INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Rio de Janeiro (RJ)

Abel Augusto Teixeira, 65 anos

Não gostava que se preocupassem com ele. Sempre dizia que estava tudo bem.

Abigail Pinto Magalhães, 88 anos

Viciada em novela, interagia com a trama: “Ih, já sei no que isso vai dar!”

Adelaide Mendes Paula, 82 anos

Um verdadeiro coração de mãe para seus doze filhos, netos e todos a quem sempre esteve disposta a ajudar.

Adilson Torquato Guimarães, 77 anos

Adilson deixou saudades na família, nos cachorros, nos funcionários de supermercado e nos moradores de rua.

Agatha Lima, 25 anos

Viveu intensamente os seus 25 anos.

Agostinho Mendes da Cunha, 58 anos

Vida, assim era chamado em casa. A sua maior preocupação era o bem-estar de todos.

Alan Carvalho Martins, 41 anos

Pai de família admirável, foi também exemplo de militar.

Alan Herszenhaut, 53 anos

Um eterno brincalhão, sempre pronto para ajudar.

Alan Luiz Vianna Rosas, 38 anos

Alan vestia seu melhor sorriso e curtia a vida e a família.

Alberto Bandeira Peret, 92 anos

A falta que ele faz é a prova de todo o bem que ele fez.

Aldir Blanc Mendes, 73 anos

A esperança equilibrista sabe que o show de todo artista tem que continuar.

Alessandra Lima, 43 anos

Vivia sorrindo e adorava a casa cheia, seja em festa ou só pra uma resenha.

Alexandre Rocha dos Santos, 39 anos

Flamenguista doente, sambista e o ranzinza mais tranquilo que já existiu.

Allison Diego Nascimento dos Santos, 34 anos

De apelido Limão, era o melhor amigo para fazer loucuras junto.

Altamiro Zimerfogel, 80 anos

Ativista da comunidade judaica, guardião de Copacabana e exemplo de solidariedade

Alzira Gonçalves Valviesse, 61 anos

"Hoje vou ouvir o pai das crianças cantar. Quem registrou foi outro", e colocava as músicas do Fábio Júnior.

Amarina Ferreira, 84 anos

Sentia prazer em ver como as pessoas gostavam da sua comida.

Ana Graziella Prodan Campos, 82 anos

Menina linda que curiosa olha para as estrelas.

Ana Lúcia Lopes Carneiro, 77 anos

Amava viajar e bater perna pelo mundo, fazia dele sua própria passarela.

Ana Maria Caldonceli Vidal Sartori, 76 anos

Deixou ensinamentos: não reclame da vida, seja sua melhor versão. Não guarde mágoas, perdoe e faça o bem.

Ana Maria Cavalcante de Albuquerque, 62 anos

Ajudar aos outros, era um prazer. Generosidade era sua marca registrada.

Ana Maria Gama, 68 anos

Adorava karaokês e cantava com a mesma maestria com que cozinhava.

Ana Rita da Silva, 58 anos

Era tranquilíssima e super na dela, mas adorava ver a casa cheia para seus almoços de domingo.

Andréia dos Santos Cometa, 39 anos

Tinha o sorriso tão radiante, que parecia ter ganhado na loteria.

Angela Domingos de Souza, 69 anos

Pode apostar que ela agora deve estar dizendo: "que horror" e, em seguida, dando um largo sorriso! Clássico seu.

Angela Silva de Oliveira, 51 anos

“Mãe igual a ela, dificilmente você acha”, diz Bruno, filho de Angela.

Angélica Castanhote, 31 anos

Amava criar relacionamentos entre as pessoas.

Ângelo Vervloet Gaiba, 56 anos

Aficionado por Game of Thrones, lia os livros e assistia à série ao lado de Tê. Hábito frequente, que jamais dispensava.

Antonio Alves da Silva, 64 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que pensar no futuro.

Antonio Carlos da Costa, 61 anos

Fã dos netos, dos filhos e da esposa. Fazia questão de contar suas histórias por onde passava.

Antônio Carlos Peixoto, 70 anos

O Doutor Antônio tinha o dom da medicina e exerceu, com maestria, a profissão.

Antonio Costa de Almeida, 87 anos

Olhos sempre a brilhar, a cada cantar do sabiá, cada vez que estava de sua roça a lembrar.

Antonio de Jesus Couto, 70 anos

Ser o porto seguro de sua família era o que lhe dava alegria; era tudo para ele.

Antonio Guido de Morais, 72 anos

Seu coração botafoguense não cabia em seu peito. Sempre amoroso, bondoso, divertido, gostava de ajudar as pessoas e amava a vida.

Antônio Luis da Silva, 53 anos

O sambista dono do sorriso mais carinhoso.

Antonio Mendes, 77 anos

De manhã, gritava pela casa: Cafééé!!! Era amoroso, brincalhão e um grande contador de histórias.

Antonio Zumpichiatti, 71 anos

O que mais o deixava feliz era ver as pessoas felizes ao seu redor.

Aquilino de Oliveira Brito, 83 anos

Se doava para a igreja e para a família e gostava de dizer: "É isso aí!"

Aquilino Tito Brito, 51 anos

Festa sem ele era uma festa sem graça.

Arcenio Severiano de Souza, 81 anos

Torcedor do Flamengo, amava assistir aos jogos com o neto João Pedro.

Aritana Carneiro de Assis, 41 anos

Mulher de alma solidária, dedicou a vida para ajudar os animais e semear amor em sua família.

Armindo de Jesus do Nascimento, 75 anos

Um vascaíno doente, de alto-astral permanente e um otimista de nascença, que deixará seu sorriso largo eternizado.

Arturo Vazquez Estevez, 83 anos

O espanhol que registrou o coração em cartório brasileiro.

Attílio Finazzi Junior, 79 anos

Com uma grande vontade de ajudar, foi missionário e evangelizou pessoas em mais de 65 países.

Aurelina Bernardes de Almeida, 88 anos

Transmitia paz a quem estivesse ao seu lado.

Aurelito de Souza Bomfim, 70 anos

O guerreiro que morreu no dia de Tiradentes e foi sepultado no dia de São Jorge.

Badih Salim Chedraoui, 83 anos

Badih virou palavra, que mora nos cedros sagrados do Líbano.

Bárbara Ribeiro Weilard Reis, 25 anos

Sua risada tirava todo mundo para dançar; parecia uma festa! Na verdade, era.

Bianca Luciana Santos Dutra Vieira, 42 anos

Deixou uma família linda e muitas amizades.

Cacilda de Oliveira Morgado, 76 anos

Dona de uma fortaleza sem par, lutou e venceu muitas batalhas.

Carla Fabiana Rodrigues de Oliveira Macedo, 44 anos

Filha, irmã, tia e esposa sempre presente.

Carlindo Cardoso, 71 anos

Fã de uma praia e de uma cervejinha, era cego de um olho mas enxergava com a alma.

Carlos Alberto Brasil, 75 anos

“E nos seus olhos era tanto brilho, que mais que seu filho, eu fiquei seu fã!”

Carlos Antonio do Nascimento, 57 anos

Um homem de vários apelidos e amizades e de um coração cheio de vida.

Carlos Diogo Morito, 59 anos

Um homem bom. Apesar das dificuldades financeiras, nunca deixou faltar nada para a família.

Carlos Eduardo de Carvalho Alves, 61 anos

Dudu adorava uma cerveja gelada, assim como adorava estar com os amigos e a família.

Carlos Fernando Conte, 49 anos

Flamenguista e salgueirense, o taxista era só alegria.

Carlos Gonçalves Serra, 83 anos

Professor e um dos idealizadores do SUS, inspirou muitos alunos a lutarem em defesa da saúde pública brasileira.

Carlos Henrique de Moura, 65 anos

Não saía de casa sem perfume e só sabia amar de um jeito: cuidando.

Carlos Henrique Neves de Azeredo, 68 anos

Carlão fazia amigos por onde andava no Rio e orgulhava-se da família grande que construiu.

Carlos Laureado Rosa da Luz, 44 anos

Onde tinha Carlos tinha sorrisos. Era regra.

Carlos Lopes, 85 anos

Era o rei da piada singela, cuja falta de graça, era exatamente o que provocava o riso de todos.

Carlos Roberto Corrêa, 58 anos

Como ele dizia, era um "camaleão". Tão apaixonado pela vida que se reinventava sempre para continuar a viver.

Carlos Roberto Pinto, 73 anos

Dono de um sorriso marcante, adorava as festas em família e fazia tudo pelos netos.

Carmelita Louretti da Fonseca, 80 anos

Muito extrovertida, brincava com todo mundo.

Carmine Antônio de Chiara Filho, 67 anos

Com ele, os relógios do céu não ficarão mais atrasados.

Carolina Barros Patrocínio, 29 anos

Brilha onde estiver, meu anjo mais velho.

Cecília Cardoso Woodtli, 86 anos

Mãe dedicada, avó engraçada. Lutadora, forte e importante.

Célia Lopes Bezerra, 77 anos

Uma contadora de histórias. Nunca se soube se reais ou inventadas, mas sempre emocionantes e encantadoras.

Celso Azis Antonio, 69 anos

Carinhoso, tinha sempre uma surpresa no bolso para dar à neta.

Celso Manso Monteiro Vieira, 88 anos

Um homem que transbordava sensatez e mansidão. Ele amou demais - e só sabia amar assim.

Cely Guimarães Alves, 77 anos

Não se foi só mais um número nessa estatística mórbida, foi-se um sol que brilhava na vida de todos que a conheciam.

Cesar Murta de Lima, 83 anos

"Ô, pipoca! Só você sabia disso, né?", dizia ele, sempre que ouvia alguma obviedade.

Cincinato Belarmino Santos, 65 anos

Pernambucano de vocabulário próprio, estava sempre disposto a ajuda quem precisava de sua alegria.

Claudete Pereira Cruz, 79 anos

Tinha um abraço que parecia um porto seguro.

Claudia Cassoli Alves, 41 anos

"Eu quero viver!", dizia aquela que deixa um legado imortal de amor.

Claudia Nogueira Cardoso, 56 anos

Uma médica que exerceu seu ofício na cidade do Rio de Janeiro com orgulho e responsabilidade.

Claudio José da Silva, 56 anos

Pai superparceiro e avô apaixonado. Um homem de bom coração, que não deixou seu irmão sozinho nessa luta.

Cláudio Nunes dos Santos, 44 anos

"Não desanime, você é capaz de vencer qualquer coisa", dizia ele.

Claudio Roberto Roges, 67 anos

Claudio era sinônimo de solidariedade. Tirava de dentro de casa para dar aos mais necessitados.

Cláudio Spiller, 64 anos

Da cadeira de rodas era só sorrisos para suas meninas. O cara mais carismático da história.

Cleuza Singue Ruy, 84 anos

Tinha a capacidade de se reinventar, de lutar, de não desistir ou desanimar diante de qualquer dificuldade.

Conceiçāo Aparecida Lopes, 55 anos

A generosidade era a marca registrada de "Gorda".

Creuza Nunes Fontes, 80 anos

“Tchau, mais tempo!”, dizia ela sempre rindo, festeira e alegre.

Cristiano Ferreira da Silva, 42 anos

Tinha um amor incondicional por sua esposa.

Daniel Azulay, 72 anos

“Aponte com a ponta do dedo onde é que o Pita pinta...”

Daniel da Silva Sousa, 77 anos

Um avô de poucas palavras, cujo coração era inundado de cuidado e afeto.

Danil Dias Klein, 70 anos

Uma palavra que o definiu: amigo. Estava pronto para ajudar quem precisasse.

David Corrêa, 82 anos

Gigante do carnaval brasileiro.

David de Sá Guimarães, 68 anos

Ele era daqueles que não se deixava abater facilmente.

David Wu Tai, 71 anos

O chinês mais brasileiro de que se tem notícias.

Déa Vitório Costa, 76 anos

O nome curto não dava conta de tamanha existência. Por isso, os apelidos: Menina, Boneca e Fofura.

Delcenir de Sousa Lima, 73 anos

Amava dirigir seu carro antigo e cuidar de seus sete cachorros, que eram sua paixão.

Denise Almeida Barreto, 41 anos

A alegria em pessoa! Fazia qualquer um se sentir protegido ao lado dela

Deyler Vieira Amorim, 39 anos

Filho único; em todos os sentidos.

Dijaneide Ferreira da Silva, 42 anos

“A mulher mais incrível e inspiradora deste mundo”, segundo sua filha Mariana.

Domingos Mesquita Pereira, 69 anos

"Filha, vou fazer um Galeão e depois passo para te buscar", dizia antes de encontrar Priscila.

Doralice Cordovil Lourenço, 68 anos

Com sua doçura, resolvia qualquer problema por mais difícil com fosse.

Dulce Araújo de Martino, 91 anos

Considerada uma avó clássica, amava mimar seus netos com guloseimas, presentes e muito carinho.

Edgar Ribeiro, 71 anos

Todas as tardes, sentava no portão para bater papo com os amigos e beber Coca-Cola, que ele tanto amava.

Edil Marques Aguiar, 67 anos

Enfrentou a vida com coragem, venceu a morte muitas vezes. Um homem otimista.

Edilmar Julião da Costa Monteiro, 54 anos

Dono de um bom coração. Uma pessoa que todos gostavam.

Edimilson Lima de Souza, 56 anos

Um ótimo taxista, dirigia como ninguém.

Edison Borba Guimarães, 76 anos

Livre como um pássaro e sonhador como uma criança, desejava dias melhores para que todos pudessem sorrir.

Edison Martins Borba, 76 anos

O professor Edison formava alunos e pessoas melhores.

Edivane Brito, 48 anos

Para se livrar do frio, sempre colocava meia nos pés.

Edmar Maia de Azevedo Santos, 67 anos

Com seu sorriso contagiante e alegre, onde quer que estivesse fazia as pessoas rirem com suas histórias.

Edmilton Dantas Santiago Silva, 42 anos

De criança arteira a homem da palavra de Deus: Dinho viveu uma trajetória de vida surpreendente.

Edson José Cavalcante Maranhão, 80 anos

Ele sempre recebia as visitas com quitutes. Depois, mostrava orgulhoso as suas plantas.

Edson Lyrio Ruy, 86 anos

Para ele, a vida era melhor vivida com um belo sorriso e um bom sorvete.

Edu Alves Pires Filho, 63 anos

De poucos sorrisos e de coração enorme, lutou até o fim.

Eduardo Araújo Cardoso, 70 anos

Tamanho mensurável em altura, porém, imensurável em doçura, gentileza e justiça.

Eduardo Augusto Rodrigues de Sousa, 83 anos

O português que conhecia todas as ruas do Rio de Janeiro e era apaixonado pelo Vasco.

Eduardo Dias da Silva, 72 anos

Se a vida é uma arte, a dele foi uma galeria inteira!

Elenilson Santos Vianna, 46 anos

Revivia a infância ao lembra os momentos que viveu.

Elisangela Rosa Vicente, 41 anos

Conhecia, como poucos, o valor da família e dos amigos. E deixava que eles soubessem disso.

Elizabeth dos Santos Oliveira, 62 anos

Intensa, Beth vivia a vida com todas as cores e tons.

Elza Constança dos Santos, 91 anos

Participou ativamente da criação da Comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

Elza Maria Martins dos Reis, 65 anos

Carioca raiz, feliz, com certo ar de loucura saudável, assim era Elzinha, a amante dos animais.

Elza Souza Santos, 90 anos

Generosidade era seu nome do meio.

Emma Leite Magalhães, 84 anos

Uma mulher que rodou o mundo colecionando amigos e cumprindo suas missões, sempre com muito amor.

Enoc Muniz Duarte, 74 anos

Enoc era mágico! Agradava a gregos e troianos sem perder sua autenticidade.

Eny da Silva Simões, 81 anos

Mãe, mineira, meiga e feliz. Adorava dançar.

Eny Werneck Aguiar, 84 anos

Vovó Nini gostava de jogar cartas e mandar beijos por videochamada.

Eros Brancatti Augusto, 79 anos

Cumpriu com todos os compromissos e honrou sua palavra, até o fim.

Eurides Santos Fernandes, 76 anos

Coragem também era seu nome. Exemplo de lisura, jamais baixou a cabeça por sua condição mais simples.

Evaldo de Andrade Costa, 71 anos

Ímpar na generosidade. Seu violão roubava a timidez. Seu amor pela família e amigos mostrava quem ele era.

Evandro Pires Domingues Neto, 57 anos

Zeloso em todos os momentos, Evandro espalhava amor desde os gestos mais simples do dia a dia.

Evanyr de Oliveira Costa, 80 anos

Fez tudo para garantir um futuro melhor para família. E conseguiu.

Everaldo Fernandes Alves, 68 anos

Um coração de ouro. Não existe uma pessoa que o conheceu, que não tenha um mar de coisas boas para falar...

Everaldo Garcia, 69 anos

Tico... o vovô da Helena.

Expedita Alves Melo Ripardo, 78 anos

Foi amor e foi lição. Se era pra dar carinho, dava. Se era pra castigar, sabia dar uns cocorotes.

Fábio da Conceição Araújo, 42 anos

Mais que um torcedor. Fábio, foi o maior prazer vê-lo brilhar.

Fábio Dias Menezes, 39 anos

Seu sorriso alegrava as vidas das pessoas que conviviam com ele.

Fabrício Sobral, 29 anos

Apaixonado pela profissão, pela esposa e pelo filhinho Arthur, que estava prestes a chegar.

Fátima do Rosário dos Santos Vieira, 64 anos

Mulher de coração extremamente bom, exemplo de fortaleza e coragem para a família.

Fátima Maria de Mello Affonso, 63 anos

Sempre sorridente, conseguia ver o lado bom de tudo e nunca reclamava.

Fernanda Rodrigues, 37 anos

Um furacão, com brilho no olhar e uma alegria contagiante por onde passava.

Fernando Cezar Costa Mendonça, 61 anos

Se tem uma coisa que ele nunca desperdiçou, foi a chance de contar uma piada!

Fernando Claudio Antunes Rezende, 77 anos

Aposentado, culto, leitor voraz, dedicado aos netos. Ligava diariamente para os três filhos.

Fernando da Rocha Pantoja, 68 anos

Além de ser amigo de muitos, era poeta.

Fernando de Freitas, 69 anos

Seu "bom dia", no planeta da Família Freitas, era um Sol que marcava recomeços.

Filipe Roberto Conde, 40 anos

O menino que não queria crescer.

Flávia Rosane Castro de Carvalho, 46 anos

Dividia-se entre crises de riso e a preocupação com os outros.

Flávio Freitas, 31 anos

Pintava a saudade de sua terra. Era feliz.

Flávio Rouvier Filho, 73 anos

Era o Flamengo em pessoa e transbordava amor, com seus gestos incondicionais.

Francisca Barbosa de Souza, 72 anos

Uma mulher de fé. Dizia que se há 1% de chance, agarre-se à oportunidade.

Francisca Gomes de Oliveira, 70 anos

Uma avó brincalhona e tão dedicada, que ensinou a lição de se dar valor à família.

Francisco de Faria Torres, 76 anos

Amigos, filhos e cachorros foram os amores de sua vida. Com ele tudo merecia ser celebrado em torno da mesa!

Francisco de Holanda Lopes, 69 anos

Um ser humano incrível, de grande coração e com o dom de ajudar o próximo.

Francisco de Oliveira, 78 anos

Guerreiro, subia as rampas do Maracanã com muita felicidade para ver o Fluminense jogar.

Francisco Melo Soares, 57 anos

Ensinou que a melhor maneira de conquistar seus sonhos é não desistindo deles.

Gabriel Araújo de Lacerda, 81 anos

Um homem incrível, que soube respeitar diferenças e fazer canções bobas sobre o cotidiano.

Gabriel Martinez de Andrade, 26 anos

Seu amor pela música transbordava quando estava junto de seus instrumentos

Genny de Caires Máximo, 84 anos

As ruas da Pavuna, no subúrbio do Rio de Janeiro, já sentem falta dela tomando café com as amigas na calçada.

George Laurence Kuplich Moraes, 68 anos

Caladão e com alma de artista. Um "fora da curva", que pintava com tinta a óleo e esculpia em argila e madeira.

Geovani Rodrigues, 62 anos

Fanático pelo Mengão, seus gritos de gol são inesquecíveis.

Geraldo Cândido de Figueiredo, 86 anos

O fusca azul era seu melhor amigo nas aventuras que renderam muitas histórias.

Geraldo Pereira Mariano, 63 anos

Se fosse possível defini-lo em uma só palavra, seria "extraordinário". O que, no dicionário, quer dizer "fora do comum".

Germana Maria Patrício da Costa, 58 anos

Seu amor transbordava em sorrisos lindos, que aqueciam a alma e dariam lindos cartões postais.

Gerson André da Silva, 53 anos

Criador das piores playlists de churrasco.

Giduvaldo de Souto Lima, 85 anos

Adorava tomar cerveja assistindo televisão. Ao abrir a latinha, brincava: “Quer uma água mineral com gás?”

Gil Soares de Araújo, 76 anos

A morte não consegue nos roubar a memória nem o amor.

Gilberto Henrique Monteiro, 64 anos

Amante da música, da poesia, da fotografia e da natureza. Sempre enxergava o lado bom da vida.

Gilberto Rodrigues Serra, 76 anos

Funcionário padrão, mas, mais do que isso, um pai amoroso e homem correto.

Gilmar dos Santos, 53 anos

Não tinha só mania de limpeza, tinha era mania de ser feliz.

Gisele Bringuel, 42 anos

Nada foi capaz de abalar a doçura de seu olhar.

Giucelina Ferreira Carneiro, 72 anos

“Tudo que eu faço é por amor a você”, dizia.

Givaldo da Silva, 65 anos

Um homem bom de coração que não media esforços para ajudar as pessoas.

Glaucia Hortencio Miranda, 39 anos

"Tinha um coraçao que não era seu" e por ele transbordava a alegria que contagiava todos.

Gláucio Adriano Antônio de Souza, 44 anos

Viver bons momentos com a família foi o seu programa preferido.

Gleidson Cardoso Correa, 36 anos

Com sua alegria, admirava as coisas simples da vida.

Glória Ferreira Mezes da Silva, 54 anos

Plantou boas sementes neste mundo.

Guiomar Azevedo de Oliveira, 84 anos

De fio em fio, teceu a vida, como um novelo. Empreendedora, mãe, amiga e uma mulher à frente do seu tempo.

Helena Conti Guimarães, 79 anos

A vovuxa mais jovem, aventureira, cinéfila e colorida que já existiu.

Henrique Paulino Mota, 40 anos

Sempre focado e otimista, lutava com obstinação por aquilo que queria. E alcançava.

Hilda da Conceição Silva, 82 anos

Aniversário e casa cheia eram as suas alegrias.

Hildebrando Brito da Silva, 56 anos

Amava Deus, sua família e a Igreja. Era engraçado, "Ih, Deu Branco!", brincava com o próprio nome.

Hildo da Silva, 54 anos

O enfermeiro da linha de frente de combate à Covid-19 que nunca esquecia o bom humor em casa.

Horacina de Ornellas Pedrosa da Silva, 83 anos

Levou a luz do conhecimento onde reinava a desesperança.

Humberto Leite Medeiros, 50 anos

Tinha como lema viver a cada dia como não houvesse amanhã.

Iara Pinho Medeiros, 72 anos

Querida demais, ela é quem marcava todas as reuniões de família.

Irapuan Salles, 57 anos

Ele tinha um carinho latente pelo bem-estar de toda gente. A honestidade o acompanhava por todo canto.

Ivo Tavares Ferreira, 71 anos

"Não sou 10, sou 11. Pois 10 tem furo e eu não!", dizia ele.

Ivonete Conceição da Silva, 93 anos

Coroada princesa aos 90 anos, Nete foi senhora sábia e companheira.

Jaci da Silva Belarmino, 65 anos

O samba, o mar e a cozinha foram as paixões deste produtor cultural.

Jack Fernandes dos Santos, 89 anos

Todos os domingos ele comia arroz à piamontese e medalhão ao molho madeira. Essa era sua marca registrada.

Jacy Muniz de Souza, 80 anos

Adorava ver a neta dançando e a ensinou, entre outras coisas, a amar o próximo.

Jaime Machado, 81 anos

Com sorriso largo, positividade e generosidade, viveu a vida na cadência bonita do samba.

Jair Silva Ribeiro, 61 anos

O técnico de enfermagem cuja missão era ajudar o próximo.

Janete Bráulio de Souza, 66 anos

Não podia ver alguém distraído que soltava: "Tá pensando na morte da bezerra?"

Janete Eugênio da Silva, 73 anos

Doce como o bolo de laranja que pedia com carinho para a sobrinha fazer.

Jefferson Alves, 37 anos

Foi um grande menino, que cresceu e tornou-se um grande homem!

Jeruza Valença Barros, 89 anos

Sabia inúmeros versículos da Bíblia, mesmo com a perda de memória que lhe acometeu.

Joana Maria Sousa Coelho, 80 anos

Mãe, avó e bisavó maravilhosa.

João Batista Fabrício Gonçalves, 41 anos

Sua maior alegria era cozinhar para as pessoas que amava.

João José Gomes de Barros, 61 anos

Único, transmitia unicidade ao inventar apelidos para todas as pessoas que conhecia.

João Luiz Alvarenga de Matos, 80 anos

“No meu aniversário, quero uma banda de música tocando na portaria, para todos saberem do meu aniversário.”

João Luiz Paiva Cabral, 59 anos

Era um carioca de verdade, para quem não havia tempo ruim. Sorrisos e alegria eram sua marca!

João Maria Bezerra de Sousa, 54 anos

Contagiava todos com as suas brincadeiras. Do seu lado ninguém se lembrava de ser triste.

João Thony Fuly, 72 anos

Homem de riso solto, tinha sempre uma piada na ponta da língua.

João Valério da Silva, 62 anos

Um dos pilares da família. Gostava de jogar sua rede ao mar, junto com os problemas, colhendo sardinhas e paz.

Joaquim Candido Alves, 72 anos

Contava piadas todos os dias.

Joel Andrade da Silva, 66 anos

Gostava de uma boa piada e divertia a todos com o seu bom humor. A família foi a razão de sua vida.

Joelma Pita Coelho, 51 anos

A mãe amorosa que sempre viajava para encontrar a prima e suas filhas.

Jorge Antônio de Araujo, 66 anos

Era capaz de tudo pelos filhos, que foram seu maior orgulho e alegria.

Jorge Conrado Passos, 64 anos

Gostava das pequenas alegrias: o jornal de domingo, as pessoas amadas e o pavê de sobremesa.

Jorge Cravo da Silva, 81 anos

Seu maior sonho era ser médico, e ele viveu este sonho até o último dia de seus 81 anos.

Jorge Eli Pinto dos Santos, 57 anos

Chegava sempre de sacolinha nas mãos, com uma “coisinha para as crianças” ou um pãozinho quente para o café.

Jorge Luiz Carneiro Falcão, 55 anos

Era tão doce que ganhou o apelido de Canjica, por viver sorrindo, com as canjicas de fora.

Jorge Luiz Dias de Souza, 54 anos

Sempre alegre e encantador, era um herói, cuja meta foi salvar vidas.

Jorge Luiz Domingos, 68 anos

O marcante sorriso de um avô admirado, que dedicou a vida ao Flamengo.

Jorge Luíz Logello de Lima, 49 anos

Amava a vida e vivia parafraseando a música "It's my Life" do cantor Bon Jovi.

Jorge Ricardo dos Santos, 52 anos

Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora. Basta acreditar que um novo dia vai raiar.

Jorge Valdir Aredes, 71 anos

Um homem de postura rígida e coração mole. Sempre disposto a ajudar o próximo.

José Antelian Ferreira Xavier, 69 anos

Foi um pai amado de longe, que legou traços físicos e de personalidade, além da saudade, à sua única filha.

José Braga Azevedo, 54 anos

Carro, pra ele, era de vidro aberto. Nada de ar condicionado! Gostava de sentir o vento - e a vida - no rosto.

José Carlos Vargas de Oliveira, 67 anos

Adorava um churrasco em família.

José Claudio Rodrigues Ferreira, 45 anos

Acreditava muito nas pessoas. Sua política era brincar com todos e sorrir sempre!

José Coriolando Beraldo, 82 anos

Muito inteligente, rápido e um excelente orador, foi um "influencer analógico" da família, amigos e colegas de trabalho.

José de Assis Agra Alves, 93 anos

Inventor de inúmeras expressões.

José Fernando Pequeno de Paiva, 47 anos

Se sonho era comprar uma piscina para fazer churrascos com a netinha Manu.

José Francisco dos Santos, 74 anos

Homem íntegro, nordestino arretado, com um enorme coração e amante da liberdade.

José Gonçalves da Silva, 79 anos

Adorava jaca! Acordava cedo e desejava um bom-dia contagiante, que animava qualquer um.

José Henrique da Silva, 62 anos

O carioca de personalidade forte que pilotou sua própria vida, contagiando a todos com uma sabedoria ímpar.

José Lúcio dos Santos Bernardino, 64 anos

Uma pessoa adorável, bem-humorada, carinhosa. Flamenguista "roxo". Amou sua família e amigos intensamente.

José Luiz Terra Cunha, 75 anos

De professor a showman da família, sempre se fez presente na vida de todos que conviveram com ele.

José Orlando Gomes, 59 anos

Uma herança incalculável; valores que o dinheiro não paga.

José Pereira Sales, 69 anos

Ele se encontrou no Rio de Janeiro e adorava receber visitas de parentes e amigos.

José Pinho Pereira, 93 anos

O oficial da marinha que cantava serestas e devorava jornais.

José Pinto de Miranda, 83 anos

Seu Miranda, católico fervoroso, coordenava o terço na praça da Paróquia São João Bosco, no Rio de Janeiro.

José Ribamar Paixão Santos, 72 anos

Para ele, tudo estava sempre bom. E nunca deixava de fazer uma “fezinha” semanal.

José Roberto C. Iglesias, 64 anos

Um homem a ser lembrado por suas conversas intermináveis e risadas descontroladas.

José Roberto Sousa de Oliveira, 71 anos

Acreditava tanto no poder da educação que, sem saber, educou todos na arte de ser generoso, dedicado e correto.

José Thadeu da Fonseca Gomes, 61 anos

Ele era como um farol de fé nas madrugadas, iluminando quem buscasse seus conselhos.

Joselene de Fátima Carneiro Pereira, 60 anos

Era tão apaixonada pelo Flamengo, que se tivesse jogo quarta-feira, ela é que não ia fazer o jantar.

Josias Batista, 71 anos

A teimosia era seu único defeito, o resto era só alegria.

Josina Matias Pereira, 57 anos

Zizi era nosso girassol, que emanava amor, esperança e felicidade.

Jozemar Bezerra Cordeiro, 60 anos

Passou pela vida a brincar e adorava repetir com orgulho que a Família Cordeiro tinha brasão!

Júlia da Silva Santos, 71 anos

De sorriso fácil, tinha um coração enorme e uma alma doce.

Julio Antunes Fado, 59 anos

“Nós aprendemos bem o ditado que diz: quem ama, cuida” dizia Julio.

Júlio César Mendes Silva, 45 anos

Carioca da gema que dizia: "Vamos viver o hoje, que o amanhã só a Deus pertence."

Juracy de Queiroz Araújo, 78 anos

Chamado de Painha pelas filhas, divertia-se com o apelido. Fã de Nelson Gonçalves, partiu ao som de "Boemia".

Jussara Martins de Oliveira Neves, 49 anos

Jussara sempre foi moleca. Brincava, sorria, cozinhava, vendia malas. Era multifunção porque tinha muito amor.

Karollyne Mendes Ramos da Silva Souza, 19 anos

Conquistou o mundo com sua inteligência, suas longas tranças azuis e seu sorriso tímido.

Kátia de Carvalho Martins, 68 anos

Uma grande acumuladora de viagens históricas, de amizades e do amor por sua gata de estimação.

Laelia Ednaci Batista, 44 anos

No rosto, sempre um sorriso. No coração, a certeza de que Deus era com ela.

Landir Adriano, 70 anos

O sorriso largo e sereno anunciava o coração forte e gigante.

Laura da Conceição Cepa, 92 anos

Ela veio lá de Portugal para torcer pelo Vasco e ser a alegria dos almoços em família.

Lauro Freitas Filho, 61 anos

Homem alegre e apaixonado por suas conquistas, cujo maior feito foi semear carinho e amor.

Léa de Castro Oliveira, 98 anos

Abnegada, solidária, engraçada e a eterna Furustreca.

Lêda Grafanassi Tranjan, 89 anos

Mulher forte, fazia da sua solidariedade o amor em movimento.

Leida Netto de Albuquerque, 92 anos

Mãe e amiga, sempre foi o conforto para todos os momentos.

Leila Maria da Silva, 72 anos

Amava reunir todos os filhos e comemorar a vida com eles.

Lenira Machado Pereira, 82 anos

Ela era toda feita de afeto e seus doces eram os melhores.

Leonaldo de Oliveira Lima, 34 anos

O Galeguinho era só alegria e risos. Seu amor desconhecia limites.

Leonardo Farley, 37 anos

"Vamos fazer um churrasco?", perguntava ele em absolutamente qualquer evento.

Lídio José da Silva, 79 anos

Um brasileiro legítimo, que vivia alegre, sorrindo, fazendo sorrir e contando piadas sem graça.

Lino Rodrigues Machado, 61 anos

"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança."

Luce Verônica Franco de Souza, 63 anos

Tinha uma mania engraçada: guardava até talher de plástico de restaurante quando achava bonitinho.

Luci da Silva Faria, 67 anos

Ela enfeitava a vida, ora com sua arte, ora com seu amor.

Lucia Maria de França Cortez, 70 anos

Especialista em ajudar crianças a nascerem, ela sabia que o carinho era o melhor tratamento para qualquer um.

Luciano de Oliveira, 84 anos

Amava viver. Para ele, felicidade era curtir com a família, tomar uma cervejinha e ver o Vascão jogar.

Luciano Evaristo Barbosa, 41 anos

Cheio de vida, era uma pessoa do bem. Iluminava por profissão e por dom.

Luis Carlos Costa de Mendonça, 63 anos

Ele foi um cara simples, de muitos amigos, que passou aos filhos a paixão pelo Fluminense.

Luiz Cantisano, 92 anos

Conquistar corações foi a maior das muitas vitórias deste médico.

Luiz Carlos de Oliveira, 82 anos

Gostava de dar brilho às coisas, às pessoas e à natureza. E não dispensava a pimenta na comida.

Luiz Claudio Vieira de Oliveira, 50 anos

Sempre com um sorriso no rosto e disposto a fazer o bem pelo próximo.

Luiz Henrique Dimas, 85 anos

O "mentirosinho" mais boa praça do Rio de Janeiro.

Luiz Machado, 68 anos

Ele era feito de solidariedade.

Luiz Paúra de Lucas, 75 anos

Ficava sentado no portão recebendo todos que chegavam.

Manoel Alves, 79 anos

Até mesmo sua cadeirinha preferida de assistir televisão, na qual ele era tão apegado, sentirá a sua falta.

Manoel Cele Rodrigues, 62 anos

Homem honesto, íntegro e dedicado à causa autista. Encontrou-se no papel de avô e amou seus netos como ninguém!

Manoel Celso de Mendonça, 79 anos

Vendeu sorrisos e recebeu carinho.

Manoel Theodorico dos Santos Ferreira, 76 anos

Sabia que a joia mais preciosa do mundo era sua família.

Manuel Moreira Martins, 79 anos

“A comida estava boa, né?” assim se justificava, quando exagerava um pouco no vinho.

Marcelo Amaral e Silva, 51 anos

O homem mais generoso e com o sorriso mais cativante do mundo.

Marcelo Araujo de Aguiar, 55 anos

Um bebê adulto que, com um coração maior do que seus quase dois metros, amava sem esperar nada em troca.

Marcelo Esteves Corrêa, 50 anos

Onde chegava trazia felicidade. Com um sorriso do tamanho do mundo, Bira também tinha um abraço casa.

Marcelo Silva, 61 anos

Ao fechar os olhos para mergulhar, Marcelo sempre lembrava de casa.

Marcia Oliveira dos Santos, 60 anos

Ser humano honesto que poderia ter em seu sobrenome a palavra "Generosidade".

Márcio de Souza Neves, 46 anos

Policial militar reformado, torcedor roxo do Fluminense e apaixonado por suco de maracujá. Esse era Nico.

Marcio Luiz Bastos Bomfim, 55 anos

Professor em tempo integral, especialista em amor, lealdade e muito rock'n'roll.

Marco Antônio Inácio da Silva, 55 anos

Um avô, pai, filho, irmão, amigo e tio amado.

Marco Antônio Ribeiro, 61 anos

Um mecânico apaixonado por carros, churrascos e rezar a Ave-Maria.

Marcone Severino Silva, 48 anos

O fraterno amigo.

Marcos Machado de Oliveira, 58 anos

Positivo, piadista e carinhoso até o fim dos seus dias.

Marcos Nifa Antonio, 49 anos

Sempre ouvindo Jorge Aragão, ele só errava mesmo era no arroz...

Marcos Paulo dos Santos, 43 anos

A calma, a risada inconfundível, a lealdade e seu amor pelo Vasco da Gama são as maiores lembranças que ele deixa.

Marcos Rolim, 54 anos

O verdadeiro cara do bem, de quem todos os amigos da FAB e familiares diziam: "Esse aí é bom. Coração enorme!".

Marcos Zanotti, 66 anos

Família, trabalho e igreja eram fundamentais para ele, que era completo ao se dividir em várias funções.

Marcus Vinicius Martins Reis, 61 anos

Extrovertido, pé de valsa e bom de papo. Com ele, o negócio era: "ame ou ame". E, assim foi. Amado por muitos.

Maria da Pena Tavares, 77 anos

Uma mulher de muita fé e que amava a sua família.

Maria Apparecida Pereira da Silva, 94 anos

Dona Cidinha era mineira e levou pro Rio de Janeiro o seu dom de cozinhar receitas deliciosas!

Maria Auxiliadora Ribeiro Ponce de Leão, 78 anos

Passava na rua abençoando porteiros e guardas municipais. Doava pão e bênçãos nas ruas de Copacabana.

Maria Christina Rey Silva, 59 anos

Enfermeira que não podia ouvir falar mal do Flamengo, não!

Maria da Dores Silva, 78 anos

Nada de dor. Ela era toda sorriso.

Maria da Glória dos Santos Silva, 54 anos

Levava paz no sorriso e fazia no fogão à lenha o melhor feijão do mundo.

Maria da Glória Gabriel Araujo, 64 anos

Sempre que podia, dava uma fugidinha para mergulhar em Ipanema.

Maria da Glória Oliveira da Cruz, 80 anos

Sempre falava para nós, mulheres, que dinheiro bom era o dinheiro nosso. Empoderadora!

Maria da Penha Mululu Barros, 68 anos

Entre uma viagem e outra, fazia empadões e bolinhos de chuva.

Maria das Graças Paim Firmino, 64 anos

Ela era a voz que transmitia otimismo e amor, todos os dias, por telefone, para todos os familiares.

Maria das Neves Santos, 90 anos

Dona de casa paraibana cujo maior serviço foi amar.

Maria de Fátima da Silva Matias, 66 anos

Amava uma festa, principalmente se fosse com a família.

Maria de Lourdes Cunha Machado, 80 anos

Maria de Lourdes era uma ariana rasgada. Quando amava, amava com tudo.

Maria do Carmo de Jesus, 67 anos

Tinha um imenso amor pelos livros e por adoçar a vida de outras pessoas.

Maria do Socorro de Moura Coccaro, 54 anos

Conquistava com o seu carisma e fazia morada no coração de todos que a reconheciam como alma amiga, alma irmã.

Maria Eduarda Rodrigues, 0 anos

Já mostrava-se forte e guerreira antes mesmo do seu nascimento.

Maria Eva Santiago Martins, 69 anos

Sua teimosia e alegria eram tão grandes quanto seu coração.

Maria Imaculada Rodrigues, 71 anos

Mãe dedicada, tinha a habilidade infinita de perdoar a todos, sempre.

Maria Izabel Lopes Dias, 74 anos

Temperava com amor as delícias que preparava.

Maria Lúcia dos Santos, 61 anos

Dona de um sorriso tão brilhante quanto a luz do sol. Transmitia paz por onde quer que passasse.

Maria Lúcia Vieira Pereira, 66 anos

O amor é eterno e pode ser manifestado em coisas simples como: quitutes e lindos crochês.

Maria Nilza Silva do Nascimento, 53 anos

O que mais gostava era ter pessoas queridas em volta da mesa contando histórias e dando risadas.

Maria Suédes Lourenço Goulart, 76 anos

Um sorriso escancarado e um bom-dia cheio de animação!

Marileisa Marta de Andrade, 71 anos

Mulher de aço, um exemplo de força e obstinação para as irmãs e a filha.

Marilena Mattos Rosa e Silva, 72 anos

Desde pequena ela quis ser "médica de criança". E assim foi. Infinito era o amor que a movimentava à vida.

Marina Adati, 97 anos

O bolo de Nescau foi uma das especialidades dessa bisa que ensinou aos netos e bisnetos a arte de viver.

Mario Nogueira Filho, 76 anos

Um grande homem de Deus, que doou a vida pelo Senhor Jesus e pelo povo que amava.

Mário Pais Arrais, 82 anos

Elevou a condição de ser pai a patamares incomparáveis.

Mário Pereira da Silva, 45 anos

Um pastor amigo de seus irmãos.

Marisa Campos Barcellos, 63 anos

Adorava cuidar e curtir sua família. Celebrava o aniversário de cada um e tinha presente para todos no Natal.

Marlene Alves dos Santos, 76 anos

Mãe amorosa, protetora dos filhos, a quem ensinou a viver intensamente os sorrisos e também as lágrimas.

Martinho Lira de Almeida, 68 anos

“Filha, minha felicidade é ver a minha família”, dizia ele.

Maura dos Santos Seixas, 80 anos

Deus sabe das coisas. Maura também.

Maurício Bastos Vieira de Vasconcelos, 77 anos

Engenheiro por amor e pai orgulhoso, do tipo que adorava apresentar aos amigos a "ficha completa" de cada filho.

Mauro Luís Marques da Silva, 60 anos

Uma pessoa boa que gostava de ajudar os outros e de espalhar risos e alegria.

Mauro Sergio Cataldi de Almeida, 63 anos

Enfermeiro, vigilante sanitário, mágico e Papai Noel. O carisma de Maurinho era contagiante.

Max Kelli Motta da Silva, 41 anos

Ele gostava de fazer o bem e ajudar as pessoas.

Messias Solon de Carvalho, 62 anos

Quando jovem, adulto. Quando adulto, jovem.

Miguel Alves, 90 anos

Por onde passava, fazia amigos e os carregava no coração, pela vida inteira.

Mirtes Elvas Cordeiro, 89 anos

Mulher de pulso forte e coração generoso.

Moacyr da Silva Filho, 61 anos

Um herói sem super poderes, mas cheio de virtudes.

Mônica Cavalcante de Abreu, 41 anos

Sempre com um sorriso no rosto que transpunha toda e qualquer dor, jamais deixou de lutar pela vida.

Mônica Moerbeck, 60 anos

Essa carioca era a generosidade em pessoa, da gargalhada mais gostosa que já se ouviu.

Nadir Gusmão de Lima, 76 anos

Sinônimo de amor, alegria e fé. Adorava explorar sua arte e jamais dispensava uma boa conversa.

Nazareno Rodrigues Costa, 72 anos

Seu maior prazer era ver a família toda reunida.

Neith Barbosa da Silva, 67 anos

Carioca, torcedora do Fluminense, amava o Carnaval e via nas coisas simples da vida sua alegria.

Nelsina Barbosa dos Santos, 63 anos

Por onde passou, deixou sua marca!

Nelson Alves Machado, 82 anos

Com seu espírito jovial, vivia a espalhar palavras de otimismo.

Nelson Carlos de Oliveira, 66 anos

Na dupla caipira com o irmão, se via a mais completa tradução de uma grande amizade.

Nelson da Silva Pereira, 72 anos

Nas horas incertas, ele era o amigo mais certo.

Nelson Pereira dos Santos, 87 anos

Vascaíno doente, adorava exibir seus polichinelos e pulos mirabolantes.

Nelson Sebastião da Silva, 80 anos

Se existiu uma pessoa que valorizava as pequenas coisas da vida, essa era ele. Viveu para amar os seus.

Neuza Inês da Conceição Freitas, 58 anos

Cuidou dos que amava, mesmo quando já não estava mais entre eles.

Newton Ferreira Peçanha, 63 anos

Dizia com felicidade que ele era peão mas que sua filha seria uma futura engenheira.

Nide Najar Bazolli, 85 anos

Nenhum coração pensa, mas o dela tinha memória e armazenou muito além do que os gigabytes podem contabilizar.

Nilcéa de Almeida Moita, 80 anos

Destacava-se no meio da multidão por sua alma pura, simples e bondosa.

Nilza Milharance, 63 anos

Reencontrou a filha após 29 anos, seu maior presente.

Norma da Cruz Saldanha Franchin, 90 anos

Uma vida inteira de cuidados pelos seus.

Odaci Ribeiro Adolfo, 61 anos

Nesse mundo, ela foi toda cafezinho com bolo, sequilho e tapioca.

Olinda Menezes Nascimento, 96 anos

A matriarca flamenguista que gostava da casa cheia para contar suas histórias.

Orlando de Oliveira Neto, 48 anos

As ações sociais eram a missão de sua vida. "Tempos melhores virão", repetia com convicção.

Orlando Gonzalez Fernandez, 82 anos

Sempre radiante, era conhecido por sua gentileza, pela dedicação à família e paixão pela homeopatia.

Ornivaldo Soares de Almeida, 71 anos

Festeiro, adorador de churrasco e torcedor do Bangu desde criancinha.

Oscar Aristides de Carvalho, 78 anos

Era fã de um bom churrasco, com samba e umas geladinhas, claro!

Osvaldo José da Silva Costa, 60 anos

Era uma vez um menininho que queria voar... E voou.

Paulo César de Melo, 73 anos

Foi um homem trabalhador, íntegro, charmoso e inteligente.

Paulo César de Souza, 58 anos

Um autodidata, que se emocionava ao som de blues. Um grande observador da alma humana.

Paulo César Dionísio Silva, 50 anos

Um sorriso largo e iluminado. Um amigo pronto para estar contigo no que der e vier.

Paulo Cesar dos Santos Coscarelli, 56 anos

Tratava os colegas de trabalho como filhos.

Paulo Cesar Neves Furtado, 66 anos

Sabia se divertir com as mulheres da família e virou referência, também, de companheiro: o que ri junto.

Paulo César Nunes Bastos, 71 anos

Flamenguista doente, o Maracanã vai ficar vazio sem ele. Deixou a paixão de herança para o filho e os netos.

Paulo César Souza de Paula, 43 anos

Era talentoso e dedicado. Bom de bola e de bandolim.

Paulo Cesar Vieira Cavalcante, 66 anos

Gostava de se cercar de alegrias e fazer o outro sorrir.

Paulo Figueira, 81 anos

Honrado e de coração imenso, preocupou-se com os seus até o fim, quando pediu aos filhos: “Cuidem de sua mãe”.

Paulo Henrique da Silveira, 61 anos

Com sua alegria e seu eterno espírito jovem, brincava com tudo e com todos.

Paulo Henrique Oliveira Lima, 40 anos

Era capaz de viajar por horas, depois de um plantão, para confortar a quem amava.

Paulo Milesi de Almeida, 66 anos

Capturava em imagens tudo o que via; cativava memórias e também os nossos corações.

Paulo Roberto Bernardo Mauri, 64 anos

A paz morava em seu olhar e isso era contagiante.

Paulo Roberto Ribeiro dos Santos, 54 anos

Sua risada era inconfundível e muito farta!

Rafael Nunes Cardozo, 58 anos

De abraço acolhedor e sorriso tímido, sua Kombi levou diversas gestantes ao hospital e acudiu muitos vizinhos.

Raimundo Estelito de Souza, 72 anos

Um homem que amava a vida, as pessoas, o futebol e também as novelas.

Raimundo Nonato Carneiro Farias, 67 anos

Devoto de Nossa Senhora Aparecida, adorava mimar os filhos.

Raimundo Souza dos Santos, 57 anos

Vascaíno apaixonado, Careca tinha uma risada contagiante e era prestativo com todos.

Raíssa Rolim, 27 anos

Era a doçura em pessoa. Tinha a inocência de uma criança e a vaidade de uma menina-moça.

Regina Marina Landeira Ferreira, 83 anos

Regina significa “a rainha” em latim e ela fez jus ao seu nome durante toda a vida. Querida rainha da família!

Reginaldo Conceição, 62 anos

Sua vida e seu legado foram lindos... feito poesia.

Rejane Pires, 48 anos

Um escândalo de mulher.

Renata Barra Pimentel, 36 anos

A mais carinhosa da família. Adorava um nescauzinho.

Renato Amorim Ximenes, 66 anos

Sua comida era maravilhosa, de tempero único.

René Pereira Lima Filho, 64 anos

Um cozinheiro de mão-cheia e fã do Benito Di Paula.

Rhonaldo Paulino de Andrade, 65 anos

Impossível lembrar dele sem pensar em análises clínicas, Vasco e cerveja.

Ricardo César Silva Araújo, 61 anos

Um carioca, tricolor, amante das artes, da mesa farta e da vida feliz.

Rilmar Paranhos Cerqueira, 67 anos

Melhor pudim de pão do mundo.

Rita Dias de Miranda, 89 anos

Caridosa, dona Rita era chamada de vovozinha pelas crianças que ajudava na comunidade do Jacarezinho.

Rizomar Dias, 58 anos

Fã número 1 de Elvis Presley, adorava usar seu tempo livre para ouvir o Rei do Rock.

Roberto Accioli, 82 anos

O maior jogador de palavras cruzadas que o Rio de Janeiro já viu.

Roberto Bolotari Rezende, 53 anos

Seu maior orgulho era ver sua família unida.

Roberto Caetano, 81 anos

Adorava o Leme, os esportes e um rádio "berrando" aos finais de semana.

Roberto de Sousa, 71 anos

O barco não pode frear!

Roberto Dias, 56 anos

Bem-humorado, Beto era muito expansivo.

Roberto Feliciano, 76 anos

Um cara muito bacana, que falava de Deus para todo mundo.

Robledo Raimundo Rodrigues, 52 anos

Foi o maior contador de histórias da História!

Robson da Mota Silveira, 68 anos

Sempre fez questão de declarar o seu amor antes de desligar o telefone.

Rodrigo Gomes Luiz, 34 anos

Amigo como poucos, era o amigo de todos.

Rodrigo Podolski, 41 anos

Vida digna ornada pela solidariedade.

Roger Queiroz, 20 anos

Inteligentíssimo, tinha passado em dois vestibulares e até se arriscava na bolsa. O dinheiro era para ajudar um morador de rua.

Rogério Barra Amorim, 46 anos

Se seu fusca falasse, provavelmente diria que o dono foi um cara sincero e de uma alegria contagiante.

Ronaldo Helvécio de Oliveira, 64 anos

Dele e do seu sorriso ninguém jamais se esquecerá.

Ronaldo Missick Guimarães, 75 anos

Dono de um coração enorme, sempre feliz e muito solícito, tinha gostos simples e paixões declaradas.

Rosa Neves Magalhães dos Santos, 92 anos

Matriarca de uma família muito unida, para ela não existia problema sem solução.

Rosania Darc Silva Telles, 61 anos

Mãe no sentido mais amplo da palavra, ela veio à vida para ser protagonista.

Rosauria do Carmo, 60 anos

Amava falar de Jesus, estava sempre disposta a ajudar. Seja com uma palavra, um alimento ou um cobertor.

Rosemere de Andrade Silva, 50 anos

Sorridente, carismática e generosa, privava-se do que fosse preciso para atender às necessidades dos demais.

Rosilene Oliveira da Silva, 48 anos

A mais popular da comunidade Parada de Lucas, gargalhava e se emocionava na mesma proporção.

Rosineide Alves de Freitas, 40 anos

Contagiava a todos com sua alegria e seus sorrisos.

Rosita Najan de Moraes, 84 anos

Foi, viveu e compartilhou muito amor, alegria e sabedoria.

Rubem Gomide Pires, 61 anos

Um grande homem, importante na vida de quem o conheceu.

Rubén Ramón Balbuena Mernes, 83 anos

“Mas será possible” falava com um pouco de sotaque.

Rubens Marinho de Mendonça Filho, 54 anos

Um homem rodeado pela alegria, porque era a alegria em pessoa!

Ruth Maria de Oliveira, 102 anos

Luta, vitória, dedicação, disciplina e amor. Sinônimos do que foi a tia Ruth.

Salvatore Lucchini, 85 anos

Italiano de nascimento, carioca de coração, esse pescador nato era um verdadeiro encantador de pássaros.

Sandra Emília Da Silva, 67 anos

Criou seus filhos com o suor do seu trabalho. Ela era incansável.

Sandra Regina dos Santos, 57 anos

Conseguia ser iluminada, mesmo diante dos blecautes da vida.

Sandra Vitória Valle, 69 anos

A linda vovó Pimenta!

Sandro Hansen, 82 anos

Sobrevivente da Segunda Guerra Mundial e carinhosamente chamado de Xuxu.

Sebastião Rodrigues de Oliveira, 69 anos

Tião Ventania, caminhoneiro, rodou este mundo como se não fosse parte dele. E agora, falta uma parte do mundo.

Sergio Fonseca, 72 anos

Abdicava do seu tempo com a família para atender aos desejos dos que amava.

Sergio Valim, 67 anos

Aventureiro, não dispensava uma boa viagem em ótima companhia.

Severina Francelino da Silva, 59 anos

Com Bibi não tinha tempo ruim. Por onde andava, deixava rastros de amor.

Shirley Moreira da Silva, 85 anos

Para ele, o sentido da vida estava em ter algo a fazer, algo a esperar e alguém a quem amar.

Shirley Rangel de Miranda, 64 anos

Amiga querida, mãe mais que amiga e avó amorosa.

Sidney Ferreira, 63 anos

Boa-praça, carismático, amigo dos amigos, modelo de pai e eterno herói para suas filhas.

Sidney Igrejas Martins, 71 anos

Pensar nele remete à memória de um delicioso aroma de camarões, vindo da sua cozinha.

Sinval Rodrigues Teixeira, 51 anos

Conhecido por muitos como Cachorrão, onde chegava latia alto e arrancava sustos e risos.

Solange Gonçalves Bittencourt, 53 anos

Apaixonada por Itacuruçá, pescava em suas praias e, no carnaval, distribuía alegria por suas ruas.

Solange Maria de Souza Reis, 53 anos

Carioca da gema! Amava samba, praia e cerveja gelada.

Sônia Maria Pereira da Silva, 54 anos

Aos 52 anos se formou professora de matemática só para realizar um sonho: lecionar para crianças pobres e de comunidade.

Sueli Ramos da Silva de Oliveira, 76 anos

Passista orgulhosa de sua Portela, abrilhantou as avenidas e em samba-enredo cantou sua alegria de viver.

Suzana Almeida Souza, 56 anos

Quem olhava no fundo de seus olhos, via a criança alegre, comilona, louca por doces. Uma criança em festa.

Sylvia de Mattos, 90 anos

Tia afetuosa. Emanava amor até nas longas conversas telefônicas.

Sylvio Capanema de Souza, 82 anos

Professor dotado de inteligência e habilidade especiais para ensinar, algo que só os grandes mestres possuem.

Tania Lucia Lopes Soares, 68 anos

Sempre alegre, era ótima companheira para uma cervejinha.

Tânia Muhlhofer, 40 anos

A médica que cuidava de seus vizinhos sempre com um sorriso no rosto.

Terezinha Correa Moreira da Silva, 75 anos

Poetisa da vida que levou consigo os sonhos de brilhar no céu e deixou um legado de amor.

Terezinha Maia Lopes, 71 anos

Se enchia de orgulho ao ouvir que um de seus netos era a cara dela.

Thaís Macieira Costa, 27 anos

Sua seriedade se destacava, mas não escondia o sorriso, que era tão belo quanto os girassóis que ela amava.

Thelmo Trilha Sym, 65 anos

Mais que um bom médico, um verdadeiro herói.

Tiago Afonso Rosas Araújo, 34 anos

Levava a família no coração e falava dela com orgulho por onde quer que passasse.

Valdeci Silva Santos Júnior, 45 anos

"Raiva só faz mal pra quem sente!", dizia ele. É por isso que Julhão jamais perdia o bom humor.

Valdecir de Souza Bernardo, 68 anos

Generoso com os próximos e protetor com seus irmãos, fazia o que podia para garantir a comida na mesa.

Valdemar Bezerra Leite, 86 anos

Sujeito único, engraçado e comilão. Valdeco era a pessoa mais alegre!

Valmir dos Santos, 76 anos

"Quando eu trabalhava lá no Alto da Boa Vista, conhecia tudo aquilo ali."

Vanderlei Barbosa da Silva, 65 anos

Exemplo de ser humano.

Vangles Saxe de Aguiar, 42 anos

Era uma alma bondosa, com um coração tão grande que, literalmente, mal cabia no peito.

Vera Lucia de Souza Santos, 72 anos

Não gostava de ficar parada. Ia sempre à casa dos filhos para visitar ou ajudar com afazeres; fazia por amor.

Vera Maria de Carvalho França, 69 anos

Seu prazer em cozinhar começava na compra dos ingredientes e na gratidão a Jesus por tudo o que tinha.

Vera Maria Monteiro Bitencourt, 92 anos

Nos netos, Vera via a continuidade de sua tão feliz e batalhada história.

Vilma Teixeira Castelo Branco, 92 anos

Tinha uma voz suave, um jeito calmo e doce de conversar e muito amor pelos seus três garotos.

Wagner Raimundo da Silva, 53 anos

Uma breve história, que em momento algum foi superficial. Sua alegria contagiante o fez infinito.

Waldir Alves de Carvalho, 62 anos

Era figurinha carimbada nas redações. Simpático, determinado e alto astral.

Wanda Ferreira Vicente, 43 anos

Uma mãe apaixonada pelos filhos e grata aos avós.

Wander Miguel Pereira da Silva, 86 anos

Visionário por natureza, não tinha nada em sua mente que não poderia melhorar.

Wanderson da Silva Meireles, 46 anos

Entre as inúmeras estradas da vida, traçou a que deu forma à mais pura e batalhadora história de amor.

Weber de Oliveira Roque, 40 anos

Síndico por excelência, edificou seu legado com honestidade e compromisso.

Welber dos Santos Leite, 39 anos

Onde chegava, divertia a todos.

Wilibaldo Abrantes, 79 anos

Escreveu um poema para comemorar seu aniversário.

William Bezerra Cavalcanti, 93 anos

Um anzol, um isopor com iscas e outro com cerveja. Nas areias da praia e com o mar para explorar....

Wilma de Oliveira Parreira, 62 anos

"Quando a gente ama é claro que a gente cuida" poderia ser verso para ela, que transformava amor em cuidado.

Wilma de Souza Vergnano, 88 anos

Com seu jeitinho meigo, inspirou os seus a aceitar os acontecimentos da vida.

Wilson Bernardino de Barros, 69 anos

Flamenguista e mangueirense, gostava de sentar em uma mesa de bar pra conversar.

Wilson José Barroso Finizola, 73 anos

Com sorriso no rosto, mesmo diante das dificuldades, era feliz com pouco.

Wilson Marinho Luis, 55 anos

O que quer que decidisse fazer, o fazia com excelência. Sempre dando o seu melhor.

Wilson Pereira Lourenço, 74 anos

Em seus aniversários, cantavam o hino do Vasco na hora do parabéns. O carioca foi vascaíno desde sempre.

Yandiara Ferreira da Silva, 70 anos

Mãe, nordestina, descendente de indígenas e dona do melhor tempero do mundo.

Zélia Curado Araújo, 91 anos

Sempre atenciosa, uma pessoa agradável e gentil com todos.

Ziel Antônio Campos Lauermann, 72 anos

Pastor e ministro da Igreja do Evangelho Quadrangular. Um marido apaixonado, pai dedicado e avô amoroso.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa