INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Santos (SP)

Alberto Pereira Guedes, 82 anos

Orgulhava-se de ser o mais velho entre os seus. Gostava de cuidar de todos e era o orador oficial da família.

Antônio Carlos Mendes, 63 anos

Honesto e leal com as pessoas que ele amava. Marido, pai e avô apaixonado. O herói da família.

Arlindo Simões, 83 anos

Era conhecido como "Vô do Futebol" e "Arlindão Zagalo", pois parecia um treinador nos campeonatos e treinos dos netos.

Assussena Audi Kalaf Eu, 92 anos

Deixou um legado de alegria a todas as pessoas próximas.

Brazil Montalvao Marques, 64 anos

Um guia de turismo apaixonado por viagens e que fazia jus ao nome.

Darcy Moraes, 84 anos

Fazia os outros rirem durante horas com seus segredos ao pé do ouvido que de discretos não tinham nada.

Gabriel Martins, 1 anos

Passou a maior parte da vida na barriga da mãe. E ali dentro foi muito amado.

Gilmar Ribeiro Munhos, 58 anos

Detalhista com a arte, divertido ao lado da família, bondoso na rua e na vida.

Giovanni Paolucci, 81 anos

Gigio, como era conhecido, tinha o dom da comunicação. E era muito cativante.

Iracy Ferraz Herrmann, 99 anos

Baby, uma mulher sensível.

Ivan Willians Lisboa, 42 anos

Se dependesse dele, a vida seria para sempre uma festa.

João Bueno da Silva, 79 anos

Um pai espetacular, um marido sem igual.

João Francisco Arruda Silveira, 74 anos

"O peixe morre pela boca", dizia ele.

Joel Primo, 60 anos

Como era belo esse sonhador que amava fazer planos.

José Bazílio de Oliveira, 73 anos

Conduziu a vida através dos remos, em direção à mais pura felicidade. ​

José Jorge Silva, 70 anos

Carrega nome de guerreiro: Jorge, exatamente como ele era.

José Luiz Souza, 66 anos

Ele era da arte. Como gesseiro, carregava talento nas mãos. Um exímio artista plástico.

José Pedro Rossetti, 65 anos

Era um homem de amores, especialmente à família, à pesca, aos animais e ao bigode.

Leandro Santos de Oliveira, 38 anos

Sempre contava alguma mentirinha, do tipo boba, e que já desmentia, na mesma hora.

Luiz Eduardo Ayres Ramos, 48 anos

Dedicado à saúde do próximo, conquistou o amor e o respeito de todos que o conheceram.

Manuel Vieira do Nascimento, 89 anos

À beira do mar, pôde contemplar em paz uma vida de muitas batalhas.

Maria Aparecida de Souza Siqueira, 74 anos

Amava o Natal. Costumava enfeitar o lar como se fosse a casa do Papai Noel.

Maria da Graça Genaro, 69 anos

"Agora vou tomar meu café, apesar de acordar todos os dias na hora do almoço" era a frase que Maria mais dizia.

Maria Isabel Nascimento, 68 anos

Dona de um sorriso largo, igual ao seu coração, e de um abraço que confortava a alma.

Mário Onishi, 76 anos

Viveu sua vida sem incomodar ninguém. Tímido e reservado, para ele tudo estava sempre bem.

Mozart Maia Moura, 70 anos

Em todos os sentidos, escreveu a sua própria história.

Nelo Bocuto, 87 anos

Apaixonado pela natureza.

Nilce Rodrigues Pontes, 78 anos

A generosidade foi a sua grande virtude.

Nívia Cordoni, 81 anos

A vida lhe emprestará o nome como apelido, e como imperativo, VIVA!

Osvaldo Machado Júnior, 63 anos

Anestesista admirado e respeitado, sua maior habilidade era despertar sorrisos.

Oswaldo de Jesus, 79 anos

Todos os dias, ele acordava antes de todo mundo e cortava as frutas para o café da manhã.

Raul Gomes Marques, 91 anos

Um homem cheio de amor, risadas e muitas histórias.

Rute Costa Silva, 76 anos

Vovó Rute... um exemplo de amor ao próximo.

Silvio Luiz Lopes de Matos, 57 anos

Sua presença e voz forte jamais serão esquecidas.

Tai Takizawa, 82 anos

De poucas palavras, mas nem eram necessárias. Seu sorriso falava por ele.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa