INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Pará

Adalberto Álvares Almeida, 53 anos

O carnaval em pessoa.

Agostinho Hermes de Miranda Neto, 70 anos

Conhecido pela alegria e pelo sorriso constantes, tratava a todos com amizade e empenhava-se em fazer o bem.

Aguinaldo Otonio de Miranda, 49 anos

Ele foi um homem muito alegre e que gostava de estar sempre com a família.

Aldemário de Jesus do Couto Abreu, 68 anos

Tocar música era a maior expressão do "Aldemário das Aparelhagens". Agora, está tocando seus vinis no céu.

Aldenora dos Santos de Jesus, 77 anos

Matriarca incansável, colecionadora de amigos e a alegria em pessoa.

Alessandro Souza Pereira, 39 anos

Sempre chegava em casa gritando: hello, family!

Alex Ribeiro Bello, 53 anos

Alex era médico e amava salvar vidas.

Alexandrina da Paixão Monteiro, 86 anos

Seu sorriso, irresistível e contagiante, era um convite para colo ou abraço.

Alzira de Freitas Bentes, 88 anos

Gostava de música alta, alegre e dançante, porque era divertida e adorava aproveitar a vida.

Alzira Delgado Montenegro, 96 anos

Sobre histórias de fortaleza.

Alzira Maria Teixeira Ferreira, 84 anos

Cristã, conselheira, Flavita ensinou os filhos e netos a ser feliz e amar a Deus sobre todas as coisas.

Amâncio Ikõ Munduruku, 60 anos

Amigo de fé, irmão camarada e líderança de tantas jornadas.

Amândio Antônio Ramalho de Oliveira, 73 anos

Foi o protagonista de uma família feliz.

Ana Alho de Souza, 75 anos

Uma mulher de poucas palavras e que fazia um vatapá delicioso.

Ana Maria Barros Miranda, 65 anos

Mulher, trabalhadora e mãe de 14 filhos. Solidária. Cuidava dos cachorros de rua.

Ana Paula Batista de Albuquerque, 37 anos

Vivia com simplicidade em busca dos seus sonhos.

Anastácio Carneiro Aguiar, 69 anos

Costumava andar e apreciar a cidade, sempre distribuindo sorrisos e boas conversas por onde passava.

André Cardoso Dias, 50 anos

Foi muitos em um só.

Ângelo Morales Gonsales, 89 anos

Passou 40 dias em um barco pesqueiro, fugindo da ditadura de Franco. No Brasil, formou sua família.

Antonia Alves da Costa, 87 anos

Adorava sua boneca, a Sophia.

Antonia Maria Lobo Cardoso, 71 anos

"Nem precisa ter o sangue, basta ser amor, porque o amor já pulsa no sangue", dizia ela.

Antônio Carlos Mescouto, 60 anos

Amante da liberdade, do rei Roberto Carlos e do Paysandu Sport Club.

Antônio Cleobaldo Amorim Barra, 70 anos

Um grande humanista que tinha por meta ajudar os outros.

Antônio das Graças Lopes, 70 anos

Com dedicação e simplicidade, reivindicou todos os dias a coroa de rei do açaí.

Antonio Inaldo Barbosa, 81 anos

Vovô Naldinho: a alegria em pessoa.

Antônio João Rocha de Almeida, 66 anos

Um homem guerreiro, um homem muito sonhador...

Antonio Marco Barbosa Miranda, 47 anos

Um meninão vestido em corpo de homem.

Antonio Miguel Barbosa da Silva, 62 anos

“Mesmo que você esteja muito bravo, não deixe de ajudar quem precisa”, dizia ele.

Antonio Nicacio Mescouto, 68 anos

Um ótimo marido e um superpai.

Augusto José Pinheiro, 59 anos

O tio-amigo e amado.

Augusto Nazareno Lopes, 65 anos

Nunca deixava de fazer uma fezinha na loteria, mas sorte teve quem o conheceu.

Bazilio de Paula Rodrigues, 75 anos

Amava contar uma história. Cheias de floreios e lições valiosas, elas sempre traziam uma reflexão.

Bianor de Brito Reis, 85 anos

Aquele que decidiu levar a vida ao ritmo das águas de Ganhoão: natural, constante e sereno.

Bruno Amaro, 38 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que ter leveza na vida. Sermos leves!

Bruno Campelo, 34 anos

Apaixonado pai de duas meninas. Realizou o sonho de se tornar enfermeiro e amava ajudar a salvar vidas.

Carlos Alberto da Cruz, 70 anos

Sua marca registrada era o jogo de damas, que praticava todos os dias na frente de sua casa.

Carlos Alberto Figueiredo Ribeiro, 47 anos

Amava a profissão de músico e cantor. Carisma e alegria eram seus sobrenomes.

Carlos Alberto Natalino F. Bandeira, 76 anos

Uma vida que serviu a Deus e amou a família com alegria.

Carlos Roberto Pires de Souza, 59 anos

O orgulho da família, que veio ao mundo servir e deixar bons exemplos.

Carol Tavares Monteiro, 34 anos

Carol era e sempre será sinônimo de amor.

Cassilda Costa da Matta, 84 anos

Reservava os domingos para reunir a família e festejar ao redor da mesa farta. Era a mãe de todos.

Cecília Miranda de Paiva, 77 anos

Lutou pela educação de seus filhos e netos.

Célia de Oliveira Baia, 73 anos

Da vida achava que nada se levava, mas levou parte dos que ficaram.

Celina Silva Dias, 86 anos

Sempre sorria e abraçava a neta quando esta chegava em sua casa e lhe pedia a "bença".

Cesar Augusto Martins Medeiros, 59 anos

O beatlemaníaco que era o maior companheiro de seu filho.

Cesar Magalhães da Silva, 47 anos

Autor das piadas sem graça mais hilárias de todos os tempos.

Charles Santos, 48 anos

As sobrancelhas grossas eram uma contradição com a voz tranquila, com a mão fofinha e amiga.

Cinira Campos da Cunha, 83 anos

Com seus cabelos claros e lindos olhos azuis, emanava luz por onde passava.

Cláudio Antônio Figueiredo Reis, 63 anos

A vida dele era trazer vidas ao mundo.

Cláudio Cardoso, 58 anos

Fez da vida uma poesia com rimas e imagens sobre o seu Pará.

Claudio da Costa Silva, 49 anos

Sempre muito engraçado e cheio de histórias para contar.

Claudomiro Velasco Azevedo Junior, 48 anos

O maior sorriso da sala, era o último a deixar as festas porque, de tão querido, ninguém o deixava sair.

Cleonildo Mota da Silva, 79 anos

Se ele estava lá, não havia nada a temer.

Daliane Maiara Lima Sousa, 32 anos

Ninguém passa pela vida sem uma razão. A dela foi amar.

Dalva Maria Portilho da Mata, 59 anos

Todos os dias ia até a casa da sua mãe, Dona Gerogina, tomar sua benção.

Darcila Maria Pimentel de Oliveira, 63 anos

Dona do sorriso mais lindo, sempre falava um delicioso “eu te amo” para aqueles que amava.

Denilson da Silva Frade, 54 anos

Em meio ao duro tratamento renal, os jogos do Paysandu lhe devolviam a alegria e a expectativa de cura.

Djanira Magno Silva de Melo, 70 anos

Devota de São Sebastião, foi guerreira incansável, mãe dedicada e avó coruja.

Doris Tavares, 77 anos

Uma mulher otimista que chamava todo mundo de "Meu amooooor!"

Edivaldo Bastos Teixeira, 72 anos

A coisa mais sagrada para ele era a sua sonequinha da tarde.

Edivaldo da Silva Teixeira, 63 anos

Com Dentinho, a risada era garantida.

Edmilson Martins de Carvalho, 52 anos

Avô, pai e filho amoroso, tio incrível. Pessoa de luz e bom humor.

Edson Sousa Branch, 52 anos

Era a própria alegria. Chegava e ninguém ficava triste.

Eduardo Barbosa da Silva, 66 anos

Ele finalmente realizou seu sonho de voltar para Marajó, e foi mais cedo se encontrar com a mãe, dona Maria.

Eduardo José Moura do Mar, 32 anos

Torcedor roxo do Paysandu e louco pelo filho.

Eduardo Orlando das Neves, 73 anos

Dono do bigode que mudava de cor quando tomava açaí.

Elcy da Paixão Ferreira Chagas, 81 anos

Docilidade, serenidade, pureza - algumas das muitas virtudes desta que foi exemplo de matriarcado.

Elíada Monteiro de Albuquerque, 54 anos

Ela deixava de fazer para si mesma, para fazer pelas outras pessoas.

Eliana Reis, 57 anos

Fez da felicidade o seu modo de vida e fez dos amigos a sua família.

Elizabeth Castro dos Anjos, 56 anos

Um anjo em forma de mulher, que se transformava numa leoa para defender as filhas e a família.

Elizabeth do Rosário Vieira, 66 anos

Sua humildade é algo marcante e profundo na jornada. A artista.

Elvio Santos Macena, 48 anos

Para muitos, apenas Elvio. Para sua esposa, Mozinho.

Ely Marcelo Costa da Silva, 38 anos

Acordava alegre, transbordando amor. Ele gostava de levar o café da manhã na cama para toda a família.

Emanuel Ivan Pinto Pereira Junior, 44 anos

Solucionava problemas e dúvidas como ninguém... Era a ferramenta de busca dos amigos.

Erica Luzia de Carvalho Gomes, 81 anos

No coração de vó, sempre cabe mais um.

Erlim de Andrade, 68 anos

Família, amigos e futebol: as três paixões do amado Caju.

Estelino da Silva Moraes, 69 anos

Divertido e imitador, fazia todos rirem na sua lanchonete, onde o Papão reinava. No gol, o grito vinha de lá.

Ewerton Barata Lima, 49 anos

O dono do inesquecível “Lima Conveniência”.

Fernando da Paixão Botelho, 67 anos

Ele era uma viagem.

Fernando Segtowick Gomes Cardoso, 78 anos

Tudo era motivo de festa para “Seu Fernando”, o segundo pai para os conhecidos.

Fernando Yutaka Sato, 52 anos

Fernando não temia a morte, entendia sua inevitabilidade e dizia estar pronto para quando chegasse a sua hora.

Francisco das Chagas Pereira e Silva, 72 anos

Começou a trabalhar, ainda menino, para ajudar os pais a criar seus dez irmãos.

Francisco de Almeida Viegas, 77 anos

Um amigo que muitas vezes também foi pai.

Francisco do Espírito Santo, 92 anos

Um eterno espírito jovem, que amava passear e que sempre dizia que "viver é bom demais".

Francisco Marcelo Souza Rosas, 55 anos

O boné escondia a carequinha de um pai amoroso, devoto do Chico, o cachorro.

Francisco Rodrigues Camargo Júnior, 65 anos

O violão de Camargo seguirá embalando as pessoas a viverem em harmonia e a se preservarem.

Gabriel Gondim Hermes, 74 anos

Médico empático, cuja principal preocupação era salvar vidas. "Mais vale dar do que receber", dizia sempre.

Genésio Caetano de Oliveira, 95 anos

Viveu a vida toda tendo como base três princípios: amar a Deus, amar a sua família e ser honesto.

George Anthony Ferreira Menezes, 39 anos

“Lugar de poesia é na calçada”, dizia ele, que fazia de tudo para fazer do mundo, um lugar melhor.

Geraldo Marques Pimenta, 54 anos

Fez da sala de aula o palco principal de sua vida.

Gilberto de Souza Aleixo, 56 anos

Era o samba em pessoa, amava a vida e tudo que ela pode oferecer.

Gracinda dos Santos, 109 anos

"Bora dançar? Coloca uma música alegre!" era o convite que sempre se ouvia de dona Gracinda.

Heitor Ramos de Carvalho Filho, 74 anos

Sua maior alegria era ver os vinte e um netos reunidos à mesa, todo domingo.

Helena Souza Soares, 86 anos

Em sua casa, todos sentiam segurança e amor. Antes de dormir, rezava, conversava longamente com Deus.

Hélio de Souza Furtado, 64 anos

Picota sempre sorrindo, quieto, viveu em paz.

Heliomar Matos de Araújo, 67 anos

De pouca conversa ou brincadeiras, mas de muito amor.

Horácio José Silva, 75 anos

Peão de trecho, cortou o Brasil de fora a fora. Trabalhou nas grandes obras do país, e se orgulhava disso.

Ilda Nocetti Macias, 74 anos

A voz doce que perpassava as salas de aula e alcançava os corações.

Iracema Diniz da Conceição, 83 anos

"Ei, mas aqui pra nós" era sua maneira de dividir alguma confidência.

Irene Lopes de Carvalho, 96 anos

Mulher guerreira... Irene era apaixonada por viver e aproveitou muito a vida.

Ivanildes Marinho Batista Gomes, 79 anos

Nunca deixava um "eu te amo" para depois.

Ivens Rodrigues da Costa, 68 anos

Virou encantado da Floresta Amazônica, vive agora eternamente no segredo das plantas e dos pássaros.

Izaias Wariss de Aguiar, 61 anos

Calmo como ninguém. Ele dizia: "Hoje é tempestade, amanhã é sol".

Jacir José Ferrarezi, 60 anos

Tio Nego era batalhador e guerreiro. Sorria bastante. Amava Salete, sua companheira de todos os dias.

Jânio Gomes da Rocha, 59 anos

Muito orgulhoso dos filhos, era capaz de mover céus e terra por eles ou por quem necessitasse.

Jean Carlos da Cruz Silva, 53 anos

Um turrão que dava o braço a torcer... Um lindo amigo, companheiro, confidente pra sempre lembrado.

Jeová Xavier Rodrigues Palheta, 63 anos

Sempre combateu o bom combate, com um coração amoroso que foi uma verdadeira mansão.

Joana D’Arc Guimarães de Oliveira, 85 anos

Mulher, negra, mãe de sangue e de coração de muitos.

Joana Maria Silveira, 61 anos

“Velho é o mundo, eu sou nova e cheia de vida“, brincava sempre Joana, com um sorriso enorme.

João Barreto Bentes, 49 anos

O sub-tenente, ex-saxofonista, torcedor fanático do Clube do Remo e que adorava colocar apelidos nos outros.

João Bosco Maia, 75 anos

Jornalista e radialista da Rádio Marajoara e da TV Cultura, um homem das comunicações.

João Diogo de Sales Moreira, 84 anos

Profissional Memorável. Avô inesquecível.

João Eduardo Vasconcelos Azevedo, 69 anos

Um amor eterno traduzido em seu olhar zeloso.

João Gerson Monteiro Alves, 66 anos

Circulava por Belém com seu "batmóvel": uma belina cheia de antenas, de onde se comunicava com os amigos.

João Pereira da Silva, 71 anos

Casou-se duas vezes, mas com a mesma mulher.

João Saraiva Monteiro, 68 anos

Protetor nato, para proteger sua filha chegou a matar uma lagosta achando que era um escorpião.

Joaquim Cardoso, 94 anos

Mesmo com Alzheimer, continuou sendo o senhorzinho feliz que sempre foi.

Joaquim Gonçalves Paiva Júnior, 57 anos

Sua paixão era festejar. Do Carnaval ao Natal, se enganou quem pensou que Paiva não tivesse alegria para tanto.

Jorge Luiz Vieira do Nascimento, 52 anos

Cereja era um gigante com coração de criança.

Jorge Saraiva Cardoso, 53 anos

Um cara bom de bola. Como jogava bonito! Não errava um chute. Será eternamente um grande artilheiro.

José Antônio Ribeiro, 77 anos

Aparentemente sério, mas dono de uma alegria contagiante. Pai de nove filhos, cinco deles do coração.

José Caxias, 68 anos

Seu Zé dedicou sua vida a cuidar do outro.

José Clenildo de Sousa Lopes, 56 anos

A alegria das festas e o sorriso dos amigos, família e pessoas queridas.

Jose de Oliveira Marques, 63 anos

Torcedor do Remo e doador de bombons para a criançada da rua.

José de Ribamar Guedes dos Santos, 54 anos

Seu fusca, que sempre quebrava, era o melhor carro do mundo; o conduzia a uma persistência exemplar.

José Djalma Vieira Amazonas, 76 anos

Ele dizia e acreditava que Deus sempre proverá.

José Domingos da Silva Júnior, 59 anos

Diante da alegria se fez maestro.

José Fernando Pamplona Gomes, 47 anos

Ele adorava servir o café da manhã de todos os filhos.

José Ferreira Cambraia, 70 anos

O anfitrião dos almoços de domingo.

José Guilherme Henriques dos Santos, 60 anos

Médico, piadista, apaixonado por futebol e pela família. O melhor pai do mundo.

José Isaías Ferreira Caxias, 68 anos

Amava viver a vida com alegria e um sorriso no rosto.

José Lopes da Silva, 80 anos

Tinha uma imaginação única sobre ET's e dizia já ter visto alguns com os próprios olhos.

José Marcelino Nunes da Silva Júnior, 51 anos

Uma alma muito boa. Na Santa Casa, era o “paizão” dos médicos e enfermeiros.

Jose Nazareno do Nascimento Lima, 45 anos

Com um humor ímpar, quando via que alguém estava capiongo, dizia: “Homi, deixe de muído!”

José Neris de Oliveira, 63 anos

Um contador de histórias sobre as aventuras da vida.

José Pereira da Silva, 88 anos

Gostava de ficar em casa. Tinha habilidade para tecer redes de pesca.

José Quelho de Souza, 65 anos

Sua realização era ver a felicidade de seus entes queridos.

José Ribamar Jares Pereira, 73 anos

Aqueles que amamos não se ausentam, transformam-se em saudade!

José Rinaldo Coelho Pereira, 58 anos

"Essa vida de rico me cansa", frase sempre dita por ele.

José Rodrigues Soares de Oliveira, 60 anos

Pedreiro de profissão, especialista em bondade no coração.

José Vieira, 87 anos

Quem quer garapa, melado e rapadura do seu Zé Alagoano?

Josemar José de Lima, 62 anos

Um dentista com mania de limpeza e organização, que também dava expediente como bancário.

Josenildo Mendes de Sousa, 64 anos

Um aprendiz incansável da arte de viver.

Julcivan de Araújo Silva, 48 anos

Capotinha era o típico paraense que amava açaí com camarão.

Juliana Amorim Marques, 34 anos

Uma professora que ensinou a importância de tratar as pessoas sem preconceito e com igualdade e valor.

Juraci da Silva Braga, 66 anos

Seja nos hospitais ou na vida, “dói, mas passa”.

Juscelino Costa Sousa, 58 anos

Doutor Juscelino era completamente apaixonado por Bernadete, sua querida esposa.

Juvenal Pinheiro Teixeira, 58 anos

O hábil artista manual que inventava de tudo, mesmo sem todos os dedos.

Katia Cileni Maciel da Luz, 51 anos

Por toda a vida, ela doou muito de seu amor.

Laerte Nazareno de Oliveira Quemel, 72 anos

Seu sorriso era único. Cheio de alegria, amava fazer piadas com os amigos.

Leonardo Cunha de Oliveira, 71 anos

Passava horas mexendo em seu fusquinha azul e amava tocar sua sanfona.

Leonardo Montoril Oliveira, 41 anos

Léo, que não imaginava um mundo sem abraços, dedicou-se à construção de leitos de UTI durante a pandemia.

Lomelino Gomes Filho, 63 anos

Caladão, o cara mais tranquilo que existia, superfamília e torcedor fanático do Leão Azul.

Lourenço Dias Monteiro, 71 anos

De bem com a vida, sempre.

Lucas Elias Rodrigues, 79 anos

"Tobias Alexandre". Uma piada interna inventada por ele, que era feito da mais pura alegria.

Luciana Glória Gonçalves, 33 anos

Luciana significa "luminosa e graciosa", exatamente como ela foi para quem a conheceu.

Lucivaldo Machado de Almeida, 55 anos

Um homem honesto, de opinião firme e completamente apaixonado pela família. Em especial, pelos netos.

Luis André da Silva Favacho, 42 anos

Professor de estudos gerais e religião, seu sonho era ver sua netinha, Analice, formada.

Luis Roberto Dias de Lima, 57 anos

De todos os sorrisos, o dele era o mais fácil.

Luiz Carlos de Souza Coelho, 64 anos

Do Tocantins ao Pará, do cinema ao churrasco, o dom dele era entreter.

Luiz Claudio de Lima da Silva, 43 anos

Risadinha, paizão, prestativo, sonhador... Seus hobbies eram "lamber" nosso carro e manter a casa arrumada.

Luiz Eduardo Rodrigues de Loureiro, 36 anos

Luiz gostava do mar. Sempre que podia, levava a família para a praia, em Salinas.

Luzia da Silva Lopes, 68 anos

Ser humano mais doce do que mel. Era fã de jogos, amava apostar na loteria.

Manoel Antonio da Silva Campos, 76 anos

Odiava ficar quieto. Fez de tudo na vida. Nunca deixou de ser guerreiro.

Manoel da Costa Pinto, 70 anos

Sempre que era servido de algo para comer ou beber, ele dizia “agora tá certo!”

Manoel de Christo Alves Filho, 92 anos

É por causa dele que as pessoas insistem em acreditar na bondade.

Manoel Nunes Monteiro, 65 anos

Preocupado com a família e apaixonado pelas netas, ficava feliz em saber que estavam todos bem.

Manuel Raimundo Marques Correa, 59 anos

Com amor incondicional pela família que construiu, dizia o "eu te amo" mais verdadeiro do mundo.

Marcelo Gonçalves da Cunha, 54 anos

O amor pelo universo musical era tanto que produzia seu próprio som usando aplicativos.

Márcia Nazaré Lima Câmara, 53 anos

Nunca perdeu um Círio de Nazaré. E sempre, ao se despedir do afilhado, mandava "um cheiro".

Márcio Cleber Moreira Leite, 40 anos

Um verdadeiro sonhador que deixava sua alma impressa em tudo aquilo que fazia.

Marcio Rubens de Almeida Ribeiro, 43 anos

Devoto de Nossa Senhora de Nazaré, para ele Nazinha, levava a santa em procissão pelo hospital onde trabalhava.

Marcos Antônio da Silva Frasão, 49 anos

Amava se vestir de Batman para alegrar todos ao seu redor, sem saber que era ele o super-herói da família.

Marcos Pereira Peres, 40 anos

"O Peres chegou!", assim ele anunciava a sua presença.

Margareth Nunes Figueiredo, 60 anos

Uma mulher extraordinária. Dona de uma força multiplicadora e de uma generosidade sem tamanho.

Maria das Graças Barra Valente, 67 anos

Ela adorava assistir por horas a fio séries na TV. Era um momento de mãe e filho.

Maria das Graças Ferreira da Mota, 70 anos

Foi a melhor "pãe" para os filhos e a família toda! Ensinou tudo, menos a viver sem ela.

Maria das Graças Marques dos Santos, 71 anos

Mais uma Maria com muitas e muitas Graças.

Maria de Castro Silva, 77 anos

Devota de Nossa Senhora de Nazaré. Ela tinha o dom de acalmar qualquer pessoa com o seu jeito de falar mansinho.

Maria de Deus Saraiva Ribeiro, 70 anos

Com um coração enorme, gerou oito filhos no ventre e uma no coração.

Maria de Jesus Sosinho Santos, 69 anos

Maior que seu sorriso, só seu coração e amor pela vida.

Maria de Lourdes Bentes Carneiro, 79 anos

Tacacazeira, dona de uma gargalhada inesquecível!

Maria de Lourdes Neto de Lima, 74 anos

Mulher guerreira e amada, sempre dizia que trabalharia até não ter mais força, pois não havia nascido pra ser dona de casa.

Maria de Nasaré Mata da Silva, 65 anos

Vai existir na memória da família como exemplo de vida alegre e amorosa.

Maria de Nazaré Cravo da Silva, 72 anos

Quando alguém chegava em sua casa, não media esforços para a visita se sentir realmente em casa.

Maria de Nazaré Moura Martins, 67 anos

Cervejinha gelada e rede para festejar a delícia de se viver - esta era a felicidade de Maria.

Maria de Sousa Coelho, 75 anos

A dona da alegria.

Maria do Carmo Souza Barbosa, 73 anos

Deus a emprestou a sua família.

Maria do Sagrado das Mercês Lima, 66 anos

Ando devagar porque já tive pressa. E levo esse sorriso porque já chorei demais.

Maria do Socorro Wanderley Ferreira, 77 anos

Gostava de dançar e de programas culturais. Mas seu grande amor mesmo era a família.

Maria Helena da Silva Santos, 71 anos

Com muita garra, foi malabarista na arte de cuidar com amor dos filhos e viver sem deixar de sonhar.

Maria Hilda de Medeiros Gondim, 74 anos

“Que seja infinito enquanto dure “, ela sempre dizia.

Maria Hilma Repolho Serra, 67 anos

Uma pedra preciosa.

Maria José Assunção, 64 anos

Educadora que transformou vidas.

Maria Marina Rodrigues da Cunha, 79 anos

Sua maior alegria era ter os filhos morando perto dela.

Maria Marlene Araújo Rodrigues, 82 anos

Era a mãe da caridade, adorava praticar o bem.

Maria Nazaré Ataide, 66 anos

Maria tinha um papel importante na vida de todos que a amavam.

Maria Odila Ferreira da Silva, 67 anos

“O café está pronto. Hoje tem açaí?” mal esperava a resposta e já ia agradecendo.

Maria Santana Farias, 59 anos

Mesmo em dias nublados, permanecia reluzente, enquanto tecia roupas e conselhos para quem amava.

Maria Suely Pereira Marques, 58 anos

Uma mulher tão incrível que partiu no Dia de Nossa Senhora de Fátima.

Maria Zilma Pinto Nogueira, 65 anos

Mestra na arte de ensinar, transcendeu os limites dos currículos escolares. Seu legado será eterno.

Marinete Soares de Sousa, 39 anos

Viveu a maternidade até com seus alunos.

Mário Belém de Almeida, 93 anos

Antes de se aposentar, almoçava às 11h e gostava de contar piadas deitado na rede com a neta.

Marivaldo Brito Furtado, 39 anos

Por onde ia, levava sua alegria.

Mauricio Vasconcellos da Silva, 80 anos

Um homem que confirmou o dito popular de que avô é ser pai duas vezes.

Mauro Roberto Dos Santos Guimarães, 49 anos

Viveu intensamente e zelou por cada um de seus pacientes.

Max Pereira dos Santos, 70 anos

Um dançarino de primeira categoria, nosso eterno "Max Jackson".

Max Santos do Nascimento, 35 anos

Colocava amor em tudo o que fazia. Até no conserto de motocicletas.

Milton Queiroz de Freitas, 79 anos

Seu Milton, um homem muito alegre e comunicativo.

Nair de Souza Ribeiro, 69 anos

Dançava como se ninguém estivesse olhando. Que mulher musical!

Nazaré Magno Pereira, 82 anos

Tia Nazeca sempre lutou, e conquistou, tudo que quis. De um coração enorme, preocupava-se com todos.

Nazaré Oliveira Dias Teixeira, 43 anos

Mulher amorosa, irmã confidente, avó radiante, tratada como “abelha-rainha”.

Nelson Monteiro, 49 anos

Sabia ser feliz e fazia feliz quem convivia com ele.

Nilce Pereira de Araújo, 92 anos

Foi uma pequena grande mulher, ousada e corajosa.

Nilcélia Barbosa Ponciano, 50 anos

No grupo da família está registrada a sua última mensagem: "eu amo todos vocês!"

Nivaldo Silvio Costa Ferreira, 47 anos

Foi um exímio atleta e policial militar mas, foi como representante do povo, que mostrou sua versão máxima.

Olgarina Pereira da Costa Melo, 81 anos

Trabalhou, conquistou e venceu, sem deixar de olhar para o próximo.

Orlando Costa Vilhena, 90 anos

Foi o melhor mestre de obras na construção de uma vida, a sua própria.

Orlando dos Santos Miranda, 76 anos

Reconhecido por ser super correto e pontual, mas também jovem e vívido.

Orlando Furtado, 83 anos

Vaidoso, ele ia ao salão toda sexta-feira cuidar dos poucos fios que ainda tinha.

Orlando Lima da Cunha, 78 anos

Ele pintava o mundo de vida.

Otávio Luiz de Castro Romano, 52 anos

Amor, generosidade e alegria são os principais ingredientes de todas as receitas.

Paulo André Drago, 55 anos

“Ei, Zé!”, era assim que ele chamava todo mundo.

Paulo Jorge Ribeiro da Silva, 51 anos

Venceu na vida e nunca esqueceu das próprias raízes. Educador, era a alegria e a positividade em pessoa!

Paulo Roberto Marques Velasco, 58 anos

Dizia sempre sorrindo: "a vida é simples, não precisa tanto luxo".

Paulo Roberto Ramos, 57 anos

Brincalhão, ele queria ser criança para sempre.

Pedro Antonio Zanni, 82 anos

Viveu para educar e servir. Frei Pedro Antonio levava a bondade e o amor de Deus em cada gesto seu.

Pedro Bodei, 80 anos

Com seu passo lento, sorriso sereno e terno tapinha no ombro, seguia dizendo “Eba. Coragem!”

Raimunda da Silva Frade, 77 anos

Mulher de muita fibra... Ser resiliente já era natural do seu sangue cabano.

Raimunda Sarmento, 77 anos

Uma guerreira que também foi um porto, uma fortaleza, uma imensidão a se perder de vista.

Raimunda Teodoro Alexandrino, 66 anos

Sempre encontrava uma razão para festejar, então fazia festas.

Raimundo de Araújo Martins, 74 anos

Uma missão cumprida com alegria, bondade e muito amor à família e ao próximo.

Raimundo Ferreira Alvarez, 70 anos

Brincalhão que só ele, não perdia o humor ou o sorriso no rosto. Torcedor apaixonado do Paysandu.

Raimundo Moraes Cravo, 73 anos

Era apaixonado por motos. Tinha um modo peculiar de andar em uma.

Raimundo Nonato, 59 anos

O Frei das Figurinhas que cuidava das pessoas.

Raimundo Nonato de Castro, 96 anos

Deixou ensinamentos para os familiares e um legado de liderança e humildade em toda região de Belém, no Pará.

Raimundo Nonato Ferreira Benjamin, 82 anos

Inovando como autônomo proveu o sustento da família. Orgulhava-se demais em ver os filhos formados.

Raimundo Orimar de Brito Borges, 76 anos

Uma vez comprou todos os picolés de um isopor, só porque o moço disse que não havia vendido nada.

Raquel Monteiro de Albuquerque, 50 anos

A policial vaidosa que tinha grande consciência social.

Raul William Barros da Silva, 38 anos

Tinha na liberdade o seu maior anseio, e construiu sua família com bases sólidas no amor e no respeito.

Raymundo Damasceno Filho, 91 anos

Ele e a esposa tinham Alzheimer, mas nunca esqueceram um do outro.

Rêmulo Antonio Silva, 52 anos

"Não se prendam a bens materiais. Ser honesto e ter gratidão são deveres!" sempre dizia.

Renato Secreto Costa de Sousa, 45 anos

Um sonhador.

Ricardo Castanheira Gonçalves, 45 anos

Ria por tudo e até mesmo por nada.

Rita Loureiro, 44 anos

O eterno amor de mãe...

Ronald Lima Pamplona, 58 anos

Xodó da turma 129 do Serviço Social, ele continuava estudando para fazer Medicina.

Ronaldo Vale da Silva, 59 anos

Amava os seus filhos.

Ronnie Jerry Pereira dos Santos, 52 anos

Cheio de manias, seu coração rubro-negro vibrava ao ouvir as músicas do Raça Negra.

Roque Monteiro da Conceição, 46 anos

Enfermeiro corajoso e dedicado, era reservado no trabalho. Em família ou no carnaval, porém, era o mais animado.

Rosa Maria Bezerra Souza, 70 anos

"Claro que eu sou cheirosa, eu sou uma Rosa", gabava-se ela.

Rosenildo Dias, 41 anos

Ele parecia saber, ainda que inconscientemente, que na vida sempre se pode ir além.

Rubens Janaú Barbosa, 58 anos

Com seu imenso coração e cordas de seu fiel escudeiro, tocava notas de puro amor, que conquistaram muitos.

Rui Pontes Santiago, 85 anos

Ele sempre chegava fazendo barulho, buzinava e já ia perguntando pra esposa: "Cadê o café, Maria?"

Salete Frozza Ferrarezi, 66 anos

Amava a família e gostava muito de cuidar dos animais. Em Jacir, encontrou companhia para todos os dias.

Santonina dos Santos Aleixo Barata, 72 anos

Humana e doce.

Sarina Moia Carvalho, 74 anos

"Nosso amor é eterno", diz a neta.

Sebastião Crisostomo da Silva II, 88 anos

Quando alguém ia embora de sua casa, ficava esperando na porta para acenar até a pessoa sumir na esquina.

Sebastião da Lima Vasconcelos, 95 anos

Entre todos os desafios da vida, o que mais amava eram as palavras cruzadas.

Sebastião de Souza Araújo, 57 anos

Usava roupas e cabelo da "galera mais nova", porque queria parecer sempre jovem.

Sebastião Lobato, 67 anos

Ele sempre dizia que não gostava de ver a filha chorar, e chorava junto com ela.

Sebastião Maués da Silva, 76 anos

Um piloto da marinha que gostava de dançar merengue e era fanático por futebol.

Sebastião Rodrigues Barata Filho, 76 anos

O futebol era a paixão deste homem querido por todos e palhaço da família.

Semirames Nair de Souza, 90 anos

"Da vida nada se leva! Sorria e agradeça a Deus".

Sergio da Silva Trindade, 53 anos

Perder uma apresentação dos netos no colégio era impensável para ele.

Severino Santiago Farias, 66 anos

Um pai apaixonado que foi conhecido e respeitado em todos os lugares pelos quais passou.

Severino Tavares de Souza, 60 anos

Padrinho que nomeou a afilhada com nome de musa e o mais maravilhoso avô.

Severino Tavarez, 69 anos

Valorizava muito a família.

Sheila Maria Amorim da Costa, 59 anos

Se fosse um verbo, ela seria o verbo amar.

Silvestre do Nascimento, 63 anos

Tudo era motivo de festa para ele.

Suely Miranda Costa, 64 anos

Ela não tinha medo de fazer planos.

Tereza Regina Eleres da Silva Hounsell, 77 anos

Uma artista que fazia trabalhos manuais, característicos de sua personalidade.

Terezinha Hilário dos Santos, 85 anos

Uma guerreira! Assim foi Terezinha, depois de passar por tantas batalhas sem nunca perder a força.

Tibúrcio Orlando da Silva, 85 anos

Com voz de trovão ele dizia: "Vai, Papão!", sempre que tinha jogo do Paysandu.

Úrsula Emília Ramos Campos, 46 anos

Dona de um sorriso inesquecível, que fez da profissão, a missão de cuidar. Fará muita falta.

Valmic Septímio Ramos, 74 anos

Homem batalhador e semeador de sonhos, que só pensava em dar conforto para a sua família.

Vera dos Santos Brito, 48 anos

"Sou feliz e não tenho vergonha de nada".

Victor Alexandre Lima da Cunha, 53 anos

Professor de inglês que gostava de rock. Tudo nele era interessante.

Victor Garcia Filho, 80 anos

Motorista de boas histórias, conhecia Belém como a palma de sua mão e não gostava de ver ninguém triste.

Vinoca Sá Tavares, 93 anos

Dona Vivi era uma mulher feita de amor.

Walber Marques, 74 anos

Acordava no meio da noite para comer seu lanche preferido.

Walter José de Andrade Pinheiro, 82 anos

Seguia pela vida fazendo seus versos e desbravando um mundo melhor.

Walter Rodrigues Mendes, 60 anos

Lutador, ele era o tipo de pessoa que não se rendia diante dos problemas.

Walterlina da Cruz Fonseca, 85 anos

O sotaque forte do interior do Pará, nunca perdido, lembrava a família de suas raízes.

Washington Luis Sanches de Arruda, 67 anos

Simples, dedicado, prestativo, carinhoso... assim era o Vovô Nego!

Wellington Rodrigues Galvão, 73 anos

Tinha tanto amor no coração que transbordava a todos à sua volta.

Willian Pessoa da Motta, 72 anos

Lutou pela vida muitas vezes. E, muitas vezes, venceu.

Zélita Braga Gaia, 42 anos

A primeira ligação diante de um problema, todos faziam a ela.

Zulmira de Sousa, 87 anos

Mesmo não sabendo demonstrar seus sentimentos, ela tinha o coração do tamanho do mundo.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa