seus aniversários com a numerosa família.

Alzira da Silva Novaes, 59 anos

Depois de algumas grandes tristezas, que a vida não lhe poupou, estampou um sorriso no rosto e viveu!

Alzira de Carvalho Santos, 60 anos

Ela transformava os momentos em família em uma festa, só com a sua risada.

Alzira de Freitas Bentes, 88 anos

Gostava de música alta, alegre e dançante, porque era divertida e adorava aproveitar a vida.

Alzira de Oliveira Ribeiro, 92 anos

De linha em linha, foi costurando que Zirinha esteve presente nos momentos especiais da vida de muitos.

Alzira Delgado Montenegro, 96 anos

Sobre histórias de fortaleza.

Alzira Francisca Barra da Silva, 82 anos

Rigorosa quando necessário. Amorosa sempre.

Alzira Gonçalves Valviesse, 61 anos

"Hoje vou ouvir o pai das crianças cantar. Quem registrou foi outro", e colocava as músicas do Fábio Júnior.

Alzira Maria Teixeira Ferreira, 84 anos

Cristã, conselheira, Flavita ensinou os filhos e netos a ser feliz e amar a Deus sobre todas as coisas.

Alzira Mattos Garroux de Oliveira, 87 anos

Uma amorosa praticante da jardinagem e da organização de gavetas e armários.

Alziro Lobato da Silva, 79 anos

Sua marca registrada foi a satisfação que proporcionou aos que o ouviam tocar “As Andorinhas” com a fiel guitarra.

Alziro Viana de Souza, 49 anos

Vascaíno de coração, colecionava carrinhos e histórias divertidas para contar para a família.

Amadeu Marques Caldeira, 78 anos

Solidário e solícito, seu Amadeu era o faz-tudo na vizinhança, o típico sujeito gente boa.

Amadeu Pinho Prestes, 91 anos

A fé não foi em vão. Seguiu feliz e fiel ao encontro do Pai.

Amália Brandão Ribeiro, 53 anos

Uma mulher amazonense que sonhava em estudar gastronomia e era conhecida por todos pelo seu delicioso vatapá.

Amália Francisca Neta Silva, 59 anos

Amava cozinhar para a família. Tinha um tempero só dela.

Amâncio Ikõ Munduruku, 60 anos

Amigo de fé, irmão camarada e líderança de tantas jornadas.

Amanda Marfree, 35 anos

Deu sua vida para ajudar o próximo.

Amândio Antônio Ramalho de Oliveira, 73 anos

Foi o protagonista de uma família feliz.

Amarildo Fogaça de Almeida, 47 anos

Homem honesto, alegre e pleno. Ensinou a fazer o bem e a seguir em frente sem nunca desistir.

Amarina Ferreira, 84 anos

Sentia prazer em ver como as pessoas gostavam da sua comida.

Amaro Ferreira Muniz, 81 anos

Um homem dedicado que deu o seu melhor no futebol e fez tudo o que pode pelos filhos e netos.

Amaro Ribeiro dos Santos, 67 anos

Andava sempre bem-vestido e perfumado. Tratava as filhas por "princesas" e se derretia pelos netos.

Amauri Amora Câmara, 95 anos

Ele ensinou a todos com amor. Professor Amora, "AMOR + A"

Amaury de Souza, 86 anos

Uma de suas frases mais marcantes: “Eu já falei pra Santa que não é desse jeito!”

Amazonilda de Freitas Gama, 81 anos

Nildinha levou seu João Batista para juntinho dela, lá no céu; ele pediu, ela veio buscar.

Ambrósio Pereira dos Santos, 57 anos

Ensinava: vamos orar, pois para Deus nada é impossível.

Amélia da Silva Manthay, 87 anos

Seu amor, sua fé, seus ensinamentos e sua doce voz ecoarão para sempre em nossos corações.

Amelia Guariglia Salzano, 91 anos

A Nona era capaz de sucumbir até os corações mais duros com sua doçura e amor.

Amélia Oliveira Martins, 50 anos

Era uma mulher cheia de vida, sempre pronta a recomeçar.

Amim Abiguenem, 86 anos

Desembargador aposentado, lutou bravamente por justiça.

Ammanda Christina Moreira Lima Miranda dos Santos, 41 anos

Fazia questão de preparar as sobremesas dos almoços em família e adorava tomar um cafezinho no final da tarde.

Ana Alho de Souza, 75 anos

Uma mulher de poucas palavras e que fazia um vatapá delicioso.

Ana Arimatea, 65 anos

Ela amou a vida.

Ana Carolina Guimarães dos Santos, 38 anos

A alegria dos encontros, mãe em primeira pessoa. Por amar estar viva, era uma promotora de sorrisos.

Ana Caroline Barbosa Mesquita, 31 anos

O dia melhorava só de ela falar contigo.

Ana Cláudia Monteiro de Oliveira Araújo, 46 anos

Seu maior desejo era ver seus filhos crescerem, serem felizes e se realizarem.

Ana Cristina Ferreira de França, 52 anos

Fazia a alegria das filhas ao chamá-las de "filhotas".

Ana Cristina Mesquita, 43 anos

Era contagiante, pura luz. Viveu para servir a Deus e ao próximo.

Ana de Souza Conceição, 67 anos

Mãe e esposa, considerava o marido um presente de Deus, mas era ela que era um presente aos filhos.

Ana Florência do Carmo, 84 anos

Mulher de fé e de flores.

Ana Glória Ribeiro Correia, 76 anos

Amou a vida, as flores, Deus, a família e os amigos. A imagem da felicidade e da fé.

Ana Graziella Prodan Campos, 82 anos

Menina linda que curiosa olha para as estrelas.

Ana Inácia Gonçalves, 77 anos

Seu coração era do tamanho do mundo. Fazia sua neta se sentir especial, bonita e amada.

Ana Lessa Afonso Ferreira e Silva, 95 anos

A simplicidade era a chave da sua alegria.

Ana Lúcia Calixto da Silva, 40 anos

Nunca desistiu das batalhas da vida.

Ana Lucia de Oliveira, 67 anos

Lia a bíblia todos os dias e suas orações intercediam por familiares, amigos e vizinhos.

Ana Lucia Ferreira, 58 anos

Dona de um coração gigante, generosidade era a palavra que mais a descrevia.

Ana Lúcia Freire Cantalice, 56 anos

Mulher guerreira, determinada, dona de um brilho e espontaneidade únicos.

Ana Lúcia Lopes Carneiro, 77 anos

Amava viajar e bater perna pelo mundo, fazia dele sua própria passarela.

Ana Lúcia Ribeiro Dantas, 70 anos

Estava realizando o sonho de ser avó... Seria uma vovó maravilhosa!

Ana Lúcia Veloso, 65 anos

Para Ana não havia destino, só havia o que fazemos.

Ana Lúcia Vieira de Jesus, 52 anos

Presenteava pessoas e vivia procurando motivos para celebrar. “A vida é uma festa” era a sua filosofia.

Ana Maria Barros Miranda, 65 anos

Mulher, trabalhadora e mãe de 14 filhos. Solidária. Cuidava dos cachorros de rua.

Ana Maria Caldonceli Vidal Sartori, 76 anos

Deixou ensinamentos: não reclame da vida, seja sua melhor versão. Não guarde mágoas, perdoe e faça o bem.

Ana Maria Cavalcante de Albuquerque, 62 anos

Ajudar aos outros, era um prazer. Generosidade era sua marca registrada.

Ana Maria de Andrade Ferreira, 69 anos

As pessoas chamavam-na de tia Aninha. Eu, de mãe.

Ana Maria Dias, 64 anos

Boa de dar conselhos, tinha um coração muito generoso.

Ana Maria dos Santos Silva, 82 anos

Sua casa era o ponto de encontro da família. Ela recebia todos com um sorriso no rosto e panelas no fogão.

Ana Maria Gama, 68 anos

Adorava karaokês e cantava com a mesma maestria com que cozinhava.

Ana Maria Hilário Muler, 61 anos

Dona de uma alegria contagiante. Inspiração em pessoa.

Ana Michelli Pereira Ferreira, 36 anos

Aquariana pra lá de arretada. Sempre risonha e divertida, falava alto e não era de levar desaforo pra casa.

Ana Paula Batista de Albuquerque, 37 anos

Vivia com simplicidade em busca dos seus sonhos.

Ana Paula Milharance da Silva, 44 anos

Não constituiu família: dedicou sua vida à igreja evangélica.

Ana Paula Vieira Nascimento, 39 anos

Dona de um sorriso contagiante, jeito doce e coração acolhedor. Parecia que ela não era desse mundo.

Ana Raquel Oliveira da Costa Possas, 70 anos

Cativava a todos com seu sorriso e sua elegência.

Ana Rita da Silva, 58 anos

Era tranquilíssima e super na dela, mas adorava ver a casa cheia para seus almoços de domingo.

Ana Romão Gomes, 71 anos

Na profissão, era enfermeira. Na vida, mãe de todos.

Ana Teixeira Lemos dos Santos, 80 anos

Mãe lutadora que criou sua filha com honestidade e exemplo.

Ana Valéria da Costa Matos, 51 anos

Ela amava viajar e viver o doce sentimento de conhecer novos lugares.

Ana Viana Moreira, 95 anos

Profissão: avó.

Ana Victor de Andrade, 96 anos

Matriarca da 5ª geração da família Andrade. Quando não tinha telefone, ia ao trabalho dos filhos visitá-los.

Anália Figueiredo Maia Mendes, 92 anos

Fazia o melhor doce de leite do mundo, sabia desenhar, pintava e bordava. Adorava sapatos com salto.

Anália Pereira Salgado, 71 anos

Alfabetizada aos 27 anos, reescreveu a própria história.

Ananias Assis da Silva, 76 anos

Amava a singeleza de uma planta, sua referência à vida de menino no interior, na roça, como ele dizia.

Ananias Manoel dos Santos, 74 anos

Bom vaqueiro e rastreador, fez fama nos sertões de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, sempre montado em sua égua Belina.

Anastácio Carneiro Aguiar, 69 anos

Costumava andar e apreciar a cidade, sempre distribuindo sorrisos e boas conversas por onde passava.

Anderson Aparecido Belem, 48 anos

Era puro amor. Amava a esposa, os filhos, os amigos e os animais.

Anderson Magalhães Serpa, 40 anos

Do teatro à fazenda: um líder iluminado com projetos ousados que veio à terra para construir.

Anderson Oliveira Estevão, 54 anos

"Gatinha, eu te amo muito", declarava-se para sua amada esposa.

Anderson Rodrigues de Jesus, 37 anos

"Tamo junto? Sempre!" era a marca registrada de “Mussum.

André Cardamone Junior, 57 anos

Acreditava que era preciso ser forte e lutar, mas sempre com um sorriso.

André Cardoso Dias, 50 anos

Foi muitos em um só.

Andre Cavalcante de Carvalho, 45 anos

Sorridente, paciente, prestativo, amigo e adorado por seus alunos.

André Danilo Zanfolin, 49 anos

Quando era criança tinha um ganso de estimação, ele o vestia com suspensórios e passeavam juntos rua afora.

André Góes de Albuquerque, 39 anos

Um gigante beijoqueiro de abraço acolhedor. Seu sorriso marcante, chegava antes dele nos lugares.

André Luiz Nogueira dos Santos, 44 anos

Um cara que vai fazer falta a todos que conviveram com ele.

André Souza Nascimento, 32 anos

Cultivava alegria e otimismo em meio aos maiores desafios da vida e a seus nove gatos.

Andrea Chinem, 49 anos

Ninguém mais era o mesmo, depois de sua grata amizade.

Andréia dos Santos Cometa, 39 anos

Tinha o sorriso tão radiante, que parecia ter ganhado na loteria.

Andréia Limas Pereira, 39 anos

A pessoa mais sorridente que já existiu!

Aneir Carvalho Pinto, 67 anos

Arroz e gargalhada... suas especialidades. Difícil saber qual o mais gostoso!

Angela Domingos de Souza, 69 anos

Pode apostar que ela agora deve estar dizendo: "que horror" e, em seguida, dando um largo sorriso! Clássico seu.

Ângela Maria de Oliveira, 61 anos

Sua marcante gargalhada lembrava: só vale a pena o que se faz com alegria.

Ângela Maria Pereira, 61 anos

Mulher simples, que encontrou na dança a alegria que espalhava ao seu redor. Ela amava dançar...

Angela Ro’O’Tsitsimrõ Tsuptó, 60 anos

Parecia a Madre Teresa de Calcutá e adotava os pacientes como filhos.

Angela Silva de Oliveira, 51 anos

“Mãe igual a ela, dificilmente você acha”, diz Bruno, filho de Angela.

Angélica Castanhote, 31 anos

Amava criar relacionamentos entre as pessoas.

Angelila Oliveira de Medeiros, 53 anos

Uma apaixonada por pessoas, conversas e café.

Angelina Teresa da Silva, 44 anos

Dentro daquela mulher introspectiva pulsava um coração de portas escancaradas para o amor. Ainda pulsa.

Ângelo Montano Neto, 76 anos

Estar com ele era como sentir a alegria tomando conta do espaço.

Ângelo Morales Gonsales, 89 anos

Passou 40 dias em um barco pesqueiro, fugindo da ditadura de Franco. No Brasil, formou sua família.

Ângelo Vervloet Gaiba, 56 anos

Aficionado por Game of Thrones, lia os livros e assistia à série ao lado de Tê. Hábito frequente, que jamais dispensava.

Anica Paes, 86 anos

Adorava colocar colchões na sala para assistir aos desfiles das escolas de samba com os netos madrugada afora.

Anilson José Alves dos Santos, 53 anos

Pastor e sindicalista, lutava pelos homens enquanto seguia os ensinamentos de Deus.

Anisio Antonio Lemes Medeiros, 71 anos

Amante de pesca, de truco, do rock and roll e do São Paulo.

Anita Watanabe Saito, 99 anos

Deixava até de viajar para cuidar das suas samambaias.

Anna Maria Bacchi Neves, 86 anos

DonAnna era a mãe que as amigas das filhas gostavam de estar junto.

Anna Maria Todeschini de Andrade, 80 anos

Mulher da fé, família e bondade, trazia para cuca italiana que fazia a doçura que levava no jeito e na voz.

Anna Norina Konzen, 88 anos

Mulher sincera e direta, tanto para mostrar carinho, quanto para expor suas dores.

Anselmo Dominguez Perez, 91 anos

Espanhol no RG e brasileiro no coração. Homem bonachão, simples, amigo, religioso e com um astral muito alto.

Anselmo Rodrigues Samias, 57 anos

Vivia para semear a língua kokama.

Antonia Alves da Costa, 87 anos

Adorava sua boneca, a Sophia.

Antonia Bezerra Gomes, 71 anos

Sempre dizia para a neta Jova que um dia compraria uma máquina pra fazerem roupas juntas.

Antônia Chaves dos Santos Henrique, 83 anos

Guerreira, ela ia à luta!

Antônia Eli Oliveira Borges, 40 anos

Mãe aos dezessete, ela via horizontes onde parecia haver só obstáculos.

Antonia Maria Lobo Cardoso, 71 anos

"Nem precisa ter o sangue, basta ser amor, porque o amor já pulsa no sangue", dizia ela.

Antônia Oliveira Neves, 83 anos

Uma nordestina que gostava mesmo era de roça. Viu o mar apenas uma vez.

Antônia Pereira da Silva, 74 anos

Com muita luta, conseguiu comprar sua palafita em uma das periferias de Duque de Caxias.

Antonia Pereira Gomes, 81 anos

Alagoana arretada, Antonia criou cinco filhos praticamente sozinha. Com seu amor e fé, acolhia a todos.

Antônia Tereza Carriel Gomes, 81 anos

Amava carnaval e viajar. Lutou para alcançar seus objetivos e conseguiu.

Antonietta Migliaccio Bonfá, 92 anos

Dançava, cantava e não tinha a menor vergonha de aparecer nos vídeos feitos pelos seus netos.

Antônio Carlos Silva Rosa, 65 anos

"Eu amo minha família!", dizia o Sargento. Seu caráter e sua dignidade eram motivos de orgulho.

Antonio Adelino Sobrinho, 81 anos

Honestidade era a maior qualidade, sempre trazendo no rosto um sorriso marcante.

Antonio Ailton Carvalho de Barros, 58 anos

Vivia sempre a cantar: "Oi amor, eu estou aqui, amor...". E tinha uma gargalhada única, que deixa saudade.

Antônio Alberto Viana, 65 anos

Apreciava uma boa prosa e um bom vinho, para poder falar da vida e sonhar.

Antonio Almeida, 71 anos

Espírita, era a inteligência em pessoa e vai deixar saudades.

Antonio Alves da Silva, 64 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que pensar no futuro.

Antônio Alves Filho, 56 anos

Soube viver bem: cada tijolo e cimento suados, foram compensados com cerveja gelada, muita conversa e amigos!

Antônio Amaral Cavalcante, 73 anos

Poeta, jornalista e, sobretudo, uma pessoa à frente do seu tempo.

Antonio Aparecido Alves, 87 anos

Corinthiano roxo, que adorava pescar, dançar, viajar e passear.

Antônio Assinair Ribeiro da Silva, 58 anos

Dono da churrascaria e daquela maminha que só ele sabia fazer.

Antônio Barbosa de Albuquerque Júnior, 49 anos

Foram 49 anos bem vividos de um herói da educação com 27 anos de magistério.

Antônio Belarmino Bezerra, 48 anos

Professor querido, contagiou a todos com ensinamentos e risadas.

Antônio Bono Medina, 68 anos

Nico ensinou o que é ser feliz. Ensinou a viver e não ter vergonha de ser feliz!

Antonio Carlos Azevedo, 42 anos

Alegre e brincalhão, era apaixonado por carros, que trocava num piscar de olhos.

Antonio Carlos da Costa, 61 anos

Fã dos netos, dos filhos e da esposa. Fazia questão de contar suas histórias por onde passava.

Antônio Carlos da Silva, 81 anos

Homem rígido e sistemático, mas com muita doçura no coração.

Antonio Carlos da Silva, 76 anos

Pai de quatro filhos, esperava pelo quinto na fila de adoção.

Antônio Carlos de Mello, 61 anos

Pai atencioso, brincalhão, palhaço. Ciumento e, às vezes, medroso, mas sem perder a pose.

Antônio Carlos de Oliveira, 65 anos

Adorava uma bagunça. Todos os dias de manhã ligava o rádio para ouvir músicas dos anos 80.

Antonio Carlos Durans Diniz, 36 anos

Acordava às 4h da manhã para conversar com suas plantas e esperava a esposa acordar para tomarem café juntos.

Antonio Carlos Gomes Tavares, 64 anos

Pai, companheiro, amigo. Seguiu viagem no céu de pipas e aviões da sua infância.

Antonio Carlos Maia Santana, 62 anos

Foi amigo de todos, generoso e com um coração de ouro.

Antônio Carlos Mendes, 63 anos

Honesto e leal com as pessoas que ele amava. Marido, pai e avô apaixonado. O herói da família.

Antônio Carlos Mescouto, 60 anos

Amante da liberdade, do rei Roberto Carlos e do Paysandu Sport Club.

Antônio Carlos Peixoto, 70 anos

O Doutor Antônio tinha o dom da medicina e exerceu, com maestria, a profissão.

Antonio Carlos Rapette, 59 anos

Pegou um trem rumo ao céu com paradas nas estações família, amor, coração e bondade.

António Carlos Rodrigues, 63 anos

De hábitos simples e coração enorme, tinha uma risada incomparável e a voz marcante de um locutor de rádio.

Antônio Carlos Souza Gomes, 66 anos

Ele carregava no peito suas maiores paixões: a família, o T10 e o escudo do tricolor.

Antonio Celso de Lima, 53 anos

Nas fotos, aparecia sempre com fisionomia séria. Mas era só aparência.

Antônio Cizino Pimenta, 87 anos

A fartura era sua marca. Recebia os amigos e familiares com muita comida, bebida e também com piadas.

Antonio Cleantes Rodrigues, 82 anos

O simpático libriano que percorreu sua trajetória fazendo muitos amigos.

Antônio Cleobaldo Amorim Barra, 70 anos

Um grande humanista que tinha por meta ajudar os outros.

Antonio Costa de Almeida, 87 anos

Olhos sempre a brilhar, a cada cantar do sabiá, cada vez que estava de sua roça a lembrar.

António Crisóstomo Freire de Morais, 56 anos

Um homem carinhoso, honesto e muito inteligente. Conversava sobre qualquer coisa, com qualquer pessoa.

Antônio da Costa Neves, 69 anos

Enxergava com olhos que refletiam vivências e fornecia os abraços mais aconchegantes de todo o norte do país.

Antônio da Silva, 66 anos

Tinha o beijo mais carinhoso que você poderia receber.

Antonio Dantas Bastos, 75 anos

Um homem movido por paixões: era assim com sua família, com seu time de coração e com o seu sertão.

Antônio das Graças Lopes, 70 anos

Com dedicação e simplicidade, reivindicou todos os dias a coroa de rei do açaí.

Antonio de Jesus Couto, 70 anos

Ser o porto seguro de sua família era o que lhe dava alegria; era tudo para ele.

Antonio de Oliveira Luna, 71 anos

Esse era o Pai Véio que não queria ir se embora.

Antônio de Pádua Silva, 69 anos

Fazia-se de forte, mas era tão sensível que tinha medo de tomar uma simples injeção.

Antônio Durval Barros Barreto, 39 anos

Um homem feliz que tinha uma gargalhada sem igual e jeito simples de ver as coisas.

Antonio Eduardo Martins Guerra, 88 anos

Seu prazer era distribuir frutas do pomar para os amigos.

Antônio Elias Vianna Mokarzel, 63 anos

De tudo o que poderia ter sido, escolheu ser bom. E, por isso, foi tão amado.

Antônio Estolano Andrade, 70 anos

Tinha inesquecíveis fraseados musicais, causos e um irrepreensível bom humor, cheio de cacoetes criativos.

Antônio Everaldo Pinho de Lima Júnior, 39 anos

Com seu jeito gladiador, entrou solteiro no hospital para fazer uma cirurgia e saiu de lá casado.

Antônio Everton Chaves de Lima, 49 anos

Urêa, torcedor apaixonado pelo Fortaleza, gostava de fazer todo mundo rir.

Antônio Feitosa dos Santos, 72 anos

Singelo, revezava os ouvidos entre o som dos passarinhos e as canções do Rei Roberto Carlos.

Antonio Fernandes de Barros, 52 anos

Foi o melhor marido e pescador de todos.

Antônio Ferreira de Amorim, 86 anos

Reservado com seus sentimentos e sonhos, era muito família e acolhia a todos que precisassem.

Antônio Ferreira Rodrigues, 79 anos

A cada história contada, uma emoção vivida por quem ouvia.

Antônio Francisco Braga, 43 anos

Ensinou muito mais que cálculos, transmitiu amor.

Antônio Gernaldo Pinto, 44 anos

Um homem que transbordava amor pela família, pela música e por sua cidade natal, Orós.

Antônio Gilvan Alves dos Santos, 40 anos

Brincalhão, amigo, de carisma enorme e sorriso fácil.

Antônio Gomes da Silva, 73 anos

Deixa um legado de determinação, coragem e amor ao próximo. Foi um verdadeiro pai-mãe.

Antônio Gomes da Silva, 80 anos

Amoroso com os sete filhos, superavô com os netos, um amigo e tanto.

Antônio Gomes Filho, 87 anos

Ele sempre agradeceu a Deus pela vida e por tudo que tinha.

Antônio Gonçalves Barros, 73 anos

Português, conhecido como Maria, era o melhor e o mais bem-humorado comerciante do ramo de alimentação.

Antonio Gonçalves Junior, 55 anos

Na adolescência, fugiu com seu grande amor.

Antonio Guido de Morais, 72 anos

Seu coração botafoguense não cabia em seu peito. Sempre amoroso, bondoso, divertido, gostava de ajudar as pessoas e amava a vida.

Antonio Inaldo Barbosa, 81 anos

Vovô Naldinho: a alegria em pessoa.

Antônio Ivoní Oliveira Melo, 80 anos

Dono de passos firmes e um coração gigante, foi escritor de lembranças marcantes durante os seus 80 anos.

Antônio João Rocha de Almeida, 66 anos

Um homem guerreiro, um homem muito sonhador...

Antônio Joaquim Dias, 84 anos

Um homem de coração grandioso e com fé inabalável em Deus.

Antônio José da Silva, 64 anos

Um incansável cuidador, sempre pronto pra ajudar quem precisasse.

Antonio José de Almeida, 84 anos

Pai preocupado e acolhedor que foi, ao mesmo tempo, fortaleza e amor.

Antônio José de Sousa, 67 anos

Memorizava endereços com maestria e criava passeios só para estar na presença dos seus afetos.

Antônio José Ferreira de Vasconcelos, 66 anos

Ao contrário do seu apelido, Ferrugem, foi o pioneiro no Amazonas a fabricar biojoias.

Antônio José Galdino, 65 anos

Os amigos o apelidaram de Garrafinha, mas a esposa o chamava de Amor.

Antônio Lopes da Silva, 60 anos

Ao lado da família, vivia cada dia como se fosse o último.

Antônio Lucivaldo Vital, 60 anos

Um construtor de lares apaixonado pela sua terra.

Antônio Luis da Silva, 53 anos

O sambista dono do sorriso mais carinhoso.

Antônio Luiz, 90 anos

Unia a família em torno da sua deliciosa feijoada, que preparava com todo amor.

Antônio Luiz de Campos, 79 anos

Por onde passava, deixava nem que fosse uma pequena ajuda.

Antônio Luiz de Carvalho, 96 anos

Homem de fé, devoto de Maria. Seu Tunico adorava tocar nas missas.

Antônio Luiz Gonçalves Guimarães, 73 anos

Seu Antônio era quieto, mas no seu silêncio, exalava muita sabedoria.

Antônio Macena de Moraes, 64 anos

Alegria era sua marca, adorava dançar e conseguia contagiar todas as pessoas que estavam a sua volta.

Antonio Marco Barbosa Miranda, 47 anos

Um meninão vestido em corpo de homem.

Antonio Mariano Franco, 74 anos

Via o lado bom de tudo e estava sempre disponível para dar seus bons conselhos.

Antonio Mendes, 77 anos

De manhã, gritava pela casa: Cafééé!!! Era amoroso, brincalhão e um grande contador de histórias.

Antonio Miguel Barbosa da Silva, 62 anos

“Mesmo que você esteja muito bravo, não deixe de ajudar quem precisa”, dizia ele.

Antônio Miranda de Oliveira, 85 anos

Um homem de vestes elegantes e gestos simples.

Antonio Nicacio Mescouto, 68 anos

Um ótimo marido e um superpai.

Antônio Orfanelli, 78 anos

"Trabaia não pra vê", dizia ele.

Antônio Orlando Lins de Oliveira, 72 anos

Risonho e feliz, fazia comédia com tudo.

Antonio Pinto de Andrade, 68 anos

Encantador, bondoso e generoso. Antonio foi amor em vida e agora é luz, lá no céu.

Antônio Pozzani, 77 anos

Adorava tocar violão e, apesar de não tocar muito bem, o fazia com seu grande coração!

Antonio Praxedes, 76 anos

O fato de não ter sido alfabetizado não o impediu de ensinar, com todas letras, o que era honestidade.

Antonio Raimundo Lemos Pereira, 62 anos

Com seu sorriso e suas músicas, esse menino regueiro tocava corações.

Antônio Ribeiro de Brito, 45 anos

Sorridente e brincalhão, fez do seu ofício na rádio uma forma de ajudar a todos.

Antonio Ribeiro Garcia, 74 anos

Poeta, ele gostava de improvisar versos. Tocava saxofone e contava boas histórias.

Antonio Rodrigues Cardoso, 56 anos

Uma pessoa querida, iluminada e musical.

Antônio Santos da Silva, 70 anos

Tratava os amigos como irmãos. Amava os filhos e a eles ensinou os princípios da honestidade e da justiça.

Antonio Santos Souza Filho, 80 anos

Ele era a própria festa. Todo domingo vestia sua roupa mais alinhada, branca, e um chapéu de sua coleção.

Antônio Saraiva da Silva, 50 anos

Amava desfrutar a liberdade de sua vida, em especial, quando ouvia Dance Music.

Antônio Sérgio de Sousa, 61 anos

Pessoa simples, trabalhadora e amigo dos humildes. Gostava de ajudar. Todos gostavam dele.

Antônio Sérgio Silva, 58 anos

O palmeirense que olhava para o céu todas as manhãs, antes de qualquer atividade.

Antônio Sérgio Sobreira Cordeiro, 63 anos

Gostava de ser chamado de ‘Serjão’. Um apelido que lhe caía muito bem: um ser humano grande de coração e fé.

Antonio Soares Alves, 52 anos

Gostava de dançar forró e tomar cerveja com a família. Viveu de mãos dadas com a simplicidade.

Antonio Tadeu Pinto da Fonseca, 66 anos

Médico dedicado, atendia gratuitamente e tornava-se amigo dos pacientes.

Antônio Telles Gama, 66 anos

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”

Antônio Tirezo Pacheco, 71 anos

Alimentava planos para quando ganhasse na Mega-Sena.

Antônio Torres de Souza, 90 anos

Gostava de contemplar os barcos vindos do interior do Amazonas, quando ancoravam nos portos.

Antonio Vagner de Sá, 36 anos

Fiel a Deus e um irmão cheio de sorrisos.

Antônio Valdir Quilles, 68 anos

Sempre dizia que Deus é Pai! Com certeza está ao lado Dele.

Antonio Velas Santos, 70 anos

Para navegar nas águas do Amazonas, fazia sua própria canoa.

Antônio Victor Vieira de Benedito, 60 anos

Transformava folhas de plantas em instrumentos musicais. Como num passe de mágica, viravam gaitas e flautas.

Antonio Viegas, 79 anos

Mesmo sem estudos, tinha um conhecimento absurdo sobre tudo nessa vida.

Antônio Vieira da Almeida, 75 anos

Contar piada era a marca registrada de Gaguinho.

Antônio Wilson Bezerra Cruz, 69 anos

Teve orgulho dos filhos.

Antonio Zumpichiatti, 71 anos

O que mais o deixava feliz era ver as pessoas felizes ao seu redor.

Aparecida Carvalho Romano, 65 anos

Viveu a sorte de encontrar o amor verdadeiro, que persistiu para além da vida.

Aparecida Costalongo da Silva, 72 anos

“De todo amor que eu tenho, metade foi ela quem me deu”, diz a neta.

Aparecida de Fátima Fernandes Marinho, 64 anos

Se a verdadeira riqueza de uma pessoa é o bem que ela faz no mundo, Aparecida tinha uma fortuna.

Aparecida de Oliveira Garcia, 83 anos

Vaidosa, nunca saía sem os brincos e para os eventos a roupa era escolhida com muita antecedência.

Aparecida Ribaben de Mira, 86 anos

Amorosa, foi mãe, tia, avó, bisavó e tataravó. No hospital de campanha, era "a bisa da UTI".

Aparecido Cabrioti, 64 anos

Sonhava viajar com todos juntos para um praia linda.

Aparecido Cardoso, 69 anos

Com um estilo próprio, estava sempre de óculos de sol no rosto. Por vezes, uns óculos de soldador mesmo!

Aparecido Dias da Silva, 73 anos

Adorava contar suas histórias de pescador.

Aparecido Pondian, 77 anos

Em todos os lugares era reconhecido por seus bordões.

Aparecido Vieira, 57 anos

Sua melhor marca era o sorriso no rosto.

Aparecido Vieira Machado, 71 anos

Adoçava a vida de quem encontrava quando oferecia as balinhas que carregava em seu bolso.

Aparício Carlos do Nascimento, 79 anos

São paulino e fã de Paulinho da Viola. Grande ex-jogador de futebol que amava dar suas aulas de matemática.

Aquilino de Oliveira Brito, 83 anos

Se doava para a igreja e para a família e gostava de dizer: "É isso aí!"

Aquilino Tito Brito, 51 anos

Festa sem ele era uma festa sem graça.

Arcangelo Ravanelli Pedrosa, 50 anos

Viveu o amor intensamente, dedicando-se e protegendo todos.

Arcenio Ferreira Porto, 89 anos

Bom pai e excelente avô, adorava uma festa.

Arcenio Severiano de Souza, 81 anos

Torcedor do Flamengo, amava assistir aos jogos com o neto João Pedro.

Archibaldo Pereira da Silva, 79 anos

Em ritmo de “deixa a vida me levar”, Quiba era um carioca da gema com muita história para contar.

Ardisson Mauro Vaz, 46 anos

Viveu o amor incondicionalmente e foi feliz, muito feliz.

Ari Flademir Ferreira, 56 anos

Prego foi caminhoneiro e conheceu muito bem os caminhos da felicidade: família, amigos e churrasco.

Ari Kawaguchi, 75 anos

Amava pescar e, na sua simplicidade, nunca deixou faltar nada em casa.

Arícia Paola Campêlo Gomes, 28 anos

Adorava organizar uma festinha. Queria ser, e foi, uma mãe dedicada e amorosa.

Arilson Silva, 50 anos

Tinha um coração de ouro. A família, seu maior tesouro.

Arimatea Alves de Oliveira, 66 anos

Amava a vida, a família e o carnaval. Seu passatempo favorito era fazer reparos em casa.

Ariquerne de Souza Ferraz, 60 anos

Independente de qualquer coisa, encarava a vida com alegria, principalmente se havia comida feita de milho.

Aristides Tavares dos Santos, 59 anos

Bondoso e espiritualista, queria ajudar o planeta e as pessoas.

Aristóteles Atheniense, 84 anos

Era um ser humano do mundo. Aproveitava cada minuto intensamente.

Aritana Carneiro de Assis, 41 anos

Mulher de alma solidária, dedicou a vida para ajudar os animais e semear amor em sua família.

Arlene do Nascimento Cardoso da Cunha, 59 anos

Para Arlene, Deus é uma mulher preta.

Arlete Barbosa da Silva, 59 anos

Andava com fé e um dos netos a tiracolo. Mantinha a família perto dos olhos e o amor no coração.

Arlete Barbosa, 57 anos

Uma serva do Senhor.

Arlete Lourdes Souza, 47 anos

A alegria dela era ver a felicidade do neto brincando. Orgulhosa, dizia: “Ah, é o meu netinho!”

Arlindo Bárbara, 75 anos

O lugar vazio à mesa, o silêncio que espera na varanda, o espectador que falta para assistir aos jogos.

Arlindo de Jesus Sá, 72 anos

Quando ações valem realmente mais que palavras. Com dedicação e amor, deixou lembranças gravadas na família.

Arlindo Francelino, 76 anos

Não trocava seu feijão-verde com maxixe e quiabo por nenhum prato de luxo.

Arlindo Simões, 83 anos

Era conhecido como "Vô do Futebol" e "Arlindão Zagalo", pois parecia um treinador nos campeonatos e treinos dos netos.

Arline Araújo Ribeiro, 37 anos

Vivia para alegrar os espíritos. Se fosse preciso, escondia sua dores para proporcionar uma boa gargalhada.

Armando de Brito Machado, 85 anos

Um líder nato e bondoso, que foi ao mesmo tempo guia e porto para os familiares.

Armando do Rosario de Oliveira, 57 anos

Foi um ser humano normal, um pai, um avô e um amigo.

Armando Fernandes Branco, 77 anos

Sempre alegre e elegante, jamais deixou de levar consigo uma piada pronta na ponta da língua.

Armando Souza Sena, 88 anos

Criou a tradição de comemorar o Natal com jogos de bingo e dominó

Arminda Aucea de Oliveira Tavares, 64 anos

“Eu vou fazer, eu não desisto”, era o mantra de Dona Arminda.

Armindo de Jesus do Nascimento, 75 anos

Um vascaíno doente, de alto-astral permanente e um otimista de nascença, que deixará seu sorriso largo eternizado.

Arnaldo Barbosa Lima, 71 anos

A paciência era sua maior qualidade. O excesso de calma, seu único defeito.

Arnaldo Bentes Brasil, 89 anos

Alegria para sorrir, disposição para dançar e muitas histórias para contar.

Arnaldo de Oliveira Santos, 78 anos

Gostava de contar anedotas, era feliz da vida.

Arnaldo Faustino, 66 anos

Sob a batuta de Deus, foi um servo alegre que amava música e sentia gratidão pela vida.

Arnaldo Rodrigues Filho, 74 anos

O corintiano que fazia caridade na igreja de Santa Teresinha da Saúde.

Arthur Martins Fraga Filho, 71 anos

O humor e as histórias que contava, amenizavam o sofrimento da vida. Toblerone, seu amado cão, voltou a ser sua companhia.

Arthur Pereira de Paula, 67 anos

Gostava de ouvir Fagner, Benito di Paula; de conversar em barzinhos e de ver o Flamengo jogar.

Artur Francisco Gomes, 61 anos

Honesto e visionário, partiu com um adeus silencioso, feito da gratidão daqueles a quem dedicou sua luta.

Arturo Vazquez Estevez, 83 anos

O espanhol que registrou o coração em cartório brasileiro.

Assis Nóbrega, 60 anos

Com ele não importava religião, política ou futebol. O que importava era o amor ao próximo.

Assussena Audi Kalaf Eu, 92 anos

Deixou um legado de alegria a todas as pessoas próximas.

Astrogildo de Melo Farias, 64 anos

Adorava seu nome e era torcedor de coração do São Paulo e do CSA.

Ataide Hermenegildo dos Santos, 95 anos

Um encantador de pessoas que andava com fé e alegria a tiracolo.

Atanildo Alves de Jesus Costa, 83 anos

Um sábio pelas estradas da vida, que deixa um rastro de seriedade, integridade e missão cumprida.

Átila Pires Soares, 57 anos

Era animado, brincalhão e de bem com a vida.

Attílio Finazzi Junior, 79 anos

Com uma grande vontade de ajudar, foi missionário e evangelizou pessoas em mais de 65 países.

Audir Alcântara Lopes, 62 anos

Alguém que ensinou muita gente a ler, escrever e amar.

Augusta Nascimento da Silva, 68 anos

Augusta é sinônimo de luta e resistência.

Augusto José Pinheiro, 59 anos

O tio-amigo e amado.

Augusto Nazareno Lopes, 65 anos

Nunca deixava de fazer uma fezinha na loteria, mas sorte teve quem o conheceu.

Augusto Octávio de Mello Marinho, 64 anos

Era o palhaço da família.

Augusto Soares, 76 anos

Mal aprendeu a escrever o nome, mas lutou bravamente para que os filhos fizessem curso superior.

Aurelina Bernardes de Almeida, 88 anos

Transmitia paz a quem estivesse ao seu lado.

Aurelina Félix Cândido, 82 anos

Era quase uma popstar na feira que frequentava todos os sábados com o filho.

Aurelina Gomes da Silva, 85 anos

Com uma fé inabalável, todo ano fazia uma festa beneficente na data de Nossa Senhora Aparecida.

Aurelina Micheles, 75 anos

A mãe mais extraordinária que os filhos poderiam ter.

Aurelina Teodozia da Silva, 83 anos

Contava histórias de príncipes e princesas através de lindas cantigas que maravilhavam seus amados netos.

Aurélio Teixeira da Silva, 67 anos

Contador de piadas com um sorriso fofo de vô.

Aurelito de Souza Bomfim, 70 anos

O guerreiro que morreu no dia de Tiradentes e foi sepultado no dia de São Jorge.

Aureo de Souza Costa, 67 anos

Foi caminhoneiro e tinha muitas histórias. Deixou gratas recordações para os seus.

Auri João dos Santos Ortiz, 51 anos

Empresário de alegria contagiante, fez, da sua empresa, lar de cães e gatos que adotou das ruas.

Auro Asterio Azevedo Pereira, 52 anos

Um excelente filho, marido, pai e profissional. Comprometido com a profissão, mesmo na pandemia.

Aurora Elena Zapata Villalobos, 80 anos

Uma chilena linda em todas as vertentes. Transbordou amor para todos os seus.

Auta Lopes Fernandez, 85 anos

Um amor de cinema e uma história de vida de arrancar muitos suspiros.

Avani Ferreira da Silva, 59 anos

Dedicada aos seus alunos, empenhava-se para que todos aprendessem a ler e escrever perfeitamente.

Avani Matos Rodrigues, 71 anos

A Dona Benta da Bahia era a única pessoa que sabia coçar as costas do neto.

Avany Ferreira Nunes, 87 anos

Guerreira, baiana arretada da gema. Mãe, avó, bisavó e tataravó. Deixa saudade dolorida.

Ayude Ribeiro dos Santos, 54 anos

Um homem de muitos amigos: os de uma vida inteira e, aqueles, que fazia facilmente em qualquer lugar onde chegava.

Badih Salim Chedraoui, 83 anos

Badih virou palavra, que mora nos cedros sagrados do Líbano.

Barbara Gleise de Oliveira, 42 anos

Viveu com satisfação suas maiores conquistas: o próprio negócio e a filha tão desejada. Não era de desistir.

Bárbara Ribeiro Weilard Reis, 25 anos

Sua risada tirava todo mundo para dançar; parecia uma festa! Na verdade, era.

Bartolomeu José Araújo Martins, 64 anos

A felicidade estampada no seu rosto será lembrada para sempre.

Bazilia Ferreira Brito, 85 anos

Mulher guerreira e cristã que, com sua firmeza, dizia o que pensava.

Bazilio de Paula Rodrigues, 75 anos

Amava contar uma história. Cheias de floreios e lições valiosas, elas sempre traziam uma reflexão.

Beatriz Maria da Silva Mendonça, 89 anos

Aos sábados, deitava-se e dizia: "Vou descansar as pernas, porque mais tarde vou para o meu forró".

Beijamir Sarat Pereira, 53 anos

Ele acreditava que pessoas felizes deviam se cercar de pessoas que as fazem felizes.

Benedito da Silva, 107 anos

Foram 107 anos de pescaria, de luz, de sorrisos e de fé em Deus! Mais de um século de uma vida abençoada.

Benedito de Paula Silva, 75 anos

Um corintiano devoto de Nossa Senhora Aparecida que não passava desapercebido.

Benedito dos Santos, 76 anos

De personalidade florescente, seu jeitinho decidido sempre vinha acompanhado de amor e carinho.

Benedito Galavote, 71 anos

Um homem com tantas histórias, que podiam virar um livro.

Benedito Herculino de Oliveira, 85 anos

A criança que habitava dentro dele o fez aproveitar a vida intensamente.

Benedito José Gomes de Lima, 70 anos

Concretizou os ensinamentos mais honrados que um homem pode deixar em terra: amor, respeito e serenidade!

Benedito Marcondes Filho, 74 anos

Cada animal resgatado servia como um novo impulso para seguir lutando pela causa.

Benedito Marques de Oliveira Filho, 72 anos

Quando alguém perguntava se algo estava bom, ouvia dele: “Tá bom demais". Tudo sempre estava.

Benedito Pires Barbosa, 68 anos

A felicidade dele era ver família e amigos sempre juntos. Festeiro, alegre, cumprimentava mesmo os estranhos com um beijo e um “eu te amo”.

Benedito Ruy Simões, 61 anos

Bené: o marceneiro apaixonado que transformava matéria-prima em poesia.

Benedito Trindade da Silva, 60 anos

Viveu intensamente, tomou todas as cervejinhas possíveis, distribuiu amor e, então, voou.

Benjamim Gonçalves Santos, 0 anos

Benjamim, o mais jovem de uma família. A estrela do lado direito que vai brilhar.

Bento Izidoro Pereira Serrão, 67 anos

Assobiava e fazia muito dengo para se comunicar com a neta.

Beraldina José Pedro, 75 anos

Tomava banho, cantava e rezava de madrugada, como um ritual de gratidão.

Berkson Oliveira Júnior, 32 anos

A resposta para qualquer problema que lhe contassem: "Calma, fica tranquilo... vai passar!"

Bernadete de Souza Araújo, 100 anos

Que amorosa e especial foi Tia Bebé!

Bernardo Cardoso Júnior, 70 anos

Um homem que amava a vida e o que ela proporcionava: música, festa, forró, família e amigos.

Bernardo dos Reis Rodrigues, 84 anos

As peças de dominó deram leveza à vida desse grande guerreiro que tanto amou sua família.

Bianca Galvão de Oliveira, 18 anos

Uma menina que ousou sonhar ilimitadamente.

Bianca Luciana Santos Dutra Vieira, 42 anos

Deixou uma família linda e muitas amizades.

Bianor de Brito Reis, 85 anos

Aquele que decidiu levar a vida ao ritmo das águas de Ganhoão: natural, constante e sereno.

Bonifácio Mario da Silva Júnior, 36 anos

Começou a trabalhar muito cedo, mas nunca se esqueceu de brincar.

Brasilino Brunel Alves, 68 anos

Pessoa do bem, sempre com um sorriso no rosto.

Brasílio Gonçalves, 74 anos

Plantava orquídeas pelas árvores de Mogi e passeava com seu Passat 1982.

Braulino de Oliveira Gomes, 88 anos

Com suor e tijolos, deixou um belo legado histórico. Mas foi com histórias e amor, que se eternizou.

Brazil Montalvao Marques, 64 anos

Um guia de turismo apaixonado por viagens e que fazia jus ao nome.

Breno de Castro, 41 anos

Homem íntegro, irmão amoroso, foi bom marido, pai e avô.

Bruno Alves Queiroz da Silva, 32 anos

Ele foi um grande exemplo do que é amar ao próximo.

Bruno Amaro, 38 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que ter leveza na vida. Sermos leves!

Bruno Benedito Ribeiro, 30 anos

Dava força para os outros, uma força que nem ele possuía.

Bruno Campelo, 34 anos

Apaixonado pai de duas meninas. Realizou o sonho de se tornar enfermeiro e amava ajudar a salvar vidas.

Bruno Cunha Soares, 31 anos

Um inventor de nomes.

Bruno Leonardo Costa Barbosa, 41 anos

Sua inesquecível presença era sua forma de expressar um caloroso e ímpar “eu te amo”.

Bruno Perugino Carneiro, 31 anos

Um cara cheio de vida, superdivertido; que se importava com o próximo e não dispensava um bom churrasco.

Cacilda de Oliveira Morgado, 76 anos

Dona de uma fortaleza sem par, lutou e venceu muitas batalhas.

Cairo José Ferreira Gama, 41 anos

Sob seu chapéu viviam as almas e as mentes dos jovens de Manaus.

Carla Collela Rolim, 42 anos

Tinha sempre as palavras de incentivo perfeitas e que vinham a calhar, em qualquer situação.

Carla Fabiana Rodrigues de Oliveira Macedo, 44 anos

Filha, irmã, tia e esposa sempre presente.

Carlilo Floriano Rodrigues, 80 anos

Seu sonho era voltar a andar. Conseguiu, mesmo que por pouco tempo.

Carlindo Cardoso, 71 anos

Fã de uma praia e de uma cervejinha, era cego de um olho mas enxergava com a alma.

Carlito Ferreira da Silva, 65 anos

Ele encarou a vida com sorriso largo.

Carlos Alberto Brasil, 75 anos

“E nos seus olhos era tanto brilho, que mais que seu filho, eu fiquei seu fã!”

Carlos Alberto Castelo Branco, 73 anos

De alma intensa, ele foi um Papai Noel que torceu pelo Ceará, Flamengo e Beija-Flor. Transbordava amor.

Carlos Alberto Cobé do Nascimento, 65 anos

Com Deus, ele estava sempre pronto para enfrentar qualquer coisa.

Carlos Alberto da Cruz, 70 anos

Sua marca registrada era o jogo de damas, que praticava todos os dias na frente de sua casa.

Carlos Alberto da Silva, 72 anos

Sabia contar histórias como ninguém.

Carlos Alberto de Araújo e Silva, 65 anos

Dono do melhor sorriso do bairro, ele coloria as ruas com alegria e irreverência.

Carlos Alberto de Vasconcelos, 66 anos

Corintiano alegre, de personalidade forte e amoroso. Dedicado à família e uma pessoa com muitos amigos.

Carlos Alberto dos Santos, 58 anos

Era bom de garfo e, para ele, não podia faltar alface no almoço.

Carlos Alberto Figueiredo Ribeiro, 47 anos

Amava a profissão de músico e cantor. Carisma e alegria eram seus sobrenomes.

Carlos Alberto Fiusa de Castro Filho, 74 anos

Foi brilhante em todos os caminhos que trilhou.

Carlos Alberto Grotti, 60 anos

Dono de um senso de justiça inabalável e amante do futebol, não tinha quem não o amasse.

Carlos Alberto Natalino F. Bandeira, 76 anos

Uma vida que serviu a Deus e amou a família com alegria.

Carlos Alberto Nunes dos Santos, 62 anos

Um homem leal às suas paixões.

Carlos Alberto Pereira da Silva, 68 anos

Daqueles que no dia do jogo, já acordava vestido com a camisa do seu time.

Carlos Alberto Rodrigues de Medeiros, 25 anos

Sorriso fácil, piada pronta, apaixonado pela profissão, pronto para ajudar quem quer que fosse e feliz.

Carlos Alberto Sona, 61 anos

Alguém que viveu intensamente a sua vida.

Carlos Alberto Wanderley da Silva, 74 anos

Pai de verdade, com aulas de culinária e exemplos de honestidade.

Carlos Alberto Xavier Braga, 54 anos

Tinha uma facilidade incrível de fazer paródias, principalmente com músicas do Roberto Carlos.

Carlos André Ferreira de Souza, 44 anos

Coisinhas básicas para ele ser feliz: Ver o neto sempre, colocar apelidos em amigos e comer bolinhos de frigideira.

Carlos Antônio Belarmino Alves, 63 anos

Pesquisador de OVNIs, geógrafo e agrônomo. Amava fotografia. Para ele, o futuro estava na educação.

Carlos Antonio do Nascimento, 57 anos

Um homem de vários apelidos e amizades e de um coração cheio de vida.

Carlos Antônio Pires, 55 anos

Estava ansioso para se aposentar, falava muito nisso. Não deu tempo.

Carlos Antônio Rego Albuquerque, 48 anos

Alegre, bem-humorado e com uma ingenuidade quase pueril, foi um tio inesquecível e muito amado.

Carlos Augusto de Souza Costa, 58 anos

Discreto, pois, para ele, quem deveria aparecer, brilhar e arrebatar corações eram a Geografia e a Natureza.

Carlos Bernabe Mardones Muñoz, 68 anos

O prazer da sua vida foi ensinar seus filhos e não mediu esforços pra isso.

Carlos Caetano Valduga, 74 anos

Apaixonado pela família e pelos animais, tinha a emoção nos olhos.

Carlos Cardoso Paes, 58 anos

"Deixa Deus agir na sua vida, assim como eu o deixei agir na minha", dizia ele.

Carlos Dadas Júnior, 74 anos

Um herói anônimo que deixou grandes exemplos.

Carlos Diogo Morito, 59 anos

Um homem bom. Apesar das dificuldades financeiras, nunca deixou faltar nada para a família.

Carlos Eduardo Baptista, 55 anos

Aos 45 anos, formou-se dentista. Queria ficar rico para levar os sobrinhos e netos para a Disney.

Carlos Eduardo Camargo Andreoli, 59 anos

Uma vida dedicada aos sonhos que tinha para a família.

Carlos Eduardo da Silva, 50 anos

Não dispensava uma praia e não deixava nada para o dia seguinte.

Carlos Eduardo de Carvalho Alves, 61 anos

Dudu adorava uma cerveja gelada, assim como adorava estar com os amigos e a família.

Carlos Fernando Conte, 49 anos

Flamenguista e salgueirense, o taxista era só alegria.

Carlos Gonçalves Serra, 83 anos

Professor e um dos idealizadores do SUS, inspirou muitos alunos a lutarem em defesa da saúde pública brasileira.

Carlos Henrique Neves de Azeredo, 68 anos

Carlão fazia amigos por onde andava no Rio e orgulhava-se da família grande que construiu.

Carlos José Nascimento, 64 anos

Era um entusiasta do amor. Amava a família, o Botafogo-RJ e o Confiança-SE.

Carlos Laureado Rosa da Luz, 44 anos

Onde tinha Carlos tinha sorrisos. Era regra.

Carlos Lopes, 85 anos

Era o rei da piada singela, cuja falta de graça, era exatamente o que provocava o riso de todos.

Carlos Marcos Buarque de Gusmão, 57 anos

Dr. Gusmão teve como especialidade médica realizar sonhos e fazer as pessoas felizes.

Carlos Pereira de Almeida, 59 anos

Um pescador de peixes e de pessoas. O melhor amigo da sua família. A borboleta azul do seu netinho.

Carlos Reis, 55 anos

Técnico de enfermagem dedicado, sempre feliz e muito prestativo.

Carlos Roberto Corrêa, 58 anos

Como ele dizia, era um "camaleão". Tão apaixonado pela vida que se reinventava sempre para continuar a viver.

Carlos Roberto Ianelli, 59 anos

Tinha um assobio só dele, como se fosse um código, um registro.

Carlos Roberto Monfardini, 67 anos

Ele tanto chamou a todos de Jacaré, que acabou ganhando esse apelido. E distribuiu muitos outros, sempre sorrindo!

Carlos Roberto Pinto, 73 anos

Dono de um sorriso marcante, adorava as festas em família e fazia tudo pelos netos.

Carlos Roberto Pires de Souza, 59 anos

O orgulho da família, que veio ao mundo servir e deixar bons exemplos.

Carlos Rodrigues dos Santos, 64 anos

"Eu não sou velho pra ficar tomando mingau", dizia ele, em tom de brincadeira, quando queria outra refeição.

Carlos Rogério de Carvalho, 38 anos

Amou a família com tanto cuidado e intensidade, que jamais será esquecido.

Carlos Simões Louro Junior, 69 anos

Craque de bola, sinuca e dança. Amou sem limites a esposa, pais, irmã, filhos e netos.

Carlos Teixeira, 57 anos

As portas de sua casa e de seu coração estavam sempre abertas.

Carlos Toshio Hirata, 54 anos

Vivia para trabalhar em seu açougue. Via-se bondade em seu coração, em sua fala e em seus olhos.

Carlos Viana, 76 anos

Um sábio na sua simplicidade, era apaixonado pela família e pelo carro.

Carlos Viana Rodrigues, 67 anos

Havia sempre um bom vinho para brindar o amor à vida! Tim tim!

Carlos Vidal, 83 anos

Vaqueiro destemido de histórias em cordel.

Carmelio Francisco, 66 anos

Tatá Guaçu honrava sua família e orgulhava-se de pertencer ao povo Tupiniquim.

Carmelita Louretti da Fonseca, 80 anos

Muito extrovertida, brincava com todo mundo.

Carmelita Medeiros Francelino, anos

Nordestina faceira e perfumada, sorridente e de unhas sempre feitas que fazia o melhor "din-din" da Paraíba.

Carmen do Rego Barros de Vasconcellos Dias, 83 anos

Com carinho, alegria e amor, sempre pedia um beijo.

Carmen Josefina Medeiros Guimarães, 70 anos

Voinha dos netos, dos amigos dos netos e de quem mais ousasse lhe sorrir.

Carmen Lucia Teixeira Mendes, 71 anos

Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas, nas mãos que sabem ser generosas.

Carmen Santos Sant Ana, 85 anos

Tinha um sorriso que irradiava como o sol quente.

Carmencita de Albuquerque Ugiette, 81 anos

Uma pessoa que viveu para acolher e ajudar.

Carmerinda Pereira Saldanha, 94 anos

Era uma guerreira doce. Matriarca de uma família de 11 filhos, muitos netos, bisnetos e alguns tataranetos.

Carmine Antônio de Chiara Filho, 67 anos

Com ele, os relógios do céu não ficarão mais atrasados.

Carminho Oliveira Fernandes, 68 anos

Não ia a lugar nenhum sem seu boné do Botafogo e era da Família Boi Garantido na testa.

Carol Tavares Monteiro, 34 anos

Carol era e sempre será sinônimo de amor.

Carolina Barros Patrocínio, 29 anos

Brilha onde estiver, meu anjo mais velho.

Carolina Botechia, 36 anos

Doce. Era incrivelmente doce.

Caroline Fátima Nascimento Pacheco, 27 anos

Falava pouco. O coração dizia tudo.

Carolino Mendes da Silva, 75 anos

Precisando de transporte, era só chamar o mais antigo taxista de Muriaé.

Cassilda Costa da Matta, 84 anos

Reservava os domingos para reunir a família e festejar ao redor da mesa farta. Era a mãe de todos.

Cecília Cardoso Woodtli, 86 anos

Mãe dedicada, avó engraçada. Lutadora, forte e importante.

Cecília da Conceição Souza, 49 anos

Amor ao próximo nunca faltou. Viveu primeiro para os filhos, depois para si.

Cecília Maria Gonçalves Fortunato, 84 anos

Inventar palavras... um dos traços marcantes de sua personalidade criativa e cheia de gentilezas.

Cecilia Maria Parreiras Maia, 75 anos

“É muito melhor servir do que ser servida”, esse era o seu lema.

Cecília Miranda de Paiva, 77 anos

Lutou pela educação de seus filhos e netos.

Célia Aparecida de Almeida Parreira, 64 anos

"Nossa Senhora de Aparecida vai nos abençoar e nosso Deus nunca vai deixar de nos amparar", pedia ela.

Célia Bastos Pereira, 71 anos

Amiga sempre presente e amorosa, adorava uma praia.

Célia de Oliveira Baia, 73 anos

Da vida achava que nada se levava, mas levou parte dos que ficaram.

Célia Fátima Coelho Belo, 64 anos

Ela amava pássaros, e se encantava com as cores, por isso enfeitava tudo com adesivos.

Célia Lopes Bezerra, 77 anos

Uma contadora de histórias. Nunca se soube se reais ou inventadas, mas sempre emocionantes e encantadoras.

Célia Regina Soares Lafemina, 59 anos

Mulher resiliente, nunca se deixou abater por dificuldades no caminho.

Celina de Almeida Freire, 88 anos

Bondade e fé serão suas eternas marcas.

Celina Silva Dias, 86 anos

Sempre sorria e abraçava a neta quando esta chegava em sua casa e lhe pedia a "bença".

Celina Xavier Gontijo, 64 anos

"Você não é todo mundo!", "Porque não e pronto!", ela repetia.

Célio Taveira Filho, 79 anos

Célio virou tango, conto e personagem principal em vários recomeços no futebol, dentro e fora de campo.

Celso Azis Antonio, 69 anos

Carinhoso, tinha sempre uma surpresa no bolso para dar à neta.

Celso Dias da Silva, 70 anos

Os 70 anos não eram nada para ele: com toda a sua calma e determinação, ainda ia longe.

Celso Manso Monteiro Vieira, 88 anos

Um homem que transbordava sensatez e mansidão. Ele amou demais - e só sabia amar assim.

Celso Schreiber, 66 anos

Amava os seus, mas não queria ser chamado de avô. Decidiu, pois, que seria "parente" dos netos. E assim foi.

Cely Guimarães Alves, 77 anos

Não se foi só mais um número nessa estatística mórbida, foi-se um sol que brilhava na vida de todos que a conheciam.

Cesar Augusto Martins Medeiros, 59 anos

O beatlemaníaco que era o maior companheiro de seu filho.

César Augusto Visconti, 43 anos

Apaixonado por velocidade, pelas pessoas e pela vida.

Cesar dos Santos, 64 anos

Seus filhos foram a sua razão de viver.

Cesar Magalhães da Silva, 47 anos

Autor das piadas sem graça mais hilárias de todos os tempos.

Cesar Murta de Lima, 83 anos

"Ô, pipoca! Só você sabia disso, né?", dizia ele, sempre que ouvia alguma obviedade.

Cezar Augusto Vítor Ramos, 67 anos

Se tirava sarro, era porque gostava de você.

Charles Luís da Silva, 42 anos

Sempre preocupado com o nosso bem-estar.

Charles Luiz Gouveia Machado, 70 anos

Um cearense colecionador de relógios, embora o tic-tac do seu coração batesse mesmo era por Curitiba.

Charles Santos, 48 anos

As sobrancelhas grossas eram uma contradição com a voz tranquila, com a mão fofinha e amiga.

Christion dos Santos Barbosa, 29 anos

Amor, sorriso, carinho e atenção eram as suas marcas.

Cicera Maria de Moura, 66 anos

Uma mulher forte, que misturou felicidade, muito amor, bondade e deixou de lembrança um rastro de luz aos seus!

Cicera Maria dos Santos, 72 anos

Cicera é arte, que foi ser abraçada sob o manto azul de Nossa Senhora.

Cícero Clemente de Sousa, 58 anos

Apaixonado por pescarias e pimentas em conserva.

Cícero Delfino Silva, 76 anos

Contador de histórias preferido da família que amava reunir.

Cicero Manoel de Arruda, 79 anos

Aos 79 anos, dirigia seu fusquinha com muito orgulho. Esse era seu maior hobby.

Cícero Romão, 51 anos

Enfermeiro, cuidou de todos até seus últimos dias.

Cícero Vianeis Marques, 52 anos

Trabalhava intensamente todos os dias, com prazer, na empresa para sua família.

Cicilia Junqueira de Albuquerque, 88 anos

A natureza era o seu lar. Já a rua, uma eterna descoberta, onde adorava passear e tomar sorvete com as amigas.

Cidemar Aparecido Gomes, 54 anos

Em uma romaria ou em um passeio a cavalo, lá estava o Mazinho.

Cileimar Claussen de Oliveira, 74 anos

A suavidade do sorriso e do olhar transmitiam a beleza de uma vida baseada no amor e na religiosidade.

Cilene Cabral Carvalho Chagas, 58 anos

Na estante a foto dos filhos, o símbolo da enfermagem e uma viola. Seus maiores amores.

Cilene Sant Ana da Costa, 67 anos

Reunir, para somar, para multiplicar, para gerar felicidade.

Cincinato Belarmino Santos, 65 anos

Pernambucano de vocabulário próprio, estava sempre disposto a ajuda quem precisava de sua alegria.

Cineide Teixeira da Silva, 49 anos

Tinha braços abertos para o amor.

Cinira Campos da Cunha, 83 anos

Com seus cabelos claros e lindos olhos azuis, emanava luz por onde passava.

Cirene Guilhermina Pires, 67 anos

"Vou falar que está tudo bem, e vai ficar tudo bem!", dizia Nena.

Cirio Merquiades da Silva, 38 anos

O autista que adorava um pagode.

Ciro Ricardo Pires de Castro, 75 anos

Mais que pai, um profissional dedicado que teve a missão não só de salvar, mas de transformar vidas por amor.

Clara Angélica Souza Lima, 58 anos

Dona de um sorriso encantador e do melhor abraço que uma amiga pode receber. Vendia roupas e doava amor.

Clarice Fuchita Kestring, 63 anos

Exímia e respeitada profissional, mãe e esposa amada! Deixará saudades eternas!

Clarice Terezinha Bastos Cardoso, 64 anos

Apaixonada pelos dois netos e pelos livros espíritas da autora Zíbia Gasparetto.

Clarinda Maria da Conceição, 74 anos

Tinha um sorriso largo e contagiante. Teve cinco filhos, mas foi mãe de muitos outros.

Clarinha Sperandio Bacaro, 77 anos

Dona das joias mais bonitas que um dia sonhou ter: os filhos, os netos e os bisnetos.

Clauber da Silva Cavalcante, 55 anos

Flamenguista de coração e o cantor favorito da família. Aonde ia, levava o microfone e a caixinha de som.

Claudenor de Brito Prazeres, 54 anos

O advogado que adorava praia, cerveja e samba.

Claudete Gonçalves Pereira Chiquiti, 55 anos

Com as selfies que tirava a todo momento, registrava seus melhores sorrisos.

Claudete Maria de Souza, 68 anos

"Que Deus me ajude a ajudar quem precisa", dizia.

Claudete Pereira Cruz, 79 anos

Tinha um abraço que parecia um porto seguro.

Claudia Cassoli Alves, 41 anos

"Eu quero viver!", dizia aquela que deixa um legado imortal de amor.

Claudia Enrietti de Paiva Bonizzi, 62 anos

A mulher feita de ferro e aço, que queria ser astronauta.

Cláudia Márcia Cordeiro da Silva, 50 anos

Cláudia era linda e sabia disso. Sempre prestativa, o dom de cuidar ia além da profissão de assistente social.

Cláudia Maria Ferreira, 54 anos

Bailarina de coração e sonho, borboleta de alma e dor, furacão de mente e amor: Cláudia deve estar dançando.

Claudia Nogueira Cardoso, 56 anos

Uma médica que exerceu seu ofício na cidade do Rio de Janeiro com orgulho e responsabilidade.

Cláudia Stephanie Silva Damata, anos

Ela era a pessoa que recebia com sorriso quem fosse à UPA em busca de cura. Com sua espontaneidade e simpatia fez muitos amigos.

Claudinei Clemente Neto, 50 anos

Um apaixonado pela vida que foi viver na eternidade.

Claudinei da Costa, 55 anos

“Hoje será um novo dia e melhor.” Assim ele encarava os problemas e a solução sempre aparecia.

Cláudio Albanez, 68 anos

Pessoa aguerrida, amava receber os amigos para um café.

Cláudio Antônio Figueiredo Reis, 63 anos

A vida dele era trazer vidas ao mundo.

Claudio Antônio Lopes Ferro, 43 anos

Transformou o natal e ano novo da rua em uma tradicional queima de fogos.

Cláudio Batista de Carvalho, 67 anos

Muito trabalhador, não media esforços para alcançar seus objetivos, criar seus filhos e ajudar o próximo.

Cláudio Cardoso, 58 anos

Fez da vida uma poesia com rimas e imagens sobre o seu Pará.

Cláudio Cardoso de Almeida e Silva, 59 anos

O presente sempre foi o seu tempo verbal favorito.

Claudio da Costa Silva, 49 anos

Sempre muito engraçado e cheio de histórias para contar.

Claudio de Miranda Pereira, 65 anos

Alguém que trouxe leveza ao peso da rotina.

Claudio Henrique de Sousa Lima, 69 anos

Fortalecia-se na sua fé, contemplando as ondas do mar.

Claudio José da Silva, 56 anos

Pai superparceiro e avô apaixonado. Um homem de bom coração, que não deixou seu irmão sozinho nessa luta.

Cláudio Leal de Almeida, 76 anos

A formatura da sua neta conseguiu lhe tirar um sorriso, discreto, mas seu.

Cláudio Luiz dos Santos Silva, 49 anos

A paixão pelo Flamengo, o churrasco com uma cervejinha e seu prazer em cozinhar, descreviam bem o Formigão.

Claudio Manoel Ricardo, 69 anos

O mineiro que fez história na Pauliceia Desvairada.

Claudio Mauricio Sant’Ana, 59 anos

"Cacá, João, vovô chegou...", assim ele chamava pelos netos pelos corredores da vila.

Cláudio Mourad, 55 anos

Ele dava nos filhos um abraço-casa, carinho que aquecia o coração

Cláudio Nunes dos Santos, 44 anos

"Não desanime, você é capaz de vencer qualquer coisa", dizia ele.

Cláudio Raimundo Soares, 57 anos

Ele nomeou a esposa como sua rainha e, tratou de ser para ela, um rei; por todos os dias de sua vida.

Cláudio Roberto Cabral, 56 anos

Além de pai, era amigo, confidente e parceiro de séries.

Claudio Roberto Roges, 67 anos

Claudio era sinônimo de solidariedade. Tirava de dentro de casa para dar aos mais necessitados.

Claudio Rogério de Sena Barbosa, 46 anos

Para Ciça, amar o irmão foi a coisa mais fácil desse mundo.

Claudio Soares Rabelo, 70 anos

Um mineiro iluminado. Dono de um coração enorme e um sorriso cativante.

Cláudio Spiller, 64 anos

Da cadeira de rodas era só sorrisos para suas meninas. O cara mais carismático da história.

Cláudio Taú, 69 anos

Um homem de coração grande, líder comunitário, que amou seu país e cuidou muito bem de sua família.

Claudionor da Silveira Machado, 76 anos

Apaixonado por seus tratores, abriu caminhos para uma estrada de exemplos fortes onde deixa amor e alegria.

Claudomir José Carradore, 62 anos

De apelido Jesus, falava alto e era muito querido. Gostava de cozinhar e cuidou a vida toda do irmão especial.

Claudomiro Rodrigues, 53 anos

Sua alegria era ligar para a Elaine e perguntar: “Como é que tá o tempo aí em São Paulo?”

Claudomiro Velasco Azevedo Junior, 48 anos

O maior sorriso da sala, era o último a deixar as festas porque, de tão querido, ninguém o deixava sair.

Clayton Cavalcante de Lima, 60 anos

“Enquanto eu respirar, vou me lembrar de você”, cantava sempre o pai amoroso e altruísta.

Clédes Magaly Gomes Rosa, 74 anos

Reverenciada por onde passasse, seu coração era uma casa cheia.

Cleide Cavalcanti da Silva, 70 anos

Com risadas longas, ela ria da vida que tinha, vida que a fazia feliz!

Cleidimar Ferreira Barbosa, 48 anos

Na memória de amigos e alunos, uma professora que ensinou muito mais que sua matéria.

Cleiton Luiz Felix da Cruz, 36 anos

Cheio de amigos e de alegria, estava organizando a vida para ser pai.

Clemilde Santin de Arruda, 80 anos

Dona de um abraço apertado e perfumado e de uma presença que ressaltava a beleza das coisas simples.

Clemilton Isaias Torres, 68 anos

Tinha pressa para tudo, e por isso, viveu intensamente.

Clene Sotero, 53 anos

Aguerrida defensora da educação, foi exemplo de dedicação e amor ao ensino.

Cleonice Antônia da Silva, 68 anos

Um vestido rodado e um sapato vermelho. Assim ela ia, toda linda, ao forró.

Cleonildo Mota da Silva, 79 anos

Se ele estava lá, não havia nada a temer.

Cleonio Quirino da Cunha, 51 anos

Radiava alegria e espalhava sorrisos por onde passava.

Cleusa Nair Barbosa de Souza, 65 anos

Cozinheira de mão-cheia e coração gigante.

Cleuza Singue Ruy, 84 anos

Tinha a capacidade de se reinventar, de lutar, de não desistir ou desanimar diante de qualquer dificuldade.

Cleyton Barbosa da Silva Souza, 29 anos

Namorador, não sabia ficar sozinho por muito tempo.

Clice Maria dos Santos, 70 anos

A família era o seu bem mais precioso. E ela, o alicerce de todos, o motivo da sua luta diária era vê-los bem.

Cliciane Ferreira Fochesatto Vieira, 38 anos

Médica que tinha sempre um sorriso no rosto, transparecendo sua paixão e apreço não só pela sua vida, mas pela vida dos outros.

Cliff Conrado Pinheiro, 44 anos

Um ser bondoso, amigo de todos e apaixonado por churrasco.

Clodoaldo Mate, 48 anos

Transformava tristeza e vazio em esperança e alegria.

Clodoaldo Pirani Junior, 47 anos

Médico intensivista, atuou na linha de frente e honrou até o fim a sua missão de cuidar e salvar vidas.

Clodualdo Fernandes de Melo, 59 anos

Era um príncipe como marido e um espetáculo como pai.

Clotilde Felismino Sandovete, 95 anos

Entre doces, preces e tricôs, uma vida cheia de graça.

Cloves Cabral Ferreira, 64 anos

Adorava se refugiar com a esposa na casa de praia ou na chácara, que era o seu paraíso na Terra.

Clóvis Alves de Freitas, 53 anos

-"Seu Clóvis, você está bem?" e ele respondia: "Estou mais do que mereço!"

Clóvis Eduardo dos Reis, 58 anos

A companhia de Clóvis era um privilégio. Ele que preenchia os espaços com alegria e solidariedade.

Clovis Luiz Vieira, 62 anos

Apaixonado pela vida, seus olhos marejavam de tanta alegria.

Clóvis Monteiro de Barros, 43 anos

"Que isso, jovem? Abel é o terror da mulherada." brincava ele.

Conceiçāo Aparecida Lopes, 55 anos

A generosidade era a marca registrada de "Gorda".

Conceição Januária de Freitas, 96 anos

Tinha um olhar meigo, um afago gostoso e não deixava ninguém escapar de seu "coadinho" com bolo de laranja.

Concetta Gialuisi Ferri, 86 anos

Dona de si, uma bailarina da terceira idade que amava colocar seus lindos vestidos e ir dançar.

Corinto Xavier da Silva, 82 anos

O relojoeiro que fez do tempo seu aliado. Agora, é tempo de memórias...

Cosma Rosa da Costa Alves, 83 anos

Dona Cosminha não era apenas dona de casa. Era dona do coração da família e dos amigos.

Cremilde Santin Arruda, 81 anos

Alegre e vaidosa, ela amava viver.

Creuza Costa dos Santos, 64 anos

Uma pessoa que exagerava em todos os sentidos, mas principalmente em ser alegre.

Creuza Nunes Fontes, 80 anos

“Tchau, mais tempo!”, dizia ela sempre rindo, festeira e alegre.

Creuza Pereira da Silva, 88 anos

Tete gostava de jogar sueca com as amigas e de perder os brincos pela casa.

Creuza Vasques Feliciani, 70 anos

"Falo mesmo! Se não gostar, problema seu", dizia dona Creuza.

Cristian Bezerra Pereira, 45 anos

Até falando sério ele conseguia ser engraçado.

Cristiane Cortes dos Santos, 32 anos

Mulher batalhadora que esbanjava alegria e tinha um coração cheio de amor pela filha Sophia.

Cristiane Maria Marchesan Camilo, 50 anos

Viveu a melhor vida possível: amando com intensidade e incondicionalmente.

Cristiano Alcântara, 44 anos

Partiu com a certeza de que iria comemorar a cura da filha.

Cristiano Brandão, 36 anos

Seu bordão preferido era: "O que acontece em Vegas, fica em Vegas".

Cristiano Ferreira da Silva, 42 anos

Tinha um amor incondicional por sua esposa.

Cristina Lima Mateus, 57 anos

Pisciana sorridente, dona de uma gargalhada única. Era um facho de luz sincera.

Cristina Oliveira Souza, 39 anos

"Vamos marcar de ir ao cinema?", combinava com a amiga.

Cristovão Modesto da Silva, 51 anos

Mudar destinos foi seu legado. Na última conversa, falou sobre Jesus. Não poderia ser diferente.

Cyll Farney Ferreira da Silva, 35 anos

Um homem honrado, que viveu intensamente.

Dagmar Thomé Gonçalves, 93 anos

Aquela que fazia os sapatinhos de lã mais quentes para o inverno. A família inteira tinha.

Daisy Lúcidi, 90 anos

Alô, Daisy! “Meu negócio é o rádio, que é a minha paixão”.

Daliane Maiara Lima Sousa, 32 anos

Ninguém passa pela vida sem uma razão. A dela foi amar.

Dalva Carrera Dias, 93 anos

A corinthiana mais guerreira que esse mundo já viu!

Dalva Félix de Mendonça de Paula, 66 anos

Dalva floresce como as plantas que regava, é a cor dos bordados que tecia. Uma sábia mulher.

Dalva Machado, 62 anos

Cada sobrinho era um tesouro para ela.

Dalva Maria Portilho da Mata, 59 anos

Todos os dias ia até a casa da sua mãe, Dona Gerogina, tomar sua benção.

Dalvadisio Carvalho de Araujo, 76 anos

Em toda a sua vida ele espalhou amor, sabedoria e mansidão. Ajudou muitos sem pensar em recompensas.

Dalvanir Siqueira Ferreira, 71 anos

Dona Dalva foi uma mulher forte, guerreira e prendada, que fez de tudo por seus filhos.

Dalvio Montrezor, 59 anos

Presenteava a família e os amigos com apoio, companheirismo, lealdade e amor sincero.

Damião Bezerra da Silva, 36 anos

Piadista e alto-astral, ele emanava tanta alegria que era impossível não sorrir junto.

Damião Gomes da Silva, 67 anos

Era conhecido como o Rei do Açaí porque fazia o melhor da cidade.

Damião Paes de Melo, 55 anos

Gostava de ler a Bíblia ouvindo música gospel ou caipira. Amava a família e seu inseparável cachorro, Oliveira.

Damião Paes de Melo, 55 anos

O cartão de visita de Damião era o sorriso e coração bondoso.

Damião Reinaldo de Oliveira, 73 anos

As estradas da vida o levavam sempre de volta ao lar, mas conseguiu deixar um lindo legado e exemplos eternos.

Daniel Azulay, 72 anos

“Aponte com a ponta do dedo onde é que o Pita pinta...”

Daniel Campbell de Andrade, 35 anos

De voz calma, mas com certa malandrice nos trejeitos, cultivava o riso e o hábito de assistir ao pôr do sol.

Daniel da Silva Sousa, 77 anos

Um avô de poucas palavras, cujo coração era inundado de cuidado e afeto.

Daniel Eugênio Ruiz, 71 anos

Multifunções, fazia de tudo com uma peculiaridade: sempre cantarolando alguma música da bossa nova.

Daniel Fernando Lopes, 41 anos

Faria dois meses de casado, "vivia um sonho", diz o irmão.

Daniel Martins Brasil, 65 anos

Um homem bom que ensinou através do seu exemplo de perseverança e generosidade.

Daniel Pereira, 38 anos

Quando o assunto era servir aos outros, fazia sempre com muito amor.

Daniela Aparecida de Souza Costa, 37 anos

Sua garra, dedicação e alegria eram contagiantes.

Daniela Hoffmann, 28 anos

Uma mulher linda, de sorriso fácil. Batalhadora, não se deixava vencer pelas adversidades da vida.

Daniela Teodózio Tabajara, 30 anos

Partiu sem a alegria de ter a sua própria terra.

Danielle Fernanda de Campos Morais, 39 anos

Dona de uma habilidade incrível de ouvir e cuidar das pessoas.

Danielson Castro do Carmo, 32 anos

Uma juventude de sonhos genuínos interrompida.

Danil Dias Klein, 70 anos

Uma palavra que o definiu: amigo. Estava pronto para ajudar quem precisasse.

Danilo David Santos Silva, 33 anos

Primeiro médico da família, foi e sempre será uma estrela.

Danyele Cardoso, 34 anos

"Estou rezando por você", dizia sempre. Ela era luz, alegria e fé. Deixou um lindo legado de amor.

Darci Debastiani, 66 anos

Apaixonado pelos netos, filhos e esposa. Gostava de passar as férias no balneário de Mariluz.

Darcila Maria Pimentel de Oliveira, 63 anos

Dona do sorriso mais lindo, sempre falava um delicioso “eu te amo” para aqueles que amava.

Darcy Gomes Garcia, 78 anos

Que sensacional foi Garcia, o porto-seguro das filhas e netos.

Darcy Moraes, 84 anos

Fazia os outros rirem durante horas com seus segredos ao pé do ouvido que de discretos não tinham nada.

Dário Estevam Theodoro, 66 anos

Ele jurava não ligar pra futebol, mas a verdade é que não perdia um jogo sequer.

Dário Oliveira da Silva, 69 anos

Não abria mão de uma cervejinha nos finais de semana.

Darly Pereira de Souza, 49 anos

Mulher nordestina incrível, que desenhava florezinhas enquanto falava ao telefone.

Davi Severino da Silva, 73 anos

Alvirrubro doente, adorava jogar seu dominó, mas sua paixão mesmo eram os jogos do Náutico.

David Corrêa, 82 anos

Gigante do carnaval brasileiro.

David de Sá Guimarães, 68 anos

Ele era daqueles que não se deixava abater facilmente.

David Gomes de Melo, 37 anos

Chegava causando, era engraçado e barulhento.

David Lima Ramos, 35 anos

Dada cumpriu suas missões muito bem: monitorar o trânsito do bairro e amar a família incondicionalmente.

David Mendes dos Santos, 44 anos

Animador de qualquer festa, sabia cultivar amizades.

David Nahas Neto, 57 anos

O Tio Gordo foi um palmeirense apaixonado e que amava os sobrinhos.

David Wu Tai, 71 anos

O chinês mais brasileiro de que se tem notícias.

Davina Sales Pontes de Carvalho, 85 anos

Mãe, avó, bisavó e, sobretudo, amiga de todos que encontrou.

Déa Vitório Costa, 76 anos

O nome curto não dava conta de tamanha existência. Por isso, os apelidos: Menina, Boneca e Fofura.

Débora Cristina de Araújo Fernandes, 56 anos

Amor, carinho, doçura, competência e responsabilidade.

Deise Acioly Magalhães, 57 anos

Ela experimentava todas as comidas, das mais simples até as mais polêmicas.

Deison Molon Ignácio, 34 anos

A música era a vida dele.

Delano Togni, 71 anos

Falar dele é como sentir a calma, a tranquilidade e a generosidade de um amigo de todas as horas.

Delcenir de Sousa Lima, 73 anos

Amava dirigir seu carro antigo e cuidar de seus sete cachorros, que eram sua paixão.

Delcides Maria de Oliveira, 80 anos

A menina, que enganava a fome com uma colherada de café, tornou-se uma guerreira e sempre tinha amor para dar.

Delson Marques de Queiros, 66 anos

Otimista e divertido, tinha sempre uma piada para alegrar quem estava à sua volta

Denilson da Silva Frade, 54 anos

Em meio ao duro tratamento renal, os jogos do Paysandu lhe devolviam a alegria e a expectativa de cura.

Denilton Irineu dos Santos, 62 anos

Sambava com a felicidade, e não apenas nos carnavais.

Denis Saiter Mageski, 37 anos

Dono do abraço mais apertado e de um sorriso gigante.

Denise Almeida Barreto, 41 anos

A alegria em pessoa! Fazia qualquer um se sentir protegido ao lado dela

Denise Gomes, 42 anos

Se tinha paciente precisando, era lá que ela queria estar.

Dennis Cabrera Pisango, 67 anos

Usava sapatos de bico fino tão bem lustrados, que eram quase um espelho, capaz de refletir seu largo sorriso.

Dennis Rollano Torres, 68 anos

Jaleco e seu violão eram os casacos de guerra do Dr. Dagnou.

Deoclides Gonçalves, 72 anos

Carinho, atenção e afeto com todos que o cercavam e em todos os lugares em que estava...

Deoclides Silva Nascimento Filho, 59 anos

Sorria com os olhos e com a alma. Sorria sempre.

Deunisio Ferreira Batista, 69 anos

Viveu com simplicidade. Fazia café da manhã todos os dias, nunca faltava ao trabalho, nunca faltava carinho.

Deusdeth Oliveira Ferreira, 86 anos

Aos 86 anos, vivia em movimento com sua motocicleta...

Deuselina Dias Barbosa, 71 anos

Era uma mulher de Deus. Uma mulher que acreditava na força da oração.

Devanir Birello, 77 anos

Deva não era desse mundo. Sua personalidade podia ser traduzida em três palavras: coração, amor e alegria.

Devanir José Parizoto, 45 anos

O cantor da família e a alegria em pessoa.

Devanir Maria de Souza Alvarez, 61 anos

"Lutei tanto pra ter meus filhos e passaria por tudo de novo para tê-los comigo".

Deverson Azevedo, 32 anos

O filho de Afonjá cujo sorriso largo e fácil abraçava todo mundo.

Deyler Vieira Amorim, 39 anos

Filho único; em todos os sentidos.

Deyse Lúcia Costa Salles, 63 anos

Equilibrava poeticamente seu jeito meio doido com a capacidade de ser a melhor amiga que alguém podia ter.

Diana Stela Domingues Bazarin, 69 anos

Acordava dando um bom-dia nas redes sociais.

Diego Borges Ferreira, 37 anos

Um faixa preta apaixonado pela pequena Manu, sua filha.

Diego Carneiro Pereira, 46 anos

Ativo nas favelas, nos projetos sociais e esportivos de São Paulo, Bola era produtor da Família Sabotage.

Dijaneide Ferreira da Silva, 42 anos

“A mulher mais incrível e inspiradora deste mundo”, segundo sua filha Mariana.

Dilceia Alexandre Machado, 49 anos

Fotógrafa brilhante, sempre atrás dos melhores sorrisos. Será lembrada pela simpatia e alegria de viver.

Dilma Nunes de Barros Maya, 60 anos

Era a solidariedade em pessoa. Daquelas que tiravam de si para dar ao outro.

Dilma Queiroz Bello, 83 anos

Uma mulher determinada, generosa e de muita fé.

Dilma Tavares do Nascimento Rios, 60 anos

Mãe carinhosa e observadora, do tipo que reparava no corte do cabelo e nos centímetros que o filho cresceu.

Diná Barbosa Amorim, 48 anos

Diná era festa. Seu humor era contagiante!

Diná Maria Pires Soares, 80 anos

Uma senhorinha de bem com a vida.

Dina Rosaria Ascenção, 63 anos

Professora de matemática, amava a profissão e os alunos. Talvez nem soubesse o quanto era amada por eles.

Dinalva Barreto Moura, 78 anos

Era a melhor anfitriã da família Barreto Moura. Ela tornava os almoços de domingo especiais.

Dinoca Pereira, 65 anos

Uma mulher guerreira, uma mulher de Deus.

Dinorah Lopes Dantas Donini, 43 anos

Ao procurar no dicionário a definição de alegria, o nome Dinorah deveria estar escrito.

Diógenes dos Santos Lima, 31 anos

Alegre e brincalhão, era o mais animado dos amigos, tanto que foi apelidado de "Inimigo do fim".

Diógenes Moreno Escolastico, 43 anos

Policial, pai, exemplo de ser humano.

Diogenes Mussopapo, 60 anos

Pai de um abraço delicioso, eternizado na memória dos filhos. Dizia sempre: "Pitutu e Príncipe, amo vocês!"

Diogo Fabiano Guimarães Andrade, 38 anos

Ajudava todo mundo, mesmo sem conhecer.

Diogo Miguel Parra, 74 anos

"Tô vivo!!!"

Diomedia Oliveira dos Santos, 83 anos

Guerreira, tinha orgulho de sua negritude. Adorava praticar yoga, dançar e fazer artesanato.

Dionis Carlos Bernecule, 41 anos

Na vida e na profissão, tinha um olhar sempre amoroso, generoso e sábio.

Dirce de Almeida Pacheco, 78 anos

Uma avó que adorava dar um dinheirinho escondido para os netos.

Dirceu Castellucci, 72 anos

Fará falta pelo amor que irradiava na vida da família.

Diva Nastari da Fonseca, 91 anos

Resiliência era seu maior atributo e a caridade era sua maior virtude.

Diva Thereza Stolf Simões, 85 anos

Pianista sublime, deixa um legado de amor e arte.

Divanise da Costa Melo, 75 anos

O sorriso mais solto e a tia mais festeira.

Djalma Avelino de Souza, 65 anos

Sempre que lhe perguntavam como estavam as coisas, dizia: “Melhor, só no céu”.

Djalma Ramos Damasceno, 39 anos

O "posso ajudar?" mais sincero e disponível de todos.

Djalma Teixeira de Mendonça, 51 anos

Opinioso e sincero, um pai brincalhão; conhecido pela forma única de bradar “Ô, Glória“.

Djanira Magno Silva de Melo, 70 anos

Devota de São Sebastião, foi guerreira incansável, mãe dedicada e avó coruja.

Djanira Silva do Nascimento, 88 anos

A alegria e a determinação fizeram a sua marca registrada.

Dolores Esteves Monteiro, 92 anos

Alegre e amorosa.

Domingos Alves de Oliveira, 52 anos

Um orgulhoso doador de sangue. O principal do hospital que ia.

Domingos Mahoro, 60 anos

Era um diplomata e um homem além do seu tempo.

Domingos Marcelino da Silva, 76 anos

"Ôh, véio bacana!", define a neta.

Domingos Mesquita Pereira, 69 anos

"Filha, vou fazer um Galeão e depois passo para te buscar", dizia antes de encontrar Priscila.

Domingos Pereira da Silva, 89 anos

Para falar de Domingos, que sempre lembrem de Joana e da família que construíram em 72 anos juntos.

Domingos Rocha de Freitas, 75 anos

Com seu jeito engraçado, tocava todos os instrumentos musicais e também tocava o coração dos ouvintes.

Domitilia Lima dos Santos, 75 anos

Teve coragem para mudar de vida, e viveu para os filhos.

Donizeti Aparecido Martins, 64 anos

Festeiro na roda de samba e guerreiro nas batalhas da vida.

Doralice Cordovil Lourenço, 68 anos

Com sua doçura, resolvia qualquer problema por mais difícil com fosse.

Doris Tavares, 77 anos

Uma mulher otimista que chamava todo mundo de "Meu amooooor!"

Droziana Pica, 75 anos

Tinha um coração tão grande, que fazia sombra em qualquer defeito.

Dulce Araújo de Martino, 91 anos

Considerada uma avó clássica, amava mimar seus netos com guloseimas, presentes e muito carinho.

Dulce Rodrigues da Silva, 76 anos

Ela dava um jeito para tudo. Não media esforços para ajudar, e tirava do seu para dar a quem precisava.

Dulcimar Teixeira Leite, 77 anos

Com a mente sempre positiva, ela lutava pela realização de seus projetos.

Dulcinete Perinni de Souza, 64 anos

Dona Fia distribuía não só comida e cuidados, mas amor em cada prato, salgadinho, doces e amor ao próximo.

Durci Nei Marques Rocha, 69 anos

Para ela, mulher deveria aprender a dirigir por necessidade. Incentivava a liberdade de ir e vir.

Ederson Becker, 37 anos

Tratava a família como o bem mais importante da vida.

Edes Batista de Carvalho, 64 anos

Dos semáforos de São Paulo era ele a quarta luz: a da esperança.

Edes Vieira Guimarães Filho, 56 anos

O marceneiro de Cabo Frio que vivia sorrindo.

Edgar Ribeiro, 71 anos

Todas as tardes, sentava no portão para bater papo com os amigos e beber Coca-Cola, que ele tanto amava.

Edgard dos Santos Pereira, 66 anos

Um marido especial na vida de sua esposa.

Edgard Farah, 81 anos

Orgulhoso dono de um fusca bege 1972 que usava para buscar na escola os 7 netos.

Edgard Gonzales Serrano, 71 anos

Apesar das adversidades que a vida lhe impôs, tinha sempre um sorriso, uma brincadeira.

Edgard Viana de Sant’Ana, 95 anos

Amava Turma da Mônica, livros de fantasia e tirar fotos com um sabre de luz nas estreias de Star Wars.

Edil Marques Aguiar, 67 anos

Enfrentou a vida com coragem, venceu a morte muitas vezes. Um homem otimista.

Edilea Oliveira Neves Souza, 57 anos

"Grande é o Senhor!", dizia ela.

Edileusa Gomes da Silva, 71 anos

Fã de um bom papo, gostava de reunir a família para provar seus quitutes.

Edilmar Julião da Costa Monteiro, 54 anos

Dono de um bom coração. Uma pessoa que todos gostavam.

Ediloy Antonio Carlos Ferraro, 62 anos

"Uma caneta que não escreve mais..." Lá se foi o poeta da Barra Funda escrever em outras paragens.

Edilson Coelho de Andrade, 59 anos

Sua gargalhada alegre era a melhor melodia.

Edilson Dias Leão, 55 anos

Sem chamar a atenção, dedicou-se de corpo e alma ao cuidado e à solidariedade.

Edilson Ferreira da Silva, 55 anos

Capaz de ficar com fome pra dar de comer a quem não tinha. Vivia a dizer que veio ao mundo só para servir.

Edilson José de Amorim, 52 anos

Amorim amava mais as filhas do que a si mesmo.

Edilson Leite Ribeiro, 53 anos

Dono do melhor abraço do mundo.

Edilucia Evaristo, 51 anos

Para a Baixinha, ser feliz não tinha preço.

Edimilson Lima de Souza, 56 anos

Um ótimo taxista, dirigia como ninguém.

Edinaldo José dos Santos, 63 anos

Era especialista em brincadeiras e sorrisos.

Edinardo Uchôa Costa, 73 anos

Ele adorava sentar nos corredores do hospital e ouvir as anedotas dos seus colegas e demais funcionários.

Edinéa Avelino Gomes, 58 anos

Negona era superlativo também nos gestos. Generosa, sabia perdoar como ninguém.

Edison Borba Guimarães, 76 anos

Livre como um pássaro e sonhador como uma criança, desejava dias melhores para que todos pudessem sorrir.

Edison Martins Borba, 76 anos

O professor Edison formava alunos e pessoas melhores.

Edite Mota Dias, 80 anos

Viveu costurando afetos e multiplicando amor.

Edite Vieira Lima, 87 anos

Sempre sentava na frente de casa para conversar com as vizinhas.

Edivaldo Bastos Teixeira, 72 anos

A coisa mais sagrada para ele era a sua sonequinha da tarde.

Edivaldo da Silva Teixeira, 63 anos

Com Dentinho, a risada era garantida.

Edivaldo Lima, 57 anos

Era fácil encontrá-lo na igreja ou com a família, sempre espalhando carisma e amor.

Edivane Brito, 48 anos

Para se livrar do frio, sempre colocava meia nos pés.

Edleusa Pereira da Silva, 53 anos

Um amor de pessoa, deu a vida por sua mãe.

Edmar Castelo da Silva Júnior, 61 anos

Amigo de todas as horas. Calmo e tranquilo, ajudava todo mundo.

Edmar José Dutra, 59 anos

Amava o trabalho com a cafeicultura. Aos domingos, não dispensava a bola, o churrasco e a cerveja em família.

Edmar Maia de Azevedo Santos, 67 anos

Com seu sorriso contagiante e alegre, onde quer que estivesse fazia as pessoas rirem com suas histórias.

Edmar Teixeira de Souza, 75 anos

Em seu tempo livre, deitado na rede, conversava e ria com pessoas queridas no telefone.

Edmilson Aparecido Rinaldini, 54 anos

Em constante sintonia com a natureza, seus elementos preferidos eram o fogo e a terra.

Edmilson Correa, 67 anos

Metido a brabo, mas era só aparência. Um homem lindo e romântico.

Edmilson Ferreira de Castro, 46 anos

O largo sorriso em todas as fotografias é lembrança viva de sua alegria e leveza.

Edmilson Martins de Carvalho, 52 anos

Avô, pai e filho amoroso, tio incrível. Pessoa de luz e bom humor.

Edmilton Dantas Santiago Silva, 42 anos

De criança arteira a homem da palavra de Deus: Dinho viveu uma trajetória de vida surpreendente.

Edmundo Martins de Alencar, 50 anos

Pastor e herói. Uma vida de ensinamentos.

Edna Aparecida Lima de Almeida, 69 anos

Aquela que qualquer um gostaria de convidar para um cafezinho fresco e uma boa prosa.

Edna Caetano de Oliveira, 76 anos

Já olhava pra gente sorrindo.

Edna Camacho de Oliveira, 58 anos

Quando ela se divorciou, a vida recomeçou. Guerreira e incrivelmente forte.

Ednaldo de Oliveira Lima, 55 anos

Era agricultor e vivia da terra. Gostava de reunir a família e os amigos no sítio para um bom churrasco.

Ednaldo Guedes, 47 anos

Alegria, transmitia isso com seu sorriso e seu jeito, além de sua voz marcante, ouvida durante anos na rádio.

Ednaldo Guedes da Silva, 47 anos

Um grande sonhador que batalhou para conquistar seus objetivos. Dono da voz que conquistou toda uma cidade.

Ednalva da Cruz Silva, 59 anos

Nalvinha foi uma baiana daquelas que mesmo saindo da Bahia, a carregava no corpo, no gingado e na alma.

Ednardo Uchoa Costa, 73 anos

Médico que servia a população com simplicidade e cuidado.

Edney Coelho Mar, 72 anos

Foi um trabalhador incansável, exemplo de honestidade e generosidade.

Ednilson dos Santos Escobar, 59 anos

Un ragazzo paulistano que multiplicava suas paixões entre a Itália e as filhas.

Edsom Freitas da Paixão, 86 anos

"Glória a Deus por tudo!" Ele dizia sempre, até na hora de espirrar.

Edson Eduardo Gonzaga, 59 anos

Amante da gastronomia e da vida.

Edson Francisco da Silva, 45 anos

Mesmo doente, tentava tranquilizar os colegas, enfermeiros como ele. Deixou saudade.

Edson Galdino dos Santos, 56 anos

"Seja forte", era o que ele nos pedia.

Edson José Cavalcante Maranhão, 80 anos

Ele sempre recebia as visitas com quitutes. Depois, mostrava orgulhoso as suas plantas.

Edson Lyrio Ruy, 86 anos

Para ele, a vida era melhor vivida com um belo sorriso e um bom sorvete.

Edson Sá de Alencar, 67 anos

Conhecido por sua generosidade e amor imensurável pela família.

Edson Sousa Branch, 52 anos

Era a própria alegria. Chegava e ninguém ficava triste.

Edson Wander Alves Muniz, 48 anos

Não sabia dizer não para ninguém.

Edu Alves Pires Filho, 63 anos

De poucos sorrisos e de coração enorme, lutou até o fim.

Eduardo Albarella, 80 anos

Corajosa, foi pioneira de uma arte linda, transgressora para sua época.

Eduardo Alfredo Pimentel da Silva, 52 anos

Amante das artes e roqueiro de carteirinha. Um ser notável, que emanava alegria por onde passava.

Eduardo Araújo Cardoso, 70 anos

Tamanho mensurável em altura, porém, imensurável em doçura, gentileza e justiça.

Eduardo Augusto, 47 anos

A felicidade que Dudu emanava era contagiante.

Eduardo Augusto Rodrigues de Sousa, 83 anos

O português que conhecia todas as ruas do Rio de Janeiro e era apaixonado pelo Vasco.

Eduardo Barbosa da Silva, 66 anos

Ele finalmente realizou seu sonho de voltar para Marajó, e foi mais cedo se encontrar com a mãe, dona Maria.

Eduardo de Souza, 70 anos

Trabalhador desde muito cedo, dedicou-se integralmente à família, que adorava ver reunida para almoçar.

Eduardo José Gico Lima, 49 anos

"Vamos em frente que a vida segue com Deus", dizia ele.

Eduardo José Moura do Mar, 32 anos

Torcedor roxo do Paysandu e louco pelo filho.

Eduardo Marcelo Carneiro Araújo, 33 anos

Um verdadeiro craque na arte de driblar os obstáculos da vida, sempre com sorriso largo e peito aberto.

Eduardo Marques de Lima, 41 anos

Com certeza vão se divertir com ele que já chegou "do outro lado" cantando: "Seu pretinho chegou!"

Eduardo Nunes da Silva, 38 anos

Enfermeiro dedicado e engraçado, era dono do sorriso mais iluminado e encantador.

Eduardo Orlando das Neves, 73 anos

Dono do bigode que mudava de cor quando tomava açaí.

Eduardo Roberto Monteiro, 46 anos

Um pescador de sorrisos que amava rock das antigas.

Eduardo Rodrigues de Mesquita, 79 anos

O inspirado professor cearense que escrevia poemas até em guardanapos.

Eduardo Theodoro Ayala, 84 anos

Um homem extremamente inteligente, que declamava poemas em latim, em meio a lágrimas.

Eduardo Tseremey’wa Örebewe, 90 anos

Cacique Eduardo Xavante - Um líder que sempre defendia os mais fracos.

Eduardo Vicente Bais, 60 anos

Fanático pelo Corinthians, era o tiozão do churrasco!

Eduardo Vieira de Souza, 38 anos

Apaixonado por carros, churrasco e refrigerante, foi o herói do único filho, que herdou as mesmas paixões.

Edvaldo de Lima Rodrigues, 63 anos

O melhor pai do mundo que tinha duas paixões, o Vasco e caminhões.

Edvaldo José da Silva, 56 anos

Todas as manhãs, antes de ir para o trabalho, tinha o costume de ligar a TV para acompanhar as notícias.

Edvaldo Vilas Boas, 56 anos

Como todo baiano, gostava de ouvir samba, o bom e velho samba da Bahia.

Edvan José Sobrinho, 44 anos

Adorava um churrasco e uma coca gelada. Sua alegria era estar com quem amava.

Edvania Marinho da Silva, 50 anos

"Sê como Maria... Um sinal de Deus no mundo!"

Edvar Alírio Pachêco Alcoforado Junior, 37 anos

Um cara de luz própria.

Edward Siqueira da Silva, 88 anos

Orgulhava-se de ter dado aos filhos o que ele não teve: formação universitária.

Edwilton de Oliveira Leite, 29 anos

Um amado anjo que só queria prestar sua valiosa ajuda e curtir suas paixões. Um sorriso de luz que fará falta.

Edy Fetter Georg, 92 anos

Leitora voraz, cozinheira dedicada e cidadã solidária.

Efigênia Raquel Gonçalves Crispim, 57 anos

Era o "pintassilgo" da família, cheia de exuberância, energia e entusiasmo para viver a vida.

Egídio Baltazar Costa, 71 anos

"Tudo sob controle" e "Vamo que vamo", dizia ele. E assim vivia, um dia de cada vez.

Egilvan Maciel de Oliveira, 46 anos

Adorava forró, dançava e dizia: "É pra acabar!".

Ehud Soldera, 63 anos

Um homem temente a Deus, trabalhador, honesto, humilde, que viveu em prol da família.

Eitor Miguel da Silva, 57 anos

Muito cuidadoso com sua família, um pai amigo e acolhedor.

Ejeciano Cicero Serafim, 65 anos

Aquele que sempre gostou de tudo calculado, fez do grande amor da sua vida o melhor de seus planos

Elaine Aparecida Leite Silva de Jesus, 48 anos

Nela cabiam todos os paradoxos, pois era ela mesma quem criava o seu mundo. Uma guerreira que transmitia paz.

Elaine da Silva Quirino, 50 anos

Uma mulher guerreira, que enfrentou as batalhas da vida sem nunca perder a alegria.

Elba Wanderley Chaves, 70 anos

Era irreverente e adorava uma piada. Acolhia todos com seu amor materno.

Elcio Hayashida, 72 anos

Tinha o poder de transformar qualquer reunião de família em festa.

Elcy da Paixão Ferreira Chagas, 81 anos

Docilidade, serenidade, pureza - algumas das muitas virtudes desta que foi exemplo de matriarcado.

Elenilson Goes Galvão, 64 anos

Em seu peito vibravam duas paixões: a família e o Flamengo.

Elenilson Santos Vianna, 46 anos

Revivia a infância ao lembra os momentos que viveu.

Elíada Monteiro de Albuquerque, 54 anos

Ela deixava de fazer para si mesma, para fazer pelas outras pessoas.

Eliana Reis, 57 anos

Fez da felicidade o seu modo de vida e fez dos amigos a sua família.

Eliana Santiago, 63 anos

Muito amorosa com as pessoas, em especial com a família.

Eliane Alves Barreto, 58 anos

Desfrutava dos pequenos prazeres, tornando-os grandes. Curtia inteiramente a vida, tornando-a plena.

Eliane Cristina Corrêa, 48 anos

Atleta aguerrida, tinha o dom de mostrar às mães de seus alunos o quão fortes e potentes elas também eram.

Eliane de Oliveira Lourenço, 42 anos

A organizadora oficial das festas. Se não houvesse um motivo para comemorar, logo ela inventava um.

Eliane Ferreira de Sá, 62 anos

Generosa, nunca negou ajuda a ninguém. Era muito querida e admirada por todos.

Eliane Maria de Lucena Alves, 50 anos

Mulher de garra e muita fé, será lembrada como heroína por sua dedicação no cuidado do próximo.

Eliane Maria de Oliveira, 66 anos

Apesar das dificuldades que apareciam pelo caminho, ela persistia na busca de sua felicidade.

Eliane Pereira de Moura, 61 anos

Viver para o próximo foi a maneira que ela encontrou de viver para si.

Eliaquim Siqueira Lima, 68 anos

Um amigo que todos gostariam de ter.

Elias Aberto Caldeira, 79 anos

Não precisava muito para rir com a mão na barriga. Apenas uma boa piada, whisky e fatias de picanha.

Elias Alves de Carvalho Filho, 63 anos

Um vascaíno apaixonado que tinha a engraçada mania de colocar apelido nas pessoas especiais.

Elias Farão Neto, 64 anos

O filhão da Mama Ivone! Apaixonado pelo Palmeiras e pela Rosas de Ouro.

Elias Fernandes Jales Neto, 58 anos

Neto da Panelada, inesquecível pela suas comidas e pela simpatia.

Elias Macário, 44 anos

Suas palmas eram ouvidas a quilômetros de distância.

Elias Monte de Lima, 67 anos

Um amigo para todas as horas. "Com a saúde e a vida ninguém pode brincar”, foi tema de um dos seus últimos culto.

Élida Maria dos Santos Pereira, 66 anos

Conhecida como "nossa enfermeira" no bairro em que morava, sua própria casa tornava-se local de atendimento.

Eliezer Araújo Moraes, 55 anos

"Coloca uma música do Fagner pra mim", era o que ele sempre pedia.

Elina Wanderley da Silva, 58 anos

Combateu o bom combate, acabou a carreira e guardou a fé.

Elinaldo Souza da Silva, 48 anos

Ele tinha prazer em fazer a diferença na vida dos outros.

Elionaldo Bezerra de Lima, 46 anos

Teve o amor como guia em sua carreira como enfermeiro.

Elis Mara Dantas Lima, 47 anos

Mulher das coloridas festas do Maranhão. Teceu a vida como quem prepara uma fantasia do Bumba meu boi.

Elis Regina Firbida, 50 anos

Tinha muita alegria de viver, era generosa e amava suas gatas.

Elisa Inês da Silva, 73 anos

Na escola em que trabalhava, o cheirinho de sua comida acolhedora guiava as crianças para um delicioso abraço.

Elisabete Araújo da Silva, 62 anos

Sua maior paixão era fazer as pessoas sorrirem.

Elisabete dos Santos da Silva, 49 anos

A professora que amava se expressar com dedos em “V” e fez, da mediação em ambiente escolar, um gesto criador.

Elisangela Rosa Vicente, 41 anos

Conhecia, como poucos, o valor da família e dos amigos. E deixava que eles soubessem disso.

Elisete Cristina Ferreira Catto, 46 anos

Era tão exigente que não gostava de comer fora, pois, se não conhecia a cozinheira, era melhor deixar pra lá.

Elismar Almeida Amador, 60 anos

O amigo dos amigos.

Eliude Maria das Chagas, 66 anos

Foi professora em sala de aula e também na vida, compartilhando seus ensinamentos.

Elivaldo Almeida Soares, 58 anos

Elivaldo era a boa notícia que todo mundo queria receber.

Elizabete Apinagés de Souza, 67 anos

Ninguém que dela se aproximasse triste ou com problemas, saía sem ajuda.

Elizabete Duarte Coelho Pereira, 51 anos

Fã do Raça Negra, seu prazer era curtir a vida.

Elizabeth Castro dos Anjos, 56 anos

Um anjo em forma de mulher, que se transformava numa leoa para defender as filhas e a família.

Elizabeth Cintra, 64 anos

Uma médica que nunca fugiu de suas responsabilidades, exerceu sua profissão até seus últimos momentos.

Elizabeth do Rosário Vieira, 66 anos

Sua humildade é algo marcante e profundo na jornada. A artista.

Elizabeth dos Santos Oliveira, 62 anos

Intensa, Beth vivia a vida com todas as cores e tons.

Elizabeth Rocha, 54 anos

Dona de cabelos impecáveis e da risada mais gostosa do mundo.

Elizeu de Oliveira, 75 anos

Talento, dedicação e amor não lhe faltavam. E todos reconheciam isso nele.

Eliziário Benedito de Souza, 70 anos

Sua missão foi espalhar sementes de puro amor por onde passasse.

Eloíde Duarte da Silva, 63 anos

Uma vida dedicada à Educação e ao amor pelo próximo.

Eloy Fiebig, 75 anos

Ativa e participativa, deixa lição de vida comunitária.

Elson Aparecido Soares Rodrigues, 27 anos

Companheiro de vida, marido, amante e pai. Seu amor era sentido através dos mais simples gestos.

Elson Ricardo Barbosa da Silva, 66 anos

Muito dedicado à família e aos amigos, sua maior qualidade era a generosidade.

Elvio Santos Macena, 48 anos

Para muitos, apenas Elvio. Para sua esposa, Mozinho.

Elvira Martucci Alves, 84 anos

Seu sorriso fácil combinava com o aroma dos bolinhos de açúcar e canela que preparava, recheados de carinho.

Ely Marcelo Costa da Silva, 38 anos

Acordava alegre, transbordando amor. Ele gostava de levar o café da manhã na cama para toda a família.

Elza Aparecida Simões, 70 anos

Uma mulher sonhadora, que via beleza e possibilidade em todos os caminhos da vida.

Elza Chaves Martins, 91 anos

Cuidou das irmãs pequenas, sempre acolheu quem tivesse fome e deve estar, agora, tomando um cafezinho no céu.

Elza Constança dos Santos, 91 anos

Participou ativamente da criação da Comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

Elza Maria Alves Gomes, 66 anos

Tinha a sensibilidade de prever o futuro, mas mirava mesmo era no tempo presente, com os olhos do coração.

Elza Maria Martins dos Reis, 65 anos

Carioca raiz, feliz, com certo ar de loucura saudável, assim era Elzinha, a amante dos animais.

Elza Naldi Magro, 85 anos

Mãe, vó, sogra e bisa. Geniosa, mas de um coração enorme.

Elza Ramalhete, 63 anos

Floresceu por toda a vida com garra e fé, fazendo da sua existência um perfume de amor e sabor para todos.

Elza Souza Santos, 90 anos

Generosidade era seu nome do meio.

Elzo Kerson Ravanelli, 59 anos

Dividia seu coração entre o Londrina Esporte Clube e a doce Luiza.

Emanuel Ivan Pinto Pereira Junior, 44 anos

Solucionava problemas e dúvidas como ninguém... Era a ferramenta de busca dos amigos.

Emerson Bastos, 47 anos

Um homem de coração gigante e cheio de amor pela filha, pelos amigos, pela família e pelo Flamengo.

Emerson da Costa Santos, 28 anos

Personal trainer da alegria, sabia fazer rir e sorrir como ninguém.

Emerson Gonçalves Ribeiro, 47 anos

Onde ele estava, a alegria e a música entravam junto.

Emerson Henrique Ferreira da Silva, 48 anos

Feirante, Jarrão vivia tranquilo, não gostava de pressa.

Emerson Nascimento, 46 anos

Um eterno viajante e trabalhador incansável.

Emerson Urbano, 48 anos

Fã de futebol e são-paulino, quando ouve-se o nome do time lembra-se dele na hora.

Emery Jussier Costa, 74 anos

Certamente continuará sendo um admirado comunicador no céu.

Emídio Leite de Vasconcelos, 54 anos

De chinelo de couro e bermuda folgada, guerreava à sua moda.

Emivaldo Soares Martins, 63 anos

Carismático, humilde, trabalhador e, acima de tudo, humano. Um médico que exerceu a profissão por amor.

Emma Leite Magalhães, 84 anos

Uma mulher que rodou o mundo colecionando amigos e cumprindo suas missões, sempre com muito amor.

Emmanuel de Azevedo Ribeiro, 90 anos

Um homem forte, justo e vitorioso.

Eni Cardoso Sartarello, 63 anos

Um coração gigante que abraçava todos com um carinho especial.

Eni Sartarello, 63 anos

Amor sem igual pelo filho.

Enival Soares da Silva, 69 anos

Seu princípio era a caridade. E isso significava entregar até as roupas do corpo, se preciso fosse, fato que aconteceu mais de uma vez em sua vida.

Enoc Muniz Duarte, 74 anos

Enoc era mágico! Agradava a gregos e troianos sem perder sua autenticidade.

Eny da Silva Simões, 81 anos

Mãe, mineira, meiga e feliz. Adorava dançar.

Eny Werneck Aguiar, 84 anos

Vovó Nini gostava de jogar cartas e mandar beijos por videochamada.

Epaminondas Augusto Marinho, 80 anos

O pai de 10 filhos que amava reunir a família para um churrasco.

Eraldo José Fontes, 61 anos

Gostava de compor poemas e músicas. Adorava presentear e fez da sua vida uma entrega à família.

Erasmo Gomes de Souza, 96 anos

Foi um exemplo de singeleza e humildade.

Eric Barros Martins, 42 anos

Adorava fazer pão para comer com um cafezinho.

Erica Luzia de Carvalho Gomes, 81 anos

No coração de vó, sempre cabe mais um.

Erich Grossert, 78 anos

Funileiro detalhista, ninguém organizava melhor que ele as ferramentas.

Erika Ferreira Elias, 39 anos

O Teatro era sua vida, o palco era sua casa e a arte, sempre foi seu idioma.

Erika Regina Leandro dos Santos, 39 anos

A melhor amiga de infância de qualquer um em cinco minutos.

Erinaldo Santos Carvalho, 30 anos

Com um coração tão grande quanto ele, dedicou a vida para ser e doar amor, generosidade e alegria.

Erivaldo Henrique de Oliveira, 69 anos

Um herói que tinha o poder de sorrir para a vida em qualquer circunstância.

Erivaldo Lopes dos Santos, 49 anos

"Deus é mais" era o seu lema para enfrentar a rotina diária.

Erlim de Andrade, 68 anos

Família, amigos e futebol: as três paixões do amado Caju.

Erminia Martins da Costa, 83 anos

Bondosa que só ela. Não se esquecia nunca de ajudar o próximo.

Ernando Corrêa Meireles, 72 anos

Sua felicidade era passar bons momentos com os filhos e netos.

Ernane Avelar Fonseca, 65 anos

Falava tudo com um grande sorriso no rosto.

Ernesta Maria Linhares Barbosa, 92 anos

Ernesta, Maria, devota: viveu e viu milagres.

Ernesto Antônio Barbosa, 89 anos

Sinônimo de garra e otimismo, ele era o Super-Homem da família. Sempre pronto para resolver qualquer problema.

Ernesto Biagolini, 92 anos

Até os bichinhos sentiam o amor dele.

Ernesto Carrara Junior, 72 anos

Grande em tudo o que fazia na vida familiar e profissional, gostava de celebrar a vida cercado de amor.

Ernesto Cozer Filho, 68 anos

Um homem alegre, sensível, divertido e... esquecido! Ah, mas nunca esqueceu de amar, e muito, a sua família.

Eronildo Caetano de Oliveira, 65 anos

"Minhas netas são os orgulhos da minha vida!"

Eros Brancatti Augusto, 79 anos

Cumpriu com todos os compromissos e honrou sua palavra, até o fim.

Eschyle Julia dos Santos Miranda, 18 anos

Uma jovem sonhadora, que tinha "cheiro" de Jesus e encantava todos com sua doçura.

Esdras Cunha Costa, 39 anos

Vivia rodeado de amigos e não dispensava uma festa.

Esmeralda Brandão de Andrade, 64 anos

No seu último aniversário, virou sensação nas redes sociais.

Esmeria Regina Espindola de Freitas, 62 anos

Uma mulher marcante.

Esmilinda Maria Fiorino, 80 anos

Alegre, amorosa e otimista! A eterna Linda.

Estela Rodrigues Correia, 51 anos

Todos os dias acordava sorrindo para seu filho, orgulhosa de tê-lo visto se formar.

Estelino da Silva Moraes, 69 anos

Divertido e imitador, fazia todos rirem na sua lanchonete, onde o Papão reinava. No gol, o grito vinha de lá.

Ester Martins de Almeida, 87 anos

Ela sempre foi uma mulher forte e guerreira.

Esther Godoy Penna, 97 anos

Leitora voraz de biografias, dizia: "somos todos iguais, mesmas dores e alegrias".

Esther Melo da Silva, 67 anos

Estherzinha dançava até onde os joelhos permitiam.

Esvandir Teixeira, 72 anos

Um especialista no corpo humano, assistente na formação daqueles que salvam vidas.

Etelvina Maria da Silva Matos, 68 anos

"Ela foi porque Deus permitiu”.

Etelvino Ernesto Mezzomo, 64 anos

Homem calmo e humilde, preferia perder a ter conflito com os amigos.

Eudes Ludgero da Silva, 67 anos

Apaixonado por sua sorveteria, ele levou doçura pra muita gente.

Eugênio Rocha de Andrade, 76 anos

Se você tivesse que escolher alguém para ser o camisa 10 do time, certamente escolheria o Rochinha.

Eulina Nascimento dos Santos, 61 anos

Era doce como seus bolos e trufas.

Eunenice José dos Santos, 61 anos

A melhor vovó que Pablo poderia ter

Eunice Farah, 77 anos

Foliã apaixonada, pulou o último carnaval no Clube do Ipiranga com filhos e netos.

Eunice Ruffini Pitta, 68 anos

Amava a vida, viajar e sair. Era alto-astral e fazia todos a sua volta se sentirem protegidos.

Eurides Santos Fernandes, 76 anos

Coragem também era seu nome. Exemplo de lisura, jamais baixou a cabeça por sua condição mais simples.

Eurípedes Alves Bezerra, 57 anos

Tinha o dom de ajudar e ensinar sobre a vida.

Euros Bacury de Lucena, 55 anos

Euros já nasceu um guerreiro, com apenas sete meses. Tinha um jeito bruto de amar e uma alegria contagiante.

Euza Maria Louro, 68 anos

Soube amar e ser amiga. Uma luz indo para a luz.

Euzebio Magno Lopes dos Santos, 69 anos

Contornava as dificuldades esbanjando alegria.

Euzebio Napoleão Mendonça, 72 anos

O homem do povo, que tinha como uma de suas maiores paixões cuidar e salvar vidas.

Eva Maria da Silva, 91 anos

Gostava de estar presente em seus grupos, rodeada de pessoas, levando sempre seu amor e seu sorriso.

Eva Silva de Siqueira, 76 anos

A bisavó do sotaque doce e do coração sorridente.

Evaldo de Andrade Costa, 71 anos

Ímpar na generosidade. Seu violão roubava a timidez. Seu amor pela família e amigos mostrava quem ele era.

Evaldo Santos Cavalcanti, 55 anos

O melhor tio, com um coração do tamanho do céu.

Evalmir Frazão Itapirema, 67 anos

Simples e com bom coração, o Bonitão tinha a alegria estampada no rosto.

Evandro Luiz Lohn, 62 anos

Acreditava que devia-se lutar até o fim para quem se deseja ser.

Evandro Pires Domingues Neto, 57 anos

Zeloso em todos os momentos, Evandro espalhava amor desde os gestos mais simples do dia a dia.

Evanice Rodrigues de Lima, 61 anos

Dona de uma personalidade radiante, adorava organizar as festas da família.

Evanyr de Oliveira Costa, 80 anos

Fez tudo para garantir um futuro melhor para família. E conseguiu.

Evardo Rosa, 84 anos

Foi e sempre será um exemplo de resistência e luta por um mundo mais justo e democrático.

Everaldo Fernandes Alves, 68 anos

Um coração de ouro. Não existe uma pessoa que o conheceu, que não tenha um mar de coisas boas para falar...

Everaldo Garcia, 69 anos

Tico... o vovô da Helena.

Everton Moreira Martins, 40 anos

Um homem genioso, mas de coração enorme!

Evilainy Estefany de Sá Rodrigues, 21 anos

O seu sorriso no rosto era a sua marca registrada!

Ewerton Barata Lima, 49 anos

O dono do inesquecível “Lima Conveniência”.

Expedita Alves Melo Ripardo, 78 anos

Foi amor e foi lição. Se era pra dar carinho, dava. Se era pra castigar, sabia dar uns cocorotes.

Ezequias Albino da Silva, 64 anos

Um pernambucano apaixonado pelo Corinthians.

Ezequiel de Menezes Salgado, 41 anos

Sua paixão era ver o boi-bumbá Garantido levar o prêmio em Parintins.

Ézio Dário Batista, 81 anos

Um encantador de pessoas. Amor ao próximo, trabalho árduo e dedicação à família: eram seus lemas de vida.

Fabiana Alcoforado Wanderley, 46 anos

Uma mulher forte, guerreira, alegre, sempre com um sorriso no rosto: única.

Fabiana Anastácio Nascimento, 45 anos

Sua voz era um bálsamo que curava a tristeza, fortalecia a alegria, tocava profundamente almas e corações, enquanto louvava a Deus.

Fabiana Clara, 40 anos

Em tudo ela via amor. Quando chegava, trazia consigo luz e alegria.

Fabiana de Azevedo, 40 anos

A caçula de cinco irmãos, que fazia dos sorrisos seu ofício.

Fabiano Honório da Rosa, 38 anos

Deixou saudade e a lembrança da pessoa alegre que sempre foi.

Fabiano Paes Barreto, 44 anos

A sua espiritualidade e generosidade estavam sempre em evidência.

Fábio Brito, 37 anos

Não perdia uma boa ocasião para fazer piada e a melhor caipirinha.

Fábio da Conceição Araújo, 42 anos

Mais que um torcedor. Fábio, foi o maior prazer vê-lo brilhar.

Fábio Dias Menezes, 39 anos

Seu sorriso alegrava as vidas das pessoas que conviviam com ele.

Fabio dos Santos Pimenta, 35 anos

Fabio era grande, tinha quase dois metros de altura. Mas imensa mesmo, era sua paixão pelo tricolor paulista.

Fábio Ferreira da Costa, 40 anos

Todos os dias ele se ocupava de ser alegre.

Fábio Janotta Dias, 57 anos

Carismático, inteligente e sonhador. Entregava amor junto das refeições que vendia.

Fabio Luiz Almeida Souza, 41 anos

A alma e a essência de uma família unida, alegre e marcada pela devoção à Nossa Senhora de Nazaré.

Fabrício Sobral, 29 anos

Apaixonado pela profissão, pela esposa e pelo filhinho Arthur, que estava prestes a chegar.

Faes Barreiros Mustafa, 69 anos

Alguém incapaz de julgar.

Fagner Castro, 38 anos

Um amante do samba. Não se desgrudava do cavaquinho.

Farley de Oliveira Curcio, 39 anos

Filho dedicado e amoroso, de uma alegria incomparável. Deixou muita saudade.

Fátima Aparecida de Oliveira Costa, 60 anos

Apaixonada por festas e reuniões de família, ser mãe e ser avó eram suas principais ocupações.

Fátima Batista Barbosa Gomes, 67 anos

Destemida, criou os filhos praticamente sozinha. Avó, gostava de brincar com os netos e bisnetos feito criança.

Fátima da Silva Carneiro, 62 anos

"Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe", dizia ela.

Fátima do Rosário dos Santos Vieira, 64 anos

Mulher de coração extremamente bom, exemplo de fortaleza e coragem para a família.

Fátima Gregório, 58 anos

Devemos cultivar flores em nosso caminho. A colheita é certa.

Fátima Maria de Mello Affonso, 63 anos

Sempre sorridente, conseguia ver o lado bom de tudo e nunca reclamava.

Fátima Martins Moreira Cacau, 43 anos

Mulher de luta e fé, dedicou-se à missão de exercer amor ao coletivo.

Fátima Meloni, 66 anos

Fátima alto-astral.

Fausta Sordi Battistella, 80 anos

Aquela que transformava tudo em arte.

Fausto Alvez Lucena Júnior, 42 anos

Churrasqueiro da família, era feliz por estar cercado dos amigos.

Felícia Albino de Sousa, 60 anos

A tia-mãe, a dona do abraço mais quentinho. A que não sabia, e nem queria, aprender a dizer não.

Feliciano Evangelista dos Santos, 72 anos

"Isso é um barato!", dizia ele. Tico Bahia jamais perdeu a admiração pelas coisas e pessoas ao seu redor.

Feliciano Parente, 60 anos

Um mestre nas aulas e na vida.

Feliciano Pires Barbosa, 68 anos

Nino era um português que se transformou num carioca.

Felicidad Salazar de Patino, 61 anos

Mulher forte, lutadora e incansável. Protegia a quem amava com muita garra.

Felipe Pedrosa Filho, 52 anos

Foi amor, responsabilidade, paz, carinho.

Fernanda Caiuby Novaes Salata, 64 anos

Pintava na aquarela a imaginação dos seus filhos.

Fernanda de Brito e Silva, 60 anos

Sua alegria brilhou nos carnavais e nas vidas de quem ela amou.

Fernanda Rodrigues, 37 anos

Um furacão, com brilho no olhar e uma alegria contagiante por onde passava.

Fernanda Torres, 37 anos

Pessoa doce, dona de um coração gigante e de um lindo sorriso, amava os animais e sonhava em ter uma menina.

Fernando Antônio Queiroz Gomes, 59 anos

Era mais que um ótimo primo. Era um ser humano maravilhoso!

Fernando Augusto Moreno Gurginski, 26 anos

Jovem médico que amava a profissão e a namorada. Ele vivia sua melhor fase — até pai de pet tinha se tornado.

Fernando Cesar Pereira, 62 anos

A vida continua em outra dimensão, siga em paz!

Fernando Cezar Costa Mendonça, 61 anos

Se tem uma coisa que ele nunca desperdiçou, foi a chance de contar uma piada!

Fernando Claudio Antunes Rezende, 77 anos

Aposentado, culto, leitor voraz, dedicado aos netos. Ligava diariamente para os três filhos.

Fernando da Paixão Botelho, 67 anos

Ele era uma viagem.

Fernando da Rocha Pantoja, 68 anos

Além de ser amigo de muitos, era poeta.

Fernando de Freitas, 69 anos

Seu "bom dia", no planeta da Família Freitas, era um Sol que marcava recomeços.

Fernando de Lima Pereira, 39 anos

Seu dia perfeito era: por a cerveja para gelar, a carne na grelha, uma batucada boa e chamar: "Bora família!"

Fernando dos Santos Virgilio, 36 anos

O primo dos primos. O que dizia: "Olá, família! Tem feijão aí? Traz um chocolatinho pra mim."

Fernando José Silva Freire, 69 anos

Como o "bon vivant" que era, vivia e não tinha vergonha de ser feliz, assim como ensina a música de Gonzaguinha.

Fernando Lima Pereira, 38 anos

O Flamenguista mais feliz do mundo.

Fernando Miyake, 56 anos

Fotógrafo, músico e corintiano roxo que teve a medicina como propósito de vida.

Fernando Nascimento, 78 anos

Amigo, gozador e um grande contador de histórias hilárias.

Fernando Sampietro, 82 anos

Tem quem escreva sua vida como uma linda narrativa, na qual até o fim, sempre coube um novo conto.

Fernando Segtowick Gomes Cardoso, 78 anos

Tudo era motivo de festa para “Seu Fernando”, o segundo pai para os conhecidos.

Fernando Soares da Costa, 62 anos

Através da família sempre unida, deixou os melhores ensinamentos para seus filhos.

Fernando Yutaka Sato, 52 anos

Fernando não temia a morte, entendia sua inevitabilidade e dizia estar pronto para quando chegasse a sua hora.

Filipe Roberto Conde, 40 anos

O menino que não queria crescer.

Fiorentino Di Bello, 87 anos

Juntava a família e ensinava a fazer o macarrão que ele gostava - brincando, rindo e tomando vinho.

Firmina Marques de Sousa, 97 anos

Entre partos, rezas e doces, a matriarca ensinava a valorizar o que importava.

Firmino Guimarães, 95 anos

Alegria, alto astral e simpatia em pessoa. Um coração enorme que fazia todos se apaixonarem por ele.

Flávia Almeida Santana Souza, 44 anos

Por onde passava, deixava uma coisinha de si.

Flávia Aparecida Francisco Negri, 41 anos

Tinha no ensino uma vocação. De voz doce e suave, dava as melhores palavras de consolo e incentivo.

Flávia Lira Fonseca, 45 anos

Tudo pra ela era motivo pra comemorar. Fazer festa era a sua alegria.

Flávia Rosane Castro de Carvalho, 46 anos

Dividia-se entre crises de riso e a preocupação com os outros.

Flaviana Silva Antunes, 61 anos

“Se assim Deus permitir “ era sua frase.

Flaviano Henrique Mendes Lima, 52 anos

"E as novidades?" Se você alguma vez você ouviu isso dele, significa que ele realmente se importava com você.

Flávio Cavalcante Brasil, 54 anos

Ao encontrá-lo, não tinha quem resistisse ao seu sorriso e ao clássico: “E aí, Brasiiiiil?”

Flávio Freitas, 31 anos

Pintava a saudade de sua terra. Era feliz.

Flávio José Barreto Belo, 70 anos

Foi um pai maravilhoso, que nunca usou de violência e educou pelo diálogo; acabou virando amigo.

Flavio Montenegro Cordeiro, 73 anos

Defensor devotado da coragem.

Flavio Neves Lima, 66 anos

Ele cultivava um grande amor pela família e transformou a vida num jardim de afetos.

Flávio Prestes Loronha, 67 anos

Generoso e carinhoso, colocava a amizade na frente de tudo.

Flávio Rouvier Filho, 73 anos

Era o Flamengo em pessoa e transbordava amor, com seus gestos incondicionais.

Floraci Gonçalves da Silva, 64 anos

Talento na cozinha e na arte de amar.

Florencio Nunes Neto, 52 anos

Despertava em todos o amor, a fé e a confiança em Deus.

Florentina Abreu Barros, 55 anos

Era apelidada de Bitinha, mas poderia ser Flor. Tinha cheiro de flor. Era alegre e bonita como uma.

Florentino Peterli, 70 anos

Depois de quatro cirurgias cardíacas, dizia: “Cada dia é um presente”.

Florindo Elias de França, 84 anos

Um contador de histórias que acabou virando o personagem principal das histórias da neta.

Floripes Bueno de Camargo, 65 anos

Mulher independente e destemida, construiu uma linda família.

Francelina Ferreira, 77 anos

A avó cujo superpoder era fazer a melhor polenta frita do mundo.

Franciele Hidalgo Costa, 39 anos

Era a espevitada da família. Aonde ela chegava, virava festa.

Francimar Francisco da Silva, 36 anos

Presença registrada nos encontros da família e dos amigos, "Balada" era sinônimo de alegria.

Francis Lawrence Morais de Veiga, 37 anos

Um legítimo sanfoneiro nordestino, que dava seu recado ao mundo e deixa saudade, pelas notas de sua sanfona.

Francisca Alcântara da Silva, 58 anos

Com voz e risada contagiantes, conquistava todos ao seu redor.

Francisca Barbosa de Souza, 72 anos

Uma mulher de fé. Dizia que se há 1% de chance, agarre-se à oportunidade.

Francisca Braga do Nascimento, 72 anos

Proporcionou aos seus a educação que não lhe foi possível.

Francisca Cionilde Andrade Carneiro, 71 anos

Para além da profissão que amava, o amor maior de Francisca era mesmo por sua família.

Francisca Cleomar dos Santos Menezes, 72 anos

Era uma mulher do povo.

Francisca das Chagas Correa, 84 anos

Orgulhosa por ser a única que sabia a receita de como fazer o melhor café do mundo.

Francisca Dutra de Souza, 66 anos

Só havia uma coisa maior que sua alegria ao ver a casa cheia de familiares e amigos: o seu coração.

Francisca Eloísa Pinheiro Marques, 83 anos

Eloísa era o sol que iluminava a vida de seus filhos e netos, hoje brilha no céu como a estrela que os protege.

Francisca Fátima Dias dos Santos, 66 anos

Transformava até seu arroz queimado em alegria.

Francisca Ferreira Coelho, 71 anos

Alegre, noveleira e batalhadora incansável, estava sempre a postos para ajudar e era a faz-tudo da família.

Francisca Gomes de Oliveira, 70 anos

Uma avó brincalhona e tão dedicada, que ensinou a lição de se dar valor à família.

Francisca Jarina Farias, 80 anos

Ininha, como era chamada, ensinou à família o que era o amor incondicional.

Francisca Leda Paula Lima, 52 anos

Leda era sinônimo da alegria e da paz.

Francisca Maria da Conceição Vieira, 92 anos

Contava e recontava aos netos como conheceu o amor que fez seu coração palpitar na primeira troca de olhares.

Francisca Maria Dantas Barbosa, 57 anos

Uma pessoa boa que gostava de reunir a família e preparar comidinhas diferentes.

Francisca Moreira do Nascimento Santos, 63 anos

"Hoje ela é uma flor no jardim de Deus", homenageia a filha Vanete.

Francisca Olga Nucci de Moraes, 87 anos

"O bem se paga com o bem, e o mal também se paga com o bem". Esse foi o seu legado de amor e empatia.

Francisca Rodrigues de Brito, 73 anos

O pilar de sua família, dona do melhor abraço e de uma felicidade só dela. Ica era querida por todos.

Francisca Romana Souza Chaves, 47 anos

Determinada, corajosa, guerreira e amiga.

Francisca Ventura do Nascimento, 39 anos

Gostava de estar rodeada de jovens, com quem conversava como se tivessem a mesma idade.

Francisco Agamenon Maceda Oliveira, 44 anos

Carinhosamente chamado Menon. Com ele sempre tava tudo bem.

Francisco Airton da Silva Lima, 56 anos

Do Céu, torce pela vitória de seu time ao lado de outra devoção: a Virgem Maria.

Francisco Alves, 78 anos

Após sua partida, a calçada da Avenida Chanceler Edson Queiroz jamais será a mesma.

Francisco Araújo, 67 anos

Era difícil ver este querido vascaíno parado. O Chico era raro.

Francisco Araújo de Souza, 84 anos

Com certeza deve estar construindo um cantinho bonito lá no céu.

Francisco Azevedo, 72 anos

Alguém que trabalhou e amou todos "até o tucupi."

Francisco Barbosa de Sousa, 78 anos

Levou água para muita gente por esse Ceará todo.

Francisco Calicchio Netto, 91 anos

Um homem que contava os dias para o seu aniversário.

Francisco Carlos Rangel Pereira, 67 anos

Era uma pessoa feliz que gostava muito de fazer festa com os amigos.

Francisco Carlos Soares Gomes, 45 anos

Adorava presentear a todos, mal sabia que o melhor presente era ele mesmo.

Francisco Cláudio Nascimento da Silva, 63 anos

Uma vida repleta de amor. O jeito brincalhão, que fez o sentimento ser recíproco, por onde ele passou.

Francisco Cleytom da Silva Amora, 45 anos

Gostava de passear e fazer a alegria da família.

Francisco Daci Campelo Feitosa, 74 anos

A Sagrada Escritura era sua vida. Através dela, construiu um legado para a família e para o mundo.

Francisco das Chagas, 54 anos

Adorava o Clube do Brega, era o mais animado dançarino, com seu radinho de pilha na orelha.

Francisco das Chagas Santos, 66 anos

Aproveitou ao máximo todos os momentos com a sua família.

Francisco das Chagas Oliveira, 74 anos

Com nome de santo, um homem de fé e do interior. Guardava com carinho as memórias de sua distante terra natal.

Francisco das Chagas Pereira e Silva, 72 anos

Começou a trabalhar, ainda menino, para ajudar os pais a criar seus dez irmãos.

Francisco das Chagas Silva, 74 anos

Pai, padrinho e amigo. Deixou um rastro de lembranças boas e saudades em quem o conheceu.

Francisco das Chagas Sousa, 67 anos

Sua presença era um sopro de pura gentileza.

Francisco de Almeida Viegas, 77 anos

Um amigo que muitas vezes também foi pai.

Francisco de Assis da Silva, 58 anos

Amante da tecnologia, toda semana tinha uma novidade para mostrar.

Francisco de Assis Saldanha Siqueira, 58 anos

Ele tinha o tom sereno, perfeito para contar histórias especiais.

Francisco de Assis Vieira, 61 anos

Seu Barone, o eterno chefe da estação Pirituba.

Francisco de Faria Torres, 76 anos

Amigos, filhos e cachorros foram os amores de sua vida. Com ele tudo merecia ser celebrado em torno da mesa!

Francisco de Holanda Lopes, 69 anos

Um ser humano incrível, de grande coração e com o dom de ajudar o próximo.

Francisco de Oliveira, 78 anos

Guerreiro, subia as rampas do Maracanã com muita felicidade para ver o Fluminense jogar.

Francisco de Paulo Teixeira Braga, 70 anos

Carioca da gema, botafoguense de coração gigante.

Francisco de Souza Rego, 58 anos

"Doce de leite" era sua resposta de quase sempre para quando lhe perguntavam o que estava fazendo.

Francisco do Espírito Santo, 92 anos

Um eterno espírito jovem, que amava passear e que sempre dizia que "viver é bom demais".

Francisco Edno da Silva, 50 anos

Homem trabalhador, sábio e temente a Deus. Deixa seu exemplo de fé para sua família e amigos.

Francisco Edvane Matias Vieira, 55 anos

De office boy a grande empresário, foi exemplo de perseverança e vanguarda.

Francisco Elinal Borges Quaresma, 52 anos

Disponível para ajudar o próximo, a alegria era uma de suas marcas. Tinha sempre uma história engraçada pra contar.

Francisco Epifânio, 59 anos

Um potiguar de muita coragem. Foi pescador, ferreiro e pedreiro.

Francisco Fernandes Caminha, 86 anos

Quando a sua esposa estava triste, ele dançava bolero para animá-la.

Francisco Fernandes dos Santos, 78 anos

Tinha mania de dar comida para os cães da rua. Alguns tinham a sorte de ir morar em sua casa.

Francisco Ferreira de Menezes, 55 anos

Francisco tinha força e vida para mais de uma pessoa.

Francisco Ferreira do Monte, 54 anos

Um herói. Sua maior virtude era a bondade.

Francisco França Machado, 80 anos

O “Vô Francisco” só via o lado bom da vida. Achava sempre que tudo era do bem e alegre.

Francisco Fredson da Silva Pinto, 41 anos

O melhor “pegador” de veias do hospital onde trabalhava. Cuidado, atenção e carinho eram suas marcas.

Francisco Galdino Filho, 73 anos

Mais conhecido que farinha, como diz o ditado, Seu Chico Galdino liderava a família e um time de futebol.

Francisco Gama Da Silva, 62 anos

Suas festas de aniversário eram um evento para muitos.

Francisco Gelli, 74 anos

Felicidade, para ele, era um almoço de domingo cercado pela família.

Francisco Gonçalves Costa, 65 anos

Falava alto e todos pensavam que ele era bravo, mas chorava até mesmo com propagandas que via na TV.

Francisco Ivã Ribeiro Maquiné, 47 anos

Tagarela que só, falava pelos cotovelos e animava qualquer lugar.

Francisco Joaquim do Nascimento, 70 anos

Duas palavras o definem: felicidade e otimismo.

Francisco Joaquim Irineu, 98 anos

Era muito querido por sua alegria e histórias contagiantes, que agora invadiram o céu.

Francisco José Ferreira Sousa, 55 anos

Gostava tanto de brincar que até mesmo quando a mãe lhe perguntava como ele estava, Franzé respondia: "Estou bom e gordo".

Francisco Lázaro Barbosa, 82 anos

Deixou exemplos de honestidade e amor para a família.

Francisco Lázaro Pinheiro, 69 anos

Coração bom, o mundo teve a honra de tê-lo por aqui.

Francisco Leandro Carvalho de Jesus, 48 anos

Gostava de cerveja e pagode. Um homem afetuoso, que cuidou de suas filhas com muito zelo.

Francisco Lima Duarte, 48 anos

Tinha um grande dom: o de unir pessoas. Pra ele todos eram amigos e tudo era sobre amizade e amor.

Francisco Luciglaucio Rodrigues de Almeida, 43 anos

Um homem de muitos apelidos, mas a resposta mais imediata vinha quando era chamado de pai.

Francisco Luiz Telles de Castro, 76 anos

Nunca fechou sua porta e nem o coração.

Francisco Maia Nascimento, 61 anos

Excelente pai e esposo; humano, possuía um coração enorme.

Francisco Marcelo Souza Rosas, 55 anos

O boné escondia a carequinha de um pai amoroso, devoto do Chico, o cachorro.

Francisco Medeiros Barbosa, 63 anos

Um bom vinho na mão e entre mil livros, contar histórias era um prazer para quem se alimentava de vida.

Francisco Meireles Pinto, 72 anos

Não chamava ninguém pelo nome, inventava sempre um apelido engraçado para cada um.

Francisco Melo Soares, 57 anos

Ensinou que a melhor maneira de conquistar seus sonhos é não desistindo deles.

Francisco Miromar de Oliveira, 80 anos

Perseverante, nunca se deixou abater pelas dificuldades.

Francisco Moacir Castelo Branco Carvalho, 60 anos

"Onde houver tristeza, que eu leve alegria". Francisco materializou essa oração durante toda sua vida.

Francisco Moacir de Assis Farias, 73 anos

Pai de três filhas. Entrava tocando seu violão no quarto das meninas para acordá-las.

Francisco Mota Ribeiro, 62 anos

Sonhava em ver seus filhos encaminhados e assim foi feito.

Francisco Mourão Filho, 71 anos

Até suas amadas plantas e quintal sentirão saudade da pessoa honesta e serena que ele era.

Francisco Nascimento da Silva, 71 anos

Um guerreiro, que do céu segue contemplando os papagaios e cuidando das anjinhas.

Francisco Nogueira, 58 anos

Sempre alegre, Chico não recusava um bom papo. Foi um exemplo de dedicação.

Francisco Nogueira da Cruz, 82 anos

De chapéu na careca e navalha na mão, realizou seu sonho como barbeiro. Mais que isso, fez feliz sua família.

Francisco Océlio Alves Farias, 57 anos

A boa amizade do Capacete foi o que valeu a pena.

Francisco Pantoja de Melo, 67 anos

Amava sua família e zelava pelo seu lar, sem jamais se descuidar dos amigos e de quem precisasse dele.

Francisco Pereira da Silva, 78 anos

Amigo de todos, fazia questão de espalhar alegria por onde quer que fosse.

Francisco Pinheiro da Rocha Júnior, 33 anos

Chicão era sorriso, forró, cerveja gelada e muito papo.

Francisco Rafael Agostinho Araujo, 36 anos

Carregava dentro de si a força de um grande defensor dos direitos humanos.

Francisco Raza Filho, 67 anos

"Bora pra praia?", dizia. Era torcedor do Santos. Um amigo para todas as horas, adorava pescar.

Francisco Roberto de Sousa, 47 anos

Cantava e dançava sem vergonha de nada. Humilde, brincalhão, exemplo de bondade.

Francisco Rodrigues Camargo Júnior, 65 anos

O violão de Camargo seguirá embalando as pessoas a viverem em harmonia e a se preservarem.

Francisco Romeu da Silva, 56 anos

Uma pessoa muito querida, humilde, batalhadora e com um sorriso sempre estampado no rosto.

Francisco Rudson Rocha Aquino, 52 anos

Na busca pelo amor ideal, amou bastante; os filhos, principalmente, e a vida sempre, em cada detalhe.

Francisco Silvério de Carvalho, 50 anos

Combateu o bom combate, encerrou a carreira, guardou a fé.

Francisco Tomaz de Aquino, 91 anos

Um agricultor que escutava o cântico dos pássaros e conhecia os poderes da Lua.

Francisco Valdeci de Oliveira Vieira, 42 anos

Costumava dizer: "Pra que esquentar a cabeça? Vamos viver o momento!"

Francisco Valmar Oliveira da Silva, 46 anos

Para ele, fazer confusão não valia a pena.

Francisco Victor de Holanda, 67 anos

Com seu bordão: “Jesus mandou te convidar”, não havia quem se recusasse a qualquer missão demandada por ele.

Francisco Wellington Rodrigues Lima, 45 anos

Viveu para o teatro e abraçava as pessoas com o sorriso tão grande e tão cheio de vida.

Francisco Wilson da Silva, 81 anos

Todo domingo ele ia visitar alguns filhos e levar chocolate aos netos. Espalhava alegria por onde ia.

Francisco Xavier de Campos, 74 anos

Quanto tempo dura uma amizade? Para ele, durou a vida inteira.

Francy Jane Silva Carvalho, 41 anos

Dona de uma alegria que irradiava como a luz do Sol.

Frank Félix Merhi, 34 anos

Sonhador que deixou ao mundo suas maiores realizações.

Franklin de Araújo Ponchet, 69 anos

Um homem que transbordava luz, e fez disso seu ofício: iluminar todos os lugares por onde passava.

Frederic Jota Silva Lima, 32 anos

Um jovem médico, que atuou na linha de frente contra a Covid-19.

Frederico Cesar Simões Dias, 44 anos

Dr. Fred ficou conhecido por sua humanidade, o amor pelo seu belo trabalho e carinho com seus pacientes.

Fredy Callanaupa Huarhua, 40 anos

"Naci un dia de much sol y no pretendo morir sino hasta realizar algo por esta humanidad"

Frutuoso Dias Gonçalves, 82 anos

Português vaidoso, gostava de um bom vinho e transbordava simpatia.

Gabriel Araújo de Lacerda, 81 anos

Um homem incrível, que soube respeitar diferenças e fazer canções bobas sobre o cotidiano.

Gabriel Gondim Hermes, 74 anos

Médico empático, cuja principal preocupação era salvar vidas. "Mais vale dar do que receber", dizia sempre.

Gabriel Martinez de Andrade, 26 anos

Seu amor pela música transbordava quando estava junto de seus instrumentos

Gabriel Martins, 1 anos

Passou a maior parte da vida na barriga da mãe. E ali dentro foi muito amado.

Galdino Nogueira da Silva, 55 anos

Suas maiores alegrias sempre foram os momentos em família.

Galia Bespaloff, 80 anos

Escolheu outro país como lar, não tinha medo de batalhas.

Gasparino Damião de Oliveira, 96 anos

"Mas que barbaridade!" dizia o homem tão complacente.

Gastão Dias Júnior, 51 anos

Um homem inspirador que colecionava tartarugas de decoração. Reservado, sorria com os olhos.

Gecival Matias da Silva, 76 anos

Com seu vozeirão carregado de alegria e orgulho, adorava mostrar cada filho e neto. E a família é grande!

Geluter Maria Alves Garcia, 62 anos

Lulute era caprichosa em tudo que fazia. Seus doces eram sem igual...

Genário da Silva Paiva, 79 anos

Buscar o jornal bem cedo era como um ritual sagrado. Pai, marido e vovô exemplar.

Genésio Caetano de Oliveira, 95 anos

Viveu a vida toda tendo como base três princípios: amar a Deus, amar a sua família e ser honesto.

Geni da Silva Valeriano, 78 anos

Seu companheirismo e dedicação à família deixaram saudades.

Geni de Macedo Arimura, 72 anos

Defendia seus filhos e netos com unhas e dentes.

Genita Costa, 78 anos

As notas de sua cantoria alegre continuarão sempre entre nós.

Genival Belizário da Silva, 79 anos

O retrato perfeito de um pai, avô e bisavô muito amado: seus cabelos branquinhos deixaram enormes saudades.

Genival de Andrade Frazão, 72 anos

Cabelos brancos, um baita sorriso e os olhos grudados no céu para ver os aviões que passavam.

Genival de Mendes Aiden, 70 anos

Amava sua nega Aristeia e gostava da casa cheia, rodeada de amor e muita música.

Genival Salustiano Bezerra, 89 anos

De corpo e alma muito jovens, era um contador de boas histórias que vivia sorrindo e fazendo sorrir.

Genivaldo Galindo da Silva, 73 anos

Para ele não tinha tempo ruim, era só alegria e muita história para contar.

Genizarete Justino dos Santos, 68 anos

A gentileza, a doçura, a doação e o amor ali. Com agulha e linha na mão, Genizarete vestia rainhas.

Genny de Caires Máximo, 84 anos

As ruas da Pavuna, no subúrbio do Rio de Janeiro, já sentem falta dela tomando café com as amigas na calçada.

George Anthony Ferreira Menezes, 39 anos

Fazia de tudo para que o mundo fosse um lugar melhor.

George Berkeley Patiño, 78 anos

Dentista e cantor de boleros, George foi um embaixador informal e difusor da música latina no Rio nos anos 80 e 90.

George Laurence Kuplich Moraes, 68 anos

Caladão e com alma de artista. Um "fora da curva", que pintava com tinta a óleo e esculpia em argila e madeira.

Geovane Reis Corrêa Rocha, 54 anos

Dizia aos netos: "Vocês são terríveis!" e os enchia de beijos .

Geraldina Teodoro, 75 anos

Era capaz de entender todos, com o coração, mesmo sem escutar.

Geraldo Almeida, 81 anos

Amante da medicina e dos grandes desafios da humanidade

Geraldo Barateli Alves, 81 anos

Valorizava a família e se orgulhava da educação que deu às três filhas.

Geraldo Camilo Gomes, 85 anos

Orgulhoso em falar da família, “Fá da Motinha” era morador e uma grande personalidade de Acaiaca.

Geraldo Cândido de Figueiredo, 86 anos

O fusca azul era seu melhor amigo nas aventuras que renderam muitas histórias.

Geraldo Francisco da Silva, 73 anos

Vivia a vida intensamente, fazendo amigos, conversando, brindando, dançando...

Geraldo Francisco dos Santos, 58 anos

Tinha a sabedoria de quem não se leva muito a sério.

Geraldo Magela da Silva Folgosa, 69 anos

"Deixa que eu resolvo", dizia. E partiu, deixando saudades...

Geraldo Marques Pimenta, 54 anos

Fez da sala de aula o palco principal de sua vida.

Geraldo Martins de Paula, 70 anos

"Não fique triste, senão fico triste também", dizia ele para sua neta.

Geraldo Nogueira Lira, 67 anos

Vivia a vida como a coleção de momentos únicos que ela é.

Geraldo Paulino de Souza, 95 anos

Adorava fazer fogueira e reunir a meninada para contar histórias.

Geraldo Pereira Mariano, 63 anos

Se fosse possível defini-lo em uma só palavra, seria "extraordinário". O que, no dicionário, quer dizer "fora do comum".

Geraldo Pinto Almeida, 81 anos

Amante da medicina e dos desafios da humanidade, questionava o mundo real, mas tinha seu mundo particular.

Geraldo Sávio, 50 anos

Era o astro das dancinhas nas pescarias, o rei dos memes e grande protetor dos tucunarés.

Geraldo Vieira Lima, 87 anos

Sempre pegava os netos para passear pela cidade e dizia, orgulhoso: “Antigamente isso aqui era tudo mato!”

Gercina Pereira Dias, 82 anos

Era puro amor. Um coração em que cabiam todos. Otimista e corajosa, viveu sua vida dedicada à família.

Gerino José dos Santos, 92 anos

As filhas ainda se lembram das moedas que ele trazia quando voltava do trabalho.

Germana Maria Patrício da Costa, 58 anos

Seu amor transbordava em sorrisos lindos, que aqueciam a alma e dariam lindos cartões postais.

Gerson André da Silva, 53 anos

Criador das piores playlists de churrasco.

Gerson Carvalho, 43 anos

DJ Gerson City era só alegria e humildade.

Gerson da Silva, 51 anos

Cachorrão, como era carinhosamente chamado, sempre tinha uma palavra de apoio e um sorriso para oferecer.

Gerson da Silva Sampaio, 73 anos

Agora ele impressiona os anjos com sua risada.

Gérson Lacerda de Souza, 52 anos

Ele distribuía doses de alegria, que alimentavam sorrisos e corações.

Gerson Luiz da Silva, 82 anos

Para Gerson, sempre era tempo de ver o sol se pôr dentro do oceano

Gertrudes Maciel Melo, 90 anos

Mulher forte, criou muitos filhos. Adorava contar causos, cozinhar e costurar. Seus laços são de aço.

Gerudes Martins Garcia, 83 anos

Brincalhão e conversador, só se irritava se o Corinthians perdia. Fazia o melhor arroz e sabia ser solidário.

Gerusa Machado Pagliaro, 88 anos

Uma força da natureza. Uma mulher à frente do seu tempo.

Gesmar Serafim, 65 anos

Tinha ciúmes quando outra pessoa dirigia ‘sua’ ambulância. Dizia brincando que era dele.

Getúlio Omito, 83 anos

Cheio de brincadeiras e manias, chamava a neta de Meu Ouro e sempre pediu à família que se mantivesse unida.

Gicele Veloso de Lima, 36 anos

Uma jovem muito especial e doce. Não via maldade no mundo e estava sempre disposta a ajudar.

Giduvaldo de Souto Lima, 85 anos

Adorava tomar cerveja assistindo televisão. Ao abrir a latinha, brincava: “Quer uma água mineral com gás?”

Gil Soares de Araújo, 76 anos

A morte não consegue nos roubar a memória nem o amor.

Gilberto Alca, 92 anos

Um gigante que contemplava todos os dias, mesmo que o dia não fosse tão bonito assim.

Gilberto de Souza Aleixo, 56 anos

Era o samba em pessoa, amava a vida e tudo que ela pode oferecer.

Gilberto Henrique Monteiro, 64 anos

Amante da música, da poesia, da fotografia e da natureza. Sempre enxergava o lado bom da vida.

Gilberto Olímpio Filho, 40 anos

Defensor dos direitos dos trabalhadores, nunca desistiu de suas batalhas.

Gilberto Palesi, 79 anos

Gostava de contar suas histórias com riqueza de detalhes, principalmente, as que viveu com sua esposa.

Gilcimar Gonçalves, 40 anos

O enfermeiro dedicado que contagiava, com a sua alegria, colegas de trabalho e pacientes.

Gilda Helena Vianna Orfanelli, 72 anos

Jeito e coração alegre.

Gilda Speridião Barreiro, 89 anos

Sempre alegre, apesar de tudo.

Gilmar Araújo, 61 anos

Criança feliz, jovem trabalhador e adulto guerreiro.

Gilmar do Carmo Carvalho, 52 anos

Construtor de sonhos, seu ofício era transformar vidas através da educação.

Gilmar dos Santos, 53 anos

Não tinha só mania de limpeza, tinha era mania de ser feliz.

Gilmar Ribeiro Munhos, 58 anos

Detalhista com a arte, divertido ao lado da família, bondoso na rua e na vida.

Gilmar Soares da Silva, 61 anos

Como um amazonense de fé, amava um peixe assado. Matrinxã e tambaqui eram seus preferidos.

Gilson Arruda do Nascimento, 49 anos

Ele nunca perdeu a alegria de viver.

Gilson Marinho de Oliveira, 62 anos

A vida terrena é passageira, mas Gilson mostrou que ela pode ser repleta de amor.

Gilson Rodrigues, 61 anos

Confeiteiro. Tinha o costume de levar comidinhas na cama para sua esposa e sua filha.

Gilson Souza de Jesus, 62 anos

Pense no sol de Salvador. Pensou? Ainda mais pontual, quentinho e radiante era o “bom dia” de seu Gilson.

Gilvan Luiz da Silva, 62 anos

Pernambucano que se colocava no lugar de todos aqueles que sentiam dor e amor em estado bruto.

Giovanni Paolucci, 81 anos

Gigio, como era conhecido, tinha o dom da comunicação. E era muito cativante.

Giselda Gusman de Lima, 90 anos

Carinhosa, generosa e de uma memória impecável. Das tantas aventuras, viajou até no tempo.

Gisele Bringuel, 42 anos

Nada foi capaz de abalar a doçura de seu olhar.

Giselle Nascimento Santos, 36 anos

Feita de amor, empatia e vontade de viver da cabeça aos pés.

Giucelina Ferreira Carneiro, 72 anos

“Tudo que eu faço é por amor a você”, dizia.

Givaldo da Silva, 65 anos

Um homem bom de coração que não media esforços para ajudar as pessoas.

Givanildo Edson de Lima, 43 anos

Conhecido por Bodinho do Maracujá, amado por todos em sua cidade. Caminhoneiro, batalhador e feliz.

Glaucia Hortencio Miranda, 39 anos

"Tinha um coraçao que não era seu" e por ele transbordava a alegria que contagiava todos.

Gláucio Adriano Antônio de Souza, 44 anos

Viver bons momentos com a família foi o seu programa preferido.

Glaucio Manoel de Oliveira Bueno, 48 anos

Aquele que fazia todos rirem, o amigo pra qualquer hora e a alegria da família.

Glauco Moreira Beraldo, 26 anos

Advogava por um mundo melhor enquanto era embalado pelas melodias de Taylor Swift.

Glaudio Heber Faria Madeira, 85 anos

Amava estar com a família, principalmente com a netinha Valentina, com quem voltava a ser criança.

Gleci Eleni Baum Dias, 58 anos

Zelava os netos como o seu bem mais precioso.

Gledson Cesar de Oliveira, 45 anos

Era fácil encontrá-lo: estava sempre sentado à mesa, com a esposa e amigos.

Gledson Cristiano Reis Barauna, 44 anos

Dizia que tentava fazer o melhor que podia pelo meu semelhante.

Gleidson Cardoso Correa, 36 anos

Com sua alegria, admirava as coisas simples da vida.

Glória Ferreira Mezes da Silva, 54 anos

Plantou boas sementes neste mundo.

Gonçalo Silvério de Carvalho, 79 anos

Resumia a vida em quatro palavras: "Viver é muito bom!"

Graça Maria Fernandes dos Santos, 42 anos

Uma mulher em estado de graça: temente a Deus, de coração acolhedor e alegria inestimável.

Gracinda de Castro Neves, 94 anos

Religiosa, só dormia depois do sussurro do Pai Nosso e da Ave Maria. Gostava tanto de fazer, como de comer um docinho de abóbora.

Gracinda dos Santos, 109 anos

"Bora dançar? Coloca uma música alegre!" era o convite que sempre se ouvia de dona Gracinda.

Grecelio Gurgel Garcia, 47 anos

Amava mostrar seus dotes culinários. Era sempre elogiado.

Gregório Amoras Alves, 83 anos

Era lúcido, sábio... Passava horas lendo livros.

Guido Nelson Coelho Leal, 86 anos

Seus olhos azuis sorriam ao falar das belezas da vida, enquanto tocava seu piano.

Guido Olegário das Neves, 80 anos

Adorava comer, foi satisfeito com a vida e sempre pedia: "Tenha fé em Deus e em Nossa Senhora".

Guilherme Coelho, 73 anos

Fã do cochilo após o almoço, tinha como lema: “Nunca desistir”.

Guilherme Gonçalves Landin, 57 anos

O Urso que ria e chorava ao mesmo tempo. Até para dar bronca era gentil.

Guilherme Henrique Ferreira Barbosa, 39 anos

Sorrir era a mania deste homem que esperava pelo primeiro filho, com planos de levá-lo aos jogos do Sport.

Guilherme Queiroz, 73 anos

Seu anúncio de cuecas Zorba deixou de cabelo em pé a família tradicional.

Guiomar Azevedo de Oliveira, 84 anos

De fio em fio, teceu a vida, como um novelo. Empreendedora, mãe, amiga e uma mulher à frente do seu tempo.

Guiomar Bizarro, 63 anos

Depois de tomar seu café da manhã ela ia cuidar do papagaio e das plantinhas: era o seu ritual diário.

Guiomar Guerreiro Alvares Spedo, 86 anos

Fazia hidroginástica com seu marido, três vezes por semana, há 28 anos, na mesma academia.

Gutemberg da Silva Barbosa, 48 anos

Construiu uma bela história e deixou suas marcas nas alegrias que imprimiu pelas ruas por onde dirigiu.

Hailton de Andrade, 67 anos

Sempre solidário, dizia: "O que você precisar é só pedir."

Hamilton dos Santos Noya, 33 anos

A frase clássica que ele usava sempre que alguém pedia algum favor era: "Não esquenta!"

Hamilton Menezes Neves, 51 anos

A gentileza em pessoa, distribuía bom humor com seriedade e disciplina.

Haroldo Horta, 85 anos

Foi um cronista apaixonado e grande defensor da sua muito amada Barra Mansa.

Haroldo Macedo Fontoura, 64 anos

Sede de conhecimento. Eterno pesquisador. Dizia sempre: "Faça o que digo, não o que faço."

Heitor Ramos de Carvalho Filho, 74 anos

Sua maior alegria era ver os vinte e um netos reunidos à mesa, todo domingo.

Heládio Ferreira de Sousa, 91 anos

Nas horas vagas, ele lia. Nunca ia dormir sem rezar. Honestidade e generosidade eram seus princípios.

Helcio José da Motta, 77 anos

Professor, guerrilheiro, optometrista e até "guru" de alguns, lutava por seus ideias e inspirou toda uma geração.

Helen Dias, 38 anos

Enfermeira devotada, foi uma estrela que salvou a vida de muitas pessoas.

Helena Alves Feitosa, 93 anos

Sempre fazia as pessoas rirem com suas brincadeiras. Era apaixonada pela vida.

Helena Conti Guimarães, 79 anos

A vovuxa mais jovem, aventureira, cinéfila e colorida que já existiu.

Helena do Nascimento Carvalho, 80 anos

Transbordava generosidade aos necessitados. Ah, Dona Helena, que mulher especial!

Helena Evanildes Alves Costa, 77 anos

Costurava muito além das roupas. Em vez de clientes, fazia amizades e laços duradouros.

Helena Maria da Silva, 66 anos

Enfermeira, cuidava do corpo e da alma de quem quer que fosse, numa entrega amorosa e dedicada.

Helena Plastino Azevedo, 87 anos

Sua generosidade a tornava revolucionária como as narrativas que estudou em seus livros filosóficos.

Helena Souza Soares, 86 anos

Em sua casa, todos sentiam segurança e amor. Antes de dormir, rezava, conversava longamente com Deus.

Hélia Rodrigues Martins, 63 anos

Trabalhou desde bem cedo, foi mãe-avó-madrinha de muitos e adorava uma festa, fosse Copa do Mundo ou Carnaval.

Hélio da Motta Veneno, 80 anos

Aos 80 anos, ainda esperava cada filho chegar do trabalho para abrir o portão e desejar boa noite.

Hélio de Assis Barreto, 72 anos

Notório torcedor da Lusa, fazia a melhor bacalhoada do mundo e, adorava arrancar boas risadas da família.

Hélio de Souza Furtado, 64 anos

Picota sempre sorrindo, quieto, viveu em paz.

Hélio de Souza Soares, 55 anos

Dizia que, como um disco de vinil, a vida tem o lado A e o lado B.

Helio Jugurta Silva Lima Cabral, 84 anos

Transformou o futebol de botão em uma tradição familiar, passada de uma geração a outra.

Hélio Rosa, 64 anos

Águias, somos sempre águias... e ele, o comandante, voou.

Hélio Sampaio Pereira, 84 anos

Perto dele, nada ficava fora do lugar. Sempre brincalhão, inventou apelidos pra todos que trabalharam em seu buffet.

Hélio Satomi, 68 anos

Quem vai à Colônia deve passar no Seu Hélio, guardião da história, homem de muito critério.

Hélio Vieira de Freitas, 72 anos

Cativava todos pelas estradas da vida, sempre muito amável e com uma alegria contagiante.

Heliomar Matos de Araújo, 67 anos

De pouca conversa ou brincadeiras, mas de muito amor.

Hellen Cássia Sanches Póvoa, 25 anos

Amava um batom vermelho e era sempre a mais charmosa e com o sorriso mais belo.

Hely Gomes da Costa, 88 anos

Ganhou o título do homem mais cheiroso de Fortaleza.

Henrique Celso Avelar de Jesus, 51 anos

Homem de coração gigante, nasceu para ser pai.

Henrique Marques de Sousa, 72 anos

Na lembrança da sobrinha, ele foi o tio que a embalou ao som de canções.

Henrique Paulino Mota, 40 anos

Sempre focado e otimista, lutava com obstinação por aquilo que queria. E alcançava.

Heraldo Tadeu Trivelato, 57 anos

Dedicou sua vida a ajudar o próximo com bom humor, otimismo e um sorriso no rosto.

Herbert Pereira Bruzaca, 91 anos

Existir não lhe bastava, queria povoar o mundo com gestos de carinho e gratidão.

Herculano Wanderlin da Silva Gibson, 72 anos

Um avô muito especial para os seus netos.

Hermes Ribeiro de Oliveira, 59 anos

Quem teve o privilégio de comer os peixes que ele preparava, sentiu o seu amor em forma de sabor.

Hernan Enrique Ruedlinger Vega, 64 anos

Ensinou à filha, entre tantas coisas, o amor pela cozinha.

Hilário Ab Reta Awe Predzawe, 43 anos

Sonho não envelhece. Aos 41 anos, o xavante deixou a aldeia para se formar professor.

Hilda da Conceição Silva, 82 anos

Aniversário e casa cheia eram as suas alegrias.

Hilda de Carvalho Rangel, 85 anos

Suas habilidades culinárias perfumavam toda a casa de amor e cuidado.

Hilda Maria Cordeiro, 78 anos

Fez questão de viver intensamente todos os momentos de sua vida.

Hildebrando Brito da Silva, 56 anos

Amava Deus, sua família e a Igreja. Era engraçado, "Ih, Deu Branco!", brincava com o próprio nome.

Hilderson Michel Baia Nunes, 33 anos

"Tenho que ser exemplo", dizia. E assim ele foi, no trabalho e na vida.

Hildo da Silva, 54 anos

O enfermeiro da linha de frente de combate à Covid-19 que nunca esquecia o bom humor em casa.

Homero Rodrigues Silva Neto, 49 anos

Com 1,92, conseguia ter um coração maior que sua estatura.

Horacia Coutinho Caliri, 69 anos

Uma vida dedicada à família.

Horacina de Ornellas Pedrosa da Silva, 83 anos

Levou a luz do conhecimento onde reinava a desesperança.

Horácio José Silva, 75 anos

Peão de trecho, cortou o Brasil de fora a fora. Trabalhou nas grandes obras do país, e se orgulhava disso.

Hosana Paula Gil, 42 anos

Com seu coração enorme, estava sempre pronta para ouvir o outro.

Hubert Spadano, 82 anos

Homem alegre que vai fazer novas amizades no céu!

Hueber Pereira Santiago, 41 anos

Um excelente enfermeiro e muito brincalhão; o amor pela enfermagem o fez lutar até o último minuto.

Hugo Antonio Konart, 65 anos

A alma de criança e o espírito jovial faziam dele um menino.

Hugo Dutra do Nascimento Silva, 25 anos

Sorria com o rosto e com o corpo através da dança.

Hugo Emanoel Vieira, 58 anos

A luz que ilumina o caminho de sua família e os ajuda a seguir.

Hugo Ricardo Conceição Eloy, 46 anos

Um educador apaixonado pela sobrinha, cujo coração só pulsava amor e generosidade.

Humberto Campero Frias, 78 anos

Boliviano de nascença e brasileiro de coração. Apaixonado pelo futebol, pelo mar e pelos filhos.

Humberto Castelo Branco, 71 anos

Para ele, o amor é a coisa mais importante desse mundo.

Humberto Ferreira da Silva, 90 anos

Para onde fosse, tinha um chocolate para oferecer em gentileza.

Humberto Leite Medeiros, 50 anos

Tinha como lema viver a cada dia como não houvesse amanhã.

Humberto Luiz da Silva, 74 anos

Ensinava o amor incondicional e a perdoar sem julgamentos.

Humberto Marinho, 73 anos

Tinha no grande amor de sua vida um colírio para os olhos.

Humberto Vitach Gambaro, 86 anos

Um avô amoroso, que se emocionava ao ponto das lágrimas vendo seu neto no palco.

Iara Pinho Medeiros, 72 anos

Querida demais, ela é quem marcava todas as reuniões de família.

Iarione de Souza Amorim da Silva, 54 anos

Atenciosa e boa em tudo o que fazia.

Iasmin de Albuquerque Cavalcante Duarte, 62 anos

“Fiquem firmes e se esforcem para serem felizes", dizia nas formaturas, com todo orgulho de formar médicos.

Idacy Ribeiro da Silva, 82 anos

Cuidava das plantas e dos cachorros com todo o amor do mundo. Sabia fazer o “cheirinho do melhor café”.

Idalgo Moura do Santos, 45 anos

Provavelmente será um apaixonado pelo céu e agora, pelo infinito.

Idalice Cordeiro dos Santos, 93 anos

Rezadeira e amorosa, essa avó fez questão de dar o primeiro banho em cada um dos seus dezesseis netos.

Idê Figueira Ferraz Rocha, 82 anos

Uma pessoa generosa, que não negou ajuda a quem percebesse estar com dificuldade.

Ideilton Bezerra dos Santos, 77 anos

"Sábado a gente faz. Deixa pra sábado!", ele dizia.

Ieda Garcia Salgado, 92 anos

Sua missão foi distribuir amor e acolher com palavras. Adorava tomar café com leite, todas as tardes.

Ignez Branco Baptista, 91 anos

Dizia que viveria até os cem anos.

Ignez Rossato, 94 anos

Sempre gostou de cuidar de todos. Entre pincéis e números, encantava e surpreendia.

Ilaide Souza Pereira, 90 anos

Passarinha livre e independente, mas que não descuidava dos filhotes no ninho.

Ilda Nocetti Macias, 74 anos

A voz doce que perpassava as salas de aula e alcançava os corações.

Ildiko Êmese Holfinger Farias, 40 anos

Passear com a Turquinha, como gostava de ser chamada, era uma aventura só!

Ilézio Almeida Oliveira, 74 anos

“A César o que é de César, a Deus o que é de Deus”, dizia aos filhos, ao educá-los.

Ilma de Oliveira da Silva, 79 anos

Um legado de amor, cuidado e proteção à família.

Iloivaldo Araújo Rodrigues Junior, 44 anos

Honrou pai e mãe, amou minha família, fez as pazes com Deus.

Ilson de Figueiredo, 83 anos

Alegre, carismático, generoso, apaixonado pela família e pela vida. De espírito jovem, nunca deixou de sonhar.

Ilza Garcia, 98 anos

Ela foi uma pessoa federal.

Ilza Teixeira dos Santos, 77 anos

Um ser de luz, que guiará os seus sempre.

Ilzelina Sá Pereira, 72 anos

Chamava a própria casa de pousada, indicando com isso que tinha espaço pra receber todo mundo.

Iná Corrêa de Meireles, 55 anos

Deixou um pouquinho de vida, amor e sorriso por onde passou.

Inácio Konmarson Pessoa Sousa, 46 anos

Amava a profissão e as estradas. Vai deixar um caminho de saudades.

Inês Petrecca de Carvalho, 70 anos

Uma guerreira, desde sempre!

Inêz Batista Toledo, 75 anos

Seu sonho de estudar foi tão grande quanto a sua paixão por alfabetizar.

Inge Steinforth Nascimento, 67 anos

Dizia sempre que nunca devemos abaixar a cabeça, e sim continuar firmes e fortes.

Iracema Amorim, 76 anos

Os cantos do seu povo Guajajara eram sua paixão e ela orgulhava-se em os representar.

Iracema de Mattos Pereira, 86 anos

Sempre prezou a união e a harmonia coroando uma vida de cuidado e doação.

Iracema Diniz da Conceição, 83 anos

"Ei, mas aqui pra nós" era sua maneira de dividir alguma confidência.

Iracema Pauli, 76 anos

Levava amor até nos temperos.

Iracema Pereira da Silva, 54 anos

Dedicação e amor ao som do romantismo de Amado Batista.

Iracema Rissatto, 90 anos

Trabalhadora, conquistou sua independência como costureira.

Iracema Rizzardi de Oliveira, 91 anos

Vaidosa, apaixonada pelo marido, pelos churrascos em família e pela caipirinha com os genros.

Iracema Silva de Sá, 62 anos

Iracema viu sonhos se tornarem realidade: viu seus três filhos criados e formados e se tornou avó.

Iracema Tuan Sterzza, 88 anos

Matriarca excepcional, de uma índole e de um caráter incontestável.

Iraci Braga da Silva, 82 anos

"Nunca é tarde para amar, estudar e ser feliz", dizia sempre.

Iracial Mendes da Conceição, 85 anos

Cici viveu para cuidar das pessoas que amava.

Iracy Ferraz Herrmann, 99 anos

Baby, uma mulher sensível.

Iracymar Corrêa Ferreira, 85 anos

Sempre acolheu a todos. Dizia que sua casa era da família e que sempre cabia mais um.

Irailde Urbano da Silva, 77 anos

Sua casa era o espaço do encontro. Seu sorriso, o espaço da alegria.

Iramar Carneiro de Oliveira, 43 anos

Para ele, dava pra ser oito e oitenta ao mesmo tempo.

Iramária Ramos Ataide, 72 anos

Vó Ira era dona de uma casa com um detalhe peculiar: estava sempre de portão aberto e de mesa cheia.

Irani de Lima Dias, 71 anos

Este verso é um pouquinho de uma vida inteira, de quem cumpriu sua missão dignamente.

Irani dos Santos Silva, 75 anos

Filha de Maria, onde a alegria e a fé fizeram morada.

Irapuan Salles, 57 anos

Ele tinha um carinho latente pelo bem-estar de toda gente. A honestidade o acompanhava por todo canto.

Iremar Severino de Souza, 71 anos

Nas horas livres, gostava de ouvir música e de uma cerveja bem gelada.

Irene Alves de Viveros, 84 anos

Mãezona amorosa, queria todos os filhos, netos e bisnetos debaixo das suas asas.

Irene Angela de Macedo, 89 anos

O seu maior legado são seus valores. Através deles, ela vai ser o canarinho que nunca vai embora.

Irene Antônia de Melo da Silva, 78 anos

A bela família que construiu era sua vida e sua essência.

Irene Azevedo de Jesus, 93 anos

Sua risada, força e dizeres permanecerão para sempre entre os seus.

Irene Barbosa da Silva Souza, 66 anos

Tinha um abraço que mais parecia um lar.

Irene Bertholdi Fernandez, 86 anos

Costumava lembrar dos que já se foram, agora será eternizada nas histórias contadas pela família.

Irene Lopes de Carvalho, 96 anos

Mulher guerreira... Irene era apaixonada por viver e aproveitou muito a vida.

Irene Negreiros de Albuquerque, 88 anos

Zelava pelo jardim e horta com o mesmo amor imensurável que dedicou à família.

Irineu Bertevello, 78 anos

Via beleza na simplicidade da vida, era o melhor pai que um filho poderia ter.

Irma Miranda Maia, 82 anos

Sempre preocupada com o próximo, tinha a mania de conseguir emprego para as pessoas.

Isabel Cristina Dangelo Sianga, 52 anos

Em Indaiatuba, ninguém fazia bolos como a Bel.

Isabel Delfina Ferreira, 92 anos

Era realmente o amor da vida de seus filhos e netos. Eram todos loucos por ela.

Isabel Lendengue da Silveira, 85 anos

“Que nossa mãezinha, Nossa Senhora, te proteja!”, abençoava ela.

Isabelle Soares Feitosa, 27 anos

Torcedora fanática do Fortaleza Esporte Clube, amava cachorros como se fossem pessoas.

Isaías Bezerra Cavalcante, 54 anos

Ele era lar. A cada tijolo empilhado, suspirava-lhe o coração.

Isaías Polinario, 64 anos

Ele se emocionava com histórias tristes que assistia na TV.

Isaura Maria Ramos Nascimento, 83 anos

Forte, ativa e cheia de vida; era o amor em pessoa e a palavra de Deus na prática.

Isavan Wolgrand Barros Lira, 81 anos

Um ser de muita fé, devoto de São Luís Gonzaga.

Ismael Afonso Costa, 71 anos

Adorava falar em público, não podia ver um microfone.

Ismael de Almeida, 66 anos

O multiplicador de sorrisos e abraços, sabia como ninguém escolher boas melancias para os encontros.

Ismael Pires Costa Filho, 57 anos

Alma gêmea de sua esposa, se uniu a ela no céu. Ambos lutaram contra o coronavírus.

Ismael Raimundo, 61 anos

Um homem que acreditava no poder de um "bom dia" e que superou um câncer de intestino.

Ismana Altina Teixeira de Azevedo, 46 anos

Adorava visitas e preparava a comida típica mineira preferida de cada um. É como demonstrava seu amor.

Isnaldo Pessoa Cavalcante, 58 anos

Seu trabalho era iluminar a vida das pessoas.

Israel do Amaral Vieira, 72 anos

Acreditava que o importante era ser autêntico, ser único.

Ítalo Renato Lopes de Lima, 61 anos

Não mediu esforços para dar o melhor aos filhos.

Itamar Cruz Braga, 89 anos

Cozinheiro do melhor feijão do mundo, se divertia encobrindo as peraltices dos bisnetos.

Iva Lino dos Santos Ferreira, 78 anos

Cozinhava bem, torcia pelo Corinthians e amou muito na vida.

Ivaldo Rodrigues Lima, 42 anos

Por onde passava deixava um pouquinho da sua essência.

Ivan Dimitrova, 63 anos

Do Pantanal ao México, o que mais gostava de fazer era sair em viagens de pescaria com a família e os amigos.

Ivan Raimundo da Silva, 52 anos

"Bibi, cheguei Bibi!", dizia sempre para a filha ao chegar em casa.

Ivan Willians Lisboa, 42 anos

Se dependesse dele, a vida seria para sempre uma festa.

Ivana Alves da Silva, 46 anos

De voz mansa e sorriso amável.

Ivana Maria Martins Fernandes, 58 anos

Cabelos ondulados e iluminados, olhos expressivos e um coração que transbordava amor.

Ivaneide Silva Pereira Santa Barbara, 61 anos

As calçadas de São Luís do Maranhão vão sentir saudades da Nega. Do bate-papo, das histórias e de seus conselhos.

Ivanete Teixeira Balestrero, 67 anos

Uma mulher apaixonada por rosas e por cozinhar.

Ivanildes Marinho Batista Gomes, 79 anos

Nunca deixava um "eu te amo" para depois.

Ivanildo Nogueira da Silva, 57 anos

Aquela voz inspiradora que nos despertava todas as manhãs dizendo "É só alegria!"

Ivens Rodrigues da Costa, 68 anos

Virou encantado da Floresta Amazônica, vive agora eternamente no segredo das plantas e dos pássaros.

Iverson dos Santos Correia, 41 anos

Eterno sonhador, cultivava o lado bom da vida e ofertava sempre o melhor de si.

Ivini Ribeiro de Castro Rodrigues, 40 anos

Na música da vida, dançou sem medo de ser feliz. A dança era um de seus maiores amores e seus passos reluziam.

Ivo Maciel Diniz, 71 anos

Não tinha quem não gostasse do seu modo humilde e simples de viver a vida.

Ivo Tavares Ferreira, 71 anos

"Não sou 10, sou 11. Pois 10 tem furo e eu não!", dizia ele.

Ivone Melo, 49 anos

Certa vez ela disse: "filha, lá no céu é sem explicação, é maravilhoso... e um dia eu sei que vou chegar lá."

Ivonete Alves, 59 anos

Luz que iluminou todos que conviveram com ela, agora deixa um rastro de saudade.

Ivonete Conceição da Silva, 93 anos

Coroada princesa aos 90 anos, Nete foi senhora sábia e companheira.

Ivonne Hunter Silva, 90 anos

A uruguaia mais brasileira que alguém já conheceu.

Ivor Demétrio Fossatti, 56 anos

Apaixonado por futebol; era companheiro inseparável da esposa e amigo dos filhos.

Ivson Carlos Vieira, 46 anos

Adorava ouvir músicas nas horas livres e principalmente tocar guitarra nos trios elétricos que passavam pela cidade.

Iza Eleuza de Castro Silva, 37 anos

"Vamos sair, que o tempo é curto", dizia depois de longos plantões no hospital.

Izaac de Souza Tavares, 67 anos

Adorava “dar alicate” nos netos, aquele beliscãozinho com os dedos dos pés.

Izabella Cortesini, 15 anos

Amável e divertida, estava no Ensino Médio e já sonhava ser advogada.

Izadora Luiz, 25 anos

Causava reflexões que espelhavam sua sabedoria.

Izaias Lopes Cabral, 74 anos

Cortando cabelos, saiu da pobreza e criou três doutores.

Izaias Wariss de Aguiar, 61 anos

Calmo como ninguém. Ele dizia: "Hoje é tempestade, amanhã é sol".

Izidio Jose Campina Neto, 37 anos

Netinho adorava comer e gostava que as amigas soubessem, assim, nunca lhe faltava um lanchinho de presente.

Izolina Gonçalves dos Santos, 90 anos

Zó, a bisa dos melhores cafunés.

Jabes Leonardo da Silva, 85 anos

Um ex-policial cujo lema era ajudar o próximo e nunca negar comida a alguém.

Jaci da Silva Belarmino, 65 anos

O samba, o mar e a cozinha foram as paixões deste produtor cultural.

Jacimara Reges Farias, 49 anos

Amava as crianças. Deixou saudade e muitos ensinamentos.

Jacinto Vicente da Silva, 85 anos

Era um andante do mundo, com ânimo constante para a vida. Um católico fiel e devoto de Nossa Senhora.

Jacir José Ferrarezi, 60 anos

Tio Nego era batalhador e guerreiro. Sorria bastante. Amava Salete, sua companheira de todos os dias.

Jacira de Jesus Milani, 73 anos

Para onde foi, com certeza, será sempre amiga, defensora e guerreira, como foi aqui na Terra.

Jack Fernandes dos Santos, 89 anos

Todos os domingos ele comia arroz à piamontese e medalhão ao molho madeira. Essa era sua marca registrada.

Jackson Carlos Barbosa, 65 anos

Ele ouvia com o coração.

Jackson da Silva Araújo, 36 anos

Tinha uma paixão por comida e outra maior ainda pela chegada da neta Aylla.

Jacob Borenstein, 84 anos

Um homem bom, grande contador de histórias e jornalista talentoso.

Jácome Eduardo Perrucho Brito, 54 anos

Deixou uma lição para todos: nunca é tarde para fazer o que te faz feliz.

Jacqueline Hernandes, 49 anos

“Vamos comer o que tivermos vontade, porque não sabemos o dia de amanhã. Miséria comigo, jamais!”, brincava ela.

Jacy Muniz de Souza, 80 anos

Adorava ver a neta dançando e a ensinou, entre outras coisas, a amar o próximo.

Jacyra Pereira da Costa Goes, 83 anos

Lutar na vida era o que ela fazia bem; além de cantar, dançar e acreditar no amor.

Jadiel Reis e Silva Filho, 46 anos

Era padrinho de tudo quanto é sobrinho e primo. Passou a vida tentando ajeitar o mundo.

Jadyr Araújo, 84 anos

Todo mês de agosto, em um ônibus chamado Jerônimo, fazia uma viagem para pescar.

Jaime Chen Tsong Miin, 73 anos

Trabalhador incansável e sempre bem humorado, confortava a todos dizendo: “A vida é assim mesmo!”

Jaime David Winiawer, 74 anos

Aos 74 anos, vivia a vida intensamente. Bailando, contando histórias, fazendo amizades.

Jaime Machado, 81 anos

Com sorriso largo, positividade e generosidade, viveu a vida na cadência bonita do samba.

Jaime Natalício da Silva, 63 anos

A bondade foi o seu maior ensinamento e o seu grande legado.

Jaime Pereira de Brito, 77 anos

Hábil com a bola nos pés na juventude e com a palavra de Deus na vida adulta, nunca aceitou discriminação.

Jaime Sousa da Silva, 66 anos

Homem de caráter e fé inabaláveis, mesmo nos momentos difíceis não se entristeceu.

Jaime Takeo Matsumoto, 62 anos

Deixava seu jornal toda quinta-feira na mesa do consultório.

Jair Amaral, 69 anos

Um homem de muitos amigos que sempre prezou pelo bem-estar de cada um.

Jair Batista da Silva, 58 anos

Boêmio e fã de Zeca Pagodinho, foi um pai alegre, que sempre dizia: "Eita, vida boa!"

Jair Reis, 48 anos

Representou, com amor, os rodoviários de Brasília e cantava uma moda de viola aonde chegava.

Jair Sebastião de Souza, 74 anos

Vai, Jair... tocar sua viola no Céu!

Jair Silva Ribeiro, 61 anos

O técnico de enfermagem cuja missão era ajudar o próximo.

Jairo César Bezerra, 79 anos

Ninguém, além dele, assobiava lindas canções tão bem.

Jairo Dornelles da Silva Sales, 34 anos

Guardava momentos, não dinheiro.

Jalbas Vitorio Cavalcante, 76 anos

Enquanto estudava direito, trabalhou como cobrador de ônibus, até tornar-se advogado.

Janaina Andrade Navajas Alencar, 44 anos

Adorava batom vermelho e roxo. Estava sempre com roupas coloridas e vibrantes.

Janaína Silva do Nascimento Nicacio, 37 anos

Amiga para todas as horas. "Oi, fofo!" era sua marca registrada.

Janaína Thaísa Campos de Albuquerque, 46 anos

Amava a Disney e era uma mãezona para todo mundo.

Jandyr Gomes Moreira, 84 anos

Dira era tão festeira que suas lembranças estão sendo comemoradas no céu.

Jane da Silva Mattos, 54 anos

Se tem uma palavra que a descrevia, é dedicação.

Janete Bráulio de Souza, 66 anos

Não podia ver alguém distraído que soltava: "Tá pensando na morte da bezerra?"

Janete da Silva Passos, 58 anos

Contadora de sorrisos e das piadas mais engraçadas. Seu humor deixou recordações nos corações de quem a conheceu.

Janete Eugênio da Silva, 73 anos

Doce como o bolo de laranja que pedia com carinho para a sobrinha fazer.

Janete Oliveira Pessoa, 72 anos

Mulher guerreira, apaixonada por tudo e por todos.

Janethe Alves de Amorim, 81 anos

Uma abelha-rainha que reunia família e amigos para servir boa comida ao som de modão sertanejo.

Janieire Pires Felipe, 50 anos

Uma mulher amazonense que amou ser enfermeira.

Jânio Gomes da Rocha, 59 anos

Muito orgulhoso dos filhos, era capaz de mover céus e terra por eles ou por quem necessitasse.

Jaqueline dos Santos, 38 anos

Seu passatempo favorito, sem dúvidas, era descobrir coisas novas e se redescobrir.

Javier Guzman Heredia, 68 anos

Ficava todo orgulhoso quando via as notas do boletim da neta, ou quando ouvia o neto aprender uma nova palavra.

Jávier Martins de Oliveira, 57 anos

Alegre e bondoso. Sua risada era gostosa e seu olhar, gentil.

Jean Carlos da Cruz Silva, 53 anos

Um turrão que dava o braço a torcer... Um lindo amigo, companheiro, confidente pra sempre lembrado.

Jean Carlos dos Santos, 44 anos

Não gostava da desigualdade social: para ele, todos somos iguais.

Jean Lombard, 81 anos

Bom pai, bom avô, pessoa extremamente íntegra, de um coração enorme.

Jedir Caterinque, 69 anos

Ele era muito calado, mas seus olhos diziam tudo.

Jeferson da Silva Rezende, 38 anos

Trabalho, trabalho, trabalho... não tinha preguiça e corria atrás.

Jefferson Alves, 37 anos

Foi um grande menino, que cresceu e tornou-se um grande homem!

Jefferson Braulio Moncherino da Silva, 32 anos

Um homem de mais de dois metros de altura e cheio de amor.

Jeová Carmo da Silva, 48 anos

Um herói da saúde que cumpriu seu juramento e deu a vida em prol da sociedade.

Jeová Xavier Rodrigues Palheta, 63 anos

Sempre combateu o bom combate, com um coração amoroso que foi uma verdadeira mansão.

Jeovane Elias da Costa, 75 anos

Um homem reservado, mas que sabia se divertir quando o programa era jogar dominó.

Jerlan Santos, 37 anos

Dona de um sorriso contagiante, que transbordava alegria, luz e serenidade.

Jeruza Valença Barros, 89 anos

Sabia inúmeros versículos da Bíblia, mesmo com a perda de memória que lhe acometeu.

Jesuíno Andrade de Brito, 89 anos

Duzinho, painho, vovô... Seus apelidos representavam todo o amor que recebia.

Jeu Chin Shing, 67 anos

Um doce de pessoa. De origem chinesa, nasceu em Moçambique, naturalizado português e brasileiro de coração.

Jhonatan Carlos Ramos Tota, 28 anos

Apaixonado por motos e Coca-Cola, viveu para os pais e a irmã, a quem dizia amar "do tamanho do universo".

Joana Constância de Oliveira, 73 anos

Filha de índios, mãe, avó e bisavó, um amor do tamanho do mundo.

Joana D’Arc Guimarães de Oliveira, 85 anos

Mulher, negra, mãe de sangue e de coração de muitos.

Joana de Oliveira Miléo, 80 anos

Mulher revestida de fé, humildade e amor.

Joana de Sousa Reis, 88 anos

Para falar de Joana, que sempre lembrem de Domingos e da família que construíram em 72 anos juntos.

Joana Lemos da Silva, 100 anos

Vovó me ensinou a fazer meu primeiro laço, a pular corda, a rezar, a dizer obrigada, e principalmente a respei

Joana Maria Silveira, 61 anos

“Velho é o mundo, eu sou nova e cheia de vida“, brincava sempre Joana, com um sorriso enorme.

Joana Maria Sousa Coelho, 80 anos

Mãe, avó e bisavó maravilhosa.

João Alfredo de Amorim, 81 anos

Um homem que vivia na roça e que cultivou o amor de todos a sua volta.

João Alves da Rocha, 77 anos

Recebia todos em sua casa com amor e carinho.

João Alves de Almeida, 80 anos

Era o mestre cuca dos almoços de domingo e estava sempre de malas prontas para qualquer viagem.

João Alves dos Santos, 86 anos

Um João da Guarda.

João Antônio de Moraes, 72 anos

Uma comida gostosa era um dos seus maiores prazeres.

João Avelino Tampelini, 49 anos

Baixinho e extrovertido, conjugou o verbo amar com o rock nacional e a Pastoral Familiar.

João Barbosa Neto, 77 anos

Pirunga, Índia Morena do Pantanal, Garça Branca, Bem: para tudo o senhor João tinha um apelido.

João Barreto Bentes, 49 anos

O sub-tenente, ex-saxofonista, torcedor fanático do Clube do Remo e que adorava colocar apelidos nos outros.

João Batista Alves dos Reis, 60 anos

Colecionador de apelidos e presença marcante na fanfarra e bailes abrilhantados pelo Conjunto Extremunsom.

João Batista Bueno Filho, 72 anos

A união da família e a comunhão com os amigos eram fundamentais para ele.

João Batista da Silva, 60 anos

Seu sorriso falava mais que mil palavras. Seu carisma e sua gentileza conectavam-no com todos ao seu redor.

João Batista da Silva, 68 anos

Meticuloso, pagava adiantado suas contas e nunca comprava a prazo. Espirituoso, não tinha nenhum medo da morte.

João Batista de Oliveira Filho, 71 anos

Joca era paraibano, botafoguense arretado e completamente apaixonado pela família.

João Batista Fabrício Gonçalves, 41 anos

Sua maior alegria era cozinhar para as pessoas que amava.

João Batista Gama, 78 anos

O amor era tão genuíno que persistiu para além da vida, João e Nildinha viajaram juntos rumo às estrelas.

João Batista Pacheco, 55 anos

Uma alegria que contagiava o mundo.

João Batista Ramos de Freitas, 63 anos

Pai e avô amoroso, tinha um banco cativo na praça para conversar com o neto.

João Batista Rocha, 84 anos

Com tudo ele fazia piada, criava peixes ornamentais e a todos ele ajudava.

João Batista Sales Sampaio Neto, 75 anos

"Para quem não nasceu em berço de ouro, o estudo é a melhor forma de se rebelar contra o sistema", ele dizia.

João Bosco Gaião de Queiroz, 68 anos

“Trabalhar é a melhor coisa da vida” ele sempre dizia, transbordando felicidade.

João Bosco Maia, 75 anos

Jornalista e radialista da Rádio Marajoara e da TV Cultura, um homem das comunicações.

João Brazão da Silva Neto, 76 anos

Amapaense e ribeirinho do Aporema, sempre ensinou que os estudos são as portas para o mundo.

João Bueno da Silva, 79 anos

Um pai espetacular, um marido sem igual.

João Carlos Santos, 65 anos

Quem vive em bondade, jamais se vai por inteiro.

João Celso Zilio, 63 anos

Teve filhos, plantou uma árvore e escreveu o livro na memória de cada um que o conheceu.

João Coelho Santana, 62 anos

Dono de um coração tão grande quanto o repertório de respostas afiadas.

João Correia Vilella, 84 anos

Tecelão cerziu para si aquilo que de mais importante há no mundo: humildade e amor.

João da Silva, 52 anos

Assim na Terra como no Céu: Padre João era a alegria em pessoa, o sinônimo de fé e amor.

João da Silva Barros, 86 anos

Tio João era tudo o de mais bonito que a gente quer ser, em uma só pessoa.

João de Lima, 74 anos

Um padeiro apaixonado e pilar de uma grande família. Nas horas livres, fazia palavras cruzadas e costurava.

João Diogo de Sales Moreira, 84 anos

Profissional Memorável. Avô inesquecível.

João dos Santos, 88 anos

"Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá...", cantava ele.

João Eduardo Vasconcelos Azevedo, 69 anos

Um amor eterno traduzido em seu olhar zeloso.

João Elisio Fonseca, 67 anos

De uma generosidade absoluta, estava sempre de braços abertos para acolher os que mais precisavam de ajuda.

João Ernando Pinheiro Maia, 88 anos

Possuía um bar, ponto de encontro de gerações.

João Ernesto Mufalo, 69 anos

Joãozinho, por onde passava, deixava um rastro de admiração e carinho.

João Evangelista Maia, 85 anos

Ajudava até quem ele não conhecia, tirava a roupa do próprio corpo e doava até o seu salário, se necessário.

João Evangelista Ribeiro Filho, 65 anos

O sorriso daquele homem lindo por dentro e por fora lembrava a todos que o amanhã sempre pode ser melhor.

João Fantinatti, 72 anos

Um contador de histórias. Em todas as pescarias tinha um grande peixe...

João Fausto Bartolette, 67 anos

Seu maior prazer foi estar com os netos, bisnetos e viajar com a família.

João Fernandes Conceição, 89 anos

Pai e esposo, considerava a mulher uma rainha, mas era ele que era um rei para seus filhos.

João Florentino da Silva, 69 anos

João, o herói de coração imenso, que amava o mar; foi a luz de sua família e ainda sabia andar de bicicleta.

João Francisco Arruda Silveira, 74 anos

"O peixe morre pela boca", dizia ele.

João Francisco de Melo, 72 anos

Gostava de contar piadas que não tinham a menor graça. E essa era a parte boa.

João Gadelha da Costa Neto, 49 anos

Era o "boa noite" do fim do expediente, acompanhado de um sorriso.

João Gandra, 77 anos

Um mineiro iluminado, que telefonava só pra dizer "eu te amo".

João Gerson Monteiro Alves, 66 anos

Circulava por Belém com seu "batmóvel": uma belina cheia de antenas, de onde se comunicava com os amigos.

João Gilberto dos Santos, 39 anos

Festeiro e de uma alegria única, adorava um baile e espalhava sorrisos por todos os lugares.

João Gomes Filho, 77 anos

Sempre preocupado se estávamos trabalhando e muito carinhoso com seus netos.

João Gonzaga de Figueiredo, 74 anos

Partiu na manhã de um dia branco, tal como a música que carregava em seu coração.

Joao Henrique Hoshter Nascimento, 53 anos

Para ele tudo se explicava, mas nada se justificava.

João Jacob Nahum, 75 anos

"Vem com o vovô", era o que ele mais falava pra cachorrinha poodle, uma paixão dele.

João José Barroso Viana, 56 anos

Um lorde na elegância e no bom humor.

João José Carneiro, 78 anos

Era médico e seu cuidado já começava na sala de espera. Tratava de corações, mas também da alma dos pacientes.

João José da Silva, 76 anos

Levava café na cama todos dias para a esposa desde que se aposentou.

João José da Silva, 71 anos

Um verdadeiro artista, mestre em acertos e desacertos, em amar e ser amado.

João José Gomes de Barros, 61 anos

Único, transmitia unicidade ao inventar apelidos para todas as pessoas que conhecia.

João José Hespanhol, 78 anos

"Ando devagar, porque já tive pressa!", dizia às netas quando falavam de seu vagaroso andar.

João Lucio Duarte, 53 anos

Brincalhão e benquisto, estava sempre disposto a ajudar.

João Luis Buarque de Gusmão, 72 anos

Um mundo melhor era o seu maior sonho e, com certeza, fez a sua parte ao ajudar muita gente.

João Luiz Alvarenga de Matos, 80 anos

“No meu aniversário, quero uma banda de música tocando na portaria, para todos saberem do meu aniversário.”

João Luiz Januário, 58 anos

Joãozinho da Vila da Prata era um supertio, sempre preocupado e cuidadoso com seus sobrinhos.

João Luiz Paiva Cabral, 59 anos

Era um carioca de verdade, para quem não havia tempo ruim. Sorrisos e alegria eram sua marca!

João Manoel Serri, 72 anos

Era conhecido como o “Manél da Padaria”, pois amava comer pão. Adorava uma festa e não deixava nada o abalar.

João Maria Bezerra de Souza, 54 anos

Contagiava todos com as suas brincadeiras. Do seu lado ninguém se lembrava de ser triste.

João Marinho da Silva, 84 anos

Para ele, era sempre primavera. Amigo e amoroso, carregava no rosto um sorriso; nos braços, um abraço.

João Martins Pereira, 77 anos

Foi pondo a mão na massa que ele construiu uma vida melhor para os outros.

João Nogueira de Oliveira, 67 anos

Pai de Douglas e Bruno, avô de Heitor, irmão de vários, tio e amigo de outros tantos. Era, acima de tudo, o amor de muitos.

João Nunes da Silva, 71 anos

Honesto, trabalhador e paciente. Assim resumia-se João. E como gostava de se cuidar!

João Pedro Soares de Aguiar, 26 anos

Gostava de combinar gravata, camisa e terno. Gostava de funk e de Anitta. Mas gostava mesmo é de ser alegria.

João Pereira da Silva, 71 anos

Casou-se duas vezes, mas com a mesma mulher.

João Rodrigues Neto, 74 anos

Um avô carinhoso e brincalhão que, ao entrar em casa, fosse de quem fosse, sempre dizia: "Vocês comem, hein?"

João Rodrigues Souza, 79 anos

Suas mãos grandes e grossas, de uma vida de serviço pesado, tocavam com leveza e graça o cavaquinho nas festas.

João Santiago de Oliveira, 77 anos

Ele sabia o lugar em que, na costela de sua neta, a fazia pular de cócegas.

João Saraiva Monteiro, 68 anos

Protetor nato, para proteger sua filha chegou a matar uma lagosta achando que era um escorpião.

João Soares Pinheiro Neto, 57 anos

Felicidade era sua filosofia de vida!

João Soares Pinto, 93 anos

Que a vida seja uma eterna orquestra, povoada de músicas, alegria e muito amor.

João Tavares, 81 anos

O melhor jogador de baralho de todos os tempos. Mas tem algo que ele fazia melhor: ser marido, pai e avô.

João Teodósio da Cunha, 82 anos

Revelava toda a sua felicidade na simplicidade da vida.

João Thony Fuly, 72 anos

Homem de riso solto, tinha sempre uma piada na ponta da língua.

João Trindade Borges, 65 anos

O homem que calculava tinha um amor imensurável pela mãe.

João Valério da Silva, 62 anos

Um dos pilares da família. Gostava de jogar sua rede ao mar, junto com os problemas, colhendo sardinhas e paz.

João Xavier Ribeiro, 79 anos

Gordinho e barrigudo, a gordura na verdade era amor, que não cabia no peito.

Joaquim Cardoso, 94 anos

Mesmo com Alzheimer, continuou sendo o senhorzinho feliz que sempre foi.

Joaquim de Almeida Camargo Junior, 38 anos

Palmeirense que amava tanto ir com a família para a Canção Nova, que, quando iam, ele não queria nem voltar.

Joaquim Dutra, 85 anos

Ele fazia das palavras, um espetáculo de dança, com seus importantes e generosos conselhos.

Joaquim Gonçalves Paiva Júnior, 57 anos

Sua paixão era festejar. Do Carnaval ao Natal, se enganou quem pensou que Paiva não tivesse alegria para tanto.

Joaquim Leal de Lima, 79 anos

Na vida simples do interior, cultivou a união da família e as amizades.

Joaquim Lizardo de Souza, 77 anos

Tinha orgulho de ver que os filhos construíram suas próprias famílias.

Joaquim Lopes da Silva, 82 anos

Conversava com Deus, como quem conversa com um grande amigo.

Joaquim Pereira Neto, 74 anos

Nunca perdia a chance de preparar um bom churrasco.

Joaquim Siqueira Neto, 46 anos

Cuidava de quem mais necessitava, especialmente de crianças e menores desassistidos.

Joarlen Silva Nascimento, 22 anos

Fã de uma boa pizza, Jojo viveu seus 22 anos intensamente e foi amado por uma multidão de pessoas.

Joberto Anivanir Martins Coelho, 53 anos

Foi a personificação do bom humor. Promotor de grandes festas, agora está cuidando da área VIP no céu.

Joceli Dias Nunes, 51 anos

Foi uma mulher batalhadora.

Jocelina Silva Santos, 44 anos

Na linha de frente contra a Covid-19, ensinou, sem usar palavras, o significado da palavra “doação”.

Jocival Marchiori, 55 anos

Acreditava que a educação de qualidade mudava vidas.

Joel Andrade da Silva, 66 anos

Gostava de uma boa piada e divertia a todos com o seu bom humor. A família foi a razão de sua vida.

Joel Ferreira dos Santos, 72 anos

Era uma daquelas figuras emblemáticas, que de tão autêntico, deixava histórias e frases marcantes por onde passava.

Joel Pereira Barbosa, 52 anos

A fala mansa ecoava o grande desejo de ver a família unida.

Joel Pereira de Alcântara, 79 anos

Professor, poeta e sempre pronto para uma aventura.

Joel Primo, 60 anos

Como era belo esse sonhador que amava fazer planos.

Joel Raymundo Gomes Neto, 40 anos

Dizia para todos que amava: "meu coração gordo ama você!"

Joelcimar Rodrigues da Silva, 50 anos

Homem temente a Deus. Destemido diante das atribulações. Hombridade foi seu maior legado, que permanecerá.

Joelma Pita Coelho, 51 anos

A mãe amorosa que sempre viajava para encontrar a prima e suas filhas.

Joílson da Encarnação Silva, 52 anos

Em algum lugar, tem um axé bem alto tocando... é Joca, pedalando, com seu grande sorriso!

Joílson Silva de Medeiros, 67 anos

Superpai, fez dos filhos gente de bem.

Jonas Arlindo Neto, 61 anos

Se todos nascem com um propósito na vida, o dele era ser o melhor "papai" do mundo.

Jonas Batista Lima, 79 anos

Motorista apaixonado por caminhões. Era um 'cabra porreta', amoroso e dedicado à família.

Jonas Custódio de Souza, 53 anos

Músico dedicado, agora está com os músicos celestiais.

Jony Henrique Garcia, 50 anos

Homem honrado e generoso, dirigia ambulâncias.

Jorge Alexandre da Silva, 53 anos

Fazer amizades era seu maior dom, cativava as pessoas até mesmo em pontos de ônibus.

Jorge Conrado Passos, 64 anos

Gostava das pequenas alegrias: o jornal de domingo, as pessoas amadas e o pavê de sobremesa.

Jorge Cravo da Silva, 81 anos

Seu maior sonho era ser médico, e ele viveu este sonho até o último dia de seus 81 anos.

Jorge Edson Castro, 51 anos

O homem de mil filhos.

Jorge Eli Pinto dos Santos, 57 anos

Chegava sempre de sacolinha nas mãos, com uma “coisinha para as crianças” ou um pãozinho quente para o café.

Jorge Ferreira dos Santos, 55 anos

Sonhador e sorridente, tinha coração de criança em corpo de adulto.

Jorge Gomes Gonçalves, 52 anos

O flamenguista mais sonhador.

Jorge Leão Tiziano, 69 anos

Torcedor do América e devoto de São Jorge, adorava a cultura italiana e sonhava, um dia, conhecer o país.

Jorge Luiz, 47 anos

Ele acreditava na comunicação como meio de transformação.

Jorge Luiz Carneiro Falcão, 55 anos

Era tão doce que ganhou o apelido de Canjica, por viver sorrindo, com as canjicas de fora.

Jorge Luiz Dias de Souza, 54 anos

Sempre alegre e encantador, era um herói, cuja meta foi salvar vidas.

Jorge Luiz Domingos, 68 anos

O marcante sorriso de um avô admirado, que dedicou a vida ao Flamengo.

Jorge Luiz Guérios Curi, 64 anos

Um guerreiro que enfrentou as dificuldades com alegria, força e amor.

Jorge Luíz Logello de Lima, 49 anos

Amava a vida e vivia parafraseando a música "It's my Life" do cantor Bon Jovi.

Jorge Luiz Vieira do Nascimento, 52 anos

Cereja era um gigante com coração de criança.

Jorge Manuel Ferreira Moreno, 54 anos

Errando ou acertando, ele foi a perfeita imagem do que é ser humano de verdade.

Jorge Miguel Rodrigues, 67 anos

Um homem de vida simples. Tinha o dom de escutar.

Jorge Permaguani Valinha, 62 anos

Grande contador de histórias e churrasqueiro oficial da família. Seu hobby era pescar e era sempre perfumado.

Jorge Ricardo dos Santos, 52 anos

Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora. Basta acreditar que um novo dia vai raiar.

Jorge Saraiva Cardoso, 53 anos

Um cara bom de bola. Como jogava bonito! Não errava um chute. Será eternamente um grande artilheiro.

Jorléia da Silva Santos, 51 anos

A querida avó dos "pururuquinhas".

José Abdias de Lima, 74 anos

De sorriso largo, mantendo um constante bom humor, estava sempre pronto para conversar.

José Abílio dos Santos, 89 anos

Um baiano exigente que ajudou a erguer São Paulo.

José Adalberto Ribeiro Soares, 72 anos

Betinho, o caminhoneiro que amava conhecer as estradas deste mundão.

José Adilson Torres, 59 anos

Quem nunca foi à sua casa e experimentou seus pratos, não sabe o que perdeu...

José Alberto Ferreira, 75 anos

Herói do gatinho Pixote, dos filhos e netos.

José Alfredo Barros Vogas, 67 anos

Um antiquário que colecionou joias raras em forma de familiares.

José Alfredo dos Santos, 70 anos

Fez mais de mil amigos por conta de sua gentileza.

José Altamiro Almeida de Souza, 71 anos

Na nova viagem, com certeza terá muita história pra contar e novos amigos pra fazer. Tomara que tenha açaí!

José Alves Coelho, 76 anos

"Beeem... cadê meu café?" Sempre cobrava, pontualmente, o café com pão, de nossa mãe.

José Alves Filho, 89 anos

Reunidos na calçada, não entendiam as letras estrangeiras, mas todos amavam ouvi-lo cantar.

José Alves Neto, 77 anos

Todo mundo conhecia o Seu Zezinho da bodeguinha verde.

José Alves Sampaio, 68 anos

Sereno e humilde em todas as suas palavras, Zequinha da Cagece amava trabalhar.

José Alves Torres, 78 anos

Sempre bem-arrumado e perfumado, esse santista expressava sua alegria com samba.

José Anacleto da Silva, 84 anos

Brincalhão, prestativo e cuidadoso, era notado por onde passava.

José Angelo Ribeiro Figueiredo, 85 anos

Não gostava de falar sobre coisas negativas.

José Antelian Ferreira Xavier, 69 anos

Foi um pai amado de longe, que legou traços físicos e de personalidade, além da saudade, à sua única filha.

José Antônio de Oliveira, 76 anos

Era o melhor amigo dos bichinhos de casa.

José Antônio Duarte Baptista, 66 anos

De sangue, tinha 4 filhos. Mas com o coração conquistou inúmeros

José Antônio Rabelo, 67 anos

Um homem de palavras sábias, festas e cervejinha.

José Antônio Ribeiro, 77 anos

Aparentemente sério, mas dono de uma alegria contagiante. Pai de nove filhos, cinco deles do coração.

José Antunes de Carvalho, 89 anos

Foi uma fonte inesgotável de água com sabor de amor de pai.

José Aparecido Amorim, 61 anos

Um taxista fã de Roberto Carlos, que convocava a família para festas em que a diversão era ele mesmo.

José Aparecido de Lima, 62 anos

"Muito justo!" era o seu bordão alto e grave, acompanhado de uma risada solta e rouca.

José Aparecido Linhares, 56 anos

"Não tem vida melhor do que essa."

José Aparecido Pavão, 59 anos

Sempre levava café na cama para a esposa. Dessa união, nasceram Leandro e Lucas, suas reticências no mundo.

José Armando Louzada Leite, 85 anos

Homem simples da roça, trabalhador e grande pai.

José Arteiro Soares Rodrigues, 80 anos

Um homem que soube ser pacificador ao longo de toda a sua vida.

José Ataíde da Silva, 72 anos

"Zé Ataíde" Aquele que plantou as sementes da civilidade para a formação de cidadãos.

José Augusto de Souza, 58 anos

O funcionário mais prestativo da livraria Independência.

José Augusto Nascimento Silva, 57 anos

Prezou sua liberdade até o último suspiro, amou e foi amado.

José Barboza da Silva, 82 anos

A felicidade dele era ter uma família grande.

José Bazílio de Oliveira, 73 anos

Conduziu a vida através dos remos, em direção à mais pura felicidade. ​

José Bearari, 76 anos

Alegre e honesto, tinha gana e pressa de viver.

José Bonifácio Costa Silva, 76 anos

Uma fonte inesgotável de solidariedade, amor, sorrisos e cultura.

José Braga Azevedo, 54 anos

Carro, pra ele, era de vidro aberto. Nada de ar condicionado! Gostava de sentir o vento - e a vida - no rosto.

José Bráulio Sousa Ayres, 66 anos

Como um enviado de Deus, colocou-se à disposição dos seus semelhantes. Deixa uma multidão de órfãos.

José Candido Ferreira Filho, 75 anos

Nunca teve vergonha de chorar, mas preferia sorrir.

José Carlos da Silva, 68 anos

Era marrudo e tinha cara de bravo. Mas bastava pensar ou falar dos netos que se derretia inteiro... de amor.

José Carlos da Silva, 54 anos

Era um homem de Deus. Ajudou a construir a igreja na qual congregou por mais de 20 anos.

José Carlos de Carvalho Teles, 65 anos

Tinha os olhos cor de violeta que brilhavam mais do que os cristais que amava colecionar.

José Carlos de Jesus, 51 anos

Tio Zé Carlos tinha o Corinthians como uma de suas grandes paixões e sempre dizia "Vai Corinthians!"

José Carlos de Vasconcelos, 64 anos

Suas últimas palavras foram para dizer que amava muito os filhos.

José Carlos Marcos dos Santos, 58 anos

Zé da Feira, sempre presente nos espetáculos de balé da neta e nas missas de segunda-feira, com a mãe idosa.

José Carlos Pereira Novis, 68 anos

Dedicado à família, ao trabalho e ao seu amado Vasco. Do céu, agora, vigia e guarda pelos seus.

Jose Carlos Pires da Silva, 61 anos

Apaixonado por sua “branca linda”, a quem mimava com massagens nos pés e um vestido novo, a cada filho que nascia.

José Carlos Vargas de Oliveira, 67 anos

Adorava um churrasco em família.

José Castanha, 71 anos

Um palmeirense roxo, e fã da variante mais tradicional de moda e pagode de viola. Tião Carreiro era seu ídolo.

José Casturino Ferreira da Silva, 71 anos

Voltou a ser criança para acompanhar o amado neto.

José Cavalcanti de Barros, 92 anos

Pai, avô e bisavô. Amante da vida, contador de histórias e "fazedor" dos poemas mais lindos que alguém já leu.

José Caxias, 68 anos

Seu Zé dedicou sua vida a cuidar do outro.

José Cícero da Silva, 66 anos

Sua alegria contagiante agora iluminará o céu

José Cícero da Silva, 55 anos

Prestativo, tinha prazer em tentar reparar até o que, muitas vezes, não tinha conserto.

José Cícero Nogueira, 87 anos

Plantar era seu hobby preferido e, durante a vida, cultivou as melhores sementes: sua família.

José Cirilo dos Santos, 88 anos

Pai de 14 filhos e muitos netos, todos herdeiros de seu ótimo caráter.

José Claudino da Silva Filho, 57 anos

Carlos Carioca foi um ser humano inigualável. Sua vida daria um livro.

José Cláudio Ribeiro de Lima, 54 anos

Doava-se tão naturalmente aos outros que jamais se deu conta do bem que fazia.

José Claudio Rodrigues Ferreira, 45 anos

Acreditava muito nas pessoas. Sua política era brincar com todos e sorrir sempre!

José Clenildo de Sousa Lopes, 56 anos

A alegria das festas e o sorriso dos amigos, família e pessoas queridas.

José Cordeiro de Farias, 107 anos

Gostava de deixar o rádio no volume mais alto e ouvir as notícias com o jornal aberto, no “quartinho de Vovô”.

José Coriolando Beraldo, 82 anos

Muito inteligente, rápido e um excelente orador, foi um "influencer analógico" da família, amigos e colegas de trabalho.

José da Conceição Góes, 80 anos

O mundo podia estar se acabando que o Sr. Góes não sairia da cadeira de balanço

José da Cruz Magalhães, 69 anos

Muito brincalhão e generoso, ajudava os vizinhos, socorria doentes e mulheres grávidas.

José Darci de Figueiredo, 86 anos

Se você o conhecia, já era amigo dele.

José das Graças Lino, 71 anos

Carinhoso, era sempre recebido com um belo sorriso.

José de Assis Agra Alves, 93 anos

Inventor de inúmeras expressões.

José de Castro Palheta, 69 anos

Para ele tudo estava bom, mesmo que o mundo estivesse desabando.

Jose de Oliveira Marques, 63 anos

Torcedor do Remo e doador de bombons para a criançada da rua.

José de Ribamar Guedes dos Santos, 54 anos

Seu fusca, que sempre quebrava, era o melhor carro do mundo; o conduzia a uma persistência exemplar.

José de Sena, 82 anos

Zé fazia da própria voz a alegria da casa.

José de Sena Batista, 78 anos

Saía ainda na madrugada para pescar e sustentar os nove filhos.

José de Souza Lucena, 50 anos

Bem-humorado, de bem com a vida e ótimo dançarino. Era a alegria de qualquer festa e reunião da família.

José Dejair de Carvalho, 67 anos

"Tenho orgulho de ser igual a minha mãe."

José Dias Ferreira, 81 anos

Um homem forjado entre bois, tijolos, pedras preciosas, notas musicais e muitas palavras para rimar.

José Dias Palitot Junior, 44 anos

Um homem que viveu a vida intensamente.

José Djalma Vieira Amazonas, 76 anos

Ele dizia e acreditava que Deus sempre proverá.

José do Carmo Moraes Cardozo, 67 anos

Pra ele, a felicidade só era real quando compartilhada.

José Domingos da Silva Júnior, 59 anos

Diante da alegria se fez maestro.

José Donisete Xavier, 60 anos

Ele enviava "bom dia" para todos da sua agenda de contatos.

José Duarte da Costa, 66 anos

"Sabia disso? ", era o que ele dizia quando estava prestes a dar sua opinião.

José Edgar da Silva, 73 anos

Mais do que um consagrado artista da música junina, trazia a paz que é própria das pessoas de grande alma.

José Edivaldo da Costa, 65 anos

Tomava café da manhã todos os finais de semana com seu melhor amigo: o neto Mateus.

José Edson da Silva Junior, 32 anos

Enfrentou obstáculos sem nunca tirar o sorriso do rosto.

José Eduardo Jesus e Oliveira, 74 anos

Um pai que fez tudo pelas filhas.

José Edvaldo da Silva, 65 anos

– "Eu não sou seu pariceiro! Cadê a bênção?", costumava dizer.

José Epitácio do Amaral, 60 anos

O melhor pai e avô do mundo, amado eternamente por seus familiares.

José Eronildo Alves Xavier, 50 anos

Seus melhores temperos eram a simplicidade e o amor.

José Estelito de Assunção Pires, 83 anos

Tão querido que virou verso.

José Eufrazio Cardoso, 72 anos

Pai orgulhoso, comemorava cada conquista e gritava aos quatros cantos da cidade: "Foi minha filha que fez!"

José Eugênio Vitor Filho, 65 anos

Um homem forte e feliz que se derretia diante de qualquer sinal de felicidade dos filhos, dos netos e das irmãs.

José Felix Filho, 46 anos

Pequeno na estatura, mas de um coração imenso.

José Fernandes Cândido de Souza, 32 anos

Um homem de inúmeras qualidades, querido por todos e especial em vários aspectos, que hoje faz falta no mundo.

José Fernando Pamplona Gomes, 47 anos

Ele adorava servir o café da manhã de todos os filhos.

José Ferreira Cambraia, 70 anos

O anfitrião dos almoços de domingo.

José Ferreira da Piedade, 66 anos

Tinha orgulho de ter servido ao Exército e, como vigia da escola, era como se fosse guardião da educação.

José Ferreira de Sousa, 68 anos

Dedé, que era habilidoso no dominó, também jogava no bicho e apostava na quina.

José Figueira de Freitas Filho, 87 anos

Em suas longas caminhadas, ele dizia "Alegria, alegria!" aos passantes do semblante entristecido.

José Francisco de Paula, 57 anos

Conseguiu realizar seu último sonho, ter seu próprio pedaço de terra, e foi ali que passou seus últimos meses de vida.

José Francisco dos Santos, 60 anos

Um aventureiro solitário, defensor da cultura indígena e das tradições do nordeste.

José Francisco dos Santos, 74 anos

Homem íntegro, nordestino arretado, com um enorme coração e amante da liberdade.

José Francisco Marques Neto, 87 anos

Uma vida de muitas histórias.

José Germano Pereira, 69 anos

Se você quisesse sorrir, era só se juntar a ele.

José Gilbenê Barbosa, 83 anos

Sempre tinha uma história para contar, com direito a trilha sonora.

José Gomes de Moura, 69 anos

Palavras de fé e amor.

José Gonçalo de Araújo, 70 anos

"Deus te dê felicidade", dizia sempre que lhe pediam a benção. E assim, além de abençoados seriam felizes.

José Gonçalves da Silva, 79 anos

Adorava jaca! Acordava cedo e desejava um bom-dia contagiante, que animava qualquer um.

José Gonzaga Bezerra, 82 anos

Quase todo domingo cochilava no banco da igreja, mas acordava na hora certa pra não marcar bobeira com o padre.

José Guilherme da Silva Machado, 57 anos

Gostava de uma boa zoeira, principalmente com a sogra, a quem tanto amava. O sorriso foi sua marca registrada.

José Guilherme Henriques dos Santos, 60 anos

Médico, piadista, apaixonado por futebol e pela família. O melhor pai do mundo.

José Hailton de Oliveira Brito, 61 anos

Torcedor do Fluminense, contagiava a todos com sua alegria.

José Hélder Melo Lima, 63 anos

Dedicado à família e solidário à comunidade. Onde ele estava, sua alegria e carisma atraíam a atenção.

José Henrique da Silva, 62 anos

O carioca de personalidade forte que pilotou sua própria vida, contagiando a todos com uma sabedoria ímpar.

José Herculano da Silva, 73 anos

Devoto de São José, sonhava em voltar para a terra natal.

José Hugo de Oliveira Alvim, 47 anos

Pai dedicado e camarada, será sempre lembrado pela sua personalidade vibrante.

José Inaldo da Silva Marinho, 53 anos

Esposo, pai e avô incrível e presente, gostava de ajudar as pessoas.

José Irandir Alves da Silva, 71 anos

Entre todas as coisas que gostava de fazer, dormir com uma toalha na cabeça era a mais curiosa.

José Isaías Ferreira Caxias, 68 anos

Amava viver a vida com alegria e um sorriso no rosto.

José Ivan de Sousa Lima, 58 anos

Sua última missão foi ajudar a salvar vidas. Amigo de todos, sempre sereno e alegre.

José Ivan Martins Guedes, 61 anos

Mesmo em meio a tantos nomes pelos quais era conhecido, é difícil encontrar uma só palavra para defini-lo.

José Ivan Rodrigues de Lima, 63 anos

O "cabecinha branca" que deixou as melhores lembranças.

José Izidio da Silva, 60 anos

Bolinha cantava muito mal e dançava todo atrapalhado, mas sem ele as festas perderam a cor.

José Jorge Silva, 70 anos

Carrega nome de guerreiro: Jorge, exatamente como ele era.

Jose Josafá Rodrigues, 83 anos

O Bom Pastor da família Vieira Rodrigues.

José Ladislau Filho, 74 anos

Era conhecido como SAMU do bairro, sempre pronto para socorrer alguém.

José Leonardo Francez, 73 anos

"Quando eu morrer, quero ser enterrado no cemitério Campo Grande, para dar tchau aos ônibus que passarem.”

José Lima Cunha, 58 anos

Genioso e de opinião forte, preferia muitas vezes a paz de permanecer em silêncio.

José Lino Pereira Filho, 79 anos

Ele foi o melhor exemplo da frase “fazer o bem sem olhar a quem.”

José Lionor Pereira, 69 anos

O tio que era como pai para os sobrinhos; tinha um coração gigante, um coração que abrigava toda gente.

José Lopes da Silva, 80 anos

Tinha uma imaginação única sobre ET's e dizia já ter visto alguns com os próprios olhos.

José Lopes de Oliveira, 60 anos

Um homem guerreiro.

José Lúcio dos Santos Bernardino, 64 anos

Uma pessoa adorável, bem-humorada, carinhosa. Flamenguista "roxo". Amou sua família e amigos intensamente.

José Luis Mota, 53 anos

Festeiro, ocupava a função de organizador geral. Na cantoria, comia a letra e exibia a pança.

José Luiz da Silva, 66 anos

Homem admirável por sua dedicação com os outros e pela persistência diante das situações.

José Luiz de Andrade Armigliato, 78 anos

Um colecionador de relógios que viveu intensamente cada minuto de sua vida.

José Luiz Souza, 66 anos

Ele era da arte. Como gesseiro, carregava talento nas mãos. Um exímio artista plástico.

José Luiz Terra Cunha, 75 anos

De professor a showman da família, sempre se fez presente na vida de todos que conviveram com ele.

José Marcelino Nunes da Silva Júnior, 51 anos

Uma alma muito boa. Na Santa Casa, era o “paizão” dos médicos e enfermeiros.

José Maria Brito, 62 anos

Generoso, corintiano, amante de música e dedicado à família, levava alegria aonde fosse.

José Maria de Melo, 77 anos

Zeca cuidava de suas plantas com todo o zelo. Adorava contar histórias e eternizou a vida com poemas.

José Maria Dutra, 72 anos

Ganhou o mundo e retornou para o seu Ceará. À família, legou a educação, algo que "ninguém pode tirar".

José Maria Santos Gonçalves, 70 anos

Apaixonado pelo Pará e torcedor entusiasmado do Paysandu

José Mariano Pereira Filho, 57 anos

Torcedor ardoroso do Sport Club do Recife.

José Marinho de Queiroz, 76 anos

Apaixonado por sua profissão e sua família, sempre batalhou por eles, pelos seus sonhos e pela sua vida.

José Mario Costa Rocha Filho, 42 anos

Por onde passava, deixava um rastro de alegria e felicidade.

José Mário Ferreira da Silva, 60 anos

Um caminhoneiro de sorriso largo e energia contagiante, que marcou muitos corações pela estrada da vida.

José Martins de Souza, 52 anos

Gostava de viver uma vida tranquila, beber aos finais de semana e ficar em seu comércio.

José Mauri Freire, 51 anos

Ele expressava o seu amor nos pequenos gestos.

José Mauro Brochado, 70 anos

"Fala, vascaíno!", era sempre sua maneira de cumprimentar quem quer que fosse.

José Maximiano Duarte Neto, 35 anos

Um professor que nunca se calava diante de injustiças.

José Menache Neistein, 85 anos

Foi uma dessas pessoas cuja passagem pelo mundo deixa um legado inestimável e enorme saudade.

José Mendes da Silva, 68 anos

Apaixonado por peixe assado com açaí; o verdadeiro açaí com farinha, que preparava para o almoço todos os dias.

José Mesquita Melo, 78 anos

Gostava mais de ficar em casa, em frente à televisão, do que de sair.

José Miguel da Silva, 84 anos

Pela sanfona ou pela gargalhada, ele era reconhecido de longe.

Jose Nazareno do Nascimento Lima, 45 anos

Com um humor ímpar, quando via que alguém estava capiongo, dizia: “Homi, deixe de muído!”

José Nelson Marsola, 80 anos

Devia ter sido pastor ou padre pela sua bondade...

José Nemem Jereissati Netto, 57 anos

Na vida, seu bem essencial era uma boa companhia.

José Neris de Oliveira, 63 anos

Um contador de histórias sobre as aventuras da vida.

José Oliveira de Sousa, 69 anos

O melhor contador de histórias, a risada era garantida quando Zé Bernardo estava por perto.

José Onofre Reis do Nascimento, 69 anos

Queria ser lembrado como um ótimo filho e um ótimo pai. Assim é!

José Orlando Gomes, 59 anos

Uma herança incalculável; valores que o dinheiro não paga.

José Otávio Pacheco Teobaldo, 74 anos

Um pernambucano que adorava ouvir música deitado em sua rede.

José Paula de Oliveira, 74 anos

Foi "super" em tudo que se propôs a fazer na vida.

José Paulo Gomes, 66 anos

Todos procuravam nele, um conselho para lidar com problemas. Amigo e querido por todos!

José Paulo Gomes Ribeiro, 62 anos

Sempre elogiava as pessoas que amava.

José Pedro Rossetti, 65 anos

Era um homem de amores, especialmente à família, à pesca, aos animais e ao bigode.

José Peinhopf, 76 anos

Ele conheceu muitos lugares, mas dizia que "viver no Brasil é ótimo, aqui temos os melhores amigos".

José Pereira da Silva, 88 anos

Gostava de ficar em casa. Tinha habilidade para tecer redes de pesca.

José Pereira Filho, 78 anos

Ele foi uma estrela no céu de sua neta, Maria Eduarda.

José Pereira Marinho, 80 anos

A doçura materializada. Gostava de cozinhar pratos coloridos e era amado pelos gatos.

José Pereira Mendes, 99 anos

Acreditava no sentido da família: ser unida e feliz.

José Pereira Sales, 69 anos

Ele se encontrou no Rio de Janeiro e adorava receber visitas de parentes e amigos.

José Péricles Gomes Lopes, 71 anos

Pai dedicado e avô bobo, ostentava um bigode de respeito com muito bom humor.

José Pinheiro da Silva, 77 anos

Numa bela sinfonia, forrozeou com sua luz e sorriso.

José Pinheiro dos Santos, 80 anos

Seu legado está posto para todos, construído ao longo dos seus 80 anos de existência.

José Pinho Pereira, 93 anos

O oficial da marinha que cantava serestas e devorava jornais.

José Pinto de Miranda, 83 anos

Seu Miranda, católico fervoroso, coordenava o terço na praça da Paróquia São João Bosco, no Rio de Janeiro.

José Plácido, 77 anos

Era só chegar... e já tinha um cafezinho esperando e um boa história pra contar.

José Quelho de Souza, 65 anos

Sua realização era ver a felicidade de seus entes queridos.

José Raimundo Barauna Cardoso, 52 anos

Demonstrar amor sem diferenças e defeitos: essa era sua missão.

José Raimundo de Jesus dos Santos, 53 anos

Um homem forte de coração mole.

José Raimundo Nunes Lima, 66 anos

Ele virava criança só para ver a neta feliz.

José Raimundo Vieira Magalhães, 76 anos

O abraço e a voz forte, a firmeza e a alegria serão sempre seus legados entre nós.

José Renato Pires do Nascimento, 65 anos

Uma pessoa incrível, excelente filho, marido, pai, avô, tio e amigo. Para quem não havia tempo ruim.

José Ribamar Berredo Urbano, 72 anos

Seu Urbano era a prosa sem hora para acabar.

José Ribamar Jares Pereira, 73 anos

Aqueles que amamos não se ausentam, transformam-se em saudade!

José Ribamar Oliveira Silva, 79 anos

Exemplo de força, persistência, dedicação e superação.

José Ribamar Paixão Santos, 72 anos

Para ele, tudo estava sempre bom. E nunca deixava de fazer uma “fezinha” semanal.

José Ribamar Pinto, 90 anos

Um profundo conhecedor da palavra de Deus.

José Ribamar Pontes, 78 anos

Zecão da Praça 14, símbolo de resistência negra, uma vida que merece virar samba.

José Ribamar Ribeiro dos Santos, 82 anos

Aos 82 anos, ainda gostava muito de jogar futebol.

José Ricardo Barbosa Rodrigues, 55 anos

Cozinhar era sua forma de dizer "eu te amo".

José Ricardo de Jesus Aguiar, 55 anos

Morador do Piscinão de Ramos, foi um ícone na comunidade onde viveu por ajudar a todos, dando o seu melhor sempre.

José Ricardo Magela Vilela, 45 anos

Apaixonado por música, família e amigos. Mas com ele por perto, não se falava em política.

José Rinaldo Coelho Pereira, 58 anos

"Essa vida de rico me cansa", frase sempre dita por ele.

José Roberto C. Iglesias, 64 anos

Um homem a ser lembrado por suas conversas intermináveis e risadas descontroladas.

José Roberto Corrêa, 55 anos

Tinha um coração lindo e muito brilho no olhar.

José Roberto de Castro, 77 anos

Roberto amava chocolatinhos e queria guardar todas as fotos da família para si. Fingia ser durão.

José Roberto de Souza, 69 anos

Felicidade em alta voz.

José Roberto Ruz Requena, 58 anos

Impossível não lembrar do som de sua risada e do timbre de sua voz grossa.

José Roberto Salvett, 53 anos

Sempre amou a família, procurou ajudar todos e fazia a melhor esfiha da cidade.

José Roberto Sousa de Oliveira, 71 anos

Acreditava tanto no poder da educação que, sem saber, educou todos na arte de ser generoso, dedicado e correto.

José Rodrigues da Silva, 76 anos

Carregou a paixão pelo Náutico pelas estradas do Brasil. De seu baú de memórias, sacava muito amor.

José Rodrigues Lima, 68 anos

Renovava a alegria de viver em banhos no mar.

José Rodrigues Soares de Oliveira, 60 anos

Pedreiro de profissão, especialista em bondade no coração.

José Romélio Brasil Ribeiro, 65 anos

Visionário, brincalhão e pai amoroso, irradiava alegria contagiante, positividade e fé.

José Romildo Nogueira da Silva, 55 anos

Militar do coração enorme e um vovô maravilhoso.

José Ronaldo Lima de Barros, 62 anos

Dizia “eu te amo” com a mesma intensidade em que vivia seus dias.

José Ronaldo Menezes, 60 anos

Sua principal virtude era servir o próximo.

José Ronaldo Xavier Costa, 68 anos

Cantor nas horas vagas, interpretava Reginaldo Rossi com toda sua alma, animando as festas de família.

José Sales Lima Verde, 69 anos

Muito feliz e boêmio, deixou uma dose de amor aos que ficaram.

José Salu Neto, 85 anos

Ele amava em detalhes, era amor da cabeça aos pés.

José Severino Luiz, 63 anos

A voz alta e o pavio um tanto curto compunham seu jeito único e alegre de ser.

José Sévio Meneses Oliveira, 70 anos

Amava filmes, mas muito mais seus filhos e netos! Deles foi: exemplo, proteção, alegria, amparo e calmaria.

José Sinval de Carvalho Lima, 75 anos

No declínio da vida até a morte se declina, pois no legado deixado a vida nunca termina.

José Soares da Silva, 64 anos

Gostava de se descrever como a música de Raul Seixas, um "maluco beleza".

José Tadeu Tardochi, 68 anos

Brincava como se fosse uma criança.

José Tarcísio Rodrigues Mendonça, 63 anos

"Vamos à luta!", dizia ele. E não apenas dizia, como também apoiava a luta dos seus.

José Telles Pinheiro, 77 anos

Devoto de Santo Antônio, adorava presentear com flores. Era um Romeu do século XXI.

José Thadeu da Fonseca Gomes, 61 anos

Ele era como um farol de fé nas madrugadas, iluminando quem buscasse seus conselhos.

José Valdir da Silva, 71 anos

Viveu, amou e demonstrou com suas ações.

José Valdivino do Nascimento, 65 anos

Tratar os outros como você se trata, esse era o lema do seu José.

José Valiente, 74 anos

Soberano no coração da família.

José Vanderlei Bonanho, 68 anos

Sonhava em ser Papai Noel. As crianças iam ao mercado apenas para ver a alegria que José era.

José Vicente de Oliveira, 61 anos

E... naquele domingo bonito de outono, o Curió bateu asas e voou. Voou e nunca mais voltou.

José Vieira, 87 anos

Quem quer garapa, melado e rapadura do seu Zé Alagoano?

José Vieira Primo, 63 anos

Um apaixonado por pescaria, que raramente pegava um peixe, mas que fisgou o coração de Sandra para sempre!

José Virgílio de Ornelas Freitas, 74 anos

Não gostava de ir ao mar, mas amar para ele foi verbo fácil de se conjugar.

José Vitor Ferreira Góes, 37 anos

Um apaixonado torcedor do Bahia que era pura alegria, bondade e amor.

José Welington Barroso Carneiro, 36 anos

José era um otimista, sempre dizia que tudo daria certo.

José Wilson dos Santos, 57 anos

Fez da vida uma grande festa, espalhando seu bordão "Oh, céus!".

Joseci Pereira de Andrade, 43 anos

Otimista, sempre via o copo cheio. E se fosse de cerveja, já tomava.

Josefa Bezerra Cordeiro, 65 anos

Não ficava nem um único dia sem telefonar para ter notícias da neta e dos netos do coração.

Josefa Dantas de Souza, 72 anos

Mãe e filha foram-se juntas, seguindo a lógica que as guiou em vida: "onde uma vai, a outra vai atrás".

Josefa Maria de Jesus Mendes, 88 anos

Nada era capaz de desmotivá-la, nem a sua cadeira de rodas. Adorava um forrozinho.

Josefa Santana Andrade, 80 anos

Na casa da grande "Pequena" podia tudo, menos não comer...

Josefa São Pedro Pinto, 67 anos

Reinventava as palavras; em seu dicionário, família significa amor.

Joselene de Fátima Carneiro Pereira, 60 anos

Era tão apaixonada pelo Flamengo, que se tivesse jogo quarta-feira, ela é que não ia fazer o jantar.

Joselice Guimarães dos Santos, 63 anos

A taxista mais simpática de Salvador.

Joselita de Araujo Lima, 60 anos

Só descansou quando soube que seus sete cachorros estavam com quem ama os animais.

Joselito Bomfim de Lima, 55 anos

Levantou-se de todas as rasteiras que a vida lhe deu, sorriu e cozinhou como ninguém!

Joselito Nascimento dos Santos, 53 anos

Um flamenguista que não dispensava um bom churrasco e uma cerveja gelada, com a família.

Josemar José de Lima, 62 anos

Um dentista com mania de limpeza e organização, que também dava expediente como bancário.

Josenildo Medeiros da Silva, 74 anos

Negro, de cabelos e bigode brancos, um homem de periferia, que lutou muito na vida.

Josenildo Mendes de Sousa, 64 anos

Um aprendiz incansável da arte de viver.

Joseny da Silva Mariano, 63 anos

Gostava de contar histórias, colecionar coisas e torcer para o Santos.

Josete Joaquim dos Santos, 56 anos

O corredor.

Josias Batista, 71 anos

A teimosia era seu único defeito, o resto era só alegria.

Josias Luiz Pinto Moreira, 67 anos

Faculdade? "Com licença, por favor e obrigado", eram as formações essenciais que o Chico ensinava aos filhos.

Josil Araujo Costa, 52 anos

Com ele era só alegria, não tinha tempo ruim. Pacientemente encarava as dificuldades da vida.

Josimar Arêas Barbosa, 65 anos

Sinônimo de bondade e doçura.

Josimeire Alves Façanha, 46 anos

Seu doce sorriso e seu amor ao próximo marcaram gerações.

Josinaldo Mendonça, 53 anos

O arengueiro amigo de todos.

Josival Ferreira dos Santos, 59 anos

Por trás do semblante sério, havia um coração enorme e bondoso.

Josué de Ramos, 22 anos

Mesmo jovem, já planejava abrir padaria com seu nome. Aos amigos, distribuía sorrisos e alegria contagiante.

Josué Dias de Alencar, 67 anos

"Um homem grandão", de voz calma e passos largos e que já chegava de braços abertos.

Josué Rosa de Oliveira, 46 anos

Um amante da justiça e da paz.

Josuel Pais de Almeida, 43 anos

Extrovertido, gostava de tocar sax, viajar e comer bem. Mas amava mesmo fazer a família e os outros felizes.

Jovita Rosa dos Santos, 60 anos

Demonstrava amor em muitos abraços e beijos que adorava distribuir.

Jozemar Bezerra Cordeiro, 60 anos

Passou pela vida a brincar e adorava repetir com orgulho que a Família Cordeiro tinha brasão!

Juan Beltran Gonzalez Silva, 68 anos

Um homem amoroso que gostava muito de ajudar aos outros.

Juana Naranjo Gallart, 86 anos

Uma espanhola extremamente vaidosa e de coração enorme. Reconhecida por fazer o bem.

Juann Carlos Gonçalves Cardoso, 32 anos

Era o mais cheiroso da rua durante a adolescência.

Juarez Klinger do Areal Souto, 86 anos

Médico e professor, era a própria alegria! Chegava com aquele sorriso, a voz forte, e o ambiente se iluminava.

Juarez Queiroz de Lima, 64 anos

Seu hobby era fazer lives para falar dos problemas de seu bairro.

Juarez Ribeiro de Barros, 93 anos

O velhinho mais elegante da missa de domingo, com lugar cativo no banco da igreja e no coração das pessoas.

Julcivan de Araújo Silva, 48 anos

Capotinha era o típico paraense que amava açaí com camarão.

Júlia da Silva Santos, 71 anos

De sorriso fácil, tinha um coração enorme e uma alma doce.

Julia Ferreira Neta da Silva, 62 anos

Nunca se esqueceu de quando foi criança, ao contrário dos que ficam adultos.

Júlia Maria de Medeiros Annes, 76 anos

Pós-graduada em ser mãe, dedicou amor materno por onde passava. Íntima de Deus e de seus anjos da guarda.

Julia Maria Félix Nogueira, 80 anos

Descendente de povos indígenas, a palavra "Guerreira" descrevia Julia.

Julia Nietto Parra, 101 anos

Flexível para adaptar-se ao novo, mas firme para sustentar valores por toda uma vida: uma mulher de fibra.

Julia Silva dos Santos, 71 anos

Foi um anjo que Deus colocou na terra para acalentar o coração de muitas pessoas.

Júlia Viana, 24 anos

Igual ao coração de mãe, no seu, sempre cabia mais um. Levava amor aonde ia.

Juliana Amorim Marques, 34 anos

Uma professora que ensinou a importância de tratar as pessoas sem preconceito e com igualdade e valor.

Juliana Cristina de Souza, 30 anos

O brilho dos seus olhos e seu largo sorriso expressavam todo amor, fé e força que habitavam em seu coração.

Juliana Musse Chen, 42 anos

Apaixonada pela vida, pelos animais e por viagens.

Juliana Soares, 32 anos

"Ouça uma música que você gosta, você vai se sentir melhor", era o conselho básico da Jubs.

Juliano Élcio Fiori de Oliveira, 39 anos

Alma de criança, não parava quieto. Gostava de irritar sua filha Isabella e fazê-la gargalhar a todo custo.

Juliano Reis Apolinario, 42 anos

Amava ficar em casa e só saia se fosse para agradar sua mãezinha.

Julieta dos Santos, 82 anos

Mãe de dez, avó de vinte e quatro, bisa de seis. "Família" era seu sobrenome.

Julio Antunes Fado, 59 anos

“Nós aprendemos bem o ditado que diz: quem ama, cuida” dizia Julio.

Júlio Cesar Carvalho, 41 anos

Um cara diferente de todos. Tão diferente, que tinha até superpoder: sua curiosidade inesgotável.

Julio Cesar de Oliveira, 57 anos

Um homem de poucas palavras, muitas ações e sorriso fácil.

Júlio Cesar de Oliveira Varella, 48 anos

Entendia de tudo um pouco. Em casa, fazia as vezes de eletricista, pedreiro, técnico em informática, pintor...

Júlio César Mendes Silva, 45 anos

Carioca da gema que dizia: "Vamos viver o hoje, que o amanhã só a Deus pertence."

Julio da Cunha Venâncio, 38 anos

Adorava dizer se gabando: "Sou um cavalo sempre forte!"

Júlio Ferreira da Silva, 90 anos

Com sua bengala na mão, todas as tardes saía para visitar amigos e familiares.

Júlio Marinho da Silva, 65 anos

Dedicou a vida a cuidar com muito afeto de quem amava.

Júlio Newton dos Santos Salgueiro, 76 anos

Competência e dedicação técnica e humana marcaram sua trajetória.

Júlio Pinheiro, 57 anos

Flamenguista fiel, médico e pai dedicado. Amigo certo das horas incertas, piadista de carteirinha.

Junio Eiji Kajihara, 52 anos

Referência de carisma, gentileza e boa conversa em Maringá.

Junior Cesar Correia Santos, 40 anos

Chamava atenção por sua alegria constante e contagiante.

Juraci Araujo Pinheiro Júnior, 54 anos

Pai amoroso, alegre, bem-humorado e teimoso, partiu amando Luna, a neta que não conheceu.

Juraci da Silva Braga, 66 anos

Seja nos hospitais ou na vida, “dói, mas passa”.

Juraci de Oliveira Nunes, 81 anos

"Va tutto bene", dizia. E fazia tudo o que podia para que todos realmente estivessem bem.

Juracy de Queiroz Araújo, 78 anos

Chamado de Painha pelas filhas, divertia-se com o apelido. Fã de Nelson Gonçalves, partiu ao som de "Boemia".

Juracy Dolacio Mendes, 88 anos

Salve salve Juracy!

Juscelino Costa Sousa, 58 anos

Doutor Juscelino era completamente apaixonado por Bernadete, sua querida esposa.

Jussara Martins de Oliveira Neves, 49 anos

Jussara sempre foi moleca. Brincava, sorria, cozinhava, vendia malas. Era multifunção porque tinha muito amor.

Justino Borges Pinheiro, 80 anos

Amou e seguirá, para sempre, amado.

Juvenal Pinheiro Teixeira, 58 anos

O hábil artista manual que inventava de tudo, mesmo sem todos os dedos.

Juvenal Vicente, 69 anos

Bondoso, humilde, humano, Boinho foi um paizão de generosidade no mundo.

Juvito Batalha Lucas, 87 anos

Homem de muita fé. Com a Bíblia na mão, transmitia seus ensinamentos.

Karollyne Mendes Ramos da Silva Souza, 19 anos

Conquistou o mundo com sua inteligência, suas longas tranças azuis e seu sorriso tímido.

Katia Cileni Maciel da Luz, 51 anos

Por toda a vida, ela doou muito de seu amor.

Kátia de Carvalho Martins, 68 anos

Uma grande acumuladora de viagens históricas, de amizades e do amor por sua gata de estimação.

Kátia Maria Martins de Oliveira Carvalho, 56 anos

Não tinha limites para fazer seus filhos felizes, a alegria deles era sua alegria.

Kazuyoshi Wada, 69 anos

Era o japonês mais brasileiro do Maranhão. Gostava de feijoada, de peixe frito e aprendeu a abraçar.

Kepler Araújo Silva, 44 anos

Seu jeito especial continuará vivo em cada um dos que o conheceram.

Kerson Ferreira Salomão, 58 anos

Chamava todo mundo de vascaíno: "E aí, vascaíno, como você está?" era o jeito dele de cumprimentar.

Khalil Ez Zughayar, 73 anos

Um Khalil em uma família com três Khalil; filho do Ibrahim, de uma família com três Ibrahim...

Kleber Marques Paiva, 67 anos

Brincalhão e contador de piadas, gostava de baralho, dominó e matemática. Mas sua paixão mesmo, era Alciléa!

Kleyton Batista Gomes, 35 anos

Ele estava sempre certo e acertou de novo ao dizer que já, já, estaria bem.

Laelia Ednaci Batista, 44 anos

No rosto, sempre um sorriso. No coração, a certeza de que Deus era com ela.

Laércio Antônio de Rosa, 63 anos

Os netos eram sua maior riqueza.

Laércio Cusin, 66 anos

Na vida, ele alimentou pessoas, sorrisos, paixões e um grande amor.

Laerte Nazareno de Oliveira Quemel, 72 anos

Seu sorriso era único. Cheio de alegria, amava fazer piadas com os amigos.

Landir Adriano, 70 anos

O sorriso largo e sereno anunciava o coração forte e gigante.

Larissa Correia, 33 anos

"Vou na sua casa pra você não morrer de saudades de mim", dizia ela antes de visitar a amiga.

Larissa Tarouco Mello, 22 anos

Torcedora do Grêmio, brilhava também em campo, seguindo seu grande sonho.

Lauane Monteiro Gentil, 40 anos

Sua presença era sinônimo de muita alegria e diversão.

Laudeâny Aparecida de Bueno Brandão, 50 anos

Celebrava a vida pela gastronomia e amava estar entre pessoas queridas.

Laudelina Fonseca Dias, 77 anos

Uma mulher de palavras e atitudes fortes, mas com um coração de manteiga derretida.

Laudemila de Sousa Silva, 74 anos

Tinha o sangue quente. Luda nunca levava desaforo para casa.

Laudemir Santana, 64 anos

Seu Super Lau se resumia em alegria.

Laudenir Soares de Mello Pedrosa, 71 anos

Usava, por onde passava, sua melhor ferramenta: o amor.

Laura da Conceição Cepa, 92 anos

Ela veio lá de Portugal para torcer pelo Vasco e ser a alegria dos almoços em família.

Laura da Silva Pinto, 82 anos

Nas festas, jogava bombons para o alto para que seus convidados pegassem; e eram sempre recheados de amor.

Laura Fontani Machado, 89 anos

Confundia os nomes dos filhos com os dos netos. Amor não faltava nos almoços de domingo.

Laura Rodrigues Silva, 22 anos

Apaixonada por fotos, colecionava em sua galeria pores do sol.

Laurentino José de Oliveira, 78 anos

Com fogos de artifício do mundo todo, ele comemorava o aniversário e celebrava a vida.

Laurita Barbosa, 91 anos

Tia Nita, como todos a chamavam, era a tia e mãe de todo mundo.

Lauro Freitas Filho, 61 anos

Homem alegre e apaixonado por suas conquistas, cujo maior feito foi semear carinho e amor.

Lauro Romano, 71 anos

Distribuía um pouquinho de sua alegria quando tocava violão.

Lázaro Gomes de Moraes Neto, 65 anos

Na música, foi autodidata. Com as sucatas, era artesão. E as piadas, contava como ninguém.

Lazinha Targas, 80 anos

Mulher dedicada, consagrada e fiel.

Léa de Castro Oliveira, 98 anos

Abnegada, solidária, engraçada e a eterna Furustreca.

Leandro Jorge Lima Del Aguila, 44 anos

Era um cara grande. E, era um grande cara.

Leandro Oppedisano Avella, 30 anos

Ninguém gostava da banda que Rebeka gostava... ele sim.

Leandro Santana da Silva, 39 anos

Cresceu, mas manteve a alma infantil.

Leandro Santos de Oliveira, 38 anos

Sempre contava alguma mentirinha, do tipo boba, e que já desmentia, na mesma hora.

Leda Annunciata Torloni, 93 anos

Os Natais em sua casa eram maravilhosos, ela sempre elegantérrima e a casa toda decorada. Inesquecível.

Lêda Grafanassi Tranjan, 89 anos

Mulher forte, fazia da sua solidariedade o amor em movimento.

Leida Netto de Albuquerque, 92 anos

Mãe e amiga, sempre foi o conforto para todos os momentos.

Leila Maria da Silva, 72 anos

Amava reunir todos os filhos e comemorar a vida com eles.

Leilane Lima, 30 anos

Nasceu para servir a Deus e ao Seu propósito.

Lelia Nazaret Xavier, 44 anos

Todos os dias, ela ia à casa da mãe e da irmã, para que pudessem tomar café da manhã juntas.

Leni de Paula Cavalcante Silva, 74 anos

Distribuía aos clientes da padaria onde trabalhava o seu lindo sorriso, acompanhado do troco.

Lenilda da Silva Breves, 63 anos

Talento nato para contar piadas. Com vocês, Lenilda.

Lenira Machado Pereira, 82 anos

Ela era toda feita de afeto e seus doces eram os melhores.

Lenira Sales de Azevedo e Silva, 102 anos

Mãe, tia e avó de muitos por laços de sangue e, principalmente, por laços do coração.

Lenita Maria Santhiago do Nascimento, 76 anos

Educadora, baiana de escola de samba e sempre pronta para ajudar.

Leonaldo de Oliveira Lima, 34 anos

O Galeguinho era só alegria e risos. Seu amor desconhecia limites.

Leonarda Pereira de Araújo, 84 anos

De amor e fé inabalável, saiu do sertão do Piauí e constituiu uma linda família em Goiás.

Leonardo Bezerra de Freitas Junior, 59 anos

Mesmo não sendo compositor, dedicava músicas de presente para quem amava.

Leonardo Cunha de Oliveira, 71 anos

Passava horas mexendo em seu fusquinha azul e amava tocar sua sanfona.

Leonardo Farley, 37 anos

"Vamos fazer um churrasco?", perguntava ele em absolutamente qualquer evento.

Leonardo Ferreira de Lima, 44 anos

Aprendeu e ensinou inglês, mas não houve quem o ensinasse a amarrar os cadarços.

Leonardo Montoril Oliveira, 41 anos

Léo, que não imaginava um mundo sem abraços, dedicou-se à construção de leitos de UTI durante a pandemia.

Leonardo Ribeiro de Lima, 49 anos

O sétimo filho dos nove que sua mãe teve.

Leoni Barbosa Pereira, 74 anos

Acolhia todos com um grande abraço.

Leonildo Rosa, 77 anos

Para o palhaço Formigão, o espetáculo jamais vai acabar.

Leonilia da Costa Araújo Monte, 84 anos

Tinha a mania de viver e seu carisma era contagiante.

Leonor da Silva Almeida, 91 anos

A vovó que era sinônimo de força.

Leonor Mota dos Santos, 64 anos

Mulher de oração, ainda havia muitos sonhos a realizar.

Leontina da Conceição Pedro Moia, 63 anos

Seu sorriso era tão grande que a obrigava a espremer os olhinhos...

Letícia Lins de Andrade, 65 anos

Dentro de seu coração sempre cabia mais um.

Letícia Neworal Fava, 28 anos

Menina doce, alegre, de coração gigante e dona da melhor risada do mundo.

Letícia Rodrigues de Andrade, 22 anos

Tinha pressa de viver, como se soubesse que tudo pode ser breve.

Levi Jacinto Gomes, 69 anos

Amoroso e dedicado, cuidava com carinho imensurável de sua mãezinha.

Levita Pina Lins, 86 anos

Gostava de estar cercada das três gerações de mulheres que ajudou criar. Para elas, deixou de herança a força.

Lia Tulmann, 69 anos

Cozinheira de mão-cheia, tudo o que ela fazia era pelas filhas.

Líbero Orsi, 74 anos

Ensinou que era importante deixar sempre acesa a chama da alegria.

Licurgo Alves Ferreira Neto, 64 anos

"Com Cristo no barco, tudo vai muito bem!"

Lidia Maria Constâncio Pagadigoria, 85 anos

Foi um ser iluminado, com bondade infinita.

Lidiane Vieira Frazão, 35 anos

Uma menina com sonhos e uma semente recém-trazida a este mundo, que só queria ser feliz e amar sua família.

Lídio José da Silva, 79 anos

Um brasileiro legítimo, que vivia alegre, sorrindo, fazendo sorrir e contando piadas sem graça.

Lígia Tavares da Silva, 54 anos

Quando perdeu a visão, nos ensinou que o caminho certo se enxerga com o coração.

Linaldo Malaquias dos Anjos, 52 anos

A magia da leitura subtraía seus cansaços e tornava concretas as viagens mais fantásticas.

Lincon Luis Teixeira Gonzaga, 44 anos

Chamem-no de Zé do Churrasco e nunca esqueçam dos seus pães de alho queimados.

Lindalva da Silva Pinheiro, 65 anos

Guerreira e batalhadora, uma flor com fibras de aço. Queria transformar o mundo num lugar mais amoroso.

Lindalva de Sousa Moura, 75 anos

Batia papo com toda a aldeia e fazia uma bela tapioca.

Lindaura de Oliveira, 91 anos

Nessa idade, tinha muita força, inteligência, amor.

Lindaura Souza de Abreu, 75 anos

A família foi sua filosofia de vida.

Lindinaldo Firmino de Oliveira, 67 anos

Tinha um jeito bem-humorado e objetivo, falava tudo o que vinha na sua cabeça.

Lindinete Ferreira da Silva, 48 anos

Sentia-se jovem por natureza. Sempre dizia aos outros sua idade errada.

Lindomar Lucena Lima, 83 anos

Apaixonado pelos filhos e netos.

Lindomar Marques Viana, 50 anos

Ele e sua churrasqueira eram os responsáveis por manter família e amigos juntos e alegres.

Lino Rodrigues Machado, 61 anos

"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança."

Linus Vidal, 62 anos

Dono da gargalhada mais generosa do mundo.

Lionete Ribeiro da Silva, 68 anos

Fez dos amigos os seus filhos, guardados na sua generosidade.

Liriane Gaffo, 34 anos

Tinha uma alegria contagiante.

Lisângela Kelly Melo Ponte Avelino, 35 anos

Tinha um sorriso contagiante, que transmitia paz e alegria.

Lomelino Gomes Filho, 63 anos

Caladão, o cara mais tranquilo que existia, superfamília e torcedor fanático do Leão Azul.

Lourenço Dias Monteiro, 71 anos

De bem com a vida, sempre.

Lourival Calazans Torres, 84 anos

Levava a vida de maneira leve: sempre de bem com a vida e um sorriso no rosto.

Lourival de Melo, 70 anos

"Tudo bem? Vai a pé ou de trem?", brincava.

Lourival Goes Santana, 68 anos

Acreditava e dizia: "tudo vai melhorar, só precisamos acreditar e esperar".

Lourival Sales Ramos, 65 anos

Sempre festeiro, onde chegava, roubava a cena.

Luan Djailton da Silva, 26 anos

Amava os gatos por ter, assim como eles, uma alma intensa: ora maré mansa, ora tsunami.

Lucas Cardoso de Almeida, 55 anos

Batalhador e pai incrível, amava "assar uma carninha" no quintal com a família.

Lucas Elias Rodrigues, 79 anos

"Tobias Alexandre". Uma piada interna inventada por ele, que era feito da mais pura alegria.

Lucas Sávio Costa, 43 anos

Guiava a ambulância suavemente pelas estradas do Vale do Jequitinhonha, sempre a cantarolar um hino católico.

Lucas Suzart Barbarino da Costa, 25 anos

Nunca gostou de lamentos... Superava as dificuldades com alegria.

Luce Verônica Franco de Souza, 63 anos

Tinha uma mania engraçada: guardava até talher de plástico de restaurante quando achava bonitinho.

Luci Cléa da Silva, 50 anos

Para ela, enfermeira apaixonada, todas as vidas tinham o mesmo valor.

Luci da Silva Faria, 67 anos

Ela enfeitava a vida, ora com sua arte, ora com seu amor.

Lucia Aparecida Oliani, 63 anos

Lúcia tinha um sorriso capaz de fazer os dias tristes e cinzentos se tornarem coloridos.

Lucia Maria da Silva, 66 anos

Uma mulher de muita fé, era a alegria em pessoa e adorava estar junto dos amigos.

Lucia Maria de França Cortez, 70 anos

Especialista em ajudar crianças a nascerem, ela sabia que o carinho era o melhor tratamento para qualquer um.

Luciana Aparecida Candido dos Santos, 49 anos

Enfermeira dedicada e orgulhosa, escolheu seguir atuando, mesmo depois de aposentada. Doou-se por amor à profissão.

Luciana Botelho dos Anjos Madureira, 53 anos

Uma conselheira que sabia ouvir e levar palavras de incentivo e persistência a quem fosse preciso.

Luciana Glória Gonçalves, 33 anos

Luciana significa "luminosa e graciosa", exatamente como ela foi para quem a conheceu.

Luciana Gonçalves de Oliveira, 50 anos

Uma mulher guerreira. Mãe e avó que, com seu exemplo, inspirou o mais profundo amor.

Luciana Loureiro do Nascimento, 34 anos

Zelava por todos e se esmerava nos detalhes para sempre fazer o melhor.

Luciana Silva da Cruz, 85 anos

Adorava abençoar os outros e sempre dizia: "Deus te dê saúde".

Luciane Malko Freiberger, 34 anos

Mulher, filha, aluna, amiga, esposa, engenheira e fisioterapeuta com muito amor.

Luciano Bueno dos Santos, 76 anos

Engenheiro que ria alto e amava muito a vida e os quatro filhos, sua "escadinha".

Luciano da Silveira Richa, 63 anos

Atravessou a vida dançando, enquanto construía móveis e alegrias.

Luciano de Oliveira, 84 anos

Amava viver. Para ele, felicidade era curtir com a família, tomar uma cervejinha e ver o Vascão jogar.

Luciano Evaristo Barbosa, 41 anos

Cheio de vida, era uma pessoa do bem. Iluminava por profissão e por dom.

Luciano Figueiredo Marinelli, 46 anos

Generosidade era sua melhor definição.

Luciano Pereira Gomes, 46 anos

Adorava dançar e juntar a família e os amigos aos sábados para beber.

Luciano Peres Bonifácio, 68 anos

Gostava de contar histórias e sempre tinha uma palavra amiga para quem precisasse.

Luciano Raimundo Leite, 45 anos

Ele era a alegria em pessoa e contagiava todos os lugares por onde passava.

Luciano Santos Xavier, 42 anos

Tinha um coração que não cabia dentro do peito.

Luciano Torelli, 73 anos

Luciano ficou conhecido como o homem da polenta.

Lucila Santana Alves, 77 anos

Batatinha gostava de conversar com suas plantas. Viúva, criou os 9 filhos graças ao trabalho na roça.

Lucinda Bragagnolo Martini, 91 anos

Tinha olhos azuis, feito céu em dias de inverno, que emanavam toda a doçura e a pureza do seu coração.

Lucinézio Moraes Rezende, 42 anos

Tinha o apelido de “Bamburrado”, expressão paraense para quem encontrou grande quantidade de ouro.

Lúcio Fernandes Teles da Costa, 65 anos

"Alô, Manaus!", dizia ele a todos os amigos que chegavam no seu boteco.

Lucivaldo Machado de Almeida, 55 anos

Um homem honesto, de opinião firme e completamente apaixonado pela família. Em especial, pelos netos.

Ludimar Modolo, 30 anos

Aventureiro e com um sorriso radiante, chamava os amigos de "Chefe".

Ludovina Rosa de Jesus Andrade, 104 anos

Viva a Dona Rosa e seus 104 anos recheados de histórias e aventuras.

Luís Alberto do Nascimento Barros, 51 anos

Sempre sorrindo, sua alegria era tanta que contagiava todos que estavam ao seu redor.

Luis André da Silva Favacho, 42 anos

Professor de estudos gerais e religião, seu sonho era ver sua netinha, Analice, formada.

Luis Antônio de Sousa, 56 anos

Trabalhador e barrigudinho (pois gostava muito de cerveja), era um homem de sorriso fácil.

Luis Carlos Aroucha, 71 anos

Na alquimia a vida, seu maior remédio foi transmitir a solidariedade e amizade ao próximo.

Luis Carlos Costa de Mendonça, 63 anos

Ele foi um cara simples, de muitos amigos, que passou aos filhos a paixão pelo Fluminense.

Luis Carlos Linhares de Oliveira, 56 anos

Levantava mais cedo do que todo mundo só para preparar o café da manhã para a família.

Luís Carlos Mendes da Silva Araújo, 52 anos

Homem honrado, trabalhador e de muito zelo o próximo. Estar em família era seu maior prazer.

Luís Carlos Nobre de Albuquerque, 55 anos

Para se refrescar, preferia a sombra de um belo igarapé... Lá podia contar histórias pra todo mundo gargalhar.

Luis Carmo da Costa, 65 anos

Um ser de pureza única e ilimitável.

Luis Fernando Camargo Ribeiro, 52 anos

Um marido maravilhoso, um pai presente e um trabalhador muito honesto.

Luís Fernando Reis de Oliveira, 56 anos

Altivo, cultivou amigos com a mesma dedicação que foi pai, marido e zootecnista.

Luís Gonzaga Ferreira, 69 anos

No hospital, sentava-se à mesa do refeitório, passava o café em um coador e servia quem estivesse presente.

Luis Hildo Brito do Vale, 68 anos

Um molecão de coração enorme e que foi um exemplo para todos os seus.

Luis Malaquias dos Anjos, 55 anos

Justo, livre e solícito, ele sempre estava disposto a transformar sonhos em realidade.

Luís Pedrazzi, 67 anos

Seu gigantesco coração se dividia a quem precisasse de um colo ou de uma ajuda qualquer.

Luis Ricardo Pereira da Rosa, 44 anos

Um menino alegre, que respirava e distribuía amor por onde passava.

Luis Roberto Dias de Lima, 57 anos

De todos os sorrisos, o dele era o mais fácil.

Luiz Adriano Pedroso, 52 anos

Sua carinha fechada até que tentava, mas não escondia seu coração aberto.

Luiz Agrizi, 40 anos

Foi um amigo presente e divertido, do tipo que arrancava gargalhadas cantando músicas da Disney no Whatsapp.

Luiz Alvaci Gomes, 59 anos

Para ele, a simplicidade era o último degrau da sabedoria.

Luiz Alves de Brito Sobrinho, 48 anos

Emitia luz através dos sorrisos, junto com alegria e solidariedade.

Luiz Antônio Ardinghi, 53 anos

Seus olhos eram azuis como janelas com vista para o céu.

Luiz Antônio Elias, 44 anos

Estar com ele era sempre uma festa!

Luiz Antônio Régis, 59 anos

As coisas engraçadas que ele dizia e sua energia positiva sempre serão lembradas.

Luiz Antônio Soave Júnior, 50 anos

Um ogro carinhoso, louco por animais, são-paulino roxo, fã de fórmula 1, trabalhador, pai, filho, irmão e amigo.

Luiz Arduini Júnior, 57 anos

A alegria dele era agradar a família, seu maior amor.

Luiz Aurélio Lima Cerqueira, 50 anos

Trabalhava com turismo e fez sua última viagem em um lindo dia de domingo.

Luiz Bernardo Da Silva, 74 anos

Adorava contar histórias de sua infância.

Luiz Cantisano, 92 anos

Conquistar corações foi a maior das muitas vitórias deste médico.

Luiz Carlos Aredes Duarte Junior, 40 anos

Uma vida dedicada a ensinar a voar.

Luiz Carlos Barbosa, 69 anos

“Ninguém tem uma beleza como a minha!", brincava ele.

Luiz Carlos Campos Rocha, 68 anos

Foi um pai amoroso e presente. Viajou para outro estado só para acompanhar a filha em seu novo emprego.

Luiz Carlos da Costa Menezes, 75 anos

Pescador, chamava todos que conhecia na praia "pra tomar uma" em casa.

Luiz Carlos de Moraes Rego Ramalho, 72 anos

Seu sorriso era sua marca registrada e seu abraço, um conforto.

Luiz Carlos de Oliveira, 82 anos

Gostava de dar brilho às coisas, às pessoas e à natureza. E não dispensava a pimenta na comida.

Luiz Carlos de Souza Coelho, 64 anos

Do Tocantins ao Pará, do cinema ao churrasco, o dom dele era entreter.

Luiz Carlos de Souza Leão Antunes, 77 anos

Com sua generosidade ensinou que todos somos iguais.

Luiz Carlos Farias, 50 anos

Colecionador de amigos, achava bom estar ficando velho.

Luiz Carlos Fontes Baptista, 75 anos

Um apaixonado pela vida. Amar e contar histórias, assim como comer e beber, eram necessidades vitais.

Luiz Carlos Gomes do Couto, 65 anos

Professor, biólogo e inventor de sucos exóticos.

Luiz Carlos Moreira, 51 anos

Um cara alto-astral. Gostava de futebol e de se reunir com os amigos. Medo, só de barata.

Luiz Carlos Murillo Zamith Junqueira, 96 anos

"Você está pegando a nuvem!", dizia quando passeava de carro com a filha ainda pequena.

Luiz Carlos Paschoal, 55 anos

Ele foi um homem completo.

Luiz Carlos Pereira Rezende, 73 anos

Um homem divertido, que apreciava uma boa comida e que, quando emocionado, chorava com facilidade.

Luiz Carlos Rodrigues, 62 anos

Adorava viajar, pegar estrada e conhecer lugares.

Luiz Carlos Rodrigues Curico, 44 anos

Korobau era um líder muito alegre, que sonhava em dar visibilidade à cultura do povo kokama.

Luiz Carlos Santos Silva, 33 anos

De inúmeras facetas, alegre e sempre prestativo.

Luiz Carvalho Bertholdo, 72 anos

Possuía três nomes: Luiz, Bolivar e Artista.

Luiz Claudio de Lima da Silva, 43 anos

Risadinha, paizão, prestativo, sonhador... Seus hobbies eram "lamber" nosso carro e manter a casa arrumada.

Luiz Cláudio de Sousa Rodrigues, 47 anos

Tinha a grande mania de, todos os dias quando saía do trabalho, passar no mercado só pra comprar besteira.

Luiz Claudio Pereira, 69 anos

Divertido e engraçado, uma das melhores pessoas que habitaram esse mundo.

Luiz Claudio Vieira de Oliveira, 50 anos

Sempre com um sorriso no rosto e disposto a fazer o bem pelo próximo.

Luiz de Barros Pessoa, 64 anos

Desapegado de bens materiais, dizia: "nasci nu, hoje estou vestido".

Luiz Di Souza, 61 anos

Companheiro para rir, conversar e recitar poesia. Um professor universitário dedicado e sempre presente.

Luiz Eduardo Ayres Ramos, 48 anos

Dedicado à saúde do próximo, conquistou o amor e o respeito de todos que o conheceram.

Luiz Eduardo Rivellino, 48 anos

Depois de dez anos de união, em 2019, realizou o sonho da esposa de se casarem na igreja.

Luiz Eduardo Rodrigues de Loureiro, 36 anos

Luiz gostava do mar. Sempre que podia, levava a família para a praia, em Salinas.

Luiz Fagner da Silva Novaes, 31 anos

Adorava esportes e tinha um imenso prazer em cozinhar e comer bem.

Luiz Fernando Ferreira Santana, 32 anos

Luiz amava um bom churrasco.

Luiz Flávio Polucena, 40 anos

Paraibano que amava ouvir forró e era pai de uma princesinha.

Luiz Flor, 69 anos

“Para o Brasil, só mais um caso de morte. Para nós, uma perda irreparável” – Família Flor.

Luiz Florentino, 82 anos

Sempre presente e disponível ao próximo, terá gratidão eterna dos que ajudou.

Luiz Gardiman Júnior, 88 anos

Adorava gravar o canto dos pássaros.

Luiz Giroldi, 75 anos

Corintiano que sempre tinha uma piada diferente pra contar.

Luiz Gomes Andrade do Nascimento, 66 anos

Por onde passava, ele fazia amizades. Um de seus maiores talentos foi ser tão querido.

Luiz Gonzaga da Costa, 92 anos

"Faça a sua parte, porque o mais importante é ser honesto e dormir com sua consciência limpa.", dizia.

Luiz Gonzaga de Andrade, 71 anos

Homem alegre, começava o dia ouvindo música: canções de Elizeu Ventania e de seu xará, Luiz Gonzaga.

Luiz Gonzaga Ferreira, 69 anos

Médico do corpo e da alma de muitos de nós.

Luiz Gustavo Herreira Morel, 49 anos

Um homem grato pela vida e pelas pequenas coisas.

Luiz Henrique Dimas, 85 anos

O "mentirosinho" mais boa praça do Rio de Janeiro.

Luiz Heraldo da Silva dos Santos, 59 anos

Professor, acreditava no poder transformador da educação. Propagou amor, sabedoria, toadas e risadas.

Luiz José Almeida Ramos, 90 anos

Para a família, Luiz era sempre sinônimo de paz, relaxamento e leveza.

Luiz José do Nascimento, 78 anos

O ranzinza mais simpático foi solidário, conselheiro e trabalhador.

Luiz Leite do Nascimento, 64 anos

O avô apaixonado que todos adorariam ter.

Luiz Machado, 68 anos

Ele era feito de solidariedade.

Luiz Manoel do Nascimento, 55 anos

Eclético e dotado de excepcional bom humor, Luiz foi o alicerce da família.

Luiz Marcello de Menezes Bittencourt, 68 anos

Queria sempre saber o que você pensava, achava e sentia...

Luiz Nunes da Silva, 54 anos

Um homem trabalhador, honesto e humilde. Coração enorme.

Luiz Osmani Pimentel de Macedo, 68 anos

Talvez se doar tenha sido o que ele mais fez durante sua passagem pela terra.

Luiz Paúra de Lucas, 75 anos

Ficava sentado no portão recebendo todos que chegavam.

Luiz Pazzini, 66 anos

Ator e diretor, ele revolucionou o teatro do Maranhão.

Luiz Pereira da Silva, 96 anos

Vovô Luiz era um senhorzinho vaidoso que carregava sempre um pente no bolso e gostava de andar impecável.

Luiz Pereira dos Santos, 55 anos

Vivia sorrindo, tinha seu próprio time de futebol, era DJ e adorava um churrasco com cerveja.

Luiz Rafael da Silva, 22 anos

Amava a arte da tattoo. Dizia que nada ofuscava seu brilho.

Luiz Reis Ferreira, 75 anos

Com um sorriso no rosto, conquistava as coisas e as pessoas. Não sabia dizer não aos filhos.

Luiz Ricardo Robotton, 69 anos

Dono de um par de olhos azuis e de alguma teimosia... Dizia que o mundo dá muitas voltas.

Luiz Rogério Souto Porto, 65 anos

Um homem que batalhou e lutou pelos seus sonhos e por quem amou até o fim.

Luiz Schifini, 102 anos

Ele chegou ao céu, encontrou São Judas e gritou: Tico-tico!

Luiz Silvio Sessa, 68 anos

Dono de uma inteligência afiada e questionadora, foi com ele grande parte das conversas mais interessantes que tive.

Luiz Tavares Viana, 53 anos

Pensa num macho besta pra rir! Este era ele: tudo era motivo de uma gaitada.

Luiz Teixeira Santos, 66 anos

Nos costumes, ele foi um ultraliberal que viveu num veleiro. Nos hábitos, um triatleta com disciplina militar.

Luiz Turcato, 77 anos

Da agricultura aos caminhões, lutou e viveu para a família. Um amor recíproco que deixa muita saudade.

Luiz Wilson Vasconcelos Duarte, 57 anos

Trazia leveza ao peso da rotina.

Luiza Alves da Costa, 82 anos

Grande conselheira, dedicou sua vida a ajudar e a acolher as pessoas.

Luiza Caldas Vieira, 73 anos

Uma grande guerreira que esbanjava amor por onde passava. Partiu deixando saudades.

Luiza Dantas Firmino, 75 anos

Recebia e acolhia a todos como uma mãe: sempre com afeto, respeito e café quente.

Luiza dos Santos Simão, 76 anos

Diaconisa na igreja, Luiza viveu o evangelho de Deus em profundidade, moldando seus atos em favor de Sua obra.

Luiza Flor de Alcântara, 93 anos

Dona de uma fé inabalável, buscava por Deus em suas orações e leituras diárias da Bíblia.

Luiza Maria da Conceição de Almeida, 84 anos

Muito afetuosa com as pessoas à sua volta. Uma lutadora.

Luíza Maria da Conceição Santos, 62 anos

Inesgotável fonte de força e generosidade, tudo se clareava com sua presença.

Luiza Souza de Matos, 83 anos

Traduzia seu aconchegante amor em gestos e doces.

Lurdes Marques Lamego, 94 anos

Adorava cantar e, no auge de seus bem vividos 94 anos, não gostava de monotonia.

Lusinete Felix do Nascimento Cruz, 72 anos

Foi professora. Daquelas que transformam uma cidade inteira.

Luzia Andrade, 73 anos

Uma pessoa que sabia amar e ser amada.

Luzia Catarina Teodoro Degasperi, 81 anos

Fazia o melhor puxa-puxa de coco.

Luzia da Silva Henriques, 91 anos

Boleira de mão-cheia, foi muito religiosa e todos os dias reservava um tempo para orar por todos.

Luzia da Silva Lopes, 68 anos

Ser humano mais doce do que mel. Era fã de jogos, amava apostar na loteria.

Luzia de Melo Ferreira, 72 anos

"Cada um tem sua história.", dizia. E a dela foi muito especial.

Luzia dos Santos Cavalcante, 85 anos

Uma mulher além do seu tempo, impulsionada pela vontade de vencer.

Luzia Ferreira da Silva, 77 anos

Adorava festas de aniversário, pois só assim podia se reunir com seus familiares.

Luzia Gaia Piteira, 74 anos

A mulher mais sábia e digna desse mundo.

Luzia Oliveira Santos, 85 anos

Dom era o apelido perfeito para ela, que possuía tantos talentos e qualidades voltados para a família.

Luzia Ribeiro Paulino, 53 anos

"No final da vida, sei onde estarei: ao lado de Deus", dizia ela.

Luzia Sampaio da Silva, 74 anos

Uma serva de Deus que viveu para sua família.

Luzia Wanderley Cavalcante Pimentel, 79 anos

Fez dos retalhos da vida, uma grande colcha de amor.

Lyra Alice Correia Nunes, 84 anos

Sinônimo de fé, vivia cercada por imagens de santos, família e amigos. Era feliz, amada e era amor.

Lyris Millares, 93 anos

Uma mulher muito independente e que sempre buscou a felicidade. Ela foi feliz!

Maciel Vicente da Silva, 65 anos

Devoto de São Jorge, não ficava sem fazer a feijoada para homenagear o santo.

Madalena Gomes Barbosa, 77 anos

A mãe mais amorosa e dedicada.

Magali Garcia, 46 anos

A vida é feita para ser vivida. Onde chegava, sua gargalhada era notada.

Magno Santos, 37 anos

A palavra de Deus era sua bússola. A paixão por Ele, sua marca registrada.

Maika Ferreira Melo, 40 anos

A professora indígena que ensinou o amor e a dedicação à sua família e a seus amigos.

Makson Marques da Costa, 39 anos

A alegria em pessoa, era apaixonado por futebol e realizou o sonho de ter uma filha.

Mamedio Pereira Dantas, 72 anos

Alegre, falador e contador de histórias, foi exemplo de honestidade e dedicação à família.

Manoel Alves, 79 anos

Até mesmo sua cadeirinha preferida de assistir televisão, na qual ele era tão apegado, sentirá a sua falta.

Manoel Alves Moura, 74 anos

Gostava de assistir à TV e ficar em casa com a família, desfrutando da sua rede, nas folgas e nos finais de semana.

Manoel Amaro da Silva, 82 anos

Com seus olhinhos fechados, que pareciam adormecidos, estava atento a tudo ao seu redor. Um verdadeiro sábio!

Manoel Antonio da Silva Campos, 76 anos

Odiava ficar quieto. Fez de tudo na vida. Nunca deixou de ser guerreiro.

Manoel Bonafé, 88 anos

Um homem atento ao bem-estar de todos, que aplicava o Johrei como ninguém.

Manoel Cele Rodrigues, 62 anos

Homem honesto, íntegro e dedicado à causa autista. Encontrou-se no papel de avô e amou seus netos como ninguém!

Manoel Celso de Mendonça, 79 anos

Vendeu sorrisos e recebeu carinho.

Manoel Chaves do Nascimento, 86 anos

Belo, porque lá na Bahia, dizem, era o mais bonito da sua vila.

Manoel Conrado Costa, 78 anos

"Vai em paz, arrú!", assim nos despedimos de seu Manoel, com a expressão mais usada para mostrar sua alegria.

Manoel da Costa Pinto, 70 anos

Sempre que era servido de algo para comer ou beber, ele dizia “agora tá certo!”

Manoel da Fonseca Sodré, 97 anos

Meninão que fazia o melhor pão do mundo.

Manoel de Amorim Gomes, 47 anos

Um eterno “jovenzinho” alegre. Amava se divertir com as bobeiras da vida.

Manoel de Christo Alves Filho, 92 anos

É por causa dele que as pessoas insistem em acreditar na bondade.

Manoel de Jesus Miranda da Cruz, 53 anos

Um herói sem capa, mas não sem causa.

Manoel de Sousa Pereira, 71 anos

Foi guardião do chafariz da cidade. Cuidava dele e também do cajueiro em frente à sua casa com zelo e amor.

Manoel Durães, 64 anos

De vendedor de amendoim a bem-sucedido empresário paulistano, era sinônimo de garra e determinação.

Manoel Ferreira, 66 anos

Ajudava quem precisasse, afinal, fazer o bem foi o seu lema.

Manoel Ferreira Machado, 94 anos

Acreditava que a cura estava no amor e na paciência.

Manoel Ferreira Monteiro, 78 anos

Comerciante, construía suas próprias casas e ergueu uma família muito unida.

Manoel Francisco dos Santos, 68 anos

Um pedreiro que amava a família e cozinhar.

Manoel José da Cruz, 69 anos

Cheio de vida, ao lado de sua alma gêmea, estava presente em todos os momentos.

Manoel José da Silva, 68 anos

Extremamente alegre e de sorriso fácil.

Manoel José de Queiroz, 81 anos

Um coração verdadeiro, guerreiro que sempre desejou a felicidade a todos.

Manoel José dos Santos, 62 anos

O "vovô-amor" de todos gostava de, em segredo, visitar lares de idosos e crianças, fazendo doações.

Manoel José Duarte, 63 anos

Estava sempre cantando: em casa, no chuveiro, na feira onde trabalhava. Tudo era motivo pra canto.

Manoel Leite do Carmo, 62 anos

A poesia sertaneja a serviço da vida deixou o sorriso e a nossa memória enternecidas.

Manoel Lúcio da Cunha, 58 anos

Uma risada estrondosa e um coração imenso! Esse era o seu Lúcio!

Manoel Marcos Ferreira dos Santos, 55 anos

Dava o abraço mais aconchegante e protetor que toda filha deveria sentir um dia do pai.

Manoel Mariano da Silva, 75 anos

Adorava viver e queria chegar aos 100 anos. Fez o melhor que pôde.

Manoel Messias Freitas, 83 anos

Com muita determinação e trabalho, nunca hesitou em colocar a família acima de tudo.

Manoel Messias Freitas Filho, 62 anos

Homem de fé inabalável que sempre acreditou em dias melhores.

Manoel Messias Silva Almeia, 44 anos

Era um brincalhão, sempre chegava em casa sorrindo e fazendo piadas.

Manoel Morais Filho, 67 anos

Um baterista que amava tocar na igreja. Mas ele também tocou muitos corações.

Manoel Nazareno da Silva, 74 anos

Sua maior virtude era o amor pelo próximo. Sempre escolheu o perdão.

Manoel Nunes Monteiro, 65 anos

Preocupado com a família e apaixonado pelas netas, ficava feliz em saber que estavam todos bem.

Manoel Pontes Marinho, 80 anos

Sempre de chapéu Panamá e sorriso largo, era um compositor que produzia música e amor como ninguém.

Manoel Raimundo dos Santos, 85 anos

Para o Manoel, o melhor da vida era poder dar risada com a família e os amigos e tomar uma boa cervejinha.

Manoel Teixeira Silva, 70 anos

Seu jeito bravo não afugentava os sobrinhos, os quais se divertiam com suas manias.

Manoel Terceiro, 48 anos

Cada momento conta, e seu filho contou todos eles.

Manoel Theodorico dos Santos Ferreira, 76 anos

Sabia que a joia mais preciosa do mundo era sua família.

Manoel Trajano da Costa, 51 anos

“Eu te amo tanto, não se esqueça disso”, dizia ele a sua filha.

Manoel Zupo Manollo, 68 anos

"É tudo pangaré!", já dizia Manoel.

Manoelito Dias da Silva, 69 anos

Para ele, cozinhar era um ato de amor. Algo que ele adorava fazer, sempre e muito. Amar, plantar e colher.

Manuel Correia, 87 anos

Era o típico português da padaria. Fez muito pão, dançou muito o Vira, chorava ouvindo fados. Alegrava a família.

Manuel Heredia Cruz, 96 anos

Um boliviano de muitas paixões, que amava viver e a vida o amava de volta.

Manuel Moreira Martins, 79 anos

“A comida estava boa, né?” assim se justificava, quando exagerava um pouco no vinho.

Manuel Raimundo Marques Correa, 59 anos

Com amor incondicional pela família que construiu, dizia o "eu te amo" mais verdadeiro do mundo.

Manuel Sion Costal, 82 anos

O espanhol mais carioca. Ah, e flamenguista!

Manuel Vieira do Nascimento, 89 anos

À beira do mar, pôde contemplar em paz uma vida de muitas batalhas.

Mara Elizabeth Rodrigues Fajardo, 60 anos

Conseguia nos encantar com o dom pelas palavras e alegria contagiante.

Mara Rúbia Silva Caceres, 44 anos

Uma enfermeira que adocicava almas.

Marcelina Figueiredo Chagas, 90 anos

Guerreira da natureza e religiosa: o encaixe perfeito entre o significado do nome e a personalidade.

Marcelina Oliveira de Souza, 59 anos

Força e felicidade, dona de um sorriso passeante.

Marcelo Antônio Tavares de Barros, 50 anos

Dono de olhos muito verdes. Um cara feliz.

Marcelo Asnis, 56 anos

Sincero e persistente com poucos.

Marcelo de Oliveira Mitidieri, 48 anos

"Não se preocupa, nós vamos dar um jeito. Vou pensar em algo e amanhã volto com a solução, confia", dizia ele.

Marcelo de Souza Moura, 41 anos

Um homem de família, que amava o trabalho e o mar.

Marcelo Esteves Corrêa, 50 anos

Onde chegava trazia felicidade. Com um sorriso do tamanho do mundo, Bira também tinha um abraço casa.

Marcelo Gonçalves da Cunha, 54 anos

O amor pelo universo musical era tanto que produzia seu próprio som usando aplicativos.

Marcelo José Cerqueira, 51 anos

Trabalhando nos presídios de São Paulo, ele fazia de tudo para tentar aliviar a dor alheia.

Marcelo Marcondes de Souza, 78 anos

Um homem generoso e merecedor de suas conquistas.

Marcelo Margaritelli, 57 anos

Amante de futebol, Marcelinho era palmeirense em tudo que fazia.

Marcelo Ramos Bezerra Xavier, 53 anos

Dono de um sorriso largo e de coração enorme; coração que sabia de muitas coisas.

Marcelo Silva, 61 anos

Ao fechar os olhos para mergulhar, Marcelo sempre lembrava de casa.

Marcelo Wagner Prado Bueno, 75 anos

Explorador, viajante, amante do ouvir e do falar. Ao viajar, não deixava ninguém da família sem souvenirs.

Marcelus Lopes Fortes, 62 anos

Brincalhão, valente, de coração gigante, não desistia nunca: se não dava certo de um jeito, tentava de outro.

Márcia de Freitas, 55 anos

"Mãezona" em casa e na escola e, independente, mesmo nas dificuldades.

Márcia Maria da Silva Leite, 50 anos

Aprendeu a dirigir para poder visitar seus amigos e parentes e levar quitutes que acabara de fazer.

Márcia Maria do Nascimento, 43 anos

Uma mulher-luz para os olhos do filho amado.

Marcia Maria Leodino de Mendonça, 57 anos

Uma mulher de fé que amava sua família e buscava ajudar todos a sua volta.

Márcia Nazaré Lima Câmara, 53 anos

Nunca perdeu um Círio de Nazaré. E sempre, ao se despedir do afilhado, mandava "um cheiro".

Marcia Oliveira dos Santos, 60 anos

Ser humano honesto que poderia ter em seu sobrenome a palavra "Generosidade".

Márcia Regina de Oliveira, 57 anos

Geminiana de sorriso marcante, sempre grata pela vida. Amava reunir todo mundo para o sagrado karaokê.

Márcio Almeida de Moura, 35 anos

Vencedor de um câncer, foi querido por todos.

Márcio Cleber Moreira Leite, 40 anos

Um verdadeiro sonhador que deixava sua alma impressa em tudo aquilo que fazia.

Márcio de Souza Neves, 46 anos

Policial militar reformado, torcedor roxo do Fluminense e apaixonado por suco de maracujá. Esse era Nico.

Marcio Fábio de Siqueiras, 51 anos

O ministro da Eucaristia que fazia tudo com satisfação.

Marcio Glauco Correa de Jesus, 44 anos

Um espirito aventureiro que adorava a família, os animais e espalhava felicidade por onde passava.

Márcio Kitzberger, 48 anos

Entre os amigos do colégio, era conhecido como "alegria". Não há apelido mais coerente para descrever Márcio.

Marcio Luiz Bastos Bomfim, 55 anos

Professor em tempo integral, especialista em amor, lealdade e muito rock'n'roll.

Marcio Luiz Trevisan, 48 anos

Sempre preocupado em ajudar o próximo. Era o amor em pessoa.

Marcio Rubens de Almeida Ribeiro, 43 anos

Devoto de Nossa Senhora de Nazaré, para ele Nazinha, levava a santa em procissão pelo hospital onde trabalhava.

Marco Antonio Bedani, 55 anos

No caos indiferente de São Paulo, um homem simples correndo para salvar vidas.

Marco Antônio Inácio da Silva, 55 anos

Um avô, pai, filho, irmão, amigo e tio amado.

Marco Antonio Piccolo, 57 anos

"Você está bem? Precisa de alguma de ajuda? Eita! Eu estou aqui pra você não esquecer."

Marco Antônio Ribeiro, 61 anos

Um mecânico apaixonado por carros, churrascos e rezar a Ave-Maria.

Marco Aurelio Lauriano de Oliveira, 64 anos

Um professor não só por profissão, mas por essência.

Marco Cirino Cunha, 56 anos

Como bom policial que foi, movia-se no amor a Santa Rita.

Marcone Severino Silva, 48 anos

O fraterno amigo.

Marcos Alberto de Carvalho, 73 anos

"Ô vida boa, ô mundo véi sem cancela!"

Marcos Alin, 44 anos

E quando sobrava tempo, lá ia ele para a praia ou encontrar amigos. Ele era leal ao mar e aos seus.

Marcos André Silva, 51 anos

Ele chamou a vida pra dançar. A ela deu ritmo, calor e luz.

Marcos Antônio Barbosa de Paiva, 69 anos

Cantando ou cuidando, ele tocava o coração de todos.

Marcos Antônio da Silva Frasão, 49 anos

Amava se vestir de Batman para alegrar todos ao seu redor, sem saber que era ele o super-herói da família.

Marcos Antônio de Cezar, 62 anos

Cantou e encantou por todo Recife.

Marcos Antônio Ferreira de Andrade, 48 anos

Companheiro amoroso e apaixonado, dizia à esposa que só a morte os separaria.

Marcos Antonio Freitas Mesquita, 52 anos

Cantava qualquer música, sempre com um jeitinho especial só dele.

Marcos Antonio Pereira de Freitas, 59 anos

Com a alegria estampada no rosto, nunca perdia uma maratona ou corrida de rua.

Marcos Aparecido Lopes, 49 anos

Um homem que sempre ajudou os outros, mesmo nas horas mais difíceis.

Marcos Bauer, 78 anos

Seu sotaque era argentino, mas sua paixão era a música brasileira.

Marcos Cesar Patricio, 51 anos

Independente do problema ele sorria e seguia em frente.

Marcos da Cruz Faria, 41 anos

A alegria em pessoa e o mais sincero de todos os amigos.

Marcos Elias Ferreira Rodrigues, 59 anos

Buchim, como era conhecido, sempre dizia que seu sangue era enferrujado, devido ao amor pelos carros velhos.

Marcos Feldman Filho, 62 anos

"A vida é a arte do encontro", ele dizia.

Marcos Luiz Rocha Marlière, 56 anos

"O negócio não é ser bonito, é ser gente boa. As pessoas gostam de você porque você é gente boa", dizia.

Marcos Machado de Oliveira, 58 anos

Positivo, piadista e carinhoso até o fim dos seus dias.

Marcos Manasfi, 54 anos

Conhecido como Rato nas rodas de Porto Velho, era um amante do grande ritmo brasileiro, o samba!

Marcos Nifa Antonio, 49 anos

Sempre ouvindo Jorge Aragão, ele só errava mesmo era no arroz...

Marcos Odair de Albuquerque Santos, 57 anos

Torcedor fiel do Peixe, fazia piada com tudo e sempre dizia: "O churrasco quem faz sou eu".

Marcos Paulo dos Santos, 43 anos

A calma, a risada inconfundível, a lealdade e seu amor pelo Vasco da Gama são as maiores lembranças que ele deixa.

Marcos Pereira Peres, 40 anos

"O Peres chegou!", assim ele anunciava a sua presença.

Marcos Raimundo Silva Menezes, 58 anos

Luto, para ele, era verbo.

Marcos Rolim, 54 anos

O verdadeiro cara do bem, de quem todos os amigos da FAB e familiares diziam: "Esse aí é bom. Coração enorme!".

Marcos Sobral, 56 anos

Era militar, mas a leveza era sua marca registrada.

Marcos Venício Borges de Oliveira, 54 anos

Noveleiro convicto e cozinheiro de mão cheia.

Marcos Vieira da Silva, 64 anos

Um homem amoroso, criativo e um servo do Senhor.

Marcos Vinícius de Deus Brito, 45 anos

Policial Militar e cristão exemplar, será para sempre o herói da pequena Ana Laura.

Marcos Zanotti, 66 anos

Família, trabalho e igreja eram fundamentais para ele, que era completo ao se dividir em várias funções.

Marcus Vinicius Martins Reis, 61 anos

Extrovertido, pé de valsa e bom de papo. Com ele, o negócio era: "ame ou ame". E, assim foi. Amado por muitos.

Margareth Nunes Figueiredo, 60 anos

Uma mulher extraordinária. Dona de uma força multiplicadora e de uma generosidade sem tamanho.

Margarida Farias de Oliveira, 80 anos

Nordestina, forte, batalhadora, alegre e meiga.

Margarida Lourêdo, 66 anos

A mulher com nome de flor, que sempre multiplicou o amor.

Margarida Mamoni dos Santos, 90 anos

Vivia no meio do seu pequeno jardim; tudo que ela tocava florescia.

Margarida Rosa de Sousa, 80 anos

Margarida Rosa: uma mulher de nome e alma florida!

Margarida Veras Campos, 87 anos

Uma pessoa sensível e entusiasmada com tudo o que fazia.

Maria da Pena Tavares, 77 anos

Uma mulher de muita fé e que amava a sua família.

Maria Abigail Marques de Magalhães Maurício, 84 anos

Professora de português, que recusava calculadora, Abigail fazia contas à mão.

Maria Agape Guerreiro, 79 anos

Maria não era uma mãe comum, era uma mãe extraordinária!

Maria Albani de Andrade Nunes, 93 anos

Dona de uma das primeiras boutiques de Recife e do jeitinho mais encantador já visto.

Maria Amélia dos Santos, 90 anos

Melhor do que seus conselhos, só os bolinhos de polvilho que fazia pra família.

Maria Amélia Fagundes de Macedo, 83 anos

Só andava cheirosa. Quando chegava nas consultas, os médicos e enfermeiros sempre a elogiavam.

Maria Amélia Freitas do Carmo, 77 anos

Melhor amiga da Bené, amava a família e camarão. Não atendia ligações na hora de suas sagradas novelas.

Maria Amelia Lauriano de Melo, 69 anos

Adorava festas, música e uma cachacinha.

Maria Angélica Rangel de Souza, 52 anos

Artesã que moldava vidas através da alegria.

Maria Antônia Herculano da Silva, 69 anos

Mãe, avó, contadora de histórias profissional e dona de um coração sem tamanho.

Maria Aparecida Oliveira da Silva, 80 anos

"Bom dia, luz do dia!", assim chegava ela, sorrindente e feliz.

Maria Aparecida Alonso, 66 anos

Fã de Roberto Carlos, viveu pela sua família unida.

Maria Aparecida Alves Carvalho, 77 anos

Trocou a coroa por uma armadura.

Maria Aparecida Alves da Silva, 58 anos

Todos os dias, às cinco horas da tarde, reunia filhos e netos para o café.

Maria Aparecida Andrade, 53 anos

Com a serenidade estampada no rosto redondinho, Cidão do Bonde sorria do cantinho dos lábios ao brilho de seus olhos.

Maria Aparecida da Conceição Batista, 71 anos

A costureira que teceu a vida com fios de gentileza e amor.

Maria Aparecida da Rocha, 63 anos

Era uma cozinheira de mão cheia, fazia poesia para ser degustada.

Maria Aparecida da Silva Kecek, 59 anos

Viveu a vida sendo um exemplo de como ser humano.

Maria Aparecida da Silva Nascimento, 52 anos

Floresceu um jardim de rosas no coração de quem a conheceu.

Maria Aparecida da Silva Soares, 62 anos

Dançar era sua paixão. Mesmo sem ouvir, ela sentia a música e bailava, plena e feliz.

Maria Aparecida da Silva Sousa, 83 anos

Ficava feliz quando a família toda se reunia no almoço de domingo para degustar seu famoso empadão.

Maria Aparecida de Oliveira Holanda, 53 anos

Não importava se te conhecia há um dia ou a vida inteira, ela estaria lá por você.

Maria Aparecida de Souza Siqueira, 74 anos

Amava o Natal. Costumava enfeitar o lar como se fosse a casa do Papai Noel.

Maria Aparecida dos Santos Carvalho, 74 anos

Fazia de tudo um pouco. Desde costuras até preparar o melhor geladinho da região.

Maria Aparecida Felix Gomes, 65 anos

Renascia a cada dia, com cada flor, com cada oração.

Maria Aparecida Leite, 61 anos

A Cida era mãe para todos da família. O coração não cabia dentro de si.

Maria Aparecida Lourdes Pinheiro, 76 anos

Seu sorriso, seu carisma e seu amor pelas pessoas ficarão marcados para sempre.

Maria Aparecida Marques, 80 anos

Autêntica e direta, Vó Cida não era exatamente doce, mas engraçada. Fazia rir e só chorou uma vez. De alegria.

Maria Aparecida Marques da Silva, 61 anos

Dona de um coração cheio de bondade. Eterna protetora da sua família e dos animais.

Maria Aparecida Modesto, 69 anos

Era a avó de todos. Dos netos, dos amigos dos netos, dos amigos das filhas. Dizia que adorava ser avó!

Maria Aparecida Silva Costa, 55 anos

Alma gêmea de seu marido, se uniu a ele no Céu.

Maria Apparecida Campos Pavanello, 82 anos

Ela sempre tinha certeza que alguma coisa boa iria acontecer.

Maria Apparecida Pereira da Silva, 94 anos

Dona Cidinha era mineira e levou pro Rio de Janeiro o seu dom de cozinhar receitas deliciosas!

Maria Augusta Andrade Gonçalves, 71 anos

Para sempre a Dona Augusta.

Maria Augusta Brito, 89 anos

Força, simplicidade, piada, um pedaço de bolo guardado para o vizinho(a) e um café preparado especialmente para cada filho(a).

Maria Augusta de Abreu Aragão, 64 anos

Gostava da casa cheia. Era conhecida por dar conselho de graça.

Maria Augusta Linhares, 76 anos

Querida por todos e apaixonada pelos três filhos.

Maria Augusta Lopes, 84 anos

Comer a farofa de Amélia era o seu programa preferido!

Maria Augusta Rodrigues da Silva, 79 anos

"Senta e toma um cafezinho." Foi a pessoa mais acolhedora que Juliana conheceu.

Maria Auxiliadora Ferreira de Souza, 60 anos

Dedicou energia e tempo para ajudar o próximo, incluídos aí os animais.

Maria Auxiliadora Lima, 71 anos

A tia Auci adorava fazer comidas, quitutes e doces gostosos. Chamava as sobrinhas-filhas pra buscar.

Maria Auxiliadora Ribeiro Ponce de Leão, 78 anos

Passava na rua abençoando porteiros e guardas municipais. Doava pão e bênçãos nas ruas de Copacabana.

Maria Barbosa Rodrigues, 88 anos

Prezava pela proteção e união familiar. Espalhava alegria por onde passava e a quem conhecia.

Maria Batista de Sousa, 61 anos

Com ela, não havia cara amuada. Ria de si, dos outros, da vida. Sabia o valor da alegria de estar viva.

Maria Beatriz Ferreira da Silva, 89 anos

Devota da Imaculada Conceição carregava sempre um leve sorriso no rosto e no coração.

Maria Becilda Nogueira Peixoto, 83 anos

Matriarca, gostava de reunir toda sua família e, aos domingos, o almoço era sempre lá.

Maria Bernadete de Souza, 59 anos

“Ótima, só a Dete”, que além de doces, carregava consigo o mais puro amor e carinho.

Maria Bernadete Tavares, 76 anos

Vovó Bernadete era intensa, gostava de aproveitar e festejar a vida.

Maria Bonfim de Sousa, 85 anos

A mulher mais admirável do mundo. Quando não teve lugar para ensinar os alunos, chegou a lecionar debaixo de árvore.

Maria Bueno Costa, 85 anos

Uma mãe, avó e bisavó com sabor de açúcar e o dom de oferecer amor a família e ao próximo.

Maria Candida Sanmartin Hermida, 83 anos

“Se não nos vermos mais, a falta que seja por ti.”

Maria Carmelita Horácio Paludetto, 83 anos

Mulher de coração maravilhoso que ajudava todo mundo.

Maria Carmem Morelli Pigatto, 83 anos

Uma mãe especial!

Maria Carneiro Moraes, 77 anos

Foi uma mulher muito religiosa. Tudo que pedia com fé se concretizava.

Maria Carolina Echenique Ribeiro, 58 anos

O seu sorriso em minhas lembranças será eterno. Como eu te amo, minha mãe!

Maria Cavalcante de Lima, 58 anos

A que sempre trazia lembrancinha para todos jamais será esquecida.

Maria Ceci Bezerra Guimarães, 79 anos

Com amor, lapidou cautelosamente sua joia mais valiosa: a família.

Maria Cecília Xavier D’Elboux, 68 anos

"Hoje tem churras em casa, você vem, né?"

Maria Célia de Lima, 56 anos

Uma vida inteira dedicada ao cuidado da família na qual nasceu.

Maria Célia Vieira de Amorim, 69 anos

Cultivou muitas amizades.

Maria Celina Célio, 52 anos

Colocava todos pra cima, onde ela chegava não tinha espaço para a tristeza.

Maria Christina Rey Silva, 59 anos

Enfermeira que não podia ouvir falar mal do Flamengo, não!

Maria Cícera Correia da Silva, 64 anos

Com passos sempre guiados pela fé, foi o maior exemplo da vida dos filhos.

Maria Cícera da Conceição, 65 anos

Uma mulher que soube enfrentar as dificuldades da vida com coragem, humildade, amor e sabedoria.

Maria Cícera da Silva Lopes, 52 anos

Deixava o ar com aroma de Lilly, ao passar cantarolando uma canção do Raça Negra.

Maria Cicera de Oliveira, 71 anos

Cicera tinha um pé de amora. Toda vez que brotava, fazia questão de enviar as frutinhas pra sua neta.

Maria Coelho do Nascimento, 68 anos

Era louca pelo Roberto Carlos. E a generosidade sua marca registrada.

Maria Coicev, 97 anos

Do seu jeito, amou intensamente e tentou de todas as formas levar a mensagem de Jesus.

Maria Conceição Antonio Klezewsky, 84 anos

Tia Mariinha. Chamava os sobrinhos de amados, amadinhos. Vaidosa, não ficava sem um batom vermelho.

Maria Conceição da Silva, 58 anos

Uma luz de amor na linha de frente, que trabalhou sem parar e com toda dedicação!

Maria Conceição Pereira da Costa de Santana, 60 anos

Ela sempre dizia que desta vida nada se leva...

Maria da Conceição da Silva, 74 anos

Amorosa, cuidou de irmãos, primos e sobrinhos como se fossem seus filhos.

Maria da Conceição Silva do Rego, 60 anos

Sinônimo de alegria para quem a conhecia. A mulher mais cheirosa do mundo exalava as cores da vida.

Maria da Conceição Silva Jorge Mussi, 96 anos

Uma mulher à frente do seu tempo e sempre pensando na Educação.

Maria da Conceição Viana Baptista, 92 anos

Cuidava de todos e se doava com amor. Viveu uma vida simples, mas com muito carinho pela sua família.

Maria da Dores Silva, 78 anos

Nada de dor. Ela era toda sorriso.

Maria da Glória, 94 anos

Seis filhos e 16 netos, todos bem criados e formados. Esta era a riqueza de Maria.

Maria da Glória da Silva Souza, 35 anos

Com suas mãos mágicas, mais do que artesã de objetos, foi uma artesã da vida. Brincava de tecer alegria.

Maria da Glória dos Santos Silva, 54 anos

Levava paz no sorriso e fazia no fogão à lenha o melhor feijão do mundo.

Maria da Glória Gabriel Araujo, 64 anos

Sempre que podia, dava uma fugidinha para mergulhar em Ipanema.

Maria da Glória Oliveira da Cruz, 80 anos

Sempre falava para nós, mulheres, que dinheiro bom era o dinheiro nosso. Empoderadora!

Maria da Gloria Xavier Alves do Nascimento, 64 anos

Na maior parte do tempo tinha um lindo sorriso estampado no rosto. Estava sempre cantando louvores a Deus.

Maria da Graça Alves Ferreira, 89 anos

Alegre e verdadeira, ela queria todos por perto.

Maria da Graça Genaro, 69 anos

"Agora vou tomar meu café, apesar de acordar todos os dias na hora do almoço" era a frase que Maria mais dizia.

Maria da Paz Viana, 92 anos

Ela era de paz, mas sabia fazer guerra se preciso fosse. Mas o que gostava mesmo era de fazer carnaval.

Maria da Penha Mululu Barros, 68 anos

Entre uma viagem e outra, fazia empadões e bolinhos de chuva.

Maria da Penha Teixeira Erthal, 80 anos

Era uma autoridade quando o assunto era esporte e o futebol era sua grande paixão.

Maria da Silva Almeida, 62 anos

Era sendo generosa com os outros que ela se sentia feliz.

Maria das Dores da Silva Oliveira, 68 anos

O que ela mais gostava na vida eram os filhos, netos, mangas e viajar para conhecer lugares.

Maria das Dores do Nascimento, 80 anos

De semblante risonho, essa nordestina era cheia de vontade de enfrentar o mundo.

Maria das Dores Lima da Câmara, 72 anos

A Mainha que aquecia o coração dos filhos com proteção, amor, cuscuz e café... Hum, que cheiro maravilhoso!

Maria das Dores Passos Ayres, 80 anos

Mulher forte e decidida. Dedicou a vida a cuidar e a dar amor ao marido e às duas filhas.

Maria das Graças Araújo Pinheiro, 65 anos

Nas horas difíceis trazia uma palavra de ânimo.

Maria das Graças Barra Valente, 67 anos

Ela adorava assistir por horas a fio séries na TV. Era um momento de mãe e filho.

Maria das Graças Beltrão Mulatinho, 71 anos

Formada em administração e com Pós-doutorado em determinação, princípios e amor pela família.

Maria das Graças Bezerra, 58 anos

Gracinha foi mãe zelosa e preocupada.

Maria das Graças Cária Sartini, 69 anos

A morte deixou uma dor que ninguém pode curar... Mas o amor deixou memórias que ninguém pode apagar.

Maria das Graças da Silva Bitencourt, 67 anos

Um ser humano que transbordava amor. Uma mulher de fé. A "mainha" de muitos.

Maria das Graças da Silva Vieira, 69 anos

Entre agulhas e linhas costurava a união da família.

Maria das Graças Faria Gomes, 70 anos

Dona Graça fazia jus ao nome: cheia de vida e graça, era a bondade em pessoa.

Maria das Graças Ferreira da Mota, 70 anos

Foi a melhor "pãe" para os filhos e a família toda! Ensinou tudo, menos a viver sem ela.

Maria das Graças Freires de Almeida, 65 anos

Fazia o bem sem olhar a quem.

Maria das Graças Marques dos Santos, 71 anos

Mais uma Maria com muitas e muitas Graças.

Maria das Graças Paim Firmino, 64 anos

Ela era a voz que transmitia otimismo e amor, todos os dias, por telefone, para todos os familiares.

Maria das Graças Pereira, 70 anos

Cozinhava muito bem. Um tempero que fará falta.

Maria das Graças Pimentel, 68 anos

Tia Graça, um anjo que dava asas à imaginação de outros anjos, crianças portadoras de deficiência intelectual.

Maria das Graças Pinto, 70 anos

Ela gostava de passear com Caio, Marcelo e o cachorrinho Lupe pela rua.

Maria das Graças Rocha, 70 anos

Por onde passava, ela era Graça, apelido que refletia perfeitamente toda a sua espirituosidade.

Maria das Graças Santos Gomes, 48 anos

Proporcionava afago através do seu abraço carinhoso.

Maria das Graças Teixeira Lopes, 64 anos

Mãe, amiga e companheira. Sua alegria foi imensa por onde passou.

Maria das Mercês Rodrigues dos Santos, 63 anos

Mulher guerreira! Sem a sua alegria, o céu de Barra de Jacuípe não será mais tão azul.

Maria das Neves Santos, 90 anos

Dona de casa paraibana cujo maior serviço foi amar.

Maria de Castro Silva, 77 anos

Devota de Nossa Senhora de Nazaré. Ela tinha o dom de acalmar qualquer pessoa com o seu jeito de falar mansinho.

Maria de Deus Saraiva Ribeiro, 70 anos

Com um coração enorme, gerou oito filhos no ventre e uma no coração.

Maria de Fátima Alves Duarte, 53 anos

A família era o bem mais precioso para ela. Cuidava de todos, mas não esquecia de si.

Maria de Fátima Brasil Rodrigues, 57 anos

Mulher guerreira, amante da cozinha e dona do melhor vatapá.

Maria de Fátima da Silva Matias, 66 anos

Amava uma festa, principalmente se fosse com a família.

Maria de Fátima de Oliveira, 63 anos

Conhecida pela família como a Rainha dos Bolos, ela fazia os melhores!

Maria de Fátima Lemes, 59 anos

Uma guerreira, devota de Nossa Senhora Aparecida e amada por todos a sua volta.

Maria de Fátima Milfont Rodrigues, 67 anos

Sempre levou a boa fé aos que necessitava, uma pessoa do povo.

Maria de Fátima Rocha Nascimento, 57 anos

Uma mulher amável, de ternura constante em seu sorriso doce e acolhedor.

Maria de Jesus dos Santos Pereira, 73 anos

Viveu para criar e se orgulhar das filhas e netos.

Maria de Jesus Ribeiro Frota, 84 anos

Um dom, uma certa magia, uma força que nos alerta.

Maria de Jesus Sosinho Santos, 69 anos

Maior que seu sorriso, só seu coração e amor pela vida.

Maria de Jesus Teles da Silva, 91 anos

Vinham de longe para comprar a farinha de tapioca dela, que era a melhor de toda Manacapuru.

Maria de Lourdes Bentes Carneiro, 79 anos

Tacacazeira, dona de uma gargalhada inesquecível!

Maria de Lourdes Caldeira, 59 anos

Mulher alegre, defensora dos animais e que amava viver.

Maria de Lourdes Chaves, 75 anos

Mãe-maravilha, era um ser humano de luz, com paciência exemplar.

Maria de Lourdes Cunha Machado, 80 anos

Maria de Lourdes era uma ariana rasgada. Quando amava, amava com tudo.

Maria de Lourdes da Silva Vicente, 77 anos

Fez sua última viagem sozinha. É mais uma estrela azul no céu, provavelmente agora a iluminar Paris.

Maria de Lourdes de Moura Ferreira, 70 anos

Era muita mãe só para quatro filhos; então, Dona Lou era mãe de todo mundo que conhecia!

Maria de Lourdes do Nascimento, 77 anos

Mulher nordestina e guerreira incansável nas batalhas da vida.

Maria de Lourdes dos Santos, 77 anos

Sem avisar, saía às 11h de casa e só chegava às 19h. Sentia paz de espírito ao pisar no Mercadão da Lapa.

Maria de Lourdes dos Santos da Silva, 75 anos

Matriarca da família, acolheu a todos com a grande doçura e dedicação.

Maria de Lourdes Eduvirgens Ferreira, 69 anos

Mulher inesquecível, dona de olhar sereno, sorriso doce e colo acolhedor.

Maria de Lourdes Neto de Lima, 74 anos

Mulher guerreira e amada, sempre dizia que trabalharia até não ter mais força, pois não havia nascido pra ser dona de casa.

Maria de Lourdes Oliveira Lopes, 72 anos

Dizia que ia ganhar na loteria para realizar os sonhos dos outros.

Maria de Lourdes Oliveira Santos, 63 anos

Uma mulher guerreira de grande coração. Além de ser uma mãe incrível foi uma amiga maravilhosa.

Maria de Lourdes Ponciano de Sena, 68 anos

A personificação do amor.

Maria de Lourdes Santos, 86 anos

Para ela não existia tempo ruim. Uma avó que, se pudesse, segurava todo mundo com as mãos.

Maria de Lurdes Lima Salvador, 85 anos

Um anjo que agora ilumina o Céu com seu sorriso.

Maria de Nasaré Mata da Silva, 65 anos

Vai existir na memória da família como exemplo de vida alegre e amorosa.

Maria de Nazaré Cravo da Silva, 72 anos

Quando alguém chegava em sua casa, não media esforços para a visita se sentir realmente em casa.

Maria de Nazaré de Oliveira Brito, 90 anos

Não havia momento ruim para ela.

Maria de Nazaré Moura Martins, 67 anos

Cervejinha gelada e rede para festejar a delícia de se viver - esta era a felicidade de Maria.

Maria de Nazaré Pinto Rodrigues, 69 anos

Uma mulher de luz. Por onde passou, deixou um pouco de amor, solidariedade e sabedoria.

Maria de Oliveira Barbosa, 81 anos

Como demonstração de amor, escutava com carinho. Trazia conforto e paz em sua voz.

Maria de Sousa Coelho, 75 anos

A dona da alegria.

Maria do Carmo Batista, 63 anos

Árdua Guerreira Amazônida, que por meio de sua bravura consolidou conquistas na Amazônia Profunda Setentrional.

Maria do Carmo Cavalcante da Silva, 85 anos

Em coração de "Mãe Maria" sempre coube mais um.

Maria do Carmo de Jesus, 67 anos

Tinha um imenso amor pelos livros e por adoçar a vida de outras pessoas.

Maria do Carmo de Oliveira, 67 anos

Aquela pessoa que te puxa pra dançar e também pra te ajudar, emprestando força e coragem de seguir em frente.

Maria do Carmo de Oliveira, 82 anos

No balanço da vida, dançou sob adversidades e sapateou com o encanto de uma jornada vencida com dignidade.

Maria do Carmo Fernandes Silva, 67 anos

Minininha Pimenta era cheia de amor, alegria e também de "braveza", se precisasse.

Maria do Carmo Magalhães Taveira, 67 anos

Apaixonada pela família, louca de amor por suas netas.

Maria do Carmo Silva Sousa, 82 anos

Rainha da alegria, frescor e força, era uma jovem de mais de 80 anos.

Maria do Carmo Souza Barbosa, 73 anos

Deus a emprestou a sua família.

Maria do Livramento Lira da Silva, 62 anos

Uma rainha que, na praia, voltava a ser criança para brincar com os netos.

Maria do Nascimento dos Santos, 88 anos

Uma avó amorosa e alegre. Tinha o hábito de ler a Bíblia e sentar-se em sua cadeira de balanço no fim da tarde.

Maria do Nascimento Pereira de Souza, 82 anos

A sogra que todo genro gostaria de ter. Apoiando ou repreendendo, sempre foi como uma mãe amorosa.

Maria do Patrocínio Ribeiro Mascigrande, 86 anos

Uma mulher que costumava dizer que tinha rodinha nos pés.

Maria do Sagrado das Mercês Lima, 66 anos

Ando devagar porque já tive pressa. E levo esse sorriso porque já chorei demais.

Maria do Socorro Carvalho Bertoldo, 67 anos

"Te aquieta, pequeno", dizia de forma engraçada, quando queria chamar nossa atenção.

Maria do Socorro Cavalcante da Silva, 70 anos

Ajudar o próximo era seu maior dom e os netos a sua maior paixão.

Maria do Socorro de Moura Coccaro, 54 anos

Conquistava com o seu carisma e fazia morada no coração de todos que a reconheciam como alma amiga, alma irmã.

Maria do Socorro Silva, 49 anos

Mulher admirável que veio ao mundo cheia de sonhos e costurou-os um a um em sua máquina de coser.

Maria do Socorro Silva, 66 anos

"Viver e não ter a vergonha de ser feliz! A vida é bonita, é bonita, é bonita!" - esse era seu lema.

Maria do Socorro Silva, 60 anos

Dedica à família, à vida e ao próximo. Maria também foi muito amada.

Maria do Socorro Wanderley Ferreira, 77 anos

Gostava de dançar e de programas culturais. Mas seu grande amor mesmo era a família.

Maria dos Prazeres Soares de Azevedo, 59 anos

Predestinada essa moça, que honrou seu nome: “Maria dos Prazeres” fez da vida uma festa de alegria sem fim.

Maria dos Reis Gomes, 84 anos

Zelava pela mesa farta, cercada por toda família.

Maria dos Remédios Oliveira Lima, 77 anos

Estava sempre de malas prontas para ir viajar para qualquer lugar!

Maria dos Santos Corrêa, 81 anos

Amou intensamente; a Deus e ao próximo. Perdoou até quem não lhe pediu perdão.

Maria dos Santos Stival, 71 anos

Cozinhava e costurava como ninguém. Suas receitas e seus bordados tinham um elemento especial: o amor.

Maria Dulci de Macêdo, 74 anos

Costurava roupas e a autoestima alheias.

Maria Edma Benetti Pereira, 78 anos

Matriarca geniosa, de alma curiosa e vaidade de mulher.

Maria Eduarda Rodrigues, 0 anos

Já mostrava-se forte e guerreira antes mesmo do seu nascimento.

Maria Elzenir Chagas Farias, 80 anos

Ensinou na prática o que é empatia e solidariedade.

Maria Eneida Monteiro, 69 anos

Educadora, mãe e avó, ela era uma fortaleza.

Maria Estela Alencar Vieira, 69 anos

Recheava seus dias com cuidados e carinhos. Farão falta seus conselhos e, até as broncas.

Maria Estela Viana Margarido, 72 anos

Fazia o melhor doce de leite do mundo e dividia suas compras com quem precisasse, mesmo tendo pouco.

Maria Estelita Máximo, 89 anos

Sempre se cuidava, era muito vaidosa. A bolsinha era seu acessório preferido.

Maria Etelvina Goya Mattos, 73 anos

Enfrentou a vida com sabedoria, espalhou belos sorrisos e fez do amor sua maior comunicação.

Maria Euzébio da Cunha, 79 anos

Uma mulher de força que venceu todas as dificuldades da vida.

Maria Eva Santiago Martins, 69 anos

Sua teimosia e alegria eram tão grandes quanto seu coração.

Maria Evaneida Medeiros Silva, 77 anos

Dizia que amava seus filhos mais que o infinito.

Maria Evilane Ferreira Albano, 47 anos

Sorriso, amor, família e cuidado são as palavras que definem essa mãe e técnica de enfermagem tão querida.

Maria Farias Silva, 66 anos

Amor e humildade. Palavras sinônimas desta senhora que ajudava famílias do bairro.

Maria Ferreira da Silva, 87 anos

"Maria das Invenções" inventou de descansar, afinal cumpriu sua missão.

Maria Ferreira de Araújo Rodrigues, 88 anos

Gostava de sentar-se em sua cadeira e contar como lutou para criar seus dez filhos sozinha.

Maria Ferreira de Castilho, 74 anos

Levava na malinha a felicidade em forma de roupa nova, batendo de porta em porta, fazia a alegria da mulherada.

Maria Flora da Silva Tavares, 71 anos

Florinha sorria pra vida e a vida lhe sorria de volta.

Maria Francelino de Sousa, 78 anos

Maria Santa subiu ao céu dançando um baião de Luiz Gonzaga.

Maria Francisca Juvencio de Sousa, 60 anos

Chica, uma costureira exemplar e dedicada, que ria e gozava da vida em sua plenitude e vigor.

Maria Geralda Mendes de Souza, 60 anos

Mulher guerreira, tinha, em sua família, seu alicerce.

Maria Geraldina Pacheco Perrelli, 93 anos

Uma heroína pernambucana que criou, exemplarmente, seus filhos e inspirou seus netos.

Maria Glair Tavares Lisboa, 71 anos

Mulher de fé, trabalhadora, avó carinhosa e apaixonada por açaí.

Maria Gracy Barata da Costa, 77 anos

Sorriso, amor, generosidade e um tempero delicioso. A receita perfeita de uma avó sem igual.

Maria Helena da Silva Jesus, 72 anos

Dona Helena não carregava tristeza no olhar, apenas alegrias.

Maria Helena da Silva Santos, 71 anos

Com muita garra, foi malabarista na arte de cuidar com amor dos filhos e viver sem deixar de sonhar.

Maria Helena de Albuquerque Cabral, 72 anos

Na tradicional festa junina da família, dançava forró como uma boa nordestina.

Maria Helena Gualberto, 83 anos

Mãe, avó, mulher, amiga... Uma pessoa que estava sempre com o sorriso no rosto. Levava a vida como um presente.

Maria Helena Pereira de Souza, 69 anos

Ensinou a amar. Não por palavras, por gestos... A mãe de todos nós tinha um sorriso e um olhar inconfundíveis.

Maria Hilda de Farias, 73 anos

Matriarca de uma pequena-grande família.

Maria Hilda de Medeiros Gondim, 74 anos

“Que seja infinito enquanto dure “, ela sempre dizia.

Maria Hilma Repolho Serra, 67 anos

Uma pedra preciosa.

Maria Holanda Ribeiro, 72 anos

"Ninguém sabe o dia de amanhã", dizia. Mas tinha uma certeza: família em primeiro lugar.

Maria Ignez Marques Procópio, 72 anos

Tinha um imenso amor pela sua profissão e enfrentou heroicamente a pandemia, sem perder a ternura.

Maria Imaculada Rodrigues, 71 anos

Mãe dedicada, tinha a habilidade infinita de perdoar a todos, sempre.

Maria Inês Viana, 66 anos

Era doce a nossa baixinha. Uma mulher incrível, doce e forte.

Maria Iolanda Barbosa da Cunha, 78 anos

Os filhos eram tudo para ela, mas seu coração era grande o suficiente para acolher tantos outros mais.

Maria Iraci Pinto, 62 anos

Sua força e resiliência nunca lhe tiraram sua poesia e gentileza.

Maria Irene Avelar, 97 anos

Tia Maroquinha tinha o sorriso do tamanho do mundo e muito amor em seus olhinhos.

Maria Isabel Leocadia de Canha Perandre, 59 anos

Entre histórias de amor e companheirismo, Bebel foi uma fortaleza para a família.

Maria Isabel Nascimento, 68 anos

Dona de um sorriso largo, igual ao seu coração, e de um abraço que confortava a alma.

Maria Isabel Real Gonzalez, 54 anos

A mulher que enxergava o bem em cada detalhe e vivia para fazê-lo.

Maria Ivete de Campos Vicchini, 52 anos

Um amor sem igual pela filha e pela família. Coração gigante, sorriso imenso. Ria até chorar, era contagiante.

Maria Izabel Lopes Dias, 74 anos

Temperava com amor as delícias que preparava.

Maria Izabel Luz Hoppe Martins, 77 anos

A terapeuta apaixonada por plantas, Cabala e pelos três filhos, que sempre enxergou como crianças, independentemente da idade.

Maria José Almeida da Silva, 83 anos

Ninguém ficava triste perto dela.

Maria José Assunção, 64 anos

Educadora que transformou vidas.

Maria José da Costa Maia, 84 anos

Adorava cuidar do pomar, da horta e viajar.

Maria José da Cruz Santos, 89 anos

Tinha sua família como bem mais valioso, um verdadeiro presente de Deus.

Maria José de Brito Vieira, 84 anos

Seus frutos se lembram muito bem das mãos – e dos gestos – que a tornarão eterna. O bom plantio é implacável.

Maria José de Souza Barata, 72 anos

Mulher de fibra, costurou um cotidiano de amor, coragem e fé.

Maria José do Nascimento de Paula, 90 anos

Para "Vovó Maria", cada plantinha era única, assim como cada um de seus netos.

Maria José dos Santos Silva, 71 anos

Mulher forte, de coração generoso, foi uma técnica de enfermagem dedicada, que não deixava ninguém esmorecer.

Maria José Lira Guerra, 54 anos

As mãos de Maria eram delicadas o suficiente para fazer manicure, e fortes o suficiente para erguer uma casa.

Maria José Pereira da Silva, 69 anos

Criou-se sozinha, criou os irmãos e então, como mãe solteira, criou os sete filhos.

Maria José Pereira de Arruda, 65 anos

“Que gracinha!”, falava toda vez que era contrariada.

Maria José Pinheiro Costa, 77 anos

O sorriso no rosto era o caminho escolhido por ela para levar a vida de forma leve.

Maria José Segundo da Silva, 77 anos

Ela era amor do começo ao fim. Seu grande prazer era cozinhar para os filhos, netos e amigos.

Maria José Silva de Jesus, 75 anos

Mãe de 15 filhos, amou todos eles, da mesma maneira.

Maria José Soeiro Reis, 75 anos

Professora durante toda a vida, gostava de tomar cafezinho, fazer cruzadas e assistir aos noticiários da TV.

Maria Josefa Oliveira do Nascimento, 61 anos

Sinônimo de mulher que nunca fugiu da luta.

Maria Julia Fernandes, 63 anos

Agora tudo está em silêncio, falta a voz, o canto, o assovio, os conselhos e a alegria de Maria.

Maria Klettemberg Boing, 85 anos

Foi rica e feliz com muito pouco. Presenteava os netos com terços e sempre tinha um pacotinho de bala de coco.

Maria Laurinda de Paula, 74 anos

Devota fiel, acompanhava missas até pela TV.

Maria Leila Jereissati Midauar, 91 anos

Desmistificou a relação nora-sogra. Estava mais para segunda mãe.

Maria Léris Seitenfus, 58 anos

Seus versos ficarão eternizados.

Maria Lira Lemos, 67 anos

Ao fim da tarde, sua hora favorita, proseava com as amigas na frente de casa.

Maria Lizete Bezerra de Carvalho, 58 anos

Uma vida a ensinar aos seus e ajudar as pessoas.

Maria Lopes de Souza, 66 anos

"Vamos fazer algo especial, já que estamos todos reunidos. Seja um almoço, uma sobremesa...", dizia ela.

Maria Lucia Alvarenga de Moura, 75 anos

Malu Mulher, Malu Mãe: publicitária e mãe zelosa. Coloria paredes e vibrava com jogos do Palmeiras.

Maria Lúcia Araújo de Sena, 68 anos

Ela era uma mistura dos melhores adjetivos, segundo a neta.

Maria Lúcia Costa Freire, 63 anos

Se irritava com o barulho, mas a maior alegria dela era ver a casa cheia de gente.

Maria Lúcia Curvelo Kelp, 47 anos

Não há como ver uma praia e não lembrar dela.

Maria Lucia de Assis Brandão da Silva, 55 anos

Viveu para mostrar que humildade e bondade não são apenas lições da catequese.

Maria Lucia Fernandes Cabral, 85 anos

Mãe e avó, caseira e amiga, cuidou das flores do jardim com a mesma devoção que dedicou aos filhos e netos.

Maria Lucia Fernandes Paiva, 63 anos

Cozinheira de mão cheia, essa nordestina encantou o Rio de Janeiro.

Maria Lúcia Mariano Alves, 76 anos

A professora querida, com seu legado de fé, um coração generoso e um sorriso acolhedor.

Maria Lúcia Nascimento Daltro, 72 anos

Espalhou beleza e alegria por todos os lugares que passou.

Maria Lúcia Remígio dos Santos, 50 anos

Alegre e determinada, foi o porto seguro de toda a família e a melhor tia do mundo!

Maria Lúcia Rocha Freire Santos, 64 anos

Lucinha era dona da gargalhada mais espontânea e verdadeira; daquelas que são gostosas de ouvir e que contagiam.

Maria Lucia Tolentino do Carmo, 74 anos

Dos amores da vida, Di nunca esqueceu de Tonho, da família e do Corinthians.

Maria Lúcia Vieira Pereira, 66 anos

O amor é eterno e pode ser manifestado em coisas simples como: quitutes e lindos crochês.

Maria Luciana do Nascimento Silva, 42 anos

Seu sonho era ser mãe, e ela foi uma mãe fora do comum.

Maria Lucy Teixeira, 77 anos

Alegrava-se com as pequenas coisas da vida.

Maria Luiza Augusta, 77 anos

Encantava a todos na avenida, como porta-bandeira, nos desfiles das escolas de samba.

Maria Luiza Cardoso Frazão, 75 anos

Sempre dizia que coração dos outros é terra que ninguém pisa.

Maria Luiza da Silva Santos, 73 anos

Poço de ternura e eterna criança. Dona da receita secreta da melhor feijoada do mundo.

Maria Luíza Sena, 71 anos

Sua lista de melhores coisas da vida: passear com os netos, tomar uma cervejinha gelada encontrar os amigos.

Maria Luz de Castro, 100 anos

Foram 100 anos de luz, lar, cartas guardadas e crochê.

Maria Luzinete Guajajara, 98 anos

Foi responsável por manter as tradições, a língua, os rituais e os saberes ancestrais vivos.

Maria Madalena de Almeida Dias, 64 anos

Muito católica, a fé de Maria era inabalável. A satisfação de quem amava era sempre sua prioridade.

Maria Magalhães Costa, 79 anos

A melhor dançarina de forró que já se viu na região.

Maria Manoelina dos Santos, 89 anos

Nem os médicos escapavam de suas piadas.

Maria Marilza Ferreira da Silva, 74 anos

A rua Helvécio Monte nunca mais será a mesma sem Maria, a amiga de todas as pessoas.

Maria Marina Rodrigues da Cunha, 79 anos

Sua maior alegria era ter os filhos morando perto dela.

Maria Marlene Araújo Rodrigues, 82 anos

Era a mãe da caridade, adorava praticar o bem.

Maria Marques de Moura Rodrigues, 71 anos

Foi um grande sinônimo de simplicidade, alegria, generosidade e muito amor ao próximo.

Maria Marta de Faria, 65 anos

Forte e decidida, a religiosa era amada por toda a comunidade.

Maria Miguel de Jesus, 89 anos

Mulher de fé, devota de Nossa Senhora Aparecida, primava pelo respeito e pela união da família.

Maria Miriam Machado de Souza, 60 anos

Era uma baixinha invocada, mas de coração grande.

Maria Molina de Sousa, 69 anos

Seus olhos enxergavam o bem presente no mundo e nas pessoas.

Maria Natércia Araujo Macedo, 92 anos

Uma mulher de poucas palavras e atitudes sábias.

Maria Nazaré Ataide, 66 anos

Maria tinha um papel importante na vida de todos que a amavam.

Maria Nazarene dos Santos, 87 anos

Mãe de 24 filhos, alegrava-os com suas músicas e frases especiais, como: “Tô aqui só batendo asa!”

Maria Neite Soares de Lima, 89 anos

Duas palavras resumem bem essa matriarca: vida e generosidade.

Maria Nilza Silva do Nascimento, 53 anos

O que mais gostava era ter pessoas queridas em volta da mesa contando histórias e dando risadas.

Maria Nilza Silveira, 91 anos

Mãos caprichosas, tecia cores e encantos.

Maria Odila Ferreira da Silva, 67 anos

“O café está pronto. Hoje tem açaí?” mal esperava a resposta e já ia agradecendo.

Maria Olimpia Faria Rodrigues Brandão Figueira, 80 anos

Sempre forte, sorridente, altiva e muito fervorosa.

Maria Patrocinia de Moraes, 85 anos

Todos os filhos, netos e bisnetos se sentiam “o preferido” dela, tão grande era a sua capacidade de amar.

Maria Paulinha Vieira de Azevedo, 90 anos

Uma mulher de muita fé, apaixonada pelo marido e pelos filhos.

Maria Pereira Pressuti, 69 anos

A mãe e avó Maria mais amada e querida deste Brasil.

Maria Quitéria Santos, 52 anos

O coração generoso e a força foram a sua herança para os filhos.

Maria Raimunda de Carvalho Costa, 50 anos

Mulher trabalhadora e de uma força infinita. Ela telefonava para mostrar que se importava com as pessoas.

Maria Raimunda Ferreira da Silva, 71 anos

Dona Ray: sinônimo de amor, solidariedade e alegria.

Maria Raimunda Moreira Pessoa, 73 anos

Tinha as mãos de fada... Suas artes em tecido viajaram o mundo!

Maria Raimunda Souza da Silva, 71 anos

Entre as memórias que deixa, estão as bonecas de pano que fazia à mão, depositando amor em cada ponto de linha de suas costuras.

Maria Ribeiro de Farias, 73 anos

Contrariou e venceu todos os obstáculos, realizando projetos e sonhos.

Maria Rildete Menezes de Oliveira, 60 anos

Por onde passava contagiava a todos com sua alegria e simplicidade.

Maria Rita Castanha Silva, 75 anos

Dona de uma fé inabalável e de um grande amor por sua família e por sua religião.

Maria Rita de Cassia Santos, 47 anos

A jovem rainha mãe. Ajudar é o verbo que conjuga Maria Rita.

Maria Rita Muniz Alves de Lima, 61 anos

Uma mulher humilde e batalhadora; tinha o costume de preparar uma refeição para reunir a família aos domingos.

Maria Rosa de Freitas, 77 anos

Tinha a família tão grande quanto o seu coração e seu sorriso farto.

Maria Rosa dos Reis Berteli, 79 anos

Agora espalha suas rosas pelo Céu.

Maria Rosália da Silva, 65 anos

A feirante que era só carinho com a família, viveu 55 anos com o marido. Cinco dias depois dela, ele se foi.

Maria Salomé Teixeira Martins, 88 anos

Ajudava e cuidava de todos, lembrava o aniversário de cada familiar e era sempre a primeira a dar os parabéns.

Maria Santana Farias, 59 anos

Mesmo em dias nublados, permanecia reluzente, enquanto tecia roupas e conselhos para quem amava.

Maria Sérgio Rosa, 72 anos

Alegre e popular, dona Maria Rosa conquistava todos por onde passava.

Maria Sônia da Silva de Sousa, 69 anos

Amava ajudar e desfrutar suas paixões: a enfermagem, a família, festas e bolos.

Maria Stela Salustiano Silva, 75 anos

Gratidão e fofura. Stelinha foi mestra em nos ensinar como a vida é bela.

Maria Suédes Lourenço Goulart, 76 anos

Um sorriso escancarado e um bom-dia cheio de animação!

Maria Suely Pereira Marques, 58 anos

Uma mulher tão incrível que partiu no Dia de Nossa Senhora de Fátima.

Maria Tavares Pereira do Carmo, 65 anos

Uma mulher guerreira.

Maria Teixeira da Silva, 68 anos

Mariquinha era um doce de avó, aquela que fritava o melhor bife do mundo e fazia o bem, sem olhar a quem.

Maria Teles da Silva Holanda, 74 anos

Amorosa e muito simpática, deixou de herança resiliência e alegria.

Maria Tereza Figueiredo Melo, 65 anos

Protetora, era uma leoa quando o assunto era cuidar de seus filhos e netos.

Maria Terezinha Zago Vicioli, 77 anos

Fazia questão de demonstrar seu amor com palavras de afeto, orações e conselhos sinceros.

Maria Valdenice Luz de Azevedo, 60 anos

Gostava de cozinhar com o tempero do amor, cuidar de si e cuidar dos pássaros.

Maria Valderes dos Santos Camargo, 46 anos

A sua alegria era a sua maior energia.

Maria Volpe, 88 anos

A comida e o amor eram as essências de sua trajetória.

Maria Zélia Seabra dos Santos, 72 anos

Uma fonte inesgotável de amor, sabedoria e dedicação. Uma mulher à frente do seu tempo.

Maria Zilma Pinto Nogueira, 65 anos

Mestra na arte de ensinar, transcendeu os limites dos currículos escolares. Seu legado será eterno.

Marialva Valadares de Andrade, 93 anos

Ajudou a todos que podia até o final da vida.

Mariana Gonçalves Amâncio, 65 anos

A moça do dente de pérola.

Mariane Aparecida Moutinho Costa, 25 anos

Uma jovem que não desistia daquilo que queria.

Mariane Machado Capuano, 38 anos

"Eu te amo por você", dizia Mariane. A mulher que só era amor.

Mariano Mendes, 77 anos

Muito comunicativo, tinha sempre uma boa história para contar.

Mariano Vicente Pagano, 59 anos

“Existem dois jeitos: o fácil e o certo”, dizia ele.

Mariêta Pereira da Silva, 87 anos

Para a família, foi exemplo de garra, honestidade, resiliência, cuidado, amor e atenção.

Marilda Teixeira Lopes Gasparino, 50 anos

Amou a vida e viveu da forma mais linda.

Marileisa Marta de Andrade, 71 anos

Mulher de aço, um exemplo de força e obstinação para as irmãs e a filha.

Marilena Mattos Rosa e Silva, 72 anos

Desde pequena ela quis ser "médica de criança". E assim foi. Infinito era o amor que a movimentava à vida.

Marilene do Prado Tavares, 47 anos

A profissional mais sorridente e solar.

Marilene Nanes da Silva, 56 anos

Amante da vida, sua felicidade desconhecia limites.

Marilene Rita Bezerra, 69 anos

Gostava da alegria da vida e com coragem desviou dos obstáculos da tristeza.

Marilene Simões Silva, 81 anos

Uma mulher tão cheia de fé, que ensinou todos à sua volta a terem fé em Deus.

Marília Beatriz de Figueiredo Leite, 78 anos

Alguém que sempre dominou a escrita e que, diante de sua partida, nos deixa sem palavras.

Marilice Obata Cordon Smith, 52 anos

Mara não sabia ser só e era toda amor, abraço e ombro amigo, "tia-mãe" que mimou demais os sobrinhos.

Mariluce Ferreira Gonçalves, 38 anos

Respirava e inspirava cultura quando faltava empatia e amor.

Marilza Aparecida Fontes, 52 anos

Uma pessoa introvertida e um pouco carente. Sonhadora, amorosa com os sobrinhos: os filhos de coração.

Marilza Saraiva, 57 anos

Sempre tinha pelo menos um afago, um gesto de carinho para fazer.

Marina Adati, 97 anos

O bolo de Nescau foi uma das especialidades dessa bisa que ensinou aos netos e bisnetos a arte de viver.

Marina Rocha Lima, 49 anos

Todas as manhãs, ela lavava sua calçada. O padeiro diz que continua a enxergá-la com a mangueira na mão.

Marinalde Castro Costa Freitas, 45 anos

Junto aos medicamentos e procedimentos da enfermagem, ela adicionava um sorriso radiante e uma alegria curadora.

Marinalva de Vasconcelos, 62 anos

Será sempre lembrada com muito carinho e amor.

Marinalva Moura de Sousa, 65 anos

Um gesto, uma frase de apoio, um suco à espera da família... peculiares jeitos de amar dispensam palavras.

Marines Braga Cavalcanti, 57 anos

Dona de um sorriso capaz de transformar qualquer segunda-feira chuvosa num sábado ensolarado.

Marinesio Francisco de Souza, 60 anos

Caridoso, pregava a união da família e gostava de ir à praia com ela toda.

Marinete Getrudes dos Santos, 72 anos

Mulher de fé e de muita garra, amava dançar e gostava de ser fotografada.

Marinete Soares de Sousa, 39 anos

Viveu a maternidade até com seus alunos.

Mario Antônio de Carvalho, 62 anos

A pé ou a cavalo, por ar ou por terra, cultivava boas ações e colhia sorrisos.

Mário Belém de Almeida, 93 anos

Antes de se aposentar, almoçava às 11h e gostava de contar piadas deitado na rede com a neta.

Mário Bentes Braule Pinto Junior, 60 anos

Vovô Mário realizou o sonho de abrir uma escola aos 56 anos.

Mário Fernandes da Silva, 63 anos

Pai e avô incrível, viveu para fazer o bem. Ensinar e ajudar o próximo eram suas maiores qualidades!

Mario José Andrade, 63 anos

Sempre uma voz doce, até nos piores momentos.

Mario Nogueira Filho, 76 anos

Um grande homem de Deus, que doou a vida pelo Senhor Jesus e pelo povo que amava.

Mário Onishi, 76 anos

Viveu sua vida sem incomodar ninguém. Tímido e reservado, para ele tudo estava sempre bem.

Mário Pais Arrais, 82 anos

Elevou a condição de ser pai a patamares incomparáveis.

Mário Pereira da Silva, 45 anos

Um pastor amigo de seus irmãos.

Mário Pires Santana, 74 anos

Ser humano grandioso. Fonte inesgotável de amor, sensibilidade e compromisso.

Maristela Santana, 59 anos

Linda, de coração e de alma! Sensível como as flores de seu jardim.

Maritan Lima Gonçalves, 68 anos

Uma mãe muito especial.

Marivaldo Brito Furtado, 39 anos

Por onde ia, levava sua alegria.

Marivaldo da Costa Oliveira, 42 anos

Ele dizia que ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar.

Mariza Alvim Soares Martins, 91 anos

Uma artista que viveu intensamente a vida.

Mariza Therezinha de Almeida Barreto, 83 anos

Uma artista em seu ofício e no dom de transmitir seu legado de fé, esperança e amor.

Marlei Martins Bianchi, 55 anos

Sonhadora e boa ouvinte, Marlei sempre repetia: a vida é tudo de bom.

Marlene Almeida de Andrade, 83 anos

Carismática, seduzia a todos com sua doçura. Só não admitia que atrapalhassem suas orações, ou sua novela.

Marlene Alves dos Santos, 76 anos

Mãe amorosa, protetora dos filhos, a quem ensinou a viver intensamente os sorrisos e também as lágrimas.

Marlene Eunice Vanucci de Carvalho, 82 anos

A alegria foi seu norte.

Marlene Josephina Silano Pinto, 88 anos

Viveu para amar, cuidar, cozinhar e fazer rir com seu jeito único de falar.

Marlene Luiz Xavier Santos, 55 anos

Seus abraços chegavam na hora em que as pessoas mais precisavam.

Marlene Sales Costa de Araújo, 77 anos

O amor tem cheiro e tem nome: vó Marlene, a rainha da família.

Marlene Silva Costa, 61 anos

Aquela que transbordava amor.

Marlene Soares, 68 anos

Todos os dias ela reservava um tempo para pegar sol, olhar o céu e ouvir os pássaros.

Marlene Teixeira, 71 anos

Amava festas e reunir a família para almoçar aos domingos.

Marlene Vinhal de Vasconcellos, 81 anos

Com agulha e linha cosia, com seu amor nos unia.

Marli Aparecida Teixeira, 62 anos

Apaixonada pelos netos e filhos, mulher guerreira que foi muito mais que mãe.

Marlon Ferreira, 45 anos

Dizia todos os dias que a língua do seu povo Fulni-ô não podia se perder

Marlucia da Silva, 62 anos

Amava viajar e conhecer gente nova. Liberdade era seu nome.

Marlucia Moura de Souza, 61 anos

Uma pessoa que vivia com os ouvidos, coração e braços sempre abertos.

Marlusia Gomes Viana, 85 anos

Mulher forte e guerreira, aguentou firme e obteve sucesso em seus desafios.

Marly Dias Moreira, 82 anos

Assoviou amor, dançou a vida, plantou bondade e, até os animais sentirão falta do seu cuidar.

Marsel Alencar Seabra, 63 anos

Para ele, a vida era cheia de mistérios e muito boa.

Marta da Silva Guedes, 64 anos

Cuidar era o seu dom. Brincar e ser feliz eram a sua arte.

Marta Maria de Lima, 65 anos

Se o outro não estivesse bem, ela também não estava.

Marta Pereira de Almeida, 39 anos

Onde ela estava, a alegria também estava.

Martha Domingues, 58 anos

Cheia de coragem, sempre lutou por tudo que quis. Jamais duvidou da sua capacidade. Um exemplo de mulher!

Martimiano Martins Constantino, 76 anos

Tinha orgulho de ser motorista, dirigia sua Pampa feliz em colecionar histórias em cada viagem.

Martinho Lira de Almeida, 68 anos

“Filha, minha felicidade é ver a minha família”, dizia ele.

Martinho Lutero Galati de Oliveira, 66 anos

“O canto coral nos aproxima e nos leva a comportamento e práticas menos egoístas.”, dizia ele.

Mary Cavalcanti Ramos de Almeida, 55 anos

"Abram os cadernos, a aula já vai começar. Vou lhes ensinar a transformar vidas!"

Maryulda Thereza Fernandes dos Santos, 68 anos

“Ame e tenha compaixão. É isso o que levamos dessa vida.”

Masao Kono, 71 anos

Sempre correndo, distribuía bons-dias, balas e bordões pela empresa.

Mateus Zerbone Carlos, 34 anos

Foi o maior amor na vida de Alexandra, sua mãe.

Matheus Aciole da Costa, 23 anos

Adoçava a própria vida e a de todos que encontrava pelo caminho.

Maud de Morais Cordeiro, 90 anos

Gostava de política e nunca fugiu de um debate.

Maura dos Santos Seixas, 80 anos

Deus sabe das coisas. Maura também.

Maura Mendes Barros, 78 anos

Maura gostava de estar rodeada de gente.

Maurício Barbosa Lima, 80 anos

Fez a diferença por onde passou.

Maurício Bastos Vieira de Vasconcelos, 77 anos

Engenheiro por amor e pai orgulhoso, do tipo que adorava apresentar aos amigos a "ficha completa" de cada filho.

Maurício Carlos Martins Jr., 54 anos

Casa cheia, mesa farta e todos falando ao mesmo tempo. Taí o que deixava ele feliz.

Maurício Cavalcante Barbosa, 65 anos

Popularmente conhecido como "irmão".

Maurício Domingos Gomes, 53 anos

Muito generoso, era o esposo amoroso de sua Luz.

Maurício Joaquim de Oliveira, 68 anos

Sempre com um sorriso no rosto, não dispensava uma boa prosa.

Mauricio Kazuhiro Suzuki, 26 anos

"Opa! Aí sim, hein?", dizia seguido de um riso marcante.

Maurício Naoto Saheki, 41 anos

Ele tinha uma bondade solar.

Mauricio Vasconcellos da Silva, 80 anos

Um homem que confirmou o dito popular de que avô é ser pai duas vezes.

Mauro Francisco da Silva, 67 anos

Fazia “um cafezinho e puxava um dedo de prosa”, era seu jeitinho especial de receber as pessoas.

Mauro Leal, 56 anos

Uma pessoa que transmitia alegria e conseguia enxergar o lado bom da vida, independentemente da situação.

Mauro Leite de Oliveira, 87 anos

Construiu um legado de humildade, honestidade e resiliência, sempre com um tempo para nutrir o amor à música.

Mauro Lucio Lima Sobrinho, 44 anos

De sorriso leve, como a brisa que lhe acarinhava o rosto, enquanto, com os pés na areia, contemplava o mar.

Mauro Luís Marques da Silva, 60 anos

Uma pessoa boa que gostava de ajudar os outros e de espalhar risos e alegria.

Mauro Montanher, 44 anos

Tinha um coração proporcional a sua altura.

Mauro Roberto Dos Santos Guimarães, 49 anos

Viveu intensamente e zelou por cada um de seus pacientes.

Mauro Sergio Cataldi de Almeida, 63 anos

Enfermeiro, vigilante sanitário, mágico e Papai Noel. O carisma de Maurinho era contagiante.

Max Douglas Oliveira Aranha, 32 anos

Não gostava de planejar viagens com antecedência e surpreendia todos com as arrumações de mala repentinas.

Max Kelli Motta da Silva, 41 anos

Ele gostava de fazer o bem e ajudar as pessoas.

Max Pereira dos Santos, 70 anos

Um dançarino de primeira categoria, nosso eterno "Max Jackson".

Max Santos do Nascimento, 35 anos

Colocava amor em tudo o que fazia. Até no conserto de motocicletas.

Mayara Cristina Cabral, 29 anos

Uma jovem mãe dedicada. Filha de alguém... Amor de alguém.

Meiry Catarina Gomes Macedo, 59 anos

Seus sentimentos eram medidos ao máximo. Ria, falava alto, chorava...

Mercedes Carnevalli, 88 anos

Uma vida destinada ao cuidado. Assim, exerceu o afeto e a pureza guardados dentro de si.

Mercedes Fernandes de Sousa Cardozo, 63 anos

Fica a doce lembrança de seu aceno quando descemos a viela.

Mércia Francisco Alves, 68 anos

A compaixão é conhecida por muitos nomes próprios. Um deles, certamente, é Dona Mércia.

Meritania Ferreira Bezerra, 51 anos

Sempre gostou de festejar e ter sua família por perto. Deixou para todos, o legado de sua alegria.

Messias Ferreira de Oliveira, 87 anos

Um homem com histórias incontáveis, que soube viver o amor e pedir perdão.

Messias Martins Moreira, 53 anos

Acreditava tanto em Deus, que dobrava os joelhos na cama, de madrugada.

Messias Solon de Carvalho, 62 anos

Quando jovem, adulto. Quando adulto, jovem.

Midian Guedes Maurício, 53 anos

A mãe sempre sorrindo e abraçando os seus.

Miguel Aio, 69 anos

Vocês tem que experimentar essa costela! - dizia ele ao preparar a iguaria.

Miguel Alves, 90 anos

Por onde passava, fazia amigos e os carregava no coração, pela vida inteira.

Miguel Arcanjo Correia Cardoso, 42 anos

Animava a equipe dizendo: "Pessoal não podemos caranguejar!".

Miguel Henrique Alves, 80 anos

Ficava na sala, no meio da conversa entre seus nove filhos e dizia: "Não estou entendendo nada!"

Mikaela Pereira da Silva, 28 anos

Soube viver com afeto, alegria e intensidade sua vida, inesperadamente, breve.

Milena Morais Paiva, 22 anos

As estrelas moravam no seu sorriso.

Milene Barcelos, 30 anos

Difícil será sobreviver em meio ao caos sem ter o teu sorriso e suas piadas.

Milton Castelo Filho, 60 anos

Uma pessoa que reunia todas as qualidades e que acreditava no resultado do bom trabalho.

Milton Castro da Silva, 78 anos

Se tinha pavê de sobremesa, já se ouvia dele o famoso "é pra ver ou pra comer?"

Milton Gonçalves Damasceno, 66 anos

Um homem de coração grande, que sempre tinha uma piada para contar.

Milton Luiz Ciappina, 72 anos

Um excelente médico, uma excelente pessoa.

Milton Queiroz de Freitas, 79 anos

Seu Milton, um homem muito alegre e comunicativo.

Milton Tadeu Sterzza, 63 anos

O tio mais pai do mundo. O tio-do-pavê mais literal que já existiu.

Miosotes Barbosa de Souza, 81 anos

Sua porta estava sempre aberta para quem precisasse; fosse de uma oração, de uma ajuda ou de uma palavra de conforto.

Miqueias Matias Fernandes, 69 anos

Homem de fé, se inspirava em Deus para dividir o que tinha e tentar tirar as dores dos que sofriam.

Miria Dalfovo Cicarello, 63 anos

Era alegre e gostava de festa. Não perdia um baile dos anos 70.

Miriam Rodrigues de Andrade Haiashi, 36 anos

Mãe que lutou pelo e para o amor.

Mirian Cardoso da Silva, 77 anos

Sua resposta de sempre: "Estou ótima, está tudo maravilhoso, graças a Deus!".

Mirian da Conceição Santos, 77 anos

Ela sempre guardava um beijú para o neto comer, pois sabia que ele adorava.

Mirian Rossettini Orlandi, 72 anos

Ensinava o significado da música Cálice de Chico Buarque para a filha de 9 anos

Mirtes Elvas Cordeiro, 89 anos

Mulher de pulso forte e coração generoso.

Moacir de Barros Moura, 61 anos

Muitas vezes provou que era um grande guerreiro. O seu coração foi uma casa de portas abertas.

Moacyr da Silva, 57 anos

O melhor parceiro de dança, com um coração do tamanho do carnaval.

Moacyr da Silva Filho, 61 anos

Um herói sem super poderes, mas cheio de virtudes.

Moarcir Leônidas de Lima, 70 anos

A sabedoria tranquila da vida ribeirinha.

Moema Haussauer dos Reis Faleiros Soares, 71 anos

Ao ver o pôr do sol, chamava a família para assistir ao espetáculo, juntos.

Moisés Januário da Silva, 59 anos

Um homem de fé que levou mais de vinte anos para provar sua inocência e nunca desistiu de lutar por justiça.

Moisés Nazareno Jaquino de Oliveira, 46 anos

Conseguiu ser pai e irmão da mesma pessoa.

Monica Barbosa, 35 anos

A mãe da Júlia era dessas pessoas com senso de organização como parte de sua identidade.

Mônica Cavalcante de Abreu, 41 anos

Sempre com um sorriso no rosto que transpunha toda e qualquer dor, jamais deixou de lutar pela vida.

Mônica Coutinho Medeiros, 56 anos

Uma alegria que contagiava e encantava a todos.

Mônica de Lourdes Perez Prado Bezerra, 59 anos

Sempre sorridente.

Mônica Ferreira Alves, 38 anos

Mônica foi a imagem da alegria, especialmente quando engravidou.

Mônica Malaquias dos Anjos, 59 anos

Uma luz que deixava iluminada a vida de todos.

Mônica Moerbeck, 60 anos

Essa carioca era a generosidade em pessoa, da gargalhada mais gostosa que já se ouviu.

Mônica Silva dos Anjos, 40 anos

Tinha o sorriso como sua marca. A tia do RU era dona de uma risada fácil e estridente.

Mozart Maia Moura, 70 anos

Em todos os sentidos, escreveu a sua própria história.

Mozart Ribeiro, 46 anos

Vivia sempre cheio de vida e de sonhos.

Murilo dos Santos Ferreira, 68 anos

Ele foi um pai, sem ter filhos. E cozinhava como ato de amor.

Myrthes del Rosso Bueno Silveira, 82 anos

Foi uma mulher elegante, independente, determinada... e apaixonada por bombom de cereja.

Naara Campos de Souza, 25 anos

Jovem e determinada, ensinava português para refugiados. Sem notar, ensinou a todos como combater injustiças.

Nadege Lins da Silva, 72 anos

Excelente costureira, enfeitou todas as meninas da família, suas Barbies e o coração de todos que a conheceram.

Nádia de Nazaré de Souza Barbosa, 48 anos

Uma mãezona não só para seus filhos, mas para os amigos, parentes, vizinhos e para os próprios pais.

Nadir Gusmão de Lima, 76 anos

Sinônimo de amor, alegria e fé. Adorava explorar sua arte e jamais dispensava uma boa conversa.

Nahir da Luz Paes, 84 anos

Mãe de todos, mãe de muitos.

Nailda Amélia da Silva, 79 anos

Muito amorosa e vaidosa, era conhecida como "a senhorinha cheirosa".

Nailda Vila Nova Melo, 89 anos

A tia mais querida.

Nair Ayres Fernandes, 93 anos

A vida é doce como bolo de banana caramelizada.

Nair Bezerra Ferreira, 85 anos

Suas histórias do passado ficarão para sempre no coração de quem as ouviu.

Nair de Souza Ribeiro, 69 anos

Dançava como se ninguém estivesse olhando. Que mulher musical!

Nair França de Mello, 84 anos

O que Nana mais gostava de fazer era tomar seu cappuccino com pão na chapa.

Nair Maria de Arruda e Silva, 78 anos

Mãe protetora, avó dedicada, bisavó amorosa. Desde sempre e para sempre, professora.

Nalzira Ramos Junior, 81 anos

Uma viagem para o Rio de Janeiro. De avião. Esse foi seu último presente de aniversário, como ela queira.

Nancy de Jesus Fróes Gomes, 59 anos

Mulher incrível, de fé, generosa e para quem não havia obstáculo para fazer o bem e fazer sorrir.

Naomi Munakata, 64 anos

A grande maestrina de música coral do Brasil.

Napulião Aureliano Machado, 60 anos

Orgulhoso dono de um sítio às margens do rio São Francisco, nunca esquecia de dizer à filha que a amava.

Narcelio Wendel Marques Alves, 42 anos

Se doava em organizar, aos domingos, um jogo de futebol entre amigos e familiares.

Narciso Cerqueira Dias, 93 anos

Um cidadão que se foi e que não deixou nada a ser cobrado dele.

Narciso dos Santos Vieira, 60 anos

Bigode era um homem trabalhador, generoso e de fé.

Narutoshi Matsune, 78 anos

"Fica mais um pouco, tá cedo ainda", dizia.

Natal Bacaro, 80 anos

Construiu um lindo legado de fé em Deus e honestidade, ensinando sobre o amor ao próximo.

Natalia Barbaresco Vendrame, 94 anos

Atravessou o oceano com seus filhos em busca de uma vida melhor.

Natalia Murad Viana Pereira, 22 anos

A cor preferida dela era laranja, às vezes rosa. Na verdade, Nat era colorida.

Natalícia Sarmento Corrêa, 71 anos

Sua torta de frango tinha um cheirinho de união.

Natalina Maria Meireles, 86 anos

Ela era luz! Adorava uma fotografia com as suas plantinhas, que ela cuidava com tanto carinho.

Natalino Inácio da Silva, 74 anos

Pai e avô dedicado que tinha um bigodão conhecido por asa de andorinha.

Natanael Silva, 74 anos

Com seu apelido de pássaro, Macuco tinha seus vôos prediletos: netos e bisneto.

Nathan de Carvalho Moraes Rego, 78 anos

Sempre fez de tudo por sua família e deixou sua marca espalhando amor pelo seu caminho.

Nazaré Gama, 74 anos

Professora que nos deixou um dever de vida: exercer a paciência como chave para todas as portas.

Nazaré Magno Pereira, 82 anos

Tia Nazeca sempre lutou, e conquistou, tudo que quis. De um coração enorme, preocupava-se com todos.

Nazaré Oliveira Dias Teixeira, 43 anos

Mulher amorosa, irmã confidente, avó radiante, tratada como “abelha-rainha”.

Nazaré Santos de Oliveira de Moura, 76 anos

Uma avó que sabia pintar como ninguém.

Nazareno do Nascimento Laune, 46 anos

Fã de reggae, amava estar cercado pelos irmãos.

Nazareno Rodrigues Costa, 72 anos

Seu maior prazer era ver a família toda reunida.

Nazilia Morena da Silva, 76 anos

Resiliente, ela surpreendia os médicos e sempre voltava para casa, disposta a cuidar da própria vida.

Nazira Silva Araújo, 84 anos

Não era festa de aniversário se ela não cantasse um trechinho de alguma música.

Nealia Freitas Novais, 59 anos

Sempre carregando uma palavra de conforto, tinha o dom de acalmar corações.

Nei Chaves da Silva, 56 anos

Gostava de viajar pelas cidades do Brasil, passear e fazer amizades. Era um ser livre.

Neida Santos do Nascimento, 70 anos

Ela adorava fazer suas caminhadas e comprar mudas de flores.

Neide Aparecida Silveira Franco, 72 anos

Ela sempre falava que Jesus acompanhava as pessoas.

Neila Alves Bezerra, 81 anos

Tia, madrinha e professora.

Neilson Augusto Viana dos Santos, 37 anos

Flamenguista doente, era dono de um sorriso contagiante e um coração enorme.

Neith Barbosa da Silva, 67 anos

Carioca, torcedora do Fluminense, amava o Carnaval e via nas coisas simples da vida sua alegria.

Neivda Gabira Silva de Lima, 32 anos

Dona de um par de olhos verdes, ela dizia que eram bonitos, não pela cor, mas pelo brilho que seus olhos transmitiam.

Nelcir Belisario, 60 anos

Um homem especial, que cuidava dos seus e gostava de tomar uma cervejinha em família.

Nélio de Souza, 72 anos

Lutou muito para conseguir reformar sua casa e tinha muito orgulho dessa conquista.

Nelo Bocuto, 87 anos

Apaixonado pela natureza.

Nelsina Barbosa dos Santos, 63 anos

Por onde passou, deixou sua marca!

Nelson Alves Machado, 82 anos

Com seu espírito jovial, vivia a espalhar palavras de otimismo.

Nelson Antonio Schipper, 79 anos

Teve uma trajetória de muito suor e trabalho. Deixa como principal ensinamento o valor da honestidade.

Nelson Buscarini, 81 anos

Por anos foi locutor de leilão, nas quermesses de Tatuí, interior de São Paulo.

Nelson Carlos Alves, 54 anos

"Tamo Junto!", era o que ele mais dizia aos seus.

Nelson Carlos de Oliveira, 66 anos

Na dupla caipira com o irmão, se via a mais completa tradução de uma grande amizade.

Nelson da Silva Pereira, 72 anos

Nas horas incertas, ele era o amigo mais certo.

Nelson Luiz de Amorim, 92 anos

Senhor alegre, humilde e contador de histórias. Criou dez filhos e vários netos.

Nelson Monteiro, 49 anos

Sabia ser feliz e fazia feliz quem convivia com ele.

Nelson Mussi, 98 anos

Um avô adorável e adorado, homem de sabedoria que deixou um legado de lealdade e amor pela vida.

Nelson Pereira dos Santos, 87 anos

Vascaíno doente, adorava exibir seus polichinelos e pulos mirabolantes.

Nelson Sebastião da Silva, 80 anos

Se existiu uma pessoa que valorizava as pequenas coisas da vida, essa era ele. Viveu para amar os seus.

Nelson Socoloski, 50 anos

Gostava de andar cheiroso e com o cabelo bem penteado. Lustrava o carro até ficar como novo, reluzente.

Nelson Vieira Teixeira, 84 anos

Tinha alma de guerreiro e era um fã nato do forró de Caruaru.

Nelson Vitale, 73 anos

Lá vem o Sol.

Nelzimar Chagas Carvalho, 75 anos

Temperou a vida com amor, alegria e simplicidade.

Neri Clementino de Oliveira Júnior, 40 anos

Era dedicado a fazer o bem.

Nerice Laura Eduardo de Mendonça, 56 anos

Não havia tempo ruim para ela que era carinho, amor e oração.

Neuraci Ramos de Oliveira, 43 anos

Uma mulher guerreira, que nunca deixava uma criança da vizinhança de estômago vazio.

Neusa Beck, 78 anos

Loira de olhos esverdeados, um olhar que via o infinito em pura bondade, compaixão e amor.

Neusa Damião Baranauskas, 70 anos

Se falou em festa, já podia contar com ela.

Neuza Inês da Conceição Freitas, 58 anos

Cuidou dos que amava, mesmo quando já não estava mais entre eles.

Neuza José Moreira, 82 anos

Uma vovó cheia de dengo com os netos. Uma ótima mãe.

Neuza Maria dos Santos, 76 anos

Devota de Nossa Senhora, possuía imagens de quase todos os santos existentes.

Newton Ferreira Peçanha, 63 anos

Dizia com felicidade que ele era peão mas que sua filha seria uma futura engenheira.

Newton Gondim Bezerra, 71 anos

Foi seminarista, veterinário e professor, mas sua real vocação era amar, incondicionalmente, nos pequenos gestos.

Nicelso Cândido Oliveira Santos, 49 anos

Era a alegria da rua onde morava, sempre fazendo todos sorrirem com suas histórias engraçadas.

Nicolares Osório Curico, 46 anos

Tinha um jeito marrento, mas com o coração grande. Todos os dias falava que amava sua esposa.

Nidalia Bezerra dos Reis, 87 anos

Era a dona da sorveteria da praça de São João de Meriti. Um jeito de adoçar a vida de todos.

Nide Najar Bazolli, 85 anos

Nenhum coração pensa, mas o dela tinha memória e armazenou muito além do que os gigabytes podem contabilizar.

Nikolaos Dimitrios Koufalias, 84 anos

O imigrante grego que fazia ginástica até poucos dias antes de partir.

Nilce Pereira de Araújo, 92 anos

Foi uma pequena grande mulher, ousada e corajosa.

Nilce Rodrigues Pontes, 78 anos

A generosidade foi a sua grande virtude.

Nilcéa de Almeida Moita, 80 anos

Destacava-se no meio da multidão por sua alma pura, simples e bondosa.

Nilcélia Barbosa Ponciano, 50 anos

No grupo da família está registrada a sua última mensagem: "eu amo todos vocês!"

Nilda Gouveia da Silva, 68 anos

Festeira que só, essa educadora adorava reunir, com seu marido Maciel, a família em sua piscina.

Nilson Rivorêdo, 48 anos

Ele era a alegria das festas!

Nilton César Forte, 42 anos

Tinha a força no nome, o amor na família e a fé em Deus.

Nilton de Lima, 79 anos

Tinha a leveza no ser e seguia a vida sorrindo.

Nilton Santos de Lima, 53 anos

Um flamenguista doente, brincalhão e ingênuo. Era uma criança grande, que levava a vida com muita alegria.

Nilza Araújo Lindoso, 83 anos

Nunca negava o seu abraço acolhedor, que tinha o poder de revigorar as forças de quem o recebia.

Nilza Cristina Chiusoli de Miranda, 64 anos

De sorriso franco e coração acolhedor, preocupava-se com o frio nos pezinhos dos idosos - e lhes doava meias.

Nilza Jaquino da Costa, 81 anos

Plantou amor e colheu a dedicação dos filhos.

Nilza Milharance, 63 anos

Reencontrou a filha após 29 anos, seu maior presente.

Nilza Pereira Pinheiro, 74 anos

Vaidosa, adorava batom e esmalte vermelhos. Fazia o melhor pudim do mundo.

Nilze Ângela de Carvalho Cabral Marques, 82 anos

Sabedoria de 82 anos em muita simplicidade.

Ninon Rose Amorim, 59 anos

Fazia o melhor pão caseiro, a melhor trufa de chocolate e o melhor gnocchi do mundo.

Nivaldo Fernandes Barros, 88 anos

Um passarinho que vivia assobiando por aí.

Nivaldo Silvio Costa Ferreira, 47 anos

Foi um exímio atleta e policial militar mas, foi como representante do povo, que mostrou sua versão máxima.

Nívia Cordoni, 81 anos

A vida lhe emprestará o nome como apelido, e como imperativo, VIVA!

Noélia Sena Santos, 69 anos

Professora amada por seus alunos e ex-alunos, era uma eterna adolescente em busca de felicidade.

Noemi Maria Azevedo da Silva, 71 anos

O perfume inesquecível de sua galinha ensopada, era como um presente delicioso aos domingos.

Noêmia Josefa do Nascimento, 82 anos

“Nunca dependa de homem para nada, minha filha!”, era o lema dessa pernambucana encantadora e destemida.

Nonato Silva, 66 anos

Homem piedoso, dedicou sua vida aos trabalhos desenvolvidos nos movimentos da Igreja Católica.

Nora Ney Maria Nascimento da Costa, 58 anos

Dona de um sorriso meigo, sempre andava com uma bolsa de lado, não importava aonde iria.

Norberto Eugênio Müller, 89 anos

Coronel gaúcho de mil histórias e profissões; dirigia caminhão aos 11 anos e era o pilar da família aos 89.

Norival Silva de Souza, 66 anos

Seu legado são suas histórias, suas risadas e generosidade. Ele era único, apesar de suas diversas versões.

Norma Aciole de Souza, 66 anos

Ajudava desde quem não tivesse o que comer até quem precisasse de um lugar para dormir.

Norma da Cruz Saldanha Franchin, 90 anos

Uma vida inteira de cuidados pelos seus.

Norma de Siqueira Campos, 88 anos

Uma feminista de mão-cheia e a melhor avó que alguém poderia ter.

Normando Adriano Custódio, 80 anos

Cultivava jardins com paixão, tratava os sobrinhos como filhos.

Nunes Gustavo de Lima, 33 anos

"Lute pelos seus sonhos antes que alguém te contrate para lutar pelos sonhos dele", dizia ele.

Nunes Pereira da Silva, 91 anos

Dizia que caipirinha curava qualquer coisa, mas nem a mais forte, aliviaria a falta que ele faz.

Nuno Augusto da Silva Duarte, 74 anos

O português dos olhos verdes, que foi para São Paulo viver a vida.

Nyelsen Wesley Ribeiro Arruda, 29 anos

Um cara de coração bondoso, grato pela vida e cheio de sonhos.

Ocivaldo Tavares Lisboa, 46 anos

Amante dos animais e sempre de bom humor, distribuía sorrisos por onde ia.

Octávio Pereira da Costa, 54 anos

Amava tanto a irmã que foi fazer companhia a ela no céu.

Odaci Ribeiro Adolfo, 61 anos

Nesse mundo, ela foi toda cafezinho com bolo, sequilho e tapioca.

Odácio Bastos, 56 anos

Hoje o povo Ticuna chora uma lágrima só. | Nhuma i ticunagü arü duūgü rü wüi i autaã nüna yema.

Odair Leite da Silva, 69 anos

Que exemplo de ser humano ele foi!

Odair Mendes de Oliveira, 52 anos

Pita amava louvar, era um homem de fé e religião. Um servo de Deus!

Odete da Costa Siqueira, 77 anos

Ela sempre dava um abraço apertado na neta, toda vez que a via no corredor que dava pra cozinha.

Odilon Eufrasio da Silva, 88 anos

Assim como a cidade em que nasceu, a “cidade dos três climas”, ao longo da vida, teve diferentes humores.

Odilon Padilha, 58 anos

Doador de sangue e trabalhador dedicado, era cordial com todos.

Odineia Souza da Silva, 65 anos

Com os pés no chão, criou seus filhos. Com os joelhos no chão, conversava com Deus.

Olavo Gonçalves de Oliveira, 99 anos

Amante das tardes, olhava pro céu e dizia: "Hoje tá bonito pra chuva"! E não é que chovia?

Olenine Alves da Silva Junior, 55 anos

Um flamenguista que amava os gatos, era louco por Carnaval e fazia o melhor churrasco.

Olga Ferreira de Melo, 72 anos

Ela era luz, alegria e disposição. Era uma mulher vaidosa e extremamente jovial.

Olga Stela de Souza Pedreira de Freitas, 68 anos

Preferia aproveitar o caminho a se preocupar com o destino.

Olgarina Pereira da Costa Melo, 81 anos

Trabalhou, conquistou e venceu, sem deixar de olhar para o próximo.

Olimpia Marques de Oliveira, 92 anos

Com lágrimas e sorrisos, costurou a vida de forma íntegra, cuidadosa e cheia de afeto.

Olinda Menezes Nascimento, 96 anos

A matriarca flamenguista que gostava da casa cheia para contar suas histórias.

Olindo Carlini, 88 anos

“Fiz-me tudo para todos”, esse foi seu lema sacerdotal.

Olindo Piazzon, 88 anos

Amizade e hombridade representam o que este homem foi.

Olmicio Elias Silva, 93 anos

Acompanhou a transformação do mundo com sabedoria, conhecimento, alegria, música e amor.

Omar Andres Palacios Orellana, 52 anos

Amante da natureza, dos animais e dos cinco filhos.

Ondina Moreira Rudolf, 68 anos

Uma mulher lutadora, que superou obstáculos de saúde enquanto educava gerações como professora.

Onédia Azevedo de Lima, 80 anos

Carinhosa com todos e mulher de muita fé - Dona Onédia era o “maior amor do mundo”.

Oneide Brasco Belattini, 90 anos

Usava o tempero da bondade na cozinha, no abraço, nas palavras e na risada inconfundível.

Ordina Teiche Pereira, 94 anos

A bravinha mais doce. Não havia quem deixasse de sorrir ao ouvir as falas bravas com sotaque alemão.

Orlando Alves dos Santos, 79 anos

Livre, sem limites e sem amarras. Era assim que Orlando gostava de viver.

Orlando Costa Vilhena, 90 anos

Foi o melhor mestre de obras na construção de uma vida, a sua própria.

Orlando de Oliveira Neto, 48 anos

As ações sociais eram a missão de sua vida. "Tempos melhores virão", repetia com convicção.

Orlando dos Santos Miranda, 76 anos

Reconhecido por ser super correto e pontual, mas também jovem e vívido.

Orlando Furtado, 83 anos

Vaidoso, ele ia ao salão toda sexta-feira cuidar dos poucos fios que ainda tinha.

Orlando Gomes da Silva, 62 anos

Deus está se divertindo muito com a alegria de painho.

Orlando Gomes da Silva, 55 anos

Dançou com a filha, em sua formatura e em seu casamento, a música “Coisinha do pai”.

Orlando Gonzalez Fernandez, 82 anos

Sempre radiante, era conhecido por sua gentileza, pela dedicação à família e paixão pela homeopatia.

Orlando Guedes de Matos Júnior, 34 anos

Baiano que não reclamava da vida. Trabalhava na rua 25 de Março e amava a sua família.

Orlando Lima da Cunha, 78 anos

Ele pintava o mundo de vida.

Orlando Paes Barreto Júnior, 60 anos

Quando cantava e tocava seu violão, tudo ficava bem!

Orlando Walter Zani, 96 anos

Engenheiro, pintor, estudioso, divertido, marido de Corina, pai de quatro, avô de onze e bisavô de três.

Ormenos Vieira Gomes, 46 anos

Tinha um jeito muito peculiar de ser, uma bondade que beirava à inocência.

Ornivaldo Soares de Almeida, 71 anos

Festeiro, adorador de churrasco e torcedor do Bangu desde criancinha.

Orvalino Rodrigues Lisboa, 94 anos

Dono de um charmoso cabelo grisalho e uma "risada que abraçava".

Osail Barbosa, 55 anos

Com seu jeitinho silencioso, gostava muito de contar estórias.

Oscar Aristides de Carvalho, 78 anos

Era fã de um bom churrasco, com samba e umas geladinhas, claro!

Oscar Dantas Júnior, 56 anos

Amante da família, pai e avô querido, nunca deixou a alegria sair de cena.

Oscar Neto Veiga, 63 anos

“Não sou eu quem me navega. Quem me navega é o mar” era seu lema de vida.

Oscar Vitor das Neves, 71 anos

Um ser humano com um coração enorme. Flamenguista que não media esforços para reunir a família.

Osmar de Lima Bizarra, 57 anos

Adorava presentear os amigos e familiares com obras feitas em madeira.

Osmar Lucena Martins de Medeiros, 67 anos

Adorava desenhos animados e os quadrinhos do Chico Bento, do Maurício de Sousa.

Osmar Soares, 78 anos

Quando ele começava uma prosa não tinha hora pra parar!

Osvaldo Bento de Souza, 74 anos

Um senhor de face carrancuda, mas de sorriso largo, conversa fácil e coração imenso.

Osvaldo Broca, 84 anos

Não era de muitas palavras, mas deixou poesia em vida: 15 filhos.

Osvaldo de Almeida, 75 anos

Pai exemplar que multiplicou o amor entre filhos, netos e bisnetos.

Osvaldo Ferraz, 79 anos

Sempre alerta, sempre alegre e para sempre será lembrado... o Chefe dos Escoteiros do Brasil.

Osvaldo Ferreira Borges, 70 anos

Pai maravilhoso que tinha piada pronta para tudo.

Osvaldo Machado Júnior, 63 anos

Anestesista admirado e respeitado, sua maior habilidade era despertar sorrisos.

Oswaldo de Jesus, 79 anos

Todos os dias, ele acordava antes de todo mundo e cortava as frutas para o café da manhã.

Otair de Albuquerque Neves, 80 anos

Sem papas na língua, era conhecida pela espontaneidade e pela gargalhada singular.

Otalice Araujo Cavalcante, 72 anos

Ativista pela educação, era uma professora que não se calava diante das injustiças.

Otávio Assis Fonseca Filho, 83 anos

O autor do hino do São José Esporte Clube.

Otávio Luiz de Castro Romano, 52 anos

Amor, generosidade e alegria são os principais ingredientes de todas as receitas.

Otávio Róseo de Oliveira Filho, 59 anos

Dono de uma alegria imensa! Era aventureiro, torcedor fanático do Ceará, apaixonado por carros e pela vida.

Ozéias dos Santos Conrrado, 72 anos

Um tio que subia no abacateiro, bem lá no alto, para pegar os melhores frutos e oferecer às sobrinhas.

Pablo de Melo Dias, 32 anos

Aquele amigo de todos, de coração gigante.

Pablo Willian Ludolf Cabral, 37 anos

Consegue imaginar um ser humano maravilhoso? Esse era Pablo.

Pasqual Stefano, 63 anos

Dentista e profundo conhecedor da música e do cinema. Pintor, desenhista e eclético. Um grande sonhador.

Patricia de Almeida Ribeiro, 44 anos

A digna representante da ala corinthiana da família Almeida.

Patrícia Dias de Oliveira, 42 anos

Sempre linda e vaidosa, vivia cheirosa. Era a "florzinha" da família.

Patrocínio Magno Portocarrero Naveira, 74 anos

Não havia tristeza que seu abraço não curasse.

Paula Almeida, 64 anos

"Chorar pra quê se eu posso rir?" Era assim que Tia Paula enfrentava os problemas: com um sorriso constante.

Paula Raquel Machado Lessa, 40 anos

Já era estrela ainda em vida.

Paulino Feitosa Dias, 67 anos

Apaixonado pela vida e muito agitado, não deixava ninguém dormir.

Paulo Afonso Chamma, 67 anos

Se gabava do chope preto bem gelado, tirado na sua chopeira e na caneca zero grau.

Paulo André Drago, 55 anos

“Ei, Zé!”, era assim que ele chamava todo mundo.

Paulo Antonio de Moraes, 60 anos

Teve sua primeira festa surpresa aos 60 anos. Santista roxo. Adorava ganhar sapatênis.

Paulo Arthur dos Santos Braga, 79 anos

De vendedor aposentado a avô em tempo integral, cuida de sua esposa, seus filhos e neta até depois de partir.

Paulo Bezerra da Silva, 61 anos

Forte, determinado e responsável desde que se entendia por gente, cuidava de todos ao seu redor.

Paulo Boccuci, 74 anos

De Paulinho a Paulão, ele foi o cara!

Paulo Cesar Barbosa Colares, 71 anos

Dedicava-se a fazer as pessoas felizes e, assim, construiu a sua própria felicidade.

Paulo César Carlos Pinto, 47 anos

Sua única vaidade era não querer ser príncipe, senão do seu reino.

Paulo César de Melo, 73 anos

Foi um homem trabalhador, íntegro, charmoso e inteligente.

Paulo César de Souza, 58 anos

Um autodidata, que se emocionava ao som de blues. Um grande observador da alma humana.

Paulo César Dionísio Silva, 50 anos

Um sorriso largo e iluminado. Um amigo pronto para estar contigo no que der e vier.

Paulo Cesar dos Santos Coscarelli, 56 anos

Tratava os colegas de trabalho como filhos.

Paulo Cesar Guedes da Silva, 34 anos

Alegre, sempre sorrindo e de bem com a vida. Espalhou e recebeu muito amor.

Paulo César Mansur Couri, 75 anos

Um homem do bem. Nasceu. Cresceu. Escolheu. Seguiu o que acreditava.

Paulo Cesar Moura Ferreira, 70 anos

Um grande pai e o amor da vida de Laura.

Paulo Cesar Neves Furtado, 66 anos

Sabia se divertir com as mulheres da família e virou referência, também, de companheiro: o que ri junto.

Paulo César Nunes Bastos, 71 anos

Flamenguista doente, o Maracanã vai ficar vazio sem ele. Deixou a paixão de herança para o filho e os netos.

Paulo César Ribeiro da Silva, 55 anos

Um saudosista que contava histórias como ninguém.

Paulo César Salamene, 50 anos

Brincalhão incorrigível, emprestava leveza à vida e carinho a todos.

Paulo César Souza de Paula, 43 anos

Era talentoso e dedicado. Bom de bola e de bandolim.

Paulo Cesar Vieira Cavalcante, 66 anos

Gostava de se cercar de alegrias e fazer o outro sorrir.

Paulo Cezar de Medeiros, 55 anos

“Ele era gordinho porque seu coração era enorme e não caberia num corpo magrinho”, brinca a sobrinha.

Paulo Cristovam dos Santos, 55 anos

Sorridente, sempre cumprimentava com um sonoro "Oh, jovem"!

Paulo dos Santos, 58 anos

Dois metros de altura e um coração ainda maior. A felicidade dos filhos era a sua própria.

Paulo Fernandes Godinho, 55 anos

Gostava muito de plantas e espalhou sementes e mudas delas, além de muita bondade.

Paulo Fernando de Campos Menezes, 36 anos

Nascido para servir a Deus, ele faria tudo novamente.

Paulo Fernando Silva de Souza, 47 anos

Trabalhador sério, pai e amigo brincalhão, cativava a todos com sua generosidade.

Paulo Figueira, 81 anos

Honrado e de coração imenso, preocupou-se com os seus até o fim, quando pediu aos filhos: “Cuidem de sua mãe”.

Paulo Francisco Américo, 39 anos

Pai de uma filha, ganhou mais duas para amar.

Paulo Henrique Oliveira Lima, 40 anos

Era capaz de viajar por horas, depois de um plantão, para confortar a quem amava.

Paulo Henrique Pereira dos Santos, 55 anos

Um paizão para todos e dono de um abraço de urso gigante, do tamanho do seu coração.

Paulo Jorge Ribeiro da Silva, 51 anos

Venceu na vida e nunca esqueceu das próprias raízes. Educador, era a alegria e a positividade em pessoa!

Paulo José da Silva, 51 anos

Amigos o chamavam, carinhosamente, de Paulão — O durão, do coração de seda.

Paulo José Gomes, 51 anos

Um homem de bem com a vida, prestativo e de bons amigos.

Paulo Martins de Lima, 76 anos

Boêmio da zona sul do Rio, demonstrava seu amor fazendo visitas inesperadas, ligações ou envios de SMS.

Paulo Martins dos Santos, 53 anos

O décimo dos treze filhos de José e Maria. Ordinal sem ordem de importância, numeral só pra falar de amor.

Paulo Matos de Castro, 64 anos

Deixou no atendimento às crianças e adultos a marca de um profissional competente, sério e responsável.

Paulo Maurício Gomes Dias, 69 anos

O resmungão mais engraçado do mundo! Sua gargalhada era muito ensolarada.

Paulo Medeiros Lima, 47 anos

Era a alegria em pessoa nos finais de semana.

Paulo Milesi de Almeida, 66 anos

Capturava em imagens tudo o que via; cativava memórias e também os nossos corações.

Paulo Plácido Pereira Júnior, 39 anos

Tinha a vontade de resolver o problema de todo mundo e carregava o mundo nas costas, se preciso fosse.

Paulo Roberto da Costa Neves, 71 anos

"Eu me recuso a envelhecer", dizia ele.

Paulo Roberto da Cruz Senna, 61 anos

"Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim", pedia Paulo.

Paulo Roberto de Luna, 70 anos

Apaixonado por Beatles, ateu com fé na vida pós-morte e com um mundo utópico em mente: era único!

Paulo Roberto dos Santos, 50 anos

Deixava um bom perfume por onde quer que passasse.

Paulo Roberto Marques Velasco, 58 anos

Dizia sempre sorrindo: "a vida é simples, não precisa tanto luxo".

Paulo Roberto Ramos, 57 anos

Brincalhão, ele queria ser criança para sempre.

Paulo Roberto Ribeiro dos Santos, 54 anos

Sua risada era inconfundível e muito farta!

Paulo Roberto Vieira, 61 anos

Um são-paulino que adorava uma aventura. De bicicleta ou a pé, se a família estivesse junto, já estava perfeito.

Paulo Rogério Segatto, 64 anos

Ele fez do mundo a sua família. Axé!

Paulo Sergio Gonzales, 60 anos

Médico de riso fácil mesmo na suas maiores turbulências.

Paulo Sérgio Siqueira de Magalhães, 59 anos

Adorava acordar o mais cedo possível, principalmente aos domingos, para tomar café na estrada com sua família.

Paulo Sérgio Souza, 72 anos

Era um grande amigo de fé, irmão e camarada!

Pedro Alcântara Carneiro, 76 anos

Um médico interiorano, que falava alto e adorava reunir os amigos. Lutou por um mundo mais justo.

Pedro Almeida, 87 anos

O querido Pedrinho, mesmo longe de sua família, não deixava de aquecer seus corações.

Pedro Antonio Zanni, 82 anos

Viveu para educar e servir. Frei Pedro Antonio levava a bondade e o amor de Deus em cada gesto seu.

Pedro Bodei, 80 anos

Com seu passo lento, sorriso sereno e terno tapinha no ombro, seguia dizendo: “Eba. Coragem!”

Pedro Cláudio Nunes, 61 anos

Era sério, mas sabia, como ninguém, fazer piada e arrancar gargalhadas.

Pedro Genuino Pereira Filho, 61 anos

Muito calmo e tranquilo, era um homem genial.

Pedro Geraldo Pinto Rodrigues, 76 anos

O Santista fanático e um dos caras mais “boa-praça” que já passou por aqui...

Pedro Luiz, 84 anos

“Buscai primeiro o reino de Deus e outras coisas vos serão acrescentadas”, dizia ele.

Pedro Luiz Portugal, 58 anos

Errar é humano, mas continuar gostando depois de tantos erros, só pode ser amor.

Pedro Nolasco de Carvalho, 76 anos

Generosamente, compartilhava sua sabedoria por onde passava.

Pedro Pinto, 83 anos

Todo ano, no aniversário de casamento, presenteava a esposa com um buquê de violetas.

Pedro Rodrigues de Souza, 76 anos

Forte e determinado, não se deixava abalar.

Pedro Rosa de Brito, 50 anos

Amigo para todas as horas, vivia a vida com muita fé e generosidade, sempre com um sorriso estampado no rosto.

Pedro Rufino da Silva, 79 anos

Para ele não tinha tempo ruim. Estava sempre sorrindo e disposto a conversar. Um contador de histórias.

Pedro Valeiro de Negreiros, 89 anos

Deixou sua marca com muita sabedoria e com frases criativas e inesquecíveis.

Pelegrino Silva, 60 anos

Batalhador, Pelé foi craque em driblar as dificuldades da vida.

Peterson de Carvalho Caldeira, 45 anos

Era o amigão de todos, apaixonado por futebol, música sertaneja, sua família e a cadela Pietra.

Petrônio Moreno Moura, 63 anos

Uma semente não morre jamais, será transformada em fruto de Paz.

Pina Mantuano Tudda, 73 anos

Quis o destino que ela, imigrante italiana, encontrasse no Brasil seu amor italiano, de quem nunca se separou.

Poani Higino Pimentel Tenório, 65 anos

Um grande educador, que observava desde formigas até estrelas.

Priscila Lacerda da Silva, 27 anos

Mulher, mãe e amiga. Desde cedo pronta para a festa junina com seu batom vermelho.

Quezia Leite Batista da Silva Barros, 34 anos

"Me constranjo diante de Deus, como Ele pode ser tão bondoso comigo, eu sendo tão indigna e pecadora?", indagava ela.

Quiteria Cordeiro dos Santos, 85 anos

Aos 52 anos voltou a estudar e se formou em Letras. Adorava os holofotes, sempre sonhou em aparecer na TV.

Quitéria Gueiros da Luz, 65 anos

Seu maior prazer era distribuir presentes e ver a felicidade no rosto de cada um que amava.

Quitéria Martins de Almeida, 62 anos

Amava a família, a praia de Iracema e o bloco de carnaval "O cheiro é o mesmo".

Quiteria Melo Araújo, 58 anos

Deixou cheiros e sabores gravados em cada um da família.

Rafael Agostinho Araújo, 39 anos

Dedicou sua existência a transformar vidas através da arte.

Rafael Boeing Silvano, 37 anos

Viva hoje! Arrisque hoje! Faça hoje! E é golllll do Maradona.

Rafael Capovilla Gusto, 83 anos

Extremamente amoroso, era uma pessoa incrível. Por onde passava, deixava sua marca de amor.

Rafael Carneiro de Lima, 34 anos

Apaixonado pela culinária, era o mestre do sabor na família.

Rafael Gonçalves Pinheiro, 39 anos

De presença forte e contagiante, Rafael gosta de gente feliz e reunida.

Rafael Lucas Ferreira Alves da Silva, 34 anos

Suas idas à feirinha, aos sábados de manhã, para comer um pastel com garapa, eram um ritual.

Rafael Michelson, 29 anos

Foi um rapaz feito de luz, que viveu intensamente, viveu por inteiro.

Rafael Nunes Cardozo, 58 anos

De abraço acolhedor e sorriso tímido, sua Kombi levou diversas gestantes ao hospital e acudiu muitos vizinhos.

Rafael Ramos, 33 anos

Um rapaz muito bonito e, que por esta razão, na adolescência era chamado de “Mamão”.

Rafael Rodrigues Pereira, 31 anos

Seu maior sonho era ser pai. Pai de uma menina.

Rafael Silva Bueno, 32 anos

Ele era tão especial, que sua grandiosidade não cabia nesse mundo.

Raima Tahine Macedo, 43 anos

"Dé e Tuli, meus bebês". Assim, com amor e zelo, cuidava, cantava e encantava.

Raimunda da Silva Frade, 77 anos

Mulher de muita fibra; ser resiliente já era natural do seu sangue cabano.

Raimunda Fernandes da Silva, 53 anos

Na praia ou na pastelaria, Raimundinha estava sempre com um sorriso no rosto.

Raimunda Francisca Ferreira Saraiva, 56 anos

Dona das melhores gargalhadas e da alegria de ensinar crianças.

Raimunda Maria Soares de Almeida, anos

Gentil e alegre, tinha seu jeito próprio de demonstrar carinho.

Raimunda Miranda da Costa, 88 anos

Sempre dava um jeitinho de mimar seus netos.

Raimunda Sarmento, 77 anos

Uma guerreira que também foi um porto, uma fortaleza, uma imensidão a se perder de vista.

Raimunda Serra dos Santos, 89 anos

Mulher virtuosa, generosa, batalhadora e solidária. Dona Mundiquinha era puro amor.

Raimunda Teodoro Alexandrino, 66 anos

Sempre encontrava uma razão para festejar, então fazia festas.

Raimundo Alves de Araújo, 92 anos

Dedicava o seu tempo para contar sua história. Na sala de casa, organizava o forró da família.

Raimundo Alves Feitosa, 63 anos

Como pintor, levou alegria para muitas famílias, que viam seus lares transformados pelas cores de seu trabalho.

Raimundo Andrade Bonifácio, 70 anos

Caboclo com orgulho, mestre de gerações, defensor do meio ambiente, da cultura indígena e das artes.

Raimundo Anselmo Santos Conceição, 71 anos

No fim do dia, os clientes o procuravam para passar horas conversando com ele.

Raimundo Araújo Franco, 69 anos

Um fã de Belchior, que amava música brega e vivia dedilhando notas desencontradas em seu violão.

Raimundo Augusto de Jesus Belém, 63 anos

Sempre dizia aos seus filhos “te amo tanto, tanto, que nem sei o quanto”. Sonhava falar isso para futuros netos.

Raimundo Bezerra de Souza, 71 anos

Incentivava a todos. Ajudou cada um a realizar seus sonhos. Foi um exemplo de pessoa.

Raimundo Canário Filho, 82 anos

Alegre contador de histórias, tinha mania de se importar com todo mundo.

Raimundo Carlos, 64 anos

Doce e amigo, prestativo ao extremo. Ficava feliz em ver a casa cheia de gente.

Raimundo Carneiro Romeiro, 60 anos

Só plantava coisa boa, pra poder colher o bem. Colheu.

Raimundo Coelho da Silva, 72 anos

Tinha cheiro de café, abraço apertado e bondade infinita.

Raimundo de Araújo Martins, 74 anos

Uma missão cumprida com alegria, bondade e muito amor à família e ao próximo.

Raimundo de Castro, 85 anos

Devoto de Santo Antônio, abraçava a todos com muita fé e com muito amor.

Raimundo de Sousa Pontes, 86 anos

Das ferragens à paçoca, Raimundo só deixou saudade.

Raimundo dos Santos Pereira, 67 anos

Raimundo, o senhor dos rios e dos peixes.

Raimundo Estelito de Souza, 72 anos

Um homem que amava a vida, as pessoas, o futebol e também as novelas.

Raimundo Fernandes Campos, 89 anos

Amoroso e nostálgico, o Seu Campos recebia todos com um “Eu estava com uma saudade 'Monstra' de você!”

Raimundo Ferreira Alvarez, 70 anos

Brincalhão que só ele, não perdia o humor ou o sorriso no rosto. Torcedor apaixonado do Paysandu.

Raimundo Gregório Sobrinho, 89 anos

Um cearense de coragem, honestidade e alegria. Deixou gravado seu sorriso largo no coração de todos.

Raimundo Laesse Almeida, 49 anos

A qualquer favor que pedissem respondia "Deixe comigo, deixe comigo", e todos sabiam que ele faria o impossível para cumprir.

Raimundo Leonardo Bezerra, 59 anos

Foi um apaixonado por cavalos e romarias, como as que fazia por Nossa Senhora D'Abadia.

Raimundo Lima Mendes, 79 anos

Sua paixão era cuidar do próximo. Tinha a missão de servir a quem precisasse de ajuda.

Raimundo Lourenço Simões, 53 anos

Colorado apaixonado pela família e cheio de fé. Só tomava banho gelado e não tinha celular.

Raimundo Moraes Cravo, 73 anos

Era apaixonado por motos. Tinha um modo peculiar de andar em uma.

Raimundo Naeydi Fernandes da Costa, 83 anos

Um exímio contador de histórias, as suas e de seus antepassados, que sempre traziam uma lição e um sorriso.

Raimundo Nonato, 59 anos

O Frei das Figurinhas que cuidava das pessoas.

Raimundo Nonato Carneiro, 66 anos

Apaziguador em todas as situações, tinha uma habilidade muito bonita de não guardar mágoas.

Raimundo Nonato Carneiro Farias, 67 anos

Devoto de Nossa Senhora Aparecida, adorava mimar os filhos.

Raimundo Nonato de Castro, 96 anos

Deixou ensinamentos para os familiares e um legado de liderança e humildade em toda região de Belém, no Pará.

Raimundo Nonato Ferreira Benjamin, 82 anos

Inovando como autônomo proveu o sustento da família. Orgulhava-se demais em ver os filhos formados.

Raimundo Nonato Mendonça de Araújo, 67 anos

Nasceu para ser avô de meninas. Era o campeão das corridas e o dono da mesa de dominó com os amigos.

Raimundo Nonato Sales de Souza, 65 anos

Ficaram a alegria, o sorriso e os olhinhos brilhando do porteiro do Condomínio Macondo.

Raimundo Orimar de Brito Borges, 76 anos

Uma vez comprou todos os picolés de um isopor, só porque o moço disse que não havia vendido nada.

Raimundo Osmundo Barbosa, 74 anos

Sempre foi um benzedor, um curador de almas perseguidas pelo incompreensível. Aliviava tormentos e dores.

Raimundo Severino da Silva, 81 anos

De espírito jovem e extremamente vaidoso, só saía de casa depois de um banho de perfume.

Raimundo Soares de Lima, 80 anos

Amante dos livros e dos animais, tinha voz de radialista.

Raimundo Souza dos Santos, 57 anos

Vascaíno apaixonado, Careca tinha uma risada contagiante e era prestativo com todos.

Raíssa Rolim, 27 anos

Era a doçura em pessoa. Tinha a inocência de uma criança e a vaidade de uma menina-moça.

Ramildo José dos Santos, 79 anos

Dono de uma fé gigantesca e de um bom humor de causar inveja, ele estava sempre feliz.

Ramon Barbosa Santos, 43 anos

Seu perfume era inebriante. Deixou seu cheiro de saudade.

Ramone de Sousa Alves (Ramone Kaos), 35 anos

Músico, produtor cultural e ativista que pregava a união e era conhecido pela sensibilidade no trato das diferenças.

Rangel Alves Ruiz, 42 anos

Na batalha da vida, esse guerreiro fez da Medicina sua principal arma.

Ranulfo Pereira de Oliveira, 84 anos

Um homem de prazeres simples, tão simples como a roça onde ele nasceu e cresceu.

Raphael Freitas, 28 anos

Um amigo pra todos os momentos.

Raquel Monteiro de Albuquerque, 50 anos

A policial vaidosa que tinha grande consciência social.

Raquel Pessoa de Oliveira, 38 anos

Raquel plantou amor e deixou para os amigos e familiares a colheita.

Raquel Viana Moreira, 68 anos

Sua alegria era expressada na gargalhada mais gostosa.

Raul Gomes Marques, 91 anos

Um homem cheio de amor, risadas e muitas histórias.

Raul Marcos Roberto Sabathe, 85 anos

Um ser independente, que prezava a independência do outro.

Raul William Barros da Silva, 38 anos

Tinha na liberdade o seu maior anseio, e construiu sua família com bases sólidas no amor e no respeito.

Raymundo Damasceno Filho, 91 anos

Ele e a esposa tinham Alzheimer, mas nunca esqueceram um do outro.

Raymundo Luiz Cavalcanti da Fonte, 99 anos

Sonhador e empreendedor nato, colaborou fortemente para a transformação e desenvolvimento do nordeste.

Regina Aparecida Lima, 56 anos

Mãe costuma ser doce, mas Regina... tinha um tanto a mais de açúcar!

Regina da Silva Passos, 74 anos

Tinha o sorriso mais doce do mundo e compreendeu a marcha da vida com muita coragem, fé e amor.

Regina Maria da Cruz Figueira, 40 anos

Para ela, luto era verbo.

Regina Maria Meneze Leite, 57 anos

A mulher mais forte que existiu.

Regina Marina Landeira Ferreira, 83 anos

Regina significa “a rainha” em latim e ela fez jus ao seu nome durante toda a vida. Querida rainha da família!

Regina Vieira da Silva, 63 anos

Mais conhecida como Raimunda , ela dividia seu prato de comida com quem precisasse.

Reginaldo Conceição, 62 anos

Sua vida e seu legado foram lindos... feito poesia.

Reinalda Conceição, 72 anos

Uma mulher de alma pura, que amava bonecas, a Branca de Neve e os sete anões.

Reinaldo da Silva Pacheco, 42 anos

Um homem-menino que viveu sua curta vida tentando entender o mundo e as pessoas. Questionador e corajoso.

Reinaldo Francisco Cesario Marendino, 55 anos

Com sua banda de rock, levou diversão e música para muita gente.

Reinaldo Hideo Akiyama, 50 anos

Com sua voz charmosa cantava e pronunciava as quatro palavras mais importantes: Tica, Michelli, Mylena e Kevin.

Reinaldo Januario Occhiutto, 81 anos

Alegria em pessoa, alto-astral em todos os momentos.

Reinaldo Oliveira dos Santos, 57 anos

Ele certamente está dançando Michael Jackson e James Brown no céu.

Reinaldo Souza Santos, 80 anos

Tinha um jeito peculiar de conquistar a simpatia dos outros.

Reinaldo Teixeira da Silva, 24 anos

Animado e trabalhador, não poupava esforços em ser alegria para a família.

Reinaldo Vicente Ribeiro dos Santos, 62 anos

Com espírito aventureiro, apoiava, incondicionalmente, os sonhos da sobrinha.

Rejane Marques de Souza, 61 anos

Pessoa de muitos amigos, divertida e conselheira. Uma mãezona!

Rejane Pires, 48 anos

Um escândalo de mulher.

Rejane Ramos Santos, 45 anos

O bolo de cenoura e o café com leite, comprados para a filha na rodoviária, nunca serão esquecidos.

Rejane Santana da Silva, 43 anos

Ela era aquela pessoa que te ouve na insônia, que sabe da sua vida e que soma amizades por onde passa.

Rêmulo Antonio Silva, 52 anos

"Não se prendam a bens materiais. Ser honesto e ter gratidão são deveres!" sempre dizia.

Renan Cavalcante da Silva, 65 anos

Foi uma pessoa incrível, que adorava viver e viveu tudo que quis!

Renan Daniel do Prado, 31 anos

Um técnico de enfermagem determinado, que sempre fez o melhor que pôde para a mãe e os amigos.

Renata Aparecida Valério de Lima, 34 anos

A princesa que partiu com sua serenidade para outro reino.

Renata Barra Pimentel, 36 anos

A mais carinhosa da família. Adorava um nescauzinho.

Renata Priscila Romão, 36 anos

Encantava corações com seus louvores.

Renata Sylvia de Oliveira Pereira, 36 anos

Ela adorava planejar as reuniões da família. Sempre surpreendia.

Renato Amorim Ximenes, 66 anos

Sua comida era maravilhosa, de tempero único.

Renato Borges Varjão, 73 anos

Em seu comércio, tratava todo mundo como “meu filho” ou “minha filha” e conquistava a todos com seu sorriso.

Renato César Turque Coutinho, 53 anos

Adorava um doce, principalmente se fosse pudim ou açaí, que sempre caía bem ao som de músicas da sua época.

Renato Gomes de Azevedo, 56 anos

Cabeça-dura, mas de um coração gigante.

Renato Martins, 70 anos

"Deixa de tererê! Vamos evitar fadiga, Pulaaaaa! Sorria, Epaaaaa! Jesus te ama!" eram alguns de seus bordões.

Renato Rocha de Sousa, 50 anos

Era a música da casa, dono de uma risada solta, de uma palavra gentil.

Renato Secreto Costa de Sousa, 45 anos

Um sonhador.

Renato Soler Camargo, 75 anos

Um verdadeiro herói não se mede pela força física, e sim, pela força do coração.

Renato Zanotelli, 63 anos

Apaixonado por rock, pelos filhos e principalmente, por sua amada Eliana.

Rene José Renner Schneider, 61 anos

Em seu salão de festas não podia faltar mesa de bilhar, churrasqueira cheia de histórias e boa carne.

René Pereira Lima Filho, 64 anos

Um cozinheiro de mão-cheia e fã do Benito Di Paula.

Renee Genevieve Jorge, 92 anos

A francesa que construiu no Brasil a sua família e que irradiava sua alegria de viver.

Reni Renato Mota Martinez, 70 anos

Contido para demonstrar sentimentos, era dono de uma sabedoria e inteligência admiráveis.

Rennyl Nascimento dos Santos, 72 anos

Um anjo bom que, além dos filhos gerados, tinha muitos filhos do coração.

Rhonaldo Paulino de Andrade, 65 anos

Impossível lembrar dele sem pensar em análises clínicas, Vasco e cerveja.

Ricardo Augusto Rodrigues, 76 anos

Ninguém jamais esquecerá sua alegria.

Ricardo Benatti, 50 anos

"Não mexe com o meu irmão", disse, aos oito anos, ao defender o irmão mais velho em uma briga de escola.

Ricardo Castanheira Gonçalves, 45 anos

Ria por tudo e até mesmo por nada.

Ricardo Coimbra de Almeida Brennand, 92 anos

"Quando Deus quer, o homem sonha, a obra nasce", dizia o industrial e colecionador.

Ricardo de Lima Cattani, 58 anos

Extremamente ativo e dedicado ao trabalho advocatício.

Ricardo Gonzalez Santos, 72 anos

"Tudo na vida tem 80% de chances de dar certo, confie!", dizia ele.

Ricardo Halley, 42 anos

Ele se foi e o céu ficou em festa.

Ricardo Portilho da Silva, 46 anos

Um homem que amava viver.

Ricardo Ribeiro Garcia, 57 anos

Era uma pessoa feita de puro amor.

Ricardo Silveira, 64 anos

Dono de uma voz linda e potente e a pessoa mais alegre de sua família.

Ricardo Veronesi, 57 anos

Foi capaz de ensinar tudo, menos a viver sem ele.

Rildete Amaral, 65 anos

"Somos todos filhos de Pai Obatala."

Rilmar Paranhos Cerqueira, 67 anos

Melhor pudim de pão do mundo.

Risomar Luis de França, 75 anos

Quando alguém reclamava que o dia estava cinza, ele dizia que cinza também era uma cor bonita.

Rita de Cássia Carlos Moreira, 75 anos

Amou, chorou, sorriu, enfim, viveu!

Rita de Cassia Cozzolino, 59 anos

Símbolo da generosidade, cuidar foi sua missão na Terra.

Rita de Cássia Sterzza Dias, 55 anos

O que a fez especial foi ser uma mãe maravilhosa, amiga fiel, esposa dedicada. Guerreira, ela nunca desistiu de viver.

Rita Dias de Miranda, 89 anos

Caridosa, dona Rita era chamada de vovozinha pelas crianças que ajudava na comunidade do Jacarezinho.

Rita José de Oliveira, 87 anos

Dizia que as melhores coisas da vida eram: primeiro Jesus, depois o celular para poder falar com o povo todo.

Rita Lima Gomes, 55 anos

Uma borboleta com a alma linda!

Rita Loureiro, 44 anos

O eterno amor de mãe...

Rita Pereira de Souto Freitas, 77 anos

Engraçada e sem papas na língua, era uma força da natureza.

Rivaldina Maria da Silva Moreira, 61 anos

Dona Bahia era luz acolhedora e porto seguro para tantos. O sorriso era sua marca registrada.

Riza Tereza Bulhões Medici, 88 anos

Amante da boa conversa, Tetê era uma mulher de alma jovem e além de seu tempo.

Rizomar Dias, 58 anos

Fã número 1 de Elvis Presley, adorava usar seu tempo livre para ouvir o Rei do Rock.

Robert da Luz Barradas, 62 anos

Com ele, tudo estava no aumentativo: a alegria, o amor e até o apelido, Barradão.

Robert Melendre Nogueira, 34 anos

Sua alegria era viver: gostava de andar de moto, amava o mar e adorava ser corintiano.

Roberto Accioli, 82 anos

O maior jogador de palavras cruzadas que o Rio de Janeiro já viu.

Roberto Algarte Domenes, 65 anos

Honestidade o define.

Roberto Alves Dias, 59 anos

O grande parceiro de toda a família, sua grande paixão.

Roberto Alves dos Santos, 60 anos

Era sempre o sujeito mais engraçado da mesa.

Roberto Aparecido Ferreira, 63 anos

Policial herói, levava para casa cachorros abandonados que cuidava com todo o amor.

Roberto Augusto dos Santos, 69 anos

"O Repórter Furacão" deixou seu rastro de alegria e amor por onde passou.

Roberto Bolotari Rezende, 53 anos

Seu maior orgulho era ver sua família unida.

Roberto Caetano, 81 anos

Adorava o Leme, os esportes e um rádio "berrando" aos finais de semana.

Roberto César Souto Cavalcante, 32 anos

O dia mais feliz da sua vida foi o dia em que se formou, queria que tudo se repetisse de novo.

Roberto Côrtes de Lacerda, 78 anos

Um dicionário para não morrer, tem sempre que ser atualizado.

Roberto de Farias Onofres, 75 anos

Um homem de coração amoroso, que era fã dos filmes de faroeste da série “Django”.

Roberto de Lima Costa, 60 anos

"Deixe a vida me levar, vida leva eu. Sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu". ele cantava.

Roberto de Sousa, 71 anos

O barco não pode frear!

Roberto de Souza Vigarinho, 41 anos

O melhor amigo que toda pessoa gostaria de ter.

Roberto Dias, 56 anos

Bem-humorado, Beto era muito expansivo.

Roberto Feliciano, 76 anos

Um cara muito bacana, que falava de Deus para todo mundo.

Roberto Fernandes, 61 anos

Um jornalista incisivo nas críticas políticas, mas sempre de bom humor.

Roberto Ferreira dos Santos, 63 anos

O herói amado de quem ficou.

Roberto Hilário da Silva, 68 anos

Um homem inesquecível. Marido exemplar, pai amoroso, avô carinhoso. Irmão e amigo para todas as horas.

Roberto José Alberto, 67 anos

Era tão vaidoso, que criou o seu próprio dicionário de palavras engraçadas.

Roberto José Boechat de Souza, 61 anos

O dono do sorriso inabalável e da valiosa virtude de saber brindar a vida.

Roberto José de Almeida, 55 anos

Por cada casa que passou, ajudou a projetar sonhos e móveis como se deixasse de presente um pedacinho seu.

Roberto Oliveira, 73 anos

Deixou um tanto de amor para cada um que aqui ficou.

Roberto Ribeiro Martins, 59 anos

O almoço de domingo, no sítio da vó Pascoalina, era imprescindível. Ali, entre os seus, ele era feliz.

Roberto Rodrigues de Lima, 62 anos

Vovô Pateta que dava cambalhota no quintal e brincava de guerra de pipoca.

Robledo Raimundo Rodrigues, 52 anos

Foi o maior contador de histórias da História!

Robson Amaral Amorim, anos

O dono do violão que encantava o mundo nas festas rodeadas de poetas, cantores e de seu grande amor, Lavínia.

Robson da Mota Silveira, 68 anos

Sempre fez questão de declarar o seu amor antes de desligar o telefone.

Robson de Souza Lopes, 43 anos

Autodidata, aprendeu sozinho a tocar teclado, sanfona e violão. Nunca tirava o sorriso do rosto.

Robson Domingos Sousa do Nascimento, 46 anos

Deu o primeiro banho de mar no neto. Sempre quis trazer felicidade.

Robson Grecco de Oliveira, 57 anos

Tricolor de coração, homem feliz, que amava seus filhos.

Robson Silva Bezerra de Almeida, 42 anos

Apaixonado pelos filhos, praia e o Fortaleza Esporte Clube.

Robson Viana Campos, 47 anos

Agora mora no céu, lugar onde suas pipas, que tanto amava soltar, voam.

Rocilda Soares Alves Silva, 51 anos

Ela chegava ao trabalho sempre sorridente, animada e pronta a dizer "bom dia".

Rodilma dos Santos Araújo, 59 anos

Dedicou-se ao que mais amava: salvar vidas.

Rodolfo Aparecido Nacci Martins, 58 anos

Gostava de brincar nos aniversários, trocava as velas de lugar. O maior pedaço de bolo tinha que ser dele.

Rodolfo Costa Pimentel, 28 anos

Um coração revestido de bondade, sem medo de nada e por uma causa tão linda: o amor aos invisíveis.

Rodolfo Walter Garcia Arizmendi, 72 anos

Médico peruano que compensava seu forte sotaque com doçura.

Rodrigo Camargo Vieira, 39 anos

Ele era sempre o mais animado em todas as festas.

Rodrigo Gomes Braga, 43 anos

Um professor que ensinou sobre o amor e dedicou-se a fazer o bem.

Rodrigo Gomes Luiz, 34 anos

Amigo como poucos, era o amigo de todos.

Rodrigo Joaquim Santana, 28 anos

Tão disposto para a labuta como disponível para a diversão.

Rodrigo Liguori, 36 anos

Chegava do trabalho anunciando aos gritos sua presença em casa. Amava carros e motos. Não à toa, era motoboy.

Rodrigo Pereira Ferreira, 43 anos

Herói da Aninha, dono de um coração gigante e um verdadeiro amigo de todos.

Rodrigo Podolski, 41 anos

Vida digna ornada pela solidariedade.

Rodrigo Reis de Oliveira, 37 anos

Homenageava os que amava com textos enormes e repletos de carinho.

Rogela Vicentini Madeira Moraes, 47 anos

Oradora cativante, as palavras saíam de sua voz mansa como notas musicais.

Rogélio Alonso Campuzano Cachaya, 45 anos

Médico dos “pés de barro” que atuou na linha de frente contra o vírus.

Roger Queiroz, 20 anos

Inteligentíssimo, tinha passado em dois vestibulares e até se arriscava na bolsa. O dinheiro era para ajudar um morador de rua.

Rogério Barra Amorim, 46 anos

Se seu fusca falasse, provavelmente diria que o dono foi um cara sincero e de uma alegria contagiante.

Rogério da Silva Ravanello, 45 anos

Era dedicado à sua querida família, para vê-los felizes, adorava levá-los a grandes passeios.

Rogério Fernandes, 46 anos

Ele simplesmente adorava viver.

Rogério Furtado Ozava, 53 anos

Que haja sempre mais humanidade e honestidade no mundo. Esse era o desejo dele.

Rogerio Moreira de Barros, 53 anos

Amava voar e voou.

Rogério Veloso do Nascimento, 49 anos

Brincalhão, cavalheiro, gentil e otimista, dizia sempre: “só sucesso!”

Ronald Lima Pamplona, 58 anos

Xodó da turma 129 do Serviço Social, ele continuava estudando para fazer Medicina.

Ronaldo Belotti, 61 anos

Sua arte era misturar esporte e samba.

Ronaldo Beraldo, 56 anos

Amava a praia, era santista roxo e tinha a família como sua maior prioridade.

Ronaldo Bezerra dos Santos, 53 anos

“Cadê a princesa de vovô?”, perguntava ele quando via a neta, por quem era vidrado.

Ronaldo Bonello, 63 anos

Aham, cof, proott, e todas onomatopeias possíveis para um homem que levava no bolso, um lenço de assoar nariz.

Ronaldo das Chagas Silva, 64 anos

Rodava o Brasil trabalhando, mas trazia felicidade quando voltava para os seus, em Belém.

Ronaldo Denys de Moura, 94 anos

Um avô coruja que amava mimar os netos e, com eles, saborear sua paixão: sorvetes! Principalmente os de creme.

Ronaldo dos Santos Duarte, 36 anos

Amava a família, os Ramones e aproveitou a vida o máximo que pôde.

Ronaldo Helvécio de Oliveira, 64 anos

Dele e do seu sorriso ninguém jamais se esquecerá.

Ronaldo Missick Guimarães, 75 anos

Dono de um coração enorme, sempre feliz e muito solícito, tinha gostos simples e paixões declaradas.

Ronaldo Neri de Souza, 40 anos

O homem determinado, que ofereceu muito mais que empregos para a sua comunidade.

Ronaldo Pereira da Silva, 58 anos

Ronaldo adorava um brega e não dispensava uma boa cachaça. Tinha mania de companhia de sua esposa e filhas.

Ronaldo Rocha Lelis, 64 anos

Um mineirinho que amava o mar.

Ronaldo Seixas de Morais, 55 anos

Abria a porta da escola todo dia com amor e sorrisos.

Ronaldo Souza da Silva, 40 anos

Um pavio curto, de coração grande.

Ronaldo Trento, 60 anos

Natureza, tranquilidade, desapego e paz. Isso lhe bastava.

Ronaldo Vale da Silva, 59 anos

Amava os seus filhos.

Ronnie Jerry Pereira dos Santos, 52 anos

Cheio de manias, seu coração rubro-negro vibrava ao ouvir as músicas do Raça Negra.

Roosevelt Guimarães Soares, 73 anos

Trabalhador como era, acordava às três da madrugada para vender melancias na feira, no centro de Manaus.

Roque Monteiro da Conceição, 46 anos

Enfermeiro corajoso e dedicado, era reservado no trabalho. Em família ou no carnaval, porém, era o mais animado.

Rosa Carlos de Araújo, 82 anos

Forte e destemida, fugiu para a capital, onde se tornou a matriarca de uma grande família.

Rosa Maria Bezerra Souza, 70 anos

"Claro que eu sou cheirosa, eu sou uma Rosa", gabava-se ela.

Rosa Maria da Conceição Silva, 80 anos

Deu ao seus filhos o maior presente: a certeza de que podiam confiar em Deus.

Rosa Maria dos Santos Nascimento, 64 anos

O colo de Rosa era o pico do Everest que toda criança queria escalar.

Rosália França, 73 anos

Com um sorriso contagiante e um amor imensurável, ela era a alegria das viagens em família.

Rosália da Silva dos Santos, 58 anos

“Todo cuidado é pouco”, dizia dona Rosália.

Rosália Maria de Lemos Mesquita, 52 anos

Em seu imenso coração havia espaço para a família e para todos que ela ajudava, como profissional da saúde.

Rosalina Borges Ferreira, 86 anos

Sempre que a bola dos filhos caía na casa do Seu Cunha, ia pessoalmente e só saía de lá com a bola em mãos.

Rosalina de Jesus Dias, 85 anos

Portuguesa que construiu sua vida no Brasil, amava estar cercada de plantas.

Rosalina Maria Pereira Chaves, 64 anos

Uma de suas maiores alegrias era conseguir alfabetizar crianças, aquelas outros educadores não conseguiram.

Rosalio de Jesus Seixas Tavares, 65 anos

Assim como o oxigênio com que trabalhava, ele era um sopro necessário e alegre de ar fresco.

Rosalve Rodrigues da Silva, 57 anos

Flamenguista, brincalhão, um pai dedicado e marido amoroso. Para sempre o eterno cara treinado!

Rosalves de Souza, 71 anos

Mestre na arte do bem viver, era o vizinho que todo mundo queria ter.

Rosana Gamboa Azevedo Reis, 57 anos

Preparava o almoço para todos e depois servia deliciosos bolos de sobremesa.

Rosana Washington Vita, 73 anos

Binômio flor-mulher, carregava consigo um coração maior do que ela.

Rosângela de Lima Ferreira, 50 anos

Sem espinhos, Rosa cuidava muito bem do seu jardim pessoal: a família.

Rosani Vieira Soubihe, 63 anos

Uma artista plástica que amava viver.

Rosania Darc Silva Telles, 61 anos

Mãe no sentido mais amplo da palavra, ela veio à vida para ser protagonista.

Rosária Aparecida do Prado Cusin, 68 anos

À família dedicou todo seu amor. A Deus, seu dom com as palavras. Seu legado é a fé incessante.

Rosauria do Carmo, 60 anos

Amava falar de Jesus, estava sempre disposta a ajudar. Seja com uma palavra, um alimento ou um cobertor.

Rose Mari da Silva Belo, 53 anos

Cantava com a sua alma para Deus.

Roseli Aparecida Bonaldo de Souza, 63 anos

"Como a vida é linda!", dizia ela ao ver a sobrinha.

Roseli Cavazotti, 75 anos

Vovó cheia de vida que tinha mãos de fada na cozinha.

Rosely de Jesus, 63 anos

Era a tia de todo mundo.

Rosemeire Gomes, 53 anos

"O sentido da minha vida é cantar", afirmava Rosemeire.

Rosemeire Miguel, 46 anos

Dona de um humor incrível, estava sempre rindo alto por aí. Aquela risada era especial.

Rosenildo Dias, 41 anos

Ele parecia saber, ainda que inconscientemente, que na vida sempre se pode ir além.

Rosilei Rech, 51 anos

Riso e fé até o último minuto. Uma guerreira na luta pela vida.

Rosiléia do Socorro Santos Barreiros, 45 anos

Entre louvores e aulas, professava o amor incondicional a Deus e à educação.

Rosilene Maciel de Oliveira, 50 anos

Rose fez da vida um verdadeiro baile.

Rosimeire Maria dos Santos, 54 anos

Enfrentou as barreiras da vida pelos seus filhos e netos. Eles eram seu porto seguro.

Rosina Mondadori da Silva, 80 anos

Lutou, venceu e principalmente, amou.

Rosineide Alves de Freitas, 40 anos

Contagiava a todos com sua alegria e seus sorrisos.

Rosivaldo Costa Araújo, 42 anos

Um tapeceiro que gostava de ouvir música em alto e bom som.

Ruan Dias Baldinelli, 26 anos

Deixou a lição de que a vida é muito curta para vivermos de remorso.

Ruan Matos Félix, 28 anos

Cada um tem seu jeito, sua armadura... Por trás dessa, apenas um menino feliz, generoso, amigo e competente.

Rubem Dário Barbosa Lima, 65 anos

Quem dá verdadeiro amor ao próximo recebe muito mais em seu coração.

Rubem Gomide Pires, 61 anos

Um grande homem, importante na vida de quem o conheceu.

Rubem Rodrigues Ferro, 76 anos

Mestre dos livros e da arte de ensinar.

Rubén Ramón Balbuena Mernes, 83 anos

“Mas será possible” falava com um pouco de sotaque.

Rubenita Romano Marques, 76 anos

Ao perguntar se alguém estava bem, ela logo oferecia um lanche. Assim, nutria todos com amor e afeto.

Rubens Francisco Miranda da Silva, 66 anos

Papai Noel de tantos Natais, tinha o dom de arrancar sorrisos por onde passasse.

Rubens Janaú Barbosa, 58 anos

Com seu imenso coração e cordas de seu fiel escudeiro, tocava notas de puro amor, que conquistaram muitos.

Rubens João de Barros Júnior, 55 anos

Dedicou-se à arte de corpo e alma. Desenvolvia projetos num piscar de olhos, tirando-os do papel com maestria.

Rubens José Malara, 56 anos

Em todos os documentos, escrevia "M.D.P.F." (Mãe de Deus passa na frente).

Rubens Luiz Ferreira, 64 anos

Para ele cozinhar era oração em forma de comida, que alimentava o estômago e deixava alegre quem a provava.

Rubens Machioni Silva, 70 anos

Palmeirense, pai de um campeão.

Rubens Malara, 55 anos

A massoterapia foi a sua paixão.

Rubens Marinho de Mendonça Filho, 54 anos

Um homem rodeado pela alegria, porque era a alegria em pessoa!

Rubens Meirelles, 77 anos

Era o protetor da família, fez tudo por ela, fosse por laços de sangue ou de amizade.

Rubens Pinto Junior, 55 anos

Ele passava o dia a perguntar "Ana, você me ama? Em meio às suas gargalhadas, ela sempre respondia de que sim.

Rubens Venâncio dos Santos, 75 anos

Mesmo levando uma vida humilde, sempre foi muito feliz. A simplicidade foi seu maior ensinamento.

Rui Augusto Bimbatti, 75 anos

Homem habilidoso e carinhoso em todas as funções, de marido a aeroviário, de pai a avô.

Rui José Chaves de Oliveira, 50 anos

Enviado de Deus, era o pastor que dedicou a vida para cuidar de suas ovelhas.

Rui Pontes Santiago, 85 anos

Ele sempre chegava fazendo barulho, buzinava e já ia perguntando pra esposa: "Cadê o café, Maria?"

Rute Costa Silva, 76 anos

Vovó Rute... um exemplo de amor ao próximo.

Ruth Maria de Oliveira, 102 anos

Luta, vitória, dedicação, disciplina e amor. Sinônimos do que foi a tia Ruth.

Ruth Pelegrino, 76 anos

Cultivava suas flores no sítio, em Salto de Pirapora, com o mesmo amor que cuidava da sua família.

Ruthe Medeiros de Campos, 62 anos

Ruthe tocou e encantou a todos com música e conselhos.

Sadi Rodrigues da Silva, 70 anos

O irmão da sanfona, conhecido em todas as CCBs de Londrina.

Safira Martins Pavão, 68 anos

Pérola preciosa do Senhor Jesus Cristo, uma mulher de fé, guerreira e dedicada a anunciar a Palavra do Senhor.

Salatiel Soares Filho, 65 anos

O anjo da guarda da filha Laisa. O companheiro da filha Tati. O pai amigo.

Salete Frozza Ferrarezi, 66 anos

Amava a família e gostava muito de cuidar dos animais. Em Jacir, encontrou companhia para todos os dias.

Salmito de Almeida Neto, 68 anos

"Guardem a imagem desse dia como o dia em que encontrei Luiz Gonzaga vestido com meu melhor sorriso."

Salvador José Pereira Ribeiro, 65 anos

Roqueiro, colecionador de carrinhos e apreciador de cervejas diferentes.

Salvador Pereira Ramos, 63 anos

Camarada alegre, que deixa de recordações o seu jeito feliz e as suas histórias mirabolantes.

Salvatore Lucchini, 85 anos

Italiano de nascimento, carioca de coração, esse pescador nato era um verdadeiro encantador de pássaros.

Salvo Barradas, 73 anos

Só havia uma coisa fazia seu coração bater mais forte que um jogo do Bahia: o amor pela família.

Samantha Ohana, 48 anos

Tinha o sorriso do tamanho do mundo.

Samir Assi João, 61 anos

Da medicina, fez arma e armadura. Da vida, sorveu a arte e a justiça. Só rendeu-se a uma tirania: a do amor!

Samuel dos Santos, 54 anos

De riso fácil, Samuel era bom ouvinte. Dava conselhos ótimos.

Sanaoki Ono, 75 anos

Por trás da cara de bravo tinha um coração enorme, que se expressava através das atitudes.

Sandra Costa Sampaio de Oliveira, 45 anos

Apaixonada pela família, viveu a vida com muito amor.

Sandra Dias Tavares, 63 anos

Ela parecia a Dona Hermínia, sempre com celular na mão acompanhando a vida da família toda.

Sandra Emília Da Silva, 67 anos

Criou seus filhos com o suor do seu trabalho. Ela era incansável.

Sandra Maria da Silva, 72 anos

Costureira, tricoteira, boleira. Foi múltipla também no cuidado com os filhos e no exercício da solidariedade.

Sandra Regina dos Santos, 57 anos

Conseguia ser iluminada, mesmo diante dos blecautes da vida.

Sandra Silva, 68 anos

Superava os obstáculos da vida com resiliência.

Sandra Vitória Valle, 69 anos

A linda vovó Pimenta!

Sandro Eduardo Nascimento da Silva, 46 anos

Alegria, caráter e intensidade o definiam. Mas a generosidade e a atenção, o tornavam mais especial ainda.

Sandro Hansen, 82 anos

Sobrevivente da Segunda Guerra Mundial e carinhosamente chamado de Xuxu.

Sandro Ribeiro Vianna, 46 anos

Um amigo muito especial que, assim como na vida, foi embora antes de terminar a festa.

Sandro Santos de Araújo, 45 anos

Seu sorriso fácil, suas brincadeiras e a maneira leve de ser, ficarão para sempre na memória.

Santino Xavier Breves, 67 anos

Inspirava caridade em tudo que fazia.

Santonina dos Santos Aleixo Barata, 72 anos

Humana e doce.

Sara Rabello Rei de Jesus, 42 anos

Quando fazia um doce, o cheiro que vinha da cozinha era inconfundível.

Sara Saadeh Rajih Badaiwi, 61 anos

Conquistava pelas doces palavras e pelos pratos que nos enchiam de energia e alegria.

Sarah do Couto Cesar, 95 anos

Um nome que fez história na luta pela educação inclusiva.

Sarah Maciel Negreiros, 86 anos

Preguiça de tirar espinha de peixe? Dona Sarah tirava. Fazia e servia com o mesmo amor.

Sarina Moia Carvalho, 74 anos

"Nosso amor é eterno", diz a neta.

Saulo Cruz, 50 anos

Além de um grande evangelista, era também "o pastor dos pobres". Ajudou muitas vidas.

Sawa Carmona Maksimczuk, 44 anos

Amava sua família, seus amigos e o Corinthians.

Sebastiana Baltazar de Morais, 82 anos

Na sua mesa e no seu coração, sempre cabia mais um.

Sebastiana Conceição Pedroza de Vasconcelos, 73 anos

Mãe leal, protetora e amiga. Uma pernambucana que nunca se intimidou.

Sebastiana Corrêa de Azevedo, 79 anos

Um coração lindo e uma bondade inquestionável.

Sebastiana Ferraz Corrêa, 84 anos

Baixinha na estatura, mas gigante de alma e de coração.

Sebastiana Maria de Almeida, 62 anos

Uma sonhadora querida por todos, que deixou muito amor por onde passou.

Sebastiana Pedro da Silva, 84 anos

Sempre alegre, gostava de estar bem-vestida, maquiada, cabelos penteados e arrumada.

Sebastião Alves, 78 anos

De servente de pedreiro a advogado, venceu as muitas dificuldades sempre com suas risadas altas e gostosas.

Sebastião Alves de Mesquita, 94 anos

Tião, um avô de respeito, dedicado à família.

Sebastião Crisostomo da Silva II, 88 anos

Quando alguém ia embora de sua casa, ficava esperando na porta para acenar até a pessoa sumir na esquina.

Sebastião da Lima Vasconcelos, 95 anos

Entre todos os desafios da vida, o que mais amava eram as palavras cruzadas.

Sebastião da Silva Cunha, 89 anos

Nem doce de limão azedava o coração dele.

Sebastião de Souza Araújo, 57 anos

Usava roupas e cabelo da "galera mais nova", porque queria parecer sempre jovem.

Sebastião Deodato Rodrigues, 88 anos

Ensinou que cultivássemos com humildade e humanidade a criança que existe em nós.

Sebastião Edivaldo de Paiva, 36 anos

O caçula de nove filhos, era aquele que apaziguava qualquer atrito, com seu jeito calmo e companheiro de ser.

Sebastião Fraga de Sales, 76 anos

Dono de um coração tão generoso que até causava suspeitas, por tamanha bondade.

Sebastião Jorge Perci do Carmo, 66 anos

Não tinha capa, nem superpoderes, mas nos defendia com unhas e dentes.

Sebastião Lobato, 67 anos

Ele sempre dizia que não gostava de ver a filha chorar, e chorava junto com ela.

Sebastião Maués da Silva, 76 anos

Um piloto da marinha que gostava de dançar merengue e era fanático por futebol.

Sebastião Miranda de Oliveira, 84 anos

Um contador de histórias que encantava a alma e o coração de todos.

Sebastião Noraldino Salvador, 86 anos

Homem de muitos amores. Alegria e coragem foram suas melhores qualidades.

Sebastião Rodrigues Barata Filho, 76 anos

O futebol era a paixão deste homem querido por todos e palhaço da família.

Sebastião Rodrigues de Oliveira, 69 anos

Tião Ventania, caminhoneiro, rodou este mundo como se não fosse parte dele. E agora, falta uma parte do mundo.

Sebastião Rodrigues Sales, 70 anos

Um cabra cheio de histórias, um coração cheio de amores...

Sebastião Soares Filho, 73 anos

Maritaca, amigo guerreiro, sempre com um sorriso largo no rosto.

Sebastião Tomaz de Lima, 76 anos

Grande contador de histórias, com um bom humor inesquecível.

Sebastião Vieira de Assis, 75 anos

Foi como um pai para a neta. Homem trabalhador, honrado e bondoso.

Seigi Honda, 79 anos

Um novo coração, uma nova oportunidade. Resiliente, seguiu separando seus remédios e organizando a pescaria.

Seisho Inamine, 70 anos

Desde que morou no Japão, parecia que uma parte dele havia ficado lá, sempre que assistia NHK.

Selia Maria Spoladori, 59 anos

Cuidar das flores e passear em seu sítio eram as coisas que ela mais gostava de fazer.

Selma Silva de Souza, 68 anos

Vivia sonhando com as viagens e viajando nos sonhos.

Selma Teresa Lourenço da Silva, 69 anos

Batalhadora e generosa. Não tinha vergonha de pedir ajuda e de ajudar os outros.

Semeão de Matos Siqueira, 69 anos

Devotou-se a Nossa Senhora de Nazaré e à grandeza de uma vida simples.

Semirames Nair de Souza, 90 anos

"Da vida nada se leva! Sorria e agradeça a Deus".

Semiramis Rodrigues Geara, 62 anos

Nos aniversários, a primeira ligação do dia era sempre dela.

Sérgio Alves da Silva, 69 anos

Sempre brincalhão e com um sorrisão estampado no rosto.

Sergio Antônio Pereira, 59 anos

Uma pessoa fácil de lidar pois era feito de honestidade, amor e carinho.

Sérgio Armando de Sá e Benevides, 74 anos

O professor-doutor que adorava dançar, cantar e encantar.

Sérgio Bezerra dos Santos, 43 anos

Dono de uma energia tão maravilhosa, que todos queriam ficar perto dele, o tempo todo.

Sergio Cassins, 52 anos

Chegado a uma boa refeição e séries policiais, amou a família acima de tudo.

Sergio da Silva Trindade, 53 anos

Perder uma apresentação dos netos no colégio era impensável para ele.

Sergio de Oliveira Santos, 66 anos

Botafoguense roxo, homem de fé, valente e corajoso até o fim.

Sergio Fonseca, 72 anos

Abdicava do seu tempo com a família para atender aos desejos dos que amava.

Sérgio Henrique Saraiva Costa, 40 anos

Batalhando até o seu último minuto, nunca disse que a vitória estava perdida.

Sérgio Honorato Pinheiro, 56 anos

Devoto de Nossa Senhora Aparecida e apaixonado pela sua família.

Sérgio Ivo Ludwig, 85 anos

Muito sincero, dizia sempre o que sentia, o que pensava e o que queria. Tinha alma e sensibilidade de artista

Sérgio José Ferreira da Silva, 55 anos

O caminhão e a estrada eram duas de suas maiores paixões.

Sérgio Luís Mendonça Alves, 46 anos

Deu a seu único filho o nome do primeiro rei Ioruba, Okambi, e como professor deu força à palavra “liberdade”.

Sergio Murilo Bento Araújo, 72 anos

Um escritor que ajudou a reescrever muitas histórias de vida.

Sérgio Pandolfi, 67 anos

Personificação do amor e da dedicação.

Sérgio Ricardo de Almeida Alves, 44 anos

"Aqui não tem tristeza", decretava a pessoa mais animada da festa. A festa era a vida; ele era a lei vitalícia.

Sérgio Seizi Suzuki, 81 anos

Homem de coração aberto que gostava de dizer que, tirando o que estava ruim, estava tudo bem.

Sergio Valim, 67 anos

Aventureiro, não dispensava uma boa viagem em ótima companhia.

Severina Antônia Gadelha, 88 anos

Orgulhava-se tanto de sua história que até os motoristas se tornavam ouvintes desta nordestina feita de amor.

Severina Francelino da Silva, 59 anos

Com Bibi não tinha tempo ruim. Por onde andava, deixava rastros de amor.

Severina Gomes dos Anjos, 94 anos

O exemplo de coragem de uma mulher à frente de seu tempo.

Severina Vieira da Silva, 65 anos

Guerreira e forte como as mulheres paraibanas, deixou um legado de orações e devoção.

Severino Elias de Sales, 88 anos

Bem-humorado, quando chegava em casa batia palmas e gritava: "Seu Biu tá aí? Diga a ele que volto depois”.

Severino Ferreira Barros, 80 anos

Um sonhador que, de tanto sonhar, realizava. E que, de tanto realizar, ajudava a mudar mundo.

Severino Pedro da Silva, 60 anos

Resiliente, abria portas para a superação.

Severino Sales, 78 anos

Dono de um humor único, ele perdia o amigo, a esposa e o cliente, mas não perdia a piada.

Severino Santiago Farias, 66 anos

Um pai apaixonado que foi conhecido e respeitado em todos os lugares pelos quais passou.

Severino Tavares de Souza, 60 anos

Padrinho que nomeou a afilhada com nome de musa e o mais maravilhoso avô.

Severino Tavarez, 69 anos

Valorizava muito a família.

Severino Urbano Ferreira, 91 anos

Sua vida perfumava até os mínimos instantes.

Severino Vieira da Silva, 96 anos

Carregava em si a sabedoria de quem compreende o tempo das coisas.

Severo Oliveira, 56 anos

Queria saber o resultado de qualquer jogo do país? Perguntasse ao Severo!

Sheila Maria Amorim da Costa, 59 anos

Se fosse um verbo, ela seria o verbo amar.

Sheila Regina Barbosa Salviano, 59 anos

Uma mulher doce e carinhosa, dona do melhor abraço e sorriso.

Shirley Moreira da Silva, 85 anos

Para ele, o sentido da vida estava em ter algo a fazer, algo a esperar e alguém a quem amar.

Sidnei Cravo Fortes, 43 anos

O coração era maior que ele, a alegria em pessoa.

Sidney da Silva Dias, 42 anos

Com uma fé contagiante, dizia: “Se Deus fizer, Ele é Deus. Se não fizer, Ele é Deus”.

Sidney Ferreira, 63 anos

Boa-praça, carismático, amigo dos amigos, modelo de pai e eterno herói para suas filhas.

Sidney Igrejas Martins, 71 anos

Pensar nele remete à memória de um delicioso aroma de camarões, vindo da sua cozinha.

Sílica Conceição de Jesus Leite, 73 anos

Esposa dedicada, mãe de oito, avó de quinze, bisavó de quatro, amiga de centenas e admirada por milhares.

Silvalina Rodriguez de Oliveira, 54 anos

Dona Dina cuidava da fazenda com amor.

Silvana da Silva Souza, 50 anos

Bastava um cheirinho de café pra você logo saber onde ela estava.

Silvana Helena de Andrade Linhares, 52 anos

Sempre carinhosa, levava a vida com otimismo e era chamada de Mamita.

Silvanira Soares dos Santos, 86 anos

Alegre e guerreira, gostava de dançar forró e estar reunida com os filhos.

Silvestre Carvalho Vieira, 79 anos

Um macho vaidoso e gentil, dono de um “avião” e de uma “fazenda”.

Silvestre do Nascimento, 63 anos

Tudo era motivo de festa para ele.

Silvia Lina dos Santos, 52 anos

Artista e sempre à frente de seu tempo, foi a melhor amiga do filho.

Silvia Maria da Silva Gueiros de Azevedo, 65 anos

Em seus lábios, além do batom vermelho, havia sempre um sorriso de orelha a orelha.

Silvio Luiz Lopes de Matos, 57 anos

Sua presença e voz forte jamais serão esquecidas.

Silvio Pinheiro Pinto, 58 anos

Missionário de Deus e um eterno policial, que protegeu todos, como pôde.

Simone do Rosario Rangel Pereira, 44 anos

Como diz a música: “Os bons morrem antes”. Ela deixou saudade pela fartura de generosidade e de amor.

Simone Maria da Silva Bezerra, 43 anos

Bonita por fora e linda por dentro, não se descuidava de si e nem dos outros ao seu redor.

Simone Maria Figueiredo de Queiroz, 72 anos

De alma viajante, ela amava ir à Disney.

Simpliciano Tomaz Inácio, 85 anos

Carregava simplicidade no nome e na essência.

Sinval Rodrigues Teixeira, 51 anos

Conhecido por muitos como Cachorrão, onde chegava latia alto e arrancava sustos e risos.

Socorro Maria Albuquerque, 53 anos

Pessoa dotada de virtudes e que se dedicou à educação de sua cidade, Coreaú.

Solange de Oliveira Lauande, 67 anos

Uma mistura de paulista e baiana, que com seu jeito de ser, nunca passava despercebida.

Solange de Santana, 63 anos

Como sugeriam o nome, a alma e as atitudes, Solange era um anjo.

Solange do Nascimento Oliveira, 38 anos

A Sol vai ser lembrada por sua risada alegre e iluminada.

Solange dos Santos Alves, 31 anos

Bancava a durona, mas tinha o coração mole.

Solange Gonçalves Bittencourt, 53 anos

Apaixonada por Itacuruçá, pescava em suas praias e, no carnaval, distribuía alegria por suas ruas.

Solange Maria de Souza Reis, 53 anos

Carioca da gema! Amava samba, praia e cerveja gelada.

Solangio da Cruz Pereira, 56 anos

O garimpeiro que tinha as pedras mais preciosas em casa.

Solon Pereira Lopes Ferreira, 62 anos

Era um ótimo contador de histórias, que tinha como vocação e profissão salvar vidas.

Sonia Aparecida Buttura, 64 anos

Coisa rara era vê-la triste. Cansaço e dor podiam vir, mas a tristeza era afastada com a sua alegria.

Sonia Aparecida Buzello, 55 anos

Falava alto e ria. Ria muito! Ria sempre!

Sônia Celencina Miranda de Andrade, 68 anos

Dizia que cozinhar era um ato de amor; e amor nunca faltou na vida dessa mãe leoa.

Sonia Cristina Ferrari, 76 anos

Era de uma teimosia que se desfazia com um sorriso fácil, vindo do fundo do coração imenso e lindo que tinha.

Sônia Maria Pereira da Silva, 54 anos

Aos 52 anos se formou professora de matemática só para realizar um sonho: lecionar para crianças pobres e de comunidade.

Sônia Porto Silvério, 67 anos

Mãe e avó com uma mente mágica e repleta de sonhos.

Sophia Madeira Barros, 99 anos

Nos bolsos de seus vestidos coloridos, sempre havia moedinhas e bombons para fazer a alegria da garotada.

Suelen Silva Ferreira, 35 anos

Na arte, nos doces, na família e com os amigos, uma pessoa inesquecível.

Sueli Ferri de Carvalho, 67 anos

A perdidinha mais linda.

Sueli Flora de Freitas, 45 anos

Sueli era la belle de jour em alegria. A tristeza, com ela, não tinha vez.

Sueli Ramos da Silva de Oliveira, 76 anos

Passista orgulhosa de sua Portela, abrilhantou as avenidas e em samba-enredo cantou sua alegria de viver.

Sueli Rosa de Oliveira Barra, 47 anos

"Olha meu netos como são lindos!", sempre falava a avó que fazia de tudo pelos netos.

Sueli Terezinha da Silva Santos, 69 anos

Amante das coisas boas da vida, não perdia um jogo do Grêmio.

Suely Cruz, 64 anos

Ela era o amor incondicional, a alegria em movimento, gostava de dançar e reunir a família.

Suely dos Santos Barbosa, 58 anos

Mãe e avó zelosa, não havia nada que ela cuidasse mais do que a própria família.

Suely Miranda Costa, 64 anos

Ela não tinha medo de fazer planos.

Suely Monteiro da Costa Andrade, 47 anos

Uma professora que cantava e encantava. Ela era o amor, da cabeça aos pés.

Susie Darling de Jesus Figueredo, 45 anos

Conciliou firmeza e doçura na construção de uma família sólida.

Suzana Almeida Souza, 56 anos

Quem olhava no fundo de seus olhos, via a criança alegre, comilona, louca por doces. Uma criança em festa.

Suzete Moreira Afonso de Abreu, 50 anos

Ensinou sobre trabalho e família para os filhos; e se realizou no ensino superior.

Sylvia de Mattos, 90 anos

Tia afetuosa. Emanava amor até nas longas conversas telefônicas.

Sylvio Capanema de Souza, 82 anos

Professor dotado de inteligência e habilidade especiais para ensinar, algo que só os grandes mestres possuem.

Tai Takizawa, 82 anos

De poucas palavras, mas nem eram necessárias. Seu sorriso falava por ele.

Talita Dentello, 35 anos

A madrinha que todos queriam em seu casamento e dona de uma luz que acolheu quem conviveu ao seu lado.

Tânia Cristina Joioso, 61 anos

Tudo nela era superlativo.

Tania Cristina Martinez Salim, 58 anos

Amante dos animais, da mãe natureza e devota de Nossa Senhora.

Tania Lucia Lopes Soares, 68 anos

Sempre alegre, era ótima companheira para uma cervejinha.

Tania Magali Oliveira da Silva, 54 anos

Com todo o coração, amava suas filhas, os animais e ajudar as pessoas. Dona do sorriso mais lindo do mundo!

Tania Mara de Carvalho Cabral de Oliveira, 55 anos

Foi um prazer inenarrável conviver com ela.

Tânia Muhlhofer, 40 anos

A médica que cuidava de seus vizinhos sempre com um sorriso no rosto.

Tarciso Pinto Batista, 63 anos

Cozinheiro de mão-cheia, colocava uma pitada de amor em todos os pratos que preparava para a família.

Tarcizo Ferreira, 73 anos

Um cantor caseiro.

Tatiane Ferreira Ferraregi, 36 anos

A jovem que salvou vidas, distribuiu conselhos e deixou só amor.

Temósteles Luiz Soares de Oliveira, 43 anos

"Sou lá de Catingueira, na Paraíba, conhece?", dizia ele com o sotaque arrastado.

Tenilda Cristina de Barros Gonçalves, 51 anos

Sem espaço para tristeza, com ela não tinha tempo ruim.

Teresa da Conceição Araújo, 81 anos

Era maravilhosa, pessoa angelical que não cansava de esbanjar amor.

Teresa Muller, 68 anos

Cuidava de todos, com delicadeza e carinho.

Teresa Pelloni, 73 anos

O cheirinho de bolo de cenoura traz saudades da esposa, querida mãe, sogra e doce avó.

Teresinha Maria Carneiro de Souza, 76 anos

Viveu amando e sendo amada, incondicionalmente.

Teresinha Oliveira, 49 anos

Bastante querida em sua cidade, por mais de vinte anos ensinou muitos estudantes a ler e a escrever.

Tereza Alexandre Borges da Silva, 84 anos

Exímia cozinheira e dançarina de forró, gostava de política, de casa cheia e de ter a família sempre por perto.

Tereza da Silva Mateini, 71 anos

Cheia de histórias pra contar, era fonte de sorrisos, de inspiração e de coragem.

Tereza Domingues da Silva, 65 anos

Na praia, recarregava sua alegria contagiante. Ao caminhar na areia conversava com o mar e se entendia com o sol.

Tereza Regina Eleres da Silva Hounsell, 77 anos

Uma artista que fazia trabalhos manuais, característicos de sua personalidade.

Tereza Rodrigues de Souza, 80 anos

A vó de muitos, distribuía carinho de forma irrestrita.

Tereza Rodrigues Maciel, 74 anos

"Ficar parada? Vou a luta! Honestidade e humildade é tudo", dizia ela.

Terezinha Alves Moura de Vasconcelos, 82 anos

Colecionava terços, que rezava diariamente, e bordava em ponto-cruz os nomes daqueles que amava.

Terezinha Araujo Lima e Silva, 91 anos

Terezinha gostava de sentar no sofá com as netas e contar histórias.

Terezinha Batista Franco, 87 anos

Apaixonada por flores, natureza, animais e por tudo o que era belo e agradável aos olhos.

Terezinha Bezerra da Silva, 84 anos

Tinha o corpo e a alma perfumados.

Terezinha Borges Ferreira, 74 anos

Estava em permanente oração pelos tantos e amados filhos.

Terezinha Correa Moreira da Silva, 75 anos

Poetisa da vida que levou consigo os sonhos de brilhar no céu e deixou um legado de amor.

Terezinha da Silva Jansen, 78 anos

Mulher forte, autêntica, não media palavras, nem afetos. Amá-la era um desafio quase sempre prazeroso.

Terezinha de Jesus Coutinho, 82 anos

Mulher guerreira, de uma fé inabalável.

Terezinha de Oliveira Teixeira, 72 anos

Fazia parte de um grande jardim com muitas flores lindas. O jardim do Rei.

Terezinha Dornelas do Carmo, 77 anos

Pensamento positivo e vontade de viver eram suas marcas pessoais.

Terezinha Hilário dos Santos, 85 anos

Uma guerreira! Assim foi Terezinha, depois de passar por tantas batalhas sem nunca perder a força.

Terezinha Lopes de Oliveira, 54 anos

Uma pessoa ímpar, a vontade de ser melhor a movia.

Terezinha Luiza Gomes, 78 anos

Não saía de casa sem batom vermelho, anéis e colares.

Terezinha Maia Lopes, 71 anos

Se enchia de orgulho ao ouvir que um de seus netos era a cara dela.

Terezinha Maria de Jesus Garcia, 64 anos

Mantinha sempre pensamentos positivos e a disposição para ajudar, principalmente as crianças.

Terezinha Nascimento Lopes, 88 anos

A tia que adorava receber todos para uma verdadeira farofada.

Terezinha Pio da Silva, 67 anos

Conquistou tudo sozinha, com o fruto do seu trabalho e primava por manter a família unida.

Terezinha Rodrigues Limeira, 75 anos

Tereza, Terezinha, madrinha, amiga, conselheira, guia... a conhecida e inesquecível tia Teca.

Terezinha Soares Xavier, 68 anos

Uma mulher que conseguiu chegar no topo sem se esquecer de suas raízes.

Thaís Macieira Costa, 27 anos

Sua seriedade se destacava, mas não escondia o sorriso, que era tão belo quanto os girassóis que ela amava.

Thelmo Trilha Sym, 65 anos

Mais que um bom médico, um verdadeiro herói.

Theodoro Pessotti, 78 anos

Para sempre será o coração de quem ficou.

Theresa Bernadette Morenne Persaud, 35 anos

Uma pessoa sonhadora que adorava viver a vida intensamente. Sua alegria e seu sorriso nunca serão esquecidos.

Theresa de Moura, 87 anos

Bisa forte e carinhosa. Tinha um sorriso lindo e os cabelos branquinhos igual algodão.

Thereza Carneiro Machado, 86 anos

Nunca cansou de mimar os netos e adorava uma festinha.

Thereza Lúcia Prata de Almeida, 65 anos

A Dra. Thereza Lúcia escolheu a Medicina ainda na infância e era uma pessoa com palavras e sorrisos para todos.

Thereza Nogueira Miranda, 89 anos

Com toda a sua força e um coração imenso, fazia questão de ajudar aos outros.

Therezinha Assad Casella, 87 anos

A família se reunia aos sábados para comer o quibe mais delicioso do mundo, feito por ela com todo amor.

Thiago Donato Pereira, 32 anos

Companheiro dos bons para qualquer rolê, amava um show de rock. Fazia sorrir até mesmo em dias ruins.

Thiago Luiz Ferreira Maciel, 35 anos

Amava muito o sorriso da sua esposa e amava ainda mais o sorriso banguela de Bruna, sua filhinha.

Thiago Mendes Lobo, 26 anos

“Eu amo tudo que vivi”, foi sua última frase.

Thiago Santos Gomes, 30 anos

Um jovem que conversou com a morte, desde o momento em que nasceu.

Thina Rodrigues, 57 anos

Mulher trans, negra, travesti, ativista e militante dos direitos humanos da população LGBTQI+.

Thyago Araujo, 32 anos

Thyago do Beto, generoso e amigável. O da lasanha suculenta e das brincadeiras infinitas.

Tiago Afonso Rosas Araújo, 34 anos

Levava a família no coração e falava dela com orgulho por onde quer que passasse.

Tiago Dantas de Alencar, 69 anos

Depois de 50 anos no Rio, realizou o grande sonho de voltar para sua terra.

Tiago Julião dos Santos, 35 anos

Amoroso, doava-se e fazia o bem como se fosse inevitável.

Tiago Lin Ichi Kuboki, 33 anos

Esposo amoroso, pai exemplar, deixou um legado de amor e força.

Tiago Sinimbu, 55 anos

Sua maior brincadeira era atribuir um sobrenome de famoso às pessoas que conhecia.

Tibúrcio Bonett de Souza, 82 anos

Mesmo com uma família grande, esse homem forte e amoroso sempre fez questão de estar perto de todos os seus.

Tibúrcio Orlando da Silva, 85 anos

Com voz de trovão ele dizia: "Vai, Papão!", sempre que tinha jogo do Paysandu.

Tílio da Costa Lopes Filho, 72 anos

Passava os domingos cozinhando, depois assistia videoclipes ou documentários até pegar no sono.

Timóteo de Matos, 74 anos

Fisioterapeuta que só não curava a dor de amor; mas na escrita, curava até as dores do mundo.

Uanderson Constâncio Fulgêncio, 48 anos

Filho amoroso, marido dedicado, pai presente e um cara que não deixava nenhuma churrasqueira na mão.

Ubiracildo da Silva Macêdo, 55 anos

Dono de um sorriso e de um carisma contagiantes. Sua falta será sentida por todos.

Uelinton Jose Medeiros, 78 anos

Vibrava a cada vitória de todas as pessoas, mesmo as mais distantes.

Urbano do Amaral Silva, 68 anos

Professor de matemática, somava amizades e multiplicava amor por suas netas.

Úrsula Emília Ramos Campos, 46 anos

Dona de um sorriso inesquecível, que fez da profissão, a missão de cuidar. Fará muita falta.

Ursulino da Silva, 85 anos

Bom de coração, ele era simplicidade total.

Vagner dos Santos, 55 anos

Ele pedia para que os irmãos vivessem em união.

Vagner José Alves, 72 anos

A alegria de todas as festas.

Vagner Onorio de Aguiar, 45 anos

Tinha fácil relacionamento. Era querido pela família e amigos. Uma palavra o definia: brincalhão.

Valcileno Ataíde Reis, 44 anos

Suas brincadeiras, sua melodia e sua alegria ficaram no palco. E nos corações.

Valda Marinho da Silva, 84 anos

Nordestina, que entre cheias e secas, se fez forte e guerreira.

Valda Sales Aguiar, 88 anos

Tem uma nova estrela brilhando no céu. O nome dela é Valda.

Valdeci Buono, 66 anos

Carregava na alma a mesma leveza dos balões coloridos que vendia na vizinhança.

Valdeci Silva Santos Júnior, 45 anos

"Raiva só faz mal pra quem sente!", dizia ele. É por isso que Julhão jamais perdia o bom humor.

Valdecir de Souza Bernardo, 68 anos

Generoso com os próximos e protetor com seus irmãos, fazia o que podia para garantir a comida na mesa.

Valdecir Vicente Tupiná de Souza, 64 anos

“Oi querido! Oi querida!”, era a maneira gentil do famoso Pascudum cortejar.

Valdelice de Moura Ferreira, 59 anos

Mulher generosa e de coração singelo, querida por tantos e mãe por vocação.

Valdemar Bezerra Leite, 86 anos

Sujeito único, engraçado e comilão. Valdeco era a pessoa mais alegre!

Valdemar Gomes de Sousa Junior, 47 anos

Negro, de família humilde, militante, professor, pai, amigo e profundamente humano, via esperança em tudo.

Valdenia Soares Cardoso, 62 anos

Não satisfeita em ter o amor ao próximo como virtude, fez dele sua profissão.

Valdenice Silva da Cruz, 49 anos

Um sorriso no rosto, um batom vermelho e uma coleção de tupperware.

Valdevino Barreira, 72 anos

Contrariando as estatísticas e o preconceito, Valdevino conseguiu vencer: se casou, teve filhos, netos, bisnetos e construiu seu patrimônio.

Valdiani do Socorro da Costa Palheta, 41 anos

Trazia no rosto um sorriso lindo, que sempre estava ali para dar conforto quando algo não ia bem.

Valdinei Dias da Silva, 68 anos

Combateu o bom combate, cumpriu a missão e guardou a fé.

Valdinéia Rocha Flegler, 47 anos

Tinha um coração que não cabia no peito.

Valdino da Gama e Melo, 80 anos

Um pai cuidadoso e um vizinho que era a alegria da rua.

Valdir de Moraes, 57 anos

Engraçado, sempre tinha uma piada, bom humor e muito amor!

Valdir Marchesan, 74 anos

Jogador de canastra e contador de casos, sempre que voltava do clube trazia um chocolatinho para os netos.

Valdir Martins da Silva, 71 anos

Escalou um time de futebol. Teve 11 filhos! E muitos netos. Todos herdam o segredo de sua força: amar.

Valdir Rodrigues da Silva, 63 anos

Val era reconhecido pela amplitude dos seus gestos.

Valdirene Aparecida Ferreira dos Santos, 39 anos

Profissional de saúde por paixão e vocação, sonhava com um mundo em que todos tivessem um atendimento digno.

Valdomiro Nunes Vieira, 84 anos

Pai zeloso, avô querido, trabalhador dedicado: não lhe faltavam qualidades.

Valéria Afô Navarro Nascimento, 53 anos

Juntando tesouros no céu.

Valéria Andrucioli, 55 anos

Seu coração a permitia ser mãe de milhares ao mesmo tempo.

Valéria Aparecida da Silva Gusmão, 47 anos

Alegre, tinha a curiosa mania de fazer pipoca, em qualquer ocasião. Qualquer uma mesmo, até em churrascos!

Valéria da Glória da Silva, 49 anos

Mulher forte e guerreira. Sua generosidade foi sua maior qualidade.

Valéria Maria Faria Ohashi, 67 anos

Seu “oiê”, acompanhado de um sorriso sincero e acolhedor, significava amor em todos os planetas e idiomas.

Valmic Septímio Ramos, 74 anos

Homem batalhador e semeador de sonhos, que só pensava em dar conforto para a sua família.

Valmir dos Santos, 76 anos

"Quando eu trabalhava lá no Alto da Boa Vista, conhecia tudo aquilo ali."

Valmir Eleuterio, 62 anos

Guerreiro incansável, não desistia jamais.

Valtair Campos, 52 anos

Um homem de fé, carismático e prestativo, ajudar o próximo era sua vocação.

Valter Barboza, 39 anos

Filho presente, pai exemplar, amigo para todas as horas e um esposo eternamente apaixonado.

Vander Aparecido da Costa, 39 anos

Um coração enorme, que amava Deus e que continuará cantando seus louvores, esperando que sigamos seus exemplos.

Vander Vital Alves Macedo, 48 anos

Uma pessoa amável com lindos olhos verdes.

Vanderlei Barbosa da Silva, 65 anos

Exemplo de ser humano.

Vanderlei Mazoni, 68 anos

Honesto e trabalhador, fazia de tudo pela sua esposa e pelos seus filhos.

Vanessa dos Santos Pereira, 27 anos

Sua marca registrada eram os seus cabelos coloridos e a sua risada gostosa.

Vanessa Nascimento da Silva, 29 anos

A amazonense raiz, que com força e valentia construiu seu próprio marco.

Vangles Saxe de Aguiar, 42 anos

Era uma alma bondosa, com um coração tão grande que, literalmente, mal cabia no peito.

Vânia Amorim Miranda, 54 anos

Uma vovó que amou muito.

Vânia Maria de Oliveira, 61 anos

Deixou o legado do afeto desprendido aos filhos, sua maior realização, seu maior orgulho, sua vida.

Vanildo Pereira de Carvalho Andrei, 56 anos

Dizia que iria viver até os 100 anos...

Vany Azevedo Vasconcelos, 76 anos

Os amigos torciam para os finais de semana chegarem logo e lá se ia mais um fim de semana jogando buraco.

Vera de Souza, 66 anos

Uma mulher tranquila e sempre disponível para quem precisasse de ajuda.

Vera dos Santos Brito, 48 anos

"Sou feliz e não tenho vergonha de nada".

Vera Gomes Alvim, 92 anos

Sempre inquieta, de alma cigana, ou mudava os móveis de lugar ou mudava de casa e de cidade mesmo.

Vera Lourdes Santos da Silva, 69 anos

Mulher, mãe, suburbana e dona de si.

Vera Lucia Almeida Francisco, 71 anos

Uma mulher apaixonada pelo Carnaval e por ajudar os amigos, além de saber fazer uma deliciosa feijoada.

Vera Lucia de Souza Santos, 72 anos

Não gostava de ficar parada. Ia sempre à casa dos filhos para visitar ou ajudar com afazeres; fazia por amor.

Vera Lucia Ferreira Martins, 63 anos

Alegre e comunicativa, adorava o mês de maio.

Vera Lúcia Gonçalves Justino, 56 anos

Encantava a todos com seu sorriso e o zelo com que cuidava da família, sem se descuidar dos seus animaizinhos.

Vera Lúcia Martins Vieira, 71 anos

Rainha das cartinhas, dos bilhetinhos escritos e desenhados a mão. Amava fast-food e era fã de Vinicius de Moraes.

Vera Lúcia Tavares Moreno, 76 anos

Sempre disponível, dedicada e cheia de alegria e amor pela sua família.

Vera Maria de Carvalho França, 69 anos

Seu prazer em cozinhar começava na compra dos ingredientes e na gratidão a Jesus por tudo o que tinha.

Vera Maria Monteiro Bitencourt, 92 anos

Nos netos, Vera via a continuidade de sua tão feliz e batalhada história.

Verônica Maria Soares da Silva, 64 anos

Seus telefonemas eram sinônimos de alegria, amor e sabedoria.

Vicente Antônio Garcia Maciel, 58 anos

Tinha paixão por cozinhar e era muito bom nisso.

Vicente Antônio Marques Alves, 58 anos

Seu sorriso, seu abraço, seu exemplo de alegria e seu amor nunca serão esquecidos.

Vicente Casimiro da Costa, 83 anos

Vicente fez história em seus 83 anos de vida.

Vicente Moreira de Souza, 93 anos

Ele era um piadista. Amava estar com os filhos e a esposa, que tratava com um grande carinho.

Vicente Teixeira, 77 anos

Tinha uma estante cheia de livros que despertaram a filha para a literatura e a poesia.

Vicentina das Dores Ponciano, 84 anos

Ela era uma supermãe!

Vicentina Rinaldi, 89 anos

Carregava consigo alegria e alto astral para iluminar o mundo.

Victor Alexandre Lima da Cunha, 53 anos

Professor de inglês que gostava de rock. Tudo nele era interessante.

Victor Garcia Filho, 80 anos

Motorista de boas histórias, conhecia Belém como a palma de sua mão e não gostava de ver ninguém triste.

Victor Rodrigues Medeiros, 25 anos

Vitão era luz de bondade na vida de quem chegasse perto dele.

Vildecio Chaves de Almeida, 64 anos

O sorriso e a gentileza eram suas principais características.

Vilma Teixeira Castelo Branco, 92 anos

Tinha uma voz suave, um jeito calmo e doce de conversar e muito amor pelos seus três garotos.

Vinicius de Souza Oliveira, 43 anos

Um Doutor que não era médico, mas feito de uma química de virtudes que espalhava alegria desde o olhar.

Vinoca Sá Tavares, 93 anos

Dona Vivi era uma mulher feita de amor.

Vitalina Brazão Almeida, 72 anos

Uma mulher virtuosa. Dona de uma fé inabalável e de um coração generoso.

Vitor Augusto Costa da Silva, 48 anos

Gostava de estar com a família, e de tomar uma cerveja aos sábados na casa da mãe, ouvindo música sertaneja.

Vitor Inácio de Souza, 75 anos

Uma pessoa generosa, alegre, cheio de amor para dar.

Vitória Crimele, 22 anos

Uma técnica de enfermagem que vivia cantarolando pelos corredores do hospital.

Vitorio Carraro Netto, 41 anos

Com seu sorriso largo coloria as vidas daqueles com quem convivia.

Vitorio Marchesini Junior, 78 anos

Médico cuidadoso, deixa uma reflexão sobre a importância da família.

Vívian Garcia Rissato, 40 anos

Animada, extrovertida e alegre. Sabia o que queria e sabia como conquistar.

Viviane Barbosa, 40 anos

Amava a profissão e a família. Transbordou amor e gratidão pela vida.

Viviane Rocha de Luiz, 61 anos

Amava viajar e a motivação da sua vida era ajudar ao próximo.

Vlademir Ferrari, 49 anos

Caminhoneiro apaixonado pela profissão e pela família. Um homem-menino de alegria radiante.

Vladia Mesquita, 52 anos

E lá se foram pai e filha, de mãos dadas, para a eternidade.

Vladimir Madrid Affonso, 61 anos

Sinônimo de alegria, era do tipo brincalhão que “atormentava” todo mundo.

Wagner do Amaral, 79 anos

Para ele, não existia distância grande o suficiente. Viajava centenas de quilômetros para ver a família.

Wagner Paulino Macedo, 45 anos

Quando alguém precisava, ele não telefonava, não: ia pessoalmente conversar, abraçar e fazer sorrir.

Wagner Pereira, 46 anos

Um amigo inesquecível.

Wagner Raimundo da Silva, 53 anos

Uma breve história, que em momento algum foi superficial. Sua alegria contagiante o fez infinito.

Walber Marques, 74 anos

Acordava no meio da noite para comer seu lanche preferido.

Walbert de Seixas Sousa, 73 anos

O briguento de coração grande e mesa farta.

Waldeir dos Santos Oliveira, 47 anos

Adorava as festas em família, onde era sempre o destaque — dançava muito e brincava com todos.

Waldemir Cavalcante Saraiva, 63 anos

Viveu para iluminar a vida do próximo e pregar a palavra de Deus.

Waldemiro Marques de Melo, 86 anos

Gostava de sair aos sábados para tomar sorvete de doce de leite com a sua filha.

Waldir Alves de Carvalho, 62 anos

Era figurinha carimbada nas redações. Simpático, determinado e alto astral.

Waldir Braga Teixeira, 63 anos

Waldir foi liberdade, histórias e amores.

Waldir Luiz da Silva, 64 anos

"Vamos cantar para esquecer as mágoas, vamos brincar enquanto ainda podemos!" pedia ele.

Waldir Luiz Dias, 60 anos

Amava contar piadas e fazer imitações. Lula, Dilma e Clodovil faziam parte de seu repertório.

Waldo Lio, 80 anos

Pai sonhador, criou sozinho - e com muita garra - seu único filho depois que ficou viúvo.

Waldomiro Gonçalves, 97 anos

A horta era como uma segunda casa pra ele.

Waldomiro Marciano de Souza, 81 anos

Ele partiu, mas deixou a saudade para lembrar que um amor genuíno e lindas memórias nem a morte consegue roubar.

Walmir Costa, 74 anos

Muito solícito, estava sempre disposto a ajudar.

Walmyr Oliveira da Silva, 65 anos

Achava que não existia nada melhor do que pão com sardinha e café.

Walter de Oliveira, 77 anos

Para ele, se o coração estivesse precisando de acalanto, estava na hora de ir pescar.

Walter José de Andrade Pinheiro, 82 anos

Seguia pela vida fazendo seus versos e desbravando um mundo melhor.

Walter Nunes Fernandes Belo, 64 anos

Era tio, mas viveu como pai.

Walter Pires Veras, 36 anos

Para ele não tinha tempo ruim, sempre era dia de comemorar a vida.

Walter Rodrigues Mendes, 60 anos

Lutador, ele era o tipo de pessoa que não se rendia diante dos problemas.

Walterlina da Cruz Fonseca, 85 anos

O sotaque forte do interior do Pará, nunca perdido, lembrava a família de suas raízes.

Wanda Ferreira Vicente, 43 anos

Uma mãe apaixonada pelos filhos e grata aos avós.

Wander Miguel Pereira da Silva, 86 anos

Visionário por natureza, não tinha nada em sua mente que não poderia melhorar.

Wanderlane Pereira de Andrade, 37 anos

O sorriso mais encantador, a gargalhada mais gostosa, a voz rouca... Uma mulher linda e fácil de amar.

Wanderley Mendonça Valentin Ferreira, 46 anos

Era transparente e tinha a habilidade inesquecível de exalar sossego.

Wânia Lúcia da Silva Gomes, 70 anos

De sorriso aberto e abraço forte, ela amou muito a família.

Wantuil Rodrigues Sales, 72 anos

Não era de demonstrar muito os sentimentos, mas tinha um bom coração, sempre disposto a ajudar o próximo.

Warley da Silva, 49 anos

Flamenguista e regatiano. Empatia e generosidade... Tudo nele era mais de um!

Washington Amazonas da Silva, 34 anos

Quando os médicos lhe deram 6 horas de vida, ele nos deu 7 anos a mais. Um vencedor.

Washington Luis Sanches de Arruda, 67 anos

Simples, dedicado, prestativo, carinhoso... assim era o Vovô Nego!

Weber de Oliveira Roque, 40 anos

Síndico por excelência, edificou seu legado com honestidade e compromisso.

Welber dos Santos Leite, 39 anos

Onde chegava, divertia a todos.

Welder Reis Carvalho, 44 anos

Flamenguista divertido que sabia solucionar problemas.

Weliton Rodrigues Souza, 52 anos

Um ser humano sensacional, que sempre fez o melhor por seus alunos e sua comunidade.

Wellerson da Silva Calixto, 23 anos

Comprometido e muito família, era o companheiro de todas as horas da mãe e da irmã, do pai e do tio e dos avós, que tanto amava.

Welligton Soares, 50 anos

Mais do que um tio, um pai. Em todas as casas da família...

Wellington Adamastor Soares, 55 anos

Wellington venceu suas lutas particulares e encontrou, na fé, seu resgate. Foi um altruísta perfeito e silencioso.

Wellington Alves das Neves, 48 anos

Sua alegria incondicional contagiava qualquer um. Tinha o dom de cativar com um sorriso.

Wellington de Souza e Silva, 58 anos

Um "Gatão", que amava gatos e que ensinou esse amor aos filhos. Grande companheiro da vida, de toda a família.

Wellington dos Santos, 67 anos

Extrovertido, alegre e generoso. Doce como os doces que fazia.

Wellington Francisco Antonio da Silva, 48 anos

Era um daqueles seres humanos que são gratos pelo simples fato de acordarem todos os dias.

Wellington José dos Ramos Silva, 58 anos

Tinha um jeito carinhoso e só seu de chamar cada pessoa.

Wellington Rodrigues Galvão, 73 anos

Tinha tanto amor no coração que transbordava a todos à sua volta.

Wenceslau da Silva Brito, 88 anos

As dificuldades da vida eram encaradas como aventuras, que depois viravam histórias para contar.

Weslei Coelho Pereira, 25 anos

Corintiano roxo e apaixonado por samba de raiz, estava superfeliz em ser pai.

Wesley Barbosa de Sousa, 38 anos

Tinha um abraço apertado, sempre acompanhado de sua alegria natural e do seu jeito brincalhão.

Wesley Kemp Teixeira Grama, 33 anos

Amava tocar violão e cantar. Enfermeiro, foi herói e vítima.

Weslley Utinoi Denadai, 38 anos

Viveu lutando contra o medo, usando sonhos e amores.

Weuler Alves Barbosa Sobrinho, 36 anos

O dono das festas e também de um sorriso largo e contagiante.

Wilibaldo Abrantes, 79 anos

Escreveu um poema para comemorar seu aniversário.

William Bezerra Cavalcanti, 93 anos

Um anzol, um isopor com iscas e outro com cerveja. Nas areias da praia e com o mar para explorar....

William Chen, 51 anos

Seu prazer era ventar pelas estradas com sua moto.

William Cohene Neder Júnior, 24 anos

Tinha nome de príncipe – e era um.

William Ferreira Carvalho, 39 anos

O moço de chapéu country na foto do aplicativo que fez a esposa se apaixonar.

William Trajano dos Santos Silva, 38 anos

Sempre inventava um almoço para comemorar algo. O motivo: estar junto da família.

Willian Pessoa da Motta, 72 anos

Lutou pela vida muitas vezes. E, muitas vezes, venceu.

Williane Maily Lins dos Santos, 30 anos

Meiga, tranquila e muito solidária.

Wilma Bassetti Lirola, 76 anos

Pra todo mundo que cruzava seu caminho, ela era a Vó.

Wilma de Souza Vergnano, 88 anos

Com seu jeitinho meigo, inspirou os seus a aceitar os acontecimentos da vida.

Wilson Andriato, 75 anos

Era sempre ele quem puxava o brinde em família: "Arriba, abajo, al centro y adentro!"

Wilson Antônio Andrade Nocete, 50 anos

Fazia piada com tudo e colocava apelido em todos.

Wilson Bernardino de Barros, 69 anos

Flamenguista e mangueirense, gostava de sentar em uma mesa de bar pra conversar.

Wilson da Costa, 84 anos

Foi homem de uma palavra só. Um ser único. Um vencedor.

Wilson José Barroso Finizola, 73 anos

Com sorriso no rosto, mesmo diante das dificuldades, era feliz com pouco.

Wilson Marinho Luis, 55 anos

O que quer que decidisse fazer, o fazia com excelência. Sempre dando o seu melhor.

Wilson Pereira Lourenço, 74 anos

Em seus aniversários, cantavam o hino do Vasco na hora do parabéns. O carioca foi vascaíno desde sempre.

Wilson Roberto Pereira da Silva, 67 anos

Tanto foi amável, que para sempre será amado.

Wilson Valeriano da Silva, 80 anos

Cantarolando por aí, deixava a tristeza de lado e levava sorrisos e alegria por onde passava.

Wilson Wolter Filho, 68 anos

Amava o sítio onde tomava banho de igarapé, na água cristalina e mais gelada que se tem notícia.

Wilton Amilton Alves, 40 anos

Policial Militar que sempre tinha tempo para as pessoas especiais em sua vida.

Wirciley de Oliveira Fonseca, 45 anos

Um homem de fé, íntegro e de caráter inabalável. Deixou um imenso ensinamento: o amor transforma.

Wirimi Tsamia Tsamia, 64 anos

Líder superior dos guerreiros do povo indígena Kokama.

Wisley Falco Sales, 55 anos

Sem desanimar, viveu intensamente com amor, fé e muita coragem.

Xizelia Marassa Meibach, 83 anos

Apesar de sua personalidade forte, Didi era a generosidade em pessoa.

Yandiara Ferreira da Silva, 70 anos

Mãe, nordestina, descendente de indígenas e dona do melhor tempero do mundo.

Yolanda Malhão Fernandes, 88 anos

Uma amada contadora de histórias.

Yvonne da Cunha Carvalho, 83 anos

Conhecida por sua generosidade, distribuía mimos e agrados para quem a ajudasse nas pequenas tarefas do dia a dia.

Yvonne Gonçalves Pereira dos Passos, 94 anos

Referência de sabedoria dos números e dos sorrisos, seguidos de um, sem igual, "Calhorda!"

Yvonne Martins Teixeira, 103 anos

Amante de pagode e fã do Roberto Carlos, cantava deliciosamente.

Zaqueu Lopes Rodrigues, 48 anos

Gostava de ver o sol nascer e, sobrando um tempo, lá estava ele tocando boiada com o seu berrante.

Zéa de Moraes Leite, 91 anos

Transmitia a cura através das mãos, mas também tinha um outro poder que emanava de seu coração: o amor.

Zelha Emilia da Costa Pereira, 73 anos

Podiam trazer o bolo e a tapioca, mas o melhor café do mundo era o dela.