Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.
Amava carnaval e viajar. Lutou para alcançar seus objetivos e conseguiu.
Seu perfume anunciava que a alegria chegava para ficar.
"Quero levar o meu canto amigo a qualquer amigo que precisar", ela era como a música: generosidade e alegria.
Sempre preocupado com o nosso bem-estar.
Entre o nascimento e a morte temos um curto espaço que é o presente. Para ele, foi uma dádiva.
Ele chegou ao céu, encontrou São Judas e gritou: Tico-tico!
Um coração generoso que ficava feliz em compartilhar bons momentos e boa comida com os seus.
Sempre sorridente e doceira de mão cheia, era dedicada tanto às pessoas quanto às flores e plantas.
Festiva, colorida e feliz, fazia da vida um carnaval. Era um paradoxo entre a delicadeza e a sede de viver.