INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Goiás

Adelino Moreira da Silva, 77 anos

Nada era obstáculo para que ele atendesse aos caprichos das filhas. Onde chegava, era acalento e paz.

Adelita Ribeiro da Silva, 37 anos

Uma heroína que perdeu a vida para salvar vidas.

Ademir Serafim da Silva, 62 anos

Dono de uma risada inesquecível, não deixava de visitar seus familiares.

Adhemar Lourenço, 83 anos

Um poeta que se vai como uma flor.

Adilson Cardoso Cunha, 51 anos

“Põe no 12, que a vida deve ser vivida com amor e intensidade”.

Adriano Ferreira Dias, 35 anos

Adriano foi amor, e nesse amor gigante ele deixará seu legado.

Albanir Flores da Silva, 80 anos

Ficou marcado pela alegria de viver e pelos sorrisos inocentes.

Alex Pereira de Jesus, 53 anos

Um grande amigo: valorizava os encontros e estava sempre disposto a ajudar.

Ana Cáritas Teixeira de Souza, 80 anos

Suas ideias e ensinamentos transformaram para sempre a vida de seus alunos.

Ana Duarte Nunes, 98 anos

Enquanto fazia crochê, contava piadas e histórias do passado.

Anderson da Silva Lopes, 34 anos

Queria viver intensamente com a família e tocar o coração das pessoas. Missão cumprida!

Anísio Pereira Borges, 63 anos

Deixou um legado de amor, responsabilidade e honestidade para sua família.

Antonio Fernandes de Barros, 52 anos

Foi o melhor marido e pescador de todos.

Antônio Jerônimo de Melo, 80 anos

O eterno marinheiro, brincava que foi nadando até o Rio de Janeiro.

Antônio Joaquim Dias, 84 anos

Um homem de coração grandioso e com fé inabalável em Deus.

Antonio Pedro Pereira de Carvalho, 60 anos

Gostava de compartilhar experiências vividas em seus tempos de fuzileiro naval da Marinha do Brasil.

Antônio Tirezo Pacheco, 71 anos

Alimentava planos para quando ganhasse na Mega-Sena.

Arcênia Ferreira de Sousa, 89 anos

Humilde e muito amorosa, assim era a prendada fazedora de pudins e de petas.

Areovaldo José Ferreira da Silva, 63 anos

Um “meninão custoso” que voava de paramotor e jogava futebol, aproveitando a vida com simplicidade e alegria.

Arnaldo Barbosa Lima, 71 anos

A paciência era sua maior qualidade. O excesso de calma, seu único defeito.

Augusto Cesar Ferreira de Sousa, 41 anos

Ele se dedicava a ser feliz pelo tempo que podia, e acreditava que o sorriso tinha o poder de transformar.

Bárbara Correia Nepomuceno, 26 anos

Expansiva e com pressa de viver, fazia amizades com facilidade e alegria.

Benedita Antonia da Costa, 77 anos

Tinha grande conexão com Deus, dava bons conselhos e fazia um arroz com feijão inigualável.

Benedito Silvério de Andrade, 73 anos

Ele amava as estradas e sabia que "com fé em Deus, no final tudo dá certo".

Bonifácio Mario da Silva Júnior, 36 anos

Começou a trabalhar muito cedo, mas nunca se esqueceu de brincar.

Carlos Euripedes Vieira de Sousa, 45 anos

Um enófilo que deixava o ambiente sempre mais leve. Ele era a alegria em pessoa.

Célia Elias Gomes, 54 anos

Suas delícias serão lembradas com afeto e saudade por quem teve o prazer de saboreá-las.

Célia Rodrigues Oliveira, 61 anos

Na doçura de suas mãos qualquer semente vicejava, até mesmo a natureza a amava.

Celso José da Silva, 57 anos

Das festas em casa ao churrasco à beira da piscina, tudo era oportunidade de estar junto a quem amava.

Celso Rios Neto, 44 anos

Rubro-negro por paixão. Tinha uma alegria contagiante e um amor incondicional pela família.

Cícero Romão Batista, 78 anos

Gostava de comer cuscuz, balançar na rede e ouvir um modão. Fez desses momentos oportunidade para ser feliz.

Ciro Ricardo Pires de Castro, 75 anos

Mais que pai, um profissional dedicado que teve a missão não só de salvar, mas de transformar vidas por amor.

Claudionor da Silveira Machado, 76 anos

Apaixonado por seus tratores, abriu caminhos para uma estrada de exemplos fortes, onde deixa amor e alegria.

Claudionor Oliveira Santos, 65 anos

Gostava de desenhar, fazer colagens com papéis de revista picados e reformar quadros que ficavam sempre lindos.

Cleidimar Ferreira Barbosa, 48 anos

Na memória de amigos e alunos, uma professora que ensinou muito mais que sua matéria.

Cleiton Rodrigues Camargo, 45 anos

Aos domingos, almoçava com a esposa e a filha, sempre no restaurante que tanto gostava.

Conceição Aparecida de Souza Lima, 59 anos

Tinha luz própria e a habilidade de rir e fazer sorrir.

Corinto Xavier da Silva, 82 anos

O relojoeiro que fez do tempo seu aliado. Agora, é tempo de memórias...

Dalila Martins de Jesus, 68 anos

De vez em quando guardava objetos em lugares secretos, onde ninguém era capaz de encontrar.

Darlan Mendes da Costa, 40 anos

Conciliador, não gostava de ver ninguém brigando que logo tentava promover as pazes.

Diego Xavier Nunes, 37 anos

Lançava um novo olhar sobre tudo o que fazia. Um ser humano como poucos.

Dirce Ponce Leones, 86 anos

A moça da janela mais conhecida de Uruaçu, que virou lenda pelo alto-astral contagiante.

Divino Euripedes da Silva, 57 anos

Quem via aquele homem baixinho na estatura, não imaginava quão grandes eram seu coração e sua generosidade.

Domiro Neves dos Santos, 84 anos

Homem de poucas palavras, mas de pensamentos rápidos e precisos.

Edilson Filgueira da Silva, 60 anos

De engraxate a prefeito eleito, a trajetória de um caçador de nuvens.

Edimar Ferreira Mendes, 49 anos

Serralheiro animado, era fã do Amado Batista e devoto de Nossa Senhora d’Abadia.

Edimar Mendes, 73 anos

Era decidido. Ajudar o próximo era o seu forte.

Elismar dos Santos Soares, 59 anos

“Tem que agir para vida!”, dizia sempre. Para ela, era uma obrigação estar sempre a postos.

Emerson Henrique Ferreira da Silva, 48 anos

Feirante, Jarrão vivia tranquilo, não gostava de pressa.

Emivaldo Soares Martins, 63 anos

Carismático, humilde, trabalhador e, acima de tudo, humano. Um médico que exerceu a profissão por amor.

Erivan Pinto Pereira, 41 anos

Conhecido pela sua risada singular e pela vaidade com seus cabelos.

Erotides de Freitas Cavalcante, 80 anos

Sempre amparada por sua fé em Jesus Cristo, tinha para todos uma palavra de amor e esperança.

Etel Marieta Batista da Fonseca, 79 anos

O presente mais valioso que Etel Marieta ofereceu aos seus foi o seu amor, infinito e incondicional.

Eunice de Paula Souza, 78 anos

Era solidária e queria sempre ajudar, dando muitas vezes o pouco que possuía.

Eurípedes Ribeiro, 69 anos

Fazia piada de tudo. Onde quer que estivesse, era uma festa sempre.

Eustáquio de Deus Ferreira, 58 anos

Colecionava apelidos e causos de pescaria. Espalhava afeto, dizendo que ninguém perde por ser bom.

Fabiana Alves da Silva, 48 anos

Era a responsável por cada detalhe caprichado das festas em família, inclusive por fazer um biscoito frito inigualável.

Fabiana de Azevedo, 40 anos

A caçula de cinco irmãos, que fazia dos sorrisos seu ofício.

Fernanda Matias Pereira Rodrigues Freitas, 43 anos

Uma mãe que conseguiu realizar os sonhos com amor, dedicação e um sorriso no rosto.

Fidelcino Alves de Santana, 85 anos

Um baiano arretado, teimoso e incrível.

Flora Damião Souza, 65 anos

Costureira de mão-cheia, criou três filhas no pedal de sua máquina e era muito conhecida em sua cidade por se destacar no que fazia.

Francisca Iranilda Barbosa, 63 anos

Uma bióloga mineira que viveu em Goiás e manteve suas raízes na fé, no amor aos seus e no preparo de pães de queijo.

Francisco Javier Agut Sanchez, 72 anos

Espanhol apaixonado pelo Brasil, encontrou um novo amor no país, que se tornou seu lar.

Francisco Torres do Ó, 72 anos

Um coração nordestino que atravessou a secura do semi-árido transbordando amor.

Geluter Maria Alves Garcia, 62 anos

Lulute era caprichosa em tudo que fazia. Seus doces eram sem igual...

Generi Faria de Carvalho, 66 anos

Foi líder na vida, vivendo e ensinando o sentido das palavras: resiliência, fé e acolhimento.

Gerson Bispo Moreira, 72 anos

Transbordou seu talento inato em retratos, desenhos, pinturas e exímias caligrafias.

Gesmar Serafim, 65 anos

Tinha ciúmes quando outra pessoa dirigia ‘sua’ ambulância. Dizia brincando que era dele.

Gilmar José de Freitas Guimarães, 55 anos

Administrou Caçu com sabedoria e fé, deixando uma cidade melhor para as futuras gerações.

Helcio José da Motta, 77 anos

Professor, guerrilheiro, optometrista e até "guru" de alguns; lutava por seus ideais e inspirou toda uma geração.

Hélio Gumercino de Oliveira, 49 anos

Flamenguista roxo, com uma risada escandalosamente marcante e um bom humor nato.

Hellen Cássia Sanches Póvoa, 25 anos

Amava um batom vermelho; era sempre a mais charmosa e a do sorriso mais belo.

Hilda Oliveira Custódio, 64 anos

Era vaidosa, adorava dançar e nunca deixou de celebrar a vida.

Hymon Elias da Costa, 49 anos

Tinha a fama de tagarela, sabia contar causos como ninguém. Todos admiravam seu talento para fazer rir.

Ione Cândida Costa Azevedo, 56 anos

Presenteava a todos de coração e sabia, com sua alegria, provocar festa onde chegava.

Irani Rosa Cândido, 73 anos

Tinha uma luz, uma alegria e uma sabedoria que, assim como seus bolinhos de final de tarde, eram incríveis.

Ivaldo Rodrigues Lima, 42 anos

Por onde passava deixava um pouquinho da sua essência.

Ivanildo Nogueira da Silva, 57 anos

Aquela voz inspiradora que nos despertava todas as manhãs dizendo "É só alegria!"

Jacy de Oliveira Montalvão, 89 anos

Jajá enchia de cor a vida dos amigos com suas travessuras de eterno menino.

Jaime Fernandes Batista, 64 anos

Contador nato de causos, encantava a todos com suas histórias de viagens e acontecimentos da vida.

Janethe Alves de Amorim, 81 anos

Uma abelha-rainha que reunia família e amigos para servir boa comida ao som de modão sertanejo.

Jávier Martins de Oliveira, 57 anos

Alegre e bondoso. Sua risada era gostosa e seu olhar, gentil.

João Olimpio de Souza, 61 anos

Adorava reunir a família para comemorar aniversários, pois sabia que todos merecem ter seu dia celebrado.

João Valdevino Alves Filho, 58 anos

Nos finais de semana levava o delicioso pão recife para o seu lar.

Joel Vieira, 49 anos

Ninguém ficava triste perto dele.

José Adonizete de Lima, 61 anos

Apelidou carinhosamente todos os sobrinhos, era um nome mais divertido que o outro.

José Bernardo Neto, 78 anos

Com seu jeito contido, soube rimar amor com humor.

José Borges da Silva, 55 anos

Quando saía para viajar, passava em casa com o caminhão. Buzinava, dava tchau e então sumia em meio a poeira da estrada.

José Dantas de Lima Filho, 89 anos

Melhor padrinho do mundo, encantava crianças contando e cantando histórias e, em dezembro, virava "Papai Noel".

José Dásio Santiago, 67 anos

Um professor que, na simplicidade de seus hábitos e gestos, ensinou as maiores lições.

José Fernandes Nepomuceno, 75 anos

Não mediu esforços para os dois filhos estudarem e os viu concluir o ensino superior.

José Figueira de Freitas Filho, 87 anos

Em suas longas caminhadas, ele dizia "Alegria, alegria!" aos passantes do semblante entristecido.

José Geraldo Guimarães, 71 anos

Sua felicidade era ouvir moda de viola ao lado da esposa, saboreando um pãozinho de queijo.

José Jerônimo Dantas de Lima, 47 anos

Simples e com um enorme coração, nunca perdeu a fé em Deus e na humanidade.

José Paulo da Cruz, 61 anos

Gostava de cantar modas de viola com a família, especialmente em festas de aniversário.

José Rodrigues de Oliveira, 88 anos

Zezé Metralha era um avô cuidadoso que aguardava com ansiedade a pescaria anual no Araguaia.

José Ronaldo Menezes, 60 anos

Sua principal virtude era servir o próximo.

José Santos da Silva, 70 anos

Mesmo sendo analfabeto do Cerrado, aprendeu a decifrar com inteligência todas as coisas.

José Teixeira de Souza, 65 anos

Não importavam as dificuldades. Para seu Zé Teixeira, tudo acabava bem em dia de pescaria, sinuca, ou vitória do Flamengo.

José Vicente Santiago, 75 anos

Os passarinhos lhe sussurravam amor. Ele amava.

Júlio César de Carvalho, 56 anos

Alegria e harmonia conduziram seus passos em uma trajetória vivida com paixão.

Jurandir Leite Barbosa, 62 anos

Pai dedicado e avô companheiro, saiu lá de Caruaru, Pernambuco, com os irmãos para fazer história em Rio Verde, Goiás.

Leonarda Pereira de Araújo, 84 anos

De amor e fé inabalável, saiu do sertão do Piauí e constituiu uma linda família em Goiás.

Leontina de Bastos Araújo, 81 anos

A bordo de um ônibus, no barracão dos fundos da casa ou no forró, ela soube viver intensamente.

Lindaura Costa Dias, 82 anos

Foi mãe e fonte de força para todos.

Lorival Ferreira dos Santos, 70 anos

Apaixonado pela vida, por sorrisos e por pessoas.

Luzia Rodrigues dos Santos, 75 anos

Sempre calma e sorridente, adorava viajar, conhecer pessoas e presentear quem ela amava.

Manoel Machado Fagundes, 77 anos

Reunia-se com os irmãos e amigos na fazenda para tocar violão e cantar noite afora.

Mara Hilda Teodoro Couto, 49 anos

Foi uma mulher de riso solto e contagiante.

Marcos Elias Ferreira Rodrigues, 59 anos

Buchim, como era conhecido, sempre dizia que seu sangue era enferrujado, devido ao amor pelos carros velhos.

Marcos Roberto Rodrigues Pereira, 44 anos

Amante das coisas simples da vida, sempre elegia Caldas Novas para as férias e amava estar na companhia da família.

Maria Aparecida Cabral, 70 anos

Mulher negra, forte e fiel. Dona de uma família linda que ajudou a construir.

Maria Divina da Silva Arantes, 70 anos

Era uma verdadeira criança crescida, amava andar descalça e se deliciava quando tinha mandioca com molho tártaro.

Maria dos Santos Stival, 71 anos

Cozinhava e costurava como ninguém. Suas receitas e seus bordados tinham um elemento especial: o amor.

Maria Floripes do Nascimento Ventura, 75 anos

Benzedeira renomada, fez da fé o alívio para os males do corpo e da alma de quem batesse à sua porta.

Maria Lenilda Pimenta, 75 anos

Ela era amor em tudo o que fazia e em tudo o que dizia.

Maria Lopes de Souza, 66 anos

"Vamos fazer algo especial, já que estamos todos reunidos. Seja um almoço, uma sobremesa...", dizia ela.

Maria Luiz Maciel, 82 anos

Carinhosamente chamada de "tia Maria", gostava de sentar em frente à porta de casa e prosear.

Maria Olinda de Souza Batista, 65 anos

Linda no apelido e no coração; era capaz de ficar descalça para dar os chinelos a quem mais precisasse.

Maria Placidina de Paula, 53 anos

Nutriu amor e compaixão a Deus, ao próximo e à cidade que a acolheu como sua.

Marli Teixeira dos Santos Macedo, 55 anos

Sempre deu aulas de generosidade e empatia, ensinamentos que iam muito além das salas de aula.

Marly Gomes da Silva, 49 anos

Tinha uma empatia acima do normal e se emocionava profundamente com as tristezas do mundo.

Miguel Sebastião de Deus, 83 anos

Foi vereador de Itapaci durante quatro mandatos, sendo reconhecido e respeitado pelos habitantes da cidade.

Mirtemar de Jesus Gonçalves, 44 anos

Sempre que perguntavam como ele estava respondia: "Xic de doer", assim, com xis. Era sua marca registrada.

Moisés Agostinho Baloi, 43 anos

Professor por vocação e advogado por paixão.

Naim Batista da Silva, 60 anos

Expressava seu amor à família com mensagens cheias de afeto, ao amanhecer e antes de dormir.

Natalina Maria Meireles, 86 anos

Ela era luz! Adorava uma fotografia com as plantinhas que cuidava com tanto carinho.

Odilon Teixeira dos Santos, 53 anos

Amigo dos animais: cachorros, galinhas e calopsitas eram as suas paixões.

Ormezinda Geralda Joana, 76 anos

Havia sempre um lenço adornando a cabeça dela que, não largava a tradição familiar de dormir, após o almoço, com o prato na mão.

Pedro Borges dos Reis, 66 anos

Foi de uma humildade e integridade que serão para sempre inspiração.

Rafael Lucas Ferreira Alves da Silva, 34 anos

Suas idas à feirinha, aos sábados de manhã, para comer um pastel com garapa, eram um ritual.

Rafael Rodrigues Pereira, 31 anos

Seu maior sonho era ser pai. Pai de uma menina.

Raimundo Leonardo Bezerra, 59 anos

Foi um apaixonado por cavalos e romarias, como as que fazia por Nossa Senhora D'Abadia.

Ricardo Silveira, 64 anos

Dono de uma voz linda e potente e a pessoa mais alegre de sua família.

Rita Fernandes Lima, 59 anos

Adoçava a vida com geleia de mocotó e muita música no coração.

Rubens Francisco Miranda da Silva, 66 anos

Papai Noel de tantos Natais, tinha o dom de arrancar sorrisos por onde passasse.

Sara Saadeh Rajih Badaiwi, 61 anos

Conquistava pelas doces palavras e pelos pratos que nos enchiam de energia e alegria.

Sebastião Dutra Filho, 53 anos

Um contador de histórias. Homem simples, generoso e muito sábio.

Selma Ferreira de Paula Cabral, 62 anos

No hospital, onde realizou a missão de sua vida, organizava com afeto todos os aniversários dos colegas de profissão.

Silvia Fraissat Reis, 86 anos

Artista plástica que traduzia sua força e beleza na delicadeza de suas porcelanas.

Simone de Oliveira Porto, 51 anos

Amava cozinhar para família e amigos acompanhada de uma taça de vinho.

Sineide Cardoso de Jesus Rodrigues, 57 anos

Uma técnica de enfermagem que tinha o dom de ajudar as pessoas mesmo fora do trabalho.

Valleria Neres Oliveira Souza, 30 anos

Destemida e defensora feroz dos injustiçados; soube conciliar afeto, firmeza e coragem.

Vany José de Souza Macedo, 71 anos

Seu sorriso e sua alegria causavam o mesmo efeito das orquídeas, que encantam os olhos e enternecem os corações.

Vicência Gonçalves de Lima, 90 anos

Era doce feito os doces que amava fazer, e perfumada como as rosas de seu jardim.

Vicente Carlos de Paiva, 87 anos

Honestidade era seu nome do meio. Como tinha amor pela vida e pelos filhos!

Walter Joaquim de Souza, 58 anos

Chamava os desconhecidos de gerente, e se descontraía nos goles de cerveja entre amigos.

Wania de Sousa Majadas, 80 anos

Amorosa e gentil, ensinou muito mais do que Literatura: ensinou a arte do amor.

Washington Araki, 69 anos

Gostava de consertos e cantorias.

Wellington Leandro da Silva, 32 anos

Viveu alegremente cada momento da sua vida fazendo o bem, sem nunca olhar a quem.

Wesclay Morais Lopes, 39 anos

"Sempre disse que você era bom demais para ser daqui, meu anjo."

Wesley Augusto Alves Ferreira, 48 anos

Gostava de aguar as plantas de sua pousada sem camisa, só pra causar com as senhorinhas da rua. Era pura diversão!

Weuler Alves Barbosa Sobrinho, 36 anos

O dono das festas e também de um sorriso largo e contagiante.

Yvonne da Cunha Carvalho, 83 anos

Conhecida por sua generosidade, distribuía mimos e agrados para quem a ajudasse nas pequenas tarefas do dia a dia.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa