INUMERÁVEIS

Memorial dedicado à história
de cada uma das vítimas do
coronavírus no Brasil.

São Paulo

Aberal Ribeiro, 55 anos

O que a vida lhe dava de oportunidades, ele agarrava. A luta não o intimidava.

Acacio Cardoso Duarte, 68 anos

Ele tinha o engraçado costume de dormir na mesa durante o almoço da família.

Acassia Silva Santos, 59 anos

Generosa com todos, paparicava cada um dos filhos e netos.

Adalberto Alves da Silva, 50 anos

"Minha família é meu porto seguro", dizia ele.

Adão da Silva Borba, 74 anos

Grande contador de histórias e dono de um incrível bom humor!

Adão Leandro de Carvalho, 65 anos

Paciência, sabedoria e carinho pelo próximo. Gostava de jogar palavras cruzadas, ler e ir à igreja.

Adélia Maria Araújo de Almeida Oliveira, 62 anos

Profissional dedicada, generosa em compartilhar seus conhecimentos.

Adeltino José dos Santos, 91 anos

Comunicativo e bem-humorado, passava horas contando aventuras de quando foi vaqueiro na terra natal.

Ademildo Santana Passos, 56 anos

Até mesmo falando sério, ele brincava...

Ademir Donizete de Paula, 56 anos

Ensinava matemática com música e sorrisos.

Ademir Veríssimo Lopes, 66 anos

Determinado e corajoso. Amante da natureza.

Adipe Miguel Júnior, 69 anos

Envolveu as pessoas ao seu redor com o abraço mais acolhedor do mundo e dedicou sua vida ao amor.

Adriana Silva de Moraes, 44 anos

Alimentou um amor eterno e incondicional por seus filhos e netos. Era lindo de se ver.

Adriano de Barros Silva, 42 anos

Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.

Adriano Sales, 48 anos

"Viva a vida com a sensibilidade que ela te dá." dizia ele.

Afonso Augusto de Andrade, 66 anos

Sua casa era ponto de encontro para ver o Corinthians, jogar dominó e tomar a melhor vitamina de abacate.

Agenor Costa Cavalcante, 61 anos

Alegre e abnegado. Dedicou-se à família como poucos e viveu, na prática, o amor ao próximo, todos os dias.

Aida Malaquias de Almeida Miranda, 58 anos

Exemplo de superação na vida e carinho pelos netos: Rafael e Beatriz .

Ailton Atto de Souza, 50 anos

Um mestre confeiteiro, pai, esposo e amigo, cuja doçura se via em sua fé, lealdade e devoção.

Airton Cruz, 60 anos

O sorriso mais contagiante do serviço público municipal.

Alair Antonio da Silva, 94 anos

Não foi um homem de poucas palavras.

Alayde Antônia Rossignolli Abate, 73 anos

Fã de Roberto Carlos, não desgrudava de seu amado companheiro: o Paçoca, seu cachorro.

Alberto Carlos Gamboggi Calastretti, 80 anos

Acordava cedo para exercer sua profissão. Um médico que sempre trabalhou para que o mundo fosse melhor.

Alberto Pereira Guedes, 82 anos

Orgulhava-se de ser o mais velho entre os seus. Gostava de cuidar de todos e era o orador oficial da família.

Alberto Vainzof, 72 anos

Um verdadeiro bon vivant, levava a alegria por onde passava.

Albino Gonçalves da Cruz, 90 anos

A mesa farta, a família reunida e a certeza de que todos estavam bem eram sua maior alegria.

Alcebíades dos Santos, 70 anos

Quando garoto, craque de bola que saiu até no jornal. Adulto, viveu pela e para a família.

Alcides Gaspar Branco, 76 anos

Para Cido, nunca faltou disposição para fazer o bem.

Aldo Vieira, 74 anos

Ele ensinava o que é ser honesto, o valor da verdadeira amizade e sobre a espiritualidade.

Alencar José Ruz, 74 anos

Fez questão de ensinar a toda família o valor da honestidade.

Alessandro José, 43 anos

O membro mais amoroso e carinhoso da família Ramos.

Alessandro Moitinho Pacheco, 48 anos

Amava crianças e enxergava o mundo como elas.

Alessandro Ricardo Corrêa, 44 anos

Motociclista, com cara de bad boy, que tinha um coração doce como mel.

Alexandra Popoff Nogueira, 91 anos

A imigrante russa que fazia a melhor bacalhoada do mundo.

Alexandre Batista de Assis, 39 anos

Uma criança arteira e esperta; um homem calmo e sossegado. Na tela da vida, pintou suas emoções e sua humanidade.

Alexandre dos Santos, 45 anos

O sorriso fácil, a simpatia em pessoa!

Alexandre Graziano Ginez, 50 anos

De tão intenso, sonhador e cheio de alegria, tinha a capacidade de encher uma casa toda, mesmo estando sozinho.

Alexandre Milfont Rodrigues, 36 anos

Efervescente, espalhava sorrisos e música aonde quer que fosse.

Alfeu Custódio Ferreira, 69 anos

Alguém que amasse tanto os seus parentes não pisou nesta terra.

Alfredo José de Oliveira, 78 anos

Dono de uma personalidade forte e um coração enorme.

Alfredo Teles dos Santos Neto, 39 anos

De pé no chão, em cima de uma moto, de farda ou à paisana, Alfredo era presença.

Alfried Karl Plöger, 80 anos

Amou a vida em plenitude, lutou por ideais e teve um estilo de liderança marcante.

Alice Cardoso Alves, 97 anos

A matriarca da família Nascimento.

Alice de Freitas Donini, 58 anos

O amor que transbordava dela era único e infinito.

Alice Kikue Ishimine, 72 anos

A portadora oficial das palavras de conforto da família.

Alice Lourenço Cavalcante, 84 anos

"Graças a Deus, mais um dia de vida Ele me deu!", dizia toda manhã ao acordar.

Alice Mendonça Câmara, 85 anos

Enquanto ela estiver viva no coração de alguém, nunca morrerá.

Aline Camargo, 39 anos

Um trio elétrico em forma de mulher com rosto de menina, que surpreendia todos ao dizer: "Tenho três netos!"

Almerinda Felipe dos Santos, 83 anos

Abram alas, pois Almerinda vai passar com sua alegria irradiante.

Almir José Vieira, 63 anos

Brincalhão, adorava fazer amidades e aproveitar a vida.

Almir Raimundo de Souza, 55 anos

Um coração nordestino e generoso, a alegrar as ruas da Grande São Paulo.

Almira Santana dos Santos, 80 anos

Ela ligava todas manhãs e noites para abençoar cada um dos seus sete filhos.

Altair Silva, 57 anos

Fazia amizades com um sorriso.

Álvaro André Alves Martins, 49 anos

Ele era a alegria da casa, da família.

Álvaro Carvalhal Franco, 57 anos

A bondade em pessoa, tinha um coração que não cabia no peito.

Alvino Carlos de Alvarenga, 101 anos

O centenário festeiro que fazia questão de comemorar seus aniversários com a numerosa família.

Alzira da Silva Novaes, 59 anos

Depois de algumas grandes tristezas, que a vida não lhe poupou, estampou um sorriso no rosto e viveu!

Alzira de Carvalho Santos, 60 anos

Ela transformava os momentos em família em uma festa, só com a sua risada.

Alzira Francisca Barra da Silva, 82 anos

Rigorosa quando necessário. Amorosa sempre.

Alzira Mattos Garroux de Oliveira, 87 anos

Uma amorosa praticante da jardinagem e da organização de gavetas e armários.

Amadeu Marques Caldeira, 78 anos

Solidário e solícito, seu Amadeu era o faz-tudo na vizinhança, o típico sujeito gente boa.

Amália Francisca Neta Silva, 59 anos

Amava cozinhar para a família. Tinha um tempero só dela.

Amanda Marfree, 35 anos

Deu sua vida para ajudar o próximo.

Amarildo Fogaça de Almeida, 47 anos

Homem honesto, alegre e pleno. Ensinou a fazer o bem e a seguir em frente sem nunca desistir.

Amaury de Souza, 86 anos

Uma de suas frases mais marcantes: “Eu já falei pra Santa que não é desse jeito!”

Ambrósio Pereira dos Santos, 57 anos

Ensinava: vamos orar, pois para Deus nada é impossível.

Amélia da Silva Manthay, 87 anos

Seu amor, sua fé, seus ensinamentos e sua doce voz ecoarão para sempre em nossos corações.

Amelia Guariglia Salzano, 91 anos

A Nona era capaz de sucumbir até os corações mais duros com sua doçura e amor.

Amélia Maria Fernandes de Macedo, 86 anos

Uma mulher que espalhava amor e nunca deixava ninguém passar necessidade.

Amélia Oliveira Martins, 50 anos

Era uma mulher cheia de vida, sempre pronta a recomeçar.

Ana Lucia de Oliveira, 67 anos

Lia a bíblia todos os dias e suas orações intercediam por familiares, amigos e vizinhos.

Ana Lucia Ferreira, 58 anos

Dona de um coração gigante, generosidade era a palavra que mais a descrevia.

Ana Lúcia Vieira de Jesus, 52 anos

Presenteava pessoas e vivia procurando motivos para celebrar. “A vida é uma festa” era a sua filosofia.

Ana Maria Dias, 64 anos

Boa de dar conselhos, tinha um coração muito generoso.

Ana Maria dos Santos Silva, 82 anos

Sua casa era o ponto de encontro da família. Ela recebia todos com um sorriso no rosto e panelas no fogão.

Ana Maria Hilário Muler, 61 anos

Dona de uma alegria contagiante. Inspiração em pessoa.

Ana Midori Yonezawa, 72 anos

Só era preciso chegar em sua casa, que seu sorriso iluminado já se abria e se tornava a melhor companhia.

Ana Paula Milharance da Silva, 44 anos

Não constituiu família: dedicou sua vida à igreja evangélica.

Ana Paula Vieira Nascimento, 39 anos

Dona de um sorriso contagiante, jeito doce e coração acolhedor. Parecia que ela não era desse mundo.

Ana Romão Gomes, 71 anos

Na profissão, era enfermeira. Na vida, mãe de todos.

Ana Viana de Matos, 78 anos

Nos fins de semana, aguardava as visitas com o café, o pão e o bolo.

Anália Pereira Salgado, 71 anos

Alfabetizada aos 27 anos, reescreveu a própria história.

Anderson Aparecido Belem, 48 anos

Era puro amor. Amava a esposa, os filhos, os amigos e os animais.

Anderson Rodrigues de Jesus, 37 anos

"Tamo junto? Sempre!" era a marca registrada de “Mussum.

André Danilo Zanfolin, 49 anos

Quando era criança tinha um ganso de estimação, ele o vestia com suspensórios e passeavam juntos rua afora.

André Góes de Albuquerque, 39 anos

Um gigante beijoqueiro de abraço acolhedor. Seu sorriso marcante, chegava antes dele nos lugares.

André Souza Nascimento, 32 anos

Cultivava alegria e otimismo em meio aos maiores desafios da vida e a seus nove gatos.

Andrea Chinem, 49 anos

Ninguém mais era o mesmo, depois de sua grata amizade.

Ângela Maria de Oliveira Silva, 57 anos

Convicta, sempre dizia: “Se eu partir, estou preparada, pois Deus sabe de todas as coisas”.

Ângela Maria Pereira, 61 anos

Mulher simples, que encontrou na dança a alegria que espalhava ao seu redor. Ela amava dançar...

Angelina Teresa da Silva, 44 anos

Dentro daquela mulher introspectiva pulsava um coração de portas escancaradas para o amor. Ainda pulsa.

Ângelo Montano Neto, 76 anos

Estar com ele era como sentir a alegria tomando conta do espaço.

Anica Paes, 86 anos

Adorava colocar colchões na sala para assistir aos desfiles das escolas de samba com os netos madrugada afora.

Anilson José Alves dos Santos, 53 anos

Pastor e sindicalista, lutava pelos homens enquanto seguia os ensinamentos de Deus.

Anisio Antonio Lemes Medeiros, 71 anos

Amante de pesca, de truco, do rock and roll e do São Paulo.

Anita Mazoca de Camargo, 71 anos

Um coração gigante que se mostrava no largo sorriso!

Anita Watanabe Saito, 99 anos

Deixava até de viajar para cuidar das suas samambaias.

Anna Maria Bacchi Neves, 86 anos

DonAnna era a mãe que as amigas das filhas gostavam de estar junto.

Anna Maria Todeschini de Andrade, 80 anos

Mulher da fé, família e bondade, trazia para cuca italiana que fazia a doçura que levava no jeito e na voz.

Antonia Bezerra Gomes, 71 anos

Sempre dizia para a neta Jova que um dia compraria uma máquina pra fazerem roupas juntas.

Antônia Chaves dos Santos Henrique, 83 anos

Guerreira, ela ia à luta!

Antonietta Migliaccio Bonfá, 92 anos

Dançava, cantava e não tinha a menor vergonha de aparecer nos vídeos feitos pelos seus netos.

Antônio Alberto Viana, 65 anos

Apreciava uma boa prosa e um bom vinho, para poder falar da vida e sonhar.

Antônio Alves Filho, 56 anos

Soube viver bem: cada tijolo e cimento suados, foram compensados com cerveja gelada, muita conversa e amigos!

Antonio Aparecido Alves, 87 anos

Corinthiano roxo, que adorava pescar, dançar, viajar e passear.

Antonio Carlos Azevedo, 42 anos

Alegre e brincalhão, era apaixonado por carros, que trocava num piscar de olhos.

Antônio Carlos da Silva, 81 anos

Homem rígido e sistemático, mas com muita doçura no coração.

Antônio Carlos de Mello, 61 anos

Pai atencioso, brincalhão, palhaço. Ciumento e, às vezes, medroso, mas sem perder a pose.

Antônio Carlos de Oliveira, 65 anos

Adorava uma bagunça. Todos os dias de manhã ligava o rádio para ouvir músicas dos anos 80.

Antônio Carlos Mendes, 63 anos

Honesto e leal com as pessoas que ele amava. Marido, pai e avô apaixonado. O herói da família.

António Carlos Rodrigues, 63 anos

De hábitos simples e coração enorme, tinha uma risada incomparável e a voz marcante de um locutor de rádio.

Antonio Celso de Lima, 53 anos

Nas fotos, aparecia sempre com fisionomia séria. Mas era só aparência.

Antônio da Silva, 66 anos

Tinha o beijo mais carinhoso que você poderia receber.

Antônio Feitosa dos Santos, 72 anos

Singelo, revezava os ouvidos entre o som dos passarinhos e as canções do Rei Roberto Carlos.

Antônio Gomes da Silva, 80 anos

Amoroso com os sete filhos, superavô com os netos, um amigo e tanto.

Antonio Gomes de Moura, 71 anos

Um corintiano fanático que gostava de ler biografias para conhecer a vida de pessoas que fizeram a diferença.

Antônio Gonçalves Barros, 73 anos

Português, conhecido como Maria, era o melhor e o mais bem-humorado comerciante do ramo de alimentação.

Antônio José da Silva, 64 anos

Um incansável cuidador, sempre pronto pra ajudar quem precisasse.

Antônio Lucas, 81 anos

Os flashes de sua história sempre mostraram que Antônio foi ensinado pela existência a ser forte.

Antônio Luiz, 90 anos

Unia a família em torno da sua deliciosa feijoada, que preparava com todo amor.

Antônio Luiz de Campos, 79 anos

Por onde passava, deixava nem que fosse uma pequena ajuda.

Antônio Luiz de Carvalho, 96 anos

Homem de fé, devoto de Maria. Seu Tunico adorava tocar nas missas.

Antônio Luiz Gonçalves Guimarães, 73 anos

Seu Antônio era quieto, mas no seu silêncio, exalava muita sabedoria.

Antonio Mariano Franco, 74 anos

Via o lado bom de tudo e estava sempre disponível para dar seus bons conselhos.

Antônio Orfanelli, 78 anos

"Trabaia não pra vê", dizia ele.

Antônio Pozzani, 77 anos

Adorava tocar violão e, apesar de não tocar muito bem, o fazia com seu grande coração!

Antônio Ribeiro de Brito, 45 anos

Sorridente e brincalhão, fez do seu ofício na rádio uma forma de ajudar a todos.

Antônio Sérgio Silva, 58 anos

O palmeirense que olhava para o céu todas as manhãs, antes de qualquer atividade.

Antonio Soares Alves, 52 anos

Gostava de dançar forró e tomar cerveja com a família. Viveu de mãos dadas com a simplicidade.

Antonio Tadeu Pinto da Fonseca, 66 anos

Médico dedicado, atendia gratuitamente e tornava-se amigo dos pacientes.

Antônio Valdir Quilles, 68 anos

Sempre dizia que Deus é Pai! Com certeza está ao lado Dele.

Antônio Vieira da Almeida, 75 anos

Contar piada era a marca registrada de Gaguinho.

Aparecida Carvalho Romano, 65 anos

Viveu a sorte de encontrar o amor verdadeiro, que persistiu para além da vida.

Aparecida Costalongo da Silva, 72 anos

“De todo amor que eu tenho, metade foi ela quem me deu”, diz a neta.

Aparecida de Fátima Fernandes Marinho, 64 anos

Se a verdadeira riqueza de uma pessoa é o bem que ela faz no mundo, Aparecida tinha uma fortuna.

Aparecida de Oliveira Garcia, 83 anos

Vaidosa, nunca saía sem os brincos e para os eventos a roupa era escolhida com muita antecedência.

Aparecida Ribaben de Mira, 86 anos

Amorosa, foi mãe, tia, avó, bisavó e tataravó. No hospital de campanha, era "a bisa da UTI".

Aparecido Cabrioti, 64 anos

Sonhava viajar com todos juntos para um praia linda.

Aparecido Cardoso, 69 anos

Com um estilo próprio, estava sempre de óculos de sol no rosto. Por vezes, uns óculos de soldador mesmo!

Aparecido Pondian, 77 anos

Em todos os lugares era reconhecido por seus bordões.

Aparecido Vieira, 57 anos

Sua melhor marca era o sorriso no rosto.

Aparecido Vieira Machado, 71 anos

Adoçava a vida de quem encontrava quando oferecia as balinhas que carregava em seu bolso.

Aparício Carlos do Nascimento, 79 anos

São paulino e fã de Paulinho da Viola. Grande ex-jogador de futebol que amava dar suas aulas de matemática.

Arcangelo Ravanelli Pedrosa, 50 anos

Viveu o amor intensamente, dedicando-se e protegendo todos.

Arcenio Ferreira Porto, 89 anos

Bom pai e excelente avô, adorava uma festa.

Ari Kawaguchi, 75 anos

Amava pescar e, na sua simplicidade, nunca deixou faltar nada em casa.

Aristides Tavares dos Santos, 59 anos

Bondoso e espiritualista, queria ajudar o planeta e as pessoas.

Arlete Barbosa da Silva, 59 anos

Andava com fé e um dos netos a tiracolo. Mantinha a família perto dos olhos e o amor no coração.

Arlete Barbosa, 57 anos

Uma serva do Senhor.

Arlindo Simões, 83 anos

Era conhecido como "Vô do Futebol" e "Arlindão Zagalo", pois parecia um treinador nos campeonatos e treinos dos netos.

Armando dos Santos Rego, 85 anos

Era um português comprometido em tudo que fazia. Registrava suas memórias ao contar e repetir histórias.

Arminda Aucea de Oliveira Tavares, 64 anos

“Eu vou fazer, eu não desisto”, era o mantra de Dona Arminda.

Arnaldo Faustino, 66 anos

Sob a batuta de Deus, foi um servo alegre que amava música e sentia gratidão pela vida.

Arnaldo Rodrigues Filho, 74 anos

O corintiano que fazia caridade na igreja de Santa Teresinha da Saúde.

Arthur Marins de Barros, 75 anos

Eternizou seu jeito de tocar violão nas canções de Gonzaga, semeou amor e tinha orgulho da família unida que construiu.

Assussena Audi Kalaf Eu, 92 anos

Deixou um legado de alegria a todas as pessoas próximas.

Ataide Hermenegildo dos Santos, 95 anos

Um encantador de pessoas que andava com fé e alegria a tiracolo.

Átila Pires Soares, 57 anos

Era animado, brincalhão e de bem com a vida.

Áurea das Graças Gomes, 72 anos

Dona de um sorriso encantador e de uma saborosa receita de bolo de cenoura. Era a alegria das netas.

Aurelina Félix Cândido, 82 anos

Era quase uma popstar na feira que frequentava todos os sábados com o filho.

Aurelina Teodozia da Silva, 83 anos

Contava histórias de príncipes e princesas através de lindas cantigas que maravilhavam seus amados netos.

Aurelina Valença dos Santos, 68 anos

Mulher iluminada, sempre soube sacudir a poeira e dar a volta por cima.

Aurélio Teixeira da Silva, 67 anos

Contador de piadas com um sorriso fofo de vô.

Aurora Elena Zapata Villalobos, 80 anos

Uma chilena linda em todas as vertentes. Transbordou amor para todos os seus.

Avany Ferreira Nunes, 87 anos

Guerreira, baiana arretada da gema. Mãe, avó, bisavó e tataravó. Deixa saudade dolorida.

Benedita Aparecida de Jesus Oliveira, 61 anos

Sincera e chorona, amava tomar coca-cola e comer pizza.

Benedito Alves de Campos Filho, 57 anos

Um artista em absolutamente tudo que se propunha a fazer.

Benedito de Paula Silva, 75 anos

Um corintiano devoto de Nossa Senhora Aparecida que não passava desapercebido.

Benedito dos Santos, 76 anos

De personalidade florescente, seu jeitinho decidido sempre vinha acompanhado de amor e carinho.

Benedito Galavote, 71 anos

Um homem com tantas histórias, que podiam virar um livro.

Benedito Herculino de Oliveira, 85 anos

A criança que habitava dentro dele o fez aproveitar a vida intensamente.

Benedito Marcondes Filho, 74 anos

Cada animal resgatado servia como um novo impulso para seguir lutando pela causa.

Benedito Pires Barbosa, 68 anos

A felicidade dele era ver família e amigos sempre juntos. Festeiro, alegre, cumprimentava mesmo os estranhos com um beijo e um “eu te amo”.

Benedito Trindade da Silva, 60 anos

Viveu intensamente, tomou todas as cervejinhas possíveis, distribuiu amor e, então, voou.

Bianca Galvão de Oliveira, 18 anos

Uma menina que ousou sonhar ilimitadamente.

Brasílio Gonçalves, 74 anos

Plantava orquídeas pelas árvores de Mogi e passeava com seu Passat 1982.

Brazil Montalvao Marques, 64 anos

Um guia de turismo apaixonado por viagens e que fazia jus ao nome.

Bruno Alves Queiroz da Silva, 32 anos

Ele foi um grande exemplo do que é amar ao próximo.

Bruno Benedito Ribeiro, 30 anos

Dava força para os outros, uma força que nem ele possuía.

Bruno Cunha Soares, 31 anos

Um inventor de nomes.

Carla Collela Rolim, 42 anos

Tinha sempre as palavras de incentivo perfeitas e que vinham a calhar, em qualquer situação.

Carlito Ferreira da Silva, 65 anos

Ele encarou a vida com sorriso largo.

Carlos Alberto da Silva, 72 anos

Sabia contar histórias como ninguém.

Carlos Alberto de Vasconcelos, 66 anos

Corintiano alegre, de personalidade forte e amoroso. Dedicado à família e uma pessoa com muitos amigos.

Carlos Alberto Grotti, 60 anos

Dono de um senso de justiça inabalável e amante do futebol, não tinha quem não o amasse.

Carlos Alberto Sona, 61 anos

Alguém que viveu intensamente a sua vida.

Carlos Alberto Wanderley da Silva, 74 anos

Pai de verdade, com aulas de culinária e exemplos de honestidade.

Carlos Antônio Pires, 55 anos

Estava ansioso para se aposentar, falava muito nisso. Não deu tempo.

Carlos Augusto Rodrigues Vale, 60 anos

Torcedor e administrador do time Shangrilá, contava história até no escuro.

Carlos Bernabe Mardones Muñoz, 68 anos

O prazer da sua vida foi ensinar seus filhos e não mediu esforços pra isso.

Carlos Dadas Júnior, 74 anos

Um herói anônimo que deixou grandes exemplos.

Carlos Eduardo Camargo Andreoli, 59 anos

Uma vida dedicada aos sonhos que tinha para a família.

Carlos Eduardo da Silva, 50 anos

Não dispensava uma praia e não deixava nada para o dia seguinte.

Carlos Mangueira Barreto Junior, 33 anos

Mãos mágicas que faziam bolos deliciosos. Os sabores? Amor, paz, afeto, abraços apertados e fé!

Carlos Marcos Buarque de Gusmão, 57 anos

Dr. Gusmão teve como especialidade médica realizar sonhos e fazer as pessoas felizes.

Carlos Reis, 55 anos

Técnico de enfermagem dedicado, sempre feliz e muito prestativo.

Carlos Roberto Ianelli, 59 anos

Tinha um assobio só dele, como se fosse um código, um registro.

Carlos Roberto Monfardini, 67 anos

Ele tanto chamou a todos de Jacaré, que acabou ganhando esse apelido. E distribuiu muitos outros, sempre sorrindo!

Carlos Rogério de Carvalho, 38 anos

Amou a família com tanto cuidado e intensidade, que jamais será esquecido.

Carlos Simões Louro Junior, 69 anos

Craque de bola, sinuca e dança. Amou sem limites a esposa, pais, irmã, filhos e netos.

Carlos Teixeira, 57 anos

As portas de sua casa e de seu coração estavam sempre abertas.

Carlos Toshio Hirata, 54 anos

Vivia para trabalhar em seu açougue. Via-se bondade em seu coração, em sua fala e em seus olhos.

Carlos Viana Rodrigues, 67 anos

Havia sempre um bom vinho para brindar o amor à vida! Tim tim!

Carmen Santos Sant Ana, 85 anos

Tinha um sorriso que irradiava como o sol quente.

Carolina Botechia, 36 anos

Doce. Era incrivelmente doce.

Ceci de Lima da Costa, 59 anos

A família foi sua paixão. Era mãe com açúcar para os netos e tinha mãos de fada para plantar e cozinhar.

Cecília Maria Gonçalves Fortunato, 84 anos

Inventar palavras... um dos traços marcantes de sua personalidade criativa e cheia de gentilezas.

Célia Aparecida de Almeida Parreira, 64 anos

"Nossa Senhora de Aparecida vai nos abençoar e nosso Deus nunca vai deixar de nos amparar", pedia ela.

Célia Regina Soares Lafemina, 59 anos

Mulher resiliente, nunca se deixou abater por dificuldades no caminho.

Celso Dias da Silva, 70 anos

Os 70 anos não eram nada para ele: com toda a sua calma e determinação, ainda ia longe.

César Augusto Visconti, 43 anos

Apaixonado por velocidade, pelas pessoas e pela vida.

Cícero Delfino Silva, 76 anos

Contador de histórias preferido da família que amava reunir.

Cícero Romão, 51 anos

Enfermeiro, cuidou de todos até seus últimos dias.

Cícero Vianeis Marques, 52 anos

Trabalhava intensamente todos os dias, com prazer, na empresa para sua família.

Cidemar Aparecido Gomes, 54 anos

Em uma romaria ou em um passeio a cavalo, lá estava o Mazinho.

Cilene Sant Ana da Costa, 67 anos

Reunir, para somar, para multiplicar, para gerar felicidade.

Cirio Merquiades da Silva, 38 anos

O autista que adorava um pagode.

Clarice Fuchita Kestring, 63 anos

Exímia e respeitada profissional, mãe e esposa amada! Deixará saudades eternas!

Clarinha Sperandio Bacaro, 77 anos

Dona das joias mais bonitas que um dia sonhou ter: os filhos, os netos e os bisnetos.

Claudia Enrietti de Paiva Bonizzi, 62 anos

A mulher feita de ferro e aço, que queria ser astronauta.

Cláudia Stephanie Silva Damata, anos

Ela era a pessoa que recebia com sorriso quem fosse à UPA em busca de cura. Com sua espontaneidade e simpatia fez muitos amigos.

Claudinei Clemente Neto, 50 anos

Um apaixonado pela vida que foi viver na eternidade.

Claudinei da Costa, 55 anos

“Hoje será um novo dia e melhor.” Assim ele encarava os problemas e a solução sempre aparecia.

Cláudio Albanez, 68 anos

Pessoa aguerrida, amava receber os amigos para um café.

Claudio Antônio Lopes Ferro, 43 anos

Transformou o natal e ano novo da rua em uma tradicional queima de fogos.

Cláudio Mourad, 55 anos

Ele dava nos filhos um abraço-casa, carinho que aquecia o coração

Claudio Soares Rabelo, 70 anos

Um mineiro iluminado. Dono de um coração enorme e um sorriso cativante.

Cláudio Taú, 69 anos

Um homem de coração grande, líder comunitário, que amou seu país e cuidou muito bem de sua família.

Claudnéia Tavares, 54 anos

Enfermeira, cuidava com amor e carinho de todos.

Claudomiro Rodrigues, 53 anos

Sua alegria era ligar para a Elaine e perguntar: “Como é que tá o tempo aí em São Paulo?”

Cleonice Antônia da Silva, 68 anos

Um vestido rodado e um sapato vermelho. Assim ela ia, toda linda, ao forró.

Cleusa Nair Barbosa de Souza, 65 anos

Cozinheira de mão-cheia e coração gigante.

Cleyton Barbosa da Silva Souza, 29 anos

Namorador, não sabia ficar sozinho por muito tempo.

Clotilde Felismino Sandovete, 95 anos

Entre doces, preces e tricôs, uma vida cheia de graça.

Clóvis Eduardo dos Reis, 58 anos

A companhia de Clóvis era um privilégio. Ele que preenchia os espaços com alegria e solidariedade.

Clovis Luiz Vieira, 62 anos

Apaixonado pela vida, seus olhos marejavam de tanta alegria.

Clóvis Monteiro de Barros, 43 anos

"Que isso, jovem? Abel é o terror da mulherada." brincava ele.

Conceição Januária de Freitas, 96 anos

Tinha um olhar meigo, um afago gostoso e não deixava ninguém escapar de seu "coadinho" com bolo de laranja.

Concetta Gialuisi Ferri, 86 anos

Dona de si, uma bailarina da terceira idade que amava colocar seus lindos vestidos e ir dançar.

Cosme Oliveira Lima, 67 anos

Amava música e os sons da natureza. Era responsável e contagiava todos com seu sorriso sincero.

Creuza Costa dos Santos, 64 anos

Uma pessoa que exagerava em todos os sentidos, mas principalmente em ser alegre.

Creuza Pereira da Silva, 88 anos

Tete gostava de jogar sueca com as amigas e de perder os brincos pela casa.

Creuza Vasques Feliciani, 70 anos

"Falo mesmo! Se não gostar, problema seu", dizia dona Creuza.

Cristiane Maria Marchesan Camilo, 50 anos

Viveu a melhor vida possível: amando com intensidade e incondicionalmente.

Cristiano Brandão, 36 anos

Seu bordão preferido era: "O que acontece em Vegas, fica em Vegas".

Cristina Lima Mateus, 57 anos

Pisciana sorridente, dona de uma gargalhada única. Era um facho de luz sincera.

Cristina Oliveira Souza, 39 anos

"Vamos marcar de ir ao cinema?", combinava com a amiga.

Cristovão Modesto da Silva, 51 anos

Mudar destinos foi seu legado. Na última conversa, falou sobre Jesus. Não poderia ser diferente.

Dagmar Thomé Gonçalves, 93 anos

Aquela que fazia os sapatinhos de lã mais quentes para o inverno. A família inteira tinha.

Dalva Carrera Dias, 93 anos

A corinthiana mais guerreira que esse mundo já viu!

Dalva Félix de Mendonça de Paula, 66 anos

Dalva floresce como as plantas que regava, é a cor dos bordados que tecia. Uma sábia mulher.

Dalva Machado, 62 anos

Cada sobrinho era um tesouro para ela.

Dalvadisio Carvalho de Araujo, 76 anos

Em toda a sua vida ele espalhou amor, sabedoria e mansidão. Ajudou muitos sem pensar em recompensas.

Dalvio Montrezor, 59 anos

Presenteava a família e os amigos com apoio, companheirismo, lealdade e amor sincero.

Damião Paes de Melo, 55 anos

Gostava de ler a Bíblia ouvindo música gospel ou caipira. Amava a família e seu inseparável cachorro, Oliveira.

Damião Paes de Melo, 55 anos

O cartão de visita de Damião era o sorriso e coração bondoso.

Daniel Alfredo da Silva, 55 anos

Seus olhos não avistavam maldade, pois seu coração era repleto de amor.

Daniel Campbell de Andrade, 35 anos

De voz calma, mas com certa malandrice nos trejeitos, cultivava o riso e o hábito de assistir ao pôr do sol.

Daniel Eugênio Ruiz, 71 anos

Multifunções, fazia de tudo com uma peculiaridade: sempre cantarolando alguma música da bossa nova.

Daniel Fernando Lopes, 41 anos

Faria dois meses de casado, "vivia um sonho", diz o irmão.

Danielle Fernanda de Campos Morais, 39 anos

Dona de uma habilidade incrível de ouvir e cuidar das pessoas.

Danielson Castro do Carmo, 32 anos

Uma juventude de sonhos genuínos interrompida.

Danyele Cardoso, 34 anos

"Estou rezando por você", dizia sempre. Ela era luz, alegria e fé. Deixou um lindo legado de amor.

Darcy Gomes Garcia, 78 anos

Que sensacional foi Garcia, o porto-seguro das filhas e netos.

Darcy Moraes, 84 anos

Fazia os outros rirem durante horas com seus segredos ao pé do ouvido que de discretos não tinham nada.

Dário Estevam Theodoro, 66 anos

Ele jurava não ligar pra futebol, mas a verdade é que não perdia um jogo sequer.

Darly Pereira de Souza, 49 anos

Mulher nordestina incrível, que desenhava florezinhas enquanto falava ao telefone.

David Gomes de Melo, 37 anos

Chegava causando, era engraçado e barulhento.

David Nahas Neto, 57 anos

O Tio Gordo foi um palmeirense apaixonado e que amava os sobrinhos.

Delson Marques de Queiros, 66 anos

Otimista e divertido, tinha sempre uma piada para alegrar quem estava à sua volta

Dennis Rollano Torres, 68 anos

Jaleco e seu violão eram os casacos de guerra do Dr. Dagnou.

Deoclides Gonçalves, 72 anos

Carinho, atenção e afeto com todos que o cercavam e em todos os lugares em que estava...

Deoclides Silva Nascimento Filho, 59 anos

Sorria com os olhos e com a alma. Sorria sempre.

Deunisio Ferreira Batista, 69 anos

Viveu com simplicidade. Fazia café da manhã todos os dias, nunca faltava ao trabalho, nunca faltava carinho.

Devanir Birello, 77 anos

Deva não era desse mundo. Sua personalidade podia ser traduzida em três palavras: coração, amor e alegria.

Devanir José Parizoto, 45 anos

O cantor da família e a alegria em pessoa.

Diana Stela Domingues Bazarin, 69 anos

Acordava dando um bom-dia nas redes sociais.

Diego Borges Ferreira, 37 anos

Um faixa preta apaixonado pela pequena Manu, sua filha.

Diego Carneiro Pereira, 46 anos

Ativo nas favelas, nos projetos sociais e esportivos de São Paulo, Bola era produtor da Família Sabotage.

Diná Maria Pires Soares, 80 anos

Uma senhorinha de bem com a vida.

Dina Rosaria Ascenção, 63 anos

Professora de matemática, amava a profissão e os alunos. Talvez nem soubesse o quanto era amada por eles.

Dinalva Barreto Moura, 78 anos

Era a melhor anfitriã da família Barreto Moura. Ela tornava os almoços de domingo especiais.

Diogenes Mussopapo, 60 anos

Pai de um abraço delicioso, eternizado na memória dos filhos. Dizia sempre: "Pitutu e Príncipe, amo vocês!"

Diogo Miguel Parra, 74 anos

"Tô vivo!!!"

Diomedia Oliveira dos Santos, 83 anos

Guerreira, tinha orgulho de sua negritude. Adorava praticar yoga, dançar e fazer artesanato.

Dirce de Almeida Pacheco, 78 anos

Uma avó que adorava dar um dinheirinho escondido para os netos.

Dirceu Castellucci, 72 anos

Fará falta pelo amor que irradiava na vida da família.

Diva Thereza Stolf Simões, 85 anos

Pianista sublime, deixa um legado de amor e arte.

Divino Eterno Teixeira, 46 anos

Sonhou e ensinou a sonhar, a acreditar e a manter a fé em Deus.

Djanira Silva do Nascimento, 88 anos

A alegria e a determinação fizeram a sua marca registrada.

Domingos Alves de Oliveira, 52 anos

Um orgulhoso doador de sangue. O principal do hospital que ia.

Domitilia Lima dos Santos, 75 anos

Teve coragem para mudar de vida e viveu para os filhos.

Donizeti Aparecido Martins, 64 anos

Festeiro na roda de samba e guerreiro nas batalhas da vida.

Donizeti de Melo Balbino, 51 anos

Teve amores, mas nunca se casou. Ou melhor, casou-se com a música, com seu violão.

Droziana Pica, 75 anos

Tinha um coração tão grande, que fazia sombra em qualquer defeito.

Dulce Rodrigues da Silva, 76 anos

Ela dava um jeito para tudo. Não media esforços para ajudar, e tirava do seu para dar a quem precisava.

Durci Nei Marques Rocha, 69 anos

Para ela, mulher deveria aprender a dirigir por necessidade. Incentivava a liberdade de ir e vir.

Edes Batista de Carvalho, 64 anos

Dos semáforos de São Paulo era ele a quarta luz: a da esperança.

Edgard Farah, 81 anos

Orgulhoso dono de um fusca bege 1972 que usava para buscar na escola os 7 netos.

Edgard Gonzales Serrano, 71 anos

Apesar das adversidades que a vida lhe impôs, tinha sempre um sorriso, uma brincadeira.

Ediloy Antonio Carlos Ferraro, 62 anos

"Uma caneta que não escreve mais..." Lá se foi o poeta da Barra Funda escrever em outras paragens.

Edilson Leite Ribeiro, 53 anos

Dono do melhor abraço do mundo.

Edilucia Evaristo, 51 anos

Para a Baixinha, ser feliz não tinha preço.

Edmilson Aparecido Rinaldini, 54 anos

Em constante sintonia com a natureza, seus elementos preferidos eram o fogo e a terra.

Edmilson Ferreira de Castro, 46 anos

O largo sorriso em todas as fotografias é lembrança viva de sua alegria e leveza.

Edna Aparecida Lima de Almeida, 69 anos

Aquela que qualquer um gostaria de convidar para um cafezinho fresco e uma boa prosa.

Edna Regina Ramadan, 62 anos

Dona de um carisma e de um sorriso inesquecíveis, partiu agora em sua viagem aos Céus.

Ednalva da Cruz Silva, 59 anos

Nalvinha foi uma baiana daquelas que mesmo saindo da Bahia, a carregava no corpo, no gingado e na alma.

Ednilson dos Santos Escobar, 59 anos

Un ragazzo paulistano que multiplicava suas paixões entre a Itália e as filhas.

Edson Bunemer, 85 anos

Seu último afago foi pedir notícias do futebol.

Edson Eduardo Gonzaga, 59 anos

Amante da gastronomia e da vida.

Edson Francisco da Silva, 45 anos

Mesmo doente, tentava tranquilizar os colegas, enfermeiros como ele. Deixou saudade.

Edson Wander Alves Muniz, 48 anos

Não sabia dizer não para ninguém.

Eduardo Albarella, 80 anos

Corajosa, foi pioneira de uma arte linda, transgressora para sua época.

Eduardo de Souza, 70 anos

Trabalhador desde muito cedo, dedicou-se integralmente à família, que adorava ver reunida para almoçar.

Eduardo Roberto Monteiro, 46 anos

Um pescador de sorrisos que amava rock das antigas.

Eduardo Theodoro Ayala, 84 anos

Um homem extremamente inteligente, que declamava poemas em latim, em meio a lágrimas.

Eduardo Vicente Bais, 60 anos

Fanático pelo Corinthians, era o tiozão do churrasco!

Edvaldo de Lima Rodrigues, 63 anos

O melhor pai do mundo que tinha duas paixões, o Vasco e caminhões.

Edvan José Sobrinho, 44 anos

Adorava um churrasco e uma coca gelada. Sua alegria era estar com quem amava.

Efigênia Raquel Gonçalves Crispim, 57 anos

Era o "pintassilgo" da família, cheia de exuberância, energia e entusiasmo para viver a vida.

Egídio Baltazar Costa, 71 anos

"Tudo sob controle" e "Vamo que vamo", dizia ele. E assim vivia, um dia de cada vez.

Ehud Soldera, 63 anos

Um homem temente a Deus, trabalhador, honesto, humilde, que viveu em prol da família.

Ejeciano Cicero Serafim, 65 anos

Aquele que sempre gostou de tudo calculado, fez do grande amor da sua vida o melhor de seus planos

Elaine Aparecida Leite Silva de Jesus, 48 anos

Nela cabiam todos os paradoxos, pois era ela mesma quem criava o seu mundo. Uma guerreira que transmitia paz.

Elaine da Silva Quirino, 50 anos

Uma mulher guerreira, que enfrentou as batalhas da vida sem nunca perder a alegria.

Elcio Hayashida, 72 anos

Tinha o poder de transformar qualquer reunião de família em festa.

Eliana Santiago, 63 anos

Muito amorosa com as pessoas, em especial com a família.

Eliane Cristina Corrêa, 48 anos

Atleta aguerrida, tinha o dom de mostrar às mães de seus alunos o quão fortes e potentes elas também eram.

Eliane de Oliveira Lourenço, 42 anos

A organizadora oficial das festas. Se não houvesse um motivo para comemorar, logo ela inventava um.

Eliane Maria de Lucena Alves, 50 anos

Mulher de garra e muita fé, será lembrada como heroína por sua dedicação no cuidado do próximo.

Eliaquim Siqueira Lima, 68 anos

Um amigo que todos gostariam de ter.

Elias Aberto Caldeira, 79 anos

Não precisava muito para rir com a mão na barriga. Apenas uma boa piada, whisky e fatias de picanha.

Elias Batista Santana, 61 anos

Não faltavam alegria, piadas e sorrisos nos divertidos e saborosos encontros da família Santana.

Elias Farão Neto, 64 anos

O filhão da Mama Ivone! Apaixonado pelo Palmeiras e pela Rosas de Ouro.

Elina Wanderley da Silva, 58 anos

Combateu o bom combate, acabou a carreira e guardou a fé.

Elis Regina Firbida, 50 anos

Tinha muita alegria de viver, era generosa e amava suas gatas.

Elisa Inês da Silva, 73 anos

Na escola em que trabalhava, o cheirinho de sua comida acolhedora guiava as crianças para um delicioso abraço.

Elisabete dos Santos da Silva, 49 anos

A professora que amava se expressar com dedos em “V” e fez, da mediação em ambiente escolar, um gesto criador.

Elisete Cristina Ferreira Catto, 46 anos

Era tão exigente que não gostava de comer fora, pois, se não conhecia a cozinheira, era melhor deixar pra lá.

Elismar Almeida Amador, 60 anos

O amigo dos amigos.

Elizabeth Rocha, 54 anos

Dona de cabelos impecáveis e da risada mais gostosa do mundo.

Elizeu de Oliveira, 75 anos

Talento, dedicação e amor não lhe faltavam. E todos reconheciam isso nele.

Elvira Martucci Alves, 84 anos

Seu sorriso fácil combinava com o aroma dos bolinhos de açúcar e canela que preparava, recheados de carinho.

Elza Aparecida Simões, 70 anos

Uma mulher sonhadora, que via beleza e possibilidade em todos os caminhos da vida.

Elza Chaves Martins, 91 anos

Cuidou das irmãs pequenas, sempre acolheu quem tivesse fome e deve estar, agora, tomando um cafezinho no céu.

Elza Maria Alves Gomes, 66 anos

Tinha a sensibilidade de prever o futuro, mas mirava mesmo era no tempo presente, com os olhos do coração.

Elza Naldi Magro, 85 anos

Mãe, vó, sogra e bisa. Geniosa, mas de um coração enorme.

Emerson Urbano, 48 anos

Fã de futebol e são-paulino, quando ouve-se o nome do time lembra-se dele na hora.

Eni Cardoso Sartarello, 63 anos

Um coração gigante que abraçava todos com um carinho especial.

Eni Sartarello, 63 anos

Amor sem igual pelo filho.

Enival Soares da Silva, 69 anos

Seu princípio era a caridade. E isso significava entregar até as roupas do corpo, se preciso fosse, fato que aconteceu mais de uma vez em sua vida.

Epaminondas Augusto Marinho, 80 anos

O pai de 10 filhos que amava reunir a família para um churrasco.

Eraldo Batista de Amorim, 73 anos

Tratava todas as pessoas como colegas, mesmo sem conhecê-las.

Erich Grossert, 78 anos

Funileiro detalhista, ninguém organizava melhor que ele as ferramentas.

Erika Regina Leandro dos Santos, 39 anos

A melhor amiga de infância de qualquer um em cinco minutos.

Erinaldo Santos Carvalho, 30 anos

Com um coração tão grande quanto ele, dedicou a vida para ser e doar amor, generosidade e alegria.

Ernesto Biagolini, 92 anos

Até os bichinhos sentiam o amor dele.

Ernesto Cozer Filho, 68 anos

Um homem alegre, sensível, divertido e... esquecido! Ah, mas nunca esqueceu de amar, e muito, a sua família.

Esdras Cunha Costa, 39 anos

Vivia rodeado de amigos e não dispensava uma festa.

Esmeria Regina Espindola de Freitas, 62 anos

Uma mulher marcante.

Esmilinda Maria Fiorino, 80 anos

Alegre, amorosa e otimista! A eterna Linda.

Estela Rodrigues Correia, 51 anos

Todos os dias acordava sorrindo para seu filho, orgulhosa de tê-lo visto se formar.

Esther Godoy Penna, 97 anos

Leitora voraz de biografias, dizia: "somos todos iguais, mesmas dores e alegrias".

Etelvina Maria da Silva Matos, 68 anos

"Ela foi porque Deus permitiu”.

Eugênio Rocha de Andrade, 76 anos

Se você tivesse que escolher alguém para ser o camisa 10 do time, certamente escolheria o Rochinha.

Eulina Nascimento dos Santos, 61 anos

Era doce como seus bolos e trufas.

Eunenice José dos Santos, 61 anos

A melhor vovó que Pablo poderia ter

Eunice Farah, 77 anos

Foliã apaixonada, pulou o último carnaval no Clube do Ipiranga com filhos e netos.

Eunice Ruffini Pitta, 68 anos

Amava a vida, viajar e sair. Era alto-astral e fazia todos a sua volta se sentirem protegidos.

Euza Maria Louro, 68 anos

Soube amar e ser amiga. Uma luz indo para a luz.

Eva Maria da Silva, 91 anos

Gostava de estar presente em seus grupos, rodeada de pessoas, levando sempre seu amor e seu sorriso.

Eva Silva de Siqueira, 76 anos

A bisavó do sotaque doce e do coração sorridente.

Evandro Luiz Lohn, 62 anos

Acreditava que devia-se lutar até o fim para quem se deseja ser.

Evardo Rosa, 84 anos

Foi e sempre será um exemplo de resistência e luta por um mundo mais justo e democrático.

Everton Moreira Martins, 40 anos

Um homem genioso, mas de coração enorme!

Fabiana Anastácio Nascimento, 45 anos

Sua voz era um bálsamo que curava a tristeza, fortalecia a alegria, tocava profundamente almas e corações, enquanto louvava a Deus.

Fabiana Clara, 40 anos

Em tudo ela via amor. Quando chegava, trazia consigo luz e alegria.

Fabiano Honório da Rosa, 38 anos

Deixou saudade e a lembrança da pessoa alegre que sempre foi.

Fabio dos Santos Pimenta, 35 anos

Fabio era grande, tinha quase dois metros de altura. Mas imensa mesmo, era sua paixão pelo tricolor paulista.

Fábio Ferreira da Costa, 40 anos

Todos os dias ele se ocupava de ser alegre.

Fábio Janotta Dias, 57 anos

Carismático, inteligente e sonhador. Entregava amor junto das refeições que vendia.

Fagner Castro, 38 anos

Um amante do samba. Não se desgrudava do cavaquinho.

Fátima Aparecida de Oliveira Costa, 60 anos

Apaixonada por festas e reuniões de família, ser mãe e ser avó eram suas principais ocupações.

Fátima Gregório, 58 anos

Devemos cultivar flores em nosso caminho. A colheita é certa.

Fátima Meloni, 66 anos

Fátima alto-astral.

Fausta Sordi Battistella, 80 anos

Aquela que transformava tudo em arte.

Fausto Alvez Lucena Júnior, 42 anos

Churrasqueiro da família, era feliz por estar cercado dos amigos.

Felícia Albino de Sousa, 60 anos

A tia-mãe, a dona do abraço mais quentinho. A que não sabia, e nem queria, aprender a dizer não.

Feliciano Evangelista dos Santos, 72 anos

"Isso é um barato!", dizia ele. Tico Bahia jamais perdeu a admiração pelas coisas e pessoas ao seu redor.

Felicidad Salazar de Patino, 61 anos

Mulher forte, lutadora e incansável. Protegia a quem amava com muita garra.

Fernanda Caiuby Novaes Salata, 64 anos

Pintava na aquarela a imaginação dos seus filhos.

Fernando Cesar Pereira, 62 anos

A vida continua em outra dimensão, siga em paz!

Fernando dos Santos Virgilio, 36 anos

O primo dos primos. O que dizia: "Olá, família! Tem feijão aí? Traz um chocolatinho pra mim."

Fernando Miyake, 56 anos

Fotógrafo, músico e corintiano roxo que teve a medicina como propósito de vida.

Fernando Sampietro, 82 anos

Tem quem escreva sua vida como uma linda narrativa, na qual até o fim, sempre coube um novo conto.

Fernando Soares da Costa, 62 anos

Através da família sempre unida, deixou os melhores ensinamentos para seus filhos.

Fiorentino Di Bello, 87 anos

Juntava a família e ensinava a fazer o macarrão que ele gostava - brincando, rindo e tomando vinho.

Flávia Aparecida Francisco Negri, 41 anos

Tinha no ensino uma vocação. De voz doce e suave, dava as melhores palavras de consolo e incentivo.

Flávio Cavalcante Brasil, 54 anos

Ao encontrá-lo, não tinha quem resistisse ao seu sorriso e ao clássico: “E aí, Brasiiiiil?”

Floraci Gonçalves da Silva, 64 anos

Talento na cozinha e na arte de amar.

Florentino Anzolin, 76 anos

Um homem alegre e gentil, com habilidade para cativar corações por onde passasse.

Floripes Bueno de Camargo, 65 anos

Mulher independente e destemida, construiu uma linda família.

Francelina Ferreira, 77 anos

A avó cujo superpoder era fazer a melhor polenta frita do mundo.

Francisca Maria da Conceição Vieira, 92 anos

Contava e recontava aos netos como conheceu o amor que fez seu coração palpitar na primeira troca de olhares.

Francisca Moreira do Nascimento Santos, 63 anos

"Hoje ela é uma flor no jardim de Deus", homenageia a filha Vanete.

Francisca Olga Nucci de Moraes, 87 anos

"O bem se paga com o bem, e o mal também se paga com o bem". Esse foi o seu legado de amor e empatia.

Francisco Calicchio Netto, 91 anos

Um homem que contava os dias para o seu aniversário.

Francisco de Assis Vieira, 61 anos

Seu Barone, o eterno chefe da estação Pirituba.

Francisco de Souza Rego, 58 anos

"Doce de leite" era sua resposta de quase sempre para quando lhe perguntavam o que estava fazendo.

Francisco França Machado, 80 anos

O “Vô Francisco” só via o lado bom da vida. Achava sempre que tudo era do bem e alegre.

Francisco Gelli, 74 anos

Felicidade, para ele, era um almoço de domingo cercado pela família.

Francisco Gonçalves Costa, 65 anos

Falava alto e todos pensavam que ele era bravo, mas chorava até mesmo com propagandas que via na TV.

Francisco Lima Duarte, 48 anos

Tinha um grande dom: o de unir pessoas. Pra ele todos eram amigos e tudo era sobre amizade e amor.

Francisco Luiz Telles de Castro, 76 anos

Nunca fechou sua porta e nem o coração.

Francisco Nogueira, 58 anos

Sempre alegre, Chico não recusava um bom papo. Foi um exemplo de dedicação.

Francisco Pinheiro da Rocha Júnior, 33 anos

Chicão era sorriso, forró, cerveja gelada e muito papo.

Francisco Raza Filho, 67 anos

"Bora pra praia?", dizia. Era torcedor do Santos. Um amigo para todas as horas, adorava pescar.

Francisco Silvério de Carvalho, 50 anos

Combateu o bom combate, encerrou a carreira, guardou a fé.

Francisco Valdeci de Oliveira Vieira, 42 anos

Costumava dizer: "Pra que esquentar a cabeça? Vamos viver o momento!"

Francisco Xavier de Campos, 74 anos

Quanto tempo dura uma amizade? Para ele, durou a vida inteira.

Frederic Jota Silva Lima, 32 anos

Um jovem médico, que atuou na linha de frente contra a Covid-19.

Frutuoso Dias Gonçalves, 82 anos

Português vaidoso, gostava de um bom vinho e transbordava simpatia.

Gabriel Martins, 1 anos

Passou a maior parte da vida na barriga da mãe. E ali dentro foi muito amado.

Galdino Nogueira da Silva, 55 anos

Suas maiores alegrias sempre foram os momentos em família.

Galia Bespaloff, 80 anos

Escolheu outro país como lar, não tinha medo de batalhas.

Gasparino Damião de Oliveira, 96 anos

"Mas que barbaridade!" dizia o homem tão complacente.

Gecival Matias da Silva, 76 anos

Com seu vozeirão carregado de alegria e orgulho, adorava mostrar cada filho e neto. E a família é grande!

Genário da Silva Paiva, 79 anos

Buscar o jornal bem cedo era como um ritual sagrado. Pai, marido e vovô exemplar.

Geni de Macedo Arimura, 72 anos

Defendia seus filhos e netos com unhas e dentes.

Genita Costa, 78 anos

As notas de sua cantoria alegre continuarão sempre entre nós.

Genival Belizário da Silva, 79 anos

O retrato perfeito de um pai, avô e bisavô muito amado: seus cabelos branquinhos deixaram enormes saudades.

Genivaldo Batista de Sousa, 65 anos

Tinha um companheiro muito especial, seu pequeno cachorrinho Boby. Dizia até que era o herdeiro dele!

Genizarete Justino dos Santos, 68 anos

A gentileza, a doçura, a doação e o amor ali. Com agulha e linha na mão, Genizarete vestia rainhas.

Geraldo Almeida, 81 anos

Amante da medicina e dos grandes desafios da humanidade

Geraldo Barateli Alves, 81 anos

Valorizava a família e se orgulhava da educação que deu às três filhas.

Geraldo Paulino de Souza, 95 anos

Adorava fazer fogueira e reunir a meninada para contar histórias.

Geraldo Pinto Almeida, 81 anos

Amante da medicina e dos desafios da humanidade, questionava o mundo real, mas tinha seu mundo particular.

Gercina Pereira Dias, 82 anos

Era puro amor. Um coração em que cabiam todos. Otimista e corajosa, viveu sua vida dedicada à família.

Gerson da Silva Sampaio, 73 anos

Agora ele impressiona os anjos com sua risada.

Gerudes Martins Garcia, 83 anos

Brincalhão e conversador, só se irritava se o Corinthians perdia. Fazia o melhor arroz e sabia ser solidário.

Getúlio Mezine, 86 anos

Um homem de fé e coragem. Suas risadas ficarão para sempre na lembrança.

Getúlio Omito, 83 anos

Cheio de brincadeiras e manias, chamava a neta de Meu Ouro e sempre pediu à família que se mantivesse unida.

Gilberto Alca, 92 anos

Um gigante que contemplava todos os dias, mesmo que o dia não fosse tão bonito assim.

Gilberto Palesi, 79 anos

Gostava de contar suas histórias com riqueza de detalhes, principalmente, as que viveu com sua esposa.

Gilda Helena Vianna Orfanelli, 72 anos

Jeito e coração alegre.

Gilmar Araújo, 61 anos

Criança feliz, jovem trabalhador e adulto guerreiro.

Gilmar Ribeiro Munhos, 58 anos

Detalhista com a arte, divertido ao lado da família, bondoso na rua e na vida.

Gilson Rodrigues, 61 anos

Confeiteiro. Tinha o costume de levar comidinhas na cama para sua esposa e sua filha.

Giovanni Paolucci, 81 anos

Gigio, como era conhecido, tinha o dom da comunicação. E era muito cativante.

Glaucio Manoel de Oliveira Bueno, 48 anos

Aquele que fazia todos rirem, o amigo pra qualquer hora e a alegria da família.

Glauco Moreira Beraldo, 26 anos

Advogava por um mundo melhor enquanto era embalado pelas melodias de Taylor Swift.

Gonçalo Silvério de Carvalho, 79 anos

Resumia a vida em quatro palavras: "Viver é muito bom!"

Gracinda de Castro Neves, 94 anos

Religiosa, só dormia depois do sussurro do Pai Nosso e da Ave Maria. Gostava tanto de fazer, como de comer um docinho de abóbora.

Guilherme Coelho, 73 anos

Fã do cochilo após o almoço, tinha como lema: “Nunca desistir”.

Guilherme Queiroz, 73 anos

Seu anúncio de cuecas Zorba deixou de cabelo em pé a família tradicional.

Guiomar Bizarro, 63 anos

Depois de tomar seu café da manhã ela ia cuidar do papagaio e das plantinhas: era o seu ritual diário.

Guiomar Guerreiro Alvares Spedo, 86 anos

Fazia hidroginástica com seu marido, três vezes por semana, há 28 anos, na mesma academia.

Gutemberg da Silva Barbosa, 48 anos

Construiu uma bela história e deixou suas marcas nas alegrias que imprimiu pelas ruas por onde dirigiu.

Hailton de Andrade, 67 anos

Sempre solidário, dizia: "O que você precisar é só pedir."

Hamilton Menezes Neves, 51 anos

A gentileza em pessoa, distribuía bom humor com seriedade e disciplina.

Helena Maria da Silva, 66 anos

Enfermeira, cuidava do corpo e da alma de quem quer que fosse, numa entrega amorosa e dedicada.

Helena Plastino Azevedo, 87 anos

Sua generosidade a tornava revolucionária como as narrativas que estudou em seus livros filosóficos.

Hélio de Assis Barreto, 72 anos

Notório torcedor da Lusa, fazia a melhor bacalhoada do mundo e, adorava arrancar boas risadas da família.

Hélio de Souza Soares, 55 anos

Dizia que, como um disco de vinil, a vida tem o lado A e o lado B.

Hélio Rosa, 64 anos

Águias, somos sempre águias... e ele, o comandante, voou.

Hélio Satomi, 68 anos

Quem vai à Colônia deve passar no Seu Hélio, guardião da história, homem de muito critério.

Henrique Celso Avelar de Jesus, 51 anos

Homem de coração gigante, nasceu para ser pai.

Heraldo Tadeu Trivelato, 57 anos

Dedicou sua vida a ajudar o próximo com bom humor, otimismo e um sorriso no rosto.

Hernan Enrique Ruedlinger Vega, 64 anos

Ensinou à filha, entre tantas coisas, o amor pela cozinha.

Hilda de Carvalho Rangel, 85 anos

Suas habilidades culinárias perfumavam toda a casa de amor e cuidado.

Hosana Paula Gil, 42 anos

Com seu coração enorme, estava sempre pronta para ouvir o outro.

Hueber Pereira Santiago, 41 anos

Um excelente enfermeiro e muito brincalhão; o amor pela enfermagem o fez lutar até o último minuto.

Hugo Ricardo Conceição Eloy, 46 anos

Um educador apaixonado pela sobrinha, cujo coração só pulsava amor e generosidade.

Humberto Luiz da Silva, 74 anos

Ensinava o amor incondicional e a perdoar sem julgamentos.

Humberto Vitach Gambaro, 86 anos

Um avô amoroso, que se emocionava ao ponto das lágrimas vendo seu neto no palco.

Idalgo Moura do Santos, 45 anos

Provavelmente será um apaixonado pelo céu e agora, pelo infinito.

Ignez Branco Baptista, 91 anos

Dizia que viveria até os cem anos.

Ignez Rossato, 94 anos

Sempre gostou de cuidar de todos. Entre pincéis e números, encantava e surpreendia.

Ilézio Almeida Oliveira, 74 anos

“A César o que é de César, a Deus o que é de Deus”, dizia aos filhos, ao educá-los.

Inês Petrecca de Carvalho, 70 anos

Uma guerreira, desde sempre!

Inêz Batista Toledo, 75 anos

Seu sonho de estudar foi tão grande quanto a sua paixão por alfabetizar.

Inge Steinforth Nascimento, 67 anos

Dizia sempre que nunca devemos abaixar a cabeça, e sim continuar firmes e fortes.

Iracema de Mattos Pereira, 86 anos

Sempre prezou a união e a harmonia coroando uma vida de cuidado e doação.

Iracema Rissatto, 90 anos

Trabalhadora, conquistou sua independência como costureira.

Iracema Rizzardi de Oliveira, 91 anos

Vaidosa, apaixonada pelo marido, pelos churrascos em família e pela caipirinha com os genros.

Iracema Tuan Sterzza, 88 anos

Matriarca excepcional, de uma índole e de um caráter incontestável.

Iracial Mendes da Conceição, 85 anos

Cici viveu para cuidar das pessoas que amava.

Iracy Ferraz Herrmann, 99 anos

Baby, uma mulher sensível.

Irailde Urbano da Silva, 77 anos

Sua casa era o espaço do encontro. Seu sorriso, o espaço da alegria.

Irani de Lima Dias, 71 anos

Este verso é um pouquinho de uma vida inteira, de quem cumpriu sua missão dignamente.

Irene Alves de Viveros, 84 anos

Mãezona amorosa, queria todos os filhos, netos e bisnetos debaixo das suas asas.

Irene Angela de Macedo, 89 anos

O seu maior legado são seus valores. Através deles, ela vai ser o canarinho que nunca vai embora.

Irene Barbosa da Silva Souza, 66 anos

Tinha um abraço que mais parecia um lar.

Irene Bertholdi Fernandez, 86 anos

Costumava lembrar dos que já se foram, agora será eternizada nas histórias contadas pela família.

Irineu Bertevello, 78 anos

Via beleza na simplicidade da vida, era o melhor pai que um filho poderia ter.

Isabel Cristina Dangelo Sianga, 52 anos

Em Indaiatuba, ninguém fazia bolos como a Bel.

Isaías Polinario, 64 anos

Ele se emocionava com histórias tristes que assistia na TV.

Ismael Afonso Costa, 71 anos

Adorava falar em público, não podia ver um microfone.

Ismael de Almeida, 66 anos

O multiplicador de sorrisos e abraços, sabia como ninguém escolher boas melancias para os encontros.

Ismael Pires Costa Filho, 57 anos

Alma gêmea de sua esposa, se uniu a ela no céu. Ambos lutaram contra o coronavírus.

Ivan Dimitrova, 63 anos

Do Pantanal ao México, o que mais gostava de fazer era sair em viagens de pescaria com a família e os amigos.

Ivan Raimundo da Silva, 52 anos

"Bibi, cheguei Bibi!", dizia sempre para a filha ao chegar em casa.

Ivan Willians Lisboa, 42 anos

Se dependesse dele, a vida seria para sempre uma festa.

Iverson dos Santos Correia, 41 anos

Eterno sonhador, cultivava o lado bom da vida e ofertava sempre o melhor de si.

Ivini Ribeiro de Castro Rodrigues, 40 anos

Na música da vida, dançou sem medo de ser feliz. A dança era um de seus maiores amores e seus passos reluziam.

Ivo Maciel Diniz, 71 anos

Não tinha quem não gostasse do seu modo humilde e simples de viver a vida.

Ivonete Alves, 59 anos

Luz que iluminou todos que conviveram com ela, agora deixa um rastro de saudade.

Izabella Cortesini, 15 anos

Amável e divertida, estava no Ensino Médio e já sonhava ser advogada.

Izadora Luiz, 25 anos

Causava reflexões que espelhavam sua sabedoria.

Izolina Gonçalves dos Santos, 90 anos

Zó, a bisa dos melhores cafunés.

Jacinto Vicente da Silva, 85 anos

Era um andante do mundo, com ânimo constante para a vida. Um católico fiel e devoto de Nossa Senhora.

Jacqueline Hernandes, 49 anos

“Vamos comer o que tivermos vontade, porque não sabemos o dia de amanhã. Miséria comigo, jamais!”, brincava ela.

Jacyra Pereira da Costa Goes, 83 anos

Lutar na vida era o que ela fazia bem; além de cantar, dançar e acreditar no amor.

Jaime Antunes, 92 anos

O eclético engenheiro que amava música erudita e gostava dos programas de humor do Chaves.

Jaime David Winiawer, 74 anos

Aos 74 anos, vivia a vida intensamente. Bailando, contando histórias, fazendo amizades.

Jaime Natalício da Silva, 63 anos

A bondade foi o seu maior ensinamento e o seu grande legado.

Jaime Takeo Matsumoto, 62 anos

Deixava seu jornal toda quinta-feira na mesa do consultório.

Jair Amaral, 69 anos

Um homem de muitos amigos que sempre prezou pelo bem-estar de cada um.

Jair Batista da Silva, 58 anos

Boêmio e fã de Zeca Pagodinho, foi um pai alegre, que sempre dizia: "Eita, vida boa!"

Jalbas Vitorio Cavalcante, 76 anos

Enquanto estudava direito, trabalhou como cobrador de ônibus, até tornar-se advogado.

Janaina Andrade Navajas Alencar, 44 anos

Adorava batom vermelho e roxo. Estava sempre com roupas coloridas e vibrantes.

Janaína Silva do Nascimento Nicacio, 37 anos

Amiga para todas as horas. "Oi, fofo!" era sua marca registrada.

Janaína Thaísa Campos de Albuquerque, 46 anos

Amava a Disney e era uma mãezona para todo mundo.

Jandyr Gomes Moreira, 84 anos

Dira era tão festeira que suas lembranças estão sendo comemoradas no céu.

Janete da Silva Passos, 58 anos

Contadora de sorrisos e das piadas mais engraçadas. Seu humor deixou recordações nos corações de quem a conheceu.

Javier Guzman Heredia, 68 anos

Ficava todo orgulhoso quando via as notas do boletim da neta, ou quando ouvia o neto aprender uma nova palavra.

Jean Lombard, 81 anos

Bom pai, bom avô, pessoa extremamente íntegra, de um coração enorme.

Jefferson Braulio Moncherino da Silva, 32 anos

Um homem de mais de dois metros de altura e cheio de amor.

Jeovane Elias da Costa, 75 anos

Um homem reservado, mas que sabia se divertir quando o programa era jogar dominó.

Jerlan Santos, 37 anos

Dona de um sorriso contagiante, que transbordava alegria, luz e serenidade.

Jeu Chin Shing, 67 anos

Um doce de pessoa. De origem chinesa, nasceu em Moçambique, naturalizado português e brasileiro de coração.

João Antônio de Moraes, 72 anos

Uma comida gostosa era um dos seus maiores prazeres.

João Avelino Tampelini, 49 anos

Baixinho e extrovertido, conjugou o verbo amar com o rock nacional e a Pastoral Familiar.

João Barbosa Neto, 77 anos

Pirunga, Índia Morena do Pantanal, Garça Branca, Bem: para tudo o senhor João tinha um apelido.

João Batista Alves dos Reis, 60 anos

Colecionador de apelidos e presença marcante na fanfarra e bailes abrilhantados pelo Conjunto Extremunsom.

João Batista da Silva, 60 anos

Seu sorriso falava mais que mil palavras. Seu carisma e sua gentileza conectavam-no com todos ao seu redor.

João Batista Pacheco, 55 anos

Uma alegria que contagiava o mundo.

João Bueno da Silva, 79 anos

Um pai espetacular, um marido sem igual.

João Correia Vilella, 84 anos

Tecelão cerziu para si aquilo que de mais importante há no mundo: humildade e amor.

João da Silva, 52 anos

Assim na Terra como no Céu: Padre João era a alegria em pessoa, o sinônimo de fé e amor.

João Elisio Fonseca, 67 anos

De uma generosidade absoluta, estava sempre de braços abertos para acolher os que mais precisavam de ajuda.

João Ernesto Mufalo, 69 anos

Joãozinho, por onde passava, deixava um rastro de admiração e carinho.

João Fantinatti, 72 anos

Um contador de histórias. Em todas as pescarias tinha um grande peixe...

João Florentino da Silva, 69 anos

João, o herói de coração imenso, que amava o mar; foi a luz de sua família e ainda sabia andar de bicicleta.

João Francisco Arruda Silveira, 74 anos

"O peixe morre pela boca", dizia ele.

João Francisco de Melo, 72 anos

Gostava de contar piadas que não tinham a menor graça. E essa era a parte boa.

João Gomes Filho, 77 anos

Sempre preocupado se estávamos trabalhando e muito carinhoso com seus netos.

João José Carneiro, 78 anos

Era médico e seu cuidado já começava na sala de espera. Tratava de corações, mas também da alma dos pacientes.

João José da Silva, 76 anos

Levava café na cama todos dias para a esposa desde que se aposentou.

João José da Silva, 71 anos

Um verdadeiro artista, mestre em acertos e desacertos, em amar e ser amado.

João Lucio Duarte, 53 anos

Brincalhão e benquisto, estava sempre disposto a ajudar.

João Luis Buarque de Gusmão, 72 anos

Um mundo melhor era o seu maior sonho e, com certeza, fez a sua parte ao ajudar muita gente.

João Luiz Januário, 58 anos

Joãozinho da Vila da Prata era um supertio, sempre preocupado e cuidadoso com seus sobrinhos.

João Pedro Soares de Aguiar, 26 anos

Gostava de combinar gravata, camisa e terno. Gostava de funk e de Anitta. Mas gostava mesmo é de ser alegria.

João Ricardo Bianchini, 62 anos

Criava personagens: podia ser o tio 'lokão' procurado pela Interpol ou o surfista da Califórnia.

João Rodrigues Neto, 74 anos

Um avô carinhoso e brincalhão que, ao entrar em casa, fosse de quem fosse, sempre dizia: "Vocês comem, hein?"

João Santiago de Oliveira, 77 anos

Ele sabia o lugar em que, na costela de sua neta, a fazia pular de cócegas.

João Schmidt, 86 anos

Bon-vivant e de enorme coração, tinha muitos amigos e criava apelidos carinhosos para os mais especiais.

João Tavares, 81 anos

O melhor jogador de baralho de todos os tempos. Mas tem algo que ele fazia melhor: ser marido, pai e avô.

Joaquim Batista de Souza, 93 anos

Cuidou da esposa quando ela teve Alzheimer e fez valer, por 68 anos, o juramento que fez no altar.

Joaquim de Almeida Camargo Junior, 38 anos

Palmeirense que amava tanto ir com a família para a Canção Nova, que, quando iam, ele não queria nem voltar.

Joaquim de Oliveira Neto, 49 anos

Cheio de garra e alegria, abraçou a vida com toda força. Amou a igreja, o trabalho, a família e foi feliz.

Joaquim Dutra, 85 anos

Ele fazia das palavras, um espetáculo de dança, com seus importantes e generosos conselhos.

Joaquim Lizardo de Souza, 77 anos

Tinha orgulho de ver que os filhos construíram suas próprias famílias.

Joaquim Pereira Neto, 74 anos

Nunca perdia a chance de preparar um bom churrasco.

Joel Primo, 60 anos

Como era belo esse sonhador que amava fazer planos.

Joel Rigobello, 59 anos

Amigo para todas as horas, era alegre, bondoso e fanático por doces.

Jonas Arlindo Neto, 61 anos

Se todos nascem com um propósito na vida, o dele era ser o melhor "papai" do mundo.

Jonas Custódio de Souza, 53 anos

Músico dedicado, agora está com os músicos celestiais.

Jony Henrique Garcia, 50 anos

Homem honrado e generoso, dirigia ambulâncias.

Jorge Alexandre da Silva, 53 anos

Fazer amizades era seu maior dom, cativava as pessoas até mesmo em pontos de ônibus.

Jorge Manuel Ferreira Moreno, 54 anos

Errando ou acertando, ele foi a perfeita imagem do que é ser humano de verdade.

Jorge Miguel Rodrigues, 67 anos

Um homem de vida simples. Tinha o dom de escutar.

Jorge Ramos Pereira, 56 anos

Não tinha vergonha de dizer que amava e oferecia abraços carinhosos.

José Abdias de Lima, 74 anos

De sorriso largo, mantendo um constante bom humor, estava sempre pronto para conversar.

José Abílio dos Santos, 89 anos

Um baiano exigente que ajudou a erguer São Paulo.

José Adilson Torres, 59 anos

Quem nunca foi à sua casa e experimentou seus pratos, não sabe o que perdeu...

José Alberto Ferreira, 75 anos

Herói do gatinho Pixote, dos filhos e netos.

José Alves Coelho, 76 anos

"Beeem... cadê meu café?" Sempre cobrava, pontualmente, o café com pão, de nossa mãe.

José Alves da Silva Filho, 79 anos

Sem dizer "eu te amo", demonstrava o amor em silêncio.

José Alves Torres, 78 anos

Sempre bem-arrumado e perfumado, esse santista expressava sua alegria com samba.

José Antônio de Oliveira, 76 anos

Era o melhor amigo dos bichinhos de casa.

José Aparecido Amorim, 61 anos

Um taxista fã de Roberto Carlos, que convocava a família para festas em que a diversão era ele mesmo.

José Aparecido de Lima, 62 anos

"Muito justo!" era o seu bordão alto e grave, acompanhado de uma risada solta e rouca.

José Aparecido Linhares, 56 anos

"Não tem vida melhor do que essa."

José Bazílio de Oliveira, 73 anos

Conduziu a vida através dos remos, em direção à mais pura felicidade. ​

José Bearari, 76 anos

Alegre e honesto, tinha gana e pressa de viver.

José Candido Ferreira Filho, 75 anos

Nunca teve vergonha de chorar, mas preferia sorrir.

José Carlos da Silva, 54 anos

Era um homem de Deus. Ajudou a construir a igreja na qual congregou por mais de 20 anos.

José Carlos da Silva, 68 anos

Era marrudo e tinha cara de bravo. Mas bastava pensar ou falar dos netos que se derretia inteiro... de amor.

José Carlos de Jesus, 51 anos

Tio Zé Carlos tinha o Corinthians como uma de suas grandes paixões e sempre dizia "Vai Corinthians!"

José Carlos de Vasconcelos, 64 anos

Suas últimas palavras foram para dizer que amava muito os filhos.

José Carlos Silveira, 73 anos

De grande coração, alternava entre ser sério e piadista, mas sempre muito amoroso.

José Castanha, 71 anos

Um palmeirense roxo, e fã da variante mais tradicional de moda e pagode de viola. Tião Carreiro era seu ídolo.

José Cláudio Ribeiro de Lima, 54 anos

Doava-se tão naturalmente aos outros que jamais se deu conta do bem que fazia.

José Coelho, 89 anos

Tinha um jeito manso e carinhoso de falar, nunca levantava a voz, mesmo quando estava bravo.

José Darci de Figueiredo, 86 anos

Se você o conhecia, já era amigo dele.

José das Graças Lino, 71 anos

Carinhoso, era sempre recebido com um belo sorriso.

José Dias Palitot Junior, 44 anos

Um homem que viveu a vida intensamente.

José Edivaldo da Costa, 65 anos

Tomava café da manhã todos os finais de semana com seu melhor amigo: o neto Mateus.

José Eduardo Jesus e Oliveira, 74 anos

Um pai que fez tudo pelas filhas.

José Eronildo Alves Xavier, 50 anos

Seus melhores temperos eram a simplicidade e o amor.

José Ferreira de Sousa, 68 anos

Dedé, que era habilidoso no dominó, também jogava no bicho e apostava na quina.

José Francisco de Britto, 65 anos

Um homem de riso fácil, por quem as pessoas logo se encantavam e de quem nunca mais se esqueciam.

José Germano Pereira, 69 anos

Se você quisesse sorrir, era só se juntar a ele.

José Guilherme da Silva Machado, 57 anos

Gostava de uma boa zoeira, principalmente com a sogra, a quem tanto amava. O sorriso foi sua marca registrada.

José Herculano da Silva, 73 anos

Devoto de São José, sonhava em voltar para a terra natal.

José Izidio da Silva, 60 anos

Bolinha cantava muito mal e dançava todo atrapalhado, mas sem ele as festas perderam a cor.

José Jorge Silva, 70 anos

Carrega nome de guerreiro: Jorge. Exatamente como ele era.

José Leonardo Francez, 73 anos

"Quando eu morrer, quero ser enterrado no cemitério Campo Grande, para dar tchau aos ônibus que passarem.”

José Lino Pereira Filho, 79 anos

Ele foi o melhor exemplo da frase “fazer o bem sem olhar a quem.”

José Lionor Pereira, 69 anos

O tio que era como pai para os sobrinhos; tinha um coração gigante, um coração que abrigava toda gente.

José Luis Mota, 53 anos

Festeiro, ocupava a função de organizador geral. Na cantoria, comia a letra e exibia a pança.

José Luiz da Silva, 66 anos

Homem admirável por sua dedicação com os outros e pela persistência diante das situações.

José Luiz de Andrade Armigliato, 78 anos

Um colecionador de relógios que viveu intensamente cada minuto de sua vida.

José Luiz Souza, 66 anos

Ele era da arte. Como gesseiro, carregava talento nas mãos. Um exímio artista plástico.

José Marinho de Queiroz, 76 anos

Apaixonado por sua profissão e sua família, sempre batalhou por eles, pelos seus sonhos e pela sua vida.

José Mário Ferreira da Silva, 60 anos

Um caminhoneiro de sorriso largo e energia contagiante, que marcou muitos corações pela estrada da vida.

José Mauri Freire, 51 anos

Ele expressava o seu amor nos pequenos gestos.

José Maximiano Duarte Neto, 35 anos

Um professor que nunca se calava diante de injustiças.

José Menache Neistein, 85 anos

Foi uma dessas pessoas cuja passagem pelo mundo deixa um legado inestimável e enorme saudade.

José Miguel da Silva, 84 anos

Pela sanfona ou pela gargalhada, ele era reconhecido de longe.

José Nelson Marsola, 80 anos

Devia ter sido pastor ou padre pela sua bondade...

José Oliveira de Sousa, 69 anos

O melhor contador de histórias, a risada era garantida quando Zé Bernardo estava por perto.

José Paulo Gomes, 66 anos

Todos procuravam nele, um conselho para lidar com problemas. Amigo e querido por todos!

José Pedro Rossetti, 65 anos

Era um homem de amores, especialmente à família, à pesca, aos animais e ao bigode.

José Pereira Filho, 78 anos

Ele foi uma estrela no céu de sua neta, Maria Eduarda.

José Plácido, 77 anos

Era só chegar... e já tinha um cafezinho esperando e um boa história pra contar.

José Renato Pires do Nascimento, 65 anos

Uma pessoa incrível, excelente filho, marido, pai, avô, tio e amigo. Para quem não havia tempo ruim.

José Roberto Corrêa, 55 anos

Tinha um coração lindo e muito brilho no olhar.

José Roberto de Castro, 77 anos

Roberto amava chocolatinhos e queria guardar todas as fotos da família para si. Fingia ser durão.

José Roberto de Souza, 69 anos

Felicidade em alta voz.

José Roberto Ruz Requena, 58 anos

Impossível não lembrar do som de sua risada e do timbre de sua voz grossa.

José Roberto Salvett, 53 anos

Sempre amou a família, procurou ajudar todos e fazia a melhor esfiha da cidade.

José Romélio Brasil Ribeiro, 65 anos

Visionário, brincalhão e pai amoroso, irradiava alegria contagiante, positividade e fé.

José Soares da Silva, 64 anos

Gostava de se descrever como a música de Raul Seixas, um "maluco beleza".

José Tadeu Tardochi, 68 anos

Brincava como se fosse uma criança.

José Valdivino do Nascimento, 65 anos

Tratar os outros como você se trata, esse era o lema do seu José.

José Valiente, 74 anos

Soberano no coração da família.

José Vanderlei Bonanho, 68 anos

Sonhava em ser Papai Noel. As crianças iam ao mercado apenas para ver a alegria que José era.

José Vieira Primo, 63 anos

Um apaixonado por pescaria, que raramente pegava um peixe, mas que fisgou o coração de Sandra para sempre!

José Vilmar Souza França, 61 anos

Um cara com um coração enorme, que fazia o que podia para ajudar os outros.

Josefa Bezerra Cordeiro, 65 anos

Não ficava nem um único dia sem telefonar para ter notícias da neta e dos netos do coração.

Josefa Dantas de Souza, 72 anos

Mãe e filha foram-se juntas, seguindo a lógica que as guiou em vida: "onde uma vai, a outra vai atrás".

Josefa Etelvina Santos da Silva, 73 anos

Adorava assistir televisão e era apaixonada pelo programa da Ana Maria Braga.

Josefa Maria de Jesus, 72 anos

Acordava cedo, fazia um delicioso cafezinho e ligava o rádio para ouvir o Padre Marcelo Rossi.

Josefa Maria de Jesus Mendes, 88 anos

Nada era capaz de desmotivá-la, nem a sua cadeira de rodas. Adorava um forrozinho.

Josefa São Pedro Pinto, 67 anos

Reinventava as palavras; em seu dicionário, família significa amor.

Joselito Bomfim de Lima, 55 anos

Levantou-se de todas as rasteiras que a vida lhe deu, sorriu e cozinhou como ninguém!

Josenildo Joaquim da Silva, 55 anos

Biliu, um vovô sorridente que gostava de cantar e dançar forró.

Josenildo Medeiros da Silva, 74 anos

Negro, de cabelos e bigode brancos, um homem de periferia, que lutou muito na vida.

Joseny da Silva Mariano, 63 anos

Gostava de contar histórias, colecionar coisas e torcer para o Santos.

Josete Joaquim dos Santos, 56 anos

O corredor.

Josil Araujo Costa, 52 anos

Com ele era só alegria, não tinha tempo ruim. Pacientemente encarava as dificuldades da vida.

Josuel Pais de Almeida, 43 anos

Extrovertido, gostava de tocar sax, viajar e comer bem. Mas amava mesmo fazer a família e os outros felizes.

Jovita Rosa dos Santos, 60 anos

Demonstrava amor em muitos abraços e beijos que adorava distribuir.

Juan Beltran Gonzalez Silva, 68 anos

Um homem amoroso que gostava muito de ajudar aos outros.

Juana Naranjo Gallart, 86 anos

Uma espanhola extremamente vaidosa e de coração enorme. Reconhecida por fazer o bem.

Juann Carlos Gonçalves Cardoso, 32 anos

Era o mais cheiroso da rua durante a adolescência.

Julia Ferreira Neta da Silva, 62 anos

Nunca se esqueceu de quando foi criança, ao contrário dos que ficam adultos.

Julia Nietto Parra, 101 anos

Flexível para adaptar-se ao novo, mas firme para sustentar valores por toda uma vida: uma mulher de fibra.

Julia Silva dos Santos, 71 anos

Foi um anjo que Deus colocou na terra para acalentar o coração de muitas pessoas.

Juliana Cristina de Souza, 30 anos

O brilho dos seus olhos e o seu largo sorriso expressavam todo amor, fé e força que habitavam em seu coração.

Juliana Musse Chen, 42 anos

Apaixonada pela vida, pelos animais e por viagens.

Juliana Soares, 32 anos

"Ouça uma música que você gosta, você vai se sentir melhor", era o conselho básico da Jubs.

Juliano Reis Apolinario, 42 anos

Amava ficar em casa e só saia se fosse para agradar sua mãezinha.

Júlio Cesar Carvalho, 41 anos

Um cara diferente de todos. Tão diferente, que tinha até superpoder: sua curiosidade inesgotável.

Julio Cesar de Oliveira, 57 anos

Um homem de poucas palavras, muitas ações e sorriso fácil.

Junior Cesar Correia Santos, 40 anos

Chamava atenção por sua alegria constante e contagiante.

Juraci de Oliveira Nunes, 81 anos

"Va tutto bene", dizia. E fazia tudo o que podia para que todos realmente estivessem bem.

Juracy Dolacio Mendes, 88 anos

Salve salve Juracy!

Jurandir Fernandes, 80 anos

A vida longa foi muito breve para um amor tão grande.

Khalil Ez Zughayar, 73 anos

Um Khalil em uma família com três Khalil; filho do Ibrahim, de uma família com três Ibrahim...

Kleyton Batista Gomes, 35 anos

Ele estava sempre certo e acertou de novo ao dizer que já, já, estaria bem.

Laércio Antônio de Rosa, 63 anos

Os netos eram sua maior riqueza.

Laércio Cusin, 66 anos

Na vida, ele alimentou pessoas, sorrisos, paixões e um grande amor.

Laudelina Fonseca Dias, 77 anos

Uma mulher de palavras e atitudes fortes, mas com um coração de manteiga derretida.

Laura Fontani Machado, 89 anos

Confundia os nomes dos filhos com os dos netos. Amor não faltava nos almoços de domingo.

Laurentino José de Oliveira, 78 anos

Com fogos de artifício do mundo todo, ele comemorava o aniversário e celebrava a vida.

Laurindo Luiz de Souza Neto, 53 anos

Alegre, gostava de estar perto da família e dos amigos.

Laurita Barbosa, 91 anos

Tia Nita, como todos a chamavam, era a tia e mãe de todo mundo.

Lauro Romano, 71 anos

Distribuía um pouquinho de sua alegria quando tocava violão.

Lázaro Gomes de Moraes Neto, 65 anos

Na música, foi autodidata. Com as sucatas, era artesão. E as piadas, contava como ninguém.

Lazinha Targas, 80 anos

Mulher dedicada, consagrada e fiel.

Leandro Oppedisano Avella, 30 anos

Ninguém gostava da banda que Rebeka gostava... ele sim.

Leandro Santana da Silva, 39 anos

Cresceu, mas manteve a alma infantil.

Leandro Santos de Oliveira, 38 anos

Sempre contava alguma mentirinha, do tipo boba, e que já desmentia, na mesma hora.

Leda Annunciata Torloni, 93 anos

Os Natais em sua casa eram maravilhosos, ela sempre elegantérrima e a casa toda decorada. Inesquecível.

Lelia Nazaret Xavier, 44 anos

Todos os dias, ela ia à casa da mãe e da irmã, para que pudessem tomar café da manhã juntas.

Leonidio Souza Tito, 76 anos

Por onde passou, deixou bondade, amor, sorrisos e abraços.

Leonildo Rosa, 77 anos

Para o palhaço Formigão, o espetáculo jamais vai acabar.

Leonor Alves, 67 anos

Era dela o famoso bolo cremoso de fubá, imbatível. Cuidava dos netos e de todos, e detestava andar de carro.

Leontina da Conceição Pedro Moia, 63 anos

Seu sorriso era tão grande que a obrigava a espremer os olhinhos...

Letícia Neworal Fava, 28 anos

Menina doce, alegre, de coração gigante e dona da melhor risada do mundo.

Letícia Rodrigues de Andrade, 22 anos

Tinha pressa de viver, como se soubesse que tudo pode ser breve.

Lia Campos Perez Pereira, 62 anos

Viveu para amar as netas e ser amada por todos.

Lia Tulmann, 69 anos

Cozinheira de mão-cheia, tudo o que ela fazia era pelas filhas.

Líbero Orsi, 74 anos

Ensinou que era importante deixar sempre acesa a chama da alegria.

Licurgo Alves Ferreira Neto, 64 anos

"Com Cristo no barco, tudo vai muito bem!"

Lidia Maria Constâncio Pagadigoria, 85 anos

Foi um ser iluminado, com bondade infinita.

Lincon Luis Teixeira Gonzaga, 44 anos

Chamem-no de Zé do Churrasco e nunca esqueçam dos seus pães de alho queimados.

Lindaura Souza de Abreu, 75 anos

A família foi sua filosofia de vida.

Lindinaldo Firmino de Oliveira, 67 anos

Tinha um jeito bem-humorado e objetivo, falava tudo o que vinha na sua cabeça.

Lindomar Marques Viana, 50 anos

Ele e sua churrasqueira eram os responsáveis por manter família e amigos juntos e alegres.

Liriane Gaffo, 34 anos

Tinha uma alegria contagiante.

Lucas Cardoso de Almeida, 55 anos

Batalhador e pai incrível, amava "assar uma carninha" no quintal com a família.

Luci Cléa da Silva, 50 anos

Para ela, enfermeira apaixonada, todas as vidas tinham o mesmo valor.

Lucia Aparecida Oliani, 63 anos

Lúcia tinha um sorriso capaz de fazer os dias tristes e cinzentos se tornarem coloridos.

Luciana Aparecida Candido dos Santos, 49 anos

Enfermeira dedicada e orgulhosa, escolheu seguir atuando, mesmo depois de aposentada. Doou-se por amor à profissão.

Luciana Botelho dos Anjos Madureira, 53 anos

Uma conselheira que sabia ouvir e levar palavras de incentivo e persistência a quem fosse preciso.

Luciano Bueno dos Santos, 76 anos

Engenheiro que ria alto e amava muito a vida e os quatro filhos, sua "escadinha".

Luciano Pedro Ramos, 40 anos

Gostava de levar os filhos para passear, de dar apelidos e ajudar as pessoas.

Luciano Santos Xavier, 42 anos

Tinha um coração que não cabia dentro do peito.

Luciano Torelli, 73 anos

Luciano ficou conhecido como o homem da polenta.

Lucinda Bragagnolo Martini, 91 anos

Tinha olhos azuis, feito céu em dias de inverno, que emanavam toda a doçura e a pureza do seu coração.

Luís Carlos Mendes da Silva Araújo, 52 anos

Homem honrado, trabalhador e de muito zelo o próximo. Estar em família era seu maior prazer.

Luis Carmo da Costa, 65 anos

Um ser de pureza única e ilimitável.

Luis Fernando Camargo Ribeiro, 52 anos

Um marido maravilhoso, um pai presente e um trabalhador muito honesto.

Luís Fernando Reis de Oliveira, 56 anos

Altivo, cultivou amigos com a mesma dedicação que foi pai, marido e zootecnista.

Luís Gonzaga Ferreira, 69 anos

No hospital, sentava-se à mesa do refeitório, passava o café em um coador e servia quem estivesse presente.

Luis Ricardo Pereira da Rosa, 44 anos

Um menino alegre, que respirava e distribuía amor por onde passava.

Luiz Adriano Pedroso, 52 anos

Sua carinha fechada até que tentava, mas não escondia seu coração aberto.

Luiz Antônio Ardinghi, 53 anos

Seus olhos eram azuis como janelas com vista para o céu.

Luiz Antônio Elias, 44 anos

Estar com ele era sempre uma festa!

Luiz Antônio Soave Júnior, 50 anos

Um ogro carinhoso, louco por animais, são-paulino roxo, fã de fórmula 1, trabalhador, pai, filho, irmão e amigo.

Luiz Arduini Júnior, 57 anos

A alegria dele era agradar a família, seu maior amor.

Luiz Bernardo Da Silva, 74 anos

Adorava contar histórias de sua infância.

Luiz Carlos Aredes Duarte Junior, 40 anos

Uma vida dedicada a ensinar a voar.

Luiz Carlos Barbosa, 69 anos

“Ninguém tem uma beleza como a minha!", brincava ele.

Luiz Carlos Farias, 50 anos

Colecionador de amigos, achava bom estar ficando velho.

Luiz Carlos Moreira, 51 anos

Um cara alto-astral. Gostava de futebol e de se reunir com os amigos. Medo, só de barata.

Luiz Carlos Paschoal, 55 anos

Ele foi um homem completo.

Luiz Carlos Pereira Rezende, 73 anos

Um homem divertido, que apreciava uma boa comida e que, quando emocionado, chorava com facilidade.

Luiz Carlos Rodrigues, 62 anos

Adorava viajar, pegar estrada e conhecer lugares.

Luiz Carlos Santos Silva, 33 anos

De inúmeras facetas, alegre e sempre prestativo.

Luiz Eduardo Ayres Ramos, 48 anos

Dedicado à saúde do próximo, conquistou o amor e o respeito de todos que o conheceram.

Luiz Eduardo Rivellino, 48 anos

Depois de dez anos de união, em 2019, realizou o sonho da esposa de se casarem na igreja.

Luiz Fagner da Silva Novaes, 31 anos

Adorava esportes e tinha um imenso prazer em cozinhar e comer bem.

Luiz Flor, 69 anos

“Para o Brasil, só mais um caso de morte. Para nós, uma perda irreparável” – Família Flor.

Luiz Gardiman Júnior, 88 anos

Adorava gravar o canto dos pássaros.

Luiz Giroldi, 75 anos

Corintiano que sempre tinha uma piada diferente pra contar.

Luiz Gonzaga Dovigo, 74 anos

Tinha os cabelos feitos de nuvens e olhos que refletiam o céu.

Luiz Gonzaga Ferreira, 69 anos

Médico do corpo e da alma de muitos de nós.

Luiz Leite do Nascimento, 64 anos

O avô apaixonado que todos adorariam ter.

Luiz Manoel do Nascimento, 55 anos

Eclético e dotado de excepcional bom humor, Luiz foi o alicerce da família.

Luiz Marcello de Menezes Bittencourt, 68 anos

Queria sempre saber o que você pensava, achava e sentia...

Luiz Pereira dos Santos, 55 anos

Vivia sorrindo, tinha seu próprio time de futebol, era DJ e adorava um churrasco com cerveja.

Luiz Rafael da Silva, 22 anos

Amava a arte da tattoo. Dizia que nada ofuscava seu brilho.

Luiz Reis Ferreira, 75 anos

Com um sorriso no rosto, conquistava as coisas e as pessoas. Não sabia dizer não aos filhos.

Luiz Ricardo Robotton, 69 anos

Dono de um par de olhos azuis e de alguma teimosia... Dizia que o mundo dá muitas voltas.

Luiz Silvio Sessa, 68 anos

Dono de uma inteligência afiada e questionadora, foi com ele grande parte das conversas mais interessantes que tive.

Lurdes Marques Lamego, 94 anos

Adorava cantar e, no auge de seus bem vividos 94 anos, não gostava de monotonia.

Luzia de Melo Ferreira, 72 anos

"Cada um tem sua história.", dizia. E a dela foi muito especial.

Luzia Oliveira Santos, 85 anos

Dom era o apelido perfeito para ela, que possuía tantos talentos e qualidades voltados para a família.

Luzia Wanderley Cavalcante Pimentel, 79 anos

Fez dos retalhos da vida, uma grande colcha de amor.

Madalena Gomes Barbosa, 77 anos

A mãe mais amorosa e dedicada.

Magali Garcia, 46 anos

A vida é feita para ser vivida. Onde chegava, sua gargalhada era notada.

Mamedio Pereira Dantas, 72 anos

Alegre, falador e contador de histórias, foi exemplo de honestidade e dedicação à família.

Manoel Aureliano da Silva, 70 anos

Metalúrgico que marcava todos com seu sorriso especial.

Manoel Bonafé, 88 anos

Um homem atento ao bem-estar de todos, que aplicava o Johrei como ninguém.

Manoel Chaves do Nascimento, 86 anos

Belo, porque lá na Bahia, dizem, era o mais bonito da sua vila.

Manoel de Amorim Gomes, 47 anos

Um eterno “jovenzinho” alegre. Amava se divertir com as bobeiras da vida.

Manoel Durães, 64 anos

De vendedor de amendoim a bem-sucedido empresário paulistano, era sinônimo de garra e determinação.

Manoel Francisco dos Santos, 68 anos

Um pedreiro que amava a família e cozinhar.

Manoel José Duarte, 63 anos

Estava sempre cantando: em casa, no chuveiro, na feira onde trabalhava. Tudo era motivo pra canto.

Manoel Messias Freitas, 83 anos

Com muita determinação e trabalho, nunca hesitou em colocar a família acima de tudo.

Manoel Messias Freitas Filho, 62 anos

Homem de fé inabalável que sempre acreditou em dias melhores.

Manoel Messias Silva Almeia, 44 anos

Era um brincalhão, sempre chegava em casa sorrindo e fazendo piadas.

Manoel Raimundo dos Santos, 85 anos

Para o Manoel, o melhor da vida era poder dar risada com a família e os amigos e tomar uma boa cervejinha.

Manoel Teixeira Silva, 70 anos

Seu jeito bravo não afugentava os sobrinhos, os quais se divertiam com suas manias.

Manoel Zupo Manollo, 68 anos

"É tudo pangaré!", já dizia Manoel.

Manoelito Dias da Silva, 69 anos

Para ele, cozinhar era um ato de amor. Algo que ele adorava fazer, sempre e muito. Amar, plantar e colher.

Manuel Heredia Cruz, 96 anos

Um boliviano de muitas paixões, que amava viver e a vida o amava de volta.

Manuel Vieira do Nascimento, 89 anos

À beira do mar, pôde contemplar em paz uma vida de muitas batalhas.

Marcelina Figueiredo Chagas, 90 anos

Guerreira da natureza e religiosa: o encaixe perfeito entre o significado do nome e a personalidade.

Marcelina Oliveira de Souza, 59 anos

Força e felicidade, dona de um sorriso passeante.

Marcelo Antônio Tavares de Barros, 50 anos

Dono de olhos muito verdes. Um cara feliz.

Marcelo Asnis, 56 anos

Sincero e persistente com poucos.

Marcelo Caçula de Lima, 60 anos

Apaixonado por sua "Lady Di", pelo filho Arthur e pelo futebol; levava a luz da alegria aonde quer que fosse.

Marcelo José Cerqueira, 51 anos

Trabalhando nos presídios de São Paulo, ele fazia de tudo para tentar aliviar a dor alheia.

Marcelo Marcondes de Souza, 78 anos

Um homem generoso e merecedor de suas conquistas.

Marcelo Margaritelli, 57 anos

Amante de futebol, Marcelinho era palmeirense em tudo que fazia.

Márcio Almeida de Moura, 35 anos

Vencedor de um câncer, foi querido por todos.

Márcio Kitzberger, 48 anos

Entre os amigos do colégio, era conhecido como "alegria". Não há apelido mais coerente para descrever Márcio.

Marcio Luiz Trevisan, 48 anos

Sempre preocupado em ajudar o próximo. Era o amor em pessoa.

Marco Antonio Bedani, 55 anos

No caos indiferente de São Paulo, um homem simples correndo para salvar vidas.

Marco Antonio Piccolo, 57 anos

"Você está bem? Precisa de alguma de ajuda? Eita! Eu estou aqui pra você não esquecer."

Marcos Antonio Pereira de Freitas, 59 anos

Com a alegria estampada no rosto, nunca perdia uma maratona ou corrida de rua.

Marcos Aparecido Lopes, 49 anos

Um homem que sempre ajudou os outros, mesmo nas horas mais difíceis.

Marcos Bauer, 78 anos

Seu sotaque era argentino, mas sua paixão era a música brasileira.

Marcos Cesar Patricio, 51 anos

Independente do problema ele sorria e seguia em frente.

Marcos da Cruz Faria, 41 anos

A alegria em pessoa e o mais sincero de todos os amigos.

Marcos Odair de Albuquerque Santos, 57 anos

Torcedor fiel do Peixe, fazia piada com tudo e sempre dizia: "O churrasco quem faz sou eu".

Marcos Vieira da Silva, 64 anos

Um homem amoroso, criativo e um servo do Senhor.

Margarida Veras Campos, 87 anos

Uma pessoa sensível e entusiasmada com tudo o que fazia.

Maria Agape Guerreiro, 79 anos

Maria não era uma mãe comum, era uma mãe extraordinária!

Maria Amélia dos Santos, 90 anos

Melhor do que seus conselhos, só os bolinhos de polvilho que fazia pra família.

Maria Aparecida Oliveira da Silva, 80 anos

"Bom dia, luz do dia!", assim chegava ela, sorrindente e feliz.

Maria Aparecida Alonso, 66 anos

Fã de Roberto Carlos, viveu pela sua família unida.

Maria Aparecida Alves Carvalho, 77 anos

Trocou a coroa por uma armadura.

Maria Aparecida da Conceição Batista, 71 anos

A costureira que teceu a vida com fios de gentileza e amor.

Maria Aparecida da Rocha, 63 anos

Era uma cozinheira de mão cheia, fazia poesia para ser degustada.

Maria Aparecida da Silva Kecek, 59 anos

Viveu a vida sendo um exemplo de como ser humano.

Maria Aparecida da Silva Nascimento, 52 anos

Floresceu um jardim de rosas no coração de quem a conheceu.

Maria Aparecida da Silva Soares, 62 anos

Dançar era sua paixão. Mesmo sem ouvir, ela sentia a música e bailava, plena e feliz.

Maria Aparecida da Silva Sousa, 83 anos

Ficava feliz quando a família toda se reunia no almoço de domingo para degustar seu famoso empadão.

Maria Aparecida de Souza Siqueira, 74 anos

Amava o Natal. Costumava enfeitar o lar como se fosse a casa do Papai Noel.

Maria Aparecida dos Santos Carvalho, 74 anos

Fazia de tudo um pouco. Desde costuras até preparar o melhor geladinho da região.

Maria Aparecida Leite, 61 anos

A Cida era mãe para todos da família. O coração não cabia dentro de si.

Maria Aparecida Lourdes Pinheiro, 76 anos

Seu sorriso, seu carisma e seu amor pelas pessoas ficarão marcados para sempre.

Maria Aparecida Marques, 80 anos

Autêntica e direta, Vó Cida não era exatamente doce, mas engraçada. Fazia rir e só chorou uma vez. De alegria.

Maria Aparecida Marques da Silva, 61 anos

Dona de um coração cheio de bondade. Eterna protetora da sua família e dos animais.

Maria Aparecida Modesto, 69 anos

Era a avó de todos. Dos netos, dos amigos dos netos, dos amigos das filhas. Dizia que adorava ser avó!

Maria Aparecida Silva Costa, 55 anos

Alma gêmea de seu marido, se uniu a ele no Céu.

Maria Apparecida Campos Pavanello, 82 anos

Ela sempre tinha certeza que alguma coisa boa iria acontecer.

Maria Augusta Andrade Gonçalves, 71 anos

Para sempre a Dona Augusta.

Maria Augusta Brito, 89 anos

Força, simplicidade, piada, um pedaço de bolo guardado para o vizinho(a) e um café preparado especialmente para cada filho(a).

Maria Auxiliadora Ferreira de Souza, 60 anos

Dedicou energia e tempo para ajudar o próximo, incluídos aí os animais.

Maria Barbosa de Araujo, 72 anos

Uma Maria única. Cheia de fé, resiliência, dons e amor.

Maria Barbosa de Araújo, 72 anos

"Faça tudo com amor e a diferença será percebida de longe”, costumava dizer.

Maria Barbosa Rodrigues, 88 anos

Prezava pela proteção e união familiar. Espalhava alegria por onde passava e a quem conhecia.

Maria Bernadete de Souza, 59 anos

“Ótima, só a Dete”, que além de doces, carregava consigo o mais puro amor e carinho.

Maria Bueno Costa, 85 anos

Uma mãe, avó e bisavó com sabor de açúcar e o dom de oferecer amor a família e ao próximo.

Maria Candida Sanmartin Hermida, 83 anos

“Se não nos vermos mais, a falta que seja por ti.”

Maria Carmelita Horácio Paludetto, 83 anos

Mulher de coração maravilhoso que ajudava todo mundo.

Maria Carmem Morelli Pigatto, 83 anos

Uma mãe especial!

Maria Carmem Vidal, 83 anos

Dotada de bondade, o maior prazer de sua vida era ajudar as pessoas menos favorecidas.

Maria Carneiro Moraes, 77 anos

Foi uma mulher muito religiosa. Tudo que pedia com fé se concretizava.

Maria Cavalcante de Lima, 58 anos

A que sempre trazia lembrancinha para todos jamais será esquecida.

Maria Cecília Xavier D’Elboux, 68 anos

"Hoje tem churras em casa, você vem, né?"

Maria Célia de Lima, 56 anos

Uma vida inteira dedicada ao cuidado da família na qual nasceu.

Maria Coicev, 97 anos

Do seu jeito, amou intensamente e tentou de todas as formas levar a mensagem de Jesus.

Maria da Glória da Silva Souza, 35 anos

Com suas mãos mágicas, mais do que artesã de objetos, foi uma artesã da vida. Brincava de tecer alegria.

Maria da Graça Genaro, 69 anos

"Agora vou tomar meu café, apesar de acordar todos os dias na hora do almoço" era a frase que Maria mais dizia.

Maria da Silva Almeida, 62 anos

Era sendo generosa com os outros que ela se sentia feliz.

Maria da Silva Barbosa, 80 anos

Benzadeira e cozinheira do melhor feijão.

Maria das Dores da Silva Oliveira, 68 anos

O que ela mais gostava na vida eram os filhos, netos, mangas e viajar para conhecer lugares.

Maria das Graças da Silva Vieira, 69 anos

Entre agulhas e linhas costurava a união da família.

Maria das Graças Freires de Almeida, 65 anos

Fazia o bem sem olhar a quem.

Maria das Graças Pereira, 70 anos

Cozinhava muito bem. Um tempero que fará falta.

Maria das Graças Pinto, 70 anos

Ela gostava de passear com Caio, Marcelo e o cachorrinho Lupe pela rua.

Maria das Graças Rocha, 70 anos

Por onde passava, ela era Graça, apelido que refletia perfeitamente toda a sua espirituosidade.

Maria de Fátima Milfont Rodrigues, 67 anos

Sempre levou a boa fé aos que necessitava, uma pessoa do povo.

Maria de Lourdes da Silva Vicente, 77 anos

Fez sua última viagem sozinha. É mais uma estrela azul no céu, provavelmente agora a iluminar Paris.

Maria de Lourdes de Moura Ferreira, 70 anos

Era muita mãe só para quatro filhos; então, Dona Lou era mãe de todo mundo que conhecia!

Maria de Lourdes dos Santos, 77 anos

Sem avisar, saía às 11h de casa e só chegava às 19h. Sentia paz de espírito ao pisar no Mercadão da Lapa.

Maria de Lourdes Guimarães Veloso, 70 anos

Dona Lourdes viveu plenamente, aproveitando a vida e dançando muito.

Maria de Lourdes Oliveira Santos, 63 anos

Uma mulher guerreira de grande coração. Além de ser uma mãe incrível foi uma amiga maravilhosa.

Maria de Lurdes Lima Salvador, 85 anos

Um anjo que agora ilumina o Céu com seu sorriso.

Maria de Oliveira Barbosa, 81 anos

Como demonstração de amor, escutava com carinho. Trazia conforto e paz em sua voz.

Maria do Patrocínio Ribeiro Mascigrande, 86 anos

Uma mulher que costumava dizer que tinha rodinha nos pés.

Maria do Socorro Costa Silva, 62 anos

Transmitia muito amor no zelo que tinha para com todos ao seu redor.

Maria do Socorro Silva, 66 anos

"Viver e não ter a vergonha de ser feliz! A vida é bonita, é bonita, é bonita!" - esse era seu lema.

Maria do Socorro Silva, 49 anos

Mulher admirável que veio ao mundo cheia de sonhos e costurou-os um a um em sua máquina de coser.

Maria dos Santos Cardoso, 74 anos

Entre um pedaço e outro de seus bolos, servia sem modéstia porções inesquecíveis de paz e afeto.

Maria Dulci de Macêdo, 74 anos

Costurava roupas e a autoestima alheias.

Maria Edma Benetti Pereira, 78 anos

Matriarca geniosa, de alma curiosa e vaidade de mulher.

Maria Euzébio da Cunha, 79 anos

Uma mulher de força que venceu todas as dificuldades da vida.

Maria Flora da Silva Tavares, 71 anos

Florinha sorria pra vida e a vida lhe sorria de volta.

Maria Francelino de Sousa, 78 anos

Maria Santa subiu ao céu dançando um baião de Luiz Gonzaga.

Maria Helena Gualberto, 83 anos

Mãe, avó, mulher, amiga... Uma pessoa que estava sempre com o sorriso no rosto. Levava a vida como um presente.

Maria Helena Pamplona de Lima, 75 anos

Era a bondade em forma de gente, distribuía presentes e sorrisos a todos.

Maria Hilda de Farias, 73 anos

Matriarca de uma pequena-grande família.

Maria Iraci Pinto, 62 anos

Sua força e resiliência nunca lhe tiraram sua poesia e gentileza.

Maria Irene Avelar, 97 anos

Tia Maroquinha tinha o sorriso do tamanho do mundo e muito amor em seus olhinhos.

Maria Isabel Leocadia de Canha Perandre, 59 anos

Entre histórias de amor e companheirismo, Bebel foi uma fortaleza para a família.

Maria Isabel Nascimento, 68 anos

Dona de um sorriso largo, igual ao seu coração, e de um abraço que confortava a alma.

Maria Isabel Real Gonzalez, 54 anos

A mulher que enxergava o bem em cada detalhe e vivia para fazê-lo.

Maria Ivete de Campos Vicchini, 52 anos

Um amor sem igual pela filha e pela família. Coração gigante, sorriso imenso. Ria até chorar, era contagiante.

Maria Izabel Luz Hoppe Martins, 77 anos

A terapeuta apaixonada por plantas, Cabala e pelos três filhos, que sempre enxergou como crianças, independentemente da idade.

Maria José da Cruz Santos, 89 anos

Tinha sua família como bem mais valioso, um verdadeiro presente de Deus.

Maria José Ferreira da Silva, 77 anos

Cuidadosa, sensível e generosa, praticava a igualdade no amor, na sua melhor forma.

Maria José Lira Guerra, 54 anos

As mãos de Maria eram delicadas o suficiente para fazer manicure, e fortes o suficiente para erguer uma casa.

Maria José Segundo da Silva, 77 anos

Ela era amor do começo ao fim. Seu grande prazer era cozinhar para os filhos, netos e amigos.

Maria José Silva de Jesus, 75 anos

Mãe de 15 filhos, amou todos eles, da mesma maneira.

Maria Josefa Oliveira do Nascimento, 61 anos

Sinônimo de mulher que nunca fugiu da luta.

Maria Lucia Alvarenga de Moura, 75 anos

Malu Mulher, Malu Mãe: publicitária e mãe zelosa. Coloria paredes e vibrava com jogos do Palmeiras.

Maria Lúcia Araújo de Sena, 68 anos

Ela era uma mistura dos melhores adjetivos, segundo a neta.

Maria Lucia de Assis Brandão da Silva, 55 anos

Viveu para mostrar que humildade e bondade não são apenas lições da catequese.

Maria Lúcia Silva Oliveira, 53 anos

A alegria em pessoa, soube viver a essência do amor no dia a dia.

Maria Lucia Tolentino do Carmo, 74 anos

Dos amores da vida, Di nunca esqueceu de Tonho, da família e do Corinthians.

Maria Luiza Augusta, 77 anos

Encantava a todos na avenida, como porta-bandeira, nos desfiles das escolas de samba.

Maria Luiza da Silva Santos, 73 anos

Poço de ternura e eterna criança. Dona da receita secreta da melhor feijoada do mundo.

Maria Manoelina dos Santos, 89 anos

Nem os médicos escapavam de suas piadas.

Maria Miguel de Jesus, 89 anos

Mulher de fé, devota de Nossa Senhora Aparecida, primava pelo respeito e pela união da família.

Maria Molina de Sousa, 69 anos

Seus olhos enxergavam o bem presente no mundo e nas pessoas.

Maria Natércia Araujo Macedo, 92 anos

Uma mulher de poucas palavras e atitudes sábias.

Maria Nazaré das Graças Reis, 70 anos

Mãe que venceu na vida: transmitiu sua essência e bons princípios a cada um de seus seis filhos.

Maria Pereira Pressuti, 69 anos

A mãe e avó Maria mais amada e querida deste Brasil.

Maria Raimunda Ferreira da Silva, 71 anos

Dona Ray: sinônimo de amor, solidariedade e alegria.

Maria Rildete Menezes de Oliveira, 60 anos

Por onde passava contagiava a todos com sua alegria e simplicidade.

Maria Rita Castanha Silva, 75 anos

Dona de uma fé inabalável e de um grande amor por sua família e por sua religião.

Maria Rita de Cassia Santos, 47 anos

A jovem rainha mãe. Ajudar é o verbo que conjuga Maria Rita.

Maria Rita Muniz Alves de Lima, 61 anos

Uma mulher humilde e batalhadora; tinha o costume de preparar uma refeição para reunir a família aos domingos.

Maria Rosa dos Reis Berteli, 79 anos

Agora espalha suas rosas pelo Céu.

Maria Rosália da Silva, 65 anos

A feirante que era só carinho com a família, viveu 55 anos com o marido. Cinco dias depois dela, ele se foi.

Maria Stela Salustiano Silva, 75 anos

Gratidão e fofura. Stelinha foi mestra em nos ensinar como a vida é bela.

Maria Terezinha Zago Vicioli, 77 anos

Fazia questão de demonstrar seu amor com palavras de afeto, orações e conselhos sinceros.

Maria Volpe, 88 anos

A comida e o amor eram as essências de sua trajetória.

Mariana Gonçalves Amâncio, 65 anos

A moça do dente de pérola.

Mariane Machado Capuano, 38 anos

"Eu te amo por você", dizia Mariane. A mulher que só era amor.

Mariano Vicente Pagano, 59 anos

“Existem dois jeitos: o fácil e o certo”, dizia ele.

Marilene Nanes da Silva, 56 anos

Amante da vida, sua felicidade desconhecia limites.

Marilene Simões Silva, 81 anos

Uma mulher tão cheia de fé, que ensinou todos à sua volta a terem fé em Deus.

Marilice Obata Cordon Smith, 52 anos

Mara não sabia ser só e era toda amor, abraço e ombro amigo, "tia-mãe" que mimou demais os sobrinhos.

Marina Rocha Lima, 49 anos

Todas as manhãs, ela lavava sua calçada. O padeiro diz que continua a enxergá-la com a mangueira na mão.

Marines Braga Cavalcanti, 57 anos

Dona de um sorriso capaz de transformar qualquer segunda-feira chuvosa num sábado ensolarado.

Mário Onishi, 76 anos

Viveu sua vida sem incomodar ninguém. Tímido e reservado, para ele tudo estava sempre bem.

Mariza Alvim Soares Martins, 91 anos

Uma artista que viveu intensamente a vida.

Marlei Martins Bianchi, 55 anos

Sonhadora e boa ouvinte, Marlei sempre repetia: a vida é tudo de bom.

Marlene Josephina Silano Pinto, 88 anos

Viveu para amar, cuidar, cozinhar e fazer rir com seu jeito único de falar.

Marlene Luiz Xavier Santos, 55 anos

Seus abraços chegavam na hora em que as pessoas mais precisavam.

Marlene Silva Costa, 61 anos

Aquela que transbordava amor.

Marli Aparecida Teixeira, 62 anos

Apaixonada pelos netos e filhos, mulher guerreira que foi muito mais que mãe.

Marlucia da Silva, 62 anos

Amava viajar e conhecer gente nova. Liberdade era seu nome.

Marta da Silva Guedes, 64 anos

Cuidar era o seu dom. Brincar e ser feliz eram a sua arte.

Marta Pereira de Almeida, 39 anos

Onde ela estava, a alegria também estava.

Martha Domingues, 58 anos

Cheia de coragem, sempre lutou por tudo que quis. Jamais duvidou da sua capacidade. Um exemplo de mulher!

Martinho Lutero Galati de Oliveira, 66 anos

“O canto coral nos aproxima e nos leva a comportamento e práticas menos egoístas.”, dizia ele.

Maryulda Thereza Fernandes dos Santos, 68 anos

“Ame e tenha compaixão. É isso o que levamos dessa vida.”

Masao Kono, 71 anos

Sempre correndo, distribuía bons-dias, balas e bordões pela empresa.

Maurício Domingos Gomes, 53 anos

Muito generoso, era o esposo amoroso de sua Luz.

Maurício Joaquim de Oliveira, 68 anos

Sempre com um sorriso no rosto, não dispensava uma boa prosa.

Mauricio Kazuhiro Suzuki, 26 anos

"Opa! Aí sim, hein?", dizia seguido de um riso marcante.

Mauro Francisco da Silva, 67 anos

Fazia “um cafezinho e puxava um dedo de prosa”, era seu jeitinho especial de receber as pessoas.

Mauro Leal, 56 anos

Uma pessoa que transmitia alegria e conseguia enxergar o lado bom da vida, independentemente da situação.

Mauro Montanher, 44 anos

Tinha um coração proporcional a sua altura.

Mayara Cristina Cabral, 29 anos

Uma jovem mãe dedicada. Filha de alguém... Amor de alguém.

Melly Simões de Aquino, 75 anos

Entre fuxicos coloridos, batons vermelhos e pratos deliciosos, Melly sempre brilhava, com luz própria.

Mercedes Carnevalli, 88 anos

Uma vida destinada ao cuidado. Assim, exerceu o afeto e a pureza guardados dentro de si.

Mercedes Fernandes de Sousa Cardozo, 63 anos

Fica a doce lembrança de seu aceno quando descemos a viela.

Mércia Francisco Alves, 68 anos

A compaixão é conhecida por muitos nomes próprios. Um deles, certamente, é Dona Mércia.

Miguel Aio, 69 anos

Vocês tem que experimentar essa costela! - dizia ele ao preparar a iguaria.

Miguel Arcanjo Correia Cardoso, 42 anos

Animava a equipe dizendo: "Pessoal não podemos caranguejar!".

Miguel Henrique Alves, 80 anos

Ficava na sala, no meio da conversa entre seus nove filhos e dizia: "Não estou entendendo nada!"

Mikaela Pereira da Silva, 28 anos

Soube viver com afeto, alegria e intensidade sua vida, inesperadamente, breve.

Miltes Batista de Souza, 87 anos

Conheceu o marido no trem e foi a pé para a igreja no dia do casamento.

Milton Castro da Silva, 78 anos

Se tinha pavê de sobremesa, já se ouvia dele o famoso "é pra ver ou pra comer?"

Milton Tadeu Sterzza, 63 anos

O tio mais pai do mundo. O tio-do-pavê mais literal que já existiu.

Mirian Rossettini Orlandi, 72 anos

Ensinava o significado da música Cálice de Chico Buarque para a filha de 9 anos

Moema Haussauer dos Reis Faleiros Soares, 71 anos

Ao ver o pôr do sol, chamava a família para assistir ao espetáculo, juntos.

Moisés Januário da Silva, 59 anos

Um homem de fé que levou mais de vinte anos para provar sua inocência e nunca desistiu de lutar por justiça.

Mônica de Lourdes Perez Prado Bezerra, 59 anos

Sempre sorridente.

Mozart Maia Moura, 70 anos

Em todos os sentidos, escreveu a sua própria história.

Myrthes del Rosso Bueno Silveira, 82 anos

Foi uma mulher elegante, independente, determinada... e apaixonada por bombom de cereja.

Naara Campos de Souza, 25 anos

Jovem e determinada, ensinava português para refugiados. Sem notar, ensinou a todos como combater injustiças.

Nair Ayres Fernandes, 93 anos

A vida é doce como bolo de banana caramelizada.

Nair Bezerra Ferreira, 85 anos

Suas histórias do passado ficarão para sempre no coração de quem as ouviu.

Nair França de Mello, 84 anos

O que Nana mais gostava de fazer era tomar seu cappuccino com pão na chapa.

Nair Francisco da Cruz, 54 anos

Extremamente caridosa, sempre amou e zelou pelo próximo. A mãezona da família, tratava todos como filhos.

Naomi Munakata, 64 anos

A grande maestrina de música coral do Brasil.

Narciso Cerqueira Dias, 93 anos

Um cidadão que se foi e que não deixou nada a ser cobrado dele.

Narciso dos Santos Vieira, 60 anos

Bigode era um homem trabalhador, generoso e de fé.

Narutoshi Matsune, 78 anos

"Fica mais um pouco, tá cedo ainda", dizia.

Natal Bacaro, 80 anos

Construiu um lindo legado de fé em Deus e honestidade, ensinando sobre o amor ao próximo.

Natalia Barbaresco Vendrame, 94 anos

Atravessou o oceano com seus filhos em busca de uma vida melhor.

Natanael Silva, 74 anos

Com seu apelido de pássaro, Macuco tinha seus vôos prediletos: netos e bisneto.

Nazilia Morena da Silva, 76 anos

Resiliente, ela surpreendia os médicos e sempre voltava para casa, disposta a cuidar da própria vida.

Nealia Freitas Novais, 59 anos

Sempre carregando uma palavra de conforto, tinha o dom de acalmar corações.

Neide Aparecida Silveira Franco, 72 anos

Ela sempre falava que Jesus acompanhava as pessoas.

Nelcir Belisario, 60 anos

Um homem especial, que cuidava dos seus e gostava de tomar uma cervejinha em família.

Nélio de Souza, 72 anos

Lutou muito para conseguir reformar sua casa e tinha muito orgulho dessa conquista.

Nelo Bocuto, 87 anos

Apaixonado pela natureza.

Nelson Buscarini, 81 anos

Por anos foi locutor de leilão, nas quermesses de Tatuí, interior de São Paulo.

Nelson Mussi, 98 anos

Um avô adorável e adorado, homem de sabedoria que deixou um legado de lealdade e amor pela vida.

Nelson Ribeiro dos Santos, 47 anos

Um motorista que cantava para Deus e deixou a honestidade como legado.

Nelson Vitale, 73 anos

Lá vem o Sol.

Neocide Zamaia Bertaglia, 72 anos

O palhaço das festas, era impossível não rir de suas piadas.

Nerice Laura Eduardo de Mendonça, 56 anos

Não havia tempo ruim para ela que era carinho, amor e oração.

Neusa Beck, 78 anos

Loira de olhos esverdeados, um olhar que via o infinito em pura bondade, compaixão e amor.

Neusa Damião Baranauskas, 70 anos

Se falou em festa, já podia contar com ela.

Nikolaos Dimitrios Koufalias, 84 anos

O imigrante grego que fazia ginástica até poucos dias antes de partir.

Nilce Rodrigues Pontes, 78 anos

A generosidade foi a sua grande virtude.

Nilton César Forte, 42 anos

Tinha a força no nome, o amor na família e a fé em Deus.

Nivaldo de Oliveira Meneses, 56 anos

Sempre brincalhão, quando pediam a sua bênção, dizia: “Deus te abençoe!” e logo em seguida: “E aí, gatinha?”

Nívia Cordoni, 81 anos

A vida lhe emprestará o nome como apelido, e como imperativo, VIVA!

Noemi Maria Azevedo da Silva, 71 anos

O perfume inesquecível de sua galinha ensopada, era como um presente delicioso aos domingos.

Normando Adriano Custódio, 80 anos

Cultivava jardins com paixão, tratava os sobrinhos como filhos.

Nunes Gustavo de Lima, 33 anos

"Lute pelos seus sonhos antes que alguém te contrate para lutar pelos sonhos dele", dizia ele.

Nuno Augusto da Silva Duarte, 74 anos

O português dos olhos verdes, que foi para São Paulo viver a vida.

Odair Mendes de Oliveira, 52 anos

Pita amava louvar, era um homem de fé e religião. Um servo de Deus!

Odete Benjamin de Melo, 94 anos

Amava Elvis Presley, tinha uma coleção de objetos do Rei do Rock.

Olga Ferreira de Melo, 72 anos

Ela era luz, alegria e disposição. Era uma mulher vaidosa e extremamente jovial.

Olimpia Marques de Oliveira, 92 anos

Com lágrimas e sorrisos, costurou a vida de forma íntegra, cuidadosa e cheia de afeto.

Olindo Piazzon, 88 anos

Amizade e hombridade representam o que este homem foi.

Omar Andres Palacios Orellana, 52 anos

Amante da natureza, dos animais e dos cinco filhos.

Oneide Brasco Belattini, 90 anos

Usava o tempero da bondade na cozinha, no abraço, nas palavras e na risada inconfundível.

Orlando Alves dos Santos, 79 anos

Livre, sem limites e sem amarras. Era assim que Orlando gostava de viver.

Orlando Tavares Pinheiro, 47 anos

Um ser humano raro que fez da Medicina sua missão de vida e nunca mediu esforços para realizar seus sonhos.

Orlando Walter Zani, 96 anos

Engenheiro, pintor, estudioso, divertido, marido de Corina, pai de quatro, avô de onze e bisavô de três.

Osmar Lucena Martins de Medeiros, 67 anos

Adorava desenhos animados e os quadrinhos do Chico Bento, do Maurício de Sousa.

Osvaldo Bento de Souza, 74 anos

Um senhor de face carrancuda, mas de sorriso largo, conversa fácil e coração imenso.

Osvaldo de Almeida, 75 anos

Pai exemplar que multiplicou o amor entre filhos, netos e bisnetos.

Osvaldo Ferraz, 79 anos

Sempre alerta, sempre alegre e para sempre será lembrado... o Chefe dos Escoteiros do Brasil.

Osvaldo Ferreira Borges, 70 anos

Pai maravilhoso que tinha piada pronta para tudo.

Osvaldo Machado Júnior, 63 anos

Anestesista admirado e respeitado, sua maior habilidade era despertar sorrisos.

Oswaldo Cesar Estrafacci, 66 anos

Como bom filho de italiano adorava preparar massas. Guardou tão bem o segredo, que o levou para o céu com ele.

Oswaldo de Jesus, 79 anos

Todos os dias, ele acordava antes de todo mundo e cortava as frutas para o café da manhã.

Otávio Assis Fonseca Filho, 83 anos

O autor do hino do São José Esporte Clube.

Patricia de Almeida Ribeiro, 44 anos

A digna representante da ala corinthiana da família Almeida.

Patrícia Dias de Oliveira, 42 anos

Sempre linda e vaidosa, vivia cheirosa. Era a "florzinha" da família.

Paula Raquel Machado Lessa, 40 anos

Já era estrela ainda em vida.

Paulo Antonio de Moraes, 60 anos

Teve sua primeira festa surpresa aos 60 anos. Santista roxo. Adorava ganhar sapatênis.

Paulo Boccuci, 74 anos

De Paulinho a Paulão, ele foi o cara!

Paulo Cesar Guedes da Silva, 34 anos

Alegre, sempre sorrindo e de bem com a vida. Espalhou e recebeu muito amor.

Paulo César Salamene, 50 anos

Brincalhão incorrigível, emprestava leveza à vida e carinho a todos.

Paulo Cezar de Medeiros, 55 anos

“Ele era gordinho porque seu coração era enorme e não caberia num corpo magrinho”, brinca a sobrinha.

Paulo dos Santos, 58 anos

Dois metros de altura e um coração ainda maior. A felicidade dos filhos era a sua própria.

Paulo Fernando de Campos Menezes, 36 anos

Nascido para servir a Deus, ele faria tudo novamente.

Paulo Francisco Américo, 39 anos

Pai de uma filha, ganhou mais duas para amar.

Paulo José da Silva, 51 anos

Amigos o chamavam, carinhosamente, de Paulão — O durão, do coração de seda.

Paulo José Gomes, 51 anos

Um homem de bem com a vida, prestativo e de bons amigos.

Paulo Medeiros Lima, 47 anos

Era a alegria em pessoa nos finais de semana.

Paulo Roberto da Costa Neves, 71 anos

"Eu me recuso a envelhecer", dizia ele.

Paulo Roberto dos Santos, 50 anos

Deixava um bom perfume por onde quer que passasse.

Paulo Roberto Vieira, 61 anos

Um são-paulino que adorava uma aventura. De bicicleta ou a pé, se a família estivesse junto, já estava perfeito.

Paulo Rogério Segatto, 64 anos

Ele fez do mundo a sua família. Axé!

Paulo Sergio Gonzales, 60 anos

Médico de riso fácil mesmo na suas maiores turbulências.

Pedro Almeida, 87 anos

O querido Pedrinho, mesmo longe de sua família, não deixava de aquecer seus corações.

Pedro Cláudio Nunes, 61 anos

Era sério, mas sabia, como ninguém, fazer piada e arrancar gargalhadas.

Pedro Geraldo Pinto Rodrigues, 76 anos

O Santista fanático e um dos caras mais “boa-praça” que já passou por aqui...

Pedro Nolasco de Carvalho, 76 anos

Generosamente, compartilhava sua sabedoria por onde passava.

Pedro Pinto, 83 anos

Todo ano, no aniversário de casamento, presenteava a esposa com um buquê de violetas.

Peterson de Carvalho Caldeira, 45 anos

Era o amigão de todos, apaixonado por futebol, música sertaneja, sua família e a cadela Pietra.

Petrônio Moreno Moura, 63 anos

Uma semente não morre jamais, será transformada em fruto de Paz.

Porfirio Paina, 78 anos

Adorava o mato, os rios e as pescarias. Todas as manhãs, alimentava os pássaros que vinham à sua casa.

Priscila Sayuri Sakai Gusukuma Turuda, 36 anos

Uma pessoa extraordinária, capaz de se reinventar muitas vezes sem nunca perder a plenitude.

Quiteria Melo Araújo, 58 anos

Deixou cheiros e sabores gravados em cada um da família.

Rafael Capovilla Gusto, 83 anos

Extremamente amoroso, era uma pessoa incrível. Por onde passava, deixava sua marca de amor.

Rafael Gonçalves Pinheiro, 39 anos

De presença forte e contagiante, Rafael gosta de gente feliz e reunida.

Rafael Ozuna Gomez, 78 anos

Jamais desistiu de suas batalhas!

Rafael Silva Bueno, 32 anos

Ele era tão especial, que sua grandiosidade não cabia nesse mundo.

Raima Tahine Macedo, 43 anos

"Dé e Tuli, meus bebês". Assim, com amor e zelo, cuidava, cantava e encantava.

Raimundo Alves de Araújo, 92 anos

Dedicava o seu tempo para contar sua história. Na sala de casa, organizava o forró da família.

Raimundo Alves Feitosa, 63 anos

Como pintor, levou alegria para muitas famílias, que viam seus lares transformados pelas cores de seu trabalho.

Raimundo Antonio da Silva, 64 anos

Carinhosamente apelidado como Naúna, simplicidade e disposição sempre foram suas marcas.

Raimundo Bezerra de Souza, 71 anos

Incentivava a todos. Ajudou cada um a realizar seus sonhos. Foi um exemplo de pessoa.

Raimundo Carlos, 64 anos

Doce e amigo, prestativo ao extremo. Ficava feliz em ver a casa cheia de gente.

Raimundo Francisco de Almeida, 64 anos

Foi um instrumento de Deus na Terra. Era sempre parado na rua por pessoas lhe agradecendo pelo que fizera.

Raimundo Juliano Souto dos Santos, 88 anos

Como ele mesmo diria, foram 88 anos negociando e fazendo amigos.

Raimundo Severino da Silva, 81 anos

De espírito jovem e extremamente vaidoso, só saía de casa depois de um banho de perfume.

Raul Gomes Marques, 91 anos

Um homem cheio de amor, risadas e muitas histórias.

Raul Marcos Roberto Sabathe, 85 anos

Um ser independente, que prezava a independência do outro.

Regina da Silva Passos, 74 anos

Tinha o sorriso mais doce do mundo e compreendeu a marcha da vida com muita coragem, fé e amor.

Reinaldo da Silva Pacheco, 42 anos

Um homem-menino que viveu sua curta vida tentando entender o mundo e as pessoas. Questionador e corajoso.

Reinaldo Hideo Akiyama, 50 anos

Com sua voz charmosa cantava e pronunciava as quatro palavras mais importantes: Tica, Michelli, Mylena e Kevin.

Reinaldo Januario Occhiutto, 81 anos

Alegria em pessoa, alto-astral em todos os momentos.

Reinaldo Oliveira dos Santos, 57 anos

Ele certamente está dançando Michael Jackson e James Brown no céu.

Reinaldo Souza Santos, 80 anos

Tinha um jeito peculiar de conquistar a simpatia dos outros.

Rejane Marques de Souza, 61 anos

Pessoa de muitos amigos, divertida e conselheira. Uma mãezona!

Renan Daniel do Prado, 31 anos

Um técnico de enfermagem determinado, que sempre fez o melhor que pôde para a mãe e os amigos.

Renata Aparecida Valério de Lima, 34 anos

A princesa que partiu com sua serenidade para outro reino.

Renata Priscila Romão, 36 anos

Encantava corações com seus louvores.

Renato Fonseca Menezes, 70 anos

Médico ortopedista que dedicou a vida para visitar e cuidar de inúmeros pacientes pelo norte do país.

Renato Soler Camargo, 75 anos

Um verdadeiro herói não se mede pela força física, e sim, pela força do coração.

Renato Zanotelli, 63 anos

Apaixonado por rock, pelos filhos e principalmente, por sua amada Eliana.

Rene José Renner Schneider, 61 anos

Em seu salão de festas não podia faltar mesa de bilhar, churrasqueira cheia de histórias e boa carne.

Renee Genevieve Jorge, 92 anos

A francesa que construiu no Brasil a sua família e que irradiava sua alegria de viver.

Ricardo Augusto Rodrigues, 76 anos

Ninguém jamais esquecerá sua alegria.

Ricardo Benatti, 50 anos

"Não mexe com o meu irmão", disse, aos oito anos, ao defender o irmão mais velho em uma briga de escola.

Ricardo de Lima Cattani, 58 anos

Extremamente ativo e dedicado ao trabalho advocatício.

Ricardo Gonzalez Santos, 72 anos

"Tudo na vida tem 80% de chances de dar certo, confie!", dizia ele.

Ricardo Veronesi, 57 anos

Foi capaz de ensinar tudo, menos a viver sem ele.

Risomar Luis de França, 75 anos

Quando alguém reclamava que o dia estava cinza, ele dizia que cinza também era uma cor bonita.

Rita de Cássia Sterzza Dias, 55 anos

O que a fez especial foi ser uma mãe maravilhosa, amiga fiel, esposa dedicada. Guerreira, ela nunca desistiu de viver.

Robert Melendre Nogueira, 34 anos

Sua alegria era viver: gostava de andar de moto, amava o mar e adorava ser corintiano.

Roberto Algarte Domenes, 65 anos

Honestidade o define.

Roberto Alves Dias, 59 anos

O grande parceiro de toda a família, sua grande paixão.

Roberto Alves dos Santos, 60 anos

Era sempre o sujeito mais engraçado da mesa.

Roberto Aparecido Ferreira, 63 anos

Policial herói, levava para casa cachorros abandonados que cuidava com todo o amor.

Roberto de Lima Costa, 60 anos

"Deixe a vida me levar, vida leva eu. Sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu". ele cantava.

Roberto Ferreira dos Santos, 63 anos

O herói amado de quem ficou.

Roberto José Alberto, 67 anos

Era tão vaidoso, que criou o seu próprio dicionário de palavras engraçadas.

Roberto José de Almeida, 55 anos

Por cada casa que passou, ajudou a projetar sonhos e móveis como se deixasse de presente um pedacinho seu.

Roberto Oliveira, 73 anos

Deixou um tanto de amor para cada um que aqui ficou.

Roberto Ribeiro Martins, 59 anos

O almoço de domingo, no sítio da vó Pascoalina, era imprescindível. Ali, entre os seus, ele era feliz.

Roberto Rodrigues de Lima, 62 anos

Vovô Pateta que dava cambalhota no quintal e brincava de guerra de pipoca.

Robson Viana Campos, 47 anos

Agora mora no céu, lugar onde suas pipas, que tanto amava soltar, voam.

Rocilda Soares Alves Silva, 51 anos

Ela chegava ao trabalho sempre sorridente, animada e pronta a dizer "bom dia".

Rodolfo Aparecido Nacci Martins, 58 anos

Gostava de brincar nos aniversários, trocava as velas de lugar. O maior pedaço de bolo tinha que ser dele.

Rodrigo Aparecido Santana Rodrigues, 35 anos

Viveu a vida intensamente, regando-a de amores, cerveja e muita música sertaneja.

Rodrigo Joaquim Santana, 28 anos

Tão disposto para a labuta como disponível para a diversão.

Rodrigo Liguori, 36 anos

Chegava do trabalho anunciando aos gritos sua presença em casa. Amava carros e motos. Não à toa, era motoboy.

Rogério Fernandes, 46 anos

Ele simplesmente adorava viver.

Rogerio Moreira de Barros, 53 anos

Amava voar e voou.

Rogério Veloso do Nascimento, 49 anos

Brincalhão, cavalheiro, gentil e otimista, dizia sempre: “só sucesso!”

Ronaldo Belotti, 61 anos

Sua arte era misturar esporte e samba.

Ronaldo Beraldo, 56 anos

Amava a praia, era santista roxo e tinha a família como sua maior prioridade.

Ronaldo Bonello, 63 anos

Aham, cof, proott, e todas onomatopeias possíveis para um homem que levava no bolso, um lenço de assoar nariz.

Ronaldo dos Santos Duarte, 36 anos

Amava a família, os Ramones e aproveitou a vida o máximo que pôde.

Ronaldo Souza da Silva, 40 anos

Um pavio curto, de coração grande.

Ronaldo Trento, 60 anos

Natureza, tranquilidade, desapego e paz. Isso lhe bastava.

Rosa Baglio Palumbo, 85 anos

Tinha nome de flor, exibia o mapa da Sicília na sala e fazia a melhor macarronada do mundo aos domingos.

Rosa Maria dos Santos Nascimento, 64 anos

O colo de Rosa era o pico do Everest que toda criança queria escalar.

Rosália da Silva dos Santos, 58 anos

“Todo cuidado é pouco”, dizia dona Rosália.

Rosana Gamboa Azevedo Reis, 57 anos

Preparava o almoço para todos e depois servia deliciosos bolos de sobremesa.

Rosana Washington Vita, 73 anos

Binômio flor-mulher, carregava consigo um coração maior do que ela.

Rosani Vieira Soubihe, 63 anos

Uma artista plástica que amava viver.

Rosária Aparecida do Prado Cusin, 68 anos

À família dedicou todo seu amor. A Deus, seu dom com as palavras. Seu legado é a fé incessante.

Rose Mari da Silva Belo, 53 anos

Cantava com a sua alma para Deus.

Roseli Aparecida Bonaldo de Souza, 63 anos

"Como a vida é linda!", dizia ela ao ver a sobrinha.

Rosely de Jesus, 63 anos

Era a tia de todo mundo.

Rosemeire Gomes, 53 anos

"O sentido da minha vida é cantar", afirmava Rosemeire.

Rosemeire Miguel, 46 anos

Dona de um humor incrível, estava sempre rindo alto por aí. Aquela risada era especial.

Rosimeire Maria dos Santos, 54 anos

Enfrentou as barreiras da vida pelos seus filhos e netos. Eles eram seu porto seguro.

Rosina Mondadori da Silva, 80 anos

Lutou, venceu e principalmente, amou.

Ruan Dias Baldinelli, 26 anos

Deixou a lição de que a vida é muito curta para vivermos de remorso.

Rubens João de Barros Júnior, 55 anos

Dedicou-se à arte de corpo e alma. Desenvolvia projetos num piscar de olhos, tirando-os do papel com maestria.

Rubens José Malara, 56 anos

Em todos os documentos, escrevia "M.D.P.F." (Mãe de Deus passa na frente).

Rubens Machioni Silva, 70 anos

Palmeirense, pai de um campeão.

Rubens Malara, 55 anos

A massoterapia foi a sua paixão.

Rubens Meirelles, 77 anos

Era o protetor da família, fez tudo por ela, fosse por laços de sangue ou de amizade.

Rui Augusto Bimbatti, 75 anos

Homem habilidoso e carinhoso em todas as funções, de marido a aeroviário, de pai a avô.

Rute Costa Silva, 76 anos

Vovó Rute... um exemplo de amor ao próximo.

Ruth Pelegrino, 76 anos

Cultivava suas flores no sítio, em Salto de Pirapora, com o mesmo amor que cuidava da sua família.

Samuel dos Santos, 54 anos

De riso fácil, Samuel era bom ouvinte. Dava conselhos ótimos.

Sanaoki Ono, 75 anos

Por trás da cara de bravo tinha um coração enorme, que se expressava através das atitudes.

Sandra Costa Sampaio de Oliveira, 45 anos

Apaixonada pela família, viveu a vida com muito amor.

Sandra de Sousa Pereira Lima, 55 anos

Sempre com uma risada feliz, um abraço aconchegante e um coração enorme disposto a ajudar.

Sara Gandelman, 90 anos

Uma romena que, ainda criança, cruzou o Atlântico para fazer morada no Brasil.

Sara Rabello Rei de Jesus, 42 anos

Quando fazia um doce, o cheiro que vinha da cozinha era inconfundível.

Sawa Carmona Maksimczuk, 44 anos

Amava sua família, seus amigos e o Corinthians.

Sebastiana Maria de Almeida, 62 anos

Uma sonhadora querida por todos, que deixou muito amor por onde passou.

Sebastião Alves de Mesquita, 94 anos

Tião, um avô de respeito, dedicado à família.

Sebastião Deodato Rodrigues, 88 anos

Ensinou que cultivássemos com humildade e humanidade a criança que existe em nós.

Sebastião Jorge Perci do Carmo, 66 anos

Não tinha capa, nem superpoderes, mas nos defendia com unhas e dentes.

Sebastião Miranda de Oliveira, 84 anos

Um contador de histórias que encantava a alma e o coração de todos.

Sebastião Noraldino Salvador, 86 anos

Homem de muitos amores. Alegria e coragem foram suas melhores qualidades.

Sebastião Tomaz de Lima, 76 anos

Grande contador de histórias, com um bom humor inesquecível.

Seigi Honda, 79 anos

Um novo coração, uma nova oportunidade. Resiliente, seguiu separando seus remédios e organizando a pescaria.

Seisho Inamine, 70 anos

Desde que morou no Japão, parecia que uma parte dele havia ficado lá, sempre que assistia NHK.

Sergio Antônio Pereira, 59 anos

Uma pessoa fácil de lidar pois era feito de honestidade, amor e carinho.

Sérgio Honorato Pinheiro, 56 anos

Devoto de Nossa Senhora Aparecida e apaixonado pela sua família.

Sergio Murilo Bento Araújo, 72 anos

Um escritor que ajudou a reescrever muitas histórias de vida.

Sérgio Pandolfi, 67 anos

Personificação do amor e da dedicação.

Sérgio Seizi Suzuki, 81 anos

Homem de coração aberto que gostava de dizer que, tirando o que estava ruim, estava tudo bem.

Sidnei Cravo Fortes, 43 anos

O coração era maior que ele, a alegria em pessoa.

Sílica Conceição de Jesus Leite, 73 anos

Esposa dedicada, mãe de oito, avó de quinze, bisavó de quatro, amiga de centenas e admirada por milhares.

Silvana da Silva Souza, 50 anos

Bastava um cheirinho de café pra você logo saber onde ela estava.

Silvia Lina dos Santos, 52 anos

Artista e sempre à frente de seu tempo, foi a melhor amiga do filho.

Silvia Maria da Silva Gueiros de Azevedo, 65 anos

Em seus lábios, além do batom vermelho, havia sempre um sorriso de orelha a orelha.

Silvio Leopoldo Druwe Xavier, 75 anos

A alegria de viver era sua motivação para todos os dias.

Silvio Luiz Lopes de Matos, 57 anos

Sua presença e voz forte jamais serão esquecidas.

Silvio Pinheiro Pinto, 58 anos

Missionário de Deus e um eterno policial, que protegeu todos, como pôde.

Simone Maria Figueiredo de Queiroz, 72 anos

De alma viajante, ela amava ir à Disney.

Simpliciano Tomaz Inácio, 85 anos

Carregava simplicidade no nome e na essência.

Solange de Oliveira Lauande, 67 anos

Uma mistura de paulista e baiana, que com seu jeito de ser, nunca passava despercebida.

Solange de Santana, 63 anos

Como sugeriam o nome, a alma e as atitudes, Solange era um anjo.

Solange dos Santos Alves, 31 anos

Bancava a durona, mas tinha o coração mole.

Sonia Aparecida Buttura, 64 anos

Coisa rara era vê-la triste. Cansaço e dor podiam vir, mas a tristeza era afastada com a sua alegria.

Sonia Aparecida Buzello, 55 anos

Falava alto e ria. Ria muito! Ria sempre!

Sonia Cristina Ferrari, 76 anos

Era de uma teimosia que se desfazia com um sorriso fácil, vindo do fundo do coração imenso e lindo que tinha.

Sônia Porto Silvério, 67 anos

Mãe e avó com uma mente mágica e repleta de sonhos.

Sueli Ferri de Carvalho, 67 anos

A perdidinha mais linda.

Sueli Rosa de Oliveira Barra, 47 anos

"Olha meu netos como são lindos!", sempre falava a avó que fazia de tudo pelos netos.

Suely Cruz, 64 anos

Ela era o amor incondicional, a alegria em movimento, gostava de dançar e reunir a família.

Suely dos Santos Barbosa, 58 anos

Mãe e avó zelosa, não havia nada que ela cuidasse mais do que a própria família.

Suely Monteiro da Costa Andrade, 47 anos

Uma professora que cantava e encantava. Ela era o amor, da cabeça aos pés.

Susie Darling de Jesus Figueredo, 45 anos

Conciliou firmeza e doçura na construção de uma família sólida.

Tai Takizawa, 82 anos

De poucas palavras, mas nem eram necessárias. Seu sorriso falava por ele.

Talita Dentello, 35 anos

A madrinha que todos queriam em seu casamento e dona de uma luz que acolheu quem conviveu ao seu lado.

Tânia Cristina Joioso, 61 anos

Tudo nela era superlativo.

Tania Magali Oliveira da Silva, 54 anos

Com todo o coração, amava suas filhas, os animais e ajudar as pessoas. Dona do sorriso mais lindo do mundo!

Tarciso Pinto Batista, 63 anos

Cozinheiro de mão-cheia, colocava uma pitada de amor em todos os pratos que preparava para a família.

Tarcizio de Andrade Junior, 34 anos

Feliz com a conquista de sua empresa, nunca abria mão de seus prazeres: ouvir músicas e pilotar a churrasqueira.

Tarcizo Ferreira, 73 anos

Um cantor caseiro.

Tarlei Pires, 56 anos

Tinha o coração mais puro e foi a pessoa que mais ensinou a dizer "eu te amo", tanto quanto fosse necessário.

Tatiane Ferreira Ferraregi, 36 anos

A jovem que salvou vidas, distribuiu conselhos e deixou só amor.

Temósteles Luiz Soares de Oliveira, 43 anos

"Sou lá de Catingueira, na Paraíba, conhece?", dizia ele com o sotaque arrastado.

Teresa Pelloni, 73 anos

O cheirinho de bolo de cenoura traz saudades da esposa, querida mãe, sogra e doce avó.

Teresinha Maria Carneiro de Souza, 76 anos

Viveu amando e sendo amada, incondicionalmente.

Tereza da Silva Mateini, 71 anos

Cheia de histórias pra contar, era fonte de sorrisos, de inspiração e de coragem.

Tereza Rodrigues de Souza, 80 anos

A vó de muitos, distribuía carinho de forma irrestrita.

Terezinha de Oliveira Teixeira, 72 anos

Fazia parte de um grande jardim com muitas flores lindas. O jardim do Rei.

Terezinha Dornelas do Carmo, 77 anos

Pensamento positivo e vontade de viver eram suas marcas pessoais.

Terezinha Maria de Jesus Garcia, 64 anos

Mantinha sempre pensamentos positivos e a disposição para ajudar, principalmente as crianças.

Theodoro Pessotti, 78 anos

Para sempre será o coração de quem ficou.

Theresa de Moura, 87 anos

Bisa forte e carinhosa. Tinha um sorriso lindo e os cabelos branquinhos igual algodão.

Thereza Carneiro Machado, 86 anos

Nunca cansou de mimar os netos e adorava uma festinha.

Thereza Lúcia Marchini, 77 anos

Professora de pessoas e de seus três louros, conquistava todos com muita simpatia.

Thereza Lúcia Prata de Almeida, 65 anos

A Dra. Thereza Lúcia escolheu a Medicina ainda na infância e era uma pessoa com palavras e sorrisos para todos.

Thereza Nogueira Miranda, 89 anos

Com toda a sua força e um coração imenso, fazia questão de ajudar aos outros.

Therezinha Assad Casella, 87 anos

A família se reunia aos sábados para comer o quibe mais delicioso do mundo, feito por ela com todo amor.

Therezinha de Barros da Silva, 88 anos

Adorava bater perna, andando de casa em casa para ver seus entes queridos.

Thiago Donato Pereira, 32 anos

Companheiro dos bons para qualquer rolê, amava um show de rock. Fazia sorrir até mesmo em dias ruins.

Thiago Mendes Lobo, 26 anos

“Eu amo tudo que vivi”, foi sua última frase.

Thiago Santos Gomes, 30 anos

Um jovem que conversou com a morte, desde o momento em que nasceu.

Tiago Lin Ichi Kuboki, 33 anos

Esposo amoroso, pai exemplar, deixou um legado de amor e força.

Timóteo de Matos, 74 anos

Fisioterapeuta que só não curava a dor de amor; mas na escrita, curava até as dores do mundo.

Udemberg Oscar Alves Nascimento, 71 anos

Um corintiano roxo, que adorava goiabada, rapadura e pimenta. Nosso Tio Beg.

Ursulino da Silva, 85 anos

Bom de coração, ele era simplicidade total.

Vagner dos Santos, 55 anos

Ele pedia para que os irmãos vivessem em união.

Vagner José Alves, 72 anos

A alegria de todas as festas.

Vagner Onorio de Aguiar, 45 anos

Tinha fácil relacionamento. Era querido pela família e amigos. Uma palavra o definia: brincalhão.

Valdeci Buono, 66 anos

Carregava na alma a mesma leveza dos balões coloridos que vendia na vizinhança.

Valdecir Vicente Tupiná de Souza, 64 anos

“Oi querido! Oi querida!”, era a maneira gentil do famoso Pascudum cortejar.

Valdemar Gomes de Sousa Junior, 47 anos

Negro, de família humilde, militante, professor, pai, amigo e profundamente humano, via esperança em tudo.

Valdevino Barreira, 72 anos

Contrariando as estatísticas e o preconceito, Valdevino conseguiu vencer: se casou, teve filhos, netos, bisnetos e construiu seu patrimônio.

Valdir de Moraes, 57 anos

Engraçado, sempre tinha uma piada, bom humor e muito amor!

Valdir Martins da Silva, 71 anos

Escalou um time de futebol. Teve 11 filhos! E muitos netos. Todos herdam o segredo de sua força: amar.

Valdomiro Donizete Dias, 42 anos

Apelidou seu caminhão de Nave e, sempre que chegava a um destino, postava uma foto com a legenda: "A Nave pousou".

Valéria Afô Navarro Nascimento, 53 anos

Juntando tesouros no céu.

Valéria Andrucioli, 55 anos

Seu coração a permitia ser mãe de milhares ao mesmo tempo.

Valéria Aparecida da Silva Gusmão, 47 anos

Alegre, tinha a curiosa mania de fazer pipoca, em qualquer ocasião. Qualquer uma mesmo, até em churrascos!

Valéria Maria Faria Ohashi, 67 anos

Seu “oiê”, acompanhado de um sorriso sincero e acolhedor, significava amor em todos os planetas e idiomas.

Valmir Eleuterio, 62 anos

Guerreiro incansável, não desistia jamais.

Valter Barboza, 39 anos

Filho presente, pai exemplar, amigo para todas as horas e um esposo eternamente apaixonado.

Vander Aparecido da Costa, 39 anos

Um coração enorme, que amava Deus e que continuará cantando seus louvores, esperando que sigamos seus exemplos.

Vander Vital Alves Macedo, 48 anos

Uma pessoa amável com lindos olhos verdes.

Vanessa dos Santos Pereira, 27 anos

Sua marca registrada eram os seus cabelos coloridos e a sua risada gostosa.

Vanildo Pereira de Carvalho Andrei, 56 anos

Dizia que iria viver até os 100 anos...

Vera Lucia Almeida Francisco, 71 anos

Uma mulher apaixonada pelo Carnaval e por ajudar os amigos, além de saber fazer uma deliciosa feijoada.

Vera Lúcia Martins Vieira, 71 anos

Rainha das cartinhas, dos bilhetinhos escritos e desenhados a mão. Amava fast-food e era fã de Vinicius de Moraes.

Vicente Antônio Marques Alves, 58 anos

Seu sorriso, seu abraço, seu exemplo de alegria e seu amor nunca serão esquecidos.

Vicente Casimiro da Costa, 83 anos

Vicente fez história em seus 83 anos de vida.

Vicente Teixeira, 77 anos

Tinha uma estante cheia de livros que despertaram a filha para a literatura e a poesia.

Vicentina Rinaldi, 89 anos

Carregava consigo alegria e alto astral para iluminar o mundo.

Vildecio Chaves de Almeida, 64 anos

O sorriso e a gentileza eram suas principais características.

Vinicius de Souza Oliveira, 43 anos

Um Doutor que não era médico, mas feito de uma química de virtudes que espalhava alegria desde o olhar.

Vitor Augusto Costa da Silva, 48 anos

Gostava de estar com a família, e de tomar uma cerveja aos sábados na casa da mãe, ouvindo música sertaneja.

Vitor Inácio de Souza, 75 anos

Uma pessoa generosa, alegre, cheio de amor para dar.

Vitorio Carraro Netto, 41 anos

Com seu sorriso largo coloria as vidas daqueles com quem convivia.

Vívian Garcia Rissato, 40 anos

Animada, extrovertida e alegre. Sabia o que queria e sabia como conquistar.

Viviane Barbosa, 40 anos

Amava a profissão e a família. Transbordou amor e gratidão pela vida.

Vladimir Madrid Affonso, 61 anos

Sinônimo de alegria, era do tipo brincalhão que “atormentava” todo mundo.

Wagner do Amaral, 79 anos

Para ele, não existia distância grande o suficiente. Viajava centenas de quilômetros para ver a família.

Wagner Paulino Macedo, 45 anos

Quando alguém precisava, ele não telefonava, não: ia pessoalmente conversar, abraçar e fazer sorrir.

Waldir Luiz da Silva, 64 anos

"Vamos cantar para esquecer as mágoas, vamos brincar enquanto ainda podemos!" pedia ele.

Waldir Luiz Dias, 60 anos

Amava contar piadas e fazer imitações. Lula, Dilma e Clodovil faziam parte de seu repertório.

Waldo Lio, 80 anos

Pai sonhador, criou sozinho - e com muita garra - seu único filho depois que ficou viúvo.

Waldomiro Gonçalves, 97 anos

A horta era como uma segunda casa pra ele.

Walmir Costa, 74 anos

Muito solícito, estava sempre disposto a ajudar.

Walter Nunes Fernandes Belo, 64 anos

Era tio, mas viveu como pai.

Welder Reis Carvalho, 44 anos

Flamenguista divertido que sabia solucionar problemas.

Weliton Rodrigues Souza, 52 anos

Um ser humano sensacional, que sempre fez o melhor por seus alunos e sua comunidade.

Welligton Soares, 50 anos

Mais do que um tio, um pai. Em todas as casas da família...

Wellington Adamastor Soares, 55 anos

Wellington venceu suas lutas particulares e encontrou, na fé, seu resgate. Foi um altruísta perfeito e silencioso.

Weslei Coelho Pereira, 25 anos

Corintiano roxo e apaixonado por samba de raiz, estava superfeliz em ser pai.

William Chen, 51 anos

Seu prazer era ventar pelas estradas com sua moto.

William Ferreira Carvalho, 39 anos

O moço de chapéu country na foto do aplicativo que fez a esposa se apaixonar.

Wilma Bassetti Lirola, 76 anos

Pra todo mundo que cruzava seu caminho, ela era a Vó.

Wilson Antônio Andrade Nocete, 50 anos

Fazia piada com tudo e colocava apelido em todos.

Wilson Martins de Castro, 63 anos

Vivia livre feito um pássaro no céu.

Wilson Roberto Pereira da Silva, 67 anos

Tanto foi amável, que para sempre será amado.

Xizelia Marassa Meibach, 83 anos

Apesar de sua personalidade forte, Didi era a generosidade em pessoa.

Yolanda Malhão Fernandes, 88 anos

Uma amada contadora de histórias.

Zelha Emilia da Costa Pereira, 73 anos

Podiam trazer o bolo e a tapioca, mas o melhor café do mundo era o dela.

Zélia Soares da Costa, 89 anos

Avó que deixou o melhor exemplo, adorava cantar "Igual à andorinha, eu parti sonhando."

Zemilda Silva, 53 anos

Ela amava dando atenção, carinho e cuidados.

Zenaide Fernandes Neto, 80 anos

Encantadora, de voz serena. Nunca brigou com ninguém e era querida por todos.

Zenilde Alves da Silva, 58 anos

Uma nordestina firme; alfabetizou os irmãos e as filhas.

Zilda Serafim da Silva Ribeirão, 61 anos

Determinada, decidiu se tornar enfermeira aos 30 anos. Não tinha estudo, mas foi atrás e realizou o sonho.

Zoé Terezinha Moreira, 83 anos

Não gostava de esperar ônibus, tinha rodinhas nos pés. Ligeira que só, chegou aonde queria chegar.

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa