INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Goiás

Adelita Ribeiro da Silva, 37 anos

Uma heroína que perdeu a vida para salvar vidas.

Antonio Fernandes de Barros, 52 anos

Foi o melhor marido e pescador de todos.

Arnaldo Barbosa Lima, 71 anos

A paciência era sua maior qualidade. O excesso de calma, seu único defeito.

Emivaldo Soares Martins, 63 anos

Carismático, humilde, trabalhador e, acima de tudo, humano. Um médico que exerceu a profissão por amor.

Fabiana de Azevedo, 40 anos

A caçula de cinco irmãos, que fazia dos sorrisos seu ofício.

Gesmar Serafim, 65 anos

Tinha ciúmes quando outra pessoa dirigia ‘sua’ ambulância. Dizia brincando que era dele.

Ivanildo Nogueira da Silva, 57 anos

Aquela voz inspiradora que nos despertava todas as manhãs dizendo "É só alegria!"

Jávier Martins de Oliveira, 57 anos

Alegre e bondoso. Sua risada era gostosa e seu olhar, gentil.

José Ronaldo Menezes, 60 anos

Sua principal virtude era servir o próximo.

Maria dos Santos Stival, 71 anos

Cozinhava e costurava como ninguém. Suas receitas e seus bordados tinham um elemento especial: o amor.

Maria Lopes de Souza, 66 anos

"Vamos fazer algo especial, já que estamos todos reunidos. Seja um almoço, uma sobremesa...", dizia ela.

Rafael Lucas Ferreira Alves da Silva, 34 anos

Suas idas à feirinha, aos sábados de manhã, para comer um pastel com garapa, eram um ritual.

Rafael Rodrigues Pereira, 31 anos

Seu maior sonho era ser pai. Pai de uma menina.

Ricardo Silveira, 64 anos

Do Araguaia ao Pantanal, nunca houve pescador igual.

Weuler Alves Barbosa Sobrinho, 36 anos

Era o dono das festas e também de um sorriso largo e contagiante.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa