INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Goiânia (GO)

Adelino Moreira da Silva, 77 anos

Nada era obstáculo para que ele atendesse aos caprichos das filhas. Onde chegava, era acalento e paz.

Adelita Ribeiro da Silva, 37 anos

Uma heroína que perdeu a vida para salvar vidas.

Ademar Martins de Melo, 66 anos

Gostava de tudo correto, não fazia dívidas com nada.

Adilson Cardoso Cunha, 51 anos

“Põe no 12, que a vida deve ser vivida com amor e intensidade”.

Adriano Ferreira Dias, 35 anos

Adriano foi amor, e nesse amor gigante ele deixará seu legado.

Ailton Braz de Oliveira, 59 anos

Tornou a vida dos familiares mais doce. Sua mãe até o chamava de "mel empoçado", de tão amável que era.

Alcides José Nogueira, 64 anos

Para ele, sempre precisava ter música; se não tivesse um instrumento, arrumava algum objeto que pudesse tocar.

Alex Pereira de Jesus, 53 anos

Um grande amigo: valorizava os encontros e estava sempre disposto a ajudar.

Ana Cáritas Teixeira de Souza, 80 anos

Suas ideias e ensinamentos transformaram para sempre a vida de seus alunos.

Ana Carolina Sousa Gomes, 26 anos

Se o assunto era viagem, ela não parava de falar nem por um minuto, tamanha era sua paixão em andar por aí.

Ana Duarte Nunes, 98 anos

Enquanto fazia crochê, contava piadas e histórias do passado.

Ana Maria Faleiro Cardoso, 62 anos

No dia de pagamento, levava os filhos para o centro, comiam cachorro quente e partilhavam uma caixa de bombons.

Anderson da Silva Lopes, 34 anos

Queria viver intensamente com a família e tocar o coração das pessoas. Missão cumprida!

Anísio Pereira Borges, 63 anos

Deixou um legado de amor, responsabilidade e honestidade para sua família.

Antonio Fernandes de Barros, 52 anos

Foi o melhor marido e pescador de todos.

Antônio Jardson Araújo de Oliveira, 27 anos

Alegre e corajoso, elegeu seus valores: desde assumir as rédeas da vida até ser o mais leal dos amigos.

Antônio Jerônimo de Melo, 80 anos

O eterno marinheiro, brincava que foi nadando até o Rio de Janeiro.

Antônio Tirezo Pacheco, 71 anos

Alimentava planos para quando ganhasse na Mega-Sena.

Arcênia Ferreira de Sousa, 89 anos

Humilde e muito amorosa, assim era a prendada fazedora de pudins e de petas.

Areovaldo José Ferreira da Silva, 63 anos

Um “meninão” que voava de paramotor e jogava futebol, aproveitando a vida com simplicidade e alegria.

Arnaldo Barbosa Lima, 71 anos

A paciência era sua maior qualidade. O excesso de calma, seu único defeito.

Augusto Cesar Ferreira de Sousa, 41 anos

Ele se dedicava a ser feliz pelo tempo que podia, e acreditava que o sorriso tinha o poder de transformar.

Benedita Antonia da Costa, 77 anos

Tinha grande conexão com Deus, dava bons conselhos e fazia um arroz com feijão inigualável.

Bertolina Martins Cardoso, 71 anos

Sempre sorria nos encontros com outrem. Empatia, generosidade e amor eram presentes em suas narrativas e ações.

Carlos Euripedes Vieira de Sousa, 45 anos

Um enófilo que deixava o ambiente sempre mais leve. Ele era a alegria em pessoa.

Celso José da Silva, 57 anos

Das festas em casa ao churrasco à beira da piscina, tudo era oportunidade de estar junto a quem amava.

Celso Rios Neto, 44 anos

Rubro-negro por paixão. Tinha uma alegria contagiante e um amor incondicional pela família.

Cícero Romão Batista, 78 anos

Gostava de comer cuscuz, balançar na rede e ouvir um modão. Fez desses momentos oportunidade para ser feliz.

Cilezia Gonçalves Silva, 90 anos

Tinha mania de carregar a medalhinha de algum santinho no peito, não saía de casa sem ela.

Ciro Ricardo Pires de Castro, 75 anos

Mais que pai, um profissional dedicado que teve a missão não só de salvar, mas de transformar vidas por amor.

Cleiton Rodrigues Camargo, 45 anos

Aos domingos, almoçava com a esposa e a filha, sempre no restaurante que tanto gostava.

Clóvis Fernandes Ferreira de Souza, 63 anos

Nem sempre trazia peixes das pescarias; mas voltava com um bigodinho crescido bem engraçado e com a alma leve.

Corinto Xavier da Silva, 82 anos

O relojoeiro que fez do tempo seu aliado. Agora, é tempo de memórias...

Dirce Ponce Leones, 86 anos

A moça da janela mais conhecida de Uruaçu, que virou lenda pelo alto-astral contagiante.

Divina Estela Camargo, 55 anos

Amava os animais, cuidava com amor daqueles que viviam em sua chácara.

Edmar Martins dos Santos Melo, 49 anos

Estava sempre pronta para ajudar quem precisasse.

Elenita Dias Mota, 53 anos

Cultivava muitas plantas, mas as rosas eram seu xodó: tinha várias roseiras, das mais diversas cores e tipos.

Elismar dos Santos Soares, 59 anos

“Tem que agir para vida!”, dizia sempre. Para ela, era uma obrigação estar sempre a postos.

Emerson Henrique Ferreira da Silva, 48 anos

Feirante, Jarrão vivia tranquilo, não gostava de pressa.

Emivaldo Soares Martins, 63 anos

Carismático, humilde, trabalhador e, acima de tudo, humano. Um médico que exerceu a profissão por amor.

Etel Marieta Batista da Fonseca, 79 anos

O presente mais valioso que Etel Marieta ofereceu aos seus foi o seu amor, infinito e incondicional.

Eurípedes Ribeiro, 69 anos

Fazia piada de tudo. Onde quer que estivesse, era uma festa sempre.

Eustáquio de Deus Ferreira, 58 anos

Colecionava apelidos e causos de pescaria. Espalhava afeto, dizendo que ninguém perde por ser bom.

Fabiana Alves da Silva, 48 anos

Era a responsável por cada detalhe caprichado das festas em família, inclusive por fazer um biscoito frito inigualável.

Fabiana de Azevedo, 40 anos

A caçula de cinco irmãos, que fazia dos sorrisos seu ofício.

Fidelcino Alves de Santana, 85 anos

Um baiano arretado, teimoso e incrível.

Francisco Javier Agut Sanchez, 72 anos

Espanhol apaixonado pelo Brasil, encontrou um novo amor no país, que se tornou seu lar.

Francisco Torres do Ó, 72 anos

Um coração nordestino que atravessou a secura do semi-árido transbordando amor.

Geluter Maria Alves Garcia, 62 anos

Lulute era caprichosa em tudo que fazia. Seus doces eram sem igual...

Generi Faria de Carvalho, 66 anos

Foi líder na vida, vivendo e ensinando o sentido das palavras: resiliência, fé e acolhimento.

Gerson Bispo Moreira, 72 anos

Transbordou seu talento inato em retratos, desenhos, pinturas e exímias caligrafias.

Gesmar Serafim Soares, 65 anos

Apesar dos riscos na pandemia, não abandonou o volante da ambulância, e com isso salvou muitas pessoas.

Gilmar José de Freitas Guimarães, 55 anos

Administrou Caçu com sabedoria e fé, deixando uma cidade melhor para as futuras gerações.

Gilson Pereira Leandro, 39 anos

Quando saía do trabalho, ligava pra esposa e ficava cantando por videochamada até chegar em casa.

Helcio José da Motta, 77 anos

Professor, guerrilheiro, optometrista e até "guru" de alguns; lutava por seus ideais e inspirou toda uma geração.

Hellen Cássia Sanches Póvoa, 25 anos

Amava um batom vermelho; era sempre a mais charmosa e a do sorriso mais belo.

Henrique Barrilli, 70 anos

Comprou uma van para que a família Barrilli não se separasse nem no deslocamento das viagens.

Hilda Oliveira Custódio, 64 anos

Era vaidosa, adorava dançar e nunca deixou de celebrar a vida.

Irani Rosa Cândido, 73 anos

Tinha uma luz, uma alegria e uma sabedoria que, assim como seus bolinhos de final de tarde, eram incríveis.

Jaime Fernandes Batista, 64 anos

Contador nato de causos, encantava a todos com suas histórias de viagens e acontecimentos da vida.

Janethe Alves de Amorim, 81 anos

Uma abelha-rainha que reunia família e amigos para servir boa comida ao som de modão sertanejo.

Jânio Caetano da Silva, 70 anos

Ele pilotou sua moto até os 70 anos. Mesmo tendo carro, preferia deslocamentos sobre duas rodas.

Jávier Martins de Oliveira, 57 anos

Alegre e bondoso. Sua risada era gostosa e seu olhar, gentil.

João Bernardo Ferreira, 100 anos

Sempre amou mais as pessoas do que as coisas.

João Fellipe Silva Borginho, 13 anos

O garoto que ensinou muitos a amar, o abraço dele era um verdadeiro lar.

João Olimpio de Souza, 61 anos

Adorava reunir a família para comemorar aniversários, pois sabia que todos merecem ter seu dia celebrado.

João Valdevino Alves Filho, 58 anos

Nos finais de semana levava o delicioso pão recife para o seu lar.

Joel Vieira, 49 anos

Ninguém ficava triste perto dele.

Jonas Martins de Oliveira, 60 anos

Habilidoso pintor de casas que ajudou com fé e bondade a colorir muitas vidas.

José Borges da Silva, 55 anos

Quando saía para viajar, passava em casa com o caminhão. Buzinava, dava tchau e então sumia em meio a poeira da estrada.

José Dantas de Lima Filho, 89 anos

Melhor padrinho do mundo, encantava crianças contando e cantando histórias e, em dezembro, virava "Papai Noel".

José Dásio Santiago, 67 anos

Um professor que, na simplicidade de seus hábitos e gestos, ensinou as maiores lições.

José Figueira de Freitas Filho, 87 anos

Em suas longas caminhadas, ele dizia "Alegria, alegria!" aos passantes do semblante entristecido.

José Geraldo Guimarães, 71 anos

Sua felicidade era ouvir moda de viola ao lado da esposa, saboreando um pãozinho de queijo.

José Jerônimo Dantas de Lima, 47 anos

Simples e com um enorme coração, nunca perdeu a fé em Deus e na humanidade.

José Rodrigues de Oliveira, 88 anos

Zezé Metralha era um avô cuidadoso que aguardava com ansiedade a pescaria anual no Araguaia.

José Ronaldo Menezes, 60 anos

Sua principal virtude era servir o próximo.

José Vicente Santiago, 75 anos

Os passarinhos lhe sussurravam amor. Ele amava.

Josias José Freire, 70 anos

Orgulhava-se em rezar a Ave Maria em francês.

Josino de Souza Neves Filho, 91 anos

Aposentado, acordava na madrugada para caminhar e ter mais tempo para ficar à toa.

Júlio César de Carvalho, 56 anos

Alegria e harmonia conduziram seus passos em uma trajetória vivida com paixão.

Jurandir Leite Barbosa, 62 anos

Pai dedicado e avô companheiro, saiu lá de Caruaru, Pernambuco, com os irmãos para fazer história em Rio Verde, Goiás.

Leonarda Pereira de Araújo, 84 anos

De amor e fé inabalável, saiu do sertão do Piauí e constituiu uma linda família em Goiás.

Leônidas Marreta dos Santos, 80 anos

Não gostava de sair de casa, então todos iam ao seu encontro, pois gostavam de estar com ele.

Leontina de Bastos Araújo, 81 anos

A bordo de um ônibus, no barracão dos fundos da casa ou no forró, ela soube viver intensamente.

Leopoldo de Bastos Camargo, 61 anos

Empresário bem-sucedido, tinha hábitos simples: amava estar com a família e acampar na beira do rio Araguaia.

Lindaura Costa Dias, 82 anos

Foi mãe e fonte de força para todos.

Lucia Helena Pires Vaz Margonari, 53 anos

Garantiu aos filhos uma educação primorosa, comprovando que mesmo quando faltam recursos, pode sobrar afeto.

Lucimar Maria Alves, 67 anos

Ela amava dançar e sair com os amigos, estava sempre nos forrós. Vivia à procura de um grande amor.

Luzia Rodrigues dos Santos, 75 anos

Sempre calma e sorridente, adorava viajar, conhecer pessoas e presentear quem ela amava.

Manoel Machado Fagundes, 77 anos

Reunia-se com os irmãos e amigos na fazenda para tocar violão e cantar noite afora.

Mara Hilda Teodoro Couto, 49 anos

Foi uma mulher de riso solto e contagiante.

Marcos Roberto Rodrigues Pereira, 44 anos

Amante das coisas simples da vida, sempre elegia Caldas Novas para as férias e amava estar na companhia da família.

Margarida Pires da Rocha, 78 anos

Gostava de receber a visita dos filhos em casa, com um sorriso de boas-vindas.

Maria de Lourdes Godoi Vieira, 96 anos

Matriarca da família, com sua doçura ensinou a todos que a união é o bem maior que se pode ter.

Maria Floripes do Nascimento Ventura, 75 anos

Benzedeira renomada, fez da fé o alívio para os males do corpo e da alma de quem batesse à sua porta.

Maria Lenilda Pimenta, 75 anos

Ela era amor em tudo o que fazia e em tudo o que dizia.

Maria Olinda de Souza Batista, 65 anos

Linda no apelido e no coração; era capaz de ficar descalça para dar os chinelos a quem mais precisasse.

Maria Placidina de Paula, 53 anos

Nutriu amor e compaixão a Deus, ao próximo e à cidade que a acolheu como sua.

Maria Victória Afonso, 79 anos

As mãos calejadas da lida na roça tinham também a delicadeza expressa nos pontos caprichosos dos bordados.

Marly Gomes da Silva, 49 anos

Tinha uma empatia acima do normal e se emocionava profundamente com as tristezas do mundo.

Miguel Sebastião de Deus, 83 anos

Foi vereador de Itapaci durante quatro mandatos, sendo reconhecido e respeitado pelos habitantes da cidade.

Miguelina Arcangela Nogueira, 70 anos

Para ela, ter netos foi como ter filhos novamente; ficava radiante ao ver a casa cheia, mesmo que tudo ficasse bagunçado.

Mirian dos Santos Pinheiro, 74 anos

Sabia de cor o nome das plantas do Cerrado.

Mirtemar de Jesus Gonçalves, 44 anos

Sempre que perguntavam como ele estava respondia: "Xic de doer", assim, com xis. Era sua marca registrada.

Naim Batista da Silva, 60 anos

Expressava seu amor à família com mensagens cheias de afeto, ao amanhecer e antes de dormir.

Natalina Maria Meireles, 86 anos

Ela era luz! Adorava uma fotografia com as plantinhas que cuidava com tanto carinho.

Odilon Teixeira dos Santos, 53 anos

Amigo dos animais: cachorros, galinhas e calopsitas eram as suas paixões.

Osmar Borile, 66 anos

Quando estava muito feliz dava risada e dizia: "Nossa do céu!"

Osmar Felipe da Silva, 73 anos

A Medicina foi sua missão, os pacientes eram seus amigos verdadeiros, tão profunda era sua dedicação.

Paulo Cesar de Aguiar Oliveira, 68 anos

Seu amor pelos netos e o cuidado com os filhos era lindo de se ver.

Paulo Delandre Ferreira dos Santos, 40 anos

Acompanhou o nascimento de cada uma das filhas e participou ativamente da criação das meninas.

Paulo Rodrigues da Silva, 49 anos

Tinha o talento raro de apaziguar os ânimos, cuidar de todos e ainda ser o maior piadista da família.

Pericles Castro Alexandre, 33 anos

Amava viver no presente, e nunca gostava de fazer planos futuros.

Rafael Lucas Ferreira Alves da Silva, 34 anos

Suas idas à feirinha, aos sábados de manhã, para comer um pastel com garapa, eram um ritual.

Ranulfa Borges Santana, 74 anos

Graças à sua fé, profetizava o futuro dos filhos e amigos; e, acima de tudo, acolhia a todos dando lições de respeito à diversidade.

Ricardo Silveira, 64 anos

Dono de uma voz linda e potente e a pessoa mais alegre de sua família.

Rômulo Divino dos Santos, 56 anos

Apegado aos velhos hábitos, adquiriu 200 filmes em VHS para garantir as sessões de cinema com a família.

Rubens Francisco Miranda da Silva, 66 anos

Papai Noel de tantos Natais, tinha o dom de arrancar sorrisos por onde passasse.

Sebastião Dutra Filho, 53 anos

Um contador de histórias. Homem simples, generoso e muito sábio.

Selma Ferreira de Paula Cabral, 62 anos

No hospital, onde realizou a missão de sua vida, organizava com afeto todos os aniversários dos colegas de profissão.

Silvia Fraissat Reis, 86 anos

Artista plástica que traduzia sua força e beleza na delicadeza de suas porcelanas.

Sineide Cardoso de Jesus Rodrigues, 57 anos

Uma técnica de enfermagem que tinha o dom de ajudar as pessoas mesmo fora do trabalho.

Teresinha Lustosa do Amaral, 86 anos

Para essa avó, a soberana da família, a vida era uma passarela.

Vany José de Souza Macedo, 71 anos

Seu sorriso e sua alegria causavam o mesmo efeito das orquídeas, que encantam os olhos e enternecem os corações.

Vicente Carlos de Paiva, 87 anos

Honestidade era seu nome do meio. Como tinha amor pela vida e pelos filhos!

Vitória Sousa Damaso Monteiro Lima, 23 anos

Sonhava em cursar Medicina para atuar em UTI Neonatal.

Wania de Sousa Majadas, 80 anos

Amorosa e gentil, ensinou muito mais do que Literatura: ensinou a arte do amor.

Wesclay Morais Lopes, 39 anos

"Sempre disse que você era bom demais para ser daqui, meu anjo."

Wesley Augusto Alves Ferreira, 48 anos

Gostava de aguar as plantas de sua pousada sem camisa, só pra causar com as senhorinhas da rua. Era pura diversão!

Weuler Alves Barbosa Sobrinho, 36 anos

O dono das festas e também de um sorriso largo e contagiante.

Wilson Alves Bitencourt, 80 anos

Gostava de cozinhar enquanto ouvia música sertaneja de raiz.

Yvonne da Cunha Carvalho, 83 anos

Conhecida por sua generosidade, distribuía mimos e agrados para quem a ajudasse nas pequenas tarefas do dia a dia.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa