INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Alagoas

Adeildo José da Silva, 72 anos

De picolé a chocolate, nada era tão doce quanto o sentimento de Seu Adeildo pelos netos.

Albanisia Vieira Tavares, 44 anos

Tinha o dom de cativar as pessoas e era muito amorosa.

Almir Adolpho de Oliveira Reys Neto, 33 anos

Conquistava todos com sua alma de menino e sorriso fácil.

Anderson Magalhães Serpa, 40 anos

Do teatro à fazenda: um líder iluminado com projetos ousados que veio à terra para construir.

Antonia Pereira Gomes, 81 anos

Alagoana arretada, Antonia criou cinco filhos praticamente sozinha. Com seu amor e fé, acolhia a todos.

Antônio Ferreira de Amorim, 86 anos

Reservado com seus sentimentos e sonhos, era muito família e acolhia a todos que precisassem.

Astrogildo de Melo Farias, 64 anos

Adorava seu nome e era torcedor de coração do São Paulo e do CSA.

Avani Ferreira da Silva, 59 anos

Dedicada aos seus alunos, empenhava-se para que todos aprendessem a ler e escrever perfeitamente.

Benedito José Gomes de Lima, 70 anos

Concretizou os ensinamentos mais honrados que um homem pode deixar em terra: amor, respeito e serenidade!

Benjamim Gonçalves Santos, 0 anos

Benjamim, o mais jovem de uma família. A estrela do lado direito que vai brilhar.

Cicera Maria de Moura, 66 anos

Uma mulher forte, que misturou felicidade, muito amor, bondade e deixou de lembrança um rastro de luz aos seus!

Cicera Maria dos Santos, 72 anos

Cicera é arte, que foi ser abraçada sob o manto azul de Nossa Senhora.

Divane Canuto Andrade Monteiro, 68 anos

Entusiasmo, essa era a palavra capaz de traçar um desenho límpido da sua imagem.

Djalma Avelino de Souza, 65 anos

Sempre que lhe perguntavam como estavam as coisas, dizia: “Melhor, só no céu”.

Djalma Teixeira de Mendonça, 51 anos

Opinioso e sincero, um pai brincalhão; conhecido pela forma única de bradar “Ô, Glória“.

Edileusa Gomes da Silva, 71 anos

Fã de um bom papo, gostava de reunir a família para provar seus quitutes.

Elba Wanderley Chaves, 70 anos

Era irreverente e adorava uma piada. Acolhia todos com seu amor materno.

Erivaldo Lopes dos Santos, 49 anos

"Deus é mais" era o seu lema para enfrentar a rotina diária.

Eronildo Caetano de Oliveira, 65 anos

"Minhas netas são os orgulhos da minha vida!"

Fernanda Torres, 37 anos

Pessoa doce, dona de um coração gigante e de um lindo sorriso, amava os animais e sonhava em ter uma menina.

Flaviano Henrique Mendes Lima, 52 anos

"E as novidades?" Se você alguma vez você ouviu isso dele, significa que ele realmente se importava com você.

Francis Lawrence Morais de Veiga, 37 anos

Um legítimo sanfoneiro nordestino, que dava seu recado ao mundo e deixa saudade, pelas notas de sua sanfona.

Francisco Carlos Soares Gomes, 45 anos

Adorava presentear a todos, mal sabia que o melhor presente era ele mesmo.

Gerson da Silva, 51 anos

Cachorrão, como era carinhosamente chamado, sempre tinha uma palavra de apoio e um sorriso para oferecer.

Gerson Luiz da Silva, 82 anos

Para Gerson, sempre era tempo de ver o sol se pôr dentro do oceano

Gilson Marinho de Oliveira, 62 anos

A vida terrena é passageira, mas Gilson mostrou que ela pode ser repleta de amor.

Helio Jugurta Silva Lima Cabral, 84 anos

Transformou o futebol de botão em uma tradição familiar, passada de uma geração a outra.

Iasmin de Albuquerque Cavalcante Duarte, 62 anos

“Fiquem firmes e se esforcem para serem felizes", dizia nas formaturas, com todo orgulho de formar médicos.

Isnaldo Pessoa Cavalcante, 58 anos

Seu trabalho era iluminar a vida das pessoas.

Ivonne Hunter Silva, 90 anos

A uruguaia mais brasileira que alguém já conheceu.

Iza Eleuza de Castro Silva, 37 anos

"Vamos sair, que o tempo é curto", dizia depois de longos plantões no hospital.

João Alves dos Santos, 86 anos

Um João da Guarda.

João Marinho da Silva, 84 anos

Para ele, era sempre primavera. Amigo e amoroso, carregava no rosto um sorriso; nos braços, um abraço.

Jocelina Silva Santos, 44 anos

Na linha de frente contra a Covid-19, ensinou, sem usar palavras, o significado da palavra “doação”.

José Cavalcanti de Barros, 92 anos

Pai, avô e bisavô. Amante da vida, contador de histórias e "fazedor" dos poemas mais lindos que alguém já leu.

José Cícero da Silva, 66 anos

Sua alegria contagiante agora iluminará o céu

José Cícero da Silva, 55 anos

Prestativo, tinha prazer em tentar reparar até o que, muitas vezes, não tinha conserto.

José Cícero Nogueira, 87 anos

Plantar era seu hobby preferido e, durante a vida, cultivou as melhores sementes: sua família.

José Cirilo dos Santos, 88 anos

Pai de 14 filhos e muitos netos, todos herdeiros de seu ótimo caráter.

José Edvaldo da Silva, 65 anos

– "Eu não sou seu pariceiro! Cadê a bênção?", costumava dizer.

José Hélder Melo Lima, 63 anos

Dedicado à família e solidário à comunidade. Onde ele estava, sua alegria e carisma atraíam a atenção.

José Hugo de Oliveira Alvim, 47 anos

Pai dedicado e camarada, será sempre lembrado pela sua personalidade vibrante.

José Romildo Nogueira da Silva, 55 anos

Militar do coração enorme e um vovô maravilhoso.

José Ronaldo Lima de Barros, 62 anos

Dizia “eu te amo” com a mesma intensidade em que vivia seus dias.

José Ronaldo Xavier Costa, 68 anos

Cantor nas horas vagas, interpretava Reginaldo Rossi com toda sua alma, animando as festas de família.

José Wilson dos Santos, 57 anos

Fez da vida uma grande festa, espalhando seu bordão "Oh, céus!".

Josué Rosa de Oliveira, 46 anos

Um amante da justiça e da paz.

Juarez Queiroz de Lima, 64 anos

Seu hobby era fazer lives para falar dos problemas de seu bairro.

Juliano Élcio Fiori de Oliveira, 39 anos

Alma de criança, não parava quieto. Gostava de irritar sua filha Isabella e fazê-la gargalhar a todo custo.

Juvenal Vicente, 69 anos

Bondoso, humilde, humano, Boinho foi um paizão de generosidade no mundo.

Kátia Maria Martins de Oliveira Carvalho, 56 anos

Não tinha limites para fazer seus filhos felizes, a alegria deles era sua alegria.

Laudeâny Aparecida de Bueno Brandão, 50 anos

Celebrava a vida pela gastronomia e amava estar entre pessoas queridas.

Linaldo Malaquias dos Anjos, 52 anos

A magia da leitura subtraía seus cansaços e tornava concretas as viagens mais fantásticas.

Luciano Pereira Gomes, 46 anos

Adorava dançar e juntar a família e os amigos aos sábados para beber.

Luis Malaquias dos Anjos, 55 anos

Justo, livre e solícito, ele sempre estava disposto a transformar sonhos em realidade.

Luiz José Almeida Ramos, 90 anos

Para a família, Luiz era sempre sinônimo de paz, relaxamento e leveza.

Manoel José dos Santos, 62 anos

O "vovô-amor" de todos gostava de, em segredo, visitar lares de idosos e crianças, fazendo doações.

Maria Abigail Marques de Magalhães Maurício, 84 anos

Professora de português, que recusava calculadora, Abigail fazia contas à mão.

Maria Aparecida de Oliveira Holanda, 53 anos

Não importava se te conhecia há um dia ou a vida inteira, ela estaria lá por você.

Maria Aparecida Felix Gomes, 65 anos

Renascia a cada dia, com cada flor, com cada oração.

Maria Cícera Correia da Silva, 64 anos

Com passos sempre guiados pela fé, foi o maior exemplo da vida dos filhos.

Maria Cícera da Silva Lopes, 52 anos

Deixava o ar com aroma de Lilly, ao passar cantarolando uma canção do Raça Negra.

Maria Cicera de Oliveira, 71 anos

Cicera tinha um pé de amora. Toda vez que brotava, fazia questão de enviar as frutinhas pra sua neta.

Maria de Fátima Alves Duarte, 53 anos

A família era o bem mais precioso para ela. Cuidava de todos, mas não esquecia de si.

Maria José Pereira de Arruda, 65 anos

“Que gracinha!”, falava toda vez que era contrariada.

Maria Lúcia Curvelo Kelp, 47 anos

Não há como ver uma praia e não lembrar dela.

Maria Lúcia Mariano Alves, 76 anos

A professora querida, com seu legado de fé, um coração generoso e um sorriso acolhedor.

Maria Luciana do Nascimento Silva, 42 anos

Seu sonho era ser mãe, e ela foi uma mãe fora do comum.

Maria Olimpia Faria Rodrigues Brandão Figueira, 80 anos

Sempre forte, sorridente, altiva e muito fervorosa.

Maria Quitéria Santos, 52 anos

O coração generoso e a força foram a sua herança para os filhos.

Marlusia Gomes Viana, 85 anos

Mulher forte e guerreira, aguentou firme e obteve sucesso em seus desafios.

Mirian da Conceição Santos, 77 anos

Ela sempre guardava um beijú para o neto comer, pois sabia que ele adorava.

Moacir de Barros Moura, 61 anos

Muitas vezes provou que era um grande guerreiro. O seu coração foi uma casa de portas abertas.

Mônica Malaquias dos Anjos, 59 anos

Uma luz que deixava iluminada a vida de todos.

Nadege Lins da Silva, 72 anos

Excelente costureira, enfeitou todas as meninas da família, suas Barbies e o coração de todos que a conheceram.

Nelson Vieira Teixeira, 84 anos

Tinha alma de guerreiro e era um fã nato do forró de Caruaru.

Osmar Vanderlei de Lima, 55 anos

Sua risada continuará contagiando todos que o conheceram.

Paulo Ricardo Finger, 71 anos

Estar de bem com a vida sempre foi sua melhor opção.

Petrucio Marques Carvalho, 80 anos

Assim como seu pai e seu santo de devoção, São José, ele era marceneiro.

Reinaldo Vicente Ribeiro dos Santos, 62 anos

Com espírito aventureiro, apoiava, incondicionalmente, os sonhos da sobrinha.

Rejane Canuto de Andrade, 70 anos

Coração samaritano, chorava ao sentir a dor do outro.

Robson Amaral Amorim, anos

O dono do violão que encantava o mundo nas festas rodeadas de poetas, cantores e de seu grande amor, Lavínia.

Sebastiana Pedro da Silva, 84 anos

Sempre alegre, gostava de estar bem-vestida, maquiada, cabelos penteados e arrumada.

Severina Vieira da Silva, 65 anos

Guerreira e forte como as mulheres paraibanas, deixou um legado de orações e devoção.

Severino Pedro da Silva, 60 anos

Resiliente, abria portas para a superação.

Severino Vieira da Silva, 96 anos

Carregava em si a sabedoria de quem compreende o tempo das coisas.

Terezinha Rodrigues Limeira, 75 anos

Tereza, Terezinha, madrinha, amiga, conselheira, guia... a conhecida e inesquecível tia Teca.

Valéria da Glória da Silva, 49 anos

Mulher forte e guerreira. Sua generosidade foi sua maior qualidade.

Vânia Maria de Oliveira, 61 anos

Deixou o legado do afeto desprendido aos filhos, sua maior realização, seu maior orgulho, sua vida.

Warley da Silva, 49 anos

Flamenguista e regatiano. Empatia e generosidade... Tudo nele era mais de um!

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa