INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

Rio de Janeiro

Abel Augusto Teixeira, 65 anos

Não gostava que se preocupassem com ele. Sempre dizia que estava tudo bem.

Abigail Pinto Magalhães, 88 anos

Viciada em novela, interagia com a trama: “Ih, já sei no que isso vai dar!”

Adão Correia Caldeira, 73 anos

O militar de carreira que se desmanchava pelos netos.

Adelaide Mendes Paula, 82 anos

Um verdadeiro coração de mãe para seus doze filhos, netos e todos a quem sempre esteve disposta a ajudar.

Adélio Electo, 84 anos

"No escurema do cininho...”, dizia ele, o trocador de sílabas.

Ademar Mariano da Cunha, 80 anos

Trabalhador, honesto e pontual em tudo o que fazia.

Ademir Abrantes Junior, 43 anos

O líder do grupo “A Família Trololós”.

Adilson Torquato Guimarães, 77 anos

Adilson deixou saudades na família, nos cachorros, nos funcionários de supermercado e nos moradores de rua.

Adilson Vicente Martins, 44 anos

Um paradoxo vivo: por fora, pura timidez; por dentro, pura força, coragem, carinho e amor pelos seus.

Adonias Antunes Zebral, 82 anos

Era de poucas palavras, mas de muitos sorrisos.

Adriana Ferreira Cardoso, 61 anos

Ser humano ímpar, dona de um astral contagiante.

Agatha Lima, 25 anos

Viveu intensamente os seus 25 anos.

Agenor Lopes de Oliveira, 56 anos

Sua marca foi a bondade. Sempre fez de tudo para ajudar as pessoas, não importando as circunstâncias.

Agostinho Mendes da Cunha, 58 anos

Vida, assim era chamado em casa. A sua maior preocupação era o bem-estar de todos.

Alaíde Gomes do Nascimento, 68 anos

A queridona dos sobrinhos, amante do samba e da Imperatriz.

Alan Carvalho Martins, 41 anos

Pai de família admirável, foi também exemplo de militar.

Alan Herszenhaut, 53 anos

Um eterno brincalhão, sempre pronto para ajudar.

Alan Luiz Vianna Rosas, 38 anos

Alan vestia seu melhor sorriso e curtia a vida e a família.

Alan Patrick do Espírito Santo, 38 anos

Um romântico inveterado, que apreciava flores, perfumes e chocolates.

Alberto Bandeira Peret, 92 anos

A falta que ele faz é a prova de todo o bem que ele fez.

Aldinar Maria D’Oliveira, 55 anos

Uma muralha de afeto que apoiava incondicionalmente filhos e netos.

Aldir Blanc Mendes, 73 anos

A esperança equilibrista sabe que o show de todo artista tem que continuar.

Alessandra Costa da Silva, 47 anos

Mulher guerreira e religiosa, ela era a alegria em forma de sorriso. Estava sempre tentando ajudar a todos.

Alessandra Lima, 43 anos

Vivia sorrindo e adorava a casa cheia, seja em festa ou só pra uma resenha.

Alessandro da Rosa Rocha, 29 anos

Um trabalhador incansável e um companheiro de sua esposa. Ele estava sempre com ela.

Alex Nunes Vieira, 58 anos

Comprometimento e paixão conduziram toda sua vida.

Alexandre Rocha dos Santos, 39 anos

Flamenguista doente, sambista e o ranzinza mais tranquilo que já existiu.

Allan Robert de Moraes, 27 anos

Forte, bonito e trabalhador, tinha um coração de menino.

Allison Diego Nascimento dos Santos, 34 anos

De apelido Limão, era o melhor amigo para fazer loucuras junto.

Altamiro Zimerfogel, 80 anos

Ativista da comunidade judaica, guardião de Copacabana e exemplo de solidariedade

Alvaro Barboza Brites, 59 anos

Alegre igual a quando cantava com os passarinhos, positivo como quando o sol nasce depois da tempestade.

Alzira de Oliveira Ribeiro, 92 anos

De linha em linha, foi costurando que Zirinha esteve presente nos momentos especiais da vida de muitos.

Alzira Gonçalves Valviesse, 61 anos

"Hoje vou ouvir o pai das crianças cantar. Quem registrou foi outro", e colocava as músicas do Fábio Júnior.

Alziro Viana de Souza, 49 anos

Vascaíno de coração, colecionava carrinhos e histórias divertidas para contar para a família.

Amarina Ferreira, 84 anos

Sentia prazer em ver como as pessoas gostavam da sua comida.

Ana Carolina Guimarães dos Santos, 38 anos

A alegria dos encontros, mãe em primeira pessoa. Por amar estar viva, era uma promotora de sorrisos.

Ana Cristina Mesquita, 43 anos

Era contagiante, pura luz. Viveu para servir a Deus e ao próximo.

Ana Glória Ribeiro Correia, 76 anos

Amou a vida, as flores, Deus, a família e os amigos. A imagem da felicidade e da fé.

Ana Graziella Prodan Campos, 82 anos

Menina linda que curiosa olha para as estrelas.

Ana Lúcia Lopes Carneiro, 77 anos

Amava viajar e bater perna pelo mundo, fazia dele sua própria passarela.

Ana Lúcia Veloso, 65 anos

Para Ana não havia destino, só havia o que fazemos.

Ana Maria Caldonceli Vidal Sartori, 76 anos

Deixou ensinamentos: não reclame da vida, seja sua melhor versão. Não guarde mágoas, perdoe e faça o bem.

Ana Maria Cavalcante de Albuquerque, 62 anos

Ajudar aos outros, era um prazer. Generosidade era sua marca registrada.

Ana Maria de Andrade Ferreira, 69 anos

As pessoas chamavam-na de tia Aninha. Eu, de mãe.

Ana Maria Gama, 68 anos

Adorava karaokês e cantava com a mesma maestria com que cozinhava.

Ana Rita da Silva, 58 anos

Era tranquilíssima e super na dela, mas adorava ver a casa cheia para seus almoços de domingo.

Ana Teixeira Lemos dos Santos, 80 anos

Mãe lutadora que criou sua filha com honestidade e exemplo.

Andre Cavalcante de Carvalho, 45 anos

Sorridente, paciente, prestativo, amigo e adorado por seus alunos.

André Luiz Nogueira dos Santos, 44 anos

Um cara que vai fazer falta a todos que conviveram com ele.

Andréia dos Santos Cometa, 39 anos

Tinha o sorriso tão radiante, que parecia ter ganhado na loteria.

Aneir Carvalho Pinto, 67 anos

Arroz e gargalhada... suas especialidades. Difícil saber qual o mais gostoso!

Angela Domingos de Souza, 69 anos

Pode apostar que ela agora deve estar dizendo: "que horror" e, em seguida, dando um largo sorriso! Clássico seu.

Angela Silva de Oliveira, 51 anos

“Mãe igual a ela, dificilmente você acha”, diz Bruno, filho de Angela.

Angélica Castanhote, 31 anos

Amava criar relacionamentos entre as pessoas.

Ângelo Vervloet Gaiba, 56 anos

Aficionado por Game of Thrones, lia os livros e assistia à série ao lado de Tê. Hábito frequente, que jamais dispensava.

Anselmo Dominguez Perez, 91 anos

Espanhol no RG e brasileiro no coração. Homem bonachão, simples, amigo, religioso e com um astral muito alto.

Antônia Pereira da Silva, 74 anos

Com muita luta, conseguiu comprar sua palafita em uma das periferias de Duque de Caxias.

Antonio Alves da Silva, 64 anos

Ele sempre dizia que tínhamos que pensar no futuro.

Antonio Carlos da Costa, 61 anos

Fã dos netos, dos filhos e da esposa. Fazia questão de contar suas histórias por onde passava.

Antonio Carlos da Silva, 76 anos

Pai de quatro filhos, esperava pelo quinto na fila de adoção.

Antonio Carlos Gomes Tavares, 64 anos

Pai, companheiro, amigo. Seguiu viagem no céu de pipas e aviões da sua infância.

Antônio Carlos Peixoto, 70 anos

O Doutor Antônio tinha o dom da medicina e exerceu, com maestria, a profissão.

Antônio Carlos Souza Gomes, 66 anos

Ele carregava no peito suas maiores paixões: a família, o T10 e o escudo do tricolor.

Antonio Costa de Almeida, 87 anos

Olhos sempre a brilhar, a cada cantar do sabiá, cada vez que estava de sua roça a lembrar.

Antonio de Jesus Couto, 70 anos

Ser o porto seguro de sua família era o que lhe dava alegria; era tudo para ele.

Antônio Ferreira Rodrigues, 79 anos

A cada história contada, uma emoção vivida por quem ouvia.

Antonio Guido de Morais, 72 anos

Seu coração botafoguense não cabia em seu peito. Sempre amoroso, bondoso, divertido, gostava de ajudar as pessoas e amava a vida.

Antônio José Galdino, 65 anos

Os amigos o apelidaram de Garrafinha, mas a esposa o chamava de Amor.

Antônio Luis da Silva, 53 anos

O sambista dono do sorriso mais carinhoso.

Antônio Macena de Moraes, 64 anos

Alegria era sua marca, adorava dançar e conseguia contagiar todas as pessoas que estavam a sua volta.

Antonio Mendes, 77 anos

De manhã, gritava pela casa: Cafééé!!! Era amoroso, brincalhão e um grande contador de histórias.

Antonio Rodrigues Cardoso, 56 anos

Uma pessoa querida, iluminada e musical.

Antônio Wilson Bezerra Cruz, 69 anos

Teve orgulho dos filhos.

Antonio Zumpichiatti, 71 anos

O que mais o deixava feliz era ver as pessoas felizes ao seu redor.

Aquilino de Oliveira Brito, 83 anos

Se doava para a igreja e para a família e gostava de dizer: "É isso aí!"

Aquilino Tito Brito, 51 anos

Festa sem ele era uma festa sem graça.

Arcenio Severiano de Souza, 81 anos

Torcedor do Flamengo, amava assistir aos jogos com o neto João Pedro.

Archibaldo Pereira da Silva, 79 anos

Em ritmo de “deixa a vida me levar”, Quiba era um carioca da gema com muita história para contar.

Arilson Silva, 50 anos

Tinha um coração de ouro. A família, seu maior tesouro.

Aritana Carneiro de Assis, 41 anos

Mulher de alma solidária, dedicou a vida para ajudar os animais e semear amor em sua família.

Arlindo Bárbara, 75 anos

O lugar vazio à mesa, o silêncio que espera na varanda, o espectador que falta para assistir aos jogos.

Armindo de Jesus do Nascimento, 75 anos

Um vascaíno doente, de alto-astral permanente e um otimista de nascença, que deixará seu sorriso largo eternizado.

Arthur Martins Fraga Filho, 71 anos

O humor e as histórias que contava, amenizavam o sofrimento da vida. Toblerone, seu amado cão, voltou a ser sua companhia.

Arthur Pereira de Paula, 67 anos

Gostava de ouvir Fagner, Benito di Paula; de conversar em barzinhos e de ver o Flamengo jogar.

Artur Francisco Gomes, 61 anos

Honesto e visionário, partiu com um adeus silencioso, feito da gratidão daqueles a quem dedicou sua luta.

Arturo Vazquez Estevez, 83 anos

O espanhol que registrou o coração em cartório brasileiro.

Attílio Finazzi Junior, 79 anos

Com uma grande vontade de ajudar, foi missionário e evangelizou pessoas em mais de 65 países.

Augusto Octávio de Mello Marinho, 64 anos

Era o palhaço da família.

Aurelina Bernardes de Almeida, 88 anos

Transmitia paz a quem estivesse ao seu lado.

Aurelina Gomes da Silva, 85 anos

Com uma fé inabalável, todo ano fazia uma festa beneficente na data de Nossa Senhora Aparecida.

Aurelito de Souza Bomfim, 70 anos

O guerreiro que morreu no dia de Tiradentes e foi sepultado no dia de São Jorge.

Badih Salim Chedraoui, 83 anos

Badih virou palavra, que mora nos cedros sagrados do Líbano.

Barbara Gleise de Oliveira, 42 anos

Viveu com satisfação suas maiores conquistas: o próprio negócio e a filha tão desejada. Não era de desistir.

Bárbara Ribeiro Weilard Reis, 25 anos

Sua risada tirava todo mundo para dançar; parecia uma festa! Na verdade, era.

Beatriz Maria da Silva Mendonça, 89 anos

Aos sábados, deitava-se e dizia: "Vou descansar as pernas, porque mais tarde vou para o meu forró".

Bernadete de Souza Araújo, 100 anos

Que amorosa e especial foi Tia Bebé!

Bianca Luciana Santos Dutra Vieira, 42 anos

Deixou uma família linda e muitas amizades.

Bruno Perugino Carneiro, 31 anos

Um cara cheio de vida, superdivertido; que se importava com o próximo e não dispensava um bom churrasco.

Cacilda de Oliveira Morgado, 76 anos

Dona de uma fortaleza sem par, lutou e venceu muitas batalhas.

Carla Fabiana Rodrigues de Oliveira Macedo, 44 anos

Filha, irmã, tia e esposa sempre presente.

Carlindo Cardoso, 71 anos

Fã de uma praia e de uma cervejinha, era cego de um olho mas enxergava com a alma.

Carlos Alberto Brasil, 75 anos

“E nos seus olhos era tanto brilho, que mais que seu filho, eu fiquei seu fã!”

Carlos Alberto Cobé do Nascimento, 65 anos

Com Deus, ele estava sempre pronto para enfrentar qualquer coisa.

Carlos André Ferreira de Souza, 44 anos

Coisinhas básicas para ele ser feliz: Ver o neto sempre, colocar apelidos em amigos e comer bolinhos de frigideira.

Carlos Antonio do Nascimento, 57 anos

Um homem de vários apelidos e amizades e de um coração cheio de vida.

Carlos Diogo Morito, 59 anos

Um homem bom. Apesar das dificuldades financeiras, nunca deixou faltar nada para a família.

Carlos Eduardo de Carvalho Alves, 61 anos

Dudu adorava uma cerveja gelada, assim como adorava estar com os amigos e a família.

Carlos Fernando Conte, 49 anos

Flamenguista e salgueirense, o taxista era só alegria.

Carlos Gonçalves Serra, 83 anos

Professor e um dos idealizadores do SUS, inspirou muitos alunos a lutarem em defesa da saúde pública brasileira.

Carlos Henrique de Moura, 65 anos

Não saía de casa sem perfume e só sabia amar de um jeito: cuidando.

Carlos Henrique Neves de Azeredo, 68 anos

Carlão fazia amigos por onde andava no Rio e orgulhava-se da família grande que construiu.

Carlos Laureado Rosa da Luz, 44 anos

Onde tinha Carlos tinha sorrisos. Era regra.

Carlos Lopes, 85 anos

Era o rei da piada singela, cuja falta de graça, era exatamente o que provocava o riso de todos.

Carlos Roberto Corrêa, 58 anos

Como ele dizia, era um "camaleão". Tão apaixonado pela vida que se reinventava sempre para continuar a viver.

Carlos Roberto Pinto, 73 anos

Dono de um sorriso marcante, adorava as festas em família e fazia tudo pelos netos.

Carlos Viana, 76 anos

Um sábio na sua simplicidade, era apaixonado pela família e pelo carro.

Carmelita Louretti da Fonseca, 80 anos

Muito extrovertida, brincava com todo mundo.

Carmen do Rego Barros de Vasconcellos Dias, 83 anos

Com carinho, alegria e amor, sempre pedia um beijo.

Carmen Lucia Teixeira Mendes, 71 anos

Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas, nas mãos que sabem ser generosas.

Carmine Antônio de Chiara Filho, 67 anos

Com ele, os relógios do céu não ficarão mais atrasados.

Carolina Barros Patrocínio, 29 anos

Brilha onde estiver, meu anjo mais velho.

Cecília Cardoso Woodtli, 86 anos

Mãe dedicada, avó engraçada. Lutadora, forte e importante.

Célia Bastos Pereira, 71 anos

Amiga sempre presente e amorosa, adorava uma praia.

Célia Lopes Bezerra, 77 anos

Uma contadora de histórias. Nunca se soube se reais ou inventadas, mas sempre emocionantes e encantadoras.

Celso Azis Antonio, 69 anos

Carinhoso, tinha sempre uma surpresa no bolso para dar à neta.

Celso Manso Monteiro Vieira, 88 anos

Um homem que transbordava sensatez e mansidão. Ele amou demais - e só sabia amar assim.

Cely Guimarães Alves, 77 anos

Não se foi só mais um número nessa estatística mórbida, foi-se um sol que brilhava na vida de todos que a conheciam.

Cesar dos Santos, 64 anos

Seus filhos foram a sua razão de viver.

Cesar Murta de Lima, 83 anos

"Ô, pipoca! Só você sabia disso, né?", dizia ele, sempre que ouvia alguma obviedade.

Cileimar Claussen de Oliveira, 74 anos

A suavidade do sorriso e do olhar transmitiam a beleza de uma vida baseada no amor e na religiosidade.

Cincinato Belarmino Santos, 65 anos

Pernambucano de vocabulário próprio, estava sempre disposto a ajuda quem precisava de sua alegria.

Clarinda Maria da Conceição, 74 anos

Tinha um sorriso largo e contagiante. Teve cinco filhos, mas foi mãe de muitos outros.

Claudenor de Brito Prazeres, 54 anos

O advogado que adorava praia, cerveja e samba.

Claudete Pereira Cruz, 79 anos

Tinha um abraço que parecia um porto seguro.

Claudia Cassoli Alves, 41 anos

"Eu quero viver!", dizia aquela que deixa um legado imortal de amor.

Cláudia Márcia Cordeiro da Silva, 50 anos

Cláudia era linda e sabia disso. Sempre prestativa, o dom de cuidar ia além da profissão de assistente social.

Claudia Nogueira Cardoso, 56 anos

Uma médica que exerceu seu ofício na cidade do Rio de Janeiro com orgulho e responsabilidade.

Claudio José da Silva, 56 anos

Pai superparceiro e avô apaixonado. Um homem de bom coração, que não deixou seu irmão sozinho nessa luta.

Cláudio Leal de Almeida, 76 anos

A formatura da sua neta conseguiu lhe tirar um sorriso, discreto, mas seu.

Cláudio Luiz dos Santos Silva, 49 anos

A paixão pelo Flamengo, o churrasco com uma cervejinha e seu prazer em cozinhar, descreviam bem o Formigão.

Claudio Mauricio Sant’Ana, 59 anos

"Cacá, João, vovô chegou...", assim ele chamava pelos netos pelos corredores da vila.

Cláudio Nunes dos Santos, 44 anos

"Não desanime, você é capaz de vencer qualquer coisa", dizia ele.

Claudio Roberto Roges, 67 anos

Claudio era sinônimo de solidariedade. Tirava de dentro de casa para dar aos mais necessitados.

Claudio Rogério de Sena Barbosa, 46 anos

Para Ciça, amar o irmão foi a coisa mais fácil desse mundo.

Cláudio Spiller, 64 anos

Da cadeira de rodas era só sorrisos para suas meninas. O cara mais carismático da história.

Cleiton Luiz Felix da Cruz, 36 anos

Cheio de amigos e de alegria, estava organizando a vida para ser pai.

Cleuza Singue Ruy, 84 anos

Tinha a capacidade de se reinventar, de lutar, de não desistir ou desanimar diante de qualquer dificuldade.

Conceiçāo Aparecida Lopes, 55 anos

A generosidade era a marca registrada de "Gorda".

Creuza Nunes Fontes, 80 anos

“Tchau, mais tempo!”, dizia ela sempre rindo, festeira e alegre.

Cristiano Ferreira da Silva, 42 anos

Tinha um amor incondicional por sua esposa.

Daisy Lúcidi, 90 anos

Alô, Daisy! “Meu negócio é o rádio, que é a minha paixão”.

Daniel Azulay, 72 anos

“Aponte com a ponta do dedo onde é que o Pita pinta...”

Daniel da Silva Sousa, 77 anos

Um avô de poucas palavras, cujo coração era inundado de cuidado e afeto.

Daniel Pereira, 38 anos

Quando o assunto era servir aos outros, fazia sempre com muito amor.

Danil Dias Klein, 70 anos

Uma palavra que o definiu: amigo. Estava pronto para ajudar quem precisasse.

Danilo David Santos Silva, 33 anos

Primeiro médico da família, foi e sempre será uma estrela.

David Corrêa, 82 anos

Gigante do carnaval brasileiro.

David de Sá Guimarães, 68 anos

Ele era daqueles que não se deixava abater facilmente.

David Lima Ramos, 35 anos

Dada cumpriu suas missões muito bem: monitorar o trânsito do bairro e amar a família incondicionalmente.

David Mendes dos Santos, 44 anos

Animador de qualquer festa, sabia cultivar amizades.

David Wu Tai, 71 anos

O chinês mais brasileiro de que se tem notícias.

Déa Vitório Costa, 76 anos

O nome curto não dava conta de tamanha existência. Por isso, os apelidos: Menina, Boneca e Fofura.

Deise Acioly Magalhães, 57 anos

Ela experimentava todas as comidas, das mais simples até as mais polêmicas.

Delcenir de Sousa Lima, 73 anos

Amava dirigir seu carro antigo e cuidar de seus sete cachorros, que eram sua paixão.

Denise Almeida Barreto, 41 anos

A alegria em pessoa! Fazia qualquer um se sentir protegido ao lado dela

Denise Gomes, 42 anos

Se tinha paciente precisando, era lá que ela queria estar.

Deuselina Dias Barbosa, 71 anos

Era uma mulher de Deus. Uma mulher que acreditava na força da oração.

Devanir Maria de Souza Alvarez, 61 anos

"Lutei tanto pra ter meus filhos e passaria por tudo de novo para tê-los comigo".

Deyler Vieira Amorim, 39 anos

Filho único; em todos os sentidos.

Dijaneide Ferreira da Silva, 42 anos

“A mulher mais incrível e inspiradora deste mundo”, segundo sua filha Mariana.

Dilma Nunes de Barros Maya, 60 anos

Era a solidariedade em pessoa. Daquelas que tiravam de si para dar ao outro.

Diógenes Moreno Escolastico, 43 anos

Policial, pai, exemplo de ser humano.

Diogo Fabiano Guimarães Andrade, 38 anos

Ajudava todo mundo, mesmo sem conhecer.

Diva Nastari da Fonseca, 91 anos

Resiliência era seu maior atributo e a caridade era sua maior virtude.

Dolores Esteves Monteiro, 92 anos

Alegre e amorosa.

Domingos Mesquita Pereira, 69 anos

"Filha, vou fazer um Galeão e depois passo para te buscar", dizia antes de encontrar Priscila.

Doralice Cordovil Lourenço, 68 anos

Com sua doçura, resolvia qualquer problema por mais difícil com fosse.

Dulce Araújo de Martino, 91 anos

Considerada uma avó clássica, amava mimar seus netos com guloseimas, presentes e muito carinho.

Edes Vieira Guimarães Filho, 56 anos

O marceneiro de Cabo Frio que vivia sorrindo.

Edgar Ribeiro, 71 anos

Todas as tardes, sentava no portão para bater papo com os amigos e beber Coca-Cola, que ele tanto amava.

Edgard dos Santos Pereira, 66 anos

Um marido especial na vida de sua esposa.

Edil Marques Aguiar, 67 anos

Enfrentou a vida com coragem, venceu a morte muitas vezes. Um homem otimista.

Edilmar Julião da Costa Monteiro, 54 anos

Dono de um bom coração. Uma pessoa que todos gostavam.

Edimilson Lima de Souza, 56 anos

Um ótimo taxista, dirigia como ninguém.

Edison Borba Guimarães, 76 anos

Livre como um pássaro e sonhador como uma criança, desejava dias melhores para que todos pudessem sorrir.

Edison Martins Borba, 76 anos

O professor Edison formava alunos e pessoas melhores.

Edivane Brito, 48 anos

Para se livrar do frio, sempre colocava meia nos pés.

Edmar Maia de Azevedo Santos, 67 anos

Com seu sorriso contagiante e alegre, onde quer que estivesse fazia as pessoas rirem com suas histórias.

Edmilton Dantas Santiago Silva, 42 anos

De criança arteira a homem da palavra de Deus: Dinho viveu uma trajetória de vida surpreendente.

Edna Caetano de Oliveira, 76 anos

Já olhava pra gente sorrindo.

Edna Camacho de Oliveira, 58 anos

Quando ela se divorciou, a vida recomeçou. Guerreira e incrivelmente forte.

Edsneider Rocha Pires de Souza, 42 anos

Foi bom amigo e um médico dedicado à sua missão, cumprida com amor, carinho e respeito a todos.

Edsom Freitas da Paixão, 86 anos

"Glória a Deus por tudo!" Ele dizia sempre, até na hora de espirrar.

Edson José Cavalcante Maranhão, 80 anos

Ele sempre recebia as visitas com quitutes. Depois, mostrava orgulhoso as suas plantas.

Edson Lyrio Ruy, 86 anos

Para ele, a vida era melhor vivida com um belo sorriso e um bom sorvete.

Edu Alves Pires Filho, 63 anos

De poucos sorrisos e de coração enorme, lutou até o fim.

Eduardo Araújo Cardoso, 70 anos

Tamanho mensurável em altura, porém, imensurável em doçura, gentileza e justiça.

Eduardo Augusto, 47 anos

A felicidade que Dudu emanava era contagiante.

Eduardo Augusto Rodrigues de Sousa, 83 anos

O português que conhecia todas as ruas do Rio de Janeiro e era apaixonado pelo Vasco.

Eduardo Dias da Silva, 72 anos

Se a vida é uma arte, a dele foi uma galeria inteira!

Eduardo Marques de Lima, 41 anos

Com certeza vão se divertir com ele que já chegou "do outro lado" cantando: "Seu pretinho chegou!"

Eduardo Ramos Filho, 60 anos

Na cozinha e na alegria ele foi um mestre.

Eitor Miguel da Silva, 57 anos

Muito cuidadoso com sua família, um pai amigo e acolhedor.

Elenilson Santos Vianna, 46 anos

Revivia a infância ao lembra os momentos que viveu.

Eliane Ferreira de Sá, 62 anos

Generosa, nunca negou ajuda a ninguém. Era muito querida e admirada por todos.

Eliane Maria de Oliveira, 66 anos

Apesar das dificuldades que apareciam pelo caminho, ela persistia na busca de sua felicidade.

Elias Macário, 44 anos

Suas palmas eram ouvidas a quilômetros de distância.

Elias Monte de Lima, 67 anos

Um amigo para todas as horas. "Com a saúde e a vida ninguém pode brincar”, foi tema de um dos seus últimos culto.

Elisabete Araújo da Silva, 62 anos

Sua maior paixão era fazer as pessoas sorrirem.

Elisangela Rosa Vicente, 41 anos

Conhecia, como poucos, o valor da família e dos amigos. E deixava que eles soubessem disso.

Elizabeth dos Santos Oliveira, 62 anos

Intensa, Beth vivia a vida com todas as cores e tons.

Elza Constança dos Santos, 91 anos

Participou ativamente da criação da Comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

Elza Maria Martins dos Reis, 65 anos

Carioca raiz, feliz, com certo ar de loucura saudável, assim era Elzinha, a amante dos animais.

Elza Souza Santos, 90 anos

Generosidade era seu nome do meio.

Emerson Bastos, 47 anos

Um homem de coração gigante e cheio de amor pela filha, pelos amigos, pela família e pelo Flamengo.

Emerson da Costa Santos, 28 anos

Personal trainer da alegria, sabia fazer rir e sorrir como ninguém.

Emerson Gonçalves Ribeiro, 47 anos

Onde ele estava, a alegria e a música entravam junto.

Emma Leite Magalhães, 84 anos

Uma mulher que rodou o mundo colecionando amigos e cumprindo suas missões, sempre com muito amor.

Enoc Muniz Duarte, 74 anos

Enoc era mágico! Agradava a gregos e troianos sem perder sua autenticidade.

Eny da Silva Simões, 81 anos

Mãe, mineira, meiga e feliz. Adorava dançar.

Eny Werneck Aguiar, 84 anos

Vovó Nini gostava de jogar cartas e mandar beijos por videochamada.

Erasmo Gomes de Souza, 96 anos

Foi um exemplo de singeleza e humildade.

Erika Ferreira Elias, 39 anos

O Teatro era sua vida, o palco era sua casa e a arte, sempre foi seu idioma.

Erivaldo Henrique de Oliveira, 69 anos

Um herói que tinha o poder de sorrir para a vida em qualquer circunstância.

Eros Brancatti Augusto, 79 anos

Cumpriu com todos os compromissos e honrou sua palavra, até o fim.

Eurides Santos Fernandes, 76 anos

Coragem também era seu nome. Exemplo de lisura, jamais baixou a cabeça por sua condição mais simples.

Evaldo de Andrade Costa, 71 anos

Ímpar na generosidade. Seu violão roubava a timidez. Seu amor pela família e amigos mostrava quem ele era.

Evandro Pires Domingues Neto, 57 anos

Zeloso em todos os momentos, Evandro espalhava amor desde os gestos mais simples do dia a dia.

Evanyr de Oliveira Costa, 80 anos

Fez tudo para garantir um futuro melhor para família. E conseguiu.

Everaldo Fernandes Alves, 68 anos

Um coração de ouro. Não existe uma pessoa que o conheceu, que não tenha um mar de coisas boas para falar...

Everaldo Garcia, 69 anos

Tico... o vovô da Helena.

Expedita Alves Melo Ripardo, 78 anos

Foi amor e foi lição. Se era pra dar carinho, dava. Se era pra castigar, sabia dar uns cocorotes.

Fábio da Conceição Araújo, 42 anos

Mais que um torcedor. Fábio, foi o maior prazer vê-lo brilhar.

Fábio Dias Menezes, 39 anos

Seu sorriso alegrava as vidas das pessoas que conviviam com ele.

Fábio José Pessanha Leandro, 44 anos

Generoso e cuidadoso, era o dindo amado das crianças, o master chef dos irmãos e o companheiro de Renata.

Fabrício Sobral, 29 anos

Apaixonado pela profissão, pela esposa e pelo filhinho Arthur, que estava prestes a chegar.

Farley de Oliveira Curcio, 39 anos

Filho dedicado e amoroso, de uma alegria incomparável. Deixou muita saudade.

Fátima da Silva Carneiro, 62 anos

"Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe", dizia ela.

Fátima do Rosário dos Santos Vieira, 64 anos

Mulher de coração extremamente bom, exemplo de fortaleza e coragem para a família.

Fátima Maria de Mello Affonso, 63 anos

Sempre sorridente, conseguia ver o lado bom de tudo e nunca reclamava.

Feliciano Pires Barbosa, 68 anos

Nino era um português que se transformou num carioca.

Fernanda Rodrigues, 37 anos

Um furacão, com brilho no olhar e uma alegria contagiante por onde passava.

Fernando Cezar Costa Mendonça, 61 anos

Se tem uma coisa que ele nunca desperdiçou, foi a chance de contar uma piada!

Fernando Claudio Antunes Rezende, 77 anos

Aposentado, culto, leitor voraz, dedicado aos netos. Ligava diariamente para os três filhos.

Fernando da Rocha Pantoja, 68 anos

Além de ser amigo de muitos, era poeta.

Fernando de Freitas, 69 anos

Seu "bom dia", no planeta da Família Freitas, era um Sol que marcava recomeços.

Fernando de Lima Pereira, 39 anos

Seu dia perfeito era: por a cerveja para gelar, a carne na grelha, uma batucada boa e chamar: "Bora família!"

Fernando Lima Pereira, 38 anos

O Flamenguista mais feliz do mundo.

Filipe Roberto Conde, 40 anos

O menino que não queria crescer.

Firmino Guimarães, 95 anos

Alegria, alto astral e simpatia em pessoa. Um coração enorme que fazia todos se apaixonarem por ele.

Flávia Lira Fonseca, 45 anos

Tudo pra ela era motivo pra comemorar. Fazer festa era a sua alegria.

Flávia Rosane Castro de Carvalho, 46 anos

Dividia-se entre crises de riso e a preocupação com os outros.

Flávio Freitas, 31 anos

Pintava a saudade de sua terra. Era feliz.

Flávio Rouvier Filho, 73 anos

Era o Flamengo em pessoa e transbordava amor, com seus gestos incondicionais.

Francisca Barbosa de Souza, 72 anos

Uma mulher de fé. Dizia que se há 1% de chance, agarre-se à oportunidade.

Francisca das Chagas Correa, 84 anos

Orgulhosa por ser a única que sabia a receita de como fazer o melhor café do mundo.

Francisca Gomes de Oliveira, 70 anos

Uma avó brincalhona e tão dedicada, que ensinou a lição de se dar valor à família.

Francisco Carlos Rangel Pereira, 67 anos

Era uma pessoa feliz que gostava muito de fazer festa com os amigos.

Francisco de Faria Torres, 76 anos

Amigos, filhos e cachorros foram os amores de sua vida. Com ele tudo merecia ser celebrado em torno da mesa!

Francisco de Holanda Lopes, 69 anos

Um ser humano incrível, de grande coração e com o dom de ajudar o próximo.

Francisco de Oliveira, 78 anos

Guerreiro, subia as rampas do Maracanã com muita felicidade para ver o Fluminense jogar.

Francisco de Paulo Teixeira Braga, 70 anos

Carioca da gema, botafoguense de coração gigante.

Francisco Melo Soares, 57 anos

Ensinou que a melhor maneira de conquistar seus sonhos é não desistindo deles.

Francisco Romeu da Silva, 56 anos

Uma pessoa muito querida, humilde, batalhadora e com um sorriso sempre estampado no rosto.

Gabriel Araújo de Lacerda, 81 anos

Um homem incrível, que soube respeitar diferenças e fazer canções bobas sobre o cotidiano.

Gabriel Martinez de Andrade, 26 anos

Seu amor pela música transbordava quando estava junto de seus instrumentos

Genny de Caires Máximo, 84 anos

As ruas da Pavuna, no subúrbio do Rio de Janeiro, já sentem falta dela tomando café com as amigas na calçada.

George Laurence Kuplich Moraes, 68 anos

Caladão e com alma de artista. Um "fora da curva", que pintava com tinta a óleo e esculpia em argila e madeira.

Geovani Rodrigues, 62 anos

Fanático pelo Mengão, seus gritos de gol são inesquecíveis.

Geraldo Cândido de Figueiredo, 86 anos

O fusca azul era seu melhor amigo nas aventuras que renderam muitas histórias.

Geraldo Magela da Silva Folgosa, 69 anos

"Deixa que eu resolvo", dizia. E partiu, deixando saudades...

Geraldo Martins de Paula, 70 anos

"Não fique triste, senão fico triste também", dizia ele para sua neta.

Geraldo Pereira Mariano, 63 anos

Se fosse possível defini-lo em uma só palavra, seria "extraordinário". O que, no dicionário, quer dizer "fora do comum".

Germana Maria Patrício da Costa, 58 anos

Seu amor transbordava em sorrisos lindos, que aqueciam a alma e dariam lindos cartões postais.

Gerson André da Silva, 53 anos

Criador das piores playlists de churrasco.

Giduvaldo de Souto Lima, 85 anos

Adorava tomar cerveja assistindo televisão. Ao abrir a latinha, brincava: “Quer uma água mineral com gás?”

Gil Soares de Araújo, 76 anos

A morte não consegue nos roubar a memória nem o amor.

Gilberto Henrique Monteiro, 64 anos

Amante da música, da poesia, da fotografia e da natureza. Sempre enxergava o lado bom da vida.

Gilberto Rodrigues Serra, 76 anos

Funcionário padrão, mas, mais do que isso, um pai amoroso e homem correto.

Gilcimar Gonçalves, 40 anos

O enfermeiro dedicado que contagiava, com a sua alegria, colegas de trabalho e pacientes.

Gilda Speridião Barreiro, 89 anos

Sempre alegre, apesar de tudo.

Gilmar dos Santos, 53 anos

Não tinha só mania de limpeza, tinha era mania de ser feliz.

Gisele Bringuel, 42 anos

Nada foi capaz de abalar a doçura de seu olhar.

Giucelina Ferreira Carneiro, 72 anos

“Tudo que eu faço é por amor a você”, dizia.

Givaldo da Silva, 65 anos

Um homem bom de coração que não media esforços para ajudar as pessoas.

Glaucia Hortencio Miranda, 39 anos

"Tinha um coraçao que não era seu" e por ele transbordava a alegria que contagiava todos.

Gláucio Adriano Antônio de Souza, 44 anos

Viver bons momentos com a família foi o seu programa preferido.

Gleidson Cardoso Correa, 36 anos

Com sua alegria, admirava as coisas simples da vida.

Glória Ferreira Mezes da Silva, 54 anos

Plantou boas sementes neste mundo.

Guido Nelson Coelho Leal, 86 anos

Seus olhos azuis sorriam ao falar das belezas da vida, enquanto tocava seu piano.

Guiomar Azevedo de Oliveira, 84 anos

De fio em fio, teceu a vida, como um novelo. Empreendedora, mãe, amiga e uma mulher à frente do seu tempo.

Haroldo Horta, 85 anos

Foi um cronista apaixonado e grande defensor da sua muito amada Barra Mansa.

Helena Conti Guimarães, 79 anos

A vovuxa mais jovem, aventureira, cinéfila e colorida que já existiu.

Hélio da Motta Veneno, 80 anos

Aos 80 anos, ainda esperava cada filho chegar do trabalho para abrir o portão e desejar boa noite.

Hélio Sampaio Pereira, 84 anos

Perto dele, nada ficava fora do lugar. Sempre brincalhão, inventou apelidos pra todos que trabalharam em seu buffet.

Henrique Paulino Mota, 40 anos

Sempre focado e otimista, lutava com obstinação por aquilo que queria. E alcançava.

Hilda da Conceição Silva, 82 anos

Aniversário e casa cheia eram as suas alegrias.

Hildebrando Brito da Silva, 56 anos

Amava Deus, sua família e a Igreja. Era engraçado, "Ih, Deu Branco!", brincava com o próprio nome.

Hildo da Silva, 54 anos

O enfermeiro da linha de frente de combate à Covid-19 que nunca esquecia o bom humor em casa.

Horacina de Ornellas Pedrosa da Silva, 83 anos

Levou a luz do conhecimento onde reinava a desesperança.

Horácio José Silva, 75 anos

Peão de trecho, cortou o Brasil de fora a fora. Trabalhou nas grandes obras do país, e se orgulhava disso.

Hugo Dutra do Nascimento Silva, 25 anos

Sorria com o rosto e com o corpo através da dança.

Humberto Campero Frias, 78 anos

Boliviano de nascença e brasileiro de coração. Apaixonado pelo futebol, pelo mar e pelos filhos.

Humberto Leite Medeiros, 50 anos

Tinha como lema viver a cada dia como não houvesse amanhã.

Iara Pinho Medeiros, 72 anos

Querida demais, ela é quem marcava todas as reuniões de família.

Iarione de Souza Amorim da Silva, 54 anos

Atenciosa e boa em tudo o que fazia.

Idê Figueira Ferraz Rocha, 82 anos

Uma pessoa generosa, que não negou ajuda a quem percebesse estar com dificuldade.

Ideilton Bezerra dos Santos, 77 anos

"Sábado a gente faz. Deixa pra sábado!", ele dizia.

Ilzelina Sá Pereira, 72 anos

Chamava a própria casa de pousada, indicando com isso que tinha espaço pra receber todo mundo.

Iracema Silva de Sá, 62 anos

Iracema viu sonhos se tornarem realidade: viu seus três filhos criados e formados e se tornou avó.

Iramária Ramos Ataide, 72 anos

Vó Ira era dona de uma casa com um detalhe peculiar: estava sempre de portão aberto e de mesa cheia.

Irapuan Salles, 57 anos

Ele tinha um carinho latente pelo bem-estar de toda gente. A honestidade o acompanhava por todo canto.

Irene Azevedo de Jesus, 93 anos

Sua risada, força e dizeres permanecerão para sempre entre os seus.

Israel do Amaral Vieira, 72 anos

Acreditava que o importante era ser autêntico, ser único.

Ivo Tavares Ferreira, 71 anos

"Não sou 10, sou 11. Pois 10 tem furo e eu não!", dizia ele.

Ivonete Conceição da Silva, 93 anos

Coroada princesa aos 90 anos, Nete foi senhora sábia e companheira.

Izaac de Souza Tavares, 67 anos

Adorava “dar alicate” nos netos, aquele beliscãozinho com os dedos dos pés.

Jabes Leonardo da Silva, 85 anos

Um ex-policial cujo lema era ajudar o próximo e nunca negar comida a alguém.

Jaci da Silva Belarmino, 65 anos

O samba, o mar e a cozinha foram as paixões deste produtor cultural.

Jack Fernandes dos Santos, 89 anos

Todos os domingos ele comia arroz à piamontese e medalhão ao molho madeira. Essa era sua marca registrada.

Jacy Muniz de Souza, 80 anos

Adorava ver a neta dançando e a ensinou, entre outras coisas, a amar o próximo.

Jadyr Araújo, 84 anos

Todo mês de agosto, em um ônibus chamado Jerônimo, fazia uma viagem para pescar.

Jaime Machado, 81 anos

Com sorriso largo, positividade e generosidade, viveu a vida na cadência bonita do samba.

Jair Silva Ribeiro, 61 anos

O técnico de enfermagem cuja missão era ajudar o próximo.

Janete Bráulio de Souza, 66 anos

Não podia ver alguém distraído que soltava: "Tá pensando na morte da bezerra?"

Janete Eugênio da Silva, 73 anos

Doce como o bolo de laranja que pedia com carinho para a sobrinha fazer.

Janete Oliveira Pessoa, 72 anos

Mulher guerreira, apaixonada por tudo e por todos.

Jedir Caterinque, 69 anos

Ele era muito calado, mas seus olhos diziam tudo.

Jeferson da Silva Rezende, 38 anos

Trabalho, trabalho, trabalho... não tinha preguiça e corria atrás.

Jefferson Alves, 37 anos

Foi um grande menino, que cresceu e tornou-se um grande homem!

Jeruza Valença Barros, 89 anos

Sabia inúmeros versículos da Bíblia, mesmo com a perda de memória que lhe acometeu.

Joana Maria Sousa Coelho, 80 anos

Mãe, avó e bisavó maravilhosa.

João Batista Fabrício Gonçalves, 41 anos

Sua maior alegria era cozinhar para as pessoas que amava.

João da Silva Barros, 86 anos

Tio João era tudo o de mais bonito que a gente quer ser, em uma só pessoa.

João Evangelista Ribeiro Filho, 65 anos

O sorriso daquele homem lindo por dentro e por fora lembrava a todos que o amanhã sempre pode ser melhor.

João Fausto Bartolette, 67 anos

Seu maior prazer foi estar com os netos, bisnetos e viajar com a família.

João Gadelha da Costa Neto, 49 anos

Era o "boa noite" do fim do expediente, acompanhado de um sorriso.

João Jacob Nahum, 75 anos

"Vem com o vovô", era o que ele mais falava pra cachorrinha poodle, uma paixão dele.

João José Gomes de Barros, 61 anos

Único, transmitia unicidade ao inventar apelidos para todas as pessoas que conhecia.

João José Hespanhol, 78 anos

"Ando devagar, porque já tive pressa!", dizia às netas quando falavam de seu vagaroso andar.

João Luiz Alvarenga de Matos, 80 anos

“No meu aniversário, quero uma banda de música tocando na portaria, para todos saberem do meu aniversário.”

João Luiz Paiva Cabral, 59 anos

Era um carioca de verdade, para quem não havia tempo ruim. Sorrisos e alegria eram sua marca!

João Manoel Serri, 72 anos

Era conhecido como o “Manél da Padaria”, pois amava comer pão. Adorava uma festa e não deixava nada o abalar.

João Maria Bezerra de Sousa, 54 anos

Contagiava todos com as suas brincadeiras. Do seu lado ninguém se lembrava de ser triste.

João Thony Fuly, 72 anos

Homem de riso solto, tinha sempre uma piada na ponta da língua.

João Valério da Silva, 62 anos

Um dos pilares da família. Gostava de jogar sua rede ao mar, junto com os problemas, colhendo sardinhas e paz.

Joaquim Candido Alves, 72 anos

Contava piadas todos os dias.

Joberto Anivanir Martins Coelho, 53 anos

Foi a personificação do bom humor. Promotor de grandes festas, agora está cuidando da área VIP no céu.

Joceli Dias Nunes, 51 anos

Foi uma mulher batalhadora.

Joel Andrade da Silva, 66 anos

Gostava de uma boa piada e divertia a todos com o seu bom humor. A família foi a razão de sua vida.

Joel Raymundo Gomes Neto, 40 anos

Dizia para todos que amava: "meu coração gordo ama você!"

Joelma Pita Coelho, 51 anos

A mãe amorosa que sempre viajava para encontrar a prima e suas filhas.

Joílson Silva de Medeiros, 67 anos

Superpai, fez dos filhos gente de bem.

Jorge Antônio de Araujo, 66 anos

Era capaz de tudo pelos filhos, que foram seu maior orgulho e alegria.

Jorge Conrado Passos, 64 anos

Gostava das pequenas alegrias: o jornal de domingo, as pessoas amadas e o pavê de sobremesa.

Jorge Cravo da Silva, 81 anos

Seu maior sonho era ser médico, e ele viveu este sonho até o último dia de seus 81 anos.

Jorge Eli Pinto dos Santos, 57 anos

Chegava sempre de sacolinha nas mãos, com uma “coisinha para as crianças” ou um pãozinho quente para o café.

Jorge Leão Tiziano, 69 anos

Torcedor do América e devoto de São Jorge, adorava a cultura italiana e sonhava, um dia, conhecer o país.

Jorge Luiz Alves Alencar, 54 anos

Ele não tinha time favorito e nem paciência com os irmãos flamenguistas, mas era sempre generoso com todos.

Jorge Luiz Carneiro Falcão, 55 anos

Era tão doce que ganhou o apelido de Canjica, por viver sorrindo, com as canjicas de fora.

Jorge Luiz Dias de Souza, 54 anos

Sempre alegre e encantador, era um herói, cuja meta foi salvar vidas.

Jorge Luiz Domingos, 68 anos

O marcante sorriso de um avô admirado, que dedicou a vida ao Flamengo.

Jorge Luíz Logello de Lima, 49 anos

Amava a vida e vivia parafraseando a música "It's my Life" do cantor Bon Jovi.

Jorge Permaguani Valinha, 62 anos

Grande contador de histórias e churrasqueiro oficial da família. Seu hobby era pescar e era sempre perfumado.

Jorge Ricardo dos Santos, 52 anos

Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora. Basta acreditar que um novo dia vai raiar.

Jorge Valdir Aredes, 71 anos

Um homem de postura rígida e coração mole. Sempre disposto a ajudar o próximo.

Jorléia da Silva Santos, 51 anos

A querida avó dos "pururuquinhas".

José Alfredo Barros Vogas, 67 anos

Um antiquário que colecionou joias raras em forma de familiares.

José Angelo Ribeiro Figueiredo, 85 anos

Não gostava de falar sobre coisas negativas.

José Antelian Ferreira Xavier, 69 anos

Foi um pai amado de longe, que legou traços físicos e de personalidade, além da saudade, à sua única filha.

José Antônio Duarte Baptista, 66 anos

De sangue, tinha 4 filhos. Mas com o coração conquistou inúmeros

José Antunes de Carvalho, 89 anos

Foi uma fonte inesgotável de água com sabor de amor de pai.

José Armando Louzada Leite, 85 anos

Homem simples da roça, trabalhador e grande pai.

José Augusto Nascimento Silva, 57 anos

Prezou sua liberdade até o último suspiro, amou e foi amado.

José Braga Azevedo, 54 anos

Carro, pra ele, era de vidro aberto. Nada de ar condicionado! Gostava de sentir o vento - e a vida - no rosto.

José Carlos Marcos dos Santos, 58 anos

Zé da Feira, sempre presente nos espetáculos de balé da neta e nas missas de segunda-feira, com a mãe idosa.

José Carlos Pereira Novis, 68 anos

Dedicado à família, ao trabalho e ao seu amado Vasco. Do céu, agora, vigia e guarda pelos seus.

José Carlos Vargas de Oliveira, 67 anos

Adorava um churrasco em família.

José Claudio Rodrigues Ferreira, 45 anos

Acreditava muito nas pessoas. Sua política era brincar com todos e sorrir sempre!

José Coriolando Beraldo, 82 anos

Muito inteligente, rápido e um excelente orador, foi um "influencer analógico" da família, amigos e colegas de trabalho.

José de Assis Agra Alves, 93 anos

Inventor de inúmeras expressões.

José Dejair de Carvalho, 67 anos

"Tenho orgulho de ser igual a minha mãe."

José do Carmo Moraes Cardozo, 67 anos

Pra ele, a felicidade só era real quando compartilhada.

José Fernando Pequeno de Paiva, 47 anos

Se sonho era comprar uma piscina para fazer churrascos com a netinha Manu.

José Francisco dos Santos, 74 anos

Homem íntegro, nordestino arretado, com um enorme coração e amante da liberdade.

José Gonçalves da Silva, 79 anos

Adorava jaca! Acordava cedo e desejava um bom-dia contagiante, que animava qualquer um.

José Henrique da Silva, 62 anos

O carioca de personalidade forte que pilotou sua própria vida, contagiando a todos com uma sabedoria ímpar.

José Lopes de Oliveira, 60 anos

Um homem guerreiro.

José Lúcio dos Santos Bernardino, 64 anos

Uma pessoa adorável, bem-humorada, carinhosa. Flamenguista "roxo". Amou sua família e amigos intensamente.

José Luiz Terra Cunha, 75 anos

De professor a showman da família, sempre se fez presente na vida de todos que conviveram com ele.

José Mario Costa Rocha Filho, 42 anos

Por onde passava, deixava um rastro de alegria e felicidade.

José Mauro Brochado, 70 anos

"Fala, vascaíno!", era sempre sua maneira de cumprimentar quem quer que fosse.

José Orlando Gomes, 59 anos

Uma herança incalculável; valores que o dinheiro não paga.

José Paulo Gomes Ribeiro, 62 anos

Sempre elogiava as pessoas que amava.

José Pereira Sales, 69 anos

Ele se encontrou no Rio de Janeiro e adorava receber visitas de parentes e amigos.

José Pinho Pereira, 93 anos

O oficial da marinha que cantava serestas e devorava jornais.

José Pinto de Miranda, 83 anos

Seu Miranda, católico fervoroso, coordenava o terço na praça da Paróquia São João Bosco, no Rio de Janeiro.

José Ribamar Paixão Santos, 72 anos

Para ele, tudo estava sempre bom. E nunca deixava de fazer uma “fezinha” semanal.

José Ribamar Pinto, 90 anos

Um profundo conhecedor da palavra de Deus.

José Ricardo Barbosa Rodrigues, 55 anos

Cozinhar era sua forma de dizer "eu te amo".

José Ricardo de Jesus Aguiar, 55 anos

Morador do Piscinão de Ramos, foi um ícone na comunidade onde viveu por ajudar a todos, dando o seu melhor sempre.

José Roberto C. Iglesias, 64 anos

Um homem a ser lembrado por suas conversas intermináveis e risadas descontroladas.

José Roberto Sousa de Oliveira, 71 anos

Acreditava tanto no poder da educação que, sem saber, educou todos na arte de ser generoso, dedicado e correto.

José Rubem Benvenuti, 80 anos

Saudade é ser, depois de ter.

José Telles Pinheiro, 77 anos

Devoto de Santo Antônio, adorava presentear com flores. Era um Romeu do século XXI.

José Thadeu da Fonseca Gomes, 61 anos

Ele era como um farol de fé nas madrugadas, iluminando quem buscasse seus conselhos.

José Vicente de Oliveira, 61 anos

E... naquele domingo bonito de outono, o Curió bateu asas e voou. Voou e nunca mais voltou.

José Virgílio de Ornelas Freitas, 74 anos

Não gostava de ir ao mar, mas amar para ele foi verbo fácil de se conjugar.

Joselene de Fátima Carneiro Pereira, 60 anos

Era tão apaixonada pelo Flamengo, que se tivesse jogo quarta-feira, ela é que não ia fazer o jantar.

Joselito Nascimento dos Santos, 53 anos

Um flamenguista que não dispensava um bom churrasco e uma cerveja gelada, com a família.

Josias Batista, 71 anos

A teimosia era seu único defeito, o resto era só alegria.

Josimar Arêas Barbosa, 65 anos

Sinônimo de bondade e doçura.

Josina Matias Pereira, 57 anos

Zizi era nosso girassol, que emanava amor, esperança e felicidade.

Jozemar Bezerra Cordeiro, 60 anos

Passou pela vida a brincar e adorava repetir com orgulho que a Família Cordeiro tinha brasão!

Júlia da Silva Santos, 71 anos

De sorriso fácil, tinha um coração enorme e uma alma doce.

Julio Antunes Fado, 59 anos

“Nós aprendemos bem o ditado que diz: quem ama, cuida” dizia Julio.

Júlio Cesar de Oliveira Varella, 48 anos

Entendia de tudo um pouco. Em casa, fazia as vezes de eletricista, pedreiro, técnico em informática, pintor...

Júlio César Mendes Silva, 45 anos

Carioca da gema que dizia: "Vamos viver o hoje, que o amanhã só a Deus pertence."

Julio da Cunha Venâncio, 38 anos

Adorava dizer se gabando: "Sou um cavalo sempre forte!"

Júlio Pinheiro, 57 anos

Flamenguista fiel, médico e pai dedicado. Amigo certo das horas incertas, piadista de carteirinha.

Juracy de Queiroz Araújo, 78 anos

Chamado de Painha pelas filhas, divertia-se com o apelido. Fã de Nelson Gonçalves, partiu ao som de "Boemia".

Jussara Martins de Oliveira Neves, 49 anos

Jussara sempre foi moleca. Brincava, sorria, cozinhava, vendia malas. Era multifunção porque tinha muito amor.

Justino Borges Pinheiro, 80 anos

Amou e seguirá, para sempre, amado.

Karollyne Mendes Ramos da Silva Souza, 19 anos

Conquistou o mundo com sua inteligência, suas longas tranças azuis e seu sorriso tímido.

Kátia de Carvalho Martins, 68 anos

Uma grande acumuladora de viagens históricas, de amizades e do amor por sua gata de estimação.

Laelia Ednaci Batista, 44 anos

No rosto, sempre um sorriso. No coração, a certeza de que Deus era com ela.

Landir Adriano, 70 anos

O sorriso largo e sereno anunciava o coração forte e gigante.

Laudenir Soares de Mello Pedrosa, 71 anos

Usava, por onde passava, sua melhor ferramenta: o amor.

Laura da Conceição Cepa, 92 anos

Ela veio lá de Portugal para torcer pelo Vasco e ser a alegria dos almoços em família.

Laura da Silva Pinto, 82 anos

Nas festas, jogava bombons para o alto para que seus convidados pegassem; e eram sempre recheados de amor.

Lauro Freitas Filho, 61 anos

Homem alegre e apaixonado por suas conquistas, cujo maior feito foi semear carinho e amor.

Léa de Castro Oliveira, 98 anos

Abnegada, solidária, engraçada e a eterna Furustreca.

Lêda Grafanassi Tranjan, 89 anos

Mulher forte, fazia da sua solidariedade o amor em movimento.

Leida Netto de Albuquerque, 92 anos

Mãe e amiga, sempre foi o conforto para todos os momentos.

Leila Maria da Silva, 72 anos

Amava reunir todos os filhos e comemorar a vida com eles.

Lenira Machado Pereira, 82 anos

Ela era toda feita de afeto e seus doces eram os melhores.

Lenita Maria Santhiago do Nascimento, 76 anos

Educadora, baiana de escola de samba e sempre pronta para ajudar.

Leonaldo de Oliveira Lima, 34 anos

O Galeguinho era só alegria e risos. Seu amor desconhecia limites.

Leonardo Farley, 37 anos

"Vamos fazer um churrasco?", perguntava ele em absolutamente qualquer evento.

Leonardo Ferreira de Lima, 44 anos

Aprendeu e ensinou inglês, mas não houve quem o ensinasse a amarrar os cadarços.

Lidiane Vieira Frazão, 35 anos

Uma menina com sonhos e uma semente recém-trazida a este mundo, que só queria ser feliz e amar sua família.

Lídio José da Silva, 79 anos

Um brasileiro legítimo, que vivia alegre, sorrindo, fazendo sorrir e contando piadas sem graça.

Lindaura de Oliveira, 91 anos

Nessa idade, tinha muita força, inteligência, amor.

Lino Rodrigues Machado, 61 anos

"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança."

Lourival de Melo, 70 anos

"Tudo bem? Vai a pé ou de trem?", brincava.

Lourival Sales Ramos, 65 anos

Sempre festeiro, onde chegava, roubava a cena.

Luan Djailton da Silva, 26 anos

Amava os gatos por ter, assim como eles, uma alma intensa: ora maré mansa, ora tsunami.

Luce Verônica Franco de Souza, 63 anos

Tinha uma mania engraçada: guardava até talher de plástico de restaurante quando achava bonitinho.

Luci da Silva Faria, 67 anos

Ela enfeitava a vida, ora com sua arte, ora com seu amor.

Lucia Maria de França Cortez, 70 anos

Especialista em ajudar crianças a nascerem, ela sabia que o carinho era o melhor tratamento para qualquer um.

Luciana Loureiro do Nascimento, 34 anos

Zelava por todos e se esmerava nos detalhes para sempre fazer o melhor.

Luciano da Silveira Richa, 63 anos

Atravessou a vida dançando, enquanto construía móveis e alegrias.

Luciano de Oliveira, 84 anos

Amava viver. Para ele, felicidade era curtir com a família, tomar uma cervejinha e ver o Vascão jogar.

Luciano Evaristo Barbosa, 41 anos

Cheio de vida, era uma pessoa do bem. Iluminava por profissão e por dom.

Luciano Figueiredo Marinelli, 46 anos

Generosidade era sua melhor definição.

Luis Carlos Costa de Mendonça, 63 anos

Ele foi um cara simples, de muitos amigos, que passou aos filhos a paixão pelo Fluminense.

Luís Pedrazzi, 67 anos

Seu gigantesco coração se dividia a quem precisasse de um colo ou de uma ajuda qualquer.

Luiz Antônio Régis, 59 anos

As coisas engraçadas que ele dizia e sua energia positiva sempre serão lembradas.

Luiz Cantisano, 92 anos

Conquistar corações foi a maior das muitas vitórias deste médico.

Luiz Carlos de Moraes Rego Ramalho, 72 anos

Seu sorriso era sua marca registrada e seu abraço, um conforto.

Luiz Carlos de Oliveira, 82 anos

Gostava de dar brilho às coisas, às pessoas e à natureza. E não dispensava a pimenta na comida.

Luiz Carlos Gomes do Couto, 65 anos

Professor, biólogo e inventor de sucos exóticos.

Luiz Carlos Murillo Zamith Junqueira, 96 anos

"Você está pegando a nuvem!", dizia quando passeava de carro com a filha ainda pequena.

Luiz Claudio de Paula Santos Bastos, 48 anos

Pastor de fé inabalável, se tornou motorista de aplicativo para cuidar dos filhos.

Luiz Cláudio de Sousa Rodrigues, 47 anos

Tinha a grande mania de, todos os dias quando saía do trabalho, passar no mercado só pra comprar besteira.

Luiz Claudio Pereira, 69 anos

Divertido e engraçado, uma das melhores pessoas que habitaram esse mundo.

Luiz Claudio Vieira de Oliveira, 50 anos

Sempre com um sorriso no rosto e disposto a fazer o bem pelo próximo.

Luiz Fernando Ferreira Santana, 32 anos

Luiz amava um bom churrasco.

Luiz Henrique Dimas, 85 anos

O "mentirosinho" mais boa praça do Rio de Janeiro.

Luiz Machado, 68 anos

Ele era feito de solidariedade.

Luiz Paulo Viana, 64 anos

Nos almoços de domingo, preparava um banquete, conversando com a esposa e os filhos. A cozinha era dele.

Luiz Paúra de Lucas, 75 anos

Ficava sentado no portão recebendo todos que chegavam.

Luiz Rogério Souto Porto, 65 anos

Um homem que batalhou e lutou pelos seus sonhos e por quem amou até o fim.

Luiza dos Santos Simão, 76 anos

Diaconisa na igreja, Luiza viveu o evangelho de Deus em profundidade, moldando seus atos em favor de Sua obra.

Luiza Maria da Conceição de Almeida, 84 anos

Muito afetuosa com as pessoas à sua volta. Uma lutadora.

Luzia Andrade, 73 anos

Uma pessoa que sabia amar e ser amada.

Manoel Alves, 79 anos

Até mesmo sua cadeirinha preferida de assistir televisão, na qual ele era tão apegado, sentirá a sua falta.

Manoel Cele Rodrigues, 62 anos

Homem honesto, íntegro e dedicado à causa autista. Encontrou-se no papel de avô e amou seus netos como ninguém!

Manoel Celso de Mendonça, 79 anos

Vendeu sorrisos e recebeu carinho.

Manoel da Fonseca Sodré, 97 anos

Meninão que fazia o melhor pão do mundo.

Manoel Theodorico dos Santos Ferreira, 76 anos

Sabia que a joia mais preciosa do mundo era sua família.

Manoel Trajano da Costa, 51 anos

“Eu te amo tanto, não se esqueça disso”, dizia ele a sua filha.

Manuel Correia, 87 anos

Era o típico português da padaria. Fez muito pão, dançou muito o Vira, chorava ouvindo fados. Alegrava a família.

Manuel Moreira Martins, 79 anos

“A comida estava boa, né?” assim se justificava, quando exagerava um pouco no vinho.

Manuel Sion Costal, 82 anos

O espanhol mais carioca. Ah, e flamenguista!

Mara Elizabeth Rodrigues Fajardo, 60 anos

Conseguia nos encantar com o dom pelas palavras e alegria contagiante.

Marcelo Amaral e Silva, 51 anos

O homem mais generoso e com o sorriso mais cativante do mundo.

Marcelo Araujo de Aguiar, 55 anos

Um bebê adulto que, com um coração maior do que seus quase dois metros, amava sem esperar nada em troca.

Marcelo de Oliveira Mitidieri, 48 anos

"Não se preocupa, nós vamos dar um jeito. Vou pensar em algo e amanhã volto com a solução, confia", dizia ele.

Marcelo Esteves Corrêa, 50 anos

Onde chegava trazia felicidade. Com um sorriso do tamanho do mundo, Bira também tinha um abraço casa.

Marcelo Pereira Benvenuti, 54 anos

Não há palavras que possam definir o amor e o orgulho que sentimos um do outro.

Marcelo Silva, 61 anos

Ao fechar os olhos para mergulhar, Marcelo sempre lembrava de casa.

Marcia Oliveira dos Santos, 60 anos

Ser humano honesto que poderia ter em seu sobrenome a palavra "Generosidade".

Márcia Regina de Oliveira, 57 anos

Geminiana de sorriso marcante, sempre grata pela vida. Amava reunir todo mundo para o sagrado karaokê.

Márcio de Souza Neves, 46 anos

Policial militar reformado, torcedor roxo do Fluminense e apaixonado por suco de maracujá. Esse era Nico.

Marcio Luiz Bastos Bomfim, 55 anos

Professor em tempo integral, especialista em amor, lealdade e muito rock'n'roll.

Marco Antônio Inácio da Silva, 55 anos

Um avô, pai, filho, irmão, amigo e tio amado.

Marco Antônio Ribeiro, 61 anos

Um mecânico apaixonado por carros, churrascos e rezar a Ave-Maria.

Marcone Severino Silva, 48 anos

O fraterno amigo.

Marcos Machado de Oliveira, 58 anos

Positivo, piadista e carinhoso até o fim dos seus dias.

Marcos Nifa Antonio, 49 anos

Sempre ouvindo Jorge Aragão, ele só errava mesmo era no arroz...

Marcos Paulo dos Santos, 43 anos

A calma, a risada inconfundível, a lealdade e seu amor pelo Vasco da Gama são as maiores lembranças que ele deixa.

Marcos Rolim, 54 anos

O verdadeiro cara do bem, de quem todos os amigos da FAB e familiares diziam: "Esse aí é bom. Coração enorme!".

Marcos Zanotti, 66 anos

Família, trabalho e igreja eram fundamentais para ele, que era completo ao se dividir em várias funções.

Marcus Vinicius Martins Reis, 61 anos

Extrovertido, pé de valsa e bom de papo. Com ele, o negócio era: "ame ou ame". E, assim foi. Amado por muitos.

Margarida Mamoni dos Santos, 90 anos

Vivia no meio do seu pequeno jardim; tudo que ela tocava florescia.

Maria da Pena Tavares, 77 anos

Uma mulher de muita fé e que amava a sua família.

Maria Angélica Rangel de Souza, 52 anos

Artesã que moldava vidas através da alegria.

Maria Apparecida Pereira da Silva, 94 anos

Dona Cidinha era mineira e levou pro Rio de Janeiro o seu dom de cozinhar receitas deliciosas!

Maria Auxiliadora Ribeiro Ponce de Leão, 78 anos

Passava na rua abençoando porteiros e guardas municipais. Doava pão e bênçãos nas ruas de Copacabana.

Maria Célia Vieira de Amorim, 69 anos

Cultivou muitas amizades.

Maria Christina Rey Silva, 59 anos

Enfermeira que não podia ouvir falar mal do Flamengo, não!

Maria Conceição Antonio Klezewsky, 84 anos

Tia Mariinha. Chamava os sobrinhos de amados, amadinhos. Vaidosa, não ficava sem um batom vermelho.

Maria Conceição Pereira da Costa de Santana, 60 anos

Ela sempre dizia que desta vida nada se leva...

Maria da Conceição Silva Jorge Mussi, 96 anos

Uma mulher à frente do seu tempo e sempre pensando na Educação.

Maria da Conceição Viana Baptista, 92 anos

Cuidava de todos e se doava com amor. Viveu uma vida simples, mas com muito carinho pela sua família.

Maria da Dores Silva, 78 anos

Nada de dor. Ela era toda sorriso.

Maria da Glória dos Santos Silva, 54 anos

Levava paz no sorriso e fazia no fogão à lenha o melhor feijão do mundo.

Maria da Glória Gabriel Araujo, 64 anos

Sempre que podia, dava uma fugidinha para mergulhar em Ipanema.

Maria da Glória Oliveira da Cruz, 80 anos

Sempre falava para nós, mulheres, que dinheiro bom era o dinheiro nosso. Empoderadora!

Maria da Gloria Xavier Alves do Nascimento, 64 anos

Na maior parte do tempo tinha um lindo sorriso estampado no rosto. Estava sempre cantando louvores a Deus.

Maria da Penha Mululu Barros, 68 anos

Entre uma viagem e outra, fazia empadões e bolinhos de chuva.

Maria da Penha Teixeira Erthal, 80 anos

Era uma autoridade quando o assunto era esporte e o futebol era sua grande paixão.

Maria das Graças Araújo Pinheiro, 65 anos

Nas horas difíceis trazia uma palavra de ânimo.

Maria das Graças Paim Firmino, 64 anos

Ela era a voz que transmitia otimismo e amor, todos os dias, por telefone, para todos os familiares.

Maria das Neves Santos, 90 anos

Dona de casa paraibana cujo maior serviço foi amar.

Maria de Fátima da Silva Matias, 66 anos

Amava uma festa, principalmente se fosse com a família.

Maria de Lourdes Cunha Machado, 80 anos

Maria de Lourdes era uma ariana rasgada. Quando amava, amava com tudo.

Maria do Carmo de Jesus, 67 anos

Tinha um imenso amor pelos livros e por adoçar a vida de outras pessoas.

Maria do Carmo de Oliveira, 82 anos

No balanço da vida, dançou sob adversidades e sapateou com o encanto de uma jornada vencida com dignidade.

Maria do Socorro de Moura Coccaro, 54 anos

Conquistava com o seu carisma e fazia morada no coração de todos que a reconheciam como alma amiga, alma irmã.

Maria dos Reis Gomes, 84 anos

Zelava pela mesa farta, cercada por toda família.

Maria Eduarda Rodrigues, 0 anos

Já mostrava-se forte e guerreira antes mesmo do seu nascimento.

Maria Eva Santiago Martins, 69 anos

Sua teimosia e alegria eram tão grandes quanto seu coração.

Maria Evaneida Medeiros Silva, 77 anos

Dizia que amava seus filhos mais que o infinito.

Maria Ignez Marques Procópio, 72 anos

Tinha um imenso amor pela sua profissão e enfrentou heroicamente a pandemia, sem perder a ternura.

Maria Imaculada Rodrigues, 71 anos

Mãe dedicada, tinha a habilidade infinita de perdoar a todos, sempre.

Maria Izabel Lopes Dias, 74 anos

Temperava com amor as delícias que preparava.

Maria José Almeida da Silva, 83 anos

Ninguém ficava triste perto dela.

Maria José de Souza Barata, 72 anos

Mulher de fibra, costurou um cotidiano de amor, coragem e fé.

Maria Julia Fernandes, 63 anos

Agora tudo está em silêncio, falta a voz, o canto, o assovio, os conselhos e a alegria de Maria.

Maria Lúcia dos Santos, 61 anos

Dona de um sorriso tão brilhante quanto a luz do sol. Transmitia paz por onde quer que passasse.

Maria Lucia Fernandes Cabral, 85 anos

Mãe e avó, caseira e amiga, cuidou das flores do jardim com a mesma devoção que dedicou aos filhos e netos.

Maria Lucia Fernandes Paiva, 63 anos

Cozinheira de mão cheia, essa nordestina encantou o Rio de Janeiro.

Maria Lúcia Nascimento Daltro, 72 anos

Espalhou beleza e alegria por todos os lugares que passou.

Maria Lúcia Vieira Pereira, 66 anos

O amor é eterno e pode ser manifestado em coisas simples como: quitutes e lindos crochês.

Maria Nilza Silva do Nascimento, 53 anos

O que mais gostava era ter pessoas queridas em volta da mesa contando histórias e dando risadas.

Maria Rosa de Freitas, 77 anos

Tinha a família tão grande quanto o seu coração e seu sorriso farto.

Maria Suédes Lourenço Goulart, 76 anos

Um sorriso escancarado e um bom-dia cheio de animação!

Maria Tavares Pereira do Carmo, 65 anos

Uma mulher guerreira.

Maria Zélia Seabra dos Santos, 72 anos

Uma fonte inesgotável de amor, sabedoria e dedicação. Uma mulher à frente do seu tempo.

Marialva Valadares de Andrade, 93 anos

Ajudou a todos que podia até o final da vida.

Marileisa Marta de Andrade, 71 anos

Mulher de aço, um exemplo de força e obstinação para as irmãs e a filha.

Marilena Mattos Rosa e Silva, 72 anos

Desde pequena ela quis ser "médica de criança". E assim foi. Infinito era o amor que a movimentava à vida.

Marina Adati, 97 anos

O bolo de Nescau foi uma das especialidades dessa bisa que ensinou aos netos e bisnetos a arte de viver.

Mario Antônio de Carvalho, 62 anos

A pé ou a cavalo, por ar ou por terra, cultivava boas ações e colhia sorrisos.

Mario José Andrade, 63 anos

Sempre uma voz doce, até nos piores momentos.

Mario Nogueira Filho, 76 anos

Um grande homem de Deus, que doou a vida pelo Senhor Jesus e pelo povo que amava.

Mário Pais Arrais, 82 anos

Elevou a condição de ser pai a patamares incomparáveis.

Mário Pereira da Silva, 45 anos

Um pastor amigo de seus irmãos.

Marisa Campos Barcellos, 63 anos

Adorava cuidar e curtir sua família. Celebrava o aniversário de cada um e tinha presente para todos no Natal.

Mariza Therezinha de Almeida Barreto, 83 anos

Uma artista em seu ofício e no dom de transmitir seu legado de fé, esperança e amor.

Marlene Alves dos Santos, 76 anos

Mãe amorosa, protetora dos filhos, a quem ensinou a viver intensamente os sorrisos e também as lágrimas.

Marlene Soares, 68 anos

Todos os dias ela reservava um tempo para pegar sol, olhar o céu e ouvir os pássaros.

Marlene Vinhal de Vasconcellos, 81 anos

Com agulha e linha cosia, com seu amor nos unia.

Marsel Alencar Seabra, 63 anos

Para ele, a vida era cheia de mistérios e muito boa.

Martinho Lira de Almeida, 68 anos

“Filha, minha felicidade é ver a minha família”, dizia ele.

Maura dos Santos Seixas, 80 anos

Deus sabe das coisas. Maura também.

Maura Mendes Barros, 78 anos

Maura gostava de estar rodeada de gente.

Maurício Barbosa Lima, 80 anos

Fez a diferença por onde passou.

Maurício Bastos Vieira de Vasconcelos, 77 anos

Engenheiro por amor e pai orgulhoso, do tipo que adorava apresentar aos amigos a "ficha completa" de cada filho.

Maurício Naoto Saheki, 41 anos

Ele tinha uma bondade solar.

Mauro Luís Marques da Silva, 60 anos

Uma pessoa boa que gostava de ajudar os outros e de espalhar risos e alegria.

Mauro Sergio Cataldi de Almeida, 63 anos

Enfermeiro, vigilante sanitário, mágico e Papai Noel. O carisma de Maurinho era contagiante.

Max Kelli Motta da Silva, 41 anos

Ele gostava de fazer o bem e ajudar as pessoas.

Meiry Catarina Gomes Macedo, 59 anos

Seus sentimentos eram medidos ao máximo. Ria, falava alto, chorava...

Messias Solon de Carvalho, 62 anos

Quando jovem, adulto. Quando adulto, jovem.

Miguel Alves, 90 anos

Por onde passava, fazia amigos e os carregava no coração, pela vida inteira.

Milene Barcelos, 30 anos

Difícil será sobreviver em meio ao caos sem ter o teu sorriso e suas piadas.

Miriam Rodrigues de Andrade Haiashi, 36 anos

Mãe que lutou pelo e para o amor.

Mirtes Elvas Cordeiro, 89 anos

Mulher de pulso forte e coração generoso.

Moacyr da Silva Filho, 61 anos

Um herói sem super poderes, mas cheio de virtudes.

Mônica Cavalcante de Abreu, 41 anos

Sempre com um sorriso no rosto que transpunha toda e qualquer dor, jamais deixou de lutar pela vida.

Mônica Ferreira Alves, 38 anos

Mônica foi a imagem da alegria, especialmente quando engravidou.

Mônica Moerbeck, 60 anos

Essa carioca era a generosidade em pessoa, da gargalhada mais gostosa que já se ouviu.

Mozart Ribeiro, 46 anos

Vivia sempre cheio de vida e de sonhos.

Nadir da Cruz Figueiredo, 64 anos

Era impossível conviver com ela e não passar a encarar a vida com mais carinho e generosidade.

Nadir Gusmão de Lima, 76 anos

Sinônimo de amor, alegria e fé. Adorava explorar sua arte e jamais dispensava uma boa conversa.

Natalino Inácio da Silva, 74 anos

Pai e avô dedicado que tinha um bigodão conhecido por asa de andorinha.

Nathan de Carvalho Moraes Rego, 78 anos

Sempre fez de tudo por sua família e deixou sua marca espalhando amor pelo seu caminho.

Nazaré Santos de Oliveira de Moura, 76 anos

Uma avó que sabia pintar como ninguém.

Nazareno Rodrigues Costa, 72 anos

Seu maior prazer era ver a família toda reunida.

Neilson Augusto Viana dos Santos, 37 anos

Flamenguista doente, era dono de um sorriso contagiante e um coração enorme.

Neith Barbosa da Silva, 67 anos

Carioca, torcedora do Fluminense, amava o Carnaval e via nas coisas simples da vida sua alegria.

Nelsina Barbosa dos Santos, 63 anos

Por onde passou, deixou sua marca!

Nelson Alves Machado, 82 anos

Com seu espírito jovial, vivia a espalhar palavras de otimismo.

Nelson Carlos Alves, 54 anos

"Tamo Junto!", era o que ele mais dizia aos seus.

Nelson Carlos de Oliveira, 66 anos

Na dupla caipira com o irmão, se via a mais completa tradução de uma grande amizade.

Nelson da Silva Pereira, 72 anos

Nas horas incertas, ele era o amigo mais certo.

Nelson Pereira dos Santos, 87 anos

Vascaíno doente, adorava exibir seus polichinelos e pulos mirabolantes.

Nelson Sebastião da Silva, 80 anos

Se existiu uma pessoa que valorizava as pequenas coisas da vida, essa era ele. Viveu para amar os seus.

Neuza Inês da Conceição Freitas, 58 anos

Cuidou dos que amava, mesmo quando já não estava mais entre eles.

Neuza José Moreira, 82 anos

Uma vovó cheia de dengo com os netos. Uma ótima mãe.

Newton Ferreira Peçanha, 63 anos

Dizia com felicidade que ele era peão mas que sua filha seria uma futura engenheira.

Nidalia Bezerra dos Reis, 87 anos

Era a dona da sorveteria da praça de São João de Meriti. Um jeito de adoçar a vida de todos.

Nide Najar Bazolli, 85 anos

Nenhum coração pensa, mas o dela tinha memória e armazenou muito além do que os gigabytes podem contabilizar.

Nilcéa de Almeida Moita, 80 anos

Destacava-se no meio da multidão por sua alma pura, simples e bondosa.

Nilton de Lima, 79 anos

Tinha a leveza no ser e seguia a vida sorrindo.

Nilton Santos de Lima, 53 anos

Um flamenguista doente, brincalhão e ingênuo. Era uma criança grande, que levava a vida com muita alegria.

Nilza Milharance, 63 anos

Reencontrou a filha após 29 anos, seu maior presente.

Nilza Pereira Pinheiro, 74 anos

Vaidosa, adorava batom e esmalte vermelhos. Fazia o melhor pudim do mundo.

Nivaldo Fernandes Barros, 88 anos

Um passarinho que vivia assobiando por aí.

Norberto Eugênio Müller, 89 anos

Coronel gaúcho de mil histórias e profissões; dirigia caminhão aos 11 anos e era o pilar da família aos 89.

Norival Silva de Souza, 66 anos

Seu legado são suas histórias, suas risadas e generosidade. Ele era único, apesar de suas diversas versões.

Norma da Cruz Saldanha Franchin, 90 anos

Uma vida inteira de cuidados pelos seus.

Norma de Siqueira Campos, 88 anos

Uma feminista de mão-cheia e a melhor avó que alguém poderia ter.

Octávio Pereira da Costa, 54 anos

Amava tanto a irmã que foi fazer companhia a ela no céu.

Odaci Ribeiro Adolfo, 61 anos

Nesse mundo, ela foi toda cafezinho com bolo, sequilho e tapioca.

Olinda Menezes Nascimento, 96 anos

A matriarca flamenguista que gostava da casa cheia para contar suas histórias.

Orlando de Oliveira Neto, 48 anos

As ações sociais eram a missão de sua vida. "Tempos melhores virão", repetia com convicção.

Orlando Gonzalez Fernandez, 82 anos

Sempre radiante, era conhecido por sua gentileza, pela dedicação à família e paixão pela homeopatia.

Ornivaldo Soares de Almeida, 71 anos

Festeiro, adorador de churrasco e torcedor do Bangu desde criancinha.

Oscar Aristides de Carvalho, 78 anos

Era fã de um bom churrasco, com samba e umas geladinhas, claro!

Oscar Neto Veiga, 63 anos

“Não sou eu quem me navega. Quem me navega é o mar” era seu lema de vida.

Osmar de Lima Bizarra, 57 anos

Adorava presentear os amigos e familiares com obras feitas em madeira.

Osvaldo José da Silva Costa, 60 anos

Era uma vez um menininho que queria voar... E voou.

Otair de Albuquerque Neves, 80 anos

Sem papas na língua, era conhecida pela espontaneidade e pela gargalhada singular.

Pablo Willian Ludolf Cabral, 37 anos

Consegue imaginar um ser humano maravilhoso? Esse era Pablo.

Paola Barboza, 31 anos

Gente de alma pura, Paolinha é insubstituível.

Pasqual Stefano, 63 anos

Dentista e profundo conhecedor da música e do cinema. Pintor, desenhista e eclético. Um grande sonhador.

Paulo Afonso Chamma, 67 anos

Se gabava do chope preto bem gelado, tirado na sua chopeira e na caneca zero grau.

Paulo Arthur dos Santos Braga, 79 anos

De vendedor aposentado a avô em tempo integral, cuida de sua esposa, seus filhos e neta até depois de partir.

Paulo César de Melo, 73 anos

Foi um homem trabalhador, íntegro, charmoso e inteligente.

Paulo César de Souza, 58 anos

Um autodidata, que se emocionava ao som de blues. Um grande observador da alma humana.

Paulo César Dionísio Silva, 50 anos

Um sorriso largo e iluminado. Um amigo pronto para estar contigo no que der e vier.

Paulo Cesar dos Santos Coscarelli, 56 anos

Tratava os colegas de trabalho como filhos.

Paulo César Mansur Couri, 75 anos

Um homem do bem. Nasceu. Cresceu. Escolheu. Seguiu o que acreditava.

Paulo Cesar Neves Furtado, 66 anos

Sabia se divertir com as mulheres da família e virou referência, também, de companheiro: o que ri junto.

Paulo César Nunes Bastos, 71 anos

Flamenguista doente, o Maracanã vai ficar vazio sem ele. Deixou a paixão de herança para o filho e os netos.

Paulo César Souza de Paula, 43 anos

Era talentoso e dedicado. Bom de bola e de bandolim.

Paulo Cesar Vieira Cavalcante, 66 anos

Gostava de se cercar de alegrias e fazer o outro sorrir.

Paulo Fernandes Godinho, 55 anos

Gostava muito de plantas e espalhou sementes e mudas delas, além de muita bondade.

Paulo Figueira, 81 anos

Honrado e de coração imenso, preocupou-se com os seus até o fim, quando pediu aos filhos: “Cuidem de sua mãe”.

Paulo Henrique da Silveira, 61 anos

Com sua alegria e seu eterno espírito jovem, brincava com tudo e com todos.

Paulo Henrique Oliveira Lima, 40 anos

Era capaz de viajar por horas, depois de um plantão, para confortar a quem amava.

Paulo Martins de Lima, 76 anos

Boêmio da zona sul do Rio, demonstrava seu amor fazendo visitas inesperadas, ligações ou envios de SMS.

Paulo Milesi de Almeida, 66 anos

Capturava em imagens tudo o que via; cativava memórias e também os nossos corações.

Paulo Roberto Bernardo Mauri, 64 anos

A paz morava em seu olhar e isso era contagiante.

Paulo Roberto da Cruz Senna, 61 anos

"Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim", pedia Paulo.

Paulo Roberto Ribeiro dos Santos, 54 anos

Sua risada era inconfundível e muito farta!

Paulo Sérgio Souza, 72 anos

Era um grande amigo de fé, irmão e camarada!

Pedro Luiz Portugal, 58 anos

Errar é humano, mas continuar gostando depois de tantos erros, só pode ser amor.

Pina Mantuano Tudda, 73 anos

Quis o destino que ela, imigrante italiana, encontrasse no Brasil seu amor italiano, de quem nunca se separou.

Rafael Nunes Cardozo, 58 anos

De abraço acolhedor e sorriso tímido, sua Kombi levou diversas gestantes ao hospital e acudiu muitos vizinhos.

Rafael Ramos, 33 anos

Um rapaz muito bonito e, que por esta razão, na adolescência era chamado de “Mamão”.

Raimundo Estelito de Souza, 72 anos

Um homem que amava a vida, as pessoas, o futebol e também as novelas.

Raimundo Laesse Almeida, 49 anos

A qualquer favor que pedissem respondia "Deixe comigo, deixe comigo", e todos sabiam que ele faria o impossível para cumprir.

Raimundo Nonato Carneiro Farias, 67 anos

Devoto de Nossa Senhora Aparecida, adorava mimar os filhos.

Raimundo Souza dos Santos, 57 anos

Vascaíno apaixonado, Careca tinha uma risada contagiante e era prestativo com todos.

Raíssa Rolim, 27 anos

Era a doçura em pessoa. Tinha a inocência de uma criança e a vaidade de uma menina-moça.

Regina Márcia Pessanha Leandro, 72 anos

A paixão pela família era o traço marcante dessa rainha que fazia o melhor chuvisco.

Regina Marina Landeira Ferreira, 83 anos

Regina significa “a rainha” em latim e ela fez jus ao seu nome durante toda a vida. Querida rainha da família!

Reginaldo Conceição, 62 anos

Sua vida e seu legado foram lindos... feito poesia.

Rejane Pires, 48 anos

Um escândalo de mulher.

Renan Cavalcante da Silva, 65 anos

Foi uma pessoa incrível, que adorava viver e viveu tudo que quis!

Renata Barra Pimentel, 36 anos

A mais carinhosa da família. Adorava um nescauzinho.

Renato Amorim Ximenes, 66 anos

Sua comida era maravilhosa, de tempero único.

Renato César Turque Coutinho, 53 anos

Adorava um doce, principalmente se fosse pudim ou açaí, que sempre caía bem ao som de músicas da sua época.

Renato Gomes de Azevedo, 56 anos

Cabeça-dura, mas de um coração gigante.

Renato Martins, 70 anos

"Deixa de tererê! Vamos evitar fadiga, Pulaaaaa! Sorria, Epaaaaa! Jesus te ama!" eram alguns de seus bordões.

René Pereira Lima Filho, 64 anos

Um cozinheiro de mão-cheia e fã do Benito Di Paula.

Rhonaldo Paulino de Andrade, 65 anos

Impossível lembrar dele sem pensar em análises clínicas, Vasco e cerveja.

Ricardo César Silva Araújo, 61 anos

Um carioca, tricolor, amante das artes, da mesa farta e da vida feliz.

Rilmar Paranhos Cerqueira, 67 anos

Melhor pudim de pão do mundo.

Rita de Cassia Cozzolino, 59 anos

Símbolo da generosidade, cuidar foi sua missão na Terra.

Rita Dias de Miranda, 89 anos

Caridosa, dona Rita era chamada de vovozinha pelas crianças que ajudava na comunidade do Jacarezinho.

Rita Pereira de Souto Freitas, 77 anos

Engraçada e sem papas na língua, era uma força da natureza.

Rizomar Dias, 58 anos

Fã número 1 de Elvis Presley, adorava usar seu tempo livre para ouvir o Rei do Rock.

Roberto Accioli, 82 anos

O maior jogador de palavras cruzadas que o Rio de Janeiro já viu.

Roberto Bolotari Rezende, 53 anos

Seu maior orgulho era ver sua família unida.

Roberto Caetano, 81 anos

Adorava o Leme, os esportes e um rádio "berrando" aos finais de semana.

Roberto Côrtes de Lacerda, 78 anos

Um dicionário para não morrer, tem sempre que ser atualizado.

Roberto de Sousa, 71 anos

O barco não pode frear!

Roberto de Souza Vigarinho, 41 anos

O melhor amigo que toda pessoa gostaria de ter.

Roberto Dias, 56 anos

Bem-humorado, Beto era muito expansivo.

Roberto Feliciano, 76 anos

Um cara muito bacana, que falava de Deus para todo mundo.

Roberto Hilário da Silva, 68 anos

Um homem inesquecível. Marido exemplar, pai amoroso, avô carinhoso. Irmão e amigo para todas as horas.

Roberto José Boechat de Souza, 61 anos

O dono do sorriso inabalável e da valiosa virtude de saber brindar a vida.

Roberto Passos Leandro, 72 anos

Exagerado nos sentimentos e nas comidas. De sua cadeira, adorava observar a fartura de alegria.

Robledo Raimundo Rodrigues, 52 anos

Foi o maior contador de histórias da História!

Robson da Mota Silveira, 68 anos

Sempre fez questão de declarar o seu amor antes de desligar o telefone.

Rodilma dos Santos Araújo, 59 anos

Dedicou-se ao que mais amava: salvar vidas.

Rodrigo Camargo Vieira, 39 anos

Ele era sempre o mais animado em todas as festas.

Rodrigo Gomes Luiz, 34 anos

Amigo como poucos, era o amigo de todos.

Rodrigo Pereira Ferreira, 43 anos

Herói da Aninha, dono de um coração gigante e um verdadeiro amigo de todos.

Rodrigo Podolski, 41 anos

Vida digna ornada pela solidariedade.

Rodrigo Reis de Oliveira, 37 anos

Homenageava os que amava com textos enormes e repletos de carinho.

Roger Queiroz, 20 anos

Inteligentíssimo, tinha passado em dois vestibulares e até se arriscava na bolsa. O dinheiro era para ajudar um morador de rua.

Rogério Barra Amorim, 46 anos

Se seu fusca falasse, provavelmente diria que o dono foi um cara sincero e de uma alegria contagiante.

Rogério Furtado Ozava, 53 anos

Que haja sempre mais humanidade e honestidade no mundo. Esse era o desejo dele.

Ronaldo Denys de Moura, 94 anos

Um avô coruja que amava mimar os netos e, com eles, saborear sua paixão: sorvetes! Principalmente os de creme.

Ronaldo Helvécio de Oliveira, 64 anos

Dele e do seu sorriso ninguém jamais se esquecerá.

Ronaldo Missick Guimarães, 75 anos

Dono de um coração enorme, sempre feliz e muito solícito, tinha gostos simples e paixões declaradas.

Rosa Neves Magalhães dos Santos, 92 anos

Matriarca de uma família muito unida, para ela não existia problema sem solução.

Rosa Pascoal Cardoso, 74 anos

A flor mais linda e perfumada do jardim da família, Rosa era uma mulher generosa e de muita fé.

Rosania Darc Silva Telles, 61 anos

Mãe no sentido mais amplo da palavra, ela veio à vida para ser protagonista.

Rosauria do Carmo, 60 anos

Amava falar de Jesus, estava sempre disposta a ajudar. Seja com uma palavra, um alimento ou um cobertor.

Rosemere de Andrade Silva, 50 anos

Sorridente, carismática e generosa, privava-se do que fosse preciso para atender às necessidades dos demais.

Rosilene Oliveira da Silva, 48 anos

A mais popular da comunidade Parada de Lucas, gargalhava e se emocionava na mesma proporção.

Rosineide Alves de Freitas, 40 anos

Contagiava a todos com sua alegria e seus sorrisos.

Rosita Najan de Moraes, 84 anos

Foi, viveu e compartilhou muito amor, alegria e sabedoria.

Rubem Gomide Pires, 61 anos

Um grande homem, importante na vida de quem o conheceu.

Rubén Ramón Balbuena Mernes, 83 anos

“Mas será possible” falava com um pouco de sotaque.

Rubens Marinho de Mendonça Filho, 54 anos

Um homem rodeado pela alegria, porque era a alegria em pessoa!

Rubens Pinto Junior, 55 anos

Ele passava o dia a perguntar "Ana, você me ama? Em meio às suas gargalhadas, ela sempre respondia de que sim.

Ruth Maria de Oliveira, 102 anos

Luta, vitória, dedicação, disciplina e amor. Sinônimos do que foi a tia Ruth.

Salatiel Soares Filho, 65 anos

O anjo da guarda da filha Laisa. O companheiro da filha Tati. O pai amigo.

Salvatore Lucchini, 85 anos

Italiano de nascimento, carioca de coração, esse pescador nato era um verdadeiro encantador de pássaros.

Sandra Dias Tavares, 63 anos

Ela parecia a Dona Hermínia, sempre com celular na mão acompanhando a vida da família toda.

Sandra Emília Da Silva, 67 anos

Criou seus filhos com o suor do seu trabalho. Ela era incansável.

Sandra Regina dos Santos, 57 anos

Conseguia ser iluminada, mesmo diante dos blecautes da vida.

Sandra Silva, 68 anos

Superava os obstáculos da vida com resiliência.

Sandra Vitória Valle, 69 anos

A linda vovó Pimenta!

Sandro Eduardo Nascimento da Silva, 46 anos

Alegria, caráter e intensidade o definiam. Mas a generosidade e a atenção, o tornavam mais especial ainda.

Sandro Hansen, 82 anos

Sobrevivente da Segunda Guerra Mundial e carinhosamente chamado de Xuxu.

Sandro Ribeiro Vianna, 46 anos

Um amigo muito especial que, assim como na vida, foi embora antes de terminar a festa.

Sarah do Couto Cesar, 95 anos

Um nome que fez história na luta pela educação inclusiva.

Sebastiana Ferraz Corrêa, 84 anos

Baixinha na estatura, mas gigante de alma e de coração.

Sebastião Rodrigues de Oliveira, 69 anos

Tião Ventania, caminhoneiro, rodou este mundo como se não fosse parte dele. E agora, falta uma parte do mundo.

Sebastião Soares Filho, 73 anos

Maritaca, amigo guerreiro, sempre com um sorriso largo no rosto.

Semiramis Rodrigues Geara, 62 anos

Nos aniversários, a primeira ligação do dia era sempre dela.

Sérgio Bezerra dos Santos, 43 anos

Dono de uma energia tão maravilhosa, que todos queriam ficar perto dele, o tempo todo.

Sergio de Oliveira Santos, 66 anos

Botafoguense roxo, homem de fé, valente e corajoso até o fim.

Sergio Fonseca, 72 anos

Abdicava do seu tempo com a família para atender aos desejos dos que amava.

Sérgio Ivo Ludwig, 85 anos

Muito sincero, dizia sempre o que sentia, o que pensava e o que queria. Tinha alma e sensibilidade de artista

Sergio Valim, 67 anos

Aventureiro, não dispensava uma boa viagem em ótima companhia.

Severina Antônia Gadelha, 88 anos

Orgulhava-se tanto de sua história que até os motoristas se tornavam ouvintes desta nordestina feita de amor.

Severina Francelino da Silva, 59 anos

Com Bibi não tinha tempo ruim. Por onde andava, deixava rastros de amor.

Sheila Regina Barbosa Salviano, 59 anos

Uma mulher doce e carinhosa, dona do melhor abraço e sorriso.

Shirley Moreira da Silva, 85 anos

Para ele, o sentido da vida estava em ter algo a fazer, algo a esperar e alguém a quem amar.

Shirley Rangel de Miranda, 64 anos

Amiga querida, mãe mais que amiga e avó amorosa.

Sidney Ferreira, 63 anos

Boa-praça, carismático, amigo dos amigos, modelo de pai e eterno herói para suas filhas.

Sidney Igrejas Martins, 71 anos

Pensar nele remete à memória de um delicioso aroma de camarões, vindo da sua cozinha.

Sinval Rodrigues Teixeira, 51 anos

Conhecido por muitos como Cachorrão, onde chegava latia alto e arrancava sustos e risos.

Solange Gonçalves Bittencourt, 53 anos

Apaixonada por Itacuruçá, pescava em suas praias e, no carnaval, distribuía alegria por suas ruas.

Solange Maria de Souza Reis, 53 anos

Carioca da gema! Amava samba, praia e cerveja gelada.

Sônia Celencina Miranda de Andrade, 68 anos

Dizia que cozinhar era um ato de amor; e amor nunca faltou na vida dessa mãe leoa.

Sônia Maria Pereira da Silva, 54 anos

Aos 52 anos se formou professora de matemática só para realizar um sonho: lecionar para crianças pobres e de comunidade.

Sueli Ramos da Silva de Oliveira, 76 anos

Passista orgulhosa de sua Portela, abrilhantou as avenidas e em samba-enredo cantou sua alegria de viver.

Suzana Almeida Souza, 56 anos

Quem olhava no fundo de seus olhos, via a criança alegre, comilona, louca por doces. Uma criança em festa.

Sylvia de Mattos, 90 anos

Tia afetuosa. Emanava amor até nas longas conversas telefônicas.

Sylvio Capanema de Souza, 82 anos

Professor dotado de inteligência e habilidade especiais para ensinar, algo que só os grandes mestres possuem.

Tania Cristina Martinez Salim, 58 anos

Amante dos animais, da mãe natureza e devota de Nossa Senhora.

Tania Lucia Lopes Soares, 68 anos

Sempre alegre, era ótima companheira para uma cervejinha.

Tania Mara de Carvalho Cabral de Oliveira, 55 anos

Foi um prazer inenarrável conviver com ela.

Tânia Muhlhofer, 40 anos

A médica que cuidava de seus vizinhos sempre com um sorriso no rosto.

Tenilda Cristina de Barros Gonçalves, 51 anos

Sem espaço para tristeza, com ela não tinha tempo ruim.

Tereza Domingues da Silva, 65 anos

Na praia, recarregava sua alegria contagiante. Ao caminhar na areia conversava com o mar e se entendia com o sol.

Terezinha Correa Moreira da Silva, 75 anos

Poetisa da vida que levou consigo os sonhos de brilhar no céu e deixou um legado de amor.

Terezinha Maia Lopes, 71 anos

Se enchia de orgulho ao ouvir que um de seus netos era a cara dela.

Thaís Macieira Costa, 27 anos

Sua seriedade se destacava, mas não escondia o sorriso, que era tão belo quanto os girassóis que ela amava.

Thelmo Trilha Sym, 65 anos

Mais que um bom médico, um verdadeiro herói.

Thiago Luiz Ferreira Maciel, 35 anos

Amava muito o sorriso da sua esposa e amava ainda mais o sorriso banguela de Bruna, sua filhinha.

Tiago Afonso Rosas Araújo, 34 anos

Levava a família no coração e falava dela com orgulho por onde quer que passasse.

Uanderson Constâncio Fulgêncio, 48 anos

Filho amoroso, marido dedicado, pai presente e um cara que não deixava nenhuma churrasqueira na mão.

Uelinton Jose Medeiros, 78 anos

Vibrava a cada vitória de todas as pessoas, mesmo as mais distantes.

Valdeci Silva Santos Júnior, 45 anos

"Raiva só faz mal pra quem sente!", dizia ele. É por isso que Julhão jamais perdia o bom humor.

Valdecir de Souza Bernardo, 68 anos

Generoso com os próximos e protetor com seus irmãos, fazia o que podia para garantir a comida na mesa.

Valdemar Bezerra Leite, 86 anos

Sujeito único, engraçado e comilão. Valdeco era a pessoa mais alegre!

Valmir dos Santos, 76 anos

"Quando eu trabalhava lá no Alto da Boa Vista, conhecia tudo aquilo ali."

Valtair Campos, 52 anos

Um homem de fé, carismático e prestativo, ajudar o próximo era sua vocação.

Vanderlei Barbosa da Silva, 65 anos

Exemplo de ser humano.

Vanderlei Mazoni, 68 anos

Honesto e trabalhador, fazia de tudo pela sua esposa e pelos seus filhos.

Vangles Saxe de Aguiar, 42 anos

Era uma alma bondosa, com um coração tão grande que, literalmente, mal cabia no peito.

Vânia Amorim Miranda, 54 anos

Uma vovó que amou muito.

Vany Azevedo Vasconcelos, 76 anos

Os amigos torciam para os finais de semana chegarem logo e lá se ia mais um fim de semana jogando buraco.

Vera de Souza, 66 anos

Uma mulher tranquila e sempre disponível para quem precisasse de ajuda.

Vera Lourdes Santos da Silva, 69 anos

Mulher, mãe, suburbana e dona de si.

Vera Lucia de Souza Santos, 72 anos

Não gostava de ficar parada. Ia sempre à casa dos filhos para visitar ou ajudar com afazeres; fazia por amor.

Vera Maria de Carvalho França, 69 anos

Seu prazer em cozinhar começava na compra dos ingredientes e na gratidão a Jesus por tudo o que tinha.

Vera Maria Monteiro Bitencourt, 92 anos

Nos netos, Vera via a continuidade de sua tão feliz e batalhada história.

Vilma Teixeira Castelo Branco, 92 anos

Tinha uma voz suave, um jeito calmo e doce de conversar e muito amor pelos seus três garotos.

Wagner Raimundo da Silva, 53 anos

Uma breve história, que em momento algum foi superficial. Sua alegria contagiante o fez infinito.

Waldir Alves de Carvalho, 62 anos

Era figurinha carimbada nas redações. Simpático, determinado e alto astral.

Waldir Braga Teixeira, 63 anos

Waldir foi liberdade, histórias e amores.

Waldyr Ribeiro Ornellas, 82 anos

Entre bilhetinhos e brincadeiras, deixou uma linda história de carinho e dedicação.

Walmyr Oliveira da Silva, 65 anos

Achava que não existia nada melhor do que pão com sardinha e café.

Wanda Ferreira Vicente, 43 anos

Uma mãe apaixonada pelos filhos e grata aos avós.

Wander Miguel Pereira da Silva, 86 anos

Visionário por natureza, não tinha nada em sua mente que não poderia melhorar.

Wanderson da Silva Meireles, 46 anos

Entre as inúmeras estradas da vida, traçou a que deu forma à mais pura e batalhadora história de amor.

Wânia Lúcia da Silva Gomes, 70 anos

De sorriso aberto e abraço forte, ela amou muito a família.

Weber de Oliveira Roque, 40 anos

Síndico por excelência, edificou seu legado com honestidade e compromisso.

Welber dos Santos Leite, 39 anos

Onde chegava, divertia a todos.

Wellerson da Silva Calixto, 23 anos

Comprometido e muito família, era o companheiro de todas as horas da mãe e da irmã, do pai e do tio e dos avós, que tanto amava.

Wellington de Souza e Silva, 58 anos

Um "Gatão", que amava gatos e que ensinou esse amor aos filhos. Grande companheiro da vida, de toda a família.

Wellington Francisco Antonio da Silva, 48 anos

Era um daqueles seres humanos que são gratos pelo simples fato de acordarem todos os dias.

Wilibaldo Abrantes, 79 anos

Escreveu um poema para comemorar seu aniversário.

William Bezerra Cavalcanti, 93 anos

Um anzol, um isopor com iscas e outro com cerveja. Nas areias da praia e com o mar para explorar....

Wilma de Oliveira Parreira, 62 anos

"Quando a gente ama é claro que a gente cuida" poderia ser verso para ela, que transformava amor em cuidado.

Wilma de Souza Vergnano, 88 anos

Com seu jeitinho meigo, inspirou os seus a aceitar os acontecimentos da vida.

Wilson Bernardino de Barros, 69 anos

Flamenguista e mangueirense, gostava de sentar em uma mesa de bar pra conversar.

Wilson José Barroso Finizola, 73 anos

Com sorriso no rosto, mesmo diante das dificuldades, era feliz com pouco.

Wilson Marinho Luis, 55 anos

O que quer que decidisse fazer, o fazia com excelência. Sempre dando o seu melhor.

Wilson Pereira Lourenço, 74 anos

Em seus aniversários, cantavam o hino do Vasco na hora do parabéns. O carioca foi vascaíno desde sempre.

Yandiara Ferreira da Silva, 70 anos

Mãe, nordestina, descendente de indígenas e dona do melhor tempero do mundo.

Yvonne Gonçalves Pereira dos Passos, 94 anos

Referência de sabedoria dos números e dos sorrisos, seguidos de um, sem igual, "Calhorda!"

Yvonne Martins Teixeira, 103 anos

Amante de pagode e fã do Roberto Carlos, cantava deliciosamente.

Zéa de Moraes Leite, 91 anos

Transmitia a cura através das mãos, mas também tinha um outro poder que emanava de seu coração: o amor.

Zélia Curado Araújo, 91 anos

Sempre atenciosa, uma pessoa agradável e gentil com todos.

Ziel Antônio Campos Lauermann, 72 anos

Pastor e ministro da Igreja do Evangelho Quadrangular. Um marido apaixonado, pai dedicado e avô amoroso.

Zilma Berriel de Toledo Piza Terra, 82 anos

"Eu posso o que eu quiser", era seu lema; e suas marcas eram o batom vermelho e muito rímel.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa