INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Aracaju (SE)

Antônio Amaral Cavalcante, 73 anos

Poeta, jornalista e, sobretudo, uma pessoa à frente do seu tempo.

Carlos José Nascimento, 64 anos

Era um entusiasta do amor. Amava a família, o Botafogo-RJ e o Confiança-SE.

Cilene Cabral Carvalho Chagas, 58 anos

Na estante a foto dos filhos, o símbolo da enfermagem e uma viola. Seus maiores amores.

Clara Angélica Souza Lima, 58 anos

Dona de um sorriso encantador e do melhor abraço que uma amiga pode receber. Vendia roupas e doava amor.

Diná Barbosa Amorim, 48 anos

Diná era festa. Seu humor era contagiante!

Evilainy Estefany de Sá Rodrigues, 21 anos

O seu sorriso no rosto era a sua marca registrada!

Flávia Almeida Santana Souza, 44 anos

Por onde passava, deixava uma coisinha de si.

Genivaldo Galindo da Silva, 73 anos

Para ele não tinha tempo ruim, era só alegria e muita história para contar.

Gerino José dos Santos, 92 anos

As filhas ainda se lembram das moedas que ele trazia quando voltava do trabalho.

Idacy Ribeiro da Silva, 82 anos

Cuidava das plantas e dos cachorros com todo o amor do mundo. Sabia fazer o “cheirinho do melhor café”.

José Alfredo dos Santos, 70 anos

Fez mais de mil amigos por conta de sua gentileza.

José da Conceição Góes, 80 anos

O mundo podia estar se acabando que o Sr. Góes não sairia da cadeira de balanço

José Edgar da Silva, 73 anos

Mais do que um consagrado artista da música junina, trazia a paz que é própria das pessoas de grande alma.

Josefa Santana Andrade, 80 anos

Na casa da grande "Pequena" podia tudo, menos não comer...

Kepler Araújo Silva, 44 anos

Seu jeito especial continuará vivo em cada um dos que o conheceram.

Leilane Lima, 30 anos

Nasceu para servir a Deus e ao Seu propósito.

Maria de Lourdes Santos, 86 anos

Para ela não existia tempo ruim. Uma avó que, se pudesse, segurava todo mundo com as mãos.

Maria Lúcia Rocha Freire Santos, 64 anos

Lucinha era dona da gargalhada mais espontânea e verdadeira; daquelas que são gostosas de ouvir e que contagiam.

Napulião Aureliano Machado, 60 anos

Orgulhoso dono de um sítio às margens do rio São Francisco, nunca esquecia de dizer à filha que a amava.

Valdenice Silva da Cruz, 49 anos

Um sorriso no rosto, um batom vermelho e uma coleção de tupperware.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa