INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Curitiba (PR)

Adelmo Azevedo da Cruz, 52 anos

Uma alma boa, que viveu por amor e só foi amor por onde passou.

Antonio Carlos Nascimento Pivatto, 83 anos

Comunicativo, marcou a vida de muitos com suas piadas e brincadeiras.

Ardisson Mauro Vaz, 46 anos

Viveu o amor incondicionalmente e foi feliz, muito feliz.

Cirino Hercílio Soares, 70 anos

Como sustento: tesouras e mãos mágicas. Já para os seus, como marca, ficam a alegria de viver e um amor lindo.

Claudete Gonçalves Pereira Chiquiti, 55 anos

Com as selfies que tirava a todo momento, registrava seus melhores sorrisos.

Daiana Sthefanne Costa da Silva, 33 anos

Um verdadeiro girassol que foi graça, força e luz por onde passou.

Dalva Gomes Ferreira, 64 anos

Uma avó que brincava com os netos.

Dorizon Pascoal de Oliveira, 61 anos

Seu brilho encantava as pessoas ao redor e sua grandeza se refletia no cuidado com o próximo.

Emerson Nascimento, 46 anos

Um eterno viajante e trabalhador incansável.

Francisco Caetano da Costa, 85 anos

Como todo bom cristão, sua preocupação maior era o bem-estar do próximo.

Guilherme Gonçalves Landin, 57 anos

O Urso que ria e chorava ao mesmo tempo. Até para dar bronca era gentil.

Helena do Nascimento Carvalho, 80 anos

Transbordava generosidade aos necessitados. Ah, Dona Helena, que mulher especial!

Hilda Machado Bozza, 81 anos

Era como um caule forte sustentando e nutrindo muitos galhos; sua vida foi exemplo de caridade e doação.

João Borges de Oliveira, 69 anos

O abraço carinhoso era seu jeito de sentir e demonstrar carinho.

Joel Cardoso de Oliveira, 71 anos

Um missionário que usou sua voz potente e seu riso contagiante para levar Jesus às vidas de muitas pessoas.

Jorge Luiz Guérios Curi, 64 anos

Um guerreiro que enfrentou as dificuldades com alegria, força e amor.

José Carlos Mendes, 70 anos

Ligado às raízes, viveu para a família e para o trabalho. Bom ouvinte e amigo, tinha sempre alguma história para contar.

José Donisete Xavier, 60 anos

Ele enviava "bom dia" para todos da sua agenda de contatos.

Josué de Ramos, 22 anos

Mesmo jovem, já planejava abrir padaria com seu nome. Aos amigos, distribuía sorrisos e alegria contagiante.

Luis Carlos dos Santos Faria, 49 anos

Otimista, viveu para cuidar da família e para realizar seus sonhos, sempre ao som de Milionário e José Rico.

Marcos Feldman Filho, 62 anos

"A vida é a arte do encontro", ele dizia.

Maria de Fátima Lemes, 59 anos

Uma guerreira, devota de Nossa Senhora Aparecida e amada por todos a sua volta.

Maria Helena Alves de Oliveira, 67 anos

A melhor boleira da família, aquela que atendia todos os pedidos com satisfação.

Maria Rita Peretti, 83 anos

Pintou sua alegria nos corações curitibanos e recebeu o título de “idosa mais fotogênica de Curitiba".

Mônica Alencar Lunardon, 34 anos

Simpática e sorridente como só ela sabia ser.

Paulo Sérgio Bernardino, 41 anos

Sua marca primeira era fazer tudo com calma. Depois vinha o sorriso fácil.

Pedro Martins de Oliveira, 80 anos

Seu Pedro... Querido Pedro... Vô Pedro... Um ser humano incrível!

Rosa Barrozo Antunes, 59 anos

Uma flor com um sorriso imenso e que deixava cheiro de alegria por onde passava.

Rosa Inez Santanelli, 48 anos

Viveu com o nome e o destino da flor: espalhar amor e deixar seu perfume mesmo depois de sua partida.

Roseli Cavazotti, 75 anos

Vovó cheia de vida que tinha mãos de fada na cozinha.

Rui Carlos Gunha, 63 anos

Batalhador e essencialmente família, Era a alegria em pessoa.

Sergio Cassins, 52 anos

Chegado a uma boa refeição e séries policiais, amou a família acima de tudo.

Valdirene Aparecida Ferreira dos Santos, 39 anos

Profissional de saúde por paixão e vocação, sonhava com um mundo em que todos tivessem um atendimento digno.

Waldomiro Marciano de Souza, 81 anos

Ele partiu, mas deixou a saudade para lembrar que um amor genuíno e lindas memórias nem a morte consegue roubar.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa