INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Minas Gerais

Adailton Caetano, 70 anos

Sem perder de vista a sua filha, a essa altura está fazendo o que mais gostava: andando por aí...

Adelaide de Souza Martins, 50 anos

Amiga e solidária, tinha sempre um sorriso no rosto.

Adelina Vidotti de Souza, 91 anos

Uma nonna italiana, generosa e inesquecível.

Ademar Rodrigues Soares Filho, 62 anos

Tinha um cuidado muito especial com os sobrinhos e compartilhou com eles o amor pelas coisas simples da vida.

Adolfo Rogélio Nunes, 68 anos

De bem com a vida, sempre sorrindo. Amava a natureza, os dias ensolarados de verão, os filhos e os netos.

Ailton Pereira da Silva, 66 anos

Excelente maquinista, habilidosamente conduziu a mais importante rota de viagem: a da vida.

Alexandre Ferreira de Souza, 92 anos

Figura famosa em Augusto de Lima. Tinha um violão inseparável e amor imenso pela vida e pela família.

Alexandre Martins da Silva, 55 anos

A qualquer tempo e em alguma medida, encontrava maneiras de tornar os ambientes alegres e os afazeres cotidianos leves.

Alexei Claudio Divino, 52 anos

Sem descuidar da família, reservava as quartas-feiras para a cervejinha gelada durante o papo com os amigos.

Alexis da Silva Linhares, 37 anos

Amava ir a festas, e sempre chegava acompanhado de sua garrafa de vinho.

Aloisia Maria de Andrade Gonçalves, 58 anos

Sempre alegre e amorosa, era mediadora de conflitos, defendia a bandeira de paz e prezava muito por isso.

Altina de Carvalho Pinheiro, 91 anos

Fez colchas de crochê bem coloridas para cada um dos filhos e fez também o enxoval dos netos.

Amarilda Consolação Barbosa, 59 anos

Aplicava seus dons de artesã para preparar o mais lindo presépio no hospital em que era enfermeira.

Ana Alves de Jesus, 84 anos

Uma guerreira preciosa e de sorriso lindo. Semeava amor e carinho.

Ana Cândida de Oliveira, 88 anos

Sempre buscou ser a mulher cuja força e independência inspiraram marido, filhos e netos.

Ana Carla de Lima e Silva, 30 anos

Apaixonada por girassóis, fez questão de ofertar essas flores em sinal de gratidão.

Ana Carla Ferreira da Costa, 41 anos

Exuberante na alegria e na vaidade, nunca saía sem passar um batom, e qualquer ocasião já era motivo para uma roupa nova.

Ana Cláudia Monteiro de Oliveira Araújo, 46 anos

Seu maior desejo era ver seus filhos crescerem, serem felizes e se realizarem.

Ana Inácia Gonçalves, 77 anos

Seu coração era do tamanho do mundo. Fazia sua neta se sentir especial, bonita e amada.

Ana Luiza Sales Bernardino, 30 anos

Lutava bravamente pela igualdade e pelo fim do preconceito.

Ananias Assis da Silva, 76 anos

Amava a singeleza de uma planta, sua referência à vida de menino no interior, na roça, como ele dizia.

Andréia Limas Pereira, 39 anos

A pessoa mais sorridente que já existiu!

Ângela Maria Ferreira da Silva, 62 anos

Batalhadora e de bem com a vida, amava festas e passear. Cozinheira de mão cheia e boa de garfo.

Antenor Alves de Farias, 78 anos

Alma bondosa e digna de estima, ele despertou em todos que o cercavam um carinho que não pode ser esquecido.

Antônio Albino José de Mateus, 96 anos

Quando feliz, e para despertar a casa, se transformava em um passarinho assobiador.

Antônio Carlos de Oliveira, 67 anos

Na casa de familiares ou amigos nada ficava quebrado, nenhuma torneira pingando, ele era o gentil "faz-tudo".

Antônio Clóvis Ferreira, 84 anos

Adorava bailes de terceira idade e amava a dança. Sempre fazia uma fezinha na loteria.

Antonio Eduardo Martins Guerra, 88 anos

Seu prazer era distribuir frutas do pomar para os amigos.

Antônio Inácio dos Santos, 77 anos

Tinha uma risada gostosa de se ouvir, sempre recebia os seus dizendo: "Deus te abençoe!"

Antônio José de Carvalho Rosa, 53 anos

Honrou sua missão como diácono permanente, exercendo sua fé de forma a auxiliar seus irmãos em quaisquer necessidades.

Antônio Lemes, 84 anos

Viveram com amor. E no amor, juntos, encontraram repouso.

Antonio Lopes do Nascimento, 78 anos

Carismático e encantador, nunca fez mal a ninguém e nunca reclamou da vida.

Antônio Lúcio da Silva, 59 anos

Só de ouvir o barulho do motor de um ônibus, já conseguia diagnosticar com precisão o problema.

Antônio Marcos de Souza, 67 anos

Nos momentos de lazer, passava horas escutando os seus discos do Roberto Carlos, com uma cervejinha gelada a tiracolo.

Antônio Miranda de Oliveira, 85 anos

Um homem de vestes elegantes e gestos simples.

Antônio Paulino de Sousa, 68 anos

Vendia um delicioso cachorro-quente em sua Kombi azul, na pracinha de Araguari.

Aparecida Euripa Pereira Ribeiro, 61 anos

Tia Aparecidinha, como era chamada por seus alunos, cuidava do bem-estar das crianças do transporte escolar à sala de aula.

Aparecida Gonçalves Domingues, 62 anos

Ela possuía o dom de acolher e cuidar. Alegre que era, adorava conversar e estar com os netos.

Aparecido Dias da Silva, 73 anos

Adorava contar suas histórias de pescador.

Aristides Alvim Drumond Lage, 75 anos

Era a alegria da rua em que morava, pois sempre trazia doces, verduras e frutas da roça para toda a vizinhança.

Aristóteles Atheniense, 84 anos

Era um ser humano do mundo. Aproveitava cada minuto intensamente.

Armando Fernandes Branco, 77 anos

Sempre alegre e elegante, jamais deixou de levar consigo uma piada pronta na ponta da língua.

Arnaldo Araujo Souza, 53 anos

Homem de poucas palavras, acalentava e dizia muito com o olhar.

Aura Doraci Pinto Duarte, 53 anos

Com a luminosidade de seu olhar e a doçura de seu coração, tinha o dom de ser amorosa e assertiva ao mesmo tempo.

Aurélio Edevaldo Lopes, 68 anos

Leve e irreverente, comprava lembrancinhas para entregar às crianças que encontrasse pelo caminho.

Auta Lopes Fernandez, 85 anos

Um amor de cinema e uma história de vida de arrancar muitos suspiros.

Benedita Pereira dos Santos, 74 anos

Dona de um grande coração e de uma alma acolhedora, costumava dizer: "Tá bestando, uai".

Benedito da Silva, 107 anos

Foram 107 anos de pescaria, de luz, de sorrisos e de fé em Deus! Mais de um século de uma vida abençoada.

Carlos Alberto Gonçalves Veloso, 57 anos

Gostava de levar café na cama e deixar bilhetes com recadinhos em datas comemorativas para os familiares.

Carlos Alberto Marques Silva, 68 anos

Cantarolava músicas que ele mesmo inventava, preenchendo o ambiente com a sua alegria.

Carlos Augusto Flores da Cunha, 80 anos

Sua maior lição: a vida pode ser simples, honesta e nos proporcionar muitas alegrias.

Carlos Humberto Junior, 51 anos

Muito brincalhão, era impossível ficar perto dele sem cair na risada.

Carlos Robson de Alarcão Carísio, 60 anos

Acreditava que todos os cidadãos merecem um atendimento médico de excelência; e fazia a sua parte.

Caroline Fátima Nascimento Pacheco, 27 anos

Falava pouco. O coração dizia tudo.

Carolino Mendes da Silva, 75 anos

Precisando de transporte, era só chamar o mais antigo taxista de Muriaé.

Cecilia Maria Parreiras Maia, 75 anos

“É muito melhor servir do que ser servida”, esse era o seu lema.

Celeste Henriques Silva, 92 anos

Congelava o nome dos jogadores de futebol do time adversário para que eles perdessem a partida.

Célia do Socorro Santos, 53 anos

Cozinheira de mão cheia! Deixa lembranças em sabores, conselhos, alegria e amores na vida dos que tocou.

Célia Maria de Oliveira, 53 anos

Tinha o maior orgulho do brilho de suas panelas e do aroma de seus pães e roscas assando no forno.

Célia Maria Ferreira Vicente, 60 anos

Passeava feliz pela beira-rio com o neto, colhendo amoras, pitangas e mangas no caminho.

Célio Vieira, 77 anos

Fez o mundo mais bonito através de suas pinturas.

Celso Romão Cardoso de Almeida, 75 anos

Um tricolor apaixonado pelo time e pelos momentos em família. Caratinga e sua risada marcante deixam saudade.

Cirene Guilhermina Pires, 67 anos

"Vou falar que está tudo bem, e vai ficar tudo bem!", dizia Nena.

Cláudia Aparecida Machado de Amorim, 54 anos

Sua vocação era maternar: flores, filhos, amigos e alunos.

Cláudio Alves Paula, 47 anos

Tinha um coração único e especial. Era chamado carinhosamente de "Amor" pelas irmãs.

Cláudio Antônio de Oliveira, 60 anos

Um sábio professor que adorava uma roda de conversa, lutava pela educação e defendia as minorias.

Claudio Manoel Ricardo, 69 anos

O mineiro que fez história na Pauliceia Desvairada.

Cláudio Rigobelo, 53 anos

Viveu como gostava, vendendo seus queijos e sonhando em ter o seu próprio negócio.

Cláudio Roberto Rodrigues, 70 anos

Foi um homem agradecido por tudo que fizeram por ele ou para ele.

Cleide Heleni Neves, 68 anos

Apressada e com urgência de viver, tinha vontade de estar sempre viajando.

Clemência de Souza Francisco, 66 anos

Recheava com amor as mini pizzas que a tornaram conhecida como a Tia da Pizza, em Ipatinga.

Clemência Pereira Rodrigues, 72 anos

Kelé era mãe leoa, bem-humorada e dona de um sorriso marcante.

Cleuza Carlos, 73 anos

Dizia ''sim'' para tudo, menos para largar o copo de leite com café.

Conceição Aparecida Tavares, 83 anos

Conversava segurando a mão da outra pessoa, para que ela ficasse mais um pouco.

Conceição Vitorino Segal, 71 anos

Devota fervorosa de Nossa Senhora, orava por todos, pedindo aos céus bênçãos e proteção.

Daniel Barbosa Rezende, 38 anos

Amoroso, sempre mandava mensagens de afeto à família.

Danilo Alves Rocha, 34 anos

Companheiro de todos, ganhou o concurso de "amigo mais legal" no bairro em que morava.

Dante Nicola La Rocca, 78 anos

Eternizou risadas, boas recordações e histórias que sempre farão a família e os amigos sorrirem.

Danubia Pereira Venâncio, 36 anos

Com sua pressa em ser feliz, fazia da vida uma festa, vivendo com intensidade cada momento.

Denerson Maia de Moraes, 57 anos

O que nunca lhe faltou foi amor.

Denize Aparecida Teutschbein Leite, 56 anos

Ensinou o que significa verdadeiramente amar.

Divina Clarinda da Silva, 66 anos

Frequentadora de serestas e quermesses, seu maior prazer era se arrumar e sair para dançar.

Dulcilene de Fatima Froeder Rodrigues, 49 anos

Sentia-se realizada por apresentar um novo mundo, com letras e números, aos seus pequenos alunos.

Eder Bueno Arantes, 49 anos

Estava sempre na casa da mãe ou dos irmãos para realizar as refeições e passar o tempo com a família.

Édila Adolfina Mascarenhas de Araújo, 76 anos

Estava constantemente com um sorriso estampado no rosto e adorava distribuir beijos e abraços.

Edivaldo Raimundo de Oliveira, 60 anos

Tinha nas mãos a força do trabalho e no coração a leveza do menino apaixonado por pipas e pelo Flamengo.

Edmar José Dutra, 59 anos

Amava o trabalho com a cafeicultura. Aos domingos, não dispensava a bola, o churrasco e a cerveja em família.

Edmundo Aparecido Marques dos Santos, 53 anos

Fazia amizades com um piscar de olhos.

Edna Antônia de Moura Freitas, 77 anos

Vovó Nininha de pequena não tinha nada: era uma grande mulher cujo olhar transmitia amor e serenidade.

Edson Brás Moreira, 71 anos

Em sua simplicidade, orgulhava-se em proporcionar à família grandes viagens.

Edson Eustaquio da Silva, 73 anos

No país do futebol, ele gostava mesmo era de Fórmula 1; acordava cedo ou até de madrugada para assistir as corridas.

Edson Henrique Nery, 54 anos

Praticava e defendia a ideia de que "Quem guarda tem".

Eduardo Gabriel do Couto, 86 anos

Um avô para ficar na saudade. Era a força que levantava a família nos momentos de incerteza e de vulnerabilidade.

Efigênia Ferreira de Souza, 81 anos

Mãe protetora e dedicada, optou por uma família numerosa para distribuir todo o amor que guardava no peito.

Elcio Candido Moreira, 61 anos

O melhor e mais sorridente mestre de obras, que amava operar uma empilhadeira.

Eli Malcon Soares de Oliveira, 72 anos

Campeão nos ringues e na vida, deixou exemplos de coragem e perseverança.

Eliana Inez Martins, 44 anos

Ao descer o morro de bicicleta, soltava o freio para apreciar a aventura e o vento no rosto.

Elidéa Maria Juliano de Albuquerque, 74 anos

Deinha era arteira, com suas traquinagens cativava as pessoas e aprontava surpresas.

Eliete Venceslau da Silva, 50 anos

As orquídeas enfeitavam sua casa e, junto à família, davam o colorido que alegrava sua vida.

Elisio Silva Costa, 59 anos

Era um homem extraordinário, marcado por muitas virtudes. Íntegro e honesto, estava sempre disposto a ajudar o próximo.

Eni de Oliveira Carvalho, 84 anos

Uma mineira de fé, cheia de vida e com mãos de amor.

Eraldo José Fontes, 61 anos

Gostava de compor poemas e músicas. Adorava presentear e fez da sua vida uma entrega à família.

Erasmo Lopes de Lima, 81 anos

De ouvido, era capaz de tocar qualquer instrumento, do acordeão ao violão

Eriton Pedro dos Santos, 62 anos

Mecânico atento, não gostava de nada ultrapassado; amava os carros e era fascinado pelos avanços tecnológicos.

Erli Dias Moraes, 76 anos

Sabia cozinhar muito bem e seu prato mais famoso era o arroz com batatinhas.

Ermelinda Claret Ribeiro de Castro, 78 anos

Dedicava parte do seu dia a tecer peças em crochê, era uma mais caprichada do que a outra.

Erminia Martins da Costa, 83 anos

Bondosa que só ela. Não se esquecia nunca de ajudar o próximo.

Ernane Avelar Fonseca, 65 anos

Falava tudo com um grande sorriso no rosto.

Esvandir Teixeira, 72 anos

Um especialista no corpo humano, assistente na formação daqueles que salvam vidas.

Expedito Gomes de Lima, 87 anos

Nunca desistiu ou se deixou parar pelas dificuldades, era sonhador demais para não mais tentar.

Fabrício Manoel Torres Silva, 39 anos

Um nerd antenado que adorava um churrasco.

Fabrício Ribeiro Rodrigues, 33 anos

Homem de Deus que amava estar na roça, tomar banho de rio e comer um bom frango caipira.

Fabrício Torres Sampaio, 73 anos

Sua busca pelo conhecimento o movia. Viajava para aprender sobre outros povos, culturas e modos de vida.

Fernando La Rocca, 71 anos

“Tirando os problemas, o resto tá tudo bem”, era a resposta dele quando alguém perguntava como ele estava.

Fernando Lana, 72 anos

Após se aposentar, esse jornalista continuou a fazer sucesso no blog criado por uma de suas maiores fãs, a filha.

Florêncio Faustino Antunes, 75 anos

Suas histórias de vida tornaram-se contos e prosas para quem o acompanhou e teve a sorte se ouvi-lo.

Francisca Rodrigues de Brito, 73 anos

O pilar de sua família, dona do melhor abraço e de uma felicidade só dela. Ica era querida por todos.

Francisco de Paula Vitor Patrício, 51 anos

São Paulino apaixonado por ensinar crianças a jogar futebol.

Francisco Eugenio Mesesese Pereira, anos

Certa vez construiu um painel de luz solar "do zero", para honrar sua paixão por tudo o que é renovável.

Francisco José de Moura, 71 anos

Dono de uma personalidade imperturbável, gostava de prazeres simples, como jogar damas na pracinha.

Francisco Marciano da Silva, 74 anos

Um mineiro apaixonado pela vida, pela família e por futebol.

Francisco Marconi Gonçalves, 79 anos

Simples, sereno e sorridente, ele gostava de organizar as fotos para ter sempre à mão as melhores lembranças.

Francisvaldo Feitosa da Silva, 53 anos

Seu lema era serenidade e paz. Tio Valdo era pura poesia.

Gabriel Victor dos Santos Crovato, 25 anos

Fazia as pessoas acreditarem na capacidade de ir atrás dos próprios sonhos.

Genésio de Souza, 89 anos

Homem de sábios conselhos que tocava o berrante para celebrar a chegada dos entes queridos.

Geni da Silva Valeriano, 78 anos

Seu companheirismo e dedicação à família deixaram saudades.

Geni Ferreira de Lima, 80 anos

Marcava presença em todas as ocasiões especiais para os netos, chegando uma semana antes da data.

Geralda Bruno da Silva, 92 anos

Uma sábia mineira nonagenária que foi agricultora, parteira, dona de casa, costureira e tocadora de gaita.

Geralda Maria Aparecida Souza Santos, 56 anos

Geralda permanece docemente lembrada no sabor das tradicionais quitandas, típicas das Minas Gerais.

Geraldo Camilo Gomes, 85 anos

Orgulhoso em falar da família, “Fá da Motinha” era morador e uma grande personalidade de Acaiaca.

Geraldo de Assis de Souza, 84 anos

Leal ao amigo preso durante a Ditadura Militar, levava em seu caminhão a família toda para as visitas de domingo.

Geraldo de Magalhães, 93 anos

Cuidava da bela horta no quintal, onde fazia questão de plantar as ervas medicinais usadas pela companheira.

Geraldo de Oliveira, 82 anos

Contemplativo, tomava o ônibus e anotava os nomes das cidades que via pela janela.

Geraldo Jacinto, 68 anos

Presente nas melhores lembranças da filha, tinha um Fusca azul 1977 como xodó e era fã de Roberto Carlos.

Geraldo Rodrigues da Costa, 76 anos

Autodidata, desenhava plantas que impressionavam qualquer engenheiro.

Gerusa Machado Pagliaro, 88 anos

Uma força da natureza. Uma mulher à frente do seu tempo.

Gesio Alves de Gouveia, 63 anos

Gostava de ver a família unida e não media esforços para ver todos bem.

Getúlio Mendes de Souza, 77 anos

O homem de mil e um empregos era batalhador e amável, sempre teve fé na vida e nunca se rendeu às dificuldades.

Gicele Veloso de Lima, 36 anos

Uma jovem muito especial e doce. Não via maldade no mundo e estava sempre disposta a ajudar.

Gilberto José dos Santos, 61 anos

Pessoa simples e do bem, daquelas que trazem junto com o sorriso um coração tranquilo e orgulhoso de ser santo-antoniense.

Gilberto Ribeiro, 50 anos

Sua brincadeira favorita com os filhos era fazer cócegas, até que eles dissessem "água geladinha, gostosinha".

Gilmar Gomes de Andrade, 62 anos

“Boa, boa, boa!”, era seu jeito de expressar o quanto celebrava a vida e suas alegrias.

Giulia Lima Bertelli, 20 anos

Intensa em seus sentimentos, era do tipo que ria até a barriga doer e chorava até o mundo acabar.

Gustavo Procópio Cruz, 28 anos

A arte corria em suas veias. Quando estava compondo, parecia estar em oração, tamanha era sua emoção.

Heberton da Silva Lopes, 32 anos

Amava a família, a estrada e o mar, especialmente se acompanhado de um peixinho à tira-gosto e música sertaneja.

Henriqueta Nogueira Rodrigues, 68 anos

Caçula de onze irmãos, ajudava a família e era conhecida como Papai Noel pelas crianças.

Hubert Spadano, 82 anos

Homem alegre que vai fazer novas amizades no céu!

Ilídio José Ferreira, 63 anos

No campo do coração, o time eram os filhos, a esposa e o seu Corinthians, todos jogando do mesmo lado.

Ilma Lemos de Oliveira Reis, 60 anos

O seu coração era como a imensidão azul do mar, que lá no horizonte parece tocar o céu.

Ilma Maria Pires de Jesus, 84 anos

Avó batalhadora, muito amada por todos, tão calorosa que esquentava até corações.

Iná Corrêa de Meireles, 55 anos

Deixou um pouquinho de vida, amor e sorriso por onde passou.

Irineu Inácio da Silva, 65 anos

Quando suas criações davam certo, alegrava-se com a beleza de sua obra.

Irma Miranda Maia, 82 anos

Sempre preocupada com o próximo, tinha a mania de conseguir emprego para as pessoas.

Irma Rodrigues da Silva, 85 anos

Com sua alegria de viver, sempre dançando e cantando, afirmava que queria chegar aos cem anos.

Isabel Delfina Ferreira, 92 anos

Era realmente o amor da vida de seus filhos e netos. Eram todos loucos por ela.

Isalém Nogueira de Camargos, 80 anos

Tinha educação ao tratar as pessoas com sua serenidade e calma.

Isaura Maria Ramos Nascimento, 83 anos

Forte, ativa e cheia de vida; era o amor em pessoa e a palavra de Deus na prática.

Ismana Altina Teixeira de Azevedo, 46 anos

Adorava visitas e preparava a comida típica mineira preferida de cada um. É como demonstrava seu amor.

Iva Lino dos Santos Ferreira, 78 anos

Cozinhava bem, torcia pelo Corinthians e amou muito na vida.

Iva Rosa Pereira, 86 anos

Quando ia à igreja, sempre levava alimentos para distribuir aos moradores de rua.

Izabel Maria de Jesus Gonçalves, 69 anos

Seu lugar favorito no mundo era Caldas Novas, embora fosse para qualquer lugar onde sua família estivesse.

Izaura Maria Teixeira Bueno, 53 anos

Era com histórias e boas risadas que nutria a paixão pelos filhos.

Jaci Xavier de Barros, 60 anos

A fala alta e os comentários inusitados arrancava gargalhadas de todos.

Jadir Corradi Júnior, 59 anos

Com nota total no vestibular, precisou explicar à coordenação do curso o que fazia na vida além de estudar.

Jaeder Herculano de Souza, 73 anos

A alegria dele era ver a casa cheia. Ficava mais feliz ainda quando os netos passavam as férias em sua casa.

Jaime Rodrigues da Costa Júnior, 30 anos

Construiu uma casa para morar com a esposa, e batizou o lar como o "Castelo da Princesa Adriana".

Janet Siman Pinto, 89 anos

Uma mulher genial, que mantinha a família unida e uma cerveja na mão enquanto preparava suas delícias.

Janilton Alves Gomes, 56 anos

Aparentava ser bravo, mas era dono de um sorriso lindíssimo!

Jayme de Fátima Leite, 64 anos

Pelas palavras ou pelos gestos, ele esbanjava afeto.

Jeová de Paiva Mafra, 72 anos

Em muitos Natais, o Carinha presentou a família com uma mala de chocolates.; e esse nem era seu lado mais doce.

Jésus Lopes, 58 anos

Mantinha o celular sempre carregado, pois usava o aparelho exclusivamente para ouvir músicas.

João Alves Silva, 84 anos

Com sua humildade evidente, gostava de percorrer as ruas com os pés descalços e de ajudar as pessoas.

João Antônio Pessoa, 89 anos

Guiado pela honestidade, sempre se preocupou com o próximo.

João Batista Bueno Filho, 72 anos

A união da família e a comunhão com os amigos eram fundamentais para ele.

João Batista de Morais, 83 anos

Homem negro, teve pouca oportunidade de estudar. Batalhou com honestidade, inclusive sendo engraxate.

João Domingos dos Passos, 83 anos

Sua doçura era traduzida pelas hábeis mãos que, ao trançar a taquara, produziam verdadeiras obras de arte.

João Gandra, 77 anos

Um mineiro iluminado, que telefonava só pra dizer "eu te amo".

João Gonçalves da Rocha, 65 anos

Para demonstrar afeto, costumava trocar as palavras por gestos.

João Guilherme de Figueiredo Barros, 55 anos

Fez Maria acreditar em amor à primeira, e com ela dividiu vinte e quatro anos de muito companheirismo e amor.

João Hilario Valgas de Oliveira, 49 anos

Colecionou bons amigos, esse aprendeu a viver e soube ser feliz.

João Lopes Guimarães, 80 anos

Seu João Menino Garoto esbanjava alegria, fazia rimas e cantarolas.

João Santana Sobrinho, 69 anos

Homem forte e apaixonado pela família, tinha o coração maior que as mãos.

Joaquim Benedito Gomes, 88 anos

Orgulhoso dos doze filhos e da descendência, costumava dizer: "Não existe gente feia nessa família".

Joaquim Cândido da Silva, 79 anos

Mais que a barba e o cabelo, mudava o dia dos clientes com suas histórias.

Jonas Batista Lima, 79 anos

Motorista apaixonado por caminhões. Era um 'cabra porreta', amoroso e dedicado à família.

Jorge Rene Vita, 66 anos

Assistia o máximo de partidas de futebol possíveis, mas seu coração pulsava de verdade era vendo o Atlético Mineiro jogar.

José Alves de Oliveira, 63 anos

Acreditava que tudo é possível para quem sonha e tem determinação.

José Caetano Bitencourt, 68 anos

Ele era a alegria das festas, com sua “chuva” de bombons.

José Carlos da Silva Costa, 61 anos

Amava um "refrigereco" e, para ele, quanto mais duvidosa a marca e o sabor do refrigerante, melhor era.

José Cláudio Araújo, 66 anos

Um homem que soube exercer sua profissão com excelência e por ela tornou-se respeitado por todos.

José Diniz Moreira, 90 anos

Era a personificação da bondade. Deixou saudade em forma de detalhes perceptíveis no dia a dia de seus amados.

José Duque Sobrinho, 75 anos

Inventava palavras para dizer no lugar de "palavrões" e adorava preparar o café da tarde todos os dias.

José Élio de Sá, 61 anos

Criou os filhos com amor e carinho. Como pedreiro, realizou o sonho de muitos erguendo suas casas.

José Francisco da Silveira, 85 anos

Homem de fé, sempre se apegava ao Divino Pai Eterno ou a Nossa Senhora Aparecida nas horas difíceis.

José Francisco Durville, 85 anos

Em meio à gargalhadas e conselhos, vô Zé amou e foi amado intensamente.

José Geraldo de Souza, 54 anos

No fim do dia ele esperava a esposa chegar do trabalho com um café fresquinho, passado na hora.

José Geraldo Trevenzoli, 63 anos

De memória impecável, conversava com todos contando suas histórias e fazia rir com sua risada contagiante.

José Honório da Silva, 73 anos

O amor e a fé o guiaram.

José Ilber Alves, 73 anos

Usava o coração para enxergar as pessoas; não julgava ninguém.

José Lola de Amorim, 91 anos

Da Paraíba para Brasília. De Brasília para BH. Foi aí que conheceu seu amor e fez morada.

José Marinho dos Santos, 84 anos

Cuidou dos netos como se fossem filhos. Homem simples e amoroso que dedicou a vida à família.

José Messias Vieira Lima, 66 anos

Se divertia ao perturbar os outros com seu radinho AM.

Jose Nilton da Silva, 53 anos

Mesmo sozinho, ele já era uma festa; na companhia dos netos e amigos, ele era o próprio espetáculo.

José Paulino de Araujo, 83 anos

Apaixonado pelo aniversário, e encantado pela vida, sabia comemorar todo recomeço que surgia no caminho.

José Paulo Silveira Ataíde, 74 anos

Generoso e caridoso, lutava contra o preconceito e a desigualdade. Atleticano de paixão, era doido pelo galo.

José Pedro da Silva, 70 anos

Pescar com os amigos era uma alegria. Voltava com mais histórias do que com peixes.

Jose Pedro Ribeiro, 101 anos

Aprendeu a tocar violão com seu pai quando ainda era menino e não parou mais.

José Pires Alves, 73 anos

Apesar da timidez, ele sabia demonstrar afeto. Gostava tanto de doces que chegava a comer escondido.

José Raimundo, 87 anos

Dono de uma simpatia inigualável e da melhor risada do mundo.

José Ricardo Magela Vilela, 45 anos

Apaixonado por música, família e amigos. Mas com ele por perto, não se falava em política.

José Rodrigues Lima, 68 anos

Renovava a alegria de viver em banhos no mar.

José Teixeira, 83 anos

Pai e avô carinhoso, repetia sempre as mesmas histórias, mas cada vez com mais amor.

Josielle Ribeiro, 37 anos

Mulher destemida, dona de um enorme coração. Vivia sorrindo pelos corredores da Santa Casa de BH.

Jovelina Maria Campos, 86 anos

Encher a casa com os filhos, netos e bisnetos em torno da mesa farta era o seu ideal de felicidade.

Juliana da Silva Acácio, 47 anos

O mesmo cuidado que tinha com as pessoas ela dispensava aos animais: sabia acolher, amar e proteger.

Kamila de Souza Fernandes, 32 anos

Impossível não amar essa moça que virava amiga das pessoas rapidamente, graças ao seu doce coração.

Laudemila de Sousa Silva, 74 anos

Tinha o sangue quente; Luda nunca levava desaforo para casa.

Lídia Izabel Braga, 77 anos

Escritora e poetisa, tinha o dom da palavra, inclusive para aconselhar. Sua fé era inabalável.

Lincooln Augusto Amorim, 49 anos

Era um menino grande que acreditava que sua alegria o faria imune a todos os perigos, que viveria para sempre.

Lucas Sávio Costa, 43 anos

Guiava a ambulância suavemente pelas estradas do Vale do Jequitinhonha, sempre a cantarolar um hino católico.

Luciano Raimundo Leite, 45 anos

Ele era a alegria em pessoa e contagiava todos os lugares por onde passava.

Lucinda Maria de Oliveira Vieira, 73 anos

Muito religiosa, passou para as futuras gerações os ensinamentos católicos.

Luis Carlos Moreira Camargos, 63 anos

De bem com a vida, dançou e cantou em alto e bom som.

Luiz Antônio Silva Maranhas Dias, 61 anos

Um contador de causos, que fez do Sítio Recreio o palco para muitas narrativas e modas de viola.

Luiz Antônio Tannus Ferreira, 59 anos

Nas noites de inverno agasalhava as filhas e acalentava os seus corações.

Luiz Carlos de Almeida Mattos, 76 anos

Habilidoso com os números, fosse como economista ou professor de Matemática, ensinou que o que conta mesmo é o afeto.

Luiz Carlos Gomes, 60 anos

Pai de olhar gentil e fala serena. Ensinou que o que a mão direita faz, a esquerda não precisa saber.

Luiz Carlos Rozado, 63 anos

Sensato e gentil, reagia com serenidade diante dos problemas.

Luiz Carlos Severino, 53 anos

Estava sempre ajudando o próximo, caso visse alguém passando frio, tirava o seu agasalho e o oferecia a essa pessoa.

Luiz Gonzaga Padovani, 60 anos

Ele era cheio de sonhos, e os sonhos de quem ele amava também eram urgentes; foi por esses que ele mais lutou.

Luiz Valério de Aquino, 57 anos

Vivia assoviando suas músicas preferidas e até mesmo o canto dos pássaros.

Luiza Martinho Soalheiro, 92 anos

Perto dela, a vida era sempre muita fartura e nenhuma frescura.

Luzia Telma da Silva, 68 anos

Sua força marcou as pessoas que passaram por seus cuidados.

Maciel Vicente da Silva, 65 anos

Devoto de São Jorge, não ficava sem fazer a feijoada para homenagear o santo.

Manoelito Vieira de Carvalho, 80 anos

Mané, o homem das mãos hábeis, parceiro de pesca, do café "margoso" e das palavras cruzadas.

Mara Célia Nunes de Almeida, 42 anos

A rapidez de seus partos era motivo de brincadeiras; bastava um piscar de olhos e os filhos estavam em seus braços.

Marcelo Alirio Duarte, 57 anos

Tinha um astral incomparável e sorriso único, capaz de contagiar a todos.

Marcelo Wagner Prado Bueno, 75 anos

Explorador, viajante, amante do ouvir e do falar. Ao viajar, não deixava ninguém da família sem souvenirs.

Marcelus Lopes Fortes, 62 anos

Brincalhão, valente, de coração gigante, não desistia nunca: se não dava certo de um jeito, tentava de outro.

Márcia de Oliveira Silva, 38 anos

Amava fazer caldo de mandioca para sua família e tomar uma cervejinha com o marido.

Marcos Antônio da Silva, 63 anos

O homem que abraçou como missão o amor à família, ao trabalho, a São Judas e ao carnaval.

Marcos Evangelista de Abreu, 54 anos

Acalmava seus pequenos pacientes, deixando-os usar o estetoscópio para ouvir as batidas de seu coração amoroso.

Marcos Henrique Vaz de Melo, 60 anos

Um viajante que não temia distâncias: dirigiu mais de três mil quilômetros de Belo Horizonte a Fortaleza, passeando com a família.

Marcos Luiz Rocha Marlière, 56 anos

"O negócio não é ser bonito, é ser gente boa. As pessoas gostam de você porque você é gente boa", dizia.

Marcus Eduardo Diniz Figueiredo, 62 anos

Biólogo por formação, fazendeiro de coração e apaixonado por gado Guzerá.

Margarida Rosa de Sousa, 80 anos

Margarida Rosa: uma mulher de nome e alma florida!

Maria Adélia da Silveira Camargos, 62 anos

Sua casa e suas palavras eram aconchego para todos que iam e vinham.

Maria Agripina de Almeida Luiza, 81 anos

Deixou a lembrança do biscoito e da bala que sempre guardava no bolso para entregar aos netos.

Maria Alves Dias, 82 anos

Mulher de fé, frequentava às missas de domingo e jogava, religiosamente, no bicho, de segunda a sexta.

Maria Ana de Almeida, 57 anos

Seu coração bondoso e seu otimismo jamais serão esquecidos.

Maria Aparecida Andrade, 53 anos

Com a serenidade estampada no rosto redondinho, Cidão do Bonde sorria do cantinho dos lábios ao brilho de seus olhos.

Maria Brígida Costa, 67 anos

Bondosa, humilde e forte. Cumpriu sua missão: costurou amor por onde passou.

Maria da Conceição de Jesus, 74 anos

Sinônimo de superação e de fé inabalável.

Maria da Conceição de Jesus, 76 anos

Aguardava ansiosa seu próprio aniversário, e para que os meses passassem mais ligeiros, tecia lindos tapetes.

Maria da Conceição Vieira Ferreira, 80 anos

Sempre alegre e com um coração acolhedor, dona Branca tinha o divino dom de ser mãe.

Maria das Graças Cária Sartini, 69 anos

A morte deixou uma dor que ninguém pode curar... Mas o amor de Cária deixou memórias que ninguém pode apagar.

Maria de Fátima de Almeida Mendes Silva, 60 anos

Sua casa é conhecida como a "casa que ajuda os outros", tamanha sua bondade.

Maria de Fátima Ferreira, 60 anos

A mulher dos gestos simples e eternos.

Maria de Fátima Oliveira Moreira, 66 anos

Dona de um coração enorme e sempre dedicada às causas sociais.

Maria de Lourdes dos Santos, 66 anos

Sempre oferecia uma refeição a quem chegasse, uma palavra amiga e o coração aberto.

Maria de Lourdes Gonçalves, 72 anos

Visitava a Casa de Deus três vezes por semana, religiosamente; e dizia "Tudo posso Naquele que me fortalece!"

Maria de Lourdes Medeiros Almeida, 74 anos

Adorava os dias de domingo e fazia uma galinhada mineira irresistível.

Maria de Paula Borges, 84 anos

Amava seu quintal com roseiras e orquídeas. Mas o que mais gostava era da casa cheia, com a família reunida.

Maria Fonseca Pinto, 68 anos

Uma avó de brilho especial que sabia fazer, inventar e transformar tudo em amor.

Maria Geralda Silva Domingues, 84 anos

Sua casa nunca era só dela, sempre abrigava e alimentava mais um.

Maria Glicéria Gomes, 85 anos

Na cozinha, atiçando o fogo a lenha, Maria preparava uma comida deliciosa.

Maria Isabel de Oliveira Lima, 76 anos

Apaixonada por conhecimento, vivia ávida por conhecer histórias de seus ancestrais e também sobre a vida de princesas de verdade.

Maria Joana Dias Villares, 61 anos

Ligava para os filhos ao amanhecer e ao anoitecer para abençoa-los.

Maria José Cantelmo, 78 anos

Rezava pela proteção de todo mundo que amava.

Maria José de Oliveira da Lapa, 73 anos

Tinha costume de rezar de madrugada, quando "a fila era menor para falar com Deus".

Maria Neuza de Souza Silva, 63 anos

Tinha um coração que transbordava generosidade e um humor espontâneo, do nada soltava suas "bobeiras".

Maria Neuza Ramos Marques, 66 anos

Tinha apreço por plantas e cultivava várias espécies em seu quintal. Gostava de conversar e cantar com elas.

Maria Pereira Santos Lemes, 76 anos

Viveram com amor. E no amor, juntos, encontraram repouso.

Maria Rodrigues de Paula, 83 anos

Costurou histórias de vida com dedicação e apreço, como fazia com seus lindos vestidos.

Maria Rodrigues Ramos Amorim, 68 anos

A alegria das comemorações familiares, era só tocar "Cheia de Manias", que a pista de dança ficava pequena para ela.

María Sebastiana Alves da Silva, 67 anos

Aprontava as tralhas da pescaria com dias de antecedência; pescar era seu momento de maior felicidade.

Maria Valderes dos Santos Camargo, 46 anos

A sua alegria era a sua maior energia.

Mariane Aparecida Moutinho Costa, 25 anos

Uma jovem que não desistia daquilo que queria.

Marilene do Prado Tavares, 47 anos

A profissional mais sorridente e solar.

Marilza Aparecida Fontes, 52 anos

Uma pessoa introvertida e um pouco carente. Sonhadora, amorosa com os sobrinhos: os filhos de coração.

Marina de Oliveira Calli, 84 anos

Incrivelmente carinhosa e apegada aos netos. Torcedora ferrenha do Palmeiras.

Mário Braga Pinheiro, 90 anos

Orgulhava-se de ter pescado um dourado de doze quilos. Fez questão que um fotógrafo registrasse a proeza.

Mário de Souza Ameno Filho, 62 anos

Amava uma costelinha com ora-pro-nóbis, costelão com linguiça e churrasco. Sempre com uma gotinha de pimenta.

Mario Lúcio Pinheiro, 66 anos

Amava passear no supermercado atrás de promoções. Quando via um preço baixo, fazia estoque do produto.

Marlene Aparecida Antunes Rodrigues, 58 anos

Amava os animais e cuidava, com muito empenho, dos seus anjinhos de quatro patas.

Marlene Eunice Vanucci de Carvalho, 82 anos

A alegria foi seu norte.

Marlene Soria e Silva, 67 anos

Respeitosa, caridosa, generosa, amante da família, filha até o fim, mãe para sempre.

Marlene Souza da Silva, 84 anos

Estava sempre pronta para qualquer evento: aniversários, bodas, casamentos... não recusava nada.

Marly Aparecida Barbosa e Rocha, 60 anos

Chegou numa primavera e com ela tudo foi alegre e colorido, como o sol e as flores nas manhãs de setembro.

Martha Shyrley Melo Soares, 75 anos

Levava consigo a memória de uma infância acolhedora que a tornou calorosa por toda sua vida.

Matheus Philipe Rodrigues Ferraz, 24 anos

Quando algo de bom acontecia ele gostava de dizer: "Zerou a vida"!

Maurita Batista Rodrigues, 76 anos

A dona da padaria, costureira e torcedora do Cruzeiro. "Se sair gol você me avisa”, pedia ao genro em dias de jogo.

Mércia Pacheco de Castro, 55 anos

Mércia gostava era de muito brilho, muitas cores, muito samba; seu coração era um eterno Carnaval.

Michel Vinícius de Sousa Custódio, 32 anos

Brilhante em tudo que se propôs a fazer, foi um artista que deixou memórias incríveis e muitos amigos.

Milene Maria Félix Cardoso Corrêa Dias, 53 anos

Nunca deixou de sonhar e estimular que seus filhos sonhassem também.

Milton Barbosa de Oliveira, 73 anos

Um avô que tornou a infância dos netos uma grande aventura, e a vida dos filhos um enorme aprendizado.

Milton Célio Vieira, 78 anos

Com as mãos, deu vida e forma a obras que traduziam seu amor pela arte e pela natureza.

Murilo dos Santos Ferreira, 68 anos

Ele foi um pai, sem ter filhos. E cozinhava como ato de amor.

Nadir Gonçalves Manequinha, 65 anos

Uma cozinheira habilidosa que, enquanto preparava quitandas mineiras, assoviava e cantava sucessos sertanejos.

Nair de Lima Alves, 39 anos

Caridosa e alegre, implementou a terapia do abraço entre seus colegas de trabalho.

Nalzira Ramos Junior, 81 anos

Uma viagem para o Rio de Janeiro. De avião. Esse foi seu último presente de aniversário, como ela queira.

Narci da Conceição Magela, 68 anos

Uma mulher de fé, para quem a família estava em primeiro lugar. Depois vinham as plantas e a música caipira.

Neli Suzana Tallarico Cambraia, 89 anos

Forte, divertida, falante e animada, gostava da riqueza de detalhes das histórias que ouvia e contava. Ela soube viver.

Nelsina de Sant Anna Costa, 85 anos

Apaixonada pela vida, virou referência de luta pelos ideais e de determinação para realizar sonhos.

Neusa Mendes Soria, 89 anos

Forte, incansável, protetora, valorizou a vida até o último instante, vivendo-a energicamente.

Nilda Gouveia da Silva, 68 anos

Festeira que só, essa educadora adorava reunir, com seu marido Maciel, a família em sua piscina.

Nízia Araújo de Almeida, 53 anos

Era a menina sorriso, aquela que ria de uma piada incontáveis vezes, como se a escutasse pela primeira vez.

Núbia Lopes Duarte, 70 anos

Usou seu talento na costura para confeccionar máscaras e proteger centenas de pessoas.

Ocrisa Cândida Moreira, 83 anos

Dona Ocrisa não era de telefonar para saber das pessoas de quem gostava, preferia ver com os próprios olhos.

Olair Donizete dos Santos, 56 anos

Pastor sábio e marceneiro incrível, apelidava carinhosamente aqueles que amava.

Olga Assunção Caetano, 90 anos

Sob os cabelos brancos como algodão, hoje misturados às nuvens, foi mulher resiliente, corajosa e acolhedora.

Olto Mariano dos Reis, 89 anos

Adorava a família e a vida, e sempre dizia que chegaria aos 100 anos.

Orlando de Jesus Gomes, 60 anos

Médico que mantinha um ritual de parceria com Deus: sempre orava antes de realizar as cirurgias.

Ozéias dos Santos Conrrado, 72 anos

Um tio que subia no abacateiro, bem lá no alto, para pegar os melhores frutos e oferecer às sobrinhas.

Paloma Alves dos Santos, 27 anos

A jovem sonhadora e altruísta que salvou muitas vidas e agora brilha na eternidade.

Pasquale Oliva, 70 anos

Se alguém comentasse que precisava resolver uma pendência, ele resolvia, a qualquer hora e em qualquer tempo.

Patrícia de Cássia Fernandes, 55 anos

Nos aniversários dos filhos ela fazia os bolos e confeitava, com isso aprendeu até um jeito de ganhar um dinheirinho extra.

Paulo César Carlos Pinto, 47 anos

Sua única vaidade era não querer ser príncipe, senão do seu reino.

Paulo Cezar Arantes, 60 anos

Um pai herói, companheiro, amigo de todas as horas. Viveu intensamente cada segundo e foi feliz.

Paulo José Afonso, 48 anos

Em 2019, venceu o campeonato mineiro de futebol de mesa.

Paulo Nogueira de Vasconcelos, 67 anos

Caminhoneiro apaixonado pela estrada e pela família, Fubá era amoroso e solidário.

Pedro Henrique Campos, 38 anos

A fortaleza que amava os animais.

Priscilla Cristina de Oliveira, 32 anos

Uma mãe amorosa que adorava celebrar a vida. Dona de uma alegria que falava alto.

Rafael Lopes Martins da Rocha, 61 anos

Com seu jeito amoroso e alegre, assobiava alto para acordar os netos e poder brincar com eles.

Raimunda Silvano Ramiro, 91 anos

Quem a visitava sempre levava deliciosos quitutes para casa.

Raimundo Lourenço Simões, 53 anos

Colorado apaixonado pela família e cheio de fé. Só tomava banho gelado e não tinha celular.

Raimundo Nonato Homem, 89 anos

Era só tocar "Sentimental" que logo ele convidava a esposa para dançar.

Ramon dos Santos, 44 anos

Seu amor pela avó da esposa era tanto, que fez uma tatuagem com seu nome.

Ranulfo Pereira de Oliveira, 84 anos

Um homem de prazeres simples, tão simples como a roça onde ele nasceu e cresceu.

Raphael Thiago de Araújo Macedo, 41 anos

Força sempre, era o seu lema!

Raul de Barros Neto, 68 anos

Professor que acreditava no potencial de todas as pessoas e as incentivava a buscar seus sonhos.

Reinaldo Francisco Cesario Marendino, 55 anos

Com sua banda de rock, levou diversão e música para muita gente.

Remi José Teixeira, 68 anos

Homem de poucas palavras, seu coração enorme refletia nos gestos mais significativos.

Renata Mendes, 41 anos

Realizou seus dois maiores sonhos: ser mãe e eleger-se vereadora.

Ricardo Ribeiro Garcia, 57 anos

Era uma pessoa feita de puro amor.

Rita de Cássia Brum Gomes, 63 anos

Sabendo que alguém estava chegando, ela abria a porta do apartamento e ficava esperando a visita em pé, ao lado do sofá.

Roberto Isaias Monteiro, 90 anos

Dono de uma gargalhada empolgante, foi um anfitrião exemplar, divertido e um ótimo contador de histórias.

Roberto Pereira dos Santos, 69 anos

Pintava os cabelos toda semana e comprava todos os produtos de beleza que via anunciados na TV.

Rodrigo Gomes Braga, 43 anos

Um professor que ensinou sobre o amor e dedicou-se a fazer o bem.

Roldney Bessa Silva, 37 anos

Tinha a mania de aproveitar tudo, até um parafuso que encontrasse pela rua.

Ronaldo Candido de Melo, 69 anos

Tinha cabelos que pareciam feitos de algodão, um coração gigante e um sorriso que iluminava tudo.

Ronaldo Carvalho de Oliveira, 52 anos

Sempre brincalhão e sorridente. E a gargalhada então?

Ronaldo Damasceno, 63 anos

Dono de uma coleção de trinta e três perfumes, não apenas ele, mas tudo que era dele ficava perfumado.

Ronan Olimpio de Oliveira, 75 anos

A graça e a gracinha em pessoa, esse herói sem capa ensinou a levar a vida de forma mais leve.

Rosa Alves da Silva Oliveira, 53 anos

Com a força dos sonhos, Rosa superou a dureza da vida, incapazes de impedi-la de sorrir e ser feliz.

Rosa Lopes de Andrade, 71 anos

Gostava tanto de doce, que de presente de Natal ela pedia panetone recheado com muito chocolate.

Rubens Venâncio dos Santos, 75 anos

Mesmo levando uma vida humilde, sempre foi muito feliz. A simplicidade foi seu maior ensinamento.

Sandra Regina Chaves dos Passos, 61 anos

Sua alegria e amor à vida tornavam os dias melhores.

Sandra Regina Pinheiro Guimarães, 70 anos

Mostrou a força que há na mansidão e na doçura, porque foi assim que ela enfrentou tudo na vida.

Sebastiana Siqueira das Neves, 74 anos

Não deixava de tomar sol nem quando recebia visita em casa. "Vamos lá para o quintal esquentar no sol", chamava.

Sebastião Fernandes Pereira, 72 anos

Sebastião não usava trancas na porta de sua casa, em cuja varanda sempre havia café e bolachas para acolher os visitantes.

Sebastião Junqueira, 79 anos

Pessoa honesta e de um coração gigante, sua alegria era contagiante.

Sebastião Lúcio Pereira, 76 anos

Com seus versinhos engraçados Tião levava alegria à família e à mesa de sinuca.

Sebastina Siqueira das Neves, 74 anos

A força da família tinha nome próprio: era Sebastina.

Selma Aparecida de Souza, 61 anos

Como professora, acreditava que as pessoas poderiam ser melhores.

Selma Teresa Lourenço da Silva, 69 anos

Batalhadora e generosa. Não tinha vergonha de pedir ajuda e de ajudar os outros.

Sônia Vieira de Brito, 53 anos

Não faltava aos shows de Roberto Carlos; e só ficava na área VIP, para receber as rosas lançadas ao público pelo ídolo.

Tatiana de Carvalho Coutinho Moura, 44 anos

Com dedicação confeccionou quinhentas máscaras embrulhadas com mensagens de amor e as distribuiu de porta em porta.

Tauros Augusto Fernandes Alves, 81 anos

Se fosse uma paisagem, ele seria um dia ensolarado, sem vento, com temperatura amena; um dia perfeito.

Terezinha Brant Silva, 87 anos

Tecia as mais lindas peças em crochê.

Terezinha Luiza Gomes, 78 anos

Não saía de casa sem batom vermelho, anéis e colares.

Terezinha Nascimento Lopes, 88 anos

A tia que adorava receber todos para uma verdadeira farofada.

Thais Fernanda dos Santos Gama, 30 anos

Dirigia para esquecer os problemas, cantando músicas no último volume.

Tomaz Soares da Silva, 59 anos

Um acumulador de afetos, experiências e memórias, que também gostava de colecionar uma coisinha ou outra.

Tulipa de Almeida Aguiar, 80 anos

Se alguém citasse algum fato não anotado em seu caderno de memórias, ela dizia que não tinha acontecido.

Ueliton Nascimento de Morais, 56 anos

Astuto e curioso, certa vez fez um experimento usando repolho roxo, só para aferir a alcalinidade de três marcas de água.

Uilma Andrade dos Santos Santana, 38 anos

Em sua sabedoria, não importava o agravo recebido, dizia que "jamais se deve retribuir na mesma moeda'".

Uraí Tupinambás, 54 anos

Por meio de sua arte espalhou cores, e com sua presença levou alegria para os encontros da família.

Valcilene Aparecida Vaz de Aguiar, 37 anos

Em suas festas de aniversário não podia faltar bolo com cobertura de glacê; todo mundo acabava com um pouco do creme nas bochechas.

Valcir Barsanulfo de Aguiar, 78 anos

Um enorme coração que buscava por justiça social e escrevia lindas poesias.

Valde Esteves dos Reis, 44 anos

Viveu tudo com dedicação, especialmente o papel de mãe e de irmã.

Valdeci Lima dos Santos, 57 anos

Era o amado vovô da Lis. Foi um ótimo vendedor de pequis, mesmo sem gostar do cheiro deles.

Valdene Esteves dos Reis, 44 anos

Era a pessoa que cuidava de todo mundo, em especial da família.

Valdetino Marcelino Caixeta, 65 anos

Ele não perdia uma piada, era brincalhão e "pegava no pé" de todo mundo.

Valter Luiz de Freitas, 32 anos

Mesmo com seu jeito tímido, conquistou amigos de verdade.

Vander Adriano dos Santos, 46 anos

Valorizava a honestidade e fez questão de passar esse valor aos seus filhos. Não à toa formou-se em Direito.

Vanessa Pereira Venâncio, 40 anos

Junto dos filhos, voltava a ser criança, fosse nadando no rio ou galopando pelas estradas de terra.

Vania Maria da Silva Faria, 66 anos

Tinha um imenso coração, responsável pela união da família.

Vera Lucia Ferreira Martins, 63 anos

Para alimentar sua alegria, adorava assistir às novelas e ir aos circos.

Vera Lucia Semeão Garcia, 72 anos

Tinha um jeito completamente doce e amoroso. Dotada de uma fé inabalável.

Vicente Machado Gaglianone, 58 anos

Amigo parceiro, amante do cheiro dos livros, da psicanálise e do mar.

Virgínia Ribeiro da Silva Otoni, 64 anos

Corajosa, sincera e sorridente, tinha um coração gigante e acolhedor.

Weberson Resende, 44 anos

O incansável homem das mil e uma qualidades era, acima de tudo, solidário e de coração puro.

Wilson Valeriano da Silva, 80 anos

Cantarolando por aí, deixava a tristeza de lado e levava sorrisos e alegria por onde passava.

Wisley Falco Sales, 55 anos

Sem desanimar, viveu intensamente com amor, fé e muita coragem.

Zely Maria Fontes Xavier, 67 anos

Via sempre o lado bom das coisas, nunca desanimava. Espalhava amor e alegria por onde passava.

Zilda Lemes da Silva, 79 anos

Mulher guerreira que ensinou para todos que a alegria deve prevalecer sob qualquer circunstância.

Zuleide Aparecida Leal, 59 anos

Uma cozinheira que usava a generosidade como o seu principal tempero.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa