INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Caruaru (PE)

Abel Jorge Cassimiro, 76 anos

Foi um pai e avô que, mesmo distante, se fez presente na vida e nas lembranças da família.

Amanda Cristina Lourenço da Silva, 39 anos

Ela transformou a vida de jovens e adultos através do seu amor pelos números.

Antônio Belarmino Bezerra, 48 anos

Professor querido, contagiou a todos com ensinamentos e risadas.

Antonio Vagner de Sá, 36 anos

Fiel a Deus e um irmão cheio de sorrisos.

Carlos Vidal, 83 anos

Vaqueiro destemido de histórias em cordel.

Cícero Correia da Silva, 60 anos

Bom esposo, pai e avô, que colocava a família acima de tudo.

Eloína Moura dos Santos, 68 anos

Devota da Virgem Maria, fez da fé dentro de si um sol que nunca se punha.

Emídio Leite de Vasconcelos, 54 anos

De chinelo de couro e bermuda folgada, guerreava à sua moda.

Givanildo Edson de Lima, 43 anos

Conhecido por Bodinho do Maracujá, amado por todos em sua cidade. Caminhoneiro, batalhador e feliz.

José Adriano Honorato da Silva, 42 anos

Jeito de durão, coração de manteiga. Era fã de cerveja e música sertaneja.

José Costa Sobrinho, 90 anos

Com o alimento expressava seu amor. Inclusive à terra: se visse qualquer pedacinho, já fazia ali um roçado.

Maria Ivone De Oliveira, 55 anos

Será eterna na memória de todos pelo seu coração bondoso, acolhimento e cuidados.

Maristela Santana, 59 anos

Linda, de coração e de alma! Sensível como as flores de seu jardim.

Mary Cavalcanti Ramos de Almeida, 55 anos

"Abram os cadernos, a aula já vai começar. Vou lhes ensinar a transformar vidas!"

Sebastiana Gonçalves da Silva, 78 anos

Sua felicidade era estar com os seus e saber que tudo que são é um reflexo do amor que ela os dedicou.

Severina Garcia da Silva, 86 anos

Miudinha, mas gigante de coração. De risada inconfundível e contagiante.

Sherley Silva Vila Nova, 59 anos

De par com sua amada Jucileide, não perdia as missas de domingo ou os folguedos de São João, em Caruaru.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa