INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Bahia

Adirce Lima Nobre, 85 anos

Ela era puro amor! Tinha o sorriso largo e o abraço mais acolhedor do mundo.

Alai Dias Pereira, 45 anos

Pilotando sua moto pelo coração do oeste baiano, transportou pessoas e alegria.

Alfredo José Rosendo, 99 anos

Poeta sertanejo e exímio contador de histórias, sua arte exaltava a riqueza e a tenacidade do homem do campo.

Álvaro Jardim Fernandes, 26 anos

Aquele que estava sempre rindo e fazendo rir.

Alzilene Conceição Valverde, 56 anos

Lene representou alegria e resiliência desde o seu nascimento.

Amália Maria de Jesus, 89 anos

Frágil apenas na aparência, essa mulher cheia de força, amor e sorrisos viveu em função dos que amava.

Antônio Cipriano da Silva, 85 anos

Apelidava quem passava pelo Elevador Lacerda. Em casa, conversava com a plantas e pássaros.

Antonio da Silva Mendes, 74 anos

Seu Pela tinha como principal virtude a paciência.

Antônio Eduardo Rocha Santos, 59 anos

Motorista de ambulância querido por todos os pacientes. Torcedor do Bahia, e o maior pulador de carnaval do Bloco Zé Pereira.

Antonio Santos Souza Filho, 80 anos

Ele era a própria festa. Todo domingo, vestia sua roupa mais alinhada, branca, e um chapéu de sua coleção.

Arlindo José de Argolo, 66 anos

Sempre presente, em seu coração, em primeiro lugar, estava a família.

Armando Souza Sena, 88 anos

Criou a tradição de comemorar o Natal com jogos de bingo e dominó

Avani Matos Rodrigues, 71 anos

A Dona Benta da Bahia era a única pessoa que sabia coçar as costas do neto.

Carlos Alberto Fiusa de Castro Filho, 74 anos

Foi brilhante em todos os caminhos que trilhou.

Carlos Alberto Pereira, 57 anos

Baiano arretado que adorava botar o pé na estrada e também reunir a família em casa, com uma carne no espeto.

Celsa Maria dos Santos Ribeiro, 72 anos

Não teve filhos mas, com seu jeito de matriarca, era quem organizava as grandes reuniões familiares.

Celso Pedro da Silva, 84 anos

A felicidade de saber viver, de saber amar e de saber lutar por seus objetivos.

Celso Vagner Oliveira Souza, 58 anos

Carinho e disposição para ajudar o próximo nunca faltaram a ele.

Cícero Clemente de Sousa, 58 anos

Apaixonado por pescarias e pimentas em conserva.

Cisley de Santana Bandeira, 58 anos

Dono das "lives" mais animadas e ecléticas dos sábados à noite.

Clarice Pereira dos Santos, 58 anos

Arretada como uma boa baiana, foi forte e determinada. Sempre lutou pelas coisas que acreditava.

Clédes Magaly Gomes Rosa, 74 anos

Reverenciada por onde passasse, seu coração era uma casa cheia.

Clementina Campos de Oliveira, 66 anos

A companheira amada da família, a cantora de louvores que também amava o Roberto Carlos.

Cristiane Cortes dos Santos, 32 anos

Mulher batalhadora que esbanjava alegria e tinha um coração cheio de amor pela filha Sophia.

Débora Cássia Teixeira dos Santos, 55 anos

Adorava seriados mas, como uma perfeita "mãe leoa", era nos filhos que estava a verdadeira paixão de sua vida.

Djalma Oliveira da Silva, 53 anos

Cantando enquanto cozinhava, sabia como temperar a vida.

Edite Mota Dias, 80 anos

Viveu costurando afetos e multiplicando amor.

Edite Vieira Lima, 87 anos

Sempre sentava na frente de casa para conversar com as vizinhas.

Edson Viana dos Santos, 46 anos

Grande companheiro, militante de causas sociais e de enorme coração.

Eduardo Nunes da Silva, 38 anos

Enfermeiro dedicado e engraçado, era dono do sorriso mais iluminado e encantador.

Edvaldo Vilas Boas, 56 anos

Como todo baiano, gostava de ouvir samba, o bom e velho samba da Bahia.

Eleusina Guerreiro Sandes, 87 anos

Viveu alegremente: amou, viajou e soube aproveitar cada momento pelo simples fato de estar viva.

Elisio Cláudio Bispo, 92 anos

Um homem simples e espetacular de um coração puro de amor com todos.

Emanuel dos Santos Nascimento, 67 anos

Tinha o engraçado costume de cochilar enquanto as pessoas conversavam.

Eschyle Julia dos Santos Miranda, 18 anos

Uma jovem sonhadora, que tinha "cheiro" de Jesus e encantava todos com sua doçura.

Francisco Vieira dos Santos, 72 anos

Gentileza em forma de pessoa, assim era o motorista que alegrava todos com sua cantoria.

Franklin de Araújo Ponchet, 69 anos

Um homem que transbordava luz, e fez disso seu ofício: iluminar todos os lugares por onde passava.

Gabriel de Lima Palmeira, 33 anos

Cheio de alegria, ria por tudo e qualquer coisa. Seu sorriso nunca será esquecido.

Gelson Lima Reis, 77 anos

A generosidade nele fez morada.

Gildália Macedo Souza, 89 anos

"Ela era a nossa flor, Dália, símbolo de harmonia e gentileza."

Gildo Batista dos Santos, 66 anos

Sem disfarces, sua transparência no jeito de ser cativou respeito, carinho e admiração em muitos corações.

Gileno José Dias, 74 anos

Ser humano fantástico que, fazendo de tudo pela família, deixou grande exemplo de humildade.

Gilson Souza de Jesus, 62 anos

Pense no sol de Salvador. Pensou? Ainda mais pontual, quentinho e radiante era o “bom dia” de seu Gilson.

Iramar Carneiro de Oliveira, 43 anos

Para ele, dava pra ser oito e oitenta ao mesmo tempo.

Isaac Souza Rocha, 38 anos

Momentos difíceis tornavam-se mais leves com ele. Além de ajudar, ele transformava tudo em histórias engraçadas.

Ivanda de Jesus Batista dos Santos, 45 anos

Mulher obstinada, não se abateu ante os desafios. Com o trabalho, família e amigos alcançou a alegria na vida.

Ivonete dos Santos, 76 anos

Seu maior atributo era a fé, e assim educou os filhos. Até enquanto pedalava, ela rezava o terço.

Jácome Eduardo Perrucho Brito, 54 anos

Deixou uma lição para todos: nunca é tarde para fazer o que te faz feliz.

Jaime Chen Tsong Miin, 73 anos

Trabalhador incansável e sempre bem humorado, confortava a todos dizendo: “A vida é assim mesmo!”

Jaime Pereira de Brito, 77 anos

Hábil com a bola nos pés na juventude e com a palavra de Deus na vida adulta, nunca aceitou discriminação.

Jamile Silva Leite dos Reis, 44 anos

Uma mulher forte que amava a família, o mar da Barra e o carnaval de Salvador.

Janaína Santana Andrade Silva, 38 anos

Uma verdadeira "inventora de eventos" para reunir a família.

Jaqueline dos Santos, 38 anos

Seu passatempo favorito, sem dúvidas, era descobrir coisas novas e se redescobrir.

Jean Carlos dos Santos, 44 anos

Não gostava da desigualdade social: para ele, todos somos iguais.

Joana Maria de Jesus, 79 anos

Bondosa, fazia uma cocada de licuri e o melhor bolo de leite da região. Dona de uma bondade incalculável.

João Batista de Brito, 74 anos

A luta não o intimidava. Agarrava com unhas e dentes as oportunidades da vida. Ah, a vida! Como aproveitou.

João Gabriel Oliveira, 64 anos

Seu ano mais feliz foi 1994: o ano do nascimento do primogênito e do tetracampeonato do Brasil na Copa do Mundo.

João Rodrigues Souza, 79 anos

Suas mãos grandes e grossas, de uma vida de serviço pesado, tocavam com leveza e graça o cavaquinho nas festas.

Joílson da Encarnação Silva, 52 anos

Em algum lugar, tem um axé bem alto tocando... é Joca, pedalando, com seu grande sorriso!

Jonhston Amâncio Paiva Santos, 55 anos

Apaixonado pelo Esporte Clube Vitória, vivia fazendo hora extra nos trabalhos.

Jorge Mascarenhas dos Santos, 53 anos

Um servo de Deus que amava a família e se destacava pela organização e responsabilidade.

Jorge Pereira de Oliveira, 65 anos

Para o faraó da Bahia a vida era uma grande festa.

Jorge Rotondano Sales Filho, 51 anos

Do esporte à gastronomia, fazia tudo com o coração. Era comédia certa e mestre da arte de fazer sorrir.

Josabeth Lima Assunção Aguiar, 82 anos

Adorava dançar e fazer bolos para adoçar a vida.

José Cardoso dos Santos, 60 anos

A alegria estava onde ele ia e no que fazia: no trabalho, na torcida pelo Bahia e na convivência com a família.

José Cosme dos Santos Costa, 60 anos

Devoto de Santa Dulce dos Pobres e de coração acolhedor, era fã de Chiclete com Banana e não perdia um carnaval.

José Irandir Alves da Silva, 71 anos

Entre todas as coisas que gostava de fazer, dormir com uma toalha na cabeça era a mais curiosa.

José Roberto dos Santos Rocha, 39 anos

Um cavaleiro incrível de coração imenso que amou demais a vida e a família.

José Vitor Ferreira Góes, 37 anos

Um apaixonado torcedor do Bahia que era pura alegria, bondade e amor.

Joselice Guimarães dos Santos, 63 anos

A taxista mais simpática de Salvador.

Josemi Antônio dos Santos, 46 anos

Amava sua tribo e tinha uma alegria transformadora.

Josenilton Machado da Silva, 52 anos

Era o despertador da família e um profissional tão dedicado que está em um porta-retratos na casa dos patrões.

Julieta dos Santos, 82 anos

Mãe de dez, avó de vinte e quatro, bisa de seis. "Família" era seu sobrenome.

Juscelino de Jesus Silva Cardoso, 64 anos

A falta de estudos não o impediu de ser um grande mestre na vida.

Justiniana Maria da Luz, 87 anos

Sua espiritualidade incluía ação e oração. Diariamente rezava o terço e, sem contar a ninguém, ajudava as pessoas.

Kleber Dias Barbosa, 50 anos

Líder comunitário que teve como lema de vida um mundo melhor para todos.

Larissa Correia, 33 anos

"Vou na sua casa pra você não morrer de saudades de mim", dizia ela antes de visitar a amiga.

Leoncio Cardoso, 85 anos

Amava os passarinhos, e as gaiolas que fazia eram só para não deixar escapar sua paixão por eles.

Levita Pina Lins, 86 anos

Gostava de estar cercada das três gerações de mulheres que ajudou criar. Para elas, deixou de herança a força.

Lourival Goes Santana, 68 anos

Acreditava e dizia: "tudo vai melhorar, só precisamos acreditar e esperar".

Lucas Suzart Barbarino da Costa, 25 anos

Nunca gostou de lamentos... Superava as dificuldades com alegria.

Lucia Desideria Pires, 58 anos

Dona de um sorriso fácil e de um coração de lágrimas.

Lycia Margarida Brandão Cavalcante, 83 anos

Uma mulher de coração bom, guerreira da vida.

Manoel de Araújo, 84 anos

Alegre e bastante ativo, gostava de trabalhar como pedreiro.

Manoel Nunes de Oliveira, 94 anos

Filhos são herança do Senhor, uma recompensa que Ele dá... Feliz é o homem que tem a sua aljava cheia deles!

Marcelo de Souza Moura, 41 anos

Um homem de família, que amava o trabalho e o mar.

Maria Amélia Freitas do Carmo, 77 anos

Melhor amiga da Bené, amava a família e camarão. Não atendia ligações na hora de suas sagradas novelas.

Maria Aparecida da Costa Barbosa, 55 anos

Tinha ânsia de viver e vontade de servir.

Maria Carina Ricardo de Souza, 40 anos

Generosa e apaixonada por borboletas, gostava de tudo que as tivesse.

Maria Célia Batista dos Reis, 61 anos

Guardete com orgulho, suas maiores distrações eram ir à academia e cuidar das plantas.

Maria das Mercês Rodrigues dos Santos, 63 anos

Mulher guerreira! Sem a sua alegria, o céu de Barra de Jacuípe não será mais tão azul.

Maria de Fátima Cezar dos Santos, 54 anos

Com seu coração enorme, ajudava quem precisasse, não importava o horário.

Maria de Lourdes de Lima Palmeira, 77 anos

Uma mulher empoderada, perfeita e determinada.

Maria de Lourdes dos Reis Gomes, 81 anos

A pessoa mais forte da família, exemplo de amor sem medida.

Maria de Lourdes Eduvirgens Ferreira, 69 anos

Mulher inesquecível, dona de olhar sereno, sorriso doce e colo acolhedor.

Maria de Lourdes Santana da Silva, 69 anos

Reunia-se sempre com a família, onde quer que fosse, porque prezava a união de todos e queria estar presente.

Maria Ferreira de Castilho, 74 anos

Levava na malinha a felicidade em forma de roupa nova, batendo de porta em porta, fazia a alegria da mulherada.

Maria Helena Pereira de Souza, 69 anos

Ensinou a amar. Não por palavras, por gestos... A mãe de todos nós tinha um sorriso e um olhar inconfundíveis.

Maria José dos Santos, 60 anos

A melhor amiga, companheira de vida e porto seguro da filha.

Maria Jose Leal da Cruz, 88 anos

Mãe protetora e leal, que fez jus ao nome e ao sobrenome.

Maria Luiza de Brito Santos, 59 anos

Adorava um supermercado e cozinhar era a maneira como dizia “eu te amo” às pessoas queridas.

Maria Luiza Pimentel do Carmo Souza, 82 anos

Nordestina arretada, podia ser definida em duas palavras: força e amor.

Marisete Abreu Campos Gonçalves, 56 anos

Guerreira, recomeçou e construiu uma verdadeira história de amor. Nessa, cabiam todos, inclusive ela.

Mary Rangel Bastos Dias, 55 anos

Sogra amada, famosa pelo carinho, bom humor e alegria de viver. Adorava cantar e tomar sua cerveja.

Mônica Silva dos Anjos, 40 anos

Tinha o sorriso como sua marca. A tia do RU era dona de uma risada fácil e estridente.

Natalino Ribeiro dos Reis, 70 anos

Para ele os bois e as vacas eram bichos de estimação.

Neide Teresinha Ribeiro, 59 anos

A generosidade e a bondade tiveram nome, sobrenome, endereço e um lindo sotaque baiano.

Neivda Gabira Silva de Lima, 32 anos

Dona de um par de olhos verdes, ela dizia que eram bonitos, não pela cor, mas pelo brilho que transmitiam.

Nestley Souza Santos, 54 anos

Sob o jeito calado e contido, um homem generoso e pacífico.

Noélia Sena Santos, 69 anos

Professora amada por seus alunos e ex-alunos, era uma eterna adolescente em busca de felicidade.

Olavo Gonçalves de Oliveira, 99 anos

Amante das tardes, olhava pro céu e dizia: "Hoje tá bonito pra chuva"! E não é que chovia?

Olga Stela de Souza Pedreira de Freitas, 68 anos

Preferia aproveitar o caminho a se preocupar com o destino.

Orlando Guedes de Matos Júnior, 34 anos

Baiano que não reclamava da vida. Trabalhava na rua 25 de Março e amava a sua família.

Osmar Soares, 78 anos

Quando ele começava uma prosa não tinha hora pra parar!

Paulo César Ribeiro da Silva, 55 anos

Um saudosista que contava histórias como ninguém.

Paulo Roberto Minervino Russo, 67 anos

Ele foi uma imensidão de afeto e coragem diluídos num mar de amor.

Ramon Barbosa Santos, 43 anos

Seu perfume era inebriante. Deixou seu cheiro de saudade.

Reinalda Conceição, 72 anos

Uma mulher de alma pura, que amava bonecas, a Branca de Neve e os sete anões.

Rejane Santana da Silva, 43 anos

Ela era aquela pessoa que te ouve na insônia, que sabe da sua vida e que soma amizades por onde passa.

Renato Borges Varjão, 73 anos

Em seu comércio, tratava todo mundo como “meu filho” ou “minha filha” e conquistava a todos com seu sorriso.

Rennyl Nascimento dos Santos, 72 anos

Um anjo bom que, além dos filhos gerados, tinha muitos filhos do coração.

Ronaldo Neri de Souza, 40 anos

O homem determinado, que ofereceu muito mais que empregos para a sua comunidade.

Rosângela Rebouças dos Santos, 65 anos

Mulher trabalhadora que nunca desistiu de seus sonhos e era exemplo de luta e perseverança.

Rui Sérgio Ferreira Gaspar, 57 anos

Tendo a família como o melhor que a vida lhe deu, falava com naturalidade frases como "eu te amo".

Salvador José Pereira Ribeiro, 65 anos

Roqueiro, colecionador de carrinhos e apreciador de cervejas diferentes.

Salvo Barradas, 73 anos

Só havia uma coisa fazia seu coração bater mais forte que um jogo do Bahia: o amor pela família.

Selmo César Valadares, 61 anos

Com sorriso contagiante, este cristão de fé inabalável apoiava-se nas preces em todos os momentos de sua vida.

Tânia Regina Pereira Santos, 53 anos

Com o coração tão cheio de amor foi, além de mãe, a melhor amiga das filhas.

Terezinha Pio da Silva, 67 anos

Conquistou tudo sozinha, com o fruto do seu trabalho e primava por manter a família unida.

Tiago Paiva Miranda, 38 anos

Cheio de vontade de viver. Ele gostava de tomar umas cervejinhas com os pais nos finais de semana.

Ulisses Antônio Souza Guedes, 54 anos

O pôr do sol da praia do Farol da Barra em Salvador perdeu seu mais ilustre espectador.

Valdelice de Oliveira Sousa, 82 anos

Uma mãe e avó extremamente amorosa e que amava as flores.

Valdelice Venância Lemos, 88 anos

Uma mulher que chegou a quebrar uma tradição com seu caruru de Cosme e Damião.

Valdelício Cardoso dos Santos, 81 anos

Bem-humorado, era a alegria da festa. Gostava de ajudar o próximo, tomar uma cerveja gelada e comer abacaxi.

Valdete Silveira, 93 anos

Uma fortaleza na vida e uma doçura no trato, Detinha foi dona de si e muito apaixonada por cuidar da família.

Valdivio Leal da Cruz, 55 anos

Perpetuou sua missão de cuidado e atenção aos pais.

Valdo José Martins, 70 anos

Transformava tecidos, espumas, linhas, pregos e madeiras nos estofados mais bonitos da cidade.

Vanda Helena Pereira Pinheiro, 65 anos

Uma mulher de fibra que lutou desde o nascimento prematuro sem esmorecer. E fazia o bem sem olhar a quem.

Vera Lucia de Jesus Bomfim, 63 anos

A vida inteira ela trabalhou em escolas levando alegria e carinho às crianças, que amava acima de tudo.

Vitorio Marchesini Junior, 78 anos

Médico cuidadoso, deixa uma reflexão sobre a importância da família.

Washington Luiz Brito Santos, 58 anos

Viveu para ser lembrado por suas paixões e pelas noites de alegria.

Wellington dos Santos, 67 anos

Extrovertido, alegre e generoso. Doce como os doces que fazia.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa