INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Santa Catarina

Afonso Seide, 85 anos

Na família, no trabalho e no dominó, foi um grande vencedor e exemplo de vida.

Aldo Pertussatti, 85 anos

Andava pela vida trajando a bombacha, as botas e o contentamento com a vida.

Ana Cláudia José Luiz, 43 anos

Amava seus alunos, fez da sala de aula a sua vida.

Antônia Tereza Carriel Gomes, 81 anos

Amava carnaval e viajar. Lutou para alcançar seus objetivos e conseguiu.

Brasilino Brunel Alves, 68 anos

Pessoa do bem, sempre com um sorriso no rosto.

Braulino de Souza Valadão, 73 anos

Seu perfume anunciava que a alegria chegava para ficar.

Celso Oliveira, 51 anos

Tinha muita vontade de viver e foi exemplo de figura paterna e de superação.

Charles Luís da Silva, 42 anos

Sempre preocupado com o nosso bem-estar.

Claudiomiro Silveira Rattis, 44 anos

Brincalhão, conseguia arrancar sorrisos de qualquer pessoa e espantar a tristeza para longe.

Dagma Fachini, 60 anos

Mãe exemplar e presente nos seus diversos papéis, sua voz forte e personalidade de destaque foram suas marcas.

Daniela Hoffmann, 28 anos

Uma mulher linda, de sorriso fácil. Batalhadora, não se deixava vencer pelas adversidades da vida.

Deison Molon Ignácio, 34 anos

A música era a vida dele.

Dilceia Alexandre Machado, 49 anos

Fotógrafa brilhante, sempre atrás dos melhores sorrisos. Será lembrada pela simpatia e alegria de viver.

Elizeu Corrêa Bueno, 66 anos

Sempre sorridente, dava bons conselhos e tinha fé em Deus.

Gastão Dias Júnior, 51 anos

Um homem inspirador que colecionava tartarugas de decoração. Reservado, sorria com os olhos.

Gerson Cesar Prado, 52 anos

Era colorado, fã do UFC e um colecionador de pen drives lotados de músicas: o legítimo gente boa.

Hélio de Oliveira, 63 anos

Foi um ser admirável e iluminado que colhia felicidade e sorrisos bobos das pessoas amadas.

Idelma Potel, 68 anos

Uma mulher intensa, carismática, dedicada e que nunca passava despercebida.

Irlanda Maria Gamba Rudolf, 76 anos

Generosa e sempre disposta a ajudar. Havia sempre café quentinho e um bolo fresco sobre sua mesa.

Ivair José Cristovão, 54 anos

Soldado da Polícia Militar de Santa Catarina, sempre lutou pela igualdade do negro.

Ivor Demétrio Fossatti, 56 anos

Apaixonado por futebol; era companheiro inseparável da esposa e amigo dos filhos.

João Alcino da Costa, 81 anos

Entre o nascimento e a morte temos um curto espaço que é o presente. Para ele, foi uma dádiva.

João Carlos Santos, 65 anos

Quem vive em bondade, jamais se vai por inteiro.

João Paulo Blumer Fanal, 34 anos

Corintiano de coração, o astro das piadas inocentes, do riso frouxo e da maior habilidade humana: unir pessoas.

José Peinhopf, 76 anos

Ele conheceu muitos lugares, mas dizia que "viver no Brasil é ótimo, aqui temos os melhores amigos".

José Simas, 56 anos

À frente da Câmara, Zeca Simas discursava com paixão. A mesma que o movia na vida familiar e na ajuda ao próximo.

Leocadia da Silva, 59 anos

Uma pessoa sensacional, que realizou seu maior sonho: ser avó.

Lindório da Graça de Oliveira, 72 anos

Por anos viajou a trabalho e por anos ganhou novos amigos.

Luiz Schifini, 102 anos

Ele chegou ao céu, encontrou São Judas e gritou: Tico-tico!

Maria Antonieta Costa, 80 anos

De presença forte e olhar expressivo, ela era a personificação do bom humor e da alegria.

Maria Klettemberg Boing, 85 anos

Foi rica e feliz com muito pouco. Presenteava os netos com terços e sempre tinha um pacotinho de bala de coco.

Miraci Maria Werlang, 73 anos

Sempre sorridente e doceira de mão cheia, era dedicada tanto às pessoas quanto às flores e plantas.

Neiloir Antonio Sfredo, 58 anos

Viveu intensamente e com uma autoestima de dar inveja. Perto dele, não havia lugar para a tristeza.

Nilo Francico Zancanaro, 69 anos

Uma vida atravessada pela alegria.

Nilza Cristina Chiusoli de Miranda, 64 anos

De sorriso franco e coração acolhedor, preocupava-se com o frio nos pezinhos dos idosos - e lhes doava meias.

Olindo Carlini, 88 anos

“Fiz-me tudo para todos”, esse foi seu lema sacerdotal.

Oscar Vitor das Neves, 71 anos

Um ser humano com um coração enorme. Flamenguista que não media esforços para reunir a família.

Rafael Boeing Silvano, 37 anos

Viva hoje! Arrisque hoje! Faça hoje! E é golllll do Maradona.

Renaud Pimentel Frazão Filho, 79 anos

Médico dedicado, apaixonado por cinema e pelas estrelas. Observava o céu com a neta nas noites claras.

Robson Grecco de Oliveira, 57 anos

Tricolor de coração, homem feliz, que amava seus filhos.

Rubens Luiz Ferreira, 64 anos

Para ele cozinhar era oração em forma de comida, que alimentava o estômago e deixava alegre quem a provava.

Santo Frozza, 97 anos

Amante de um bom mate e da paz.

Santolino da Silva, 49 anos

Carismático e debochado, adorava contar piadas e tinha uma risada única e maravilhosa.

Senira Coito, 44 anos

Tinha uma risada cativante e uma personalidade única.

Tabitha Maria Goulart de Souza, 96 anos

Festiva, colorida e feliz, fazia da vida um carnaval. Era um paradoxo entre a delicadeza e a sede de viver.

Valcides de Oliveira, 66 anos

Suas manias simples comprovavam o quão puro era seu coração.

Valdecy Lourenço Formento, 85 anos

Em sua calmaria, ele foi a valsa rara, a vida que nunca para e o reencontro que nos espera para além de tudo.

Waldemar Tomás, 76 anos

Trabalhador, gostava de plantas e de uma boa pescaria.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa