INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Nova Iguaçu (RJ)

Ademar Mariano da Cunha, 80 anos

Trabalhador, honesto e pontual em tudo o que fazia.

Agenor Lopes de Oliveira, 56 anos

Sua marca foi a bondade. Sempre fez de tudo para ajudar as pessoas, não importando as circunstâncias.

Alvaro Barboza Brites, 59 anos

Alegre igual a quando cantava com os passarinhos, positivo como quando o sol nasce depois da tempestade.

Eduardo Augusto, 47 anos

A felicidade que Dudu emanava era contagiante.

Emerson da Costa Santos, 28 anos

Personal trainer da alegria, sabia fazer rir e sorrir como ninguém.

Fernando de Lima Pereira, 39 anos

Seu dia perfeito era: por a cerveja para gelar, a carne na grelha, uma batucada boa e chamar: "Bora família!"

Fernando Lima Pereira, 38 anos

O Flamenguista mais feliz do mundo.

José Antônio Duarte Baptista, 66 anos

De sangue, tinha 4 filhos. Mas com o coração conquistou inúmeros

José Vicente de Oliveira, 61 anos

E... naquele domingo bonito de outono, o Curió bateu asas e voou. Voou e nunca mais voltou.

Josimar Arêas Barbosa, 65 anos

Sinônimo de bondade e doçura.

Leonardo Ferreira de Lima, 44 anos

Aprendeu e ensinou inglês, mas não houve quem o ensinasse a amarrar os cadarços.

Luiz Paulo Viana, 64 anos

Nos almoços de domingo, preparava um banquete, conversando com a esposa e os filhos. A cozinha era dele.

Manuel Correia, 87 anos

Era o típico português da padaria. Fez muito pão, dançou muito o Vira, chorava ouvindo fados. Alegrava a família.

Maria José Almeida da Silva, 83 anos

Ninguém ficava triste perto dela.

Milene Barcelos, 30 anos

Difícil será sobreviver em meio ao caos sem ter o teu sorriso e suas piadas.

Sandro Eduardo Nascimento da Silva, 46 anos

Alegria, caráter e intensidade o definiam. Mas a generosidade e a atenção, o tornavam mais especial ainda.

Uanderson Constâncio Fulgêncio, 48 anos

Filho amoroso, marido dedicado, pai presente e um cara que não deixava nenhuma churrasqueira na mão.

Wellerson da Silva Calixto, 23 anos

Comprometido e muito família, era o companheiro de todas as horas da mãe e da irmã, do pai e do tio e dos avós, que tanto amava.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa