INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Mauá (SP)

Anita Mazoca de Camargo, 71 anos

Um coração gigante que se mostrava no largo sorriso!

Celso Carolino, 54 anos

O churrasco era, para ele, um momento especial. Sentia prazer em preparar com amor e servir a todos.

Edna Aparecida Lima de Almeida, 69 anos

Aquela que qualquer um gostaria de convidar para um cafezinho fresco e uma boa prosa.

Enival Soares da Silva, 69 anos

Seu princípio era a caridade. E isso significava entregar até as roupas do corpo, se preciso fosse, fato que aconteceu mais de uma vez em sua vida.

Generva Batista Alves, 75 anos

Matriarca que com seu otimismo, alegria e fé, tinha o poder de juntar toda a família.

Gisele dos Santos Worell Borges, 35 anos

Cheia de vida, dona dos melhores conselhos e da melhor companhia, foi a flor mais linda do nosso jardim.

Hugo Grazzini, 85 anos

Um doce de pessoa, são-paulino de coração e rei das macarronadas dominicais.

Jaime Lopes dos Santos, 86 anos

Orgulhava-se de ter construído seu próprio lar.

José Francisco dos Santos, 76 anos

Por mais de trinta anos comandou o 'Bar do Zico', em Mauá. A neta sempre passava ali para lhe pedir a bênção.

Jovenildo Lopes Soares, 66 anos

Incansável em suas batalhas, trazia o sorriso no rosto e buscava uma vida melhor para crianças e adolescentes.

Liriane Gaffo, 34 anos

Tinha uma alegria contagiante.

Luiz Carlos Santos Silva, 33 anos

De inúmeras facetas, alegre e sempre prestativo.

Luzia Wanderley Cavalcante Pimentel, 79 anos

Fez dos retalhos da vida, uma grande colcha de amor.

Marcelina Oliveira de Souza, 59 anos

Força e felicidade, dona de um sorriso passeante.

Maria Aparecida da Silva Nascimento, 52 anos

Floresceu um jardim de rosas no coração de quem a conheceu.

Maria Dulci de Macêdo, 74 anos

Costurava roupas e a autoestima alheias.

Silvia Carvalho Cerqueira, 65 anos

Além de doce, abençoada e acolhedora, era aquela que, com atitudes, multiplicava as bênçãos da família.

Thiago Domingues da Silva, 40 anos

Acreditava ser possível tirar algo de bom da vida, mesmo nos piores momentos.

Zilda Serafim da Silva Ribeirão, 61 anos

Determinada, decidiu se tornar enfermeira aos 30 anos. Não tinha estudo, mas foi atrás e realizou o sonho.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa